LEO STRONDA + CALEBE DIAS + JHABA CASCA GROSSA + ALBBINO - Flow #576
Os AVENGERS da academia!
- Explosivos e Bombas CaseirasManufatura de malvinas · Lançamento de fogos de artifício · Riscos e danos causados · Motivos de expulsão de apartamento
- Amizade e Dinâmica do GrupoEncontro dos três imbecis · Compatibilidade de personalidades · Histórias de formação do grupo · Competitividade entre amigos
- Expulsão e Regras de CondomínioMotivos da expulsão do apartamento · Criação de regra específica no condomínio · Histórico de comportamento problemático · Dificuldades em alugar imóvel
- Estilo de VidaPersonificação do caos · Sorte e coincidências · Alegria como riqueza · Diferenças entre os amigos
- Mudança de Patrocínio ProfissionalSaída da Growth Supplements · Entrada na Integral Médica · Razões da mudança · História pessoal com a marca
- Assédio contra MulheresInsegurança linguística · Experiências em Punta Cana · Diferenças de idioma · Conselhos de como se aproximar
- Histórico de Infrações em ImóveisPlaca de condomínio permanente · Aluguel em nome do pai · Duração em apartamentos · Previsão de futuras expulsões
- Competicoes e EventosImbecis vs Bombeiros · Planejamento de provas criativas · Possível participação de Igor · Formato de disputas
- Musica ClassicaNovo projeto musical · Homenagem ao Romário · Ritmo de lançamentos mensais · Integração com marca Integral
- Customização Estética CorporalDentes customizados e grills de metal · Olhos com cores diferentes · Tatuagens e piercings · Processo de fabricação artesanal
- Conscientização Corporal e TécnicaRepetição de movimentos · Desenvolvimento de consciência muscular · Variações de execução · Treino de Anderson Silva
- Boxe e Técnicas de CombateExperiência em boxe · Técnica de deslocamento · Momento ideal para golpear · Comparação com anime
- Humildade e Força em Artes MarciaisConhecimento tácito de força · Justiça ao lutar · Proteção de iniciantes · Profissionalismo de mestres
- Filosofia de VidaCriação e pesquisa de ditados · Significados e aplicações · Ditados chineses · Filosofia do desapego
- Bailes Funk no Rio de JaneiroBailes de porrada · Bailes de corredor · Participação em confrontos · Evolução histórica dos bailes
Essa é o flow.
pra isso acontecer. Tá. Vai, eu vou dizer que... Sim, é verdade. É verdade. 70%, sim. Eu não me responsabilizo pro que vai sair daqui hoje, ok? Tá. As minhas palavras são minhas. Tá bom. Se não saiu da minha boca, eu não me responsabilizo. Tá. Ok? Mas eles tão suave ali, os caras tão... Olha ali o Orbinão. Olha ali. Alô, mãe. Equipe jurídica. Tamo junto antes de começar primeiramente, hein? Mas tenta olhar pra câmera legalzinho mesmo. Calma aí, tem que botar ó, que senão eu fico feio. Aí, ó. Ih!
Ele tem habilidade, ele conseguiu falar com você e com o público ao mesmo tempo. Eu olho por dois. Tem o Jabba, e aí, Jabba, tudo bom? Não estou entendendo nada, mas... Não, mas a gente vai continuar fazendo o que a gente já estava fazendo, que é continuar trocando ideia, tu vai me contar um pouco mais do teu Fusca, tu vai me falar, sei lá, como é que tu chega às conclusões estéticas que tu chega. Por exemplo, hoje tu escolheu um cabelo especial,
por exemplo, né? Os seus dentes. Você gosta tanto de customizar as coisas que tu customiza a própria cara, a própria cara da dentária. Ficar no estilo selvagem, né? Selvagem, casca brossa. É, os dentes bonitão. Entendi. Os teus dois olhos são azuis mesmo. Não, uma lente ficou ruim, a sobrou outra, eu tô usando um lado azul e o outro verde. Entendi. Caralho, o outro mais diferente, mas ele gosta. Entendi. Eu adoro essas coisas. E tem a Sandra Neyberg aqui também.
Fala, rapaziada, tamo junto, voltamos aí. A pedidos. A pedidos? Do Igor. A pedido do Igor. Do Igor e do Jean. E do Jean. As únicas pessoas que pediram. Mas tu não considera a minha opinião nunca? Pode ficar levantando. Não, pode, pode. O Jean naquele dia estava falando que eu estava me movendo muito. Perdão. Então você tem hoje aqui marrom, jaba casca grossa e calebre cabeça de ovo.
Esse é o seu trio de hoje. Saquei. Saquei. Sacou a careca. Quando eu tô sacado, esquece. Quando eu tô sacado, esquece. Aí sim. Tá bom, eu já entendi que o Léo é um imã de maluco faz tempo. Mas aí, e quando os malucos se encontram? Porque foi chegando os malucos, não é? Então um maluco se encaixa no grupo, daqui a pouco chega um outro maluco e se encaixa no grupo e aí forma-se um grupo de malucos, que são vocês.
Como é que vocês funcionam juntos, cara? O primeiro a chegar foi o marrom dos três, né? Eu ia fazer uma viagem pra Boston pra cobrir um campeonato lá, o Boston Pro de fisiculturismo. E algumas pessoas me mandaram um vídeo do marrom fazendo merda lá em Boston, correndo na neve, pulando sozinho e tal, fazendo alguma coisa. E depois ele me mandou uma mensagem no Instagram. E eu falei, pô, eu tô aqui em Boston sozinho fazendo conteúdo de campeonato, não tô conseguindo...
Estou sozinho, não estava conseguindo fazer um conteúdo meio doido, né? Do jeito que a gente gosta. Estava mais sério. Falei, pô, vou chamar esse moleque e de repente a gente faz um conteúdo junto. E deu muito certo. A gente se encontrou, ele... Foi o quê? Cinco anos atrás? Ele era criança ainda? Ele tinha 12 ainda. E ele é aquele moleque, tipo... Sabe aqueles moleques de escola que não ligam pra nada? Ele vive pra fazer merda?
Vai na empolgação, vai na empolgação. Falou duvido, esquece. Mas esse moleque... Eu estou ligado, eu tinha um amigo assim na escola,
o nome dele era Igor também. Ele era um filho da... Só que ele era meio filho da puta. Qual que era a parada dele? Ele gostava de fazer umas merda maior do que as merda que todo mundo fazia. Isso. Ah, então é ele. Esse é o marrom. Esse é o marrom. Então, esse moleque... Pra tu ter uma ideia... Nunca mais esqueceu do Igor. Cara, pra tu ter uma ideia, uma vez eu encontrei esse moleque, ele tava trabalhando na Sandy Piper do Nova América, maior tempão atrás.
Cara, eu conheço. É. Aí, esse... Pô, e aí? Trocando ideia com ele, ele... Pô, mané, por que ele tá aqui? Ele, não, pô, tava trabalhando numa papelaria lá, mas os caras mandaram
embora porque eu taquei fogo no depósito. O cara era maluco. Olha que coincidência. Anteontem ele foi expulso do próprio apartamento depois da quinta assembleia de condomínio pra tentar expulsar ele. Conseguiram finalmente expulsar ele. Agora pergunta pra ele por que ele foi expulso. Cara, o livre-arbítrio veio muito cedo. Eu comecei a morar muito cedo sozinho. Com 17 anos eu já morei sozinho. Você tem quantos anos? Eu? Verdade? 21.
Eu sou grande já, pô. Já falo contas, telefone e tudo. De verdade. De verdade é 21. Mas na internet ele pode ter a idade que você acha. Tá bom. E tipo assim, lá no meu apartamento, mano, eu fiz muita doideira. Tipo, soltar fogo direto. Que isso, cara? E a janela aqui, ó. Você entendeu aqui a maluquice quando se junta, ó? Esse aqui, ó, é o rei da pólvora. Você tem noção? Entendeu? Você tem noção que ele aparece com um capacete de moto aberto, customizado, pega um 512x1 dentro de casa,
A janela do prédio. Apartamento. Qual que é o andar? Era o andar. Sexto. Ou seja, tá no meio, entendeu? Tem muita gente pra cima e muita gente pra baixo. Cheio de vidro pra cima. Varanda. Ele acende os 5 doze por um, segura na mão aqui assim, joga na janela e blau, blau, blau. E grita, e grita, e grita, e grita. Lameirão. Lameirão. Aqui, ó. Aqui, ó. Olha os amigos. Olha o recebizinho desse cara. Joga um vídeo aí pra vocês verem o Marrom fazendo isso. Bota aí daqui a pouco. É. E aí teve o estopinho.
Por que ele foi expulso? Por quê? Então, aí o Jabba me deu um dia uma malvina. Só que ele falou que era estalinho. Eu criança... Ih, tocou. A musiquinha. É o cara que trabalha pelo lado do Paz. Tá tocando ainda aí, cara. Tá tocando ainda. Não vai parar, não sei de ligar isso aqui não, cara. O negócio de telefone é complicado pra mim. A tecnologia não é a coisa dele. Na época do orelhão é ficha de chum.
Bota essa porra no mundo aí pra nós, Caleb. Vai. Tá bom. Aí ele te deu uma malvina. Aí ele me deu uma malvina e falou, pô, é um estalinho. Solta lá no teu prédio. Mas cuidado. Mas solta na moral. Falei, já é. Com todo respeito. Com todo respeito. Tu sabia que não era um estalinho. Tu sabe o que é uma malvina. Tu sabe. Cara, é porque vindo dele, mano. Eu falei assim, pô, vou confiar no meu parceiro. Qual é? É porque eu já gosto de fazer merda. Isso, então. Tô falando de verdade. Tô falando de verdade.
Eu que vi essa porra mesmo. Eu que soltei sabendo que era Malvina, pô. Foi isso mesmo. Aí, viu? Já me enforquei, pô. Já me enforquei. Já foi expulso. Já foi expulso. Ele vai se soltando. Ele vai se soltando. Ele vai se soltando. Tu já foi expulso. Aí, mano. Fui soltar esse... Aí, o cara parou de rir ali. Mano, tu já teve que passar o apartamento já, pai. E o apartamento era no meu nome, mano. O apartamento. Com a corretora. Só que, pô, mano, todo mundo lá do meu bairro, tipo da Tijuca, eu acho que me conhece. Claro! Um imbecil.
jogando no sete por um. Robinho da RJ! Por que que tu solta o sete por um? Todo mundo conhece. Felicidade, mano. Tá feliz, né? O Flamengo ganhou. Tipo assim, ele vai entrar no metrô. Antes de entrar, ele para no metrô, puxa o celular, liga um e entra no metrô. Feliz, pô. Hoje eu vou treinar peito. Joga um pra cima. Felicidade, entendeu? Ele fica muito feliz. Aí depois desse vídeo, mano. E chama de trabalho, mas vamos lá. É, o trabalho. Aí depois desse vídeo que foi, deu ruim, mano.
Não, é a Malvina, a Malvina. É, aí eu solto. Solta onde? Eu boto lá na garagem lá aberta. Lá no meu prédio tem uma garagem aberta. Eu fui lá pra garagem aberta. Tava chovendo. Falei, ninguém vai ver. Garagem do condomínio. Baixi. Baixi. Baixi. Falei, ninguém vai ver. Peguei o estalinho. Botei dentro na chaleira. Bota o estalinho. Bota o estalinho. Bota o estalinho. Amassou, né? Segredo. Por isso que eu não tô lá mais hoje em dia pra contar a história, né?
Botei o estalinho, acendi e corri. Pai, deu cinco segundos. O bagulho é assim. Aí.
Foi igual foguete. Foi uma explosão maior que Malvina, não era Malvina. Aí o grupo do condomínio, todo mundo. Caraca, o que aconteceu? O transformador estourou, tô ouvindo aqui, parece que estão invadindo o condomínio, não sei o quê. E eu saí correndo, fui pra casa. E a chaleira, a panela de pressão subiu uns 12, 13 andares e veio batendo em janela dos outros, rachando. É, foi terrível. A Malvina achou o cara, era tudo e nada.
Mano, doideira. Aí fui expulso, pediram pra me retirar, mané. Mano, Malvina, se tu der mole, arranca até a mão, né? Arranca a mão, não arranca?
Você presta atenção, você imagina, essa malvina não foi comprada. O Jabba manufaturou. Tu fez? Tem alguém da polva? Tu gosta de fazer bomba? Ele gosta do barulho. Explosivos. Explosivos.
Entendi. De festas. Mas tu não solta balão, né? Não, não. Tá. Mas os amigos lá soltavam antigamente. Foi o balão. É, antigamente. Antigamente tinha os amigos que soltavam. Antigamente era uma febre no Rio de Janeiro. Fazendo lanterninha, gomo por gomo. É, eu lembro de uma vez que os caras lá foram encher um balão com maçarico. Maçarico de bujão de gás. Pô, deu alguma merda que ela pegou fogo assim, queimou minha cara toda, que eu tava olhando de perto aqui assim. Queimou minha sobrancelha.
O que mais é doideira, né? O balão é perigoso pra caramba. Perigoso pra caramba. Ainda bem que... Mais um sete por um assim quando o Flamengo ganha? É. É, pô. Tem que ter um morteiro. Recreativo, recreativo. E tu morava lá há quantos anos, homem? Dois anos e meio, mano. Dois anos e meio. Até que durou, pô. Dois anos e meio ouvindo isso. Todo dia. Durou tempo, mano. Mas por que que tu mora na Tijuca? Longe pra caralho dos caras, pô. Agora não. Agora não. Agora não. Agora não recrei, cara. É, recrei.
Estruturou. Agora ele tá na praia. Agora ele se demola e pega a Marizinha na televisão. Direto. Agora tem que botar a capa pra Marizinha, rapaz. Caralho. Estruturou. Estruturou, cara. Tá maluco. Dá pra ficar dois, três, quatro dias sem tomar uma boa de água doce. Salgadão, né, moleque? Estruturou. Tá maluco? Então agora eu tenho os três bem pertinho de mim. Olha aí. Isso é bom ou ruim? Olha ali, olha ali, olha ali. O motivo da expulsão
É esse vídeo aí, ó. Caiu ela. E ela não parece que é essa força toda? Dentro de gorila, mané. Tu manufaturou essa porra. Doideira, porra. É, as vezes aumentou a dose, né? Entendi. É exatamente esse vídeo aí que eu lembrava que era um negócio maior? Não, paizão, é esse daí. Olha ele. Olha a panela. Ó, ó, ó. Vai cair, ó. Ela é... Sei lá, mané. Olha como é que tá a panela agora. E foi. E foi.
Correndo muito, vai achar a panela. A legenda do vídeo, caiu ela. A panela. Caralho, não era estalinho não, mano, era forte. Viu? Aí, nesse tempo... A legenda do vídeo, caiu ela. Aí esse vídeo, mano, veio como multa, direto o print do vídeo me mandando o condomínio inteiro, geral sabia. Aí foi, esquece. Aí deu ruim. O marrom criou uma nova regra do condomínio.
História bomba. É, não pode nenhum fogo de artifício, explosivos e não pode mais alugar nada pra menores de 21 anos. É a placa do elevador. Se tem placa é porque tem história. É verdade. Caralho, você causou a placa. Eu queria história. O que importa é isso. Eu já fiquei marcado naquele condomínio. Tem gente que tem placa no Hall da Fama em Hollywood. Marrom tem placa de condomínio. Porra, eu sou pica, cara. Na Tijuca. Sou brabo, cara.
Eu não tenho. Eu não tenho. Ninguém aqui tem. Ninguém aqui tem. Ninguém aqui tem. Entendeu? É. Por isso que é difícil eu alugar as coisas do meu nome.
Caralho. Não, e isso pra ele alugar esse lugar novo agora que ele tá, ele ficou mais de um ano, né? Pra tentar alugar. Foi, pô. Porque ninguém aceitava ele. Eu ainda aluguei no nome do meu pai ainda. É aquele imbecil da bomba. Foi o nome do meu pai esse, pô. Ah, foi o nome do meu pai? Foi o nome do meu pai. O meu nome não aceita, não. Mas calma aí. Ó, porra, mas peraí. Vocês têm que também aconselhar o moleque, né, cara? Porque...
E você acha que ninguém aconselha, cara? Pô, mas como é que vocês deixam esse moleque alugar um apartamento? Ele, no mínimo, tem que alugar uma casa com quintal. Eu falei isso pra ele? É, ele vai... O Jabba é o Paizão.
ia dar a casa dele pro Marrom alugar por um preço irrisório só pra ele poder ficar na casa. O Jabba, apesar de ser malucão assim, tem algumas propriedades. Tem bens. Tem bens. Eu tenho certeza que só dá pra ser malucão se tu tiver uma... Ele tem bens. É um cara vivido, né? Um cara que já tem história. Tem sete vidas dele, né? E essa casa que o Jabba tem foi ele mesmo que construiu com os pedreiros.
Tipo, agora eu vou fazer uma casa. Aí cadê o dinheiro aí? Pô, pra bater a laja na fortuna. Tinha uns camaradas lá que pô, faziam umas tatuagens gambiarra maneirona. É mesmo? Aí os caras, pô, meu irmão, tem como descolar uns caminhões de concreto aí pra tu. Eles enchiam lá as construções grandonas. Aí sobrava, eu tinha que ficar esperando. Nisso eu cheguei no terceiro andar. Caralho! Casa maneirona. E é onde? Em Vargem Grande. Tá. Aí o Java construiu da cabeça dele.
Por incrível que pareça, ficou muito interessante. Ela tem um vão no meio. Nenhum cômodo e nenhum perímetro da casa é certo. Todos são tortos. É. Maneirão. Mas é muito interessante. Cada bonitona deu tudo certo. Tá bom, entendi. E a casa é mais afastada. Eu falei para o Marromão, aluga a casa lá do Jabba. Você vai poder fazer o que você quiser. Estourar. Ela já é toda torta mesmo. Vai explodir, vai fazer o que você quiser. Vai pagar um valor baratinho que o Jabba vai te cobrar.
Já te conhece. Já te conhece. Ainda vai estourar os negócios com o tio. Isso! Ele vai se amarrar. Porra, tu deu um aninho, cara. Só que aí ele descobriu uma cobertura lá com... Na beira da praia. Cobertura na beira da praia, com piscininha e tal. Se apaixonou. Estrutura, estrutura. Estrutura, estrutura. Agora a gente tá fazendo um bolão. Em quanto tempo o Marrom vai ser expulso desse apartamento? Nem aluga essa casa pra ninguém, não, Jabba.
Porque daqui a pouquinho o amigo vai mudar pra lá. Deixando o conto. É mesmo. Deixando o conto. Ele tá reformando. Pô, mas é muito mania. Meu sonho é morar a galera tudo junto.
nessa residência. Ele queria que eu, ele e o Albino morassem juntos. É o sonho dele, mano. Qual que é o problema? Qual o problema que tem com isso? Não, nenhum. Falei assim. Tu não moraria, não? Não tem como. Vai ter um dia, vai ter um dia. Não, no primeiro dia vai ser muito engraçado. Não, no primeiro mês vai ser maneiro. Vai ser lindo o primeiro mês. Geraldo tomando café junto. Depois não vai dar, mano. É muito maluco junto, mano.
Segundo mês, quando eu acordar e for lá pra baixo, já bative a camaquita na boca, saindo faísca. Bom dia, cara. Faz um. Mano, imagina nós três morando juntos, mano. Ia ser legal.
Vai ser legal, porra. Vocês vão aprender muita coisa comigo, só o discurso. Não, eu sei. Já coloca já um sistema de câmera na casa. Eu já falei isso pra ele. Big Brother. Você já falou, você manda de internet. IRL. Moleque, vai ser bizarro. Não, eu falei, imagina a fábrica de conteúdos que vocês iam ter morando os três juntos. Se eu fosse vocês, eu ia, porque tá no ciclo do IRL. É, verdade. Se eu fosse vocês, eu ia. Não, não tem nada a perder, não.
Já tem a casa? É. A foda é que agora tu acabou de alugar a porra da cobertura, né?
A dele não paga, não. A dele faz, não. É tudo certo, é. É segredo. A gente fica uma semana na turma, uma semana dele. Não, na minha não, porra. Fica uma semana na turma, uma semana dele, mano. Mas eu acho que tudo isso que a gente tá falando aqui, foda-se. Por quê? O que o Marrom... Gostei. Por quê? O que o Marrom quer é incomodar os outros. Sim. O que ele quer. Então não tem... Ele sabe que ele pode ir lá pra essa casa aí, que ele pode estourar. Mas se ele pode estourar,
Ele quer estourar o que ele não pode. Ele entendeu tudo. Só que é psicologia. Não pode. Eu quero estourar. Não pode. Entendeu? Que nem quando o cara coloca assim. Espaço reservado pichador. O cara picha tudo do lado. Sou eu. Não pode soltar bomba aqui. Eu quero soltar. Vem pra minha casa aqui e pode soltar. Não quero. Lá é um gente.
Quero com o vizinho. Então pode estourar a bomba aqui, tá? Fica à vontade. Aqui você pode estourar a bomba. Calma aí, então. Imagina, traz o tronco aqui. Eu tenho um piquinirim pra soltar em ambiente assim. Pra soltar em ambiente assim. Você trouxe? Não. Pra soltar em ambiente assim.
Uma vez que é uma janela quando eu soltei. A janela caiu, Jabba? Mas aí essa história de tu... O dente, cara, de onde que tu tirou a ideia desses grills especiais aí? E como que isso pode não incomodar teus dentes? Como é que tu consegue comer com essa porra? Deve ter sido uma merda no começo. Ele faz tudo com esse dente. Passa fio dental todo dia, cara. O dente dele não tem bafo não, pô. Que isso?
Vou tirar também. Já não tem bafo, não. É, eu escova a língua com aqueles paradas de lavar pia direto com detergente. Tem gente, esse aí tu me contou, tu me contou. Mas por que que tu quis botar a porra desse dente aí, cara? Que doideira. Bom, que quando eu vi a galera... Tem mais alguém com esse dente? Tu já viu alguém com esse dente? Eu vi os cantores de hip hop, né? Mas o deles é outra vibe, né? É. O teu é casca grossa. É, é.
Aí o pessoal fala assim, pô, cara, quando vai chegar na idade, os dentes vão caindo, né? E eu não tinha muito costume de ficar escovando os dentes.
Toda hora. Eu sempre passava toalha. Aí eu falei, pô, eu gosto de dar uns beijos na boca, né? Se caiu os dentes, já era. Eu fiquei apavorado. Falei, eu vou botar uma capa aqui de metal. Um protetor, né? Um protetor que já vai ficar legal. Aí deu certo. Mas no começo, eu usava aqueles papel alumínio com o Superbona. Aí o cara que fazia os grãos ficou com... Gostou de mim e falou, eu vou te ajudar. Aí como eu não tinha grana pra fazer o metal, ele arrumou uma solda. Aí a gente fez de solda, deu tudo certo. Solda protética, né?
Mas tem que colher todo dia. O terror da odontologia. Meu Deus do céu, cara. Tu passa WD também, Jabba, ainda? Passa WD, poliflor, querosene. Vê se tu consegue achar o vídeo do Jabba aí indo ao dentista. Ou melhor, a funilaria, vê isso. É, tem no Instagram, né? É, tem um amigo meu que às vezes dá tipo uns ferruginhos e ele passa aquela maqueta, né? Caralho. Queima pra caramba, mas a gente já tem a mãe. Tu não tem cara, então. Tu tem ferrugem. É, ferrugem. Aí passa WD.
40 com detergente. Ficou bonitão, né? Caralho, ficou especial. Eu me amarro. Mas não mudou pra você comer? Não, como normal, direto. Só chiclete que não dá pra ficar brincando. Máximo uma bala house. Dá pra chicletar não, João? Não. O que acontece? Aí gruda um no outro e começa a apurrar. Pra moldar que foi terrível, porque a gente botou uma resina. Não sair, o cara dando martelada.
Aí ficou justinho. Cara, é outro nível. É outra parada aqui, cara. Aqui são outros 500. Outros 500. A gente costuma falar que o Jabba, ele é o boa sorte da galera. Ele viveu uma vida muito maneira, fez de tudo, sempre sem querer, querendo. Ele nunca planejou nada. Ele nunca teve uma organização de tipo assim, não, esse ano eu vou fazer isso e vai lá e fez. Não, aconteceu na vida dele.
pra quem não conhece o Jabba, porque ele é muito famoso no Rio de Janeiro. Cara, é personificação do caos. Personificação do caos e da boa sorte. Eu entendo. Ele conhece pessoas que levam ele pra outro país, que vão fazer alguma coisa e levam ele junto. Sabe por que é raro essa vida? Porque tem pouca gente que entendeu que é assim. Isso. Tá ligado? Ele entendeu que é assim antes de todo mundo. Isso. Tudo que eu tentei controlar demais na minha vida eu mamei. Isso. Tá ligado? É. Mamei. Ficar tomando quatro.
Uma vez um cara, a gente estava conversando no posto ali, e o cara perguntou assim, pô, Léo, qual o cara mais rico que você conhece na sua vida? Eu falei, Jabba Casca Gross. É o cara que está feliz com qualquer coisa, ele vai no restaurante mais rico, mais caro do mundo, ele vai no podrão da esquina, é a mesma felicidade. Felizão! Ele anda no meu carro, no carro de um amigo muito top, mas ele gosta do Fusca. Ele traz uma alegria, tem uma alegria dentro dele, que emana e transborda para qualquer lugar que ele esteja.
qualquer coisa. Isso é muito maneiro. Eu falo pra ele que você é o cara mais rico que eu já conheço na minha vida. Eu nunca vi um cara com tanta alegria, independente de se tá com muito, se tá com pouco, sempre emanando e transbordando. Isso é muito maneiro. Agora eu tô com dinheiro, moleque. Só pra pagar um suco pra galera. Hoje quem pagou a conta foi o Java, cara. Foi? O Big Jack fica à vontade que eu já conheço. Caralho, aí sim. E tu, já tá também nesse nível aí, cara? De maluquice? Hoje não tô, mano.
Não, de maluquice, tô vendo que não. Não que tu seja normalzinho, viu? Você, no último flow, você falou assim, pô, o Caleb é muito maluco. Nem se compara, filho. Com o Albino e com o Jabba, nem se compara. Mas ele é muito imbecil, pô. A gente é muito maluco. Não, ele é meio imbecil mesmo. Ele é meio imbecil. Caralho, a gente era tropa do maluco. Eu sou mais imbecil do que... Duvidou é comigo ele. Se tivesse na escola, escolinha do professor Léo Stronda, tá ligado? Eu tô contando isso.
São personagens diferentes mesmo, né? Pode parecer... Tudo maluco. Não é tudo maluco. É um maluco específico. Tem um doente mental diferente e o outro... Especial. Especialidade ali, né? Na maluquice. Entendeu? O outro bagulho dele explodiu. Isso. Falou duvido, fudeu. Pô, quando fala duvido pra gente... Fudeu, mano. Falou duvido, ah, duvido, fudeu. O Léo falou muito duvido pra gente viajar agora pra Punta Cana. Caralho, é muito...
Isso aí é mais... E é muito bom quando tu sabe disso também, né? É muito bom. Ele usa isso toda hora com a gente, mano.
E sabe que é legal? Tudo duvido, mano. Agora no carnaval eu falei assim, galera, eu vou pra Punta Cana ficar no carnaval porque Brasil no carnaval é um caos. Pra gente andar na rua já é complicado fora de temporada. Nessa época tu não faz nada, né? Tudo lotado, tudo caro pra caramba. E o mesmo valor que você às vezes gasta pra ir pra Buzos, eu gastei pra ir pra Punta Cana, vamos dizer. Então eu falei, duvido vocês irem comigo.
Aí, porra, foi fome. Eu falei, qual é? Eu não vou, mano. Aí, duvido. Eu nem fiz conta. Eu nem fiz conta, não fiz nada.
atrasada e tudo. Você acabou de se mudar pra uma cobertura, o que, na barra ou no recreio? Recreio. Não, mas não é que eu me mudei que eu tô pagando. Pagar é outra coisa. É porque eu me mudei que eu tô pagando. E aí a gente fez uma disputa enquanto a gente tava viajando em Ponta Cana de quem é o mais imbecil. E eu criei uma gincana lá com várias provas. Eram três provas por dia pra ver quem é o mais imbecil.
Tá, quem ganhou? Quem tu acha? Por incrível que pareça, quem? Não. Não, é, quem que você acha? Tu acha que foi o marrom? É. Claro que ele acha que é o marrom, porque eu passo credibilidade porque eu tenho crefito. Tu só ganhou... Eu tenho crefito, eu sou fisioterapeuta. Eu ainda passo uma credibilidade, mas eu não passo credibilidade. Ele fez faculdade, nem a escola eu terminei e ele perdeu pra mim, olha isso. Teve uma disputa de perguntas e respostas.
Ele falou, faz pergunta de saúde, de anatomia, de coisa que eu vou saber responder. O cara me perguntou, quantos ossos tem orelha? Como é que eu vou saber isso? Eu não estudei sem faculdade não.
Eu faltei. Nessa aula eu faltei, chefe. Tem três. Ele falou depois que tem três. Na orelha? É. Tem três ossos na orelha onde? Aqui por dentro. Eu também não sei. Eu não tenho crefito. É no ouvido. Não é na orelha. Caramba, maluquice. O que? Esse negócio de orelha com osso. Esse tu manja? Eu sei. Qualquer coisa de anatomia que tu me perguntar, eu sei. É mesmo? Menos orelha. Orelha, eu não sei. Eu tenho crefito.
Eu sou fisioterapeuta, cara. E daí? Tu é desses caras que ficam fazendo ultrassom nos outros? Chega um cara todo fodido, tá indo, vamos passar a fazer ultrassom. Aí toma ultrassom. Choquinho. Choquinho. É esse, cara? Claro. Quando é lesão... O pai toma no cu, pô. Quando é lesão... Quando é lesão no saco escrotal, então ele faz ultrassom. Ah, é? Massagem direto. Inclusive, eu vi o vinheteiro aqui no Flow falando de todas as partes do testículo.
Isso. Você sabe todas as partes do testigo? O vinheteiro que não é fisioterapeuta, ele sabe. Pois é. Mas ele sabe muito de saco. É. Acabei de fazer uma pergunta sobre o corpo humano e você não sabe responder de novo. Tu não falou que tinha aquele fito? Tu não falou que tinha aquele fito? Cadê o teu aquele fito? Pensa aí, pai. A cabeça enchendo. Ih, já tá. Olha lá, encheu já. Pô, eu penso muito. Vê se dá pra perceber daí. Olha lá.
Aqui começa a inchar. É mesmo, é mesmo, é mesmo. Tá começando a inchar. Dá pra perceber, não? Dá, dá. E tu veio dirigindo de manhã, mano.
Hoje tá retido. Hoje encheu. Quando eu fico pensando muito, tu enche na hora. Não pode ficar fazendo essas perguntas, não. Doideira. O Joaquim encheu mesmo, cara. Ele tá achando que é gastação. Cara, a gente passou nove dias em Punta Cana tentando descobrir quem é o mais imbecil. Mas tu tava participando? Não, eu tava editando as regras. Ele era o apresentador, pô. Eu era o Faustão. Mas o que que tinha pra eles ganhar?
vale a pena competir. Sabe o que eu quero prêmio? Quem ganhasse ia ser considerado o mais imbecil da gente. Pra gente já basta. Eu vou ganhar, pô. Eu tenho que ser o mais imbecil. Pra gente já basta. Eu tenho que ser o mais imbecil. Aí a gente disputou pra saber quem que era o mais imbecil. Entendi. Vocês queriam muito ser muito. E adivinha qual foi o resultado final que vai sair agora no canal? Todo mundo empatou. Mas é, juro por Deus.
Não armado. Amém, amém. De dedinho. De dedinho muito. Não foi tipo assim, perde aqui, erra isso aqui. Muito. Empatou na última prova. Pode falar qual foi a última prova? Não. Peraí, peraí. Quando é que vai ser o teu vídeo? Fala o que tu errou, mano. Você errou mais que eu, cara. Então pode falar. Pode falar que esse vídeo aqui nosso não vai ser semana que vem. Então pode falar. Mano, você errou mais que eu. Tu errou chica, moleque. Mano, tu só acertou porque ele falou do assento.
A última prova, vocês vão ver no meu canal no YouTube. Não, é só ir lá e ver. Porque já saiu. Está aqui na descrição. A última prova... Todas as provas foram um misto de performance física, pergunta e resposta, quem consegue nadar mais rápido, quem consegue correr mais rápido. Foram um mix de provas. E a última, a gente teve a ideia de fazer um soletrando. Aí deu problema, né? Pô, é muito difícil, mano. E é uma coisa muito clichê e muito simples, né?
Mas assim, foi o melhor episódio de todos. Sabe o que a gente podia fazer também? Botar...
o potencial de ser burro. Ao vivo. Que horas são? Vendo o teu relógio. Não. Aqui? Pô, não sei ver nesse aqui não. Esse aqui é só pra boleirar. É justamente... Aqui é a história do boleirar. Isso aqui é só pra boleirar. Tu sabe ver a hora nesse relógio? Não. Pra mim, eu tô sempre no mesmo horário. É nove e meia. Então, tá aí uma prova maneira também. Botar os filha da puta pra ver a hora do relógio. Tá ligado? Simples, né? Nenhum vai acertar. Eu te garanto. É sempre o mesmo horário. Nove e meia.
9 e meia. É o melhor horário que tem no mundo. 9 e meia. O que é? Acordou, tá não muito cedo e não tá muito tarde. É o quê? 9 e meia. Perfeito. Chegou a noite, não sei o quê. 9 e meia. É um método anti-estresse, entendeu? Ele nunca tá ansioso pra nada. Não é travado no 9 e meia. Eu tô sempre... Caralho, isso daí é brabo. Tô 9 e meia da tarde. São 9 e meia ainda. Entendi. E aí rolou um empate. Moral da história.
A última prova, que foi o Soletrando, e a gente é muito burro. Eu fiz cinco minutos.
palavras, cada uma de um nível. Nível 1 a nível 5. As duas primeiras palavras, a maior palavra para cada um, foi xícara e xarope. Acertamos, acertamos. Não acertaram. Ele só acertou. Só nessa eu vou dar a dica, que é a primeira, para vocês entenderem como funciona. Porque mesmo explicando a regra, tem que explicar durante. A primeira eu vou explicar. Aí ele fez. Certinho.
certeza da tua resposta? Tenho. Falei, lembra que o soletrando tem acento. Se eu errar chica, eu não sou maluco. É. Tu falou. Eu não errei chica. Tem que falar acento. Tem que ter acento no soletrando. Ah, é. Então, o acento é no... No i. Aê, parabéns. O cara não falou nem qual acento que é. O cara só falou, o acento é no i. Qual o acento que é? O agudo. Isso, pô. Boa. O cara tem crefito, pô. Tudo crefito. O cara tá maluco. Fiz a terapia. Agora enxou pra cara aí.
Caralho! Quebra a mola, mané. Ele precisa pensar e incha. Quebra a mola de piolho, pai. Malucão. E aí se foi pro xarope. Aí começou C, H e tal. Eu falei, tem certeza? Pô, é difícil, mano. Vai ser a primeira. Aí ele, não, não, com X. Muito bom, é muito bom, né? Aí eu falei, o nível 1 é o único que eu vou dar dica. Agora eu não dou dica mais. O Jabba não tava nessa? Não, o Jabba não foi.
com a gente. Tá. Fui de sair de bate-bola. Entendi. Cadê? Aqui, ó. Ele foi pros bate-bola ali, que ele tem um compromisso com os amigos do bate-bola no carnaval. Pô, esse bate-bola aqui é brabo. Esse aqui é muito bonito isso aí, mano. Quando era menorzinho. É amarro. A gente tava numa... Sabe aquelas cadeirinhas que tu bate foto na praia? Que é tipo uma cadeirinha... De apaixonado, de apaixonado. Uma mulher asterica. Suspensa na corretinha e tal.
Esses imbecil estavam sentados ali. Respondendo. Não sei porque cargas d'água, eles estouraram aquilo ali, caiu pra trás de cabeça na areia.
Fala aí agora. Não teve explicação. Cara, eu te vi no replay. É muito idiota, mano. Tipo assim, no replay, nós tá lá animadão, soletrando, pensando muito. Pulando, pensando na cadeira. Aí teve uma hora que eu levanto e vejo que o negócio que prende saiu. Aí, isso aí é o estrondo, né? Isso aí fechou mais uma cadeira. Isso aí fechou mais uma cadeira. Brasília. Pior que foi a academia mesmo. Aí, ó. Já vai inaugurar agora? Eu tô sem internet.
Aí nós no banco, eu vi que na hora que eu levantei e sentei, eu vi que o bagulho tinha soltado. Aí eu tentei colocar, mas também nem tentei muito, mano. Falei, ah, não vai, foda-se. Vamos ver o que vai acontecer. Não sabia que ia cair, deixei. Mano, passou, juro pra tu, se tu ver no vídeo, passa cinco segundos. Esse animal faz assim. Eu vou fazer isso aqui, ó. Ele faz aqui, ó. Ele faz aqui, mano. É aqui, ó. Então é assim, ó. Magro muito, mano.
Como é que esse cara é idiota? Vamos expulso. A gente tá numa cadeira que é assim. Cadeira.
Tem dois negócios que prendem a cadeira. Se o de trás saiu, vai cair. É óbvio que vai cair. Moleque, no vídeo dá pra ver. Ele pega o negócio de trás que ele viu que saiu. Ele não faz a maldade. Ele fala pra que serve. Eu falei assim, acho que não cabe não. E continua soletando, mano. E continua soletando. Muito. C, H. Continua soletando. Tudo errado. Falei, que é isso, mano? Aí, na praia. Eu tô entendendo certo? Na praia? No meio da praia.
Então vocês caíram na areia. Na areia. Na areia. Vocês caíram numa altura o quê? Um metrinho? Isso. Um metro. Tá bom.
Não foi lesivo. Tá, tá, tá. Mas foi um puta susto, com certeza. Resumindo bem, ele só acertaram o nível 1. Não. Não, o Caleb acertou a ascensão. Muito difícil. Sem querer, a ascensão. Muito difícil. Muito difícil. Olha por que ele acertou. A ascensão. Mano, se eu for soletar a ascensão aqui, eu não sei. Seu programa, eu não vou nem querer falar isso que eu digo. Mas se eu perguntar pra você como que se soletar a ascensão, você não sabe. A, S, C, E, N, C, C, D,
É difícil falar, quem conhece? Ele errou? Errei, errei, errei. Ah, e viu? Também nem sei. Falou aqui, se eu soubesse que tinha errado, já tinha que ter errado. Pô, então tu acertou? Mano, eu só acertei. Eu só acertei. Porque o Major RD, que é um rapper lá do Rio de Janeiro, ele lançou um álbum ano passado, Ascensão do Cisne Negro. Perfeito. Na hora que ele falou Ascensão, aí veio, eu fiquei... Major. Isso aqui inchou muito. Inchou muito. Na hora inchou muito. E tu lembrou?
hora no vídeo dá pra ver, ficou muito inchado. Aí eu vim aqui fazendo conta, olhando assim, aí bum, soletrei, ele saiu. Aí a última pergunta, o último soletando era dele. Se ele acertasse, ele me ganhava. Foi. Foi qual a palavra? Tu lembra? Não lembro não. Pô, era uma muito difícil, mano. Uma muito difícil, mano. Abstinência, eu acho. Aí, não, abstinência eu acerto. Então faz aí, abstinência, vai lá. A, B. Porra, é foda, mano.
N. Ao vivo assim é difícil. N. Ao vivo é difícil. Abstinência. Abis. Fala a palavra completa aí.
Abestinências. A, B, S. É difícil. T, I. Abestir. N, E. N, C, I, A. Abestinência no E. Qual acento? Circunflexo. Respeita aí. Tirou onda, pô. Tirou onda, pô. Tirou onda, tirou onda. Como é que eu perdi essa no negócio, mano? Faltava só essa pra acertar, eu ia ganhar. Não sei se foi essa, mas... Tá. Que merda, hein? E aí não ganhou, empatou todo mundo. Empatou. Empatou, mano.
foi bom, porque melhor que perder, né? Parabéns pra vocês aí, os dois são bem idiotas. Bem imbecis. Porque tipo assim, parece que foi, parece não, não sei se vai, porque eu não vi o vídeo ainda. Não sei se vai no vídeo parecer que foi armado, mas não foi armado, mano. Tipo assim, aconteceu mesmo. Doideira. A gente empatou. É, eu tenho uma técnica, em vez de eu ler, eu adivinho a palavra. Uma vez tava escrito cachaça com a letra da Coca-Cola, eu coca-Cola. Caralho!
Eu vou adivinhando a letra, né? Às vezes tem muita letra, eu falo, rapaz, isso não vai dar certo. Tem uma letra que nem faz falta pra mim. Não sabe nem qual é, né? Tu sabe qual é o nosso aperto de mão? Acho que eu vi aí. É esse mesmo. Dorso. É no dorso. Ao contrário. Se você me dá a mão esquerda, eu tenho que ir com a mão direita. É tudo pra constranger a pessoa. Ah, não sei o que. Bom dia. É muito estranho receber uma perda de mão ao contrário. Foi mal, esqueci, esqueci.
ou no dorso. Eu fui de canhota. É, velho. Canhota. Se eu tô com essa aqui, você que pega. É um aperto higiênico, né? É do mesmo lado. É, é um aperto higiênico. E aí, quando tu for coçar tua cara, ah, vou coçar minha cara, ó. Cocei, vou apertar a mão dele, olha aqui. Olha lá. Então tu pegou no teu pau, pelo menos ele pega em menos parte. Peguei no meu pau, botei a mão dele. Ele vai apertar aqui, no dorso. Isso, isso. É, já tá tudo certo.
Tudo antibacterial. Pensado, pensado, pensado. Gostei. E a gente fez uma outra disputa, que foi onde o Jabba participou, que eu tô começando uma saga no canal de disputas
E a primeira disputa foi bodybuilders versus militares. E aí o Jabba fez parte do time dos marombeiros. Obviamente a gente não era nem do bodybuilder nem do militar. É, a gente não participa desse time não. Não, mas tu não tem grefito? Não, sim. Tu também tem grefito? Tu tem que pelo menos ser um crossfiteiro. Eu sou crossfiteiro agora. Comecei a fazer crossfit. Tu já tá batendo cordinha? Não, tô aprendendo a andar de cabeça pra baixo.
Correr na rua também. E rodar pneu. E correr na rua. Correr na rua também também. De costas. Correr na rua de costas. Subir em cachorra. Os caras não podem fazer o negócio normal. Correr de lado. Andar de cabeça pra baixo. Fazer barra assim. É tudo diferente. Aí o time do Jabba era Jabba, Big Jeff, com 128 quilos de músculo. E Carlão, Carlin Marreta, com 133 quilos de músculo.
Todos bodybuilders, né? Como que eu nunca vi esse cara? Bota aí. Vê se consegue botar o primeiro episódio. Bom, se quiser, tudo bem. Mas depois eu vou procurar saber desse cara aí. A gente traz eles aqui pra você conhecer eles. São muito engraçados. Você vai gostar muito. Eu selecionei a D dos caras que vão participar lá porque são caras resenha. Além de ser marombeiro, é resenha na câmera. E gigantesco pelo vídeo. E gigantesco, monstruoso.
E do lado dos militares era o Cabo Pereira. Não sei se você já viu os vídeos dele. Um carequinha que fica fazendo um vídeo dentro do carro. Tem que ver, não tem. Muito bom.
Ele é muito bom. O Caio Huck, aquele meu barbeiro, que me sacaneou, porque ele é ex-militar mesmo, fuseiro naval. E o Anunnaki, aquele que era meu segurança, que não era com a máscara. Era os três. Contra os militares e os marombeiros. E a gente fez uma saga de cinco dias. Cada dia era uma prova muito doida pra ver quem ganhava. As provas eram tudo de performance física. Quem você acha que ganha? Marombeiro ou militar? Militar.
Tem certeza? Eu acho que é o militar que ganha. Vou ser mais específico. Num cabo de guerra? Num cabo de guerra?
E eu acho que é o Maromba. Porque o cara tem 140 quilos de músculo. Você foi... Uma lógica muito boa. Mas eu colocaria o militar também. No Cabo de Guerra eu colocaria. Porque o cara pra ser militar, o cara tem que ser brabo, mano. Geralmente o cara que é militar, o cara é um... Mas aí que tá. Você tem razão. Ele sabe fazer o Cabo de Guerra. Talvez o Maromba nunca tenha sido o cara do Cabo de Guerra. Só que ele é muito forte. Ele é muito pesado.
Um cara de 140 quilos e o Carlin, eles são... Mano, os caras são muito fortes, mano. O Jabba é muito forte. O Jabba ficou parecendo uma criança ao lado dele. Exato, é difícil. O Jabba já é muito forte. Força bruta mesmo. Vê se tu consegue colocar só o iniciozinho que apresenta o time, só pra você ver o tamanho dos caras e como foi a dinâmica da parada. Tu vai ver assim... Meu Deus do céu, cara. O Jabba ficou fraco do lado dele, mano.
Só ele tá no lado não, é ele mesmo. Entendi, não dá não, não dá não. Olha isso, mano. Agora...
uma corrida, uma corrida do militar ganha. Não, não, não. E a gente foi um... É? É porque o Jabba já foi surfista de onda gigante. Tudo bem, então você ia ser o cara que ia dar trabalho pros caras, mas esse grandão ia perder. Não, não, não. O tamanho deles não pede eles. Os caras são mais pesados que Celta, cara. Sim, ou Celta... Punto. Que o Mob é, que o Kwid é. Os caras são mais pesados que o Kwid. O Big Jeff,
amassou a porta do Kwid uma vez. Ele foi entrar, ele apertou a porta e veio pra dentro. Foi feio. E a gente usou o cenário ali, na verdade ele é um centro de treinamento tático operacional de polícia. Negócio de aprender mesmo a fazer coisa operacional. Onde? No Rio? No Rio. É o que chama Black Force Strategy. É de um cara sinistro que foi PQD. É o Cobra, Rodrigo Cobra. Malucão lá em Guarateba. Ele é malucão também?
Você é malucão. Ele é selvagem. Ele tem 20 hectares para treinamento operacional. Tanque tático, helicóptero com .30 montada para você sobrevoar e atirar em carro. É um negócio muito sinistro. E essa saga foi tão maneira que o vídeo no YouTube deu quase um milhão de views orgânico. Fazia tempo que eu não postava vídeo, postei e deu um milhão. E a gente vai ter mais sagas. A gente vai acrescentar mais militares, mais bodybuild.
E vamos começar a fazer outras sagas. Por exemplo, a próxima que a gente vai gravar vai ser
Bronteiros versus Marombeiros. Depois a gente vai ter Enzo versus Empregada Doméstica. A gente vai ter Bombeiros versus Imbecis. Aí eles vão competir com outros Bombeiros. Mano, eu não perco pro Bombeiro, mano. Eu também não. É impossível perder pela tropa do 9-3. Como assim, cara? Tá maluco? Mano, a gente é imbecil, mas a gente é muito competitivo, mano. É, cara. Mano, a gente foi muito competitivo pra saber quem que era o mais imbecil, mano.
Doideira. Mas por que que o Bombeiro tu tá diminuindo? Bombeiro pro Bombeiro ou não perco? Por quê? Foi ele que falou, tá? Não fui eu, tá?
Sei lá. Os caras são muito bravos. Os caras são muito bravos. Eu tô ligado. É imbecil contra a Core. Eu ganho da Core. Eu ganho da Core, pai. Obrigado, mano. Pode vir. Os imbecil contra a Bop. Mas fazendo o quê? Qualquer coisa que tu falar pra gente fazer, a gente vai fazer. Falou do vidro. Lá nesse negócio aí do...
cobra. Nesse negócio do cobra. Tu já viu minha caneca? Tu já viu minha caneca? Não, o Gabigol de Setung. Esse é o calveludo, né? Calveludo. Vice-ministro da Índia. Lá nesse negócio do cobra, tem um... Eu esqueci o nome desse negócio que tu escala, tá ligado? Uma parede escalada. Muito alta, mano. É, 25 metros. Eu tenho certeza que eu ganho
da tropa do bombeiro. Não ganha, não ganha. O Albino também, mano. Não ganha, não ganha. Cara, o Albino é muito arisco, mano. O Albino é muito arisco, mano. Caraca, eu sou arisco. Arisco. Não, arisco não, cara. Arisco é uma palavra a ver com isso. Arisco não é. Arisco é o tempero. Ágil. Ágil. Marrom é muito ágil. Arisco é sinônimo de ágil. Arisco. Gatos são ariscos, não é? Então assim, o gato tu chega perto dele, ele não confiou muito, ele... Mas o Albino é assim. Entendi. Eu sou arisco. Tá. Arisco,
Eu sou arixo. Combinou pro Albino, mas não o que você queria dizer. Mas tá certo, vai. É que ele me conheceu, sabe? Ele sabe que eu quis dizer outra coisa. O cara tem que revito, pô. Tem que revito, tem que revito. Estudou, cara. Estudou. Eu não paguei cinco anos de faculdade à toa. É. E aí eu queria que você desse uma sugestão. Quem que a gente pode fazer? Então, eu fico chateado, na real, quando eu escuto essas paradas aí. Porque o que acontece?
Cara, eu tenho 41 anos, mas lembra que eu falei... Eu acho que a gente não tava ao vivo ainda. Que eu tava que eu falei... Ó, ao vivo, vou gravando. Que eu tenho um amigo que... Tinha um amigo, o Igor, que também...
era maluco, fazia um monte de merda. Então, ele era meu amigo, mas eu gostava de andar com ele, porque eu gostava de, porra, fazer umas merdinhas também, tá ligado? Mas agora, com 41 anos, ninguém me chama pras paradas de idiota, assim, tá ligado? Martona, tenha essa vontade. Então... Tu quer ser do time dos imbecil? Aí é isso que eu tô dizendo, que assim, é... Não quer, acho que não quer, não quer. Não, mas ele não falou nem não, pô.
Ele tá cogitando. De repente eu quero. De repente eu quero, é bom pra caralho. Dependendo do... Dependendo do tamanho do...
Dependendo da merda que a gente tá falando, que a gente vai fazer, talvez eu queira. Vamos quebrar um troço? Vamos explodir uma bomba? Eu quero explodir uma bomba. Eu quero... Como assim? Dá pra voar de helicóptero e dar uns tiros no troço ali? Porra! Só que, pô, mas eu sou o cara do podcast, entendeu? E aí eu vou competir com quem. Não tem os idiotas? Tem nós aí, ó. Tu vai ser do nosso time, mano. Podemos fechar o trio aqui, então. Marrom e Caleb e Igor Triscar. Com o time dos imbecis. Não, não, não. Calma aí.
O Java é os manumbeiros. Vai representar. O Big Jeff chega pra gente. Será que vai ter a prova de paintball? Eu falei, Big Jeff, ninguém vai errar a gente. A gente é muito grande. Não pode ter essa prova, não. Gente, tu vai entrar no time dos imbecils. Mas tu vai dar a vida. Eu vou dar a vida. Não, eu vou dar a vida. Você é competitivo? É pra fazer qualquer coisa. Ah, não sei o que. Tem que entrar na... Entro. Entendeu?
Você vai fazer? Porque não é só... Ah, os caras são imbecil. Não, tem que estar disposto a tudo. Dá um exemplo de uma imbecilidade que tu acha que eu arregaria. Mano, qualquer coisa. O Léo fala duvido pra gente. Qualquer coisa a gente vai fazer. Não, demorou. Mas olha pra mim. Tá me olhando? Tá me vendo? Por exemplo, tem uma prova que eu tô separando pra eles. O que que é o palmito? O palmito é uma raiz de... Quase qualquer planta pode virar um palmito, tecnicamente. Eles têm que achar uma planta, tirar ela de dentro,
um palmito e quem comer mais palmito ganha. Você faria isso? Com terra, com a porra toda. Tem que ser rápido. Alimenta. Qualquer coisa. Ah, mas vai morrer. Pode deixar de morrer. Não dá nada, mano. Olha. Talvez sim. É maneiro. Talvez sim. Talvez sim. Talvez sim. Talvez sim. Ele é muito empolgado. Ele vai na empolgação. Ele tá empolgado também. A gente vai pegar uns bernes, sabe? Bernes que dá em casca de árvore. Aí quem conseguir caçar mais bernes e comer mais bernes ganha.
Pô, sem falar do vídeo. Eu lembrei dessa de comer, mas tem outro de fazer também. Deixa eu ver.
Quando vai comer berne. Duvido de comer berne. Duvido de dar uma mamada no meu pau. Não, peraí. Vai botar pra fora agora? Bota pra fora aí pra tu ver só. Você já vai vir boquetando. Vai ver se eu não me flauteando aqui. Fala louco, cara. Fiz aula de música. Vocês são malucos. Vocês são malucos. Não pode falar dessas coisas, não. Eu fiz aula de música. Fiz aula de música, cara.
Ele é músico, cara. Ele fez aula de flauta australiana. Ele é músico, cara. Nossa, as coisas não dá certo não. Nunca, tá maluco? Tocar flauta não, né? Nada a ver, tu não mostra? Vamos lá pra competição lá, amor. Vamos nessa. A gente vai fazer uma prova, por exemplo, a prova do paintball. Quem errar a pergunta,
Vai ter que correr no campo de um lado ao outro, enquanto o resto tá tirando de paintball. Quem ficar com menos tiros ganha. Mas aí depois os idiotas dão tiro também? Sim, sim. Aí eu topo, aí é legal. Os imbecils não é. Não, assim, são perguntas e respostas. Se vocês errarem... A chance da gente errar é maior do que acertar. Não, mas aí deixa comigo. Confia em mim. Ele é um imbecil o que mais pensa.
umas três o que mais pensa. Uma vez eu fudi o esquema lá no Passa ou Repassa. E aí, como é que funciona a parada? Tem umas perguntas lá, tem umas que é fácil. Todo mundo tá vendo. Tem umas perguntas que é fácil. Fácil pra quem? Então, uma vez. Alguém das seis pessoas que tá lá vai saber, entendeu? Entendi. E tem umas que é feita pra quê? Pra tu passa, repassa e vira o troço, ou então passa, repassa, vira um comercial, não é? Então, numa dessas aí,
E era assim, cara, qual que é o nome do... Né, satélite. Que porra que vai pro espaço lá? Foguete. Não. Lua. O James Webb. O que é o James Webb? Ele é um telescópio. Telescópio? Drone. Como é que é o nome do telescópio que a gente acabou de lançar pra olhar no universo? Órbita. E eu sabia que era o James Webb. E aí quando eu falei, James Webb, fodeu o esquema. Por quê? Não era pra ninguém saber essa. Caralho. Era pra ele estar em tempo pra preparar.
Então é isso que eu tô dizendo, entendeu? Joga pra mim, quando for assim, entendeu? Pode ser que eu saiba... Pode ser que tu quebre. Por quê? Porque eu converso com muita gente. Então eu sei um pouquinho de um monte de coisa. É um que você me avisou isso, que aí eu já faço uma pergunta pra você, uma pra ele, uma pra ele. É... Eu dividi as chances. Mano, vamos lá. Uma pergunta imbecil. Tu vai fazer pra mim ou cabelo? A mais imbecil possível. A mais imbecil possível? Pode ser na sorte, qualquer um de vocês dois.
Eu achei que ele ia falar o Bino. Que os dois são imbecis. Ele ia sair grandão. Entendi. Mas do que vocês gostam? Quando vocês estão juntos, parados, vocês ficam trocando ideia de quê? Vocês estavam falando antes aqui... Meu filho, se tu deixar aqui, a gente vai ficar aqui até amanhã conversando. Conversa sobre tudo. Qualquer coisa. Porque antes da gente começar, eu ouvi vocês falando um papo aí de ditados populares, não sei o quê.
Vocês ficam discutindo essas babaquices? Porra, muito. Muito. A gente é idiota, né? Quem cria cobra, já disse meu tio, né? Acorda picado. Porra, pra mim, meu irmão, eu acho que a parada que é mais verdade no planeta Terra
ditado chinês muito antigo. Qual? Que os caras falavam. Quem dá cu da sorte. É. Que isso, cara? É um som azarado. Ponto. Eu tenho sorte. Tenho sorte. Eu ia puxar algum ditado popular. Puxa aí, fala um. Fala um, hein? Fala um que nunca ninguém ouviu. Bombos voam. Mas pra atravessar rua, eles atravessam dano. Isso aí não existe, né? O que você quer dizer? Qual que é a moral da história? O que você quer dizer? Que momento tu usaria isso daí?
Prudência. Sobre prudência. Sobre prudência. Que não necessariamente precisa usar o seu potencial máximo toda hora. Você é um cara que tá sempre atravessando a rua. Se eu gostasse de mimimi, eu comprava um gato gago. Quente. Quente. Pra quem tem Alzheimer, toda festa é surpresa. Já posso parar? Pra quem tem Parkinson, qualquer mijada é punheta. Pô, essa é muito boa. Essa é muito boa. O jurídico tá aí, Eduardo?
Não, esquece, essa daí tá suave. Se continuar, pode ser que precise. Essa é muito boa. Então vamos pensar em uma melhor. Em terra de carnívoro, anão é petisco. Valeu, jurídico. Valeu, jurídico. Deixa o vinheteiro escutar isso aí, não. Vai, peça a terra aí. Caralho, vocês são doentes mesmo. É, pra quem já se queimou com sopa. Então vocês ficam inventando ditados populares. Não, inventando não. A gente pesquisa, a gente faz um estudo de ditados. A gente trabalha, né? A gente trabalha. A gente estuda um mercado...
Dos ditados? Dos ditados. É. Também. Tá. Pra quem já que se queimou com sopa, sopa até sorvete, velho. É verdade. Caralho. Fala aí tu, Jabba. Do quê? Eu não tô entendendo nada até agora. Ditado é o quê? Ditado é... Fala um ditado popular. Conta pra gente um ditado popular da tua época aí. Mas como é que é isso? Imagina, imagina que eu queria estar dentro da cabeça do Jabba agora. Aquele dentro é caralho. Aquele que você sempre fala do surf. Não, não fala isso não. O vagabundo tá precisando do surf. Do surf? Do surf.
Se cada um entrar no mar... Ah, não, é tipo camarão que dorme na beira da praia, a onda leva, não é isso? É isso aí. Isso é um deles. Mas fala pra mim então, Jabba, qual que é a filosofia da sua vida? Como é que tu vive a vida? Porque, cara, tu é um cara que tem os dentes customizados. Maneirão, né? Tu é um cara que tatuou uma porra de uma faixa aqui, assim... É um design, né?
caprichada quanto tu queria. A cabeça dele inteira... Não, foi o mesmo que fiz no espelho. Eu sou tatuador mesmo, fiz. Ficou legal. Tem a maquininha? Tem, tem as máquinas. Mostra a cabeça pra ele, Jaba. Tira aí, Jaba, pra mostrar a cabeça. Mostra a cabeça. Você pega mal o cabecol. Não, a cabeça é de cima, não é segredo. Aí, ó. Olha lá, ó. Carecão, né? Caralho, mané. Ô, com todo respeito, ô, fica assim, mané. Caralho! Caralho! Eu sempre falo pra ele parar de usar...
Caralho! Eu sempre falo pra ele parar de usar essas perucas. É que eu passo no shopping e falo, caramba, cara,
Sinista quando olha o berro. Foda-se os caras. Olha a orelha. A orelha. A orelha é mega estourada. A orelha, pai. Eu vou falar os caras, porra. Entendi, é tu mesmo. A orelha. Mega estourada. BJJ. Caralho, aí sim. O Jabba, ele participou da construção do jiu-jitsu brasileiro junto com os Gracie. Foi a primeira... Ali na barra começou ali o... A primeira turma de jiu-jitsu do Brasil é ele e os Gracie que começaram. Tu sabia? Caralho. Boa sorte. Tu tá de faixa? Não, não. Deixei em casa. Bondei a bermuda.
Ele anda na rua de faixa preta amarrada na cintura. Aí sim, pô. Orgulho, né? O que é que tu ia falar, irmão? O Jaba que deu o apelido do Charlie Brown de Chorão. Tu sabia? É doideiro aqui. Quando a gente ia lá pro garagem. Tu foi pro garagem, mano. O que o Chorão ia fazer no garagem? Ele não era muito essa vibe, não era? Ele pediu o Marcelo pra vir o show do Planet Rob. Ah, e pra mais sentido. Aí a gente ia e eu come rato.
de skate lá no Notchop. É? Entendi. Isso aí tu tinha quantos anos? Faz um tempo, faz uns 30 anos? 20, 23. Tá. Na batida do... Já tava com dois filhos. Caraca! Na minha batida? Caraca, mano. Vai morrer, vai ser dessas crianças. Camisinha no dinheiro, meu Deus do céu. A gente tinha de Fusquinha, Comirata, Dalberto, o Ataíde, tudo das N-Boys ali, juntava com o esquinojo da Zona Sul. E o Comirata era quem andava com os dois, fazia a ponte. Entendi. Aí o Marcelo,
A gente tava lá com o Benegão com a galera e tinha uns malucos lá da Xuxa que eu não gostava muito. Tava queijo mortal que ela já dançava. Xuxa Menega? Menega? Menega? Menega? Menega? Tu não gosta de break? Não, mas os caras esquisitos. Os caras que eram esquisitos. Mas eles davam os mortal. Uma outra galera assim, eles só gostavam. Os caras esquisitos. Porra, faz isso comigo. O que, moleque? Qual foi, mané? O que foi? Qual foi, mané?
O que foi, cara? Eu não tinha visto essa merda. Ah, de peruca, de peruca? Que isso, cara? Tomou susto? Que isso, tomou susto, cara?
Essa é a menina do chamado Calva. Tá muito feio. Tu tava assusto mesmo? É que tu não tinha visto. Nossa, meu irmão. É que esse é um personagem que ele tem no canal dele, que é o... Larissa Calvoela. Mas é que eu não tava esperando. É o Calveludo. Larissa Calvoela. É, Larissa Calvoela é o personagem. Meu Deus, que coisa horrível. E também tinha um amigo meu, Gago, lá que ele andava com o outro lado do Novo Leblon, lá na Mananciagem, na Taquara, montava um skate park. Por que que acabou o Gareth, cara? Não sei. É?
Tu voltou depois lá na Vila Mimosa? A última vez que eu fui lá foi no show do Grã-Grena Gasosa dos amigos de Bangu. Tu lembra desse caramamento? Sei quem é, pô. Sei quem é. Os caras que toca... É Smells Like Tenda Espírita. Isso aí. Não tá louco? Saiu todo mundo passando mal. É? Eles iam pegando os despachos até o show. Malucão. Caralho, os caras são malucão esses caras aí. Os caras são malucão. Mas e a Vila Mimosa? Tem ainda?
Na VM? Eu nunca fui pra lá, não. Sério? É, eu ficava na Avenida Ceará. Eu ficava na Avenida Ceará mesmo e ia pro show depois.
É do lado, então? O cara já era ali do lado? Não, era, pô. Avenida Ceará, pô. A galera da moto... Eu sei, porque eu estudava no Cefete, que é quase em frente, entendeu? Cefete, maneirão. Centro técnico. Eu sou foda também. Até crime, maneiro. Centro técnico, pô. É, inteligente. Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Scouda Fonsica. Só quem passava a minha palavra. Eu errei a ascensão de sacanagem com o tio aqui pra ver se tu sabe, pô. Pra saber se eu ia te corrigir, né? Cara, tu sabe que ele é professor...
de inglês, né? É mesmo? Onde é que tu aprende o inglês? Cultura inglesa, pai. Mas eu não faço... Eu não sei falar o britânico, não. Só o inglês mesmo, normal. Mas tu não sabe? Tu nem terminou o ensino médio? Como é que tu fala inglês? É que eu morei nos Estados Unidos. Aí eu fiz o curso aqui, deu a base e lá que eu fui desenrolando. Como é que tu foi parar nos Estados Unidos? Caralho, esses caras, vocês são tudo doentes. Foi antes de eu conhecer ele. Lembra que ele falou que eu conheci ele primeiro?
porque ele morava lá. Fui morar lá. Entendeu? Foi nessa época. Eu pensei que tu tava lá por alguma razão. Não, eu fui morar lá. Porque o tio dele é o... Morgan Freeman. Um tio distante. Sabe quem é? Ele já fez Carro Explosivo. Os filmes famosos em Hollywood, direto. Morgan Freeman tá no Carro Explosivo. É. O Morgan Freeman é Deus do filme lá do Jim Carrey. Truque de mestre. Ele participa, não? Todo Poderoso. Olha lá. Valeu o mestre. Todo Poderoso. Porque ele só sabe o nome do filme em inglês, em português. É.
Como é que é o nome do Todo Poderoso em inglês? O Poderoso. Bruce Almighty o nome desse filme em inglês. Como é que é? Bruce Almighty. O Poderoso. Bruce Almighty. O Poderoso. Baxim, baxim. É esse cara que fala inglês? É porque eu não sei falar muito bem. Entendeu o nosso parâmetro aí da amizade? Olha aí como é que é. Parâmetro do seu ouvido da puta.
o professor de inglês mandou traduzir. O cachorro mordeu minha perna, eu mandei. E o dog é que é que mais pernei e chama. E uma vez que eu tava aplicando uma prova final, era uma prova oral, né? E era a prova final, era o moleque que eu passava pro próximo ou não? E o moleque foi falar que ele gostava de... No almoço lá ele comia fritas. E ele fazia natachation.
Aí não tem como, né, meu irmão? O que tu ficou fazendo seis meses aqui? Reprovado.
Você, quando era professor, tu deixava... Fala a verdade. Tu deixava o cara colar? Tipo assim, de levinho. Meu celular tá aqui. Tu ia deixar eu só pegar aqui e ver alguma coisa ou outra? O meu parâmetro era você, no mínimo, tem que ser bom. Colando. Tem que ser bom colando. Se você for um otário e eu te ver colando, eu vou te pegar e vou te fuder. Entendeu? Entendi, entendi. Eu vou tirar a tua prova, sei lá. Sim. Agora, se tu... Porra, se tu... Eu quase que eu não vi, mané.
Aí o moleque vai entregar a prova, eu vou chamar ele no canto aí, mané. Eu vi tu colando, vai passar batido dessa vez aí, tá ligado? Mas eu vi. Se eu pegar, é da próxima aí, tá ligado? Fazer o furinho do jornal. O Jabba aprendeu a contar até 20 em inglês. Conta pra ele, Jabba. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10.
Tem 1, tem 2, tem 3, tem 4, tem 5, tem 6, tem 7, tem 8, tem 9, tem 10. Ah! Bom, nessa lógica tu sabe contar até 100, né? Tem, tem, tem. Tem 1, tem 2. Ele só aprendeu até o 20, ele só aprendeu até o 20. Caralho, ele é britânico. Não entendeu? Cultura inglês isso aí, cara. Cultura. Você é necessário, não? Não.
Entendeu o que eu te falei? Você passa o dia rindo e se divertindo com esses imbecilos. É bom trabalhar fazendo o que tu faz. Eu tinha uma aula de jiu-jitsu, estava cheio de gringo. Eu falei, deixa que eu corto. Deixa que eu corto. Aí deu isso. Eu fiquei mais casca grossa ou menos? Muito mais. Muito mais. Selvagem. Tu ficou aquele caminhoniro. Também achei. Cadê meu rebite? Aquela coisa que não deixa dormir?
Cara, é pesada. Vocês são muito babá. Tá bom. Quanto tempo que tu tá no apartamento que tu tá agora mesmo? Uma semana. Quando que tu já tá planejando a próxima hora? Ó, pensando que esse vídeo aqui, pode falar, porque provavelmente vai ter estourado. Ele vai sair daqui umas duas semanas. Não, vamos fazer o bolão aqui. Quanto tempo você acha que ele é expulso? Cara, com esse histórico. Mas não precisa levar em consideração. 5 de março.
Esse vídeo vai sair dia 15. Mais ou menos. De março. Será que tu já vai estar morando no gel? Meu aniversário? Posso estourar?
de abril. Tá. Mano, tu organizou, o senhor fala pra mim, né? Não, mas tu não pode competir na aposta de tu, de quanto tempo. Tu não pode, porque tu consegue manipular. Não, mas eu só tô falando pra vocês quando mais ou menos que eu vou estourar o primeiro. Entendeu? Você é que eu vou falar quando vocês acham que eu vou sair. Eu vou sair. Eu acho que ele vai sair em menos de oito meses. Até oito meses. Tá. É porque a galera tem que conhecer primeiro, fazer uma reunião, fazer duas.
Você tem razão. Mas eu acho que eu vou um pouquinho menos, mesmo sabendo que ele durou
dois anos e meio no outro. E todo mundo do... As merdas vão crescendo. A internet agora quer ver ele estourar essa porra. Três. Três ao mesmo tempo. Ele começou escrevendo com canetinha no corrimão da escada de emergência. O piruzinho. E agora ele já vai partir da bomba no estacionamento. Eu dou oito meses pra ele. Acho que seis meses. Agora eu moro na cobertura, né, pai? Lá de cima dá pra fazer um monte de coisa diferente. Não vai incomodar ninguém. Ou vai incomodar pra caralho.
Teoria. A Copa do Mundo é em junho. Esqueci da Copa do Mundo. A gente tá em que? Março. Abril, maio, junho. Três meses. Três meses ele é expulso. Pô, só, manhã? Quatro meses. Bota aí quatro meses. Final, se chegar na final, sei lá o que. A parte boa é que a dívida fica pequena, já que tu não vai pagar mesmo. É, eu não vou pagar mesmo, vão querer me tirar. É, mas quando é expulso perde o calção, né? Não, mas eu nem dei calção não, pai.
Eu já fiz o seguro fiança, que eu já sabia que ia dar problema. É, entendeu? O calção ia ficar com eles, tá maluco? Sem conta.
Não, tá maluco. Eu sou o bobão, eu. Esse aí, jogador, pô. O zelador, o síndico do prédio. Ah, é? Todo mundo que trabalha lá no meu prédio é o suborno, pô. Ah, não sei o quê. Barrinha da integral direto. Ovo maltine, uezinho, creatina. Não deixa o garoto. Soltou o fogo. Não precisa nada, não. Só o barulhinho. Só o barulhinho. Falando nisso, a gente trouxe um presente pra você. Boa, me dá aí. Entendeu? Muito obrigado. Eu suborno mesmo.
Vamos provar. Olha essa barrinha. Essa eu não conheço. A de ovo maltini eu conheço. Já provou a de ovo maltini? É boa, a de ovo maltini. É boa, é gostosa. E a integral não me paga, não. É gostosa mesmo. Vocês têm que falar que é gostoso mesmo sendo uma merda, não é? Não, não é bom mesmo. Quando não é bom, não é bom. Mas aí, quando não é bom, tu fala que não é bom? Eu falo. É, boa pergunta. Pois é. Não, eu falo. Quando eu não gosto, eu falo.
Não, mas tu fala. Mas tu fala pro amigo lá. Qual é, mano? Isso aqui é uma merda. Não me manda anúncio. Não, eu falo na internet. Não tem isso, não. A galera gosta de mim por causa disso. Mano, quando não é bom, isso aqui é bom.
Eu não falo. Hã? Eu não faço vídeo quando não é bom. É? Ó, trouxe um Whey pro tem. Caraca. É, pô. Tem Whey de sei lá o quê, sabor. Provei, é ruim, eu não vou usar aquilo. Mas tu nem faz vídeo divulgando Whey, então? É. Tamo aí, cara. O que que tem na cabeça dos caras da Integral pra trocinar esses caras aí? Não sei. Doideira. Inclusive, eu vou até te fazer uma... Os caras que estão pagando o teu aluguel, mano. É. Doideira. Eu pago pra fazer isso. Aqui no teu presente tem Whey, creatina. Tá bom, muito obrigado.
E um pré-treinozinho, tá? E uma camiseta. Vou deixar aqui pra você. Maneirão eu. E uma coisa legal da Integral é que agora a gente pode voltar àquela época, a hora é do Whey de pote, né, mano? Por que que não podia? O que que tinha rolado? Porque todas as marcas agora fazem só no punch. Porque é mais barato? É. Os caras não jogavam bola de gude pra guardar as bolas de gude. A Integral mantém o padrão de você poder guardar em casa, ficar mais bonitinho assim, é legal.
Pelo menos um tu compra assim e depois tu enche com aquele ali. Isso, pode ser de revista.
E como eu tava na outra marca durante anos, foram oito anos na outra marca, eu sempre fui muito fiel, não ficava experimentando, nem tomando. Isso daqui é um pré-treino novo da Integral, que é o Évora XT. Irmão, eu tomei isso aqui a primeira vez, eu fiquei de cara quente uns dois dias. É mesmo? É muito forte. E o sabor é muito gostoso. Tu! Toma aquele pré-treino lá, casca grossa. Formiga, é? Formiga. Esse aqui é a casca grossa?
É, imagina os dois juntos agora. Vou virar uma bomba. Tem água por trás aí? Vou virar um trator.
Dê uma aguinha com gás e um copo, por favor. E aí tu... Entendi. Pô, o que tu pode me contar dessa mudança, cara? Porque eu vou te falar a minha leitura e a gravata. Por favor, vai. Vamos lá. Minha leitura é a seguinte, eu fiquei assim, porra, caralho, o Léo é... Lembra do... Você olha pro Léo, você... Growth. Sim, foram oito anos. Um bom tempão, né? Muita identificação. Mas... O que me parece era... O que me pareceu... Estou entendendo o que está acontecendo.
um, inclusive, é que a parada do Léo era com os caras. E os caras saíram, agora é só uma marca. Isso. Mais ou menos, não tanto. Porque lá na Growth, eu iria ficar na marca mesmo que mudasse a gestão. Entendeu? Desde que continuasse o mesmo modus operandi. Porque algumas pessoas falavam assim, ah, mas agora que a empresa está organizada, corporativa, você não quis mais ficar lá. Algumas pessoas...
sendo as pessoas me apoiaram, mas sempre tem aquela galerinha que fala ali. A gente acaba tomando as dores quando alguém fala mal da gente e a gente acaba pegando. Então o Alô falou, a questão não é essa. A questão é, quando era o Edu e o Fernando não eram organizados? Claro que era. Sempre foi muito organizado. Acho que os caras iam botar uma empresa top 1 de faturamento da América Latina, mais de 2 bilhões e meio de faturamento no ano, que se não fosse organizado?
Lógico que era. É porque é muito diferente quando você tem um fundo investindo e setores muito... Sabe aquela ditada popular?
Jepa Poco Índio, é muita gente mandando e aí fica muito desordenado. Na verdade, eles entraram pra organizar e parece que nesse início demora a organizar as coisas. Normal também, nada contra. E eu senti essa falta de ter essa humanização, essa alma que era o Edu e o Fernando, entendeu? Ou seja, em poucas palavras, como tu sentiu o cheiro de vindo ali um cabresto que ia te segurar no que tu pode fazer ou não. Mas também que é super normal.
Pode acontecer. E tu tá no direito de... Eu não quero ter o cabresto. Perfeito. É isso aí. É verdade. É isso mesmo. E mesmo assim, eu ia insistir em ficar lá. Entendeu? Só que quando eu tive nessa reunião... Só que a integral chegou com o caminhão de dinheiro e não teve jeito. Ah! O Wade pode. O Wade pode. Mas não foi só o dinheiro. Porque assim, quando... Lógico que a gente faz as coisas por dinheiro, óbvio. A gente não vai trabalhar de graça.
Mas assim, quando... Mas é que se fosse os caras lá, eu acho que ia ser mais difícil de convencer. Entendeu?
muito maiores do que a na integral. E eu preferi integral. Ah, nesse momento. Eu tive propostas, a galera ficou falando números aí na internet que eu realmente recebi. Teve propostas acima até desses números que estavam especulando na internet e eu não decidi entrar porque eu prefiro estar numa empresa porque graças a Deus hoje eu não preciso mais fazer tudo por dinheiro. Eu posso me dar o luxo de... Eu tenho meus investimentos desde que eu tenho 17 anos. Então eu tenho meu dinheirinho. Então eu posso fazer escolhas mais...
Da época do cabelinho. Sacanagem, né, meu irmão? Deixa eu botar aqui só pra você provar. Qual o carro que tá dirigindo mesmo? Qual o carro que tá dirigindo mesmo? Eu tenho uma caminhonete e uma Mercedes. Qual que é a Mercedes? Mercedes é uma CLS 63 AMG 5.5 P2. Acho que ele tá suave. Nadar, suave. Acho que é grossa. Acabei de pegar a C300. Pegou?
Trocou aquela outra antiga? Aquele eu passei para um amigo meu, que é para ele ficar aqui próximo, porque dá para criar uns conteúdos, que a gente vai ir nessa daí. Mas eu peguei uma C300 vermelha, a MG também. Mas depois a gente fala disso. Quando tu chegou ela não estava aqui, porque estava lá fazendo as paradinhas, mas provavelmente quando a gente sair vai estar. Posso dar uma volta? Claro que não. Posso dar uma volta sentada no passageiro? Pode. Pode dar quantas voltas quiser e volta.
Passageiro já é. Passageiro pode, viu? Pô, bota aí o albino na mala e vai correndo muito. Demorou, demorou. Tem que ficar lá dentro lá gravando com o celular. É, aí sim. Agora, por favor, prova esse pré-treino aqui. Só pra você ver o sabor. Pô, viu? O igão daqui é cinco minutos. Flexão. O segredo é água com gás? Não sei porquê. Na primeira vez que eu provei, eu botei água com gás. Eu falei, que isso?
Gostoso, hein? Vocês já provaram esse, que é o novo? É perigoso. É o suco do apocalipse. Então, qual que é o problema? Qual que é o problema? Tu acaba bebendo mais do que tu devia. É, mas eu já tô acostumado. Ah, é muito bom mesmo. É porreto. Caraca, mano. Eu nunca tinha bebido com o água com o lugar, não. Parece um refresco de padaria. Negócio gostoso desse. Ah, gosto. Espero que até a hora que a gente solte esse episódio, eu não tenha nenhum patrocínio de outra marca de...
Mas aí fui eu que botei pra você experimentar. Faz uma jarra aí, mano. Daí que eu vou tomar essa pena. Faz uma jarra aí, mano.
Bota um gelo. Esse aqui é gostoso. Porra, gostosinho, mano. Do que a gente tava falando? Tava falando disso. Tava falando da tua mudança. Isso. Então assim, não foi... Lógico. Tava falando da mudança do marrom, agora a mudança do irmão, do Léo Estrona. Lógico que o dinheiro pesa, mas assim, não é o fator principal. Hoje, graças a Deus... O que mudou na tua vida ainda? Assim, das coisas que tu queria fazer e tudo mais? Porque quando eu tive a reunião com o Filipe Bragança, que é o dono da Integral Médica, eu falei pra ele, cara, eu não estou satisfeito lá por causa disso, disso, disso, que a gente acabou de falar.
E ele falou, Léo, aqui na Integral é exatamente o que a gente precisa. A gente precisa de um cara como você. A gente está sem um comunicador. A gente está sem conteúdo bom no canal. Então, quando eu vou para a Integral, eu levo a minha equipe de produção do Blazer. Ah, então tu foi fazer além de... Tu não é só o influenciador da Integral. Entendeu? Não foi só simplesmente vou ali vestir a camisa. Foi assim, eu falei, Felipe, eu quero ter uma marca que apoie os projetos que eu tenho e são muito grandes.
que eu te contei um projeto aqui em off. Quando eu mostro para ele esse projeto, quando eu mostro para ele outras coisas que eu tenho na manga, ele fala, Léo, é isso que eu queria. O que eu não ouvi nas outras marcas e não ouvi, não senti essa firmeza na Growth na hora que a gente foi renegociar tudo, entendeu? E conforme as coisas foram caminhando, foi fácil tomar essa decisão. Por quê? Você falou, quando você pensa no Léo, você pensava na Growth. Só que para essa nova geração, porque quando eu comecei no mundo fitness,
A primeira marca que eu fui foi Integral Médica. Quando eu tinha 19, 20 anos, eles me patrocinaram. Foi o meu primeiro patrocínio e foi o primeiro patrocínio de um influenciador no Brasil de uma marca de suplemento. Eu fui o primeiro cara a não ser um atleta, ser patrocinado para alavancar. Foi uma virada de chave muito grande na Integral Médica na época. Foi em 2012, 2013. Entendi. Não existia isso de patrocínio. O termo influenciador nem existia.
Eu estou ligado. Tem umas profissões que nem existiam. Não existia social media. Não existia, exato.
Então, eu tenho uma história lá. É o caralho, tu não sabe nem que porra é essa já. Tô entendendo nada. É, pô, vai se fuder. Caralho, vai se fuder, pô. Ele concorda com o que tu falou, mas ele não entendeu o contexto. Não, é, eu não tô entendendo nada. Porra, mas tu tá muito mais style assim. Muito mais, eu falo pra ele. O cara é de andar com essa porra. Brabo pra caralho assim. Eu atravesso a rua. Que isso, cara, sou uma boa pessoa. 11 horas da noite.
Tudo bem, você é meu... Não tô falando o contrário, você é foda. Vai ficar parecendo agressivo.
Não é agressivo, é tipo, caralho, maluco, é bravo. É mesmo... Sabe aí, por que tu usa a faixa preta do jiu-jitsu? É porque, assim, é um pedacinho de mim, né? Eu dou muito valor às coisas que eu conquistei. São coisas que não são compradas pelo dinheiro. Aí, meu irmão, olha só a lata que tu fez, porra. Tu vai tampar. Isso aqui eu fiz, é. É, porra. Peguei a caneta, meus filhos, opa, ficou legal. Aí, mané. Mas continua aí, desculpa. Mas é isso, foi uma escolha muito mais na... É. Caralho.
Foi uma escolha muito mais no coração do que o dinheiro. Entendi. Lá o Felipe gosta muito de mim. Eu que implementei na integral e no mundo fitness a lança da presença VIP de atletas. Onde eu consegui fazer eu ganhar dinheiro de verdade e botar os atletas para ganhar dinheiro. Porque na época ninguém ganhava tanto dinheiro assim quanto é hoje. E a presença VIP proporcionou um salariozinho melhor para os caras. Então, mal ou bem, eu e o Felipe fizemos um negócio pelo esporte brasileiro muito grande. Foi sutil.
Pessoas já patei muito tempo, então não lembra. Mas a minha história com a Integral é muito forte. Tem que fazer um documentário. Tem, mano. Tem mesmo. É muito forte. Então eu tô voltando pra casa. Eu tô voltando pro primeiro cara que me abraçou. Ô, Felipe, já faz um documentário dessa porra aí, pô. É, vai ser irado. Já faz um documentário dessa porra aí, já tá aí. E já traz Integral pro Flow. Calma, calma. Primeiro faz aí o bagulho deles aqui, não sei o quê. A gente com certeza pode conversar. Vamos conversar, é. Mas isso é foda. Isso.
pagamento que vem com o tempo mesmo. Isso. Que é inclusive natural, porque quando as coisas... Ó, se a gente for... Ó, Magic, The Gathering, que é um joguinho de carta de nerd, tá bom? Tem um outro que é o Pokémon, tá? O Magic, ele vem... Ele tem 30 anos. Pokémon tem 20 anos, tá? Daqui a 15 anos, já foda-se, é tudo igual, é tudo... Nasce, veio junto. E não é. E não é. Entendeu? É tipo LOL e Dota, né? É, Dota é muito mais antigo, mas daqui a 15, 20 anos, é tudo da mesma época. É tudo LOL.
Se você perguntar para a nova geração... Já é. Nunca jogou tíbia. É, nunca jogou tíbia. Então, hoje... Você jogou tíbia? Não. Só tá bom. Ele só fala. Bafo, bafo. Eu só gosto de completar. Hoje, o que muitos dos atletas e influenciadores vivem foi graças ao que eu e outras pessoas daquela época fizeram. Não é só eu. Não sou o único pilar aí, não. Mas tudo que a gente vive hoje é graças a ter um artista lá atrás que usou toda a sua fama da época para alavancar o bodybuilding.
eu levava atleta no meu programa que tinha nem perfil. Às vezes tinha no Instagram. Tinha um perfil de 200 pessoas. Eu seguia ele e os amigos dele. E eu levei e falei assim, olha esse artista aqui. E eu alavancava o cara que ainda não era ninguém como se fosse. Eu já dizia como se ele fosse. Porque pra mim era. Eu sempre enxerguei o atleta de físico. Porque a gente sabe qual que é o... Por exemplo, a gente sabe o esforço que tem que precisa.
Hoje você tem muito mais noção. Por exemplo, eu tive... Não sei se tem muito a ver, mas... A Virginia me convidou para o programa
dela no SBT lá. E aí quando eu cheguei lá, eu vi que ela era forte. O trapézio, o braço. Parruda, parruda. Forte, sabe o que é? Caralho, tu é forte. E qual que é? Eu tô ligado o trabalho que dá, meu irmão, pra ficar assim. Tô ligado. Tu pode tomar o que tu quiser. É um bagulho que tu consegue comprar. Pode tomar o que tu quiser, Léo. E se tu não trabalhar, tu não vai ficar assim. Não vai. Então eu sei o trabalho que dá e eu admiro essa porra, entendeu?
Você não. Você também não. Você sim. Você não. Areia pesada, areia antiga de rio. Entendi.
Então, alguma das críticas que você deve ter visto na internet foi porque pessoas pegaram o meu vídeo de desligamento, tiraram algumas frases de contexto. Ah, o Léo saiu falando mal na marca. Não foi isso, cara. Pelo contrário, eu falei 10 minutos. Meu vídeo tem 15 minutos. 10 foi falando mal na marca. E eu expressei minha insatisfação com o novo Modus Operandi e uma fala que um dos gestores me falou que meio que desvalorizou um pouco o que eu fiz na marca.
E eu falei, pô, se daqui pra frente tem esse Modus Operandi e a nova gestão não entende o valor que eu tenho pra marca,
o que eu faço no mundo maromba, não faz sentido pra mim estar aqui. Então quando eu liguei pro Felipe, falei, vamos conversar? Ele falou, tava esperando essa ligação. E aí foi muito natural. E o Felipe, a gente sentou pra conversar, a gente resolveu não jantar a nossa vida ali, entendeu? Isso é uma coisa interessante do mundo de vocês, que é o seguinte, no meu mundo, eu posso... É possível que eu... É possível que eu viva a minha vida e não tem nenhuma...
E não tem uma marca que é profundamente associada comigo. No meu caso, tem. Mas no mundo maromba,
que são grandes, eles estão sempre com... Tipo, tu sai da Grove, tu liga pro cara da Integral. Ou tu liga pra não sei aonde. Tem sempre um... É um ecossistema muito possível, sabe qual é? Ele é um ecossistema que... A Maromba, ela é como se fosse o futebol, cara. Cada marca é um time. É mesmo. Entendeu? É mesmo. Existe essa briga de times. Mas tu quer vestir a camisa do time. Vestir a camisa do time. Hoje em dia tá muito forte isso.
E foi isso que propagou o bodybuild que é hoje. É mesmo. Boa parte. Boa parte. É verdade.
Então, já que a gente não tem tanta... Os caras não estão competindo entre si pra valer. Porque o fisiculturismo até então, até Ramon Dino, até esse pessoal, agora tá todo mundo, vários atletas profissionais estão conseguindo pisar no palco do Olímpia até cinco anos atrás. Isso não existia. Teve o Corrêa. Sim, mas assim, como eu te falei, ele foi numa época que não tinha rede social. Se o Corrêa fosse o que ele foi lá hoje, cara, todo mundo ia falar dele. Mas não que não falasse.
época o nicho era muito menorzinho, a bolha era muito pequenininha. Ele é um dos, se não o principal bodybuilder do brasileiro que existe, entendeu? Ele não foi o primeiro a pisar no palco do Olimpia, mas ele foi um dos principais. Foi um cara que fez história, mas se naquela época existisse o Instagram como é hoje, meu irmão, ele ia ser tão falado quanto o Ramon Dino. Com certeza. Mas todo esse enredo que a gente criou na Maromba, a Maromba se autodivulga por conta dessas rixas, dessas disputas.
vezes sai do controle e vira pessoal. É raro acontecer, mas às vezes acontece, entendeu? Sai do controle e vira pessoal. É, porque quando ficam... É com um time, né? Às vezes tem um jogador jogando contra... Sei qual é o Vasco, né? Tá de sacanagem. Ele é Mengão, mas vou embora. As vezes tem um jogador que vai jogar no Vasco. O Vasco vai jogar no Flamengo. Você vai deixar de gostar do Flamengo por causa disso? Não, mas eu vou olhar pro Romário. Porra, qual é o Romário?
no Vasco, cara. Vai ficar boladinho com o Romário. Quando o Petty saiu do Flamengo foi o Fluminense. Muito bom, muito bom. Normal. E isso é bom. Quer dizer que o Romário fez um bom trabalho. Ele conseguiu se destacar além do time. Se você sentiu isso pelo Romário. Quer dizer que o Romário fez um bom trabalho. Que o personagem Romário tem mais relevância às vezes que o time. Mérito do Romário. E é isso que é o legal do Amarão. Eu tinha acabado de voltar da Copa do Mundo também.
Acho que é grossa. Romário é Romário. Inclusive, eu faço uma homenagem, a citação do Romário nessa minha nova música que estarta a minha volta pra música e a minha entrada na Integral Médica, que é a Segue o Líder, onde eu falo na Maromba eu jogo o jogo no Pique Romário. Começa a música falando isso. Porque o Romário tem um apareço por ele por causa da personalidade dele. Por causa da marra dele. A marca Romário, né? Só no PT. Ele lá com os caras da Globo lá. Não, pô, não falei que eu era
Deus, não, pô. Tava falando tal parado. Aí o vídeo... Eu sou Deus! Aí volta na cara dele, que é assim, caralho. Muito bom, muito bom. Mas ele é foda mesmo. Inclusive, no meio da música, tem uma voz de reportagem. Tem uma reportagem, o início é uma reportagem sobre mim mesmo, que fala meu nome. E o últimozinho, a palavra ali que é, pois é, a história foi escrita, é de uma reportagem sobre o Romário. Entendi. Maneiro. Eu fui conectando as coisas pra montar.
Faltar muito pra tu lançar? Já lançou. Essa música já lançou. Agora, tudo. Todo dia 1 de todo mês eu lanço uma música nova. É o 01 na 01 que a gente costuma falar. Todo dia 1 de todos os meses até o fim do ano eu vou lançar uma música maromba. Não é aquele álbum que eu mostrei pra você que é o mais gospel. Eu vi tu falando sobre isso no Instagram lá. Forte pra caralho. Tu curte? Uns caras de tanguinha?
Pô, eu gosto muito. É? Mas... Mas eu não... Eu penso em competir um dia, mas não sei, mano. Competir em quê? O cara vai competir no crossfit. É, acho que eu vou competir no crossfit. Tem mais a tua cara mesmo, com todo o respeito. O que seria mais... Eu acho que ele se encontrou. Crossfit, porra. Vai ficar balançando igual cobrinha lá no negócio. Mas eu também acho, mano. É porque tipo assim... Você é bom de bambolê? Sou, porra.
Então é isso, porra. Crossfit. Posso fazer um wake up? Faz, irmão. Ficou à vontade. É hora de comer, né? Acho melhor você começar a comer.
Estão ficando pra trás. É, eu já comi já. O que que tu comeu? Arroz, feijão, esfirras fritas. Os caras tão muito fortes, mano. Esfirra frita, batata frita. Tá na padoga, já mandei logo o almoço. Mas aí tu almoçou, e aí tu tá em casa, tu almoçou. Ou então chegou a hora de escovar o dente, uma pessoa escovaria o dente. Como tu faz? Tu joga, dá uma enxaguada? O que que tu faz? Como é que tu faz? Escova com escova normal? Escova na pia. É detergente.
E aí, bombril? Depois eu limpo com a toalha. Pô, dá mó trabalho, né? É. E é realmente isso, mano. Não é zoeira. É realmente isso. Tu chegar na casa dele amanhã, 11 horas da noite, ele vai estar escovando dente com detergente. Bizarro. É muito bom. Detergente é... Assim, eu tô entendendo que você tem uma amizade colorida com uma moça. Que isso? Com ela. A mulher nuclear. A mulher nuclear. Chama de nuclear. Nuclear.
nuclear. Tem, tem. O que a nuclear acha do teu bafo de detergente? Ela é tão louca quanto ele. Mais louca que ele. Mas eu duvido que ela tem os dentes que ele tem. Detergente de coco com detergente rosinha. É, te dá uns beijos, ela gosta. Sai bolinho tudo. Aqueles beijos das antigas, né? Tô ligado. De paredão. Inclusive, o Jabá, quando começou a namorar com ela... Conta, conta, conta. O primeiro vídeo que ele postou com ela foi um vídeo de um beijo que ele deu nela. Conta a língua.
3 minutos de vídeo, ele... Aqui, ó. Eu liguei na hora. Igual o da Gretchen. Não, não. Foi pornográfico. Muita língua. Eu liguei pra ele e falei, apaga, por favor, velho. Baba. Mas só assistiu o vídeo até o final. Não, não consegui. Deu um minuto, não parou. Mano, era muita língua, tá? Era muita língua, mano. E ângulo, tá? 0.5. Ia pra um lado, ia pro outro. Ângulo. Vai pra esquerda, vai pra direita. Vai pra direita.
Morde beicinho. Doideira. 56, hein? Eles não pegaram a época do paredão. Balear os paredão só. Foi um pouco mais antigo que eu. Ficava uma hora beijando. Aproveitando que você tá aqui, Jaba, dá uma dica de como o Caleb chegar em mulher. Porque a gente tava falando isso no outro episódio, né? O Caleb tem dificuldade. Ele tá melhorando bastante. A gente foi pra... Pra... Pra Punta Cana. Ele tentou lá conversar, mas...
Não deu certo, não deu. Sério? Mas e a novinha geek? Já é difícil. Um salve do último programa, lembra dela? Eu sou um pouco complicado com mulher, mano. Eu tenho dificuldade pra falar com mulher. Eu tenho dificuldade. E lá em Punta Cana... Não, se tu deixar aqui a gente falando, vai ser três horas aqui, pai. Lá em Punta Cana, ainda tinha dificuldade de não ser em português, né? Mas isso tem uma facilidade. Porque tu pode falar qualquer merda.
É só falar na cadência. Em espanhol, meu espanhol é muito bom. Em inglês, esquece.
eu não conseguia sustentar 30 segundos de conversa. Mas o espanhol esquece. O espanhol a gente vai aqui. Mas por que tu tava falando inglês em Punta Cana? Porque lá tinha muita gente do Canadá, Estados Unidos. Tinha muita gente. Conhece o Bad Bunny? Conheço. Caralho, moleque. Reio pra caralho.
Jaba, ensina pro Caleb como você se aproximar dos lábios da... Me ensina a beijar na boca, Jaba. Não, peraí. Sem beijar. Chega a beijar na boca, fica tirando azeitona. Como propor isso? Como você falaria pra uma mulher, se você fosse o Caleb, como você se aproximaria de um beijo? Então, Caleb ia chegar perto da mulher. Como é que é seu nome?
Tudo bem. Você está fazendo o que? Não, estou aqui. Eu posso me aproximar dos seus lábios? Olha que... Que isso, gente? Sutil. Se ela falar assim, você vai lentamente. Não é você que beija. O homem se aproxima dos lábios. Se aqui é o lábio... Finge se aqui é o rosto dela. Posso me aproximar dos seus lábios?
Vem de lado, moleque, olhando pra cima. Não, não. Você não beija. Tu vai parar na frente do lábio. Você para perto. Você aproximou o lábio. Você não beija. Ela beija. Posso me aproximar dos seus lábios? Não, mas olhando assim, tipo um poema. Não, mas é olhando na moral. Mas olhando pra ela ou pro poema? Posso me aproximar dos seus lábios? Posso me aproximar dos seus lábios? Aí ela fala assim. É ela que tá chegando nisso. É ela que tá chegando.
Que nojo. Deu muito, mano. Não tomei banho de água salgada, não. Tô salgado. Me dá essa piruca aí. Vai ficar bonitão. Vamos ver quem fica mais feio. Mas é pra eu tentar fazer como igual tu tava, porque em mim não vai dar certo, porque eu tenho um pouco mais de cabelo que tu, né? Um pouco. Caramba, ficou erado isso. Que isso, mano? É o... Qual que é o nome daquele... Caraca, mano! Caramba! Caramba!
Muito mais irado, irmão, maneirão. Fala assim, fala assim. Capitão Caverna!
Capitão! Gostou bem, vai. Ficou bem, ficou bem. Caraca, maneirinho, mané. Tá vendo? Mas do que a gente tava falando? Não, deu beijo na boca. Ele não deixou, ele não deixou. Mas não pediu um beijo, senão a mulher toma um toco, não. Ah, pediu, não pediu, não pediu. Como é que foi que tu chegava nas gringas lá? Não deu certo? Por quê? Hello, my name is Caleb. Não, já errou aí. Não tem que ser mais latino. Caleb não é tão latino, concorda? Não, não, não. Aí já ficou mês americano. Tu tem que falar Juan, entendeu?
Porque ela nunca mais vai te ver mesmo. Foda-se. Mas eu tenho cara de latino. Eu tenho cara de... Dominicano. Dominicano, mano. Então, mas o problema é que o nome é Caleb. E aí os caras... Porra, é mesmo. Caleb não tem nada a ver com dominicano. É, pô. Quem lá na República Dominicana não é Caleb? Juan, mano. Juan. Juan. Juan. É porque é com J, e daí é Juan. Juan. Juan. Mas eu ia falar inglês e puxando um Juan? Porque você não é.
Você é latino. Você é latino. Entendeu? Eu sou latino. Eu sou latino. Então tu tem que falar inglês todo.
Agora eu sou latino. Nem ele sabe, né? O latino, meu irmão, tu vai chegar perto dela aqui assim? Ele só ficou no tosco. Fala latino, mano. Ela tem que sentir o calor, meu irmão, do latino chegando perto dela. Aqui, né? Pertinho. Fala pra ele. Uma vez eu tava na Indonésia, aí sentou uma australiana na minha frente. Faz tempo? O que você tá fazendo na Indonésia? Ah, o meu amigo falou, vamos ali rapidinho. Olha a vida dele, como é que é? Aí, 73 restaurante.
A mulher, what's your name? Ela, Rita. Aí ela, beautiful boy. Beautiful girl. Aí eu não sabia onde falar. Aí eu lembrei do ET. My house. Meteu só my house. É, ela. Ok. Ok, fô. É terrível, fô. Entendi. Mano, mas é muito difícil desenrolar inglês. É muito difícil, mano. Falando na moral aqui agora. Em espanhol, dá pra desenrolar. Então, eu não sei falar espanhol.
inglês feião falando que tu é o Juan. Não, mas eu não sei falar. Isso. Aí, qual foi? Tu tá reforçando. Mas o latino também não sabe. É isso que ele tá falando, imbecil. Tu tá reforçando que tu é o Juan, pô, moleque. Não, o Juan. Aconteceu lá, mano. Tava eu e o Vini Visão. Como é que a gente tem que falar? O Caleb fudeu, pô. Nosso monstro aqui, Vini Visão. A gente tava lá no... Eles já tinham ido dormir, né? Casal já tinha ido dormir.
Não, casal eles dois, não. Não, tá com a mulher. Qual foi? Tava eu e o Vini Visão. O Vini Visão bebia whisky de café da manhã, normal.
Chegamos lá no hall do hotel. Aí eu vi que tinha umas meninas lá que tinham cara de latina, de colombiana. Falei assim, mano, vou chegar a minha hora. Espanhol, espanhol comigo. Aí eu cheguei e falei assim, Spanish or English? Ah, não. Falou espinafre ou inglês? Ah, não. Espanhol, por isso não pega ninguém. Primeira coisa que tu falou com a menina, Spanish, ela tá pedindo a informação, pô.
Spanish de espanhol, pai. Se é uma mulher, o cara chega em tu. Spanish or English. Porra! Será que foi isso, Bim? Então, Spanish or English. É outro imbecil ali, mano. Watch your language. É, é. Por isso que não pega ninguém também, não é mesmo? Mas ele é um pouquinho mais bonitinho que tu. É porque ele tem cabelo, né, mano? Cabelo. Cabelo me desfavorece. Me desfavorece. Tu viu que o teu cabelo ficou mais bonito. Continua, tu falou. Aí tá, é o Spanish or English.
TNC é espinafre quase, né? TNC é o inglês. Aí a menina foi... Já. Pô, inglês. Aí eu... Pô, inglês. My name is Caleb. Where are you from? Where are you from? Aí ela foi... Canada. Aí eu perdi. Eu perdi. Não vou saber... Por que tu não falou francês com ela? Ela provavelmente fala francês. Não, mano. Mas aí... Isso. Aí eu fui e falei... I'm from Brazil. Quando eu falei isso, ela ficou muito feliz, mano. Isso. Porque ela tá com... Tu é latino. Mas aí tu lançou que teu nome é Caleb.
É mentira. Não, nem falei meu nome. Esqueci, mano. Eu não falei meu nome não, pai. Ela falou pra... Não, eu não falei meu nome não, mano. Uma hora. Aí não. Mas depois tu passou ele a pimenta? Passei. Então, aí ele não. Aí eu mandei ele a pimenta do filme que eu vi. Mano, eu não falei meu nome pra ela. Até o momento a conversa tá sendo essa.
Eu falei que era do Brasil. Mano, ela ficou muito feliz. Aí eu meti um. I love you. Caralho, caralho. Quando eu meti, I love you. Aí ela riu assim, ela... Pô, não sei o quê. Eu não entendi o que ela falou. Ele é um imbecil. Aí eu... Kiss, kiss, kiss, kiss. Kiss, kiss, caralho. Calma aí, calma aí, calma aí. Pedindo dinheiro. Kiss, kiss, por favor. Ô, Léo, eu entendi que o amigo aqui é muito ruim pra chegar nas mulheres em inglês.
Mas por que ele não pega ninguém em português também? É. Português é pior, mano. Tipo, ele não fala tudo... Em português é difícil.
é pior que ele sabe falar mais coisas, se enrola mais ainda. É, aí me enrola. A mulher vai entender o que eu falo. Mas ele não vai meter um I love you em português, pelo menos, né? É ruim, ele fala. Caraca, é muito burro, cara. Tô apaixonado. A mulher, você nem sabe meu nome. É, maluco. Não tinha mais palavra na minha cabeça. Depois que ela falou que era do Canadá, eu falei que era do Brasil. E ela falou, não lembro o que ela falou, mas ela ficou tipo, oh, não sei o que.
Opa, hoje eu vou transar e falar qualquer merda. Aí eu fiquei feliz, aí ela ficou felizona. Aí tu falou, minha chance. Aí ela viu, fico de felicidade. Porque eu não sabia mais o que falar. O que ele tinha que falar, Jabba, nessa hora?
Mesmo que... Pode ser. Fala assim. Ah, o que ele tinha que falar na língua dela? Em inglês, vai. O que ele tinha que falar? Kismis. Kismis. Kismis é bem. Melhor do que a Love U. Não, mas eu falei... É, melhor do que a Love U. Caralho. Kismis. Às vezes o Kismis, por ela estar numa viagem internacional querendo se aventurar, né? A Love U, ela não quer namorar. Ela quer pegar alguém. A América é muito burro, mano. Muito burro. Caraca, mané.
As mulheres de outros países. Mulheres portadas. Ela gosta do cara de atitude. Papo reto. Ela já chega.
Exato. Aí ela ouve que o cara é brasileiro. Pô, brasileiro? Pô, brasileiro é caliente. Eu falei que era brasileiro. Tem pegada. Aí o cara mete um I love you. Puta que pariu. Ih, soca fofo. É, não pode. Lerdão. Lerdão, lerdão. E depois na praia ele conheceu uma outra menina, ele foi elogiar, ele falou, tica caliente. Ah, mano, isso aí bizarro, mano. Aí, aí. Essa daí, mano. É a mesma coisa que tu chegar no lugar e pedir panqueque de manzana. Não é, mano.
Eu tenho que me justificar aqui. Pra mim, Chica Caliente não era nada demais. Pra mim, a gente foi assim, pô, menina bonita. Detalhe, casada, hein? Tava com o maluco do lado. Não, depois a gente viu que ela tinha... Tu é desse? Tu raspa canela, mano? Ele tá falando que é primo, cara. Primo, tu acredita nele? Primo, cara. Aí eu fui. Eu sou fofoqueiro, eu conto mesmo. O Chica Caliente tá para o Brasil em português. Que tipo de elogio? Jurídico. Porra gostosa. Isso, é tipo... É super ultra.
Só que eu não sabia, mano. Gostosa. Safada gostosa. Tipo isso. Ele meteu do nada. Ele olhou pra mina, tica caliente. Mano, na hora... Mas ele meteu... Tica caliente! Ele meteu um expressivo. Mas na hora eu achei que fosse tipo assim. Você é bonito. Alguma coisa assim. Tipo, pô, que menina bonito. Alguma coisa assim. Mas até hoje não rolou nada com a Novinha Geek. E ela? Quem é a Novinha Geek, cara? Então, a Novinha Geek da última vez que veio aí mandou uma mensagem pra ele falando, pô, tô te querendo, pá.
quantidade de macho que veio no meu direct. Até hoje, tá? Se eu abrir aqui agora no meu Instagram, vai ter Oi, vírgula. Eu sou a Novinha Geek. E o Jefinho 345. A Alisson 33. Aproveita enquanto pode. Mano, muito, mano. Tu não tá entendendo, mano. A galera criou o perfil Novinha Geek pra chegar. Mano, no dia do programa, foi um bagulho absurdo. Pô, isso é Novinha Geek, Novinha Geek, Novinha Geek.
Só homem, não tinha uma mulher, tá? Só homem. Eu falei, pô, não é possível, irmão. Não vai vir mais barba. Não vai vir? Vai cair nada pra mim aqui? Vai cair nada? Vou ter que comer isso mesmo. Que isso, cara? É melhor tu passar pra minha etapa lá das 3D, né, moleque? Terceira idade. Aí, Manatel, se eu abrir aqui, um monte de homem mandando oi.
Só Novinho Geek. Mas chegou umas fotos de rola? Não. Que bom. Chegou, né? Não chegou, não chegou. Não chegou. Valo, cala! Não chegou. Você entregou, mano. Não chegou. Essa minha respirada me quebrou, né? Ah, ele mesmo já sabe que você entregou, mano. Claro que chegou, tá? E chegou muito ainda. E olha só. Não chegou pouco não, Ivo. Os caras mega vacilando, mano. Eles olham pra falar. Pô, mano, aí. Pô, é o que eu não queria falar.
É que eu não queria falar. É doido pra falar. É doido pra falar. É doido pra falar. É doido pra falar. Eu queria falar. Eu queria me abrir aqui. Olha lá, viu? Eu queria me abrir.
Que era isso? Que era isso? Que era isso?
vão ao banheiro. Calma aí, Léo. Vai ser bar? Vai ser bar? Eles são malucão. Cara, foi só pra conteúdo, cara. E aí, Léo? Eles reclamam, mas olha como é que eles vão ao banheiro os dois juntos. Não dá, cara. Eu falei, vocês ficam reclamando que os caras estão em cima de vocês, mas vocês parecem que pedem pros caras dar a bola. Vocês cruzam jatinho? Não. Nada disso. Nada disso. Vou mostrar. Deixa a gente falar como é que é, mano.
Mano, não mostra, mas a gente vai falar como é que é. A gente vai falar como é que é. Vai falar o quê, moleque? Vai falar o quê, moleque? Vai falar nada, moleque? Vai falar o quê, moleque? Não mostra, moleque? É câmera aqui, cara. Calma aí. Tu viu? Eu não vou mostrar, mano. Então explica essa merda. Para, meu! Meu pai tá vendo isso aí. Por que vocês fazem isso, cara? Eles estavam assim lá em Punta Cana. Entrou um galalau de um alemão gigantesco.
olhou para ele e falou... Aí eu... Aí eu falei, tá vendo como é que vocês pedem? A gente não pensa que quando a gente vai mijar, a gente gosta de ficar livre, pai. Mija dentro da baia, então, pô. Tá maluco. Dentro da baia, dentro da tua casa. Não, mas aí a gente tá no banheiro. Resort. Ao Inclusive, tá maluco? Ao Inclusive. Ao Inclusive.
Imagina... Bom, vou ficar quieto. Se nós entramos no banheiro e vê é assim, né? Imagina vocês num cruzeiro. Léo, a próxima viagem tem que ser um cruzeiro, mano. Caraca, é mesmo, Léo. Eu não vou viajar mais com vocês, cara. Pô, não foi um cruzeiro, é todo mundo. Foi muito maneiro, mas a gente teve no limiar ali, a gente foi expulso de um dos resorts. Foi pra valer por causa da cadeira, do banco que quebrou? Não, esse já foi no segundo resort.
Esse aí foi no último dia, graças a Deus. Como, por que você foi expulso do primeiro resort? Posso falar? Posso contar? Sei lá, mané. Sei lá. Sei lá. Sei lá.
Vocês são muito malucos. Já aconteceu, né? Na recepção, tinha aqueles tonel de água aromatizada com fruto e tal. Começou de manhã. Abre aí, joga a agulha no outro, joga a agulha no outro. Daqui a pouco, um deles esbarra naquela porra, na recepção. Pum, no chão, inunda a recepção. Quem? Quem? Quem é isso? Maluco. Claro, moleque. Ficou me xingando, ficou falando do vidro, pô. Já falei pra tu parar de falar do vidro, pô. Inundou, aí veio a senhora. Os caras arrumando lá, passou uma senhorinha, escorregou.
começou a dar merda. E já tinha... Tinha de fruta no chão. Aí os caras mostram na câmera. Olha aqui vocês. Aí um jogando fruta no outro na piscina. Aí a fruta na piscina, boiando. Aí lá a água saborizada de frutas amarelas. Esse outro imbecil entrou na piscina, mijou na piscina, ficou aquela mancha azul em volta dele. Mano, tu já mijou em alguma piscina e ficou azul? Nunca. Cara, meu sonho, porra. Eu nunca mijei na piscina. Não, impossível. Para.
O perfeito! O perfeito! Mijar na piscina? O perfeito! Eu nunca mijei na piscina. Tu nunca mijou. Jaba, você já mijou na piscina, Jaba? Não. Aí tu bebe sem querer, mas eu não tava afim de ir lá e beber. Não, bebeu. Não. Mijou. Escapuliu a... Pum. Não, eu saio. E mijo, porra. Tá maluco. Na praia eu mijo. É, na água do mar. Qualquer piscina que eu for, eu mijo. Claro, cara. Qualquer piscina. Cara, tem que regular o pH pro meu corpo. O que que é? Hã? É. O que que tu falou?
Não pro teu mijo. Não, mas o meu mijo é... É PH pro meu corpo, né? Pra esse imbecil andando assim, ó. É PH, ó. Cara, ele tem crefito. É verdade. Ele tem crefito, cara. É pro PH ficar alcalino. Aí os caras mostram na câmera, ó. Jogaram fruta, não sei quem. Lá tinha umas ações que aconteciam ali na área comum. Pô, esse daqui bandando o cara. Tentando dar milote. É, cara. Qual é, mano? Eu falei assim... Isso sem gravar. Eu sou... Eu tava gravando. Eu falei, eu sou subindo o jabacalho.
e o cara falando em espanhol com ele, não, não quero, não quero, ele achando que ele tava feliz com a situação e puxando o cara pra baixo, sou guardeiro, sou guardeiro, sou guardeiro, sou guardeiro, sou guardeiro, o Java me ensinou a dar guarda. Faz isso não, que dar guarda, nada, nada. Como é que esse moleque é, kit, kit, kit, kit. Não tô te entendendo. Na real, agora eu tô entendendo por que tu não pega as mulheres. BJJ, osso. Osso, que osso, cacete.
Os caras do BJJ vão te quebrar. Eu sou o guardeiro, eu sou o guardeiro. Então já temos aqui, três imbecis contra três jujiteiros. Vamos ver quem ganha. Cara, falou duvido também. Se não for nada de briga, se for tipo assim, correr, subir, escalar, a gente ganha. Aí é foda que eu sou gordo. Então o que acontece? O mestre do resort falou, cara, já tinha isso aqui já na conta, entendeu? A gente tava tentando fazer
grossa. E agora vocês quebraram uma mega de uma chaleira de vidro de cristal que custa lá 32 mil dólares. Vocês não vão pagar, vocês vão querer arrumar aqui zumba ou vocês estão expulsos. A gente não filmou isso porque nem tava filmando na hora. E conta o do segundo resort, né? Quantos resorts foram? Dois. Foi dois. O amigo bebendo vinho, né? Quer o vídeo? Aquele... Ah, sim. No segundo resort ele quebrou o copo porque ele queria porque queria tomar o vinho botando a boca na... E não queria encostar.
Eu não tomo vinho, não, chefe. Degusto. Somelier. Como é que tu encaixou o copo? Pega uma, pega, me dá uma taça aí. Vai quebrar, ele vai cortar a boca, não faz isso. A boca é dele mesmo? Se você cortar a boca, a responsabilidade é sua. Não, é minha, é minha. Toma, toma. Bota água aí, bota água aí. Finge que é vinho. Tá bom, tá bom? Senão tu vai me fuder, pô. Olha lá, olha como é que ele experimenta o vinho. Isso no restaurante italiano. A galera cheia do dinheiro. Olha só, rapidinho.
Só pra contextualizar pra ele, não faz ainda. O restaurante lá no resort eram oito restaurantes ao inclusive. Só que cada restaurante era de uma modalidade. Contemporâneo, não sei o quê. Mediterrâneo, perdão. Mediterrâneo, italiano, japonês. O italiano e o japonês eram tão lindos, tão finos, que você tinha código de vestimento pra entrar. Por mais que esteja ao inclusive. Entendi. Então tinha que ir de calça, tênis, camisa, não podia ser regato.
Os caras me botaram camisa aqui, pai. Porque eu tava no restaurante, eu nunca vi isso. Aí ele... Três horas na fila. O cara ia bem, chefe.
um vinho, na carta de vinhos. Vim aqui. Vinho, aqui, ó. Me dá um vinho branco. Wine, wine. Wine, wine. Wine. Não, não. Wine white. Purple. Purple. Ele tá purple. Wine purple. Olha isso, ele. Wine purple, please. Aí o cara, a moça chega com o vinho, ele faz isso aqui, ó. Levanta e começa a fazer isso daí, ó. Mostra pra ele. Chama a atenção do restaurante inteiro. Vai, quero ver tudo. A mulher, que eu faço a mesma coisa que eu fiz lá. Vamos dizer, você me deu o vinho aqui. E ela, tu quer a mulher já?
Não. Já soltou. Já soltou. Já soltou. Ele me deu o vinho aqui. Eu já levantei. Pronto. Mas teve o tapa na mesa? Claro. Aí, geral, calma, o moleque é bravo e pergunta o vinho. O maluco entende o vinho. Eu já vim aqui. Aí, cheira o vinho. Olha. Tá bom, luz. Primeira luz. Decanta. Balançou, olha lá. Aí, chorou. Vagabundo. Caralho, o moleque é sommelier de vinho italiano, Inglaterra. É um lorde. A tática tá aqui. Quando tu vai cheirar, tem que... Olha o que eu vou fazer com ela isso.
Se fosse vinho. Mas é isso mesmo, tu sente o cheiro do vinho mesmo. Ele descobre a uva. Qual safra foi, né? A safra. Aí dá uma escorida de vinho na cara. Enquanto esse cara tá te olhando. Geral, não. Todo mundo aprende em cima. Um tapão e levantou, porra. Vinho escorrendo na cara. Mas pra chegar em mulher não dá. Imagina a mulher olhando isso. Geral, cara.
Caraca, o moleque é brabo do vinho, filho. Moleque veio do Brasil do vinho. Aí eu cheirando aqui, respirando. Porque isso aqui você respira o vinho. Você não tá sentindo o cheiro. Você respira o vinho. Inala. Inala. Inala. Inala. Odoriza, né? Aí senti. Aí tu vem aqui, ó. Aí eu tô na mesa. No hand, no hand. No hand. Só o primeiro contato. No hand. Não é aqui não, tá? Segura aqui. Se ferrar, mantendo um moleque desse. Cinco segundos. Ficou assim, cinco segundos pra pegar o... Pro álcool, né? Pra encaixar, tá?
Lembrando que a taça lá ficava agarrada. A cabeça... Olha que messiu. Calmas. Vinho tinto. Gostei. Essa taça que tu descobre. E aí como tinha muita gente olhando, ele pegou a taça, né? Depois disso assim, deu na mesa. A taça. Quebrou. Você tinha que ter a história dela no chão. E aí ele começou a falar... Ele começou a tentar explicar pra mulher que no país dele a cultura, quando o vinho é muito bom, ele estoura a taça. Só que aquela taça gostava.
É. Não, mas eu dei uma aula pra ela de vinho também, né? Falei, esse vinho aqui é do Afeganistão. A terra, é arada. Mano, Afeganistão é deserto, moleque. Não tem como plantar uva não, mané. A terra, é arada. Fala isso com a peru. Eu dei a aula, mano. Não foi que eu quebrei o copo, bebi o vinho e escorri aqui. Eu dei a aula pra ela de vinho. Afeganistão, terra arada. Deixa o microfone aí. Sei lá o que. Perdão. É. É maneiro o microfone. Bonitão. Aí foi isso, mano. Mas aí...
o pessoal interpreta errado, né? Tá, mas não foram expulsos de decisores por causa disso? Do segundo, não. Não, o segundo a gente foi expulso, não. O primeiro que a gente foi expulso. O primeiro foi da água. O segundo foi o que a gente, no último dia, que quebrou... Que quebrou banco. Foi no último dia, então se expulsar, você ia ter problema. É, mas assim, isso aqui do vinho, isso aqui não dá... Quebrei uma taça, porque na minha cultura, quando você prova o vinho, tem que fazer isso.
É, quebrar a taça. Mas... Lá tem aquele vinho. Foi sem querer que tu quebrou a taça? Não, não é a minha cultura. Isso é cultural.
Tá, mas aí virou cultural depois que tu quebrou a taça ou já era antes? Virou depois. Tá bom. Agora é cultural. Depois quebrou a cultura, né? É sem medo. Cultura. Quem começar a experimentar a vinha assim tem que tacar. Cultura. Tem que tacar. Se tu tacar no chão aí você pica, igual ele falou. É, né? No chão mesmo. No chão aí você vem mesmo. E por que que tu é branco pra caralho desse jeito aí? Vim com defeito. Vim mesmo. Tu tem irmão?
Melanina, pai. Tenho. Teus irmãos sozinhos? Não. Totalmente normal. É? É. Eu que vim assim, mano. Diferente. E aí já veio fudido já na... De tudo. De tudo. É.
Essa cor, olho ruim. Vesgo pra caralho. O olho fica entrando o tempo inteiro. Adora fazer as merda. Faz merda o tempo inteiro. Sabe qual que é a música dele? Posso contar aqui, velho? Qual? Marrom vombom. Caraca. Marrom vombom. Nossa cor marrom. Marrom vombom. Marrom vombom. Nossa cor marrom. Caralho. Olha o negão de tirar o chapéu. Não vou te dar uma senão você. Creu, tem que ter esse chapéu.
É a música dele, vai. É a música dele. Não, isso aí não. Isso aí não pode, não. O que é que tu falou isso? Ele quer a música pesada. Ah, tá. Dar tempo dele. Isso aí já passou. É, não. O Jabba chegou aqui tocando uns funkão ali no celular. Eu gosto muito. É. Tu falou que quando ia nos bailes, o caralho lá, encontrava inclusive o MC Magalhães nas paradas. Sempre. Ele tava na porta do Cassino Bangu. É? Cassino Bangu é famoso? Isso.
Por que que tá no Cassino Bangu? Tu tava por ali? Ali era a tua área? Eu andava geral. É? Pra todos os bailes funk, né?
O Country Club da Praça Seca. Qual que era o mais maneiro? Baile de porrada lá do Alabê. O Jabba revolucionou com os amigos deles o baile de corredor. Os molequinhos treinavam. Me conta aí. Por quê? Conta a história da primeira aparição que vocês foram de ônibus. Não, porque assim, a gente tinha por Rio da Prata. Tinha uns meninos lá. Na época eu ajudava a galera. Eu ajudava eles a ganhar um dinheirinho vendendo camisas. Eu ajudava a galera lá. O Tatão, todo mundo. E eles perguntavam que luta é essa?
Vitor. Eu falei, não, é jiu-jitsu. E os meninos gostavam do funk, mas o cara, ó, se mete essas paradas aí, não, deixa o jabalho lá no baile, porque lá pega os caras com sangue pra vir treinar, que são vários lutadores também de lá, né? Hoje a galera graduada, pô, muito maneiro. Então, quando tinha um baile, os moleque iam comigo de ônibus. Só que eles já iam jogar aquele pique de vale tudo, com protetor bocal, sunga de vale tudo da bad boy, tava todo mundo assim, no baile de corredor, né?
O Jabba fala com muita simplicidade, mas relatos dele e de outras pessoas que estavam nessa época que a gente conhece lá, fala que um dia, no baile de corredor, tava pra começar o baile e chega um ônibus escolar fretado com 42 lutadores jiu-jitsu, com aquela sunga da bad boy, protetor bucal e mão com tala. E eles já desceram do ônibus entrando no baile assim, já, ó. Todo mundo armado, já. Ele mostrou esses dias uma reportagem que passou na televisão mesmo. O que é isso, cara?
Mas aí os caras eram lado A ou lado B? Eles não tinham lado A. Ele era o meio. Eles iam pra porrada. Ele era o meio. A porrada sobrou. A pleboizada era do lado A e os favelas eram do lado B, do Ribeiro era do lado B. E aí a gente caía pro lado que tava mais fraco e ajudava. Entendi. E aí era aqueles bailes que tinham uma corda no meio? Tipo, a gente era a rival da galera do back, tinha até o Tchek Nore, que era famoso lá, que era a Rixa com o Van Damme, Mix, do AP. Então a gente era do lado B. Esses bailes de porrada, eles eram algo?
no Rio só, não era? Só no Rio. Tinha também um pouco fora, Niterói, ali, né? Sim, mas sempre ali, mais ou menos. Na região ali. Então, tu percorria esses bailes? Na verdade, eu voltava do surf, né? Tipo, umas duas horas da tarde, eu já ia pro baile funk, tomava banho no chafariz e... Então, tu ia pro baile funk diretão? Diretão, gostava. Depois, pra playhouse. É, pra dar uns beijos, né, mulher? Tu gostou quando começou os teus bailes de charme? Era bom, mas assim,
Não era tão dinâmico. Não tinha empurrado. É legal, é. Tá, mas eu entendi. Pra esse baile, tu ia mesmo porque tu queria exercitar ali. Exercitar, encontrava os malucos. Vinha aquela galera brigando, mata-cobra. Era engraçado, era divertido. Búfalo grandão, gordão, dando pesada, abrindo caminho. Maisena, magrelo. Tomava uma tapa, caia e jogava ele pro lado. Era uma alegria. Maisena? É, o Maisena nos dá aula lá em Dubai. Estrutou lá de jiu-jitsu.
Caralho. Jiu-jitsu salvou nossos amigos todos. Só casca grossa. Só casca grossa. Jiu-jitsu salvou todo mundo?
Todo mundo. Todo mundo. Negócio de ficar trindisciplina e irmandade. Jabá, meu filho, não tem jeito, não tem como. Eu falo teia, aí tá aí. Obrigado. Só pôr no jiu-jitsu lá. Ali, para. Aqui ali a gente fica todo dia. Mas, irmão, não faz besteira não. O Jabá, ele ficou faixa roxa durante oito anos. Azul, azul. Oito anos. Azul, é oito anos. Mas, na roxa, não esqueceram de desfazer pra preta? Aí o cara teve que vir lá do Dubai pra poder te dar.
É, daí eu... Ele falou, esquecemos do Jabá. Porra, aí o cara teve que ir lá de Dubai. Foi de 15 anos.
Me graduaram. 15 anos depois. Pra passar de faixa aqui, o lugar que eu treinava era muito, muito evoluído. Entendi. O mais fraquinho lá era o pé de pano, não sei o que. Caralho. Então, faz muito tempo, tu treina ainda jiu-jitsu? Agora tá mais devagar. Não, agora eu tô treinando com os sobrinhos. Fui ver meus sobrinhos tudo campeão mundial. Foda. Porque tem um amigo meu que dá uma aula ali no Novo Leblon.
Esse cara é uma máquina. Por que ele é uma máquina? Ele é foda? Ele é bom? Ele não gosta de mim. Porque tem uma lenda sobre ele. Tá, depois tu me conta a lenda então. Ele não gosta de mim. Jaba, pelo amor de Deus. Tá bom, então não, então não, então não, tá bom. Não, não, a lenda pode falar. Ele é conhecido como o matador de campeão. Tá. Porque todo mundo que tá muito no auge, os treinadores... Já ouvi falar, já ouvi falar, mas eu não sei quem é esse. Os treinadores old school levam os campeões lá pra acalmar o cara. Entendi.
não é o melhor do mundo. E é um cara... Foda, hein? Muito justo, muito maneiro. Uma humildade, isso não dá nada. Mas quem chega lá, ele pega 10. Mas só tem como ser pacifista quando tu é foda. Se tu não é foda, tu é ou barulhento ou forçado a ser bosta. Agora, quando tu é sinistro, tu pode escolher. E ele não gosta de holofote. É isso. Não. Porque ele é sinistro. Dá pra ver quando o cara é sinistro mesmo. E aí, tipo, quando um treinador está... Por exemplo, você é um lutador de jiu-jitsu. Você está em ascensão, passa,
começando a se achar, começou a fazer merda. Eu, como seu treinador, desculpa, vou levar ele lá no rabicó. E o cara vai morrer ele. Não, não morre, ele não faz força. Não, eu sei, é isso. Ele vai morrer o cara. Fica sem graça. O cara fica humilhado. O cara é bom pra caramba, chega lá fora. Pézinho no chão, né? Isso. Não faz força. É tudo muito justo. Aí ele treinou os sobrinhos, né? Os meninos tinham uma aparência legal, tava tomando umas duras no colégio.
Aí o amigo meu, sufista, falou, pô, vou levar ele pra treinar o novo, vou levar um tranquilo, né?
Tranquilo. Mas levou no cara, mas entendi. Pois, moleque. E agora tu tá treinando com o moleque. É, é, meu sobrinho. Entendi. É o Pedro Machado e o João Machado. São carinhosos, mas os moleques são justos mesmo, são bons pra caramba. Maneiro. E esses bosta aí, tu não vai botar eles pra treinar jiu-jitsu, não? Mas mesmo ele ensina a gente, cara. Não, ensina a gente com brincar, mas jiu-jitsu é sério, você é disciplina. Eu nem brinco com isso, você sabe que eu levo a sério pra caramba.
Ah, certo. Ele leva a sério, mano. Ele leva a sério, mano. Esse é o bagulho que tu não brinca. Não.
clube da luta uma vez, aqui em São Paulo, com os moleques. E o Jabba também é profissional em boxe inglês, né? E a gente fez um negocinho de boxe ali e o Jabba, grandão, tecnicamente parece ser mais lento, né? E os caras tentavam acertar o Jabba, já parecia que desviava em slow motion, não pegava nele. E eu, por exemplo, o cara deu 20 socos e o Jabba dava um. Os 20 socos do cara acertavam um ou dois e o do Jabba só aquele entrava. E era lento, não era rápido. Ele falia assim, acertava o cara.
me deu esse soco. Eu vi vindo e não consegui tirar. Foi realmente um negócio meio anime, sabe? Foi anime. Tu fala, caramba, eu vi o soco indo e o cara não tirou. Por quê? Dava pra tirar. É o momento que ele sabe que é o ideal. Sem muito esforço. Isso. Eu falei pro Jabba, por que tu não pegou o cara? Mostrou quem é você. Ele falou, tá maluca? Os caras estão começando agora. Aí vai que eu machuco um deles. Ele vai pro campeonato.
Só dá pra fazer isso sendo sinistro. Porque o cara que não, ele vai se emocionar. Isso. Eu falei, por que tu não mostrou quem é você?
A minha fase já passou, imagina se o menino tá com uma competição e a gente faz um bagulho sério, ele acaba machucando o menino, acaba acabando de estragar a carreira do cara. Tipo, ele pensa num negócio muito mais à frente. Maneiro. Bora treinar um boxezinho? Tô precisando de um treinador, cara. É fazer um esgrimazinho? É, bora. O primeiro passo é colocar uma pilha aqui, pra você aprender a não esticar o braço.
Você usar o ombro. Então, eu quero aprender... Se fosse possível... Eu não quero te forçar nada, não. Mas se fosse possível, eu queria aprender igual o Karate Kid, que é... Pica. Bagulho de... Que é prático. Que nem tu falou, ele falou pilha. Se eu for no treinador lá, o cara não vai botar uma pilha aqui. Não, não, não. Tu quer um bagulho assim, paizão, né? Bagulho relíquio. Eu quero um bagulho prático. Ou desculpa, cara. Isso, entendeu?
Vai, bota casaco, tira casaco. Esse negócio que tu quer. Bota pilha, tira pilha. A única maneira que você vai saber é usar o ombro. Quando o cara aprende a usar o ombro pra socar, fica muito mais forte. Se tu pegar e fizer o movimento já errado, já era igual pegar onda. Eu quero pegar onda. Você não precisa fazer mais nada, a não ser aprender a fazer um percurso de remada, de explosão. Caramba, eu surfei muitos anos também. Eu quero pegar onda.
Eu faço impeto, já fica. Tu chegou andando na praia, como é que eu vou ensinar tu a ficar impeto?
na prancha. Chega a andar mal. O cara nunca ficou em pé. Eu vou ensinar ele a ficar em pé pra ele ficar em pé na prancha. Então o cara vai se adaptar na água. Boiar. Todo mundo pega o jacaré. Então ele tá bom. Ficar em pé na prancha vai dar três opções. O cara fica segurando no jacaré. Na prancha segunda ele fica com o tronco alto e a outra ele bota um pé e fica. Quando tiver tranco na velocidade ele fica em pé. Então ele fica
voltando do primeiro estágio pro segundo, terceiro. A onda balançou, ele deita. A onda melhorou, ele fica esguicho. A onda ficou boa, ele pum. Só que a dificuldade do cara é entrar na onda. Eu ensino a explosão, vai daqui até ali rápido. Aí eu vou lá, ensino o cara, o cara pega a onda na mesma hora, não tem mais aula, acabou. Entendeu? Aluno de uma aula só. E o cara sente bem. É bom, porque ele nem queria dar aula, ele nem cobrou.
Ele diz, cara, não enche mais meu saco. Faz isso aqui e vai embora, não enche meu saco. Aluno de um dia.
no jiu-jitsu. Jiu-jitsu já é uma recriação, porque você chega lá, senta, primeiro você cumprimenta todo mundo, que é bem unido, depois você reverencia os mestres, os meninos graduados, depois ele passa a posição do dia, e depois formam-se os grupos, e cada um faz aquela posição dez vezes, um, e o professor vai corrigindo todo mundo. Legal. Você pode um mês pro jiu-jitsu, você vai aprender 15 posições, mas é o seguinte, um mata-leão,
De um casca grossa. Aqui. Ele já faz aquilo cinco anos. Então, ele usa todos os músculos. Toda. Não tá só aqui, né? Não. Tem toda. Até o jeito de fechar. Entendeu? Então, é onde eu falo que é consciência corporal. Tipo, o Caleb vai dar um matalhão. Legal. Mas o casca grossa vai dar um matalhão. É insaível. É esquisito. Então, eles vão criando maneiras. Situações de... Inclusive, essa é uma das provas que eu lembrei agora.
Lá pros idiotas, que é a disputa dos imbecis lá, quando você for. Que o Jabba vai dar um mata-leão. Quando você apagar, você vai ter que continuar a música que você tava cantando antes de apagar no mata-leão. Que isso, cara? Então, essa daí foi a única que a gente ficou com o pé atrás, que a gente pediu só a ambulância. A gente falou que ia fazer, só que a gente... Léo, tem como ter enfermeiro? Tem que ter pelo menos uma ambulância.
Vai que para mesmo, né? Vai que para. Se parar mesmo, dá ruim. Parou, fudeu, né? Vai voltar também da minha cabeça. Ali, filho. É muita...
A minha também é grande. Batim tubar não dá não, chefe. Tem tubo certo pra isso aí não, velho. Se o cara desse morre na tua mão, tá fodido, hein, Léo? Morre não, é um profissional da área. Não, mas pra pagar é complicado, esses moleques são doidos. Acordar com o boca a boca do jabão. Não, Igor, o cara dorme e nem sabe. Às vezes tinha uns treinos lá da galera, às vezes o cara... Só acorda aí, caralho. O cara lá com aquele ego. Eu sou um cara que pegou, tô batendo.
Não tem problema nenhum. Viu que não dá pra sair. Entendeu? E assim, o meu preso, não machucar. Porque às vezes eu já vi, cara, de bobeira por ego, o cara... Se machucar sério. Feio pra nada. Era só ele bater. É. Fala, pô, pra que isso? O cara se deixa machucar num campeonato mundial, numa coisa, você até entende. Sim. Semifinal. Isso, agora no treino o cara... Esse cara segura um pouco, pegou um braço, pô, tu não vai bater, entendeu?
Tu vai segurar a onda. É uma semifinal, né? Agora ali, num sparringzinho... Pô, não dá. Entendeu?
O que vai te deixar um bom lutador é repetir a mesma posição para ter consciência corporal. Não é saber um monte de coisa. Entendido. Você não vai lembrar. No entanto que na luta do Anderson Silva, que ele ganhou do Belfort, eu acho que aquele chute espalmado para cima. Depois a gente... Saiu o vídeo do treinamento, que eles não postam treinamento antes de jeito nenhum. Depois eles mostraram. O Anderson Silva junto com o Camões, o Rogério Camões, eles fizeram aquele chute. Ele fazia 10 mil chutes por dia, igualzinho.
Repetindo. Ele me falou essa porra, que eu falei, cara, ele saldoou nada? Ele do nada. Fiquei igual um desgastado treinando. Imagina com você ser corporal do antes. Até a língua dele ajuda no chute. Doideira. Mandar energia pra ponta. Igual o anime mesmo que você vê, existe aquilo mesmo. O anime fantasia e exagera as coisas, mas assim, tem muita coisa que existe mesmo. E o jiu-jitsu é uma família, né, cara? Você chega ali e você ganha irmãos. Pra sempre. Se você treina um mês, você fica lá 3, 4, 5 anos.
sem frequentar, quando volta, claro, os caras já estão em casca. Aquele garotinho ali que tu fala, coitadinho, meu irmão, que é o mais sinistro é ele. Tu fala, caramba, eu sou um amigo, ele é um amigo. Entendi, entendi. Bom, gente, se a gente não terminar, a gente vai embora aqui. Então, muito obrigado pela presença, pela moral de vocês. Bom, tem que falar da Insider, que é o que eu estou usando aqui agora. Você que está aí, essa daqui, inclusive, é muito estágio.
Vou mostrar aqui. Mas essa é só sua ou está vendendo? Não, tem Insider lá. É só entrar em insiderstory.com.br que tu vai encontrar lá uma porrada de coisa maneira, especialmente porque está na Semana do Consumidor, meu irmão. A Semana do Consumidor, você quer dizer, se tu usar o cupom FLOW junto com os descontos que já tem no site, pode chegar a 50% de desconto. Caramba, maravilha. Estrutura. Ah, é outra história. É tipo morar lá numa cobertura no Recreio. Vou abrir aqui agora o site, então. Abre aí. Então, entra lá.
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Use o cupom FLOW e aí no meio do... Juntando todos os descontos pode chegar a 50%. Então tem o QR Code
o link na descrição. Vai lá ser feliz. Muito obrigado pela moral. Tamo junto. Então quem sabe veremos o Igor na próxima disputa de imbecis versus... No nosso time. A gente vai amassar, irmão. Falou duvido, esquece. Os imbecis vão dominar o mundo. Eu falo meu pau no seu ouvido. Duvido. Meu pau no seu ouvido.
Caralho, o que é isso? Tá maluco. Obrigado. Quer falar mais alguma coisa? As câmeras aí estão pra vocês agora. Não, não quer falar problema não. Obrigado mais uma vez pelo convite, irmão. Tamo junto. Muito brabo sempre estar aqui. Valeu, Igão. Obrigado pela coragem de aceitar a gente no teu podcast aí. Tu é corajoso, irmão. Deu tudo certo. A gente tem... Tem corajoso. A gente tem aqui o amigo Léo, que serve de maestro nesse sentido aqui. Ele vem aqui. Controlador, né? Ele que é o pai desses... Pai não, pai não.
Pazão! Pazão! Pazão! Pé no chão! Pé no chão! E agora eu vou aproveitar então para pedir para vocês acompanharem essa nova etapa na minha vida e na nossa vida. Porque, como vocês viram, eu fui para a Integral Médica e levei os meus amigos junto comigo. Foi o Big Jeff. Dependendo de... Não sei quando esse programa vai ao ar, mas tem outras pessoas entrando na Integral Médica junto com a gente, que eram da empresa antiga, mas também que são de outras marcas. Não tem isso.
de outras marcas nesses conteúdos. A gente não tem essa segregação. Se é amigo, se está afim de gravar, se está afim de usufruir da estrutura que a gente proporciona, vai estar com a gente. Então, aproveito para pedir e convidar vocês a acompanhar essa nova fase, porque a gente vai dar um grau extra agora no bodybuilding, que eu acho que perdeu um pouco daquela essência do bodybuilding de school. Ficou muito... Eu quero ficar grande esse ano, de verdade. Vou voltar a tomar os negócios.
Que esquisito! E lá no canal da Integral Magic, a gente vai fazer várias sagas e vários desafios junto com o meu canal. O meu canal hoje, queria agradecer a espontaneidade de vocês de terem assistido, porque a gente passou de... Por exemplo, só no lançamento da música, somando todos os posts e tal, passou de 20 milhões de views. Excelente. Foi muito top, entendeu? Então, assim, é um sentimento de gratidão enorme pra vocês que acompanham o meu trabalho. E obrigado por confiar e continuar confiando,
Esse ano a gente vai botar ficha para fazer muito conteúdo bacana e de estrutura muito top. Se você viu como foi aqui a saga do Bodybuild do Best Militar, parece que é um programa de TV, aqueles bem feitos, e é realmente, mas a gente está trazendo de graça para o YouTube, então vai ser muito maneiro ver vocês continuando acompanhando essa nova fase que a gente tem mais profissional para poder proporcionar para esses imbecis e para vocês aí para o público.
Boa. Obrigado, Léo, por vir aí mais uma vez. Vocês aí, eu gosto de vocês, cara. Você viu o que eu falei no teu ouvidinho lá embaixo?
O Igor fez questão desse coisa. Ele falou, Léo, por favor, vamos levar o Jabba, o Calero. Obrigado, te adoram. Posso te dar um abraço? Pode. Não, fica aí, cara. Obrigado. Caraca, é meu. Tu veio duas vezes, mano. Amigo sempre. Obrigado, obrigado. Obrigado você, cara. Tá maluco? Não, obrigado você, pô. Não, você, moleque.
a gente aqui. Não, mas aí tu veio, né? Obrigado, pô. Obrigado. Se eu não vi, eu vou ficar em casa o quê? Cafitando. Ficar em casa, mas eu tava. Ficar em casa. Valeu, porque senão fodeu. Vai embora. Tchau, gente. Obrigado. Valeu.
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