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VICE-PRESIDENTE DA KASPERSKY - Claudio Martinelli

14 de março de 202641min
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Esse é nosso quadro chamado Executive Talks, focado no Igor conversar com executivos fodas de grandes empresas pra que ele se torne um CEO melhor. Nesse episódio, recebemos Claudio Martinelli, que é Vice-Presidente da Kaspersky, uma das maiores empresas de cibersegurança do mundo.

Assuntos15
  • Ciberseguranca e Protecao DigitalAntivírus e endpoint protection · Ameaças digitais (vírus, trojans, phishing) · Fraudes online e roubo de dados · Proteção de dispositivos móveis · Segurança em conexões remotas
  • História e trajetória profissional de Claudio Martinelli16 anos na Kaspersky · Crescimento de vendedor a vice-presidente · Gestão de 36 países das Américas · Carreira em empresa multinacional · Evolução profissional e oportunidades
  • Inteligência ArtificialDetecção automatizada de ameaças · Reconhecimento de padrões e impressões digitais · 500 mil novas ameaças por dia · Combinação humano-máquina · Ataques de alta sofisticação
  • Ataques e ameaças digitais específicas no BrasilMalware do boleto · Fraudes com código de barras · Crimes financeiros digitais · Produção de ameaças no Brasil · Golpes adaptados à realidade brasileira
  • Missão corporativa e propósito da KasperskyTransformação da vida em mais segura · Proteção de empresas · Legitimidade da missão · Diferença versus vender produtos prejudiciais · Engajamento de colaboradores
  • Expansão e investimentos da Kaspersky nas AméricasCrescimento de portfólio de produtos · Expansão no Brasil · Data center em São Paulo · Aumento de equipe · Investimento em tecnologia e marca
  • Importância da tecnologia KasperskyReconhecimento técnico da solução · Reputação e confiança · Proteção superior em mercado · Tecnologia diferenciada · Expertise em ameaças locais
  • Trabalho remoto durante pandemia e segurançaAcesso remoto emergencial · Computadores domésticos contaminados · Roteadores vulneráveis · Superfície de ataque expandida · Necessidade de VPN e proteção
  • Fraudes DigitaisGolpes por telefone (engenharia social) · Mensagens falsas de SMS e WhatsApp · Phishing e sites fraudulentos · Deepfakes e voz falsa · Fraudes em plataformas de compra
  • Gestão e LiderançaSeleção por competência técnica e engajamento · Equipe talentosa na América Latina · Importância de soft skills e hard skills · Pessoas competentes e engajadas · Missão como ferramenta de motivação
  • Diferenças culturais e de negócios entre Brasil e exteriorConfiabilidade de serviços (correios, transportes) · Previsibilidade de vendas e forecast · Margem de tolerância e aproximação · Imprevisibilidade do mercado brasileiro · Adaptação a ambientes menos estruturados
  • Transformação digital e produtividadeImpacto da transformação digital na inflação · Trabalho remoto e segurança · Acesso bancário via celular · Proteção em operações industriais · Superfície de contato expandida
  • Desafios de recrutamento em segurança digitalFalta de talentos em cibersegurança · Demanda por engenheiros de software · Déficit de profissionais técnicos · Competência técnica versus engajamento · Dificuldade de pequenas empresas em contratar
  • Educação digital e consciência do consumidorFalta de educação digital · Desconfiança como primeira defesa · Proteção de crianças online · Educação financeira digital · Reconhecimento de fraudes
  • Riscos de segurança em aplicativos e lojas oficiaisAplicativos maliciosos em lojas oficiais · Backdoors em aplicativos · Verificação de criador de aplicativo · Imitação de apps legítimos · Importância de verificar origem
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Você já tomou um golpe, cara? Alguém invadiu teu celular, começou a mexer no teu banco, ou foi roubado e perdeu tudo que tinha no teu celular? Hoje eu vou conversar com o Claudio Martinelli, que é vice-presidente da Kaspersky da América. Isso significa que ele cuida do Canadá até a Argentina. E a gente falou aqui sobre a missão da Kaspersky, mas falamos bastante também sobre como parar de dar mole e tomar golpe, cara. A Kaspersky junto com o Flow, a gente fez uma parceria.

Você vai pagar só metade do valor para usar o serviço da Kaspersky usando o cupom FLOW.

desse jeito, pagando metade e não sendo um grande otário, pronto, sua vida tá resolvida. E ao longo desse papo, você vai entender por que a Kaspersky é o melhor jeito de você ficar protegido contra 99,9% das ameaças, só perdendo quando você é um otário, que aí não tem como, né? Fica aí que tu vai se amarrar nesse papo. Claudio, pra começar, cara, obrigado por vir aí, obrigado pelo teu tempo. E a gente vai falar bastante de... Um carioca fala Kaspersky. Você chama como? Kaspersky. Tá. E tu fica chateado quando as pessoas

falam Kaspersky. Lembrando de mim, tá bom. Beleza. Pois é. Mas você, cara, você é vice-presidente das Américas. É isso aí. Eu cuido de 36 países e alguns territórios. A gente não tá falando de México pra baixo. Estamos falando de Canadá pra baixo. De Canadá até a Terra do Fogo lá embaixo na Argentina. Ou Chile. Não é interessante um... Como é que tu... Vamos lá. Primeiro eu sei que você já tá na Kaspersky há 18 anos. 16. 16 anos.

dá para entender que, bom, tu constrói uma carreira lá, pode ser seis anos, eu entendo. Mas como é ser um brasileiro? É comum um brasileiro numa posição que toma conta, inclusive, dos americanos, dos canadenses e tal? Como é que é estar nesse nível? Eu diria que não é majoritário. Nós, os executivos brasileiros em posições de chefia, ainda não somos a maioria, mas a gente tem alguns combustíveis, alguns talentos que são muito valiosos para empresas internacionais.

Brasileiro está falando. Brasileiro. Brasileiro nasce, vive, cresce e constrói a vida no meio de crises. Falar de crise para brasileiro é falar de situação normal, de temperatura e calor entre uma eleição e outra, entre uma desvalorização do dólar e outra, entre uma hiperinflação e outra. A gente lida com isso. Para um executivo americano, um dólar vale um dólar. Entendi. Para um brasileiro, um real pode valer cinco, seis, quatro, três, dependendo do humor do mercado naquele determinado momento.

A gente lida com incertezas. Como se fosse natural. Porque isso daí é uma coisa, isso daí é um insight que não é muito... A gente não pensa nisso na primeira vez que a gente lida. A primeira coisa que a gente lida, que a gente percebe, um cara que normal, ele vai para Miami porque ele ganhou uma grana e ele vai fazer o enxoval dele lá, vai comprar umas paradas para casamento. Porque isso não é a vida real. Isso não é a vida real.

Turista, você vai para Miami, você vai para Barcelona, você vai para a cidade do México, você está vivendo a vida de turista.

Vivo a vida de trabalhador, viajante, eu sou um turista de negócios e eu acabo me envolvendo mais com a realidade dos meus pares, das pessoas com quem eu trabalho, que estão nesses lugares. E eu vejo que a gente tem uma capacidade de pensar fora da caixa melhor. Eu vejo que a gente tem capacidade de pensar mesmo que não tenha caixa. Então esse é um talento que a gente tem e que deve ser muito valorizado. Quando que eu percebi isso? É uma construção.

uns 20 anos. 16 deles na Kaspersky. E eu fui percebendo que aquela famosa expressão que a gente diz, síndrome do cachorro... De vira-lata. De vira-lata. A gente tem que abandonar isso, cara. O brasileiro não é pior do que outros. O executivo brasileiro não é pior do que outros. Também não é melhor. É diferente. Ele tem um conjunto de habilidades diferentes por conta de quem a gente é. Então, se a gente constrói as nossas competências profissionais em volta dessas habilidades diferentes,

torna um profissional requisitado, desejado e que pode fazer muito por organizações globais por conta destas competências que a gente aprende desde casa. O ônibus não chega na hora. O Correio, eu lembro de uma história de um amigo meu. Eu lembro da história de um amigo meu, também executivo internacional, apresentando uma cotação, uma proposta comercial para um grande contrato de governo. Tá bom, milhões de euros lá na Alemanha.

proposta, tal, imprimiu, botou num envelope, selou, deixou na mesa da recepção pro correio pegar e entregar no dia seguinte. Falei, cara, você vai confiar no correio pra entregar uma proposta que você tem que entregar amanhã às 10 horas da manhã? Sim, vai chegar. Eu não tenho nenhuma dúvida que vai chegar. Que coisa, né? Eu nem consigo imaginar como é. A gente não sabe quanto tempo demora pro correio entregar o negócio da China de Curitiba pra São Paulo, né?

Ô Claudio, eu não confio que eu vou pagar pra chegar amanhã às 10 e vai chegar. Eu, na minha vida,

Muitas vezes tive que pegar o avião para levar essa proposta para um cliente. Eu fui vendedor durante muito tempo da minha vida. O que me trouxe a posição que eu estou hoje é porque eu vendia bem, em resumo. E falo um pouquinho também. Então isso me fez chegar até aqui. E muitas vezes eu tive que pegar um avião, vou daqui para o Rio de Janeiro, daqui para Brasília para entregar uma proposta em mãos para ter a certeza de que você não depende de outra pessoa para fazer isso funcionar. Então voltando ao aspecto desse gerenciamento da imprevisibilidade,

É porque o alemão não precisa se preocupar com essa imprevisibilidade. O inglês sabe o horário do metrô, ele chega na estação cinco minutos antes do trem chegar e o trem vai chegar cinco minutos depois. A gente, digamos que, lida com uma sequência, um caos cotidiano. Eu entendo e faz todo sentido que se a gente parar para pensar, você que está ouvindo a gente, para para pensar aí que as coisas são na nossa vida, em geral, mais ou menos,

É assim, a sensação é, que horas tem que estar lá? Duas horas. Mais ou menos duas horas. Quanto é que tu vai pagar de cartão de crédito esse mês? Mais ou menos tanto. É tudo mais ou menos ali mesmo. Exato. E a gente sabe lidar com essa margem de tolerância. É um benefício. Agora, isso também é um problema profissional. Porque essa margem de tolerância, que para a gente é grande, para os gringos não é tão grande. Eu tenho que explicar para o meu chefe,

que no Brasil prever vendas é meio difícil, no México tem mais ainda. Então, a previsibilidade do forecast de vendas, quanto que a gente vai fazer de vendas daqui a dois meses, daqui a três meses, daqui a quatro meses, eu não sei o que eu vou comer amanhã. Então, isso é um problema que o brasileiro tem que aprender a gerenciar também. O executivo internacional espera que a gente seja mais assertivo de uma maneira geral. Entendi. Mas qual foi o principal desafio que tu encontrou

Chegou na Kaspersky 16 anos atrás. Você me contou que nessa época, para a América, Kaspersky é uma empresa russa. É uma empresa russa. Global. Global, mas ela nasce. Nasceu na russa. O criador é um russo. O criador é um russo. 27 anos atrás. A Kaspersky começou inventando um engine, um conjunto de motor de antivírus e vendia como OIM. Ou seja, vendia para outras empresas colocarem nas suas marcas.

Depois nós abrimos a operação B2C, ou seja, para consumidor final, uso doméstico. Depois nós fomos para SMB, Small Medium Business, médios negócios, corporativos. Crescemos para enterprise, agora industrial, vamos para governo. Então a gente vai desde o usuário doméstico, que tem o nosso produto no telefone celular dele, no computador dele, até uma organização de governo com 80 mil máquinas, 100 mil máquinas, a gente vai, vai de todo esse lugar. E o que me fez chegar?

a Kaspersky tinha seis pessoas para tomar conta na América Latina inteira. Naquela época era do México até a Argentina. Eu entrei pelo varejo, vendendo caixinha de antivírus em supermercados, lojas de informática e etc. Isso quase não existe mais porque ficou tudo digital. Mas esse foi meu início na Kaspersky. Depois eu assumi esta posição mesmo de consumo para a América Latina inteira. Incorporei a venda digital que estava crescendo muito, que hoje meus amigos da área de digital tomam conta.

Você sentiu essa ascensão do digital em que época? Isso a partir de 2012, 2013. Coincide com a ascensão das redes sociais também? Exatamente. E o Brasil entrou muito rápido nisso, porque o Brasil é muito conectado. A gente compra passageiro pela internet, compra carro pela internet, compra geladeira pela internet. A gente faz tudo pela internet. Tem uma pedação da sociedade brasileira que investe em criptoativos também? Tudo isso. Então o Brasil foi precoce.

Essa montanha antes de outros países da América Latina. E eu estava no lugar certo. Então eu fui de novo para a América Latina. Depois, em 2014, a empresa me convidou para ser o gerente geral do Brasil. Voltei para o Brasil, mas em vez de só B2C, só consumo, corporativo, consumo, digital, todos os segmentos de negócio para a operação do Brasil. Nesse momento aí, a tua vida piorou ou melhorou? Ela ficou mais complexa, mais gente trabalhando comigo, mais gente para escolher, para crescer esse negócio.

E qual foi o cálculo que tu fez para aceitar essa posição? Nenhum. Cara, se você está na vida corporativa, aprende o seguinte. Cavalo passou selado, sobe em cima, depois você vê se dá certo ou não dá certo. Você vai perder a oportunidade? Não, você tem que estar preparado para o seu próximo passo. Eu estava. Tu sabia qual era o teu próximo passo? Quão importante é saber qual é o próximo passo? É um pedaço grande da resposta. Saber o que você pode fazer, além daquilo que você está fazendo,

importante, mas você tem que pensar que se alguém está tomando decisão por você, você tem que estar preparado para entender que é a posição que você imaginava ou talvez meio de ladinho. Você viu, eu fui para B2C, depois eu fui para gerente geral e agora eu sou diretor da empresa, vice-presidente da empresa para o que é o mercado corporativo da América inteira, tomando conta desde os canadenses até os argentinos.

Então, eu acho que uma vantagem, de novo, que o Executivo Brasileiro tem é essa flexibilidade de meio que se adaptando a essas coisas. É importante saber o que você vai fazer? É. É importante ter educação, ter conhecimento. Ler um pouquinho, não parar de estudar. Para montar no cavalo selado que passa na sua frente? É. Mas as coisas às vezes surpreendem, né? Nem tudo está sob seu controle. Entendi. Faz sentido. Então tá, aí tu chega nessa posição aqui no Brasil,

coisas que você não lhe dava antes, mas pelo visto funcionou. Funcionou. Qual era o principal, nessa época aí, um pouquinho, quando você se torna o cara que cuida lá de cima até lá embaixo, qual era, o que era a tua meta? O que é Kaspersky? Nessa hora... Nessa hora era um objetivo pequenininho. Claudião, seu objetivo é dobrar a empresa. Só isso, dobrar a empresa. A gente dobrou. O que você fez pra dobrar então? Assim, em poucas palavras aí,

É difícil falar em poucas palavras, mas sei lá. Talentos. Pessoas. Pessoas. É fundamental. Eu digo... A gente está vendo o mundo esquisito que a gente está vivendo. É Muro, é Groenlândia. Não preciso dizer que é um mundo complicado politicamente. O que sustenta a minha empresa, eu sempre digo para os meus colaboradores, para as pessoas que trabalham comigo, são dois pilares, entre outros. Mas estes dois são fundamentais. A gente tem tecnologia,

muito boas. Tem tecnologias que o técnico, quem conhece, fala ninguém reconhece mais do que a Kaspersky. Ninguém me protege melhor do que a Kaspersky. Pode ser que eu não tenha o melhor marketing do mundo, ok? Mas reputação eu tenho. Segundo, pessoas. Eu tenho uma equipe de profissionais talentosos na América Latina inteira, capazes de me deixar tirar férias sem eu precisar trabalhar durante uma semana ou dez dias. Eu tenho gente competente e engajada. Mas sabe por quê?

Porque eu tenho uma missão legítima. A missão de quem trabalha na Kaspersky, cara, você ajuda a transformar a vida das pessoas em uma vida mais segura. Você ajuda a transformar a vida das empresas em uma empresa mais protegida. Não é legítimo isso? É lindo, mas como é que tu ensina o cara? Imagina se eu vendesse cigarro. Que missão horrível, né? Então, a minha missão é uma missão nobre. Então, esta nobreza, essa legitimidade, me ajuda a ensiná-lo. Porque eu só tenho que dar a missão

técnica, porque a missão comercial já está embutida por essa questão de a gente fazer uma coisa que é boa para todo mundo. A gente não prejudica a vida de ninguém, a gente concorre e compete. Eu tenho que ganhar dinheiro, meus funcionários têm que ganhar dinheiro, a empresa tem que ser rentável, competitiva, mas oferecendo para o cliente algo que é realmente útil, que é realmente algo que vai fazer com que a vida dele seja mais produtiva e mais segura.

Porque quando você usa o seu telefone celular para usar o seu banco, você está ganhando produtividade. Você não tem que ir na agência. Concorda? Tem uma pesquisa, acho que essa é muito boa para a gente falar. A Organização Mundial do Comércio diz que a transformação digital é responsável por reduzir a inflação mundial em 1%. Legal. Porque você faz coisas mais rápidas, mais baratas. E produz mais. E produz mais. Isso não gera inflação.

Ao contrário, reduz um pouco a inflação mundial. Então, a transformação digital, quando eu protejo a transformação digital,

Use o seu celular no seu banco, na sua rede social, no seu cartão de crédito e etc. De uma maneira mais segura, estudar a produtividade. Quando eu falo para uma empresa, olha, a tua área industrial está protegida, você pode se comunicar às suas fábricas porque ninguém vai acessar seus dados. Ele interliga as plantas, as operações, ele tem mais visibilidade, ele tem mais produtividade. Imagina isso durante a pandemia.

quanta gente estava trabalhando remoto. Então, de novo, é fácil de você explicar a missão. Então me dá o espaço para explicar as técnicas, os conhecimentos, aquilo que é bits and bytes para os meus colaboradores e para os revendedores que vendem Kaspersky na região toda. Isso me ajuda, me dá um norte. Entendi, entendi. E você me perguntou de riscos, desafios que eu tive para chegar aqui. Tem um risco na América Latina?

O risco não, é uma característica. Falta de talentos competentes na área de segurança digital. É o cara competente ou é o cara que acredita na missão, cara? Eu vou te falar como é a... Aqui a gente tem no time do Flow, felizmente, todo mundo, ou me parece que todo mundo, acredita no que a gente está fazendo. Isso é muito importante porque, especialmente aqui, como as coisas funcionam, elas são meio assimétricas, entendeu? Ninguém, tirando a parte do administrativo lá,

Ninguém trabalha 8 horas por dia. Dentro de 8 e até um horário normal. 19 a 6, sei lá. Aqui é, porra, meu irmão, pode ser que tu não venha aqui segunda e terça, mas talvez tu tenha que estar comigo num lugar no domingo. Entendeu? Então o cara, ele queima, ele precisa querer. Isso eu suponho que ajustando a razão de ser das empresas e das marcas, é muito importante que quem está lá ajudando as coisas,

acontecer, seja, compre a ideia, vista a camisa. Você, na tua posição, é um tanto mais fácil. Tu já tá aí há 16 anos, tu viu crescer, tu foi reconhecido, de certa forma, tá na posição legal e tal. Agora, o cara que tu tá procurando pro teu time, como é que tu convence ele? Então, eu consigo convencer porque eu sou uma multinacional, eu tenho reputação, o técnico quer trabalhar comigo. Tá. Só não existe o técnico mesmo. Esse é o ponto. Nós produzimos, a América Latina inteira, o mundo inteiro, produz

menos engenheiros de sistema, engenheiros de softwares, matemático, cientistas da computação, do que precisamos. E a comunidade de segurança digital está dentro disso. Então não adianta só você querer, não adianta só você estar engajado, não adianta só, puxa, eu adoro a Caspersky, eu adoro trabalhar com os produtos da Caspersky. Se você não sabe, se você quer dirigir uma Ferrari, você me contou que você já dirigiu uma Ferrari, se você não souber dirigir a Ferrari, você vai bater a Ferrari no poste.

Esta competência que eu estou dizendo é competência técnica mesmo. Eu posso escolher as pessoas por engajamento, por princípios éticos, por relacionamento pessoal, mas esses soft skills que a gente fala tem que vir acompanhado de hard skills, de conhecimentos, de coisas que tem que produzir. Não é uma casa de caridade, a gente não está aqui para fins,

não lucrativos. A gente está aqui para trabalhar e produzir e entregar para os nossos clientes aquilo que eles querem, que é a expectativa de proteção. É, dentro do sistema que a gente vive, você só consegue chegar mais perto do teu objetivo ganhando mais dinheiro. Isso não dá. Ganhando mais dinheiro com gente competente para fazer eu ganhar mais dinheiro. Eu também. Você sabe aonde faz mais falta esse talento? No meu cliente.

Meu cliente tem muita dificuldade para contratar gente em cyber security. O revendedor da Kaspersky. Os grandes, vamos dizer, um big bancão,

o suficiente. Eles acham, tem profissionais. Mas imagina que o Brasil é um país onde 96% das empresas são de médio porte ou pequeno porte. Para esse cara contratar um profissional de segurança digital é mais difícil dele achar que ele está concorrendo com gente mais poderosa. Isso quando ele percebe que precisa, né, Claudio? Também tem isso. Agora, primeira dica. Você tem um filho com 17, 18 anos, manda ele estudar segurança digital, não vai faltar emprego para ele e o salário é bom.

Bom, segurança digital, gostei. Tu estava falando que durante a pandemia, de fato, como a Caspersky funciona, ela ajuda a conectar as coisas, dar mais segurança e tu entender melhor. Mas durante a pandemia, cara, eu fico pensando que teve muito mais ataque também. Mas sem dúvida nenhuma. Vou te dar um exemplo. Como vocês lidam com os caras? Porque é uma corrida de gato e rato que a gente... Isso aí meio que todo mundo sabe, é uma corrida de gato e rato. É verdade.

Eu vou te explicar porquê, mas depois. Mas imagina a pandemia, de uma hora para outra. Os nossos funcionários já estavam preparados. Todos eles tinham notebooks, VPN, conexões remotas. A gente trabalhava mais tempo fora do escritório, dentro do escritório. Então, para a gente, não mudou muito a nossa vida. Mas para os nossos clientes, o gerente de contabilidade de uma indústria de alimentos em Osasco, aqui em São Paulo. No dia seguinte, ele não pode mais ir para a empresa, mas ele tem que continuar entregando os relatórios de contabilidade.

O que ele faz? A empresa deu um jeito de fazer uma conexão remota com o PC da casa dele, porque ele não tinha notebook, ele usava o PC do escritório. Deu um jeito de fazer uma conexão pra ele acessar remotamente os sistemas através do PC que ele tinha em casa, que o filho dele usava pra jogar. Entregar trabalho de escola e acessar sites de conteúdos adultos. Carregado de vírus. Carregado de piratas. Uma porta de entrada pra ameaças fantástica. E ele conectou no computador, no serviço.

E nesse exato momento o PC doméstico virou uma arma contra a empresa. As empresas tiveram que investir em segurança para criar barreiras nessas conexões remotas. E não é só o colaborador, é o corretor, é o vendedor externo, é o fornecedor da agência que trabalha com essa empresa. A gente chama de superfície de contato. Dobrou, triplicou. Aí você fala, não, mas aí a empresa deu, logo em seguida deu o notebook. Acabou o notebook.

nas lojas de varejo, porque as empresas precisavam de PCs portáteis para os seus funcionários. Foi um estouro de venda de PCs nessa época da pandemia. Só que o que tem na sua casa para conectar os PCs, o Playstation, o telefone celular? Tem lá um roteador. Tem um roteadorzinho. Alguma vez você atualizou o software do seu roteador na sua vida? Então, calma que eu gosto um pouco de computador. Eu sim, mas todos os meus amigos não. Perfeito.

O que eu faço com os meus amigos, inclusive? O vírus não está no computador, porque o computador é da empresa, protegido, tal, com as partes instaladas, bonitinho, legal, mas o roteador está direcionando, em vez de... Vou usar um site como exemplo, bancodobrasil.com.br. E o roteador está lá, foi adulterado por um acesso remoto, e quando se digita bancodobrasil.com.br, ele vai parar no bancodobrasil.bt em Botsuana. E o roteador é o vírus.

da história e você nem se ligou e caiu num site falso. Você nem se ligou. Eu nem sabia que isso era possível. É possível. Dá para fazer uns três programas só para contar de pragas que a gente descobriu no Brasil e no mundo. A gente é bom aqui no Brasil em dar esses golpes, né, cara? O Brasil produz 35% de todas as ameaças digitais voltadas a crimes financeiros do mundo. Olha que absurdo. A gente exporta mal. Lembra aquela característica do brasileiro

de pensar sem ter a caixa, como tudo, ela pode ser usada para o bem ou para o mal. Há uns anos atrás, nós descobrimos uma ameaça criada aqui no Brasil, que a gente chamou de malware do boleto. Usando uma praga internacional, criminosos do Brasil inventaram um jeito de contaminar o seu PC, o seu telefone, e quando você ia apagar o boleto da escola do seu filho, o código de barras estava alterado. Em vez de ir para a conta da escola,

a conta de um laranja. O que ele fazia? Na hora que você abriu o boleto, ele sabia e alterava. E você pagou e de repente a escola te liga e fala, cadê o pagamento? Já paguei, está aqui o comprovante. Essa conta não é minha. Tem que pagar de novo. E a gente descobriu alguns anos atrás. Como que a gente descobriu? Porque a gente tem capacidade de investigação aqui. Começou a pitar uns alertas nos nossos sistemas de monitoramento internacionais.

Que diabos é esse conjunto de caracteres de 54 caracteres? Porque o código de barra é grandão.

Que diabos é isso? Boleto é uma jabuticaba, só tem no Brasil. Que diabos é isso? Só tem no Brasil. O que pode ser esse negócio? Os nossos analistas pesquisando e de repente um analista nosso na Europa, na matriz da empresa, fala com os nossos analistas aqui no Brasil. 54 posições começando com 237. Começando com 0,31. Começando com 0,33. O que é isso? Código dos bancos brasileiros.

Boleto, código de barra de pagamento de contas. E aí a gente descobriu essa gangue, essa quadrilha, conseguimos coletar informações e colocar dentro das nossas soluções a proteção do malware do boleto. Entendi. Então, isso é uma coisa que a gente consegue fazer porque a gente é especializado nas jabuticabas brasileiras. E aí, se a gente for pensar no... A gente falou um pouco aqui e entende por que grandes corporações, bancos, etc.

precisam desse tipo de solução. Acho todo sentido. E você estava falando também que a tecnologia que vocês usam é incrível, de ponto reconhecido pelos próprios técnicos e tal. Mas o cara que está lá, a minha mãe, ela nem sabe que ela precisa de um antivírus. É pouco chamar o Kaspersky de antivírus? É pouco. Porque vou te dar mais ou menos uma estatística. Apenas algo em torno de 20% das ameaças digitais a gente pode chamar de vírus. Você tem fraudes,

Você tem trojãs, você tem sites falsos, você tem phishing. Phishing é aquela mensagem falsa por SMS, WhatsApp, etc. Que acha que você está indo para um lugar e está indo para o outro. Você tem um montão de técnicas para enganar o consumidor final ou o cliente corporativo que a gente não pode classificar de vírus. Vírus, de uma forma muito simples, é um código, um programa, que se instala na sua máquina, no seu PC ou no seu smartphone.

Mas muitas ameaças não têm instalação. Não tem nada lá dentro da máquina. É o site que está falso. É o endereço que te mandaram pelo correio eletrônico que te leva a uma fraude do mercado livre, da Americanas, do Amazon, sei lá, qualquer um desses. Então, se eu falar antivírus, eu estou fazendo pouco pelo meu cliente. Estou protegendo 20% das necessidades dele. Hoje, o nome que a gente usa mais exato é Endpoint Protection.

o dispositivo. Ou End User Protection, proteção da pessoa que usa esses dispositivos. Então ele tem que integrar automação, resposta, tem que fazer o que sua mãe nunca vai fazer, que é responder a ameaça simplesmente porque ela instalou um produto que entendeu o que está acontecendo, removeu aquela ameaça e não deixou ela entrar no site falso. Tem que fazer tudo isso de maneira mais ou menos automática para que o meu filho, o seu pai, a sua mãe, o vizinho da

que ainda consigam usar sem precisar ser um gênio de tecnologia. Não tem tantos Claudios ou Igors no mundo que fuçam um pouquinho no computador e sabem. Para falar a verdade, eu durante muito tempo fui suporte técnico da família inteira. Eu já fiz muito bico de arrumar computador dos outros. Então, tem que ser automatizado. Então, ele tem que ser mais do que um antivírus que reconhece um vírus e elimina o vírus. Não tem outras ameaças que ele deve fazer esse papel também. Entendi.

mas hoje o teu desafio é fazer as pessoas, o consumidor final, a minha mãe, perceber que precisa de uma proteção? Eu acho que o número de ameaças, o número de fraudes, de casos, está tão disseminado, está tão presente na mídia. Eu lembro, alguns anos atrás, você ver uma notícia de uma fraude digital era raro. Hoje, todo dia tem notícias de fraude digital.

Bandeirantes tem um quadro de olho no golpe, a Globo fala sobre isso, todas as mídias falam sobre isso muito. Eu já fiz um podcast, inclusive, para a Amazonar, que o nome era Manual para Não Ser Feito de Otário. Exato. Que era falar só de golpe. Eu acho que a preocupação já existe. A noção de que precisa estar protegido existe também. Mas a gente sabe que a educação e a cultura para se proteger ainda não está disseminada. Eu vou fazer um paralelo. Educação financeira.

financeira. Poucos. Educação digital. Poucos brasileiros têm educação digital. A gente não tem educação digital para tomar conta dos nossos filhos e ameaças como stalking, pornografia infantil. O nosso produto é capaz de, inclusive, proteger crianças. Então deixa eu te fazer uma pergunta que eu... Vamos ver como tu vai me responder. Diga-me. Que tipo de ameaça que o teu produto não é capaz de salvar a minha mãe?

que um ataque chegaria e escaparia das coisas que a Kaspersky está olhando no celular da minha mãe? Vamos lá. Uma fácil? Alguém ligou para o telefone da sua mãe e falou, eu sou do Banco X, sua senha está vencida, por favor, vamos trocá-la. Me confirme os dados da sua conta corrente e sua mãe fala os dados da conta corrente. Não tem antivírus que... Não tem o que fazer com tecnologia no mundo. Não. Não ser otário. Isso é bom senso.

exemplo, você recebeu uma mensagem de WhatsApp dizendo que tem uma televisão pela metade do preço num site que parece aquele site de compra. E você acredita nessa história. Você vai cair no golpe. Por mais que eu possa proteger um endereço falso no seu computador ou no seu celular, se você insistir em clicar, não vai ter jeito. Não vai ter jeito. Então, eu sempre faço essa recomendação. Recebeu uma promoção que parece conto de fadas? Por que é conto de fadas?

Admita que pode ser fraude. Primeiro, quer dizer que essa TV aqui no site X está baratinha? Em vez de você clicar naquele link, que é muito mais fácil, digita www.sitedevendas.com.br e vê se a promoção está lá. Se tiver, se for verdadeira, vai estar lá no site. Entende o que eu digo? Então, ser desconfiado é um... Ser desconfiado é a primeira coisa. É muito importante. É quase tão importante como estar bem protegido.

Prudência é sempre bom. Desconfiar é sempre bom. A gente ajuda. Por exemplo, no meu telefone, eu tenho um dispositivo que impede de chamadas fraudulentas, de spam, de tentativas de cobranças falsas, cheguem até mim. Mas é claro para o usuário, quando liga já aparece... Já aparece na hora e você vê as mensagens de uma possível fraude identificadas... Entendi. Sem problema algum. Possível fraude, legal. Possível fraude. E aí tem algumas aqui que são chamadas mesmo,

lista de espampo. Interessante, cara. Então ele me ajuda a que o meu desconfiômetro funcione melhor. Essa é a grande beleza desse negócio. Mas o desconfiômetro precisa existir. Precisa existir. Porque se você recebe uma chamada dessa e ainda assim você atende, daí pra frente, amigo, é com você. A gente ajuda. E mais, em tempos de inteligência artificial, deepfake, voz falsa, imagem falsa,

isso aqui é ainda mais importante. Porque um ser humano comum não consegue diferenciar o George Clooney real do George Clooney falsificado. A gente estava vendo aí a moça que estava apaixonada pelo Brad Pitt, foi buscar ele no aeroporto. Exatamente. Então, em tempos de inteligência artificial em uso pelos criminosos digitais, contar com uma ajuda profissional, uma ajuda automatizada, é fundamental. Até porque, às vezes eu vejo, inclusive em grandes empresas, erros do tipo,

produto, o meu ou de qualquer um, é next, next, next install. Próximo, próximo, próximo install. E o produto vai funcionar do jeito standard. Pode não ser a melhor alternativa. E outra, às vezes a gente baixa um programa que a gente até confia ou imagina que seja limpo e você vai no papo do next, next, next install e coloca uma barra no teu navegador. Instala um cavalo de troia.

junto com esse produto. Eu não lembro a última percentagem. Eu não sei se isso mudou muito de um ano pra cá. Mas se não me engano, há um ano atrás, dois anos atrás, ao redor de 20% dos aplicativos nas lojas oficiais do Android e da Apple tinham algum tipo de ameaça, um backdoor. O que é isso? Eram falsos tudo que você pode imaginar. Na loja? Estavam lá. É difícil de pegar. É realmente difícil de pegar.

Você vai instalar, olha o criador. Quem criou aquele negócio? Você vai instalar o aplicativo do seu banco. Veja se o criador que está lá é bancodobrasil.com.br. Veja se quem carregou aquele aplicativo na loja pertence à empresa, à instituição que está querendo que você use. Uma vez a gente achou um desses aplicativos que imitavam o site de banco e o dono do aplicativo era um tal de Rubens da Silva. Para a gente é muito fácil.

quando você está prestando atenção. Quando você está prestando atenção. Nós que somos especializados, a gente vê esses sinais, a gente sente o sinal de fumaça fácil. Cláudio, você estava me falando que você vai para Moscou ainda essa semana. Você vai lá participar da reunião de kick-off da Kaspersky no mundo inteiro. Toda a operação da Kaspersky, todo mundo vai lá agora entender qual é a missão desse ano, provavelmente. Isso aí. O que você pode me falar do que esperar

A gente está crescendo muito o nosso portfólio de produtos nas Américas. A gente está trazendo tecnologias que antes a gente vendia em outras regiões para vender aqui. Então o conjunto de soluções que a gente oferece para os usuários domésticos e para os usuários corporativos está crescendo. A gente está atualizando alguns componentes, alguns benefícios dos nossos produtos

Sociologias mais proativas, mais automatizadas, mais inteligência artificial. A gente fala de inteligência artificial já faz 12, 15 anos na Kaspersky. Inteligência artificial, só para explicar para o povo, nada mais é do que um conjunto de fórmulas associado a uma base de dados enorme para te responder automaticamente as suas perguntas. Isso te ajuda a manter o teu sistema seguro? Impossível de fazer sem.

por dia, todos os dias? Quase 500 mil novas ameaças por dia. Todo dia. Só com robô. Bilhões. Só com robô, com programas automatizados, com algoritmos, para descobrir 99,9% dessas ameaças de forma automatizada. Como é que nossos robôs fazem isso? Um criminoso, para criar essa ameaça nova, ele usou um pedacinho de uma que já existia. Tem impressões digitais,

traços. Ah, olha, esse daqui está ligado a um IP que está naquele país que também produziu aquela ameaça. Já vi isso antes. Já vi isso antes com outro nome, com outra cor, mas já vi alguma coisa. Então, esses robôs, esses algoritmos criam interconexões e conseguem, a partir desses traços, dessas impressões digitais, identificar a maioria, a grande maioria das ameaças de maneira antecipada e automatizada. Só aquilo que é realmente novo,

ataques direcionados, ataques de alta sofisticação tecnológica, a gente conta com a colaboração de um ser humano para colocar bom senso na máquina. Então, essa combinação de um ser humano com uma máquina super azeitada, eu acho que é uma grande vantagem que a gente tem. Entendi. Bom, a gente abriu esse parênteses aqui, mas tu estava falando dos novos produtos que eles vão trazer para as Américas. Ah, sim, sim. Então, mais tecnologia, mais soluções, um portfólio maior, mais gente. A gente está crescendo, nossa equipe da América Latina,

especialmente no Brasil. O Brasil se tornou alvo de criminosos internacionais além dos criminosos brasileiros. O Brasil foi sede da COP recentemente. O Brasil teve a Olimpíada e a Copa do Mundo. O Brasil é visto internacionalmente com os acordos com a União Europeia, por exemplo. Tudo isso desperta interesse. A gente está começando a falar de... A nossa cultura está chegando um pouquinho mais longe também. Cinema, os prêmios que a gente vem sendo reconhecidos.

Então, isso atrai a atenção também de quem quer obter dinheiro fácil. Então, por este motivo também, entre outros, a gente está investindo no Brasil em mais pessoas, mais atividades, mais reconhecimento de marca, mais recursos tecnológicos. A gente trouxe um dos data centers globais da Kaspersky para São Paulo.

atualizações dos nossos produtos aqui no Brasil, não dependemos de ter um data center do outro lado do Oceano Atlântico. Então tudo isso, todos esses investimentos reforçam a nossa vontade de crescer no Brasil, de fazer essa se dobrar a empresa de novo nos próximos anos. Entendi, entendi. Boa sorte então, Claudio, que ficar dobrando as coisas parece complicado. Obrigado por vir aí, obrigado por compartilhar aí um pedação na real da tua experiência.

causos. É? Opa. Deve ter uns causos maneiros. Tem uns causos interessantes. Não posso falar o nome do santo, porque sigilo e confidencialidade é muito importante no nosso negócio. Eu sempre digo que os nossos clientes não gostam de falar para os criminosos qual é a arma que ele usa para combater ele, certo? A estratégia de defesa envolve confidencialidade. Então, eu não vou citar o santo, mas os milagres a gente pode dizer o que acontece. Legal, legal. Então, você que está assistindo aí, cara,

Já me diz aqui se você está afim desse conteúdo, que a gente pode... Bom, quando ele estiver no Brasil, né? Porque o cara fica... Quantas viagens tu fez aí o ano passado? Ano passado, ao redor de 21, 22 viagens internacionais. Quando ele estiver no Brasil aí, vai, comenta aqui para eu saber se vocês estão afim de saber desses causas aí, e eu sei que você está, que aí a gente faz um outro conteúdo quando o Cláudio estiver aqui no Brasil.

Cláudio, obrigado pela moral. Prazer. Valeu mesmo. E você aí, espero que tenha anotado coisas que surgiram aqui nesse papo, tá?

Desconfie. Não clica no primeiro negócio que chega na tua frente, por favor. Talvez a melhor dica disso aqui tudo que a gente está falando. A segunda melhor talvez seja, proteja-se. Desconfie, mas proteja-se com o Kaspersky. Você encontra aí nas lojas digitais dos celulares facilmente. Lojas digitais, revendedores, nosso próprio site. Vai lá. A gente tem, de uma forma ou de outra, a gente vai entregar toda a nossa tecnologia.

para você. Pode contar com isso. E o que mais? Você anotou? Você que está pensando em trabalhar e ser um executivo e talvez... Bom, o Claudio tem uma história sensacional de 16 anos, mas não foi o tempo inteiro de executivo. Teve uma construção. A gente contou um pouco dela. As pessoas veem onde eu estou, mas não os tomos que eu levei. Mas tem uma construção. Eu acho que como executivo, como profissional, a dica é não para de estudar. Seja curioso. O mundo está mudando demais.

e você parar no passado, você fica obsoleto. Sensacional. Então, muito obrigado por assistir. A gente vai deixar aqui no comentário fixado todos os links que você precisa saber para alcançar facilmente, por exemplo, o Cláudio nas redes sociais. Segue o Flow aqui, clica em inscrever aí, dá o like nesse vídeo e manda para o teu amigo, manda para o teu grupo aí na faculdade, os caras que estão estudando, a galera de TI ou para a tua mãe, para ela entender que talvez ela precise, no mínimo, ser mais desconfiada. Eu falo isso.

usando a minha mãe como base. A tua mãe e a mãe de crianças que precisam protegê-las. Não posta foto de filho com o uniforme da escola. Pelo amor de Deus. Por favor, vamos preservar as nossas crianças. Então, obrigado. Obrigado mais uma vez, Cláudio. E a gente se vê depois, tá bom? Beijo.

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