WHINDERSSON NUNES + EMANUEL - Flow #568
Whindersson e seu amigo pequeno.
- Filosofia ExistencialismoControle e livre arbítrio · Estoicismo como arte de viver · Aceitação do incontrolável · Poder de escolha · Vivência do momento presente
- Quaresma e Tradicoes ReligiosasJesus Cristo · Deus em tudo · Livre arbítrio · Poder da escolha · Diferentes religiões · Espiritualidade
- Estoicismo e filosofia de vidaControle da reação · Poder da escolha · Aceitação do não controlável · Zenão de Tebas · Viver no presente
- Desafios PessoaisGarçom a celebridade · Mudança de perspectiva · Perda de filho · Problemas com alcoolismo · Resiliência
- Trajetória e amizade com WhinderssonComo se conheceram em Fortaleza · Trabalho criativo conjunto · Processo de criação de shows e piadas · Dinâmica de amizade e apoio mútuo
- Stand-up ComedyProcesso criativo de piadas · Contação para amigos antes de palco · Comunicação através do humor · Respeito ao próximo · Alcance e impacto
- Redes sociais e famaAlgoritmos e viés das plataformas · Números de seguidores vs qualidade · Pressão da exposição · Privacidade e relacionamentos · Saúde Emocional
- Politica e LiberdadeLiberdade de expressão · Não imposição de pensamento político · Direitos básicos · Segurança pública · Diversidade de pensamento
- Desastres naturais e solidariedadeEnchentes no Piauí · Alagamentos em Minas Gerais · Arrecadação de doações · Responsabilidade social · Organização de ajuda
- Legado PessoalO que deixar após morte · Avenidas com nome · Influência pessoal · Ser veículo de paz · Memória e homenagem
- Linguagem e ComunicaçãoEscolha de palavras · Adaptação de linguagem · Inclusão através da linguagem · Nomes e identidade · Palavras inventadas
- Turismo em RoraimaTailândia e práticas culturais · Respeito a diferentes tradições · Comparação cultural Brasil vs outros países · Cannabis em outros países · Aprendizado intercultural
- Tabagismo e saúdeDesafio de parar de fumar · Incentivo financeiro · Recaída · Hábito vs vício · Comparação com outras substâncias
- Cinema e SériesAvatar e crítica · Batman como personagem · Monty Python · Filmes distópicos · Análise de narrativas
- Geopolítica de Trump, Xi e PutinIsrael e Hamas · Índia e Paquistão · Noticiário e desinformação · Cobertura de guerras · Impotência individual
Salve, salve, família. Bem-vindos a mais um Flow. Eu sou o Igor e hoje eu tenho uma mesa e meia aqui com o Whindersson Nunes. E aí, cara, como é que você tá? Tô bem demais. Bão demais. Graças a Deus. E tem aqui o nosso amigo Emanuel. Como é que você tá, cara? Tô bem demais. Caraca, você tá muito estiloso. Obrigado. Ele tá meio Matrix, né? Tá, ele tá o Neo. É só uma vez que vem no melhor podcast do país. Pode não ser só uma vez, mas não é toda hora, com certeza, né? A última vez que o Whindersson veio aqui faz um tempão, cara.
faz um tempão, cara. Tá vendo? Tu demora, tem mó vacilão, cara. Não, não. É bom pra viver em outras coisas, né? Pra poder, quando vier falar, não vai andar na mesma coisa, falar de outras coisas. Esse moleque aqui é visão demais. Tô entendendo porque que tá andando com ele agora. Tem que viver novas coisas pra vir e falar tudo. É. Ou seja, não pode tão, portanto, não pode ser só uma vez também, certo? Sim, sim. Aí. Eu falei como se fosse a primeira vez, tipo, eu vindo assim.
Eu já vim com ele outra vez acompanhando. Achei muito massa. Tu chamou também. Vem aqui depois contar e tal. E pronto. Aí. Obrigado por virem.
aí, cara. Vai ser divertido, vai ser maneiro. Olha, eu queria mandar um beijo aí pros nossos patrocinadores de hoje. Que é a Insider Acer. Agora, Manel, é a hora que ele vai demorar um tempão. Não, não vou. Falando um monte de coisa. E só pingando. Só pingando pra ele. Então isso aqui é só bebendo. É por isso que dá pra nós beber, entendeu? Importante. Que é pra nós sair daqui pelo menos com a barriga cheia e a cabeça feita, tá ligado?
Agora vai rolar. Nesse momento, a Insider Acer e Estrela Galícia. Valeu pela moral, eu vou falar de vocês já já, tá bom?
Deixa juntar a galera aqui, que maneira. Primeiro, entendeu? Mas se você quiser mandar uma mensagem pra gente, tem o QR Code link na descrição e fica à vontade. E participa aí, quer perguntar alguma coisa pros caras. Esse é o momento, tá bom? Bom, pra começar, cara, tu, Manuel, tu tem alguma coisa a ver com o movimento musical do Lee Windy? Ou tu é só amigo do Whindersson Nunes? Não, eu, tipo, dou algumas ideias, tá ligado? Tipo, na letra, algumas coisas assim. Mas em piada, mas no show dele mesmo. Ah, tá.
O Índia é focado mais em outros brothers. Eu acho que funciona mais como criador, porque a gente faz muito como se fosse um acupamento criativo, entendeu? Então todos eles dão uma pitada, assim. Rapaz, eu acho que essa palavra, assim, assado, e ele geralmente é fundamental. Tem uma música que ele fala, essa gatinha, e eu, não, mano, tava a minha gatinha lá também, fala essas, e essas gatinhas aí na sala. Por quê? Porque uma rapariga é bom, três raparigas é bom,
Ave Maria. Não tem jeito, pô. Então tem que botar no plural, né, pô? Sempre no plural, as músicas. Não tá nem sozinho. Onde que vocês se conheceram, cara? Fortaleza. É? Tava fazendo o quê? É publicável o que você tava fazendo, cara? Dá pra falar? Sim, sim, sim. Não, os primos meus, tipo, já trabalhava pra ele, tá ligado? Aí, tipo, sempre vi a oportunidade de conhecer ele. Eu fui gravar meu primeiro show pra Netflix. Entendi, faz um tempo. Isso, foi lá na Arena Central.
FO, negócio bem grandão. Roberto Carlos faz show lá. Um monte de gente conceituada faz show lá. E aí eu conheci ele no dia de olhar os equipamentos e olhar as coisas. Eu dou sempre um cheque antes. E aí ele foi lá e pronto. Decidia pra frente. Nunca mais. E aí agora ele tá... Então quer dizer que tu ajuda ele a fazer uma... Ele testa a espiada contigo. Tu tava dizendo antes. A gente cria junto também. Quando eu vou pro palco, na verdade, quando eu vou pro palco, eu já contei aquelas coisas que eu conto no palco pros meus amigos muitas vezes.
Tanto que quando eu vou pro palco, eles já estão cansados de ver que ele é lindo. Entendi.
De tanto que eu já falei. E ele vê, por exemplo, eu conto pra ele. Aí às vezes chega um amigo novo. Eu vou contar pro amigo novo, ele já olha pra mim assim, ó. Vai contar aquela piada, né? Aí eu, vai, vai. Me ajuda, entendeu? Então, assim, faz parte do ecossistema da criação. Não tem como. E aí tem, então, um grupo de pessoas que tá ali contigo que te ajuda, além de serem teus amigos, eles ainda te ajudam nos teus alter-egos, nos teus projetos. Sim. E eu ganho mais dinheiro.
que eles, né? Entendi, mas por outro lado tu dá um rolê com eles, leva nas palmas. Não, aí o ecossistema funciona, entendeu? Funciona. Eu lembro de tu colocando o cara pra cantar lá no Rock in Rio. É, então, e eu também já faço eles entenderem. Eu falo assim, ó, vocês precisam de outros amigos como eu. Porque aí quando eu tiver liso, porque às vezes eu tô, daí você vai lá no outro coleguinha e pede até pra mim também. Entendeu?
É, às vezes eu falo pra ele assim, ei, mano, fala que fulano de tarde tem um amigo que é uma pancada de dinheiro.
Eu digo, irmão, fala pra fulano de tal, assim, se ele não... Sério mesmo, se ele não libera, assim, uns 50 contas pra mim, só pra eu desafogar. É que eu tô... Tá cruel, velho. A galera tá em cima, tá foda. E aí é foda. O Whindersson Nunes não tem... Eu não tenho, meu amor. É fadis aí, entendeu? É foda, é. Preciso que aconteça, enrole ali, né? Teu nome Whindersson. Cara, só existe... Todo Whindersson Nunes é rico. Não é? É. Então...
Não, mas já teve umas pessoas que chegaram com umas crianças registradas. O Whindersson Nunes. Ah, é? É, Nunes não, o Whindersson. Tá bom, todo Whindersson Nunes adulto. Sim, é, provavelmente. Então, aí agora imagina, tá, vai ser liso, pô, não? Pegar mal demais, não? Pede pro Emanuel te ajudar com essa daí, pedir pros amigos aí, né? É, não, e dá certo. Mas Emanuel tá liso também, não, pô? Aí, a pinta dele. Não, não, Emanuel, ele é sempre no drapezinho, ele tá sempre no hype.
Mas é porque também a roupa pra tu é mais barata, né? É, pô. É pra ir dar longe. Não, teu tênis. Teu tênis é tênis infantil? Não. Não, porque toda marca tem uma malandragem, entendeu? Se disser assim pra ele, ah, não sei o quê, eu quero infantil então pra ele que é mais barato. Aí a galera vai dizer assim, ah, ah, aquele neném. Ele é adulto. É, não, ele bota fé, todo mundo tem suas paradas. Mas eu não costumo andar assim não, é só porque eu vim pro podcast mesmo. Entendi, entendi, entendi. Tá. Então,
mas a tua parada com ele ali é mais mesmo pra ajudar com as piadas. Aham. Tipo, vivência também. O que tu acha da música do Whindersson Nunes? Gosto, gosto. Gosta mesmo? Tem umas que eu gosto. As que eu não gosto, ele já sabe. É. Eu já até passo. Não estou mais ele, assim. Não, não é assim também, né? Eu escuto. Eu falo, tu tem que acreditar, pô, também, no som, entendeu? Porque quando eu tava fazendo ali, tinha uma coisa por trás, um sentimento.
Aí tu cai ignorando meu sentimento, velho. Eu sinto isso um pouco. O lance do... Por isso que quando eu vou... Não é verdade isso toda vez, mas eu tento...
quando eu vou ouvir um som novo, especialmente quando eu sei que vem de um álbum ou que é parte de um álbum, eu tento ouvir a parada como na sequência, porque, sei lá, que nem, a última vez que eu conversei com o Jong, ele tinha acabado de lançar o álbum. E aí eu escuto na sequência, porque, vamos ver, talvez, eu acho difícil que aquilo ali é uma ordem aleatória de música, por exemplo. O cara escolheu aquela ordem e tudo mais.
Aí ele leu a expressão dele mesmo, né? É, o cara é como se você escrevendo um livro, só que é uma música. É, e se for interessante pra você,
conhecer mais essa pessoa, fica massa ouvir. Nunca vai ficar ruim. Se for interessante pra você conhecer o Jong-un, tem muita gente que não acha interessante. Tem muitas pessoas que acham muito interessante. E a obra dele diz muito sobre ele, entendeu? Eu acho que a mesma coisa é ver a Frida Kahlo. A Frida Kahlo. A obra dela conta a vida dela inteira, entendeu? E aí, o que ajuda? Ajuda a turma que teve aquele monte de problema com gravidez e um monte de coisa psicológica a entender um pouco de si mesmo, porque é uma expressão da pessoa.
o externo do que a pessoa faz é o espelho do interno. Entendeu? A gente conversou um pouco isso da outra vez, mas voltando à parada, cara, tu consegue se expressar com duas, de certa forma, nomes diferentes, fazendo duas formas de arte diferentes, pelo menos. Aqui eu estou falando de música e de stand-up, mas se a gente for pensar em YouTube e por aí vai. Mas, porra, eu invejo um pouco essa habilidade de conseguir
sabe? Acho que principalmente é da música. Eu acho... Eu admiro o lance do cara que é engraçado, que é divertido, tem a habilidade de fazer as outras pessoas rir, mas o cara que consegue se comunicar com a música, esse eu fico com um pouco de inveja. Caralho, eu queria conseguir fazer isso também. Eu sou assim, eu ainda sou assim, só que com instrumentos, por exemplo. Por exemplo, a música é uma coisa que já tá em mim e que eu gosto e o que eu curto mais todas as vezes são instrumentos novos
e formas novas de som. Entendeu? E inteligência artificial, como é que tu enxerga a inteligência artificial chegando na música? Eu acho que é mais honestidade mesmo. Porque difícil é a inteligência artificial te criar uma coisa e tu sair como que tu fez uma coisa. Agora, por exemplo, eu quando faço coisas com inteligência artificial, eu adoro dizer que eu fiz em conjunto com a inteligência artificial. Porque, primeiro de tudo, eu tive a iniciativa e a IA, ela é um espelho. Tanto que se tu entrar numa paranoia,
E tu começar a perguntar a coisa pra ela, vai dizer, é desse jeito mesmo. Sim, sim, sim. E aí você cai na paranoia e acontece muita coisa, né? Agora, se você usar como uma ferramenta mesmo, uma coisa que pode te ajudar, eu uso como ferramenta. Eu adoro me informar, por exemplo. Como tá a situação política? Vou viajar, né? Por exemplo, tô indo pra Namíbia. Como tá a situação política da Namíbia? Tá com guerra? Como tá o país? Me dá informações reais de veículos confiáveis, entendeu?
Eu acho que... Eu gosto de usar para criar umas coisas que não existem. Se a gente achar que a integração vai ser um terror, que o robô vai dominar o ser humano, vai querer fazer um mau ser humano, é assim que vai ser. Agora, se a gente achar que dá para integrar, eu acho que dá para integrar. Eu acho que o futuro é tecnológico e que a gente tem que estar um pouco integrado, porque senão a gente vai meio que ficar para trás. Na China, você já vê que tem a parada do score social.
Você não entra mais no lugar, você não vai no aeroporto, você não viaja. Se você não tiver um negocinho digital,
Tá assim já? Tá. Carai, eu nunca fui assim. A galera fala muito sobre os mendigos digitais. Que são os caras que não tem esse score digital. Os caras, tipo, vivem na rua mesmo, não tem muito o que fazer. Porque ele não aceita em lugar nenhum, ele não entra em lugar nenhum. É como se ele não existisse. As pessoas ignoram a existência dele, assim. Entendi. Porque todo lugar que oferece um avanço muito grande, vai oferecer do outro lado uma...
Tu acha que a gente vai morrer por causa de inteligência artificial, Manel? Não, não. A gente vai morrer se a gente quiser. É? Isso não. O que tu acha? Isso não. Eu acho que a gente morre se a gente quiser.
que vai ficar difícil de acreditar em alguma coisa, como tá já, tá ligado? Mas morrer por causa disso, eu acho que... É, porque, bom, tem... Se bem que tem inteligência artificial nas bombas, nas paradas, tudo... É. Tudo fica mais evoluído. É, tu vê aquele míssil correndo atrás daquele caça? Tu viu, moleque? Que loucura, pô. É que agora hoje tá foda justamente saber se o vídeo é quente. Primeira coisa é saber se o vídeo é pra valer, né? Eu vi, se for pra valer,
É impressionante mesmo, cara, fugindo do míssil. Mas é mesmo, eu acho. Mas, porra, tem um monte de filme de futuro distópico lá, tipo Blade Runner, tipo Exterminador do Futuro, que inteligências artificiais, tipo Matrix, inteligências artificiais dominam a porra toda e a gente perdemos, já era. Eu acho que isso aí tá num inconsciente coletivo da humanidade, entendeu? Essa ameaça que vem aí. Já viu essa parada que tem de pessoas criarem seus próprios demônios
Sabe quem não pode te afetar de jeito nenhum quando for dormir? Olha aqui pra mim. Sabe quem não pode te afetar de jeito nenhum? Os demônios japoneses. Você não conhece eles. Nenhum deles vai chegar pra... O grande... Quem? Não sei. Olha... Meu Deus, é o... Nada. Não sei, eu não consigo imaginá-lo, né? Porque eu não conheço. Não existe. Então, assim, se você lê coisas e você cai nessa de... O futuro vai ser assim? Então, vou te falar, meu amigo. O futuro vai ser assim. Agora, o seu universo não...
invade o meu. Se eu não quiser, de forma alguma. Vai ser bom pra mim e ruim pra você. Entendeu? Entendi e faz sentido mesmo. Faz sentido mesmo. Bom, na verdade, eu acho que a gente tem uma puta oportunidade de... É tipo a internet de novo, sabe? Que vai gerar um monte de coisa foda. É, e nós ia acabar por causa da internet também. Nós ia acabar por causa da televisão, nós ia acabar por causa da eletricidade, nós ia acabar por tudo e nunca acaba.
E todo mundo que morre nunca é tu. E sempre nós precisamos dar parada, né? E sempre a gente precisa dar parada.
Um grande monstro que a gente tá lutando contra. Toda vez eu preciso um pouco mais dele, porque senão eu vou... Mas a gente não faz isso a vida inteira com a porra toda? Que é exatamente isso que tá falando. A gente faz isso com a vida o tempo inteiro. Sim, o mundo ia acabar em 2000 também. E é mais do que isso. A gente usa esse medo coletivo aí pra dar uma dominada também, né? Pra dar uma controlada, pra falar o que eu acho que pode e o que eu acho que não pode. A gente vírgula. É, a gente, eu tô falando seres humanos. Humanidade.
Esses carinhas aí, porra. Porque o cara que manda na nossa vida quer mandar em várias paradas que a gente quer fazer e como as coisas acontecem também. Então aí a gente muitas vezes acaba tendo que engolir o sapo mesmo. Tu não acha? Ou tu acha que às vezes dá pra brigar? Eu acho que escolhe, você escolhe. Eu quero ou não quero? Tipo, quero usar ou não quero a inteligência artificial, tá ligado? Eu quero que isso faça parte do meu mundo ou não? Sim, tipo isso. Total, concordo.
Caralho, os caras são filósofos, hein? Bom, a gente perguntou um bagulho. Eu já te perguntei ali, mas só pra... Quando tu... Se eu e tu tomar um copo de cerveja aqui, tu fica bêbado mais rápido que eu? Não. Eu falei, pra nós beber até de teste aqui, até cair, quem cai primeiro. Tu é desses, cara? Não, você tirou a brincadeira, eu jogo em um desafio. Entendi, entendi. É esfinge, decifro, eu te devoro, entendeu? Caralho, gostei, mano.
Mas, porra, eu não brinco de sair, não, porque eu perco, eu sou fraquinho, cara.
Não, eu fico muito doido também. Tem que ir devagar também. Quando tu sai com o Lil Wind lá, cara, nas festas lá, com as raparigas, como é que é? Mas... Com as raparigas não, rapaz. Não, mas porque uma é bom, né? Com as outras. É massa. Sempre massa. Energia lá em cima, sempre. E a turma... É, porque... É, porque quando a gente vai... Presta atenção. O cara tem que viver o momento, né? Eu também acho. O agora, todo mundo diz,
o dia das filosofias fala. O agora é o importante. O passado não existe. O futuro a Deus pertence. Mas o agora você pode decidir. Eu quero beber, eu não quero beber. Eu quero parar, eu quero parar. Eu quero fumar, eu não quero fumar. Eu quero pensar em quê? Eu tô aonde? Tô com a cabeça lá na casa do caralho? Ou eu tô com a cabeça aqui no que tá acontecendo nesse momento? Mas como é que a gente consegue viver bem o agora sem planejar o depois, cara?
Tu, tu... É porque se tu parar pra prestar atenção, toda vez que o depois aconteceu e tu não tava preparado, tu ainda tá vivo. E ainda funciona.
e ainda dá certo. É verdade. Então você, enfim, por mais que você queira planejar o voo de amanhã, às vezes você perde o voo. E como você faz quando você perde o voo? Você chora, enlouquece, quebra a companhia aérea, ou você fala vou ter que pegar o próximo voo? Ou você paga mais 500, né? É, pra... Ah, já tô aqui mesmo, quer 500 reais, já paguei bem 1.200. Só de Uber voltando pra minha casa, aí cê isso. Mas dá 350, pega essa porra logo.
que tu faz pra viver num mundo que funciona a base... Vê se eu tô te entendendo. E eu acho que eu concordo, mas vamos lá. Você tá falando de um mundo que a gente não consegue controlar de verdade. Então se a gente não consegue controlar de verdade, vai fazer o que se tu perder o voo? Vai sentar e chorar? Tu vai ficar puto, quebrar tudo? Não, você nem controla isso de verdade. Você controla a sua reação ao que acontece. Você lida com a parada. É o que você pode controlar e como você pode reagir àquilo que aconteceu.
Que é no máximo só essa etapa mesmo. Porque até a ação que você tomou pra lidar com isso aí pode desencadear um monte de coisa que você também não controla. Significa que tu não controla porra nenhuma de verdade. E vai desencadear. Nessa filosofia nasceu o estoicismo. Que foi o cara chamado Zenão de Tebas. Ele foi viajar e naquele tempo você não tinha conta no banco. Quando você ia viajar, vou morar em outro país. Você tem que levar tudo seu. Ele levou no navio uma tempestade
pegou, derrubou tudo, praticamente tudo que fez na vida, acabou. E ele era só uma pessoa com roupa que sobreviveu. E aí ele falou, quer saber? Eu vou começar de novo. Eu vou fazer o quê? E aí nasceu o estoicismo, né? Outras pessoas vieram o discípulo do ensinamento, porque tem muita gente que se apega num templo, ou em alguém, ou num guru, e tem gente que se apega a uma ideia, entendeu? E a ideia de que eu lutar contra aquilo que eu não posso controlar só vai me matar, entendeu?
transmite isso pra uma pessoa de forma profunda o suficiente, que ela entenda isso, que ela não entenda isso como ser um preguiçoso do caralho. Porque assim, dá pra tu falar, dá pra tu fazer ah, foda-se, eu vou ficar aqui, mas esse porra acontece mesmo. Assim era o cínicos, era um movimento chamado cínico. Hoje nós temos um outro nome, um outro significado pra um cínico, né? Esse bicho é cínico. É um mentiroso, né? Naquele tempo um cínico era uma pessoa que vivia dessa forma que você tá falando. Eu não sou obrigado a nada. Então ele dormia na rua, cagava na
a rua comia o que tinha e o que o povo dava e tudo mais. E alguns tiveram muito sucesso. Olha aí, tá vendo? Diógenes, por exemplo. Diógenes, ele era muito requisitado porque as ideias dele eram muito cruelas até contra os pensadores da época. Só que os pensadores da época trabalhavam com essa parte do pensamento, de liberar o pensamento, mas trabalhavam com o rei, ganhavam a grana, apoiavam a escravatura, faziam negócios. E o cara que era cínico, meio do meio da rua, ele não tava nem aí pra A, B ou C, entendeu? Então ele... Não, mas não sei se é desse cara que eu tô falando.
Eu tô falando do cara... Teve um que chegou pro Diógenes e falou assim, ó, se você cortejasse o rei, você não tava aí nesse rio lavando essas alfaces pra comer. E ele disse, se você tivesse lavando alfaces pra comer, você não tava lá cortejando o rei. Bufo! Pesado! O cara saía... Eu sou o quê? Eu tô fazendo o quê no universo? Era tipo assim. Mas é uma puta verdade, né, cara? Porque tudo, no fim das contas, é o que tu escolhe fazer.
Dá pra você se vender e falar o que os caras tão mandando você falar. Aí eu já pensei, viu?
Caralho. É porque é muito mais fácil, né? Puta que pariu. Já me ofereceram uma grana que eu falei... Ai, meu Deus. É só eu largar o celular. E não tem um celular. É só eu não ter um celular. E eu não vou ver nada. Ninguém vai me dizer nada. Eu vou embora pra Bulgária. Ai, meu Deus. Mas aí não dá. Não dá. Consciência. Não dá. Galera, pega empréstimo no Noobank e desinstala o aplicativo. Mesma coisa, tá ligado?
primeiro, né? Mas já, pô, tu é doido. Caralho. Pois é, então, como é que faz, então, pra tu manter a integridade da tua alma, a tua integridade moral e navegar nesse mundo que tá todo mundo, que tudo tem preço? Sim. Então, como tu sabe que tem uns caras que chegam perto de tu porque tu é o Whindersson? Sim. Tu sabe, tu já até sabe. Mas eu deixo ele saber que eu sei também o que tá acontecendo, entendeu?
Eu deixo ele saber que eu sei o que está acontecendo e que tudo bem. É assim mesmo. Eu já estive perto de pessoas porque eu tinha interesse. E eu nem queria nada dessa. Eu só queria que alguma coisa acontecesse. Que a minha vida mudasse de alguma forma. Mas eu não queria maldade. Eu não queria pegar nada que é de ninguém. Nem o lugar de ninguém. Entendeu? Entendi. Mas eu quis já estar perto do Wesley Safadão porque ele estava no hype que podia me ajudar em alguma coisa. Então eu entendo também isso. E aí eu falo dessa forma. É normal.
Quer um café? Quando tá tudo claro, tá em paz, né? É melhor, né? Mais tranquilo. Pois é. Então fica a dica aí, se tu quiser chegar perto dos outros. É porque, assim, às vezes a galera acha que ter um interesse é muito feio. É só se o teu interesse for um interesse de fila da puta, de destruição. É, eu tenho interesse legal. Por exemplo, esses dias eu tava achando que eu tava embaixo, entendeu? Tava assim, eu falei, viz, pô, a galera gosta mais não. Passou o tempo. O que que tava te dizendo isso? Mara maravilha, a galera, puta,
Que pariu. Caralho, o cara tá nessa. E a galera me encontrando nos elevadores, esse povo te assistia muito quando eu era criança. Eu digo, caralho, puta merda. Chegou, aquele tempo. Aquele tempo onde o povo diz, rapaz, quando eu era criança, você era o melhor. Ligado? E aí eu comecei a pensar. Tudo que tu não quer ouvir, né? E uma liseira batendo, entendeu? Assim, o dinheiro não chegava. E eu digo, não pode. Como é que pode? E o YouTube?
Nada. E o Facebook? Nada. TikTok? Nada. Luta? Ninguém quer. Show? Tá vendendo. E eu digo, puta que...
Pariu, meu irmão. E agora? O que que tá acontecendo, velho? Pensando, eu preciso dar uma virada, velho. Eu preciso tá... Aí o que que aconteceu? O Band Band estava fazendo show aqui no Brasil. Bad Band. Aí eu... Ei, Bad Band. Mandei uma mensagem pra ele. Bora tirar umas fotos. Entendeu? Eu já me comunico assim. Justin Bieber. Eu vejo notícia. Justin Bieber foi visto triste na praça de alimentação. Manda mensagem. Fica triste não, mano.
Aparece, baitula. Vamos conversar. Entendeu? Eu vejo. Keanu Reeves avistado no metrô. Eu digo, ei, mano. Qual foi? Fica assim, não.
Entendeu? Vou ver a fã-clube, que aí no Reeve nem tem. Nem tem, ó. Que os cabos amassam mesmo. Eles já saíram fora disso aí. Pior que é, mas tem vários caras que não tem... Só usa o mensagem, nem o WhatsApp, tá ligado? O mensagem do iPhone mesmo. Tem uns caras desses que nem estão... Então tem uns caras desses também, que nem os caras falam pra mim. Porra, quem falta tu trazer aí, não sei o quê? Eu tenho umas pessoas que faltam, mas é talvez a mais emblemática que vem. Se torcer o BondiBondis, me chama. Tá, traz. BondiBondis.
Aí eu falo assim, pô, a Xuxa. Mas eu fico pensando, se eu sou a Xuxa, eu acho que eu fico bem quietinho em casa mesmo, entendeu? Obrigado. Ah, mas eu gosto de ir também em outros podcasts que não é o Florentino. Vai escavacar o quê na vida da Xuxa, né? Sendo que todo mundo já sabe tudo, né? Não é nem isso, né? Não, ela podia ficar só calada mesmo. Isso, ela não precisa ter umas balas que não precisa pular, né? Eu entendo. Ia ser incrível.
Pra mim ia ser uma puta honra da porra, entendeu? Mas eu entendo. Que nem o Ronaldinho Gaúcho. A gente se encontrou lá em...
lá em Jurerê, no final de ano. Ele tava lá, eu tava lá também, se encontrou, trocamos uma ideia, foi maneiro, que ele segurou a minha mão, botou assim no peito, eu fiquei, caralho, ficou a mão no peito do bruxo, mané. Caralho. Nem quando eu encontrei o Neymar, que eu olhei no olhinho o caramelo dele, eu fiquei, caralho, olhando no olhinho o caramelo do Neymar. Eu achei ele bem maguinho. É? Eu vi o Neymar a primeira vez, assim, ele, pô, tal, assistiu meus vídeos e tal, falou comigo, papapai, eu olhei assim, eu digo, ele é tão maguinzinho, bichinho. Toma aqui um prato de comida. Assim, todo coisadinho assim, tal, mas é,
o caba jogando. É, aí o presente que ele manda pra nós é um óculos muito forte. Ele mandou um perfume aí pra mim, aquele de Neymar. Então, cuidado que aquilo ali é pra limpar os óculos, que eu pensei que fosse um perfume também. Mentira, passei em mim. Viu que eu não fui um único burro, viu? Rapaz, é engraçado com a minha cabeça. Eu passei achando cheiroso, cara. Eu falei, caralho, hum, que legal. Amostra grátis. Psicológico, é tudo, né? Faz toda a experiência. Cheio de álcool, né?
E eu me sentindo aqui cheiroso. Parece um detergentezinho, mas ele é cheiroso. Tem um cheirinho, né? É cheiroso mesmo. Aí vem uma foto dele com aqueles olhos para mim. Então o que eu ia dizer era justamente que... Que eu esqueci, foda-se. Isso, que tem uns caras que o cara troca ideia contigo. Eu entendo que o cara vir aqui falar, ele vai arrumar dor de cabeça no sentido de... O Ronaldinho Gaúcho, imagina ele vir aqui. Tudo controlado que ele vai poder falar. Por quê?
Percute no planeta Terra. Pô, mas que vida é essa? Você não pode falar as coisas que você quer falar. Pois é, justamente. Mas você entende que existem esses caras? Não é isso que nós lutamos pra que, por exemplo, a pessoa na Coreia do Norte possa fazer? Falar o que pensa? Mas imagina, o Neymar quer ir pra Copa do Mundo. Ele deve ter uns caô com os caras aqui, não sei o que, o caralho. Pô, então acho que ele vai vir aqui falar de Copa do Mundo?
De Copa do Mundo, acho que ele não vem não. Dá pra ele vir falar de outra coisa. Tá ligado. Dá pra ele vir falar de Copa do Mundo? Acho que não. E aí, como é que eu vou trazer o Neymar aqui e não falar de Copa do Mundo? Ia brifar ele e ele... É.
Mas por quê? Porque assim, eu entendo o objetivo. Tem uns caras que eu falo assim, ô, quando tu parar, quando tu se aposentar, chega aí e vamos trocar uma ideia? Porque aí eu quero conversar com a pessoa mesmo, e não com o cargo. Se quiser contar aquelas, aí tu vem pra cá. Isso aí, vamos trocar uma ideia, vamos falar da vida, vamos falar do que tu acha que é Deus, vamos falar de outras coisas, porque tem uns caras que tu só consegue falar com a música do cara, por exemplo, entendeu?
Ou com, sei lá. Sim, só sobre aquilo e nada mais. Ou com o cargo do cara, entendeu?
é isso mesmo. Mas às vezes não é, né? Às vezes eu queria conversar com o ser humano. Trazer o Lula e... E aí, Lula? Como é que tá a alimentação? Tipo... Quer falar? E aí? Como é que é aquele negócio lá do Tamaraty que não sei na onde com a Índia? Tu quer saber o negócio? Ou então fala assim aí. Olha aqui no meu olho, cara. O que que tu sentiu quando tu viu que o PT virou o PT mesmo? Lula, olha pra mim. É, mas olha aqui no meu olho.
Porque assim, deixa eu ver se tu tá mentindo. Entendeu? Se cara fizer assim, ó. Rapaz, eu... Se queima tão...
Esse dia eu tava pensando sobre o Batman. O Batman de pau pra cacete aqui do nada. Vamos. Porque o Batman também é essa figura, né? E o nível de excelência que o Batman tem que fazer os movimentos pra continuar sendo o Batman. Porque, por exemplo, uma coisa que o Batman é cruel é insumir. Você tá aqui conversando com o Batman e você fala assim, pois é, Batman. Aí você olha, não tem mais Batman. E você nem escuta. Imagina quão foda o Batman tem que ser pra você não olhar e o Batman tá assim.
Não tô fazendo nada, eu tô quietinho. E ele esperando o momento pra tu olhar. Ou então, tipo, você... Carai, cadê o Batman? Você vai olhar, o Batman tá assim atrás. E aí, eu acho que, por exemplo, se você fosse entrevistar o Batman, você ia perguntar pra ele, e aí, Batman, como é que é? Não ser pego do flagra na hora que tá quase... Opa. Aí ele vai falar, isso é mais importante do que minha identidade secreta. Mais ou menos, ele vai dizer alguma coisa assim. Até porque todo mundo sabe que ele é o Bruce Wayne.
Ele vai dizer que o que importa é acreditar. Mas essa pira do Batman é interessante. Mas é que se tu for entrar em várias piras... Tem uns filmes. Por exemplo, eu vi Avatar. Legal? Aí no Avatar, tu vê... Tem uma hora lá que explode um monte de coisa lá. E o Avatar, o carinha azul, ele vem pendurado, segurando a metralhadora, dando tiro nos caras que assim... Pula no troço, pega fogo, explode tudo. O cara cai lá do céu e fica vivo.
Tu fica... Caralho, que mentira, mano. Só que o filme do Avatar, né, meu irmão? Os caras estão em outro planeta. A consciência em outra coisa. Então tu vai...
Se coloca no lugar do filme, né? Tipo assim... Já tá tudo tão maluco que, pô, por que que não pode? Eu só curti a vibe. Nem vou questionar isso aqui. É o Avatar famosíssimo, bilionário. Vendas nos cinemas. E nós aqui questionando qual é a física do movimento. Mas é muito impressionante como coisa ruim dá dinheiro hoje, né, cara? Tu não acha? Tu quer ser? Eu tô falando desse filme do Avatar e ele é realmente muito ruim. Sim. Ele é realmente muito ruim. Entendeu? Mas dá muito dinheiro.
Como é que pode, cara? Pode. Por que coisa ruim dá dinheiro? Ah, porque tem muito planejamento. Às vezes coisa boa e nós somos relaxados, entendeu? Porque tem gente que gosta de coisa ruim. Eu tenho várias coisas boas também, mas eu acho que eu sou tão relaxado que elas às vezes nem saem. Só quem sabe meus amigos mesmo. E por que todo cara que é mais artista assim é meio maluco, cara? Eu acho que tem que ser pra você descobrir novas coisas.
Eu, por exemplo, eu gosto de andar com uns instrumentos aqui, entendeu? Tu tá de sacanagem. Tem um celularzinho pra pequenas conversas.
As vezes quando eu quero ter pequenas conversas, eu tô aqui, né? E as vezes dá pra fazer umas graças no meio do povo. Aí eu trago uns badulacos em dentro aqui, ó. Tem esse instrumentinho que é africano. Caralho! Aí aquele movimentinho vem daqui. Aí agora eu tô aprendendo a tocar.
Cara, você vai gerar, parece uma tesourinha. É, parece um... Ele é um negocinho. Aí ele vibra no dente e faz o ecozinho dentro da boca. E aí quando você abre a boca e fecha a boca, tem sons diferentes. É assim que funciona, tipo... É, tirar um som de uma... Caralho. Tu sabia que ele andava com essa porra aí dentro da toca, cara? Não, eu já ia falar, ele me surpreendeu. Ele tava dentro da bolsa, né? Esse daí... Caralho, uma mini gaita.
Uma gaitinha. Essa não dá pra tocar. Tudo ele anda com as coisas minhas, né? Não sei se é indireta. São oito notas. Oito notas pra dentro.
é uma, pra fora é outra. Não sei. É porque tem que pegar. Maneiro, maneiro, maneiro. Deixa eu ver o celularzinho. Quer ver o celularzinho? Deixa eu ver. Ó, o celularzinho, ó. E ele funciona, viu? Caralho, o cara tá doente, cara. Olha isso, cara. O cara anda com um mini celularzinho mesmo. Eu gosto de coisinhas diferentes, mano. Entendi, cara. Tá em cima aqui. Tô vendo. Tô vendo que tu gosta de coisinhas diferentes. Ó, esse aqui é um pífano.
Ele tem seis notas. Esses instrumentos, esses instrumentos de sopro, eles foram os primeiros instrumentos
a ser criado. De sopa. É, porque a galera entendeu que o vento faz barulho, né? Quando você vê dentro de casa, tá ventando muito. Então, quando você pega uma garrafa e ela tem menos água, se você jogar água fora, ela aumenta o espaço, entendeu? Eu sabia quem descobriu isso, não sei quem foi, mas foi uma pessoa. Tá com tempo, hein, cara, pra ficar estudando essas porras todas. É lógico, quando eu tenho tempo eu trabalho, mas de verdade eu fico procurando. Olha, o cara, daqui a pouco eu tô me sentindo no condado, né?
Erva do condado, né? Aquela que o Gandalf bota no cachimbo. Eu tenho um cachimbo no Gandalf. Aí ele sopra um navio assim. Essa aqui é massa. Ah, vai se fuder. Essa aqui eu acho que um robô falaria assim, se ele tentasse se comunicar. Somos de desenho animado. Somos de desenho animado. Que idiota. Eu ando com muitas coisinhas. Esse aí não tá no cabelo, né?
Eu nem sei por que a gente caiu nessa. Não lembro mais. Nem eu. Fudeu tudo. Mas é assim mesmo. Eu só lembro da parte que tu perguntou das raparigas com o Leo Índia. Foi aí que tu ficou preso, cara? Tô brincando, tô brincando. Porque as raparigas é uma parte importante da vida, né? Eu acho que as raparigas têm um papel muito importante dentro da administração de um município. Porque se você parar pra prestar atenção... Um município de que tamanho? Porque se você parar pra prestar atenção, ela tá do lado do prefeito.
Ela pode dizer a ele, ei, o bairro Santa Maria da Codipe está precisando de asfalto. A rapariga falando ao prefeito, não é possível que ele não pense na população, né? Você acha que a gente devia ter... Bom, eu ia falar que será que a gente devia ter um lugar fixo para as raparigas, mas a gente meio que tem, né? Tem, tem. A galera sabe onde é que chega. A galera já sabe onde é que chega. Quem quer raparigar, vai lá onde que é.
Tá, mas assim, e no papel do governo estadual? As raparigas também são importantes? A gente vai pensar em impostos. Ela sabe muita coisa.
Sabe muita coisa, meu filho. Sabe muita coisa. Sabe demais. Muito cuidado, viu? Tá bom, tá bom. Nossa amiguinha, a Elisa fica só quieta, né? Já foi no escândalo? Não. Não? Eu não curto muito, não, rapariga. Eu fico mais com as gatinhas mesmo, tá ligado? Conversar e tal, trocar ideia. É, bater papo, esse negócio de ir pagar. Nunca nem paguei, tá ligado? É mesmo? E não tô mentindo, não, porque tá ao vivo, né? Se mentir, a menina lá assiste e me pagou, sim, me pagou. Mas eu paguei.
Tá ligado? O que eu comprei foi muita coisa com isso aí. Tá certo. Pô, mas agora tu tá também defendendo uma outra causa aí na internet, cara. Qual? Que é a da cannabis medicinal. Sim, sim. Que assim, da última vez que você veio aqui também, isso era um assunto... Tinha vazado você. De costas. Se eu não me engano, a foto era tudo de costas, meio de cor.
cueca numa varanda com baseado na mão, vazou, tá ligado? Eu tava ensaiando. Ah, é? Tava ensaiando. É, porque a galera vem muito com essa parada de que influenciar as crianças, isso e aquilo. Aí eu penso, cara, mas essa criança que tá assistindo, a rede social não é pra criança. Ah, Wintz, mas você cresceu com isso. Tudo bem, mas os meus cresceram já. Esse outro menino aí, novo, que tá vindo aí,
tem que cuidar, se você for ser um filho, tem que cuidar, os meus já cresceram, já estão se formando, entendeu? Billy Jean is not my son, is not my son, isso aí não é meu não, isso aí é de vocês criarem, mas o galera quer só enfiar patrulha canina na criança, esperando que a criança... Total, total, mas vai um pouco além disso também, a gente é uma sociedade conservadora, querendo ou não, e a gente, eu acho que se fosse, se a gente fizesse um plebiscito agora, para legalização, ou qualquer coisa no caminho,
ou ampliar liberdades para o uso da cannabis medicinal, eu acho que a galera ia votar contra, mas não é isso. Elas votariam contra, por exemplo, se houvesse um plebiscito, porque provavelmente não sabe do que está falando, está achando que é coisa de nóia. Sim, mas, por exemplo, eu, pelo mundo, eu percebi como é a maconha sendo liberada em alguns lugares. E uma coisa que veio ao meu pensamento foi tipo assim, eu não gosto da forma que a pessoa trata o brasileiro,
como um atrasado mental, que não soubesse o que está fazendo e o que faz da própria vida, entendeu? Porque essa é a parada. Outro lugar, outro lugar pode, porque as pessoas são isso e as pessoas são aquilo. E eu estou aonde? Eu moro em quê? Que lugar é esse que eu moro? Que as pessoas são malucas, são doidas? Eu fui na Tailândia, onde era liberado e onde vendia assim, assim mesmo, desse jeito, como se estivesse aqui nesse copo, alguns bags e uma plaquinha aqui na frente dele, 5 dólares cada bag. No restaurante, um restaurante familiar,
onde tem criança, onde tem isso, onde tem aquilo. E a pessoa sabe que coisa de adulto é coisa de adulto e coisa de criança é coisa de criança, entendeu? E a outra coisa que eu percebi era que não era essa loucura. Era liberado e o povo não fumava na rua. Eu ficava era com vergonha. Eu ficava era com vergonha. Eu pegava um beco e falava assim, não, não vou fumar aqui não, porque não tem ninguém fumando. Não tô sentindo cheiro de lugar nenhum.
Ninguém tá falando... Não, eu não vou ser o único imbecil aqui brasileirão, né? Ah, não sabe fazer as coisas. Não, não. Vou fumar lá no hotel, vou fumar quando eu estiver sozinho ou na praia, em algum lugar, mas não vou fumar aqui no meio da galera, não.
Então assim, você toma a ciência daquilo que você está vivendo. A não ser que você queira viver uma vida desgraçada, cheia de confusão, cheia de intriga e de discussão todo o tempo. Você vai se comportar da forma que você tem que se comportar. Mas isso não tem também a ver... A forma como a gente lida com essa parada não tem a ver também com a nossa necessidade de controle? Por que não pode um monte de coisa? Tem coisa que moralmente não faz sentido.
pessoa, não faz sentido. Roubar outra pessoa, não faz sentido, né? Mas tu impedir que um cara fume um troço, por exemplo, faz sentido isso? Será? Ou é a minha visão de mundo tentando impor a você o que eu acho que é certo? Faz, eu acho. Tipo, não aconselho ninguém fumar, tá ligado? Conheço a pessoa assim, a pessoa fala, não fuma. Tá perdendo nada, tá ligado? Não teve nenhuma pessoa que chegou pra gente e falou assim, e como é isso aí?
Deixa eu ver como é que é. Não teve nenhuma pessoa que a gente passou esse back e diga assim, rapaz, isso aqui é massa demais. Nenhuma pessoa.
Eu digo assim, igual ele tá falando aqui, não fome não. Isso é besteira, não fome não. Aí um dia você precisar, você achar que você precisa, aí você faz um exame, aí o cara te diz, olha, pra você é bom dessa dose aqui. Aí você começa, aí um dia, se você quiser se desgraçar, fazer o que você quiser da vida, todo mundo faz o que quer da vida. Mas você sabe onde você tá se metendo, você conhece aquilo que tá, você tem informação sobre, entendeu?
Porque quando você não tem informação sobre uma pessoa, sobre uma coisa, o que te dizem é a verdade.
você acredita é o que? Real. É ou não é? É. Gravidez psicológica. Não tem neném ali dentro. O peito enche de leite, mano. Entendeu? É acreditar naquilo que tá acontecendo até na hora que você colapsa a realidade e você vê. É, não tem, porque passa ali dos nove meses, não sei. Não tem, mas é real, entendeu? Aquilo que você... Então, assim, você não conhece a parada. Alguém te diz, fuma aqui, tu fuma parada, alguém fala assim, ei, tu tá ficando muito doido, ei, tu tá falando besteira. Vai cair na paranoia e vai pensar tudo aquilo que, enfim, tem gente que tem
perseguido pelo ser medo. Tem gente que tem medo do pai saber. Então, o pai tá chegando todo o tempo. Não é assim que vai ser. E vai ser um terror até passar. Vai ser triste. Então, eu não indico. Não indico. É indicar também, não. Eu indico que você faça seu exame. Caso você ache que a canábis vai resolver o seu problema, que é uma insônia, que é uma falta de foco. Eu tinha muito problema de... Por exemplo, no meu caso, né? E no meu caso foi o uso indiscriminado.
Eu nem tinha a marca ainda e nem pensava nisso. Porque justamente por causa dessa repressão aí que a gente morre de medo.
Entendeu? E eu sempre tive o pensamento muito acelerado. Eu penso em muita coisa. Alguém fala pra mim assim, Wintz, tu devia ser um bom pai de menina. Em 15 segundos eu imaginei já eu dando uma pressão no namorado dela. Tá ligado? E dizendo assim, ó filha da puta, tu tá achando que eu sou famoso? Eu não quebra tua cara aqui não, seu porra. E ela volta devagarzinho e fala, não, eu tava conversando com ele aqui. Entendeu? Isso aí aconteceu em milésimo de segundo.
Então a maconha pra mim, ela faz eu ficar mais quieto. E aí eu penso mais aqui. Entendeu? Eu não fico pensando nesse futuro.
do futuro possível que pode acontecer. Como até tu explicar pro cara que tá acostumado a ver a maconha do lado de um monte de munição, pistola, em bloco, com um backdrop da polícia, que tu tá falando de um remédio, tu tá fudido, pô. O cara entender essa porra aí, ele vai achar que tu é um nóia do caralho, que é só ficar doidão e foda-se. E às vezes é também. Às vezes é também, mas se não é um problema seu, na verdade, é um problema seu. Exatamente. O que é que é o problema do aborto? É você poder...
fazer o seu próprio corpo aquilo que você acha que sim, né? Por exemplo, a mulher fala que o corpo é meu e aquilo está em mim. Então, eu tenho direito sobre isso, né? Então, por que eu não posso botar isso aqui em mim? Caralho, foi pra um lado inesperado. Falar do avô, ele tá falando de cancha. Ele que lança um nazismo do nada pra fazer uma comparação. Uma comparação nada a ver, né? Foi mal, galera. E aí, de falar, lá ele, bota aí.
Joga um lá ele pra acabar. Eu ia jogar. Lá ele. Vou ligar aqui. Fala. Mas eu entendi. Tá assistindo? Tá precisando atuar. Tô falando besteira? Não, qualquer coisa. Beleza, mais tarde eu ligo. Tá aqui. Que babaca, né, cara? Mas aí, como é que tu se encontrou? Como é que tu entrou? Porque aí tu virou... Tu tá empreendendo com isso, né? Sim. Com o cannabis medicinal. Sim, quando eu conheci o Mike Tyson, ele... Eu conheci ele... Porra, então pera. Conhece o Manel e o Mike Tyson. Sim.
Como é que tu foi encontrar o Mike Tyson? Cara, muito massa. Teve a ver com boxe? Teve a ver com uma coisa que eu ia gravar. Eu ia gravar uma parada em Los Angeles. E aí eles, a própria produção mesmo, tava procurando coisas interessantes. Por exemplo, fizemos um... Desculpa, fizemos um... Um treininho com o Anderson Silva. Aham. Aí já foi um... Porra, Anderson Silva, tá ligado? E aí um treininho com o Anderson Silva. Como é que é apanhado o Anderson Silva?
É igual apanhado o Popó? Não, não, eu não apanhei não. Ele me ensinou, o teacher. Ah, sem graça. Teacher mesmo, assim, sabe? Tipo assim, faz assim, faz assado. Eu tava começando muito, eu ia ser...
Moído. Perda de tempo pra ele, pra falar a verdade. Tá bom, perfeito, perfeito. E aí depois levaram eu lá no Mike Tyson, na empresa do Mike Tyson, e aí a gente fez uma entrevistinha, um networkzinho, não entendi. Ele tava onde? Ele tava fazendo o quê? Ele chegou lá. É? É, acho que ele chegou no dia da empresa. Eu vou lá na empresa olhar as coisas e aproveitar e gravar com o rapazinho lá do Brasil que tá querendo gravar comigo.
Aí gravamos lá. Caralho, que maneiro. E quando eu fumei com ele, eu conheci ele, daí eu vi essa empresa,
eu vi a possibilidade de uma empresa canábica. Eu não sabia. É possível? Você vende isso? É real? Tipo assim, a polícia não faz nada aqui? Sério? Eu estava em choque. Eu fiquei em choque e eu pensei. E aí, enfim, o tempo passou muito, normal e tal, até que chegou a oportunidade de uma empresa que trabalhava com isso e pensando, pô, você está apoiando, você está pensando e está falando também sobre o lado medicinal, acho que faz sentido a gente trabalhar junto.
ansiedade. Sim, porra. Porque o lado medicinal, ele é bastante importante. Claro que todo mundo já deve ter ouvido essa história. Ah, tá bom, já sei. Mas é que é impressionante realmente o efeito, especialmente pra quem tem Parkinson, por exemplo. É instantâneo. É muito impressionante, né? O cara inala um troço lá num vaporizador, não é? Ele não fuma um cigarro. Ele inala um troço no vaporizador e para. E às vezes só pinga também.
Às vezes pinga também. É, porque também tem o de THC. As pessoas pensam que só o CBD,
É medicinal, mas THC é medicinal também. A pomada que tu passou ali. Eu passei a pomada aqui neste ano depois do treino e show. Pois é, então tem uma porrada de aplicação, na verdade. Mas se você parar pra prestar atenção, é como qualquer coisa na vida. Qualquer coisa tem uma porrada de aplicação. Tudo a gente consegue usar pro bom e pro mal. A gente gosta do gosto da laranja, a gente gosta da vitamina da laranja. Você faz um chá da casca da laranja.
Tudo se aproveita. O bagaço da laranja dá pro porco, faz qualquer coisa. Mas dá pra fazer tudo com qualquer coisa.
Por exemplo, da maconha a gente faz, é porque eu não estou aqui com ela agora, mas a gente faz roupa de cânimo. Cânimo. É, a gente faz as roupas. E aí, qual que era o nosso problema? Nosso problema é que, por causa das relações comerciais do planeta, que você tem que aprender também sobre isso, caso você queira empreender a nível global mesmo, fazer negócio com coisa de outro país. Tipo, rota da seda, entendeu? Mas isso é uma pira que tu tem?
Eu tenho de relação. Eu gosto de outro país ter uma boa relação comigo. Não sei se Brasil,
Tem relação boa com aquele país, mas eu gosto de ter uma boa relação com o país. E uma coisa que acontece é que o cânion que a gente compra, ele vem da Tailândia, vem da Índia, entendeu? Então, tem plantações de maconha, por exemplo, no Uruguai. Imagina eu exportar de um lugar do lado, mais barato, melhor pra mim, amizade entre os países vizinhos, América Latina se fortalecendo, papapá. E tu pensa, cara, tu tem uma característica sobre o Whindersson Nunes, pô, quer ver? Ah, vamos falar, vou conversar com um comediante.
o Whindersson Nunes está numa categoria de comediante, que é o comediante, porque ele está falando para a família. Como é que você enxerga a sua relação com ser quem você é, fazer suas músicas, não sei o quê, e ainda assim se comunicar com todas as faixas etárias? Porque, no fim, eu aposto que tira foto contigo do avô ao neto. Então, como é que você faz para navegar isso tudo e continuar sendo você mesmo com autenticidade?
porque tu agradar esses caras é o que? Precisa de um certo linguajar, talvez. Ou não tocar em alguns assuntos, ou tocar em outros assuntos. E aí tu tem que continuar sendo você mesmo, que é um empresário que lida com cânhamo, que lida com maconha, e lida com famílias também. Como é que é na tua cabeça isso? Eu... Eu gosto de... Eu gosto de ficar bem comigo mesmo, cara.
fim das contas, entendeu? Porque essa empresa e esse negócio, ele tá numa ideia, né? Ele tá numa expectativa de uma coisa acontecer. Mas enquanto não acontece, né? Eu preciso tá bem. Uma coisa também que eu gosto muito é de pensar que quando eu tiver velho, eu queria entender os jovens. Eu não queria ser alguém out ou uma pessoa que achasse que já, isso aí não é mais pra mim, por exemplo. Porque agora, às vezes, eu não consigo entender algumas coisas que eu vejo o dia que
Tá, eu também não. O que é que esse menino tá falando? Que linguajar é esse? O que tá acontecendo? Então, às vezes, eu penso nisso. Então, pensando nisso, eu tento adaptar a minha forma de falar porque eu queria que o velho entendesse e que a criança também entendesse. Obrigado. E que a criança entendesse o que é pra ela entender. Porque também tem coisa que você fala que a criança tá ouvindo, mas que não é pra ela entender, não.
Perfeito. Entendeu? Então, tem coisa. Eu evito usar algumas palavras que eu acho que algumas pessoas não querem ouvir.
Porque, por exemplo, machismo. Machismo é... Machismo, sexismo. Afasta o cara machista. E eu quero que ele escute o que eu tenho pra dizer. Perfeito. Entendeu? Eu não quero que ele escute a palavra... Misógino, eu lembrei a palavra. Misógino. Então eu falo massógino. Entendeu? A pessoa que ouviu, ela entendeu as duas palavras. Eu tenho certeza que ela entendeu as duas palavras. Mas eu não falei do jeito que as pessoas falam todo o tempo. Porque quando fala, tem um rejeito.
Às vezes a pessoa quer escutar e eu tenho que fazer assim, não, não, peraí, peraí, peraí, escuta aqui, escuta aqui o que eu tenho pra falar. Então pra não ter esse, peraí, peraí, peraí, peraí, pra pessoa já escutar e ela nem perceber que eu falei o que eu tinha pra falar, eu gosto de inventar a palavra. Mas aí toda hora tu tá tentando de fato falar alguma coisa, Wenderson? Às vezes tu tá só, ou tu tá só, só falando. Porque um outro efeito das redes sociais na gente, que fala as coisas que tem na cabeça, mas tem muitas vezes uma opinião,
quem tá ali, achar que tudo que tu vai falar também tem de fato alguma coisa sendo dita. E às vezes é só um pensar mentirinho. Mas eu acho que todas as coisas ditas têm um significado. Só que eu acho que alguns são inconscientes. Alguns você sabe mesmo o que você quis dizer ou o que você quis transmitir. E outros são só reprodução inconsciente mesmo de coisa da vida inteira. Gíria, por exemplo. Forma de falar, pausa de fala, jeito de se mexer. Isso comunica coisas, com certeza. Claro, tudo mostra.
alguma coisa, né? Se a pessoa... Mas tu tá me dizendo, então? Ah, sim. É tudo... Esses dias eu tava estudando esse movimento aqui, ó. Presta atenção. Muda tudo isso aqui. Isso daí me dá vontade de levantar e dar uma tapa na tua cara. Faz pra tua mãe isso aqui. Porra, tá fudido, meu irmão. Tu tá fudido se fizer isso aí pra tua mãe. Aí aparece um vídeo, policial... Policial atira no civil... O civil tá com... Você fala assim, é errado.
O policial tem que proteger a população, né não? O Estado tem que proteger. Aí você vê... Saiu as câmaras de segurança, o civil, ó. O policial...
Aí os comentários, fila da puta, eu dava ele no pé dele, esperava ele sofrer meia hora. Os caras têm os pensamentos mais sórdidos do mundo quando alguém te provoca. Entendeu? Quando alguém te provoca. Ou seja, poucas coisas mudam a situação 100%, entendeu? Pois é. E tudo comunica, na verdade. Tudo. Não é só o jeito que você se move. Não é só o jeito que tu fala, né? O tom. É o que tu veste. É como você chega. O local, pô. Você vê isso aqui tudo, todas essas decorações, papapá. Tivesse um negócio assim meio estranho, acaba percebendo.
Percebe? Rapaz, a galera tem uma ideia estranha aqui. Percebe? Tem um negocinho ali. Com certeza. A suascazinha atrás de uma parada. Para com isso, cara. Não, não, eu tô dizendo só um exemplo, pô. Por que você fez esse exemplo de filha da puta aí? Só um exemplo que eu tô dizendo. A última vez que eu saíram esse exemplo é eu me fudir, pô. Tomar no cu, pô. Entendeu? Tem um lugar que vocês sabem. Tem um lugar no Brasil que você sobrevoar de helicóptero e tem uma piscina com uma suascazinha.
Eu nunca vi, mas eu não duvido. Não, eu já vi umas notícias. Eu nunca vi a olho nu, né? Realmente, eu não posso dizer. Mas umas notícias eu já vi.
O rapaz foi encontrado em tal lugar. Você diz, fila da puta, rapaz. Dentro do mato o cara botou mesmo a parada. Que lombra, velho. Primeiro que tem uns caras que são malucos. Tem uns caras que são malucos. Pra tu pensar, essa porra tem que ser maluco pra começar, né? Mas então é isso. Porque às vezes... É que às vezes... Eu só... Eu tô com a intenção de só falar uma gracinha. Eu só queria tirar um sarro. Só que eu sei que os caras vão pegar o que eu falei. Ah, disso tu fala, né? Daquilo tu não fala. Ou então...
Então tá falando isso por causa disso. Na verdade, não. Eu só tava... Aí eu desisto. Eu acho que as coisas que saem, né? Que a gente amplifica, elas estão no nosso universo aqui ao redor, entendeu? Então eu acho que provavelmente a piadinha que a gente vai soltar do nada, ela tem um viés pensamental ali. De um pensamento que eu tive um dia desse. Eu achei engraçado. E eu pensei, talvez ia ser engraçado lançar ela só na roda. E aí quando eu penso que não, vem o momento e você faz... E solta.
entendeu? Então assim, pode não ter um sentido na hora assim, mas tem algum sentido por trás, entendeu? Mas e pra tu, como é que tem sido a tua relação com a rede social, cara? Tá mais... Tô flopado, tô flopado. Antigamente isso aqui ao vivo tava quantas pessoas? Tem quanto aí? Eu não sei quanto eu... 5 mil. Eu não sei quanto eu... Tem quantas pessoas ao vivo aí? Bora com isso, cara. Não sei também. Não, mas é bom saber, só pra nós sabermos.
Depois a gente vê. Mas ó, se liga. Tá bom, deixa depois, vai. Se liga. Aí vem o Bolsonaro aí, bufa, a galera lá em cima.
Nicola Ferreira. Mas é isso que tu quer? É isso que tu tá buscando? Não, não. Eu tô achando massa. Eu tô curtindo. É massa. Eu fico falando só pra mim mesmo, meus amigos, entendeu? É massa. Esse negócio de você falar um negócio que tá sempre 5 milhão de pessoas vendo. Porra, agora quando você fala assim e fica com a turma ali que tá há muito tempo, tá uns 10 anos, conhece você, entende você. Fica naquela coisinha. É interessante.
Tô achando interessante. Esses números não deram pra gente uma noção muito maluca do que é de verdade? Claro. Porque assim, cara, imagina você pensar que
fazer um programa na internet, sei lá, sexta-feira, por exemplo, que nem ontem, quinta-feira, sete horas da noite, 15 mil cabeças, sei lá. Cara, isso não é normal. Não é normal. É muita gente, pô. Isso não é normal, cara. Definitivamente não é normal. Ainda mais com toda a conjuntura do consumo de conteúdo. Então, assim, não é... Eu não olho muito isso porque eu sei que esse número aí vai ou inflar meu ego ou me jogar na lama. Nunca está bom. Sim.
ou é sempre complicado, nunca está no ponto ótimo, sabe? Sempre falta ou está demais. Então, esses números são fodas. Mas eu acho que viver é isso aí. Viver é isso aí. E por que a internet amplifica isso para a gente? Ah, porque a gente tem um negócio visível, né? Visível. Mas, por exemplo, às vezes eu já tive umas crises existencial porque vejo o tanto de seguidor que eu tenho e vou lá na Salma Hayek. A Salma Hayek tem, sei lá, 7 milhões.
Eu penso, eu sou o mais famoso que Sam Hayek. Isso não existe, pô. Tá ligado? Eu vou lá ver o, sei lá, o Denzel Washington. Aí tem uma quantidade ali que não é, sei lá, a metade do que eu tenho. Eu penso, por favor, né? O que é eu, pô? O que é eu? Aí veio Wagner Moura. Nem tem, entendeu? E aí tem eu com aquele... E o Wagner Moura faz o que faz, ganha o Golden Globe, vai concorrer ao Oscar e eu... Jared! Jared! E aí? Pra que que eu tenho isso tudo, entendeu? Sendo que outras pessoas podem ter uma influência muito maior.
pode ter um alcance muito melhor. Eu já tive muito pensamento por conta disso. E ao mesmo tempo, cheguei num momento em que eu penso assim, não, estou inciso, é assim mesmo. É do jeito que é e eu vou aprendendo a cada dia mais que for passando. Quanto mais, na minha vida, a maioria das coisas que eu tentei controlar demais, elas me fuderam. Tipo, eu quero um troço. Não é que eu trabalhei pra ter aquele troço e foi uma merda, não. Eu trabalhei pra ter aquele troço, eu forcei a barra,
Não rolou, eu forcei a barra, forcei, forcei, forcei e consegui. Foi uma merda. Sabe quando foi maneiro? Quando foi maneiro é quando eu tava pronto, eu queria e eu, porra, tava com sangue no zóio. Tava naquela, né? E aí não deu, porra, mas eu não vou desfiar o foco, não vou deixar de fazer o que eu tô fazendo. Sim. Não. E aí o bagulho chega. Eu entendo. Esse é o bagulho mesmo, que é o que fica, né? 100%, eu entendo. Eu tenho muita conversa com ele sobre o que que nós acredita que pode ser
possível, né? Em que sentido? Em tudo? Em tudo, na vida, né? Porque ele tem a vida que tem da forma que é, eu tenho a vida que tenho da forma que é, e a gente se conectou assim, eu acho que a gente se conectou mais no momento que eu tava passando, eu tava gravando muito, tava gravando muito tempo, eu não tinha tempo assim... Música? Não, não, é... Nesse tempo eu acho que era multishow. TV, tipo... É, os Rony, se eu não me engano, era um negócio na multishow.
E aí eu passei na frente do bar e eu falei, porra, mano, é vontade de ir no bar aqui, mas não posso que a turma vai inflamar. Aí ele disse assim, eu te entendo, toda vez que nós entramos num lugar, a turma fica olhando demais pra nós, porque nós somos diferentes de todo mundo. E aí nós começamos a ficar mais nessa de questionar um ao outro a existência mesmo, sabe? A realidade mesmo. Porque a gente entendeu que, por exemplo, a gente já curtiu muito, a gente já viajou muito.
Eu já tive um avião, que nem você estava falando, a gente estava falando mais cedo.
o avião, a gente fumava dentro do meu avião. A minha cachorra, a Regina, conheceu o Brasil inteiro. Eu tenho amigos que não foram no Brasil inteiro. Meu cachorro foi, entendeu? Então, assim, nós tivemos vivência da vida e momento da vida que nós também chegamos ao ponto de não ter mais, que foi na pandemia. Na pandemia, eu tenho muito funcionário. Eu tenho quase 250 funcionários, entendeu? No ecossistema, em todas as coisas, direta e indiretamente, entendeu? Por isso que muita gente, às vezes, pergunta sobre o
um posicionamento político, sobre o que eu penso e o que eu acho sobre isso, sobre aquilo. E eu penso que eu tenho duzentos e tantos funcionários que não podem ficar acuados por aquilo que eu estou falando. Quem vota em fulano de tal vai tomar no cu. E se o cara trabalhar para mim e votar em fulano de tal, como é que eu estou acuando meu funcionário? Você sabe que isso é crime. Isso é crime. Você ter uma empresa com 100 funcionários ou com 20 mil funcionários e dizer que você tem que votar em fulano de tal.
Você tem direito a livre pensamento nesse país. Nesse país, a pessoa pode... Direita de ir e vir. É por isso que muita gente briga que pode ou que não pode. Quem pode entrar no banheiro ou quem não pode ir para tal lugar. Mas todo mundo tem o direito de ir e vir. Todo mundo tem que ir com o seu namorado ou sua namorada tomar um sorvete e voltar para casa em segurança. Mas ninguém quer garantir isso para ninguém. Então a gente conversa.
E aí, mano? Qual que é dessa vida que nós estamos? O que está acontecendo? Você já parou para pensar o que teria acontecido
de se o Whindersson Nunes tivesse nascido... Vamos começar. Se o Whindersson Nunes tivesse nascido em São Paulo, como é que seria? Se ele tivesse nascido nos Estados Unidos... Por exemplo, se eu tivesse... Não sei se o Flores teria dado certo nos Estados Unidos. Eu acho que lá eu ia ser outro cara. Boto fé. Entendeu? Boto fé. Com outro sistema de pensamento. Eu precisava estar aqui para dar certo. Boto fé. E eu acho que tu também.
No momento que você estava... Isso não mexe com a tua cabeça, não? O momento que você estava... Eu tenho um momento interessante para te dizer. Uma parada interessante.
do interior do Piauí. E as pessoas passavam muito procurando crianças pra adotar. Pra levar embora, entendeu? E minha mãe falou que recebeu umas quatro propostas em mim. Olha aí. Caralho, tá valioso. Então assim, provavelmente eu poderia estar numa família e eu poderia ser um Jared. Podia. Poderia ser um Jared. Talvez não tivesse a consciência que eu tenho do... Não, que é pra ser o que você é. Eu entendo que viver o que viveu é o que faz você ser quem você é, né?
Então eu pensava dessa forma. Mas eu também penso que todo ser humano tem o direito a escolher. Foi isso que Jesus veio dizer, para falar a verdade. Poder da escolha. Você escolher. Continuar naquela situação que está ou você acreditar que aquilo pode mudar. Que é o que Jesus falava quando ia fazer o milagre.
Ah, Jesus, você quer andar? Você crê? De todo o coração? Sim, senhor. Então levanta, pega a tua cama e anda. Eita, porra. Caralho, não fazia isso faz tempo. Mas mudava o pensamento e, consequentemente, a realidade da pessoa, entendeu? Total. Tu também para pra pensar nessas porra aí, cara? Sim. Ele me questiona muito, pra falar a verdade. É? É. No bom sentido, né? Não é quanto mais a gente pensa nisso, mais desesperado a gente fica? Não, depende. Porque eu acho que o que Jesus deu, a chave que ele deixou, né?
Jesus não fez igreja, Jesus não disse, vem trabalhar comigo, quem ficar comigo é o mais massa do que os outros. Ele nunca falou isso. Ele disse, eu sou o caminho, a verdade é a vida e ninguém vê o pai não ser por mim, mas pelas ações, né? Tem aqui, ó. Pelas ações. E aí, ele vem falar sobre o poder da escolha. Fala que quando Jesus morreu, esses três dias que ele passou sumido, né? Ele volta três dias depois, ressuscitou. Oi, gente, tudo bem?
Aí um diz, meu Deus, é um fantasma. Aí ele fala, tem um que quer crer menos, né? Eu também. Aí ele fala assim, pega aqui.
Puta que pariu. Não falou assim, né? Macacos buracos mesmo. Nossa, macacos me mordam. Meu Deus do céu, que loucura. Mas disse que nesses três dias ele desceu a mansão dos mortos. Ele foi do inferno pregar os espíritos em cadeia. O que ele foi falar? Ele foi falar pra quem ainda não conhecia ele, quem não sabia o poder da escolha, que você tinha uma escolha. Você não precisa morar ali pra sempre. Você não precisa achar pra sempre que você tá pagando por um pecado eterno que você fez. Você pode escolher. Voltar pro pai. Entendeu? Acho que é o poder da escolha.
na conversa, mas pra eu não deixar a ponta solta naquilo que eu tô falando, entendeu? Ele sempre fala, e se for assim, aquilo, outro? Aí eu digo, assim, assado. Nem direita, nem esquerda. Nem direita, nem esquerda. Como é que fala? Imparcial na crítica. Tem que servir pra tudo. Se você pensou num sistema, vamos ver se esse sistema é bom mesmo. Eu tava falando, tipo, se atira um negócio da Bíblia e tal, que atira a primeira pedra e tal. E se tiver alguém jogado ali,
e não falaram pra nós. Só ocultaram pra ficar bonito. Mas eu acredito que não houve, tá ligado? Mas uma coisa que eu acho massa... E aí, se tiver acontecido? Uma coisa que eu acho massa dessa parte é que Jesus não joga uma pedra, né? Porque, teoricamente... Que era o que todo mundo esperava que jogasse. Teoricamente, quem não tem pecado seria ele. Então, atira a primeira pedra. Ele não atira, porque ele reconhece que, como ser humano, não que ele tenha pecado, mas como ser humano, todo mundo tá sujeito a isso. Não que ele tenha cometido, mas todo mundo tá sujeito.
joga também para fazer exemplo aos outros. Essa parte eu tiro dessa passagem, eu tiro esse ensinamento. Ele já pensa assim, e se alguém papou com uma pedra na mulher e saiu correndo e ninguém disse nada? Não, não anota isso não. Tem um relato, a menos que esteja mentindo. Não, eu não penso assim, eu jogo só o questionamento. Mas a menos que esteja, que tenha algo que seja falso, que está escrito na Bíblia, está escrito lá, tem um relato que Jesus vai lá e fala com ela e tudo mais. Então ninguém jogou a pedra por cima. Sim, sim, sim.
Então, a menos que esteja escrito errado ali, pode aparecer um evangelho apócrifo. Tu curte Monty Python? Um pouco. Já viu a vida de Brian? Já. Eu vi a parte do apedrecimento. Eu devo ter visto esse mais um, cara. Tá ligado? Ah, não. Também eu não sou fã da obra, não. Mas assim, eu gosto do pensamento desse cara. Aí tem a parte que ele fala que não pode falar o nome de Jeová, Ivan. E toda vez que fala Jeová, o cara lançou a pedra.
Pá, ele é o que foi? Você falou. Não, mas ainda não tá valendo. Ele disse, mas não pode.
Basicamente são os pensamentos que nós temos quando a gente pensa em alguma coisa relacionada a isso aí. E quanto mais pensa nisso daí, a gente não vai ficando cada vez... Porque veja, como é que acontece comigo? Quanto mais eu penso nas coisas, eu vou pensando em novas possibilidades e eu vou percebendo que eu não sei porra nenhuma. E aí tem uma outra coisa que eu estava pensando outro dia. Para que você está vivendo nesse momento, Whindersson?
ver o teu nome na história? Você quer deixar um legado? Você quer só viver tranquilão até o fim? Dá pra você fazer isso agora que tu já é o único Whindersson Nunes adulto rico do mundo? Eu acho que eu ainda tô entendendo o que é isso aqui. E eu tô gostando de entender. Porque a gente pode... Perdão falar, mas a gente pode se desviver a qualquer momento ou não querer mais a qualquer momento. Mas a gente, por alguma razão, todos os dias
permanece e quer. Entendeu? E eu não acho que eu tô nunca num lugar onde eu não queria estar. Eu acho que todas as vezes eu tô num lugar onde é o melhor momento da minha vida. Mas isso é novo também. Não era assim. Claro que não. Claro que não. Então, o que eu acreditava nesse tempo era outra coisa. E o que eu acredito hoje, eu acho que é isso que tu tava falando mais cedo, de quanto mais você sabe, mais você se perturba um pouco. Eu, no meu caso, de quanto
mais eu sei, parece que mais eu atesto a minha fé e no que eu acredito, entendeu? Então isso me dá, querendo ou não, um pouco mais de controle sobre a minha realidade mesmo. Me dá um pouco mais de controle. Eu sinto que quando eu entro num avião, eu penso não, mano, não vai cair. Não sinto que não parece, de forma alguma não parece. Então, porque em nome de Jesus, ou em nome daquilo que você acredita, ou que você acredita, ou que você acredita,
Você que tá assistindo, acredita. Essa coisa é muito crível e é tão crível que é o que aí acontece. É, dá certo até dar errado. É, dá certo até dar errado. E eu penso que quando der errado, que eu tenha paciência. É isso. Porque muitas vezes deu errado. E toda vez que eu tive paciência, o momento melhor foi o da frente. Que é o que eu mais ou menos que eu tava te falando também. Que é quando eu quis demais e eu briguei e eu... E eu briguei e eu, porra,
fiz e me esforcei e provavelmente prejudiquei alguém pra alcançar o que eu queria, foi uma merda. Entendeu? Então, essa ideia de que... Porque tem a volta àquele papo do controle que a gente tava tendo, que era como é que eu faço pra ser, por exemplo, o executivo mais bem sucedido dessa empresa. Provavelmente o caminho pra eu me tornar o executivo mais bem sucedido dessa empresa, pra mim, mais rápido, ele envolve sacanear uns caras, não sei o que.
Torna. Vale a pena? Será que é isso mesmo que eu quero? Porque pode ser que o que eu quero mesmo é ficar tranquilo, mano. Ficar de boa, que no geral é isso mesmo. Porra, eu quero mesmo, sei lá, mano. Eu quero vender um negócio assim. Só receber o meu salário, fazer a minha função, né? Pode ser que sim. Eu gosto de viajar. Eu gosto de viajar. Então eu provavelmente me venderia. Por aquilo que fizesse eu viajar a vida inteira, ficasse de boa. Então é tranquilo. Mas o que eu faço... Como é que você ia dormir depois?
Por isso que eu trabalho, entendeu? Por isso que eu trabalho e faço direitinho as viagens e durmo tranquilo. Porque eu realmente faço aquilo que eu mereço. E tento fazer aquilo que eu... Que faz esse ecossistema funcionar, que é de muita gente trabalhando e de não ter que, sei lá... Eu vendi meu avião por causa disso. Por causa de funcionário. Eu ia ter que demitir uma turma. Eu ia ter que... E eu demiti algumas pessoas. Mas não aquele corte abrupto. Não.
Só realmente pessoas que não estavam funcionando. Ajudou mesmo ter esse avião? Ou meio foda-se? Ajudou. O tempo sim, que a gente viajava muito por causa dos shows. Todo final de semana. E aí voltava rápido para fazer um público. Só que era muito gasto. Muito gasto. 50 mil piloto. Mais a gasolina. Era muito gasto quando ficasse parado, aí é foda. Agora estava gerando. Aí veio pandemia e não deu. A pandemia fudeu tudo de fato. Entendi, é verdade.
O que o Lil Wind tá fazendo? Tem álbum novo pra sair, né? Eu tô fazendo... Eu tô tentando também... Eu acho que da forma que a gente gosta de viver também, a parada é engessada do jeito que é. Ter que entrar num circuito de turnê, palco e isso. A gente gosta de fazer a vibe, entendeu? A gente gosta de estar num ambiente como esse aqui, entendeu? Botar um notebook, a placa de áudio e fazer um som e mostrar os sons novos. A gente tem pouca vontade
de botar ele na internet e ver quanto dá, quantas pessoas gostam. A gente tem mais vontade de apresentar elas. As mais massas só a gente tem, né? As mais massas são só nós que escutamos. É? É. E aí sempre que alguém vai em casa e fala, escuta essa. E a luz vai... E vira um show do nada. E é muito massa. E a gente prefere ser assim. Então assim, a gente tem vontade de fazer show, mas tem vontade de fazer assim. Ah, eu vou fazer um show de comédia em Aracaju.
E aí mais tarde num pubzinho, tem um showzinho no Lee Wind. Pra galera selecionada,
Entendeu? A galera que... Fortaleça o trabalho, é o que gosta, né? Porque tem muita gente de casa. Às vezes tem alguns lugares que tem pessoas que são muito fã, que tem tatuagem e tudo mais. E às vezes a gente fica naquela de... Às vezes a pessoa que é muito, muito fã não tem... Não chega perto e não tem aquele acesso, né? Por conta daquele montoeiro de gente que é você fazer show de... O que tu acha de um cara que tem uma tatu da tua cara, por exemplo?
Rapaz, eu tenho muitas tatuagens. Tipo, o que o Johnny Depp acha de eu ter o Edward Mão de Tesoura?
não é o Johnny Depp, é o Edward Mão de Tesoura. Então, mas ele, quem é aquele tatu? É a persona, é o que significa o Whindersson, é a ideia do Whindersson, não é eu, porque só quem sabe quem sou eu, sou eu quando eu vou dormir. Nem quem dorme comigo do meu lado sabe quem sou eu quando eu durmo. Eu sei muito mais do que qualquer pessoa. Eu sou eu, porra. Mas tu se conhece mesmo, pra valer? Conheço, porra. É doido, né? Eu vivo comigo há 31 anos, como é que eu dormo?
Não, mas é fácil você viver contigo há 31 anos e empurrar tudo pra debaixo do tapete e não pensar sobre isso. Problema de quem faz.
O meu não. Tem que ter um ano, daqui a pouco tempo, cara. Puta que pariu, tu vai ficar um velho desses que fala pra caralho, não vai, Manoel? Me manda calar a boca. Bom dia, vai tomar no cu. Eu vou escutar palavras ainda, viu? É o velho que pensou muito, o velho que pensou muito. Porra, eu vi as entrevistas do Ariano Sossuna lá, que você mencionou antes da gente começar aqui. Porque ele, velho, pensou, foi muito, mano. Tu vê o velho falando, mano, tu tá achando que ele vai responder, aí ele responde,
Caralho, o véio é sinistro, mano. Sinistro, mano. Então, deve ser maneiro ficar um véio assim, não é? Claro. Porra. Quem fala muito é o Tony Tornado, né? O Tony Tornado é um dos cabas véis do Brasil, que é os mais novos. É? Os mais novos velhos que tem no Brasil. O Tony Tornado tem 95 anos. Ele tem 95 anos? 95 anos, lúcido, fala bem, movibilidade e tudo mais, e pá, pá, pá. E aí teve uma entrevista que o pessoal pergunta. E aí, como é que é pra chegar a 95 anos?
Primeiro de tudo, tem que querer viver. Segundo, não pode morrer. Esse negócio de... Ai, por que eu não morri? Ou por que eu não... Aí um porquê que eu não morro não serve de nada. É palavras ao vento. E um tomara que eu ganhe, vale. Então, tem que cuidar e querer viver mesmo. Caralho, chegar aos 95 anos, mané. Será que dá pra nós, cara? Tua família tem uns caras que vivem muito tempo? Tem. Meu avô, acho que foi uns 80 e pouco também. Minha mãe tá bem. Meu pai tá...
Treina, né? É importante isso aí também, que se chegar no final da vida velho todo fudido, aí também não sei se é maneiro ou não. Pessoal limpando o Igor. Papai cagou! Eles dando uma fralda, puta que pariu. Papai sentado. Ah, não gosta não, Manel? Não? Não é muito a tua praia não? Limpar os outros? Velho cagado? Jamais. É? Não gosta não. Ou, qual que é a parte mais maneira? Eu te limpo. Se precisar te limpar, eu te limpo. Ah, mas ele é pouquinho, né? Facinho. Então o meu HD aqui tá só juntando cor. Tá só juntando, né?
vai vinha, é pesada. Mas como é que é quando tu vai nos eventos do Whindersson e tá cheio pra caralho e tu tá lá também, é maneiro? Andar com uns caras assim muito famosão? Não, não curto muito não, tá ligado? Tipo assim, eu trato as vezes vai pessoas lá na casa dele, tipo onde a gente mora, que tem 10 milhões, 15 milhões de seguidores, eu não sei quem é, tá ligado? Tem um monte de gente que eu também não sei quem é. Tipo, e a pessoa é mega famosa e eu trato ela de boa. Mas teve um que nós fomos jantar com ele que foi cruel.
Keanu Reeves. Caralho, muito fã. Fã de sério? Jantamos com o Keanu Reeves uma vez. Nossa, isso aí é brabo. Eu e o Manelzinho jantamos com o Matrix. Caralho, aí é brabo, mané. Foi cruel. Deu pra trocar ideiazinha? Deu pra trocar ideiazinha? Foi maneiro? Ou ele tava quieto na dele? Porque ele é quieto na dele. Não, não. Ele foi muito legal, cara. Foi muito massa. Viajou em mim demais. Conversou muito com o Manel, perguntando o sonho do Manel e o que que...
Perguntando o que é que eu fazia pro Whindersson, tá ligado? Tipo, qual era os planos e tal. Aí o segurança dele, tipo, ia traduzindo.
falando e tal, que eu gostava de ser exclusivo e tal, que eu não gostava de gravar produções, tá ligado? Não gostava de me expor tanto, tipo, igual as pessoas que é igual a mim faz, tá ligado? Tipo, ficar no meio de um palco, no meio de um... Eu respeito, tá ligado? Mas eu vejo que isso é meio que pai, porque tem muitas oportunidades na internet, tá ligado? Sim. Tipo, pra pessoa que é igual a mim, tá ligado? Eu tô falando que a pessoa...
O que tu tá dizendo é que tu tá evitando... Pô, cara, com todo respeito, tá? Sem sacanagem agora. Tu tá evitando
chacota, é isso? Não, sim, sim. Sim, né? Mas o que é que eu tava querendo transparecer pra ele, tá ligado? A minha forma de pensar em gravar essas paradas, tá ligado? É, porque fica meio associado justamente por conta dos trabalhos que os caras fazem, entendeu? Por exemplo, tem, tem, tem, às vezes, eu fui, eu fui fazer uma produção com ele, que inclusive tem aí, se quiser botar aí também, chama o Resgate, o Resgate, bota o Whindersson Netflix, o Resgate,
Então não bota, porra, Netflix, tu quer me fuder, cara? Não, não, não, mas não vai aparecer, é no YouTube. Tá bom, tá bom. É uma produção que a gente fez pro YouTube da Netflix. Tá. É a pimenta do rei, não é nem lá nem cá. Tá bom. Caralho, como é que tu consegue isso? Tem pouca gente que consegue fazer essas porra aí, cara. É tu, é o Mr. Beast, não é muito comum. Não sei, mas deu uma mexida, ó. E aí a gente fez um que chama A Encomenda, né?
E aí eu chamei um monte de pessoa que nem ele, né? Pra poder deixar mais normalizado.
E não ter, tipo, piada com isso, nem isso e tudo mais. E... E aí tu tava também? É. E aí o que que acontecia? Foi várias. Olha, interessante. O que tinha no contrato dos caras era... Tinha uma cláusula que era não fazemos arremesso de anão. Que isso? É. O cara tem que botar em contrato que não faz. Porque a galera... A galera quer contratar pessoas pequenas pra jogar nas festas. Jogar na piscina pra fazer. Tá ligado? É tipo assim, é desumano. Quando tu foi contratar lá os atores.
Ah, e aí eu li o contratinho. Contratinho menor, contratinho pequenininho assim, sabe? Fica brincando aí, mano. Fica brincando aí. Ele fica rindo, eu só lancei pra ver se ele é otário. Não, eu lancei pra ver se ele é otário. Ele tá rindo aí, ó. Ele tá rindo aí, ele tá rindo. Rindo do contratinho, as letrinhas. Beleza, beleza. E aí, ó, para de rir, você é pai, viu? Perdeu o foco total do Keanu Reeves, da ideia que ele disse. Pera aí, mano, eu vou chegar lá.
A gente tava aqui pensando... Eu vou chegar lá. Eu vou chegar lá que eu tô... O que eu tô dizendo.
eu tô dizendo é que a turma, é que a turma, que a gente tem que fazer o negócio funcionar, como por exemplo, a gente fez uma, ô, perdão, joguei o celular, né, pra tu, joga o celular aí pra mim, ô, perdão, tô esperando a ligação, fala, tô aqui, falando do Ken Reeves aqui, falando do Ken Reeves, voltando, e aí, e aí, o que ele tá querendo dizer é que, tipo assim, quando o Ken Reeves falava lá com ele, ele já queria passar logo que, mano, ele não é desses que faz essa, a papagaiada pra turma. É disso que eu tô falando, entendeu?
Não, mas a ideia que eu ia dar, tipo, não querer ser chacota. Eu respeito, tá ligado? Mas como eu vejo a internet, o tanto de chance que tem na internet pra você... De qualquer forma que você for... Sim, sim. Você ganhar a vida, vender, se afiliar a tal coisa, vender e tal. Aí as pessoas escolhem ir pra um... Que é igual a mim. Tipo, ir num... Ficar na frente de um palco, tá ligado? Aí eu acho ridículo, tá ligado? Tipo, não faria isso, tá ligado?
Tipo, porque tem várias oportunidades. Mas tu é novão, cara. Tu é novão, né? Tu acabou de me falar que tu tem, sei lá, 20 anos.
25 anos? 24 anos, sei lá. 25. É... Cara, 25 anos, assim, tem tanta coisa pra acontecer na tua vida ainda que tu já sabe o que vai ser teu caminho? Não sabe, sabe? Não. Pois é. Tu ainda tá descobrindo teu caminho, tá? Não, mas tipo assim, por nenhum dinheiro, tá ligado? Eu faria isso. Ah, não, não, com certeza. Não, não é disso que eu tô falando, né? Não, eu sei, mas tipo assim, mudar o pensamento por causa de uma quantia ou de uma oportunidade. Mas o que eu tava querendo dizer do Keanu Reeves, que eu queria falar pra ele,
Gostaria de participar em produções como ele, tá ligado? Como ator. Aí ele, ô, não sei o quê, puxava o brinde assim comigo. Só eu e ele conversando e ia muito massa, pô. E eu só admirando ali do outro lado e falando, rapaz, não acredito que o Matrix tá mais o Manel desenvolvendo ainda. Nunca o Manel imaginou, meu irmão. Nunca. Né? Porra, mas eu nunca imaginei. Ele puxava o brinde. Quando eu ouvi você estourar na internet, eu nunca imaginei que o Whindersson era o cara lá da internet lá.
eu vou conversar com o Inderson Nunes, entendeu? É, pô. E assim, eu fico pensando como era pra tu. Porque assim, eu sou um tantinho mais velho que tu. Sou 10 anos mais velho que tu. E eu fico pensando assim, como era pra... A gente já conversou isso. Mas como era pra tu ter estourado tão jovem e ficar... De repente tu era garçom. Assim, tu era garçom e de repente tu tá rico pra caralho. Caralho, que viagem. Imagina o que acontece com a cabeça de um cara desse, né? Fica meio maluco. E aí ele pode usar esse troço pra ficar mais maluco ou...
tentar entender o que porra é essa que tá rolando, eu acho. Eu também tô tentando entender o que porra é essa que tá rolando. É, mas se você parar pra pensar, daí eu não estourei e fiquei rico. Não estourei, vamos nessa possibilidade. Eu não estourei e fiquei rico, né? E eu fiquei pobre e lascado. Não dá pra ficar maluco também? Dá, dá, dá pra caralho. Especialmente se tu ficou famoso. É, então, eu acho que é mais essa parada.
Porque, por exemplo, se tu parar pra prestar atenção, tu só sabe ser tu desde que tu nasceu. Mas você só sabe ser tu?
Só que tu tava lá no Piauí, todo fudido. Tu veio pra São Paulo, garçom. E, de repente, o teu mundo, que era assim, fez assim. Donada, me parece. É, mas é porque tu parte do pressuposto de que nascer aqui faz o teu mundo ser maior do que o meu. Não, não. Mas não faz. Não é nascer aqui, é onde você tá. É o lugar que você ocupa. Porque, ó, eu sou do Rio. Da cidade do Rio de Janeiro, eu sou carioca. Mas, pra mim, o máximo que eu poderia ter de casa
era um fusion. Tá entendendo o que eu tô dizendo? É teu limite que mostrava o teu universo o máximo que dá. Aí eu cheguei num lugar que fez assim, puf. Agora meus amigos tem jato. Sim. O jato? Eu achava que isso dava pra ter um fusion? O cara tem um jato? Pode ter, né? Só é mentalizado. Só que pra mim eu já era velho. Quando o meu mundo expandiu. Sim, entendi. É disso que eu tô falando. Entendi, entendi. De quando esse meu mundo fez pé e eu ainda... Tu era um garoto. Sim. Entendeu?
para a minha idade também, né? Tem 12, 13 anos que tu estourou, né? Sim, por aí. Tu era um garoto, pô. Tu tem 31 agora? Sim. Então, como é que fica a cabeça do moleque desse? É, e no caso ele, que tá vendo tudo isso com 25 agora, eu que agora tô com 31, né? Eu tô com esse esclarecimento todo e tô com 31. E ele tá com 25 e tá vendo tudo de perto também. Tem uma chance aí de cortar um caminho. É, de cortar caminho, porque ele tá vendo tudo.
E se ele tiver certo, existe a chance dele tá errado. Tá vendo toda a minha falha também. É verdade. Tá vendo todo o meu acerto e tá vendo todas as minhas falhas.
falha também. Com certeza, isso faz toda a diferença. Dá pra olhar e falar assim, hum, eu não faria isso. Entendeu? É. Várias coisas. Tu olha de outro ângulo, né? Várias coisas. Tu olha de um ângulo assim, mais de baixo, assim, né? Eu não importo não, pô. Eu ia até voltar ao assunto, tipo, das brincadeiras, tá ligado? Aí, tipo, por causa dessas pessoas que vai pra palco e tal, aí eu chego numa festa com uma gatinha e coroa. E aí, não sei o que, tirando
onda, tá ligado? Tá ficando doido, é coroa. Esse aí é diferente, esse aí responde, as pessoas não aceitam brincadeira não, tá ligado? É tipo essa ideia que eu quero dar, tipo assim, tento manter postura sempre, tá ligado? Sem avacalhar. Tá certo. Toda hora tirando onda comigo. Já teve um cara bilionário, já teve um cara bilionário que tirou uma onda com ele uma vez, e aí ele olhou, ele tava com a gatinha até na hora assim, segurando assim, aí eu falei, vai vir agora.
Eu já penso logo assim, macho, eu não tenho nada a ver com isso. Eu não tenho nada a ver com isso. Eu não falei nada, tá ligado? Eu respeito as pessoas e papapá, isso não pode respingar sobre mim, que eu não tenho nada a ver com isso. Ele virou e diz assim, o índice, tipo assim, o índice, tu já viu o Rico falar alguma coisa que preste? Rapaz, esse é rico. Rapaz, esse cara, esse cara, mas ele sabe que não me atinge. Mas ele é bi, ele é bi, ele é mi, o outro é bi.
Tá bom, outra vibe, tá. Outra grandeza. Entendeu? Aí ele, aí ele, aí ele, meu irmão, esse cara faltou,
Eu falei, Marinho, se ajoelhar. Aí eu disse pra mim, não tem nada a ver com isso não. Vai falar com ele. Mas eu entendo também, tá ligado? Se for um coroa mesmo, eu levo na brincadeira. Mas se for uma pessoa que tem a mentalidade... Mas o que tu leva em consideração? Se o maluco tá te diminuindo... Tirando onda. Tá tirando onda com a tua cara, te diminuindo. Entendi. É bom, isso daí é meio escroto mesmo. Mas ainda é uma vibe de eu falar com o meu amigo e falar assim... Sei lá, tem um amigo meu que é gordão. E aí, gordão?
não sei o que. Não é diferente de eu escaralhar o maluco? Porra mesmo, vai tomar no cu, tu é gordo, porra. Não é diferente? Sim, sim, sim. Então, o jeito também faz diferença, não faz? Sim, sim, sim. Na tua opinião, faz? Como algumas palavras eu acho de boa e como outras não, tá ligado? É, mas, por exemplo, eu acho que o jeito comigo é mais da intimidade. Total. Mesmo que você fale com jeito ou brincando, opa, isso aqui, aquilo outro, tipo assim, se você chegou agora e você não me conhece, por que você tá falando?
Sim, sim, é. Eu meço bastante, assim. Serve mais como uma lição pra pessoa, tá ligado?
ele vai falar, vai chegar pra uma pessoa, pode ser qualquer coisa, tipo, ou pequena, ou cadeirante, ou ele vai pensar mil vezes antes de falar, tá ligado? Meio que eu tenho coragem de falar mesmo. É, por exemplo, é um troço que tá na tua vida, no sentido de... Não, foda-se. Foda-se, né, cara? E outra coisa, o nosso mundo e o nosso universo, ele é criado pra que as coisas não saiam dessa forma. Eu chego uma pessoa, chamo uma pessoa que eu conheço e que mora fora do Brasil, que não tá junto com a gente,
muitas coisas, papai e tudo mais, eu falo pra ela, ó, eu tenho um amigo que é pequeno, a gente não curte brincadeira não, entendeu? Aí chega lá no momento, ele mesmo brinca, ele mesmo tirando, qual é o que ele quer e tudo mais, dá o limite a que ele leva, a que ele pensa pra pessoa. E aí a pessoa sabe se brinca ou se não brinca. O que eu gosto mais de corrigir mesmo, quando falam assim, alguma coisa comigo, a pessoa não referir nanismo e referir com outro nome paia, e aí no geral eu falo assim, ele tem nome,
O cara trata ele pelo... Porque, por exemplo, tu chega com a pessoa que tem deficiente visual e fala assim, é o ceguinho. É o ceguinho que tu fala. Lógico que não. A pessoa tem um nome, tem uma profissão, faz alguma coisa e tal, e você associa. Ah, tem a necessidade de falar que a pessoa é grande, que a pessoa é gorda, que a pessoa é preta, que a pessoa é pequena, que a pessoa é branca, que seja, ou indígena, que seja. Se tem a necessidade, você fala.
Mas, no geral, não precisa ter a necessidade de você referir a pessoa pelo Piauí, que ele é do Piauí. Não.
Chego no bar, o cara pode vender bebida pra de menor não. Aí eu olho bem sério assim, irmão, tu quer perder teu emprego? Não, irmão, tô brincando e tal, desculpa e tal. Tipo que eu falei sério, tá ligado? Eu podia levar na brinca, então, foda-se. Mas algumas vezes eu levo na brincadeira, algumas vezes eu tiro pra... É, porque, por exemplo, tem vezes que você vê que a pessoa tá querendo tirar onde, tem vezes que você vê que a pessoa é só um desavisado mesmo, então eu não vou... Escorou, escorou não deu nem moral não, muito corou assim.
Eu nasci, ele já tinha bem 60 anos. O mundo já tava firmado na regra. Não sei quantas três guerras, eu acho, quando ele viveu. Mas como é que é pra tu, Manel? Eu só tô na primeira ainda. Pois é. Manel, tu falou que... Bom, eu já entendi como é que vocês se conheceram aqui, mas tu tem uns outros amigos, assim, meio Whindersson também? Não, tipo assim, eu tenho outros amigos que acreditam em mim, tipo, numa potencial, tipo, de computador,
vendas, de outros amigos que me fortalecem muito, tá ligado? Tá, mas como é que é pra tu, então, ter na tua vida parecer um cara igual o Whindersson Nunes? Como é que ele funciona? Porque é difícil andar com ele, é disso que eu tô falando, entendeu? Sim, muito foda. É difícil, tu não consegue... Como eu falei antes, tipo, eu conheci ele através dos meus primos, tá ligado? Aí eu pivete, velho, eu já vi a oportunidade de conhecer ele por causa desses meus primos que trabalhavam com ele, tá ligado?
Aí eu ia escutando uma tua e dormia assim, ia dormir sonhando, tá ligado? No jato, fumando, que eu já fui com o Marco,
17 anos. Tu acha isso bonito? Não. Aí sonhando, fumando, aí tudo aconteceu, tá ligado? Foi acontecendo. Aí tipo assim, foi assim. Não, mas não é isso que eu tô falando, não. Eu tô falando assim, pra tu, ele... Tu tinha o teu outro amigo famoso? Porque assim, tu tava vivendo tua vida. Não, sim. Depois eu fui me acostumando, tá ligado? Mas logo no início, eu... Caralho, pô. Do nada eu tava na casa do Wilson, com a Luisa Sonza, assistindo o filme.
Três. E eu muito fã dele, tá ligado? Fumando. É disso que eu tô falando. É disso que eu tô falando. Que lombra é essa mesmo. Olha a vaciar lourona. Tá doido. Calma aí, cara. Loucura, pô. Não, ela é lourona. Não, lourona. Ela é lourona. Com um violãozão no colo e tudo mais. É doido o tamanho dela. Ela é alta, pô. Eu nunca vi. Nunca. Nunca tive perto. Entendi, tá? Mas deve ser muito doido mesmo. De repente, tu começa a participar do processo criativo do cara. E foi logo no primeiro, tipo...
Depois que ele lançou esse do Netflix que a gente conheceu em Fortaleza, ele fez um projeto que foi 10 dias, eu acho, criando o show, tá ligado? E ele juntava todas as piadas, aí eu cheguei logo aí, tá ligado? A gente conheceu o Marlon Wenz também. Caralho! Nesse tempo, eu cheguei logo em São Paulo conhecendo o Marlon Wenz. Sério? Fui lá em casa. E aí, por exemplo, eu já selecionei uma turma pra conhecer o Marlon Wenz, né? E aí ele tava lá, tava lá o Robson Souza também, que é o meu amigo que faz um show comigo que chama Criando Bagagem.
sobre viagens. Maneiro. Isso é um show todo sobre viagens e cultura pelo mundo e tudo mais. Não tem muitas loucuras metais igual no geral. Tem mais esses aí mesmo. E aí o Bruno Lima também. Aí foi o Marlon Enzo e foi o MC Kevin, cara. Caralho. No mesmo dia? No mesmo dia. Junto com o Marlon Enzo. O Marlon Enzo era assim com o MC Kevin e foram junto lá pra casa. E aí foi muito legal. Conheceram o lugar que ele grava vídeo. Conversaram com os meninos. Caralho. Jantamos, fumamos, bebemos. A vida é muito maluca, né?
Do nada. E é do nada que acontece assim, do nada. A gente tava voltando pra casa e o Keanu Reeves tava aqui e ele falou com o Rubinho Barrichello, eu acho. Foi, o Rubinho Barrichello postou uma foto com o Keanu Reeves e eu falei, peraí, peraí, peraí. Eu mandei uma mensagem pro Rubinho Barrichello e falei, cara, se você tem um filho que gosta de mim, bota pra eu conhecer o Matrix. Por favor, deixa eu conhecer o Matrix. Aí ele falou, ó, restaurante e tal, tal hora, tal hora.
Aí eu falei, mano, é o Matrix? Aí ele, ah, e aí nós vamos lá, jantamos com o cara. Faz tempo isso? Faz dois anos, eu acho.
uns dois anos. Caralho, que maneiro. Fumou um cigarro com ele, fumou um cigarro com ele lá fora. Tinha prometido que nunca mais ia fumar cigarro, tinha parado, não vou fumar um cigarro. Mas ele não tem jeito. Aí o Ian Reeves foi fumar um cigarro e eu disse, dá um cigarro. Aí ele me deu o cigarro e eu voltei a fumar pra sempre, até hoje. Imagina, imagina, sei lá, tá uma véia que, pô, da igreja de saia comprida do lado do Snoop Dogg e ele passa a banza. Tem que fumar mesmo. Ela fuma também. Não tem jeito.
Olha o John Vlogs aí. É, não. Sei que é...
Tem uns caras que realmente não tem o que tu fazer, mano. Por exemplo... Não, deixa quieto aqui. Deixa quieto aqui. No banheiro, Vida? Depois quando tu voltar, tu pega aquele chosen ali. Tu ainda tá envolvido com coisa de tecnologia, de investir em coisa de tecnologia? Sim, sim. Até saiu uma notícia esse dia que eu tava roubando lá. Ah, é? Tu é ladrão? Eu tava dizendo que eu era, né? Mas eu tinha que achar esse dinheiro pra eu ter certeza de que eu roubei alguma coisa, né? Porque não tem. E aí...
que ele tava superfaturando um negócio pro governo e tal, e eu, puta merda, é foda. Primeira vez que tava tentando... Porque assim, eu sempre evitei mexer com qualquer coisa assim, porque justamente sai isso. Tem uma propaganda, um exemplo, de Públi pra Petrobras. Aí eu penso, aí quando for lá em 2030, diz, a paz liberada, não sei o que, não sei o que, na onde, olha o que tá aqui no pagamento, o Whindersson Nunes. E aí diz, cadê esse dinheiro?
E eu, sem saber, entendeu? Aí eu falei, não, nunca vou fazer. E aí, com a empresa de tecnologia,
surgiu a oportunidade de a gente botar na grade curricular das escolas do Piauí. E aí eu penso, lógico, meu estado é o lugar que eu mais gosto, com certeza. É lá que eu vou começar a fazer. E aí saíram as notícias que assim, eu nunca fui notificado, nunca apareceu um e-mail, nunca foi solicitado a minha empresa, nem nada. E tem uma notícia aí de que a gente ganhou uma licitação fora do... Entendeu? Que foi 11 milhões de reais. E aí depois saiu outra notícia, foi 5. Eu disse, cadê o resto do dinheiro?
Como é que era 11 e agora é 5? Cadê o resto do dinheiro? Eu quero todos 11, viu? Eu quero todos 11. Vocês estão botando que eu estou roubando menos agora? Não pode ser assim não, mídia. A mídia está cruel. Está tirando e botando dinheiro no seu bolso e tirando. Não, porra. Bota o dinheiro e depois tira. Eu fico mais pobre toda hora. Não, não, não, não. Tem alguma consistência aí. Mas primeiro tu ficou mais rico. Primeiro tu ganhou 11 milhões. Ah, mas eu tenho que usar ele. O que tu estava falando?
Esse negócio na nuvem. Eu odeio isso na nuvem. Eu não sei onde é que tá esse dinheiro. Eu gosto que faz assim e abre e tá lá. Joias. Coisas. Mas não tem, porra. Que merda. Entendeu? Entendi. Mas tá rolando o projeto lá. Tá rolando, tá funcionando. É lá no Piauí. E, inclusive, eu queria interromper pra poder falar o que tá acontecendo lá no Piauí. A mesma parada que tava acontecendo agora, não, Minas Gerais. Enchente. Tá? Agora pegando a chuva. A galera não tá esperando em alguns lugares.
E no Piauí tá com alagamento em Uruçuí, né? Floriano, no Piauí, no Piauí inteiro, tá ligado? Então eu queria pedir aqui a galera de Floriano, por exemplo, né? Que eu não tenho muitos dados, mas Floriano, por exemplo, que é a cidade que meu pai trabalhou e tudo mais. Ponto de arrecadação, ó, precisa de alimento não perecível, item de higiene pessoal, água potável, roupa, fralda, agasalho, roupa de cama, colchão, ração pra cães e pra gatos, ó, os pontos de arrecadação. Açougue São Félix, Avenida Euripe de Zaguiar,
1633. Na rua Genésio Rosado, 1580. Manguinha. Na rua Elias Ok, 233. Próximo ao Comércio Esporte Clube. Você pode deixar uma doação em Floriano Piauí. Se você tiver alguma informação e quiser fazer alguma doação por Urussuí, se na minha cidade, Bom Jesus do Piauí, acontecer alguma coisa, então já deixo aqui a você de qualquer lugar do Brasil que puder ajudar, pesquisar um pouco sobre as cidades do Piauí, o que estiver acontecendo.
e ajudar. Sempre tem ali uma galera ajudando. Exatamente. E meu nome aí, eu já agradeço agora, desde sempre. De toda forma, quando a água, quando a gente puder fazer alguma coisa, a gente tá mandando, já tô mandando meu segurança, que é uma pessoa que eu confio muito, que me passa os dados do que tá acontecendo, o que precisa. E eu vou com os amigos, vou no amigo dele aqui, que tem o dinheiro também. Falei, me ajuda aqui, tal, tal, tal e tudo mais.
E a galera sempre faz a força e funciona. Então, se você puder fazer alguma coisa pelo Piauí,
momento, eu vou te agradecer e vou ficar bem feliz. É isso. Se tu tiver por aí já fazendo alguma coisa que tá ajudando já a galera aí, manda um salve no Instagram também pra gente poder, pra gente saber, pra gente poder divulgar, né? É... Tu ia perguntar um bagulho pro Manel, esqueci. Lembra aí. Só mandar. Enquanto isso, nós vamos conversando aqui, né, filho? E aí, como é que tá? Sendeu chosen? Sendeu chosen? Legal. Chosenzinho?
Chosen? Chosen? Chosen? Chosen? I can. Chama de chosen? Tem uns caras que chamam de...
Dedo de gorila. Tem vários nomes. Fala o teu nome favorito aí. Verdinho. Ah. Eu gosto do Chosen. Chosen. Que deixa a gente chosado, entendeu? Entendi. Esse daí é aquele que deixou o Keanu Reeves? Esse é o que deixou a Ariana Grande. Entendi. É. Esse que deixou... Aí mandava fumar, né? Esse que deixou o Jorge Benjó. Entendeu? Então, porra, como é que é essa parada de lidar com a parada medicinal sendo o cara que te ajuda a pensar
na vida, é isso que é o bagulho? O que que te agrada? O que que te atrai nisso daí? A gente tava falando que fumar é uma merda, né? Eu acho que o hábito mesmo. É? Eu acho que o hábito mesmo. Eu acho que é pro gaúcho tererê, o chimarrão, né? Pra quem é do vinho, o vinho, as tacinhas de vinho e tal, tal, tal. E pra tu segurar o teu cérebro. E eu acho sim também que o excesso é... A gente vive às vezes no excesso e só pensa que
tudo bem as consequências. Pois é. É, mas assim, eu também não indico o excesso a nada. Tem gente que é, tem gente que não fuma uma maconha nunca na vida, mas acorda e dá quatro gole na coca. Eu vejo muita gente assim. Tô na casa da pessoa, ui, Deus me livre. Nossa, como é que tem alguém? Tu fuma ali perto, fuma ali longe. Ai, eu tô ficando lombrado. Ai, eu tô ficando lombrado dentro do carro. Ai, não tá, não tá, não tá. Mas acorda e bufo, bufo, bufo na coca. Quatro golão na coca ali, é, verdade, verdade. Porra, mas e
como é que tu ainda quer um dia voltar a ser um youtuber, cara? Da última vez que a gente conversou, tu disse que, pô, eu sou tudo. Eu sou comediante, eu sou youtuber, eu sou o Lee Wind, eu sou tudo. Sim, senhor. Mas as coisas não precisam de uma energia focada pra elas andarem pra valer? Sim, eu tenho um projeto pro YouTube, né? Eu tenho um projeto pro meu canal que é... Eu tenho aquela turma toda, mas as redes sociais, elas... As redes sociais, elas decidem quando...
Quando elas querem que as pessoas vejam aquilo que você tem a falar, elas têm um viés. Se você para para prestar atenção, uma empresa, por mais que ela seja aquela coisa, por mais que a Magazine Luiza seja aquela personagem bonita, por mais que o Duolingo seja uma corujinha, tem alguém que é dono e tem alguém que acredita em coisas, acredita como o mundo funciona, entendeu? E a gente meio que trabalha pensando no que aquela pessoa pensa, entendeu?
assim, eu tenho vontade de fazer o meu canal, como se fosse uma TVzinha também, entendeu? Eu já tô fazendo uma gradezinha, botando umas pessoas que eu acredito, cantando pra fazer um... Eu tenho um estúdiozinho, chama Girasol Estúdio, em São Paulo, e lá eu dou oportunidade pra um monte de pessoa que tá começando, você tem quatro músicas? Vem cá, a gente faz um negócio, posta no meu canal, tá lá, tudo no meu canal, chama Windy Sessions, Girasessions, perdão.
Windy Sessions é o meu Sessions, que foi o que eu fiz no Girasol, mas chama Girasessions. Aí várias pessoas
vão lá e cantam e tudo mais. E aí eu penso, dentro daquilo que eu acredito, em fazer a minha coisa enviesada àquilo que eu acredito, né? Que é fraternidade mesmo. Eu gosto de fazer coisas por outras pessoas, que elas possam fazer alguma coisa por mim um dia. Às vezes eu penso assim, ah, pô, eu já tive muito dinheiro, já tive muita fama. Eu ainda tenho ainda, mas eu penso, um dia pode não ter, né? E se um dia eu não ter, eu tenho certeza que o Igor, não é possível que ele vai me levar um prato de comida. Não vou.
Você fica lá e me... Ei, eu vou dormir na rua hoje. Duvido que vai deixar. Não vai, não vai, não vai. Entendeu? Não, esse é um bagulho que tu construiu mesmo. Então as coisas básicas, assim, mínimas do dia a dia, eu penso assim, não, esse medo eu não posso ter. Esse eu não posso ter. E esse incentivo também não parar, né? Sim. Mas se parar, tem quem confiar, tá vendo? E também o medo das coisas mudarem, das coisas acontecerem, faz o cara travar.
Você sabe. Quantas vezes eu já fiquei travado sem saber o que eu ia fazer lá em casa e tu falando assim, mas tu sempre tira o negócio da cartola, pô. Tu sempre faz a coisa acontecer. E eu demorando a acreditar nisso,
pensando assim, acabou, a fonte secou, mas não tem mais ideia e nós vamos perecer. Chegou os sete anos de vacas magas do Egito. Puta que parai, e agora o que é que eu faço? Mas, realmente, sempre aconteceu. Sempre aconteceu. Eu sei exatamente do que tu tá falando, cara. Do dia eu tava ali no maior bad trip, ali falando com um amigo meu ali embaixo, aí ele falou assim, tu tá falando isso, cara? Tá maluco, porra? Não. Tu? Não. Nós do nada, sendo algo, do nada nós pensamos que nós somos agora do nada de novo. Não, não tem como. Que isso?
Que lombra? Sai, sai de mim. É, assim, querendo, no mínimo, no mínimo, a gente construiu pessoas ao longo do... Construiu, veja. A gente construiu pontes, laços, laços ao longo do caminho. Ruim de tudo isso mesmo, né? Bom, mas é foda, porque isso aí não paga escola de criança, né? Talvez pague, né? Dependendo do amigo, né? Eu acredito muito na palavra. Eu acredito que a escola... É filha ou filho? Duas filhas. Duas filhas. Eu acredito que a escola da sua filha,
Eu sustentaria mais uns seis meses sem pagar. Se você dissesse, eu consigo, eu sempre consigo. Eu vou chegar lá e não vai ficar assim. Eu acho que sim, eu acredito na palavra um pouco. Não penso só que o mundo é mau e que todo mundo quer ganhar dinheiro, que a galera vai ter, que minha filha vai ter que sair da escola. E que todo mundo de fato virou só um número. É, não, acho que não. Acho que se não, aí eu vou viver como? Pensando que as pessoas são desse jeito. Eu vou isolar em casa. Cara, talvez tenha lugares que sejam,
assim, como tu tá falando. Eu acho que é muito mais provável que eu consiga trocar essa ideia aí num colégio lá em... Vou chutar aqui uma cidade aí que tá pra dentro. Lá em Olambra. Tá. Do que aqui em São Paulo. Não que aqui não tenha, mas é que aqui o ecossistema ele tá em outra escala. Sim. Tudo é maior. Uma esfera um pouco mais difícil de trabalhar, né? De ser humano. Sim. Tá ligado? Porque... Por que que eu
pessoas vêm fazer em São Paulo, Whindersson? Os caras vêm aqui trabalhar. Os caras vêm aqui ganhar dinheiro. Eu tô fazendo isso aqui. Café e cigarro. Café e cigarro. Café e cigarro. Direto. Então, nesse ritmo, como tudo é grande, tudo é número. Como é que eu organizo as coisas? Número. Porque só tem um Whindersson Nunes, mas tem uns 50 Igor. Então tem que todo mundo virar um número aqui. Quando todo mundo vira um número, aí fodeu. Porque aí eu te pedi um troço aqui. Você é o matrícula 3.750.
É a mesma sensação que eu tenho quando eu vejo no jornal lá, especialmente na época do Covid. Pô, morreu 150 mil pessoas lá no começo. Morreu 150 mil pessoas. Aí depois 200. Aí depois 250. Chega uma hora que tu nem tá entendendo mais. Desacredito também, né? Tipo, do tanto de gente. Sabe que morreu muita gente, mas será que foi mesmo 500? Eu sou muito de desacreditar. Se for assim, é melhor do que entrar numa de meio milhão,
mil pessoas e tu não sabe... Mudar só o nome, né? Tu não entender que são 500 mil vidas. São 500 mil CPFs. Sabe o que é? Cada pessoa daquela ali tinha uma mãe e um pai. Certo? Ou teve em algum momento. Mas o que ele tá falando aqui é sobre confiar na informação. Que é uma outra questão complexa também. Que é também muito difícil. Eu tava falando ontem, ontem, ontem... Eu acho que ele tava falando mais sobre a questão de quando diz um milhão, às vezes é 300 mil e 300 mil também é muita gente. Também é muita gente. Também é muita gente.
Mas é um milhão mesmo. Mais ou menos isso, eu acho. Eu estou entendendo. Especialmente quando a gente recebe notícias de coisas que estão acontecendo lá do outro lado do mundo. Que nem guerra, Israel e Hamas, por exemplo, lá na faixa de Gaza. Aí estourou, logo no começo, um hospital lá em Gaza. Aí os caras falam que foi Israel e os outros caras falam que foi Hamas. Aí tu não sabe direito porque um cara que tu devia estar confiando está falando que foi A e o outro fala que é B.
Um dado interessante. Um dado interessante. Isso é uma coisa que eu vi, que nem ele está falando. Eu vi também num lugar, e será se isso é real ou não é? Mas enfim, eu vi essa notícia. E a notícia aí, depois eu fui dar uma olhada e parecia que era mesmo. A notícia era que atacaram a base, a Índia e o Paquistão, eles estão meio em guerra também. Eles vivem intenso. Eles vivem tenso, como ele falou, vivem tenso. E aí disseram que atacaram a base no Paquistão.
a Índia disse, foi o Paquistão que explodiu o próprio lugar dizendo que é nóis. E o Paquistão dizendo, foi a Índia que jogou em nóis. E sabe o que acontece? A área de guerra Índia e Paquistão é nublada no Google Maps. Você não tem como saber quem jogou, nada em quem mesmo, nem eles mesmo tem como saber. Então é assim, é aquele negócio que passa assim, sabe quando você vê no Globo News e tem quatro comentaristas embaixo e várias pessoas, são vários líderes, dizendo, foi você
E o outro diz, ele foi você. E o outro diz, eu tenho certeza que foi você. E o outro diz, não, não foi eu não, foi você mesmo. E é uma briga que você fala assim, como países em guerra brigam dessa forma sobre o que eles não têm certeza do que estão falando. Por um pedaço de terra, né? Por um pedaço de terra, que às vezes é isso aí. É uma área que tá nublada, que ninguém mora e que ninguém vai morar, mas aquele pedaço ali é merecimento, é meu.
Petróleozinho lá embaixo? Calma aí, né? Um pouquinho só, pô. Nem faz diferença não, os dolazinhos. É só uma maquinazinha.
Puxa, né? Besteira. Mas eu gosto muito também de tentar ajeitar o mundo ao meu redor e depois pensar nos conflitos mais longe. Eu vi um meme hoje, que é o que brasileiro gosta de fazer quando tá acontecendo essas coisas, porque quando eu falei no meu show, isso não é um culto, né? É como se nós fossem os cafés com leite do mundo, né? Eu vi um meme que dizia assim, e aí, o que tu tá achando da guerra? E o cara disse assim, tô analisando a situação. Aí a criança que tá aí embaixo brincando diz assim, sabe muito.
sabe muito, lenda. Analisando, eu posso fazer o quê? O que eu posso fazer contra o conflito Índia-Paquistão? Agora posso ajeitar a minha casa, os conflitos dentro da minha casa, um mal entendimento ali, o cachorro que tá cagando, não é pra cagar, entendeu? Aquilo eu posso ajeitar. No máximo, pedir a Deus que tenha compaixão de lá. Toda hora que for dormir, falar assim, meu Deus, quem não comeu hoje, que possa comer amanhã, e quem não
beber ou que possa tomar uma água que todo mundo é direito, tá na Constituição. Pelo menos aqui no meu país, tá na Constituição. Água, moradia, educação. O que mais? Saúde. Saúde. Saúde. Seguração. Saneamento básico. Cadê o saneamento básico? Não tem. Caralho. Caralho. Aí, toma aí essa cobrada, meu irmão. É, lá nesse show Isso Não É Um Culto, que é o que tá no Netflix, que é um que ele também participou muito da criação. Nós gostamos de fazer um acampamento criativo. Traz um humorista do
Traz um de Belém. Sabe quem faz assim? A Pixar. É? É. Como é que tu convida esse cara? Os Minions, eles foram feitos assim, com 1.500 criadores espalhados pelo planeta. Caralho. Então, por isso, os Minions são tão cativantes. Todo mundo de qualquer país acha muito interessante os Minions e a forma que eles agem e tudo mais. Porque é o pensamento de 1.500 criadores pelo planeta. Entendeu? Então, eu gosto de trazer um do Manaus, um do Belém, um do Maranhão, um do Ceará, um da Bahia.
E aí a gente discute essas ideias que eu tô tendo. E tem um texto sobre lá, bem grande, depois tu vê. Sobre saneamento básico. E onde tu... Como é que tu encontra esses caras? Essas pessoas? Ah, eu tenho que financiar, né? Não, tudo bem, mas é que tu tem que... Tenho que trazer eles... Não, não, mas primeiro tem que achar os caras. Não, não, são meus amigos. Ah, tá. Todos amigos desde que... Tá bom, são amigos. São pessoas que estão lá desde que eu comecei.
Entendi, tá. E aí, tipo assim, você não vai ficar por aí sem fazer nada. Vamos trabalhar, ganhar uma grana.
E ainda de quebra, como todos os dias a gente discute, teve uma vez que nós fizemos 44 dias seguidos no Clube do Minhoca e 44 comediantes distintos subiram no palco e testaram seus textos. Então assim, todos eles sentam, ouvem o show, escrevem algo, falam algo e a gente cria uma parada bem massa. No geral, quando eu faço acampamento criativo, é mais fechado. São umas 5 pessoas. Eu, Manel, Robson, sei lá,
Genésio, Moisés Logueira. E aí na tua casa? Aí eu alugo uma casa. Ah é? Tu pega um lugar separado? Eu pego um lugar diferente. Geralmente eu pego um lugar, por exemplo, tem uma vez que a gente pegou uma casa bola. Era uma casa que parecia uma pokebola. Oxi. E aí ela fazia assim. Porque eu quero que... Porque ela é diferentinha. Eu quero que as pessoas... Não, não é nem isso. Eu quero que os caras pensem em alguma coisa diferente.
Porque nós estamos em um lugar diferente. Por que nós vamos pensar igual? Retângulo. Por que nós vamos pensar assim? Pensar redondo. Pensar diferente.
Coisa de maluco. O que tu acha da pira de trabalhar em casa? Porque eu faria isso daí, eu alugaria um lugar pra fazer esses camps aí justamente pra não poluir, entre aspas, a minha casa com um processo que pode ser frustrante, com um processo que pode ser... Tu pensa nisso? Tu já tentou fazer isso na tua casa? Já fiz, muitas vezes. Gravei um filme inteiro dentro da minha casa. Se for pra poluir,
Eu evoluí muito a minha casa naquele dia, porque foram quantas pessoas trabalham naquele filme? 65 pessoas trabalharam? Eu tinha uma plantinha, os caras cortaram a plantinha de Eva. É, né? Tinha a plantinha, aí morreu a Eva. Por que os caras cortaram tua plantinha? Não sei, eles viram que tava pronto pra colher, tá ligado? Era só um pezinho, tá ligado? Que eu cultivava, amava ela muito. Tem que explicar, né? O sentimento. Se é meu sentimento, ninguém pode proibir. Não, é só brincadeira. Aí, tipo assim, eu só tô falando que...
esse cara fez lá e pronto. Tipo, muita energia num lugar só, na casa do cara, tá ligado? Muita gente, produção, é muita gente. Sei que tu tava falando, né? Então, e essa energia aí toda, ela não é meio nociva? Eu acho que a minha energia é maior do que essa daí. Tu acha? E ele sempre se muda também. Eu acho que a minha beneficia. Ele sempre se muda. É verdade. Eu sou muito nômade. Em São Paulo eu já morei umas quantas? Umas 10, 11, cara. Nossa, por que, cara?
Ah, porque quando dá um ano, mas... É, basicamente, quando eu chego já tá mudado. Ah, caralho. Ele vai viajar, ó, muda essa porra. Volta do Japão, tem outra casa já, o apartamento... É muito, é massa. Aí é bom, aí é bom demais. Aí eu chego, tá tudo show, cara. É massa demais. Tu vai pelo menos conhecer a casa nova? Não, eu nem viajo aí, nem vejo. Não, às vezes nem olho. Entendi. E aí, geralmente é com os móveis que já tá e tal, e do jeito que tá, fica também. Eu também não rasgo nada, não quebro nada.
cachorro, né? Mas eles já passaram dessa fase de rasgar as coisas, acabar com as coisas. Que cachorro que é? Tem uma... tem a Regina, que é uma vira-lata. Tem o Leandro, que é um... tem o Jared, que é um pincher. Tem a Miranda, né? Que é uma que... Só nome de gente. Que não tem um olhinho. Então, uma porra, cara, o nome de cachorro tem que ter duas sílabas. E é isso. E tem o Leonardo, que é o gato. Então tem dois, Leonardo? Não, tem o Leandro.
Todo mundo confunde o cachorro com o gato. Entendi. A gente chama Leandro e Leonardo, eles vivem muito, eles brincam muito. O Leandro e o Leonardo são muito amigos. São muito amigos. É, muito massa. Maneiro, maneiro. Caralho, bicho pra caralho. Muito. Tá maluco. Eles foram chegando ao longo do tempo? É, ao longo do tempo. Foi tudo de uma vez, não. Mas é um ecossistema gostosinho. Como é que eles lidam quando chega um bicho novo?
Porque, pelo visto, chega bicho novo aí de vir e mexe. É daquele jeito. É igual o BBB, quando a Sabrina Sato entra do nada.
Entendeu? Deu nada a Débora Seco, entra meio dia. E aí a galera, uai, daquele jeito. O que é isso? A Regina, ela odiava gato, entendeu? E aí, quando chegou o Leonardo, o Leonardo chegou filhote. Eu acho que a Regina nunca tinha visto um filhote de gato. E aí ela pensou, meu Deus, eles fazem criança desses. Sínoras, meu Deus. E ela ficou em choque. Ela ficava olhando pra ele, se tremendo assim. E ao mesmo tempo, ela queria cuidar. Foi engraçado, foi massa. E eu tô vendo agora.
Tu é doido, ela sempre corria pra matar gato. E agora ela ama o Leonardo. E eu tô aprendendo a ter gato agora, porque eu sempre fui cachorreiro, né? Agora eu sou gateiro. E gato é massa. Por que que tu tá vendo? Gato parece, sabe o que pra mim? Gato parece um ser vivo que entendeu que é Deus antes de você. Entendeu? Porque todo mundo fala, eu sou Deus. Jesus dizia, eu e o pai somos um. E vocês vão fazer coisas melhores do que eu.
Entendeu? Em algum versículo da Bíblia, se eu não me engano, fala, vós sois deuses.
não lembro qual que é. Mas, por exemplo, está dizendo que reconheceu o divino dentro de você. E você sendo Deus, você faria o quê? Seria um gato. E o gato parece que ele já percebeu que ele... Porque sai até uns estudos esses dias que o gato é dono do ser humano. Ele acha que você é um felino ruim de caçar. Entendeu? Por isso que às vezes ele chega com um rato e bota perto de você e tudo mais. E eu vejo isso na hora que chega em casa.
Porque quando chega o cachorro e está numa animação de quem pensa assim, caralho, eu mando lá fora.
muito difícil. Você voltou. Você tá aqui. E o gato parece que ele olha assim, olha quem tá vivo. Oh, ele tá vivo. Bota a ração ali pra mim e depois a gente conversa sobre o que você viveu ali atrás. Às vezes nem acorda, né? Não, ele nem levanta. É muito massa, velho. Muito massa. Achei interessante. E aí no tempo dele, às vezes ele te procura. É verdade. Porque como Deus também, Deus, ele deixa você viver, que você tem um livre-arbítrio. Mas depois ele fala assim, depois ele te procura.
Que Deus é evangélico, fala, volta pra Jesus. É Deus te procurando de novo. Igual gatas, a gente procura com carinho. E os passarinhos? É só dar de presente pra ele que ele adota. Se der um carneiro pra ele, filhote, ele adota lá. E aí nunca mais comer carneiro, nunca mais. Mas sabe que assim, o problema do pássaro preso é porque o mais massa da vida do pássaro é voar, né? O gato, o mais maneiro da vida do gato é andar por aí também.
Eu acho que não é tão maneiro assim, não. Eu também acho que não. Ele sofre muito. Volta todo fodido com a cara do Kratos. Mas tu não acha que tem um passo aqui que gosta de voar também, não? Galinha. Galinha eu já não vou. Prefere viver na gaiola? Então, mas ainda é bom criar uma coisa assim, tranquilo, tipo uma galinha, um Guiné. Uma galinha da Angola. Uma galopsia. A galera que cria pensa assim, se eu saltar, vão matar ele.
Ou manter ele presente. Ou então vão prender ele de novo em outro canto. Mas é melhor ser um passarinho dentro da gaiola ou uma galinha sabendo que
vai virar comida. A galinha sabe que ela vai... Quer dizer, ela não sabe que ela é burra demais pra isso. Mas ela vai virar comida. Não é melhor de ser um passarinho na gaiola? Passarinho, tu não vai comer o teu benti. Depende da forma de prazer que quer. Ou só observar ou ser comida. A galinha é bem saborosa e tal. E observar a beleza da criação também é muito mais. Eu vou ficar preso aqui pra galera ficar olhando pra mim. Ah, eu vou morrer pra galera me comer e achar uma delícia, tá ligado? Lá ele, meu Deus.
Olha ele! Mas é. É, bom, eu não sei. Eu não sei. Fico pensando, cara. Tem mais frango no mundo que ser humano, né? E outra coisa, tu tá com a certeza de que não vai ser comido muito grande. E não é bom a gente ter muita certeza de mais assim, não, porque o futuro a Deus pertence, entendeu? Entendeu? Ele tá pensando assim, eu sou humano, eu não sou jantado. É mesmo, é mesmo. Tá aí, ó. Jeffrey Epstein, Header e Clinton. Tá a turma toda aí comendo.
gente fazendo jabaquata aí pelo mundo, viu? É um cacete mesmo aquilo ali. Tu tá vendo o que tá acontecendo aí pelo mundo, velho? Mais ou menos, faz parte do meu trabalho. Mas eu fico saindo fora, entendeu? Fica muita teoria também, entendeu? Você fica envolto num negócio que aí você até para de prestar atenção nas coisas que você precisa prestar atenção mesmo, que é seu país, seus problemas, problemas da sua família, da sua casa. Tem uns casos que eles são como se fosse uma
puta de uma fofoca gigantesca de uns troços horrorosos, como é o caso do Epstein. Não tem muito a ver com a nossa gente. Os brasileiros que são citados, eles não tem, sei lá... Não sabe muito bem o que tá acontecendo também. Os caras não estavam no troço. O cara foi citado uma vez em 3 milhões de páginas. Diferente do Trump, que é citado mais vezes que o Harry Potter, é citado em todos os livros do Harry Potter, tá ligado? Do Trump.
Então, tem... Mas o que eu quero dizer é que é uma parada que é importante a gente olhar
mas ia lá. Mas gera fanatismo também, tipo assim, total. De querer, tipo, ia mais, o que foi que ele fez mesmo? Total, de querer ver, assistir. Por isso que a galera jogou Bin Laden no mato, Bin Laden no mato, tá ligado? Pra não gerar um lugar que ele fosse endeusado, ou fosse a galera fosse lá e lembrasse das paradas que ele fez, tá ligado? Porque tanta mídia em cima, falando, falando. Fanatismo casado. Quem gosta de arma, quem gosta de terrorismo, acha massa, tá ligado? É, o que eu via quando, por exemplo,
o pessoal falava às vezes do Negudi e dizia assim, ah, o Negudi fez uma piada, isso aqui, aquilo outro, a piada com trans. Aí jogava a piada com trans. Aí eu penso, rapaz, quem não gosta, ou quem gosta, adorou essa postagem aqui. Porque viu, riu, achou legal e às vezes você abre os comentários e o povo, cacacá, achei massa mesmo. Certo, Negudi. Tá ligado o pessoal embaixo assim, papapá. Então, fanatismo ao redor da parada. Às vezes, a intenção de quem tá mandando a mensagem vai moldar a reação de quem recebe.
Por exemplo, isso que você está falando aí. Boa, isso faz sentido demais. Às vezes o cara nem gostou da piada do Nego Di, mas só porque você pegou nesse ponto, eu vou pô dessa piada, só de sacanagem. Gostei, bota fé, bota fé. Mas isso é uma parada que a gente sente, né? Entendi. Especialmente no Twitter, o Twitter não dá. Nunca mais entendo no Twitter, inclusive, não dá não. Na criação eu faço muito isso. Dá uma olhada assim, uma zapiada rapidinho. Eu esqueci que existe, sinceramente.
discordar das paradas dele. Faço muito isso. Não é porque é ele. Eu tô lá como um espectador, tá ligado? Eu me coloco na plateia falando com ele. Aí eu, mancha, eu pensaria assim, em tal forma, tá ligado? Não importa se ele é o índice, se ele é o rei dos shows e tal. Algumas vezes eu tentei entrar no tema nanismo, entendeu? Já quis falar sobre... Porque eu convivo com uma pessoa, né? A gente conversa, consequentemente, sobre todas as coisas que acontecem. Eu vejo muita coisa acontecer.
Eu vejo a reação dele muitas vezes em excesso. Umas vezes eu vejo. E outras eu vejo. Se ele não tivesse falado, ele ia estar errado. Porque essa pessoa vai continuar reproduzindo essa parada, entendeu? Então, tipo assim, o que eu falo não é verdade absoluta. O que eu falo não é verdade absoluta. O que ele diz também não é verdade absoluta. A gente vai chegar a um ponto até no ponto de concordar e discordar. Mas ele pode dizer o que ele tem a falar e eu posso dizer o que eu tenho a falar também.
tema. De palco mesmo, falar, fazer piada e tudo mais. Mas tu tentou falar disso nas tuas próprias redes sociais também, recentemente, né? Sim, sim. Mas, por exemplo, agora eu tô mais letrado nesse sentido. Mas ele que é o gatilho? Eu tenho mais tempo de convivência. Não, acho que é o nanismo do mundo inteiro. Não, não, o que eu pergunto é assim, foi ele que chamou a tua atenção pra esse tema? Porque o que eu tava achando, que cara, eu sou meio ruim de fofoca, tá?
se é sobre a vida do Whindersson Nunes, eu fico sabendo mais ou menos, do trabalho talvez eu saiba um pouco mais, ou do
um bagulho que ele falou que me interessa, mas da tua vida pessoal me interessa um pouco. Então, eu achava que tu tava namorando uma moça com nanismo, entendeu? Porque tu apareceu nas redes sociais com uma moça e eu achei que tu tava namorando ela e eu achei que tu tava falando dessa parada por causa dela. Mas é isso ou é porque tu tem um amigo há mó tempão? Não, eu acho que mais porque eu tenho um amigo há mó tempão. E aí, consequentemente...
E ela também. Com certeza, mas por exemplo, eu te conheço há mais tempo, no caso. E aí,
Entendendo a vida, aí eu me sinto à vontade pra me relacionar com uma pessoa, entendeu? Porque eu não tô falando merda, eu não sei, eu não tô com fetichismo, entendeu? Porque tem muito isso, né? Que a pessoa... Ah, eu tenho... Pô, como é que é? E tá, tá, tá, e tudo mais. Eu falo, mas... Como é, mano? Do mesmo jeito. Quando você pega... Você fica com uma mulher muito maior do que você. Como é que é quando é uma mulher muito maior do que você?
É... É assim, mano. É do jeito que é. Normal. Entendeu? Então, tipo assim, eu me senti à vontade pra poder...
me relacionar assim. Até porque tu já tem... E a parada de expor é justamente isso. Tipo, eu não tenho medo do que as pessoas possam dizer. Nem ela tem medo do que as pessoas possam dizer. Até porque ela já sabe o que as pessoas dizem a vida inteira. E ele já sabe o que as pessoas falam a vida inteira. Eu também já sei como é que é. Tá ligado? E tudo mais. E, às vezes, as pessoas aparecem dizendo que eu tô namorando com tal pessoa.
E eu não tô namorando com tal pessoa. Então, por que eu mesmo não posso postar com alguém que eu não tenha namorando? E cada um pensa o que quiser. Pensa que eu tô namorando.
tanto faz. Mas eu não tô nem aí. E nem ela tá nem aí. Mas eu acho que, de qualquer forma, tem uma mensagem que passa aí, manja. Que é... Que é, porra, eu não sei nem dizer. Tipo, cara, olha só como todo mundo pode ser feliz, tá ligado? Sim. E não tem que ser uma grande questão. Não é uma questão, bavali. Vai tomar no cu e para de tirar o saco dos outros. Você acha que alguém que tem, que não tem uma perna, só pode ficar com alguém que não tem uma perna? É isso, é isso. Não faz sentido. A gente já saiu, eu, ele, ela,
Amiga dela, bem grandona, tá ligado? Eu conversando com a amiga dela e ele com ela, tá ligado? Inverso. Foda-se. Total. Total. Mas é. É, a gente foi visitar a pizzaria dela. Ela tem um negócio e tal, tal, tal. E ela falou, olha, eu tenho um negócio. Eu abri uma pizzaria e eu falei, pô, vamos todo mundo comer pizza lá. Mas tu pagou? Não. Mas bem. Mas não paguei, não. Ah, bem. Mas foi, sabe o quê? Plubuleplust.
É, eu postei. Tá bom, tá valendo. Então, entendeu? O negócio. A fortalecer o negócio dos amigos. Das princesas. É o inverso. É um babaca. Estamos aqui um tempão falando do bagulho. Isso aí também foi uma parada. Tinha um tempo que ele não levava ninguém lá em casa. Por quê? E aí eu falava assim, pô, traz alguém aqui, pô. Vamos ficar aqui de casalzinho e tal e tudo mais. E aí foi uma coisa que foi quebrando com o tempo.
porque antes ele tinha parado de ser mais na dele mesmo, assim, viver a própria vida. Eu também tinha isso, também de viver a própria vida. Mas eu também gostei de apresentar pras pessoas que eu fico, os meus amigos, e mostrar como tem umas pessoas que tem umas ideias boas também no mundo. Eu sei que homem não tá legal ultimamente, a fama de homem, entendeu? Tá feio. Mas existem umas pessoas que são bacanas, que tão boas pra conversar, que tem umas ideias legais, entendeu? E meus amigos no geral são, assim, então é bom.
A gente tava falando aqui, acho que antes da gente começar sobre música e sobre fazer música. E tu tava falando sobre instrumentos, até sacou uns aí de sopro, né? Na tua música, tu quer adicionar alguma coisa que você realmente toca ao invés de pensa? Sim, eu já tô começando a fazer isso com a guitarra, né? Que a guitarra é o instrumento que eu mais tenho intimidade. Esses outros instrumentos que eu mostrei aqui são instrumentos que eu acho interessante, que são culturais.
Qual show? Comédia contemporânea. Comédia contemporânea? É, eu tô fazendo um show que chama Comédia Contemporânea. Que é só com coisa musical, tá ligado? Ele não fala nada, é só igual tu falou. É uma parada... É uma parada mais... Um número. É uma parada mais de mímica, é uma parada mais de... É uma parada mais de... De mexer com o que é a realidade. É pra pessoa sair do show com a cabeça, entendeu? Por falar em cabeça, cara, eu te perguntei antes da gente começar, mas... Você tá legal?
Tu se internou, porra. Eu acho que depois disso eu vou precisar de terapia. Não é aquele meme? Tu não se internou ou eu tô doido? Sim, me internei. Mas a dúvida do meu show que eu falo agora, o Isso Definitivamente Não É Um Culto, eu fiz um show que chama Isso Não É Um Culto, que parece um culto, mas não é um culto. Tô falando dos problemas da sociedade. E esse chama Isso Definitivamente Não É Um Culto. Parece com aquele, mas é outro. E fala sobre a internação, só fala sobre saúde mental.
questionamento principal desse show é por que que procurar saúde mental amedronta tanto as pessoas? Não, não. Mas é que tu não foi procurar saúde mental. Tu se internou. Exatamente. Procurando o quê? Sim, mas antes tu fez um procedimento, tu passou nos caras e o cara recomendou tu se internar ou tu se internou? Não, um amigo meu me falou. Rapaz, eu acho bom tu se internar. Oxi. Ele foi fumando o último beck no caminho da clínica.
Foi. É? Tu tava junto? Assim, pra poder parar. Só bolei o último beck. Fiquei em casa mesmo.
Voltar e ir com a... Lógico, ir e não voltar. Ficar em casa mesmo, né? Pra que isso? Ficar só me levantando e sentando? É loucura. É uma hora de ida e volta, pô. Tu cumpriu o tempo que tu se propôs? Claro. Sim, sim. E aí, o questionamento principal desse show que eu tô fazendo agora, que inclusive tá em turnê pelo Brasil, se você quiser.
pesquisar, é www.winderson.com.br. Você vai ver minha agenda inteira, do Brasil inteiro. Você ainda não sabe escrever o Whindersson? É, joga no Google e ele corrige. Isso. Como é que então? Isso não é muito doido? Como é que é, cara? Porque tu é esse cara, tu joga no Whindersson no Google e o Google corrige. E aparece uma foto minha assim e diz, Whindersson Nunes é ator, cantor, compositor, boxeador, empresário. E humorista. E humorista brasileiro. E humorista.
Não, não, não foi nenhuma piada, não. É porque ele esqueceu. Esquece do humorista, não. É, mano, que é o principal. É o que nós ganha dinheiro. Mas o que eu tava falando antes disso? Puta, fodeu. Na clínica, pronto. De por que as pessoas estão procurando, quando você procura saúde mental, as pessoas ficam assim, nossa, meu Deus, que mal que tá. Sendo que, sendo que, quando você tá com um problema no pé, você vai no médico do pé,
problema no rim, médico do rim, problema na mente, médico da mente. Às vezes tá com muito problema no rim, você tem que internar. E às vezes eu vou lá procurar uma saúde mental e o cara fala assim, olha, você tá passando por um quadro disso, disso, daquilo. Você não acha melhor... Tá, entendeu? Vamos lá. E aí foi isso que eu fiz. E eu fiquei agoniado os primeiros três dias. Realmente foi um parto. Foi complicado. Primeira vez?
Primeira vez. Porque você fica... Inclusive eu fiquei em duas dessa vez. Foi em duas. Eu fui, terminei o tempo, saí,
fiquei um pouquinho em casa e ainda tava assim, cara, eu acho que eu tô 85%. Eu acho que mais uma vez, em outra, com outras pessoas e outra experiência, eu vou completar. E realmente foi o que aconteceu. O que eu senti pra mim foi o que aconteceu. Caralho! E aí os primeiros três dias eu me senti, caralho, no fundo do poço. Meu Deus, eu tava recém completado, 30 anos, eu tava, puta merda, 30 anos dentro da clínica psiquiátrica, que loucura.
E aí eu me perturbei um pouco. E aí depois eu já fui focando mais na convivência com as pessoas e entendendo o problema de cada um, entendendo o meu problema,
pensando, puta que pariu, a galera tá bem mais maluca, bem mais maluca. Meu problema é existencial mesmo, o problema das pessoas geralmente é por alguma coisa do mundo, alguma coisa que aconteceu. É um trauma, é uma parada, entendeu? É um eco ao longo do tempo acontecendo, sabe? De alguma coisa que aconteceu há muito tempo. E eu, as coisas que já me aconteceram há muito tempo que eu fiquei traumatizado da vida, eu já superei, sabe?
Será, cara? Eu perdoei, já me perdoei, já perdoei as pessoas, entendeu? Já me perdoei por
Pensar o mal de quem me fez mal, entendeu? Toda essa parada assim, eu já meio que superei. Mas não é a própria construção, não é isso tudo que tu viveu que te transformou em quem você é? A gente já meio que já sabe disso, né? Com certeza. Por isso que eu sempre tive bem com isso. Com isso eu sempre tive bem, entendeu? Mas com a existência, essa é o que me pegava diariamente. Por que que eu acordo? Entendeu? Assim, eu já tentei me desviver muitas vezes, entendeu? Não tô falando da forma direta, aquela de planejar e fazer o negócio.
eu quero pular daquilo, eu quero me prender naquilo, enfim. Seja qual forma for, que não seja nenhum gatilho aqui ou nada pra ninguém, mas que seja só exemplificando. Mas assim não. Assim uma vez. Assim uma vez só. E aí, o tal do acaso, que eu acho que não é acaso, que não existe, entendeu? Aconteceu e nada aconteceu. Mas de todas as outras vezes, cara, me drogando, por exemplo, eu já quis não acordar, fazer assim, agora eu vou até não ter volta.
E lá estava eu no outro dia. E bem. Essa é a parte mais irônica. Não estava... Ai, a minha vida me desgraça. Não, estava assim. Ih, rapaz, ainda vou fazer um show daqui a pouco. Que consigo. Entendeu? Então eu pensava. Realmente a existência... Cara, se interna mesmo, então, o seu viado. Da próxima vez... Não, já fui. Isso é o que eu pensava naquela época. Hoje eu não sou assim. Eu não penso desse jeito. Hoje está mais... Eu realmente dei uma refletida mesmo. Isso é hipocrisia mesmo. Isso é muito sinistro.
poderoso, tu achar que tu não tinha que estar aqui mais? Pô, peraí. Não, e tentar, e ir atrás. Aí que tá, né? Tu que decide, mané. E ir atrás diariamente, entendeu? Diariamente, durante um tempo, durante anos, tentando encerrar rápido, pensando. Todo mundo morre cedo, pô. Entendeu? Todo mundo morre cedo. O cara faz isso, faz aquilo. Mas eu não queria fazer nada que fosse... Eu entendi. Dirigir bêbado. Isso é horrível. Você mata alguém, você faz uma...
Entendeu? Eu nunca pensei em fazer o mal aos outros, às outras pessoas. Eu sempre pensei, pra mim,
vê se eu entendi não é que tu queria só não tá aqui isso não quer dizer que você queria eu queria se tivesse lá no botão de apertar quer ir ou não quer ir, eu não quero entendeu? era esse a parada mas daí ia pular de um prédio é foda eu pensava dessa forma hoje eu não penso mais dessa forma hoje eu acho a vida realmente uma coisa sensacional eu parei de achar o ser humano uma merda que eu já achei por muito tempo
mano, um lixo, entendeu? Mas hoje eu não acho mais. Tanto que eu repreendo quando eu vejo uma pessoa falando assim, ah, fulano, sei lá. Às vezes a galera fala muito a esquerda. A esquerda é a escória da sociedade. Aí você pega no dicionário, você vê o que é escória. Escória é o ributaipo, escória é a cinza, escória é o nada, entendeu? Como é que você quer o bem da sociedade ou do país que você vive chamando alguém ou algo de escória, entendeu? Então assim, eu passei a ter um amor pela vida,
e um respeito um pouco pela vida, de não querer nem chamar de nome muito ruim a vida ou o ser humano mesmo, entendeu? Que antigamente o mundo pra mim era sem futuro, o mundo ia acabar rápido, entendeu? Isso não dura muito. A galera falava, daqui 600 anos a água acabou. Eu falava, 600? Eu duvido que dá 150. Eu pensava desse jeito, na velocidade que era. Mas ao mesmo tempo eu penso, pô, se o externo é o interno, então eu preciso mudar.
E eu não posso crer que o mundo não vai funcionar, senão que futuro tem a humanidade?
se eu achar que não vai alugar nenhum. Então eu tô fazendo o quê? Tá aí, tem que pensar mesmo. Porque eu também já falei muitas vezes, vem meteoro. Vem meteoro. A galera comenta, né? Deixa de ser um medo e vira uma esperança. É. Aí pensa Deus. Aí você fala assim, por que Deus não me responde? Eu acho que às vezes Deus não te responde porque ele tem que sair pra chorar de vez em quando. Que é a humanidade, a criação que ele fez, tá olhando pra cima e dizendo, vem meteoro, acaba com tudo. Sendo que no geral a gente nunca queria que as coisas acontecessem.
Quando o dilúvio vem, quer entrar na arca. O problema é isso. É. O dilúvio vem e quer entrar na arca. Mas o problema é que não tem como a humanidade avançar se eu não achar que vai avançar. É por isso que eu não acho que o robô vai acabar com o ser humano. Eu acho que tem que ser integrado. Deve ser, né? Deve ser integrado. Se o futuro é tecnológico, eu sou o quê? Se eu rejeitar a máquina? É. A gente já não rejeita, né? A gente já anda com o segundo cérebro aqui.
É, mas no começo a gente não gostava, não. É verdade. A gente não gosta de pagar o ticket de estacionamento na máquina.
Eu gosto da máquina. Eu gosto também. Eu gosto da máquina e eu sei que a máquina precisa de manutenção. E quem faz a manutenção é o ser humano. Não é que eu gosto da máquina, é que eu tô aprendendo a parar de desgostar do ser humano, pra ser sincero. Porque é difícil, meu irmão. É difícil. É difícil, porra. Então, assim, eu sei que eu já ouvi e li uma galera refletindo sobre isso mesmo. A gente acabou de falar que o ser humano é uma merda.
que vem o meteoro e tal. Eu já falei isso um milhão de vezes. Mas outro dia, inclusive, eu estava conversando com um moleque que ele me botou para pensar. Ele falou, cara, tem certeza? Olha isso aqui, olha isso aqui, olha como é que esse cara aqui pensa, essa parada. Eu fiquei, caralho, é mesmo. Um dia eu fiquei com uma moça e ela tem um hobby interessante. Eu gosto também de conhecer as pessoas que eu relaciono. Ela tem um hobby interessante, que é aquelas pessoas que colecionam inseto. Sabe aquelas pessoas que botam no alfinete um insetozinho, aí botam do lado.
Essa é a espécie tal. Tempo de vida. Cheio de informação. E ela me levou duas abelhas. Duas abelhas bem grandes. Se eu não me engano, assim. Uma abelhão assim. Grossona. E a cabeça delas parecia um tanque de uma moto. Caralho, foi o que ela disse. E aí eu comecei a olhar o design daquele negócio feito que o Elon Musk tenta, porque tenta fazer um negócio automático e parecido com aquilo ali.
lima e não consegue, na perfeição da natureza, é muito difícil você conseguir reproduzir a perfeição que é a natureza. E que alguns dizem que é aleatório. E essa abelha, tem uma coisa interessante sobre esse bicho que é ele é do tamanho exato que ele tinha que ser. Por quê? Porque se ele fosse maior, a asa, não daria conta de levantar. Porque assim, imagina, sabe quando a gente entra no mar, na água, na piscina, que a gente precisa fazer uma força pra empurrar a água? Na escala
da abelha, o ar é pra ela, a água é pra gente. Então, ela consegue bater com mais densidade. Então, se ela fosse maior, ela não ia conseguir. É muito doido isso. Faz sentido, porque é assim que funciona o avião também. Tem muita gente que não entende como é o funcionamento do avião. Nossa, esse bicho é de ferro, esse bicho é tão grande e esse bicho voa e leva as pessoas e leva 300, 50 pessoas. Às vezes, mais do que... Tem dois andares muito grandes.
E a explicação é que o nada não existe. A gente acha que aqui é nada, mas quando você faz assim, você sente algo aqui, que é você empurrando moléculas de oxigênio. E de mais uma porrada de coisa. De mais uma bactéria e o diabo 4. Espirro dos outros de ontem ainda, está rolando aqui, muita coisa acontecendo. Ecosistema todinho. E aí quando você joga um papel, um avião de papel, ele entra numa constante que essas moléculas,
de oxigênio, ela imprensa o papel, o negócio, e ele fica, ele até desce devagar em algum lugar que você fala, nossa, não pode. Chegou uma hora que ele despenca, que é quando o avião cai e a galera fala que perdeu a altitude. Mas geralmente é isso. Essa força de cima e essa força de baixo que prende ele num negocinho que ele fica, que chega até o momento depois que ele decola, ele faz ele volta um pouquinho, porque ele já está dentro daquilo. O Manel, esse cara está lendo demais, cara.
Tu tem que levar ele lá pras raparigas, porra. E o pior é que isso tudo é raparigando. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, assim, entendeu? Eu explico pra elas, eu converso pra elas. Eu quero que elas saibam como é que funciona o avião. Tá certo. Entendeu? Eu não quero ninguém enganando ela, dizendo assim, isso aqui, ó. Mágica. Mágica. Não, não. A Terra é plana. Quero que a galera diga que é. Já chegou alguém falando pra tu que a Terra era plana?
E tu teve que trocar uma ideia pra valer? Já. Eu adoro que a pessoa ache isso. Qual que é a tua teoria da conspiração favorita? Minha teoria da conspiração favorita?
é que os alienígenas já vivem entre nós. Entendi. Essa é a mais assim... Nessa daí inclui as pirâmides do Egito, foram feitas pelos Anunnaki. Pra poder vir uma energia de si, captar alguma coisa. Tem coisa pra quilômetros pra baixo. Eu acho que você escolhe naquilo que você pode acreditar e aquilo que você não tá nem aí, ele não existe. São o caso dos demônios japoneses, entendeu? Então, tipo assim, se eu quiser achar que o Anunnaki veio aqui, então existe o Anunnaki e realmente ele vai vir algum dia, entendeu?
Se eu quiser achar, por exemplo, como os evangélicos acham que Jesus vai voltar,
Jesus uma hora vai descer do céu, bem bonito, com a tatuagem Senhor dos Senhores, Rei dos Reis, Senhor dos Senhores na perna, e o apocalipse inteiro vai estar acontecendo, e o Donald Trump vai ser ou não ser o anticristo, igual alguns dizem, entendeu? E o Papa? E o Papa sabe das coisas também, acho. Sabe das coisas. Mas as coisas precisam manter a ordem, entendeu? Então se o Papa sabe das coisas, e uma hora ele fala uma coisa que não é pra falar, como o Barack Obama de vez em quando fala, no podcast,
É, o alienígena vem ver, eu já conversei com um. Aí a galera, cala a boca, não fala assim não. Ele falou, tem alienígena, não sei se tem ali. Eu achei massa do Papa, tipo, o novo Papa, tá ligado? Que ele deu uma ideia que você tem que amar só Jesus e, tipo, ser grato a Maria, tá ligado? Não adorar a Maria. Tipo, isso é muito revolucionário, tá ligado? Para o católico é. Para a igreja católica, para o Papa, tá ligado? Eu já acho que faz sentido gostar de Maria, porque, por exemplo, assim, eu acho que quem tá fazendo...
no bem. Escuta, filho, amigo. Estou falando em deusar, senão eu fico contra tu. Não, tudo bem. Eu estou contigo na ideia. Eu sei, eu estou contigo também, mas por exemplo. Eu falei do Papa. Mas escuta, presta atenção. Se tu faz bem a minha mãe, tu faz bem a mim, não é não? Então eu penso que existe um devido respeito, mas que tem que ser pessoal e individual entre a pessoa. Eu respeito a mãe de quem eu acho a pessoa mais top do planeta. Então eu respeito. Eu acho massa quem tem a demonstração.
Jesus é Deus? Então Maria não é de fato a mãe dele. Maria é mãe do avatar de Deus, que é Jesus. Não, não, Maria é Deus também. Boa. Maria é Deus também. Você também. Porque foi isso que ele veio dizer. Ele veio dizer isso. Ele veio dizer quando ele estava no barco e estava todo mundo, eita, o barco vai virar. E Jesus estava dormindo lá dentro, porque Jesus sabia. Jesus tinha fé. Quem tem fé não está nem aí, amigo. Entendeu? E aí do nada a galera, eita, meu Deus, um fantasma está vindo. E era Jesus dizendo, Pedro, vem cá.
Era Pedro? Não sei. Vem cá, vem cá. E aí Pedro tem um pouquinho de fé. E Pedro dá uns dois passinhos. Depois, quando Pedro olha para baixo, ele diz assim, isso aqui não é possível. E aí ele começa a descer. E aí Jesus fala, homem de pouca fé, vem cá, me dá a mão. Aí quando ele pega em Jesus, ele volta a caminhar de novo, porque ele crê naquilo. Ele crê que Jesus consegue fazer aquilo. Jesus já veio do mar, entendeu? E ele veio do mar como se não fosse nada, né, meu irmão?
Como se não fosse nada, porque realmente não é, amigo. Porque realmente não é. Dominar a realidade não é uma coisa muito difícil.
difícil, entendeu? Agora, o problema é que... Problema não. A coisa muito boa é que ele sabia desde que nasceu que era. A mãe dele dizia, você não é filho desse cara, você é filho daquilo ali. E aí, como que você não transformar água em vinho? Agora, bota pra eu fazer. Não, eu conheço meu pai. Meu pai, eu sei vergonha, mas gente boa demais. Entendeu? Não é o grandioso, o altíssimo Deus. Mas é Deus também. Mas... Foi o escolhido pra fazer acontecer. Ele foi escolhido pra fazer acontecer.
e entendeu isso e fez o que tinha que fazer. Como a Maria também. O que tu falou aí? Igual a Maria também. É, que também pensou, da perspectiva dela, pensava, eu sou a escolhida para ter o filho. O que eu penso é máximo respeito. A Maria, tá ligado? A mãe de Cristo e tal. Mas a galera endeusa muito. Ela, tipo, como se ela fosse, tipo, Cristo, igual tu falou. Mas ela é Deus. Mas, tipo assim... Mas, por exemplo, se tu me acha uma pessoa muito massa e alguém que tu possa se basear e alguém acha o teu outro amigo,
Alguém muito massa e alguém que possa se basear. Como eu posso dizer que ele não é quem é? Caralho, não entendi porra nenhuma. Também não entendi muito não. Foi mal, foi mal, galera. Foi mal, foi mal. Não, pode ser que eu seja burro também, entendeu? Foi mal, foi mal. É, a dificuldade de andar na velocidade da Luís, mas ninguém acompanha. Foi mal, velho. Não, mas máximo respeito a Maria, pô. Salve pra Maria. Salve pra Maria, perdão.
Maria Lina aí também, todo mundo. Todas as outras Maria aí, Maria Fernanda. Todo mundo aí. Todo mundo que foi Maria.
Maria é um nome abençoado, né? É demais, demais, demais. Todo Maria é massa demais. E Antônio? Antônio é massa também. Que chama Toínco, né? Toínco, Toínco. Chiquinho, Francisco, né? Chiquinho. É, Chico. O nome dos meus dois avôs era Antônio. Eu queria, se eu tivesse um filho, ia ser Antônio. Maria Helena. Sabe qual é o apelido pra Maria Helena, que eu acho bem estranho, que não tem nada a ver? Maroca. Ah, é? É, Maroca. E pra...
Toda Maroca é uma Maria Helena. E todo Bill é um? Severino. Bill? Todo Bill é Severino.
É mesmo? Deu dia que veio isso. Não sei, acho que é coisa lá da Paraíba. É? Bill, esse virino? Caralho, isso aí é novidade. Todo Bill, esse virino. Acho que Bill é tão pequeno que chama mesmo de Bill, né? Bill, pode ser. Biliardo. Inventar um nome e medonha pra Bill. É loucura, pô. Vocês são muito beijos da maneira. Entendi, tá? Mas pra sair, vamos lá. Voltando a falar um pouco de música aqui, porque tu já falou dos shows, quer dizer, né?
ela sair a soltar as paradas do teu trabalho? Paz. Sei lá? Pois é, isso é uma coisa interessante. Mas de qual trabalho tu tá falando? Você lança a música das coisas aí que tá vindo, as que nós estamos ouvindo só no carro aí direto. É o próximo, né? E aí, você pensa nisso? Você faz a música pensando em quando tu vai soltar? Faz parte do conceito quando tu vai soltar? Não, não. Tem música que faz quatro anos, tá ligado? Que é muito foda.
Eu fico falando toda hora pra ele. Mano, lança. Bora curtir a vibe pra galera, tá ligado?
É porque é assim. Esses caras aí é foda. Mas é porque é o seguinte, eu acho que o Lee Wind, pra mim, é uma forma de expressão. Tipo assim, o ser humano, ele se expressa todos os dias, ao longo do dia. Isso aqui é uma expressão sua, entendeu? Você assistiu coisas a vida inteira, você viu debates, você viu pessoas conversando. Apareceu o formato podcast e você falou assim, poxa, parece que é um lugar legal pra eu chamar pessoas, conversar e tudo mais. Então isso aqui é uma reprodução
sua, entendeu? O que eu acho é que o ser humano tem um lado sexual, né? Que é uma coisa da natureza mesmo. O passarinho, ele é assim, ele dança pra conseguir acasalar. É uma coisa... O louvadeus come a cabeça do macho. É, entende? São coisas... Sabe? A viúva negra, a aranha, ela mata o macho. São coisas... O cavalo marinho pare as crianças, entendeu? Ele tem 200 crianças. Cospe da barriga dele.
200 crianças. Então, tem uma coisa sexual no mundo e na existência que é real, né? E que eu não gosto de negar ela. Então, o que eu faço? Eu também não gosto de falar no meu show. Ah, eu peguei isso, eu faço isso, eu faço aquilo e tudo mais. Mas eu acho que cantar é uma forma interessante de mostrar, de dizer. Então, eu faço uma mistura dos meus pensamentos com os pensamentos que eu acho que as pessoas teriam, né? Ah, eu acho que a pessoa gostaria de viver esse momento. Não quer dizer uma coisa que eu vivi ou que eu queira viver, mas
alguém quer. E aí eu canto isso, entendeu? Então, às vezes, eu acho que eu tô mais nessa vibe e às vezes eu acho que eu tô menos nessa vibe, entendeu? Mas tu curte cantar ou tu curte fazer a música? Eu gosto de fazer a música. Eu gosto de fazer a música. É? É. Eu gosto mais de fazer a música e eu gosto de escutar mais que os meus amigos. Eu gosto de escutar também. Tipo, nunca... Tipo, já presenciei vários artistas que nem se escutam, tá ligado?
Aham. Vai na casa do cara assim, toca outra pessoa. Eu ainda, tipo, toda hora no carro, acaba obrigado a ouvir, tá ligado?
Tô brincando, tô brincando. Às vezes é o que peço. Traz as pessoas pra ficar desacariando. Mas eu acho mais do que assim. Ele sabe que eu tô brincando. Algumas músicas eu sou muito fã. E outra coisa, as músicas, elas não falam sobre mim todo o tempo. Às vezes é sobre ele também. Dessas tu gosta, né? É porque tem umas que tiram da boca, tiram o pau da boca e acham bonito. Aí o cara cantando. Tem que ser uma pessoa que se imagina.
Imagina fazendo isso, tá ligado? Tira da boca e acha bonito, tá ligado? Mas aí tu tem que pensar que a menina tá pensando isso de tu, e não que eu sou o personagem da música. Mas eu vivo contigo. Tudo bem. Aí eu vou imaginar... E é a voz dele. E eu tô com ele, olhando pra ele, ele cantando. Aí eu vou imaginar quem é, ué? É loucura. É doido, é? É verdade. Mas tem uns que eu escuto direto, pô, no fundo.
Quando é uma música que eu escuto no fone, é porque eu gosto mesmo, tá ligado? E ele tem uma parada que é bolar o beckzinho dele e fumar lá no banheiro, sozinho. Ele gosta. Nós estamos lá, mas eu, né? Nós fumamos, conversa, bate-papo e tudo mais. Isso é a mesma coisa que nós estamos falando aqui. Existência, Maria, Mãe de Deus, não sei o quê. Jeffrey Epstein, Trump, Trump, Lula, Bolsonaro, Mahatma Gandhi, Rapariga, Droga. Tudo enquanto. Fala tudo.
E aí tem hora que ele bola um beckzinho, né? E tal. Aí fala assim, ó. Fumar a Leima sozinho e tal. Aí ele vai lá. Como que tu vai fumar sozinho, cara? Toma valor. É? Porque, tipo, eu escuto as minhas músicas, tá ligado? Eu escuto as minhas músicas, não escuto as músicas do cara, pô. Toma valor. Tá ligado? Essa porra é mesmo. É, tá certo, irmão. Vai curtir você mesmo, né? Por um tempo. Gosto demais. Todo dia tem que ter o... Na hora que eu acordo. Fuma um na hora que eu acordo. É. Caralho, logo... Tá bom. Escova o meu dente.
Depois. Aí escovar, aí fumar, aí não tem lógica, né? É de escovar depois, pô. Puxa, hein? Não, tá certo, tá certo essa porra mesmo. Caralho, até me... Eu ia falar um bagulho e esqueci, mano. Ficou em choque, né? Fiquei um pouco em choque, cara. Com esses absurdos aí que tu fala. Não, mas é... É, foi um absurdo. Eu acabo a falar que vai fumar no banheiro. Como é que é o bagulho? O Capitão América vira... Eu vi um meme hoje lá que era o...
pro Hulk. Pô, como é que você faz pra chegar no meio da galera e ninguém perceber que tu tá chapado? Aí, esse é o meu segredo, capitão. Eu tô sempre chapado. Esse é tu? A galera fala. Por isso você tá de oclinho? Não, eu fico de boa, tá ligado? É? Ele colocou o oclinho, hoje ele perguntou, porque ele falou assim, ah, não, vou fazer um negócio diferente e tal, vou fazer uma parada diferente. Eu falei, eu apoio, eu acho massa. Tá igual o Neo.
É, ele botou o negócio meio Matrix aí, ficou massa também. Entendi. Eu uso o óculos no show porque elas querem minha alma. E a luz muito forte também,
com óculos de grau. Verdade. Não tô reclamando. Quem que é o teu artista, tirando o Whindersson, teu artista brasileiro favorito? João Gomes, os cantores, tá ligado? Que é de Fortaleza, o Felipe Amorim. João Gomes é brabo. Que eu conheço desde que, antes de ser o Felipe Amorim, tá ligado? Cara, olha que conexão doida. Tu conhece o Felipe Amorim? Aham. Das dancinhas, das tal. Ele é conhecido deles e da turma que eu, a turma que eu conheço, que me apresentou o Manel, ele é conhecido deles há muito tempo.
tempo antes de ser famoso.
e de fazer sucesso e tudo mais. Ele só escrevia, tá ligado? Ele sempre foi compositor. Eu tenho um show que chama... Desculpa, interrompei. Eu tenho um show que chama Proparoxítona, que tem um cara que toca comigo nesse show. Esse cara é o cara que toca com o Filipe Amorim, o Caio DJ. Oxi. É o cara, é tipo... Entendi, tava ali próximo, orbitando. Tudo conectado, muito doido. Mas a vida é assim, né, cara? É uma doideira. Onde é que a gente tá?
Vai, é foda, mano. Tô chegando no limite do meu cérebro. Não, não, não. Vai acabar agora, não. Tá bom, então não vamos acabar agora, não. Ah, vai, vai.
Mas tem mensagem pra gente, Vitão? Então tá bom. Joga mensagem aí pra nós, pô. Bota pouco que é a galera que pagou aí, velho. É, põe aí, põe aí. É, joga aí a galera que pagou aí. Bom, antes da gente pôr as mensagens, deixa eu falar pra vocês. Deixa eu dar... Agora sim, é aquela hora. Aquela hora, né? Vamos respeitar. Isso, agora tu fica quieto. Tá bom? Todo respeito. E eu tô usufruindo, né? Mas não pode falar, né? É, agora não.
Então... Não, mas eu tô usufruindo desse patrão. Isso, mas agora não. Você não tá não, pô. Tá maluco? Não, usufruindo do podcast, das ideias, do aprendizado. Aí sim, pô. Mas é porque tu já... Pô, tu já fica com cara o dia inteiro.
Então, eu quero trocar ideia com outras pessoas, pô. E é bom demais trocar ideia com várias pessoas, né, cara? Obrigado por vir aí, cara. Você me convidou da outra vez, aí eu lembrei o Whindersson, tá ligado? Depois vim aí contar umas coisas e tal. Mano, vamos falar lá e tal. Aí ele me mandou um salve no Instagram. Tava do lado dele quando ele me mandou um salve pra ti. E aí eu não vi, fui ver mó tempão depois. Demorei mó tempão pra responder.
O cara diz o vídeo, né? Não, eu não vi, mas eu sou velho, cara. Você precisa lembrar que eu tenho 41, eu lido errado. E é muitas mensagens também, às vezes vai lá pra baixo. Eu realmente lido errado, eu nem sei ver, mano.
Tipo, aquele 99+, ele não me incomoda porque ele sempre esteve ali. Entendeu? Então eu não sei ver. Mas as pessoas viram, então deu tudo certo. Bom, olha só. Você que tá assistindo a gente, cara. Tá vendo aqui como eu tô bem vestido? Tô de insider, cara. E você pode... Que conversa é essa? Toma aqui minha camisa. Tu tá de insider? Toma aqui, ó. Caralho, velho. Seu comédia. E cheiro de flow. E aí, aproveitando aqui que eu já saquei mesmo. Olha aqui, ó. Como é que ela é bonitona aqui.
E você, cara, tem a oportunidade de, nesse período, conseguir pegar teu Insider aí, se você já conhece. Pô, será que eu podia estar falando de Insider sem Insider? Mostrando meu peito nu. Perdão, Insider. Mas, ó, você aí que nunca experimentou Insider, cara, essa é uma excelente oportunidade, porque juntando os descontos que tem no site e o cupom Flow, você pode chegar a 50% de desconto. Então você pode pegar lá a tua Oversize,
retom, bermuda, o que você precisar pra completar teu armário. O que é uma Tech T-Shirt? Cara, é uma camisa que ela é feita com modal, então ela é um tecido que tem um respiro diferente, então ele seca muito rápido, ele desamassa no corpo. Abissalve e seca. Isso, isso. Mantenha o cheiro aqui dentro, então é bom pra cacete. Eu gosto bastante. Tech T-Shirt. O nome é bonito. Tech T-Shirt.
de quê? Uma tech t-shirt? É. Regata. Que é que é venta, né? Entra direitinho no seu bloco e tal. É uma regata, uma tech t-shirt. Então, vai lá. Insiderstore.com.br Pegar tua regata. Tech t-shirt. Tem aqui o QR Code. O link aí na descrição. Use o cupom FLU pra você ter um desconto maior ainda. Além dos descontos que já estão no site aí por conta da Semana do Consumidor, tá bom? Ó, e por
falar aqui em mês do consumidor e tudo mais, a Acer preparou uma campanha especial para você que está pensando em investir em tecnologia e levando em consideração também o custo-benefício. Aí a Acer vai ganhar de todas as paradas. Eu vou até ler isso aqui para não errar, porque olha aqui. Cara, tem várias linhas da Acer que você já conhece. Tem Aspire, tem Nitro, tem Predator, tem vários produtos lá com até 50% de desconto e cupons
de até mil reais, cara, em itens selecionados lá. E aí tem também frete grátis e 12% de desconto pagando via Pixel, então, à vista. O lance aqui é o seguinte. Tá precisando aí de um computador, notebook novo, de um acessório, de um monitor animal? Cara, Acer, tá? Entra lá, que você vai... Entra, que tem um QR Code, tem um link aí na descrição também. Você vai ver que tá rolando um monte de promoção e eu tenho certeza que você vai fazer o melhor negócio possível pegando...
Eu tenho, inclusive, eu uso um Nitro. Eu tenho um Nitro que tá na hora de trocar.
inclusive. Tá pra chegar o meu aí. Não tá, Jean? Tá. Então, eu vou trocar, inclusive. Foi o meu primeiro computador. É? Esse. Pois é. Foi o primeiro computador que eu tive. Foi o primeiro que eu editei no Move Make ainda. Foi o primeiro que eu tive. Oi, já manda um foda pro Anderson aí. Dos primeiros... Era o notebook. Era dos primeiros laptops que começou a ficar um pouquinho mais fino. Porque eles eram um pouco... Era o parrudo, cruz, pesado, barulhento.
Eles começaram a ficar um pouquinho mais fino. O primeiro que eu tive foi um desse. Aí sim.
Então aproveita aí a promoção que está rolando agora e vai lá garantir o teu também. E para finalizar, Estrela Galícia, que é quem faz a nossa cerveja favorita aqui do estúdio. Terminando aqui o programa, a gente deve fazer um happy hourzinho ali. Mas o importante aqui é o seguinte. Cara, está voltando para o Brasil, depois de 20 e poucos anos, o MotoGP. Então esse ano tem o Estrela Galícia Zero MotoGP Brasil, lá em Goiânia, no Ayrton Senna, no Autódromo Internacional.
Ayrton Senna. E a Estrela Galícia, cara, tá com uma promoção que ela vai te dar um monte de prêmio maneiro. Tem uns casaquinhos, tem umas shoulder bag, tem copo, tem um monte de coisa maneira. Mas a parte mais legal é a experiência VIP que você vai... A Estrela Galícia vai levar você até lá. Então, traslado, hospedagem e alimentação é tudo teu, cara. Você vai ganhar tudo de graça. E você ainda vai ter oportunidade
de ir visitar os boxes, visitar lá o paddock e também encontrar os pilotos. Então, para quem gosta de velocidade, para quem gosta de MotoGP, especialmente, esse aí é um prêmio sensacional. E para participar, moleza, é só você pegar os produtos que você comprou da Estrela Galícia e cadastrar a nota fiscal deles lá no site. Tu vai somar os pontos e aí é sorteado e você corre risco de ganhar uma experiência VIP lá no MotoGP, que está de volta para o Brasil depois de tanto tempo, tá bom? Então, não perde tempo, porque...
promoção dos brindes vai até o dia 27 de março, tá? Ou enquanto durarem os estoques. E a experiência VIP vai só até hoje. Então se eu fosse você, eu corria e não perdia tempo, tá bom? Tem o QR Code aí, o link na descrição pra tu saber mais. Vamos ouvir as mensagens dos caras aí agora? Ou não vamos? Vamos ou não vamos? João Marcos mandou uma mensagem pelo Pix. Oi, Windy Manel. Amo vocês demais. Emanuel, conte para o mundo que você ganhou 10 mil reais para parar de fumar.
Ficou quatro meses, ganhou o dinheiro e logo após voltou a fumar. Conte pro mundo, conte. Tu não é esse otário, Manel. Eu tava só esperando, pô, o cara. Ele deve ter dado mil reais nessa mensagem aí. Esse aí é o outro amigo que eu falei. É? É o outro amigo que ele vai lá para dormir. Ele é muito rico, tá ligado? Atendi. Deve ter dado mil conto aí pra essa mensagem aí chegar. Tava só esperando. Mas como é que é essa história aí?
Tipo, eu tava fumando muito, tá ligado? Aí foi logo quando o Whindersson se internou, tipo...
Eu fiquei lá na casa dele, ele foi e não voltou mais. Lembra da história? Aí eu fui lá pra esse meu amigo, tá ligado? Lá em Minas. Aí eu, tipo, fumando muito lá e tal. E ele trabalha com infoproduto, tá ligado? Com vendas e tal. Aí, tipo, sempre vi a oportunidade de trampar com ele e tal. De quê? Trampar com ele. Que susto. Aí ele, tipo, eu fumava muito lá. Ele respeita, tá ligado? Tô vendo aí o respeito.
Aí, tipo, eu tava decidido a parar de fumar. Joguei os treinos no lixo e tal. Boa. Tipo, gravei e tal. Sem ele falar nada pra mim. Tipo, de valor, de nada. Aí ele gravou um story, tava lá. Eu tava na casa dele, tava na empresa dele, que é lá. Aí ele gravou um story. Vou incentivar o Manel aqui e tal. Dei um recado pra galera que fuma. Vou dar 10 mil reais a ele se ele conseguir parar de fumar mesmo e tal. Aí ele estimulou um tempo, tá ligado? Pô, não, mas teu amigo rico aí tinha que botar mais dinheiro.
Tu pararia de fumar por 10 mil reais? Eu parei. Não parou. Não, mas eu parei o tempo que ele falou. É, eu estipulado. Não, mas eu achei muito massa a experiência, tá ligado? Aí depois tu pegou os 10 mil reais e gastou com o quê? Não só de receber os 10 mil, mas a experiência de viver sem fumar de novo, tá ligado? Muito massa. Quanto tempo? Voltar a se alimentar direito, voltar a dormir direito sem ter pesadelo, tá ligado? Porque quando você para de fumar, você tem pesadelo de noite, pô. Vai querer mais minha empresa.
Dizem que a galera vai ter pesadelo. Não, nós fumamos Ice. A tua empresa é flow, é coisa científica, natural. Tu fuma o Ice do Fantástico? É, o do Fantásticão. Cara, tu não fuma. Aquilo aqui trava os outros? É isso aqui. Dos MC, da tropa toda que tem, ó. Tem que ter ar. Essa aqui é tabaco. Essa é tabaco. Não, aqui é só tabaco. Não, é só tabaco. O que é que nós estávamos falando? Cara, eu ganhei... Dos 10 mil, dos 10 mil. Sério mesmo, quem estiver olhando...
Aí eu ganhei os 10 mil e pronto. Mas ele ainda é meu brother. Eu vou trabalhar com ele.
Quanto tempo que tu ficou sem fumar? Quatro meses. Porra! Muito tempo. Parabéns, cara. E o que me incentivou muito no primeiro semana foi os 10 mil, mano. Senão eu não tinha conseguido nenhuma semana, tá ligado? Isso eu sou grato a ele também. Não só pelos 10 mil, mas... É, então eu acho que o governo brasileiro tinha que fazer isso. Oferecer 10 mil reais a cada maconheiro. Porque o problema é que ele não quer resolver o problema do maconheiro.
Esse dia eu tava com o problema que é o seguinte. A rede social, ela tem um viés, né?
pra maconha. Eu não tava pra maconha. E aí eu começo a receber o boicote. Eu tenho uns cinquenta e tantos milhões de seguidores. Às vezes eu posto um negócio, tem dez mil curtidas. Como é que pode? Cinquenta e tantos milhões. Aí o cabra comentou uma vez. Sabe o que é? É porque tu fica postando negócio de maconha, ficou só os maconheiros. Aí eu disse, dez mil? É só os maconheiros que tem? É dez mil? É bom demais. Bota nós numa cidade, manda cercar, entendeu? Achou maconha, joga lá pra dentro. Entendeu? Aí nós pufamos. E vamos.
joga lá que os caras queimam, né? Joga lá e nós farra alguma coisa. Faz sumir, né? Mas é só isso que tem no Brasil de maconha. 10 mil? Ah, isso aí é bom demais de resolver, rapaz. Tu é doido? Dá uma cidadezinha pra nós só tomar das letras. Entendeu? Manda CRK. Ó, só entra quem fuma. Fumou, entra. Não fuma, não entra. Entendeu? Cabe só 10 mil, né? Só 10 mil? Então tá bom demais. E é mó mentirada, porque a gente sabe que... Bom, deixa eu pensar. Exatamente. Você vai em todo lugar. 80% dos caras que eu conheço
80% dos caras que eu conheço. Eu conto numa mão aqui os caras que eu conheço que não fumam. Aí eu vou na casa de pessoas que você fala, não, mentira. E a pessoa fala assim, morrendo de medo da esposa. Deixa o beckzinho aí pra mim. E eu disse, já tá feito, amigo. Eu já sei como funciona a sociedade. Manção medon e o império medon. Império medon. Mas não pode ir pra trás da casa fumar um beckzinho. Que a mulher disse, o que é isso? Liberdade até onde, né, amigo? Até onde.
Uma porrela. Uma porrela. Dá play na outra aí, vai. Tropa do poliamor. Fala, Igor. Fala, Whindersson. Fala, Emanuel. Cara, eu assisti aqui a entrevista aí de vocês e o Whindersson falou muito sobre visão, sobre enxergar as coisas. Ele tá com um papo meio filósofo hoje em dia. Eu queria saber, quando você começou a ver a vida desse jeito, virou de uma vez na sua mente ou você foi percebendo que você foi vendo as coisas assim? Valeu, um abraço.
Obrigado, meu amigo. Valeu pela pergunta aí. Eu acho que foi quando eu perdi meu filho, cara. Que foi o momento que eu tive mais raiva de Deus na minha vida, né? Porque você tem um momento de não acreditar, às vezes, nas coisas. E, às vezes, você tem um momento de você querer acreditar em alguma coisa só pra culpar ela daquilo que aconteceu, entendeu? E eu tinha muito isso. Na época, assim, na época. Isso, quando eu falo, eu falo coisa de um mês.
Eu não falo coisa de muito tempo, não, sabe? Mas eu fiquei enfesado muito com...
com as coisas serem como são, com as coisas acontecerem como acontece. E aí eu comecei a estudar a filosofia de saber viver. Diz que o estoicismo é a arte de saber viver. Muita gente usa isso para ganhar dinheiro, usa isso para engabelar um ou outro, mas eu gosto de usar para saber viver mesmo, um pouquinho. De entender que Deus não tem a ver com as coisas serem como são, entendeu? Não tem muito a ver. E hoje eu...
eu amo e me sinto muito mais próximo de Deus. A pessoa fala, volta para Jesus, sabendo que Jesus vive em mim. Eu tenho a minha fé. Como eu falo dos demônios japoneses que não existem, eu entendo que quando você nasceu em uma cultura islâmica, você ama aquilo, você ama Allah. E você pode escolher se você quer ser um extremista, se você quer ser uma pessoa que não mexe muito no movimento, ou se você quer ser uma pessoa que tira de Allah tudo o que tem de bom para se tirar. De toda a comunhão.
Já conheci muitas pessoas islâmicas muito legais e que adoram conversar sobre Jesus também e que eu adoro saber sobre o que ela tem a me dizer, sobre viver a vida. Às vezes já perguntei sobre a roupa também, já perguntei sobre o hijab, já perguntei sobre as coisas. E aí, de qual é essa? E a pessoa fala assim, tem uma coisa em que eu acredito e na coisa em que eu acredito isso está dentro daquilo que eu acredito e eu vivo aquilo que eu acredito.
E eu penso, é, eu vivo de forma que eu acredito. Eu sou cristão, mas eu transo outras.
do casamento. E aí, eu vou pra onde com essa atitude minha? Eu acredito em algo, eu acredito que tem coisas que são relevantes e que tem coisas que são irrelevantes, entendeu? Então, por que a visão de alguém é diferente da minha e tá errada da minha? Sendo que dentro do que eu acredito, a forma que eu vivo não é hipócrita, entendeu? Diante do que eu acredito. Sim. Entendeu? Ó, um pouco a ver com isso, voltando um pouco pra... Acho que eu ia entrar nessa parada e acabei
eu mesmo me desviando. Mas, cara, o que que tu quer? O que que na tua cabeça passa alguma coisa do que que tu quer deixar aqui? Tu quer deixar um legado? Tu quer que tenha uma avenida com teu nome? O que que tu quer? Eu não acho que eu sou meu nome. Eu não acho que eu sou meu nome. Quando eu nasci, eu era alguém já. E aí meu pai e minha mãe me deram um nome. Mas eu acho que eu era alguém já antes disso. Então eu não acho que meu nome é uma coisa
que a rua, o Whindersson Nunes, ou o colégio, ou a universidade, ou sei lá, que for o hospital, qualquer coisa que seja. Eu não acho que é a forma mais legal de me homenagear. Eu acho que a forma mais legal de me homenagear é ser como eu tentei ser. Ser alguém que tentou ser um veículo de paz. Eu acho muito bonito Jesus ser, o apelido ser o príncipe da paz. Eu acho muito bonito. Eu acho muito massa quando alguém olha pra mim e fala que
me lembra de mim porque eu faço muitas coisas. Eu acho muito legal isso. Eu acho massa quando alguém... A Luísa Simeão, ela foi lá em casa e ela falou assim... Quando eu vi na tua casa, eu me sinto na casa do Mestre André. Sabe? Foi na casa do Mestre André, Mestre André, que aí tem várias coisas na casa do Mestre André. Eu achei interessante isso. Eu pensei, será que o Mestre André é uma pessoa ruim? Você vai ser associada a ele? Mas ao mesmo tempo eu pensei, não, ela associou porque eu tenho
muitas coisas em casa e que aguça a curiosidade das pessoas, instrumento, enfim, um milhar de coisas, circense, um monte de coisas dentro de casa. Eu adoro coisas que tem a ver com o corpo. Então, entenderam, é uma merda fazer a mudança desse cara. É tipo assim, levar a perna de pau e... Tinha umas pombas de madeira uma vez no Coisa Lama, que ele trouxe de tal país que é sagrada a pomba e tal, que é histórico, e estava lá na sala. Traz a menina assim, a menina, caralho, vocês gostam.
Vou explicar, porque senão o pessoal vai entender errado. Em algumas culturas, uma mulher mais gordinha, uma mulher com a circunferência um pouquinho maior, ela é uma mulher mais fértil. Porque ela tem... Na cultura maia, se não me engano, ou na hashtag, não sei. Ela é uma mulher fértil. Ela é uma mulher que tem a zanca larga. Tem uma zanca larga quer dizer que passa melhor um menino. Na minha interpretação, passa melhor um menino. A mulher e o homem...
biológico, ele tem uma diferença na bacia, entendeu? Então, é por isso que muita gente briga, assim, dizendo que é uma pessoa trans. Ah, você nunca vai ser isso, porque a bacia, a pessoa bota aquilo no jogo, entendeu? Mas essa pessoa tinha as ancas largas, então ela era fértil. O que eu tava falando antes? Da pomba de madeira. E aí, lá na Tailândia, na Tailândia, tem uma cultura numa caverna. Fecha atenção. Na Tailândia, escuta, tem uma
Cultura numa caverna em que o pênis é venerado. E aí você tem um problema... Não tem, né? Estou falando, né? Você tem um problema no seu pênis, daí você vai lá nessa caverna, daí você pega um pênis de mentira, bota lá, de madeira, bota um lacinho, faz uma oração e papapá e tudo mais. E aí vai vir... O papapá fica duro? É, vai ficar bom. Para eles lá. Para eles lá. Então, beleza. Mas aí, quem vai dizer... Então, deixa eu só rapidinho.
Ele vai dizer pra eles lá que isso não é real. Total. Se alguém botou e o pau endureceu. É verdade, é verdade. Pô, mas tu fala pomba, eu tava pensando que era uma pomba. Agora piorou, porque agora eu sei que é uma rola. E em vez de deixar lá, ele levou pra casa. É, porque aí é o seguinte, aí você vai no aeroporto, aí tem uns pauzinhos pra você comprar. Aí eu comprei uns 15 pau. O que é isso? Botou na sala assim, arruma de pau, pô.
Botei um monte de pau. Aí a galera lá em casa falava, o que é isso? Eu explicava a história e dizia,
Tá aqui um pauzinho pra você. Tinha os chaveirinhos e tinha as pombonas pra botar na... É, tinha umas pombonas. Aí eu mentia. Às vezes algumas pessoas chegavam e tinham umas quatro pombas. Aí eu dizia, isso aqui é um concurso que eu ganhei da minha pomba mais bonita do Brasil. E aí a pessoa falava, caralho, mentira. Pois é, ganhei quatro vezes e tal. Ó, essa daqui é uma pesada. Dá pra ela mostrar a pessoa. Aí eu falava, não, tô brincando.
Isso aqui é a benção da pomba, pô. É uma coisa que tem em outro país. É engraçado.
Por que que é sempre uma ave, né? É um peru, é meu pinto. Não é uma zebra. É, não é uma zebra. É uma pomba. Não é um bisão. É uma pomba, é um pinto. É um pinto. É verdade. Tá play aí, Vitão. Caralho, isso aconteceu muito idiota. Ele não viu nada. O cara com um monte de pica de madura. Nessa mudança agora deram fim nas pombas, eu acho. É, não tem mais peru por aí. Tem uma mensagem aqui.
Mensagem no Pix, aí é bom, viu? Pix é bom demais. João Marcos mandou uma mensagem para o Pix. Mindy, quem é Deus para você? Qual foi o momento que você sentiu e não teve dúvida que ele existia e que mais te marcou? Aqueles momentos que são coincidência demais para ser outra coisa? Que pergunta top, velho. Então, essa daí é daquelas que levam um tempo até, né? E outra, eu fico pensando também, o cara perguntar um bagulho desse para tu, eu fico pensando o cara que é muito religioso, que vai ouvir a tua resposta,
e vai considerar de onde está vindo a resposta, tá ligado? Sim. E aí, o quanto que isso é... Eu penso que Deus é você. É exatamente você. Não é outra pessoa. Não é... Eu penso que todo momento agora, todo momento presente, é um momento de conversar com Deus. E você pede pra Deus pra conversar com Deus. Você pede pra Deus. Deus fala comigo. Deus fala comigo no sonho.
dá um sinal e Deus, no geral, bota ele na frente de você todos os tempos, todo segundo. Geralmente, quando eu puxo alguém para conversar no meio da rua, em algum lugar, e eu faço isso muitas vezes, eu nunca acho que o maluco não tem nada a me dizer, ou que o pobre não tem nada a me dizer, ou que o rico também não tem nada a me dizer, ou que o imbecil também não tem nada a me dizer. Sempre tem, sempre tem. E sempre eu acho que é Deus falando comigo. Porque Deus está em todas as coisas,
eu tenho que decidir o que eu acredito. Acredito em quê? Eu acredito que Deus está em todas as coisas ou não? Deus está em toda palavra ou não está? Eu entrego a Deus a tudo, como diz na Bíblia que é para fazer, como diz os crentes que é para fazer ou não? Entendeu? Entendi. Então eu acho que geralmente eu estou conversando com Deus quando eu estou conversando com o Manel em casa. Isso não te coloca numa posição de ver uns padrões?
Eu estou te perguntando isso porque eu me vejo assim. E eu questiono se é mais ou menos assim,
que é mesmo que funciona. Porque, ó, tem algumas coisas que acontecem, como o cara diz na mensagem, que elas são coincidências demais, sabe? Mas será que elas são coincidências demais? Porque eu tô olhando com a lente que me faz achar que é coincidência demais? Porque quanto mais eu volto, mais padrões eu enxergo. Porque, por exemplo, se eu for falar pra você, como é que eu vim parar na internet? Porra, meu irmão, lá em 2000, eu comprei uma caixa de sapato cheia de carta de médica.
E aí eu conheci um moleque lá no meio. E aí um dia eu quis desistir e o cara diz assim, ó, desisti não. E aí eu fui um pouquinho a mais porque alguém me disse um negócio desse tamanho e mudou tudo. Tipo, culminou em tá onde tá. Agora, nesse momento, você conversando comigo, com o Manel e com essas pessoas conversando e tudo mais. É, eu já pensei muito sobre isso. Eu acho que tá tudo escrito, tá ligado? Tudo que vai acontecer. Na verdade, eu não acho que tá escrito. Escrito assim. Eu acho que você decide. Porque, por exemplo...
de dentro de um frame, né? Mas presta atenção. A tua função tá prevista, tu decide dentro de um frame. Presta atenção, presta atenção. Pra esse momento aqui, tá acontecendo agora, você disse sim, eu disse sim e você disse sim, entendeu? Poderia tá eu e você aqui e ele não tá aqui. Bastava ele dizer, não tô afim de ir, mas ele quis vir. E a realidade agora, no agora que a gente tá vivendo, nesse momento, todas essas pessoas estão aqui e nós estamos aqui porque nós dissemos sim pra esse momento.
Muitas coisas estão acontecendo na vida de cada um agora. Algumas até com muita vontade de sair para responder lá fora. Mas, ao mesmo tempo, pensando. Eu acho que tem alguma coisa a me dizer nesse momento. Eu vou ficar um pouco mais aqui. E você decide isso. Então, eu acho que é escolha e decisão. O momento presente é por conta da sua escolha e da sua decisão. Você diz sim ao momento. Mas se tu escolhe diferente também, não é Deus?
Como assim? Vamos lá. Você escolheu, não está aqui e você perdeu uma informação.
Não perdeu nada. Pois é. É justamente esse o ponto. Se você não era pra você estar aqui, era pra aquela porra... Quantos lugares melhores no tempo eu estar aqui do que aqui? Mas quem vai fazer ser bom? Eu. O meu aproveitamento dentro daquilo que eu estou. Eu posso não estar aqui, estar num lugar bem melhor, estar num lugar com pessoas muito mais legais, com pessoas muito mais felizes, com pessoas muito mais inteligentes, com pessoas muito mais famosas, mas de repente eu não vou achar tão aproveitoso do que conversar com você e com o Emanuel ao vivo pro Brasil. Entendeu? E aí eu escolho,
aqui. E eu venho. E tô aqui. E eu não tô louco. Eu tô aqui. Tá aí, ó. A câmera na minha frente. Será possível que não exista isso aqui? Existe. Tá aí, pô. Tô vendo. Olha aí, ó. Senti aqui na minha mão. Não é possível que na real a pessoa fala quando tá sonhando me belisca, né? É. Tu tá aqui também, Manel? Ó, isso é uma das coisas que eu faço pra poder saber se eu tô na realidade. Porque eu já fiquei bem maluco já na vida. Mas é uma coisa que eu faço.
Eu gosto de saber o som das coisas e se as coisas tão fazendo o som que tem que ser. Madeira. Certeza, é.
Odeia. Odeia. Pelo fundo. Tô limpando. Entendeu? Já queria uma situação. Ferro. Bateram no portão ali. Carbono. Alumínio, certeza. Não tem pra onde. Cara, sabe muito. Esse daí... Estudou. Não tem pra onde, não sei. Estudou. Se for de acrílica, eu vejo na hora. Mas não é. É isso. Bom, então, Manel, Whindersson, muito obrigado por virem aí. Obrigado pelo tempo de vocês, cara. Foi bastante...
Eu me amarro nessas brisas que a gente vai muito longe. Depois daqui nós vamos para outro lugar que nós vamos continuar isso aqui, entendeu? Só não é ao vivo. Se eu estivesse na Twitch, eu botava agora, mas não estamos, né? Então, cara, tu quer falar mais alguma coisa? Isso daqui é a tua câmera. Não, estou de boa, obrigado. Valeu. Obrigado pelo convite. Eu falaria sobre minha turnê que está rolando pelo Brasil esse ano inteiro.
Isso definitivamente não é um culto. Você pode olhar no site www.winderson.com.br
sabe como escreve o índice. Joga no Google, ele corrige. Você fala assim, ó. Site do índice. O que mais? Link na bio lá do meu Instagram também. Emanuel. Qual o Instagram, Emanuel? Pra galera aí ver lá. Emanuel.vs. Emanuel.vs. Mas é privado. Eu só aceito. Ele vai aceitar se você tiver um bom papo. Duvido. Não, eu só aceito quem é real. Os fakes eu excluo tudinho, tá ligado? Sabe demais. Os real, quem é a pessoa mesmo, eu aceito.
Outra coisa que eu queria lembrar. A situação que tá acontecendo no Piauí das enchentes. Se você puder ajudar de alguma forma, pesquisa.
algum órgão competente. Como está a situação, vai aparecer alguma cidade, alguma situação vai lhe tocar e você vai poder ajudar. Vamos fazer de um em um. Vamos fazer devagarzinho. Não pense que você precisa ajudar uma cidade inteira. Cuidado com os golpes. Cuidado com os golpes também. Tem muita gente malandra no mundo e tudo mais. Tem que ser muito filho da puta. E tem, viu? E tem. Milhares. E tem. Minas Gerais também. Vixe. Galera, vai dizer que eu sou reptiliano, mano. O Temer foi fazer um negócio uma vez e falou assim... Dá uma pastilha.
dar um pouquinho o Brasil. E a galera diz, é um reptiliano. É um vampiro. Não, não, mas eu não sou, não. E aí você pode ajudar também em Minas Gerais, né? A dona Mônica, que é a senhorinha que trabalha lá em casa, que eu falo no meu show. Ela é de Minas Gerais e ficou muito sentido com a situação. Então, se você puder ajudar aí. Também tem um show que chama Comédia Contemporânea, que eu tô fazendo logo mais. Eu tô por aí. Tem a Insider também. A camisa que não soa nunca. Você pode comprar aí. E a Galáxia.
Galáxia, né? Galáxica. Galáxia. Galícia. Galícia, pô. Estrela Galáxia. Estrela Galáxia também. Vou tomar muita Galícia. Eu tô morrendo de vontade. Não tomei nenhuma ainda. É isso. Então vamos resolver isso. E é isso. Valeu, gente. Obrigadão. Fica à vontade. Não esquece de seguir os caras. Tudo aqui no comentário fixado. Outra coisa. Tem um show lá no meu show. Lá no meu... Tem um show do teu show? Tem um show lá no show. Não, não. Tem um show... Tem um show daquela rede vermelha com N.
que chama Isso Definitivamente Não É Um Culto. É o último que eu fiz. Não pode falar o nome da Rede Vermelha com N? Pode, mas é melhor não. Tá bom. Não vamos mexer não com essa turma, não. Ah, eu tô querendo vender um show lá pra eles. Então, se vender, eu venho aqui e falo. Tá bom, tá bom. Então vai lá assistir, que vocês assistindo lá o show do Whindersul que tem lá. Assiste de novo. Dá play, vai lá, Valor, se foda-se. É, deixa lá pra poder ficar no top 1, top 2 e tal. É massa, ajuda a gente. Isso é isso. Ajuda o seu poeta. Boa.
Então, ó, tem conteúdo todo dia aqui, exclusivo pros membros também, tá? Então segue os caras, tá tudo aí no comentário fixado. E é isso. Um beijo pra vocês e a gente se vê depois. Valeu.
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CervejaInsider
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