Episódios de Flow Podcast

SUPLA - Flow #609

27 de maio de 20262h
0:00 / 2:00:23

Simply the best, papito

Participantes neste episódio2
I

Igor 3K

HostComediante
S

Supla

ConvidadoMúsico
Assuntos8
  • Carreira e discografia de SuplaÁlbum Nada Foi em Vão · Supla 40 anos · Primeiro álbum solo: Motocicleta em Diabrada · Álbuns do Brothers of Brasil · Charada Brasileiro · Bossa Furiosa · Menina Mulher · Vicious
  • Influência MusicalThe Beatles · John Lennon · Paul McCartney · George Harrison · Bach · Karen Carpenter · Bossa Nova · David Bowie
  • Identidade e RepresentatividadeBilly Idol · David Bowie · James Dean · Ana Maria Braga · Comunidade Punk
  • O espírito do Punk RockMédico Monstro · Música 'The Claw' · Música 'Viva Liberty' · Música 'Mama's Boy' · Música 'Break the Ice' · Música 'Jesus Cristo' (Roberto Carlos) · Música 'My Sweet Lord' (George Harrison) · Música 'Mind Games' (John Lennon)
  • Músicas de AssisãoShow no Rocambole · Show de Beatles · Música 'Jesus Cristo' (Roberto Carlos) · Música 'Break the Ice'
  • Inteligencia Artificial na MusicaMúsica 'Queixo Novo' · Uso de IA em clipes musicais
  • Sexualidade e CastidadeSexo · Mão direita · Amor Kamikaze
  • Copa do MundoNeymar · Pelé · Copa do Mundo de 1970 · Copa do Mundo de 1994 · Seleção Brasileira
Transcrição315 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Desista o Flow. Salve, salve, família. Bem-vindos a mais um Flow. Eu sou o Igor. E hoje vai ter, pô, hoje vai ser uma delícia esse papo aqui. Porque tem aqui na minha frente o Supla, cara. E aí, champs, beleza? Muito obrigado pela moral de vir aí mais uma vez. Eu que agradeço, é. Eu não venho tanto aqui assim. É verdade, mas mais uma vez. Sim, já vim a terceira vez agora. Pois é, já deve estar de saco cheio da minha cara.

Pelo amor de Deus, às vezes você aparece no meu estragadinho. Entendi, né? Ou um dos caras ficam lá enchendo o teu saco, te botando, fazendo umas perguntas com os trocadilhos, né? Troféu Silvio Santos Peladinho? É isso. Pega aqui no Peladinho.

Já começa assim, né? Eu gosto, eu curto. Acho muito legal, porque os caras sempre se inovam. As minhas respostas, whatever. Eles que fazem o show, sabe? Eu acho que é muito inusitado. Ah, acho muito divertido. Porque a coisa da internet, eu acho muito legal. Sabe assim? Mas não dá para se aprofundar. Então é uma coisa rápida. Quem vê o negócio é mais molecada mesmo. Ou o cara já até da minha idade que seja. E...

Ele tá simplesmente... Cara, acabei de chegar do trabalho, sei lá, deixa eu ver uma... Sabe, distrair é 30 segundos. Tá, beleza. Tchau. Beleza. Mas ali no meio a gente fala, tipo, o show que eu vou fazer, que eu não vou fazer, a música que eu tô lançando. Por sinal, eu tenho um show que o senhor está convidado. Tá bom. Quando? Dia 5, agora de junho, no Rocambole. Tá bom. Dia 5 de junho. É um sábado.

É um sábado. Não, é sexta-feira. Eu vou estar lançando o meu vigésimo álbum. Nada foi em vão. Que, por sinal... Olha aqui, eu vou até mostrar pra você. Se me permite. Quero ver, quero ver. Supla 40 anos tá escrito aí. É isso aí. Porra, que maneiro, cara. Esse é pra você, hein? Pode abrir pra eu... Nada foi em vão. Nada foi em vão.

Animal. Tem um monte de coisa. Os presentes que tu me dá, acaba tudo virando cenário aqui, cara. Tem um boneco do Supla ali, né? Não sei se dá pra ver na câmera, mas tem um boneco do Supla ali. Tem um disco teu autografado ali também. E agora você tá recebendo mais coisa. Muito obrigado. Porque eu trouxe, nada foi em vão. Sei que é meio loucura, mas eu vou mostrar. Vai. Não, deixa assim. Tá, tá, tá. Caralho. Meu primeiro álbum solo, motocicleta em diabrada.

Aí o segundo tem Coleirado com o Roger. Aí o Cycle69, Banda de Nova York. Que maneiro. O Charada Brasileiro. Clássico. O Político e Pirata.

O Bossa Furiosa, que é um estúdio de punk e bossa nova antes de tocar com o meu irmão. Aí tem o meu álbum de versões, Menina Mulher, né? Tá inspirado no Rod Stewart, né? E no New York Dolls. Aí tem Vicious, que tem a Razabi, né? Porra! Porque eu só quero comer você. E eu não ligo pra mim. E eu não ligo pro que vão dizer. E eu não ligo mais pra nada, porque eu só quero comer você.

Não sei se você tá escutando aí, tá escutando? Dá pra escutar? Esse é o mesmo álbum que foi lançado nos Estados Unidos. Caralho, que foda. Deixa assim pra ficar, assim, beleza. Aí tem o segundo álbum do Brothers, tem On My Way, On My Way, né? Aí tem Melodies From Hell, que é o terceiro. O Brothers tem quatro álbuns, né?

Aí tem o meu... Depois eu fui fazer solo, que é o parça da erva aqui, que se chama Tudo O Que Você Pensa. Aí tem o Supla Ego. É isso que a gente tem aí. Aí tem o Ilegal. E aí tem o Da Vitória, que é minha ex-parceira de música, é um álbum totalmente... Esse aqui é Illegal, na verdade. É, Illegal. É Illegal. Que fala muito sobre...

Bom, eu vou até... Eu te canto uma letra. E esse tem o Trans Amarrada, que é o primeiro com os punks de boutique. Tá. Né? Então é isso. Eu vou colocar aqui. É bastante trabalho, não é? There's a lot of fucking work here, boy. Tem bastante coisa mesmo, meu irmão. Tem muito trabalho mesmo, meu irmão. Porra!

E tem uma galera, o interessante é que tem uma galeraça que chega... Vou tirar o meu óculos agora. Que te descobre na época do charada brasileiro. Porque esse disco aqui, eu lembro que ele foi revolucionário no sentido que ele custava 10 merrés, mano. Custava 10 conto e tu comprava na banca de jornal. E vinha com o pôster. E vinha com o pôster, é. Tinha uma revista pôster lá que... Era tipo um negócio assim, que depois eu até vim fazer isso aqui.

Vou abrir aqui assim. Opa, saiu voando aí. Tudo bem. Vinha com... Com uma parada assim. Esse era o do Brothers. O charada não tem o pôster. Mas esse era do Brothers, que era. Olha que legal. Caralho. É, esse daí era muito maneiro. Bonito, né? Porra.

Esse era um som tipo panca nova, mistura de panca e bossa nova. O Joãozinho aqui e eu ali. Era demais. Já vinha as letras aqui. Como era mesmo, né? Eu fui representante de São Paulo, né? E o João morava no Rio nessa época.

Maneiro, aham. Lá na orla. Maneiro. E aí, tem essa foto com o Cristo aqui também. Mas é legal. É isso. Nada foi em vão, champs. O nada foi em vão, qual que é o número dele? Vigésimo. Vigésimo, irmão. Tem uma letra que acho que tem muito a ver com a história de cada um assim aqui, sabe? Porque a sua vida, nada foi em vão.

E esse reencontro, por exemplo Quando foi a primeira vez que eu vim aqui? Porra, Farmoço até foi em 2019 Então tá, e agora eu tô reencontrando você Então vou te mandar essa letra Vai, dale Só um pouquinho pra você ver, que é o nome da música Porque eu toco o meu violãozinho safado Depois tem um arranjo de verdade Mas as músicas saem assim mesmo Então vem assim Nada foi em vão Luzes

Luzes nas ruas refletem solidão. Reencontro pessoas que sempre vêm e vão. E o que resta então, será que foi em vão? E o que resta então, nada foi em vão.

Sigo meu coração, escuto a razão. Viver é uma inspiração, reconexão. Guitarras de uma canção. Sigo meu coração, escuto a razão. Viver é uma inspiração, reconexão.

Gostei, cara. Gostei, gostei mesmo, mas... Mas o que, caralho? Mais, mais. Tu não é punk demais pra uma música fofinha dessa daí, não, Succo? Eu não acho que a letra é fofinha. A letra, ela tá tocando uma real. E é uma balada. Então, é uma balada do disco. O disco tem umas puta louca, umas músicas totalmente loucas.

O que que tu gosta mais? Tu gosta quando é totalmente louco? Tu tem o... Vamos lá, tu tem algumas características... Eu gosto de energia. É, eu adoro. Tu tem coisas que é supla, né? Sim, aquela energia. Eu acho que eu sou mais conhecido por isso. Garota de Berlim. Pois é. Mas eu tenho o Japa Girl também, né? É verdade. Tenho o Japa Girl, que é assim, uma balada, né? Só um pedaço pra você ver, né?

She said she's only 16. La-dee-da, if you know what I mean. Wow. Her dad is Irish. And her mom, Puerto Rico, met her in Tompkins Square.

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Joppa Girl, garlic, hot, hot, hot. Little sandbox kitty cat. In Brazil, she scratches back, so I said, Joppa, Joppa Girl. In Brazil, Joppa, Joppa Girl. Agora aqui, no flow, show. Green hair, purple hair, shade, all in all.

I just love them all. I shed green hair, purple hair, shaved head, love them all. But I'm in for the fall. I'm in for the fall. É isso aí só. Boa. Essa também é boa. Essa, essa...

Engraçado que ela fica conhecida como Japa Girl. Mas ela está registrada como Green Hair, entre parênteses, Japa Girl. Que foi uma música que eu fiz para uma menina que eu amava. Mas é interessante que ela... Ela faleceu. Deus te abençoe. É muito difícil isso. Só para dar um toque para os seus novos telespectadores. Por que eu falo inglês? Também gostaria de falar. Eu sempre falo. Porque eu passei minha infância nos Estados Unidos, sabe?

Então é uma coisa muito natural pra mim, uma forma de se expressar. E eu gosto de me expressar desse jeito, sabe? Então eu amo cantar inglês também. Então é muito natural pra mim. Inclusive a galera da internet me parece que entende isso e digo mais. Entende, sim. Eles pegam no pé dos caras que falam inglês e não são supla.

entendeu? Não deveriam. O cara tá falando português, não sei o que, de repente ele solta um inglês aqui do nada. Só o supla, eu já vi isso. Como é esse maluco tá falando inglês no meio do português? Só quem pode fazer essa porra é o supla. É, mas não pode ser assim, porque eu não solto o do cabelo branco também. Sabe assim? Marilyn Monroe, you know what I'm saying? Jane Mansfield, I mean, it's like... Mas... Não, e eu falo, e dentro do no meu estragado lá, que é o supla original, eu respondo, eu sempre falo, ah...

eu dou sempre a tradução imediata. Então muita gente fala, cara, eu tenho aula de inglês com isso daí que você faz. Então é muito legal isso daí. Então eu não paro, o pessoal pede pra não parar. Porque uma vez minha mãe falou, você é ridículo, você fica falando inglês no meio do português. Eu falei, mãe, primeiro foi sua culpa que você que me levou lá de criança e eu não tive opção. Não, tô brincando, eu tenho opção, lógico. Mas é uma coisa que eu acabei gostando, entendeu? Então eu misturo tudo mesmo. Por que que tu chama de instagrado?

porque é estragado, porque é uma coisa viciante, é pavoroso, assim. Tu se sente viciado? Me sinto. Tem épocas que eu fico meio viciado. Pô, você fica vendo um monte de coisa ali, sabe? Você vai dormir tarde. Quando você viu, você ficou uma hora, duas horas. Os 20 segundos mais longos. What the fuck are you doing, man? O que você tá fazendo, champs? You know? It's like crazy.

porque tem muita coisa e às vezes você vê sei lá, mas eu acho que dá pra você se aprofundar, você pegar algumas coisas da internet que são muito legais e se você quiser ir a fundo num assunto que te interessa aí não dá pra você ficar só vendo na... tudo bem, aí você vai no...

clica lá no Google e vai atrás de um monte de coisa. Hoje em dia está bem mais fácil. Antigamente a gente tinha que ir atrás dos livros e tal. Então é complicado. Uma característica que tem interessante hoje, na minha opinião, sobre isso, é que tem umas pessoas que eu sigo

E depois eu tenho até dificuldade de encontrar de novo pra mostrar pros caras. Por quê? Porque tem conteúdo pra cacete, mas tem pouca personalidade. O que eu quero dizer? Que tem coisa... Tem muita coisa legal que... Que essa pessoa faz. Tem coisa que é maneira. Eu não sei se aquilo dura muito tempo, se é um hype momentâneo, mas o ponto é, não chega a construir uma identidade forte o suficiente pra eu saber, por exemplo, qual que é o arroba.

Sabe qual é? Entendi. Eu só lembro, pô, isso aqui é legal, eu vou seguir aqui pra quando eu sorrir de novo... Uma história legal que ele tá falando, seja lá do que for, né? Bom, pessoal, a minha é supla original, alright? Então, mas tu é o supla. No caso, sabe, tu tá contando uma história há mó tempão, entendeu? Quando o cara bate o olho, o cara pode não seguir, mas ele sabe que é o supla, entendeu? Tem gente que é o contrário, tu segue a pessoa e tu não lembra quem é. Tem gente que eu sigo e se encontrar num evento, eu não sei quem é.

Uau. Tá entendendo? Bom, agora você já deu sua desculpa, aí tá boa. Mas eu tô falando sério. Eu entendo isso. O conteúdo é legal, mas, sabe, não deu tempo de formar alguma coisa. E como tem muito... Lembra de uma época que a gente sabia quem tinha, sei lá, um milhão de inscritos no YouTube? Lembra. Agora tem gente que tem 20 milhões, tu nunca ouviu falar, pô. Uma loucura. Seguidores assim, de uma forma... É, mano, estragado também. Tem gente que tem 20 milhões e tu nunca ouviu falar.

e tá tudo certo, né? que nem os caras falam, adora falar um monte de gente fala isso, tá tudo certo e os conteúdos, tu vê os conteúdos que é gerado por inteligência artificial também, tipo a novelinha lá do abacatudo isso eu nunca vi, perdão é bom? se você quiser mostrar, eu vejo eu tô te perguntando pra poder tem a cabeça aberta eu tô te perguntando já pensei bosta, mas tudo bem

Porque eu queria mesmo era te perguntar como é que um cara que é original que nem tu, no sentido de... Obrigado, tem que... I try. Eu tento. Então, como é que tu lida com a chegada de música feita com inteligência artificial, por exemplo? Sei. Como é que tu vê isso aí? Olha, você faz até me lembrar uma música que se chama Queixo Novo. Tá no álbum Nada Foi em Vão.

Deixa eu ver se eu me lembro da letra, que é muito... Olha quantas letras eu tenho na cabeça. Tem bastante. Vou criar agora sem esforço, automatizando o meu bom gosto. Meio duvidoso, meio virtual. Minha inteligência é artificial. Harmonização facial. Arranjo e canção digital. Agora que eu estou bem lindo com meu queixo novo.

Eu fiquei irreconhecível, o Face ID que era infalível, só desbloqueia com biometria, rosto dissonante em harmonia, harmonização facial, arranjo e canção digital, agora que eu tô bem lindo com meu queixo novo.

Nariz novo Sorriso novo E por aí vai Esse clipe é muito louco Eu fiz uma maquiagem E tá totalmente deformado Ficou legal Do novo álbum Nada Foi em Vão Que eu vou fazer o show dia 5 de junho No Rocambole Mas eu acho que Eu não tenho medo de inteligência artificial Eu acho que ajuda Tu usa? Não Ficou decepcionado?

Did I let you down? Não. Mas em nenhuma instância, pra porra nenhuma? Não, pra nada. Nem por curiosidade. Ah, não, não, eu minto, minto. Mas quem usou foi meu amigo. Quando a gente tocou no The Town, junto com os inocentes, saúde. Quando a gente tocou lá, tem umas imagens minhas de inteligência artificial que eu tô na prisão. Aquele clipe humano, que eu tô de cor de rosa. Mas eu misturo. Eu falei, se ficasse só inteligência artificial, então... ...

E ninguém estava... Foi bem no boom da inteligência artificial, né? E aí eu falei, precisa colocar umas imagens verdadeiras para ficar legal, eu acho. E eu gostei bastante. A gente fez isso também com a garota de Berlim também. Então misturava algumas imagens.

verdadeiras, do clipe mesmo, com algumas da inteligência artificial. Então eu achei legal. Ainda estou usando isso. Faz parte do álbum Nada Foi em Vão. Eu fiz alguns shows, antes de fazer só o meu show mesmo, que vai ser agora, no dia 5 de junho. Mas eu já coloquei essas imagens ali. E eu achei legal. Então eu usei a inteligência artificial. It's not very punk. A maioria dos punks não gostam disso. Mas essa... A maioria dos punks não gostam disso.

Mas ficou legal, eu curti. Se eu não tivesse gostado, eu não teria gostado, não.

Como é o nome dessa música aí que tu acabou de cantar? Essa? Queixo Novo. Queixo Novo. Queixo Novo. Então, essa me parece ser uma... Essa é meio swingado, mas a letra é uma atitude. Então, eu tô entendendo... Então, mas quando eu faço um álbum, o meu álbum é... Tipo, tem uns momentos bem rápidos, hardcores que seja, tá ligado? Até Médico Monstro. Médico Monstro fala sobre esses doutores filhos de uma égua do caralho, tá ligado? Que, meu, os caras... Médico, monstro...

que até esqueci, abre, abre, pode abrir, se quiser abrir aí. É que essa música, faz tempo que eu não toco essa daí, mesmo sendo nova, que se transformava, abusava das vítimas, né?

pode abrir aí a capa vou até falar o nome do pessoal da banda também eu amo a minha banda, a gente tá num momento muito legal, né, são os punks de boutique the booty punks eu dei esse nome mesmo, booty punk punk de boutique porque o pessoal sempre gostava de tirar uma da minha cara né, o supla, punk de boutique e tal então é isso aí mano, é punk de boutique mesmo uma amiga minha falou, devia chamar o supla e o chaminés que os caras não param de fumar

Abre ali, pega ali. Você abre o álbum aí. Porra. Discão rosa? Sim, discão rosa. Não é vermelho? É chaninha. Não, é rosa mesmo? Pode abrir. Chaninha. Você gosta de uma chaninha? Rosinha? Borboleta rosa, sabe mexer. Vou deixar aqui porque eu não tenho nenhuma intenção de riscar esse vídeo. Não, não. Então você vê aqui que eu tava falando do Médico Monstro. É totalmente um hardcore, assim, sabe?

Essa é só mais uma história de um vigarista charlatão, dos crimes que ele fez, em nome do tesão, sem misericórdia, na clínica da heresia. Os horrores que lá aconteceram me assustaram pela covardia. Imagino o trauma que essa pessoa passou.

quando descobriu acordada, que o médico a molestou. E é isso, vai. Mas essa é bem, é tipo quase um motorhead maluco, assim, médico, monstro que se transformava, abusava das vítimas depois que as dopava. É isso, né?

Então essa é bem pegada. Tem que ser, né? Sim. Essa aí é... Esses dois caras que estão aí atrás... Não, esse sou eu e esses dois aí são dois americanos que gravaram três músicas comigo, que não são punks de boutique, né? Um é o Mark, que tocou no Mighty Mighty Bostons, né? É um grande guitarrista. E o outro é o baixista do Agro Lights, que é...

o Jeff, e a gente gravou If You Believe in Nosferrato, que é uma gótica bossa nova, é mais tipo, né, uma canção, assim, totalmente meio diferente do Médico Monstro, e tem uma Nada Foi em Vão, eles também que gravaram, né, e que outras que eles gravaram comigo?

Então é um disco bem balanceado, que eu acho que quando você vai escutar um disco, é legal você escutar um som, sabe? O tempo inteiro... Sei lá, se eu for escutar Rob Zombie, é meio isso mesmo. Mas a minha cabeça, eu gosto de David Bowie, sabe? Que vai... Me leva pra passear, né? Me leva pra passear nos outros lugares. Nada contra, cara. Tipo, acho do caramba Rob Zombie também, né? Mas pro meu estilo é assim, né? É, eu acho que tem experiência, tem dia que eu tô afim de ser levado pra passear mesmo.

Sim, então eu levo você numa viagem Numa viagem mesmo Mostro um lado meio de crooner meu Entendeu? E quase todas as músicas tem clipe Porque eu acho muito legal Eu curto fazer o videoclipe Perdão, se eu só puxar ali de novo Aí eu só vou falar o nome das músicas

tipo Amor Kamikaze, é um som que tem um clipe no Japão, Você Não Vai Me Quebrar, é um clipe na Argentina, né? Que é desses filhada mãe que fica com o olho gordo em cima de você. Você não vai me quebrar, filha da mãe. Sit on this motherfucker, alright? If You Believe in Nosferatu, tem um clipe bem louco, fizeram uma maquiagem bem louca de Nosferatu em mim. Tem a fofoqueira. Fofoqueira é a mais louca, meu. Então, fofoqueira é tipo, uma vez o...

o Denis, lá da Rádio 89 ele tava organizando um festival de de fofoca, prêmio da fofoca você quer apresentar? olha, eu só apresento se você deixar eu fazer um clipe e aí eu fiz o clipe da fofoqueira lá entendeu? e tá Léo Dias tá Leão Lobo, tá todos fofoqueiros do Brasil caralho, que louco e eu não sabia o que

Eu não sabia Como é que eu vou fazer para interagir com essas pessoas Então eu fiz aquela coisa do telefone sem fio Sabe quando você chega assim e faz assim?

e assim que ficou o clipe e o clipe é bem das coisas que a gente tomou uma proporção muito grande a coisa da fofoca fofoca sempre existia os paparazzi mas agora como tem a internet, então vira uma loucura e tem muita coisa, tem muita fofoca que é comprado ainda por cima, o que é pior ainda e fake, que não é nem verdadeira mas essa eu me lembro assim, tipo então então

De amigas e amigos, o jeito como as pessoas falam. Eu falo o nome do pessoal da banda, mas como é que é? Ai, amiga, nem te conto esse babado. Não tem que falar assim? Ai, amiga, nem te conto esse babado. Você viu que o Supla disse para o Felipe, que o Edu contou para o Henrique? Está viciado. Ai, tenho pavor de fofoca. Nem me conta esse parado. Ai, mas me conta tudo, eu quero saber tudinho. Você sabe, né? Ele não vale nada. Então joga no tarô e vê se eu estou errada, tá ligado? Não. Não.

E aí vai, né, meu? É, vem assim, não tem essas paradas. Joga no tarô, né, e tal. É uma coisa que eu vejo muitas minas fazendo. É engraçado. Como é que tu... O teu... Tu nunca jogou um tarôzinho, não, cara? Lógico. É? Sim. O que tu acha dessas paradas aí? Acho legal. Eu curto. Tu se diverte ou tu acredita?

Eu acredito em coisa de signo, acho que tem muito a ver. Qual é o seu signo? Touro. Você é meio toureiro mesmo. O que você quer dizer? Você é corno, tô brincando. É teu cu? Não, tô brincando. Não, não é, tipo, é, tá ligado? É. Não, mas eu sou ariano, eu sou meio, é, esses caras com cabeça dura, é, tipo, sabe?

Ariano nasceu quando? Mas gente boa, Ariano. Gente boa. Os caras são coração. Tá bom, mas e o cara de tudo? Ariano com a Ariana também dá um bom sexo. It's good. Com uma tourada também fica bom.

Dá bom em tudo, né? Sexo é bom. I like sex, eu quero suar, I like surfing, eu quero entubar com você. Tu estuda essa porra de signo? Não, mas eu curto. Tu é o cara que lê horóscopo quando tu acorda? Eu me lembro que assim, se eu tomar o ar, eu vou ver meu signo, como é que tá. Tô brincando. Mas eu curto, eu acho que tem a ver as coisas. As pessoas, assim, sabe, eu vou falar uma coisa meio, assim,

Eu acho que antigamente as coisas eram mais... Sabe? Você olhava via as estrelas e tal. Lá desde os primórdios da civilização. Hoje em dia não tem nada disso mais, né? Mas eu acho que os astros, eles dizem, sabe? Acabam... Tem a ver as coisas dos signos. Porque eu vejo muito... Vários cancerianos são super sentimentais e tal, sabe? Eu vejo pelo meu pai um cara muito sentimental. Inclusive meu pai esteve aqui, né?

Ele falou assim, meu, o Supra é uma pessoa muito especial. Eu vi ele falando. Meu pai é muito legal, cara. Eu amo meu pai. Como é que ele tá, cara? Ele é velho, cara. Ele é tipo... 84, né, meu? Acho que vai ser candidato aí de novo. Muito louco, meu. É que ele não pode parar, meu. Se parar... Não é bom. Não é bom. Ele tem que continuar. E ele ama fazer o que faz. É um cara que eu tenho muito orgulho de ser filho dele.

Qualquer lugar que eu vou, a galera sempre fala bem deles. Dá um orgulho tão... É tão gratificante, cara. Ter um pai assim. Juro, é maravilhoso, cara. É muito... E minha mãe também, cara. Minha mãe, como ela foi prefeita, tomou porrada pra caramba. Ela falou, é pele de jacaré, né? Eduardinho. Cheio de Eduardinho. Mas minha mãe fez bastante coisa. Eu vejo, assim, nas pesquisas, considerada uma ótima prefeita.

interessante, cara. Eu amo a minha mãe. Eu sempre me dei bem com os meus pais. É muito bom. Eu acho muito importante. É legal, assim, se dar bem com seus pais, sabe? É bom, cara. Muito bom. Eu imagino que sim. Eu me dou bem com os meus pais também. Mas eu duvido que tu se dava bem com os teus pais quando tu tinha 16 anos.

Olha, eu me lembro que quando começou o papo de política em casa, e meu pai fez um comitê à casa, né? Eu simplesmente fui pra casa da minha avó, né? Tinha uns 15 pra 16, falei, não dá, champs. Não dá. Acordar de manhã, tava lá, era, sei lá. Não vou nem falar o nome da galera. Tava lá, os caras tudo lá, meu. Meu pai é tipo um dos fundadores, né? E aí, beleza. Do PT e tal. Mas eu acho legal, meu pai é um homem muito rico, meu.

Rico tipo Bob Marley. Não de riquezas... Olha o meu celular tocando. É meu? Teu pai viveu coisas extraordinárias mesmo. É muito nobre a atitude dele. É o meu celular? Quer passar aqui para eu desligar?

Agora não dá pra... Passa pra mim, Dallan. Deixa eu ver aqui. Perdão. Obrigado. Deixa eu desligar aqui. Agora não dá pra atender. Deixa eu desligar aqui, né? Pode comprometer, né? É, pode comprometer. Super é o cara que atende ligações, né, cara? Lógico que atendo. Você acha?

Eu detesto quando a pessoa não atende a minha ligação. What a fucking prick. Ah, manda mensagens. Não, muito mais fácil, porra. Pega e liga e pronto, né? Beleza. Não, mas eu entendo também.

Pergunta para a sua amiga lá. Ela prefere que seja... Mensagem, com certeza. Coisa de jovem. É isso aí, mas I'm old. Old school, man. Eu tenho algumas coisas que eu prefiro. Ouvir música. Como é que tu gosta de ouvir? CD ainda. Eu tenho também. O jeito mais fácil é esse.

Mas qual o jeito que você prefere? CD? Eu gosto de CD, gosto de disco. Tanto que eu tenho disco, né? Adoro escutar disco. Ainda mais sendo o meu. Nossa, muito legal. Tem um momento que tu para e fica ouvindo música em casa? Ainda faz isso? Tem. No momento, não, porque eu tenho um monte de letra pra decorar desse novo álbum, né? Assim, então, é... Eu tô nessa decorar... Decorando as paradas, que é muita música, né? Bastante música. Bastante música, então, é...

Mas eu escuto, eu gosto de escutar. Sabe o que eu gosto muito que eu tenho escutado? Acho que você nem vai imaginar que eu gosto, mas eu amo a voz da Karen Carpenter.

Eu amo a voz dela. Nossa. Essa é inesperada. Meu, a voz dela parece um fantasma cantando, meu. Eu amo a voz dela, meu. Parece um fantasma. É, it's lovely, man. Entendi. Que voz. Ela teve uma vida muito louca, né? Ela morreu de anorexia, não sei direito, muito magra, né? Não sei direito, é. É, mas tem uma voz assim, uau.

Eu amo escutar ela, porque me deixa tranquilo. E Bossa Nova também eu gosto, meu. Essa de insensatez, o Sting cantando com o Tom Jobim, acho maravilhoso. How insensitive. Ele faz uma voz meio assim, né? I must have seen when she told me so sincerely. Vague, unmoving sad.

É meio assim, sei lá, no setor, mas o jeito que ele canta ali é muito bonito. Eu acho essa... É uma das melhores versões, na minha humilde opinião. Eu gosto de Bossa, eu gosto de Vinícius de Moraes também. Era uma época que eu misturava. Esse disco aqui é muito... Esse aqui é Bossa Furiosa.

É muito louco esse disco aí. Tem o Mackie, que gravou comigo, que ele tocava no Bad Brains. A Greta, que é uma baixista canhota, que tocou no L7, tocou com o Moby. E tem o João, não meu irmão. Antes de tocar com meu irmão, tinha um moleque?

Filho do poeta Salomão, tá ligado? Ele morava em Nova York. E ele ia num show hardcore. Ele com a mãe dele. Ele tinha 16 anos. Eu falei, então você entende o que eu quero fazer? Misturar punk com bossa nova? Não era punk nova. A gente fez de supla-zoo, né? E aí eu entendo. Então a gente gravou uns sons muito loucos. Tipo, Mike Copacabana Beach, banana. Mike Copacabana Beach, banana.

Mike Copacabana Beach, banana. Mas são umas notas de bossa nova que entram power chords, de hardcore. E era uma coisa muito original. Tanto que depois eu levei isso pra outro nível com o meu irmão. E a gente assinou e saiu tocando pelo mundo, né? Mas tinham músicas muito interessantes. Espera aí, deixa eu pegar. Vai. É difícil eu tocar com luvinha também. Mas tipo... É, eu vou cantar uma aqui só. Tocar de luva é foda, hein?

Ah, vou tirar, senão não dá pra tocar. Depois põe de novo, vai. Depois eu ponho pra ficar no estilo, né? Luvinha, meio dedo. É bom, né? Você já transou com o cara de luvinha? Meio dedo, já? É gostoso. Cheirinho de couro e tal. Delícia. Mas essa música aqui eu fiz um tempo atrás, quando eu morava em New York, nos anos 90.

O meu amigo Robert, né? Robert, ele... Ele trabalhava pra um cara que chamava Sam Green, que era um grande curador de arte. Ele era o curador do John Lennon. Sabe? Trazia coisas de arte pra ele e a Yoko. E ele tinha uma casa em Fire Island, que é uma ilinha ali saindo de Nova York e tal.

E esse meu amigo Robert Trabalhava pro Sam Green E ele me convidou um fim de semana pra ir lá E tinha um piano ali Dado por From John and Yoko to Sam Green E eu fiz essa música Nesse piano do John Lennon E se chama The Claw Que é agarra E aí mistura com bossa nova Tá nesse disco, eu vou tocar um pedacinho Tá, tá

Com a espiritualidade, lás e surpresa Em seus olhos, eu estou crucificado Com a espiritualidade, espiritualidade Cigar cat, você não vai me matar Você não vai me matar

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I light you down, but she said I am illuminated And what goes around, comes around And you know I'm exaggerated Exaggerations Ai vinha boss Chak, chak, chak, chak, chak, chak, chak, chak, chak Como é que? Não, não.

Amigo senhor Sarava, Xangô lhe mandou dizer, se é canto de Ossanha não vá, que muito vai se arrepender. Cuidado, ah!

Pergunte pro seu orixá, o amor só é bom se doer. Pergunte pro seu orixá, o amor só é bom se doer. Vai, vai, vai, vai, não vou. Vai, vai, vai, vai, não vou. Vai, vai, vai, vai, não vou. Vai, vai, vai, vai, não vou. É, só um. Flux, whatever.

Bom demais, cara. É uma música louca. Essa menina aí que eu pensava que ela queria me matar. Eu misturei com essa coisa do Vinícius de Moraes que fala... Num piano especial. Sim.

E tava ali, e aí foi feita essa canção, chama The Claw, e tá nesse álbum. Faz tempo que eu não toco essa música, então peço perdão, assim, o nuvinho aqui ficou meio atrapalhado, mas beleza. Tu deve ter, assim, ao longo da tua carreira, que segundo, bom, 40 anos de carreira, não é isso? That's it.

Eu sei que tu viveu várias coisas foda, vários momentos foda, não sei o quê, mas essas pequenas historiezinhas deve ter um monte também. Como, cara, compus esse piano no que era especial. Muito especial. Eu sou um freio de John Lennon. Eu amo John. É mesmo? Eu amo John Lennon. É o meu favorito.

Pode fazer o teste. O que tem de especial? Eu não consigo fazer o teste, sabe por quê? Porque o YouTube cai. É que você ia fazer aquele do Jack White. Põe a música assim, eu falo, é essa, é essa. Se ele vier para o Brasil, eu vou desafiá-lo. Vou desafiá-lo. Não, é porque eu não... São mais bitomaníocos que o Oasis até. Caralho. Eu amo. Tá. Por que é tão especial? Bom, porque para mim acho que remete àquela coisa de criança, né?

Quando eu tinha 13, 14 anos, eu tocava nos bares de São Paulo. Eu era baterista, que até me possibilitou depois para fazer o Brothers of Brasil. Tocar bateria e cantar não é tão fácil quanto parece. Não parece fácil. Não parece fácil. E aí, então...

Me remete a uma coisa de infância mesmo, assim, sabe? Entrando na adolescência, né? Entendi. Então é uma coisa que me traz muitas memórias maravilhosas. E os Beatles eram, assim, pra mim, eram lindos, assim, sabe? As coisas que eles cantavam. Era de amor, sabe? Coisa bonita, meu. Fico emocionado. I love it. Eu amo de verdade. E eu fiz um show só de Beatles.

A Rolling Stone tava querendo homenagear, a revista Rolling Stone tava querendo homenagear os Beatles. Foi ano passado, se não me engane. E aí eu falei, super, você não quer fazer? Eu falei, agora, beleza. E aí a gente fez e é um sucesso. Então eu tenho um show que é o meu show, nada vão e vão, onde eu toco motocicleta em Diabrada, encolerado, charada brasileiro, green hair, todas as loucuras, humanos, garota de Berlim.

E tem um show que é só Beatles também. Sabe assim? As pessoas gostam muito. A gente faz de um jeito mais punk. Que nem a gente fez com aquela música do Harry Styles, sabe? Deixar ela mais punkada. Não sei se chegou a escutar. As It Was. Então aí a gente faz isso mesmo com as músicas dos Beatles. Mantendo a originalidade da melodia, né?

Original. Mas tu acha que eles foram também musicalmente revolucionários? Eu não acho, eu tenho certeza. Tem um cara, perdão, cortar, mas eu vou falar, tem um cara que ele é, eu esqueci o nome dele, ele é o guitarrista do Sting. E aí ele tava num podcast, ele se chama Beato, é um cara que vários músicos seguem e tal, e ele começa, ele falou uma coisa tão legal que eu achei, pra você gostar da música dos Beatles.

É simplesmente você dar as notas Assim As notas certas, na hora certa E com a harmonia E a melodia, aí você vai entender que elas são Indestructible, indestrutíveis Eu achei isso muito legal E aí mostra ele tocando um pedaço de A Day in the Life I read the news today Oh boy About a lucky man who may

Ele canta essa melodia, faz a guitarra falar. E o jeito que ele toca é tão bonito, cara. A coisa da música é uma coisa assim...

pelo menos pra mim, eu acho que é com todos os seres humanos, toca a gente na espinha, sabe? De alguma forma. Sabe? A música, a melodia, a harmonia, aí vem a letra, de alguma forma. E essas músicas me tocam, sabe? É muito louco. Eu tava vendo umas músicas do John Lennon e algumas músicas dele são totalmente inspiradas em Bach.

totalmente inspirada. Não foi? Eu vi um cara do piano mostrando isso, ele tocando uns trechos de Bach e tocando outros trechos do John Lennon de algumas músicas dele. E eram muito parecidas. And it's wonderful. Então eu acho que os Beatles, o Paul McCartney achou uma pessoa maravilhosa.

sabe, o cara é vegano, sabe, é só mensagem de amor, que é o que a gente precisa muito, eu acho, é só positividade, né, e aí, e o George Harrison e aquelas músicas, Something, né, something in the way she moves, attracts me like no other lover.

Something in the way she woos me. Acho muito bonito, cara. Acho uma melodia assim, pra mim, toca profundamente a minha alma. Então, música é isso. Talvez pra algumas pessoas... Eu conheço muita gente que não gosta de Beatles. And it's fine. No problem, man. Você gosta do que você gosta e eu gosto do que eu gosto. O importante é ter o respeito. Aliás, é importante... Acho muito importante a gente ser kind. Eu vi um ator falar isso e eu vou repetir.

Seja gentil com as pessoas, sabe? É tão bom você sair pela manhã assim, você já sai, você encontra uma pessoa, dá um sorriso pra ela, sabe? Falei, e aí, tudo bem? How you doing, man? All right? Sabe, já fica o melhor dia. Melhor do que você ver um cara e falar... Você olha pro cara e faz... Você faz aquela cara de cu, porque você não vai tomar, you know? Go fuck yourself, motherfucker. You know? Eu já não... What's up, man? E aí, beleza?

Tudo bem, cara. Minha avó sempre falava, nossa, quando você sorri, você fica bem melhor. Você tem toda a razão, avó.

Deus te abençoe. Então eu acho essas coisas legais, assim. Na positividade. Você não gosta muito de Beatles? Não, não, não. Eu não conheço o suficiente. Não conheço o suficiente. Quando eu era moleque, 15, 16 anos... O que você escutava? Eu escutava muito metal e... Black Sabbath.

eu gostava mais os metal espadinhas, que eu tava blind guard pra caralho, angra é um é um metal melódico, vai? metal melódico bem melódico, tipo o que? angra? mais melódico ainda, angra eu gostava angra pra caralho também eu que for meio angra, faltou brincar não, foi o resto que tá deu não foi? sei lá, e aí doesn't matter então

E eu escutava também escutava bastante Full Fighters, escutava bastante Red Hot Chili Peppers. Você é jovem mesmo. You're young. Well, you know, só a banda favorita do Ozzy Osbourne você sabe qual era, né? The fucking Beatles, man.

E a música favorita dele era In My Life. There are places I remember all my life. Though some have changed, some forever not for better. Some have gone and some remain.

Tem esses caras que transformam o...

I think it's beautiful. Acho bonito pra caralho. Tem muito sentimento nisso. O Mind Games. Quem estiver escutando a gente, quem nunca escutou Mind Games, escute Mind Games. It's beautiful. We're playing those Mind Games together. Cara, Joe Strummer, vocalista do The Clash, ele falava, You gotta listen to John Lennon, man. Power to the people.

Uma vez eu vi um filósofo aí, que eu não vou nem citar o nome dele, ele falando, tava falando que, acho que tava essa coisa do Bad Bunny que tava aí e tava se colocando politicamente e tal. Ele falou, isso aí não vai trazer nada pra ninguém, tá ligado? Quem faz música assim pra política ou qualquer coisa, não tá com nada, é só pra... Que é lacrado. Eu falei, eu não penso totalmente diferente.

Porque quando o John Lennon fez essas músicas, Power to the People, era sobre a guerra do Vietnã. E foi tão importante aquela música, mobilizou as pessoas, os jovens daquela época, que não queriam ir para a guerra. Mobilizou de uma forma...

All we are saying is give peace a chance. Só o que a gente está falando é dar uma chance para a paz, entendeu? Então, eu acho muito importante. Isso vai de cada artista também, né? Eu acho que quando você faz arte, é uma coisa tipo...

Esteja livre pra falar do que você quiser. De política, de amor, né? Ou de qualquer coisa. A ratazana de iPhone, né? Eu tenho uma boa aí que eu gosto no disco. Chama Mama's Boy. Que é pra esses caras que tem tudo, mas tá com preguiça. Essa é difícil de cantar. Tô falando muito, né? Eu falo bastante de mim porque eu vivo isso 25 horas. Eu vivo 25 horas isso. Eu sou isso. I'm not fucking fake. I'm not bullshitting you, you know?

Não tô fazendo papel de bobo. Eu sou isso mesmo. Se você não gostar, tudo bem. Mas eu faço com devoção e amor. Muito amor. Eu não conheço tanto... Eu acho que eu não conheço tanto que eu deveria de Beatles, porque eu também não vou correr atrás. Não precisa. Mas eu entendo que...

Muita coisa que eu escuto é Beatles, de certa forma, pela influência. Eles foram os primeiros, desde a parte das fãs gritarem, que veio com Elvis, né? Mas depois veio com os Beatles, sabe? Então, toda essa coisa do merchan, merchandising. Brian Amstead, mano.

grande empresário, ou do The Colonel, com Elvis Presley também, eles que inventaram essa história, então, o que vem, e a melodia, por exemplo, tem muitas melodias que se repetem mesmo, My Sweet Lord, por exemplo, do George Harrison, é uma melodia igual a uma outra, a um artista, ele falou, talvez eu tenha escutado essa música no meu inconsciente,

Porque tocava no rádio, onde ele morava, na casa dele. E ele falou depois que ele nunca mais escutou o rádio. Ele ficou um bom tempo sem escutar o rádio, para não ser influenciado. E a melodia é igual.

My sweet lord. Sabe que tem aquele violão de doze cordas e tem aquela guitarra havaiana que o Lulu Santos adora? Né, Luluzinho? Um beijo pra você. Love you, baby. Né? Eu não conheço essa música aí, não. Você é louco. Então, aí está... É disso que eu estou te falando. And you know this song.

Você conhece essa música? Só puxar aí, passar de longe e tocar pra ele agora. Não, você conhece. Não, você conhece. É linda a música. My sweet lord. É demais. I really wanna see you. Pô, é demais essa música. Mind Games, My Sweet Lord. Essas músicas são fantásticas. E Michael Jackson. Michael Jackson é fucking bananas. Foi até no filme dele.

Eu gostei do filme. Tem continuação. Esse é o Michael. O próximo é o Jackson. É isso mesmo? Não sei. Vai mostrar a parte meio obscura. Esse é o Michael. O loucura que ele passou com o pai dele. Mas o pai dele, se não fosse o pai dele, não tinha Michael Jackson. Tem essas coisas. Foi o pai dele que fez ele ser tão apegado à perfeição, pelo menos.

Pode ser, tudo bem. Ou pressionou para que ele caminhasse para esse lado. Tem muitas coisas para se debater sobre isso, né? Sabe? Da família, né? De tudo que aconteceu ali. Mas também não foi fácil para o Michael. Pelo menos é o que mostra no filme, né? Ele olhando...

O pai, look at me, look at me. Quando você estiver cantando, e o Ernst, mas ele tinha medo de olhar pro pai, porque ele apanhava na cinta forte, né? E mostra a lado nele. Então, tem muitas coisas. É difícil opinar. Você não tava lá pra falar, né? Então, mas eu gostei do filme. Achei legal, né? E o Michael é transformador na música também. Não, o Michael é fantastic. Paul McCartney não gosta tanto dele por causa dos direitos autorais. Até falou que não quer fazer parte do filme, né? A história eu venho falar.

Mas eles cantaram bonito aquela música deles, né? Lembra aquela música? Até que tem o Paul colocando o creme de barbear. Say, say, say what you want. Puta, essa música é maravilhosa. Eles eram amigos e ficaram putos, né? É, então, mas é uma melodia maravilhosa. Eu gostava muito do Wings também, com a esposa do Paul também. Achava que ela cantava legal. Uncle Albert. Tem músicas fantásticas.

Eu gosto do Paul. Não tem como... Você não precisa gostar, mas reconheça a genialidade da pessoa, sabe? Let it be. É uma canção feia. Quando eu me encontro em momentos de problemas. Isso é ótimo, sabe? E transformador. Muito, porque quando os Beatles vieram, você tem que lembrar.

que eles tinham cabelinho franja, diferente. Não tinha isso, não era assim. Tanto que o David Bowie, ele até falava, pô, eu estava andando com o cabelo meio assim, os caras falavam, e aí a bolsinha, como é que vai ficar girando? Então, naquela época, muito mais machista do que é ainda hoje. Então, eram coisas que eles quebraram barreiras. Realmente, as coisas que ele falava, John Lennon e tudo, eram coisas muito provocadoras. Então, por isso, marcou. John Lennon, na época dele solo,

Foi uma pessoa muito importante para a sociedade como contestador. Muito. Muito mesmo. Ele falava coisas... As letras não eram brincadeiras. Falava música para Angela Davis. Ativista americana. Certo? Black Power. Que até veio para o Brasil. Falava música... Chamava... Woman is the nigger of the world. Take a look the one is with you. Dá uma olhada do seu lado. Ele falava... A mulher é o negro do mundo.

para causar de uma forma... Olha como você está tratando a sua mulher. Você está tratando ela bem? Como é que está? Ele já estava colocando questões que até hoje a gente está aí batalhando, mas ele falava.

Então, saúde. Bless you. Então era uma coisa muito foda. Não era pra qualquer um, não. Nossa, se ele estivesse vivo hoje em dia, ele ia estar falando um monte. Eu vi o Diallo Biafra do Dead Kennedys falar isso, né? Tem um livro das pessoas falando do John. Até que Bruce Prink, você tá falando bastante aí, né? As coisas aí. Quando tem uma galera que defende que...

que o John Lennon, depois, quando ele sai dos Beatles, ele é, na verdade, um produto da Yoko Ono. O que tu acha disso? Eu acho que ele aprendeu bastante com a Yoko Ono. Sim, acho que aprendeu bastante. John Lennon não era trouxa, não. Eu conheço bem o John, porque, deixa eu te falar, o fotógrafo Bob Gruen, que foi fotógrafo dele, pessoal dele, de 1970 a 1980, época em que ele morou em Nova York, é um grande amigo meu, então ele me contou histórias.

Eu sei umas histórias bem loucas do John Lennon mesmo. Inclusive, dois dias antes dele morrer assassinado, o Bob Gruner levou umas fitas de VHS com um monte de coisa punk pra ele ver. O The Clash, o Sex Pistols. Ele falou, deixa aí que eu vou ver depois, entendeu? Que era o que estava acontecendo na Inglaterra. 78, 77, e aí deixa eu ver.

E aí ele morreu. Ele não ficou sabendo qual era a ideia do que o Johnny ia falar sobre isso. Certamente ia gostar, porque ele tinha uma classe de trabalho. Ele tem até uma música que fala, working class hero is something to be. Pra você ser um herói da classe social, dos trabalhadores, é uma coisa pra ser realmente, entendeu?

Eu penso no meu pai nessas horas, essas coisas assim. É, me bate essa coisa, né? Total, tem tudo a ver mesmo. Tem tudo a ver mesmo. Sim. Tô entendendo. Interessante, o que será que ele ia falar mesmo sobre o movimento punk? Com certeza ele ia gostar. Eu acho que ele ia curtir o lance da atitude também. Com certeza, porque ele, na parte da carreira solo dele, ele falou muita atitude, né?

Falou muita coisa. Era um cara perseguido. Tinha medo. Então a música dele se chama I'm Scared, I'm Scared. Eu tô com medo. Porque ele falava, meu, as pessoas, eles queriam tirar ele dos Estados Unidos. Queriam tirar ele dos Estados Unidos. Inclusive, eu fiz uma música que eu gosto bastante. Se me permite, chama Viva Liberty. E foi quando eu fui conhecer esse fotógrafo, Bob Gruen.

uma foto dele me inspirou muito, que é uma foto que tem o John Lennon na frente da estátua da liberdade fazendo assim, que o Nixon queria tirar ele dos Estados Unidos, pelas ideias políticas que ele falava.

que eram subversivas ou muito de esquerda que seja um tempo que dava ruim mas tinha gente do FBI e ele falava, eu olhava pro lado e tinha gente ali atrás me seguindo pra ver onde é que eu ia o mundo não é mais assim né cara

Mas ele ficava... Ele fala na música dele. Não duvido que era. Mas eu... Por que não é mais assim? É porque não tem mais ninguém com uma expressão tão insana como John Lennon ou Michael Jackson. Mais? Ou porque... Até o Michael Jackson citava Black ou White, né? Eu falava da natureza em algumas músicas. Eu não sou tão fã assim do Michael Jackson pra saber tão fundo dele, mas... Nossa, é um...

Eu gosto muito da voz dele. Tem umas canções que a voz dele soa muito bonita. Para o meu gosto, pelo menos. Agora, eu acho que tem bastante gente fazendo trabalho. É só questão de ir atrás. Tem gente, Igor, que nunca vai fazer sucesso. Sabe? Infelizmente. É triste isso que eu estou te falando. Muita gente talentosa mesmo.

que não tá no lugar certo, na hora certa, entendeu? Não tá com a roupa certa, eu digo no sentido daquele momento do que tá acontecendo, influi um monte de coisa. E eu acho que eu tive muita sorte quando eu tinha 18 anos ali, sabe? Tava com a roupa certa, com a banda certa, a música era a música, sabe, do momento, né?

Então é uma coisa... É louco isso que eu estou pensando. Me faz pensar também que todo mundo sente dor. Não importa se é rico ou pobre também. Lógico, o rico tem mais...

A tranquilidade de poder ir num grande hospital, sei lá o que, mas sente dor também, né? Em alguma medida, sente dor, com certeza, cara. E algumas é... Às vezes até tão difícil de resolver quanto... Mas, ó... Não, perdão, eu ia puxar, eu vou cantar um pouco do Viva Liberty. Vai, dale. Eu me inspirei. Por favor. I like this song. Agora eu tô de luvinha.

É, eu gosto de ser, deixa eu ver se eu me lembro Tu já transou com cara de luvinha? Eu já, com cara não Nada contra você gostar, cada um faz o que quer né Não, mas eu tô te perguntando Ah, hoje mesmo eu acho que eu vou transar Com cara de luvinha? Não, eu de luvinha e ela E sunguinha também Só que eu não vou mostrar minha sunguinha aqui Por favor, por favor Você não quer ver isso né Você chupa pau? Não Ok

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Oh, errei, mas tudo bem. Oh, oh, we... Oh, errei. Tá bom. Faz sempre que eu não toco essa aí também. Boa, boa, boa. Pra você entender a mensagem. Essa tu escrevi em que momento da tua vida? Eu escrevi nesse momento quando eu conheci o Bobby Gruen, esse grande fotógrafo, que era fotógrafo de John Lennon, e não só dele, mas de milhões de...

de outros artistas do Sex Pistols Bob Marley Robert Plant, as fotos clássicas ele tirou muitas muita história pra contar ele é tipo um rabino maneiro de trocar a ideia é fantástico e ele e aí ele

o que que ia falar mesmo? ele me convidou a foi assim, eu conheci ele num estúdio Electric Lady Studios e tava gravando os meus amigos D-Generation, que era uma banda que era tipo o New York Dolls

do momento, dos anos 90. Era bem New York Dolls o estilo deles, D-Generation. E eu fui no estúdio, que eu conhecia eles, no estúdio onde o Jimi Hendrix gravou vários sons ali. E aí eu cheguei lá e eu conheci ele lá. E eu falei, ó, eu vou tocar amanhã, se você quiser ir ver. Sábado eu vou tocar no Cibis Gallery.

que é um lugar meio onde o Sean Lennon toca, essas coisas mais bossa nova e tal. E no domingo eu vou tocar no CBGB's, que é onde tocou Blondie, Television, Talking Heads, Ramones. E eu vou tocar lá, só que é com a minha banda Cycle 69, que é Metal Punk Core, mistura de Heavy, Metal Punk e Hardcore. Ele foi nos dois shows. Primeiro foi no da bossa nova e ele achou muito louco, meu.

E aí, no dia seguinte, foi legal, tal. E foi legal porque tava bem cheio de gente, assim, foi um show muito legal.

E aí a gente foi tocar no CBGB, CBGB, no dia seguinte. Aí ele viu aquela loucura, né? Porque Stagg é muito louco, né? A banda era muito louca, né? Tomei até tiro do meu guitarrista aí. Muito louco o Stagg e tal. E aí... Cortou essa história. Essa história é punk demais. Já tá no meu livro. Tomar um tiro é coisa muito punk, meu irmão. É punk, então, tá vendo? É punk. Quer dizer, depende.

É, é, eu senti já Nunca tinha sentido O quente que vem, é louco, mano É mesmo, fica ferido e fica quente É, fica quente, o negócio é louco Troféu Silvio Santos peladinho pra mim Mas Ele viu isso aí, ele falou, cara, eu adorei você Bom, vem na minha casa Me conhecer e tal, ali Ele e a esposa, Elizabeth, estão vivos Até hoje, ela está também Aí eu fui lá, aí quando eu cheguei lá, vi essa estátua Da liberdade Vi a estátua da liberdade Tá então então

com o John Lennon na frente, como eu disse antes. Aí eu falei, cara, aquilo lá me tocou profundamente. Aí eu voltei pra casa e fiz essa música, né? E é assim que tu faz as músicas? Tu tá vivendo, vem uma coisa que te toca? Sim, assim, eu gosto de fazer música assim, eu faço melodia no violão, né?

Mas tu não tem obrigação de fazer música? Se eu tenho obrigação? Eu acho que, olha, inspiração, ela vem, mas você tem que trabalhar, você tem que estar atrás. Se você quer fazer, até para muitos atores, ou qualquer outro negócio, ninguém vai vir na sua casa para te ajudar, filho. Você tem que sair, mano.

você tem que sair à luta. Vai à luta. Então é como a inspiração, você tem que estar sempre praticando. Cara, tem que estar sempre... Você vê, não me lembrava o final da minha música aí. Mas é uma música que eu tô vendo. Eu canto há 20 anos, tá ligado? Então é...

Você tem que estar sempre praticando. A inspiração, ela vem, mas você tem que estar praticando. Não pode ficar tipo Mamás Boy, esperando que as coisas vão acontecer, eu vou ficar show. Tem até uma música que eu chamo Mamás Boy. Deixa eu ver se eu me lembro da letra. Essa é power pra cantar. Tá aqui, Mamás Boy. Vê se eu vou cantar certo aí. Tá aqui? Lá em cima. Tá, Mamás Boy. Eu vou nem ler essa porra aí.

Vamos lá.

Joga água na cara e vamos acertar. O mundo cai, vou levantar. Sei que vou buscar. Eu tenho motivo pra acreditar. Esse é o refrão, né? Tá tipo Mamas Boy, você nunca vai prender. A lei da rua é outra, escreveu, vai ter que ler. E aquela grana pegou e não pagou. Você teve muita sorte que os caras não te quebrou. Tô dando esse toque pra mim e pra você. Eu sei que não é fácil, tente entender. E esse negativismo nada vai trazer.

Manda esse monte de remédio se fuder. O mundo cai. Vou levantar. Sei que vou buscar. Eu tenho um motivo pra acreditar. Você tem um motivo pra acreditar. Eu tenho um motivo pra acreditar. Nós temos um motivo pra acreditar.

Essa é no gás. Eu ia te perguntar. Gaguejada ali um pouco, mas tudo bem. É que eu tenho que cantar mesmo, né? Eu entendo. Cantar de pinto mole aqui é foda, mas cantando aí a coisa vem. É verdade. Eu nem penso pra cantar. Você começar a pensar, aí esquece. Esquece. É tipo, cara, tem uma história muito engraçada. Aquela atriz que fazia com...

Ai, como é o nome dela, ela é ótima. Ai, caramba. Bom, a gente tava cantando num negócio, era um negócio do Carlinho, um grande guitarrista que faleceu, um grande amigo meu. Marisa Ort.

Ela falou, Supla, como é que é a música que eu esqueci? Como é que é? Ela tava pra entrar no palco. Eu falei, peraí que eu vou ver a letra que eu esqueci também. Falei, mas não pensa. Aí eu falei, ó, falei a primeira frase. Agora eu já sei, já sei. Aí ela entrou e não esqueceu a porra da letra. Mas de repente deu um branco nela. Pô, é uma coisa horrível. Atriz de teatro, mas acontece com qualquer um, né? Então é bom você não pensar muito. Mas tu sendo...

Punk. Esquecer não é punk também? Esquecer a letra e foda-se. É lógico, como errei a coisa aqui do violão, foda-se. Costa no chão e foda-se, né? É isso aí, mano. É o que vale a atitude, né? Eu acho também. Acho importante você estar...

Sabe, é ser honesto. Porque todo mundo é humano. A gente erra. Não tem problema. A gente erra as coisas. Mas tu é um punk do fofinho. Graças a Deus. Pra que eu vou ser negativo? Gostei. Pra que ser, mano? Eu sou positivo. E tem coisas que a gente... Bruce Lee falava isso, cara. A gente pode escolher. Porque você vai ficar... Você escolhe com as pessoas que você quer andar. Você tem esse poder. Você não escolhe o que as pessoas vão falar de você. You can't.

You can't do that. Isso você não pode fazer, mas você pode escolher as pessoas que vão andar com você. E esse é um grande... Cara, eu vi uma atriz falar isso, a Jane Fonda, eu adorei o que ela falou. Vamos ver se eu me lembro, vai. Que eu já contei isso numa entrevista, mas falo de novo e não tem problema. Quando tiver com 60 anos como eu tô aqui agora, é um bom toque pra galera. Primeiro...

A gente tava falando disso, que me lembrou. Ande com pessoas que, sabe, não sejam positivas na sua vida. É muito importante você ter escolhido o seu parceiro ou a sua parceira certa. E as pessoas ao seu redor, entendeu? Muito importante, né? Com certeza. Segundo, se alimentar, tentar se alimentar decentemente. Isso vale pro meu amigo toca batera comigo, só fica comendo coxinha e coca-cola, filha da puta. E tu?

Eu me alimentado bem. Já fui muito junkie. Antes de começar, tu falou aqui pra mim que tu adora uma padaria. Adoro. Porra, uma pão e queijo. Tem coisa melhor que um pão na chapa e um suco de laranja? Realmente é difícil. Nossa, é animal. Eu adoro um X-salada também. Adoro. X-salada com...

a porra do refrigerante, o gelinho, o limão ou laranja, dependendo do refrigerante, né? Eu sou... Cara, eu também... Eu gosto, mas você tem que maneirar, porque antes era amigo hambúrguer direto, entendeu? Vai almoçar, sanduíche. Comia hambúrguer direto, mas agora eu tenho me alimentado bem melhor. Então, comer bem, essa é a segunda coisa. Teve amizade de comer bem? Ryan?

comer coisa colorida, brócolis, cenoura, fruta, né? Green hair, purple hair, all that shit. Put all that shit. All in all. Aí a outra, ter contato com a natureza uma vez por semana, se der, que é importante, porque é dali onde vem tudo.

O que é um contato com a natureza? Fazer uma jardinagem? É o quê? Sei lá, andar descalço. Como a gente viaja bastante, pelo todo final de semana a gente viaja, tá tocando. Esse final de semana, eu tô em Santos, né? Quem sabe dá uma passadinha ali na praia, anda na praia um pouco ali, né? E Piracicaba. Vai ver o... A gente vai tocar no Piranaipa, né? Sábado, então. Sabe, tem uma parte ali bem verde ali, né?

Então, sabe. Quando tu tem oportunidade, tu vai lá. Eu vou. Eu gosto de andar, dar uma caminhada ali no bosque, que seja, sei lá onde ali, entendeu? Então, isso é bom. Muito interior, aí pelo Brasilzão, né? Então, isso é muito bom. Então, ter esse contato com a natureza. A outra é dormir.

Dormir bem, faz muito bem. Eu acho que esse é onde eu mais falho. Então, dormir é muito importante. Não é só pra quando você tá velho, não. É bom dormir. Olha, você aguenta quando você é jovem, né? Então, você aguenta fazer aquelas loucuras, né? Mas é isso. O meu problema não é nem fazer muita loucura, não, sinceramente, cara. Sabe qual que é? É porque assim, veja.

O teu trabalho, meio que te... Se tu começa a fazer show pra cacete, os shows são à noite, tarde, não sei o que, te atrapalha, tá lá ativo, né? No meu caso, é que eu... À noite é... Eu gosto da noite, eu gosto do silêncio. Você vai dormir tarde, mas é importante você tentar dormir. Tudo bem, então acorda mais tarde.

E foda que a vida acontece. A de dia. Mas de repente, pra ver, você começa gravando aqui, geralmente. É seis horas, sempre? Seis, sete, às vezes atraso. Então dá pra você dormir bem. Até dá, mas é que eu quero chegar em casa, troco uma ideia com todo mundo, vai todo mundo dormir, aí eu vou lá pro meu computador, faço umas paradinhas. Entendi. Mas é uma parada que eu tenho que melhorar, porque eu não sei se eu tenho, mas é que eu vou acabar sendo forçado a melhorar, porque eu tô ficando, sei lá, tô ficando velho. É, isso é uma coisa que não dá pra você controlar.

aging, envelhecer e tudo bem, agora dormir melhor eu consigo controlar então acho que dá pra ir pra isso, isso dá pra você melhorar e dormir, aí outra coisa eu esqueci que ia falar, o que a gente falou? a comida comida, primeira coisa é amizade amizade, a segunda coisa é comida comida, a terceira coisa exercício, eu não falei exercício não, não falei exercício, então era exercício, é isso muito importante se exercitar

E tu é bom nisso? Tu corre? Tu faz o que? Faço exercício. Como eu tenho dois pinos na perna, eu estirei o meu músculo aqui na... Aqui, ó.

Tem uma bola aqui. Não é essa aqui. Eu tenho que estar sempre bem. Eu sabia que tu ia mostrar a bola em algum momento. Exatamente. Porque se tu levantou, vem aí a bola. Quer mostrar. Quer mostrar a porra. The cock. It's all about the cock. Sempre, né? It's all about the cock. O mundo é movido a sexo. Com certeza. Você acha? Mas tu tá falando da tua lesão na perna que tu arrumou ela como, cara?

Foi jogando bola. Jogando bola. Os pinos e...

E foi jogando futebol nos Estados Unidos. Tu é bom de bola, né? Dá pra enganar, né? Dá pra enganar um pouquinho. E a Copa do Mundo? E você, vai falar da polêmica? Vai Neymar ou não vai? Agora já foi, né? Neymar, eu acho importante. Se não levar o Neymar, seria um puta erro, na minha opinião. Não, assim, não tô falando que eu acho que o Neymar vai ser titular absoluto, que vai jogar todos os jogos. Não, não, não. Mas é que me parece importante ter o Neymar no grupo.

Vou te contar uma história legal sobre isso. Que me fez refletir duas histórias. Primeira. Quando o Pelé tava indo pra Copa do Mundo, ele tava... A última Copa dele, acho que ele tinha 30 ou 31. O Neymar tem 34. Tudo bem. De idade, assim, acho que tem tanta diferença. Ele falou que quando ele tava indo pro estádio Azteca, started crying, começou a chorar no ônibus. Indo pro estádio. No México. Copa de 70.

Começou a chorar. E todos os jogadores começaram a olhar pra ele. Falar, uau. Cara, o que tá acontecendo? Pelé tá chorando e tal. E ele começou a sentir aquela responsabilidade. Cara, chegou lá, você viu o que o homem fez. E ele falou, aí você tem que puxar, e puxar, e puxar. Porque ele tá carregando. Então eu acho que o Neymar, ele tem que...

Pegar essa parada do Pelé mesmo, que como, assim, atleta é um grande exemplo, né? Talvez o Leymar não tenha nem se dedicado tanto quanto o Pelé, mas se dedicou também, porque o que ele já conquistou é muito bonito, sabe? O cara veio lá de Mogi das Cruzes, do nada, mano, e tá aí, entendeu? Eu sei que tem as pessoas contra, eu tô falando a minha opinião. Então, acho que ele podia pegar essa parada do Pelé, até o pai dele tá com a marca do Pelé, né? Então,

Foca no Pelé, que é um grande exemplo para ser campeão. O homem foi três vezes campeão do mundo. Só isso eu vou falar, tá? Com 16 anos, colocou o Brasil no mapa. Só isso, na Suécia. Pelé, 1958. Então, tudo bem. Tinha Carmen Miranda pós-guerra e tudo, mas Carmen Miranda, com todo o meu respeito, ela tinha um grande amor pelo Brasil. Ela era até portuguesa, né? O Pelé é que realmente colocou mesmo. Então, eu acho que ele...

se inspirar com essa parada do Pelé. Porque os jogadores, realmente, tinham muitos craques ali também, né? Pô, Jairzinho, Carlos Alberto, Clodoaldo, os caras muito feras. Mas tem uns jogadores bons ali no Brasil também. Tudo bem, a gente tá também de zagueiros ali, né? E tal. Eu também não tenho muita intimidade com esses jogadores, porque eu não acompanho o futebol europeu. Não? Não, não acompanho. Tá. Mas tem, mas o time do Flamengo quase todo tá lá, pô.

O time do Flamengo quase todo está lá. Então que jogue bem e não decepcione. Eu não sou esse cara burro. Se os caras são bons, vamos embora. Amém, pô. Tem um cara, Luiz Henrique, que era do Botafogo. Esse cara é bom. Aquele contra a França lá. Vai brincando com ele para você ver aquele cara. Não é brincadeira. Fiquei triste com, acho que é Pedro Paulo o nome dele, né?

Que time ele é? Arsenal, alguma coisa. Mas ele não foi esse cara, devia ir. Na minha opinião. Até tiraria um outro cara de outra posição pra levar esse cara. Pra ficar invocado mesmo. Tiraria quem? O Neymar? Não, não. Eu levaria o Neymar. Não, porque o Neymar, eu acho que é legal ele estar pra isso. E eu acho que o Neymar, como sendo a última Copa dele, ele sabe disso. Precisa ver se ele vai jogar. Porque ele tem um certo problema ali na perna e tal.

Não sei exatamente aonde está. Ele vai dar um jeito de jogar. Eu acho que ele quer muito.

Então ele vai cortar um dedo fora, pra dar tudo, ele vai dar tudo da vida dele pra fazer isso. Pelo Brasil, né? Eu sei que não vai mudar porra nenhuma no Brasil, sabe? Mas vai dar uma autoestima pra gente, tá ligado? Vai dar uma alegria pra gente, mesmo que seja aquele, sabe, aquela coisa, mas, pô, o Brasil ganhou, cara, vai ser... Não é legal se o Brasil ganhar?

Claro que é, pô. Tem um monte de gente que fala, é, FIFA, tudo, banho de ladrão, sei lá o quê. Ah, mas eu acho que tá, o sentimento de... A hora que vê o jogo mesmo, os caras vão tudo louco mesmo e tudo bem, né? Vai acabar torcendo, né? Eu já vi, cara, vou torcer para a Argentina, eu falei, putz, pelo amor de Deus, então vai para a Argentina, então, né? Sei lá, eu não tenho essa parada. Fiz até a música da Copa, né, champs?

É? Não. É, puta, é legal a letra. Deixa eu ver seu nome. Você vai lancer agora, como é que é? Mais uma vez tá chegando a seleção. Prampam. Quem tiver do outro lado vai ter que ter atenção. Nós somos cinco vezes. Tem. Nós somos cinco vezes campeão. Cês tem que respeitar o penta, meu irmão. Nós já ganhamos sem ser favorito. Prampam.

Mesmo tendo Rivelino, Pelé e Brito. Vamos torcer pelo Hexa. Com muito orgulho, jogar a beça. Chapéu, rolinho, pedalada e letra. Vocês sabem que o Brasil é treta.

letra que eu fiz junto com meu amigo Fábio Bop, totalmente louco Fábio Bop é cascadura, champs conhece os caras assim casca grossa, né? desde moleque, Fábio pegava onda com ele ele até ficou bravo comigo que eu tinha que ir num, vou falar aqui, tinha que ir lá num amigo dele que era da Rota, que eu que apresentei os dois

E não deu pra eu. Ele falou que era um horário. A gente vai te ligar pra falar. E eu não atendi porque era um outro horário. Então tá meu pedido de desculpa. Pra você ver que não é papo. Era ele e o Tenente Pontes. Então tá falado. Beleza. Ah, eu sou... Eu conheço todo mundo de vários lados aí, meu. De todos os lados. Sei lá, eu gosto de me comunicar com as pessoas. Tem um personagem que tu... Bom, tu passa em São Paulo, todo mundo olha e sabe que é o Supla também, né? Sabe. Tu também faz questão de que todo mundo saiba que é o Supla, né?

É meu estilo, né, meu? Eu gosto, né? Gosto da atenção. Tu mora no Centrão? Moro ali, entra aí. Não vou falar onde eu vou. Não precisa falar, mas é no Centrão. É, bem na cara da Babilônia mesmo. Você sai ali e tá... Praça da República. Eu adoro fazer... E sim, tu já conheceu. Minha banda... Eu nem apresentei o pessoal da banda. Posso falar? Pode. Então deixa eu... Dá o outro disco, por favor, que dá pra ver melhor o rosto da galera. Perdão, ali tá em desenho. Foi o lixeiro que fez esse desenho até.

Mas eu vou mostrar aqui, ó. Aqui, ó. Onde é que eu ponho pra galera? Perto do rosto, perto do teu rosto. Aqui? É. Assim? É. Tá. Então, esse é o Felipe Badeira. Tá, tá. Tatuadão aí. É. Esse é aquele pau no cu do caralho que você vai falar. Esse é o Henrique Cabreira, guitarrista. E esse é o Edu.

Edu Hollywood. Sei lá, alguém que se chama Edu Hollywood é demais. Só você mesmo, né? Eu amo esses caras. É muito legal você ter um... Como você tem o seu cu aqui, sabe? Tem a sua própria galera. É, sabe? Porque a gente vê... Vejo esses caras praticamente todo dia. Sabe? É uma...

É tipo, um casamento de... Eu sou um artista solo, mas eu gosto dessa coisa de banda, sabe? As pessoas dão suas opiniões. Lógico que eu que decido, porque no final eu que vou estar lá cantando a porra do negócio. Mas é isso. Mas de qualquer forma, o que eu estava falando, a gente falou da Copa. Falando então dessa coisa do Pelé, né? Que eu acho que pode ser um grande exemplo. E ele fala depois, é um documentário que tem no Netflix, ele fala, cara, depois você tem que puxar e puxar. E eu acho que o Neymar vai dar tudo.

que ele tem, cara. Já pensando no troféu Silvio Santos Peladinho, vai dar tudo, né? Mas eu acho que ele vai dar toda parada, assim, sabe? Tudo é energia pra mim. Tudo é energia. Então a gente tem que estar super positivo, sabe? Vamos apoiar. Agora ou não é, cara, entendeu? E outra coisa... Tu gosta dessa porra? Gosto, porra. Senão eu não falaria, porra. Acho legal.

Você acha que eu posso ser um grande intelectual? A primeira vez que eu ouvi tu falar disso daí Foi naquele passeio lá que a gente foi Passeio? What kind of fucking Passeio Passeio pau na tua cara Olha o Silvio Santos Feladinho Caralho, lindo Adorei meu, sensacional Sensacional Puta cara

Adorei, eu caio mesmo, isso que é legal. Isso que é legal. Isso que é legal, mano. Passou o pó na minha cara. Filha da puta, me pegou, hein? Caralho, é foda. Acende um baseado pra comemorar a filha da mãe. Tu cai muito nessas porras? Toda hora, por isso que os caras... Segura aqui pra parar de cair, porra. Caralho, não tô vendo nada aí, professor. Não consigo enxergar esse pinto mole, hein? Essa nequinha, anjo barroco aí, caralho.

Não tô vendo. Manda outra aí, champs. Não, daqui a pouco aparece. Caralho, que legal, que legal. Muito bom.

puta, quinta série né champs ah cara, é que vagabundo mas tá vendo que risada gostosa, foi a melhor risada que você deu na porra desse programa agora né, até então tá lá os papos eu tava com medo aqui de até dar uma apagada pra ser sincero

Corri com vontade mesmo. Que bom, cara. Que bom. Mas o papo tá chato? Não. Por quê? Não, não sei. Você quase tava... Não, então desencana. Mas deixa eu falar outra coisa, então. Já que o papo não tá chato, eu vou falar outra coisa. Outra coisa que é legal... Eu só vi a oportunidade de te pegar nas piadinhas de quinta série e não deixei passar. Só isso.

Passar? Passar o quê? Lá vem bosta lá. Não, tá bom. Bosta não, é o troféu Cisantos peladinho. Tá bom. Porque se for, a gente nem consegue nem conversar. Que mentira isso. Aí fudeu mesmo. Mas você tava falando.

Você vê a vida, só fica mais alegre. Positividade na sala. Eu gosto dessa vibe. É isso aí. E, porra, tem tudo a ver com... Falando do Pelé. Isso, tá falando do Pelé. Da Copa. Voltando ao Neymar e tal. Vai. Aí, o Neymar... Outra coisa... Você se lembra uma... Vou fazer um paralelo. Lembra aquela luta do Mahama Dali?

no Zaire, contra o George Foreman, ninguém esperava que o Mahamadali ia ganhar aquela luta. Tem até um grande documentário, acho que chama When There Were Kings, do Spike Lee. Tem até um filme que o Will Smith faz o Mahamadali. É demais esse filme. É sobre essa luta. Mostra o Don King e tal. E ninguém imaginava que ele ia ganhar.

essa luta. E acho que era no oitavo round. Cara, o Mahamdali foi muito esperto, mas ele tava com o povo, tava todo mundo com ele. Mesmo o George Foreman sendo um rapaz negro bacana, ele já começou todo errado. Ele desceu do avião com pastores alemães, que eram os cachorros que em Soweto, os caras...

atacavam as pessoas negras, a polícia, sabe, na África do Sul. Então ele já pegou antipatia meio das pessoas. Um homem negro, um cara, meu, com a mão muito pesada, tá ligado? E, cara, a situação não tava bom pro ali, não. E ele só ficava tirando sarro, chamava ele de múmia e tal. Mas foi aquela união que trouxe ele na África.

que ele ganhou a luta, meu. Apanhou, apanhou, apanhou bastante. Porque isso que depois até ficou meio, né? Tendo uns ataques, tipo, né? Tremendo, tipo o Elvis ali e tal. Mas é... Muito punk, cara. Então eu acredito nessas coisas. O underdog, tu tá dizendo. Porque assim, a gente chega nessa... A gente chega nessa copa desacreditado. Isso é um bom sinal. Eu falei pra você na música, né?

nós já fomos não favoritos, né? Eu falo isso na letra até, né? Mesmo com o Pelé, o Brito, o Brasil não era favorito nessa época. Falava que o Pelé tava cego, até trocaram o treinador, que não era mais o mesmo, não jogava mais. A primeira Copa que eu vi, que foi a de 94, a primeira Copa que eu prestei atenção, a gente não era favorito. Romário, né? Fomos campeões. Nossa, eu me lembro dessa. Eu tava nos Estados Unidos.

Tu lembra que o Romário quase não foi pra essa Copa porque sequestraram o pai dele? Lembro. Lembro uma história, sim. Mas eu me lembro, eu não morava no Brasil. Eu me lembro que até quando tinha um restaurante italiano na esquina, que eu era amigo dos caras lá, os caras ficaram bravos comigo durante uma semana, não conversavam mais comigo. Eu passava na... Que o Brasil tinha ganho, o Badi tinha chutado o pênalti lá pra cima, eu passava lá. Eles sempre eram simpáticos comigo. Supla! Rockstar! Supla!

Aí eu passava o Gats, ó. O Gats. Entendi. É, é o que eu tava falando. Tinha um cara que chamava Tony lá, que era italiano. Ele falava, Tony, how you doing, eh? Bye, Joe, eh? Eu ficava puto da vida. Hey, Tony! Quando eles fazem assim é que eles tão putos, né? O Gats, é. Gats, ó.

Tu sabe falar italiano? Sei porra nenhuma. Tu não sabe xingar uma coisa e entender quando o cara tá xingando. A palavra a gente aprende rápido, né? Isso é rápido. Em outra língua, mas... E dá uma zoada no Tony também, no jeito que eles falam, né? Sim, mas eu sempre gostei dessa coisa. Ele tava vendendo o que lá? Era pizza? Não, era um restaurante tipo chique mesmo. Entendi. É, kinda high class, you know? It's like kinda high class. It's kinda cool, you know? Mas eu não...

Ah, tu curte essa vibe? Qual delas? A vibe do restaurante chique. Não tô... Faz lembrar uma música já. Tem música pra tu. Amor kamikaze. Como é que é? Te amo pra sempre, mas só até acabar. Te quero pra sempre, mas só até alcançar. Mentiras honestas que você pede pra escutar. Pra você fingir que acredita. Te espera que eu desenhe mil maravilhas. Sexo bom, restaurante chique. Pena que você vem com todo esse xilique. Pena que você vem com todo esse xilique.

Ei, ei, ei, amor kamikaze, nossa história vai dar ruim. Você já sabe. Ei, ei, ei, amor kamikaze, eu te quero até o fim. Você já sabe. É isso aí. Mas, ó, sexo bom, restaurante chique, pena que você vem com todo esse sexo bom, boquete bom, restaurante chique. Veja quieto. É, não é... It's all about the cock, man. Toda vez. It's all about the cock. Tu acha que tudo que a gente faz... All the pussy, né?

Tudo que... Tu diria que as coisas que tu faz também são sobre transar, cara? Tem um monte de música de transar. Sim, tá, mas... Estar vivo é sobre transar?

É bom você ter uma... Tá com a vida sexual nativa aí, não é? É bom. É importante. Faz bem pra saúde. Você fica só na punhetinha. Minha mão direita pra jantar. Minha mão direita pra sentir. Minha mão direita... Mas só se tu for... Eu tinha uma música disso também. Era a primeira do Tóquio, desse álbum aqui.

chama mão direita, foi censurada vou levá-la comigo pra jantar, ela merece por alegrias que me dá quem mandou tirar a música do álbum? não, não tirei, tá, hein? é o consolo da minha solidão, eu tenho a felicidade na palma da minha mão foi censurada onde?

Pelo governo, na época. É, 86 isso aí. O psiquiatra me disse que é normal, relaxa a atenção e levanta a moral. Nunca nega fogo, está sempre à disposição. Estou apaixonado pela minha mão. Tá vendo? Até onde eu lembro a porra dessas músicas? Música pra caralho, mano. Os caras estão no saco de cada música, são punheta, mano. Você acredita? Não passou. Que fase, meu irmão. É, mas a fase do Brasil, pra você ver.

E eu faço parte desse boom do rock nacional quando veio. E essa música foi censurada. A gente lançou ela pela Som Livre e depois foi censurada. Depois a gente lançou a CBS e contratou a gente, que era a gravadora do Michael Jackson, Cyndi Lauper. E a gente conseguiu gravar a música. A censura liberou. Direta já.

louco isso, né? muito louco, pô você vê como essa eu tenho um tempão, né? estou aí bastante tempo, estou vivo para contar a história champs

E fazendo show também, cara. Fazendo show, muito show. Posso falar do meu show dia 5 de junho. 5 de junho no Rocambole. 5 de junho no Rocambole. Está chegando. Não essa sexta, a próxima sexta. Esse final de semana eu estou em Santos e Piracicaba. Semana que vem...

Sexta-feira, no Espaço Rocambole. O que tem de diferente? No meu show? Meu banda é do caralho. Transborda sexo, felicidade. Putaria, rock and roll. Você vai lá no show, você vai se divertir. Tem mulheres bonitas, tem rapazes bonitos. Tem ideias pra você ficar pensando, se refletir. E tem momentos que você vai simplesmente só curtir, só sair. Sair bem, entendeu? Esse é o meu trabalho.

Esse é o meu trabalho. Parece gostoso, né? Gostoso. O que é gostoso, filha da puta? Porra! Caralho! É troféu civil Santos? Não, não, não. De fato é gostoso. Vamos lá, qual é o teu trabalho? É lindo, é um privilégio.

É um privilégio trabalhar com isso. Com certeza. Nossa, eu sou tão agradecido ao público brasileiro. Muito. Muito. Nossa, é gratidão. Eu sempre agradeço. Nas minhas rezas, quando eu estou sozinho comigo, eu agradeço muito. Sabe? Por estar...

fazer o que você faz, né? Fazer o que eu amo, né? Mas é bastante trabalho. Muita gente acha que... Tem uns caras... Filho do Suplicy e tal. Eu já ouvi uns comentários da galera falando. Cara, tudo bem. Você acha que eu não tenho que trabalhar, né? Tudo bem. Eu tive o privilégio de... Pô, tem uma noção de classe, tá ligado? De...

Sabe? Vendo uma família super privilégia. E até eu iria olhar com desconfiômetro. Pô, o cara é filho de político e tal. Sabe? Mas meu pai ajudou até certo ponto. Depois de certo ponto, acabou. Entendeu? Então, eu até tranquei minha faculdade. E meu pai falou assim... Eu pedi pra ele... Eu comecei com 18 anos. A gente já tava fazendo sucesso. Eu falei, vou trancar a faculdade agora.

Estava na PUC porque estou estudando economia, estou no segundo ano e eu já estou ganhando mais que o professor. Estava aparecendo no Chacrinha, já estava começando a tocar pelo Brasil todo. Nunca mais voltei. Eu tranquei e nunca mais voltei. E nunca mais parei. Aí tem gente que fala, você trabalha como? Você não viveu há 40 anos fazendo o quê? Você acha que eu faço o quê? Ah, mas você não é socialista? Não tem nada a ver. Eu faço milhões de campanhas, não tem nada a ver você sentir poder.

Sabe? Sentir a dor das outras pessoas e tentar ajudar as pessoas. Eu já vi uma pessoa falar assim, se você ver uma pessoa na rua, não dê dinheiro pra ele, não. Não dê dinheiro pra ele, porque ele tá pedindo esmola. Cara, você acha que ele gosta de talhar pedindo esmola? Tem gente, tudo bem, que acaba até fazendo isso o trabalho, mas a maioria das pessoas... Cara, já ficou sem comida? Até uma vez eu falei, uma vez que eu comprei um monte de McDonald's e dei pra galera, né? Eu faço isso de vez em quando também, mas na minha, assim, entendeu?

E as pessoas quando recebem... Imagina, a pessoa não tem dinheiro pra comer, tá naquela situação, ela receber um sanduichinho, qualquer coisa assim que seja. Meu, é maravilhoso. Os caras ficam até chocados, né? É maravilhoso. Não tô falando que vai resolver a vida de ninguém, nem nada, mas é aquele momento, sabe? É a coisa do momento. Então, é...

Só você... Não tem nada a ver. Como é que é? Socialista de iPhone. Pelo amor de Deus, que papo, mano. É bom, não tem nada a ver. Só você, sabe? Isso é o cara que está só afim de criticar, meu irmão. Ele nem entende o que é o socialista. Ele não entende o que é um capitalista. Ele acha que tem um... Sei lá...

ter a possibilidade de comprar alguma coisa só é possível no capitalismo, tá entendendo? Todo mundo precisa de dinheiro pra sobreviver. Não importa, a gente vive num sistema capitalista aqui, né? Então, é...

É importante, cara, e eu acho que a renda mínima do meu pai é um grande... Meu pai estudou muito. Não é uma coisa que ele está falando de bobo-alegre, ele estudou muito para falar sobre isso. E é uma coisa que é importante jogar em prática, ainda mais o jeito que vem inteligência artificial vai deixar mais gente desempregada ainda. Então é uma grande colocação.

Eu acho. É uma coisa de só não pensar só em você. Pensar pra todo mundo que vai melhorar. Diminuir crime. Vai melhorar em todos os sentidos, entendeu? Eu não me sinto bem às vezes. Várias vezes, aliás, às vezes. Mas várias vezes. Pô, eu moro no centro. A gente vê bastante...

pobreza, bastante pobreza e o cara que tem uma venda de uma padaria só queria te falar uma coisa todo mundo quer a mesma coisa é que tem formas de ir pra um lado tem gente que quer talvez a coisa mais rápida mas não dá isso, tem muita gente que não recebeu nada entendeu? é questão de fome, não é nem questão de eu já vi cara falar

tipo, lá eu estava em Minas Gerais, eu saio até um pouco na discussão com o cara, eu sou contra a renda básica, porque o cara vira vagabundo e tal. Cara, você não tem noção do que é ser pobre. Você não tem noção, desculpa. É só isso. Então, se você só pensar em você, beleza. Eu sei que você pensa assim, tá bom. Então, é por isso que o Brasil está nessa situação. É importante saber... Ah, mas por que você não divide a sua riqueza?

É a questão dos mais altos divididos. Todo mundo pagaria um certo imposto. A renda básica, meu pai já viu aqui e já explicou. Acho que ele pode explicar melhor do que eu. É bom, a gente vai colocar aqui, tem na descrição, porque a gente vai colocar em algum momento, o episódio com o Suplicy, que de fato ele fala sobre isso aí. Ele vai poder explicar bem melhor do que eu. Fala sobre isso pra caralho, inclusive. É que eu ainda tenho umas dúvidas, assim, até hoje.

Não, mas eu digo, não, porque não é uma coisa simples como ele chegou nessa decisão. O Bolsa Família é inspirado no renda básica.

É uma aversão. Eu estou falando independentemente de partido ou não. Eu até vejo o meu pai como uma coisa mais como ser humano, sabe? Eu nem vejo essas coisas de partido. Eu quero ir pelo bom senso. Se você tiver uma boa ideia, que for da direita ou da esquerda, eu não me importo. O importante é que seja bom para a população brasileira.

Simples assim. Bobagem essa. Concordo. Vamos fazer o que é melhor para o Brasil. No bom senso. Então vamos fazer o seguinte, Super. Olha só. Acabou o programa? Não, não, não. Eu preciso mijar, mas aí você tem agora dois minutos para falar alguma coisa. Tá. Sei lá. Quer falar sobre o teu... Não, eu vou falar do meu show. É, falar de uma coisa legal. Você tem o tempo de eu dar uma mijada para tu... Esse é o seu podcast agora. É o meu podcast?

Enquanto eu vou dar uma mijada. O que você faria se você... Vai, é você. Tá bom, eu vou... Eu vou falar sobre estilo. Você acha legal? Vai, vai, vai. Tá bom. Você gosta das minhas roupas? Você acha linda? Gostou da minha blusa? Obrigado. Então eu vou falar um pouco sobre estilo. Beleza? Porque eu acho que é uma coisa que...

Muita gente gosta dessa coisa de se vestir. Não é só para mulher, não. Muitos homens gostam também. Então, eu gosto muito de me vestir assim porque eu me sinto forte, empoderado, com personalidade. Eu vivo isso 25 horas. E eu me lembro de cruzar... Ehm...

pessoas e eu já automaticamente já fico atraído por essas pessoas, por elas terem um estilo legal, mesmo sendo diferente do meu, sabe? Mas um estilo legal, dentro até da do rock and roll, por exemplo, tem uma galera meio rockabilly, né? Tipo, meio anos 50, aí tem uma galera meio gótica, sabe? Uma galera mais death metal, tá ligado? Eu... Pô, já cria aquela...

aquela conexão, essa onda positiva. Pô, olha o seu estilo que legal. Pô, legal o seu estilo também, sabe? E a gente começa a conversar, já cria uma positividade, uma coisa de amor legal. Então, é por isso que eu curto, sabe, estar nesse estilo. E me deixa, me sinto eu, a minha personalidade é assim também, né? E é isso. Tá meio explicado assim? Faz sentido?

Então tá bom. Tem alguma pergunta? O pessoal manda pergunta? Oi? Ah, estão falando do cabelo? O cabelo também. Faz parte, né? Ah, o cabelo eu já tentei falando por mim também. Eu tava falando sobre estilo. Não sei se você pegou o que eu falei. Eu tava falando que era muito legal, por exemplo. Eu tava dando um exemplo de rock, né?

que, por exemplo, se eu vou num lugar assim, e aí tem um cara que é rockabilly ou uma pessoa que é gótica, eu falei isso, né? Assim, ou death metal, que seja, tem suas tribos e tal, mas você já olha pra essa pessoa, ou que esteja vestido tipo anos 40, que seja, mas fala, nossa, olha o estilo da pessoa, que legal, você já cria uma eletricidade positiva, uma onda positiva. Eu acho isso tão legal, cara. Por isso que eu curto esse estilo, e eu me sinto, sei lá, eu me sinto bonito, me sinto legal. Aqui tem uns caras que...

curte estilo também, cara. Meu irmão, por exemplo. Meu irmão, ele é o cara que chega aqui mais diferente de todo mundo, né? A galera acha curioso. Ele é o estilo que mais hip-hop que seja? Não, ele parece um geração Z, né? Na real. Ele usa, por exemplo, uma calça com uma jaqueta de veludo verde. Às vezes, né?

Eu não sei nem descrever. Uma calça de veludo verde. Parece meio anos 70. Meio camisa por dentro e um bigode. Tá ligado? Eu precisaria ver. Mas só da atitude assim, legal. Entendeu? Já cria uma coisa legal. Porque...

Não tenha medo de ser você. É importante você ser você. E acho que isso até atraiu muita gente pro punk. Tá ligado? Eu vejo muita gente assim. A galera da mais antiga ainda. Falando, eu fui porque... Cara, eu sofria bullying. Entendeu?

E era muito difícil pra mim. Então, eu não tô falando eu, no caso. Veja uma pessoa, fala. E eu vi que era uma forma que as pessoas me aceitavam dentro da comunidade punk. Que eu poderia ser quem eu queria ser. Então, isso é importante. Não tenha medo de ser você. Be yourself, man. You know?

E os cara que te zoa que tu parece a Ana Maria Braga, cara? Acho do caramba. Adoro Ana Maria Braga. Eu fui até no aniversário dela. Cantei lá, Be My Baby. Foda de tirar foto junto com ela que tu não sabe depois legal quem que é quem, né, cara? Não, dá pra saber tranquilinho, né? Isso é engraçadinho, né? Tá chupando muita rola esse filhado da mãe. Filha da mãe. Sucking a lot of cock, dude. Parece. Take that fucking cock out of your mouth and stop being acting like a real person.

Olha, eu curto a Ana. Adoro ela. Ela é ariana, é coisa dos signos. A gente se dá bem. Roberto Carlos é ariano. Você não vai falar eu cantando com o rei, Roberto? Você não viu? Cara, como foi isso daí? Foi demais, cara. Para mim, uma honra. Como é que isso aconteceu?

Eu recebi uma ligação. É assim? Quer cantar com o rei? É assim, da Globo. Eu falei, porra, se eu quero... Pô, Jesus Cristo... Tem como não aceitar? Tem, eu só falo aqui no... Não, mas aí, pelo amor de Deus... Pô, não vai aceitar cantar com o Roberto Carlos? Não vai aceitar, caralho. Cantar um Jesus Cristo. Muito punk, né? Eu amo essa música, cara. Olha pro céu e veja uma nuvem branca que vai passando. É demais, né? É demais, né? Quando eu era moleque.

Essa música é linda. Pô, você escuta a gravação de Jesus Cristo? Só são as vozes, né? Só começa com as vozes. Aí vai entrando a instrumentação. É muito forte, cara.

Pra mim, porque eu me lembro dessa música de criança. Eu também. Então, é... Me batia na alma mesmo essa música. Tem muito tempo que eu não escuto. Independentemente de religião. Só a melodia, sabe? É uma coisa que ficava assim. Ela é poderosa, né? Ela é forte pra caramba. Eu já cantei ela em estilo death metal. Inclusive com o Angra, viu? Pra notar que é. É verdade. Na bateria era o pedal duplo.

tem isso na internet pra ouvir? acho que não onde que tu teve esse? onde eu toquei com eles é no Play Center foi no Play Center Noites de Horror e eu tinha um palco que foi feito pelo Zé Carratu a gente elaborou era uma teia de aranha gigante de corrente e tinha uns fogos ali também que saiam assim Noites de Horror então a gente...

Ficou bem louco ali mesmo. Foi um show bem legal. E tocar essa música Jesus Cristo no meio. No estilo metal. Totalmente. E ficou bem, cara. O Kiko Loureiro na guitarra. Era legal, cara.

Os caras mandaram bem nesse arranjo. Ainda existem esses lugares que... Ainda existem, né? Especialmente em São Paulo. Em São Paulo tem espaço pra quase tudo. Ou pra tudo, eu diria. Mas que existe viva ainda a cultura das pessoas se reunirem pra curtir um som num dia de cito, numa quarta-feira. Ah, na liberdade, pessoal. Tem muitos góticos que se encontram também. Porque a gente não tá cada vez... Em 2026, a gente não tá mais em casa do que na rua.

perfeitamente a gente tá mais em casa que na rua então é interessante que ainda hajam esses lugares que as pessoas se rompem fanáticos virtuais tava nesse álbum aqui com suas crises existenciais despejadas nas redes sociais fazem mentiras parecerem normais era desse álbum, digo o que você pensa eu gostava dessa música

Dá pra gostar ainda, pô. Ela existe. Não, ela tá aí, não. Ela é legal. É desse álbum. Tá ali. It's cool, mano. Gosto dessa foto também. Meu amigo Matheus tirou. It's really cool. Quem que propõe pra tirar a foto? É os caras ou é tu? Ah, eu escuto as ideias de todo mundo, né? Gosto dessa ideia. Opa, perdão. Que é... No túnel. Isso aqui é lá no Braz. Perto ali do Tendal da Lapa.

Não é legal essa foto? Túnel do tempo, né? É legal pra caralho. Louca essa foto, bem punk mesmo. Dá pra sentir o cheiro dela. That's good, man. Né? Acho legal. Não dá pra sentir o cheiro do túnel? Dá. Maneiro. Tipo louca essa foto aí.

Eu gosto muito. O Matheus é um grande fotógrafo. Ele registra várias coisas do rock and roll em São Paulo. Tu troca ideia com quem são os caras mais interessantes se conversar desse meio, cara? Porque é a segunda vez que eu acho que tu cita um fotógrafo. Tu tava falando do... O Matheus é um cara bem legal.

mas eu gosto de conversar com todo mundo é que nem você aqui conversa, você traz gente de esquerda de direita, aí você vê quem que é quem, um cara da MMA, depois um cara que vai falar de empreendedorismo, você tem que se comunicar eu gosto de conversar com todo mundo eu acho que a gente vive numa sociedade que tem que respeitar, cada um tem suas opiniões mas em tanto que você respeite isso é o mais importante pra gente caminhar, porque ninguém vai embora

Só se você me matar. Ninguém vai embora, tá todo mundo aqui. Então a gente tem que se respeitar, seja lá o que for. Mas tem que ter esse respeito. Você conversa com todo mundo. O que eu tava falando antes era aquela coisa que você foi fazer o pipizinho. Tá falando estilo. Tá bom. Aí a neca, a nequinha. Achei, achei. Não tava muito complicado de achar. Tá bom. Aí esqueci o que ia falar. Tu tava falando de estilo, né? Não, mas era outra coisa até que eu ia falar.

Mas tudo bem. Foi falar do meu pau e esqueceu, né? Ah, lógico. Ele ocupou toda a sua mente, né? Nossa, que nível você tá aqui. Vamos aplaudir! Que nível, professor. É isso aí, Channels. Calma que piora. Eu imagino. Cara, eu devia ter trazido o troféu Silvio Santos peladinho, né? Ó, tem um ali, ó. Ô, Joe, pega aí o troféu Silvio Santos peladinho pra ele. Pera aí.

Lá em cima, lá. Lá em cima, lá em cima. Lá em cima. Caralho. Esse é o famoso pica-fina, hein, champs? Caralho.

Você quer mostrar como é que você chiu o papel? Não, não, tô te vendo salivar aí. Parece mais um, nem parece um pinto, parece um mameba, sei lá que porra. Tá bom. Vamos tirar esse pau daqui. É só fucking rubber, man.

É, o negócio é o robô do YouTube, filha da puta, que fica atrapalhando as pessoas. Ah, tá, tá, tá. Não, mas tá bom. Mas eu falei bastante já, eu acho, né? Cansou já, cara? Não, não cansei. Vê se os telespectadores ainda querem a gente falar. Eu esqueci de falar aqui pros caras mandarem mensagem pra gente. Eles mandaram alguma coisa, Vitão?

Então deixa eu ver aqui, que aí a gente pode adicionar os caras à nossa conversa. Vamos lá. Tá bom, aí eu fico conhecendo o seu público também. Vamos ver o que eles estão falando pra você aqui, qual que é o absurdo que eles estão propondo aqui. O Gabriel Ferreira mandou, supla também mistura os idiomas quando tá falando com gringo? Quando tá falando com gringo lá tu fala solta os portugueses também? Às vezes. É mesmo? Às vezes.

Deve ser interessante ver uma conversa com o gringo. Não, eles perguntam. Faltamos. Puta que pariu. What is that? Porque tem umas palavras legais em português também. Qual, por exemplo? Ah, não sei agora. Cara, eu gosto muito de seborreia. Seborreia? Seborreia é uma palavra só, assim, bem... Ah, não sei. Igonorrhea. I don't know. What the fuck is that? Grinorreia. Não sei. Não sei. Ó, tem uma palavra saudades, que é uma palavra legal, que não tem americano, né? Uhum.

Sei lá, agora não entende, mas eu tô entendendo. Então, de vez em quando, solta também falando com o Grimm. Mas é mais do que nós brasileiros. É porque tu tá falando, em geral, mais em português, né? Sim, mas quando eu tô falando com o americano, mas soltam umas coisas em português. Você quer falar alguma expressão, entendeu? Que é bem brasileira. Ah, entendi. Fala uma expressão bem brasileira que um americano nunca ouviu falar, né?

Só lembrar aí. Mas tem. Eu já falei várias. O que é isso? Isso é engraçado, tem a ver mesmo. Alguma coisa que a gente fala. Fez de gato sapato, por exemplo. Fez de gato sapato. You made him like a shoe and a cat. What the fuck is that? Isso não faz sentido. Mas a gente entende.

É, mas é legal isso aí que você falou. Entendi. That's cool. Manda uma outra aí. Vamos lá, vamos lá. É legal saber o que as pessoas falam. Eu gosto muito dessa parte, da comunicação. O Bahamut mandou aqui, ó. Como que ele faz pra cortar o cabelo? Ele arrepia o cabelo e corta? Calma aí. Ele arrepia o cabelo e corta com ele arrepiado ou ele corta com o cabelo molhado?

Como é que tu corta o cabelo? Na verdade, o segredo tá onde pra o cabelo ficar assim? Eu faço muitos anos e eu já faço assim, né? E ele já fica. Aí eu ponho um spray, entendeu? Um spray. E aí eu vou com a chapinha e vou indo, entendeu? E atrás, às vezes, a moça que trabalha em casa, a Conceição, ela espeta pra mim. E aí tu não... Assim, o fato dele já ser branco... Ele não tá branco ainda.

Não, tá, mas ele vai ficando... Vai ficar, é, sim. Mas ele tá bem castanho ainda. É? É, sim, tá bem castanho. Sim. Essa cara de boca ou boca. Não tá porra nenhuma. Não, tá. Você quer ver os pelos do meu saco, eu te mostro, vô. The fuck, man? You know? Não, não quero não. Então, lógico que não. Tá bom, eu acredito. Tá bom.

Next. Next. Olha essa risadinha. Tu gosta? Achei engraçado. O Luiz Inácio mandou aqui. Sal, Sal Família. Qual a melhor história que o Supla tem com o pai dele? E ele tem expectativa de fazer algo grande na vida ou com 60 anos já deu? Parado, meio de cuzão essa pergunta aqui, hein?

Não é? Não, ele perguntando Querendo pôr pejorativo, eu já fiz bastante coisa Aqui ó, tem 20 Álbuns aqui, você não precisa gostar Mas tem muita gente que gosta Que mais eu posso falar do meu pai? Qual a melhor história que tu tem com o teu pai? Ele te pergunta Ah, tem muitas histórias Tu já foi ver Tu foi no estádio ver jogo de futebol? Com meu pai várias vezes Várias vezes Meu pai Deixa eu ver Tá então Tá então

Tu já olhou pra galera que tava... Tem tanta história, eu nem sei. Já teve algum momento de tudo? Eu me lembro do meu pai, ele... Até falei isso uma vez com o Mano Brown. Eu me lembro que a gente foi até Recife. Fomos de carro. De carro? De carro. Passando pelas praias do Brasil. Eu me lembro exatamente quanto demorou. E minha mãe ia dirigindo e meu pai.

E ele é do lado e além de um livro chamado Conta Quinte. Raízes, Roots. E era um livro muito legal. Ah, meu pai é muito legal, cara. Tipo, os lugares que ele levou quando eu morava nos Estados Unidos, aí às vezes eu conseguia fazer uma viagem de família e tal. Aí a gente ia, ao invés de ir pra Miami, aquela coisa assim, né? A gente ia pra ficar do sul ou pra Cuba. Eu já fui pra Cuba.

Na época que o Fidel era vivo ainda. Muito louco. Fiz até a música Bikini Ecstasy. E tinha coisas boas e coisas ruins. Mas é difícil. É aquela coisa. Vai pra Cuba. Não tem nada a ver. Eu quero ficar no Brasil. E fazer o melhor do Brasil. E poder viajar. E ter uma vida boa. Porque nem todo mundo quer. Todo mundo quer ter uma vida boa. Mas Cuba eu me lembro que tinha...

Tinha os paladares que o pessoal fazia nas casas, ali um restaurante, pra ganhar um dinheirinho a mais, né? Tinham também, você via umas meninas de programa, assim, na rua, assim, que tinha, que era um pouco, né? Assim, por necessidade, talvez, né? E todo mundo muito bem escolado, assim, no sentido, as pessoas tinham um nível, assim, legal, assim, sabe? Que era médico e tal, mas...

Mas é complicado um país quando também fica fechado e os Estados Unidos do lado, não dando, cortando para receber ajuda também, né? Ou deixar fazer alguns business, né? Não estou, independentemente de socialismo, capitalismo e tal, mas eu me lembro que a música que eu fiz era, a música é muito legal, começa com o meu amigo, acho que isso aqui eu posso falar, não vai dar problema, não vai cair não. Deixa eu pegar aqui.

Alguém tem um celular na mão? Eu tenho. Então, põe assim, põe supla e a gente põe o começo da música. Porque não é nem música, é uma falação. Eu e o meu amigo falando, ele tá fazendo tipo Tony Montana, tá ligado? O nome dele é Louie Gasparro. Era o meu batera. Eu amo ele, é grafiteiro, old school, KR1. E aí ele tá... Põe supla, Bikini Ecstasy.

A música. E aí vai começar. E eu te mostro como começa a música. Aí eu vou cortar pra não cair. Pra não ter problema. Né? Que é só uma falação. Vamos lá. Tá, no YouTube. Achou a música? Eu deixei. Tem que pôr bem desde o começo. A gente tá no... Olha.

Ei, o que é, Blue? Isso é Supla. Onde você está, mano? Ei, Supla, como você está? Eu estou na Bruns da Yankee game. Eu estou com um futebol. Você está com um futebol? Mas eu quero saber sobre o Frank, mano. O que é o Frank? O que é? Frank? F*** Frank. Frank está terminado. Oh, ele está terminado, dude. Eu tenho um problema aqui. Bom, não me diga que o problema é que você está em Cuba e você está em um político político e que alguém chegou com um pão de champanhe.

Aí virou que é Bikini Ecstasy. Smoking mad weed on a coconut tree. The girls are passing by. Smiling with their eyes. They're never satisfied. Sander on my toes. Like a Cuban girl I know. Rubbing oil on my back. How sweet is a caress. I'm never coming back. Bikini Ecstasy.

Beginning to feel free, Bikini die kitty, When Cuba will be free. Isso é uma coisa que eu sempre achei errado também, das pessoas não poderem sair do seu próprio país. Então, eu misturei a minha experiência de Cuba com esse meu pensamento.

E tomou a música. E fiz a música, mas também misturei com a menina que eu conheci lá e tal. Sempre isso, né? É lógico, meu. Papito, meu. Papito in love. Se eu fizer o Papito in love de novo, eu vou te convidar pra você participar, tá? Tá bom. Você é casado? Sou. Ah, então sai. Sai da minha frente, vai. Mala do caralho. Sem ar. Tô brincando. Porra, tu casada? Não, parabéns, cara. Encontrou só uma gêmea, hein? Muito tempo mesmo. O...

Heitor Guerra. Come on, kids! Passando só pra pedir um salve desse cara foda que sabe que é foda e ainda mantém o respeito com os fãs. Forte abraço. Sempre. Um forte abraço pra você, Guerra. Porque sem os caras que apreciam o seu trabalho e tudo, o artista não vive.

Simples assim. Por isso que é salve, salve família que eu mando aqui no começo. É, eu vejo, é. Exatamente. Essa é mais nova geração, né? Família, esses papos assim, eu não falo isso porque eu me sinto meio ridículo. Mas acho legal. Você fala família. É isso, pô. Eu falo champs. É isso. É, tá beleza. Eu não falo champs, sabe por quê? Eu me sinto meio ridículo. Exatamente. You'll be a copycat.

Mas eu acho legal, bacana Não é tão verdade Eu ia falar Information is the highest form of flattery Imita a sua maior forma de mostrar Sua admiração Você viu? Aula de inglês aqui It's good, hein? Shut up Luiz Inácio de novo

Já teve Luiz Inácio. Sim, é, não, ele mandou outro. De novo? Ah, tá. Não, Igor, pelo amor de Deus, eu sou super fã dele. Queria saber se ele vai fazer mais coisas grandiosas. Não quis ser cuzão. Ah, tá. Jean, aceita essa, pelo amor de Deus. Porque, então, eu peço perdão ao Luiz Inácio, porque eu acho que eu que guiei pro lado...

da interpretação cuzão. Queria trazer uma polêmica. Então eu vou ler de novo, só pra ficar claro. Salve, família. Qual a melhor história que tem? Deixa nem ler. Tá bom. A gente já fez essa pergunta. Ou é uma nova pergunta? Não, ele só quis dizer que ele não quis ser cuzão. Tá aceito. Qual o nome dele? Luiz Inácio. Love you, man. Dia 5 de junho, se você estiver em São Paulo, vou tocar...

no espaço rocambole, lançando o álbum Nada Foi em Vão, e eu vou tocar 40 músicas, que são 40 anos de carreira. E agora, meio que talvez pra mim, encerrando e tal, mas foi muito boa a conversa aqui. Eu gostei muito. Gostei muito. Gostei que você me pegou. Lá ele. É, pegou. Essa aqui é pra você. Eu vou sortear uma camisa aqui pra vocês, pode ser? Foda, por mim? Essa aqui é pra você.

40 anos aí, tá? Maneiro. Essa é pra você, tá? E essa aqui eu vou sortear pra galera aí. A gente faz um sorteio aqui agora. Vou fazer uma pergunta, quem souber. É o Suplendi Warhol. Maneiro isso daí. Você prefere essa? Não, eu gostei mais dessa. Então beleza. Essa aqui é o Suplendi Warhol. Então essa aqui eu vou fazer uma pergunta e vamos ver quem vai acertar. Quem acertar vai levar.

Pode ser? Pode. A pergunta... Sei lá, pode ser? A cara do Vitão ali. É complicado? Não, porque você recebe pergunta, né? Não sei. Não, faz uma pergunta aí que a gente fica esperto ali quem vai responder primeiro. Quem responder primeiro tem que ser só honesto, né? Ok. Ok. Em que ano foi lançado...

Garota de Berlim, né? O álbum... Esse álbum. Que ano foi lançado esse álbum? Opa. É dos humanos. O álbum Humanos. Que ano foi lançado? Tem Garota de Berlim e tal. Que ano? 86. Amor, você já sabe. Eu tenho que fazer outra pergunta. Vai, fala outra. Pô. Ahn... Ahn... Ahn... E aí

Uma de fã mesmo. Essa é pra fã, né? Deixa eu ver. Eu tomei um tiro. Onde é que eu tomei esse tiro? Boa. Essa é boa. Eu sei também, mas eu vou ficar calado. Tá, não fala. Você sabe?

Eu sei. Ah, tá, eu falo. Já acertou? Esse cara acertou o anterior também. Então ele sabe tudo. O Guga Arturi. Guga Arturi, talvez. O Guga Arturi. Sei lá, manda aí o...

Ele precisa assinar aqui pra entrar. Boa. Tem que assinar. Isso, então é isso. A gente dá um jeito aqui pra... Sei lá, entra em contato aqui de alguma forma. Ele ganhou, então. Legal. Boa. Boa. Caralho. Tá bom. Ó, tem mais. Obrigado. Tem a última aqui do Pedro Alvi, eu acho. Em que momento ele sentiu a real necessidade de ser ele mesmo e assumir a identidade que assumiu?

Uma coisa que veio natural. Assim, veio... Eu me lembro que... Eu vi... Eu sou surfista, né? Pego onda de verdade. Não é surfista calhorda, né? Eu sei pegar onda, tá?

De verdade, professor. Não é mentira, não. Pode perguntar pros caras do Guarujá das Antigas lá. E tudo bem. Então, eu pintava meu cabelo meio de parafina, assim, branco, tipo Shani Oren. Então, já começou a minha transformação. Aí, quando eu vi David Bowie, com aquele cabelo meio amarelo, aí eu vi o Billy Idol, cabelo branco. Falei, puta, essa mistura vai ficar Billy Bowie. E aí foi indo, né? A gente era meio isso, assim.

Assim, da minha banda. Eu era meio essa persona que foi criando. E aí eu fui, sei lá, fui misturando as coisas e foi uma coisa que foi natural pra mim, sabe? Mas aqui tu tava... Aí eu já tô meio querendo dar uma de James Dean. Aqui tu tá James Dean pra caralho. Olha essa foto aqui. Ah, essa aí é... James Dean, olha a cara. É 25 horas, é. Essa aí é putaria direto. Break the ice tá aqui, não tá? Posso tocar pra você? Essa aí eu posso tocar pra você? Que papinha é esse?

Vamos tocar essa parte. Meio tipo saideira. Breakdice que eu sei que você curte, né? Vou tocar um pedaço aqui. Ok. Ok.

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Não quero perder o ônibus. Não quero perder o ônibus. Não quero perder o ônibus. Ah lá. Boa.

Deu um pigarro ali na voz, mas beleza. Peço perdão, mas não ia parar a música pra... Tá, de boa. Deu um pigarrinho, mas beleza. Enquanto... E o vídeo é o sobrante na praia, tocando a bateria na praia. Sim. E um violãozinho. O que eu fiz é essa música no violão, né? Entendi. Foi em 1991. Lançada essa aí. 91. Tempo passa. Caralho, tempo passa, né, meu irmão? Time flies, brother.

Bom, supla, cara. Antes da gente terminar aqui, deixa eu falar pra falar do parceiro de hoje aqui, que foi o Felipe Midi, cara. E você aí que não sabe... Já tomou hidromel? Tu não bebe, né? Eu até bebo, de vez em vez mais raro. Mas você aí gosta de um vinho e... Só porque eu tô falando isso. Porque o hidromel é como se fosse um vinho, só que em vez de fazer com uva, usa o mel pra dar origem a essa bebida aqui, que é das primeiras bebidas inventadas pela humanidade.

E sabia, cara, pra quê que os caras tomavam isso aí? Ritual de fertilidade. Os caras casavam, tomavam hidromel pra poder ir lá e dá-lhe. Entendeu? Pra ficar... Combina com você, tá bom. Então, família. Tô brincando. Não necessariamente pra isso você vai tomar hidromel em 2026, né? Em 2026 você pode colocar ali um gelinho, jogar ali um...

uma água tônica e fazer um drink, por exemplo, tem um monte de sabor lá em felipemidia.com.br e eu tenho certeza que tu vai se amarrar se você não experimentou, tá bom? Lembrando, se você usar o cupom FLOW10, tu ganha 10% de desconto na tua compra, o que matematicamente quer dizer que se você comprar 10 garrafas, uma sai de graça.

E, quando que é? É amanhã? E amanhã é o dia nacional livre do imposto, que significa que tu vai comprar hidromel como se não estivesse pagando imposto. Então é com preço, vai ter de desconto o que os caras pagam de imposto. Então entra lá e usa o cupom FLOWDES para tu ganhar mais desconto ainda. Então, philippemidia.com.br Lembrando que para comprar e para consumir bebê do alcoólico você tem que ser maior de 18 anos. Se beber não gerir, já beba com responsabilidade. Toma essa.

Boa. Muito obrigado, Supla, pela moral. Obrigado por vir aí. Satisfação, cara. Obrigado pela moral. É sempre um prazer mesmo. Foi um prazer em vê-lo. Fazia tempo que eu não vinha aqui. Fazia um tempo. Então foi muito legal ter te visto aqui. Se você tá bem, gostei de ver você. É, tu melhor do que da última vez, eu acho.

Eu acho que eu tô melhor do que da última vez. É, bom, também nós estamos aqui, então você tá mais falante. Adorei que você me pegou. Para com isso, cara. Não, não, para. Se tu quiser, deixa... Calma lá, não kid yourself, motherfucker. Não começa a se achar que você é o tal, caralho, e vai de leve aí também, tá bom? As tatuagens aí no pescoço, aí o caralho.

Take it easy, brother. Tô brincando. Era isso que eu queria. E dia 5, espero todos vocês no meu show, dia 5 de junho no Rocambole, né? Nada foi em vão. Nothing was in vain, brother. Muito obrigado. Valeu, cara. Muito obrigado, Taki. Eu curti muito aqui. E ó, vocês que estão assistindo aí, cara, a gente vai deixar aqui no comentário fixado todas as redes sociais do Supla, tá? Pra você entrar lá e seguir. Supla Original.

com facilidade, se estiver no YouTube, com um clique só você alcança as redes sociais dele lá, tá? Segue lá, e aqui na descrição tem o Discord pra você sugerir novos convidados, novos episódios também, e vira membro, a gente tá criando conteúdo exclusivo pros membros aí, e custa R$7,90, ou alguma coisa assim, menos de R$8,00. Não dá nem pra comprar uma seda, tá? Vira nosso membro aí. Um beijo, obrigado, valeu supla, até a próxima. Tchau.

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