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PRESIDENTE DA HUAWEI CLOUD - Vitor Zhu

28 de março de 202639min
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Nesse episódio, recebemos Vitor Zhu, Presidente da Huawei Cloud Brasil, para uma conversa sobre carreira internacional, cloud computing, o futuro digital das empresas e do Brasil.

Participantes neste episódio2
I

Igor 3K

HostComediante
V

Vitor Zhu

ConvidadoPresidente da Huawei Cloud Brasil
Assuntos5
  • Segurança de dados em cloudTransformação Digital · Inteligência Artificial
  • Trajetória de Vitor na HuaweiExpansão de Negócios · Mercado Brasileiro
  • Carreira em Empresa MultinacionalVitor Zhu · Huawei Cloud
  • Segurança de DadosLei de Proteção de Dados
  • Cultura e SociedadeIntercâmbio Cultural · Aprendizado de Línguas
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E o nosso podcast de hoje é pra você que adora viajar na maionese, se perder olhando pro espaço, sair de órbita. Você aí, tá desconectado? Experimente a deliciosa Delvale Limonada e se reconecte. Agite seu dia com uma das incríveis versões limonada sabor pink, tropical ou clássica. O toque cítrico que te reconecta. Clique no banner e saiba mais.

A Huawei é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e está no Brasil há 28 anos, cara. Hoje eu vou conversar com o Vitor Zhu. Além de ser o vice-presidente da Huawei no Brasil, ele acabou de se tornar o presidente da Huawei Cloud. E aqui no Brasil, a Huawei Cloud já está atendendo o setor público, está atendendo também grandes empresas do setor privado, você vai descobrir hoje aqui nesse papo, e também vai entender como é que um executivo de 37 anos chega na posição de vice-presidente da Huawei, que é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, aqui no Brasil.

E aí como ele acabou de assumir uma posição nova, pode ser que durante o papo eu erre aqui e ali o título, tá? Pega aí teu caderninho para anotar porque vai sair muita coisa interessante do papo de hoje, tá? A gente está falando de uma empresa muito grande, internacional e de um dos executivos mais importantes dessa empresa. Então se prepara, senta aí e se acalma porque tu vai tomar uma surra de conhecimento agora.

Vitor, então agora nesse teu papel de vice-presidente da Huawei Cloud Brasil, você está de frente do maior negócio da Huawei no Brasil. A Huawei está aqui presente há 28 anos. Eu lembro a primeira vez que eu ouvi falar que eu vi a marca Huawei foi num modem, que a gente assinou alguma internet lá em casa, chegou um modem, um modem da Huawei, uma marca nova. E 28 anos depois estamos falando de celulares, de alguns negócios no Brasil sendo...

e aí você me corrigiu se eu estiver errado, o principal Huawei Cloud, não é? Estou correto? É isso? O principal negócio da Huawei no Brasil é o Cloud? De fato, a Huawei aqui no Brasil, a gente tem cinco piratas do negócio, com certeza a Huawei Cloud é uma pirata muito importante.

E hoje, a Huawei Cloud já é um cloud mais crescido dentro da América Latina. Mas dentro da Huawei do Brasil, além do cloud, a gente também tem uma área de telecomunicações, que a gente vende as soluções digitais para as operadoras.

Por exemplo, o Vivo, o TIM, claro, eles são nossos principais crentes. Fora disso, a gente também está atuando muito forte no setor público e também no mercado corporativo. A gente tem algumas soluções digitais, por exemplo, o SD-WAN, o Wi-Fi, os servidores, roteadores, para ajudar as empresas a transformar essa transformação digital.

E fora disso, a gente também tem outra que se chama digital power. Aí a gente tem as soluções de padelinha. Por exemplo, hoje em dia, no mercado tem cada vez mais carros elétricos. Em casa, em condomínio, vocês precisam de carregador. Aí no data center vocês precisam de padelinha, fazer o backup quando tem um corte de energia.

E também nos sites do Redmove, das operadoras, também tem esse tipo de bateria. Então, esse aqui é um terceiro pirário. Aí, o cloud, como eu já falei, já é um pirário muito importante. Fora disso, a gente também tem um pirário que a gente chama consumidores. Precisam usar terminais, um relógio, fone de ouvido, tablet. E a gente também abriu a primeira loja física lá na Paulista.

Então, em resumo, a gente tem cinco operários de negócios no Brasil. A conta dela é que eu sou o responsável pela ESP do Cloud, a gente está crescendo muito rápido. E você falou que o Cloud, o Huawei Cloud está encontrando muito mercado no setor público e no setor privado. No setor público, se eu bem me lembro, vocês estão com a Serpro, por exemplo. Isso.

Agora, no setor privado, Vitor, eu suponho que tem algumas empresas, alguns empresários que estão ouvindo falar, estão ouvindo falar de transformação digital, estão ouvindo falar de serviços cloud, eles fazem alguma ideia do que se trata, porque tem que saber, estamos em 2026, mas eu suponho que tem uma galera que ainda não percebeu que isso poderia ajudar a vida. O que eu quero dizer aqui? O que que...

O que você diria que é o aspecto do cloud que as pessoas, os empresários e quem poderia estar usando, talvez não esteja enxergando? O que, na tua opinião, geralmente convence as pessoas a usar esse serviço? Tá. Como você falou, é que a Huawei já tem o bom market share no setor público. Aí no privado, que a gente também tem muitos clientes importantes. Eu posso falar alguns.

Para você ter alguma ideia. A Prisão Itaú, Roger, é um dos principais clientes. E também tem o CPFL. E também tem o Universo Online, o Voo. Aí, para as empresas, na minha opinião, quem tem interesse para digitalização, a iCloud é uma ferramenta, é uma solução essencial.

Porque hoje em dia, por exemplo, vamos pensar para uma empresa de internet, ela quer desenvolver um aplicativo, uma aplicação. Aí de um curto prazo, ela precisa comprar um roteador, ela precisa montar esse ambiente. Todo precisa de tempo, precisa de um processo. Ou, às vezes, dentro da empresa tem procuracia.

Tem o comprise, tem o suprimento, tem que ter aprovação dos chefes. Aí isso leva tempo. Mas o mercado muda muito rápido. Aí com o crowd, você pode, a gente sempre chama que abre a caixa, você já pode usar. Então, o crowd é uma solução imediata. Você pode usar.

uma vez que você tem internet. Então, isso é a primeira vontade. A segunda é escarabilidade. Para as empresas, quem atende um mercado muito grande, todos os dias eles vão receber novos clientes. Aí cada cliente, ele é nas transações.

os clientes vão gerar muitos dados. Com o aumento do volume dos dados, aí ele precisa de uma capacidade de storage ou armazenamento dos dados, ou até a governança dos dados. Com as soluções tradicionais, com essas delas, você pode atender. Mas aí, se a gente falar, olhar...

eficiência. Crowd vai ser uma solução perfida. Ela consegue atender esse tipo de aumento dos dados dos usuários de uma forma mais eficiente. Atender de uma forma eficiente para escalabilidade. Entendi. E Vitor, uma questão que pode surgir também na cabeça de quem está fazendo esse tipo de negócio ou entrando nisso, é claro que se a gente for pensar que um dos teus maiores clientes é o Itaú, e o Itaú.

E se a gente for considerar que o Itaú é uma das maiores empresas do Brasil, é um dos maiores bancos, a gente está falando de alguém que assinou, que está usando o serviço de alguém que eles realmente confiam. A gente está falando de qualquer empresa. Estamos falando do Itaú. Mas o cara que está lá considerando tudo isso, ele pode estar pensando assim, pô, e os meus dados?

Será que eles estão seguros? Será que a Huawei Cloud cuida bem dessas coisas? Será que eles vazam desse tipo de coisa? O que você tem para dizer para o cara que tem algum tipo de receio com os dados que estão sendo processados pela Huawei Cloud?

De fato, para todos os provedores do Cloud, isso é um tema que a gente não pode evitar. A gente precisa explicar aos nossos clientes. Hoje em dia, a Huawei Cloud, a gente tem três data sensors em São Paulo, no Brasil. Aí a gente guarda todos os dados dos nossos clientes no Brasil. E também, falando de conformidade, que a gente já atende algumas conformidades públicas e também institucionais. Até a gente atende a lei de proteção de dados pessoais do Brasil.

Ok, então assim, dessa forma, quem quiser entender melhor, ele consegue ver, por exemplo, que tem, como você disse, o setor público confia, grandes empresas do setor privado também confiam, então não é uma empresa que chegou aqui ontem também, né? Exatamente. Então falando de 28 anos de Brasil e saber lidar com as burocracias do Brasil e como tudo funciona no Brasil e lá lá lá, né?

Então vamos falar um pouquinho, Vitor, de como é que você chegou até aqui, cara. Você tem 37 anos. Você é o vice-presidente da Rua... É o seu presidente da Rua e Cláudio Brasil, não é isso? Exatamente. Com 37 anos. E você me falou que você é brasileiro, né? Quase.

Você está no Brasil há quanto tempo, cara? Desta vez há sete anos. De fato, eu tinha duas experiências vivendo no Brasil. Em 2012 e 2013, um ano, eu fiz intercâmbio lá na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aí estudei no Instituto de Letras. Aí estudei essa língua portuguesa. Hoje é uma vontade minha.

Aí a boa é esse um ano de intercâmbio, eu voltei para a China, porque isso é uma regra que a gente precisa formar da faculdade. E depois eu entrei no mercado, consegui um emprego, mas lá em Angora, né? Angora também é um país que fala português, mas é totalmente diferente. É sim.

Do Brasileiro, exatamente. Trabalhei lá mais ou menos 5 anos. E depois eu mudei de novo para o Brasil antes da pandemia, em 1989, e fiquei até hoje. Entendi. Um executivo do teu calibre com 37 anos é um...

É comum na China, cara? Eu queria entender melhor como é que tu construiu a tua carreira até aqui. Porque você falou, eu entendi que você veio pro Brasil fazer um intercâmbio, você veio estudar, você aprendeu português, depois você voltou, foi parar em Angola. Então tu tem uma vida assim meio...

trabalhou um tanto, né? E você tem só 37 anos. Pra estar nessa posição aqui, você tem que ser... Você foi escolhido por alguém, você foi promovido, na real, do ano passado pra esse, significa que você sabe o que tá fazendo. Então, pro cara que tá... Tem uma galera que tá ouvindo a gente aqui que, puta, cara, queria ter, quando eu tiver 37 anos, ser o presidente de alguma empresa grande também. Daí, cara...

Primeiro, lá na China, como é que as coisas se formam? Como é que começou? Tu foi estudar o quê? Como é que funciona esse processo? Me conta rapidamente um pouquinho de como é que com 37 anos tu é o presidente da Huawei Cloud Brasil. Tá bom. De fato, China é um país muito grande, igual ao Brasil. Não posso dizer alguma coisa para cobrir todos os caras. Não, quero saber a tua história. Exatamente.

Antes que eu falasse a minha história, por exemplo, eu vou te dar o exemplo. Cada ano que a gente convida alguns clientes, visita a nossa empresa lá na China. Muitas vezes os clientes falam que, olha, Victor, quando eu entrei nos campos da Rava, eu vejo aqui todos são os jovens. Isso, de fato, é um, como é que chama? É um repleto.

É um exemplo de toda a China. E hoje a China tem muitas empresas de internet, aí, por exemplo, o TikTok, o Tencent, tem tantos nomes famosos, né? Aí a maioria dos funcionários deles são os jovens, tá? Aí todo mundo trabalha muito e também aprende muito rápido. Eles são muito abertos para a curiosidade. Todos os dias eles estão...

Pronto para aprender algumas coisas novas. E depois eles também têm um plano muito bom para o desenvolvimento profissional. Perfeito. E no meu caso, por exemplo, quando eu entrei na faculdade, já...

Já preparei alguma coisa, mas com certeza, na época, eu não posso dizer que esse plano, ele vai, funciona, ele vai ser correto ou não. Mas no meu caso aqui, eu gosto muito da língua, da cultura diferentes, né? De países diferentes, dos lugares diferentes. Aí eu...

já tinha uma ideia de aprender espanhol. Mas depois eu vejo que no mercado da China, aí já tem muitas pessoas chinesas que falam espanhol. Então, para mim, eu pensava, depois de quatro anos, será que ainda tem boa oportunidade para eu crescer na minha carreira profissional? Aí depois eu conversei com muitas pessoas, com meus colegas da faculdade, do colégio. Aí depois ele disse que eu vi a língua portuguesa.

vai ser uma língua muito boa, porque agora os países da língua portuguesa estão crescendo muito rápido, precisamos de um Brasil, já faz parte do BRICS, né? Então, é uma boa chance para você estudar essa língua, aí depois você trabalhar lá. Então, eu comecei...

estudar essa língua na minha faculdade. Aí depois eu tive uma chance muito boa de fazer intercâmbio no terceiro ano da faculdade aqui no Brasil. Então isso é um começo, é como eu comecei a estudar essa língua.

Mas a boa se eu entrei na Rave, o que eu vejo é que as pessoas, elas são muito fortes. Elas são fortes da tecnologia, do conhecimento, das línguas e de qualquer tipo de capacidade. Então, nesse tipo de ambiente, para mim, eu não posso esperar. Eu não posso te dar muito conforme...

De um jeito, é muito confortável. Todos os dias, eu também assisti muitos sites para entender, para ler, para estudar as tecnologias, para entender o que está acontecendo nos países diferentes.

no mundo. Aí, quando eu voltei para o Brasil, aí eu comecei a estudar, além das línguas, os costumes, como é que funciona, qual o tipo de costume de vocês, tanto no...

tanto na vida cotidiana, nos negócios. Entendi. E esse background, Vitor, que você adquiriu estudando tudo isso daí, eu suponho que seja uma vantagem competitiva até para... Veja, eu estava te falando antes, quando eu tinha 15 anos,

e a gente tava passando na rua e via um chinês, a primeira coisa que a gente pensava lá no Rio, pelo menos, era esse cara tem uma pastelaria. Vai ser uma pastelaria com aqueles ladrilhos em branco, uns vermelhinhos e uns amarelos, vai ter um pastel chinês, vai ter um joelho, vai ter uma coxinha, é isso.

Pula para 2026, o paradigma é outro. As coisas funcionam de uma forma diferente. Hoje, os chineses estão numa... Quando a gente olha para os chineses, a gente já infere várias outras coisas. Está muito mais presente aqui nas regiões mais nobres, está muito mais presente lá nos jardins, muito mais presente nos melhores restaurantes. Então, as coisas mudaram de uma forma geral, não só da percepção.

mas é muito claro como o chinês, vou dizer, o chinês no Brasil, ele... Como eu vou dizer? Ele prosperou, sabe? Prosperou. E é interessante porque quando você olha para a China de uma forma geral, China e chinês de uma forma geral, nos últimos 20 anos, aí realmente prosperou, muitas coisas andaram.

O cara que olha para o Vitor, presidente da Huawei Cloud no Brasil, ele fala, cara, esse banco tem 37 anos, ele é chinês. Bom, entendi, então o cara é asiático, ele realmente é especial, porque a gente tem essa lenda aqui, o cara é especial, não sei o quê. Mas você está me dizendo, Vitor, que foi escolhas e dedicação para chegar onde você está.

escolhas em que sentido? cara, você me contou todo mundo já falava espanhol, eu queria falar espanhol mas todo mundo fala espanhol, então eu vou escolher uma coisa que me dê algum tipo de vantagem competitiva pra eu conseguir avançar na minha carreira eu acho que essa é a primeira dica implícita que tu dá aqui pra quem tá ouvindo a gente, que é, cara

Pensa na tua carreira, né? Ah, quero... Crianças fazem o que querem e adultos fazem o que tem que fazer. Então você queria aprender espanhol. Mas português era uma oportunidade melhor. Nada te impede de hoje estudar espanhol, inclusive. Mas o que eu estou dizendo é que tem...

Essas escolhas e a maneira como encara a própria carreira podem fazer, fazem com certeza toda a diferença. É importante o jovem que está assistindo a gente pensar que o mundo, a gente precisa pensar além dos próximos dois anos. As coisas são um pouco mais avançadas. Agora, conhecer essa cultura do Brasil e vir para cá representar uma empresa como a Roy, no caso a Roy Cloud, é...

tipo de vantagem isso te dá, Vitor, pra, enfim, se conectar com as pessoas que estão aqui e fazer negócio. Porque se tá aqui, fazer negócio. É bom pra todo mundo, inclusive pra você e pra Huawei. Então fazer negócio é o core da coisa e com que medida conhecer a cultura é importante. Tá bom.

Acho que conhecer a cultura até saber falar uma língua de vocês, isso não só trazer benefício para mim e também trazer facilidade para vocês. E hoje em dia, por exemplo, eu tenho muitos colegas que trabalham no Brasil, mas eles não falam português. Todos os dias eles dizem em vida, olha, cara, eu tenho ciúme de você. Eu falo aqui, por quê?

Quando eles chegam no Brasil, quando eles conversam com os clientes, com as pessoas, com os colegas, eles têm muita dificuldade. Por exemplo, eles falam inglês, falam muito bem inglês. Aí os nossos colegas, alguns dos nossos clientes também falam inglês muito bom. Mas inglês...

É uma segunda língua ou terceira língua do chinês e também dos brasileiros. Às vezes você acha que você já expressou muito bem, aí outra pessoa já entendeu bem, mas de fato não. Aí você mostra que você está, por exemplo, agora você está rindo para mim, não significa que você já entendeu tudo. Ou às vezes você acha que você entendeu tudo, mas de fato não é aquele significado que eu queria passar para você.

Você está dizendo que a comunicação fica ineficiente. Exatamente. Aí isso facilita, se eu falar a língua de vocês, facilita o entendimento da minha ideia, das informações que eu passei para você. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é que, por exemplo, vamos pensar. Aí quando você viaja na China, se você fala alguma mandalim, como é que os chineses vão pensar você? Eles vão te tratar como um chinês. Aí significa, entre vocês, eu tenho uma...

proximidade, tá? Ele vai te tratar de uma forma diferente, tá?

em comparação com os brasileiros que não falam em mandalim, você vai ganhar uma proximidade de uma... Justo, claro, em comparação com os outros brasileiros que não falam, e eu que falo. Exatamente. Então, acho que essas são as fundagens. E, além disso, quando a gente conhecer a língua, é muito mais fácil para a gente conhecer o jeito de trabalho, o jeito de reação, o jeito de conversa, o jeito de respeito de vocês.

Isso no dia a dia, nos negócios, ajuda bastante. Por exemplo, aí na China, a gente nunca chega atrasado. Mas para vocês é uma coisa muito comum. As vezes deixa você se sentir... Tomei do nada aqui, mas tem razão. Perdão, desculpa. Não, não é isso. E as vezes deixa outra pessoa sentir que você já é um pradreiro. Isso é uma sensação muito, muito importante. Entendi.

Isso é importante até para quem... Se a gente está pensando que... Pelo que você está me falando, o mundo até agora, a gente estudava em inglês porque era a língua do mundo. Em qualquer lugar que você fala inglês, tudo bem. De fato, você consegue...

E se uma música pudesse te levar mais longe? Tá perto de novas histórias, misturando sonhos, culturas e pessoas na energia da latinidade. Com a Latam, você garante sua viagem completa e chega onde todo mundo vai se encontrar. O Rio de Janeiro, Latam Airlines. Bem-vindo a ir mais alto, é viajar com o ritmo da música. Companhia Aérea Oficial do Todo Mundo no Rio 2026.

se virar, né? Agora, se conectar pra valer, se eu quiser trabalhar na China, é de bom tom que eu aprenda a língua, né? Posso não ficar... Posso falar mais ou menos, mas o importante... Porque como é que eu vejo, tá? Eu vejo você falando a minha língua aqui e eu penso assim, esse maluco é esforçado pra cacete. Esse maluco, ele sabe o que quer. Isso é o que tu me comunica...

quando eu converso contigo. Ele sabe o que é, ele estuda pra cacete, ele é dedicado e até um pouco, até um tanto de confiança, sabe? Porque isso só porque você fala português comigo...

Sei lá, me indica que... Eu sei que, sabendo que tu é chinês, que tu estudou uma língua já extremamente complexa, domina aquela língua complexa, e ainda se propôs a estudar uma língua que nem é inglês, entendeu? Provavelmente fala inglês também. Mas você fala o português? Porra, esse maluco é dedicado, no mínimo. O brasileiro que chega na China, eu suponho que a sensação seja igual. Exatamente. E o chinês olhando, o cara é um brasileiro que fala mandarim, maluco. Todo mundo vai ficar muito curioso. É.

a cultura se conectar a cultura ao estar em um outro país é fundamental você está me falando aqui voltando um pouco para a Huawei e os negócios dela aqui no Brasil

Eu não sei o quanto que tu pode me falar, Vitor, especialmente que você é o presidente da Huawei Cloud, mas você me falou de uns outros pilares de negócios da Huawei aqui no Brasil também. Para esse ano de 2026, não sei o quanto que você pode me falar, para esse ano de 2026, o foco continua sendo expandir cloud principalmente do ponto de vista de Huawei. Huawei também põe fones, põe lojas, põe celulares, põe outros serviços no mercado, outros produtos também.

Mas o que você pode me falar desse próximo ano aí da Huawei? De fato, falando, esses cinco pirares do negócio, eles não são isolados, eles são conectados. Cada pirares são nossa estratégia. A gente precisa promover, a gente precisa aumentar, a gente precisa expandir. Mas falando do crowd, ele é fundamental. Porque hoje em dia, inteligência artificial é muito ligada à crowd, à nuvem.

E também, nesse mundo, a gente pode ver, tem cada vez mais empresas que estão procurando usar inteligência artificial, né? Então, o cloud é um fundamental, é um base para todos os outros superiores crescerem. Por exemplo, conectividade, intercomunicações, né?

Com a inteligência artificial, eles conseguem fazer manutenção própria. Antes, a gente precisa mandar muitos engenheiros, muitas pessoas, fazer o check-out para localizar onde fica um problema. Hoje, a tecnologia mesmo, própria, inteligência artificial, ajuda aí a network, a rede, fazer esse tipo de localização, recuperação automaticamente. Entendi. Então... Não vai. Então... Não vai.

desenvolver a nossa solução do cloud e do nuvem já é uma estratégia que a gente não vai mudar nos próximos anos. Especialmente porque a inteligência artificial não vai ser menos usada, ela vai ser mais usada. Exatamente. A Huawei é...

Tem algum tipo de serviço de cloud da Huawei que é interessante para uma pessoa física? Não para uma empresa, para um cara. Ele está na casa dele lá. Tem alguma coisa no Huawei Cloud para ele ou não? De fato, acho que tem dois cenários. Provavelmente, você é interessado para as pessoas. Por exemplo, agora a gente está usando o celular com a memória limitada. Fixa.

Às vezes você tira muitas fotos, você faz muitos vídeos, às vezes ele vai e enxerga toda essa memória. Aí, antes a gente compra aquele tipo de cartãozinho de memória, mas hoje você já tem o storage no cloud. Você pode carregar esses vídeos, essas fotos no cloud em um lugar virtual, não física no seu celular. Isso é o primeiro bônus. Segundo bônus, hoje a Raio Cloud está trabalhando em trazer essas soluções para os desenvolvedores individuais.

antes que o nosso cliente, eles sempre são as empresas, ou a gente chama de 2B, né? Hoje a gente está olhando no mercado 2C para consumidores. Aí, logo logo, acho que, provavelmente no mês que vem, que todos os nossos serviços do crowd público vai ser disponível para os desenvolvedores individuais no Brasil.

Isso é muito interessante. Além de abrir o mercado para muito mais gente, ainda abre a possibilidade de muito mais gente usar os serviços. É verdade. Interessante. Então, esse ano... Vamos lá.

Para a Huawei, 2026, em comparação a 2025, é um ano promissor? Promete ser um ano melhor? Estou falando aqui no Brasil. Promete ser um ano melhor? Porque eu não sei como está esse momento do Brasil para uma empresa como a Huawei. Eu faço uma ideia de como está esse momento do Brasil para uma empresa como, sei lá, o Atacadão, ou como o Flow, como a Huawei, eu não sei. Como é que está esse momento? De 2025 para 2026? Eu... Ai...

Como é? Acho que a gente está vivendo num momento estreante. O ano passado a gente fechou muito bem que o nosso crescimento, em comparação com 2024, a gente aumentou 100%. Nossa! Então, para esse ano, em comparação com... Por isso que promoveram, né? Exatamente.

Aí falando de 2026, em comparação com o ano passado, o nosso target também, mais ou menos 100%. Mas com certeza isso ainda tem muito desafio, mas a gente tem muita confiança. Porque, primeiro, hoje em dia o mercado do Brasil é muito grande.

Muitas empresas já estão usando a nuvem. Elas já estão familiares com as soluções da cloud. Então, para eles é muito mais fácil acitar uma nova solução. Sobretudo, hoje em dia, a China já tem muitas soluções boas na área de inteligência artificial. E também a gente tem muita experiência em desenvolver o negócio. Aí faz uma empresa pequena crescer muito rápido durante... E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário.

E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário. E aqui a gente tem muita experiência aqui no seminário.

o tempo muito curto. Isso é o primeiro ponto. Segundo ponto, hoje, o que a gente vejo no mercado do Brasil? Muitas empresas já têm um ou dois provedores do crowd. Até terceiro, quatro. Hoje em dia, eles estão buscando eficiência e também baixar um custo. Gerenciar muitos provedores, às vezes...

aumenta o custo. Então, o FinOps é muito importante. A High Crowd, além que a gente tem o alto custo-benefício, que a gente ajuda os clientes a fazerem o bem FinOps. Aí significa, não só a gente oferece algum preço competitivo, a gente também ajuda o nosso cliente a melhorar a arquitetura da rede. Como você ajuda o cliente com isso, cara?

A gente tem o nosso time profissional. Tem os caras que ajudam para valer. Isso, isso. Aí, por exemplo, hoje em dia no mercado, que a gente tem dois times diferentes. Tem o time brasileiro e tem o time chinês, mas a gente trabalha muito perto. Até a gente tem um pagode de serviços profissionais que ajudam o nosso cliente a fazer o finófito, a fazer melhoria da arquitetura. Aí eles vão otimizar a arquitetura e depois baixar o custo.

Então, para as empresas praterilhas, a gente está procurando os novos provedores que conseguem trazer mais benefícios tecnológicos e, ao mesmo tempo, baixar um custo. Então, a gente chama essa tendência de multi-cloud.

Antes, tem muitas empresas já acostumadas com um provedor do crowd. E hoje em dia, muitas empresas estão procurando mais provedor do crowd. Entendi, entendi. Voltando agora então para o Vitor. Cara...

você já está aqui no Brasil um tempão, você está em uma posição nova na Huawei, mas você já parou, na tua carreira, pensando em você, na tua carreira, tu vai embora do Brasil em algum momento, o que você está, para você, falta alcançar alguma coisa? Você tem 37 anos, você deve ter um monte de coisa que você quer alcançar ainda.

me fala mais ou menos aí como você é um cara dedicado, estudioso tudo isso que eu já entendi aqui, eu suponho se eu tivesse que chutar, eu chutaria que tu já imaginou como é que vai ser o teu 26, não o da Huawei o teu, tá?

Então me conta, Vitor, cara, o que falta para você como executivo? Tem alguma outra habilidade que você gostaria de ter? Dá uma dica aqui para um cara que é um executivo e que, putz, ele devia estar tentando ou olhando como ele se desenvolve.

De novo, com 37 anos, a verdade é que pode ser que daqui a 20 você esteja em outro lugar, fazendo outra coisa. Isso vai depender de como você vai desenhar a tua própria carreira. Então me conta aqui, até para a gente ficar tendo a cabeça aqui, o que você está pensando das próximas etapas para você? Tá.

Primeiro, eu quero trabalhar muito tempo dentro da Huawei, porque a Huawei é uma plataforma muito grande para mim. Hoje a gente está operando nosso negócio em mais de 170 países. Então, é uma empresa internacional e multinacional. Então, trabalhar na Huawei me traz uma visão muito grupal, muito apreendente. Todos os dias que a gente está conversando, está ligando com as pessoas da área diferente.

mesmo que dentro desse ecossistema. Por exemplo, eu preciso lidar com o nosso time financeiro, a logística, as soluções, entrega e também plataformas, tais como recurso humano e também administração. Aí com cada pessoa, cada time, eu consigo aprender alguma coisa nova.

E às vezes eu não consigo falar que essas coisas são muito, muito importantes para mim de um curto prazo. Mas de longo prazo, se eu olhar para trás...

Esse é um tipo de riqueza que eu acumulo na minha vida profissional. Eles me ensinam. De fato, eles não me ensinam proativamente. Eu estou aprendendo com eles. É tu que quer. Exatamente. Parece um espelho. Aí eles me brilham na minha vida profissional. Então, para mim, eu quero trabalhar muito mais tempo dentro da Rave. Mas, com certeza, se eu tiver alguma oportunidade de trabalhar em outro país, isso também é bom. Isso não significa que eu não gosto do Brasil. Eu gosto...

muito. Eu quero ficar aqui para sempre. Mas às vezes a gente precisa ser aberto. Aberto para novos desafios, nova viagem e as novidades. Novos aprendizados. Tudo novo. Exatamente. Aí eu posso dizer uma coisa. Eu não sei se você acredita. Dentro da Rave, para todos os executivos, não tem nenhuma pessoa vindo de fora. Vindo de outra empresa.

Mas isso no mercado é muito comum que uma empresa contrata... Assim, outro executivo. Outro executivo ajuda eles a desenvolver um negócio dentro de um ano, de um período. A Huawei não existe. Todos os executivos, eles crescem debaixo de um engenheiro, de um funcionário comum até um executivo. Por quê? Isso é a nossa coadura.

Além disso, a gente manda os executivos trabalhar em lugares diferentes, nos países diferentes. Porque a gente acha que quando você trabalhar em um lugar, você vai se sentir muito confortável. Você não tem ideia de crescer. Você vai aproveitar todas as vantagens com o ambiente confortável.

para aproveitar a vida. Aproveitar a vida não tem nenhum problema. Mas se a gente for na carreira profissional, a gente precisa sempre olhar para mais frente, mais alto. Então, a Rave manda os executivos trabalhar em países diferentes. Entendi. Para ativar as pessoas e estimar as pessoas. E, além disso, cada país tem os desafios diferentes. Com essa experiência nos países diferentes...

o executivo consegue acumular experiências diferentes. Então, quando ele tomar decisão, ele consegue ter uma visão mais ampla, mais completa, para evitar alguns erros nas decisões. Perfeito. Assim, proteger o nosso interesse da empresa e também atender o nosso cliente de uma forma mais correta, mais eficiente. Cara, isso que você falou de que os executivos da Huawei são construídos dentro da própria Huawei... Exatamente.

eu não consigo pensar num jeito melhor de criar a estrutura da coisa. Talvez não seja, talvez seja difícil de manobrar no caso de uma emergência. Cara, temos que apagar um incêndio e quem é o cara que apaga o incêndio? Tem vários no mercado, mas a nossa cultura diz que a gente precisa trazer alguém. E eu acredito que...

Na maioria dos casos é melhor trazer alguém, porque o cara já entende, ele já viu aquilo ali, ele já conhece aquele ecossistema. O chefe dele trabalhou com ele um tempo, é provável. Então, eu gosto dessa ideia. Eu não sabia que era assim. Isso é interessante. Como é que tu começou lá? Fazendo o quê? Na Huawei. Tu começou fazendo o quê lá?

Você está perguntando a Huawei mesmo? Você. Eu? É. Ah, quando eu entrei na Huawei, eu entrei direto da Huawei do Brasil. Aí atuei no segmento de operadoras de telecomunicações. Trabalhei com o tipo, a gente chama account manager, gerente de conta. Aí atento, claro.

Então, eu atento várias áreas, mas todas as áreas são engenharia e suprimento. Porque eu preciso vender nossas soluções e atender determinadas da Claro. Aí eu trabalhei mais ou menos cinco anos para atender a Claro. Aí eu trabalhei com produtos diferentes. Provavelmente, se eu falar alguma palavra que você não conhece, por exemplo, WDM.

O IP, acesso. IP sim. Rede móvel. E também tem o IT, storage. Tem muitos produtos nessa área. Aí dentro desses cinco anos, acho que eu ganhei sorte. Eu trabalhei com todos os produtos, aí eu fechei projetos com todos os produtos. Isso me ajuda a acumular muita experiência de sucesso e como atender os clientes tão grandes como é claro no mercado do Brasil.

Além de saber como fazer, você consegue também ajudar o time que está fazendo hoje. Porque você sabe fazer. Isso. Isso é interessante mesmo. Vitor, cara, muito obrigado por vir aí, obrigado pelo teu tempo, obrigado por me falar tanto sobre a tua história e sobre a Huawei. Agora eu tenho uma visão bem mais ampla.

que a Huawei não é apenas aquele modem que chega na minha casa. Ela está, às vezes, sem eu perceber, ela está estruturalmente na minha vida. Quando eu vou fazer um Pix, quando eu vou abrir um aplicativo do banco, quando eu vou fazer alguma coisa, a infraestrutura da Huawei já está ali.

Pra apoiar. Pra apoiar, pra servir, pra fazer funcionar e as coisas andarem de uma forma mais moderna. Até em 2026, não vamos ficar guardando arquivinho no computador aqui dentro de casa, né? Nós vamos usar o cloud. Então, Victor, obrigado pelo teu tempo, obrigado pela moral.

Tu tem algum recado que tu gostaria de dar pra quem tá ouvindo a gente? O cara que ele quer ser um executivo? O que que tu diria pro cara que quer ser um... Tá te ouvindo aqui? Porque ele, putz, legal, também quero ser um executivo, também quero trabalhar na roda. Muitas vezes também quero trabalhar na área de comunicações, ou sei lá. O que que tu falaria pra um cara desse aí, um jovem?

Acho que para os jovens não são para quem quer ser um executivo, acho que para todas as pessoas. Até hoje eu estou continuando a aprender novidades, conhecimento, idioma, muitas coisas. Então a minha dica para as pessoas nesse momento, não para de aprender. A inteligência artificial está mudando.

Todo mundo está mudando muitas indústrias. Então, para as pessoas que não querem ficar para trás, então, continua aprendendo, fazer um resumo, reflete e continua entrando para frente. Perfeito.

A inteligência artificial não deveria ser encarada como algo que vai... Eu não deveria ficar aqui esperando a inteligência artificial me substituir ou qualquer coisa nesse sentido. A gente devia estar usando a inteligência artificial como ferramenta para fazer o que a gente quer fazer, mais eficiente e mais rápido.

Cara, eu tenho brincado um monte com inteligência artificial. Sabe o que eu estou fazendo? Estou fazendo um aplicativo para organizar os ROMs de videogame antigo que eu gosto de colecionar. Como eu fui para pesquisar e não tinha um, eu estou fazendo um com inteligência artificial. Então, é... E eu não sou um gênio. O que eu quero dizer é... Você que está ouvindo a gente aqui, você também pode usar a inteligência artificial para fazer... Começa fazendo um hobby.

É assim que eu estou aprendendo. Uma hora eu vou fazer um troço que eu realmente quero fazer, que tem a ver com o meu trabalho. Mas assim, eu poderia ter ido estudar de uma forma mais formal, mas eu fui do jeito que eu gosto, que é eu vou lá tentar fazer. E eu acho que o importante, a mensagem importante aqui é não para de ser curioso, de aprender. Porque as ferramentas que têm surgido, elas dão a ilusão de que eu não preciso mais aprender nada.

Eles dão a ilusão de que um estudante de ensino médio, por exemplo, chega com um dever de casa, tira uma foto no chat EPT, o chat EPT entrega todas as respostas, e aí ele vai lá e só copia para o livro. Isso não é a mesma coisa que aprender.

É isso que a gente está dizendo aqui. Exatamente. Então tá bom. Congordo. Obrigado pela moral. Obrigado. Obrigado pelo teu tempo. E a gente se fala depois, tá bom? Vocês que assistiram aí, cara, a gente vai deixar aqui todos os links na descrição para você alcançar e entender um pouco melhor sobre como funciona a ROE. E a gente vai deixar também...

os links dos perfis do Vitor aqui no comentário fixado para você encontrar mais informações e entender um pouco melhor como funciona a vida de um executivo chinês no Brasil. No mais, espero que você tenha aprendido alguma coisa no episódio de hoje, espero que você tenha anotado bonitinho aí, e pega isso daqui, manda para os teus amigos, manda no grupo da escola, manda no grupo da faculdade, manda no grupo da igreja, no grupo do futebol, no grupo sei lá do quê. Então, muito obrigado por assistir e a gente se vê depois, tá bom?

Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990,00 pra CNPJ.

Fala até uma concessionária BYUDI e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Tchau.

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