BANCO MASTER: FLAVIO PEDIU DINHEIRO A VORCARO MESMO APÓS A PRISÃO - Flow News #048
Flow News #048
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Salve, salve família, bem-vindos a mais um Flow News, eu sou o Igor e aqui comigo temos Carlos Tramontina. Estamos aqui mais uma vez, juntos. Tudo bom, cara? Tudo bem, tudo bem. Tem aí o Felipe Moura Brasil também. Salve, salve, Igor, Tramonta e grande audiência do Flow, já estava com saudade. Ah, e hoje a gente tem um monte de coisa assim, é, divertida para falar, né cara? Sempre tem. É, por exemplo, nosso amigo, é, Vorcário, né, nosso amigo Flávio, nosso amigo Valdemar da Costaneta.
amigo Luciano Huck pra falar também, né? Que o cara... Esse aí é um pouquinho diferente, um pouquinho fora do que... Já não é Banco Master, né? Tem também aqui o lance da Deolane, o áudio vazado lá, que a coisa fica meio marfeia pra ela. Posso atropelar a tua fala? Vai. Eu queria abrir o programa de hoje. Salve, salve a família. Criando um quadro assim. Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Tá.
Então eu queria saber se o Alexandre de Moraes já explicou para você o contrato do Banco Master com o escritório da mulher e dos filhos dele. Não. Podia começar sempre assim o programa. Eu queria que alguém me explicasse o encontro tão alegre e festivo da...
doutora Barsi de Moraes com Michele Bolsonaro na posse do presidente do TSE. Elas se sentaram lado a lado e estiveram ali num covescote, numa troca de... Não que as pessoas tenham que brigar, não. Mas foi uma surpresa ver o o bem-estar entre essas duas senhoras. Eu queria uma explicação também.
de como é que terminou a investigação da morte do cachorro Caramelo, que de uma hora para outra não foi morto, não morreu, ninguém mateu, ninguém matou. Cara, foi um negócio muito louco. E a imprensa que fez um barulho desgraçado no começo entubou essa história e não cobra nada de ninguém.
Então a imprensa falou que eram quatro adolescentes ou três adolescentes de um adulto. Houve um problemaço lá com as famílias. Estou lembrando fatos. Teve manifestação na Avenida Paulista, aqui em São Paulo, em defesa dos animais. Nós falamos e todo mundo falou. E chegou ao final, descobriu-se que os agressores não agrediram.
que o cachorro não morreu por violência externa, o cachorro apareceu morto, de morte morrida. E aí termina assim.
depois de tanto barulho, termina assim. Eu queria saber também... Caramba, o caderninho do Tramolta está demais. Eu trouxe hoje, trouxe uma lista. Eu queria saber também a história da mesada do senador Ciro Nogueira, de 300 mil a 500 mil, que ganhava do vocário, como se fosse a primeira dama. Todo mês pinga lá.
E ninguém mais vai atrás dessa história? E aí, fica assim? Ele vai continuar solto, o Ciro Nogueira? Pois é. Depois disso tudo, de novo. Envolvido em todos os escândalos, mas sempre acaba se safando. Quase um Renan Calheiro. E vamos lembrar que tem Gilmar Palousa semana que vem.
Em Lisboa, tem Gilmar Palousa, aquele fórum de Lisboa promovido pelo Instituto que tem como presidente o ministro do STF, Gilmar Mendes, que desta vez vai levar apenas um ministro do STF. Você vê que sempre tem alguém que vai, que é Flávio Dino. Flávio Dino vai. Mas, dos 33 ministros do STJ, nove irão.
Então, acho que nós temos que bater mais agora nos caras do STJ, do Superior Tribunal de Justiça. Que seja claro que é uma metáfora. Se não, você vai sair daqui preso. Nós temos que cobrar deles. Todo mundo pode ir. Até aí tudo bem. Eu quero saber se os caras pedem licença do trabalho.
E se não é o dinheiro público que paga? Só isso. Cada um vai. Eles podem ser convidados. Eles podem pagar do próprio bolso. Está tudo certo. Eles podem querer aproveitar. Eu vou lá, participo de um debate, fico depois dez dias com a minha mulher, com a minha família, com os meus amigos, vou visitar meus parentes. Está tudo bem. A minha preocupação é sempre essa.
Quem é que paga? É o dinheiro público. E quando as pessoas estão fora, elas pedem licença para estar fora. É isso. Então, teremos nove ministros do STJ. Segundo o que foi publicado, o procurador-geral também estará presente, Paulo Gounet. Sempre. Também dois secretários do Ministério da Justiça. Isso no Gilmar Paluzzi.
Doutor Júnior, um ministro do TSE, eu não trouxe os nomes todos aqui, um ministro do Tribunal de Contas da União, vários deputados, desembargadores, para discutir tecnologia, soberania, desafios democráticos, econômicos e sociais. Minha única pergunta. Quem é?
É uma boa pergunta, né? Quem é que paga? Senhores, aproveitem bem a viagem. Participem dos debates, mas poderiam nos esclarecer. A gente só está pedindo esclarecimento. Só quer saber o que está acontecendo. Só esclarecimento. Então, eu sei o que vocês fizeram no verão passado.
E agora estamos no presente, né? E eu gostaria de saber... E só lembrando, mais uma vez, que foi numa sessão de 2016 do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, que o Ricardo Lewandowski, quando era presidente do STF e do CNJ, ele promoveu ali, junto com outros conselheiros, uma mudança no conceito de magistério, que era tido antigamente e por mim até hoje.
como aulas dadas numa instituição de ensino, com uma certa periodicidade, etc. Mas estendeu esse conceito para caber palestra de magistrado, porque a única atividade que o magistrado pode fazer, além da magistratura, pela previsão constitucional e da LOMAM, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, é o magistério.
Só que eles queriam dar palestra também, os magistrados queriam faturar com palestras em eventos bancados por banqueiros, bancados por outros empresários que têm interesse nos tribunais onde eles atuam e aí estenderam esse conceito de magistério para caber a palestra também. Então acabaram autorizando isso e o Lewandowski se certificou naquela sessão de que havia sido retirada a obrigatoriedade de revelar o cachê.
Então, a partir dali, o cachê passou a ser sigiloso, sob a alegação de que é uma questão íntima, é uma palestra privada, é a segurança da família, inclusive nesse país pobre, etc. Se for revelado que receber um cachê alto pode gerar um risco da pessoa ser assaltada. Então, sob esse tipo de alegação, começou...
se aprofundar essa promiscuidade entre magistrados e a elite econômica, e boa parte da ala podre da elite econômica que tem interesses nesses tribunais. E esses eventos internacionais se tornaram marca dessa promiscuidade, certo, Tramontina? Em que empresários como Daniel Vorcaro patrocinam...
você não sabe se ele pagou um cachê sigiloso para um magistrado que eventualmente vai julgar alguma ação de interesse ou que tem influência no tribunal que vai julgar. Então foi isso que aconteceu e nós chegamos até aqui, o Gilmar Mendes deu uma entrevista outro dia à Folha e falou que não, o Gilmar Palusa está garantido, que não tem nada de fracasso, de esvaziamento, porque tinha havido uma matéria no jornal.
mas há um receio por parte das pessoas que foram atingidas pelo esticando do Lomar de participar nesse momento, mas sempre tem outros aduladores ali para participar para legitimar e continuar tudo como está agora você não imaginava que Daniel Alvorcaro fosse interessado em patrocinar a cultura, né? depende qual cultura você está falando
Se for a cultura do dinheiro, do escambo, essa aí ele patrocina bastante. Ele é bom nisso, né? Inclusive, com o vazamento do áudio do Flávio...
E depois a gente teve uma pesquisa, logo no dia seguinte teve uma pesquisa que não refletia ainda os novos fatos, e depois a gente teve uma outra pesquisa que mostra um derretimento do Flávio ali, que a gente também não observa um aumento no Lula. É o Flávio que perde votos, não o Lula ganha votos, que a gente já meio esperava algum cenário nesse sentido.
E, bom, recentemente o Flávio aparece na sala oval, né? Junto com o Trump, trocando uma ideia, falando sobre... Mas agora há pouco, né? Agora há pouco. E ele, inclusive, falando sobre colocar o PCC, o Comando Vermelho, como organizações terroristas e tal.
Trocando uma ideia, é o que ele está alegando, né? Porque os correspondentes estão dizendo que foi muito rapidinho. A foto também não tem nenhum calor humano, vamos dizer assim. Eles estão mais de papagaio de pirata, o Trump sentado ali na mesa. E o Flávio Bolsonaro, o Eduardo Bolsonaro e o porta-voz dele ali atrás, eles precisavam...
desviar o foco do caso Master, esse era o intuito, uma estratégia de marketing eleitoral e foram lá tentar uma foto até para rivalizar com o Lula, que já tem a foto dele com o Donald Trump eu estava até ironizando nas redes sociais que as melhores fotos, na verdade, são do Lula com o Léo Pinheiro, que era o presidente da OAS lá no Triplex do Guarujá atuando como corretor especial, e o Flávio com o Fabrício Queiroz que era o operador lá no gabinete e o Flávio Queiroz
dele como deputado estadual na LERJ. Essas são as fotos realmente ilustrativas e emblemáticas. O resto é propaganda. As pessoas têm que entender que tirar foto com um político muito poderoso de outro país, de uma potência, não significa nada na prática. A foto não infunde decência em ninguém, nem competência administrativa. Isso é só para engajar a massa de manobra e tentar fazer o noticiário ir em outra direção.
As pessoas da imprensa vão repercutir, vão dar notícia, Flávio se encontra com Trump, etc. E se diminui um pouco aquele destaque para o áudio, para as mensagens, para a visita. Você falou da troca, mas teve também a visita do Flávio Bolsonaro ao Daniel Vorcaro, logo após o relaxamento da primeira prisão do Daniel Vorcaro, quando ele estava de tornozeleira eletrônica. Sabidamente...
uma pessoa que tinha envolvimento com fraudes bilionárias. E o Flávio foi lá na casa dele e alega hoje, e obviamente não convenceu ninguém, que foi lá para encerrar a relação, para terminar o namoro, para ter um DR. Como assim você não me avisou da dimensão, da gravidade.
Sendo que naquele áudio lá anterior à prisão, ele já falava, estou vendo aí a sua situação dificílima, etc. Quer dizer, fica muita suspeita, ainda mais hoje, Igor, só para fazer o panorama geral aqui, introdutório, com a operação contra o Cláudio Castro.
Porque o Rio Previdência, que é o Fundo de Previdência do Estado do Rio de Janeiro, estava fazendo aporte bilionários no Banco Master, enquanto o Daniel Vorcaro estava repassando dinheiro para o filme Dark Horse sobre a suposta trajetória do pai do Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Então você tem uma série de elementos que geram, evidentemente, muita suspeita e muita desconfiança. É natural que o bolsonarismo queira mudar de assunto.
Aliás, hoje foi... A Folha de São Paulo publica uma matéria grande dizendo do investimento de uma... de um órgão que cuida de previdenciários também em Goiás, que botou uma montanha de dinheiro no Banco Master. E... Não está muito claro se teve prejuízo para o Estado de Goiás, mas teve também o Estado de Goiás do Caiado. E aí... E aí...
o governo de Goiás apressou-se em esclarecer que realmente fez a aplicação lá. Mas depois o dinheiro foi recuperado e recebeu de volta parte de pagamento, aquela coisa toda. Então você vê que, cara, quanto mais o tempo passa, mais se descobre as ramificações do Volcaro. Onde não apareceu o Volcaro, sempre há possibilidade de ele aparecer. Exatamente. Aqui não apareceu?
Isso é uma parada que o troço está falando que é interessante. Quando vaza o áudio do Flávio, antes dele confessar que encontrou o Vorcaro depois do relaxamento da prisão dele, o que os caras estavam falando era mas ele também patrocinou a Globo, por exemplo. Luciano Huck falou sobre o Will Bank.
E aqui o ponto é, em que medida que todas as relações empresariais ou profissionais de empresas do Vorcaro, de fato, são criminosas 100% das vezes? Aqui eu estou fazendo advogado de aba, hein? E eu queria saber o que vocês pensam sobre isso aí.
Bom, aí é preciso analisar todos os elementos dentro do contexto dessas relações. É quando elas aconteceram. Porque é a partir de determinado momento que você já tem fortes suspeitas de que o sujeito está envolvido em fraude, o mercado financeiro todo desconfiando do cara. Se você tem uma relação financeira com ele, talvez isso diga alguma coisa sobre você.
A outra questão é o nível de envolvimento. É um patrocínio claro no sentido de que aquilo é público, tem a marca lá, é tudo documentado, vamos dizer assim, e acessível para qualquer pessoa que puder verificar, ou ele está por trás de alguma coisa.
tem alguma contrapartida? Quando é veículo de comunicação, existe uma contrapartida editorial ou o veículo estava dando todas as informações que fossem comprometedoras ao longo das investigações desde a sua raiz? A gente sabe que no mercado da comunicação muitas vezes se demora um pouco, se espera quando tem um patrocinador envolvido em algum escândalo, se a imprensa toda viesse virar um caso de comoção, aí você...
Não tem como ignorar, mas tem veículo que eventualmente no começo de algum escândalo não dá informação porque é um patrocinador, é alguém que estava esperando uma contrapartida, etc. Então é preciso ver isso, porque quando envolve políticos e autoridades públicas, essa relação com o empresário tem esse componente da eventual contrapartida na esfera da administração pública.
Então é muito grave que parlamentares tenham envolvimento com um banqueiro desse tipo, principalmente quando isso acontece depois de fortes suspeitas já que pesavam contra eles ou já investigações abertas.
Por exemplo, o áudio do Flávio Bolsonaro é de novembro de 2025, na véspera da prisão do Daniel Vorcar, cobrando dinheiro dele, quando já estava aberta até a investigação da Polícia Federal sobre o Vorcar. Já tinha relatório da CVM, da Comissão de Valores Mobiliários. E o Flávio fala, não, mas eu conheci em dezembro de 2024, etc. Precisa ter um esclarecimento, inclusive, de quando começou o primeiro repasse, mas ainda assim, meses antes.
de dezembro de 2024, o próprio Jair Bolsonaro já tinha feito uma postagem na rede social, que era simplesmente uma repercussão da matéria do jornal O Globo, sobre gerentes da Caixa Econômica Federal que tinham sido demitidos após terem barrado uma operação que era favorável ao Master.
E aí o Bolsonaro fez um comentário ali dizendo que o sistema estava agindo. Quer dizer, ele relacionou o Banco Master com o sistema como se o sistema estivesse agindo para proteger, para blindar, para favorecê-lo, na verdade, com uma operação de 500 milhões de reais. Além disso, o Flávio é senador pelo Rio de Janeiro. E o Estado do Rio de Janeiro tem o dever de saber disso.
estava fazendo aportes bilionários no Banco Master, por meio do Rio Previdência e da SEDAI, que é a Companhia Estadual de Águas e Esgotos. Então tem uma série de elementos que agravam o caso do Flávio Bolsonaro, assim como agravam o caso de outras autoridades, como Ciro Nogueira, etc.
Então, é preciso ver cada caso, evidentemente. Se você tem uma relação, se houve algum tipo de patrocínio público exposto quando o sujeito não pesava nenhuma suspeita contra o cara, em dois mil e pouquinho, etc., num veículo. Bom, aí talvez você não tenha elementos para comprometer, mas é preciso analisar cada situação.
A gente acompanha essa questão da publicidade. Você vê, por exemplo, que bancos, a publicidade do esporte, especialmente do futebol, envolve volumes gigantescos de investimento, de grana.
E você vê que sempre tem um grande banco patrocinando dentre os seis grandes, sete grandes patrocinadores no Campeonato Brasileiro, Libertadores da América. E a gente nunca soube de nada que viesse a contaminar essa relação. Pelo menos publicamente nunca se falou disso. O banco patrocina, entra lá o anúncio. Patrocinar também programa de televisão ou patrocinar publicar anúncios em jornais não é o problema.
Quando você tem notícia de algum outro interesse que vem como consequência daquela aplicação do dinheiro, ou quando especialmente tem poder público ou mundo político, aí fica diferente. E a gente não pode lembrar, só para terminar, que o tal do contrato do Vorcaro para patrocínio do filme...
teria de 160 milhões. Ele teria... 134 milhões. 134 milhões. Ele entregou... 61 milhões foram entregues. É preciso lembrar que o filme O Agente Secreto custou 45 milhões de reais. Que o filme Ainda Estou Aqui, que foi melhor filme internacional, custou 45 milhões de reais. Aí começa tudo a ficar nebuloso. Porque como é que um filme...
que não tem uma grande produção, que não tem, que se sabe, são situações que são criadas ali em ambientes de rua, em ambientes de estúdio, sem nada muito especial. Não é Os Vingadores. Não é nada disso. Não é nada disso que ficou... Tem certeza? Não sei nem como se... Os computadores ficaram produzidos durante três anos, nada disso. Mas, de repente, uma grana gigantesca que é colocada num filme. E aí vem a segunda parte da história.
que o dinheiro foi depositado numa firma nos Estados Unidos. Isso, no fundo, o Raven Gates, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e administrado, quer dizer, o representante legal, portanto, administrado, pelo Paulo Calixto, que é um advogado do Eduardo Bolsonaro.
ligado à imigração e tal, mas que eles disseram depois que têm experiência também nessa área, mas ainda não revelaram toda a documentação que confirme o caminho do dinheiro, a utilização dessa verba no filme, a não utilização em alguma outra coisa, sendo que já há várias reportagens da imprensa mostrando que outros fundos associados a essas pessoas compraram imóveis, que uma dessas pessoas tinha uma declaração.
de renda ali muito inferior ao valor do imóvel, etc. Você tem já um monte de suspeitos. E um detalhe nisso que você estava falando, Tramontino, é que era secreto.
Então, assim, o investimento do Daniel Vorcar no filme Dark Horse, alegadamente, alegadamente no filme, era secreto. Ninguém sabia, a não ser a família Bolsonaro, as pessoas diretamente ali envolvidas. Então, você tem uma tentativa de ficar no escurinho.
Não era um patrocínio formal com o crédito a ser exibido no final do filme. Se não fosse revelado pela imprensa, possivelmente por um vazamento de investigação da Polícia Federal, você não teria essa informação e eles não teriam revelado para a sociedade brasileira a parceria que fizeram, apesar de todo o escândalo de comoção nacional.
Era tanto o escurinho do cinema que quando o site Metrópolis procurou o senador Flávio Bolsonaro, ele falou para ele assim, ó, eu tenho informação aqui do financiamento do Banco Master para a produção do filme que vai tratar da história do seu pai.
Não, isso é mentira. O Intercept. O Repórter. É que tem tanta coisa de metrópole nos últimos dias também, né? Quando o Intercept procurou Flávio Bolsonaro, disse que era mentira, mentiu. Aí o Intercept publicou o áudio. Botou no ar o áudio. Batou na cueca.
Exatamente, e aí ele teve que gravar um vídeo admitindo, com toda aquela enrolação master. Mas ele mentiu descaradamente, e é uma cena horrível, porque o sujeito sabe o que fez, ele sabe da relação que teve com o Daniel Vorkaro, o que tem, que era uma intimidade muito grande. Irmão, é tudo isso aqui graças a você, salve meu irmão, bom dia meu irmão, salve a gente que fala.
Mas com todo aquele linguajar, ele sabia que tinha trocado mensagem durante meses, que conhecia há anos, que mandou áudio cobrando dinheiro. E quando é questionado pelo repórter, na maior cara de pau, com aquela frieza, ele fala, é mentira, de onde você tirou isso? E aí dá uma gargalhada, que é uma gargalhada cínica. E eu acho muito bom esses momentos ficarem registrados na cabeça das pessoas, de como os políticos mentem.
Eles mentem. Eles não só escondem uma informação importante da sociedade brasileira, tentam apontar o dedo para o outro lado quando estão envolvidos com algumas figuras tóxicas, mas eles mentem descaradamente. E se você não traz todo um elemento que...
comprove aquilo que você está falando, eles não admitem. Mas depois que vem à tona toda a verdade, você não tem como desmentir, aí eles começam a admitir algumas verdades em meio a outras enrolações para justificar também por que mentiram, por que esconderam.
Então, assim, tenham em mente, políticos mentem. O jornalismo, muitas vezes, incomoda ativista, incomoda quem tem político de estimação, porque o jornalismo não fica simplesmente restrito às declarações de políticos, não é a fonte da verdade.
Os políticos tentam fazer as suas massas de manobra, acreditarem que eles são a única fonte da verdade, a fonte oficial, inclusive da legitimação de qualquer coisa. Então, você viu alguma coisa na TV? Você viu no rádio? Espera aí, deixa eu ver se o político está dizendo que isso é verdade.
Tem gente que é assim, a gente conhece pessoas na vida social que são assim, o cara vai lá no canal do político, vai lá no canal dos porta-vozes do político para dizer é verdade isso que estão falando? Ou vão buscar esses microfones de aluguel, esses propagandistas? O que eu digo aqui para o amigo?
que é torcedor lá do outro grupo político, diante dessa situação. O cara quer o viés de confirmação o tempo todo, não está interessado em saber o que aconteceu. Que é a primeira coisa que todo mundo deve procurar saber, seja cidadão, seja jornalista. E é o dever da imprensa dizer o que aconteceu, em primeiro lugar. Eu falo muito disso, estava falando na semana passada, viajei lá para Recife, palestras sobre Oriente Médio, etc. De cobertura de guerra. Na cobertura de guerra se perde.
principalmente quando envolve grupos, países, governos, que são mais criticados, etc., se perde vista o que aconteceu. Então você tem uma situação particular de bombardeio, etc., o cara já tem opinião, já tem um viés, já tem um monte de coisa antes de saber o que aconteceu.
Na política é a mesma coisa, a gente tenta descobrir o que aconteceu e os políticos muitas vezes não querem que ninguém descubra e começam a dar alegações, enrolações. Só lembrar que o Flávio Bolsonaro prometeu que em 30 dias ele apresentaria...
todos os esclarecimentos relativos à aplicação do dinheiro na produção do filme. Então, nós vamos botar na nossa listinha do... Eu sei o que vocês fizeram no vídeo no passado. Trinta dias nós vamos cobrar. Quanto tempo, né? Se lápis nos Estados Unidos, combinar... Tem que combinar a versão com muita gente aí, né? Ver como é que vai arrumar ali os documentos para criar uma narrativa, para tentar justificar o injustificável.
Cara, sobre esse caso, sobre esse envolvimento do Flávio, esse óbvio envolvimento do Flávio Bolsonaro com o Vorcaro,
Cara, me mostra o seguinte. O cara que está defendendo, o cidadão que está defendendo com unhas e dentes, esses caras, ele está tendo a oportunidade de ver mais ou menos como é um político operando mesmo. Eu fui fazer uma viagem com a minha família, a gente foi andar de bug nas dunas, muito maneiro lá no Nordeste.
E aí teve um momento que tava trocando uma ideia O bug tava em cima De uma balsa pra atravessar um rio E a gente tava conversando com um cara De um outro bug Aí o cara tava falando, tava tocando uma música E o cara tava puto, porque a música Pô, essa música aí não quer dizer nada Pô, cara
Tu tá na festa aí, tu não gosta de ouvir um funk não, um samba, tu quer chegar na festa que eu ouvi música clássica, não sei o que. Aí ele já... Por isso que o Brasil tá assim, meu irmão. E já puxou pro Bolsonaro, pro Lula, não sei o que, que isso é tudo lulista. E eu falando, chamando de ladrão, e eu falando, cara, então, que é o ponto, que é o seguinte. Cara...
Ele estava dizendo que o Lula é ladrão, tá bom? E dizendo que o Bolsonaro não é ladrão, tá? A gente sabe que... Eu vou citar dois casos, que é... Estou falando do Jair Bolsonaro. Ele usou o dinheiro da moradia lá para comer gente, né? Ele fala isso numa entrevista. Antes de inteligência artificial, né? Ele falou isso numa entrevista.
E tem também um outro caso que ele dava um golpezinho na gasolina. Lembra? Que parecia um recibo. A lista é bem grande. Não, tá legal. Tem funcionários fantásticos. Isso, citando dois aqui suave, entendeu? Pra dizer o seguinte, isso que eu tô citando aqui, que é suave até.
É considerado roubo ou é considerado corrupção, ou de, em alguma medida, porque se a tua régua, ela deixa passar algumas coisas... Porque assim, pra tu dizer que esse cara é ladrão e esse cara não é ladrão, sendo que esse cara tem um... Tem umas caganeiras aqui também, né? Mas a tua régua que tá...
tá aqui, né? Que tá evitando considerar o vacilo aqui da rachadinha do Flávio, do lance lá do chocolate. A loja de chocolate. Curioso o caso da loja de chocolate, que não tem pico de páscoa. Ah não, pô, mas o cara não foi condenado. Sim, mas é porque os caras mataram o processo.
Não é que... Assim como no caso do Lula. É como no caso do Lula. Perfeito. É que mataram antes o processo. É, no caso do Flávio mataram antes. Então, aí o cara olha pra essa parada do Flávio, esse áudio aí, e ele aplica, de certa forma, essa régua de...
Ah, peraí, ele tá pedindo dinheiro pra financiar um troço maior que é mais importante, que é o filme do Jair Bolsonaro, que ele pode causar uma revolução popular e trazer de volta na direita, entendeu? Assim, encaixa isso dentro de uma visão de mundo que é permissiva pra um lado, que é permissiva praquilo que eu quero acreditar, na verdade, ou pro meu time. Cara, é cada vez mais parecido com Fla-Flu.
para citar um clássico do meu estado. Então, cara, isso é uma das coisas mais incríveis que eu vejo, de como se forma a opinião política das pessoas hoje em dia. Eu ainda acho que é uma ofensa ao Fla-Flu, porque a torcida do Flamengo e a torcida do Fluminense... Aqui nós temos dois torcedores do Flamengo, e aí esse negócio de Fla-Flu aí, sabe? A torcida do Flamengo e também a do Fluminense, embora eu não seja o tricolor.
criticam o time quando o time tá ruim, criticam o jogador quando o jogador foi bobagem. Olha o torcedor do Flamengo como tá criticando o Carrascal depois daquele pé alto que ele fez. Mas deu uma sobrevida pro Abel, não foi? O cara tava pegando no pé do Abel. É um assunto controverso, tem um monte de lança em que jogadores fizeram igual ou pior e não foram expulsos, então você tem aí uma dupla interpretação, mas ok.
A despeito da crítica ao árbitro, toda a torcida do Flamengo reconheceu que ele foi absolutamente imprudente, pode dizer o mínimo, e ele estava dando festa de aniversário lá na casa, a torcida raça rubro-negro foi lá. Então existe uma cobrança em relação ao jogador que erra, jogador que prejudica o time. Agora, com um político de estimação, virou essa idolatria, colocaram essas pessoas num patamar muito alto por uma questão de...
identidade tribal, de culto à personalidade que não só emburrece como corrompe. Então, muitas pessoas estão moralmente corrompidas, elas simplesmente não aceitam a realidade, elas não querem saber dos fatos objetivos, elas adaptam a realidade às suas teses pré-concebidas, às suas paixões, ao seu ódio.
Então ela tem horror ao outro lado e, sem dúvida alguma, há inúmeros motivos para se ter horror. Há vários lados nessa política, principalmente populista, de nós contra ele. Mas não deveria haver para ser tão vassalo, para ser tão sabujo de político que fica enganando o eleitorado o tempo inteiro.
É uma coisa quase que doentia mesmo, Igor, isso que você está narrando e que, obviamente, eu vejo o dia inteiro nas redes sociais, porque atuo na internet também, as pessoas ficam mandando mensagem, e, obviamente, tem a maioria de pessoas que seguem, que acompanham, que gostam do meu trabalho, mas você tem aquelas pessoas que ficam ali mandando uma mensagem.
E aí dizem assim, mas e o outro lado? Mas e não sei o que? Nesse momento estourou esse escândalo aqui, estamos tratando desse escândalo aqui, como quando estourou o outro escândalo ali, estávamos tratando do outro escândalo ali, e amanhã vai vir outro, vamos tratar do outro, etc. Não tem que estar tratando de todos, vamos dizer assim, a notícia de hoje e a notícia de 10 anos atrás, simplesmente porque ela aconteceu. Eu cobri a notícia de 10 anos atrás e sempre vou lembrar no momento das associações, mas os escândalos...
Por ser um dos argumentos que o Marmita. Do dia precisam ser detalhados, precisam ser destrinchados, as mentiras precisam ser refutadas, é preciso lançar luz para que a sujeira não seja varrida para debaixo do tapete. Então aguenta, ativista. Aguenta.
É uma semana, às vezes duas semanas, às vezes é um mês de cobertura de um escândalo específico quando você não tem outro escândalo para concorrer com ele. Mas é importante. Depois virão outros. Não vai ficar o noticiário fechado num escândalo só. Mas eles não aceitam esse período. Às vezes é um dia, dois dias, uma semana, duas semanas, um mês, dois meses. Eles não aceitam. E os outros, e os outros, e os outros.
Mesmo que você tenha 20 anos de carreira cobrindo todos os escas, todos. Financiamento de ditadura, mensalão, petrolão, tudo. Cara, pra mim o pior disso tudo é o seguinte, o cara entra no meio e fala assim, porra, ah tá, não, mas tu tá falando pra caralho aí do Alexandre de Morar, mas e o Flávio?
Pô, tá falando pra caralho aí do Alexandre de Mora, mas e o Lula ou qualquer coisa assim? Porra, meu irmão, é assim, não é... É que nem o próprio Gilmar Mendes, que é... Ah, não, vocês estão falando... Vocês estão aqui falando do Supremo Tribunal, mas e a Faria Lima? Irmão, quando eu quiser saber da Faria Lima, eu vou lá e falo com a Faria Lima, porra. Eu tô falando com todo respeito. Eu tô falando com o senhor, vossa senhoria, sei lá, vossa majestade. Excelência. É, ou o que você quiser.
E nos últimos anos, essa situação se agravou com a polarização, porque você tem grupos absolutamente identificados, um grupo e outro grupo, e a partir daí, cada um varre para debaixo do tapete todas as mazelas, todas as coisas erradas feitas pelos seus candidatos e pelo seu partido.
E passam a pedrejar tudo o que consideram que fez de errado o outro lado. E o outro lado faz exatamente a mesma coisa. E quando você argumenta, fala, mas isso aqui não está certo, isso aqui não pode. Ah, não, mas...
Quando eu olho debates, eu fico... Tenho as pesquisas que sempre mostram repetidamente o seguinte. Você tem um grupo muito grande de pessoas, cada grupo identificado com um dos candidatos principais, e ao final do debate você fala assim, quem ganhou o debate? Ah, foi o fulano. Mas, espera aí, ele não soube esclarecer isso, ele não soube esclarecer aquilo, aquilo. Ah, não, mas ele foi melhor.
Ou seja, na prática, desde antes do debate, essa pessoa já pensava que aquele candidato, que é o candidato dela, é o melhor, independentemente do que aconteça no debate, e vou votar nele.
responsabilidade eleitoral do cidadão é o direito claro que é o direito, cada um faz o que quiser e tal, mas a responsabilidade de cidadão exige um pouco mais exige um pouco mais de sangue frio e chegar um determinado momento e falar, olha, não, não vai dar pra votar em você, ou não dá pra votar em você, porque você fez isso você fez aquilo, né mas na prática pelo menos pra tá
30 e tantos por cento do eleitorado é uma coisa ou outra coisa. Aliás, as pesquisas, todas as avaliações de pesquisas falam muito disso. O Lula está com 40 e tanto, o Flávio está com 40 e tanto, 38, subiu 3, 300. Mas pouco espaço ou pouca discussão se dá para aquela parte do eleitorado.
que diz que não sabem quem votar, ou diz que, mesmo manifestando apoio agora a Lula ou a Flávio Bolsonaro, afirma que poderá mudar de voto. Esta semana saiu uma pesquisa e que tinha isso com clareza, eu achei muito interessante, porque tinha 30 e poucos por cento dos que falavam que iam votar no Lula ou no Flávio Bolsonaro, admitiu que poderiam mudar de voto.
E isso é muito importante, porque na prática mostra que nada está definido. Exato. E que, como eles têm uma base, você tem essa outra parcela menos fiel, que acaba indo para um lado por achar que aquele lado é o único capaz de derrotar o outro.
E essas duas candidaturas ficam travando o crescimento das demais, vão para o segundo turno e há um índice de rejeição muito grande, muitos votos brancos, nulos, etc. Mas só um parêntese aqui, que os petistas, quando estourou todos esses escândalos, Mensalão, Petrolão, financiamento de ditadura, campeões nacionais no BNDES, aloprados, sanguessugas, Nossa, teve um monte, um monte.
eles falavam assim, não sabe falar de outra coisa. Não sabe falar de outra coisa. Se o Lula sair do poder e tal, o que você vai fazer da sua vida? Tudo assim. E os bolsonaristas são a mesma coisa. Eles não aguentam uma hora, um dia de cobertura sobre uma coisa que o integrante do grupo político deles fez.
Ele reclama com quem cobre, em vez de reclamar do Flávio Bolsonaro, que estava lá mandando áudio para cobrar dinheiro do Daniel Vorcaro. Então você não pode fazer a cobertura. E é igualzinho, dos dois lados, esse tipo de patrulha. E fazendo aqui um momento cultural, eu quando falava disso antigamente, acabei de lembrar.
Eu citava, já que o Tramontina acabou de... Não posso revelar o que ele fala nos bastidores. Mas é um cara muito viajado, já passou pela Argentina. Mas um grande escritor, o maior escritor da história da Argentina é o Jorge Luis Borges. Jorge Luis Borges. Como dizem os argentinos. E ele tem um conto extraordinário chamado Wallef.
que é um conto que tem uns elementos de realismo fantástico, etc. E o narrador, o Borges, na figura do narrador no conto, ele tem uma visão, tem uns elementos específicos de objetos, etc. Mas tem um momento que ele tem uma visão, que ele vê muitas coisas ao mesmo tempo.
E aí ele faz uma narração de tudo que ele viu ao mesmo tempo da maneira extraordinária. É um conto clássico da literatura mundial. Mas tem uma frase que me marcou muito, que ele fala assim, mais ou menos isso, eu não estou agora com a formulação na cabeça de cor, mas ele fala assim, o que eu vi foi simultâneo.
mas eu descreverei de forma sucessiva, pois a linguagem o é. Então é o seguinte, minha gente, muitas vezes você vê um monte de coisa ao mesmo tempo, você vê em 3D e tal, bolsonarismo, lulismo, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Daniel Vorca.
Mas quando você vai tratar dessa questão, existe um elemento da linguagem, que a linguagem é sucessiva. Não dá para você falar de todos na mesma frase. Então você vai falar do elemento do Vorcá, do elemento do Flá, do elemento do Lua, etc. É assim, é um de cada vez na sua construção de linguagem. Não dá para você falar Lua, Vorcá. Você não fala ao mesmo tempo. Você pode enxergar em 3D. A menos que eu conseguisse pegar você e enfiar na minha mente para ver o que eu estou pensando.
esperar eu falar. Você tem que esperar você desdobrar a linguagem porque a linguagem é sucessiva, como o Borges mostrou no conto O Aleph. Então muita gente não tem essa paciência. Não, espera aqui que agora eu estou falando sobre isso aqui e logo em seguida a gente fala sobre isso aqui, etc.
É patrulha, generalizar. Eu não me esqueço que na época do processo de impeachment da Dilma, que começou com aquelas manifestações, 2013, 2014, isso tudo no final resultou no impeachment da Dilma. Eu trabalhava na TV Globo e nas ruas nós éramos chamados pelos petistas de Globo golpista. Aí o Lula...
quando a Globo passa a noticiar Bolsonaro, então presidente da República, de tudo o que acontecia, ou que deveria acontecer e não acontecia, porque o governo não sabia o que fazer com a pandemia e tudo aquilo que aconteceu, aí os petistas elogiavam a TV Globo.
E os bolsonaristas nos chamavam nas ruas de globo lixo. Na prática, é a mesma coisa. É isso que nós estamos falando. E o processo de impeachment... As pessoas têm que parar para pensar. É a mesma coisa. Você deu um bom exemplo, porque o processo de impeachment da Dilma levou meses.
Então, são meses de comissão analisando o caso e pessoas que estavam depondo, questionamentos, todo aquele auê que se tem, geralmente em comissão parlamentar de inquérito também. Então, assim, a cobertura jornalística, obviamente, vai tratar das várias sessões de impeachment. Só que o grupo político que está sendo...
investigado, que está nas cordas, que está na vermelha, fica irritadíssimo com toda aquela cobertura. Mas são assuntos relevantes para o país. E agora, você tem essas duas candidaturas com todos os seus escândalos, cada um vem uma vez. Estava aberta a CPMI do INSS. Era todo dia, cobertura da CPMI do INSS.
que desgastava mais, embora os petistas trouxessem elementos relativos ao governo Bolsonaro, mas desgastava mais o governo de turno. E nós fizemos cobertura diária sobre a CPMI do INSS, assim como a CPI do crime organizado, etc. Mas sai um áudio, sai uma mensagem, Flávio, visita e tal. Não pode falar, por que não está falando dos outros? Por que não está lembrando mensalão? E você se lembra que o Temer sucedeu a Dilma, ele assumiu quando a Dilma foi empichada.
Michel Temer assumiu. E aí surgiu aquela gravação da conversa dele com o Wesley Batista. Wesley, né? Wesley. Wesley. Olha, tem que manter isso aí. O que sugeria que aquela conversa significava uma negociação financeira.
Para garantir o silêncio para Eduardo Cunha. Isso, silêncio e tal. Aí uma pessoa a quem eu sempre encontrava, falou assim, bom, mas vocês têm que ficar lembrando todo dia que o Temer falou isso com o Joesne. Vocês estão querendo destruir o Temer? É a mesma coisa. Sempre tem. É a mesma coisa disso que eu acabei de contar do PT, do petismo e do bolsonarismo.
Era só os caras serem limpos, porra. Pois é. Era só os caras não... Entendeu? Não fazem merda, porra. Isso. Parece simples. E às vezes você tem a cobrança contrária, que é para você focar só no fato do dia. Você não lembrar. Porque se você lembrar o escândalo do outro, ele fala assim...
Ah, você sempre tem que falar do outro para falar desse. Você sempre tem que falar do outro. É porque, justamente, você está mostrando como alguns mecanismos se repetem, como alguns expedientes se repetem. Você está mostrando a história do país. Você está diagnosticando determinados problemas da República, da administração pública. Então, é...
Se você faz uma cobertura superficial, você fica ali só no tiro curto. Se você tem uma análise holística, histórica, etc., você vai pegar esses elementos, você vai traçar analogias, comparações, você vai mostrar como determinados mecanismos mesmo, ciclos, eles se repetem.
E isso ainda sobre o Banco Master, o... Vamos lá. Primeiro, o Valdemar da Costa Neto, cara. Esse cara fala uns bagulhos e toda hora ele dá uns mole em nome dos outros, né? Lembra uma que ele falou da tentativa do golpe, que os caras tentaram dar o golpe, né? Ele falou isso, né, cara? Agora ele tá falando que o Flávio foi lá buscar dinheiro, porra.
Cara, eu ri demais com o Valdemar Costa Neto, porque ele tem aquele jeito de tiozão, tiozão mensalista, é uma coisa engraçada. E ele vai dar entrevista na TV e ele acaba entregando o aliado dele, né? E é uma coisa assim, tão idiota, tão idiota que as pessoas falam assim, peraí, deve ser de propósito, deve ser o xadrez 4D do Valdemar. E você fica meio na dúvida mesmo, né? Ele é aloprado,
Ou ele não quer a candidatura do Flávio e está dando um jeito de comprometê-lo, etc. Outro dia eu vi uma série, qual é o nome, cara? Da Nicole Kidman, que o marido dela é um cara suspeito, que é o Hugh Grant. O pessoal deve saber aí no chat.
E aí ela vai dar um depoimento que parece que vai ajudá-lo, mas que acaba prejudicando. E parece o Valdemar na TV, assim. Não, estou aqui para falar bem do meu candidato. Não, é, o Flávio foi lá para cobrar o dinheiro. Vai pagar o restante? Vai pagar o que deve? Não vai? E faltou combinar com o Flávio, só para explicar para quem não viu.
O Valdemar falou isso na Globo Anísa e o Flávio tinha alegado que foi visitar o Daniel Vorcar para encerrar a relação, não para cobrar o dinheiro restante. Porque aí já se sabia mais do que... Já tinha toneladas de evidências de que aquele dinheiro era dinheiro de fraude, era dinheiro de enganação de investidores, etc.
Então, o Valdemar acabou complicando a situação e só para completar, ele foi se explicar e foi se enrolando cada vez mais. Na própria entrevista ele deu um recuo. Não, não falei com o Flávio porque foi confrontado ali pelos jornalistas e depois saiu dando outras entrevistas para tentar amenizar a situação e hoje, se eu não me engano, de manhã fez um vídeo, publicou nas redes sociais, até mostrando o trecho da entrevista original e diz assim, Igor, tem um momento engraçado que ele falou assim E aí
Não, as pessoas me questionaram e tal, e aí eu fui rever, e daí eu vi que ficou confuso mesmo. O HH, galera. O cara diz que ele ainda fala lindo. Mas quem também é especialista nesse tipo de coisa é o Ciro Nogueira, que é o outro sabonete, né? Que vai pra lá e vai pra cá. Vocês viram o que ele falou?
semana passada, na TV... Ele falou isso numa entrevista na TV Clube, afiliada à Globo do Piauí. Aí ele falou o seguinte, Ciro Nogueira, olha, eu não estou aqui para defender nem acusar o senador Flávio.
ele tem que ser investigado como todos. É verdade. Como eu também estou sendo investigado. E se for inocente, que seja, lógico, reconhecida a sua inocência. Se for culpado, tem que pagar exemplarmente. Neste país não pode mais haver ninguém cometendo o ilícito que possa ser beneficiado por proteção. Cara, é inacreditável isso. Caralho, temos que é muito melhor ficar calado mesmo, né, cara?
que já foi blindado no STF pelo menos umas 5 vezes acusação de... acho que é por isso que esse cara entra nessa lógico, o ambiente de impunidade favorece novos riscos porque a pessoa não vê é como um risco
incorrer numa ilicitude. Estou falando de uma maneira geral aqui, sem fulanizar, porque ainda não teve o resultado. Mas o Ciro Nogueira teve envolvimento com... Foi o Debrecht, UTC, JBS, a acusação de compra de testemunha.
E o quadrilhão do PP, na Petrobras. Tudo foi arquivado, gerou blindagem do Supremo Tribunal Federal, o pessoal com costas quentes se sente... Já dizia o samba, quem tem costa quente se julga valente mais forte. Fundo de quintal. Bom, vamos mudar um pouquinho de assunto?
Dá pra gente falar um pouquinho aí sobre o Luciano Huck lá, meu irmão. Vagabundo calma, atando em cima dele aí. E eu sei que o Tramonta veio preparadão pra falar disso aí, cara.
O Luciano Huck foi participar Como convidado De um encontro promovido Pela empresa Esfera Que é uma das empresas que promove esses encontros Com empresários, políticos Convidados especiais Para uma palestra, para um bate-papo E ele fez críticas à Bolsa Família A existência de Bolsa Família Ele disse que o Bolsa Família não quebra Estou falando de forma genérica Não quebra o circuito de pobreza Não quebra o circuito de pobreza
e que tinha muita gente que se encostava no Bolsa Família. E a Deolando, o que a Deolando está fazendo? Sei lá. Sei lá. Ah, está aí. Luciano Huck critica a Bolsa Família. Beneficiários criam atalhos para ficar no programa, é preciso criar um estímulo e tal. Aí ele passou a tomar pau de todo lado. Foi criticado por todo mundo.
E aí ele foi se explicar, se enrolou mais ainda. O fato é o seguinte, o Bolsa Família é um dos maiores programas de transferência de renda do mundo. Você pode não gostar, mas isso é um fato.
O Bolsa Família tem hoje 18,9 milhões de pessoas, famílias inscritas, que ganham, na média, em abril de 1926, R$ 678,00 por mês. O Bolsa Família, por si só, é por volta de R$ 600,00. Mas tem aí algumas alterações e o dinheiro pode ser um pouquinho maior. R$ 678,00.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a garantia de renda mínima favorece mobilidade social, empreendedorismo e acesso ao mercado de trabalho. E segundo especialistas nesta área também, a falta de mão de óculos, porque muita gente fala assim, mas o Bolsa Família, o cara fica escondido atrás do Bolsa Família, ganha o dinheirinho dele e não quer trabalhar.
Segundo vários especialistas, a falta de mão de obra decorre de baixos salários, de condições precárias de trabalho, de longas escalas. E aí tem uma coisa que é uma notícia de hoje, que é a seguinte. A ONU divulgou o IDH, que é o Índice de Desenvolvimento Humano. É um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Então, mede uma escala de zero.
O Brasil, em 2012, estava, nesta escala, com a nota 0,744. Hoje, ele está com a nota 0,805. Então, é o melhor indicador de índice de desenvolvimento humano já conquistado pelo Brasil. Eu não estou falando de governos, eu não estou nomeando.
Se esse governo fez isso, se esse governo não fez, quem fez é quem deixou de fazer. Este é um fato. E aí a ONU informou hoje que os principais indicadores que fizeram com que o Brasil alcançasse essa posição são a longevidade, a educação...
E a Renda e a ONU disse que a Bolsa Família foi fundamental na distribuição de renda, disse a coordenadora do escritório deste programa aqui no Brasil. Então, a gente não pode dizer que não tem desigualdade. Não, inclusive a própria ONU disse o seguinte.
que os homens estão numa condição melhor que as mulheres, ganham mais, trabalham numa condição melhor que as mulheres, os brancos continuam numa condição melhor que os negros. A renda média de um negro no Maranhão é de R$ 446 por mês. De um branco no Distrito Federal fazendo a mesma coisa é de 1987. Então, tudo isso para dizer o seguinte, o Luciano Huck é muito mal informado e foi falar sobre o quê? Não sabia.
Ou se sabia disso e deu outro tipo, se sabia que aquela informação que ele tinha não era correta e deu informação incorreta, ele mentiu propositalmente, não quero crer. Mas é uma surpresa ver que uma pessoa que tem espaço, que tem divulgação, que tem um público gigantesco, se dispõe a falar sobre um assunto sobre o qual não conhece.
Existem fatos. Você pode criticar tudo. Na vida a gente pode criticar tudo e pode elogiar o que quiser, claro. Agora, isso aqui é um programa de governo e tem métricas que avaliam se o programa de governo funciona, se no programa é ruim ou se é bom. Se ele viaja tanto para fazer o programa dele, ele sabe que tem lugar no Brasil que as pessoas não têm comida até hoje. E que se não tiver R$ 600, não come.
o hoje deputado estadual para o São Paulo, Eduardo Suplicy, criou há mais de 30 anos um programa de renda mínima que é elogiado, não foi adotado no Brasil, que é elogiado no mundo todo como proposta para fazer com que todas as pessoas tenham uma renda básica mínima para sobreviver.
Eu tenho uma pessoa da minha família que foi morar na Inglaterra há quatro anos e logo que chegou lá, não tinha emprego, ainda não tinha emprego, estava começando a trabalhar num emprego onde ganhava pouco. O governo britânico calculava quanto a família de ele...
ela e as duas crianças custavam por mês e dava para eles todo mês a diferença para alcançar aquele salário que era considerado o salário ideal para a sobrevivência no país. Isso é uma Bolsa Família do governo britânico. Agora, quando você sai para falar cara, isso aqui que eu fiz, isso aqui é lição de casa, né?
É isso. Não é pesquisar antes de falar. Pra não falar bobagem. Aí tá tomando pau, aí volta atrás, aí piora tudo. O Luciano Henrique tá tomando pau de todo mundo. Até a Ana Paula Renou, que acabou de ganhar o Big Brother, que foi contratada pela Globo, sentou um porrete nele e falou você não sabe o que você tá falando. Pô, Luciano, cara...
Eu já vi o Luciano falando. Desculpa o discurso. Escreveu coisa pra caralho e não vai dar ali no discurso. Tem que dar ali. Eu penso um pouco diferente. Tudo bem, mas só queria... Está faltando um número só aqui. Este ano, 2.069.776 famílias deixaram o Bolsa Família. Porque se considera esta informação oficial. Pode repetir essa informação?
2.069.776 famílias deixaram o Bolsa Família entre janeiro e outubro de 2025, que são os últimos números, que é o número oficial do Ministério do Desenvolvimento Social. Aí eu não estou discutindo se o número está certo, se o número está errado. Apenas um número informado publicamente. Sobre o Luciano Huck, o meu é rápido. Sobre o Luciano Huck, eu já ouvi falando antes.
E a sensação que eu tenho é que ele vai falar o que tu quiser ouvir, meu irmão. Ele tá no evento ali, ele tá no evento ali, que me parece que a galera lá esperava que ele desse uma malhada no Bolsa Família, entendeu? Que nem eu já vi ele falando de inteligência artificial, que a galera esperava que ele fosse falar que a inteligência artificial vai virar Skynet e que a gente tem que tomar cuidado, porque senão ela vai substituir a gente, etc. Então, é...
Eu não sei porque ele começou a falar de política, tá? Porque não parece ser a praia dele. Já que ele só fala um monte de senso comum, entendeu? Senso comum que é um pouco aqui editado, me parece, para caber no que tu quer ouvir. Porque é isso que ele faz. Ele é gente feliz, porra, né? Ele apresenta aí para nós a feiticeira tiazinha, porra. Entendeu? Essas paradas.
Não é falar de Bolsa Família. Todo respeito. Pode falar de Bolsa Família. Mas aí era bom saber do que fala, inclusive. Por bem e por mal. Ou de inteligência artificial. Ou de escala 6x1. Ou qualquer coisa que tu for falar aí. Numa posição de intelectual.
É, nesse sentido, a opinião de uma celebridade que não tem grande conhecimento sobre o assunto não tem muita relevância a não ser gerar discussões, mas, obviamente, não são parâmetros para que as pessoas...
tomem decisões. Então, essas pessoas estão falando sobre assuntos que não dominam e tentando agradar o público, etc. Nesse ponto eu concordo muito com você, Igor. Agora, em relação à questão em si, eu acho que o que acontece muitas vezes, seja de quem defende completamente o Bolsa Família ou de quem ataca completamente o Bolsa Família, é um discurso mais generalizante.
E eu não tenho uma tendência a acreditar que todas as pessoas de determinado segmento da população agem da mesma forma.
Então, essa generalização de que todos os beneficiários do Bolsa Família são de determinado jeito, seja pessoas que estão usando aquele dinheiro para tentar sair do programa social ou para produzir alguma coisa, para empreender, etc. Seja estão usando esse dinheiro para ficar encostados e não trabalhar. Não é assim o mundo.
A sociedade humana não é assim. Então, em todas as camadas, existem pessoas de diversos tipos. Existem pessoas que usam eventuais ajudas e tentam caminhar com as próprias pernas, como muitas vezes se diz. Existem pessoas que ficam mais satisfeitas com aquelas ajudas e, eventualmente, podem deixar de fazer alguma coisa.
que poderiam fazer e vão se acostumando com aquilo. Mas a maneira, Luciano Huck, de falar, essa maneira mais generalizante, mais superficial, mais binária, acho que gera uma declaração que dá margem para todo esse tipo de contestação. Eu não tenho essa mesma simpatia por especialistas de uma maneira geral, por integrantes da ONU, etc., dos quais eu discordo inúmeras vezes.
então eu acho que o Luciano Huck fez uma declaração muito genérica, que não tem nuances, e ao se retratar dessa declaração, ele acaba agradando o outro lado de uma maneira muito genérica, então nenhuma das duas vezes eu considero que ele está sendo condizente com a realidade específica, eu acho que há uma discussão legítima.
sobre a funcionalidade, a eficácia de um programa social como o Bolsa Família. Essa discussão é travada no mundo inteiro. O Thomas Sowell, que é um dos maiores intelectuais do mundo americano, e que é preto, que é de origem pobre.
Ele tem toda uma obra, livros e livros, sobre essas questões do assistencialismo, de determinados segmentos da sociedade que foram beneficiados, de outros que não foram. Ele fala muito, por exemplo, dos asiáticos, que nunca tiveram toda uma benevolência que se tem no campo da esquerda, com as chamadas minorias, e que mesmo assim empreenderam, superando todas as adversidades. Ele tem uma série de críticas a determinados programas sociais. Então,
O próprio José Dirceu, de acordo com uma declaração de um dos fundadores do PT, o Hélio Bicudo, que lamentavelmente morreu alguns anos atrás, o Hélio Bicudo contava que ouviu diretamente do José Dirceu que o Bolsa Família significava para o PT 40 milhões de votos. Depois ele foi crescendo, passou a ter 50 milhões de beneficiários, etc.
Então, isso é um relato, um testemunho de um dos fundadores do PT sobre um dos grandes estrategistas e articuladores do PT, inclusive do Mensalão, do Petrolão, de acordo com as investigações do José Dirceu. Então, sempre houve uma discussão de em que medida o programa social está sendo utilizado para ajudar uma pessoa que realmente está numa situação de miséria e precisa.
de algum impulso e em que medida ele está sendo usado de uma maneira eleitoreira para tornar essas pessoas dependentes do Estado e gerar uma simpatia que faça com que elas votem no político que está oferecendo esse programa. Ele não foi idealizado pelo Lula, você tem inclusive o discurso em vídeo do Lula no lançamento do Bolsa Família.
em que ele atribui, depois parou de atribuir, obviamente ele gosta de ser confundido com o idealizador do Bolsa Família, mas foi idealizado ali pelo Marconi Perillo, que é do PSDB, e que pensou na reunião de diversos outros programas, de Bolsa Escola, Bolsa Gás, Bolsa Isso, Bolsa Aquilo, que existiam na época do governo Fernando Henrique Cardoso. Agora o PT, de fato, fez essa união, implementou esse programa.
E há, repito, debates legítimos sobre determinados pontos, determinadas nuances do programa social. É preciso ter em mente, como a população mais à direita, mais liberal, muitas vezes tem, principalmente aquela que conhece a história americana, aquelas frases históricas que são muito marcantes do Ronald Reagan, que foi um presidente dos Estados Unidos do Partido Republicano.
que está à direita no espectro ideológico americano, que ele falava que o sucesso de um programa social se mede pela quantidade de pessoas que saem dele, e não pela quantidade de pessoas que entram. E que o melhor programa social é o emprego. Então, é preciso ter um pouco desse norte para avaliar a eficácia. Agora, me parece que em relação ao Bolsa Família de alguns elementos específicos, tem muita propaganda.
contra, muita propaganda a favor e talvez falte um pouco mais de estudo rigoroso sobre o que poderia ser aprimorado. E eu acho que é um tema muito importante para a corrida eleitoral de 2026. Eu penso que a gente tem uma ferramenta. A renda básica universal não foi inventada pelo PT ou pelo Lula. A renda básica universal, inclusive, também não foi inventada pelo Suplicy.
Mas a gente usa de fato... O problema não é o programa em si, ou a razão de ser do programa. O problema é quando a gente, de fato, pega esse programa e transforma ele numa plataforma política e amarra, e de fato faz com que... Força, de certa forma, para que ele seja algum tipo de rédea, para tu manobrar a galera.
Então, o problema, o que eu estou defendendo aqui é o programa em si não precisa ser um problema. O programa em si é proposto por um dos caras... Esqueci o nome do cara. Mas é um desses que os caras de direita defendem fortemente. Sim, ele veio dos liberais. Isso. Ele veio de pensadores liberais. Aliás, só um parênteses, desculpa. O próprio Jair Bolsonaro tentou mudar o nome do Bolsa Família para Auxílio Brasil, elevou ali o valor.
Então, todo mundo quer agradar o segmento da população que é mais dependente do Estado. E isso, eventualmente, gera um problema, no sentido de, mas como a gente vai tornar essas pessoas menos dependentes, de forma que elas consigam empregos e serem remuneradas, etc., sem gerar essa questão fiscal de gastos para a máquina pública.
Porra, o que dá um bilhão de reais? Um bilhão e duzentos, mais ou menos, que dá isso daí? Um bilhão, um bilhão e meio, vai, com esses números aí que tu tá falando. Porra, meu irmão, tem uns lugares pra gente tirar esse um bilhão aí, né? Eu não sou terminantemente contra, não. Eu entendo o argumento do cara que fala, mas e o cara que vai ficar encostado?
Eu acho que tá bom, porque o cara que vai ficar encostado, ele pelo menos vai rodar o dinheiro para o cara que não ficou encostado, sabe? O cara que botou uma vendinha. É, mas as discussões, Igor, elas são exatamente para você tentar minimizar todos os efeitos negativos. Quer dizer, o programa pode existir, é necessário que exista, eventualmente, para ajudar as pessoas que estão em necessidade. Agora, como é que você faz para mitigar os problemas? Quais são os problemas? Por exemplo, fraude.
Tem fraude, tem gente que está recebendo o Bolsa Família que não está na categoria de pessoas que deveriam receber o Bolsa Família. Eventualmente, um governo expande o número de pessoas para tentar agradar pessoas até que já tem a sua subsistência, já tem condições de caminhar com as próprias pernas, etc., porque quer o voto e tal. Então, como é que você reduz? Como é que você cobra daquela pessoa também que não fique encostada? Não são todas as pessoas. Eu sou o Luciano Ruto dando uma declaração.
genérica, mas para você minimizar esse risco de tornar as pessoas mais dependentes. Você faz uma questão casada. Essas coisas que foram integrar, inclusive, o Bolsa Família tem alguns expedientes, alguns mecanismos que passaram a integrar. Que é a necessidade de escola para criança, de você fazer alguma coisa como contrapartida, vamos dizer assim, daquele benefício como uma contrapartida positiva, que é uma palavra que a gente costuma ver em esquema de propina, etc.
que eu estou falando. Então, são determinados critérios para distribuir, determinados critérios para receber, e aí você vai minimizando os efeitos negativos. Eventualmente, vai ter algum, mas os positivos vão sobressair.
Isso é discutir política pública. Política pública tem que ser a medida perfeita. Ela nunca vai ser perfeita, nunca vai resolver todos os problemas. Mas como a gente faz políticas públicas, uma aqui, outra ali, etc., que possam melhorar o país como um todo e gerar um mínimo de efeitos colaterais.
E a discussão deveria ser muito mais ampla. O fato é que cada governo que entra, coloca os seus programas sociais e muitas vezes tem um viés populista muito claro. Nós estamos vendo agora, nesse ano, inclusive o governo federal lançando uma série de programas que aparentemente são programas realmente eleitoreiros. Agora, a questão é que depois ninguém entra numa discussão séria.
fica numa discussão onde a questão ideológica acaba tendo um peso muito grande. Então, quem não lançou o programa simplesmente critica o programa. E aquele que apresentou o programa e introduziu o programa social defende com unhas e dentes sem levar em consideração os problemas que muitas vezes aparecem, que existem, claro.
a fraude por exemplo é um puta problema esse aí que tu citou e apareceu muito, a gente morta recebendo o Bolsonaro isso todo mundo tinha que receber eu, você, o presidente todo mundo tinha que receber mil reaisinho aí e a gente dá um jeito de resolver que aí não tem como tu comprar voto com essa porra
E eu não vou buscar mil reais. Tu vai buscar mil reais? Não vai, né? É bom que fica lá pra todo mundo. De vez em quando tem alguma prisão. Se quiser me dar um extra aí, numa dessas operações da Polícia Federal, descobre que o cara recebeu o Bolsa Família. Pode procurar direitinho. De vez em quando tem. Mas, olha, na atual disputa eleitoral mais populista, você nem tem essa rivalidade. Tem o PT sempre, claro, tentando se apropriar.
da bandeira, mas o bolsonarismo, que antes criticava o Bolsa Família, você tem as declarações gravadas em vídeo do Bolsonaro antes de ser presidente, falando em idiota, falando declarações muito próximas dessas e até num nível mais incisivo do que o Luciano Huck fez e depois chegou lá, quis mudar o nome para se apropriar.
virar auxílio Brasil e aumentou ali de 400 para 600 reais no final do governo, furando o teto de gastos muitas vezes, etc. E dificilmente o Flávio Bolsonaro vai fazer um discurso como o pai dele fazia antes da presidência.
Isso aí é algo que gera tanto desgaste se você mexer, que nem um grupo populista quer. Eventualmente você vai ter um renasciante fazendo uma crítica mais dura, o Romeu Zema fazendo alguma crítica em algum elemento, já soltou algumas palavras que são exploradas contra ele também, sobre a população do Nordeste, associando aí.
ao Bolsa Família de uma maneira crítica, que muitas vezes também é maximizada, distorcida, como costuma acontecer em período eleitoral. Mas bolsonarismo e lulismo estão na mesma toada.
Bom, e a Deolane, cara? Sabe uma parada interessante sobre... Tu sabe do que eu estou falando, Felipe, dessa parada Deolane? Tu sabe quem é a Deolane Bizerra? Acho que é Bizerra o nome dela. Tu sabe quem é? É uma influencer. Essa é... Ela é uma advogada. Eu ouvi dizer que quando ela tomou, puxou a primeira cana. Isso. O que é Deolane? Deolane... Deolane. As pessoas que a gente conhece quando são presas. Ah, então, essas pessoas são, né?
A Deolane, ela é viúva do MC Kevin. Aquele que caiu da sacada... Caiu da varanda. Da varanda de um hotel. Litoral. Isso, alguma coisa assim. E ela é...
Ela ficou muito mais famosa depois que isso aconteceu. Ela também é influencer, ela também é envolvida com casas de apostas. Ela já estava sendo investigada naquele lance das Betes antigamente. E agora ela foi presa por conta de uma investigação que a ligaria ao PCC. Algum esquema de grana.
E aí apareceu um áudio que ela mandou pra uma pessoa que trabalhava na casa dela, uma empregada doméstica que trabalhava pra ela, dizendo pra ela basicamente que não é a polícia que vai te buscar não. É no lógico que a gente é problema mesmo, que não sei o quê. E falando meio que, ó, a gente é...
Não é polícia, entendeu? Porque essa moça teria levado um dinheiro. Ela acusa a moça de roubar dinheiro dela. E ela estava mandando uns áudios dizendo que ia buscar essa grana, que não sei o quê e tal. E a moça dizendo que, pelo amor de Deus, não peguei nada não. Mas ela falando que ia buscar isso e dizendo que está com os caras. Você está dizendo então que a investigação revelou um áudio? Deixa eu ver se eu entendi.
Da Deolane, meio que ameaçando uma mulher. É isso? É, é. Eu quero ouvir, tem aí? Tem aqui, tem um vídeo aqui que tu consegue pôr pra nós aí, Vitão. Porque tem aqui uma... É, tem uma... Boa, isso daí, vai, dá-lhe. E a mulher com medo dela.
Dá pra gente ouvir? Já temos. Nós temos imagens agora das mensagens, Carlinha. Das mensagens que você havia separado. Vou até pedir pro Iago tentar dar uma... Aí é o nome da moça. Ela fala ali. Denise, é a Deolane. Por favor me retornar. Isso tudo tá no processo. Pode ir pra próxima.
Aí, sim, me ligou pra me xingar e me acusar. Você sabe muito bem disso. Tá certo, Denise. Te avisei o que você tem que fazer, né? Vai mais trabalhar em lugar nenhum. Vai trabalhar, é. Não vai mais trabalhar em lugar nenhum. Aí tá ali ela, né? A moça. Ela manda um áudio. Ela vai mandar um áudio.
Todos esses áudios estão no processo também. Preciso falar com você na ligação. Quando você desocupar, me liga. Urgente. Agora só quando eu chegar mais tarde. Não consegue falar agora pela ligação ou prefere que eu espere aqui? Aí vai sempre... Está vendo que ela mandava mensagem...
A gente, voz, de visualização única. Pressionando a moça. Olha lá, ó. Aí essa moça, nesse dia, vai sair com uma sacola. O que é essa sacola? A moça diz que é um casaco dela. Aí a Deolane vai dizer que é o dinheiro. São os 80 mil reais que estão ali dentro dessa sacola. Um casaco enrolado numa sacola plástica. Aí ela vai... Isso é que tá pesado, né? Isso é blusa enrolada, né? Tá vendo? Ali, ó. Eu sou da tese do seguinte, vendo essa história...
Bom, qual que é a grande parada, qual que é a grande curiosidade disso aí? É gente de muita grana, né? E a gente vai ter uma disputa interessante nos tribunais de grandes advogados. Tá tendo uma conversa aí que esse caso aí tende a ditar novos paradigmas pro direito e tudo. Vê se pode, cara. Por conta do calibre dos advogados. Tá contratando uns caras caríssimo pra fazer o bagulho rolar.
Eu não sei se eu entendi muito bem essa conversa, não. Ela ameaçou uma doméstica... Que teria roubado 80 mil reais dela. Ah, tá. E ela disse que ia buscar... E foi nesse tom aí de quem é parceira dos manos, é isso? Não, ela parece que fala mesmo que é parceira dos manos, entendeu? E aí ela teria se entregado com a relação que estava sendo investigada pela polícia que ela teria com os manos, entendeu?
É, porque é a relação de lavagem de dinheiro. E várias dessas investigações estão apontando que influências digitais, digitais, artistas e, eventualmente, advogados, o que gera toda uma crítica sobre o próprio sistema de fiscalização de advogados, a atuação da Ordem dos Advogados do Brasil, etc., que essas pessoas são usadas muitas vezes para lavagem de dinheiro.
Em razão, eventualmente, da sua fama, da facilidade de você encobrir pagamentos, de você alegar que você está prestando algum tipo de serviço, quando, na verdade, você não está.
E a reclamação dela, pelo que eu vi das declarações dela, é justamente essa, de que, ah, não, eu prestei um serviço de advogada, eu sou advogada. E aí ninguém acredita que aquele dinheiro que passou lá por uma conta dela tenha sido em razão de um serviço advocatista. Você conhece isso de algum lugar?
milhões de reais sendo pagos para o advogado, etc. Em situações que não convencem de serviços prestados. Isso tem sido bastante comum no Brasil, né, Igor? A gente começou no programa falando algo nesse sentido. Olha só, vamos lá. Aí ela fez uma carta da prisão lá. Mais uma vez a mãe está enjaulada.
E eu fico, cara, porra, caralho. Irmão, tu tá preso mais uma vez, tá? Mais uma vez, entendeu? Eu nunca fui preso, entendeu? Foi certo. Eu sei lá. E olha que eu não sou advogado, entendeu? É. Gozar desse autotratamento, né? A mãe. Ou seja, eu sou mãe de todos vocês. Porque ela estava se dirigindo aos seus seguidores, né? Cara.
Eu não entendo por que que segue, né? Com todo respeito, não é uma questão de... Tem vezes que eu vou falar os bagulhos, o cara fica ah, mas tu é invejoso. Não, mas com todo respeito, com todo respeito mesmo, o que que tu aprendeu? Ou pra que serviu? Não é melhor com todo respeito, me parece. É que eu sou velho e chato, tá? Mas sei lá, acho que eu prefiro a novela do Abacatudo.
E da moranguete, entendeu? Pelo menos tem uma historinha ali de alguém que tá falando que... Sei lá, meu irmão. Entendeu? Não é um troço...
aparentemente com os dinheiros esquisitos. Duas vezes já, né? Pô, duas vezes já? Uma acusação parecidona, cara. Calma aí, pô. Calma aí. É a Polícia Federal, meu irmão. E dessa vez... Nesse caso é a Polícia Civil e o Ministério Público. Diz a Polícia que é... É a Polícia Civil dessa vez. Diz a Polícia e mostrou uma foto que eles pegaram dentro do esgoto da penitenciária um monte de pedaços de papel. Tem uma foto que tem uma mesa gigantesca com...
centenas, acho que milhares de pedacinhos de papel, e eles montaram tudo aquilo. Eram conversas entre presos. E ali estaria o caminho que levou a Deolane, mais uma vez a ser suspeita, de esquentar dinheiro. Ela receberia dinheiro e, a partir de múltiplas atividades que ela tem, ela devolveria o dinheiro para criminosos. E vou te falar que se for puxar legal esse fiozinho aí, vai achar e vai achar mesmo.
Porque o que não falta é espaço cinza nesse mercado aí, entendeu? Que os caras chamam de... Eu estou falando que envolve todas essas novas coisas aí. Mercado de influência, bet, um monte de jeito de olhar para essas coisas aí.
ainda é muito cinza. As regras não são claras. O jeito da gente olhar para as coisas é muito antigo. Então tem muito espacinho para o cara dar um golpe, para esquentar um negocinho aqui e ali.
muito espaço. Se for puxar, vai achar. Pode puxar. O que você estava falando é aquela posa de vítima. Acho que era isso que você estava querendo dizer com essa frase, né? A mãe está enjaulada. É óbvio que tem muitas mulheres decentes que são mães que usam na internet, e eu já vi muitas vezes, deve ter visto nas redes sociais, a mãe está aí, essa mãe está aqui, que fala num tom de humor. Tem amigas que fazem isso no Instagram, nos stories, etc.
Mas ela parece usar essa expressão para se vitimizar. É uma mãe, é uma mulher que está sendo enjaulada, que é uma palavra mais forte para ser utilizada no caso de uma prisão. Então é como se ela estivesse sendo tratada como um bicho, como um animal. Ela que simplesmente é uma influência, seria advogada que recebeu por algum serviço prestado. Mas os indícios apontam...
no envolvimento do PCC. Essa investigação tem que avançar. E se há conversas que mostram ameaças, etc., com menção ainda que tá a parceria com os manos, isso só pesa contra ela. Eu acho uma viagem esse discurso da perseguição, porque eu não estou entendendo.
É o mesmo recurso dos políticos, vocês veem? Mas o que ela é de Olândia, você é... O cara vai estar perseguindo ela porque ela fez o quê? Porque, tipo, por que alguém ia estar perseguindo você, tirando... Eu sou o Igor, tá? Por que alguém ia estar me perseguindo, tá? Por quê?
No máximo porque eu falei umas paradas aqui, né? Agora, eu sou um advogado. Porque você faz o Flow News com o Tramontini e o Felipe Moravone. Vamos dizer que eu seja um advogado, tá bom? Ou o meu advogado, o meu advogado, tá bom? Tem lá o meu advogado. Porra, o meu advogado vai preso, eu vou achar que ele tá sendo perseguido? Ele é um advogado, cara. Por que os caras vão estar perseguindo um advogado? E assim, com todo respeito, Deolane, e com todo respeito aos fãs da Deolane, por que alguém perseguiria a Deolane?
a influenciadora de Olayne. Por que alguém perseguiria a influenciadora de Olayne? Não sei. Não sei. O que você está dizendo é que onde tem fumaça tem fogo. Me parece. Essa é a segunda vez. Está sendo envolvida o tempo todo, etc. Tem que ser investigada. E se for o caso, é inocenta. Mas tem que ser investigado.
que é esquisito, como disse o Círio Logueira como disse, aí ó salve Círio Logueira essa porra mesmo mas de fato a pessoa por ser famosa por ser poderosa, por ter milhões de seguidores, isso não imuniza a pessoa a atuação da lei ela se estiver violando qualquer lei, ela tem que ser punida é o que a gente prega até pra ministros de tribunais superiores, mas infelizmente existe uma blindagem muito grande mas
Então, essas pessoas eventualmente se vitimizam, se dizem perseguidas. Mas se há elementos comprometedores, amigo, é isso aí, vai ser investigado, se provar a cadeia e pronto. Acho que é o que resta, né? Pura perseguição. Eu não tenho preocupação com chegar a polícia na porta da minha casa às seis horas da manhã.
nenhuma. Durmo tranquilão. E se chegar lá, ainda vai ter que arrombar a porta, porque eu não vou descer pra abrir porta pra ninguém às seis horas da manhã, irmão. Não vou, não vou, não vou. Mas não tem nenhuma necessidade justamente isso, né? Cara, quer investigar, investiga aí, meu irmão. Entendeu? Eu durmo tranquilão todo dia, pô. Aí os caras, ah, não, como é que tu tá na cadeia pela segunda vez, ou seja, tu já foi uma. Não tão ameaçando ninguém, né? Porra!
Que viagem, né? Com todo respeito, assim. A Deolane e aos fãs da Deolane. Que, inclusive, se quiserem mandar aqui no chat o porquê são fãs da Deolane, eu gostaria de saber. Agora tem uma discussão, né? Se vão tirar o mega ré dela.
Tem que tirar, né, porra? Porque dizem que é uma norma da cadeia e ela tá no presídio em Tupi Paulista, no interior de São Paulo. O que ela faz, hein? Mas justamente... Você sabe explicar? Meu irmão, ela é advogada. Pra atrair seguidores. Cara, tem alguma coisa a ver com o Frank. Porque tem alguma coisa a ver com o Kevin, entendeu?
E ela divulga os sites de apostas. As bets. Garota propaganda de bet? O problema não é esse. O problema é a bet que é safada. Entendeu?
Todas as empresas que fazem picolé no Brasil são de boa índole? Não sei. Todas as bets são de boa índole? Não sei. Mas tem umas que a gente sabe que, pô, isso aqui está sendo investigadão. Pô, essa parada, esse site aqui já não existe amanhã. Esse tipo de coisa aí que é o que pega, na minha opinião. Entendeu?
Que é tu falar pro cara que entrar num site, esse site aqui amanhã ele já não existe mais, não importa se tu ganhou, se tu perdeu, entendeu? Aquela bet ali que, sei lá qual é, o cara é envolvido aqui ou não é envolvido, é lavagem também, não é lavagem também, não sei qual é, entendeu? Então, pra mim, é só investigar aí, pô. Se tu tá limpo, se tá limpinho, investiga aí, pô.
Estão dizendo ali, fãs da Deolane não assistem seu canal, Igor. É bom. Mas você que conhece o fã da Deolane, tu que conhece o fã da Deolane, pega esse vídeo aqui e manda pra ela, pra galera no grupo lá do fã clube da Deolane. Que é pra gente saber, vai ter um movimento aí. Fala aí no Twitter, por que vocês são fãs da Deolane? Porque a gente ficou em dúvida, que a gente não tem um motivo muito claro, né? Não entendi direito. Tipo, bom, é isso.
É, mas tá cheio de gente aí, famosa, que a gente não sabe por quê, né? O que a pessoa faz. Tem. Tem os caras que estão famosos pela razão certa também, mas tem um monte que não. É, verdade. Bom, e aí eu acho que a gente falou de tudo que a gente tinha pra falar aqui hoje, cara. Ah, não. Ou tu quer dar mais uma porradinha em alguém aí, Felipe? O Neymar vai jogar. Tem que querer. Quem tá faltando? O Neymar vai. Pelo menos 15 minutinhos.
Ele joga. Contra o Haiti. Não, calma aí. O Neymar tem que entrar toda partida 15 minutinhos. Fazer 3 gols contra o Haiti e aí pro outro. Bom, então muito obrigado pela presença, muito obrigado pela moral. Muito obrigado a todos vocês aí que assistiram ficaram com a gente aqui até agora, tá bom? Eu espero que o programa de hoje tenha ajudado você a refletir, pensar mais sobre o que você tá aí, sobre as suas próprias opiniões, tá?
A gente tá aqui o tempo inteiro tentando fazer você refletir. Não é isso, Felipe Moura Brasil?
sair das bolhas, não se deixar abduzir para o universo da propaganda, da narrativa, da tentativa de glorificar determinados grupos políticos, correntes ideológicas, as pessoas são feitas de carne e osso, eventualmente erram, eventualmente cometem crimes e é preciso se apegar.
aos fatos. Eventualmente mais crime do que carne. Eventualmente mais osso do que carne. Mais osso do que carne, eventualmente. Traumontinha, tá demais. Olha, e passem no meu canal também, fazer o Merchan aqui, youtube.com barra Felipe Moura Brasil, meu programa lá, análise dos fatos, íntegras na aba ao vivo, cortes na aba vídeo. Muito obrigado pelo Merchan aí.
E temos Itramontina. Muito obrigado pela moral. Valeu, Igor. Valeu, Felipe. A gente sempre diz assim, tem que desconfiar. Sempre. Porque sempre existe mais de uma explicação para todo acontecimento. Perfeito, perfeito, perfeito. Então, muito obrigado pela moral. Boa noite para todos vocês. Segue aí todo mundo. Está aqui no comentário fixado, tá? Entra aqui também na descrição para você...
lá tem o Discord, pra você poder sugerir novos episódios, novos temas, e também virar membro, cara, porque a gente tá soltando conteúdo muito maneiro pro membro aí o tempo inteiro, e custa menos de 8 reais, não dá nem pra comprar uma seda, tá bom? Um beijo e até a próxima. Tchau!