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CEO e CO-FUNDADOR DA CAJU - Eduardo Del Giglio

26 de maio de 202644min
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Esse é nosso quadro chamado Executive Talks, focado no Igor conversar com executivos fodas de grandes empresas pra que ele se torne um CEO melhor. Neste episódio, recebemos Eduardo Del Giglio, co-fundador e CEO da Caju, para um papo sobre empreendedorismo, tecnologia, o mercado de benefícios flexíveis e como a Caju vem transformando a forma como empresas cuidam e oferecem benefícios aos seus colaboradores.

Participantes neste episódio1
E

Eduardo Del Giglio

ConvidadoCEO e cofundador da Caju
Assuntos6
  • Caju: O Mercado de Benefícios FlexíveisProblema dos cartões de benefícios múltiplos · Caju como solução de benefícios flexíveis · Comparação com o mercado de bancos e Nubank · Arranjo aberto (bandeira Visa) vs. arranjo fechado · Aceitação em diversos estabelecimentos · Vale Cultura e outras flexibilidades · Experiência do usuário e slogan 'sabor para a vida profissional'
  • A importância da profissionalização e do empreendedorismo na nutriçãoFamília de empreendedores · Interesse em tecnologia e economia · Primeira ideia: aplicativo de diarista · PEC das Domésticas e oportunidade de mercado · Venda da empresa de diaristas · Experiência na McKinsey · Desejo de voltar a empreender
  • Inteligência Artificial e o Futuro do TrabalhoRevolução positiva da IA · Uso de IA para produtividade e desenvolvimento · IA no produto Caju: input, output e experiência do cliente · IA em processos internos e atendimento ao cliente · IA e a criação de conteúdo (podcasts, texto, imagem) · O papel do 'bom gosto' na criação com IA · IA como ferramenta para acelerar processos e produtividade
  • Regulação Financeira e SegurosMercado de benefícios regulado · Decretos regulatórios em 2021 e final de 2023 · Participação em Brasília e diálogo com o executivo · RealGov e a importância de explicar o lado da empresa · Associação de criadores de produto para ter mais força · Medidas palpáveis para melhorar o mercado
  • Ecossistema de NegóciosCriação de um ecossistema para ajudar em várias funções · Integração de benefícios, onboarding, férias, ponto, reembolso · Gestão de RH e dados integrados · Potencial para folha de pagamento, crédito consignado e previdência · Melhoria contínua da experiência do usuário · Empresa no piloto automático
  • Recomendações para EmpreendedoresTempo como o bem mais valioso · Potencial de tomar riscos na juventude · Não gastar tempo em negócios que não dão certo · Importância de pivotar ou seguir em frente
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Lembra quando você tinha um cartão para vale-refeição, um cartão para você pegar o seu benefício de gasolina, um cartão para cada benefício? Cara, a Caju resolveu esse problema e hoje eu vou conversar com o cara que inventou essa ideia, que é o Edu, que é CEO e cofundador dessa empresa que ajuda você a ter acesso aos benefícios de uma forma mais gostosa, de certa forma.

Então a gente fala sobre a trajetória, sobre como foi chegar a ter uma empresa desse tamanho, o que aconteceu de bom e de ruim no caminho e quais são as principais habilidades para chegar lá. Fica aí, já pega o negócio para tu anotar, que eu tenho certeza que tu vai se amarrar nesse papo.

Edu, então tu é fundador que nem eu e tu é o CEO da empresa que tu fundou que nem eu? Exatamente, que nem você, Igor. Isso é de fato uma boa escolha, cara, porque vamos lá, vamos lá. Eu não conheço muito bem a tua história, tá? Me conta então, para começar, como é que tu chegou... Quando é que tu se ligou que tu ia ser executivo?

Eu não me considero executivo, mas vamos lá. Eu comecei... Eu sei que não, essa mesma pergunta é meio de arrombado mesmo. Bom, eu comecei... Na realidade, eu sempre quis empreender. Eu acho que eu venho de uma família de empreendedores, mas não o tipo de empreendedorismo que eu faço hoje. Acho que eram empreendedores profissional, liberal...

Assim, acho que meus avós vieram, tem aquela história de imigrante que chegou sem nada no Brasil e teve que se construir. Meus bisavós, em alguma medida avós também. E daí eu sempre tive vontade de empreender. Na faculdade eu comecei a me interessar mais por tecnologia, o tipo de empreendedorismo que eu faço, que eu acabei indo fazer. Mas tu estudou o que na faculdade? Eu fiz economia.

Economia, mas já pensando que tu não ia trabalhar para alguém, já pensando que... Eu pensava... Eu sempre soube que se eu trabalhasse para alguém, não ia ser... Eu não ia fazer uma carreira... Eu nunca me vi fazendo uma carreira, tipo, sei lá, sendo executivo de uma empresona. Que coisa!

Nunca... Porque pra mim, eu jamais imaginei que eu ia estar fazendo o que eu estou fazendo. Eu pensei que eu fosse, no máximo, ser, sei lá, pra trabalhar, como eu era professor de inglês, eu ia trabalhar... Ah, você dizia que você era professor de inglês. Eu ia trabalhar numa... Eu achei que eu fosse trabalhar na produção do material didático, ou de cuidar de uma filial, ou qualquer coisa assim, entendeu? Eu achei que fosse uma parada assim. Você produz material didático, mas não é o mesmo, né?

Mas de outro jeito. Mas vai lá. Mas daí, bom, quando eu me formei, eu comecei a trabalhar com pessoas que eram muito empreendedoras, estavam começando um projeto de internet, e eu percebi que eles tinham os seus negócios em paralelo, e eu falei, pô, eu também quero empreender, quero testar alguma ideia. A minha primeira ideia foi, que eu testei muito rápido, fiz no final de semana, foi um aplicativo de diarista.

Na época não era aplicativo, eu fiz um site, você preenchia um formulário, contratava uma diarista, mandava os dados dela e ela ia na sua casa fazer faxina. E como é que tu ganhava dinheiro nessa? Eu ficava com um pedaço da faxina. Entendi.

O cara já pagava direto no site? Pagava direto no site. É, a primeira versão ele terminava o formulário, ia pro Paypal, pagava, eu recebia o dinheiro e eu repassava pra diarista. Daí a primeira, vai, assim, começou de um jeito, o site é uma porcaria, as pessoas, eu percebi que tinha valor porque as pessoas faziam uma força danada pra contratar.

E, bom, começou, daí virou um aplicativo, etc. E, na época, foi bem a PEC das Domésticas. Não sei se você lembra. Aham, eu lembro. Que é uma coisa que, hoje em dia, você nem consegue imaginar. Mas a PEC das Domésticas, basicamente, ela falou, foi na época da Dilma, que, basicamente, a empregada doméstica é CLT. Basicamente, tem todos os impostos que um CLT normal tem.

Isso aumentou o custo de você ter uma empregada doméstica, daí você teve um monte de empregada doméstica que ia virar diarista e um monte de famílias que iam deixar de ter empregadas domésticas e iam começar a recorrer à diarista. E daí foi bem em 2013, foi quando eu comecei.

muito em função disso que eu olhei e falei, pô, tem uma oportunidade aqui. E comecei, e também tinha um ângulo de, tipo, como que eu faço essas diaristas? Vai ter um monte de diaristas procurando serviço, como que eu ajudo ela a achar um serviço que ela trabalha perto de casa? Então, pensa uma diarista que mora em Arthur Alvim, fazer faxina numa casa em Butantã.

e uma que, sei lá, trabalha no caxinguí e faz um serviço no braço, no tatuapé. Cara, se elas trocassem de serviço...

Cada uma economizou uma hora por dia. Então, eu tinha um pouco desse ângulo de, como que eu faço esse matching ser eficiente? E daí eu comecei essa empresa, assim, de forma super... Não tinha AI, né? Hoje em dia seria muito mais legal. Mas começou de um jeito super... Esse no-code tool.

E daí começou, foi crescendo aos poucos, a gente levantou dinheiro numa época que não tinha fundo, não tinha nada... Olha, tinha os fundos, mas era muito diferente de como é hoje. Em que ano isso aí? Foi em 2013. É uma loucura, que mudou muito. 13 anos atrás era muito diferente o mercado de startup, não tinha... Assim, o que eu me lembro não tinha nenhum unicórnio, não tinha nada disso.

Entendi. E daí levantei dinheiro, montei um time, fiz um produto, fiz um negócio legal, mas a operação disso aí era um caos. Imagina, tinha 23 anos ligando para a diarista de manhã, 6 da manhã, tipo, pô, onde você está? Você se perdeu? Como que eu te ajudo a chegar no serviço? Não, eu não vou hoje que meu filho se machucou. Daí, pô, tem que ligar para o cara e o cara não quer nem saber. A operação desse negócio era um caos.

E daí no final de 2016... É difícil de imaginar, é difícil de imaginar, né? Porque pro cara que tá contratando, ele entrou no site, ele contratou uma parada e vai chegar na casa dele ali amanhã, né?

Mas não é assim, tem um... A vida acontece entre o teu pedido e ela chegar. Assim, realmente, essa expectativa era muito... O negócio dava certo porque eu te vendia essa expectativa mesmo. Mas bom, só que tinha um churn muito alto também. Porque, assim, pensa que o grande valor no final do dia, que a gente acabou descobrindo, era a indicação da diarista.

Porque depois o cara vai contratar ela por fora, não vai? É. A primeira, então, o cara vai lá, sentaram para tomar um cafezinho ou ela está indo embora, dá 5 minutos de conversa, quanto que você está pagando, quanto que você está recebendo. Putz, aquele cara, aquela empresa não faz tanto sentido na equação. Daí troca número e já era. Então tinha um turn muito alto. Daí a operação era caótica. Bom, no final de 2016 eu vendi minha parte.

Hoje essa empresa existe ainda, eu vendi minha parte, eles compraram, juntaram com a maior concorrente. Legal. E hoje é assim, acho que é o maior serviço de diarista. Mas eu não tenho mais nada a ver com a empresa desde 2016. E daí eu fui trabalhar em consultoria.

Consultoria para ajudar as outras startups? Não, consultoria estratégica para empresas grandes. Eu trabalhei na McKinsey, que é uma grande empresa de consultoria estratégica. Foi uma escola muito legal. Por que você acha que você tinha o que precisava ter para ser um consultor? O que você acha que... É que não precisa ter nada para ser consultor. Acho que consultor você precisa ter... É uma...

é assim você usa os playbooks e você assim usa acho que assim a grande coisa legal da consultoria é que assim as pessoas são muito muito boas muito inteligentes e elas pensam muito de forma lógica tem os frameworks que você encaixa mas tem um todo um vai um um arcabouço que você usa dentro da consultoria então quando você entra você não precisa assim

Você precisa ter, acho que, boa vontade, capacidade analítica. Mas é isso mesmo que eu estou dizendo. Porque assim, tu tinha quantos anos? 26. 26 anos. Eu comecei a minha empresa com 23. Um garoto, vai. 26 anos é um garoto. Hoje você sabe, eu aposto que com 26 anos você se achava foda. Mas a verdade é que hoje, tu olha para um moleque de 26 anos, pô, tu era um moleque, na real. Então...

Mas algo você aprendeu. As pessoas, uma empresa grande, não contratam um moleque de consultoria. Vem e contratam um moleque que é foda, entendeu? Que aprendeu alguma coisa. Tu aprendeu alguma coisa pra estar ali fazendo. É isso que eu tô falando. Qual que era a habilidade que tu tinha naquele momento que era importante pra essas empresas aí? Eles contrataram pra tu ajudar eles a fazer o quê? E por que que tu sabia isso?

Os projetos normalmente é um grupo de pessoas, nesse grupo normalmente tem uma pessoa super sênia e tal, o que assim, acho que o meu diferencial porque que eu fui trabalhar lá, acho que tem muito a ver que, assim, eu tinha uma, vai, tem um higiene com um básico de capacidade analítica que você tem que ter, então tem que saber fazer planilha, tem que saber o mínimo.

E acho que eu tive uma coisa que o fato de eu ter sido empreendedor, tem uma coisa que você vai se identificar que é uma agência. Você se sente dono. Eu tinha até um problema em alguns projetos que eu participei lá, que eu achava quando eu sentia que o cara estava enganando a empresa dele.

você está engabelando o teu chefe, tipo, eu me sentia mal e me comportava mal quando isso acontecia. E eu percebi rápido que, assim, o fato de você só ser consultor, você só está lá de forma transitória. E isso me, assim, eu percebi que não era tão para mim. Acho que eu queria voltar a empreender, voltar a ter uma coisa que eu tivesse mais esse negócio de agência.

inclusive, mas a consultoria foi muito bom, assim, acho que foi uma baita de uma escola, eu percebi muitas coisas que eu fazia errado na minha empresa que dava para fazer diferente, principalmente cuidado com a marca, cuidado com as pessoas, valores, assim, tudo isso acho que dava para fazer de forma muito diferente, então foi uma, cara, foi uma experiência muito, muito legal.

Pô, maneiro. E aí, como tu queria um troço que tu tivesse mais agência, tu foi lá, pô, deixa eu ver aqui uma outra coisa que dá pra eu empreender e começou a Caju, foi aí ou não? Eu tinha vontade de empreender na consultoria, eu comecei a pensar em voltar a empreender eventualmente, mas falei, pô, estar aqui na consultoria é um lugar excelente pra quem não sabe ainda o que quer fazer. A consultoria tem acesso a vários problemas de várias empresas.

você conhece gente excelente, seus colegas são pessoas muito boas. Eu falei, vou ficar aqui, vou conhecer meu próximo co-founder, vou aprender várias indústrias e quando achar uma coisa legal, eu vou empreender. E eu conheci o mercado de benefícios lá. Eu conheci o mercado de benefícios trabalhando em consultoria. Eu já adorava produto. Na minha primeira empresa, eu comecei a trabalhar com produto, já gostava pra caramba.

E daí eu peguei, quando eu conheci o mercado de benefícios, eu adorava o Nubank, por exemplo, tipo, meios de pagamento, assim, eu gostava muito da experiência que ele te oferecia, e não só ele, mas todo mundo meio que acompanhou e o mercado já estava em um outro nível, a tua experiência que você tinha mobile, o teu banco já tinha mudado drasticamente, isso em 2017, 2018. Entendi, aquele troço, cara, mudou tudo.

É, você tinha uma agência no seu bolso. E isso é maneiríssimo. Esse é uma das coisas que meio que bota o sangue nos nossos olhos. A gente olha e, puta, eu queria... Isso aqui é muito legal de que existe, que dá para fazer. Então, será que eu não consigo fazer um troço fodão assim também? Foi isso que passou na tua cabeça? Foi mais ou menos... Assim, foi basicamente assim. Eu entendo que o mercado de benefícios não é o mesmo tamanho do mercado de banco, mas é o que eu olhei e falei assim. Cara, mercado de benefícios, assim...

a forma como os caras fazem dinheiro, o produto que eles entregam, a experiência é muito aquém do que ela poderia ser vis-à-vis o Nubank da vida.

Mas ao mesmo tempo esses caras têm zero incentivo para inovar, não estão fazendo nada e estão ganhando rios de dinheiro. Então eu acho que eu consigo fazer uma coisa melhor que eles. Eu acho que eu consigo fazer o Nubank de benefícios. Mas mais do que isso, eu olhava e falava assim, cara, isso aqui é uma plataforma. Benefícios é um negócio que todo mundo usa todo dia na empresa.

Então, a partir daí, eu quero fazer mais coisa. Então, eu entro com benefícios e começo a te atender e olhar para a tua empresa em várias outras necessidades que você pode ter, sempre com esse olhar de, putz, eu vou fazer uma coisa que... Eu sei, até o nome cajou é tipo, cara, eu quero dar sabor para a vida profissional. Legal. É, sabor eu fiz assim, mas não é... Foi antes, foi antes.

Foi antes do meme, né? É para dar sabor para valer na vida profissional. É, sabor para a vida profissional sempre foi um pouco do nosso slogan. Mas o que dá para fazer de diferente nesse mercado? O que é que... O benefício...

Porque quando a gente tem uma empresa, ele faz parte do jeito de trabalhar, do ecossistema. As pessoas escolhem para onde vão trabalhar, inclusive, pensando no que tem de benefício. Se tem, por exemplo, um plano de saúde, se tem um VR legal. A Caju é um VR legal?

A gente acredita bem mais do que isso. Uma ideia que não quero nem pensar na marca, estou pensando... Vai, vale a refeição mesmo. Mas a gente tem... Quando você perguntou como dá para fazer diferente, dá para você ganhar muito dinheiro com essa coisa de arranjo fechado, que é os players tradicionais, eles têm esses arranjos fechados que você cobra super caro do restaurante, só que ele é restrito. Então você vai nos lugares e por que não aceita a tua marca específica?

Porque a taxa é super alta e eles estão ganhando muito dinheiro, eles usam esse dinheiro, inclusive, para meio que travar a tua empresa, ele repassa um pedaço de volta para a empresa.

E daí o teu cartão, a tua experiência é horrível, porque você não consegue passar nos lugares. E o que eu olhei e falei assim, cara, isso não faz sentido. O benefício é para o trabalhador, é o sabor para a vida dele. Essa lógica está invertida. E eu falei, pô, eu não preciso necessariamente ganhar tanto dinheiro quanto esses caras estão ganhando, mas eu consigo dar uma experiência muito mais legal.

E o fato, basicamente, aqui é a aceitação. Então, o cartão da Caju, a gente usa um arranjo aberto, um arranjo da bandeira Visa. Cara, você vai usar ele em qualquer restaurante do Brasil, qualquer supermercado do Brasil, que você queira, assim, perto da tua casa, num lugar super chique, que hoje não aceita nenhuma bandeira de arranjo, essas tradicionais.

Então é isso, você vai dar um negócio que dá para usar, que aumenta o valor do teu benefício. Quando a gente começou e até hoje, você passa na Paulista, a qualquer ponto, você tem os caras comprando o teu vale-refeição. Você acha, pensa a cabeça do trabalhador, o cara ganha, sei lá, 600, 1000 reais de vale-refeição. O cara vai lá e vende, ele fica com 800, se for 1000, ele perde 20, 15%. Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Melhor do Mel

Não é razoável, tipo assim, você meio que depreciar o teu benefício, que é um motivo, tem gente que vai trabalhar no, escolher um trampo por causa disso, não é razoável você depreciar ele em tudo isso, só porque ele não aceita no lugar que você quer usar. Total. Então foi meio que, dá para fazer diferente, é isso que a gente tentou desde o começo. E daí, isso em benefícios, daí você também tinha a flexibilidade. Então, o vale cultura, por exemplo, é um benefício que ninguém dá.

Isso aí a gente descobriu quando eu comecei a estudar o mercado de benefícios, o Vale Cultura é um benefício que nem dá. Na regra do Vale Cultura, está falando que você pode dar para streaming.

Interessante. Ninguém sabe disso. Mas nenhuma empresa vai se dar o trabalho de começar a dar Vale Cultura para todo mundo. Mas, pô, eu podia deixar você escolher, você trabalhador. No teu app você vai lá, muda de, pô, eu quero cultura, quero saúde, quero educação. Então é isso que é o sabor. Daí para os outros produtos que a gente faz, tudo é muito pensando também na experiência do cara. A experiência que você tem na tua jornada.

muda tudo. Então é por isso que alguém opta por um Nubank vis-à-vis, sei lá, ir na agência. Tem N motivos, mas um deles acho que é muito essa experiência. Quão fácil é você logar, quão fácil é você usar, quando você tem problema, quão bem você é atendido.

Sim, é. E para o usuário faz toda a diferença mesmo. Eu fui pensando que quando eu dava aula lá, que eu pegava lá o meu Vale Coxinha, que eu chamava, o Vale Coxinha dava para eu comprar coxinha só nos lugares específicos mesmo. Então, totalmente, muda muito. Mas e do ponto de vista de legislação, cara? Eles não têm inspeção... Você poderia... Claro que você pode estar fazendo o que você está fazendo, mas o ponto é...

Que tipo de encheção de saco diferente que tu tem? Ou o que tu acha que poderia ser melhor do ponto de vista de legislação? Cara, é curioso você falar... Assim, quando eu comecei a Caju, eu não fazia ideia do que é ser um negócio regulado. Então, acho que até um aspecto interessante que é... A gente vai para Brasília hoje em dia, a gente conversa... E o nosso mercado mudou muito.

Nosso mercado de quando a gente começou para agora, ele teve vários marcos regulatórios. Então, em 2021 teve um decreto, e no final do ano passado teve um decreto também, super importante para a gente. Mas esse... Num caminho correto, tu diria? Ou num caminho esquisito? Cara, correto. A gente entende que correto foi para melhorar o mercado. E, cara, é engraçado, a gente...

Quando a gente não tem essas necessidades de ir para Brasília, conversar com o pessoal, a gente começa a criar muito preconceito, a gente começa a criar até meio que uma repulsa.

a ir lá conversar com gente, mas se você parar para pensar, um político, um cara do executivo, ele tem que saber de todos os temas, e não tem como ele saber de todos os temas, então você tem que ir lá, explicar ao teu lado, então quando você pensa, essa é a parte de Helgob, de lobby.

E a gente teve que participar um pouco disso, conversar, explicar o nosso lado. Para tu novidade. Para mim era... Cara, isso foi uma das coisas que me ajudou a amadurecer como empreendedor. Acho que também deve ter várias coisas que você teve que apresentar. Com certeza, várias coisas que eu tenho que... É que no meu caso é estranho. Você fala bem mais político que eu.

Eu falo com muitos políticos, de verdade, você tem razão. O problema é que quando eles estão lá legislando, isso que você está falando é importante. Porque tem um monte de coisa que eles estão fazendo lá, falando agora do meu lado, que eles não estão ouvindo a gente. Então eles estão fazendo um troço meio que da cabeça deles, baseado no que os caras estão fazendo lá, sei lá onde. Tem vários problemas nisso daí. Um troço que eu queria fazer, inclusive, é...

por falta de um nome melhor, uma associação dos caras que criam o produto. A gente fez uma associação. Pois é, na intenção de ter mais força. A gente teve que fazer isso. Pois é. E foi muito positivo. A gente teve que fazer uma associação, a gente começou a ir para Brasília, conversar com as pessoas. E assim, é importante. Eu estava falando, um executivo, um político, ele tem que saber todos os temas muito bem para poder decidir. Então, essa coisa de RealGov, lobby...

É óbvio, é óbvio que não adianta a gente ser ingênuo, achar que não tem coisa muito errada que acontece e chamam de lobby, etc. Mas quando bem feito, se você parar para pensar, é um serviço para a democracia, porque não tem como eles se educarem de todos os temas.

E se você está num setor, você está trabalhando, você está no dia a dia, você tem que ir lá e mostrar o teu lado. E dá um trabalho super, dá um baita de um trabalho, mas é muito importante. E assim, a gente conseguiu ter medidas palpáveis de...

para melhorar o nosso mercado. Mas assim, você perguntou, tudo que a gente fez, sempre fez, sempre foi, cara, muito, muito na linha do que pode fazer. Não teve nada que falava, ah, não pode fazer isso, a gente foi lá e fez. A gente sempre foi, assim, é que tinha algumas práticas, tem coisa que, por exemplo, vale cultura mesmo.

Olha, se te falassem em 2019, que a gente começou a construir o produto, que tem um benefício que a tua empresa dá, você não precisa pagar imposto, a empresa também não paga imposto, você pode usar para ver Netflix. Não, cara, então, isso tudo que me chama a atenção, que é o seguinte, você já falou, que os caras, eles podiam fazer, eles só estavam entregando serviço ruim e ganhando muito dinheiro porque não tinha ninguém para fazer um serviço direito.

Então, o que tu tá me dizendo é, já dava pra esse cara fazer um troço maneiro? Já. E pra mim era tipo, putz, entendi, eu vou ter que comprar nesse restaurante aqui. Não tem jeito, entendeu? Então, eu não sabia. E aí, quando chega um cara falando, pô, sabia que dá pra tu... Sabe o Vale e Coxinha? Então, o Netflix, dá pra tu pagar com o Vale e Coxinha. Ele fala, como assim? Pra mim era uma maluquice eu poder passar num mercado, por exemplo? Entendeu?

É, assim, óbvio que tem regras, por exemplo, seu dinheiro que está no vale refeição, no vale alimentação, não pode ir para o vale cultura, mas você poderia estar dando vale cultura também. Então, é assim, ou você poderia botar uma verba no vale refeição ou na alimentação e outra verba, e uma verba, sei lá, uma verba que o cara pode escolher se ele quer no cultura, no gasto de educação, saúde.

Então, não deve ser um ajuste muito complicado, assim, do ponto de vista, vamos lá, tem o tanto que tu vai receber de benefício. E aí, por exemplo, aqui a gente tenta entregar um pouquinho, o máximo que dá, né? O cara fazer um ajuste ali...

Eu falei, pô, tá bom, então esse tanto aqui é cultura. O operacional, o grande desafio, eu acho que não é nem a má vontade do RH. É que ele tem um monte de coisa para fazer. E, pô, trabalho operacional, ficar perguntando para as pessoas, qual que você quer? Eu quero trocar mês que vem.

Isso é um trabalho operacional e a gente resolve isso. Então a gente puxa tudo para o nosso lado e resolve aqui. Então, justamente esse é o ponto. No fim das contas, se eu quero entregar a Caju para os meus funcionários, eu contrato a Caju e é isso, a Caju que faz o resto. Ninguém mais fala com a RH, nada.

Deve dar uma liberada na mente de uma galera então, né? Sim. E daí os outros produtos que a gente tem, que é software de RH, etc., também é para ajudar com essas outras necessidades, mas na mesma pegada. Eu resolvo, pode deixar. E assim, comparado com o que você estava fazendo lá de diarista, cara, que nível de dor de cabeça ou que nível de... Como é que é ter estado naquela cadeira e agora nessa? Também é empresa muito diferente de tamanho, né?

Hoje, mas já teve... Já.

assim, um é vender para negócios é muito diferente também de vender para pessoas físicas. Tá. Então, isso é uma diferença enorme. Está até no teu dia a dia, como você faz muito mais relacionamento. Então, isso muda um pouco. Você não precisa vender para um milhão de pessoas no primeiro dia. Você pode vender para...

4 mil, 5 mil empresas, os números são diferentes. Apesar de que a gente serve milhões de pessoas, a gente não serve milhões de empresas. A gente atende hoje, está chegando 70 mil empresas, a gente serve um ponto alto aos milhões de pessoas.

Entendi, vende pra cacete. Mas eu não tenho que vender pra eles, eu vendo só pro RH. Isso é uma dinâmica muito diferente. Relacionamento de você, eu vou nas empresas de vez em quando, a gente tem um time comercial. Igual você tem aqui, igual a gente vende, o que é um processo B2B. Tem também, acho que a gente...

Tem pagamentos, a gente mexe com um meio de pagamento, grana. Então tem uma preocupação grande de segurança, que eu não, sendo bem franco, não existia. Eram outras coisas, a gente fazia background check das diaristas. Mas eu diria que a grande diferença é a frequência do dia. Lá era um caos, ficar resolvendo probleminhas micro.

Hoje, na minha cadeira, desde o começo, acho que eu resolvo problemas, tento resolver problemas um pouco maiores, assim. E qual que é? Então, tá. Então, se tinha esse, o dia a dia, naquela época era um caos, qual que é o maior desafio que tem hoje lá, na tua opinião? O meu interno aqui, eu diria que é...

por conta da agilidade, de como as coisas precisam acontecer na internet muito rápido e tudo mais, acaba ficando para trás a comunicação. Eu acho que eu, inclusive...

precisava melhorar no jeito que nós nos comunicamos de uma forma geral. Talvez por outros motivos, mas a gente tem o mesmo desafio. Acho que comunicar a estratégia para onde a gente está indo, por que a gente está fazendo desse jeito, eu acho que acaba sendo também o meu maior desafio que eu preciso trabalhar. E é desafiador. Você está sempre sabendo exatamente o que tem que falar e correndo o risco de estar errado a grande parte das vezes.

É, meu sonho, sabe o que era? Meu sonho era, passou um negócio pela cabeça, uma ideia, um plano, como fazer alguma coisa, ou como resolver um problema. Eu converso com alguém, esse alguém difunde. Esse era meu sonho. Você dá ideia, o cara já sai falando. Mas você falou de agilidade na internet. Cara, o meu mercado, eu estou vivendo uma grande revolução, acho positiva, de AI, né? Sim. AI está fazendo todo mundo...

assim, eu acho espetacular. E eu fico pensando, tem muita gente que pensa, a gente está usando muito AI, principalmente para a produtividade, time de desenvolvimento, todos os times estão trabalhando muito com AI no seu dia a dia. E eu fico pensando, assim, que privilégio que a gente está tendo, porque eu, quando eu comecei a trabalhar, eu já tinha internet, já tinha celular.

assim, as grandes revoluções que a gente vive hoje, que a gente tem hoje, eu não vivi a mudança, mas eu vou viver essa. Então, acho que é um privilégio, ao mesmo tempo, acho que tem gente que olha e fala assim, putz, bem na minha vez.

e fica com medo de, vou perder o emprego. Mas é um privilégio, a gente vai viver essa revolução, a gente vai ver o que vai acontecer, vai implementar nos nossos trabalhos. E daí tem gente que pensa assim, vou perder meu emprego, mas você é a prova viva que a internet fez um monte de emprego.

Com certeza, com certeza. Aquilo que eu estava te falando antes. Eu nunca... Ah, tu já sonhava com isso daí? Não, eu não sabia que era possível. Eu vim andando, entendeu? Cheguei... E aí, de fato, teve uma tecnologia que estava transformando muito o mundo e eu embarquei. A inteligência artificial, ela promete... Assim, eu converso com uma gente, né?

Então, a inteligência artificial promete ser uma revolução mais ágil que a da internet. Porque é uma tecnologia com esse potencial em cima de uma tecnologia que já é muito sinistra.

E as coisas vão meio que... parece juros compostos, né? Mas você precisava do computador, daí você precisava da internet, daí você precisava do celular, acelerou, assim, acho que muito do... Da abrangência que você... Da minha audiência, com certeza. Com certeza.

No meu caso, que é um podcast, a maioria dos conteúdos do Flow você consegue só ouvir, então muita gente está acostumada a ouvir o Flow. Então o cara no YouTube, no Spotify, qualquer uma plataforma, mas ele está ouvindo no celular, que é meio na contramão, de certa forma, da galera estar indo para a TV.

Entendeu? No meu caso, por exemplo, como CEO da parada, porque isso na verdade que eu vou te falar aqui é um troço que tem a ver com...

criativo, entendeu? Que é onde eu acho que eu funciono um pouco melhor. Olhando que o hábito de consumo está indo para a TV, eu tenho que me adaptar e começar a criar um conteúdo palatável para a TV. O hábito, as pessoas, o consumo do YouTube na TV só aumenta sem parar.

Ah, do cara que estava no computador e agora ele está ligando... Agora ele liga a TV para assistir o YouTube, entendeu? E o YouTube está gostando disso. E o YouTube está tendo um monte de coisa ao vivo. Está querendo virar TV, de certa forma, entendeu? Então, mas isso funciona muito bem para mim. Porque é isso que eu estou te falando. A galera está acostumada a ouvir podcast. Podcast antes de existir o Flow, já tinha podcast. Os caras ouviam, né?

E os caras ainda ouvem, porque dá para ouvir. Eu tomo cuidado ao criar o conteúdo que o cara consiga apenas ouvir, entendeu? Não precisa estar assistindo. Então, se tiver um recurso visual, eu tomo cuidado de descrever aqui o que está acontecendo para o cara que está só ouvindo, entendeu? Porque eu sei que a maior parte da minha audiência está só ouvindo. Mas sabendo que tem uma galera, esse cara que está me ouvindo, ele está assistindo outra coisa na TV, eu vou criar para a TV. Por que ele não vai me assistir na TV também?

Não, e tem muito cara que, assim, acho que eu ouço muito podcast. Eu ouço mais de negócios. Todos começaram a fazer TV também. Vai, filmar. Sim, sim, sim. Aumenta bastante, assim, o custo aumenta muito.

Aumenta, mas a abrangência catapulta. É outra escala. Mas e lá na Caju, cara? Essa mudança dos tempos que acontece, que está acontecendo, mudança dos ventos, talvez, em que medida que tu consegue surfar, em que medida que tu tem que se adaptar ou em que medida que isso te desespera?

Cara, não me desespera, eu estou achando, assim, espetacular o que dá para a gente fazer com isso. Acho que tem algumas dimensões que você vai aplicar AI. Uma que a gente está começando a aplicar, que a gente ainda está bastante incipiente, mas é colocar no produto para os nossos clientes ajudarem na sua...

o nosso software de RH, por exemplo, você tem que inputar dados. Como que eu, cara, deixa a sua vida muito mais fácil para você inputar dados ou consultar seus dados. Então, essa é a parte de input, output, você usar AI e o meu banco de dados, que é uma coisa que vai ser muito mais, que são os dados dos seus colaboradores. Aqui, assim, é um pouco mais, vai, rígido, né? Então, mas como você usa input, output via AI? A gente está pensando muito como que eu te dou essa experiência ser delightful.

a gente vai começar a fazer processos de folha. Como que eu faço isso ser delightful para você? Assim, prazeroso, mágico. Isso a gente tenta, é isso que é o sabor, né? Como que eu faço isso ser mágico para você? E ao mesmo tempo, como que eu, nos meus processos internos, então como que eu faço o atendimento ao cliente? Antes é tipo, uma coisa que no futuro a gente vai olhar e falar assim, cara, a gente esperava para ser atendido.

Eu ligava nos lugares e eu esperava. E na Caju, assim, também tem que esperar. Se você liga, você também acaba de vez em quando, quando tem muita gente querendo falar, você vai talvez esperar um pouquinho porque, assim... Porque tem pessoas limitadas trabalhando lá, atendendo pessoas e às vezes... É, o número limitado de pessoas atendendo. E daí você tem essa... Imagina, no futuro você vai falar assim, cara, eu nunca, não espero mais, eu resolvo as minhas coisas...

me comunicando com uma AI, talvez tem algumas etapas que, óbvio, vai ter pessoas que vão fazer isso daí vai ser, acho que gradual, mas é... Mas aquelas coisinhas, a maioria vai por aí mesmo, né? Você vai acabar aí. É, você vai fazer o teu produto se comunicar com uma AI pra resolver os problemas.

E aí não ocupa o cara e aí dá mais vazão. E tem toda uma etapa de segurança que precisa ser resolvida, mas isso vai ser, assim, espetáculo. Isso é interessante. Assim, a gente vai olhar para no futuro, a gente vai olhar e falar, a gente esperava na linha, a gente fazia isso. E acho que todos esses processos internos a gente está usando bastante. Mas até para desenvolvimento, as coisas que você desenvolver software...

é muito complexo e lovable, essas coisas que todo mundo está usando, é espetacular, mas quando você está fazendo software para um milhão de pessoas, tem uma camada por baixo disso que você precisa construir também. Então não dá para a gente pegar... Você acha que alguém vai... Já me perguntaram, você acha que dá para replicar o que a Cajú fez no Vibe Coding em dois finais de semana?

Eu acho muito difícil. Talvez a AI chegue lá eventualmente, mas acho que vai ser muito difícil, porque tem muita decisão, muito processo, mas ela pode ajudar muito com a produtividade para você ir mais rápido para onde a gente quer chegar. Então a gente está usando muito... Cara, não estou desesperado, acho que eu estou muito animado com o que dá para fazer.

Maneiro. E no teu dia a dia, eu imagino que você, assim, para muitas coisas você também... Cara, a gente está... A gente, como instituição é foda, como empresa, a gente está...

tem que melhorar, tem ainda lugares que dá para a gente pisar mais no acelerador, mas eu pessoalmente, pensando em aplicações para o Flow com certeza, tenho construído umas coisas. Então neste momento tem um bot lá em casa, um PC automatizado, que eu falo com ele aqui pelo Discord, e eu estou construindo uma plataforma para a gente acelerar vários processos.

Ah, animal. É, mas então assim, tá passando de... É um hobby plus, entendeu? É um hobby que eu tô levando a sério.

É, assim, é mágico. É mágico, é mágico. Eu estou ouvindo você falar e eu concordo 100%. No meu caso aqui, não acho que a IA vai conseguir substituir completamente o que eu faço. Isso não quer dizer que não haverá, que não vai ter uns podcast bons não, tá? Já tem uns podcast bons feitos com IA.

Porque o segredo é o cara ser bom no texto. Se o cara é bom no texto, ele cria os personagens com IA, as vozes, não sei o quê. Mas o texto é bom? O texto é humano, entendeu? O texto é humano. Cara, mas eu acho muito... vai ser muito estranho. Não, é estranho, mas assim, é que não é um cara falando... Vou citar aqui o GorillaCast. É um gorila, você sabe o que é IA, é diferente, entendeu? Não está tentando parecer real, é um dos macacos. Não, mas acho estranho, eu estava...

Tem um podcast que eu gosto muito, não sei se você já ouviu, a Quai. Não. Formato absolutamente diferente do... Vou procurar saber. Eles fazem de negócio. Tá. Quatro horas. Muita pesquisa.

E eles usam AI para fazer a pesquisa, mas não para deixar de fazer. Eles usam para, tipo, como que eu compilo tudo isso que eu aprendi e é um processo, assim, meticuloso. Daí tem um episódio que eles falam do processo. E daí perguntam, vocês acham que isso vai ser substituído por AI?

Assim, se me falassem que era AI, eu não ia... Porque eu curto os takes muito, o bom gosto deles para fazer os takes. Perfeito, perfeito. E AI, assim, ainda não tem bom gosto, né? Verdade. Eu não acho que ela consegue. Não o que a gente está chamando de AI hoje, os LLMs, né? Por design, né? Vamos só conversar para uma outra hora. O fato é que, aparentemente...

É, que a gente não sabe direito também algumas coisas que acontecem por... Pelo menos eu não entendo direito. Mas aparentemente, por design, eles não conseguem chegar no bom gosto. Entendeu? É sempre um troço médio. Agora, um outro tipo de AI, aí pode ser. Mas não estamos... Porque assim...

Geração de imagem não é a mesma coisa que geração de texto. São jeitos diferentes de AI. Então, um outro tipo de AI pode ser que desenvolva bom gosto. Mas por design, essa daqui, a princípio, não consegue. Mas isso é um papo chato. A menos que você queira entrar nessa. Quer dizer, eu gosto. Não é chato, não. Acho foda. Mas... Não, podemos ir para o próximo. É.

Mas eu gosto de falar disso também, mas... Então, eu estou estudando e entendendo isso para valer porque é por causa desse bot que eu estou fazendo lá em casa. Não, é animal. Entendeu? Mas você já pensou que você ia ter um time de desenvolvedores na sua casa sem... É mais ou menos... É que como eu sou noob ainda, eu tenho um desenvolvedor, porque eu ainda não tenho as habilidades necessárias para... Usa a gente, mas assim, é meio que o meu desenvolvedor manda a gente. Entendeu?

Sim. O meu bot que manda os a gente. Porque eu não... Depois a gente troca essa ideia.

Bom, então se elas não te assustam, se elas só te empurram para frente, no sentido de, cara, o que tem de legal que dá para fazer, tu tem na cabeça alguma coisa? O que a Caju vai fazer diferente, sei lá, nos próximos seis meses? É, próximos seis meses, a gente tem um roadmap que a gente está indo atrás, mas o que a gente pensa muito é como eu crio um ecossistema que eu te ajudo em várias funções. A gente já tem muitos outros produtos, não é só mais benefícios.

Mas a gente tem que terminar de construir, assim, tem muita coisa nesse ecossistema que a gente falta construir e tem um roadmap para muitos e muitos anos. Mas basicamente pensa que, assim, você entra na empresa, você recebe um link, daí você já baixa um aplicativo, já está com os seus benefícios lá, já tem o seu cartão, já está, se quiser, vai chegar em alguns, um dia, dois, já vai chegar o seu cartão físico, mas você já pode usar nas wallets.

o teu benefício já está ok. Daí você já escolhe os seus outros benefícios no mesmo aplicativo. Você já fez o teu onboarding por esse aplicativo. Então você mandou todos os seus documentos, você fez tudo, você vai lá e você pede férias nesse aplicativo, você usa para bater ponto, você usa para...

todas, pedir reembolso, usa o teu cartão corporativo se a sua empresa disponibiliza um, você já pode pedir um adiantamento também, vou ter esse gasto pela empresa, vou fazer uma viagem, você me manda, sei lá, X reais para poder fazer essa viagem, você vai poder fazer compras de outros serviços e você também vai receber o Olerite, vai tudo, grande parte disso aí que eu falei a gente já oferece hoje no produto. E do outro lado para o RH, você faz toda a gestão disso, então...

E à medida que você faz toda essa gestão, você também já tem, você vai recebendo os dados, por exemplo, pedir férias. Isso já computa na tua folha. Você pedir, vou, preciso de uma licença, estou doente, quebrei minha perna, vou ter que ficar um mês fora. Manda teu atestado, já registra tudo bonitinho, já entra no, todos os processos que precisa fazer por causa dessa sua licença. Tudo isso contido dentro desse ecossistema.

E daí você já usa caju para tudo isso? Putz, eu já rodo a sua folha, por que você não recebe o seu salário por aqui? Por que você não pega um crédito consignado por aqui? Por que você não, quando você precisa de dinheiro? Ou, eventualmente, está sobrando dinheiro, posso investir numa previdência?

Tem muitas dessas coisas que a gente ainda não construiu, mas muitas já é possível usar dentro desse ecossistema. Então, isso é o que a gente está construindo. A ideia é sempre melhorar a experiência do usuário, essa é a parada da Caju. Isso, e ir te ajudando com outras dificuldades que você tem no seu dia a dia na empresa. Então, a gente começou com a parte RH, operacional... Tudo isso que você está falando aí me parece que vai facilitando a vida do usuário Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Melhor Mel

E do cara que está te contratando, porque agora essa dúvida de cabeça vem até mais organizada, no mínimo. E agora com o AI isso vai ficar mais amplificado ainda, mas é a tua empresa no piloto automático. É isso que a gente está construindo.

A parte que era bom ficar no piloto automático, né? Porque tem uma outra parte que não era bom ficar no piloto automático. Bom, Edu, cara, muito obrigado pelo papo, obrigado por vir aí hoje. Agora, se tu pudesse... Imagina que tem uns moleque que estão te ouvindo agora e eles estão pensando, porra, eu também quero empreender. Eu estou vivendo num momento que está até...

Talvez um dos momentos mais propícios de todos os tempos para empreender até agora, com a ajuda da inteligência artificial. Que dá para tu... Imagina se existisse inteligência artificial e uma boa ideia, a ideia da diarista lá quando era... Eu não sei se foi tão boa, mas sim. Mas, cara, eu estava até conversando com os meninos outro dia que estavam querendo começar uma empresa e eu comentei uma coisa que eu acredito muito, que é a tua coisa mais valiosa é tempo.

principalmente se você está começando, você é jovem, você tem alguns anos que talvez você ainda não tenha todos os compromissos que você vai ter, muitas pessoas têm, mas, sei lá, talvez não esteja casado, talvez não tenha filho, talvez... Daí você tem, sei lá, alguns anos da tua vida que você tem um potencial, uma possibilidade de tomar risco enorme. E não é todo mundo que tem esse privilégio de poder tomar risco, mas muitas pessoas têm e querem empreender.

Mas independente de você ter esse privilégio de poder tomar risco ou não, mas tempo é a coisa mais importante. E o AI, isso vai colapsar o teu tempo. Então, acho que a minha dica é não gastar tempo se você perceber que a coisa não vai dar certo. Assim, é uma coisa meio contra-intuitiva, mas é tenta fazer.

e move on se não der certo, ou e pivota, mas não fica, sei lá, sete anos da tua vida empreendendo um negócio que não deu certo. Acho que essa é uma dica. Acho que as outras dicas são mais específicas, mas eu acho que isso é muito importante. De vez em quando demora as coisas para dar certo, mas você tem que aproveitar o momento da sua vida que dá.

Edu, obrigado pela moral. Valeu. Obrigado pelo convite, um prazer estar aqui. Adorei que você usou as mesas da Caju. Está escrito Caju aqui embaixo. Bom, família, a gente vai deixar aqui todos os links para você saber um pouco mais sobre a Caju, saber um pouco mais sobre a história do Edu. A gente vai deixar aqui os links dele também no comentário fixado. Anotou aí, cara? Falou várias coisas aqui que são importantes para você na tua trajetória.

Beleza? Então, eu espero que tenha curtido e a gente se vê depois, tá bom? Beijinho.

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