RENATO MOICANO - Flow #604
Renato Money Moicano, o lutador de UFC cansado.MONEY MOICANO MMA: https://www.youtube.com/watch?v=RGqeN879Ri0
- Criação do Evento Money Moicano MMAOrigem da ideia a partir das lives de narração · Desafios de regulamentação e comissão atlética · Diferença entre 'Street Beefs' e eventos sancionados · A busca por conteúdo viral e 'gamificação' das regras · O papel do 'Money Moicano MMA' como marca e plataforma
- Superando obstáculos e transformando raiva em motivaçãoInfância e influências familiares · Brigas de rua e aprendizado de defesa · O papel do pai e a desmotivação como incentivo · A busca por liberdade através do dinheiro
- O futebol como indústria do entretenimentoA importância da audiência e do 'show' · Construção de marca pessoal para lutadores · O papel do 'rage bait' e do timing cômico · Diferentes estilos de lutadores: carisma, performance, trash talk
- O boxe como desporto e estilo de vidaA pressão psicológica das vitórias e derrotas · A importância do descanso e a prevenção do burnout · A dificuldade de manter a carreira e a saúde física · A transição para outras áreas após o fim da carreira · A relação com a mídia e a construção de marca
- Inspirações Brasileiras na Obra de Pol TaburetA ascensão de novos talentos brasileiros · A comparação com o cenário americano e a questão salarial · A importância da estratégia e do 'jogo' na categoria · A influência do 'hype' e da mídia na carreira do lutador
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Um pouquinho, né? Pode ser lutador de UFC, streamer, tem que ser maluco mesmo. Lutador de UFC e trabalha com a internet, cara. Bom, dos caras que trabalham com a internet, eu conheço poucos que são um bão da cabeça. Lutadores também, né? E lutador, acho que quem que é?
Bom, tem a cabeça chacoalhada toda hora aí, né, meu irmão? Vai ficando cada vez mais maluco mesmo. Vai mesmo, vai ficando cada vez pior. Bom, se você quiser participar desse papo, família, você pode mandar uma mensagem pra gente. Tem o LivePix aqui, tem o QR Code, o link aí na descrição. O Jean vai escolher aí os cinco melhores pra gente ler ou ouvir aqui no final do programa, tá? Fica à vontade pra mandar. E eu também queria mandar um salve pra Livup.
E pro Felipe Midi, que são os patrocinadores de hoje, de quem falarei já já, tá bom? Cara, a gente tava conversando antes aqui do porquê que tu foi parar na luta, né? E tu tava falando que, porra, tu meio que encontrou a luta e ela te salvou porque tu não queria trabalhar. É, exatamente. O público sabe isso aí. Tipo assim, eu comecei a lutar bem novo, assim, oito anos judô, que nem qualquer criança e tal. Por quê?
porque... Teu pai mandou? Não, eu acho que minha mãe não queria eu em casa, entendeu? Hoje eu tenho um molequinho novo, eu sei, eu também boto judô, jiu-jitsu, então, tipo assim, minha irmã, puta moleque chato eu era, bicho, muito chato, ficava perturbando. Então, saia do colégio, ia direto pra aqueles lugares que interna a criança, atividade o dia inteiro. Meu irmão, ia fazer judô.
E aí eu não parei. Comecei no judô, depois fui pro jiu-jitsu, depois fui pro boxe, depois... Aí com 21 fiz minha luta profissional de MMA. Mas logo assim, quando eu comecei a ficar mais velho, que eu, caramba, é agora, né? Tem que tomar um rumo. Falei, pô, vai ser luta mesmo, porque senão vai complicar. Quando é que tu se ligou que tu gostava dessa porra?
Eu sempre gostei, de novo, porque eu era meio brigador de rua também, entendeu? Saiam umas porradinhas aí na rua, então... Era meio o esportezinho maneiro. Não, eu vou ter que falar a real. A real é o seguinte, família do meu pai, eu já te falei, eu falei isso em outro podcast, totalmente louco, meus tios eram viciados em brigar na rua, todos.
Entendi. Então, eu via e eu achava legal. Aí o que eu fazia? Ia no colégio e brigava também. Aí eu chegava em casa, meu pai falava, você tá errado. Aí eu ia pra casa do meu avô, meu tio, moleque doido, você é foda.
Tá ligado? É esse tipo. Então aí eu comecei a ficar nessa de... Qual foi a briga mais escrota que tu lembra que tu arrumou na escola? Tipo, tu devia arrumar umas brigas muito escrotas na escola, não arrumava? Cara, eu... Tipo assim, Brasília tem muita briga. Sempre teve. Você lembra? Sempre teve esses papos de nego de Brasília bater nos outros. Teve aquele que mataram um cara em...
No Nordeste. Então, tipo assim, Brasília tinha muitas dessas ganguezinhas. Então, os caras queriam bater em você. Você tinha que saber se defender. Mas, tipo assim, a primeira briga que eu me lembro, eu era bem novo pra defender minha irmã. O moleque falando mal da minha irmã. Aí eu peguei, segurei ele, girei, taquei ele na parede, deu umas porradas. E aí era sempre isso. Meu pai, que é estudioso, não, o cara é estudioso, eu achava ruim e a minha família achava bom. Até que um tio meu começou a... E aí
Arramar umas brigas pra mim, batendo uns caras que mexiam com o filho dele, meu primo, sacou? Então, ele ali, ó, aquele ali é meu primo também, eu já brigava muito com ele, também folgado pra caralho. É mesmo? E era uma casa de... O meu tio, por parte de mãe, também, tinham cinco filhos, né? Eram cinco meninos. Então, eu ia pra lá também, era só porrada.
Caralho, clube da luta, então, da vida real. Sair na porrada era tipo uma brincadeira. Depois apertar a mão, depois jogar um videogame, ou não? Mais ou menos, velho. Você lembra de Tazo, que era aquele Tazo? Lembro, lembro. Era isso aí, nego brigava pro Tazo, brigava pro... Só que saia na porrada. Aí depois vinha uns tios, batia mais. Então, um ambiente meio assim, meio violento, né? Aí eu comecei a achar legal esse negócio de luta.
E aí eu comecei a treinar. E outra coisa. Tu treinava pra não perder na porrada pros teus primos?
Eu era um pouco mais velho. Cara, é porque ele é da minha idade. Os outros mais novos, a gente batia muito neles, velho. Batia muito, né? Coitados, velho. Ainda mais com o seguinte... Mas batia com técnica ou batia? Não, na tora, na tora mesmo. Não tinha muita técnica, não. Mas, tipo assim... Aí, quando eu fui pra luta... Quando eu fui pra luta, eu comecei a ver que, tipo assim, caramba, dá pra você fazer um negócio melhor. A técnica, o desenvolvimento e tal. E aí, eu comecei a ver também que, tipo assim...
Quanto melhor você ia, melhor as pessoas falavam. Cara, você é bom. E aquilo ali me incentivou a botar toda a energia pra começar a treinar. E realmente, eu sempre quis ser lutador. Eu sempre quis, né? Mas já começava pela minha família dizer, pelo meu pai, mas dizer, não, você não vai conseguir. E aí que deu mais vontade de fazer, sabia? Teu pai? Meu pai. Mas tu tava me falando também que teu pai é meio maluco.
Totalmente. Quem conhece sabe, ele vai estar vendo isso aqui. Mas é um maluco beleza. Meu pai é gente boa. Então, mas ele te incentivou então, te desincentivando? É, ele me incentivou desincentivando, exatamente. Meu pai, eu morava em Brasília, né? Hoje em dia eu não moro mais em Brasília. Meu pai é um concursado público do Senado, então ele sempre ganhou bem. A gente sempre morava super bem assim. Apesar dele ter vindo de uma família pobre, do Piauí, meus outros tios não tinham tanta condição, mas...
A gente sempre teve uma condição assim. Meu pai era muito estudioso, então ele queria que eu fosse estudioso. Entendi. Entendeu? Então era tipo assim, irmão, tem que fazer faculdade, tem que fazer... Mas eu queria meio que ser que nem meus tios, sacou? E esse que era o problema. Então ele não deixava. E eu era muito magro. Ele falava, velho, você não aguenta uma porrada. Você não vai conseguir, não vai dar certo. E eu ficava pensando, esse velho vai viver. Hoje em dia é meu maior fã, meu pai é meu maior fã.
Maneiro, maneiro. Como é que é o nome dele mesmo, João? João, João Carlos. Um salve aí pro João. Porra, vai ficar feliz pra caramba. Porra, maneiro. O Coroa é doido, o Coroa é doido. Mas por que que ele é doido então, cara? Tu me mostrou uma foto dele com um clã. Como eu te falei, por que que ele é doido? O bicho vai fazer 70 anos, 68 anos, tem um filho de um ano e meio.
Mas isso não é doido, isso aí é ser viril, porra. Porra, eu acho que é louco, velho. O cara fez cirurgia nos dois joelhos, não consegue andar. Mas é só ele ficar deitado aqui, porra. Mas quem cuida do moleque correndo? Quando o moleque tiver 15 anos, ele tem 80.
Tem tu, ué. Pô, então, aí botou a resposta em mim. Eu sei disso. Entendeu? E esse é o problema. Por isso que eu tô falando que ele é louco, mano. Entendeu? Daqui a pouco ele não tá nem mais aí, vai sobrar pra mim, ué. Vai sobrar pra você. E olha só, tu já é maluco. O que vai acontecer com esse moleque? Pô, certeza de loucura, certeza. E teus filhos, são suaves, cara? Não, ué, também. São, meu irmão, muito ativos. Muito. Hoje em dia, tudo que eu falava assim, né, da minha mãe, do meu pai, de...
Eu falava, caramba, eu tô pagando. O moleque não para, velho. Não para de falar. É que nem eu. Não para de falar, é ativo. Mas é um moleque muito amoroso. Eu tenho dois filhos e minha esposa tá grávida também. Tá esperando o outro. Caralho. Então, família vai ser grande. Eu vou continuar, velho. Quando tiver dinheiro e tempo, a gente vai continuar. Tu gosta de dinheiro, né, cara? Porra, eu gosto de dinheiro, assim. Tu gosta mais de dinheiro, de lutar ou de trabalhar?
Eu gosto mais de dinheiro. Isso aqui tá parecendo aqueles conteúdos de estraganha. Dinheiro ou lutar? Lutar ou... Dinheiro ou lutar? Lutar ou casa? Não, mas eu... Assim, o que eu gosto é de liberdade, né? Eu acho que o dinheiro é liberdade. Então, virou esse personagem aí, Renato Mano e o Marcano. Mas, pô, eu gosto de fazer projetos que nem esse evento que eu vou estar fazendo, que a gente vai falar depois.
Abrir uma academia também. Poder fazer uns troços maneiros. O dinheiro serve de ferramenta para tirar uns troços legais da cabeça. Exatamente. E não depender, que nem eu estou falando desse negócio de CLT, eu falo muito disso. Tem muita gente jovem que me acompanha e eu falo.
muitas das vezes você fica preso num lugar de não criatividade, entendeu? Então eu sou lutador, muita gente pensa que o lutador é burro, e ele pode até ser, mas ao mesmo tempo, pra você chegar em qualquer lugar de destaque, você tem que ser inteligente, até mesmo...
emocionalmente ou então corporal. Talvez o cara não tenha cultura. Que nem na luta mesmo, eu conheço vários caras que não tem cultura nenhuma, que não estudaram, são extremamente inteligentes, sem saber por quê. Então, eu tô te falando que às vezes se o cara me bota num emprego desse, que eu teria que fazer a mesma coisa, isso aí seria muito ruim pra mim. Então, graças a Deus eu encontrei o esporte, porque eu expresso criatividade com o YouTube, com a live, e eu vou fazendo umas paradas malucas e a galera gosta. Bom, quanto que o que tu faz hoje...
Tu acabou de falar que tu encontrou esporte. Mas quanto que o UFC é esporte versus o quanto o UFC é show? Eu acho que é entretenimento puro. Eu acho que nem ficaria mais na categoria de esporte. Porque... Tipo assim, quando eu comecei, eu pensava esporte. Tem valor esportivo. Cara, mas você pode ser o melhor. Se ninguém quiser te ver, não importa.
Entendeu? O Igor, hoje, você tá no flow, você tem uma audiência gigante. Você mudou do que você era antes quando trocava ideia com seus amigos? Cara, em alguma medida, sim, porque o tempo passa, eu vou ficando mais maduro, eu vou conhecendo outras pessoas, eu vou me expondo a novas ideias, então...
Sim, mas talvez você tivesse a mesma mudança, se você tivesse ficado no mesmo lugar. Não tô falando a mesma. Porque você conheceu outras pessoas. Mas o que eu tô te falando é o seguinte, às vezes o cara tem um talento fodido pra comunicação, pra luta, e ninguém conhece. Você tá entendendo? Como vários caras que eu conheço que são muito melhores do que eu e tão fodidos, velho. Porque não teve sorte, porque não teve engajamento.
Então eu falo, o UFC é entretenimento. Não importa o quão bom você é. Importa se as pessoas souberem, né?
Importa um pouco. Porque se tu mandar mal pra casa, se tu apanhar direto, tá fudido também. Você pode ganhar pra caralho e tá fudido também. Entendi. Você tem caras que ganharam oito lutas seguidas, perderam duas, uma é mandada embora e o cara não conseguiu fazer dinheiro, não conseguiu fazer nada. Então, eu diria que mais importante do que vencer é aparecer. É muito mais importante aparecer, ter um nome consolidado porque a carreira vai acabar.
entendeu? Uma hora acaba. Você já entrevistou vários lutadores aí, quem não lembra do Anderson Silva, ele até veio no Flow esses dias, ele não tem o mesmo hype que ele tinha quando eu assisti a ele. Porque tempo passa pra todo mundo, então o lutador tem que construir uma marca, tem que ter um direcionamento e a maioria não tem, né? E quais ferramentas tu acha que o lutador tem pra
se tornar esse show no fim das contas. Dá pra nomear aqui, por exemplo, o McGregor é muito bom em usar o rage bait, né? Ele é bom, ele fica tentando chamar atenção. Ele é muito bom chamar atenção, só que o que eu acho mais engraçado e mais difícil que o McGregor tem é o timing de comédia, entendeu? Porque uma coisa é você ser engraçado decorando uma frase. Outra coisa é aparecer, por exemplo, ele tava numa coletiva de imprensa de uma das lutas mais...
E aí o cara falou assim, um cara que era um cara duro, mas desconhecido, inclusive até que eu já lutei, Jeremy Stiffins, ele falou, o McGregor tava falando, falando, falando, aí ele foi atrás, pegou o microfone, ele falou, eu sou o cara mais duro da 70 quilos, o McGregor bate nos caras e não nocautei, eu nocautei, aí o McGregor parou, pegou o microfone, who the fuck is that guy? Meu irmão, passou 15 anos, onde esse cara passa, o nego fala, who the fuck is that guy? Entendeu?
O cara virou o cara, ele só virou... E em português você falou, quem é a porra desse cara? Quem é esse merda? Entendeu? Então onde o cara vai, ele virou o merda. Então, olha o poder que o McGregor tem de, tipo assim... Meu irmão, isso é comédia, né? E eu acho que, assim, o que a gente tava falando. Como é que o lutador pode desenvolver isso? Um, ele pode ser foda.
Tipo o Poatan. Você entrevistou o Poatan aqui? Ainda não, mas se Deus quiser vai chegar a hora. Aí Poatan, queremos você aqui, né? Vai chegar. Tipo assim, Poatan, ele é um cara que tem um carisma absurdo e não fala nada. Ele entrevistou eu caralho, eu tô te entrevistando, seu viado? Não. Ah, bem. Falando, né? Trocando ideia. Tô conversando, porra. Então, cadê ele pra trocar uma ideia aqui? Aí sim, vamos lá. O que que tu tava dizendo?
Eu tava dizendo o seguinte. Caralho, Menem, agora eu brinquei com a minha sorte.
Vamos botar esse cinturão pra jogo aqui. E ele vai na cota do ex-calvo também. Pois é. É verdade. Não, mas eu tô falando assim. Tipo, o Poitain, você conhece um pouco do UFC, né? O Poitain é um cara que ele não... Tipo assim... Ele é fodão.
a marca dele é ser foda. O Topuria, que é um outro lutador, a marca dele é ser foda. O Charles, que eu já vi, que já veio aqui, entrevistado, não, entrevistado não. Mas o Charles já veio aqui algumas vezes. Então, o Charles é um cara que tem um carisma diferente, entendeu? Só que não é trash talk, não é o jeito dele, cara. Pra mim, eu acho isso. Seja você, se você é um cara que faz piada, faça piada. Se você é um cara bom, seja bom, mas faça algo que a galera lembre de você. Pô, até não precisa falar nada, é só a performance dele, aí ele termina.
Fez assim, o cara, bum, explodiu. Então, cada um tem que achar o seu meio. Fez assim, o cara, bum, explodiu.
Você viu essa? Já, já vi essa. Que é do cara lá, do meme. Do Cabilame, não é o nome dele? Porra, eu não lembro o nome dele. Sei que o Potton fez e explodiu. Tu é ligado com... Bom, obviamente tu é ligado com papo de internet. Sim. Porque tu faz as tuas lives lá. E tu foi fazer live. Por que tu foi fazer live? Podia só ficar em casa fazendo porra nenhuma, coçando.
Ganha dinheiro, né, velho? Ganha dinheiro. Assim, brincadeiras à parte, como eu comecei a fazer live? 2020, pandemia, foi a primeira vez que eu vi o Flow também. E eu assisti a... Tu lembra qual foi o primeiro episódio do Flow que tu viu? Mas deve ter, sei lá, ali naquela época, muitos episódios foram furando a bolha. Eu via... Ó, o primeiro que eu vi que eu achei foda foi o do Gaules. Sabia. Todo mundo, né? Hoje eu tava trocando ideia com o cara e o cara falou a mesma coisa.
E o seguinte, e tem outra coisa. Porque o que aconteceu? Muito de quem foi responsável pra eu começar nessa parada foi o Marcelo Ali, meu primo. Por quê? Viciado em jogo. Então, ele assiste... Ele ainda fica falando que você é ruim no Dota, ó. Depois você briga com ele. Porque ele falou que 3K é pouco. Aí, tu sabe jogar um The King of Fighters? Sabe jogar um Street Fighter? É no arcade mesmo. Moleque, é viciado em jogo, entendeu? Eu te mato com a mão só. Aí, toma.
E olha lá, ele riu. Toma, toma. Tá bom então, demorou. Toma, o moleque é brabo, velho. Tá, vou matar com a mão só. O irmão dele... Vai filmar eu matando ele com a mão só, tá bom? Vamos filmar. O irmão dele é um dos melhores dotas, não é?
É mesmo? Caralho? O moleque é viciado no DOS. Tipo assim, por exemplo, tu lembra que eu te falei que era cinco moleques que ficavam em casa? Aham. Tinha um computador e não tinha supervisão nenhuma. Então era o dia inteiro virando madrugada. Tipo assim, 15, 16 anos, tomando cachaça e jogando, velho, entendeu? Era terra sem lei lá a casa deles. Um computador só. Um computador só. Os caras revezando. Não, eu vou te contar, velho, porque a engraça dele tá aqui.
Você também jogou Diablo, né? Joguei. Esse moleque também ficou nível 1, o ranking mundial de Diablo. Porra? 99. Qual o Diablo?
Caralho! Por que eu tô te contando isso? Depois eu vou te contar. O que ele fazia nesse jogo que tinha que lutar? Ele ia dormir e obrigava os irmãos a ficar lutando pra ele. Então calma aí. Tô entendendo o nível de nerd. Nerdola. Eu acho que vou precisar das duas mãos. Nerdola.
Nerdola. Tipo aquele diabo, quando o cara morre, acaba, tá ligado? Qual que é? É o hardcore. Exatamente. Então o cara passava lá, meu irmão, eles eram viciados, passavam 20 horas. Eu sempre fui do esporte. Então eu não gostava muito desse joguinho. O que tu achava dele? Tu ficava achando ele... Chamava de nerd, zoava de moleque? Não, eu não sabia. Tu dava porrada nele porque ele era... Não, os dois irmãos mais novos eram nerds. Ele não, porque ele jogava bola também. Entendi. Entendeu? Ele jogava bola.
entendeu? E saia pros forró, tomava umas cachaças. Ó, pra você ver, o pai dele levou a gente pra um forró a primeira vez também. Mano, a família é engraçada. E a primeira vez que tu foi no forró foi com o pai dele? Com o pai dele, os irmãos, todo mundo assim. Foi maneiro? Foi maneiro, foi maneiro. Não pode nem falar. Tomou um esquentão? Não pode nem falar essas coisas até. Só que por que eu tô te falando isso? Porque em 2020 aí veio pandemia.
E aí eu falei, caralho, eu vou comprar um computador. Eu não tinha um computador até 2020.
Aí eu falei, pô, vou comprar um computador. Ele falou, vamos jogar CS. Em 2020, não tinha nada pra fazer, eu comecei a jogar CS. Aí era aquele papo lá de pandemia, aí juntava os brother. Irmão, eu joguei CS em 2000, entendeu? Na Lan House. Aí depois, em 2020, eu comecei a jogar o CS de novo com eles. Aí eu falei, velho, quer saber? Eu vou fazer umas lives na Twitch com isso aí. Aí eu comecei a fazer live na Twitch. Só que pegava, tipo, três, quatro pessoas.
Aí eu falei, pô, vou mudar pro MMA. Comecei a tentar fazer umas lives falando de MMA na Twitch. Fazer o que eu faço hoje na Twitch também. 20 pessoas, 10 pessoas, mas eu não parei. Então eu fiquei muitos anos pegando ninguém na... Assim, nenhuma audiência. Mas eu resolvi fazer o YouTube depois disso. Porque eu não queria fazer YouTube. Por que que eu queria fazer live?
Porque eu não sabia editar. Eu também não queria pagar ninguém pra editar. Pão duro pra caralho. Então, eu falei, o bom da live... É que tá lá, né, meu irmão? Tá lá. Entendeu? Agora, porra, tem que fazer. Eu vi aqueles vídeos do YouTube tudo produzido. Eu também não assistia muito YouTube. Entendeu? Até 2020, pra mim era só treino.
Eu só treinava, entendeu? Ouvia, tipo, no YouTube, escutava um programa de rádio, tipo, Pânico. Tava lá um dia inteiro treinando, uma correria. Só que em 2020 eu já tava um pouco melhor. Comprei esse computador, comecei a jogar, comecei a fazer live, até que eu criei um canal no YouTube. Tu já tava morando lá fora? Já tava morando lá fora.
Aí eu peguei esse computador, fiz um canal no YouTube, só que no YouTube já foi muito melhor o primeiro vídeo. É? É. Porque eu acho que o YouTube tem uma audiência maior de luta, né? Porque a Twitch é só game, né? Sim, a maior parte é game mesmo. E eu sou muito ruim no CS, viciado, brother. Eu jogo direto, mas eu sou muito ruim. 3 mil horas de jogo, eu sou prata...
Horrível, eu sou horrível no jogo. Caralho, prata é ruim pra caralho, né? Ruim pra caralho, é. É tipo 3K. Tá. Tá bom. Mas é isso. Mas aí, tipo, o que aconteceu?
Aí o canal começou a ir bem, entendeu? Depois das lutas, começou a falar de MMA. Aí eu fui vendo que o negócio... Comecei a fazer live, as lives foram pipocando. Aí agora também tô tendo que fazer live aí todo sábado. Não gosta não? Pô, gosto. Gosto muito. Mas tem dia que não. Tem dia que não. É aquele negócio do dinheiro. A gente faz pelo dinheiro também. Tem dia que eu não quero card ruim, só que aí patrocínio. Aí tem que fazer, né? Não tem jeito. É. Imagino que sim. Mas, cara, é...
Lutar, cara, é uma decisão um pouco drástica de certa forma. Você já treinou, desculpa te interromper, você já treinou alguma coisa de luta? Quando eu era menorzão, mas não conta. Porque eu era menorzão, eu sei lá, eu lembro que eu fazia umas aulas de Karatê, mas eu era muito menor mesmo, entendeu? Muito menor mesmo. Então, sei lá, não conta. Então eu diria que não. Eu tenho um tempão que eu fico falando, porque quando eu dava aula ainda, eu tinha vontade, pô, eu queria fazer boxe.
Mas nunca me movimentei Nunca dei o primeiro passo Pra de fato treinar a porra nenhuma Eu vou pra academia Tô até inclusive Tô voltando aí pra academia Eu tô inclusive todo dolorido dessa volta Cara, meu braço só abre até aqui Tá lá com o Cariani ainda? Cara, dessa vez eu fui numa academia Menos longe Entendi, é longe É que assim, é meia hora E aí E aí
Sabe qual é? Dependendo do trânsito, né? É, então... Não tem muito trânsito, mas é meia hora lá em São Caetano. Então, não é que...
Não é exatamente um troço que impede. Mas, pô, eu fui na do Giga, por exemplo. Entendeu? Que é no Ipiranga. Então, menos longe. Entendi. Então, depois eu fui treinar com o Gunley. Mas eu tô voltando agora. Mas treinar a luta não, cara. Não é... Mas eu tenho curiosidade. Curiosidade. Eu não sei se eu curto muito a ideia de ficar tomando porrada, mané. Sim. Tu gosta.
Não, eu gosto de bater, não de apanhar. Mas faz parte, vem junto, né? Não tem como tu não apanhar, mané. Não tem como. Porque o cara que tá lá contigo dentro do octógono, o cara é foda. Mas você diz na luta? É. Não, tem luta que você não apanhou. A última luta eu não apanhei. A última luta eu quebrei as duas mãos na cara do cara.
Caralho. É. Mas teve luta também. Você tava se divertindo? Não, tava cagado, irmão. Depois eu fico cagado, velho. Eu fico cagado porque é muita coisa em jogo, entendeu? Tipo assim, por exemplo, jogador de futebol, qualquer outro esporte, um podcast, se você faz um podcast ruim, um jogo ruim, semana que vem tem outro. Luta é três vezes no ano, no máximo. Duas vezes no ano. Então você passa um ano com o nego te xingando, te hateando, com você mesmo se sentindo mal.
Então, toda vez que você vai lutar, é muita pressão por causa disso. E também, um, um, um,
Como eu tava te explicando, né? O UFC exige muito. Então, se você começa a perder muito, aquilo ali afeta a tua carreira. Pô, eu conheço vários lutadores que, tipo assim, perderam, nunca conseguiram voltar. E não só na luta, viraram outra pessoa, velho. Tem um livro do Jordan Pizzo que fala muito disso, as 12 lições para a vida.
E ele fala das lagostas, né? Mas ele fala, tipo assim, toda vez que uma lagosta bate na outra, isso aí muda até quimicamente, biologicamente, o jeito que ela sente, o jeito que ela vai... Então, a luta tem muito disso. Por isso que é muito bom e muito ruim. Se você ganha, meu irmão, é a melhor sensação do mundo. Se você perde, você é o pior do mundo, entendeu? Então, é... Só que eu aprendi a separar isso com o tempo, com as derrotas, com a experiência, mas quando eu vou lutar, eu tô meio cagado sempre.
Mas aí com esse cagasse, tu foi lá e quebrou as duas mãos na cara do amigo. Porra, dei sorte pra caramba. Deu uma sorte danada que eu tava cagado, cara bom. Lembra do que eu te falei? Hoje em dia eu sou ranqueado nono do UFC na minha categoria. Eu já fui ranqueado em duas categorias. Eu sou há 10 anos. Eu tô no ranking do UFC, o que é muito difícil. O que é muito difícil.
E aí, agora, o UFC, como eu te falei, eu tô mais velho, eles vão começar a usar caras pra... Então era um cara novo, fora do ranking, tava vindo de cinco knockouts, era um cara pra mim bater. Ele bota o cara pra te bater. Então é um cara pra me bater, mas esse é o bom. Porque aí você bate no cara também. Entendeu? Tu bateu nesse cara. Bate no cara, pega o microfone, xinga o UFC, xinga todo mundo, eu xingo todo mundo lá, depois da luta.
E aí, então, meu irmão, dá pra descontar na mão. Dá pra descontar na mão. Os caras ficam putos quando tu xinga todo mundo? Cara...
O UFC já ficou. Não chega uma ligação lá do... Você sabe quando é que o UFC ficou? Puta, eu lutei na França e eu xinguei o Macron, né? O presidente. Porque ali eles botaram eu pra me fuder. Quem sabe, sabe, irmão.
você não quer lutar ali na França não? Eu falei, depende, com quem? Aí ele falou, não, com esse francês aqui, que é um, não sei o quê, das forças armadas, matador, assassino, primeira luta, vai ser a luta principal, a luta mais importante. E aí eu fiquei com medo também. Só que eu falei, vai, quer saber, eu vou lá nessa porra, eu vou jogar água no chope desses caras. E você deve acompanhar futebol, você sabe que francês é, a torcida é, meu irmão, é um caldeirão.
Entendeu? Pô, o cara, olha aí, tá vendo? Manda embora, velho, esse cara. Entendeu? É um caldeirão.
Meu irmão, na hora que eu comecei a bater nesse cara, eu joguei ele pro chão, comecei a dar a cutuvelada na cara dele, bater nele. Bater nele e ele começou, velho. Abrir, abrir, abrir, abrir. Irmão, a torcida caladinha. Aí eu peguei o microfone. Aí eu venci, peguei o microfone. A primeira coisa que eu falei, fuck Macron! Aí a galera, ahhh! Aí eu achei a receita do sucesso. A receita do sucesso, o que é que eu te falo aqui pra lutar?
Pra você, lutador. Você vai em qualquer lugar do mundo e fala mal do presidente que tá na cadeira, não tem erro.
qualquer lugar do mundo, você quer fazer sucesso em algum lugar, você vai lá, bate no cara, eles vão ficar puto com você e você fala, até se for nos Estados Unidos, foda-se o Trump, meu irmão. Não tem erro, não tem jeito de você errar com essa.
Gostei dessa técnica. Não, é uma tática. É uma tática que eu uso aí. Aí os caras devem ser ficaram putos contigo, cara. Ficaram putos. Ficaram putos porque, tipo assim, eles têm acordo com o governo pra ganhar dinheiro pra verba, não sei o quê. E aí, outra coisa. O cara queria que o francês ganhasse. Imagina, você bota um brasileiro contra o francês na França, é pro cara ganhar. Você vai lá, bate no cara, tinga o presidente, ainda pedi dinheiro, falei que não tava me pagando, entendeu?
Falei, pô, eu quero mais dinheiro, Moicano, what's money? Aí os caras ficam loucos, velho. Moicano, não fica pedindo dinheiro.
Então me paga mais, porra. Ah, mas não é bom pra empresa, é só pagar, filho, que eu calo, irmão. Não é não? Você recebe muito isso aqui, os caras pedindo dinheiro? Cara, não muito, não muito. Ainda bem. Faz a revolução aí, chat.
Faz a revolução aí, chat. Tô brincando. Na real, aqui é o contrário. Se o chat quiser participar, eles que tem que mandar dinheiro. Sim, sim. É verdade, sim. Porque, porra... Tem que me ajudar também, né, porra? É verdade, é verdade. Caralho. Então, tá aí. Mas por que eu te perguntei? Não tem ninguém que você não gosta, não? Porque a gente tá fazendo um evento de MMA...
Todo lugar que eu tô indo na ESPN, eu tentei botar uma pilha no cara pra bater no pilhado lá, que é da ESPN. Eu quero arrumar uma treta. Mas, assim, tem que saber lutar? Ou é briga? Não, mas só na força do ódio. É? É. Alguém que você não gosta, teria alguém que você queria lutar? Caralho, com quem eu queria lutar, mané? Pode ir pá. Não. Mas falei bem baixinho, eu falei bem baixinho. Aí, chat, pode ir pá.
Acho que ninguém ouviu, não, velho. Não, eu tô brincando. Tá vendo? Já tô causando intriga, velho. É foda. Mas é porque tu tá juntando uns caras pra sair na porrada nesse evento aí. Exatamente. Esse evento é... Como é o nome dele? Mani Moicano MMA. Deixa eu ver esse cinturão aqui. Bom, se você for ver bem aqui, ó. Tá aqui. Aqui, ó. Ficou bonito aí.
Aqui, família, é importante notar que tem aqui um moicano, né? Bem aqui em cima. Money Moicano MMA. Exatamente. E aí, como é que surgiu essa ideia aí? Oficialmente sancionado por autoridades questionáveis. Exatamente. Então, não espere nada bom. Isso aqui não é algum negócio. Porque é o seguinte, por que surgiu a ideia desse evento aqui?
Eu faço a live lá no Radinho de Pilha. Como é que é o Radinho de Pilha? É só um calvão lá na sua tela, narrando o que eu tô vendo no UFC. Então, o que a galera faz? Ela bota o UFC na TV, aí ela pega o celular, bota a live e fica ouvindo aqui eu comentando, como se eu fosse os caras do combate, né? E a live começou a crescer muito, cara. Eu tive uma explosão violenta. E aí, um dos eventos me chamou pra narrar. Um evento chamado Karate Combat.
Aí ele falou, Moicano, a gente deixa você transmitir as imagens, só que também não vamos te pagar nada. Eu falei, não quero dinheiro não, eu quero a imagem. Aí fui lá, fiz um negócio, foi um show, estourou. Aí eu pensei, caramba, e se eu fizesse um evento...
em que eu mesmo faço as lutas, eu mesmo ganho dinheiro, eu mesmo streamo, eu pego o superchat, eu comento, eu não preciso pagar ninguém, eu conheço um monte de lutador, meu irmão, fechou, tá aí, aí surgiu essa ideia do money, money, money, money, e o que eu queria primeiro? Colocar só rinha de inscritos, pegar a galera do meu canal e botar os caras ruins pra lutar. Só que eu falei com o Thiago Pamplona, que é o produtor, ele falou, irmão, isso aí não vai dar pra sancionar, como é que você vai sancionar isso? Eu queria botar briga de anão, e aí ele falou, não, por quê?
porque você tem que ter categorias de peso, senão, é o que a gente tinha falado no começo, você pode dar BO. Então vai ter que ser tudo sancionado pela comissão atlética. Então a gente tem que pôr algumas lutas profissionais sérias. Então a gente botou cinco lutas profissionais, aliás, seis...
seis lutas profissionais e cinco lutas amadoras que são dos inscritos que a gente pegou baseado em vídeos que a galera mandou. Então se você... Tu já viu uns vídeos que tem no YouTube aí, dos caras que faz uma rinhazona mesmo? É tipo, parece um parece um octógono, parece um sei lá, só que assim, um chão de areia batida e os caras tem os nomes de personagem, sabe? O cara... É aquele boxe de favela que tinha?
Não sei, cara, porque esse que eu tô falando é gringo, que eu vi. Ah, tá, eu sei, colega. O cara enrola uma parada na mão, assim, e sai na porrada. Sim, sim, sim. Era isso que eu queria fazer aqui. Só que nos Estados Unidos dá pra fazer... Como é que é o nome? Puta, eu não sei o nome. Street Beefs. É isso mesmo, Street Beefs. Eu queria fazer um Street Beefs, mas qual que é o grande problema? Se você faz isso aqui no Brasil, você vai direto pra cadeia, velho.
Certo, também acho. Porque, tipo assim, meu irmão, você botou o cara, hein? Nos Estados Unidos, lá, se o cara assinar o waiver, né? E falar o seguinte, ó, eu me comprometo a me fuder aqui de graça, é problema dele. Aqui não é bem assim, porque eu conversei com o advogado pra fazer isso. Porque qual que era a minha ideia? A minha ideia era ir no meio da rua pra gerar conteúdo.
Irmão, você quer brigar? Você quer brigar? Vamos botar os negros pra brigar aqui, porque eu acho que teria gente. Só que aí o advogado falou, não, tem que ser sancionado pela comissão, tudo certinho. E aí... Pô, chatão, né? Pô, chatão, mané. Chatão, mané. Pô, cadê a violência, velho? Fazer um na mãozinha soltinho. Porra, cinco minutinhos de alegria. Cinco minutinhos, sem perder lá a amizade. Porra, eu... Pô, não tenho mais, velho.
Acabou mesmo, né? Porra. Isso é bom ou ruim? Agora o vagabundo faz cinco... Fala que vai fazer cinco minutinhos na mão. Com dois minutos o cara já tá puxando a pistola. Cara, é, não dá. Eu pensei que você ia falar o cansaço, porque eu acho que isso que vai acontecer lá. Dois minutos os caras estão mortos.
Pode ser mesmo, né, cara? Pode ser umas lutas feias pra caralho. Não, vai ter luta boa, mas tipo assim, porque tem que ter. Vale pro chão de cabelo? Não, não, não. Regra do MMA normal. Só na lutas amadoras, sem cotovelada e sem joelhada, porque os caras também não... Tipo assim, pra que você vai apanhar desse tanto, né?
Você não tá ganhando porra nenhuma, né? É bom deixar claro, o amador... E aí eles vieram me encher o saco, mas você tem que pagar o Jalzé, desculpa, irmão, o amador não pode receber. Isso aqui é pro seu aprendizado, isso aqui é pra você aprender. Entendeu? Encare isso aqui como... Como o menor aprendiz, né, velho?
Entendeu? É um estagiário. Tá de estagiando, irmão. Se você for bem, você passa pro profissional. Então a ideia saiu daí e a gente fechou com a Corne, uma academia excelente aqui com os lutadores treino, comissão atlética, com a galera, né? O Gabriel também me ajudando muito a fechar os patrocínios. E agora a gente já tá procurando pra segunda edição. A gente foi lá na Kings League, tentei causar inimizade entre os streamers pra ver se sai alguma coisa.
Ali pode ser que saia, né, cara? Ali tem os caras que brigam pra valer. Eles tão competindo mesmo, né?
O Paulinho Louco desafiou o Yuri 22, né? Chamou de dente de cavalo e os caralho. E ele deixou por isso mesmo? Ah, eu tô esperando a resposta. Cadê? Não, calma aí, calma aí. Dente de cavalo. Chamou de dente de cavalo. E o maluco? Deixou por isso mesmo? Não respondeu ainda não, filho. Tamo esperando aqui. Cadê? Caralho, mané. Entendeu? Aí se eu conseguir botar esses caras pra brigar, é o que eu falei? Eu não quero nem dinheiro. Entendeu?
Vocês podem ficar com o dinheiro. Meu irmão, eu quero só o nome do Calvão aqui promovendo. Não é pra crescer a marca. Essa é a ideia.
Bom, eu tô velho pra sair na porrada com os outros. Não quer mesmo? Não quer. Arruma um da tua idade, velho. Escolhe, velho. Pra tu bater, a gente bota uma luta fácil. Os brasileiros caras tão fazendo isso. É. Tem um monte de lutador que faz isso. Ah, tem. Tem, tem mesmo. Tem um monte de luta fácil. Entendeu? O cara pega e tá com 10 l, você vai ver o cartel, só lutou com pipoqueiro. Isso aí é clássico. Eu não tô nem brincando, cara. Não sei porque o nego tá rindo, velho. É sério, velho. Tem cara que faz isso.
imagina, sabe o que? Agora falando sério, o conteúdo que dava pra gerar você treinando pra lutar, entendeu? Hoje em dia eu penso assim, como você é produtor de conteúdo e um dos maiores do Brasil, se não for o maior podcast, você dá pra usar isso aí incentivando as pessoas a treinar, treinando e ganhando dinheiro. Quantas marcas não vão querer ver você sair na porrada? Só que não pode ser contra o profissional, tem que ser um cara da mesma idade, um cara do mesmo estilo, né? Se você quiser botar dinheiro no meu bolso, é só me falar, velho.
Imagina lá no Mani Moicano MMA. Não é não? Imagina. É que aí é perigoso, né, meu irmão? Porque perigo é eu te meter ali a porrada. Meu irmão, o cara vem agressivo, velho. O cara é carioca mesmo, velho. O carioquismo não sai, velho. E se tu entrar no meu furo, teu pescoço, porra. Que isso, mano? É só na mãozinha seca, filha. Mão limpa.
Até tu me dá o primeiro soco. Tomei o primeiro soco, já era. Não, mas eu vou estar lá de comentarista. Pra mim, não vou participar da rinha, não. Acho justo, né, cara? Melhor. Porque você tem interesse na parada. Não é que tu entrega umas lutas aí. Vai, vai dar bom. Isso aqui vai dar bom. Tenho certeza. Sábado, dia 23. Inclusive, aproveitar a audiência do Flow, a live já tá lá no canal. Já deixa um like lá pra te avisar no sábado, às 6. Entendi.
Pô, maneiro, cara. Acho que tu... É interessante o jeito que tu organizou esse evento aí. E é interessante saber... Eu já desconfiava que não podia ter um evento assim tão informal de luta. É, não pode. Não pode. É. Mas que pena, porque senão a gente ia ter um street beef, você.
É, ia ter um street beef e o que pega de visualização, né? Porque, na verdade, todo mundo quer ver um cara se fudendo, né? A verdade é essa. Ah, cara, isso que a gente quer ver no UFC também, né? Com certeza, eu não tenho dúvida. Nem que fica falando de técnica, de não sei o que. Técnica é o caralho. Não, técnica é o caralho. Quando vai pro jiu-jitsu, o vagabundo fica puto. Isso é o que eu tô pensando na próxima edição. Essa não.
Mas não tem... Nem que vai copiar a minha ideia, velho. Mas foi eu que falei primeiro. Aqui vai ser normal. Regras do MMA.
Mas, por exemplo, eu fui lá na Kings League. Você já acompanhou esse negócio da Kings League? Um tanto. E é aquele foot set que é um pouco diferente com as regras diferentes. Eu quero fazer a regra diferente. Sensacional, dá uma gamificada na parada. Uma gamificada, entendeu? Uma gamificada que, tipo assim, treinador, por exemplo, fica só falando, esquiva, jab direto. Quero botar o treinador pra no corner sair na porrada com outro treinador.
Tá falando demais. Animal. Tá ligado? Porque teve uma vez que eu vi o cara falando o Mike Perry, o lutador. Ele tava lutando, aí ele falou, meu irmão, os primeiros 30 segundos é foda. Você não quer apanhar, então você fica só, tá ligado? Aí o treinador, vai, vai, vai ele. Vai você, filha da puta.
Aí, tipo, no intervalo, vai ter chance pra você gritar pro lutador, pro treinador. Outra coisa é isso aí que você falou. A galera não quer ver chão. A galera não quer ver queda. A galera quer ver porrada. Então, tipo assim, derrubou, é rápido. Faz alguma coisa aí, senão você vai se fuder de novo. Levanta. Então, eu tô pensando em algumas regras.
Pra não ser MMA, não vai no ShareDog como MMA, mas pra galera ver, porque o TikTok fudeu todo mundo, ninguém consegue mais ver um... A Kings League, o que eu vi foi isso, meu irmão. É toda hora você olhando, porque ninguém consegue mais ver um jogo, né? Tipo assim, de 90 minutos. E eu vou fazer isso com o MMA também, eu só não sei como. Tô pensando ainda. Inclusive, patrocínios aqui, viu? Mani Moicano MMA, pode ir lá no Instagram.
com esse cinturão feio pra caralho. Não vai, né, velho? Não vai. Mas uma coisa é o cara tentar ser bom e ser ruim. Isso aqui é ruim de vontade. A gente tá fazendo... Pois é, né, mané? Pior que é mó triste o cara...
Que ele queria muito ser foda, mas ele não conseguiu. É foda, exatamente, exatamente. Então, já começa ruim logo que não tem erro. Isso, que aí a expectativa já fica baixa. E tipo assim, tudo que der de errado no evento, é, foi conteúdo, deu certo. Entendeu? E no final das contas, é isso que a galera quer ver na internet. Eu também acho, também acho, também acho. É. Esse é o primeiro evento? É o primeiro evento. Tá. É o primeiro evento.
Bom, dá tempo então de aparecer uma galera pra patrocinar mesmo, né? A gente fechou alguns patrocínios. O pessoal lá da Crew também, que é uma agência, tá com a gente. A gente, graças a Deus, tá conseguindo tocar o projeto.
Mas eu tenho certeza que na próxima edição vai aparecer mais. Tô falando, se você quiser ir lá, a gente botou uma área VIP. Inclusive, os ingressos da área VIP foram todos vendidos hoje. Tá meio caro. Já vem o povo acebolado reclamando aí que tá caro. Mas eu já falei. Tem espaço pra todo mundo. É que nem a live. Tem que mandar um superchat de 100 e tem que mandar de 2. A gente vai ler os dois. Entendeu? Mas a área VIP, top. Se você quiser tomar um whisky, comer uma parada maneira.
Galera de alto nível. Enquanto vê os caras saindo na porrada. Pra ver os caras saindo na porrada. E do outro lado tem a galerona lá que tá mais, né? Mais lá embaixo. Então, os ingressos VIP já acabaram, mas a gente vai abrir mais 15 hoje. E vamos cobrar mais caro. Tá certo. Mais caro. Entendeu? Oferta e demanda. Pode aumentar o preço aí, Edito. Vambora.
Porra, essa comissão aí que tem que sancionar o evento, porra, será que podia ter uma modalidade que pode dar umas madeiradas, né? Não, mas aí já é demais também, né? Dar umas cadeiradas. Tipo assim, jogar uma faca lá no meio, alguém pega tipo jogo. Não, uma faca não, uma madeira, assim. Só assim pra causar uma contusão. Mas você gostaria de ver isso mesmo? Ah. Será? Imagina. Joga um pedaço de pau lá pro outro bater no outro.
Tem que ver quem vai estar disposto a não ganhar nada pra fazer isso, né, velho? Tem que pegar uns caras meio sem perspectiva, né? Pô, mas tu não falou que tu gostava de brigar? Pô, mas na mão limpa. Na mão limpa? Pô, na mão limpa, pô, na madeirada. Tu nunca deu madeirada em ninguém na rua, nos caras maiores? Para de caô, pô. Cara, eu já dei, inclusive, uma pedrada na cabeça de um amigo nosso aqui, que me via enchendo o meu saco, velho.
Eu peguei uma pedrona, taquei na cara dele, mas eu tinha medo dele. Passei uma semana escondido na rua.
Rafael. Porque ele era maior? Era maior, metida brigador também, né? Aí eu, porra, tinha meio medo dele. Aí ele ficava me dando uns tapas na cabeça e tal. Aí um dia numa festa junina, bicho, eu tava... Eu me emputeci, ele me deu um tapa na cabeça, eu fui, eu peguei uma pedra e eu achei que ele não vinha, ele veio, eu bati na cara, bum, ele caiu no chão. Mas é que ele caiu no chão. Aí, velho, eu fiquei vários dias correndo, bicho.
Todo mundo brincava na rua assim. Aí eu via, negociaria, ia pra casa, ficava olhando, bicho.
Até que um dia esse filho da puta, tipo assim, lá em Brasília, eu morava no Lago Norte, estavam tudo abertos casas. Aí um dia eu tava lá, velho, tava a galera assim da rua lá em casa, o bicho subiu e entrou. Aí ele fez assim que ia me bater dentro da minha casa, velho. Aí eu olhei assim, ele apertou a mão e falou, não, bora, né, bora, tá de boa. Que bom, que bom. Hoje em dia, bicho, hoje em dia eu vou bater nesse cara só de onda.
Ele mora aqui em São Paulo. Dá uns tapas nele, velho. Todo mundo que me bateu, agora tá fudido.
Inclusive meu pai. Não, aí também não. Hoje dá pra tu bater em todo mundo que te bateu ao longo da vida, cara? Eu acho que dá. Agora, você sabe qual que é o engraçado da luta? Eu não recomendo você fazer luta se você quiser brigar. Por quê? Porque é melhor só brigar.
Porque senão você vai apanhar a vida inteira pra só brigar uma vez, velho. Não faz sentido nenhum, velho, né? É mesmo, é mesmo. Melhor vai lá, apanha ou bate e acabou. Agora o cara passa 10 anos treinando pra ganhar uma luta, não compensa, entendeu? Se você for brigar na rua. Agora se for lutador, compensa que você ganhe dinheiro, né? Alguns.
tem como não ganhar dinheiro também, né? Pô, a maioria se fode. Tu tava me explicando que, vamos lá, tem a bolsa pra lutar e a bolsa pra ganhar. Sim. Então, é muito melhor ganhar. É, só vale a pena. Meu irmão, esse esporte só vale a pena se ganhar. Por isso que você vê muito cara 20-0, 30-0, os outros já ficam pelo caminho, não tem jeito. O esporte é ruim, entendeu? Hoje em dia, se eu olhasse pra trás...
E eu via, pô, meu pai tava certo, velho. Não tinha, não sei como deu certo isso aqui. Muito difícil, bicho. Muito difícil você, primeiro... Pô, 10 anos já, hein, cara? Mais, né? Então. 15 anos que eu luto profissionalmente. Então, tipo assim, hoje em dia, olhando, é muito difícil você ser atleta profissional. É mais difícil ainda você chegar no UFC. É mais difícil ainda você chegar e se manter. É mais difícil você fazer um dinheiro. Tem um monte de ex-campeão que tá quebrado. E é muito mais difícil você...
conseguir viver do dinheiro que você juntou. E depois é mais difícil ainda você fazer sucesso em alguma outra área. Então é muito difícil. Por exemplo, estar na posição que eu estou hoje são muito poucos. Porque envolve muita coisa. É difícil. Eu acho que a melhor coisa que o UFC pode dar para um atleta é o... O holofote, né? A mídia. E a maioria não quer aproveitar. A maioria não sabe aproveitar. Entendeu? Esse é um problema.
Tem uns caras que são bons, no entanto, né? De aproveitar essa mídia aí. Como a gente tava falando antes do Magreva. Você acompanha muito MMA? Cara, eu já acompanhei muito mais, tá? Não muito, não muito. Qual é um brasileiro que hoje você diria que tem mídia? Poitão, Charles Dubronx? Quem mais? Poitão, Charles Dubronx? Cara, eu gravei um episódio aqui outro dia com Borrachinha. Mas eu acho que esses caras aí tem bem mais mídia que ele. Mas o Borrachinha tem mídia também. Mas mesmo assim...
Qual mais? Você tá esquecendo do Pantoja, que é um ex-campeão, né? Não, se a gente for falar pros caras mais das antigas, tem vários. O Pantoja perdeu agora, entendeu? Mas o que eu tô querendo te dizer é o seguinte, é que tem muito brasileiro... Não, total. Cara, teve um evento no Rio de Janeiro, que eu fui faz um tempo já, inclusive, eu sabia que ia lutar uns brasileiros
e vários outros lutaram que eu nem conhecia. Nem sabia. Então, porque é isso. Tem muita gente boa, e tem muita gente que, pô, que o cara é engraçado, o cara é maneiro, o cara é legal, o cara podia fazer uma parada, mas ele não quer. Ele não quer.
Porque é o seguinte, a maioria dos lutadores não lida muito bem com a crítica. Entendeu? Entendi. É muito difícil pra ele abrir lá um comentário e o cara tá esculachando ele. O cara tá falando... Como é que é pra tu? Já foi muito ruim. Hoje em dia, velho. Hoje os caras me chamam de calvo, porra. Não tem jeito. Onde eu vou é só calvo.
Mas aí o cara tá te chamando calvo porque é meio que o meiozinho. Brother, né? Brother. É meio que meiozinho. É assim, não é o cara... Você ganhou a última luta, né? Você quebrou as mãos de bater no cara. Sim. Mas quando perde, vagabundo pega no teu pé e não é de calvo. Se te chamar de calvo... Tá lucro, né? Calvo do caralho, filha da puta, seu bosta. Sim, sim, sim. E aí outra vibe.
Sim, mas é exatamente isso, entendeu? Tipo assim, é normal, o público... É que nem futebol, quando o cara ganha, ele vai falar bom quando ele perde, então você não tem que ligar muito pra isso. Eu ligava muito, mas hoje em dia eu tô tentando ser mais tranquilo. E a tua família? Como é que eles lidam com isso?
Cara, sabe qual é o problema? Eu tô lá há oito anos, eu vim poucas vezes pro Brasil, eu fico lá só eu, minha esposa e minha mulher, eu sou maluco também. Tu esposa e tua mulher? Não. Eu não vou nem falar que seria bom. Calma!
Então, piada, gracinha, internet. Pô, o nego não sabe o que é personagem, velho. Pô, esses caras são foda, velho. Entendeu? É gracinha, velho. Não, falei brincando. Só eu, minha esposa e meus filhos. E a gente não tem ninguém lá, entendeu? Não tem família e tal. E isso já tá lá um tempão. Deu pra fazer uns amigos, caralho?
Outro dia eu disse, amigo é dinheiro no bolso, mas tem. Tem amigo, mas ao mesmo tempo não tem. Entendeu? Não tem. Os vizinhos lá não chegam junto. Não, pior é o seguinte. Pra mim é tranquilo, porque como eu sou lutador, a galera toda me conhece, todo mundo me trata bem. Mas pra mim é muito difícil...
virar amigo. Entendi, é coisa tua. É, eu sou chato, irmão. E é por isso que eu gosto da internet, entendeu? Você tá aqui, tem um monte de gente vendo, tu não tem nem que saber quem é, irmão. Entendeu? Só a pelegada do chat aí. E esses aí são meus amigos, entendeu? Mas os amigos que eu tenho são mais amigos de infância, gente que eu conheço há muito tempo. Porque eu acho que amizade é uma palavra muito forte. Hoje em dia, o cara é meu amigo, é meu amigo. Quantos anos você conhece? O que esse cara já te ajudou?
Quantas vezes ele deu um conselho que te ajudou, entendeu? Então, eu vou mais nessa área. E mesmo assim, velho, pra você ver, esse bicho aqui é meu brother, tava tentando me arrumar patrocínio, quase que eu brigo com ele por causa de dinheiro, então é difícil. É difícil. Então, por isso que eu falo, eu não tô interessado em amigo, não. Tô interessado em crescer, meu brother, na internet, na luta. Depois a gente pensa nisso.
Tem que andar rápido, né, cara? Tem, tô velho. Tu vai fazer aniversário amanhã. Exatamente, tô velho, tô velho. E isso é uma pressão também pra um atleta, pra um lutador, né? Não, pra mim não.
Porque tá bom, quando acabar já chega, eu tô cansado de treinar, é muito treino, é muita coisa, eu gosto de ficar em casa. Eu gosto de treinar, mas não pra luta, entendeu? Treinar é legal, por exemplo, que nem você tá malhando, ou já fui malhar, fui treinar, fiz coisas que eu gosto. Agora o chato é você ter que, porra, acordar numa quarta-feira, eu não tô afim de ir, o professor lá vai me encher o saco, velho. Tá ligado? Os caras são chatos pra caralho.
Você vai treinar com outro atleta que é novo, que quer te bater, que quer se provar, isso é chato, entendeu?
Profissional é chato. Tudo que é profissional é chato. Então, eu gosto de treinar recreativamente. Tem que treinar pra ganhar dinheiro.
E deve ter como ganhar dinheiro com um treino mais relaxado também, dando, sei lá, uns masterclass, não tem não? Tipo assim, seminário, você disse? É, umas paradas assim. Tem, tem, né? Tem muita gente que sobrevive de seminário. Mas eu tô fazendo tanta coisa que eu tenho que focar. Então meu foco hoje tá totalmente no YouTube e na luta. Entendeu? Essas coisas aqui eu tô fazendo porque, por exemplo, eu acabei de lutar. Isso aqui tem a ver com o YouTube.
Tem a ver com o YouTube. Mas, por exemplo, se eu estivesse em camp, não dava nem pra mim fazer isso, entendeu? Então, eu tô dividindo meu tempo muito bem. Fora isso, como eu te falei, ainda tem família, tem tudo. Então, é muita coisa por uma parada só. Mas eu tô aproveitando, porque eu sei que isso vai passar. Tudo passa, né? Que nem... Eu sei um pouco da sua história. Você tinha um canal de games, depois do podcast, e vai tudo passando, velho.
Teve várias fases. Isso aqui vai passar, e um dia eu vou só lembrar disso aqui e lembrar dos bons momentos. Tem muito dinheiro no bolso.
Porque, ah, Moicano, o que você vai fazer? Eu já falei nada, irmão. Eu quero só ficar em casa vendo TV. Só isso. Na casa que tu mora ou na praia? Eu moro na praia lá já. Foda-se então, né? Eu moro na praia. Tá ruim pra caralho, né? Tá ruim, é, tá bom. Como é que tu escolhe as lutas que tu vai? Tipo assim... Ó, o brasileiro geralmente não escolhe não. Entendeu? O empresário chega e fala, ó, dia tal...
você vai lutar com tal. A maioria dos atletas é assim, mas quando você tem já um... Como é que eu posso falar? Não é moral. Você já está há um tempo na empresa, ele já te reconhece, por exemplo. Aí eu falo, eu quero lutar em setembro.
Aí beleza, vamos arrumar um adversário que faça sentido pra lutar com você. Aí eles te oferecem luta. Tipo assim, por ano eles te oferecem três lutas. Você pode negar três lutas. Se não te oferecerem três lutas no ano, ele tem que te pagar uma bolsa. Entendi. Mas não é isso que acontece, né? Então, eu já aviso logo, ó. Outra coisa, o lutador gosta muito de falar assim. Eu não escolho luta.
Entendeu? Eu luto com qualquer um. Eu não, irmão. Tem que ser luta fácil. Já falo pro UFC, eu gosto de luta fácil e que pague bem. Eu não sei que mentalidade é essa de escolher o mais difícil, velho. Quero luta fácil. Mas em algum momento tu quis ser, em vez de ter o dinheiro, em vez de ser pelo dinheiro, tu quis ser campeão? Sim. Aí eu vi que não dava, o que sobrou foi o dinheiro. Queria, pô. Mas eu já falei.
Se você... Meu irmão, a vida é fácil de resolver. O dinheiro pode comprar até o cinturão, velho. Entendeu? Eu não pude ganhar do UFC, eu mandei fazer o meu. Mas falando sério, o que que acontece? Eu tive uma fase muito boa no peso pena, que era a categoria do José Aldo. Então eu fui lutando, lutando, vencendo, vencendo. Cheguei a ser a posição quarta, né? Quarta do mundo no ranking peso pena. Aí me colocaram pra lutar com o José Aldo.
E nisso meu hype tava muito grande. Porque, pô, vai lutar com o José Aldo, eu tava de favorito. Aí eu peguei e perdi do José Aldo. Nessa que eu perdi do José Aldo, o nego me xingou. E eu ficava muito na rede social e tal. Eu fiquei muito mal com isso. Pô, que merda, que merda. Todo mundo me adorava, agora todo mundo me odeia. Aí eu peguei outra luta principal contra o...
O zumbi coreano, ele me nocauteou em 10 segundos. Meu irmão, foi um dos piores anos da minha vida ali. Então eu fiquei muito tempo mal, pensando em desistir. E falando o seguinte, caralho, eu queria ser campeão. Eu queria que a galera gostasse de mim por luta. Isso aqui não vale a pena. Porque foi essa a matemática que eu fiz. Se eles ganham de você quando você tá ganhando. E se eles não gostam de você quando você tá perdendo.
Então eles não gostam, eles gostam da vitória. E aí eu falei, então foda-se, eu vou parar de lutar. E aí eu pensei, vou parar de lutar, vou fazer o quê?
Meu irmão, eu treino desde os oito anos. Uma vida inteira dedicada à arte marcial. Na época eu ainda não tinha criado o canal do YouTube. Então eu pensei, irmão, vou lutar pelo dinheiro. E aí eu comecei a ganhar as lutas. O antes, money, dinheiro, dinheiro, dinheiro. Porque eu entendi que é isso. Hoje em dia já não é um foco tão grande, porque eu já fiz um bom dinheiro com luta. E agora eu tô começando a fazer... Mas ainda é tua marca, né?
ainda é minha marca e tipo assim e é uma exposição muito grande, o UFC querendo ou não ele tem muito fã, então por exemplo eu tá lá lutando vai trazer mais gente, vai trazer mais patrocínio e patrocínio que as vezes não chegaria na internet né, porque são marcas consolidadas ali e elas chegam pela luta então é bom pra mim ainda estar lutando mas não é algo que nem eu tô te falando mesmo
A parada passou. Se eu for campeão um dia, se eu der uma sorte, beleza. Mas a minha chance passou. Eu lutei pelo cinturão e perdi. Então, difícil eu ter outra, entendeu? Se tiver, vai ser Deus mesmo. Eu acho que com 37 é difícil. Entendi. E o que que passou? Bom, tu me falou que passou pela tua cabeça desistir quando tu perde lá do Aldo e do Zumbi coreano. Mas...
Na hora, cara, eu imagino que a derrota pro coreano foi pior. Cara, as duas foram ruins. Assim, pensa no efeito psicológico. Essa é a segunda. Sim. Sendo a segunda, vagabundo pesa mais ainda, eu imagino. Sim. Mas não é... Depois que eu descobri isso, não é os outros, é você mesmo. Porque o que rolava? Boa. Quando você quer muito uma coisa...
Aquilo ali você não consegue. E eu queria muito, bicho. Você já deve ter ouvido falar no Carlos Prats, né? O cara que fuma, que bebe, que performa bem. Mano, você tem um tanto de atleta que o cara faz a vida regradinha. Eu quero, eu quero, eu quero. Chega lá e ele não consegue porque ele mesmo construiu um monstro. E eu vou te falar, tanto na luta do José Aldo quanto a do Zubi coreano, no final, no fundo, eu fiquei feliz que tinha acabado.
Porque eu tava treinando tanto, eu tava me dedicando tanto. E isso é uma parada que eu aprendi. Meu irmão, o treino, ele tem que ser certo. Eu treinei tanto que quando eu perdi, aquela pressão toda, eu falei, meu irmão, graças a Deus, agora eu só quero descansar. Tá ligado? Acabou essa porra, acabou. Então, é um equilíbrio. Você tem que estar muito treinado, mas se você treinar demais, aquilo te esgota, velho. O podcast deve ser assim também, né? Na sua experiência de tipo assim, você quer, você quer fazer, você quer fazer.
Pô, de repente, não entrevista, um podcast bom é aquele que você não tava esperando, que você sentou, que você... Pô, é assim na luta também. Entendi. Eu não sei se é assim, né? É bom, tirando a parte do esgotamento, cara, porque na verdade... Você já esgotou de podcast? Cara, eu acho que essa daqui é a parte que eu mais gosto do meu trabalho, na verdade, entendeu? Porque isso daqui é um pedaço do meu trabalho, né? É a parte que eu mais gosto, com certeza. Então, deixa eu pensar.
Tem um monte de coisa sobre o meu trabalho que é um saco, cara. Tem, imagina, ficar... Esse mercado, que é um mercado novo, né? Que a gente chama de creator economy. Ele é um mercado que ainda tem muito espaço pra vagabundo ser filha da puta, dar golpe. Entendeu? E tem muita gente sendo filha da puta e dando golpe na parada, entendeu? Pô, fala nomes que a gente já bota na luta já.
Mas é foda Não, eu sei, eu tô brincando É só conteúdo É conteúdo Porque, cara Conteudinho, meu É, é Às vezes dá vontade Mas eu fico pensando Porra Você vai dar moral pro cara também, né? É Isso aí é outra coisa Eu acho que o Flo é o maior podcast
Eu também acho. Mesmo inteligência que tem bastante números, vocês são os mais estabelecidos. Então é o que eu falo. Isso é que nem o Poitam brigar com o cara que está embaixo dele. Essa é a minha visão. Você nunca deve bater para baixo. Você deve bater para cima. Bater para baixo? Bater para cima, né? Bater para cima, exatamente. Pois é.
Então, aí eu não entro muito nessa não, mas eu fico vendo, entendeu? Que tem filha da puta se dando bem nas brechas da parada. E aí faz parecer que é, entendeu? Ah, cara, eu fico pensando se eu devia também. De vez em quando eu falo com o Jean aqui, porra, cara, vou fazer um vídeo dessa porra.
Vou falar umas paradas, foda-se, entendeu? Vira e mexe surge essa ideia, mas felizmente ela... Não sei se felizmente, mas elas acabam passando. Mas que dá vontade de... Um dia eu vou fazer um documentário, tô só esperando da hora mesmo. Documentário Trololó, já viu esse documentário Trololó? Já.
inclusive, inclusive, deixa eu te falar um negócio. Vai te tomar no cu. Vai te tomar no cu, velho. Inclusive, você, pô, você que é mais velho que eu, com certeza que eu põe o Hermes e o Renato, né? A gente vai ter simplesmente o Boça narrando esse evento aqui. É sério? Ô, louco meu, que alurdes, caralho.
Você bota fé? O cara é fã de luta, o Felipe, né? Ele é fã de luta, ele me mandou uma mensagem, eu quero estar no seu evento, eu quero assistir. Eu falei, não, não, pode preparar o bolso aí, que eu quero você lá, irmão, narrando. Entendeu? Essa é a ideia do evento. São amigos, quer a ideia da live. Qual que é a ideia da live? Meu irmão, tá cheio de nego aí, sem porra nenhuma pra fazer. No sabadão, cola lá na live, vamos trocar uma ideia, pô.
Vamos assistir as lutas, essa é a ideia. E essa é a ideia do evento, já vendendo, né? Ah, porra, foi um bom pitch.
Gostei. Sabe fazer dinheiro mesmo, hein, cara? Não, não, não. Então é bom de gastar dinheiro? Pô, não, eu não gasto dinheiro. Muito difícil eu gastar dinheiro. Sou pão duro pra caralho. Esses caras que andam com o tio aqui e tu paga salário pra eles? Não, não. É aquele ali, eu faço... Os dois trabalham de graça. É? É. Há muito tempo. Véu, se você soubesse o tanto de gente que trabalha de graça pra mim, eu não devia nem falar isso, eu sou burro. Porra, capitalismo, filho. Isso é o vibe, mano.
Toda vez que o cara vem falar, ah, fala mal do UFC. Irmão, eu quero ser o UFC, caralho. Não é falar mal do cara, é ser o cara. Não, eu tô brincando, obviamente. Mas eu não sou muito de gastar dinheiro, não, velho. Tá, tá. Eu não sou muito de gastar dinheiro, não. Entendi. Então deu pra juntar. Você gasta muito? Cara, eu não gasto muito, mas tem hora que eu gasto, entendeu? Por exemplo, eu comprei um carro e eu não precisava comprar um carro. Por exemplo.
Qual carro você comprou? Uma C300, uma Mercedes.
Não precisava? Não, eu não tava legal com o meu carro. Você já tem uma renda passiva que paga a sua vida? Eu não tenho renda passiva, cara. Então foi um erro. Total, total. Né? Foi um erro. Eu penso assim, eu gosto de coisa cara. Eu quero um dia ter uma Lamborghini, mas pra eu ter uma Lamborghini, eu vou ter que ter uma renda passiva, um yield que... É, mas calma aí, né? Não é uma Lamborghini uma C300, tá? Não, não é. Mas eu tô falando do meu gosto, por isso que eu...
Entendeu? Não, eu tô ligado, mas só que uma Lamborghini é o quê? 200 mil dólares. 20 vezes mais caro. Então.
Não, sim. Mas é porque... Eu entendo o que você tá falando. Mas é porque, tipo assim, o meu sonho de consumir. Porque eu tenho uma Lamborghini. Ah, por quê? Meu irmão, só pra ter, velho. Entendeu? Mas eu não vou ter enquanto eu não puder, né? Que é quando eu tiver uma renda passiva que pague minha vida. Meu irmão. Eu passei pelo Monarque Day. Eu não tenho renda passiva.
É foda. Mas, deixa eu te perguntar um negócio. Mas como é que foi isso? Ah, não vamos falar. Não, não vamos, não vamos. Podemos falar disso se quiser, velho. Não, não, não quero não. Se quiser. Não quero não, velho. Isso aqui eu tô tentando arrumar patrocínio. Esse é o espanta patrocínio, Jeff. Pô, irmão. Sei que os caras gostam de falar de liberdade. Liberdade é massa, fi. Mas patrocínio, chama. Tô mentindo, igão?
Patrocínio chama demais. Não é por isso, não, que eu não... Ah, não vai meter essa. Tô brincando, tô brincando. É que, porra, toda vez que eu falo desse assunto, é meio que eu ressuscito esse assunto. Não, mas eu não quero falar do assunto do Monarque, não. Eu quero falar do assunto do patrocínio. Tá, vamos. Porque, tipo assim, o assunto que eu quero te falar... Você falou que você perdeu dinheiro. Eu quero saber como, né? Foi com os patrocínios?
Cara, imagina que eu tava... Ou você teve que gastar? É só essa a minha pergunta. Imagina que a gente tava... Sei lá, muita gente vai dizer que foi um erro também. Mas a gente tava num momento que a gente tava crescendo. Entendeu? Fazendo coisas, expondo coisas legais no mundo.
Sim. A história é a seguinte, a gente chegou em 2020, o troço deu certo no começo de 2020 do ponto de vista de conteúdo, um pouquinho antes até, em 2019, o episódio de Glorejo foi em 2019, não foi? Então, é...
começou a dar dinheiro e a gente, porra, tem uma porrada de coisa que não tem ninguém fazendo coisas que poderia estar fazendo. Eu estou falando de uma época que ninguém sabia qual microfone usar, qual equipamento usar, não sabia como era um estúdio, não sabia como é que fazia porra nenhuma. Entendeu? Não sabia. Não sabia escrever a descrição dos canais. Entendeu? Então, a gente...
Fez tudo isso andar. E coisas que... Iniciativas que ninguém queria fazer, a gente fazia. Porque quando a gente achava que era interessante fazer. Entendeu? Com a facilidade do estúdio, do microfone...
da infra, de certa forma, né? Claro, pensando também que, pô, isso daqui servirá de colchão financeiro pra mim, pra um dia o Flow não precisar ficar pensando e se vai dar view. Esse ia ser o pensamento. E essa é uma merda do YouTube, né?
Esse é o lado mais chato do YouTube. O quê? Se vai dar view ou se vai dar view? Mas depois eu fui entendendo que isso faz pouca diferença, Marinha. O mercado mesmo que tu vai ganhar dinheiro com publicidade tá cagando se você tá fazendo view ou não. Sério? Eles estão tirando os caras que estão... Os startupeiros, os caras que estão tentando CTA. Sim. Os outros caras, se tu é amigo dele.
Tá ligado? Se tu é amigo do cara, o cara te dá dinheiro. Essa que é a verdade. Sim, entendi. Então, tu precisa ter um tamanho, pra tu chegar perto do cara, mas a partir disso é foda-se. Entendi. Eu ainda como, né, tô batalhando, eu fico muito ligado nos números, e aí...
É ruim isso, aí faz mal pra gente, né? Tipo, pra mim, pelo menos, toda hora, analíticos tentando ver, tentando melhorar. Mas tem um monte de coisa que os próprios parceiros não entendem também sobre o mercado. Olha, uma coisa importante sobre, toda vez que tu vai analisar a internet, qualquer coisa que você tem a ver com a internet...
É lembrar que o tempo passa diferente da internet. Sabe qual é? Mais rápido. Muito mais rápido. O que isso quer dizer? Coisas que a gente fazia e dava certo em 2022, não dão certo em 2026. Rápido. Então...
Quer um exemplo? Cara, simplesmente o hábito de consumo das pessoas mudou. Então, tem coisas que você... O algoritmo muda também. O jeito de vender mudou. Entendeu? As coisas mudam. E muitas vezes...
muitas vezes a informação é desencontrada. Então o cara acha que ele sabe o que ele quer. Só que ele tá analisando, ele tá escolhendo o que ele quer ou te pedindo uma parada baseada no conhecimento antigo, de cinco anos atrás. Então ele te pede um troço que não funciona. Não faz sentido. E quando não funciona, os caras ficam putos. Entendi. Mas pô, eu te falei que não funciona, que não é assim. Eu entendi exatamente o que você tá falando. É tipo um patrocinador pede, faz um story desse jeito. Isso.
Agora eu entendi o que você tá falando. Aí eu falo, irmão... Mas assim não vai funcionar. Pois é. E eu falo pra esses caras, porque o cara que não trabalha com a internet, direto ele vem e fala, não, mas é muito simples, você faz esse negócio bonitinho. Irmão, eu conheço o meu público. Tem quantos seguidores no Instagram?
750 mil. Aí os caras pensam assim, porra, 750 mil seguidores, vai converter 0,05, não sei o quê. Mas não é assim. Primeiro, aquele story ali, o Instagram tem que estar a fim de divulgar, ou então a galera tem que ser, alguma coisa tem que acontecer pra aquele Instagram ali acontecer uma coisa diferente.
E ele tem um número diferente, ser distribuído diferente. Sim, sim. O cara precisa estar... Porra, precisa de tanta coisa, porque não é mais pandemia. Sim. As pessoas agem diferente. Sim. Não tem como ficar quatro horas vendo... É, não é mais pandemia. Sim, sim. Então o cara não tem que... Ele não está experimentando comprar algo pela internet. O cara entendeu que ele pode comprar essa porra a hora que ele quiser, mané. Sim. Está na internet. Sim. Ele não precisa... Ó, o Moicano falou pra eu comprar esse... Esse...
energético. Sim. Eu vou comprar depois, quando eu lembrar, foda-se. Sim. E aí o cara que queria que comprasse na hora, porque ele não entendeu direito que mudou, fica puto contigo. Perfeitamente. Concordo, exatamente. Essa é a ideia que eu tenho. Os caras, né?
E outra coisa, cada um tem o seu público. Não adianta eu lá no meu público fazer o negócio certinho, tem que ser meio zoado, entendeu? Tem que ser meio engraçado. Tem que ser. Tem que ser do meu jeito. E às vezes o patrocinador quer que você faça do jeito dele, porque ele pensa esse jeito dá certo. Porque ele tá pensando na TV. Na TV, é. Aí eu falo, irmão, eu sei o que esses fila da puta gostam de ver, velho.
Eu sei. E é por isso que esse evento vai ser engraçado. Agora, é que nem eu falei, é o Espanta Patrocínio. O cara mandou pra mim, velho. A gente batendo a ideia do evento, ele falou, mano, você é o Espanta Patrocínio. Porque eu não tô pensando no patrocínio. Eu tô pensando na live. Eu sei, porra. Isso é um criador de conteúdo.
Eu tô pensando na live, irmão. Eu também faço várias paradas que, puta, era melhor não fazer. Não fazer. Eu faço na live, porque eu penso o seguinte, cara, por que o filho da puta não faz isso? Isso vai ser engraçado, tá ligado? Se eu tivesse assistindo, eu ia gostar desse jeito. Então eu faço o que eu ia gostar de assistir.
faz por dinheiro é o caralho, faz porque é legal, porra. Não, não, não, mas esse é o ganho. Ganha dinheiro, porra. Ganha dinheiro, ganha dinheiro. Mas, pô, só o que tu tá me falando aí, que tu tá fazendo um troço que, porra. Não, não. Eu quero fazer um troço que eu quero ver, porra. Você lembra do que você falou assim, tipo, ah, essa é a parte que eu mais gosto. A parte que eu mais gosto é montar os vídeos, cara.
Entendeu? Montar o vídeo. Porque ali eu fico pensando, por exemplo, eu vou falar de uma notícia. Conome é Gregor e Max Hawley. Acabou de anunciar essa luta. O que que eu penso? Mano, o que que eu posso falar que nenhum outro canal vai falar?
Porque é isso. Tipo assim, o canal de MMA vai dar a notícia. Conor McGregor luta com Max Holloway. Beleza. Só que eu quero falar, irmão, o que tem aí pra mim falar? Pra mim tirar uma coisa diferente, engraçada. Que a galera tenha uma sacada. Então o que eu te falo é criatividade. Então eu gosto de fazer isso. E eu não comecei a fazer pelo dinheiro. Mas quando o dinheiro entra, ele muda. Ele muda a tua parada. Muda. Não adianta. Muda. Entendeu? Muda. Porque você começa a ganhar dinheiro. Aí você fala, opa.
Pô, não vou fazer aquele... Tu ainda nem começou a ganhar dinheiro com o bagulho, porra. Não, mas eu tô falando do YouTube. Tá. Do YouTube. Tipo assim, você vê que o negócio dá certo, você vai mais pra ganhar mais dinheiro. Só que você não pode abrir mão totalmente da tua criatividade pra poder fazer só o que o público quer. Não tem uns gringos que te assistem também, não? Cara, o que aconteceu? Eu comecei o canal em inglês.
Então, o canal em inglês foi indo muito bem. Foi indo muito bem. Toda aquela história que eu te contei, o primeiro canal que eu criei foi em inglês. As lives que eu fazia eram em inglês. E esse canal, ele alcançou até 100 mil seguidores. Agora ele tem 100 mil seguidores em inglês. Então ele tava tracionando legal. Só que lembra que eu te falei? Eu fazia uns... Uns...
uns vídeos pra falar também de política, às vezes, pra falar de Bitcoin, pra falar de outras paradas. E aí eu pensei, mano, eu vou manter o canal de MMA em inglês, se a galera quer ver, e eu vou fazer o podcast, Renato Moicano Podcast, trazendo gente pra falar de outras coisas. Só que aí, beleza, eu soltei um vídeo aqui de, sei lá...
De Bitcoin, de alguma coisa. Nego cagou. Aí eu soltei um vídeo de luta. Meu irmão, o primeiro já estourou. Aí eu vi e falei, caralho, vai muito melhor do que o inglês. Entendeu? A primeira live que eu fiz já começou. Aí o que eu tô te falando, aí eu vou mudando, eu vou direcionando. É o mercado, né? Eu vou vendo o que que tá dando certo e eu vou me adaptando. Então... Pô, então imagina se eu fosse fazer isso. Eu ia ter que trazer o Daniel Lopes aqui todo dia. Caralho. Mas você não traz isso? Ou o vinheteiro.
Daniel Lopes, o vinheteiro. Eu ia ter que pegar uma... Mas isso daí, cara, é interessante você estar falando. Porque essa...
esse tesão, ele vai mudando também. Do audiência, que eu tô dizendo. Ele vai mudando também. Então, neste momento, quando chegar em setembro, eu sei que é outra parada. Entendeu? Daqui a pouco é outra parada. Então, as coisas ficam mudando muito. Inclusive, tu já tá pensando em como é que tu vai fazer os vídeos curtos desse evento aí, cara?
Tem que ter. Não, não, isso aí, o TikTok lá, se liga, um dos grandes responsáveis, tem até que falar desse cara, o Lucas. Lucas Givaldo, ele odeia esse apelido. Lucas o quê? Givaldo. Givaldo é o apelido? Givaldo é o apelido. Por que que é o apelido dele, Givaldo? O dia que você conhecer ele, você vai ver. Mas Givaldo é o nome daquele mendigo que pegou a menina lá, que pegou a casada.
Mas, irmão, o cara é a cara do Givaldo, filho. Tá bom. Lucas Givaldo MMA. Tipo, ele tinha uma página no Instagram... Deixa eu ver o Lucas Givaldo MMA aí, Jean. Deve ter aí. Deixa eu ver. Fala aí, fala aí. Não, esse filho da puta tá tentando começar um canal no YouTube.
E aí ele tá fazendo com a carinha dele, inteligência artificial todo bonitinho. Falei, irmão, mete o Givaldão com o Luvinha de MMA que vai bombar. Mas não me escuta. Mas por que eu falo que esse cara é bom? Porque ele chegou pra mim e falou, Mãe, você tem que fazer TikTok. Aí eu falei, irmão, eu não quero TikTok. Porque eu sou viciado já em Instagram e negócio. Se eu botar TikTok, acabou. Aí ele falou, irmão, então me deixa fazer o teu canal. Falei, pode fazer. Você fica com a monetização.
e vai botando, meu irmão, explodiu o TikTok, explodiu o TikTok, então, hoje em dia, o que mais me manda os caras pra minha live, as pessoas pra minha live, são os cortes de TikTok, os cortes de Instagram, então, inclusive, a gente vai tá fazendo uma competição de corte desse evento, entendeu? A gente, agora eu não sei o valor, mas a gente tá numa plataforma, o corte que tiver mais view vai ganhar um prêmio em dinheiro, um prêmio em notas de ouro, caralho, falei tudo errado.
em barras de ouro que valem mais do que dinheiro notas de ouro caralho deslexia forte também, isso aí tem que ser falado também importante os caras que te seguem lá é tudo meio doidinho também altruísmo nível hard, todos eu fiquei impressionado altruísmo nível hard, alô youtube molecada velho, molecada molecada, porra
É só as paradas que viralizam, só coisa de... Gente, dodói. Só de dodói, mas é o que eu falo. A internet tem muito isso, né? Você pegar o extremo, pegar o... Então a gente bota isso em corte e eu vou, obviamente, vou ser polêmico em algumas opiniões, mas eu faço também pra chegar mais gente na live, né? Faz parte, né? Faz parte, é um jeito... A galera tem que entender. A galera tem que entender que a thumb, que o título ali também, que é o que viraliza muito nos cortes, o cara tem que...
Não pode ser clickbait, eu odeio clickbait. Eu odeio clickbait, eu não faço clickbait. Tu já caiu em algum clickbait, filha da puta? Porra, aí depois eu já boto assim, desgraçar esse canal toda vez. Vi um clickbait, porque não dá, é muita sacanagem. Uma vez eu caí em um muito escroto, mano. Que o Whindersson tinha ido no canal do Rafinha Bastos. E aí tinha um corte que era, o Whindersson fala pela primeira vez sobre a Luísa Sonza.
O eu fofoqueiro foi mais forte e clicou. Meu irmão, eu fiquei no vídeo... 20 minutos. Em nenhum momento o cara falou coisas assim. Eu fiquei, caralho, você tem que tomar no meu cu mesmo. Tem. Pra eu deixar de ir. Mas a culpa... E o YouTube mudou o algoritmo, ele vai penalizar isso também. O YouTube sabe que isso aí...
fode o engajamento. Então, eu não faço clickbait, mas às vezes a gente dá uma levantadinha para a galera cortar para os autores. Bom, o clickbait... Foda do clickbait que a gente está falando aqui é aquele que, como eu descrevi, que ele é mentiroso. Ele te fala que tem um bagulho e não tem um bagulho. Agora, se na tua thumbnail, se ela for chamativa...
Na tua thumbnail tá dizendo que tem um bagulho. E tem um bagulho? Que nem a thumbnail lá do MrBeast, que é um trem caindo num buraco. E tem um trem caindo num buraco? Beleza. Pouco se fala disso, a MrBeastização do YouTube. Ele fudeu tudo, né? Fudeu em parte, cara. Fudeu em parte. Sério? Fudeu. Mas eu acho que tem muitas outras coisas que fuderam também. Eu acho que o... Cara, o vídeo vertical foi o que fudeu a porra toda. O vídeo vertical fudeu tudo. Você acompanha muito?
Como assim? Vídeo vertical, tipo, você entra e fica vendo rios, TikTok? Não muito, não muito, porque eu sou meio, eu sou meio, cara, eu fui ficando anti-celular. Tecnologia. Não tecnologia, mas redes sociais, eu só uso redes sociais porque eu trabalho com elas, senão eu não usava não, entendeu?
Mas como eu trabalho com isso, eu fico observando tudo porque me interessa muito entender o hábito de consumo das pessoas. Onde as pessoas estão assistindo me interessa. Então, o vídeo vertical fudeu tudo. Porque...
Imagina, cara, que por causa dele as pessoas não leem mais livros. Por causa dele as pessoas não conseguem mais assistir um filme. E eu tô falando de mim também, tá? Por causa dessa porra, as pessoas só ouvem áudio em 2x.
Assiste série em 2X. Tá ligado? Tem gente ouvindo a gente agora em 2X. Mas em live? Ele volta e volta em 2X? Não, é porque a vasta maioria dos views vem depois. 90% dos views vem depois. Então o cara, ele vê no 2X. Que é uma outra coisa que os caras não entendem sobre a internet. Que é... O hábito de consumo da audiência, os caras já entenderam que eles não precisam assistir ao vivo. Eles querem que seja ao vivo.
Mas eles já entenderam que não precisa assistir ou ouvir. Entendi. Por que eles querem que você já ouviu? Pra não ter corte. É. Porque eles têm a garantia que não tem corte, né? Mas ele pode assistir depois. Entendeu? Sim, entendi. Entendi. Então, tudo isso... Por exemplo, o cara olha e fala... Porra, que nem eu fiz um episódio com o Rossandro Klingey. E os caras... E tinha... Acho que não tinha duas mil pessoas assistindo. Mas com uma semana, o episódio bateu números maneiros. Sabe qual é?
Que é o quê? O cara que ele fica olhando e... Tá todo mundo fodido. Mas assim, tá todo mundo nessa vibe. Os views vêm depois. Porque o hábito de consumo do... Sim. Eu fico de cara que às vezes, por exemplo, às vezes eu faço seis horas de live.
E aí, às vezes, eu privo um vídeo. E aí vem o nego reclamar. Caralho, mas eu queria assistir a live no domingo. Eu falo, mano, que espécie de ser humano, velho. Para um domingo para ver uma live do calvo, velho. Não existe isso. Mas eles fazem. Mas eles fazem. E é justamente porque eu vejo que hoje o YouTube, apesar de ter muito conteúdo, meu irmão, tem muito conteúdo ruim. Tem muito.
Pô, se você parar pra assistir alguma coisa, você não acha. Mas tu acha que os caras se incomodam com isso, Moicano? Tu acha que tem muita gente preocupada com o que é bom e o que é ruim? Não, não. Por isso que a gente faz sucesso. Eu sou ruim pra caralho, eu falo, velho. Meu irmão, deixa eu te falar. Os meus vídeos de YouTube, por exemplo, eu tenho um vídeo que eu faço bem produzido. O que é ser bom, então?
O que é ser bom? Não, não, não. Beleza, aí entra numa questão de relatividade, né? Não necessariamente. Ser bom é performar, né? Vamos dizer. Não necessariamente. Acho que tudo depende da tua própria métrica. Por exemplo, pra mim, é foda quando duas coisas me... Por que eu já sou o flow e tal, né? Então, assim, se o papo foi foda, pra mim é a coisa mais importante de tudo. E...
É importante que tenha a view, porque eu preciso pagar a porra toda, né? Sim, sim. Mas eu diria que...
Ter um papo foda é o mais importante pra mim. Sim, porque isso vai levar views, né? Porque no fim, vira view, já aprende. Felizmente, o flow é assim. Entendi, entendi. Mas eu tô falando disso por quê? Tipo assim, por que eu tô falando que é ruim? Mas na verdade é bom. Porque meu conteúdo é sloppy. Eu falo isso pra todo mundo, é sloppy. Intencionalmente. Intencionalmente. Mas por que ele é sloppy? Porque eu não preciso de algo muito produzido, entendeu? Porque eu tenho muita informação na cabeça. Como eu assisto... Mas bom...
as lutas todas, eu sei os lutadores e eu leio, eu tenho uma boa cultura geral, eu consigo fazer, tipo, que nem eu falei, ah, não sei o que, trololó, eu vou pegando as... Tipo, então eu tô no meio do vídeo.
E aí eu tô fazendo o vídeo sem roteiro, aí eu lembro de alguma coisa e eu sei. Meu irmão, os caras vão rir disso. Aí eu pá. Então, eu faço um vídeo... Pra mim é muito fácil fazer o YouTube. Porque eu tô lá sete horas fazendo a live. Aí termina, eu vou fazer o vídeo. Aí eu começo a gravar, sem corte, sem edição. Faço um vídeo de 20 minutos falando do que eu vi e posto. Esse vídeo pega 150, às vezes 200, 250 mil views. É um absurdo isso. É um absurdo. E eu falo, o conteúdo é bom?
Depende. Óbvio que é bom. Não, é bom. É bom. Tu estudou a porra do troço a fundo, tá maluco? É bom, é bom. Mas não é um conteúdo refinado. Essa é a palavra. Você tá fazendo internet, você não tá fazendo televisão. Perfeitamente. Aí sim. Fala pros Globo. Fala pros Globo. Os Globo devia estar na internet com alguém fazendo igual você.
tá ligado? Os Globos deviam te contratar, na real. Devia. Pra tu fazer essa porra pra eles, inclusive, em alguma medida. Eu concordo. Tá ligado? Mas não tem como. Eu já não assisto mais televisão e não tem como. Porque, por exemplo, eu fui na ESPN agora fazer esse programa, Bola da Vez, e o programa foi bem solto, foi muito legal, mas o que que acontece? A televisão, você não tem como ter uma interação dessa. Porque tem a produção...
E aí o cara tem que encaixar os slots. Tem um cara falando no teu ouvido. Inclusive, quando você vai comentar. Entendeu? Por exemplo, eu fui comentar no UFC. Então, o cara fala, comenta agora. Aí você comenta. Moicano, tá falando demais. Aí você pode falar. Só que qual que é o problema disso? Eu tô vendo o cara fazer uma merda, velho. Tá ligado? A luta tá uma merda. E aí o cara, nossas senhoras e senhores. Que show de lutas. E eu tô aqui, bicho, isso tá ruim pra caralho, velho. Tá ligado?
Tá ruim pra caralho. Eu só lembro do Calvão na live xingando os caras. Saiu merda! Então a televisão não dá pra fazer isso. Então vai ter gente... Melhor tu ir fazer internet. Melhor fazer internet, exato. Então é isso. São duas coisas totalmente diferentes. E eu acho que a internet vai crescer muito. Já cresceu, né? Já acabou esse impacto da internet. Calma, calma, calma. Eu acho que... Olha o que tá acontecendo. Tá vendo todo mundo ir pra falar que TV é o futuro de novo. Não, não tô vendo essa não, é? Tem, cara. Os caras falando que... Ué...
Veja, a programação do Cazé, da Cazé TV, não é bem próxima de uma programação de um canal de esporte? Sim, sim, sim. Então, existe esse movimento. Então, criar conteúdo para o YouTube para ser assistido na TV, como se fosse um conteúdo de TV. Obrigado. No entanto, eu acho que a gente devia mesmo estar fazendo internet.
Porque quando eu ligo a TV no YouTube, eu quero ver internet na TV. Sim. E não TV na internet. Entendi. Ah, entendi o que você quis dizer. Por isso que eu gosto de você fazer o bagulho, como tu disse, slope. Slope, é. É o que eu te falo. É slope na forma, mas o conteúdo é muito bom. Meu conteúdo é bom. Meu conteúdo é bom. O slope é a thumb, é feia.
O título é feio. Entendeu? Eu vou falar o seguinte. Não sei o que vai churrascar o outro. Eu boto assim. Não é uma linguagem... Mas funciona. Funciona. Churrascar é meter-lhe a porrada. Churrascar é um termo que os caras usam na internet. Que era pra... Como é que eu vou falar? O churrascamento. Como é que eu posso te falar?
O que é um churrascamento? Alto churrascamento. O cara se churrascou. Os caras usavam pra essa... E aí eu achei engraçado. Aí eu passei a falar, vou churrascar os outros, né? Em vez de ser o alto churrascamento, ele vai churrascar ele. Aí tem um jambrolha. No Rio falava muito de vou te jambrolhar. Vou te jambrolhar. E aí eu comecei, meu irmão, vou te jambrolhar. Caralho, meu irmão, vou te jambrolhar na porrada. Aí o que aconteceu? Isso aqui estourou muito.
Porque pensa só, eu peguei uma luta de cinturão com o maior lutador, um dos maiores lutadores de todos os tempos, que é aquele discípulo do Cabib, só tem uma derrota, meu irmão, eu peguei a luta com um dia de antecedência.
E aí, o que aconteceu? Não foi esse que ganhou do Charles também? Foi. Ganhou do Charles. Como é o nome dele mesmo? Makachev. Isso. Islan Makachev. Esse que ganhou do Charles. Inclusive, outro dia eu tava vendo a tua entrevista com ele. Foi quando ele machucou também que ele ia lutar com o Charles, né? Mas, meu irmão, eu peguei essa luta de última hora. E aí, eu sabia que era uma luta difícil. Mas aí, negociei um bom cascalho ali também, um manezinho.
Fomos pra luta. E eu tava achando que eu ia ganhar mesmo. Mas, ao mesmo tempo, meu irmão...
Foi uma sensação doida. Mas por que eu tô te falando tudo isso? Chegou lá, eu fui finalizado. Aliás, perdão, deixa eu voltar. Quando a luta caiu, virou aquela comoção nas redes sociais, tá? Aí eu peguei o pessoal do UFC, mandou uma declaração aqui.
Aí eu peguei com a cara assim e falei o seguinte, Alô, macaxeira, amanhã tu vai entrar na farofa, vou te enfiar a porrada. Moleque, a galera, moleque, a galera, caralho. Até o Charles, ele tava lá e ele falou no dia, caralho, que no dia é que tu tira essa porra. Macaxeira, tu vai entrar na farofa, amanhã você tá fudido. Moleque, a galera gostou. Aí na pesagem, na pesagem...
O cara perguntou assim pra mim. O cara gira uma roleta da aleatoriedade que ele vai falar. E joga, e joga. Exatamente, toma. Aí, na hora da pesagem, depois, o cara pergunta, e aí, Moicano, como é que você está se sentindo pra amanhã? Aí eu falei, I don't give a fuck. Tomorrow I'll go there. Sei lá, eu fui muito confiante. Meu irmão, aí eu comecei a ver uns negócios no Twitter. Bicho, esse cara está muito confiante, velho. E ele está, como é que é?
Ele está pagando sete. Caramba. Meu irmão, teve uma galera que perdeu dinheiro nessa aí, velho.
Devia ter divulgado um tigre aí. Fazer igual o Neymar fez ontem, né? É. Fazer igual o Neymar fez ontem. Fui convocado, alô. Não vou falar. Mas por que eu tô te falando isso? Cara, são foda. Eu botei pressão no público, né? Vou ganhar confiança, não sei o quê. Mesma coisa, eu perdi, né? Do jeito que eu perdi, finalizado rápido, foi uma chuva de... de hate. Aí o que eu fiz? Peguei uma thumb com a minha cara limpa e escrevi gigante assim, jambrolhado.
Tá ligado? Com a thumb zone. É um dos vídeos mais vistos. Jambrolhado. E aí, eu expliquei nesse vídeo tudo o que aconteceu. E falei o seguinte, irmão. Deixa eu te falar uma parada. Por que eu tava confiante? Porque todos os caminhos da minha vida me levaram a isso aqui, irmão.
Eu cheguei lá, quase. Quase, meu irmão. E aí eu tentei dar uma imagem motivacional pros caras falarem, bicho, é possível, é difícil, mas você consegue. Então, esse foi um dos vídeos que eu... E aí começou a jambrolhar. Esse aí passou pro vocabulário do MMA. Hoje em dia todo mundo fala jambrolhar, entendeu? Foi uma parada maneira, exatamente. Caralho, vou te jambrolhar na porrada. Caralho.
Bom, então tá, já que tu é estudioso pra caralho, fala pra mim aí quem que tu acha que é o cara mais foda que tenha lutando hoje em qualquer categoria, o cara mais... que tu mais admira. Alex Pereira, de longe. É. De longe.
De longe. Por quê? Porque nunca houve um campeão com tantas defesas de títulos, nunca houve um campeão dessa categoria com dois cinturões, nunca houve um campeão com a possibilidade de ganhar três cinturões, subir o peso pesado, nunca houve um campeão com tantos nocautes. Então...
Eu costumo falar isso aqui, o Alex Pereira é uma aberração da natureza, ele era um borracheiro, começou tarde, entrou no UFC tarde, foi o cara que conquistou o título mais rápido, venceu a Adesanya, que era uma lenda, quatro vezes, então...
E o MMA é um esporte que geralmente o cara luta e espera muito pra voltar. O Poitain é ativo, ativo. Toda hora lutando, lutando, lutando, lutando. Knockout, knockout, knockout. É um cara fora de série. Meu irmão, é uma era que eu falo pra vocês. Pra surgir outro Poitain vai ser muito difícil.
Que interessante, cara. Quem que é o segundo lugar, na tua opinião? Pô, a gente tá numa era, irmão. Eu gosto muito de MMA. A gente tá numa era. O cara que ganhou do Charles também, Elia Topuria, um espanhol. São 20 lutas invicto. E o que eu tenho pra falar pra você? Ele nocauteou os melhores. Você já deve ter ouvido falar no Max Holloway. Você já deve ter ouvido falar no... Quem mais que ele nocauteou? Volcanoves, que é uma lenda que bateu no José Aldo. Charles Oliveira.
Esse cara nocauteou todo mundo em sequência e vai lutar agora de novo pelo Cinturão na Casa Branca. Então é um monstro. Pra mim, são esses dois caras, tá? Um deles vai ser o maior de todos os tempos do MMA. Alex Pereira ou Elia Topulha. E esse é um bom momento do MMA, cara? É um excelente momento do MMA. Mas nem tanto... Bom, mesmo a gente tendo o Poiton, a gente já teve uma época que só tinha brasileiro, basicamente. Sim, sim.
Para o Brasil, está numa entre safra. Mesmo tendo o Poitam. Mesmo tendo o Poitam. Mas a gente chegou numa época a ter o Charles, o Pantoja, o Poitam, Amanda Nunes. Então a gente está numa fase boa. E outra coisa, a gente está numa entre safra violenta de novos talentos.
Por exemplo, tem Jean Silva, chance de disputar o cinturão. Maurício Ruff vai lutar na Casa Branca. O próprio Carlos Prats aí, que tá um passo do cinturão. Ele deve lutar o cinturão, todos com chances reais. Meu irmão, tem muito cara bom hoje, principalmente aqui em São Paulo. Também lá fora. Mas esses caras já estão no UFC faz tempo?
Não, o pior é isso, chegar agora, dois, três anos, esses caras tomaram tudo de assalto, entendeu? Esses caras realmente fizeram um excelente trabalho e, meu irmão, estão perto de... Muitos deles estão perto de conquistar um cinturão. Então a gente está num excelente entre safra, está quase ali chegando no topo. Tem muito brasileiro bom, o Maron Santos, que é um cara que treinou com esses caras aí, o Lerian, o cara que acabou de assinar no Contender Series, um outro cara que também lutou no mesmo card que eu, agora esqueci o nome dele, Carioca. Está chegando uma molecada nova.
com disposição, e eu acho que nos próximos anos a gente vai ter alguns... Mas e os gringos? Os gringos não ameaçam não, cara? Porque assim, isso daí é... Tudo bem que a gente sempre foi meio foda no esporte, né? Desde o começo. Sim. Os brasileiros, eu quero dizer. Sim. Mas os gringos... Cadê? Cadê? Os gringos que você diz americano ou qualquer um? Gringo.
Gringo foda. Que ameaça... Por exemplo, tirando esse que tu falou aí, que é o segundo lugar. Topura, não é? Quem mais tá surgindo de novidade foda assim pra galera ficar olhando? Pô, esse maluco aqui é maneiro. Ou não tem? Tu fica olhando mais de brasileiro. Não, tem muito. A categoria 77 tem vários caras, velho. Tem vários caras. Mas o que acontece é o seguinte. A americana mesmo perdeu muito. É? É. Por quê? Os caras tão numa safra ruim?
Tem atleta e os atletas são ruins? O UFC tá pagando pouco pra esses americanos, entendeu? Porque, pensa só, um bônus de 50 mil dólares pro brasileiro muda a vida, né? Um bônus de 100 mil dólares pro brasileiro muda a vida. Um bônus de 50 mil pro americano paga...
sei lá, três meses, oito meses de aluguel, sete meses de aluguel, é um bom dinheiro, mas não vai mudar a vida dos caras. Então, eu vi o Sean Strickland, que é um campeão bem controverso, ganhou de um russo duríssimo nos últimos finais de semana, e ele falou o seguinte, vale mais a pena trabalhar no Walmart, entendeu, pro americano. Então, cada vez mais você tá tendo menos americano e você tá tendo pessoas com a moeda fraca. Então, você tem muito brasileiro, porque vale muito a pena, você tem muito russo, dagistanês, porque vale a pena,
Mas as bolsas diminuíram? Elas ficaram... Ou não? Não. As bolsas não diminuíram, mas também não aumentaram. Elas estão... Elas estão... Estão ali estagnadas. Estagnadas. O problema é que o dólar, né? O real perdeu muito valor em frente ao dólar nos últimos anos. Então é isso. 10 mil dólares para o americano não é nada e para o brasileiro é muito dinheiro. Isso faz com que você tenha mais caro, ainda mais também na situação socioeconômica do Brasil. Perfeito.
Tipo assim, um moleque que não tem perspectiva pra ele lutar, meu irmão, qualquer coisa que ele ganhar é melhor. Então, tudo isso leva com que hoje em dia tenham, mas estejam, só tem dois campeões americanos também, que um era uma zebraça que perdeu do Shimaev aí agora, não sei nem eu, não sei como.
O cara é ruim pra caralho, campeão. Tu quebrava ele? Ah, eu quebrava ele na porrada, tá louco, velho. Já embrolhava ele? Já embrolhava ele na porrada. O cara é ruim, velho. O cara é ruim, mas ele tem a manha de ganhar, tá ligado? Tem uns caras que tem a manha de ganhar. Qual que é a tua habilidade que tu acha que tu mais gosta, cara? Tu acha que tu é uma foda fazendo o quê? Na porrada, eu tô falando.
Eu sou muito bom de jiu-jitsu. E principalmente ground and pound. Então, tipo, um diferencial que eu tenho quando eu jogo o cara pro chão, como eu sou alto, eu tenho facilidade em bater. Mas tu gosta de bater nos caras assim? Cara, eu não gosto. E eu vou te falar mais. Tem muito lutador que ainda fala isso. Porque, tipo assim, eu fico pensando o seguinte. Eu vou bater nele.
Mas se esse filho da puta levantar, ele vai bater em mim. Entendeu? Então eu quero sempre bater pra acabar logo. Pra acabar logo. Então, eu também sou longo. Eu tenho um boxe bom. Na última luta eu dei um jab direto e um cruzado. Ele caiu. Aí quando ele caiu no chão, ele macetei. Ele é a porrada, velho. Masquei o cara pra caramba, velho. Entendeu? Mas é normal. É normal.
machuquei o cara pra caralho. Pô, machuquei. Tu quebrou as duas mãos, filha da puta. Tu machucou, filho. Ah, meus mãos estão todas tortas aqui ainda. Aqui embaixo, aqui. Quando que é a próxima luta? Muito provavelmente setembro. É? É. Até lá tá legal, né? Legal, legal. Já vou voltar a treinar agora, com certeza. Caralho, mané. Nossa, mas tu tá garantindo. O que que tu acha de quando se passa um pouquinho? Tu machucou muito, cara?
Cara, eu machuquei bastante ele. Machuquei bastante. E tu fica se sentindo mal depois ou foda-se? Ah, não. Foda-se. Os caras te machucam também se eles tiverem a chance, né? Ah, não. Foda-se. Se ele pudesse, ele tinha te quebrado. Eu vou te falar outra coisa que a galera não fala, entendeu? O lutador antes da luta, na semana da luta, é bonzinho, entendeu? Porque o cara tá com medo, aí é tudo fazendo tudo certinho, tudo irmão. Ô, padre, obrigado, dá licença, etc.
tô com pena do cara, meu irmão ganhou, acabou, tu esquece toda essa bondade, entendeu? Essa pena. Porque antes eu ficava muito nessa, entendeu? Tipo, ah não, por exemplo, geralmente quando eu ia lutar com o cara, eu ia no Instagram dele pra ver os treinos e tal, e aí de repente se eu ver que o cara tinha filho, entendeu? Que tinha família, eu ficava meio bolado, tipo, caralho, velho. Mas depois eu vi que isso aí na verdade é só um...
você se sabotando, entendeu? Porque quando passa a luta e você ganha, foda-se o filho dele, foda-se ele. Na verdade é você, entendeu? Tipo, com medo de... Se vendo ali, entendeu? Aí eu me vejo no cara. Eu tô olhando o cara lá, mas pô, sou eu, eu tenho filho, eu tenho família. Se eu perder... Porque é realmente ruim, alguém tem que perder. Mas é o mundo, não tem o que fazer. Eu não gosto do mundo, mas o mundo é assim, você tem que viver no mundo que...
Então se eu escolher isso, eu tenho que bater no cara. Vai ser maneiro esse, viu? Vai. Vai ser maneiro.
vai ser mais merecimento lá na Casa Branca também, né? Vai, vai, vai ser porra, meu irmão, histórico, né? Porra histórico, histórico pra caralho né, vamos ter duas disputas de cinturão, como eu te falei, a chance do Alex Pereira ganhar três cinturão, ele ia topura depois subir pra lutar com o Makachev um evento histórico, porra, fudido queria tá lá, mas não vão poder, por quê?
Ah, porque eu queria estar lutando, né? Ah, tá. Mas dá pra assistir, porra? Dá não, dá não. Foda-se assistir, tu não gosta? Não, pô, vou assistir em live, né? Com certeza vai ser a maior live do canal, com toda certeza. Certeza absoluta, deve pegar números grandes. Animal. Maneiro. Deve pegar números grandes, que é muito expectativa, né? É o quê? 80 anos do Trump também, não é? Ah, nem sei. Foda-se. Foda-se, exatamente, foda-se, entendeu?
Foda-se. Fuck Trump. Ah, é, pô, é isso. Meu irmão, se eu fosse lutar na Casa Branca, eu ia falar um negócio desse, irmão.
Os caras iam ter que me expulsar de lá, velho. Imagina, moleque. Imagina tu luta na Casa Branca, ganha, fuck Trump. Duvido. Exatamente. Vagabundo te manda de volta pro Brasil. Tem a chance de aparecer só um negócio em vermelho assim também. É possível, é possível. Ah, mas Moicano, por quê? Você não suporta o político? Irmão, eu não suporto nenhum político, entendeu? Essa é que é a real. Tudo vagabundo, a verdade é essa. Eu posso até falar, posso até, sei lá, mas eu tô te dizendo, por que eu não suporto nenhum político? Porque o sistema é todo errado.
Entendeu? Então, meu irmão, eu já falei diversas vezes sobre a Constituição americana, sobre como eu gosto dos Estados Unidos, mas a política, o jeito que é, é tudo errado. Então, meu irmão, não me espere apoiando ninguém. Boa. É, eu também não tenho interesse em apoiar ninguém também, não. E, tá bom, vamos falar um pouco de preparação, cara, que a gente falou pra caralho de uma porrada de coisa, mas vamos falar do atleta, então, moicano. Vamos lá. Vamos dizer que tu vai lutar em setembro. Certo.
Tu já volta, tu começa a se preparar quando? Quanto tempo de preparação que tu precisa? Eu preciso pra lutar... Doze semanas. Doze semanas. Do zero. Entendeu? Se eu não estiver treinando. Tu não tá treinando agora. Não, eu não tô treinando. Se tu for lutar, é doze semanas que tu precisa. Doze semanas, né? Mas aí...
Por exemplo, se eu estiver já treinando, ia aparecer uma luta seis semanas. Entendeu? Então, o que vai acontecer? Agora eu não estou treinando nada. Mas aí mês que vem, quando eu voltar na minha rotina normal, eu vou ficar treinando uma vez por dia, mantendo o peso, que é uma coisa difícil de abaixar, tentando melhorar, fazendo o que eu tenho que fazer. Aí, por exemplo, surgiu uma luta. Oito semanas...
Tô pronto. Mas eu tô me programando pra lutar pra setembro, final de setembro, então já vou ter o schedule todo certinho. Aí a gente tem um schedule pra cortar peso também, alimentação, treino, e aí, meu irmão, chega lá no pico, né? Que uma coisa que eu fazia muito antes era passar do pico, como eu te falei. Então, você tem que chegar no prazo certo, assim, de performance, de cansaço e de vontade também. Porque você treinar muito, te tira a vontade de lutar.
É? É. Tem que deixar um pouco, entendeu? Aquele cara que quer fazer tudo no treino, tem que deixar um pouco. Porque senão você gasta. Você tem que deixar aquela vontade de... Porque é o seguinte, quem é atleta sabe. Se você fica sem treinar muito tempo, você fica com vontade de treinar. É bom você ter essa vontade. Entendeu? É bom você querer ir. Não querer só ficar, entendeu? Se você treina demais, você perde a vontade.
Interessante, tem a ver o que tu tava falando antes. Treinar pra caralho. Isso, isso. Chegar lá. Tá desgastado, mano. Você não quer, meu irmão, sabe? Que é o que esses caras falam de burnout hoje no trabalho. Se você ficar no escritório, meu irmão, querendo, querendo, querendo, e te mata também. Você tem que ter uma... A gente é ser humano, né, velho? E o esporte é muito cruel. Porque eu vejo muito isso. Os caras que... Bom pra caramba, perdendo por besteira.
Porque quer treinar, treinando errado, querendo mais. Meu irmão, tem que ser bem desenhado.
Bom, nesse sentido, tem uma vantagem porque tu já é experiente, né, cara? Sim. Velho. Cara, eu quis dizer experiente mesmo. Não, mas é velho mesmo, velho. É você... No caso, você é velho. Mas teria como você ter 10 anos e não ter 37, né? Ah, tá. 10 anos de experiência. Sim, teria. Então... 27, vamos dizer. Não, aí não, né?
Calma. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Matemática já viu, né, Chá? O ponto é, o fato de tu ser experiente, tu já não dá mais esses mole. Tu já sabe como é que é o melhor jeito pra você chegar pronto. Porque o que acontece?
Me parece que lutar... Você entra lá, o outro cara quer arrancar a tua cabeça. Quer. Você quer arrancar a cabeça do cara. Sim. Os dois são atletas de ponta. Os dois são lutadores de ponta. Sim, perfeito. Atletas. Qualquer 1% de diferença pode ter o potencial de mudar a luta. Pode. Sorte pode mudar, decidir a luta. Pode. Eu acredito em sorte. Tudo pode mudar aquela porra ali, meu irmão. Sim. Então, toda vez subir num octógono deve ser...
É tenso. É tenso, é. E lembro que você estava falando que você já deve saber se é experiente. Por exemplo, eu já sei quando eu estou passando do fio, eu não consigo dormir. Entendeu? Tipo, eu chego, faço a rotina, vou dormir mais cedo, oito horas, tal. Aí eu sento lá. Quando eu vejo que eu estou tão cansado que eu não estou conseguindo dormir, aí eu já não treino no outro dia. Só que no começo, e principalmente quando o atleta é inseguro, ele não tem vivência, ele acha que...
ele tem que ser mais forte, tá ligado? Meu irmão, eu tenho que treinar mais. Se eu não estiver treinando... Porque os caras vendem essa ilusão. Eu não sei se você já viu aquela frase do Mike Tyson, se meu adversário acordar três horas, eu acordo quatro, ou vice-versa. Se meu adversário... Nega que isso é mó caô, velho. Porque, meu irmão, não tem como. Você tem um corpo que você tem que descansar. Então eu já tenho vários sinais que eu sei...
Pera lá, vou diminuir o treino. E hoje em dia eu consigo diminuir sem culpa, porque antigamente...
isso muito com a família também, né? Porque, pô, antes, por exemplo, eu morava na casa da minha mãe, aí eu tava lá descansando de tarde, 4 horas da tarde, porra, você não vai estudar, não vai arrumar um emprego? Aí eu já saia pra academia, entendeu? Isso fica na minha mente. Então, às vezes, eu tô lá 3, 4 horas, eu tô me sentindo um vagabundo, caralho, eu tenho que fazer algo. Só que não é, você tem que descansar. Como atleta, você tem que descansar.
Mas até hoje, eu tô lá 3, 4 horas da tarde, se eu estiver descansando, eu falo, pô, vou lá pro YouTube, vou...
porque senão você se sente um vagabundo, mas o atleta ele tem que se sentir um vagabundo e outra coisa, isso aqui mata, bicho mata, porque essa parada da dopamina, você fica vendo vídeo curto você fica viciado você não consegue se concentrar, e o atleta eu acho que o que ele mais precisa é a concentração é o foco, pode ver, toda vez que eu perdi feio, foi quando eu perdi o foco aí entra um golpe, quando vê você já tá nocauteado, então o treinamento tem que ser físico mas ele tem que ser mental também, tem que um
Essa parte do foco e, tipo assim, tirar redes sociais é um dos principais. E tu consegue? Eu não consigo fazer totalmente porque eu tenho YouTube. E eu tenho que entregar coisa pra patrocinador. Isso é uma merda. Mas...
Eu faço que nem esses caras, tipo o Jacrã, o Botafogo, o Botafogo não come antes de sair pra, né? Então eu deixo o celular quando eu tô com luta marcada, eu faço o meu consumo de rede social, vai ser quando eu estiver fazendo o conteúdo, em live ou produzindo vídeo. Fora disso, eu tento excluir, porque do jeito que eu tô agora aqui, produzindo o evento é o dia inteiro, é a noite inteira, e isso é horrível pro foco, né? Até pessoa normal também, não atleta, deve ser. Com certeza, porra, com certeza. É horrível pro foco, é.
Quando tu tá um tempo sem lutar, tu chega a ficar buchudo, cara? Não, sou magrelo, velho. É? É, não, fico não. Pra mim era difícil ganhar peso. Tinha muita dificuldade de ganhar. Pra você ter uma ideia, hoje eu tenho 84 quilos, 85, 86, depende. E eu luto de 70. Eu já cheguei a lutar de meia a um, já lutei de 66, lutei de meio a um. Tudo bem que eu tinha 23 anos, mas eu sempre fui muito magro. Tu prefere lutar leve?
Eu prefiro... Hoje em dia é outra coisa. O brasileiro, o americano também, um pouco. Eles tinham um pouco dessa mística de quanto mais peso você perdesse e ganhasse, você ia ter mais performance. Isso é uma coisa que caiu totalmente. Você vê pessoas... Desculpa, Ignorance, mas eu não sei se eu entendi. Como assim?
Assim, por exemplo, eu tenho 85 quilos agora, porque eu tô comendo tudo, comendo besteira. Eu tenho que bater 70 quilos, então eu tenho que perder 15 quilos. Antigamente, o cara falava, isso aí é o ideal. Perder uma caralhada. Uma caralhada. Ou ganhar uma caralhada.
Exatamente por isso. Porque quando você perde muito peso, você consegue recuperar muito peso. Você ouviu falar desses efeitos sanfona? Tipo o Sérgio é um dos foguetes lá, que daqui a pouco volta tudo. É a mesma coisa com o lutador. Então, se eu estou muito pesado, eu bato 70 quilos, a hora que eu começar a hidratar, meu peso sobe lá em cima. E você fica pesado. Só que o desgaste é muito grande. Hoje em dia, para mim, quanto mais próximo do peso que eu estiver...
Então, por exemplo, por que eu tô te falando que a preparação tem que ser maior? Porque aí eu vou ajustar minha dieta, ajustar meu sono. Quando eu chegar lá na semana da luta, eu quero tá com 76 quilos. Pra perder só 6 quilos. Porque aí eu durmo mais, eu descanso mais, eu subo menos peso, mas o peso não faz tanta diferença assim, não. Esse conceito, ele...
ele saiu errado, entendeu? Ele saiu errado. E eu acho que muito, antes do UFC começar a ter teste de antidope, tinha muita gente que usava anabolizante. Então, o cara conseguia recuperar melhor. Hoje em dia, que ninguém teoricamente usa bomba, que tem comissão, que tem tudo, que não tem produto, não tem como o cara voltar, tipo assim, baixar 10 quilos numa semana e voltar saudável. Então, eu acho que pra performance, a melhor forma é você se manter baixo. Manter o peso baixo.
Interessante. Mas você acha que lutar leve é melhor do que lutar pesado? Tipo, categoria. No dia da luta ou categoria? Ah, tá. Categoria. Depende. Depende. Depende. Tem gente que... Eu quero saber o que tu prefere. Porque tu pesado a princípio e tu dá umas porradas mais firmes, não é? Você perde menos peso. Dá umas porradas mais firmes, exatamente. Só que por que eu tô te falando que depende? Porque depende do jogo. Meu jogo...
Porque é o seguinte, pensa só, eu sou altão. Se eu conseguisse baixar de peso, eu tinha mais distância. Então, quando eu subo de peso, eu vou lutar com os caras maiores. Então, isso faz bastante diferença. Estou entendendo. Como tu gosta de uma luta fácil... É, exato, luta fácil. Exato, exatamente.
Mas por que eu tô te falando que depende? Porque às vezes você perder esse tanto de peso, mesmo que você tenha a vantagem da altura, você perde no gás, no cansaço. Então hoje em dia eu prefiro lutar de peso leve, 70 quilos. Mas não descarto um dia subir de peso também. O que te faria subir de peso? Dinheiro. Dinheiro. Ou então eu não conseguir mais bater o peso. Se eu não conseguisse, mas pra mim tá tranquilo. Eu faço dieta bem, eu bato peso bem.
musculação na medida chato, Pablo, né? Você gosta de fazer? cara, eu não gosto, mas eu entendo a importância gostar é forte mas eu já odiei eu já não odeio mais, entendeu? já melhorou muito antes a atitude era que merda do caralho agora é
Bom, era bom ir treinar, sabe? Se tu não for, quando tu volta fica todo cheio de dor, todo fodido. Não sei o que, eu tô agora, o braço não estica. Tô tentando esticar ele aqui, sabe? Então, é mais chato. Eu também, eu não gosto muito de... Eu não gosto muito de...
Malhar não, mas eu faço duas vezes na semana, três, dependendo da época, porque é necessário, né? Pra evitar lesão, também tem muita lesão, eu já quebrei a mão algumas vezes, tenho duas cirurgias no joelho, então direto eu tenho que ficar... Eu tenho isso aqui, não sei se dá pra ver, mas olha o meu ombro aqui, ó. Tô vendo, é um calombo. Se você olhar esse lado aqui, os caras ficam chamando de ombro de cabide, mas aqui, pra uma luta, eu rompi o ligamento, então essa clavícula aqui subiu. Então eu tenho que estar sempre na...
Na fisiozinha aqui pra manter, né? Caralho, mané. Já parou pra pensar que quando tu parar de lutar, tu vai... Tá todo fodido. Você já viu o Minotauro? O Minotauro é meu amigo. Todo fodido, velho. Ele já veio aqui, né? Aí ele vai virar assim, ó. É, é, é. Todo fodido. Todo fodido. É o preço, né, velho? Mas pelo menos eu vou ter que... Eu vou passar todos os dias da minha vida sem ter visto uma carteira azul.
Eu tava aguardando essa pro... Eu tava aguardando essa pro... Pro Vilela, né? Porque o Vilela fala... Pô, e se você morrer? O que você quer botar no túmulo? Aqui jaz um homem que nunca trabalhou. Essa que eu vou botar no túmulo. Nunca trabalhou assim, né? Mas... Mas... Sem brincadeira. É isso que eu quero mesmo. Fazer um dinheiro pra poder viver sossegado. Entendi. É. Tá chegando... Bom...
Mas aí uma hora tu vai parar. Aí tu vai virar promoter de evento? Tu vai virar professor? Tu vai viver do dinheiro que tu já guardou? Eu quero ver se dá certo esse negócio de YouTube aqui. Kings League, esses caras aí. Sei lá, fazer aquele que se inscreve. Esse evento aqui, quando eu quis falar o evento, eu quis dizer a Kings Leagueização do MMA. Do TR, do MMA.
Isso, exatamente. É isso que eu quero. Mas eu não sei se vai dar certo, né? Eu tenho muita fé. Mas é uma boa aposta. É uma boa aposta. E, tipo assim, é relativamente, como eu te falei, relativamente barato. Não é um negócio absurdo. Dá pra gente fazer numa escala menor.
Mas é como eu te falei, isso aí eu tô fazendo no conteúdo. Eu acho, eu acredito muito no potencial da minha live. Eu acredito muito. Eu acredito muito que em breve vai ter mais gente assistindo na live do que no...
No broadcast. Porque do mesmo jeito que é o flow com a televisão, é um produto que você não tem como competir. Você não tem como competir com a internet. Não tem. A televisão pode ter dinheiro. E é por isso que eles tentaram fazer o negócio do casé. Eles tentaram botar... Eu nunca tinha pensado nisso. Mas eles tentaram botar a internet na TV. Então eu espero mesmo que minha live cresça. Que eu ganhe mais patrocinador. E aí eu fico vivendo só de internet. Porque é mais fácil, né? É mais fácil. Eu não acho... É mais fácil.
É mais divertido. Eu não sei porque eu não sou lutador. Mas com certeza é divertido. No entanto, cara, já foi muito mais divertido. Teve uma época que a gente trocava umas ideias muito mais suaves na internet. É que eu não sei se tu falou que foi comprar um computador em 2020. Sim. Mas porra, lá em 2012, 2013, o Twitter...
Era outra parada. Eu não acompanhava. Eu achava o Twitter o melhor site do planeta. Porque assim, lá eu me divertia, eu me informava, a galera legal tava ali. Aí foi fodendo, né? Foi fodendo, foi fodendo, foi fodendo. E hoje tá... Não é que tá tudo fodido, não é verdade. Não tá tudo fodido. Mas tem várias coisas que evoluiu pra um lugar de desconforto. Mas tudo bem, porque o nosso trabalho é se adaptar a essa porra.
Pau no nosso cu que ficou velho. A gente ficou velho, foda-se. A gente tem que se virar. Sim, exatamente. Eu tenho 41, moleque. Pô, nem me fala, bicho. Eu tô com 37. Outro dia era um moleque, velho. Um moleque, velho. Que nem era calvo, velho. Já tá cheio de filho aí, velho. Cheio de filho, mano. Eu tava falando isso. Eu tava falando isso. Pô, como a vida é doida, mano. Como, né? É uma loucura pensar nisso e que já já acabou, velho.
Meu irmão, por isso que eu falo, meu irmão, se você tem um sonho, faça, tente, não ligue pros outros, todo mundo vai dizer que você não vai conseguir. Meu irmão, a minha vida inteira foi isso, tanto no YouTube quanto nas lutas. Eu falava, né, velho, ninguém vai ver você, os próprios amigos falavam, velho. E você tem um grande problema, né? Porque quando você começa no YouTube, o que você faz? Você manda os vídeos pra quem tá mais próximo e ninguém vê.
Entendeu? Não adianta. É que nem ele aqui, ele fez um livro, moicano, eu não vou ler teu livro, porra.
Vai tomar no teu cu. É, vai tomar no teu cu. Tu e teu livro pra lá. É a mesma coisa... Senão vou te jambrolhar na porrada. É a mesma coisa que os caras deviam falar do vídeo. Lá vem esse fila da puta pedindo like. Vai tomar no cu dele.
Não é assim quando você começa? Aí você vai lá pro pai, pra mãe, dá o like aí, bota o like, você acha que vai fazer uma diferença. Não faz diferença nenhuma. Então, meu irmão, trabalha no silêncio, que nem os caras falam. Vai fazendo a tua paradinha que o algoritmo vai achar a tua galera. E a mesma coisa com a luta. Se você quer ser lutador, que é o que eu posso falar, se você quer ser lutador, meu irmão, procura uma academia certa, vai fazendo. Se você for bom, daqui a pouco você vai ser pago por isso.
Pode ser que chegue esse momento. Pode ser, pode ser. Tem mensagem pra gente, Ian? Bom, a gente vai pras mensagens. Deixa eu falar da Livup aqui, que é o nosso parceiro de hoje, cara. E, pô, quando eu tô prestando atenção e eu tenho prestado atenção, por exemplo, tô trabalhando o dia inteiro e eu preciso comer. Cara, a minha rotina era pedir um sanduba, tá ligado? Um hambúrguer. Ai, food. E assim, se fosse comida, pelo menos, mas não. Comer...
troço, sabe, que não devia. Hambúrguer. Certo. Cara, depois que eu comecei a cuidar disso e a Livup virou nossa parceira e tudo mais, cara, fez muita diferença. Porque, assim, é muito fácil. Você que tá ouvindo a gente aí, é muito fácil, tá? Não tem só comida fitness, inclusive. Dá pra você comer um macarrãozinho, dá pra você comer um avioli, por exemplo. Tem mais de 130 sabores, inclusive. E eles entregam aí mais de 190 cidades pelo Brasil. Tá?
E estão fazendo 10 anos, cara. Então, já estão há muito tempão fazendo comida de verdade, com ingrediente de verdade, que é facinho, cara. Ó, depois quando a gente terminar ali, eu vou te servir. Tem um coxinha de... Coxinha de mandioca com frango, porra.
Pô, do top. Pô, vambora, vambora. Eu já tô com fome também. Vambar, gazeiro. Você aí, cara, dá uma olhada no aplicativo aí, ou então no site da Livup, e faz o teu pedido aí pra que eu tenho certeza que tu vai se amarrar, cara. Não tem como não curtir, tá bom? E como eu disse, eu tô aí há 10 anos. Ó, tem aí também... Também queria falar do Felipe Mítica, quem faz o hidromel, que tu sabe o que é um hidromel?
Eu vejo, foi desde as antigas, eu sei que foi o primeiro patrocinador, né? Foi um dos primeiros, né? Então, cara, o hidromel é como se fosse um vinho, só que em vez de usar uva no processo de fermentação, usa o mel e dá origem ao hidromel, essa bebida aí, que é uma das primeiras bebidas fermentadas em vida da humanidade. O cara usava em ritual, o cara casava.
E pra ele ficar viril, os caras tomavam hidromel. Era uma bebida de lua de mel mesmo. Era dos vikings mesmo, né? Era pros caras estralar. Era pros caras botarem pra jogo. Toma. É isso. Então, bom, se quiser estralar, hidromel é uma boa. Mas se você quiser, sei lá, tomar um drink...
Bota bastante gelo ali, bota uma outra parada, faz uma mistura. O hidromel também serve pra você tomar assim, tá? Então entra lá em philippemid.com.br que tu vai encontrar vários sabores. E se você usar o cupom FLOW10, tu ainda ganha 10% de desconto, o que matematicamente quer dizer que se você comprar 10 garrafas, uma sai de graça. Tem como ganhar 100 de graça.
Tem que comprar mil. É só comprar mil. Fácil. Mas, ó, só dá pra você comprar uma ou mil se você for maior de 18 anos, tá bom? Que pra beber e pra comprar bebida alcoólica, você precisa ser maior de 18 anos. Se beber, não dirija. E beba com responsabilidade. Entra lá, philippemid.com.br e usa o cupom FLOW10. Eu vou ler as mensagens? É isso? Tá bom, então tem mensagens no meu zap. No zipzop. Vamos ver que tipo de merda os caras estão fazendo. Puta, aí é loucura.
O Arley mandou aqui, ó. Máximo respeito ao melhor streamer de luta da atualidade. Não é com calma, não. Pô, obrigado aí aos fãs, mas não é o melhor, não. Tu curte quando os caras ficam pelando o teu saco? Não, não. É, para com isso. É só um calvão, eu já falei. É o Calvão Bueno. E por falar nisso, deixa eu... Maneira essa camisa aí do Calvão Bueno. Aí, ó, Calvão Bueno, com as referências da live. Maneiro. Essa aqui, ó, passou a mão no trigo.
Que horas é a luta do Carlos Prats e porteiro do Epex? Vou só explicar rapidinho. Porque aí os pessoal ficam brincando, né? E você lembra da luta do gladiador quando ele vai morrer? Você lembra que ele fica passando o monotrico, que ele tá quase morrendo, né? Isso aqui virou um... Isso aqui... Você já entendeu aí, tá vendo? Ele já entendeu. Ele já entendeu.
É auto-explicativo, né? Isso aí, quando o Anderson acertou o Vitor com o chutão, o Vitor passou a mão no trigo. Exatamente. Faz sentido isso? Então, essa é a graça. Essa ele gostou mesmo. Essa ele gostou.
Precisa de um tanto de cultura pra entender esse menino. Precisa, precisa. Inclusive, é o que eu falo. Esses moleques de hoje é tudo aculturado, sem cultura, velho. Pra quem que eu perguntei? Diermes e Renato, o cara não conhecia. Eu falei, mano, você é um sem cultura. Como é que você não conhece? Como é que o cara não conhece o suposto filho do capeta? Exatamente. Vou ali quebrar o seu dedo, caralho. Quebre meu dedo com a força da tua mente. Quebre meu dedo, seu filho da puta. Filho da puta é o caralho.
é muito bom, mas por que eu estou te falando? Porque é isso, são referências que a gente vai fazendo, essa aqui
Apex, o que acontece no UFC? Você tem os eventos numerados, que são os eventos principais, que são os maiores. E o UFC, como um bom capitalista, ele fez um eventinho pequeno em que ele bota os caras baratinhos só pra girar, entendeu? Então eles ganham bastante e não gastam muito. Então é um desprestígio você lutar no Apex. Toda vez que você vai lutar no Apex, é assim, esse cara não vale muita coisa. E aí os caras começaram a me chamar de porteiro do Apex.
Aí tu não vale porra nenhuma. Exatamente, que você é o porteiro. Com todo respeito os amigos que é porteiro do Apex.
né? Exato. Se não vem o sindicato dos porteiros me cancelar. E aí o porteiro do Apex é o seguinte, você tá lá pros caras novos vim te bater, que foi exatamente o meu último luto. Eu fui o porteiro do Apex. Aí tu dá aquela boca, se virinho, os caras começam a chamar de se virinho. Se virinho, se virinho, eu já falei, irmão, não chama de se virinho. Mas tem uns apelidos aí que se me chamarem eu vou embora, eu vou ficar puto. Tem uns apelidos aí que não pode. Ah, é? Pô, o cara me chamando de Zeca Urubu, por causa do cabelo, aí é foda.
Zé Curubu não, velho. É dois. Zé Curubu. O que que há, meu chapa? O que que há, meu chapa? Zé Curubu. Ainda mais que eu fiz isso aqui, olha. Aí fodeu, velho. Ficou bonito, cara. Tá parecendo Balrog, porra. Balrog, é foda. Olha lá, porra. Mas você não pode falar muito não, irmão. Não, eu consertei, porra. Não mete a salão, porra. Mais ou menos. Aquele cabelinho de piscina, né? Você vê o fundo. Se olhar assim... Olha lá. Mas aí eu que fui vagabundo também, né? Mas ninguém olha assim. Não, não tem a ver. Exatamente.
sacanagem. Bom, mas o pior que eu nem acabei de ler a mensagem que o cara mandou era, máximo respeito ao melhor streamer de luta da atualidade. Com seguridade, melhores discursos pós-vitória do UFC. Boa. O que que tu acha dos teus próprios discursos pós-vitória? Não consigo ouvir. Eu acho ridículo, velho. A galera gosta. Eu falo do coração, mas eu não gosto de me ver. Meu inglês é muito ruim, você já viu? Você é professor de inglês? É, é, fuck you, porra, é junto misturando. Mas é por isso que é legal.
Moicano antes, mano, e porra! Aí ninguém entende porra nenhum. Eu sei que é legal, mas eu fico constrangido de ver. Mas eu vou continuar fazendo porque sai do coração. Boa. Me fez ler as seis lições. Bitcoin promoção, chefe. Moicalvo, tá comprando ou tá moscando? Não, eu tô comprando sempre, né? Bitcoin é uma coisa que eu acredito muito.
Eu falei do livro Seis Lições, de Ludwig von Mises, que são os princípios, uma palestra que ele fez explicando a economia política, capitalismo, socialismo, intervencionismo. Eu acho que o Bitcoin tem muito a ver. A escola austríaca fala muito disso, de dívida pública, de aumento da base monetária, de como você ter oferta e demanda. O Bitcoin entra em todos esses conceitos. Eu acredito demais, mas eu não aconselho ninguém a comprar.
Eu não aconselho ninguém a comprar. Você faz o que você quiser. Eu compro. Beleza? Eu compro, eu acredito. Vai lá, estuda e decide se quer comprar. Vai lá, estuda e decide se quer comprar. Exatamente. É como qualquer coisa. Você tem que tomar responsabilidade de saber se você quer ou não. Porque o que acontece é o seguinte. Às vezes eu falo de Bitcoin. E o Bitcoin estava na máxima, né? Ano passado. 100 e... Aí cai. Cai. Aí vem até o nego da minha família. Porra, mas você falou...
Meu irmão, eu ganho a vida dando soco, filho. Não vem pedir conselho, não. Entendeu? Então, eu gosto. O que eu posso falar é isso. Eu acredito. E se tem algo... Por tudo que o Bitcoin tem, né? Pelas facilidades de transmissão, verificação. Só que você tem que estudar. Tem uma curva de aprendizado um pouco alta. Mas depois que você entende aquilo ali... Comprou o curso do Trisoitão? Não comprei.
Não comprei não. Assistir de graça no YouTube editado, meu velho. Aí sim, porra. Assistir editado, vale da liberdade, faça lá, faça o que tem que fazer. Esse maluco manja pra caralho de Bitcoin. Manja pra caralho, manja pra caralho. Eu acho ele meio maluco, mas que ele manja de Bitcoin... Não, totalmente maluco. Eu já fiz um podcast com ele lá nos Estados Unidos. Não, totalmente maluco, mas sabe muito. Sabe muito. E conhece muita gente. Então, quando você vai nessas... É...
Quando você vai nesses grupos lá de Bitcoin e tal, tem muita gente que ajuda. E eu aconselho isso. Eu realmente acredito que você tem que ser soberano, que você tem que ter o seu Bitcoin, que você tem que estudar. E se você acreditar, compra. Se não, fica aí no real, mano. Fica aí com a moeda derretendo, né? Apesar que o dólar até... Pô, tu fala pra não comprar falando pra comprar, porra. Tu fala, não compra não, fica aí no real com a moeda derretendo, seu filha da puta. É a mesma coisa que fala pra comprar, né, porra? Pois é.
Tem essa, mano. Tem essa. É a mesma coisa que eu faço quando eu tô vendendo aposta. É a mesma coisa isso aqui. Você vai se fuder. Você vai desgraçar a sua vida. Mas se quiser... Não é assim? Não é assim que tem que fazer? Tu já apostou, cara? Pô, eu adoro apostar, mano. É? Mano, eu sou viciado em aposta. Isso é uma merda. Mas por causa do meu pai. Tu ganha? Não, erro tudo. Tu mama muito? Eu erro tudo, filho. Que merda, hein? Porra, mama me olhando, filho. Só perde.
Pensa num filho da puta azarado. Eu vou te contar. Azarado? Por que azarado? Tu que fez análise errada, porra. Não, mas esses caras não é possível. Porque a semana passada não tinha como o cara perder. Ele perdeu, velho.
Não tinha como ele perder, mano. Eu acho que eu falar que o cara vai ganhar, ele perde. Entendeu? Uma zica desgraçada, mano. E antigamente, ainda bem que o UFC proibiu, que antigamente a gente podia apostar. A gente podia apostar. Calma aí. Lutador não pode apostar. Tá. Lutador não pode apostar em nenhum evento. Nada de luta. De MMA. Tá.
Porque pode haver manipulação, né? Eu posso apostar contra mim, aliás, no adversário e vender. Então, não pode. Mas antes, podia. Até pegar um filho da puta com um esquema violento. O cara era treinador. Aí, o que ele fazia? Ele via que o atleta dele tava machucado, aí ele mandava pra um grupo de apostas, ó.
Primeiro round. Filha da puta, mané. Filha da puta. Filha da puta. Caralho, mané. Filha da puta. Fudeu todo mundo. Fudeu um negócio inteiro. Por quê? Ele tinha um grupo de apostas em que os caras pagavam, tipo, mil dólares por mês pra ficar no grupo. Exatamente. E ainda tinha um grupo especial em que os caras pagavam por dicas. Então o cara tinha uma rede. Só que ao mesmo tempo ele era treinador e via o dia a dia dos atletas.
Então ele sabia quem ia ganhar, quem ia perder do time dele. O cara que não tá treinando, o cara que tá machucado. E aí começou, no dia das lutas, as aportas disparar. Então esse cara aqui tava favorito. Aliás, esse cara tava azarão. Porque a casa de apostas também mexe conforme...
Quem é o favorito? É, tipo assim, abre a casa de apostas. Vou apostar pra caralho e aí tu vai fazer a odd assim. Vou lutar com você, sai a luta. Igor, 3K e Moicano. Provavelmente, no começo... Meu irmão, aproveita odds, tá? Aproveita odds. Porque quando sair a odds, vai estar 10 pra 1. Irmão, não aceita essas brincadeiras não, irmão. Tô brincando. Aceita sim, pode usar. Eu fiquei com medo agora. Não, mas eu vou fazer o quê? Eu vou bater você aí preso?
Eu sou gordinho, pô. Pô, mas mesmo assim, tudo gravado aí, vai preso. Eu não quero ir preso, não. Mas se liga nisso. Se liga nisso. Tô ouvindo, tô ouvindo. Eu vou lutar com você. Sai a luta. Aí o odd maker fala, você não tem chance. Aí eles vão botar 10 pra 1. Se você botar 10 nele, você vai ganhar sei lá quanto. O odd maker... Tem um odd maker. Tem um odd maker. O odd maker é o cara que trabalha pras casas de apostas. E ele tá, junto com o algoritmo também, ele tá responsável. Porque não é só números, né?
Tem esse negócio de o cara tá machucado e não tá? Isso é normal. Mas o odd maker, ele faz as odds e ele envia pra essas casas de apostas. E as casas de apostas também tem outros meios de ver isso. Só que imagina isso. Começou um mês antes da luta. Eu tô 10 pra 1 favorito. Quando vai chegando perto da luta, esse odds vai mudando. Porque se nego pega e coloca um milhão de reais em você, o odds muda. Porque nego tá falando, caramba...
O mercado tá achando que o Igor tem chance de vencer. Sim, tô entendendo. Então, havia mudanças brutais de odds durante a sexta-feira. Entendeu? Um cara que tava de azarão passava a ser favorito, com tipo 10, 15, 20 milhões vindo. E aí o que aconteceu? UFC, calma aí, velho. Aham, tem alguma coisa acontecendo. Tem alguma coisa acontecendo. Aí os caras descobriram que esse cara tava...
vendendo lutas. Informação privilegiada. Informação privilegiada, perfeitamente. Inside trading. Caralho. Aí o homem é cultura, né, chefe? Bom, eu tô fazendo isso aqui faz um tempo. É, tá vendo aí? Caralho, mas isso é mó doideira mesmo. Tá, então tu não pode apostar em luta, tu apostas em quê? Aí eles fecharam, não pode. Aí tu aposta em quê hoje? Não aposto em nada, porque eu não sei de porra nenhum. Só de luta. Só sei de luta, entendeu? Bota um...
Bota laranja, foda-se. Não, mas aí não, velho. Aí não vale a pena. Por quê? Porra, meu irmão, que depois lavar dinheiro, caralho, aí tá aí Dark Rossi, aí fodeu. Pô, você tá ligado como é o Brasilzão, né? Aí pra lavar dá um problema, meu chefe. Eu prefiro ganhar dinheiro limpo. Eu também acho. Sabia? Eu prefiro ganhar dinheiro limpo. Justo. Eu poderia fazer isso, mas eu não quero não, irmão. Dinheiro vai vir, sacou? Boa. Dinheiro vai vir. Só que eu queria poder apostar.
Eu queria poder apostar, mas não posso. Aí eu faço o que? Os outros perderam dinheiro. Vídeo de aposta toda semana, segunda-feira. Pode ir contra que vai se dar bem.
Vamos lá. O Marco Moraes mandou. Fala, Igor e Moicanço. Calvo, conta para o Igor os percalços que você teve que superar para se tornar a estrela que é hoje. Sobre ter que se prostituir em Brasília para pegar ônibus para ir treinar. Isso foi uma história muito triste. Isso foi uma história muito triste. Ele só tem que contar qual. Essa aí está faltando no dicionário, na Bíblia do Moicano. Esses caras são fodas. Tem muita bunda para ir treinar, cara? Rapaz.
Se fosse depender disso até hoje, eu tava lá em Brasília, viu, irmão? Como é que ia vender a bundinha maga dessa, velho? Não tinha jeito, não. Ai, caralho, tu é muito doido. Irmão, esse chat é só isso, velho. Ó, o Jaceta. Jaceta, ó. Manja o Jaceta? Ah, é o teu brother. Aí, só tô aqui por causa do Jaceta, viu? Valeu, Jaceta. Quero lutar no evento, Moicano.
Peso 57 quilos, tenho 1,65 e nunca entrei em uma academia na vida.
Eu sou a cara do Money Moicano MMA. Vou chocar o mundo. Que horas é a luta do Carlos Prats? Cara, o cara sabe toda a lore mesmo. É foda isso. Cara, você tem chance. Ainda mais você sendo do Flow, porque você é amigo do Jean, que vai trazer ele. E a gente é tudo contato, né, irmão? Então, ele que indicou lá no Discord. Meu irmão, tá feito. Pergunta se ele quer lutar. Me dá o telefone dele aí. Deixa eu ligar pra ele aí. Ele quer lutar sábado?
Tá fudido, Jaceta. Ele é do Rio. Ele dá teu jeito aí, meu irmão. Exatamente, velho. Pega um ônibus aí, custa 80, 90 merréis pra tu vir, mais 80, 90 merréis pra tu voltar. E outra coisa, eu pago a passagem, metade, é só de vinda. A ida é dele, se ele quiser. Aí, porra aí, Jaceta, estourou, pô. Eu tô falando, fala com ele. Manda o contato dele que eu vou arrumar uma luta pra ele. Ele quer mesmo? Eu acho que ele vai estar no chat aí agora. Vocês querem ir de corner? Vai de corner.
Eu acho... Que horas? Sete horas, começa a marra dele e a gente bota a principal. Quer botar a principal? Bota a luta principal. Se fudeu, irmão. Se fudeu, velho. Se fudeu, vamos arrumar. Quantos quilos ele tem? 57. Perfeito, tem um monte aí. Isso aí é... Acha no lixo isso aí. 57 quilos, acha no lixo, chefe. Não acha, não? Olha. Quantos quilos você tem, bigode?
É fácil embaixar, a trequinha é sauna, pai. Tem erro. Eu tô falando, eu vou arrumar uma luta pra ele. Vocês dois vão de cor, né? Cara, eu não consigo prometer, porque, cara, domingo eu tenho um casamento muito importante. Ah, é? É. Não, mas vai cedo. Mas eu... Tá, vamos ver, vamos ver. Mas eu troco o contato contigo e eu combino contigo, se o Jaceta puder e o caralho... Caralho, Jaceta, esse nome é lindo, né, velho?
Pode construir. Irmão, vamos trabalhar no jaceta aí. A gente pode construir. Saiba que eu vou lá gravar conteúdo também. Pô, lógico. Tá louco, é seu, irmão. Você é o Fro, velho. Eu tô começando. Ó, o Caio Aguiar... O que os caras estão indo aí? Ó, o Caio Aguiar mandou... Fala, Calvo. Parabéns pelo MMMMA. Você acha que o índio Poitão vai se encaixar bem nos pesos pesados? Como esse cara conseguia lutar nos médios, KKK? Cara, eu acho que vai. Eu acho que vai.
Um monstro. É o que eu te falei, pô, Atan. O cara é... Ele tem um jeito de... O corpo... A própria genética do cara ajuda, né? Eu vou te falar o que me falaram. Entendeu? Vou te falar o que me falaram. Ele treinou com peso pesado. E... Beleza, a técnica dele, ele é um campeão, ele é muito bom de kickboxing e tal, mas o poder de nocaute dele... Ele tem o poder de nocaute quando ele lutava de 84 quilos, de 90 quilos, e agora de peso pesado vai ser o mesmo. Porque o cara tem...
Meu irmão, a pegada. Ele tem um nocaute. Você vê que ele bate no cara, o cara cai. É difícil o cara ter isso. Então, ele tem muito poder de nocaute. Eu acho que ele tem estrutura pra ser peso pesado. E eu acho que ele vai ser o maior brasileiro de todos os tempos, cara.
Três cinturões. Quem é mais ganha três cinturões? Sendo que um desses é peso pesado. É papo de virar lenda. E acho que ganha. E tomara que ganhe. Amém. Tô torcendo, porque a live vai estourar. Os caras amam o Poitão, entendeu? Quem não ama o Poitão? É. Exatamente. O cara é brabo. Os adversários, né? É bom. Mas aí foda-se eles, né, Memo? Foda-se eles. A gente quer mais é ver ele ser tratorado mesmo. É isso aí. É jambrolhado o máximo possível. Se puder... Porra. É isso. O Moimanso.
Mandou aqui. Calvo, o que você tá achando dessa nova ascensão dos brasileiros no UFC? E como fazemos pra divulgar e trazer mais público pro esporte e convencer os amigos de acompanhar mais o UFC? Tamo junto, sou teu fã. O cara manda mó mensagem bonitinha aqui. Porra, obrigado. Também obrigado. Tá mandando dinheiro pra ele. Manda no meu chat. Não, pau no cu desse Calvo aqui, cara. Manda no meu chat. Não, manda no meu chat, irmão.
Irmão, eu sou o maior calvão, o cara tem a maior estrutura. Meu brother... Pô, tu ganha dinheiro pra caralho de Bitcoin, meu irmão. Eu faço live na escada, filho. Porque não pode ser dentro do quarto, porque é o cara dos neném, irmão. Você sabia disso? As minhas primeiras lives, os caras começaram a falar que eu tava fazendo a live no berço, velho, porque...
Tem aquele negócio de escada aqui atrás. Aí eu tive que mudar a câmera, tá ligado? Pra sair do berço. Pô, esse cara... O cara tá andando de Maserati aqui, chefe. O Calvão. Vai se fuder, porra. Bom, é isso que os caras mandaram pra gente aqui, Moicano. Cara, muito obrigado pela moral. Obrigado por vir aí, cara. Foi divertidíssimo trocar essa ideia contigo, cara. Porra, que massa. Tava nervoso, viu? Tava nervoso. Porque, porra, mano, eu assisto essa porra há muito tempo. E eu...
Eu queria ter derrubado o Flo primeiro, queria ter sido o primeiro Joe Rogan, não deu. Agora nós estamos aqui tentando o evento, não vai dar também. É uma falha atrás de falha, chefe. Você acha que isso aqui vai dar certo, caralho? Eu realmente acho que isso daí vai dar certo. Você é maluco, meu velho, nem eu não acredito. Não, você que é maluco, você que é maluco, eu acho que vai dar certo. Porque eu acho que todas as tentativas hoje em dia, levando em consideração...
O que a galera tá de fato assistindo, como ela tá de fato assistindo, tem chance de dar bom. Então, assim, você tá fazendo, na real, uma parada que a gente já aprovou com a Kings League e viu que tem caldo. Não tá o mesmo hype que tava... Pô, vamos ganhar um dinheiro, então. Como é que a gente faz? Quer ganhar um dinheiro?
Flow, MMA, Moicana MMA, botando só streamer pra lutar? Não deixa saber no chat, nem falou nada. Caralho. Deixa saber no chat. Botando só streamer pra sair na porrada. Primeiro, a gente já faz flow versus... Pode ir pá. Fala bem quietinho, senão aparece, tá ligado, né? Pegou a referência. Se falar muito assim, aparece, chefe. Tá bom. O que você acha? Vamos ver isso aí.
Vamos ver isso aí. Cara, obrigado pela moral. Como é que os caras fazem pra te encontrar? Não quero encontrar, não quero. Já falei, é no chat. Calma aí, então, exatamente. Como é que os caras te encontram na internet? Não espero molhar o bico, porra. Perfeito, desculpa. Perdão, muito antecipado, né? Mas é porque os caras ficam moicando. Eu quero tirar uma foto. Eu não quero. Não quero foto com você. Vocês é chat, irmão. Seu lugar é no chat, meu lugar é no vídeo. Acabou. Eu vou aí tirar uma foto que eu tive agora, seu cara.
Pô, eu também. Calma aí, não. Não vou aceitar, não, filho. Caralho, fiquei fodido. Vamos tirar foto nós dois. Meu sócio, Flo MMA, tô falando, velho. Parece que não sabe de conteúdo, velho. Mas como é que é teu Instagram, cara? Renato Moicano. Todas as redes sociais. Na Twitch, Renato Moicano MMA. Na Kiki, eu não sei, porque eu não uso. Aquela porra, ele não pega view lá. É meio curva de rio ali também, né? Ah, os caras dizem que tem gente... E aí
farmando aula lá, velho, né? Tem, tem, tem. Os caras querem fazer IRL, eu vou começar a fazer IRL também pra ver se eu farmo uma aulinha de dinheiro. Vamos fazer, vai lá no evento. 6x7, 6x7.
O cara tem que acompanhar a rede social, paizão. Não tem jeito, tem que acompanhar. Deixa eu te falar, meu filho tem seis anos. Ele chegou do colégio, 6x7, 6x7. Moleque, onde é que tu aprendeu isso, velho? 6x7, 6x6, 6x6 anos, velho. Então, é, minhas filhas... Minha sorte é que minhas filhas tiram sarro. Elas sabem, conhecem, tiram sarro, mas... Aí eu, velho, procurando no Reddit, o que é 6x7? É o Antônio Nunes da nossa época. É, ninguém sabe o que é, né?
Pô, caralho, estamos velhos, entrando no news. O que que quer dizer Antônio Nunes?
Porra nenhuma. Um bordão na praia lá, doidão. Não quer dizer nada. Os caras botavam na edição e não queriam dizer nada. Era só um cara dando... É um moleque do Ciccê. Quer dizer nada também. É verdade, é verdade. Bom, Renato Moicano, família. Espero que vocês tenham curtido esse episódio aí. Aqui no comentário fixado a gente vai deixar todas as redes sociais, como você encontra-lo na live dele lá no YouTube também, tá bom? E fique esperto porque sábado vai ter uma puta live foda aqui do evento dele, do Money Moicano MMA. Vamos saber se o Jaceta vai participar ou não, dependendo do que...
E já tá na descrição aqui pra você já ficar esperto que o evento já tá criado no teu canal. Deixa a likezada, paizão. Olha só, outra coisa. Ainda temos ingressos normais. O VIP acabou. Mas eu tirei 10 amigos do VIP pra vender. Tô falando sério. Não tô nem mentindo, velho.
Entendeu? Tinha 10 amigos. Eu falei, irmão, o evento tem que ganhar dinheiro. Já falei. Você tá no VIP, irmão? Vai ter muita gente legal lá no VIP. Pô, o Igão vai tá lá, o Jean vai tá lá. Então, vá lá, mani Moicano MMA no Instagram, deixa a likezada, compra o ingresso, e mais tarde a gente fala... Posso fazer a última pergunta? Eu sou folgado pra caralho. Vai, filho. Tem quantas pessoas na live aí? Só pra mim saber.
Ah, flopamos. Porra, tá maluco, cara? Flopamos. Esperava mais de vocês. Tu sabe que, assim, você tava me perguntando aqui... É...
Primeiro que eu tô na internet há muito tempão e as coisas vão mudando. O hábito de consumo, as pessoas vão fazendo disparada. É cada vez mais difícil juntar uma galeraça assistindo ao vivo. Lembra que eu te falei? 7.500 pessoas ao vivo e a gente tá estourado. Tu tá estourado. Isso aqui não é comum.
Sério? É, pô. Caraca, deixa eu te falar. O meu recorde, 45 mil, muita gente. Então, mas é 45 mil pessoas numa intenção específica de ver um evento, não sei o quê. Que já tô acostumado, ou sábado. E esse cara, provavelmente, depois que acabar o teu evento, que acabar o evento, a tua live, ou ele viu ou ele não viu. Porque depois ele vai ver o teu vídeo. Entendi, entendi. No meu caso aqui, tem 7.500 pessoas assistindo agora, mas vai ter muito mais que 90% vem depois. Entendi. Tá ligado? Que bom.
É diferente do teu bagulho que a galera vai ver o vídeo. Tá ligado? Me parece. Eu tô falando aqui, me parece. Não, não, sim. Mas falando sério, independentemente de view, pô, eu tô muito feliz de estar aqui. Obrigado. Entendeu? Fiquei nervoso porque é isso. Isso aqui é uma referência muito grande pro Brasil, você sabe, pô. Não vou ficar que nem o cara babando teu ovo aí. É real.
Então, dá um nervosismo, sim, de, pô, será que a galera vai gostar? Mas é por isso que a gente começa um pouquinho atrasado, pra tu sentar aqui, trocar uma ideia, um amigo tomar uma cerveja. Eu falei exatamente pra ele, falei, pô, foi legal ter essa interação, porque a gente já se solta, senão fica o negócio... É, mas não é sem querer, é querendo. O cara é gênio, tá vendo aí? Boa, é isso aí. Então vamos encerrar, né, filho? É isso, boa.
Família, muito obrigado pela moral, um beijo aí, e a gente se vê depois, tá bom? Tchau.