Episódios de Flow Podcast

TALLIS + ALFREDO + NARDON - Flow #605

22 de maio de 20263h15min
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Eles realmente sabem gerir uma empresa?

Assuntos7
  • Estratégias de Negócios e InovaçãoInteligência Artificial (IA) e seu impacto · Vantagem competitiva na era da IA · Transformação digital · Oportunidades de negócio · Criação de MVPs (Minimum Viable Product) · Vantagem do Brasil em IA
  • Filosofia de VidaVocação e propósito · Escolhas corajosas vs. covardes · Eudaimonia (busca pela virtude) · A importância da família · Meritocracia · O papel do Estado na economia · Relativização das verdades universais
  • Desenvolvimento ProfissionalSuperação de subestimação · Foco e obsessão · Aprender com erros e fracassos · Gestão de caixa · Tomada de decisão estratégica
  • Vendas e precificaçãoConstrução de valor de mercado (equity) · Venda de empresas · Estruturação de negócios · Geração de caixa · Alavancagem de capital · Valor patrimonial de empresas · Estratégias de vendas
  • AmizadeConfiança entre sócios · Congruência de valores · Complementaridade de habilidades · Amizade e negócios
  • Futuro do Trabalho
  • Identidade Visual PessoalDesigner de barba · Importância da imagem profissional
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Cara, visagismo isso aí. Visagismo. Isso aqui é designer de barba. É diferente, é outra parada. Entendi. Bom, o Nardom tem muito que aprender contigo, né, cara? Muito. Olha, o Nardom vem com a polo da empresa, né? Homem do povo. Homem do povo. Entendi. Aquele pastel de cano. Homem comum. Homem comum. Entendi. O tranquilão. E o Thales, nosso presidente, veio com a roupa do mercado financeiro já botando a empresa lá em cima.

Pois é, cada um na sua. A real é que o Nardon levou as duas camisas pretas, a outra azul que ele tem pra Nova York, não deu tempo de secar, né? Porque tá chovendo aqui em São Paulo, aí ele usou da empresa. Entendi, entendi. Tá bom, né, cara? Acho que faz parte, na verdade. Bom, levando em conta, se você tá só ouvindo a gente, ele tá com a camisa polo do G4 ali, né?

Porque tem muita gente que só ouve. Até a galera que assiste no YouTube, tem muita gente que põe no carro, por exemplo. Então, tem muita gente que só ouve. Inclusive, se você quiser participar dessa conversa aqui, fica à vontade. Tem o QR Code aqui para tu mandar tua mensagem. Tem o link aí na descrição também. E aí eu vou ler aqui as melhores... Meu celular está aqui no meu bolso. Eu vou ler aqui as cinco melhores que o Vitão escolhe aí no final do programa.

Eu também queria mandar um salve aqui para os parceiros de hoje, que é a hashtag treinamentos e a ACD. Tá?

Então, é isso. Bom, a gente tava conversando aqui antes. Primeiro, a gente tava falando da tua barba, de fato, né? Eu tava falando do... Da sua barba. A minha barba, como está por fazer pra caralho. E de como nós que trabalhamos com a nossa imagem, lidamos com isso de forma diferente, né? Por exemplo, eu sou um relaxado, caralho, pelo visto. E em minha defesa, eu posso dizer que eu tô tentando fazer a barba tem duas semanas, né? Mas pra tu, uma prioridade. Cara...

A imagem do que você... Vamos lá. Como eu disse no storyzinho, chamando a galera para vir aqui, o G4, ele se propõe a ajudar empreendedores. Aqui eu não estou falando para puxar o saco de ninguém. Eu quero mesmo é dar uma provocada. O que credencia você, na tua opinião, a fazer uma coisa nesse sentido, a dizer para os outros que tu consegue, por exemplo, arrumar uma empresa? Você fez um vídeo aqui comigo me escaralhando?

E vagabundo depois fica pegando o meu pé. Caralho, olha lá, o Igor é um merda. Não sei o quê. E o cara vai chegar a minha hora de me defender, porque não é bem assim também não, né? Não, você faz dinheiro. Falei que você não tem uma empresa, você faz dinheiro. Você tem uma casa com amigos que fazem dinheiro. Cara, acho que o que credencia a gente, acho que cada um pode falar, é que a gente, pô, fez mais de uma vez a construção de um negócio e alcançou algo...

em uma jornada empresarial, que é você vender a sua empresa. Quando você vende o seu negócio, quando alguém compra o seu negócio, tem duas formas do cara comprar o teu negócio. Pô, o teu negócio está indo mal e você quer passar para alguém que tem competência de fazer o teu negócio ficar bom. E tem o nosso caso, que é você criar um negócio muito bom, num mercado muito promissor, e deixar ele organizado, estruturado, com um plano claro, a ponto de alguém te pagar um prêmio.

pra comprar esse pedaço de futuro ali que você tá falando pro cara, eu vou chegar aqui, e o cara vai lá e compra. Então a gente fez isso mais de uma vez na nossa carreira, e obviamente hoje a gente sabe ensinar isso pros outros. Pô, o que você deve priorizar agora? O que você tem que fazer daqui pra ir pro próximo nível? Qual é o próximo nível? Então a gente realmente tem uma maturidade, acho que o Nardon pode explicar isso muito bem.

de tirar a empresa de um lugar, levá-la para outro lugar e construir essa jornada, não só fazendo dinheiro, que é aí que eu acho que é o grande ponto, mas construindo o valor de mercado, o equity. Ou seja, posicionando a tua empresa no mercado a ponto das pessoas do mercado reconhecerem o valor que ela gera.

e o potencial que ela tem para pagar esse prêmio. Então, eu já vendia X-Tex, já vendia Social Rocks, fiz IPO com a V-Tex. O Thales já fez isso também duas vezes para duas empresas gigantes. O Nardom já fez isso várias vezes. E a gente já fez isso na cadeira de empreendedor, já fizemos isso na cadeira de gestor, já participamos na cadeira de conselheiro. Então, assim...

Se pegar a última década da nossa vida, a gente faz isso pra viver. Ô Igor, você sabe que a única forma de construir riqueza na vida é através de ação, né? De equity. Equity é a ação de empresa. Então imagina, ou você, sei lá, digamos que você seja um neurocientista e que você ganha 10 milhões por ano, que é uma boa grana. E se você for um cara controlado na sua vida e conseguir guardar, sei lá, 5 milhões por ano, e você vai sempre, todos os anos, investindo esse dinheiro em boas empresas.

E essas empresas, vamos lá, elas têm um crescimento aí de 30% ao ano em média. Ou seja, digamos que seu portfólio cresce 30% ao ano em média. Você está todo ano ali fazendo aportes de 5 milhões e ele cresce 30% ao ano em média. Ou seja, esse negócio aqui vai meio que dobrar a cada 3 anos. Give it or take. Vai ser meio que isso, né? Você concorda comigo que se eu fizesse consistentemente por 20 anos, eu fiquei rico?

Eu construí um patrimônio. Agora, eu não construí um patrimônio com um salário que eu fiz ali, porra, de 5, 10 milhões. Por mais que eu esteja fazendo uma extrapolação aqui, você teria que ser o melhor neurocientista do Brasil pra poder atingir isso que eu tô falando. Mas sim porque você pegou essa sobra...

que você teve ali, do que você foi remunerado durante o ano, e fez bons investimentos acima disso, comprando ação. Então, por que o que a gente faz é muito importante para o empreendedor, dentre outras coisas? Porque a gente ensina esse empreendedor, eu não vi a tua conversa com o Alfredo, mas pelo pouco que vocês falaram que eu entendi, daí ele te dá o toque e fala, cara, uma coisa é você ganhar dinheiro fazendo uma parada legal com seus amigos, a outra é você ter uma empresa. O que ele quis dizer com isso é...

Hoje o teu negócio não tem valor patrimonial, não tem valor de eco. Num fundo de private equity, do jeito que está, não compraria esse negócio. Dá para comprar, a gente já teve essa conversa, inclusive no privado. Tem que fazer algumas mudanças aqui. Então o G4, muitas vezes, ele pega um empreendedor que tem um bom negócio, empreendedor está fazendo ali 20 milhões por ano, 30 milhões por ano e tal, mas você fala, cara, da forma como o teu negócio está estruturado, super dependente de você, sei lá, 80% dos contratos é você que vem. Repende um canal de venda.

de um cliente no B2B. Aumenta muito o risco pra eventualmente um fundo de private equity, um fundo de growth e lá falar, ah, eu quero tomar um pedaço desse negócio, porque quando um fundo de private equity, por exemplo, entra num negócio, ele tem ali, basicamente, uma meta de 5 a 7 anos sair desse negócio e ele tem que, no mínimo, triplicar o capital dele pra remunerar seus LPs, seus investidores ali no fundo.

Se ele não acha que um tem saída, ele não entra, ou dois, tem uma valorização mínima de 30% ao ano ali, ele não entra. E aí, de onde que vem essa valorização? De um valor patrimonial que foi construído em cima de uma série de alavancas que tem que estar bem alinhada na companhia para que o mercado perceba valor e que essa empresa continue entregando valor mesmo quando você sair dela. Então, o G4...

Além de ter... Você tem necessariamente que vender um produto para ser assim? Não necessariamente. Pode ser um serviço. Só que o ponto é que você tem que ter uma estruturação que seja supra-dependente da figura do fundador.

de modo que outras pessoas possam assumir esse negócio com a sua saída. Isso tem um valor patrimonial. Vou te dar um exemplo. As vendas do G4, se eu e o Alfredo Nardom saíssemos hoje, cairiam 15%. Ou seja, perde alguma coisa. Esse ano a gente vai vender 750 milhões.

Cara, perderia alguma coisa ali, mas venderia 600 e blau, milhões ainda assim. Então, o fundo compra esse negócio. Um outro comprador compra esse negócio. Fala assim, ah, perder os caras é ruim, perde 15%. Mas beleza, o negócio continua sendo um negócio muito bom. Se as vendas do G4 caíssem 50% com a nossa saída, pô, aí em vez de ser um negócio de 750 milhões, virasse um negócio de, sei lá, 300 e blau, quase 400 milhões, já é um negócio meio duro.

Ah, continua sendo um negócio de 300 e tanto? Beleza, quem garante que esse negócio vai pra zero daqui a pouco, entendeu? Então você não tem valor patrimonial. Então, a construção de um negócio, e é o toque que o Alfredo te deu, como é que você faz com que, se outro cara assumiu o teu microfone, a audiência continua crescendo over the time e a receita continua crescendo ao longo do tempo também? Essa é uma das coisas, por exemplo, que o G4 poderia fazer pro flow.

Aterrissando no flow, tá? Que eu, depois de conversar com o teu time aqui, já peguei vários inputs pra gente fazer um outro episódio.

Deu quanto? Deu quanto? Do quê? Deu quanto? Não, não, eu tô só considerando o que a gente tá falando. Tá bom, tá bom, tá bom. Tá bom, tá bom, tá bom. Vai lá, vai lá.

Por exemplo, tem o Igor como produto, tem o Igor mais flow como produto e tem o flow. Então, na hora de olhar para as caixinhas de receita do negócio, tem que avaliar essas três coisas separadamente e buscar um equilíbrio tanto de produto quanto de monetização. Se a gente consegue fazer isso, a gente começa a criar um valor patrimonial aqui.

Por que vocês ficam fazendo empresa e vendendo elas? O tesão é o quê? Vocês estão doidos para vender o G4? Como é que funciona? Qual é o tesão, no fim das contas? Eu acho que o G4, pelo contrário. Acho que o combinado nosso desde o começo é que dessa vez...

A gente está num lugar onde a gente vai ser consolidador de um mercado e não ser consolidado. E a gente já negou algumas ofertas de estratégicos, porque a gente, primeiro, financeiramente, já estamos numa outra fase de vida. A gente tem um alinhamento muito claro de sócio. E a gente sabe onde quer chegar. E o G4 é uma combinação de lugar de potência de cada um.

que a nossa facilidade de produzir no G4 é muito grande. Então hoje o G4 Capital já tem mais de 150 milhões investidos em três anos. Aí você tem o G4 que vai fazer 750 milhões. A gente investe na física, nós três, em vários outros negócios. Então assim, a ideia aqui no G4 é, cara, ser consolidador. É criar o mercado e não fazer a empresa vender. A gente já recebeu algumas propostas de múltiplos bilhões em valuation.

E achamos que não era o sócio ideal para a gente ter, não porque a gente não gostou do fundo que nos fez o term sheet, a gente gostou do fundo sim, só que não é exatamente o que a gente imagina que a gente quer fazer agora com a companhia. Não quer dizer que a gente não traria, por exemplo, um sócio para a companhia. Só que tem que ser o sócio certo. E dependendo do momento em que esse negócio vier...

Muitas vezes não faz sentido, dependendo do montante de capital. Esse é um dificultador que tem, né? Porque a galera... Vamos lá. A gente construiu um negócio que esse ano vai fazer 750 milhões de reais de receita e que vai sobrar no final do ano, depois de pagar tudo. A gente chama de geração de caixa, 150 milhões. 150 milhões é o que sobra pra gente distribuir entre os três aqui, esse ano.

Cara, digamos que um fundo para investir em uma empresa como o nosso, o cheque mínimo, que esses fundos que a gente chama de crossover, né? Entre o fundo pre-IPO, que seria companhia do nosso tamanho, cheque mínimo de 100 milhões de dólares. 100 milhões de dólares é o que a gente vai pagar de dividendo nos próximos 3 anos. Então, tipo assim, por que a gente vai fazer um deal

que em três anos eu vou me pagar de dividendos e aí eu vou por 100 milhões de dólares, sei lá, vender 10% da minha companhia. Na nossa visão, só faz sentido se o cara fosse o cara muito certo, que vai abrir umas portas que a gente não consegue abrir. Aí tem outra característica disso. A gente fez um trabalho institucionalmente muito competente em que a gente conseguiu sentar em mesas e abrir portas que eu achava que não seria possível.

sem eu ter o fundo certo investindo em mim. Então, pô, entrar em Davos, entrar no Milk, entrar em algumas mesas que a gente achava que não seria possível. A gente deu um jeito e entrou nessas mesas. Porque o negócio virou um negócio de muita relevância. O G4 tem quase 100 mil empresas como clientes que empregam 16 milhões de pessoas. Então, o percentual relevante da Força de Trabalho Brasileira que está dentro do guarda-chuva do G4. Então, isso me permite entrar em lugares que outrora eu só conseguiria...

dentro desses fundos. Não, isso é um adendo, TG. Hoje são 660 milhões de visualizações por mês nos nossos canais proprietários. Cara, o empresário brasileiro, principalmente o pequeno e o médio empresário brasileiro, ele escuta o G4. Então, o nosso poder de influência hoje com o empresário, como comunicadores, ele é muito relevante para qualquer grande empresa, fundo do mundo. Então, tem um poder de influência que é desproporcional ao faturamento ou ao lucro que a gente gera.

E aí eu fico pensando o seguinte, pô, vamos vender o IG4. Você fez a pergunta, ah, o tesão é vender a companhia? Não é. Se pelo menos o nosso, com certeza não. O que eu vejo que a nossa sociedade tem de tesão aqui? A gente gosta de ter grandes desafios e missões que parecem impossíveis. E eu acho que quando a gente consegue completar essas missões, e a gente se olha e fala, caramba, mano, a gente fez, né, mano? Tipo, pra você ter ideia.

Quanto que a gente fez o BP com o BOFA? 2021? 2021, quando a gente fazia, a gente tinha feito 50 milhões no ano, mas a gente estava... Tinha feito 20. No ano passado, a gente fez no começo do ano. Estava orçado 50, a gente fez 53. Olha esse caso. No ano anterior, a gente tinha feito 20 milhões de receitas. 2020. 2020, que era o segundo ano da companhia. Aí no terceiro ano, a gente fez 52, estava orçado 50. A gente juntou, sentou junto com o Bank of America, que é um banco que nos assessorou ali. Fizemos um BP de cinco anos, que acabava no ano passado.

projetando fazer 420 milhões de receita com 80 milhões de geração de caixa. Mano, imagina o seguinte, a tua empresa acabou de fazer 20 milhões, você fala assim, não, daqui a 5 anos eu vou fazer 420 milhões com 80 milhões de geração de caixa. É, crescer 10 vezes ali, né? Era um negócio meio que assim, inimaginável, você concorda comigo? Era uma planilha, irmão. É. É, bom, parece meio maluquice mesmo essa porra aí. Quando saiu, a gente falou, é.

E mesmo os caras falaram, cara, isso aqui é muito bold. Se vocês entregarem isso, o mercado vai ficar chocado. Então, mas o que fez... Eu já sei que entregou, mas se fez... Não, entregou muito mais. Entregou 509 milhões com 104 milhões de gerações de caras. E o que faz isso? É a cenoura enterrada na bunda de dizer que vai fazer e tem que fazer? É isso que faz, que move?

Não, é metodologia, né? Primeira coisa foi, nós somos os únicos que podemos nos colocar um objetivo que seja ousado, mas factível o suficiente. Se não é ousado, a gente não vai mexer a bunda do jeito que a gente precisa para correr atrás daquela meta. Essa é a primeira coisa. A segunda coisa que tem que ser...

impactível. A gente pegou as hipóteses e aquilo que a gente tinha feito nos anos anteriores e projetou para o futuro de uma maneira matemática para dizer para a gente chegar nesse valor de faturamento de 420 milhões, quanto que a gente precisa fazer de cada produto?

Para fazer esse produto, quantas turmas a gente precisa fazer? Quantos alunos a gente precisa ter? Quantos leads a gente precisa gerar? Quanto custa cada lead? Quanto é a conversão de cada lead para uma compra? Quantos vendedores a gente precisa ter? Qual o espaço que a gente precisa ter? Quanto a gente precisa investir de marketing? Qual o tamanho do time? Então, a gente matematicalizou essa meta, que o Alfredo gosta de falar, matematicalizou.

E falou, tá bom, a gente sabe que o caminho é para lá, agora vamos começar a executar esse caminho e entender das nossas hipóteses o que foram validados e quais não foram validados. E o que vai mudando no caminho. E aquelas que foram validadas, como que a gente faz mais e melhor daquilo, aquelas que não foram validadas, por que não foram, qual causa raiz do que a gente errou e como a gente volta e faz esse ciclo de novo com uma nova hipótese.

Mas olha que interessante, o Nardom falou uma parte do negócio, a segunda parte é o seguinte,

A gente sabia disso na parte de educação, que é o que a gente fazia na época. Na época, a gente era uma empresa de educação. A gente não era uma empresa de tecnologia como é hoje. E a gente falou, bom, beleza. Se a gente for uma empresa de educação, a gente não chega lá. Então, a gente precisa criar novas linhas de receita. E a gente falou, beleza, queremos ir para a software. Qual software? Não sabemos, a gente descobre.

Cara, essa é uma parada que é muito admirável na nossa sociedade. A gente assume uns riscos desnecessários publicamente com umas paradas que a gente não faz a menor ideia como é que vai entregar, a gente corre atrás e dá um jeito de entregar, porque eles são muito bons empreendedores. Acaba botando no teu cu e se foda. Não, não, não. Eu acho que é legal falar isso aqui. Eu boto no meu próprio cu.

Eu corro atrás de uma porra. Vocês botam... De uma maneira mais amável. Eu vou resumir. Existe nessa criação de futuro a nossa capacidade, que é baseada no estudo do passado. O nosso potencial, que é o que a gente consegue enxergar e tem a famosa pitada de ambição do TG. Que é os 30%.

Que é maluquice. Que é tipo assim, o que a gente consegue, o que a gente vê se fizer muito? 460. Porra, dá 500. Pô, irmão. Tá falando mais 10%. Não, mas eu sei que dá. Maté, Gê. Cara, a gente descobre no caminho e vamos trabalhar pra descobrir. E aí, é aquilo. Ele coloca, ele vai trazendo a visão, vai dando clareza da visão, vai conseguindo manter o time.

acreditando naquilo, e a coisa vai acontecendo, mano. Chega uma hora, em algum momento, são dois momentos que sempre acontecem. É o momento de que, pô, viajamos, não vai dar. E aí ele, porra, o jeito dele de agressividade sustenta aquilo, dá pra ir mais, daqui a pouco a gente resolve isso. E tem um momento que aparece uma situação que vai dar.

E aí, quando, porra, aparece esse momento, aí eu acho que entra muito esse lance de repertório competente que a gente tem, que o time tem, e essa cultura de trabalho duro, de, porra, agora que a gente sabe como...

É só trabalhar, porra. E aí eu acho que nisso o G4 distorce o tempo de volume de trabalho. Só que eu acho que o maior valor nisso, e aí eu acho que ele pode falar bastante disso, que eu acho que ele é o arquiteto dessa visão, não é sobre o vamos faturar 500 milhões. O que eu acho que o empreendedor que está ouvindo a gente deve prestar atenção e o que ele faz publicamente isso, às vezes a gente ainda fala assim, porra, não fala essa porra publicamente, mas ele é mais desafiado e aquilo ali dá tesão, e aí depois o cavum, agora vamos, que é isso que é a sociedade.

É desenhar, irmão.

Quem vamos ser com 500 milhões? É virar e falar, cara, vai ser tanto de serviço, vai ser tanto de educação, vai ser tanto... Isso é muito louco, que eu chamo de dominar o crescimento. Que não é tipo, ah, eu quero viver 100 anos. Não, eu vou chegar com 100 anos andando, dirigindo, lendo livro, tá. Então, acho que isso é uma coisa que é ser gestor. Empreendedor, trabalhar muito, seguir o dinheiro, fazer dinheiro. Cara, a gente deixa muito dinheiro na mesa por não fazer coisas óbvias que dão muito dinheiro.

pra conseguir construir a empresa que ele enxerga lá na frente, que vai ter valor, que vai funcionar e que, porra, vale mais a pena a gente ser. Então acho que é essa visão que é foda. É interessante você falar isso, porque é real o seguinte, se a gente fosse uma empresa de educação, tá, de educação, esse ano a gente faturaria aí 180, 170 milhões. O fato de a gente fazer 750 milhões é porque a gente deixou de ser uma empresa de educação há muitos anos.

eu não acredito software. E hoje, a gente é basicamente IPGI. Então, o fato da gente ter feito essa migração...

e ter usado educação como canal, que a gente foi o primeiro a perceber isso, da nova geração, né? Pra fazer jus e dar nome aos bois, cara, quando a gente pensou isso, a gente olhava muito porque o Guilherme fez com a XP lá atrás, a XP nasceu como empresa de educação, virou uma Charlie Schwab, né? Então a gente falou, cara, a XP fez isso, dá pra fazer. Dá pra eu nascer como educação e vender software depois. E aí o mundo virou pra AI em 2022, a gente falou, beleza, vamos pra AI, né?

Agora o mais interessante do G4 é, a gente primeiro faz funcionar na nossa companhia,

aí depois a gente cria essa metodologia aprende como o negócio funciona aí a gente ensina e aí a gente produtifica e vende produto aí o produto que a gente não tem a gente vende no marketplace no G4 Tools, por exemplo esse negócio de AI, AI surgiu como um produto usável

Em novembro de 2022 foi quando o chat de PT foi lançado. Em dezembro de 2022 é o primeiro playbook de utilização de AI que a gente tem registrado no nosso Notion, que é o nosso software de gestão de conhecimento que a gente usa na companhia. Olha que interessante. Em 2022 a gente fez 9 milhões de geração de caixa, que é o quanto que sobrou no ano para distribuir. No ano passado a gente fez 104 milhões. E esse ano vai ser 150.

De 2022 pro ano passado, ou seja, em 3 anos, a gente multiplicou 11 vezes e meia a geração de caixa. Não é receita não, tá? Porque receita é mole, é só enfiar dinheiro que faz. É geração de caixa da companhia, tá? Aumentando 10% da workforce.

aumentando 10% do número de funcionários. Cara, é surreal isso. Eu nunca imaginei que seria possível isso acontecer com uma companhia, crescer nesse nível de escala. Então, quando a gente fez isso, a gente falou, beleza, a gente masterizou como extrair produtividade através do uso de AI. Estamos prontos para ensinar isso para as pessoas. Vamos ensinar isso para as pessoas agora. A gente ensina. Eu acho que isso diferencia o G4

de muitas outras pessoas que se propõem a ensinar alguma coisa pra alguém. Porque primeiro a gente vira um case de sucesso naquilo que a gente quer ensinar. Depois a gente ensina. Isso faz do G4 ser um lugar onde só ensina quem faz.

e essa disciplina de crescimento, essa ambição de ser melhor, essa cobrança muito pública, eu acho que o Alfredo acerta muito quando ele diz que a gente se coloca nessa situação de falar números, desde o primeiro ano da companhia, que eu dou guidance público, como se a gente fosse uma empresa listada, e falar, esse ano a gente vai fazer tanto, e vai gerar tanto de caixa.

Desde o primeiro ano, que a gente tem um monte de hater que sofre pra gente errar, e a gente nunca errou. E sempre bateu acima. E eu não tô dando um play não, tá? O número que eu falo lá é o número que tá no limite que o time fala. Nem sei se dá, mas vamos ver se dá. A gente fala esse número e bate acima. Então, eu acho que você chutar o balde e correr atrás do balde pra segurar antes que ele cai, é um negócio que nos motiva. E aí você fez a pergunta, né? Ah, então a motivação é vender o G4? De jeito algum, cara.

essa é a concretização do sonho de cada um aqui, cada um tá no seu lugar de potência, o Alfredo tá no lugar de potência dele, de ser um grande comunicador, de exercer a criatividade dele, então muitos desses novos produtos que surgem, eu sempre falo assim, Alfredo, como é que a gente monetiza esse negócio agora? Pô, vou dar um jeito, vou fazer isso aqui, o cara é um gênio da monetização.

Aí o Nardon, por ser um cara centrado, super inteligente, um cara pessimista, então ele vai e fala assim, vou fazer o advogado diabo aqui, isso aqui, pra onde vai isso aqui? Então um grande conselheiro que eu tenho ali na gestão da companhia, cara, se você olhou pra esse negócio, pô, isso aqui tem que ter uma atenção nessa parada.

E eu sempre fui um pedreiro, cara. Sou construtor. Sou operador. Então, pô, o fato de eu poder exercer a minha potência aqui em congruência com os meus sócios, se cada um tá muito feliz no lugar que cada um ocupa, isso é uma combinação muito rara. E você tem um elemento exponencializador disso aqui que os três são melhores amigos. Então, assim, qual é a chance?

De eu formar um negócio multibilionário que paga centenas de milhões de dividendos, que ajuda o Brasil, porque o nosso negócio é construir o Brasil, é fazer os empreendedores ganhar mais dinheiro, ter empresas melhores e mais eficientes, e que cada um está muito feliz no teu lugar, que não tem disputa de poder. Qual é a chance de ter isso? Eu não quero abrir mão desse negócio, mas nem 1%. Eu quero continuar fazendo esse negócio. Tem uma parada que todo negócio muito valioso, ele está em comum.

que é o cliente atribuir o resultado a ele. Cara, tudo. Sempre quando o cliente atribui o resultado a você, você vai conseguir ter um modelo de negócio onde é exponencial e onde você vai conseguir ter o cliente indicando, você vai ter crescimento orgânico, você vai ter posicionamento.

E olhando hoje para o G4, a gente não conta o case dos nossos alunos. Os nossos alunos contam o case deles e eles atribuem. Cara, a minha ambição aumentou quando fui no G4. Aquela ideia que você me deu me gerou X milhões de reais. Então, quando se tem essa atribuição, e no nosso caso, o nosso empresário, ele está produzindo conteúdo, ele é o influenciador da cidade dele, a gente hoje tem clientes no Brasil todo.

Cara, não tem como esse negócio dar errado. Agora é uma questão de ajustar modelo de negócio, produto. Agora com o G4OS, está indo para outro jogo. Já estamos com o usuário. Já está gerando tanto resultado do lado de fazer o cliente economizar quanto fazer o cliente ganhar mais. Se a gente cria uma solução que o cliente consegue save grana, economizar dinheiro, e ele consegue produzir dinheiro, meu amigo,

Acho que um dos jeitos mais legais de tu fazer alguém feliz é tu fazer esse cara ganhar dinheiro. E é o nosso trabalho. Mas se liga, cara, você falou que vocês são melhores amigos, né? Quando vocês estão no fim de semana... Rola de se encontrar no fim de semana as famílias e fazer um churrasco e conversar de outra parada que não seja ganhar dinheiro? Não, de vez em quando sim.

é que a real é o seguinte quando a gente se encontra a gente não fica falando de ganhar dinheiro nossas discussões são muito mais profundas são coisas que eu não posso nem falar aqui na Venda Câmara tá bom, que aí tem mais a ver com estrutura de poder Brasil, essas coisas nossos papos são profundos os três tem genuinamente preocupação com o futuro do Brasil, até porque os três são pais a gente quer um Brasil melhor pros nossos filhos e pô, eu não faço negócio aqui em São Paulo e vou dormir em Marte, entendeu?

Eu continuo tendo que ter um segurança e um carro blindado pra andar nessa merda, sabe? E a gente normalizou a barbárie. E isso me deixa revoltado. Eu falo, cara, o que adianta eu ser rico pra caralho e não ter liberdade? Exatamente. Eu não poder sair na rua sem um segurança e um carro blindado. Pô, que merda, tá ligado?

É uma merda mesmo. Então, o que eu posso fazer para usar o nosso dinheiro, a nossa influência para mudar isso? Nossas discussões são muito mais em cima disso. Entendi, vai ser muito mais por aí. E é daí que surge, por exemplo, aquela... Bom, que a gente conversou da última vez, que tu vai... Pô, então a gente tinha que voltar a ser uma monarquia. E é nessas conversas aí que vocês entram nessas piras, então. Eu acho que no final...

A gente come um cogumelo, umas paradas assim. A gente não gosta de droga, não. Mas a gente conversa bem. Pô, não tomam vinho?

Ah, vai entrar nesse papo de maconheiro de que algo que é droga agora. Nenhum, nenhum. Não é a vibe, não é a vibe. Eu sei que é, literalmente. Calma. Eu vou dar um exemplo. Toma um vinho, toma um vinho, dá uma alterada na percepção. Fala, baixa a guarda um pouco, fala um troço um pouco mais risco. A gente bebe bem pouco, você acredita, velho? O Alfredo não bebe, o Nardom praticamente não bebe, eu se eu beber, sei lá, duas taças por mês é muito. Eu bebi pra engravidar minha mulher.

Ô, porra. Ô, porra. Aquele clima, criar aquele clima, pô. Entendi. Óbvio, pô. Entendi. Mas ela bebeu também, imagina. Óbvio, nós bebemos juntos, a gente brindou o ano. Foi o ano do recorde do G4. Caralho. O cara tá assistindo a gente aí, amor. Tu fez um bebê... Foi o vinho, o vinho deu aquela ajudada, soltada. Ajuda mesmo. Uma limonência carioca ali.

Aquela paquera mesmo, depois de casado. E tá aí, Antônia, nove meses. Mas hoje, por exemplo, hoje eu tava numa gravação de conteúdo que era de investir em startup e uma das meninas que tava apresentando tinha uma startup que é um app que até o cofundador do Lovable investiu.

Que as meninas, antes de sair com o cara, podem jogar a rede social dele e procuram para ver se o cara tem algum caso na internet, algum processo, etc e tal. Cara, a gente, pai de menino, os três. Que irado. Nós três somos pai de menino. Eu nem pensei, pô. Com o dinheiro deles, comprei o pedaço da empresa da menina. Fez bem. Porra, propor é óbvio. Tu acha que eu não conheço?

falei, cara, isso aqui é o que a gente quer pra nossas filhas, pro futuro do Brasil, pra sociedade eu falei anyway, se alguém já fez o software ótimo fui lá e investi na empresa, então a gente tá sempre falando assim cara, qual decisão a gente tá tomando agora que vai surtir efeito daqui a 30, daqui a 50 daqui a 100 anos eu acredito que a gente, se Deus quiser com o IA e com tudo isso, vai ter tecnologia pra viver mais 100 anos, então quando tá junto, a gente tenta ter essas discussões de lá na frente, apagar incêndio a gente apaga no dia a dia ali no escritório total total

E a gente já montou um time que o Thales preside ali no dia a dia, que, cara, é super competente e que consegue trazer poucos incêndios hoje pra gente conseguir resolver.

Entendi. E o Nardom é sempre quieto assim, cara? Sempre quieto, cara. Cara, ele é estrategista, né? Ele fica olhando o que está acontecendo aqui e solta só as cortadas sinceras. Exatamente. Só o que faz sentido. Aqui é a criatividade, aqui é a inteligência e ali é a visão, entendeu? É tipo Capitão Planeta. Inteligência? Pô, mas como é que é ser considerado o mais inteligente então, cara?

Não sei eles que estão falando, não sou eu. Vai dar de tímido agora. Não, não dá nada. Mas voltando ao seu ponto da amizade aqui, né? Eu acredito que a gente passou por fases diferentes juntos. Então, a gente se conhece desde 2011, 2012. Eles se conhecem desde 2009.

tivemos fases diferentes, e ao longo dessas fases, a gente teve muitas coisas que mudaram na vida de todo mundo, eu tô com a minha esposa desde 2013, mas eu já conhecia o Thales antes, o Alfredo eu conheci mais ou menos na época que eu comecei a sair com a minha esposa então, os dois já tiveram o momento dele de solteiro, que eles conviviam mais

fora do trabalho, a gente tem o nosso poker, que foi da onde começou o G4, que ele tava na Easy Taxi, eu tava na Canui, ele tava na X-Tech, e a gente montou um poker de empreendedor. Canui, lembrando, Guilherme, que você que tá na internet aí e é millennial, né?

Talvez tu vai lembrar aí que a Canoe patrocinau tudo quanto era youtuber. Exatamente. Todo mundo. Todo mundo. Teu ex-sócio. Eu patrocinava teu ex-sócio. Quando ele jogava, joguinho ainda. Minecraft, então. E tem uma parada interessante. Como não tinha um mercado, ninguém sabia o que tava fazendo, eu fico imaginando, mané. Tu trocava o quê? Tu trocava por cupons, parada. 300 reais de cupom. Era o que a Insider faz hoje, era a Canoe na época.

Então, assim, olha só o que você perguntou no começo, né? Com que moral a gente pode ensinar as pessoas a fazerem algo? A gente faz isso já faz muito tempo. A gente fomos os inovadores, de certa forma, na internet, não só na internet, em negócios diferentes. Então, a gente teve momentos diferentes de vida, onde, conforme a gente foi amadurecendo, o tipo de interação que a gente tem também é diferente como amigo. Mas, no fim do dia, aquela confiança de como você vai para a guerra.

Cara, eu tenho total confiança que se eu for pra guerra com esses dois caras, eles vão estar lá por mim e eu vou estar lá por eles. Isso que importa. Muito mais do que a guerra em si. Eu vou fazer permuta de munição, com certeza. E esse cara aqui vai matar todo mundo. Eu vou garantir que o supply chain está chegando nele e que o suprimento está chegando. O Nardão é o comunicador e eu vou fazer as permutas e conseguir os negócios.

Cara, é muita confiança, bicho. É muita confiança. E é isso que importa, entendeu? A confiança, no fim do dia, a gente sabe que na hora que apertar um vai olhar pelo outro. E pra mim é isso que mais importa na nossa amizade. Você vê que interessante, né? A sociedade, ela é, porra, é quase como um casamento, né, cara? Então tem que ter uma confiança muito grande, tem que ter um carinho muito grande.

E ter uma convivência muito importante, né? Se a gente for parar pra pensar, a gente fica mais tempo no nosso ambiente de trabalho do que em casa. Então, muitas vezes, a gente vai conviver mais com o nosso sócio do que com os nossos cônjuges, entendeu? Perfeito, perfeito. Então, você tem que ter uma congruência de valores. Cara, se os caras não tivessem valores alinhados com os meus, eu não seria sócio deles. E vice-versa. Mas tu provavelmente já teve uns sócios que tu não queria ter também, ou não? Não. É mesmo? E vocês, também não?

Uns sócios assim que, porra, caralho, esse cara aqui veio pelo motivo errado, ou sei lá. Cara, eu tive na época da agência, assim. Ah, não, você teve, porra. Mas aí você vendeu. Exato. Eu tive na época da agência, eu comprei ele. Olha, olha, eu só tive uma vez só. E vendeu a empresa. Tá tudo bem, vende a parte da empresa. Eu tô pensando aqui na real, porque assim, eu tô baseando naquilo que tu falou aqui sobre... Quando você tava falando do G4, porque vocês estão no lugar de potência, pô, não sei se eu quero vender, mesmo valendo uma grana e tal.

E eu fico pensando, cara, tem uns sócios que eu não gostaria de ter, tá? Mas você tem ele no quadro societário hoje? Não, não, não. Ah, não, tem um tipo de pessoa que eu não gostaria de ter. Pô, eu também, tem um monte. Então, o que eu quero dizer com isso? Que assim, eu acho que eu também tô no meu lugar de potência. Com certeza, totalmente. Você é um dos melhores comunicadores do Brasil.

Eu acho que eu tenho bem pouco interesse em pensar num sucessor aqui, tá? Enquanto eu tiver saúde, eu entendo tudo que acontece, se faltar e tudo mais, mas enquanto eu tiver saúde eu vou estar aqui, né? Fazendo uma parada que eu amo, né?

Sabe quem eu não quero de sócio? O cara que vai chegar pra mim e falar assim, ó, tu devia parar de fazer o Flow News porque o Flow News atrapalha ganhar dinheiro. Quando o Flow News é importante pro que eu acredito que é importante. Tá entendendo?

Então esse cara que ele vai chegar pra mim e ele só vê uma maquininha de fazer dinheiro, esse cara não me interessa muito. E eu já tive muitas conversas desse tipo aí ao longo dos anos também, né? Então eu acho que nesse sentido, por mais que essa seja a minha primeira experiência empreendendo, eu acho que eu tô num lugar tão...

que Deus me colocou, meu irmão, que eu não tô nem aí, eu não tô nem um pouco interessado em vender um pedaço pra um cara que não chega pra somar, entende? Olha que interessante que você tá falando, mano. O sócio tem que multiplicar, não é somar. É óbvio. Somar é pouco, fato.

É porque senão você vai dar um pedaço do negócio do cara somar. Mas olha que interessante. Vamos mudar o jeito de pensar. Somar é previsível, multiplicar aqui a unha. Olha que interessante você tá falando. Você tá falando essencialmente o seguinte. Eu estou exercendo a minha vocação, né? Sua vocação essencialmente é aquele dom que você meio que nasceu com ele e ao longo da sua vida você foi...

desenvolvendo e hoje você fala, pô, eu estou exercendo esse dom eu tenho um prazer enorme em fazer o que eu faço e notoriamente você é o melhor nisso no seu segmento é um fato, São Tomás falava que Deus nos colocava no mundo com vocações específicas então é como se a gente fosse peças de um quebra-cabeça é um fato, é um fato

E que esse quebra-cabeça vai sendo montado com as vocações. Então, assim, eu tenho minha vocação no mundo pra fazer o que eu faço, você tem a sua, o Alfredo tem o dele, o Nardon tem o dele. E a gente se encaixa, velho. Então, assim, a importância que eu tenho no mundo é a importância que você tem também, a importância que o Heitor tem, a importância que o Ícaro tem, a importância que o Alfredo tem. Não tem uma pessoa mais importante do que a outra do ponto de vista de complementação como sociedade.

Você pode ter percepções de valor, porque a tua remuneração é proporcional à percepção que a sociedade tem do valor que você entrega. Eles termineram.

proporcionalmente é isso, mas em termos de vocação, o seu trabalho para a sociedade é muito importante, o meu também é muito importante, o do cara que vai colher o nosso lixo também é muito importante, o do professor também é muito importante, então a gente precisa desses quebra-cabeças, dessas peças do quebra-cabeça encaixando. E São Tomás fala, inclusive, que todas as vezes que você está fora...

do seu encaixe, você tá fora da sua vocação, é quando você não consegue atingir a felicidade. Então talvez se você saísse da sua vocação e falasse, Igor, agora na verdade você vai trabalhar no JP Morgan e você vai ser banqueiro, a gente vai te educar pra fazer isso. Você vai falar, velho, pode me pagar 100 vezes, mas eu não quero essa vida, entendeu? Tem vários trabalhos que, porra, se alguém me desse agora e me remunerasse 100 vezes mais do que eu sou remunerado pelo meu hoje, eu não quero fazer, porque eu não me faria...

feliz na plenitude do exercício da minha vocação. O que não quer dizer também que, por exemplo, se um filho meu virasse e falasse, ah pai, porra, agora eu quero sei lá, velho, eu quero virar dançarino do balé Bolchói.

Eu vou falar, pô, eu te recomendo fazer outra parada. Eu vou tentar direcionar ele pra outras coisas que eu acho que faz mais sentido pra vida do cara. Então eu não acho que, ah, eu tenho que fazer só o que eu amo. Não, mano, isso é coisa de crianças. Tem que fazer uma interseção entre aquilo que é a tua vocação, que é o teu lugar de potência, aquilo que eventualmente vai te levar a construir uma vida que você almeja e eventualmente aquilo que a vida te oferece ali como oportunidade.

Ah, mas eu realmente almejo ser dançarino no Bailea Bolshoi. O cara tem um talento enorme.

Beleza, esse é outro assunto. Agora não, eu quero de doidão fazer... Eu vou te dar um exemplo. Em um determinado momento, eu falei pro meu padrinho lá, que eu chamo de avô, que me criou, que era o patrão da minha avó, que eu queria ser músico. Eu era vocalista e eu era band-rock. E ele teve uma conversa... Tinha cabelão? Tinha cabelão e dois brincos de argola. E camisa do Che Guevara. Eu não sabia fazer conta, eu era esquerdista. Aí fui aprender ao longo do tempo.

Você consegue imaginar isso? Tem foto dessa porra, Thales? Você consegue imaginar isso? Ele esquerdista? Eu era. Minha cabeça não tinha Guevara. Não, dizem que se você não é de esquerda antes dos 18, você não teve coração, né? Depois você não tem cérebro, né? Essa é a história que eles falam. Não sei se é verdade, mas é a história. Só que o ponto é, naquele momento, eu lembro de ter falado com meu avô e ele teve essa conversa comigo. Ele falou, olha, eu entendo que você gosta muito do que você está fazendo.

E você faz até bem isso aí. Mas, primeiro, você não é tão bom assim como você tá pensando. E, segundo, desculpa, isso não vai te levar pra vida que você fala pra mim que você quer ter. Então sai dessa.

Aí, eventualmente, alguém pode falar, ah, mas e se o cara, sei lá, virasse o Axl Rose? Falar, irmão, a chance disso acontecer era tão baixa que seria uma responsabilidade gigante desse homem me suportar nesse sonho que eu tinha. Então, é isso que eu tô dizendo sobre você encaixar a pessoa na vocação dele e não deixar simplesmente fazer o que quiser. E eu não acho que a gente, como ser humano, tem que fazer simplesmente o que a gente quer.

A gente tem que meio que analisar ali e falar, cara, o que seria pra mim esse... E aí

eudaimônia, esse caminho de construção de virtude ao longo do tempo, aonde eu quero chegar ao longo do tempo e aonde que eu vou me colocando para chegar ao longo do tempo. O Mariano, que é o meu sócio na Vetex, ele fala o seguinte, a gente tem que fazer o que a gente é bom para bancar o que a gente gosta.

Mas eu vou trazer uma... Vou aterrissar um pouco do que a gente falou de negócio, porque a gente pode estar falando uns números que quem está assistindo a gente, que é dono de uma franquia no bairro, que é dono de uma empresa pequena, está achando que isso é papo para a empresa grande. E aí eu vou mostrar que a mentalidade não tem tamanho de negócio. Eu estava na Cacau Show...

essa semana, falando para os 2 mil franqueados deles, que são negócios teoricamente pequenos. São lojas num shopping, loja num bairro, etc. E aí o Marcelo, que é o sucessor do Ale, o filho dele, falou assim, cara, se você abrir uma franquia amanhã, o que você faria? E aí eu virei para ele e falei assim, cara...

Primeiro eu separaria o que está a 100 metros da minha loja, a 500 metros da minha loja, a 1 quilômetro da minha loja, a 2 quilômetros da minha loja, porque é onde vai ter frete rápido. Onde eu consigo resolver a parte de delivery mais rápida, onde eu consigo abordar gastando menos energia. Depois eu ia pegar e mapear aí 50 empresas, 100 empresas dos prédios comerciais mais perto da minha loja para conseguir visitar elas e prospectar elas com alguma parceria, tanto para venda para pessoa física quanto para venda corporativa. Pô, eu... Cara...

Eu fiz um checklist ali pra galera de, cara, o que dá pra você fazer na tua loja com uma mentalidade de gestão e não de só empreender. A galera curtiu, eu até postei isso. E, tipo assim, isso prova que quem tá ouvindo a gente, que às vezes é um prestador de serviço local, às vezes é um cara do bairro, cara...

É, se você traduzir o conhecimento, a informação, o repertório que a gente compartilha, que a gente, nas formações do G4, agora é dia 25 de maio, a gente faz a nossa grande aula online 100% gratuita. Então, não sei nem se podia falar, mas dia 25 a gente vai fazer o aniversário do G4. A gente libera três aulas, uma minha de vendas, de marketing, uma com talha de gestão, cultura e liderança, uma com a da Arnold Growth, gratuita para qualquer empreendedor.

E a gente dá exemplo de empresa pequena, média e grande. A gente usa o nosso case.

E a gente vai mostrando para a turma, porque é isso que o G4 faz. O G4 traduz os modelos de gestão, os frameworks, as ferramentas de grandes negócios para ser acessível para a pequena e média empresa, que é o nosso cliente. Então a gente hoje tem cliente que começou no G4 faturando 10 milhões, com uma tecla T, e esse ano vai fazer 100. A gente tem a China Link, que veio faturando 12, e esse ano vai fazer 160.

Então a gente tem na área de serviço, na indústria, Supercoffee. Várias dessas marcas hoje passaram pelo G4 há 6, 7 anos atrás. O fato do Supercoffee foi no G4, eles iam fazer 8 milhões no ano. Estava orçado 8 milhões, depois foi 30.

Bold também, que agora a Ferreiro comprou, foi no G4. A Ferreiro Rocha comprou. Foi no G4. Ferreiro comprou. Então assim, o que a gente ensina ali, e a gente ao longo desses sete anos treinou muito traduzir isso

para ensinar o Brasil do empreendedor a ser o Brasil do gestor. A galera controlar mais isso. A galera não ficar refém de um cliente, não ficar refém de um canal, não ficar refém de um crescer e quebrar, que é um risco muito grande do negócio pequeno. O cara, ele cresce e a margem aperta e o risco aumenta. Não faz sentido você crescer assim.

Você tá prejudicando o teu próprio negócio. Mas aí a gente tá levando em consideração aqui, cara, que é... Bom, tudo total. O que você falou aí faz todo sentido, tá certo. Me parece lógico, né? O problema é que tem uma galera que o cara, ele nem... Ele acha que empreender é ter uma loja e valeu. Entendeu? É fazer uma paradinha e valeu. Tem gente como eu que...

foi empurrado pra isso, entendeu? O cara teve que virar empreendedor em algum momento. Então, cara, ele... Eu imagino, e aí me ajuda aqui, a maioria dos caras, eles não sabem o que estão fazendo, sabe? Não. Não. Eu tive um relato de um executivo a minha hoje.

que ela visitou um cliente nosso que ele fatura 350 milhões, a empresa tem 20 anos. 47. E 47, né? Aí ela... Só que porrou nos últimos 10. Aí ela falou assim, e aí como é que estão as coisas? E aí, cara, a gente tá super empolgado porque é o primeiro ano que a gente vai ter um orçamento. Aí ela falou, não, peraí. Você tá me dizendo que ano passado, por exemplo, você não tinha um orçamento? Não, não tinha não. Como é que você tomava a decisão de alocação de capital?

Ah, cara, eu sabia mais ou menos quanto que o negócio ia dar, e o cara me pedia, eu deixava. Mano, o nível de loucura, pra quem não é gestor, entendeu o que eu tô te falando, assim, é tipo alguém virar e falar assim... Vamos decolar o avião. Não, vamos dirigir esse carro aqui, bota na criança de três anos ali, sentada, e vendo o olho dela, manda ela dirigir o carro ali. É tipo isso, tá ligado? O cara tocar uma empresa desse tamanho sem orçamento. A chance do cara quebrar era, tipo assim, 90%. E aí

É porque ele é um cara tão talentoso, e ele é mesmo um bom vendedor, tão talentoso, que o cara fazia tanta receita a mais que as merda que deviam acontecer lá, a receita cobria. O negócio ia. Óbvio que tinha uma margem baixa. Ele entrou no G4. Não, tinha uma margem baixa. Ah, sim. Ele entrou no G4, foi orientado por nós, a gente há muito tempo entrou pro clube e tal. E aí, porra...

trouxemos ajuda pro cara, porque agora tem um orçamento, foi melhorando mais, pô, a empresa do cara, obviamente, tá bem melhor. Então, o que acontece? Se o G4 tivesse fórmula mágica, irmão, você pode ter certeza que eu não vendia programa de educação pra ninguém, só investia via G4 Capital, e aí botaria um NDA no cara e falaria, não conta pra ninguém que eu tô te contando, hein? Fica só entre a gente. Então, não tem fórmula mágica. Mas tem princípios básicos.

Porque muitas vezes esse empreendedor, que é um cara talentoso, fazedor de dinheiro, ele não conhece, ele desconhece esse princípio, e aí, por consequência, ele deixa de fazer alguns ajustes que são básicos, tipo os de orçamento, pra tomar uma decisão melhor de alocação, que protegem o negócio dele. Porque esse que é o problema, assim, do empreendedor. O empreendedor...

Muitas vezes ele acha um problema e aí ele cria uma solução pra esse problema. Afinal de contas, empreender nada mais é do que isso, né? Cria a solução pra problema. Cria a solução pra esse problema. E aí, como ele é um cara muito talentoso, ou é muito bom de vendas, ou é muito bom de relacionamento, ele vai empurrando esse problema. Fica naquele remendo. Mas sabe o que acontece? O empreendedor, geralmente, ele é um cara reativo.

ele não é um cara que ele estrategicamente pensa quanto que eu vou fazer de receita daqui a cinco anos, através de quais canais que eu vou vir, qual é o custo dessa receita, qual vai ser a margem, qual é o desconto, essa conta que a gente faz aqui como empresa. Ou seja, há cinco anos atrás eu sabia quanto que eu ia fazer de receita esse ano. Então, o fato de a gente conseguir fazer isso é que tem uma metodologia, como o Nardom falou, e existem princípios básicos que a gente adota aqui, mas que eu estou para dizer que 99% dos empreendedores brasileiros desconhecem.

Então é um mar aberto tão grande pro G4, pra gente demonstrar esses princípios básicos, só que ao invés de eu demonstrar isso com a linguagem acadêmica, de um PhD, de um doutor, não, a gente pega empreendedor, fazedor de dinheiro que ficou rico.

e ele ficou rico fazendo aquilo que ele tá te ensinando. Esse é o G4, a gente tem uns duzentos e tantos mentores lá, que são caras que ficaram ricos fazendo aquilo que eles estão ensinando. Então, como eu fiquei rico fazendo isso que eu tô ensinando, eu conheço um caminho mais simples. Quando você entende mesmo o negócio que você tá ensinando, você fala de uma forma simples.

Aí você fala, ó, não, cara, esquece. Aqui na real é o seguinte, ó, tá vendo essa parada aqui? Contata essa empresa aqui que vai fazer esse negócio pra você e você pega esse negócio aqui e você aloca capital desse jeito. É isso. Ó, cara, pô, é isso? É isso. Às vezes tu vira pro cara e fala, cara, gasta duas horas estudando esse assunto da tua empresa aqui. Pô, passa no teu departamento financeiro mais vezes e negocia com os teus dez melhores fornecedores, porque, pô...

teu repertório vai fazer você ter negociações muito melhores e conseguir margem que no final do dia é lucro. Lucro é tipo vender com menos esforço. Economizar é igual vender. Você vende pra ganhar, pra gastar. Se você economizar, tu ganhou. Você precisa vender.

E às vezes o cara que está crescendo, a primeira coisa que o cara terceiriza é financeiro, porque a empresa está dando dinheiro mesmo. Para que eu vou ficar olhando financeiro? As contas estão pagas e está sobrando algum? Sempre tem uma margem ali para você negociar melhor com o teu fornecedor. Se olhar o teu fornecedor e falar, cara, calma aí, eu vi que eu compro, porra, mil latinhas d'água aqui e eu preciso de mil latinhas por mês e vou precisar nos próximos 18 meses.

Por que eu não paro de comprar, porra, latinha todo mês e começo a comprar por semestre? Por que eu não viro para o cara que vende latinha e falo, cara, deixa eu te falar, se eu garantir que eu te compro uns prós de 18 meses, você troca a fidelidade por um desconto? Cara, só aí tu produzir o lucro. Produzir o lucro é a mesma coisa que você ter vendido, só que sem o esforço e o investimento da venda. Deixa eu contar um caso aqui de generalidade do Alfredo. Olha que interessante.

Quando você tem um negócio que, sei lá, que fatura 10 milhões por ano, e aí eventualmente você vai falar, qual que é a margem desse negócio? Não dizer que esse negócio tem 10% de margem, tá? Que seria uma grande média brasileira de bottom line, de última linha, 10% de margem, tá? Então, a cada 10 milhões que o cara fatura, sobra 1 milhão.

quanto que esse cara tem de custo direto, de COGS, né? De custo pra que os bens vendidos sejam vendidos, né? Aí, cara, dependendo se esse cara vai pegar esse custo aqui, digamos que ele tem 50% dali que é COGS, tá? E aí ele vai pegar esses 5 milhões de custo que ele tem aqui, ele vai falar, cara...

Tem um milhão aqui que eu consigo, eventualmente, fazer uma permuta. Porque se eu vendo algo, tem comprador, certo? Então, tem uma chance gigante de algo que eu venda, você ter interesse em comprar, mas talvez você não compraria agora, mas em um momento você compraria. Mas eu viro pra você e falo o seguinte, se eu te vender e você me vender, a gente tem que pagar 25%, 27% de imposto pra poder fazer essa transação. Se a gente fizer uma permuta, tem uma forma mais eficiente tributariamente de a gente fazer essa transação. Então, todo mundo já ganhou na cabeça.

Cara, o que é mais fácil? Eu vender 10 milhões ou economizar um milhão? Economizar um milhão. Economizar um milhão. Só que eu preciso daquele investimento para que eu consiga entregar o meu produto. É um COGS. O que é uma genialidade do Alfredo, por exemplo? Ele é um cara muito permuteiro. Ele acabou de falar que permutaria a munição da guerra. Ele é isso. Ele é um cara permuteiro. Na física, na jurídica. Então, ele olha nossos grandes custos. Ele olha nossos grandes custos. Aí eu viro para ele e falo, Alfredo.

esse canal que a gente tá investindo aqui, ele vai custar pra gente 18 milhões. Vê o que você consegue fazer aí. Dou essas missões pra ele. Ele vai lá, ó, arrumei 2 milhões de permuta. Cara, o cara me economizou ali quase 10% numa brincadeira dessa. Cara, pra eu gerar...

dada a minha margem bottom line ali, que é uns 25%, para eu gerar isso, eu tenho que vender quatro vezes mais. Então, é um nível de generalidade na simplicidade que eu acho que esses insights que ele dá, por exemplo, para o pequeno empreendedor, fala assim, bichão... É super aplicável.

Olha ali o teu financeiro. O que você pode fazer de permuta aqui para você melhorar a tua margem na cabeça sem aumentar risco? Porque assim, para aumentar a receita, muitas vezes você tem que aumentar risco. Por exemplo, contratar. Por exemplo, aumentar, comprar mais fábrica. Vou dar um exemplo. Vou fazer um exemplo ao vivo. Quantos fornecedores são anunciantes do Flow?

fornecedores, como assim, de coisas... Fornecedores de água, de... Cara, olha, até que a água, sim. Acho que as coisas que importam, em geral, são assim. Tá fazendo teu playbook. Já são. Uma cervejinha, entendeu? A água. E os preenchadores de serviço? As coisas que aparecem aqui, que tem a chance de fazer sentido aqui com a coisa. A Acer. Mas aí, vamos lá. Como é que tu foi no simples? A Acer é patrocinadora do teu podcast? Bora.

O cara já tá fazendo o teu book. Tá fazendo. O PC também. Salve aí pro... Herma Milha. Então, tem uns caras que eles não são tão fáceis. E você deve encontrar esses caras também. Herma Milha eu consigo. Por exemplo.

Tem uns caras que a gente vai... Quando a gente vai falar com os caras, o escritório deles... Eles têm um escritório no Brasil, mas eles não estão no Brasil. Não queria nomear, porque, sei lá, não sei em que medida é bom ou mal para os caras. É só você ir na Novo Ambiente. Eu te conecto com o Paulo. Você quer que eu ligue para ele? Mas o Paulo não é irmã Miller. É sim. É? É a R.C.

eu já fiz campanha perma milha via novo ambiente ele é ricélia, ele pode entrar via novo ambiente então, e isso é uma das paradas que eu fico assim, porra essa não é que a gente não tentou tá ligado? tudo que você imaginar, a gente tentou e tem umas que não rola porque

porque não rola. Entendi. É, faz parte. Não dá pra acertar todas. Mas eu tento, cara. O que você tá falando, assim, que nem, ó, no vídeo que a gente gravou lá, tem um monte de coisa que tu fala ali, que eu fico, cara, esse cara tem razão pra caralho, tem coisa que eu não tô fazendo, mas tem coisa que, ó, que legal que eles estão falando, porque eu meio que já tô fazendo. É que tu já é uma empresa de 30 milhões por ano.

Então, aí a gente já sabe lidar com umas coisas. Você já passou por muita coisa, tu já errou, já contratou o cara da cultura errada. Então, assim, não dá pra colocar o flow hoje. Quantas pessoas fodas nos sentaram aqui que você já aprendeu? Alguma coisa eu aprendi, né, meu irmão? É óbvio.

pra gente vir pra cá pra você fazer esse papel de advisor, que é o que o G4 faz pro empreendedor brasileiro, cara, é um desafio, porque a gente sabe que você já tentou várias paradas, que você tem uma cultura difícil. Então deixa eu levantar uma aqui então, já que a gente tá falando de mim. E porra, Nardon, responde você. Essa daqui, tá bom? Já que tu tá aí caladinho aí só.

Eu tô ligado no que tu tá fazendo. Ó, ó, vamos lá. O Flow, ele tem uma característica interessante, que eu acho que vocês vão manjar. A gente já conversou no dia que eu fui lá no escritório de vocês, que é, cara, é... Internet. Internet, ela tem uma velocidade diferente. As coisas funcionam. Você mencionou o empreendedor que é reativo. A gente tem que reagir, inclusive, no nosso conteúdo.

Então, amanhã vai ter um episódio que só vai ter porque aconteceu... O Gilmar Mendes encheu o saco do Zema, por exemplo. Aí a gente chamou o Zema pra gente falar sobre isso. Então, é... Internet. E não é vender pão, tá ligado? Eu não tô vendendo... Sei lá, água. Eu não tô vendendo um celular. Eu não tô vendendo um produto como eu imagino um chocolate, tá ligado?

É outra parada, é um troço mais parecido com uma televisão. Você mente conteúdo. É, conteúdo, né? É mais complexo. Vocês já tiveram que lidar com um bagulho assim? Pô, nesse caso, por exemplo, o que você quer dizer é que amanhã você vai ter um episódio político que, pô, as marcas não têm tanto interesse, que é super delicado. Isso é uma das coisas que eu quero dizer. Mas você, com certeza, já hoje deveria ter um pool de marcas.

um pool de agências que atendem marcas que têm interesse em posicionamento político, para num episódio desse você acionar essas marcas e elas topariam com certeza em cima da hora de patrocinar.

Além disso, o seu tipo de negócio é um negócio que depende da velocidade que o seu time tem para pegar esses temas quentes e colocar no ar o mais rápido possível para se aproveitar dessa hype que aconteceu. Então, o seu negócio tem que ser organizado para que isso aconteça. Agora, se o repórter principal, se o apresentador principal é você e você precisa estar toda hora pronto para isso, você precisa ter um time de...

ajuda que vai liberar a sua agenda pra que você faça isso e que pra decisões importantes do dia a dia que precisam ser tomadas que elas dependam o mínimo de você das decisões rápidas. Lindo! Eu também acho. As decisões que são reversíveis, agora as decisões irreversíveis

Que se tomar a decisão, vou precisar alugar um lugar novo. Cara, isso não precisa ser tomado rápido. Essa sim, você precisa entrar. Então existe uma questão de gestão e governança que você precisa ter melhor na tua companhia, mas para isso você precisa ter de pessoas alinhadas com a tua cultura. Perfeito.

que jogam o jogo como você joga e isso não é fácil de encontrar. Esse é o desafio que todo empreendedor tem. Eu pergunto para todos os empreendedores, todos os alunos que passam lá, quem tem problema de venda, levanta a mão. Uma parte levanta a mão. Quem tem problema de marketing, uma parte... E operações? Quem tem problema de gente? Todo mundo levanta a mão. Não é só o teu problema, é o nosso problema.

É o problema de todo mundo que está ouvindo a gente. Todo mundo tem problema de a gente. Agora, quantas pessoas você entrevistou no seu mês para colocar na posição de liderança? Três? Quatro?

Pô, o Nubank entrevista 20 para colocar na vaga. Se você não tiver entrevista... O papel do dono, um dos papéis do dono e dos líderes que tocam e querem fazer a empresa crescer é estar toda hora recrutando. Recrutando o que eu digo. É conversando com gente boa para quando surge a oportunidade você já tem aquela pessoa mapeada para dar uma proposta e recusava para a pessoa para a pessoa vir jogar no teu time.

Porque o que depende, o que segura o crescimento da tua empresa, se ela tem possibilidade de crescer, é você ter gente boa do teu lado, fazer o negócio acontecer na hora certa, no momento certo. Mas eu acho que você falou muito do ponto de vista de, cara, você amanhã vai ter um produto que aconteceu do nada. E aí como é que você tem isso no teu planejamento estratégico? Como é que você tem isso, prever isso? E outra coisa, eu tenho uma certa...

Me cobra, por exemplo, não estou falando de planejamento financeiro, estou falando de planejamento de conteúdo.

Eu tenho pouco controle do que eu vou estar, qual é o programa que eu vou estar fazendo lá em novembro. Esse ano, particularmente, eu sei o que eu vou estar fazendo em setembro, né? Mas ali perto das eleições eu sei o que eu vou estar fazendo, né? Mas em geral a gente responde as coisas. Vem um cara, veio o Francis Ford Coppola, por exemplo.

Porra, e aí, cara? Tu quer gravar uma parada com esse cara aí semana que vem? Quero. Lógico. Entendeu? E eu tenho pouco controle sobre essa. Vira e mexe. Pô, a Anitta. Os caras ligam aí. Semana que vem a Anitta vai ter uma vaga na agenda aqui no sábado. Agora, o que você tem controle? Essa é a pergunta que você tem que se fazer. Não, não, mas eu acho que a pergunta... Só voltando aqui. O ponto é assim. O que você tem controle?

Às vezes as pessoas... Eu tenho controle que eu vou estar aqui fazendo alguma coisa. Exato. A segunda coisa, a maioria dos negócios deveria encarar o calendário anual como um calendário de varejo. O que quer dizer com um calendário de varejo? Um calendário de varejo, você tem grandes datas durante o ano para que aquilo gere algum movimento. O dia das mães, o dia dos pais, o dia das crianças, o Natal, e assim por diante. O varejo pensa assim...

Por que você não pensa assim no seu negócio? A gente tem um calendário de varejo numa empresa de educação. Então, todo mês de maio, mês de junho, a gente faz o aniversário do G4. Todo outubro, novembro, a gente vai fazer o Black Friday mais o G4 Valley. E a gente vai criando essas oportunidades ao longo do tempo.

em cima de temas que a gente sabe que faz sentido. O que você tem que parar e pensar é, numa empresa de conteúdo, quais são os macro temas que vão ter naquele próximo ano? Esse ano vai ter Copa, esse ano vai ter eleições, esse ano vai ter outras coisas. Fórmula 1 está na hype, eu quero surfar a hype da Fórmula, vai lançar o GTA.

Pô, eu tenho aqui um canal de games. GTA é importante pra mim. Então, quais que são os macro temas que eu tenho controle e neles eu consigo ser intencional? Ponto. Isso você já consegue fazer o calendário. Além disso, o que você consegue fazer é quais são os temas que eu sei que chamam atenção e que caso eles apareçam do nada, eu vou ter que agir rápido. Anitta, o Coppola... Eu acho que comercialmente, você criar esses grupos...

que você já sentou com os caras e falou, galera, a probabilidade de eu ter 10 episódios políticos esse ano é muito alta. Pô, se organizem aí para ter 200, 300, 500 mil reais de verba e vocês vão ter prioridade quando surgir essa oportunidade de colocar. Isso é um caminho. O outro caminho aqui hoje, a V4 faz isso muito bem, de operar pixel para rodar anúncio. Então, por exemplo, o nosso público, ele majoritariamente é de direita.

Então, pô, você vai fazer um episódio que vai atrair esse público? Cara, às vezes a gente não quer aparecer, mas se você fizer alguma coisa com o Pixel, eu quero rodar anúncio para a galera que fez. Então, às vezes você pode vender o Pixel do anúncio do episódio que não teve patrocinador. Mas tu conseguiu pegar o Pixel. Eu tenho esse grupo de pessoas aqui que eu sei que gostam de direito, que assistiram o episódio de direito, que eu quero rodar anúncio.

Que falaram com o empreendedor. Que você pode fazer a mesma coisa com a esquerda. Eu estou falando, você pode vender o pixel da galera. Você pode criar engenharia de marketing, ter e-books, de pegar e falar, eu fiz um e-book nesse episódio falando sobre a história do Brasil. E mais de 10 mil pessoas baixaram esse e-book. E vou dar um e-mail. Tem um pixel disso aqui, eu vou te dar um e-mail e vou deixar...

Tem várias formas de você pegar onde não tem muito anúncio, transformar em comunidade. Então, tem algumas formas diferentes, talvez, que você possa criar novos produtos, onde esse tipo de produto que surge no meio do caminho, você consiga monetizar essas oportunidades. Eu tenho uma visão diferente do teu negócio. A gente vive uma era hoje...

que em uma madrugada eu consigo fazer um bom protótipo funcional em uma semana, junto com um time técnico ali, dar uma azeitada para ele estar lançado e monetizá-lo. A gente está vivendo essa era de transformação e, bom, acabei de voltar de duas semanas fora, uma das semanas, duas semanas atrás, eu fui, inclusive, para a LA, no Milken Global Conference, que é a principal conferência empresarial do mundo.

Os homens mais poderosos do mundo se reúnem ali para discutir as grandes agendas transformacionais no mercado e a grande conclusão dessa agenda foi AI para a humanidade é como se fosse a invenção do fogo. Certo? O que isso quer dizer, cara? Que existe uma infraestrutura surgindo agora que muda completamente a forma como as empresas deveriam operar e muda completamente a janela de oportunidade. Do ponto de vista de produtividade, em outro momento a gente põe a entrada disso no Brasil. O teu negócio é...

você tem hoje o que eu acredito ser o maior ativo dessa era que a gente vai viver agora, nessa próxima década de AI, que é um canal de distribuição massivo. Porque se fazer bons produtos virou commodity, a mesma condição que alguém em Kisharamubim tem de fazer um bom produto, eu tenho aqui também, e o cara no Vale do Silício tem também. Essa cadeira você faz a do Flow lá na China.

Acho que o ponto é o seguinte, produto é comodidade. Então, o que é o diferencial hoje? Marque e canal. A gente fala isso há uns dois anos já. Mais, mais. Nossa segunda aula, quando a gente atualizou a aula da nossa história. Tem muito tempo, marque canal. Só que hoje meio que virou moda, todo cara pica do mundo que tá falando isso, mas a gente já tinha percebido isso há muito tempo, foi por isso que inclusive a gente fez o G4 do jeito que é o G4. A gente fez lá...

Como uma empresa de educação, ele fez um grande canal e deu atenção pra social enquanto ninguém dava atenção pra social. Foi super criticado por mim. Arrumou um cancelamento. Não, mas isso não é intencional não, tá, cara? Isso aí é eu falando as coisas que eu penso e acredito mesmo. É que o mundo não tá preparado pra isso. Os caras devem ficar muito puto, não fica não. Fica nada, eu dou risada.

A hora que acontece, a gente pode ligar dinheiro. Eu lembro quando ele fez um cancelamento, eu estava de férias, alguma das poucas férias que eu tive com a minha família, eu estava de férias lá, daí ele me ligou aqui todo cheio de dedos, você viu o que está acontecendo? Você está bem? Eu estou bem, estou aqui preocupado se eu vou tomar um vinho ou uma cerveja.

Mas enfim, depois a gente pode entrar nesse tema. Só pra eu fechar aqui e não virar papo de TDAH maconheiro. Então é o seguinte. Tem os dois por aí, infinito. O ponto aqui é o seguinte. O teu negócio, sem brincadeira, eu te falei isso já no privado.

Eu acho que você tem condição de criar um dos negócios mais relevantes do Brasil se você aprender a operar o teu canal de distribuição como um ativo do teu negócio e parar de monetizar a sua audiência. Porque isso, cara, é a mesma transição que os influencers passaram de 2018, 2019 pra cá, muito puxados, inclusive, pelas Kardashians, que foram geniais em usar a audiência dela pra construir uma marca de beleza e vender por um bilhão de dólares.

Depois, pô, o Nego Viu falou, opa, dá pra fazer esse negócio? Eu acho que os podcasts vão ter que fazer essa transição se eles quiserem ganhar dinheiro de verdade. Que a real é, digamos que você vire, sei lá, um fundo de venture capital, tá? E a gente facilmente pode levantar um FDIC aqui.

e fazer um fundo de venture capital do Flow. O que a gente fala? Cara, se você tem um negócio que é legal e seu desafio é distribuição, eu sou um investidor para você, eu vou fazer Media for Equity e eu faço um cheque também para te ajudar naquilo que você precisa para azeitar o produto se o produto for bom o suficiente.

O founder, quando ele levanta a sua primeira rodada de capital, basicamente, antigamente, antes da AI, ele levantava para ter um bom produto. E depois, a segunda rodada de capital, ele levantava para escalar aqueles canais que ele aprendeu. Então, ele aprendeu a LTV do canal, aprendeu o CAC do canal, ele falou, vou levantar uma grana para escalar. Geralmente, era meio que isso, o Series A e o Series B. Hoje, o dinheiro para fazer um produto, eu não preciso.

Porque o custo de fazer um bom produto caiu pra perto de nada. O custo de token. É. Produto software. Exato. O custo de escalar esse negócio, isso sim subiu exponencialmente. Porque ficou cada vez mais caro você anunciar no Instagram, anunciar no Google. Então...

desafio hoje do founder, e as rodadas desses founders, vai acontecer pra que eu possa ter condições de comprar um lugar e um canal de distribuição pra poder escalar, que é o que seus anunciantes fazem aqui. Cara, se você conseguir pegar share de negócios, como um primeiro investidor ali, e ter cara, um tequinho de uma porrada de negócios, a chance disso aqui não retornar dezenas de milhões, quiçá centenas de milhões de reais, nos próximos 5 a 10 anos, é muito baixa, mano.

Entendeu? Que não é muito diferente do que a Globo fez com o Calhau. Perfeito. O Ventures era isso, era o dinheiro, mas a mídia que era o Calhau, que hoje vale muito mais que a Globo. Só que agora o momento tá mais importante ainda do que era há 10 anos atrás, quando a Globo começou a fazer isso, 10, 15, sei lá. Você tem que fazer isso, você não tem escolha. Você deveria ter um cara aqui que ia falar assim, tá, eu vou ser o sócio desse Flow Ventures, vou levantar um fidic.

eu vou usar esse FDIC como feeder desse fundo de venture capital que a gente tem aqui, e a gente vai ver negócios que estão surgindo aí, que o desafio é distribuição. Eu vou botar um pingo ali, pegar um desconto agressivo por ser um media for equity ali também, e, cara, eu vou fazer um portfólio.

Isso, Igor, é uma mudança completa de visão de negócios como o Flow, que não interfere na sua vocação. Você tem que continuar, inclusive, fazer cada vez melhor o que você está fazendo para que o seu canal seja cada vez mais relevante e maior, mas que você tenha um mecanismo de construção de equity aqui, que potencialmente é uma construção de riqueza, que, cara, você está deixando passar, você está gastando sua energia vendendo hora, que é basicamente vendendo, monetizando a sua audiência através de anúncios, entendeu? Você não constrói patrimônio com isso.

Caraca, me deu um esporro, Nardom. Não, não é esporro não, pô. Estou brincando. Total, total. E eu, como a minha parada é criar conteúdo, o que eu estou pensando é no que o Nardom estava falando antes, que era, eu sei quais são os principais eventos desse ano que eu preciso estar preparado para eles. Inclusive, você citou todos eles. Que é a Copa, que é a eleição, que é a GTA. Eu sei quais são os lugares.

que eu tenho que estar, tem uma equipe comercial que presta atenção em Dia das Mães, em Dia dos Pais, mas o que você está falando é muito interessante, porque eu vou... Eu não vou falar essa porra que vai parecer que eu estou pelando o saco.

Mas o que eu ia dizer é Eu precisava encontrar justamente um cara Que acredite nisso que você falou Tá entendendo? Que acredite nisso que você falou E que saiba fazer isso Porque o meu foco é fazer isso aqui Que eu tô fazendo da melhor maneira possível Você balança a árvore e cai 10 Tem que ser o cara certo também Porque eu sou chato

É claro, tem que ser o cara certo, mas assim, não tem nenhuma dificuldade em um cara estruturar um FDIC e fazer esse FDIC ser feeder de um fundo de venture capital, e aí você vai pegar um moleque jovem com fome, meu irmão, que tá precisando construir, que tem, sei lá, seus early 30s, e vai falar, meu irmão, sai desse fundo que você tá trabalhando aqui, vem ser sócio, vamos fazer essa porra aqui no Flow, e use o Flow como um ativo de negociação pra que a gente consiga ter um alfa maior em cima do nosso portfólio, que toda discussão de um fundo humm...

Qual é o alfa que eu vou conseguir extrair em cima desses investimentos? Ou seja, é uma questão de preço, certo? Se eu consigo fazer uma negociação melhor de preço, logo eu vou entregar um ROIC maior para os meus alpistas, meus investidores. Logo, eu vou conseguir captar o fundo 2. Como é que fundo ganha dinheiro? 2,20. 2% de taxa de administração, 20% de retorno.

Então, se eu tenho um retorno maior, logo eu faço uma porrada maior no meu retorno. Se eu consigo captar mais, logo eu tenho um dinheiro de administração maior. Tudo se conecta, velho. Eu diria pra vocês, sim, que é mole fazer esse negócio. O difícil é conseguir saída no Brasil e essa é uma grande discussão que eu, pô, que foi um insight que eu tive desculpa te interromper, Alfredo. Foi um insight que eu tive lá nos Estados Unidos pensando nisso, conversando com dois dos maiores banqueiros do Brasil. E aí

eu falei, cara, o Brasil tem um problema estrutural que eu acho que a gente deveria, via legislação, tentar resolver esse problema. Porque isso é bom para o Brasil. O que acontece? Por que não chove mais dinheiro de investimento de venture capital aqui no Brasil? Não é só porque o juros está 15, não. Isso também é um problema. Eu chutaria isso. Para que o cara vai investir em venture capital se ele tem renda fixa pagando 15, né? Mas não é só isso, não. Você tem um problema ainda mais grave no Brasil.

O Brasil é um país com excelentes empreendedores. Tanto que, cara, tem vários unicórnios que saíram daqui. Olha o Nubank, a empresa mais valiosa do Brasil. Entendeu? Essa empresa não existia 15 anos atrás, né? Acho que não, né? Não, acho que não. Em 2012 ou 2013. Exato. Então, assim, cara, é inacreditável o quanto o brasileiro é um bom empreendedor.

ele tem uma dificuldade de conseguir investimentos, e obviamente, é uma brincadeira que eu sempre faço, eu já me contentei que eu nasci no CEP errado, se eu tivesse a empresa que eu tenho, com a receita que eu tenho, com a geração de caixa que eu tenho, essa empresa valeria dezenas de bilhões, se eu tivesse nascido nos Estados Unidos, o fato de eu nascer no Brasil, faz eu valer alguns bilhões, então nascemos no CEP errado, mas por que isso acontece?

Porque cara, nos Estados Unidos, tem liquidez, o que quer dizer? Quando o cara investe na tua empresa, ele precisa fazer, pelo menos 30% ao ano de retorno, e ele precisa ter uma saída de 5 a 7 anos,

tá? Pelo menos isso. Qual foi o último IPO que aconteceu no Brasil? Bom, aconteceu há duas semanas atrás o Compass ali, mas fora o Compass, que foi um respirinho que a gente deu ali. Qual foi o último IPO que tinha acontecido? Sei lá, não tem IPO no Brasil há cinco anos. Não tem liquidez no Brasil. Como é um país que não tem liquidez, os fundos não se interessam em investir aqui. E eu tive até esse insight, eu falei cara, a gente deveria Ressona Ressona

via regulação, inclusive, facilitar liquidez em investimentos de capital de risco no Brasil, porque a única coisa que constrói riqueza é a formação de empresas. Estado não gera riqueza, só consome. Estado é um sanguessuga. Quem gera riqueza são as empresas. Se eu consigo criar um sandbox regulatório, um conjunto de leis,

que consiga, de uma certa forma, facilitar a liquidação de investimentos de capital de risco no Brasil ou dar algum tipo de benefício tributário para liquidação de investimentos de capital de risco no Brasil, eu compenso o problema estrutural que eu tenho de país que causa a Selic ficar tão alta como está. M&A até tem, né?

Muito pouco. Em M&A, quando você compra, você taxa que 15% você tem incentivo de debitar fiscal nos próximos 5 anos de empresa. Mas, de qualquer forma, é muito bom. E nem é para capital externo. Então, não tem um incentivo para esse capital. A gente deveria ter esse 100% igualatório. Mas é tipo isso para o capital externo. Só que, tipo, me deixa muito frustrado isso que os nossos legisladores...

E tão preocupado em discutir mulher que tem pau ou não tem, em vez de discutir o que importa, pra que eu consiga, por exemplo, tirar a gente da miséria. Porque quando eu falo de atrair capital estrangeiro pro Brasil, eu tô falando de tirar a gente da miséria, no final das contas, porque eu tô falando de gerar mais imposto pro Brasil.

E gerar mais investimento em empresas brasileiras, que vão essencialmente gerar mais empregos, que vão gerar mais imposto, e eu tenho capital para investir em temas sociais. E o cara está discutindo tema ideológico. Isso é muito frustrante, sabe? Agora, vamos pegar a ideia dele, que é bem legal, do Flow Ventures, e trazer para a prática do empreendedor que está ouvindo a gente. Então, pô, se estivesse na tua cadeira, como é que dá para começar isso hoje? Cara, landing page, formulário, você tem um negócio... Feito com IA?

Você tem um negócio e quer ter o Flow como sócio, se inscreva aqui, aplique seu negócio, conta sua história, tal, tal. Tipo o Shark Tank do Flow. Cara, o que você vai pegar de lead, o que você vai pegar de pixel para depois vender esse lead para a Stone, para a G4, para qualquer empresa que vende para empreendedor, é absurdo. Você já criou uma comunidade de gente de empresa, você já conseguiu mensurar isso, você já consegue chegar para um fundo, para um investidor, para um sócio e falar, cara, em...

10 episódios, a gente botou um QR Code para a galera aplicar a empresa, que a gente já deu 20 mil coisas. Você botou uma IA, IA fez a curadoria. Então, assim, você não precisa sair contratando ou sair investindo, sair com grana para poder testar e falar, cara, será que, meu ouvinte, tem empresa boa?

Porra, calma aí, deixa eu testar essa parada aqui. Porque hoje, eu tenho essa dúvida. Você sente que hoje você tem mais audiência, porque você produz conteúdo e tá focado na audiência lá do YouTube, etc. Ou você acha que você...

conseguiu trazer essa audiência pra uma comunidade. Não é o fato do cara ser fã. Esse cara tem outros canais pra se relacionar com o Flow, pra você comunicar com ele, exceto o episódio, exceto isso? Cara, a gente tem... Lista de transição no WhatsApp, aplicativo... Tem umas paradas assim, tem o grupão do WhatsApp, tem o Discord, a galera se relaciona dessa maneira assim. É...

Sim, eu acho que a gente tem sido uma preocupação cada vez maior olhar para a nossa comunidade. Meio que porque esses caras que... É um troço meio de sentimento. É que eu estou aqui, só é possível estar aqui porque tem uma galera que curte a gente. E tem uma galera que curte tanto a gente que eles querem apoiar, por exemplo.

Então a gente produz conteúdo extra pra esses caras aí. E a gente tem, a gente procura formar uma galera que tem o flow como alguma coisa que seja importante pra eles, pra eles, sei lá. Tipo mantenedores. É. Não necessariamente. O cara que tá no grupão, o cara que, o flow, ele faz amigos, sabe? A Fúria tem isso. A Kali construiu a ferramenta da realidade de comunidade. É, tem os caras que são melhores que eu fazendo isso. O Gaulês é um fenômeno, por exemplo.

então os caras só falam de tribo inclusive mas a gente tem a nossa versão disso essa ideia do TG eu acho que assim, eu faria a landing page começaria a soltar como termômetro

Ô Igor, dá pra você construir fortuna de verdade acertando essa parada. É isso que eu te falei que, por exemplo, você acabou de ter uma mentoria do G4 aqui. Você concorda comigo que tem uma puguinha atrás da orelha agora que você vai deitar e ficar pensando nisso? Total, total. E eu fico pensando também, inclusive, como é que vocês, que a cabeça de vocês parece funcionar nessa rotação aí de, porra...

Tô vendo um jeito aqui que, porra, tu tá deixando dinheiro na mesa. Ou qualquer coisa assim. Como é que vocês conseguem, então? Vocês diriam que o G4 está rodando da forma ótima? Vocês deixam dinheiro na mesa? Tem alguma coisa que não é possível, tá? No meu negócio, eu fico olhando assim, porra, tem umas paradas aqui que eu sei fazer melhor. Sei como deveria estar sendo feito melhor e, puta, eu não...

Não tenho a energia pra ir ali agora, nesse momento. Daqui a pouco eu vou. Deve ter uma parada assim. Ou o G4 roda de forma ótima. Não, mano. A gente é... Eu, particularmente, sou muito exigente comigo mesmo. Até mais do que eu deveria ser. E todos nós somos muito exigentes conosco mesmo. Então, logo, a gente é muito exigente com a companhia como um todo, né? A gente é uma companhia...

que eu tava me lembrando no outro dia, né? Eu tava no Japão quando a gente comemorou a batida de meta ali em dezembro. Inclusive foi o dia que eu descobri na madrugada desse momento que a minha esposa tava grávida, descobriu no voo pro Japão. Aí pousou lá e falou, bom, tá grávida, precisamos ir no obstetra pra poder confirmar, né? Porque assim, tamo no Japão. Ou seja, você não pode comer coisa crua, não pode beber e tal. E aí, pô, a gente tava indo a caminho do obstetra, eles me ligaram de vídeo, e aí, pô, a gente tava indo a caminho do obstetra, né?

falando, porra, meu irmão, batemos a meta, não sei o que lá, tal, e do caralho, assim, e vendemos, cara, 509 milhões de reais, onde, pra você ter ideia, em outubro, a gente teve uma discussão que eu comi o cu de toda a diretoria, mandei refazer o plano, dei uma puxada, porque a previsão era 420, eu falei, não existe...

É cenário onde a gente venda menos que 500 milhões de reais. Eu demito todo mundo. E, meu irmão, a gente vai fazer essa porra dar certo. Eu quero... Isso foi numa terça. Falei, até sexta-feira. Eu quero um plano detalhado da onde que vence. Eu não quero 500. Eu quero um plano pra 510. Porque se a gente falhar, a gente faz 500. Meu time é muito competente. Fez o plano e tal. Batemos 509. Tipo assim, foi uma parada assim. Um ano...

Acho que foi o ano mais desafiante, tesão assim da nossa vida. Foi o plano 50 milhões e 50 dias. É. Foi loucura, cara.

Assim, e na reta final, assim, tendo que tirar a água de pedra ali. Fora o ano. E assim, de novo, eu acabei de descobrir que minha esposa tá agrada, uma felicidade muito grande, indo pro obstetra, lá no Japão, recebendo, porra, notícia, porra, chegamos. Cara, na hora que eu desliguei o telefone, eu falei, dava pra fazer 510, mano. Aí eu falei com a minha esposa, ela falou, cara...

Aproveita um pouco a parada, velho. Calma, velho. Cara, onde que eu errei, cara? Que tava fazendo 510. Então, a gente tem isso, entendeu? Por quê? Não é pelos... Eles têm também. Não, não. Os outros caras que... Tem o cara que ele é o... Vocês são a direção, cada um tem o seu papel e tal. E tem o cara do dia a dia, meu irmão. Eu sou o cara do dia a dia, pô. Eu tô lá todo dia. Eu tô direcionando, eu tô na operação. Tem dessa. Entendi.

Eu não tô no conselho. Tô tocando na operação. Tô com o dedo no pulso, entendeu?

mas cara, esse é um negócio que é o seguinte a empresa segue o seu líder entendeu? o cara que tá em pé atrás de você ali, o Heitor ele tem um ditado que ele fala assim, dá pra ser melhor, não é isso? sempre dá pra melhorar então não importa o que a gente fez, ele vai falar sempre dá pra melhorar

É nosso primeiro, segundo funcionário. Sei lá. E hoje, sócio... Aí, tu é chato pra caralho, meu irmão. Porra, meu irmão. O correto é sempre dar pra piorar, porra. Sempre dá pra melhorar. Inclusive, ele ganhou o título de co-founder. Por isso, porque eu falei, cara, o cara realmente pensa como dono. Isso aí é embaçado, irmão. Muito bom operador. É o meu chief of staff. Nem filma ele. Nem filma ele. É o meu braço direito. O nome dele é Roberto. Roberto Miranda.

Olha que interessante. Aí você me pergunta o seguinte, porra, dá pra fazer... Tem coisas que dá pra fazer melhor? Tem um monte de coisas que dá pra fazer melhor. A gente deixa dinheiro na mesa? Centenas de milhões. Daria pra gente fazer hoje centenas de milhões a mais.

Mas eu não tô falando do troço do dinheiro que tu não quer, Thales. Tô falando do dinheiro que tu queria e tu não conseguiu. Não, tem muita coisa. É desse que a gente tá falando. É o grande desafio do cara na minha cadeira, que é tocar um negócio desse, é que eu sou o cara que faz as escolhas. E aí o ponto é o seguinte. Quem quer tudo não arruma nada, irmão.

E os meus recursos são limitados. Então eu tenho lá hoje, sei lá, 460 pessoas, eu tenho um orçamento ali de algumas centenas de milhões, e eu tenho que fazer o melhor uso possível desse orçamento dessas 460 pessoas pra entregar pros meus sócios aquilo que eu prometi que eu ia entregar.

Que é a quantidade de receita que eu vou fazer, a quantidade de geração de caixa que vai acontecer. E eu preciso deles pra fazer isso. Se vocês não ajudarem, eu não vou conseguir também. Então é o seguinte. Se eu, porra, perco o foco e começo a fazer um monte de coisa, aí começa a borboletar um monte de coisa, diluir o meu esforço, o que vai acontecer? Eu não vou fazer nada direito. Então são escolhas de Sofia que você tem que fazer.

Que é, cara, o porquê agora eu vou gastar energia com isso e não com aquilo. Eu vou dar um exemplo. Eu levei um negócio pro TG.

É, com certeza, não tem dúvida. Ah, sim, 50 milhões de reais esse ano. Devei pra ele em fevereiro ali, depois do carnaval. Falei, cara, quero fazer isso aqui. Vai ter 50 mil de reais se eu fizer isso aqui até dezembro, com chance de ser 50 no ano que vem, ano que vem e dropar pra uns 100, 150. É meio que fato, assim. Que é meio que um lugar de potência que a gente já sabe, que é só, tipo, quando.

Aí ele falou assim, cara, mas tem um negócio que a gente está fazendo que não vai gerar 50 milhões de receita, mas vai gerar, com o mesmo esforço que tu vai fazer os 50 milhões de reais de receita com pouco equity, porque é um negócio mais de dinheiro do que de equity, vai gerar 10 milhões de receita, mas vai ter um múltiplo de porra, pelo menos 15 vezes dos 10 milhões, porque vai gerar equity. Então a gente vai conseguir criar 150 valor patrimonial.

a gente, porra, não gerou nada porque a gente só fez 50 milhões de reais de dinheiro. Cara, segura isso aqui pra gente falar disso no segundo semestre. O duro não é falar não pro ruim. O duro é falar não pro bom pra ficar com ótimo. Tá ali...

Ele nem tem a certeza disso aqui ficar pronto pra gente fazer os 150 de equity, mas, pô, é o momento que você tem que falar, cara, eu vou segurar, se no segundo semestre não der pra buscar os 50, eu vou buscar 20, mas também, se der certo, dá pra fazer 150 de valor patrimonial. Então, esse é o tipo, esse exemplo de decisão que ele tá falando, é essa da gente estar o tempo todo, e aí ele, no cargo dele, precisa estar...

lapidando, alinhando muito bem isso pra gente conseguir tá fazendo as... gastando energia nas coisas certas. São escolhas de Sofie, tem uma responsabilidade muito grande aqui, cara, que... Eu sou um cara bem tranquilo e racional, tá? Só que tem uma parada que me deixa, de certa forma, ansioso.

em algum momento, principalmente nesses momentos de transformações profundas que a gente tá vivendo, tipo, agora, que é o seguinte, cara, o que que eu não sei que eu deveria saber e o que que eu estou perdendo que eu não poderia perder? São duas perguntas que ficam o tempo inteiro ecoando na minha cabeça. E eu me cobrando. A segunda muito ligada à primeira, não é? Muito ligada à primeira. E a real é o seguinte, e eu fico assim, cara, eu não posso errar.

Eu não tenho esse direito de errar. As pessoas estão contando comigo que eu não vou errar. Eu estou nessa cadeira porque me elegeram achando que eu não vou errar essa parada. Então, tipo assim, eu me copo pra caralho, meu irmão. Pra caralho. Quanto tempo tu aguenta ainda? Pro resto da vida. É mesmo? Eu não consigo viver sem isso.

Essa que é real. Tipo assim, eu não consigo, sei lá, semana que vem eu tô indo pra Europa, porque eu vou ser padrinho de casamento com uns amigos nossos, e aí eu tô aproveitando pra fazer a babymoon com a minha esposa, porque daqui a duas semanas já não pode viajar mais, né? Tá quase o negócio. Ela falou, pô amor, preciso que a gente faça a babymoon e vamos pra Sardenha.

Cara, assim, a real é que é o seguinte, eu vou trabalhar na Sardenha. Igual na minha lua de mel, porra, eu tava num barco no meio do mar Egeu, e eu entrava em call com o time. Eu não preciso fazer isso, tá, Igor? Se eu me afastar da companhia por 15, 20 dias, as coisas acontecem. Eu tenho o Nardom, eu tenho o Alfredo, que eles conseguem having my back, entendeu? Eu tenho o Heitor, eu tenho a Misa, eu tenho o Chico. Cara, eu tenho muito suporte ali dentro. Só que eu não me sinto bem e eu tenho o Nardom.

em não estar up to date com as coisas que estão acontecendo, porque eu falo assim, cara, se algo der errado, eu tenho que ter a consciência de que eu fiz tudo que estava sob o meu alcance. Então eu vou modulando as coisas.

Ah, então quer dizer que você não relaxa momento nenhum. Não, eu não relaxo momento nenhum. Faz parte. Isso é um problema pra mim? Não é também. Eu gosto de viver assim. Foda-se então. Então foda-se a minha visão do que você deveria fazer. Porque foda-se total. Como foda-se a minha visão do que o cara que é maconheiro de esquerda faz da vida? Tô cagando pra vida dele. Justo. É isso que as pessoas não entendem, né? As pessoas não têm que viver do jeito que você acha, não.

Têm que viver do jeito que elas quiserem. E aí a opinião que você vai ter, ou esses caras vão ter sobre a minha vida, ela fala, esse cara é um imbecil, por que eu vou viver assim?

E foda-se, tá ligado? E foda-se que eu acho que eu tô vendo. Nisso, nisso. Se a sociedade vivesse assim, a gente seria tão melhor, né? Porra! Sim, sim. Concordo com o caralho. Falou a maior verdade de todas. Até agora, isso que a gente falou várias paradas maneiras. E aí, cara, o Alfredo mencionou aqui uma parada, que a maioria da galera que tá com vocês é de direita, né? Isso quer dizer que... O que vocês acham que isso quer dizer? Porque o cara sabe fazer conta.

Isso quer dizer que o cara que está mais à esquerda, ele pode ser que ele seja empreendedor, mas ele não gosta de vocês. Acho que tem isso? Ou é mais porque o cara não está empreendendo mesmo?

Ó, eu posso estar errado. Aí é a minha opinião, né? Tá bom. A minha opinião é que é o seguinte. O cara que não vai gostar da gente, muitas vezes ele não vai gostar porque ele se sentiu ofendido em cima de uma verdade que eu falei. Não quer dizer que o que eu falei é mentira. É uma verdade. E aí o cara, porra, ele se sente pessoalmente ofendido por essa parada, entendeu? Porque se eu fosse um cara chapa branca, que não tocasse no tema, não tem porque o cara desgostar de mim. Porra, eu morava numa favela 15 anos atrás.

Era esquerdista quando era moleque. Fui esquerdista quando fui moleque, mas o mais importante é que eu saí da favela e, porra, me tornei patrimonialmente bilionário através de um regime 100% meritocrático, sem fazer absolutamente nada errado, inclusive ajudando um monte de gente, doando milhões de reais por ano para causas que eu acredito. Porra.

Eu não tenho absolutamente nada que alguém possa desgostar da minha vida. A única coisa que faz o cara desgostar são as minhas opiniões que são fortes. Porque eu não tenho problema nenhum em falar as coisas que estão na minha cabeça. O que não quer dizer que você tem que pegar pra de si, meu irmão. Então, tipo assim, todos os cancelamentos que eu tive aconteceram porque alguém ficou muito ofendidinho em cima de uma verdade que eu falei.

Porque se não fosse verdade, ele tava cagando, né? Se você virar pra mim agora e falar assim, Ah, meu irmão.

Você é um puta de um viado. Aí você chugou uma piroca e falou, valeu, irmão. Foda-se. Foda-se. Você não me dá nada, minha vida, tá ligado? Mas se você falar uma verdade que me machuca, de repente você tocou um negócio em mim que você, porra, esse cara falou uma parada, filha da puta, que esse cara falou essa parada. Porra, tu torça pro time errado. Tá ligado? Então assim, a real é que eu acho que acaba caindo nessa parada, porque as nossas pautas são muito propositivas pro Brasil, né?

A gente fala de prosperidade, a gente fala de um Brasil mais empreendedor, a gente fala de geração de emprego, a gente fala do Brasil liderar transformações.

Só fala de coisa boa, cara. Para as pessoas, entendeu? Mas tu falou uma parada aqui que eu vou jogar na mesa para todo mundo, que é o seguinte. Ele falou, porra, eu falo umas verdades e os caras ficam putos comigo. Agora vamos nessa que eu sei que é onde o Thales brilha, mas eu quero ouvir vocês. Verdade é universal, cara. Existe um bagulho que é... As coisas são verdade e pronto. Por exemplo, quando ele fala... Eu sei que tem várias...

Uma das interpretações de uma das coisas que tu falou é mulher não serve para ser CEO.

Nunca falei isso. Eu falei que eu não casaria com uma mulher de CEO de empresa grande. Nem média, nem pequena. Eu sei que foi isso que você falou, porque foi o que você... A gente já conversou isso. Mas tem gente que escuta e você falou e entende. Porra. Isso é uma deturpação das palavras que inclusive é uma tática que os caras usam pra poder destruir reputação, né? Mas nunca falei isso. Quer que eu responda ou que eles respondem?

Vamos lá. Não, mas foi engraçado. Nesse dia eu falei pra ele, ficou estranha a forma que você falou.

Eu acho que foi a forma mesmo. Porque se tu para pra ver o contexto e se tu olha depois o que ele colocou de, ó, pra vocês entenderem errado, falei da minha mulher, sobre mim, no perfil dele. Então ele tava realmente colocando uma opinião dele. Então, na época, ele já vinha com um tipo de comunicação que, pô, claramente quem acompanha ele viu o quanto mudou no último ano.

E tanto que é que atualmente é meio que quase que incancelável. Porque da forma que ele fala, ele traz sempre muita profundidade. Naquela época ele tava num play mais agressivo, mais tal. E eu acho que foi isso que aconteceu ali. Porque ele falou, depois falou, depois tal. Então tá aqui. Cara, esse assunto hoje, na real... Foda-se, total. Não, ele nem aparece. Total, total, total. Aparece muito mais o 30 contra 1, que ele mostrou a diferença do empresário. E o que vocês acharam dessa porra?

De ver lá o Thales conversando com 30 caras. Como é que ele... Tu avisou os caras que tu ia fazer essa porra, Thales? Avisou. Conversamos. Conversamos, pô.

qualquer debate que existir com ele, qualquer ser humano do Brasil, eu aposto pra debater com ele. E se der, por favor, Globo, bote no horário nobre. Não pagaria. Pode chamar quem quiser. Qualquer debate, pode botar aqui, irmão. Eu aposto, pô, o que tu quiser. Eu não sou da aposta, não, tá, gente? Só pra nego não... Tá. Vamos, Igor. No debate, meu irmão, isso é uma parada. Esse moleque é um completo doente mental de estudar.

Qualquer coisa. Ele foi fazer kite surf. Aí ele chegou pra mim na quarta falou que foi... Bom, o G4 nasceu disso, né? Mas eu vou chegar lá. Ele chegou pra mim na quarta, cara, eu vou fazer kite. Chegou no sábado, ele falou, cara, eu vi 100 horas de vídeo de kite. Acho que eu aprendi. Falei, caraca. O nego precisa de 30 horas de água. Eu falei, até a hora que eu sei. Agora eu preciso aprender na prática. Snowboard. Foi a mesma parada. Então, tudo que ele gosta...

Ele aprendeu low code no dia. Tá esquisitão. Ele é completamente esquisito. Eu quero chegar preparado para as paradas.

Então, pô, esse aí ou qualquer debate, cara, em nível de profundidade intelectual, cara, a história do G4, o G4 nasceu por causa de um acidente. Durante um pôquer, não? Esse moleque me liga na terça-feira, falando assim, pô, vou pro interior de São Paulo saltar de paraquedas. Falo, pô, que irado, mano. Na terça. Na quinta ele me liga falando assim, pô, o professor falou que eu fui super bem, amanhã eu vou saltar sozinho.

Eu vou fazer um curso de paraquedista. Falei, caralho. Mas é normal isso. Essa porra não tem hora. Depois ele fala que é normal, mas... Essa porra não tem tempo, óleo, caralho. Será que ele tá tão confiante assim? Será que ele o quê? Ele se jogou e falou, caralho, eu me senti junto com o vento. Eu sou o vento. O que que passou na cabeça dele pra ele, empreendedor, tipo... Tô trabalhando pra casa... Achar que ele é, porra, paraquedista agora, caralho.

Tá louco, porra. Tá achando que é o Luiz de Cane. Fiz 24 horas de salto, tô pronto.

Saltou sozinho. Primeiro salto. Bom. Porra. Normal. Tô gigante. Segundo salto. Normal. Terceiro salto. Perninha cortada. Me ligam. Queriam putar a perna desse moleque em Itu. Parecia o Curupira. O Curupira, na boca. A perna dele foi pra trás.

queriam amputar a perna do cara. Ele errou o pouso, dois mais de altura, caiu igual uma jaca. Puta que pariu, meu. E aí ele ficou seis meses em casa, aí a cabeça pirando, estudando tudo, vendo tudo. Aí eu já ficava falando na cabeça dele negócio de educação que eu usava pra vender software. E aí nasce o G4 dessa loucura. Então assim, o nível de profundidade intelectual, cara, é difícil eu ter um debate...

que o amigo ali se dê mal, assim, bem difícil. Maneiro. Então, vocês nem entram numa quando ele começa com o papo de monarquia, então, né? Não dá, mas, porra... Ô, Igor, a realidade é a seguinte. Se o GTA 6 eu não entro. Se ele começar a falar de GTA 6, eu falo, tá bom, irmão, vambora. Só bota o código aí pra... A realidade é a seguinte sobre o que você falou antes do cancelamento. As pessoas não estão preparadas pra acordarem pra verdade com tapa na cara. Elas precisam ser acordadas devagar. Oi, meu filho, acorda.

Vamos acordar? Vamos pra escola? E a realidade que o Thales é um tapa na cara das pessoas quanto a realidade do jeito que ela é. E tem algumas pessoas que acordam pra isso, tem algumas pessoas que preferem odiar o fato e a verdade do que entender. Olha, talvez o que ele tá falando se me incomodou é porque tem algum motivo. Só que ele tem coragem e, além de coragem...

aguenta o hate da galera, que a maioria das pessoas não tá pronta pra aguentar esse hate. Você aguenta, a gente aguenta. Ele aguenta, mas assim, é um lugar que você tem que estar, que você tem que estar com o corpo fechado. Porque tem muito ódio, muita gente chata. Pô, cara, é...

Anyway, fim do ano passado, a gente aumentou a segurança dele por alguns motivos, que a gente achou que estava ficando perigoso, que de fato, cara, tem gente maluca no Brasil para tudo, entendeu? Então, é o pró e o contra daquilo que você faz. Mas eu, o Alfredo e a nossa sociedade vê como muito mais pró do que contra a maneira que eles se comuniquem, que tem melhorado muito a forma de se comunicar ao longo do tempo. Agora, você fez uma pergunta. Eu vou responder.

Por favor. A gente falou de outra coisa. Você falou, existe uma verdade universal? Sei lá, o triângulo tem quantos lados? Três. E se eu falar que é quatro? Tá errado. Então por que que nego chama um cara que tem uma piroca de mulher? Ou seja, existe o bem e o mal, existe a verdade e a mentira. Essa é uma construção iluminista, inclusive, da deturpação das verdades.

você tem várias obras que discorrem de forma profunda sobre isso que as pessoas podem procurar. Eu vou, inclusive, incentivá-los a ler uma aqui chamada A Verdade Tem Consequências. Procurem aí. Leiam esse livro, se você discorda do que eu estou falando, aí depois você fala de novo se você discorda ou não da profundidade com a qual ele vai tratar o tema e mostrar, inclusive, uma evolução cronológica de como que as verdades universais começaram a virar... Meio líquidas.

É, tem um termo técnico específico a esse filosófico, mas que me fugiu. Onde a gente começa a relativizar as verdades universais. Isso é muito grave. Porque o processo de ódio que a gente vive hoje, globalmente, não é só no Brasil, isso não é uma exclusividade, não é um monopólio no Brasil, o processo de ódio político, isso é global, infelizmente, ele só acontece por causa da relativização das verdades universais. E Dostoyevsky já tinha tratado disso nas suas obras.

porque o ponto é o seguinte, quando eu viro e falo assim ah, então você tá me dizendo que eu não posso chamar um cara de piroca de mulher você é fascista, quando você reduz isso

a fascismo. Aí eu falo assim, peraí, cara, fascismo é um negócio gravíssimo. Que tem pouco a ver com isso que você tá falando. Não tem absolutamente nada a ver com isso, mas o pior, assim, uma pessoa que é fascista, a minha opinião é que essa pessoa não merece ver, tá? Porque ela é muito má. Ela quer o mal das pessoas e ela está disposta a matar pessoas do bem. Então, assim, quando eu reduzo uma opinião de uma pessoa ao fascismo,

Eu estou falando o seguinte, isso aqui não é humano, é fascista, logo, tá tudo bem se eu matar esse cara. Quando eu falo o seguinte, ah, essa criança que tá na tua barriga de três meses, isso é um feto, isso não é uma criança. Então eu reduzo uma criança a um feto. Logo, tá tudo bem eu matar essa criança, vulgo abortar. Então eu começo a relativizar as verdades universais, porque isso me dá um conforto maior pra praticar as atrocidades.

isso é muito perigoso. Então, quando a gente fala assim, a verdade é relativa, isso é uma construção iluminista que foi expandida ao longo dos anos, principalmente por causa de uma linha de pensamento que nasceu na Alemanha.

esse processo de expansão do que aconteceu da relativização das verdades universais. E hoje está, cara, entranhado no sistema educacional, infelizmente, e que os nossos filhos crescem com isso. Eu cresci, por exemplo, ouvindo que, pô, que orgulho da República Brasileira. Eu não sabia que a República foi fruto de um golpe porque a monarquia extinguiu a escravidão. Quando eu descobri esse negócio, eu falei, peraí, peraí, você está me dizendo que é

Um ano depois da escravidão ser extinguida, uma oligarquia agrária ficou puta porque agora ele tinha uma folha de pagamento pra pagar, logo eles vão e escoltam a família real no bico de uma arma, inclusive o bisavô do Fernando Henrique era um dos caras que tava fazendo isso, e aí nasce a república, é isso?

É, isso foi um golpe naquela hora da noite, 14 de novembro de 1879. Cara, isso muda completamente o meu entendimento de uma república e de um país, entendeu? Aí eu fico curioso, aí eu vou procurar o que Platão falava sobre isso, o que Aristóteles falava sobre isso, aí eu chego na parada. Calma, calma, calma. O quê?

do Zentão, estou te devendo, ele falou Aristóteles. Impossível Aristóteles não aparecer nessa conversa. É impossível não aparecer. Mas aí se liga, verdade universal, né? Cara, existem coisas que eu concordo, vamos lá, o ponto aqui que eu estou fazendo advogado diabo é como a gente define, como a gente sabe que está como nós sabemos que estamos nos deparando com uma verdade universal. Um triângulo tem três lados? Ele tem três lados, né? É...

as coisas... Existe o espaço-tempo? A princípio existe o espaço-tempo. O sol tá lá, a velocidade da luz é constante, não sei o que, e tudo mais. Existe um cara, existe um homem que ele nasceu com peru, mas ele acha que é uma mulher. Tudo bem, ele é um homem que acha que é uma mulher. Ele é um homem e ele pode acreditar que ele é uma mulher. Ele pode achar o que ele quiser. Se quiser achar que ele é uma lata...

Um cachorro? Tem um monte de gente que acha que é cachorro. Tem cara que acha que é cachorro. Se ele não prejudicar a vida de ninguém, isso é qualquer problema. Nenhum problema. Só ele não quer ir por... Esse é o ponto. Agora, se em algum momento o cara falar assim, isso aí que você está falando é... Como é que é? Que seria transfobia. Logo, você tem que ser preso. Cara, isso é gravíssimo. Entendeu? Porque eu não tenho absolutamente nada contra uma pessoa que decide ser trans. Pelo contrário. Já doei para a causa, inclusive.

Eu já doei pra essa causa. Porque, pô, em algum momento alguém me falou que tinha uma ONG que acolhia pessoas trans que, cara, foram expulsos de casa na situação. Eu me comovi com o negócio. Falei, cara, realmente deve ser muito grave, pô. A pessoa não tem onde comer, não tem onde morar e tal. O pessoal me pediu e falei, cara, eu quero doar. Fui lá e fiz a doação.

Mas não quer dizer que, porra, que eu faria isso, ou que eu gostaria disso pro meu filho. Não, mas assim, eu não tenho absolutamente nada contra essa pessoa. Então, o fato de eu falar uma verdade, que é meu irmão, não é porque você tem um peru e acha que é moleque, você é mulher. Desculpa, você não é. Mas não tem problema nenhum você viver a tua vida assim. Você só não pode querer me prender só porque eu não concordo que isso não é ser uma mulher. Porque não é.

Essa é uma relativização das verdades universais. É tão mais simples esse debate, quando você sai do campo ideológico e vem pra verdade, então a verdade, sim, a verdade é uma. Não existe relativização das verdades universais. Não tem nenhum tema que você vai colocar aqui que tem uma bola dividida quanto a verdade. Porque a verdade, ela é observável. Entendeu? Então, ah, isso aqui, mas é um negócio que eu acredito. Por exemplo, os Estados Unidos passam...

está diminuindo isso agora, mas passou principalmente ali em 2020, 2021, um nível de loucura que é o seguinte, tinha uma geração de crianças que estavam cismando que eles eram lobos nas escolas. Rolou mesmo, tá? Não sei. Inclusive no Brasil já vi casos disso. Aí o professor tinha que tratar a criança como lobo. Aí ficava uivando na sala e tal, não sei o que. Cara, isso claramente é uma criança com um problema mental que precisa de ajuda.

E os pais incentivavam esse comportamento, a escola incentivava esse comportamento. Então, assim, eu vou falar, não, eu tenho que respeitar uma pessoa, pode ser o que ela quer. Mano, você tem, mas se você ficar uivando na minha aula, você não pode, pô. É, concordo. Se você acha que é isso aí, você faz o que você quiser. Só não vem atrapalhar um ambiente de trabalho, entendeu? Então, aí eu vou te falar de um outro negócio que é super polêmico, que eu tava falando ali sobre as pessoas trans, né?

Eu sou pai de menina, tenho duas meninas. É uma que vai nascer em agosto e eu tenho uma outra filha de 23 anos. Se eu vejo um maluco...

entrando no mesmo banheiro que a minha filha, isso me incomoda, entendeu? Ah, eu acho que eu sou mulher, por isso que eu vou entrar no banheiro de mulher. Não, mano.

Desculpa, você vai entrar no teu banheiro. Isso me incomoda. Entendeu? Por quê? Porque, cara, me incomoda. Eu sou pai de menina, eu não quero um cara arrancando uma piroca ali pra poder mijar do lado da minha filha, entendeu? Me incomoda. Então, assim, por que as pessoas não podem simplesmente ser o que elas quiserem, achar o que elas quiserem, viver a vida delas, sem, porra, transgredir algumas coisas que vai ultrapassar o limite de outra pessoa?

pô, eu não quero ultrapassar o teu limite porque você acha que é uma mulher, mas pô, não ultrapassa o meu limite, cara, não fica entrando no mesmo banheiro da minha filha, entendeu? Isso é ultrapassar o meu limite, então a gente podia chegar num consenso, não era pra ser uma questão isso aqui, mas algumas pessoas, ideologicamente, fazem isso virar uma questão porque elas vivem disso, elas vivem de promover o caos, entendeu? Aham.

Tudo bem... Considero um pouco mais complexo que isso. Exemplo específico de... Eu também não sei se eu quero... Eu também sou pai de duas meninas, né? Também não sei se eu quero um cara entrando no banheiro pra mijar do lado da minha filha, mas... Me incomoda. É. Onde esse cara mija, então? Ele mija no banheiro do que ele tem, meu. Eu arranca a piroca e vai no banheiro de homem e mija, pô.

Aí sai de lá, pô. Acho que eu sou mulher. Nictório, né? Nictório serve pra quê? Nictório ali. Exato. Então, isso me incomoda. Ou vai no banheiro de homem e a portinha é fechada. Também é possível. Não tem problema nenhum, entendeu? É que assim, essas coisas que eu acho que fazem com que a gente caia numa discussão... Essa é uma discussão tão imbecil. Essa é uma discussão imbecil, de fato. Não deveria haver essa discussão. Exato, é.

Entendeu? Ah, o negócio do banheiro misto. Cara, pra que que as pessoas estão gastando tempo dentro de uma universidade? Estão gastando tempo discutindo banheiro misto, velho. Por que que você não tá gastando tempo produzindo ciência? Não é pra isso que você serve? Perfeito, concordo. Essas provocações que é o mundo prático e o mundo real. Cara, o Brasil tem a mesma produtividade que a gente tinha nos anos 80, sabia?

E esse papo de escala 6x1, por exemplo, o que vocês pensam? Em que medida que tem... Deve ter uns caras que se aproximam de vocês que vivem isso na prática, né? Porra, claro, tem 100 mil empresas como clientes. Qualquer pessoa vive isso na prática. A real é, o Brasil tem a mesma produtividade dos anos 80. A gente está estagnado há quase 50 anos.

Eu quero fazer uma medida de país extremamente produtivo e desenvolvido, tipo o país escandinavo, em um país que, na verdade, é comparado a economias subsaarianas ali, do ponto de vista de produtividade e de indicadores sociais. Cara, a gente tem os piores índices de desenvolvimento educacional do mundo. É tipo se ia ser o Flow e queria tomar medidas de governança do MAMBEV.

Não faz sentido. Então, assim, como é que eu tô discutindo um negócio desse que vai piorar a produtividade do Brasil e o índice de produtividade tá intimamente ligado a índice de desenvolvimento humano? Tá? Porque riqueza é produzida através da produtividade, obviamente, né? Como é que eu vou tornar uma medida dessa? Por exemplo, imagina o varejo, que o cara tem 2, 3% de margem ali. Aí eu falo assim, ó, agora negócio de escala 6 por 1. Porra, isso aí faz o cara dropar...

De uma forma importante a sua margem, tô tentando fazer cálculo aqui, mas eu não vou falar o nome que eu posso estar errado. Mas assim, de uma forma importante, faz ele dropar a margem dele que alguns negócios vão se inviabilizar. Alguns negócios, a gente ouve lá, o cara fala, cara, esse negócio passar eu vou ter que fechar. Porque eu já tô meio que alavancado aqui, esse negócio vai me colocar num lugar onde eu vou fechar. Então assim, eu prefiro destruir empregos, penalizar o produtor de riqueza, o empregador.

para fazer uma pauta ideológica, porque eu acho que isso aqui vai puxar votos de umas pessoas que nem deveriam estar participando desse debate. E se ao... Vamos dizer que, já que a gente está falando de produtividade, a gente está falando de, inclusive, inviabilizar negócios ao fazer uma lei como essa passar. E eu gosto muito da ideia de desatrapalhar...

o empreendedor, por exemplo. Da mesma forma que quando o Uber chega no Brasil, a gente estava tendo um debate que o Uber ia matar o táxi e o táxi estava fazendo protégio. Propaganda para o Uber. Estava fazendo propaganda para o Uber. Havia uma ideia ali de, porra, cara, vamos, não, tem que atrapalhar os Uber, porque nós do táxi, a gente pagou uma licença. Não, não, não.

E se a gente desatrapalhasse todo mundo? Então, e se pra gente fazer uma alteração, mudar a escala 6x1, a gente desatrapalhasse o empreendedor em um outro ponto, que viabilizaria ele continuar operando com esse, vou chamar de custo extra do cara. É que isso não passa pela cabeça do nosso... Sabe um negócio de Nova York que eu fiquei sabendo muito louco disso?

Teve aquela confusão do iFood, né? Da greve e tal. A greve foi pró-trabalho. Sabia disso? Não. Os motoboys fizeram greve pra proteger a flexibilidade de poder trabalhar mais de 12 horas. Porque eles queriam ter a flexibilidade. E o aplicativo que os caras se resolveram, o cara só podia ficar online 12 horas por dia.

E eles queriam ficar mais tempo, porque eles queriam ficar online para poder ter mais flexibilidade, para poder fazer mais dinheiro. E quando rolou uma pesquisa...

perceberam que, pô, por que o cara resolve ser um motoboy do iFood, né? A maioria da gente, se pegar de forma rasa, vai falar assim, ah, é porque desemprego, o cara tá desempregado, o cara, cara, eu vou ser um motoboy do iFood. E não, era pela flexibilidade de trabalho. Eles escolhiam sair de um emprego de varejo, que o cara fica lá oito horas, na loja, sem fazer nada, pra poder ter a flexibilidade de trabalhar, pra poder ter um trabalho mais grande. Não só isso, tem um outro ponto que é o seguinte.

cara, se eu trabalhasse no emprego fixo CLT ali, eu sei exatamente quanto eu vou ganhar no final do mês, mas é aquilo ali. Se eu trabalho no iFood e eu estou precisando de mais dinheiro, eu trabalho o dobro, eu dobro. É a lógica de mercados desenvolvidos. Vamos lembrar, a CLT é uma lei fascista, essa sim é fascista, porque foi inventado pelo Getúlio Vargas, que atendia a uma necessidade de Brasil nos anos 50.

50, né? Acho que era nos anos 50. Nos anos 50. Então assim, cara, a gente tá em 2026. Você quer me dizer que uma solução pra um problema dos anos 50 serve em 2026? Você tá de sacanagem com a minha cara. Tem no mínimo que ser revisto. E outra coisa, é o seguinte, quantas pessoas que você viu fugindo dos Estados Unidos pra vir trabalhar na CLT no Brasil? Não conheço nenhum, mas agora saindo da CLT do Brasil pra ir pros Estados Unidos eu conheço um monte.

Então, assim, a possibilidade... Tem um venezuelano. Mas aí a opção que o cara tem é um ditador sanguinário ou ficar no amigo do ditador sanguinário. Melhor ir pro amigo, né? Porque aqui ele tenta... Ele não mata os outros que eu saio. O amigo do pai do amigo. Exatamente. Aí no final do vídeo é o seguinte. Cara, olha que loucura, né?

o iFood, o Uber, ele tem a possibilidade, através do valor do trabalho dele, das horas de esforço que ele coloca, de mudar a quantidade de dinheiro que ele ganha no final do mês. Pô, essa liberdade, ela deveria existir. E pensa bem, uma empresa como a nossa, a gente começou esse ano...

devendo, só de folha de pagamento, 100 milhões de reais. O que eu quero dizer com isso? A minha folha de pagamento esse ano no G4 é uma folha de 100 milhões de reais. Eu começo, só de folha de pagamento, 100 milhões pra trás, que é o meu custo por ano, dos funcionários que eu tenho ali no G4. Quando você para pra pensar que é o seguinte, pra pagar 10 mil reais pra uma pessoa do CLT, ela vai me custar 18 mil reais e ela vai receber 7,5 e ela vai receber 7,5 mil reais pra pagar.

Que loucura, mano. Eu tô pagando mais pro Estado do que pra pessoa que tá trabalhando. O Estado é um explorador. Do 7,6 ela ainda vai pagar 30% de imposto em cima do consumo dela. Então vai sobrar menos de verdade em bem material. Sobrar quatro pau na mão dela. A gente vive em um Estado perdulário e explorador. E é por isso que eu falo com a turma, que foi o grande recado que eu passei no debate, que eu fui lá no 6x1. Cara, essa discussão que a gente fica aqui entre esquerda e direita...

Isso aí, cara, tem um Master of Puppets ali em cima, botando a gente aqui como, porra, ventrílocos aqui nessa discussão. E na real, só eles que ganham essa história, porque a discussão, na verdade, somos nós. Seja você de esquerda ou direita, contra o Estado. Eles são inimigos.

Não todos, mas a maioria. São oligarcas, cuja própria definição de quem criou esse tema, que é o Aristóteles, é... Me devolve, me devolve. Falou duas vezes. Você que tem que dar mais 200. Que regra é essa? Me devolve. Me devolve, ué. Ih, cara, olha pro vendedor se ele der mais dinheiro.

contando aqui, a própria definição de quem criou o termo, que ele fala que oligarca são aqueles homens, o governo de poucos para poucos, e são aqueles homens cujo o objetivo final é dinheiro e poder, ele chama de aristocracia, trata de ver com dinheiro, é um governo dos bons, ou seja, aqueles que buscam o bem comum, então assim, o Brasil é formado por oligarcas, que é o único output possível em uma república democrática, só é possível ter aristocracia e uma monarquia.

Então, já que a gente não tem aristocracia e a gente tem essa oligarquia, esses caras falam o seguinte, como é que eu continuo na minha cadeira de poder fazendo os esquemas que eu faço, ganhando o dinheiro que eu ganho? Deixa esses caras se matar lá embaixo, que daqui a pouco eu passo uma lei que entuba o produtor de riqueza lá, 6x1, e o povo vai falar, ai, ele pensa no povo. Não, ele tá te fudendo, porque vai ser repassado pra você através da inflação.

Porque vai piorar a empregabilidade, vai piorar a produtividade do país. O produtor de riqueza vai mover dinheiro daqui. Como tá acontecendo. Bilhões de reais saindo do Brasil. Indo pro Paraguai, indo pro Uruguai, indo pra Itália, indo pra Suíça, indo pra paraísos fiscais. Ou você acha que o produtor de riqueza, o cara que ganha dinheiro mesmo, ele fica sendo entubado aqui? Porque é entubado a classe média, mano.

Ela que paga a conta do populismo e que, de novo, é o único caminho possível em uma república democrática. Porque a democracia, por definição, é um sistema que é um concurso de popularidade. Não são as melhores ideias que vencem, são as mais populares. As melhores ideias são sempre impopulares. Por exemplo, é muito mais popular para os seus filhos você chegar em casa e falar, molecada, liberado, não precisa ir para aula amanhã, bora jogar, pô, papai é ótimo. Aí a mãe chega dizendo, nem fudendo,

vai todo mundo dormir, amanhã cedo você acorda e vai pro colégio, porra, mamãe é chata se tivesse uma eleição na tua casa porra, você ia ganhar, né? mas pro longo prazo, as escolhas que a tua esposa fez aí, nesse caso, é muito melhor do que a sua. Foi falado isso em Nova York que o próximo presidente anyway, vai ter que tomar decisões

Impopulares. Infelizmente, em geral, isso acontece no Brasil quando é um presidente sem intenções políticas na próxima eleição. Por exemplo, o Itamar Franco e o Temer. São caras que não estavam muito interessados. Mas que fizeram transformações importantíssimas. O melhor governo, o segundo melhor governo na história do Brasil...

economicamente falando, foi o governo do Temer. Mas quem mais fez reformas estruturantes foi o Temer. Se não fosse o Temer, não teria a reforma trabalhista. Se não tivesse acontecido a reforma trabalhista, irmão, estaríamos em maus mensuais. E na tua opinião, cara, o que que...

Tirando vontade política e resolver a porra toda, por onde que a gente começa para desatrapalhar o empreendedor brasileiro do ponto de vista do Estado? O que o Estado, se estivesse andando por um lado, por um caminho ou por um destino mais bom, mais do bem, o que que tu imagina que é a primeira coisa? O que a gente devia estar fazendo? Por onde a gente devia estar olhando?

primeira coisa é parar de mudar o passado. Isso já ajuda muito. Porque hoje, por exemplo, infelizmente os poderes se confundiram. Então a gente tem uma Suprema Corte hoje legislando. Essa é uma anomalia que só se vê numa democracia, que é o que a gente em tese tem aqui no Brasil acontecendo aqui. Não tem outra Suprema Corte que legisla. Em um determinado momento, algum iluminado pega um caso de 15 anos atrás, desenterra e fala assim, opa!

esse entendimento que, na verdade, agora é assim. Logo, pega a empresa que, em tese, seria prejudicada com esse entendimento, faz uma multa retroativa pra ela. Ah, mas vai quebrar a empresa. Aí o problema é dela. Isso aconteceu recentemente. Não vou citar o caso, porque eu não quero ficar arrumando problema com o Supremo Coate aqui. Mas aconteceu. Interessante. Então, assim, no Brasil, nem o passado é certo. É verdade. E isso é um problemaço.

Porque, cara, eu tô jogando um jogo, então o cara vira pra mim e fala assim, olha, pandemia. Imagina você é um operador de turismo.

Aí você foi mega prejudicado com a pandemia. Aí chegou um governo, o governo Bolsonaro, vira e fala assim, tá, vocês vão ter uma lei agora chamada PERSI. E pelo fato de você ter sido prejudicado, pra você não fechar a empresa, não quebrar, eu vou te dar um benefício fiscal que você não precisa por sete anos pagar imposto de renda sob a sua receita. Isso dá uma economia pra empresa de vinte e tantos por cento, tá? Dependendo da faixa que ela tá ali. Imagina que é o seguinte, um...

Acabou o governo Bolsonaro e entrou o Lula. Em janeiro, se eu não me engano, ou fevereiro, os caras já cortaram esse negócio. Então, o mercado de turismo...

pôde surfar esse benefício por, sei lá, dois anos, três anos. Algo parecido. Dois anos. Dois a três. Ficou quatro anos pra trás ali, perdido esse negócio. Simplesmente tiraram esse benefício. Se eu sou um empreendedorismo e eu falo assim, ah é? Eu não tenho que pagar, sei lá, 25, 27% de imposto aqui? Eu vou pegar esse dinheiro, eu vou reinvestir no meu negócio, eu vou crescer no meu negócio, eu vou contratar mais gente.

Eu vou abrir. É o pior, né? Porque muita empresa de turismo mais estruturada, e a gente tem membros que participam do G4 há cinco anos, né? Tinha um planejamento, tinha um plano, tinha toda uma estratégia de contratação, de investimento.

Já provisionado, que o cara gastou tempo, dinheiro, contratou empresas pra ajudar ele a montar esse plano. E aí, do nada, ele tem que mudar tudo. Aí é o seguinte, você fala, mas peraí, pô, eu só contratei esses caras e abri essa operação a mais aqui porque você me deu uma garantia que eu teria sete anos disso. Não tem mais não. Se vira aí, irmão.

Cara, isso é uma loucura. É uma loucura. É como se eu tivesse, que é a brincadeira que a gente sempre faz, né? Se eu estivesse jogando basquete, é quando eu chego no garrafão lá pra lançar a bola, eu nego a pita e falo assim, mudou o jogo, agora é futebol. Mão na área, pênalti, irmão.

É isso aí que é empreender no Brasil, entendeu? Se só acabasse isso, já tava bom demais. É o que eu falo com os caras. Eu já me contentei nascer no CEP errado. Então, assim, tá tudo bem. Só me dá a garantia de a merda que você me enfiou não vai piorar. E que, assim, não vai mudar o passado. Eu me adapto. O empreendedor brasileiro se adapta. O empreendedor brasileiro é muito resiliente. É muito criativo. Ele é muito bom. Só que o problema é quando o nego muda o passado. Que é nas suas pernas, velho. É só isso que eu gostaria.

Agora, é o básico do básico. Eu vou nem falar de desburocratização, de diminuição de carga tributária, porque a gente está tão longe disso. A gente só precisava fazer o básico do básico. A gente só precisava cumprir o combinado. Cumprir o combinado. Pois é, tu concorda com isso aí, Nardão? Fala alguma coisa, porra. Não concordo.

Explica pra ele as fases de crescimento da companhia. Não, não explica. Você deve ficar pra próxima. Eu concordo. O cara disse tudo. Por que eu vou falar algo? Você tem razão mesmo. Não precisa ficar chovendo no molhado também, né?

Mas, porra, é... Cara... Ah, e tu já foi subestimado? Cara, eu... Sim, como assim você já foi? Com certeza, o tempo inteiro, o dia todo, todo dia. E tu transforma isso em energia? Como é que você é? Você é aquele cara que, quando é subestimado, você reverte aquele energia e o teu ego faz você ir além? Ou você é daqueles caras que ficam fracos quando é subestimado? Depende. Vamos lá. Tem uma esporrada que eu tomo...

que é natural, eu tenho que tomar essas porradas, porque se eu não tomar essas porradas, eu não estou no lugar certo. Vamos lá. Se ninguém está tentando bater no flow, é porque ele não é relevante. Verdade. Então tem umas porradas que eu sei que eu tenho que tomar. Então eu tomo essas porradas aí. Tem umas, no entanto, que os caras batem sabendo que eu não vou responder. Por quê? Eu não acho que eu tenho que bater para baixo.

então eu tomo umas porradas também que não são as que eu tenho que tomar, mas outras que eu não precisaria tomar, mas eu tomo porque eu não bato pra baixo isso inclusive é uma lição que tá no livro do Cunha, chamado Tchau Querida que é um baita de um livro pra você entender o Brasil ele fala disso, não se briga pra baixo na política e aí você é boa mesmo se briga pra baixo eu brigo pouco porque eu fico eu

Eu tenho que brigar pra cima. Então eu tento só brigar pra cima. Tenho vontade de brigar pra baixo? Tenho, claro. De vez em quando os caras da minha equipe que sabem. Porra, vamos gravar um vídeo nessa porra. Senta aqui, liga essa porra aí, vamos gravar, vamos fazer isso aqui.

Aí, passo o tempo, melhor não, né? Pensa direito, melhor não, não sei o quê. Mas tem sido um exercício controlar o... A vontade de responder. O ódio, sabe qual é? Mas tem que controlar, porque o cara quer isso. Exatamente. Ele quer que eu processe, ele quer que eu faça alguma coisa muitas vezes, né? Ele quer ser percebido, né, mano? E outra, tem muita coisa, meu irmão, que eu fui vendo que... Eu sei que é muito mais fácil falar do que fazer, tá? Eu vivo na pele. É...

Pô, eu tô puto aqui com o cara e o cara tá cagando pra mim. O cara tá esquiando, foda-se. Tá ligado? Não adianta eu ficar puto com o cara. Não é que eu não preciso prestar atenção no que estão falando, o que estão fazendo e tudo mais. Mas esse é um pedacinho. A parte mais importante é eu fazer o meu direito.

tá ligado? E aí fazendo o meu direito e, cara, tem um lugar que todo mundo bate quando vai falar dos podcasts. Ah, o maior podcast. Qual que é o canal que tem mais view? Qual que faz não sei o que? Qual que faz aquilo? Eu fico olhando. Ninguém se mete a dizer que é o mais relevante. Tá bom. Porque esse todo mundo sabe que sou eu.

Animal. Entendeu? Faz sentido. Na hora que alguém entrar nessa daí, aí eu vou avaliar se for pequeno. Fala aí, mané. Foda-se. Exato. Tá ligado?

Porque você vai aumentar a audiência do cara. Eu vou aumentar a audiência do cara. Agora, se ele for relevante e valer a briga, beleza, então vamos provar. Aí eu brigo. Mas eu brigo muito menos na internet hoje em dia. Eu acho que ficar... Estar aqui há muito tempo e ir ficando, criando umas barbas brancas aqui, a gente vai colocando a gente no lugar de mais maturidade, escolher melhor qual que é a presa que eu vou pular em cima.

Ah, escolher suas batalhas, mano. E o uso de energia no final do dia. O uso de energia. Você pode usar energia pra construção ou pra destruição. Eu não conheço ninguém que se deu bem na vida usando energia pra destruição. Esses caras todos se fuderam. Vai ver esses caras que a vida deles ia falar mal dos outros. Todo mundo se fudeu na vida. A vida dele é uma merda. O cara não conseguiu...

ganhar dinheiro de verdade, não conseguiu fazer nada. Agora, as pessoas que usam pra construção, pra coisa boa, falar de coisa boa, essas pessoas conseguem construir coisas na vida. Porque é uma parada que é o seguinte, irmão, se você faz o bem pras pessoas, esse bem retorna pra você. Agora, se você faz o mal pras pessoas, teu negócio é ficar, porra, bad vibes, fazer mal. Mano, você vai viver essa merda, entendeu? Você vai estar envolvido nessa energia que você tá criando ali, entendeu?

Então eu não acho que você deveria realmente ficar, porra, respondendo todo mundo, brigando com todo mundo. Eu também tenho essa vontade. Eu falo assim, cara, eu vou pegar esse filho da puta e vou arrebentar ele no meio agora. Porque tu sabe uns bagulhos, que tu sabe onde tu pega no filho da puta, sabe que ele é filho da puta. É, não só isso, né, mano? Não só isso. Às vezes você vê uns caras e fala, velho, o que esse cara vai falar de mim, velho?

Coitado, tá ligado? Vou arrebentar esse cara no meio agora. Vou fazer duas perguntas agora que eu vou deixar ele em depressão. Aí depois eu falo assim, ah, pra quê?

Foda-se. O cara já tá fudido mesmo, né? A vida já respondeu. Já respondeu, né? Eu tô nessa também. Então, não, cara. Eu não arrumo muita briga, não. E quando os caras batem em mim, a maioria das vezes, não é que nem que eu não fico sabendo. Eu vejo, porque é meu trabalho ver. Mas quando eu não vejo, tem a galera do Discord aí que manda lá no Discord e a gente acaba ficando sabendo de alguma maneira. Não tem como não ficar sabendo. Mas a maioria não me pega ainda. O que é isso aí?

Porque os meus demônios já são bons suficientes nisso daí. Eu já sou crítico pra caralho de eu mesmo, entendeu? Então eu, quando eu vou fazer uma parada...

ou dar uma palestra, por exemplo, que eu vou falar de um bagulho que eu domino. Pô, já teve um momento, a primeira vez que eu fui fazer isso, um troço que eu dominava. Eu fiquei assim, caralho, questionando a validade do meu ponto cinco minutos antes de entrar para defender o ponto por uma hora. Aí, uma rola disso comigo também, a gente veio até pra cá falando isso. Às vezes eu tô dando aula, tô dando a palestra, aí eu falo uma coisa, às vezes a minha opinião já mudou da coisa que eu tô falando, aí eu mudo ela, saio de lá falando, cara, tem que anotar, tem que mandar mudar no slide, tem que...

a gente tá vivendo isso ao mesmo tempo a gente tá vivendo, construindo e cara, as coisas mudam elas mudam o tempo inteiro várias paradas que a gente já falou em aula hoje em dia a gente fala diferente cara, mudou

A infraestrutura mudou, o tempo mudou, o tamanho mudou. O juros mudou. O tipo de empresa que a gente está conversando mudou. O jeito de fazer, muitas vezes, no meu caso, muda bastante o jeito de fazer. Por exemplo, quais são as melhores técnicas para eu ter um CTR alto?

tá ligado? Pra eu ter uma thumbnail legal. No começo, o Flow, a gente tinha um padrão e foda-se, né? Depois que o podcast vai comoditizando, hoje, por exemplo, todo mundo já entendeu que eles só querem que esse programa seja ao vivo. Por quê? Porque tudo pode acontecer ao vivo. Mas ele já entendeu que ele pode assistir essa porra semana que vem, tá ligado? Então, é... Eu preciso lembrar esse cara semana que vem que ele quer assistir esse episódio. Então, eu... E aí

Posso ainda usar uma thumbnail que é um padrão? Talvez sim, talvez não. São coisas que mudam e a gente precisa ficar olhando o tempo inteiro. E na internet, meu irmão? Na velocidade da luz isso acontece. Porra. Vocês gostam disso? Porque isso é maluquice. É isso que deixa a gente de... Não, Tales. Mas isso é o que deixa a gente de barba branca. Esse cara não tem barba branca. Eu tenho cabelo branco. Tem um filetinho aí de nada. Eu tô ficando velho. Peptídeos, peptídeos.

A velocidade da internet ajuda ou dá gás? Cara, pra mim dá gás. Eu sou um cara caoticamente criativo. Eu falei ajuda ou dá gás? Sim, desculpa. Ajuda ou atrapalha? Ajuda ou dá medo, é? Então, eu sou um cara caoticamente criativo. Então, eu gosto desse caos da internet e eu consigo transformar esse caos em ideia.

para fazer negócio, para fazer conteúdo, que é algo que eu curto muito fazer. E eu me sinto sempre evoluindo, sempre melhorando, afiando o meu conhecimento. E como eu tenho hoje no G4 a oportunidade de testar o meu conhecimento com muito negócio, de muito segmento, de muito tamanho, eu acho muito maneiro eu conseguir pegar uma ideia e aplicar numa empresa de serviço, numa empresa de varejo, numa empresa pequena, numa empresa grande. Cara, a minha ideia é dando resultado. Então, isso é muito maneiro.

Então é o que o Tales falou, eu vivo, cara, minha vocação, meu sonho. Pô, eu como publicitário hoje, poder pegar pra um aluno nosso, pra um membro do clube e falar assim, cara, porra, eu faria uma campanha da tua empresa, assim, assim, assim, papapá. Aí, cara, três meses depois o cara tá fazendo a campanha, tá dominando o território.

Tipo, pô, a água de coco vai lá, patrocina o Ítalo Ferreira, campeão olímpico, agora vai patrocinar o WSL. E, cara, a gente pegou as estratégias da Red Bull e fez numa água de coco de, pô, dominar o território surf no Brasil. Cara, eu como publicitário ter a ideia, numa mentoria, e ver isso acontecer seis meses depois, na prática, e a fábrica do cara sair de 30 milhões pra 90 milhões, vendendo água de coco, porra. Porra. É o sonho.

Então essa velocidade, esse caos e o G4 como hub desses contatos, dessas ideias, é muito maneiro. Então eu gosto. E vocês também ficam olhando as empresas que vocês compram? Chega em vocês uns caras que ficam, vou comprar essa porra, porque é legal, vou investir, ou sei lá. Eles são loucos, eles confiam o dinheiro deles em mim.

pra comprar essas empresas. A gente tem um fundo, né? Chama G4 Capital, que é um fundo de private equity e o Alfredo é o CEO do fundo. Eles são malucos. Mas eu faço boas permutas, sempre vendo o Media for Equity pra valorizar nosso capital. O retorno tá incrível. Tem uma empresa que a gente investiu, mano. Eu compro em dólar e pago em real, entendeu? Deixa eu falar do case da Viver de AI. A gente investiu nessa empresa, chama Viver de AI. É um edtech de AI.

A gente investiu neles, eles faziam 700 mil de ARR, que é a receita anualizada. Ano passado fizeram 20 milhões, esse ano vamos fazer 100 milhões. Em dois anos, a empresa foi de 700 mil para 100 milhões. Existe alguma chance de vocês errarem? Claro, pô. Calma aí, olha só. Não é chance. Existe erro. Calma aí, calma aí, calma aí, calma aí, calma aí, calma aí. É que eu entendi.

Uma das coisas que eu achei mais legal que vocês falaram aqui foi... Cara, ó. A gente sabe quanto é que a gente alcança. Que a gente tem o potencial de alcançar. Porque a gente matematicalizou a porra toda. Então eu sei quanto vai custar. Eu sei o time quanto é que custa. Eu sei quanto é que eu vou ter contra. Sabe tudo, né? E é claro que é possível falhar nesse lugar aqui. Mas...

É possível falhar pra caralho? O que acontece quando erra muito? Vamos lá, você tem 420 milhões, eu quero mesmo é 510, pra poder cair pra 500, sendo que a conta que a gente fez era 420, e se acertar no 300.

Isso não existe. Isso no nível de empresa que a gente está não existe. Inclusive, talvez eu diria que o ensinamento base dos programas do G4 é ensinar esse empreendedor a deixar de ser reativo e virar proativo. Isso é intencional. Ele tem que ter intencionalidade em cima da construção do negócio. Se acontece isso, eu errei muito. Entendeu? Então é o seguinte, eu estou gastando para 750 milhões de receitas esse ano.

Se em vez de 750 milhões eu faço 500, cara, um monte de gente tem que ser demitida, talvez até eu, na minha cadeira, entendeu? Isso não pode acontecer. Eu não tenho esse direito de errar grande assim, porque o nível de investimento que a gente faz, de centenas de milhões, cara, é uma responsabilidade muito grande, entendeu?

que você tem lá. Então, pô, a gente tem quase 7 mil metros de área locada, a gente tem 100 milhões de reais de folha, a gente tem dezenas de milhões de reais de investimento em Martin, dezenas de milhões de reais de investimento em construção de produto. Então, cara, tem uns custos contratados ali que você não tem esse direito de errar tanto assim. Então, esse nível de erro não acontece. Agora, o erro pequeno que faz parte do aprendizado é todo dia o máximo que a gente puder.

Porque você não aprende se você não errar, cara. Mas aí ele pega na semana, entendeu? Na week dele ele pega. Toda semana a gente está testando coisa nova. Depois de vir para cá, a gente estava validando caixa, como é que está, imagem, quanto vai vender e quanto vai deixar. E já falou, opa, espera aí.

Vocês estão aqui. Tenho dedo no pulso, cara, no negócio. Por isso que ele fala, às vezes a galera acha que é arrogância. Tipo, a gente vai faturar 750 com tanto de caixa. É só pra provar o nível de intencionalidade. Não é tipo assim, porra, eu vou faturar 750, mas eu tomei dívida no banco, eu tô devendo, a margem do meu negócio tá uma merda, e eu, porra, queimei margem, fiz venda futura, trouxe pra presente pra poder bater a meta.

Quando ele fala os dois, é porque dificilmente quando você fala os dois, está provando que, cara, eu controlei meu crescimento, eu vendi o que eu falei que ia vender, mantendo o meu negócio bom. E tem um outro detalhe. Eu perguntei isso para o Claude. Estima para mim quantas empresas no Brasil geram acima de 100 milhões de caixa. Menos de 200 empresas, de 25 milhões. Então, quer dizer que é o seguinte. O G4, em 7 anos,

construiu um negócio que é uma das 200 empresas que mais gera caixa no Brasil com zero de dívida, zero, nunca tomou um real de dinheiro emprestado, zero de investimento externo. Esse é um case que eu não conheço se tem outro, deve ter. Mas eu nunca ouvi falar, entendeu? Então assim, isso nos credencia, respondendo a tua primeira pergunta que você fez aqui, a ensinar outras empresas a serem melhores, entendeu? Porque assim, se eu não consigo fazer pra mim, como é que eu vou ensinar outro?

a fazer melhor. Isso nos credencia a vender um software pra essa companhia porque eu falo, bom, o G4 usa esse software e isso ajuda o G4 a ser essa companhia. Logo, eventualmente esse negócio faz diferença pra mim. E se você consegue atingir esse nível que a gente atingiu aqui, primeiro, porque a gente tem um time extremamente competente, uma cultura de trabalho duríssimo, a gente tem fundadores muito competentes e, cara, e...

E eu posso falar por mim assim, eu sou orgulhosamente paranoico. Eu vivo na nóia. Eu sou nóia, irmão. E eu gosto de ser nóia. Porque eu gosto de falar o seguinte, cara, ano que vem a gente vai faturar um bilhão.

Pelo menos. E aí, pô, eu falo assim, caramba, há cinco anos atrás, se eu falasse que agora eu estaria fazendo um bilhão de receita na companhia e gerando 200 e blau de caixa, me pareceria impossível. Eu adoro tentar fazer uma parada impossível, cara, porque me faz bem estar à frente de um negócio desse e tomar o risco de dar errado.

Eu gosto de me colocar numa situação de que pode dar merda. É só você ver os esportes que eu pratico, tá ligado? Só que eu gosto também daquilo que eu tenho controle sobre algumas variáveis pra fazer isso dar certo. Eu tenho controle sobre todas as variáveis? Eu não tenho. Que é o que eu falo muito com os nossos alunos. Falo, vamos lá. O trabalho do gestor...

é fazer o melhor trabalho possível para controlar os seus inputs. O output a gente não controla. Se a gente vai fazer 750 milhões de receita esse ano ou não, isso é um conjunto de inputs que a gente trabalhou que vão levar a gente a chegar lá. Só que existem...

outputs que não estão sob o nosso controle. Por exemplo, taxa de juros não está sob o nosso controle. Isso diminui a confiança do empresário. Logo, pode diminuir o Willianist to Pay pelos produtos que, eventualmente, a gente está vendendo. Aconteceu alguma coisa estrutural no mercado de uma mudança de entendimento tributário que vai destruir a minha margem. Isso não está sob o meu controle, mas tudo que está sob o meu controle, a gente faz esse trabalho de forma intencional para poder chegar lá.

Eu acho que é muito raro você ver essa combinação em uma companhia que cresce o que a gente cresce, como uma startup, é tocada como uma excelente empresa listada e gera resultado como uma das 200 melhores empresas do Brasil. Mas para chegar no ponto que vocês estão hoje, vocês já começaram falando, já empreendemos algumas vezes, já vendemos algumas coisas e já fizeram as merda grandes também, não já? Vai perder o dinheiro pra caralho, Nardon?

Cara, eu já quase quebrei a Canoe, eu e os meus sócios lá da época, quase a gente quebrou a Canoe por uma vacilada que a gente deu de não controlar direito o tipo de pagamento do cliente. Então, quando a gente volta lá para 2012, a gente fazia muito anúncio no Facebook. E esses anúncios no Facebook, a gente colocava uma automatização.

para que quanto mais fosse a diferença da receita para o custo, mais eu desse o orçamento para ele mostrar esse anúncio para mais gente. E naquela época, o ticket médio do site, dos produtos que eu vendi, era de R$200. Então, o cara comprava um tênis, algumas camisetas, era R$200 que ele gastava. E, de repente, a galera começou a comprar um quadriciclo motorizado por R$4.000, que é tipo...

muito mais do que o normal. E o nosso algoritmo entendeu para dar mais orçamento para isso. E ele começou a dar mais orçamento para isso em detrimento dos outros produtos. Começou a acontecer que todo mundo começou a comprar esse produto e você falou, pô, legal, o cara está comprando um produto de 4 mil reais, legal, bacana. Só que a gente não percebeu durante umas duas semanas que a galera estava comprando um boleto.

Pra quem não lembra, boleto, a galera compra no boleto e nem sempre paga. E de repente, duas semanas depois, 20 dias depois quase, eu tava ali 3 da manhã e falei, meu, a esmola tá demais, tem algum problema, a galera tá comprando muito disso. Tá legal, mas a gente tá colocando muito dinheiro nisso.

tem algo que eu não estou me atentando, não é possível. E daí, cara, estava ali cruzando um monte de dado para entender. Eu vi que 98% das pessoas comprava pelo boleto, duas comprava no cartão de crédito, dos 98% comprava no boleto, 90% não pagaram. E daí eu pensei que eu ia ter tanto de receita, eu tive nada de receita, só gastei tudo no Facebook. E o Facebook veio me comprar a conta. E daí o meu caixa fez assim, vamos.

A gente quase quebrou a empresa, cara. Caralho, rapidinho, né? Quantos tempos isso daí? Três semanas. Meu Deus do céu, cara. Não, tem um erro grande, pô. É, agora... Assim, abaixou muito o caixa e daí a gente... Eu entendi. E daí a gente, cara, virou três meses, noite, pra arrumar a empresa e foi isso que fez a gente virar o melhor e-commerce de moda naquele tempo.

Porque, cara, a gente foi descobrindo, assim, a pressão gera criatividade. Só que a pressão, pra pessoa certa, a pessoa certa consegue focalizar aquilo pro bem e pra ser criativo e pra achar a solução. Tem gente que não aguenta e pede penico. Tem gente que fica chorando na cama deprê. Eu fiquei uma hora em choque.

Meio dia, falei, puta, fodeu, vamos quebrar. E tipo, essa é a realidade. Vamos embora, vamos embora. Nosso time cometeu um erro agora recentemente. A gente gastou 700 mil reais no patrocínio de um post no Instagram. Pizarro. 700 mil. Foi. Foi. Foi. Cartão alto, limite alto. Caramba. 700 conto. Pum. E aí, um post assim... Que não era brand, não era venda.

Então, assim, os erros acontecem. A pergunta é como você reage aos erros e o que você faz desse limão, uma caipirinha, que o Alfredo fala, né? Limonada, caipirinha. Tem que ser vendedor. Tem que dar aquela porra. Um pouquinho de sal, um pouquinho de açúcar, uma cachaça e vende por 20. Não ficar vendendo por 4 igual a limonada. Então, assim, os problemas acontecem, acontecem.

Caralho, moleque. Tô entendendo. É o mesmo limão, porra. Já que tu vai mexer com limão, faz a caipirinha. Fazer limonada, jogar só água. E se ficasse na mão dele, ele ainda fazia permuta nos limões. E na cachaça, né? E na cachaça. Ia ser uma pink lemonade. Entendi, porra. E a gente, obviamente, porra. Ia vender lá no escândalo, né?

E se tem sereis, é mais caro. Igor, a realidade, cara, a gente fala muito do sucesso, né? Fala pouco dos fracassos. Todo mundo vê as pingas que a gente toma, não vê os tombos que a gente leva. E a realidade é que a gente, na maioria das vezes, tomou muito mais tombo do que acertou. Só que os tombos que a gente tomou não foram tombos que a gente aprende, não toma de novo, mas não só isso. Foram tombos que não colocaram a nossa vida em risco. Porque tem aquele tombo que você morre.

E o que a gente tenta evitar é não tomar o tombo que morre. Esse tombo que eu tomei na Canuim, se não negou, eu não posso tirar o olho do caixa nunca mais. Os caras sabem que eu sou paranoico com caixa. Todo dia eu olho a posição de caixa na empresa. Eu sei exatamente o que vai sair, o que vai entrar, como vai sair, o que vai entrar, por que a gente está pagando outra coisa. Eu sou paranoico com isso. Eu falo para todo mundo e todas as minhas aulas. Cara, você tem que ser paranoico no caixa, porque o caixa você cresce ou morre.

Você pode ter uma empresa de varejo crescendo para caramba, tendo um puta lucro, só que se você está pagando o teu fornecedor mais curto do que você está recebendo do teu cliente, porque você está crescendo, e o fornecedor fala, pô, eu estou produzindo muito aqui, eu preciso que você me antecipe o dinheiro para eu produzir mais. Cara, você perdeu 15 dias de caixa porque você antecipou para pagar para o cara. Do outro lado, é o caso do Daramis. O Richard Daramis contou esse caso. Ele falou, cara, eu acho que foi 23 ou 24.

Ele teve o melhor ano da vida dele. Cresceu um monte, bateu todas as metas. Isso é clássico. Teve o maior lucro da vida dele. Ele chegou no último, estava lá comemorando o método, foi ver o caixa quase zerado. Ele olha aqui e fala, pô, como assim? Ele viu, pô, para eu crescer, o que eu tive que fazer? Comprar mais.

comprar mais, eu fui lá nas fábricas, as fábricas falaram, ô, eu tô apertado, você precisa me antecipar e pagar mais curto pra mim pra eu conseguir produzir mais, ele falou, beleza, tô fazendo. Daí ele tem franquia e tem multimarca, ele falou, os caras tão comprando mais, então ele tá empurrando mais pra quem vende pra ele. Os caras falaram, pô, me dá mais prazo pra eu pagar, porque eu tô tomando mais, preciso mais tempo pra vender. Ele falou, tá bom, o que aconteceu?

Quantos a pagar contas a receber? Descasou, ele teve um baita lucro no ano, só que o caixa dele zerou. E aí, é bom ou ruim? Pô, ainda bem que ele viu e conseguiu contornar isso para o próximo ano mudar as metas para o time. Então, assim, a gente toma muito tombo. A realidade é que a gente aprende com o tombo e o tombo não é...

crítico mortal que tira a gente do jogo. Porque muitas vezes, cara, na maioria dos nossos negócios, e é o que a gente fala primeiro dos empresários, você tem que viver tempo suficiente pra viver pra sempre. E viver tempo suficiente pra viver pra sempre é não sair do jogo. Se você, cara, quebrar o caixa, você quebrou, cara. Já era. E no Brasil não é o país onde você tem, igual os Estados Unidos, lá o Chapter 11, que você fala, beleza, os caras dão uma olhada, ele fala, meu, o que você tá devendo, foda-se, começa do zero de novo. Aí você começa pra trás.

Você fica o resto da tua vida pagando coleto. E você sabe como é que é o mercado financeiro, né? Ele fareja sangue, né? E quando vê sangue, meu irmão, ele morde, ele não assopra. É mesmo? Ele vê que você tá ferrado, o dinheiro ficou marcado pra você. Ele vê que você tá ferrado, ele do nada não quer te prestar dinheiro.

Igor, é injusto. E assim, o que a gente passa para os alunos nossos é isso. A gente não passa... Aqui é o caminho certo, mas por que eu estou falando que é só o caminho certo? Olha o que eu errei para trás para entender que isso é o caminho certo. Olha o padrão que eu já vi em várias empresas. Porque, cara, a gente está fazendo esse negócio desde 2019 além de tudo que a gente faz desde sempre em várias empresas de várias indústrias diferentes.

A gente fala, cara, esse padrão funciona. E o padrão se repete. Se repete na fase que a pessoa está.

Então a gente entende a fase que a pessoa está de maturidade, entende as ferramentas certas para ela, o papel dele de gestor naquela fase e fala, olha, agora você tem que estar no operacional. Você tem que fazer isso para fazer o teu negócio acontecer. Se você é pequeno, não adianta você querer ir para o estratégico, não vai funcionar. Você está com uma empresa com 10 pessoas, cara, você tem que tocar as coisas mais rápido, medir menos coisas.

O importante é vender, é achar canal novo e garantir que você tem mais de fluxo de caixa. O cara passou para 50 pessoas, já é outra história.

Já é outra história, entendeu? Então a gente entende a fase que ele está, entende o que ele precisa e dá as metodologias corretas para ele aplicar aquilo. Para ir para a próxima fase. Para ir para a próxima fase e crescer com eficiência. Porque a gente já viveu, já se fudeu e a gente espera que outras pessoas não se fudam igual. A gente se fudeu. Cara, eu acho que eu tive a ideia para você. Segura. Vamos lá. Eu acho. Mas se for muito boa, tu tem que ser honesto e tem que rolar uma permutinha. Demorou, demorou. Alguma parada tem que rolar com essa porra, né, Ong?

Papo reto, tá bom. Tá. Gil? Fechado. Mas eu acho que carol tanto de fio de bigode... Você não quer vir mais perto, não? Porque, porra, olhar no olho assim sempre dava ajuda na venda. Mas olha só. Lá, ele. Vamos lá, preste atenção. Lá, ele. Ele hoje veio com uma parada diferente, né? Você vê que o G4, ele é... Né? Preste atenção.

hoje, quando você faz só pra eu entender um negócio antes quando você faz um, vender um anúncio aqui pro cara da hashtag no teu contrato com ele esse vídeo vai ficar no ar, tu vive disso esse vídeo vai ficar no ar 5 anos mas esse cara pagou o anúncio só desse episódio tem alguns casos

Que sim. Não, não. Tudo bem. O cara pode ter um contrato mensal, tá? Mas se o contrato do cara... Tem alguns casos que é mídia foreca. Não, não. Tudo bem. Mas se o... Calma aí. O cara pagou. Aham. 100 mil reais pra, pô... Tá bom. Três episódios. Tá bom. Passou os episódios. Vai continuar o episódio no canal do Flow. Aham. Esse cara não te paga mais nada. Não. Você pode cobrar direito de imagem, pô. Você pode falar, cara, você tem que pagar 2 mil reais por mês porque eu tenho direito de imagem meu que eu tô no episódio depois do teu contrato, pô.

Aí o maluco fala pra mim assim, pô, então tira do essa porra aí. Tá bom, você... Depende do episódio, você tira. Aí eu corto. É a parte que eu falei do bagulho dele. Não, não, não é do falar, pô. Você não tá no episódio? Aham. Se a Globo vai lá e passa uma...

Uma novela antiga. Os artistas não ganham o cachê de novo? Percentual? Ou seja, você quando vender, você já vai falar, cara, vou te vender por 100 mil reais, mas tem um valor simbólico que eu cobro de direito de imagem por mês. Você acabou de fazer um size. Todo anunciante teu, para manter o vídeo no canal, vai ter que te pagar 300 reais, mil reais, 500 reais. Você acha que o cara não vai pagar? Ele vai querer que o episódio só vai ganhando view. Qual é a chance desse cara falar, porra, então eu não quero.

Ou seja, conforme você tem anunciante, você tá criando o SAIS. Cada episódio que o cara tem, tu pode criar um leve adicional pro cara. Calma, vamos conversar isso quando a gente vai offline, senão os caras vão ouvir essa porra e vão ficar puto com nós. Não, porra, é modelo de negócio, porra. Isso é super normal, porra. A TV é assim.

É mesmo, né? Essa é uma verdade. Tu não tá cobrando caro. Não é pro cara continuar pagando o anúncio. Mas você tá só falando assim, cara, pô, é o direito de imagem que eu tô no episódio. É X reais. Cara, em sei lá, seis meses, um ano, você deve ter 50 caras. 50 caras pagando uma merreca por mês, você começa a empilhar dinheiro. Essa é a verdade. E isso é modelo de negócio.

Let this sink in. Processa essa parada aí, porque é assim que funciona quando você ouve uma ideia muito disruptiva. Você fala, cara, me parece meio estranho, não sei se é certo. Mas eu vou pensar nisso. E é um dinheiro sem esforço. Dinheiro sem esforço é margem alta. Dando certo, eu vou me lembrar de você, tá bom? Lembra do G4. Não esquecerei, não esquecerei. Eu quero a mídia. Qual que é a parada mais legal que tu descobriu que dá pra fazer com grana, cara?

Porque tu não quer grana por grana. Ele sabe fazer coisa legal. Ele sabe. Eu tenho um mentor bom também. Sabe a grande piada do G4 como é que é? Quando a gente viaja, o Tales escolhe a cidade e compra um pedaço da cidade. O Nardon se coloca em cativeiro. E eu normalmente troco a viagem por post no Instagram.

Tu se coloca em cativeiro É a zoeira dos caras, os caras não aguentam Era assim, o único cara que tava comigo Lá no rolê que a gente foi fazer em Piraçununga Foi irado A coisa mais maneira que eu já fiz com dinheiro É dar estrutura pra minha família Meu pai, pra minha mãe E hoje pra minha filha Quando eu vejo a estrutura que a minha filha pode ter A minha esposa pode ter E a minha esposa pode focar na criação dela É um senso de Porra, eu consegui O que é isso ainda ainda

mais surreal que eu já tive na minha vida. Principalmente meu pai, minha mãe e minha filha. Minha filha, então, é muito maneiro. Ver minha esposa de tarde com ela, cuidando dela, educando e tal, é muito, muito, muito legal. Posso botar uma verdade universal agora? Vamos lá, internet. Parem pra pensar nisso. Só existe um trabalho importante no mundo, que é construir um lar e formar um ser humano. Todos os outros trabalhos servem pra servir a esse trabalho.

É exatamente o que ele falou ali. Bom, isso é uma verdade pra mim. Isso é uma verdade pra todo mundo. Eu não sei se o Bruno quer ter uma família, por exemplo. Esse moleque esquisito. O problema é dele. O que eu tô dizendo é o seguinte. Gratuito. O que o Alfredo acabou de falar é o seguinte, que eu concordo plenamente. Não existe uso melhor do dinheiro do que você dá uma estrutura pra sua família. Ele tá essencialmente falando a mesma coisa que eu falei. Eu só coloquei aqui o que pra mim é uma regra pra vida.

não existe nenhum trabalho mais importante do que construir um lá e formar seres humanos direitos e funcionais. Todos os outros trabalhos, tudo que os três aqui fazem na vida, faz pra subsidiar isso. Então assim, se a gente fizesse a quantidade de grana que a gente faz e a gente não desse uma estrutura digna que a nossa família tem condição de ter hoje, digna dado o nosso padrão, eu me sentiria um merda.

Pra que eu faço tanta grana pra deixar a minha família passando perrengue? Não faz sentido. Eu não concordo. Parece óbvio o que eu tô falando, mas tem um monte de gente que não pensa assim não. Filho, pai, mãe. Tem gente que não pensa assim não. Eu concordo que tem gente que não pensa assim, mas eu concordo com você. Eu prefiro ver mais número no banco do que dar uma estrutura melhor pra minha família. Deixa esses caras se fuder.

Eu não concordo, eu acho que a galera tem que ter um instrumento legal. Por outro lado, como é que tu vê a ideia de... Tem pessoas que quando a gente ajuda, e eu não tô falando aqui pai, mãe, nem família, mas eu tô falando assim, uma ideia de... Tem gente que quando a gente ajuda, a gente atrapalha. Aquela ideia do casulo, da borboleta, se você tirar a borboleta do casulo... Depende do que você chama de ajuda.

Então, tipo assim, como criação de filhos, por exemplo. Como eu criei a minha filha, que é uma menina ótima. Cara, eu nunca dei nada exuberante pra ela. Eu nunca dei nada fácil. Ela cresceu na meritocracia, que é, cara, você quer ter acesso a uma parada? Me entrega primeiro. Ah, eu quero ter acesso a coisa X. Tá, passa em medicina. Já que você quer fazer medicina, faz isso. Passa em medicina. Passa em uma boa faculdade de medicina.

Cara, você tem uma filha de vinte e tantos, né? É, tá em terceiro ano de medicina. Isso é muito louco.

E aí... Aí eu lembro que tu foi pai novaço, é verdade. Então é o seguinte, a forma como a minha filha foi crescendo é eu poderia, como a gente cresceu separado, cada um canto, tinha 15 anos, eu poderia simplesmente, sei lá, comprar o amor dela com bens. Eu nunca fiz isso.

E não farei isso com a Maria, que vai nascer em agosto, não farei isso com os meus outros filhos, que vão nascer ao longo dos outros anos, se Deus me permitir. Eu não acho que o nosso trabalho como pais, e aí se a gente chama isso de ajudar, é tirar as dificuldades naturais que as pessoas deveriam ter e tirar a fome dessas pessoas. Então, eu vou te dar um exemplo bem claro. Quando a minha família viaja comigo, eles viajam no nosso avião.

Entendeu? Agora, se tiver viajando separado, a não ser que seja minha esposa, vai de econômica. É isso aí, mano. Vou dar de econômica minha vida inteira, pô. Por que você vai andar de business?

Sabe o que é minha filha? Não tem dessa. Porque senão eu tiro o direito da conquista disso dela e essa fome de falar, porra, um dia eu quero andar de bise. Então eu quero conquistar essa parada. Se você tirar a fome, você destrói um ser humano. E é por isso que eu, direto eu falo isso, cara. Tem muito pai que destrói o filho que é herdeiro por tratá-lo como herdeiro e não como sucessor.

O Adip fala isso muito bem, né? Também. O Adip tá fazendo um ótimo trabalho com o seu sucessor ali, mas é muito raro isso. Geralmente, como o cara é muito ocupado e tem tanta coisa a fazer na vida, ele, ah, foda-se, quer? Toma esse negócio aí. Então você ter essa coragem de...

Dói meu coração, meu irmão, porque, porra, a minha vantagem que eu tenho é minha filha quer viajar, vai no meu avião, foda-se, tá ligado? Não dá nada na minha vida. Só que, porra, eu não posso fazer isso, tá ligado? Eu vou destruir a pessoa, vou tirar a fome. Então, você conseguir fazer artesanalmente esse trabalho de ajudar, conduzir esse ser humano rumo a eu da imônia, né? Que é a busca pela evolução, a busca pelas virtudes.

Esse é um trabalho muito nobre, é o trabalho mais importante que você tem na tua vida, é mais importante do que construir a tua própria empresa.

mas você tem que fazer com muito cuidado pra você não cortar caminho, pegar atalhos que eventualmente vão mais atrapalhar do que ajudar.

O que te transformou nesse cara neurótico que só pensa em trabalhar, que ama isso, inclusive? Foi ser pai aos 15? O que te transformou? Tem medo de ficar duro? O que te transformou num cara que gosta tanto de trabalhar quanto você? É que a real é o seguinte, para uma pergunta complexa disso, não existe resposta simples. Então não existe um elemento.

Geralmente o pessoal vai e pergunta assim, me dá uma dica para a minha empresa. Cara, não existe uma dica, não existe um elemento, sabe? Essa simplificação de coisas complexas não existe. Então, tem alguns fatores. Fator número um.

Eu cresci morando de favor na casa do patrão da minha avó. Minha avó era um empregado doméstico semianalfabeto, que me criou na casa do seu patrão, chamado Jorge Rocha, que carinhosamente me aceitou na sua casa, que eu chamo de avô. Então, eu nasci daí. Então, eu nasci de um lar de rejeição, de me sentir inferiorizado, de ser o patinho feio.

ali da cidade. Eu nasci numa cidade de 30 mil habitantes. Então, porra, eu era o cara sem pai nem mãe, que, porra, eu era o neto da empregada, que tava ali. Sabe, eu me senti um estranho em cima daquele lugar. E como é que foi fazer um filho com 14 anos? 15 anos, no final do dia. Cara, foi ótimo, né? Fuder é bom demais, né? Calma aí, cara. Não é disso que você tá me dizendo não, porra.

Essa é a real, pô. É um moleque com 15 anos de idade, com hormônio, a flor da pele, que não usava camisinha. O que que faltou? É isso que dá, pô. Faltou camisinha. Faltou juízo. Graças a Deus. Faltou juízo. Porque tem uma filha maravilhosa. É, mas deu tudo certo. Mas de qualquer jeito, assim, não me arrependo, pô. Deus é muito bom, cara. Isso é doido. Deus te coloca. Tinha tudo pra dar errado, essa porra.

Tudo pra dar errado. Tem coisas que nem dava a falar, que tinha muito mais coisa pra dar errado. Você conhece alguém bem sucedido que não é subestimado? Não. Não tem como. E eu não conheço ninguém, assim, bem sucedido numa parada diferente que não é... Obcecado. Obcecado. Foco, hiperfoco, obcecado. Porque eu tô te perguntando isso, assim, parece que eu sou mó relax, mas eu só penso nisso. Pois é, mas é todo mundo que eu conheço que construiu alguma coisa grande, é paranoico.

Só as pessoas têm paranoias diferentes. Entendeu? O Nardão acabou de falar que é paranoico com o cacho. Eu falei, tem essas paranoias lá. Eu tenho as minhas. Todo mundo que constrói alguma coisa transformadora é absolutamente obcecado. Qual a diferença de um campeão olímpico? Para ele? Ou para mim? Não, o cara é paranoico. O cara é obcecado também. O cara ganha, mas se não for o recorde, que merda.

E depois ele volta na outra Olimpíada Pra quebrar o próprio recorde A vida inteira dele Focada em fazer aqueles 100 metros mais rápido

o recorde é dele. Não tem ninguém perto de quebrar. Ele se fode quatro anos pra tentar quebrar o próprio... É um doente, porra. É por isso que as pessoas não entendem. Mas esse é um papo que é o seguinte. O cara que, porra, sei lá, não quer empreender, não quer, porra, se colocar nesse momento de risco, não tem problema nenhum, cara. Graças a Deus que não é todo mundo que quer tomar quantidade de risco e ser paranoico, ter essa vida que a gente tem.

Porque se todo mundo quisesse, quem que ia trabalhar com a gente pra construir esse negócio, entendeu? Então... Não.

As pessoas têm vocações diferentes. Tolerância pra riscos diferentes. Mesmo entre empreendedores. Empreendedores têm tolerâncias pra riscos diferentes. Tem cara... O cara tem culhão, assim, diferente. Tem níveis de aguentar trabalho duro. Diferente. Tem gente que fala, cara, isso aqui pra mim é o meu limite, entendeu? E quando você para pra pensar, sei lá, caras como o Elon Musk... Velho, não é muito tempo atrás, assim, sei lá, 5, 7 anos atrás, um amigo próximo do Elon Musk, que eu conheci em outubro...

que é cofundador da Paypal, me contou que o Musk tinha 20 milhões de dólares só de dinheiro líquido e que ele precisava desse dinheiro para fazer um... A Tesla ou a SpaceX. Ou ele alocava na Tesla ou na SpaceX. Ele tinha mais chance se ele colocasse 21 ou na outra. Ele dividiu e colocou 10 nas duas. Colocou 10 nas duas e arrumou mais dinheiro e se der errado estava quebrado.

Aí hoje o cara é o mais rico do mundo. Tem quase um trilhão de dólares de patrimônio. Oitocentos e tantos bilhões de dólares de patrimônio. É muito louco, mano. O nível de trabalho... Você queimar os navios, não é? Isso é tipo, meu irmão, é o que tem. É o plano A, B, C, D, E, F, G, H e J. Esse cara provavelmente trabalha mais que nós três juntos. Por que um cara que tem quase um trilhão de dólares de patrimônio trabalha mais que nós três juntos?

É a cachaça dele, pô. O cara, ele tá no lugar de potência dele. Ele é o homem mais transformador do século. Ele tá discutindo data center no espaço, irmão.

tá ligado? Enquanto a gente tá discutindo aqui, pô, como é que vai melhorar esse negócio? Tá em outro patamar. As pessoas não entendem isso, que não vivem o que a gente vive, que não conseguem compreender esse negócio. Entendeu? Então, às vezes o cara olha e fala assim, pô, o cara trabalhou na lua de mel dele.

Pô, meu irmão, você faz 500 milhões por ano ali de receita, você bota 100 milhões no bolso por ano de geração de caixa. Por que você trabalha na tua lua de mel? Mano, não é por grana não, velho. Se fosse por grana, a gente já tinha parado de trabalhar faz tempo. É só ajustar o custo de vida. Na verdade, o que a gente faz aqui é porque a gente gosta muito da missão que a gente faz. A gente gosta muito da parada que a gente faz. Dinheiro é comodinho, mano.

Cara, é o nosso passatempo, a cachaça. E daí cada um tem um motivador diferente. O dele foi essa infância e tudo isso que ele viveu, e a causa, o propósito. E a gente acreditar que a gente consegue fazer muito mais, o meu é um play diferente. O meu é, cara, eu quero fazer coisas que são impossíveis. Cara, como eu consigo fazer coisas que ninguém nunca fez antes?

É, o meu acho que eu fui muito subestimado pela minha família. É? E aí, vi uma vontade diferente de provar pro meu pai, assim, sabe? Jogar na cara, falar, ó, toma, tuf, consegui. Tadinho, seu pai é bonzinho. Não, não é real, não é real. Foi bom, foi bom. O pai sempre foi mais treinador do que o paizão, sabe? Sempre foi um paizão, mas ele sempre foi muito mais me preparando do que...

Tipo, meu pai tinha todas as ferramentas pra facilitar a minha vida. Ele não facilitou. Então, ele foi muito esse estilo que o TG falou de meritocracia. De, cara, vou te formar pra vida e tal. E pra isso, o jeito dele foi meio durão. Mas o fato de ter sido subestimado pela minha família, por ser esse cara descrente no grupo de amigo.

Eu lembro até hoje das zoações. Ah, valeu Alfredo Justos, porque eu comecei a trabalhar mais cedo e aí eu deixava de aceitar vários rolês porque eu tinha que fazer uma reunião, eu tinha que vender cartão de visita, vender uma de geladeira, porque a minha carreira, a minha história é engraçada nesse ponto. Eu comprei meu primeiro emprego.

Eu pedi estágio pro meu pai e ele falou não. Melhor não. Então ele já me rejeitou. Vi ele dando estágio pra todos os filhos dos amigos dele. Quando foi a minha vez de pedir, ele falou não. Aí eu fui tentar ser estagiário em agência de publicidade. Tentei seis, fui rejeitado em seis. E aí eu vi uma oportunidade de comprar um kit gráfico pra virar revendedor gráfico. Na gráfica Primos, no centro do Rio de Janeiro. Fui lá, R$540, comprei o kit, botei embaixo do braço e comecei a vender.

Porta em porta no Conde Gourmet, na Mordecai Móveis, na farmácia. Pô, panfleto, imã, tal, 9x5, imã parcial, imã total, panfleto 10x15. Pô, 21, com dobra, com vinco, venezfojo e tal. Então eu comprei meu primeiro emprego e comecei a vender. Essa foi a realidade. E aí eu comecei muito cedo. E aí meus amigos, tudo treinida, ambeve. Tudo, pô, os promessas, né? Lembro até hoje da boca da minha mãe salivando. Henrique, do quarto andar, treinida, ambeve.

Eu sou treino e danback. Você tentou entrar de treinezas? Não, 4 e 300. Cara, nessa época, eu tentei até ser garçom do outback, mano. Porque ganhava bem o garçom do outback e era uma parada legal. Era tipo, pô, o cara tem chance de virar o executivo do outback. Só que você tinha que começar como garçom. Lá da Barra da Tijuca, lá. Na Avenida das Américas. Fui lá e tentei, mano. Não passei nem pra garçom do outback. Não passei, mano.

Eu ficava puta. E aí eu fui de vendedor e comecei a entender. Eu lembro até hoje a grande sacada que eu tive que me...

Porra, eu vi que eu era diferente. Foi quando eu visitei a Mordecai Móveis, na rua Conde Bonfim. E o cara falou, eu faço imã de geladeira, cartão, panfleto, duas vezes no ano. Eu falei, ah, legal. E eu fui na esquina do Conde Gourmet. O cara falou, cara, eu preciso de imã e cartão de visita toda semana porque muda o preço do quilo. Eu falei, hum, o esforço é o mesmo. O restaurante precisa uma vez por semana e o outro cara faz duas vezes por ano.

Mano, aqui eu tenho muito mais dinheiro. E aí qual foi a sacada que eu tive? Porque o Guilherme fala isso bem assim, às vezes ser preguiçoso é ser inteligente. O que eu falei? Falei, porra, mano, se eu tiver que ficar vindo toda semana aqui vender, vai me dar trabalho pra cacete. Eu vou inverter, eu vou virar pro cara e falar, cara, faz o seguinte, me paga R$1.500 por mês e eu te faço o valor de gráfica lá, o valor de fábrica.

Aí ele falou, é? Eu falei, é, pô, tu compra direto da fábrica e tu me garante R$ 1.500 por mês. Que era mais ou menos o que, pô, se eu tivesse que ficar negociando, eu ia conseguir ganhar. Então eu troquei desconto por fidelidade.

Aí o cara, pô, tá fechado. Falei, opa, isso aqui colou. Aí eu fui em 10 restaurantes da Tijuca, Fazenda Urbana, fui em Naturale, fui em 10 restaurantes, os 10 fecharam. Eu falei, hum, criei um negocinho. Então imagina eu com 18 anos, fazendo, porra, 15 mil reais por mês. Chupandeve. Que era 10 restaurantes. Dinheiro pra caramba. Esquece, mulher. Eu era o playboy da Baronete, porra.

Era combo de quinta a sábado, era desse o combo. Era assim quando era moleque, né? Pô, tu fecha o combo hoje? Meus amigos tinham que vender Night Shocks pra fechar o combo comigo. Porque naquela época eu fiz 15 mil de recorrência. Era Night de boy do Rio. Aí eu aluguei uma sala, aí eu comecei a...

a fazer o negócio virar um business nessa sacada. Essa foi a sacada que eu vi que, porra... E os caras se matando de gráfico. Os caras da gráfica eu não entendia. Falava, caraca, mano, esse moleque tá consistente aqui, comprando pro mesmo cliente. Falei, cara, esse moleque... Porque gráfico era o maior troca-troca, né? Porque era sempre quem tava mais apertado. Quem tava mais apertado trocava cheque na época. Aceitava cheque.

O meu não, o meu eu inverti. Eu falava, cara, me paga aqui fixo que eu te dou preço de custo. Eu fiz o Cosmo, como é que é o americano lá? O mercado dos Estados Unidos de ser pago fixo e compra preço de custo. Cosmo, como? O que você tá falando? Eu não, também. Não, tem o mercado americano. Cotsco. Cotsco. Ah, o Cotsco. Cotsco. Eu fiz essa porra na gráfica há porra. 18 anos, porra, 20 anos atrás. Que animal, velho. E é ali que eu comecei, pô.

Eu lembro até hoje do meu pai no restaurante olhando na minha cara e falando assim, você tá achando o quê, moleque? Que com 20 anos tu vai ter a sala e a secretária? Eu tinha 17. Com 18 eu tinha a sala e a secretária e eu mandava foto pra ele. Ah, vai aí. Não ia ter, tem um 18. Dois anos antes. Essa parada de ser subestimado, pra mim, sempre foi uma parada muito... Tipo, a energia sempre veio. Eu acho que isso é uma característica do empreendedor, assim.

Também acho. Não só ele, tipo assim, um atleta olímpico. O high performer. Ele é um cara que lida bem com o ser subestimado, com as adversidades. E tem uma razão filosófica pra isso. Olha a família, olha o mercado. Tem uma razão filosófica pra isso. Porque a real é o seguinte. A antítese da coragem não é o medo.

O medo, na verdade, ele protege o corajoso. Se eu não tiver medo aqui e começar a falar umas verdades que eu gostaria sobre algumas instituições brasileiras, eu sairia daqui preso. Ou destruído. Destruiria a minha família, a minha empresa. Então, porra, eu tenho medo. Eu sei que eu não vivo numa democracia plena. Logo, eu não posso falar tudo o que eu quero. Inclusive, essa é a definição da tirania. Quando o povo teme o Estado. O povo teme o Estado. Alguns órgãos do Estado são temidos.

Logo, existe uma tirania no Brasil. Então, eu sabendo disso, eu tenho medo de falar algumas verdades. Porque não quer dizer que eu não sou corajoso. Eu sou corajoso. Mas eu tenho medo. Qual que é a antítese da coragem, então? É a covardia. Não é covardia eu deixar de falar o que eu gostaria de falar sobre essas instituições. Na verdade, é responsabilidade. Porque eu tenho responsabilidade com a minha família, com os meus sócios. Eu não sou irresponsável.

mas eu sou corajoso. Quando você tem uma covardia, você tem um sistema de vida que é pautado pela oligarquia. Então, aquela pessoa cujo objetivo dela é dinheiro e poder, ela é necessariamente covarde. Porque para ela ser aristocrata, que é antítese, cujo objetivo é o bem comum, ela tem que ser corajosa. Porque a escolha corajosa é sempre a escolha que no curto prazo é mais dolorida.

Só que no longo prazo ela é muito boa. A escolha covarde é sempre a escolha que no curto prazo ela é boa e no longo prazo é ruim. Por exemplo, eu tô morrendo de fome agora, são 9 e 2, todos estamos. A escolha covarde é a gente, meu irmão, parar, comer um hamburgão e é isso aí mesmo, vamos nos permitir ser feliz. A escolha corajosa é ir contra os meus instintos carnais, os meus instintos animais. O que é, meu irmão? Eu tô numa dieta, eu vou seguir na minha dieta, vou chegar em casa e vou comer a minha dieta, né?

se eu faço essas pequenas escolhas corajosas ao longo da minha vida, eu começo a seguir aquilo que o Aristóteles chamava de eudaimônia, que é uma busca por uma vida mais virtuosa, que são as pequenas escolhas corajosas que você faz ao longo da tua vida. Se eu faço as escolhas covardes, que é, ah, meu despertador tocou, vou tocar os nus, vou apertar os nus, vou dormir mais. Ah, o meu sócio tá dando mole aqui, dá pra eu meter um reembolso que ele não vai ver, vou roubar do meu sócio.

Porra, eu tô fazendo uma pequena corrupção aqui. Eu, cara, eu vou fazendo essas pequenas corrupções que elas vão corroendo a minha alma. Daqui a pouco, o cara que rouba mil, rouba 10 mil, o cara que rouba 10 mil, rouba 100 mil, o cara que rouba 100 mil, rouba 1 milhão, o cara que rouba 1 milhão, rouba 1 bilhão, meu irmão. Rouba 50 bi. Rouba 52 bi, né? E dá cartão de crédito pra todos os poderes brasileiros. Então, essas corrupções, elas nascem na pequena corrupção moral, que é o caminho da covardia.

Então, você fazer escolhas corajosas, Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona Ressona R

trabalhar mais, aguentar ser o underdog da situação, ser desacreditado e prove them wrong, isso aqui é muito difícil. E é a grande lição que o Cristo deixou pra terra. O filho do homem, que não precisava passar por nada disso que passou, carregou uma cruz, foi açoitado, humilhado,

Por nós. E aceitou sofrer antes de ascender aos céus. Se a gente traz essa lição pra nossa vida, e fala assim, mano, se o filho do homem passou por um processo grande de sofrimento pra um objetivo maior, que era nos salvar, e a personalização disso, né? A cristalização disso é a ascensão aos céus, pô, eu tenho que fazer boas escolhas na minha vida. Então, o adolescente que tá me assistindo agora, eu tenho certeza, irmão,

que você eventualmente está, em algum momento da sua vida, entrando num site pornográfico e se masturbando. Você está fazendo uma escolha merda para a sua vida.

merda, biologicamente isso é péssimo pra tua vida, psicologicamente essa porra te deixa brocha, by the way, tá? porque você fica hiperestimulando um negócio de uma forma que isso não é replicável em sexo, então tem uma série de problemas pra sua vida aqui, e aí escolha covarde você se dar essa dopamina essa reação dopaminética através da masturbação você deveria cortar essa sua vida, você sabe você não corta porque você é covarde

Se você for corajoso e falar, eu vou lutar contra os meus instintos aqui e não vou fazer esse negócio, eu vou pegar essa energia aqui que eu desperdiçaria através de uma reação de curto prazo dopaminérgica e usar ela pra eu treinar, pra melhorar o meu físico, usar ela pra eu estudar, melhorar a minha vida, você vai ver o quanto que no longo prazo isso melhora a tua vida. Então, esse é um exemplo básico de escolhas corajosas versus escolhas covardes e que todo cara que eu conheço...

que realmente é uma pessoa que vive a eudaimônia, que ele vive feliz, são pessoas que fizeram mais escolhas corajosas do que covardes na vida. Não quer dizer que ele não fez escolhas covardes. Todos nós erramos. Todos nós, em determinados momentos, escolhemos fazer escolhas covardes. Escolhemos o caminho da covardia em algum momento. O que a gente não pode fazer é com que essa balança pese mais do que a escolha corajosa. E tem um outro ponto.

Existem limites que não podem ser ultrapassados. Porque senão tudo vira desculpa.

Então, existe limite da covardia. Existem coisas que você não pode ultrapassar esse limite, que inclusive é muito bem definido pelo cristianismo, a gente chama de pecados mortais. Se você ultrapassa esse negócio, irmão, esquece. Você fez uma escolha de destruir a sua alma para sempre. Por exemplo, cara, eu não posso matar uma pessoa.

certo? Não existe justificativa pra eu matar uma pessoa a não ser por auto-defesa ou pra defender alguma outra pessoa inocente. Eu não deveria fazer, ultrapassar esse limite aqui. Ah, eu vou matar o Nardom porque eu não gosto do Nardom. Você não deveria fazer um negócio desse. Não tem volta pra esse tipo de coisa. Agora, porra, ah, meu irmão, hoje é quinta-feira, vamos beber, vamos beber.

Eu não deveria beber porque amanhã de manhã eu tô no tatame treinando jiu-jitsu. Vai ser um treino de merda pra mim, então não tem porque eu beber agora. Eu deveria dormir. Entendeu? Mas, porra, talvez a galera... Porra, tá trabalhando pra caralho. Tá tudo bem. Só não faça disso um padrão. Então faça de um padrão escolher o caminho aristocrático. O caminho da coragem. Não o caminho da covardia que é ceder as suas vontades carnais.

Faz sentido ou não? Faz sentido pra caralho. Eu fico pensando um dia, próxima vez que vocês forem fazer alguma coisa no Brasil, especialmente se for em São Paulo, forem se encontrar, trocar uma ideia de pretencioso e não sei o que, eu queria estar lá pra gente participar dessa ideia. Vamos numa resenha em casa, churrasquinho. Gostaria de participar, de ver o que... De porra.

Porque eu sei que tem, que nem você falou, tem um monte de coisa que não dá mesmo pra gente ficar trocando ideia aqui, né? Se a gente trocasse uma ideia sem... A gente não precisa só se encontrar quando tem câmera, né? Isso é uma parada importante a lembrar também. É um fato. E eu acho tão legal quando a gente consegue ter conversas, né? Você é um cara legal porque...

você é um cara que a gente discorda de um monte de coisa, mas a gente consegue convergir em um conjunto de coisas, a gente só diverge do como, a gente converge no o que, né? E eu adoro conversar com gente que diverge de mim no como, mas converge no o que. Bom, eu e os meus sócios temos isso, a gente diverge no como, mas converge no o que, né? Aí a conversa fica boa, você tem um outro ponto de vista, né?

Isso é uma das graças da vida, no entanto, me parece. Me parece que para algumas coisas existe mais de um caminho. Ou então tem um caminho que é muito rápido, tem um caminho que é menos rápido, mas ele também chega lá, mas ele é às vezes até mais divertido. E eu gosto dessas, e eu concordo contigo, em várias paradas.

Em várias paradas eu fico, porra, mas e se a gente pensasse assim? E é por isso que ia ser legal a gente se encontrar um dia. Não que a gente não tenha feito isso pra caralho hoje com câmera, mas sem câmera tem um outro conjunto de assuntos. O nível de transparência barra em... Assunto é outra parada, pô. Coisas que tu poderia me perguntar e eu poderia responder. Exatamente.

Eu sei que eu sabonetei aqui umas duas perguntas que tu fez. Eu sei disso, tá ligado? Eu e você já tivemos conversas profundíssimas fora de câmera, que, porra, eram incríveis essas conversas, mas não dá pra ter câmera. É irresponsável. É irresponsável, realmente. Bom, tem mensagem pra gente, Vitor? Antes de ir pras mensagens, no entanto, deixa eu...

Falar para vocês as mensagens dos dois parceiros que estão com a gente aqui hoje, que é a Hashtag Treinamentos, que é o seguinte, não sei se tu conhece, mas ela é uma das principais escolas digitais para o mercado de trabalho da América Latina, cara. E você aí que ainda está patinando em como usar, por exemplo, inteligência artificial, que está... Putz!

inteligência artificial é um chat PT que eu peço pra ele ali uma receita pra eu fazer uma janta com esses ingredientes que eu tenho aqui hoje mas o que eu tô falando é você tá usando isso pro teu dia a dia a inteligência artificial ela tá te tornando uma pessoa mais produtiva

A inteligência artificial está transformando o teu negócio em algo que funciona melhor ou aproveitando uma oportunidade que você não poderia estar aproveitando sem a inteligência artificial? Cara, isso é apenas uma das coisas que dá para você aprender lá na hashtag treinamentos, além de coisas mais... Ressur

como Power BI ou Banco de Dados ou, sei lá, Python, também tem lá. E a gente está com uma parceria que está te dando 500 reais de desconto na comunidade impressionadora, que é basicamente todos os cursos deles. Então, meio que por uma assinatura só, você vai ter acesso a tudo. E para saber um pouco mais, tem o QR Code aqui e o link na descrição. Entra lá que eu acho que você vai se amarrar, especialmente por causa do desconto.

Bom, o outro parceiro que está com a gente é a ACD. Essa daí você conhece com certeza, porque a ACD é quem faz o Teleton na TV há tanto tempo e ajuda tanta gente a continuar se movimentando. Então tem, por exemplo, o Hospital Ortopédico da ACD, que eu já fui lá mais de uma vez, e uma das coisas mais incríveis que tem lá é como eles cuidam.

assim, do nível pessoal das pessoas que precisam da ajuda deles. Então, lá dentro do Hospital Ortopédico da CD tem uma fábrica que personaliza, por exemplo, uma cadeira de rodas para um paciente que precisa dela de um jeito específico. Além de ter todo... Não perde em nada para os principais hospitais de São Paulo. Eu já fui lá visitar algumas vezes, tá?

E, cara, é sempre importante você aí que tá pensando, cara, como é que eu faço pra ajudar isso? Dá pra você usar o Hospital Ortopédico da ACD ou indicar pra alguém que tá precisando de alguma coisa que tenha a ver com mobilidade, né? Sei lá, alguma coisa óssea, por exemplo.

E dá para você doar também para a CD, para ajudá-los a continuar ajudando todas as pessoas que passam por lá ao longo do ano. Então, se você puder, tem o QR Code aqui, tem o link aí na descrição para você ajudar a CD a continuar ajudando a galera. Deixa eu ver aqui o que a gente tem de mensagem. Você mandou para mim no WhatsApp aqui, Vitão? Quando você acha a mensagem, vou reforçar o convite para a turma. Por favor, enquanto isso, eu vou aqui. Dia 25 de maio, agora, segunda-feira, às 20 horas, Ressona Ressona

É aniversário do G4 e a gente presentei o empreendedor brasileiro com uma grande aula, tá? Prática sobre negócios, sobre gestão, vendas, marketing. Eu, Tales Inardon, vou me entregar esse conteúdo gratuitamente pra você online. Então se você é empresário, se você é empreendedor, se você trabalha, quer crescer, se você lidera um negócio pequeno, médio, grande, da indústria, do serviço ou do varejo, na segunda-feira, 25 de maio, 20 horas, a gente tem um convite, uma convocação.

para você estar junto com a gente nessa grande aula, nesse presente que o G4 dá, ou melhor, investe no empreendedor brasileiro. Aniversário do G4, essa é uma grande oportunidade, vai lá no g4.business, vai lá no arroba Alfredo Soares, vai lá no arroba Thales Gomes, bruno.nardon.

tem link na bio, manda direct para você entrar no grupo VIP e automaticamente você receber todo o material, todo o lembrete e estar junto com a gente nessa jornada empreendedora no aniversário do G4. Fica aí a oportunidade para você que está aqui no Flow, que conhece, a estar junto com a gente nessa para conhecer um pouquinho mais do G4, do nosso negócio da melhor forma possível, que é essa aula gratuita.

Segunda, 8 da noite, eu pessoalmente vou te ensinar como aumentar a margem de contribuição do seu negócio e escalá-lo usando AI. A gente é um case disso, a gente aumentou 11 vezes e meia a nossa geração de caixa em 3 anos, aumentando só 10% o número de pessoas que trabalham na empresa e a gente vai te ensinar como adaptar isso para o micro, para o pequeno e para o médio negócio. Se você quiser aprender comigo, é gratuito, dia 25, segunda-feira, 8 horas da noite.

Feito o jabá. Olha quem está de volta aí. Então vamos ver o que os caras mandaram de pergunta para a gente aqui. O Pedro Gil mandou. Salve, salve família. Pergunta para a mesa. Como vocês se mantêm firmes no propósito, mesmo depois de alcançar resultados tão grandes? Tales, eu sigo a Cris e vejo como ela é apaixonada pelo trabalho, mesmo com quatro filhos.

É minha madrinha de casamento, inclusive, uma das minhas grandes amigas. A Cris é uma mulher exemplar, cara. A minha sócia, a Misa, também tem três filhos. É, porra, uma baita executiva. Então, existem essas mulheres muito especiais que conseguem fé.

juggling, conseguem equilibrar esses pratinhos e assim como o Zayn Bolt corre 100 metros e não sei, poucos segundos, entendeu? Assim como o Messi mete dois gols no final de Copa do Mundo, tem suas exceções e tudo. São raras exceções, o normal é que você ser CEO de uma empresa grande...

Bom, eu vejo a minha vida, me consome 14, 16 horas por dia de foco ali no que eu estou fazendo. É difícil você fazer os dois bem feito. Talvez tenha um pequeno grupo de pessoas que conseguiria. Elas são duas delas e devem existir outras, literalmente milhões, em um mundo de 8 bilhões de pessoas. Se você se pautar pela exceção e tentar colocar a exceção como regra, geralmente você vai se conduzir a um erro.

Porra, caralho. Me parece que eu concordo mais contigo do que eu gostaria. Eu só falo a verdade. Calma. Eu faço observações da verdade. Eu não invento nada. Eu acho que o que tá na mensagem é muito sobre como é que continua com fome, né? Mesmo depois de ter alcançado as coisas.

Acho que pelo contrário, acho que hoje a gente usa tudo que a gente alcançou para criar mais estrutura, para ter mais tempo de qualidade, para passar mais tempo no nosso lugar de potência, produzindo e mensurando o resultado da nossa produção para ver se realmente aquilo está valendo a pena. Talvez o dia que o nosso trabalho, que está aqui até essa hora...

não gera impacto e essa mensagem, essa mensuração não chega na gente, talvez realmente seja um momento, como várias pessoas do mercado financeiro, quando dão uma porrada, o cara fica sentado numa casa de campo tomando decisão de operar a ação, de comprar e vender. Eu acho que a gente tem tesão pelo que a gente faz. As pessoas... A gente vive numa geração que teve a benção de ter o poder da comunicação. A gente não depende de um veículo para poder ser um comunicador.

E a gente vê diariamente a nossa mensagem chegando nas pessoas, fazendo a diferença na vida delas, dando motivação. E cada mensagem daquela se torna um combustível e conecta o nosso próprio. Cara, eu vou fazer isso aqui. Depois que minha filha nasceu, teve uma virada de chave muito forte para mim, que tem essa coisa de provar para o meu pai, que é provar para minha filha e ela entender quem eu fui, quem eu sou. E o impacto que o que eu faço gera.

Minha filha tem nove meses. Eu acredito que ela vai entender isso, como eu vi a minha esposa ou a minha mãe separada num shopping, pós-pandemia, com um cara com um filho no colo, que eu nunca vou me esquecer, no Royal Grill do Rio de Janeiro. Chegou um cara com uma filha no colo e falou cara, a tua live salvou meu negócio. Chorando com a filha. Falou, pô, hoje se ela tá aqui bem é porque a tua live fez eu mudar meu negócio e fez me salvar na pandemia. E o orgulho da minha mãe.

Eu quero que minha filha passe por uma situação dessas. Pra minha filha passar por uma situação dessas, são 15 anos, irmão, gerando valor.

São 15 anos trabalhando, pra ela com 15 anos não ter um pai aposentado em casa. Então acho que você vai, renovando a ambição, que eu acho que é uma das coisas que o G4 sempre entrega pro empresário. Pergunte ao empresário que você conhece que foi no G4. Ele certamente saiu mais ambicioso, com mais repertório, mais preparado e com mais tesão no futuro do que o orgulho do passado. Mais comprometido no futuro do que o orgulhoso que ele já construiu. E você vai tendo esses momentos de renovar a ambição.

E criando esses novos objetivos. Eu acho que essa é a diferença da vida de um campeão pra um atleta. Essa é a real. Que aula, hein? Que aula, né? Filósofo. Depois dessa aula aí... Eu gosto de tu pra caralho, cara. É que tu não fala porra nenhuma.

Ele fala assim, se você perguntar pra ele as fases do negócio, ele vai falar. Oi, Bruno, esse ficou me sacaneando, que assim, é difícil, cara, de falar algo que tenha tanto impacto quando você tem dois dos melhores comunicadores, três, né? Do Brasil na sua frente. Tá bom, tá bom. Mas eu acho que todas as suas contribuições foram bem colocadas, viu? É óbvio, pô, senão ele não seria o Bruno Nardão. Ele não teria um terço da nossa companhia.

Tem que ter valor, né, mano? Imagina, um terço dessa porra aqui. O Nadol e a Hat-Rick já, entendeu? Já acertou três negócios.

Mas eu gostei dessa. Essa é a diferença do atleta pro campeão. Já vai botar uma palestra, né? Ô, Itor, tu tem que proibir ele de roubar minhas piadas, o meu conteúdo e fuder minha aula, mano. Pô, não é possível que se permita essa porra. Sete anos passou, mano. Eu chego na minha aula, falo a piada, nego. O Nardão falou essa parada. Não, mas posso falar, nego. Pô da puta, né? Não tem como, mano. Ô, Igor, sabe o que é o problema? Ele dá aula antes de mim, então não tem jeito de eu roubar a piada dele.

É sempre antes de mim. Ou não é depois, ele sempre rouba piada. Ele sempre inventa essas narrativas, hein, malucas. Tem mais uma aqui. O Elias Sabá mandou. Boa noite, pessoal. O que vocês poderiam dizer para um empreendedor iniciante para conseguir evoluir a empresa, principalmente hoje na era de Iá, que tem se provado ser um divisor de águas? Um abraço. Vou te dar uma dica agora. Pega essa sua madrugada, pede desculpa para tua esposa se você for casado.

E vira aprendendo a vibe codar. Pega um problema que você quer resolver e faz o MVP essa madrugada. No final da madrugada, você vai ver, essa porra é um craque, você não consegue dormir quando você começa. Lá para 5, 6 horas da manhã, você vai estar com a solução funcionando e você vai falar assim, caralho, que mundo é esse que a gente está vivendo, irmão? É esse nível. Quando você sai da caverna, é quando você... Você já vibe codou alguma vez, não?

Não. Cara, já sim, já sim, já sim. Já vibe codou, já tirou uma solução? Já, estou fazendo umas paradas bem legais. Não é uma parada assim.

caralho, e não é crack, você fica cracudo naquela porra, você fala assim, meu irmão, esse mundo tá muito louco, tipo assim, faça isso, velho, se você só fizer, se você só sair da caverna, você já vai estar à frente de 90% dos outros empreendedores que provavelmente a grande maioria ouviu falar, sabe que é legal, mas não pegou pra fazer, entendeu? E isso te traz uma oportunidade, que é a primeira vez na história da humanidade,

que a gente consegue transformar uma ideia em produto, em questão de horas, com um custo de, sei lá, centenas de reais ou alguns poucos milhares de reais, dependendo do nível de complexidade que você estiver fazendo. E olha, a nossa geração já foi muito beneficiada, porque eu nasci no final dos anos 80, 87. Então, quando eu comecei a realmente construir negócios de grande impacto e que necessitava de servidores...

que foi ali em 2009, 2010, 2011, já tinha cloud, né? Então eu não precisava comprar ou gastar muito dinheiro para alugar um servidor para poder hospedar as minhas soluções. Então isso já foi um salto quântico para o empreendedor que é a diminuição do custo de testar alguma coisa.

Cara, imagina que é o seguinte, antes dessa geração eu tinha que comprar servidor. Então já era um negócio mega restritivo, porque tinha um capex envolvido ali pra você colocar e testar uma solução. Hoje, cara, isso é peanuts de barato, inclusive tem até voucher pra você fazer isso meio que de graça inicialmente. E você tem o vibe coding, que cara, na minha geração eu tive que buscar dev, aprender a programar, e assim a gente fazia as nossas soluções ali, cara, e tentar aprender dentro de fórum.

e testar, errar e gastar, meu irmão, meses pra sair um MVP que presta ali. Hoje em dia, em questão de duas, três horas, você tira um MVP sozinho, sem saber programar. Então, assim, a gente vive a maior oportunidade de geração de riqueza da história da humanidade. Não estou exagerando. A grande conclusão das maiores mentes do mundo é que IA é pra humanidade o que foi o fogo.

em poder de transformação. E a gente vive essa oportunidade, que a mesma oportunidade que um cara tem no interior de Kixaramubim, o cara vai ter também lá em Munique, na Alemanha.

que é a mesma ferramenta. A conclusão é que o conceito de inteligência mudou radicalmente. Ser inteligente até 2022 era resolver problema complexo. Hoje isso é commodity. Boa parte dos problemas complexos eu resolvo com o meu celular. Então, a mesma habilidade que eu tenho de resolver um problema complexo com um cara no Vale do Silício.

teoricamente pelo menos tem também, porque a gente tem a mesma ferramenta, mas o que vai diferenciar então é a capacidade de ponderação, direcionamento e esforço. E eu sou bem, cara, bulletin brasileiro, porque brasileiro é um povo trabalhador criativo.

É um povo fazedor, mano. Tanto que a gente, pô, conhece alguns empreendedores que tem empresa aberta nos Estados Unidos, que falam pra gente, falam, mano, eu prefiro contratar brasileiro, porque americano dá seis horas, cai a caneta. A gente trabalha mais que americano. Brasileiro é trabalhador, mano. E é criativo, que isso ajuda muito na área. Super criativo. Não, na era da AI, esquece. Você lembra que eu te falei isso? Eu falei, mano, você vai brilhar na era da AI.

E a real é a seguinte, o Brasil que eu venho, eu sou do Brasil de verdade, né? Eu morava numa favela quando eu criei a minha primeira empresa bilionária, que era o Easy Taxi. Morar na favela de Santo Amaro. O Brasil que eu venho, o Brasil que eu conheço e que eu vivi, o Brasil de verdade, é o Brasil de alguém que tem dois empregos.

que pega van, mototáxi, ônibus para poder ir trabalhar. E aí quando você compara isso com o resto do Brasil privilegiado, que é o Brasil que eu faço parte hoje, essas pessoas trabalham tanto quanto ou até mais.

Entendeu? Então, o Brasil é trabalhador. Você tem uma meiuca aqui, de uma galerinha que tá mais preocupada com direitos do que deveres, que ela realmente não produz muito pro país, não. Ela é mais atrapalha do que produz. Mas isso é um... É uma bolha. É uma galerinha ali. Entendeu? O Brasilzão de verdade mesmo, esse cara tá preocupado em como é que eu pego meu ônibus e um filho da puta não roubo meu celular que eu tô pagando de 18 vezes.

tá ligado? Como é que eu consigo garantir que a minha filha, meu irmão, entra no metrô, um filha da puta não encocha ela?

Como é que eu consigo ter certeza que, cara, escândalo do Márcia, escândalo do INSS, escândalo do Postales, porra, para de me roubar, bando de filha da puta. Essas são as preocupações, brasileiro. Como é que eu garanto que eu vou conseguir fazer a compra no final do mês, na hora que eu chego lá e essa porra não tá 10% mais caro? Que essa explosão de inflação por causa de decisão imbecil que a gente fica tomando, achando que dinheiro é só imprimir?

Então, essa é a preocupação do Brasil de verdade. Essas discussões que a gente até teve aqui, ah, a mulher, porra, se considera homem, banheiro. Meu irmão, você acha que a dona Maria, que acorda quatro horas da manhã pra pegar dois ônibus no aval, tá preocupado com essa porra? Com certeza não. Tá cagando com essa porra. Isso é papo.

de privilegiado, entendeu? E é uma pena que a gente vive num país onde os oligarcas que detêm o poder estão mais preocupados em ter discussões ideológicas do que discussões estruturais logo impopulares que podem mudar a curva de juros do Brasil, por consequência endividar menos as famílias e por consequência melhorar a vida do brasileiro. O cara está muito mais preocupado que a próxima eleição, infelizmente.

É, ele tá preocupado com pautas que não mexem o ponteiro, entendeu? Ele não tá preocupado com esse empreendedor, por exemplo, que quer, cara, quer ser um gerador de riqueza, quer construir um negócio, quer empregar a gente. Ele não tá preocupado com esse cara. Ele tá preocupado em discutir escala 6x1, onde a gente vive num país que há 50 anos está estagnado em produtividade. Ele quer piorar estruturalmente a produtividade do brasileiro. Isso é uma pauta tão imbecil, cara.

Não faz sentido. Gente, muito obrigado pela moral. Imagina, obrigado você. Obrigado. Todos vocês, quem falou mais, quem falou menos. Nardom fala pra caralho, não fica quieto. Foi gostoso ver você entregando 200 conto pra ele. Quando você faz esse corte, o cara pode pegar e pode fazer ads? Cara, uma das coisas que eu vendo pros caras é...

um vídeo tipo esse ad aqui feito pra ele fazer ads. E aí ele te paga um valor fixo. Aí eu já não sei qual é a negociação porque quem faz essa negociação é os outros caras que... Cadê? O Henrique deve estar... Sei lá, a Ellen tá ali. É fixo que ele paga? Fixo? Não responde. Pode ser por impressão.

Eu não sei. Porra, eu tô tentando te ajudar. Não, você vai me ajudar, seu viado. Mas tu vai me ajudar com todo mundo olhando, porra? Óbvio. Por que não? Eu preciso vender também, porra. Tudo certo. O que que é? É ruim pro cara. Não é nada. Não necessariamente. O cara só é teu patrocinador porque tu dá dinheiro. Tu dá retorno pra ele. A gente só tá ajustando teu modelo de negócio pra todo mundo ficar feliz. Eu gosto quando todo mundo fica feliz. Bom saber.

Não, gosta, pô, tá maluco. É a parte mais legal da parada, porque quanto mais... Vamos dizer que eu fiz o, sei lá, o Felipe Midi ganha dinheiro pra caralho. Quanto mais dinheiro ele faz. Mais dinheiro eu ganho. Concordo. Nossa máxima no G4, nossa métrica de sucesso é o aluno ganhando mais dinheiro. Pois é. Se o cara ganhar mais dinheiro, ele deixa mais dinheiro aqui, mano. É tão simples quanto isso. A gente tá rico por isso.

Então, muito obrigado pela moral, obrigado pela consultoria ao vivo aqui. É um prazer. E espero a gente continuar conversando no futuro. E resenha no churrasco. Isso, isso. Ó, Thales, essa daqui é a tua câmera. Se quiser falar alguma coisa, essa é a hora.

Turma, a gente está vivendo um momento decisivo na história do Brasil. Eu acabei de voltar dessas discussões e o Brasil está na moda. Tem um termo que a turma está falando que é brasilidades. Então, filme brasileiro está na moda, a moda brasileira está na moda, esportes brasileiros estão na moda, jiu-jitsu nunca esteve tão em alta, por exemplo. Todo Mark Zuckerberg, os caras tudo praticando jiu-jitsu. Brasil está na moda. E Deus é tão bom com o nosso país que ele nos colocou em uma condição que tem agora.

de se o Brasil seguir aquela visão que eu e algumas outras cabeças pensantes que estão advising alguns candidatos à presidência, achamos que deveria ser e a gente validou com quem detém o dinheiro no mundo, quem administra trilhões de dólares. Se a gente fizer esse caminho, a gente conhece um caminho prático, assim como eu sei que o G4 esse ano vai fazer 750 milhões, eu sei que o Brasil vai chegar a ser a top 4 ou 5 economia do mundo nos próximos 8 a 10 anos, se a gente fizer esse caminho.

Que caminho é esse? Existem 6 trilhões de dólares para ser alocados em infraestrutura de investimento de AI nos próximos anos. Existe uma questão geopolítica hoje acontecendo, que é, existe essa cortina de ferro, essa guerra fria entre Estados Unidos e China, e que essencialmente essa é uma guerra de cultura civilizacional. Isso é muito mais do que dinheiro, tá? Tem um play civilizacional acontecendo aqui. Os Estados Unidos precisam ganhar da China.

logo, os Estados Unidos precisam ter condições de ter uma infraestrutura que permita ele continuar os avanços tecnológicos que ele hoje está na frente, para que ele atinja a EDI à frente da China e para que o capitalismo americano continue evoluindo mais, para que as empresas americanas sejam mais relevantes do que as empresas chinesas. E a China faz um excelente trabalho.

os Estados Unidos precisam investir em infraestrutura. As empresas americanas precisam de data center. E data center precisa de microchips. Então hoje, um grande constraint de crescimento do mundo é a produção de microchips. E existe a questão de Taiwan, que China está o tempo inteiro ameaçando tomar, e Taiwan produz a maioria absoluta de chips do mundo, inclusive por empresas americanas, ou controlados por americanos, como a TSMC, que já está tirando um texto da sua produção de lá.

Tem essa janela de oportunidade que vai se fechar agora em pouco tempo que o Brasil tem que fazer uma escolha. Ou nós vamos embarcar na era de transformação de AI, inclusive criar um sandbox regulatório, um conjunto de leis que a gente vai ter que revisitar um pouco das nossas leis ambientais, revisitar um pouco das nossas leis de proteção de dados, revisitar um pouco das nossas leis tributárias para que eu pegue esses trilhões de dólares e atraia um bom pedaço dele para o Brasil, porque os recursos para isso a gente tem.

Ou a gente vai para um play de fazer o que, infelizmente, o governo atual fez agora, que é o redata, que é taxar, se eu não me engano, em 40% em cima de investimentos de infraestruturas de data center no Brasil. Então, enquanto o mundo inteiro está tentando pegar esses 6 trilhões de dólares e trazer para eles, o Brasil está falando, não, não, tira esse dinheiro daqui. Se a gente fizer isso, turma, a gente vai voltar para a Idade Média.

no Brasil, e os nossos pias locais aqui, os outros países da América Latina que tem bons presidentes, como o Caixa no Chile, como o Milley na Argentina, estão fazendo um trabalho infinitamente melhor do que o Brasil, eles vão capturar esse valor e a gente vai ficar aqui a ver navios. Entenda que é o seguinte, o Brasil produz mais energia do que consegue consumir, 85% da nossa produção é limpa. O Brasil tem o maior estoque de água potável do mundo.

O Brasil tem hoje a segunda maior reserva de terras raras do mundo. O Brasil tem todos os elementos para ser nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum nenhum

O grande país da vez. O que a China foi para a industrialização global, o Brasil tem condição de ser como plataforma para escalar AI globalmente. A gente não pode perder essa oportunidade. Cuidado com quem você vai votar em outubro.

Eu não gostaria de estar aqui no Flow gravando podcast. Eu gostaria de estar em casa com a minha esposa. Do mesmo forma que a semana passada a gente estava em Nova York trabalhando, eu preferiria estar em algum lugar fazendo kite. Então, nem sempre vai ter aquele candidato que você adoraria, que você ama, que você concorda com tudo, que você queria votar. Mas pensa que o objetivo primário é tirar quem quer o mal do Brasil.

E aí colocar alguém que não seja esse que quer o mal do Brasil. Aquele que faz, por exemplo, baixa uma lei do Redata que atrapalha, afasta o investimento do Brasil. O PT está no Brasil há 20 anos. Agora que ele vai resolver o problema? Por que ele não resolveu há 20 anos atrás? Será que ele não está na aula de uma transição?

E infelizmente, turma, ou felizmente, só existe uma transição possível. Seja adulto. Adulto faz o que tem que ser feito, não o que quer fazer. Eu também queria fazer um monte de coisa que eu não posso fazer na vida. O objetivo é tirar o cara. Custe o que custar. Depois a gente vê como é que melhora. E tu, Nardom?

Bom, a gente falou muito aqui de impacto, um pouco da história do G4. E eu queria falar um pouquinho aqui para você, empreendedor, que está aí ouvindo a gente, que a grande missão do G4, quando a gente começou o G4, a gente colocou uma meta...

de gerar um milhão de empregos através dos nossos alunos. Isso quer dizer o quê? Essa métrica que a gente perseguiu por tanto tempo, que se a gente ajuda esse dono de empresa a crescer com mais eficiência, ele vai ter mais lucro e mais geração de caixa.

E nenhum empresário bobo, ele vai colocar um pouquinho no bolso, mas ele vai reinvestir no negócio para continuar crescendo. E ao crescer mais, faz com que ele necessite de mais gente para ajudar ele a chegar naquele sonho maior que ele tem. Então, ele vai gerar mais emprego. Uma vez que você gera emprego, você tira ali uma pessoa que talvez receba um salário pior, que tenha uma condição pior e que dependa do Estado para que ela consiga pagar uma saúde melhor para a própria família, pagar uma educação para a própria família.

e pagar uma alimentação melhor para a própria família. E quando ela faz isso, ela acaba dependendo menos do Estado. Então a gente entendeu que o G4, ajudando os donos de empresa a crescerem e terem mais lucratividade, de certa forma a gente está ajudando o Brasil como um todo a depender menos do Estado e gerar mais riqueza e gerar mais impostos que vão ajudar aqueles que de fato mais precisam.

E a gente colocou essa meta para a gente mesmo lá em 2019, que até 2030 a gente queria gerar um milhão de empregos e a gente atingiu já essa meta agora nos meses passados. A gente acabou anunciando isso lá em Nova York, essa semana anterior que a gente teve. Isso mostra um pouco do impacto que o G4 tem.

para o Brasil. A gente realmente acredita que o Brasil é o país da oportunidade, todos nós três aqui poderíamos estar morando fora do Brasil, num lugar com muito mais tranquilidade para as nossas famílias, sendo egoístas nesse ponto de vista, mas de fato a gente está aqui, a gente acredita que o Brasil é o lugar que a gente nasceu, o Brasil é o lugar que a gente gosta, a gente espera que a gente consiga através daquilo que a gente faz, fazer o Brasil ser um lugar melhor para a gente morar e para todos os brasileiros morarem.

Logicamente, a gente tem que tomar decisões mais inteligentes quanto a quem governa, porque a gente consegue ajudar até um lugar, mas de fato o Brasil só muda se a gente mudar a educação básica do Brasil, para que daqui 20 anos essa galerinha nova que está entrando com melhores professores...

com melhor educação, consiga se emancipar e ser menos populista e, de fato, viver o Brasil que a gente sempre sonhou. Então, faço das palavras do Tales as minhas e esse é o recado que eu deixo pra vocês. Contem com a gente nessa jornada. Sigam a gente lá, arroba bruno.nardom, arroba Tales, arroba Alfredo Soares. E é isso aí. Boa. Agora é tu, né? Caralho, viu? Agora aquela lá é tua.

Cara, acho que o que o Tales falou e o que a gente vem gastando bastante tempo usando os nossos canais para trazer essa consciência para que esse ano não se torne um jogo de futebol, uma torcida, mas para que todo mundo tenha consciência que a decisão desse ano...

ela vai literalmente ditar os próximos 50 anos, 100 anos do Brasil. Então, realmente não é por quem você torce ou para quem você gosta, é para quem realmente vai conseguir segurar essas decisões impopulares, quem vai ter coragem de fazer isso, que não está jogando o jogo do curto prazo, mas sim do longo prazo. Literalmente estamos falando de quem vai se sacrificar pelo Brasil pelos próximos 100 anos. Então, todo mundo precisa ter um nível de consciência muito alto.

Agora para o empreendedor, que eu acho que é a mensagem principal, eu acho que sonhar é muito bom, pense grande, execute uma hora ainda, mas transforma o teu sonho em ambição, cara. Cria um plano, começa a aterrissar em objetivos.

Eu acho que no final do dia a gente precisa de um país mais ambicioso. Eu vejo muita gente usar o empreendedorismo para no final do dia virar refém do próprio emprego. Você cria uma empresa para no final do dia ser dono do seu próprio emprego só para não poder se demitir. Mas no final do dia o teu cliente tem o poder de te demitir.

Então, que você use o empreendedorismo como um estilo de vida, que você alimente a sua ambição, que você aumente o seu repertório e o G4 vai ser sempre a casa do empresário brasileiro, onde você vai poder viver a prosperidade sendo admirado pelos outros. E é isso que a gente vê nas 88 mil empresas que confiam no G4. Até dezembro do ano passado, até quase 100 mil já.

e convivem com a gente nesse ambiente onde a prosperidade é bem-vinda, é admirada, é respeitada, e você não é visto como o vilão, que essa é uma grande dor da sociedade, principalmente no Brasil. Então é isso aí, galera. Transformem sonhos e ambição, criem um plano, contem com a gente. Obrigado pelo convite, pela oportunidade. Valeu, cara. Obrigado pela moral. Valeu. E espero estar aqui nessa mesa em outras resenhas, falando de outras coisas sérias, bobeiras, e quando lançar GTA 6, conte comigo se tiver um wiki.

Ali, já pedi licença no trabalho, na família. Isso aí eu vou fazer também. É, uma semaninha ali, pô. Eu vou tirar uma semaninha, mano. Vamos fazer, vamos alugar uma casa, vamos todo mundo levar seus videogames. Vamos fazer isso, um monte dos casados, alugar uma casa, vamos ficar jogando. Vamos ficar jogando, sem parar 24 horas. Uma semana eu acho que a Marcelo não me libera, mas uns três dias ele não...

Bom, muito obrigado pela moral. A gente vai deixar aqui no comentário fixado as redes sociais de todo mundo, tá bom? Pra vocês seguirem ele, se tiver no YouTube, com um clique só, tá? E, bom, entra lá no Discord, cara, que tá aqui na descrição pra você sugerir o próximo convidado ou o próximo tema, tá bom? Vira membro do Flow, porque a gente queria conteúdo exclusivo pra vocês, assim, bastante. Custa menos de R$8,00, não dá nem pra comprar uma seda, tá bom? Até a próxima aí, valeu, tchau.

TALLIS + ALFREDO + NARDON - Flow #605 | Castnews Index — Castnews Index