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DANIEL LOPEZ + RONY VERNET - Flow #602

15 de maio de 20263h37min
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EUA divulga arquivos sobre OVNIs

Assuntos1
  • Ufologia e ExtraterrestresArquivos de OVNIs divulgados pelos EUA · Dinheiro negro e auras brilhantes (Black Money and Glowing Outers) · Programas de recuperação de naves e seres · Denunciantes e whistleblowers · Marco Rubio · Kirsten Gilliam · Chuck Schumer · Special Access Programs (SAP) · Complexo industrial militar · Eisenhower · Segunda Guerra Mundial · Bomba atômica · Programa Blue Book · Corrida armamentista · União Soviética · Rússia · GPS · Naves pousadas intactas · Cavalo de Troia · Acordo com alienígenas · Abdução de pessoas · Mutilação de animais · Máquinas orgânicas · Problema dos Três Corpos · Floresta Sombria · Ilha Sentinela do Norte · Pirâmide de Marte · Marte · Bunkers · Bases submarinas · Apocalipse · Elon Musk · Colonização de Marte · Colonização da Lua · Juízo final · Satanás · Demônios · Anticristo · Reconstrução do Templo em Jerusalém · Trump · Pete Hexet · Jared Kushner · Mastral · Guerreiros da Luz · Teresópolis · Petrópolis · Dilma · Satanismo · Teologia · Anjo do Senhor · Temer ao Senhor · Parábola dos Talentos · ETs e mundo espiritual · Varginha · Rituais · Mago · Pacto com entidades · Cobrança espiritual · Lenda urbana · Intenção e fé · Fenômeno · Alien encosto · Culto ao cargo · Tribo africana · Avião cargueiro · Tom Delonge · Blink-182 · New York Times · Anjo de luz · Nórdico · Ashtar Sheran · Confederação Galáctica · Era de Aquário · Satanás
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This is the flow. Salve, salve, família. Bem-vindos a mais um Flow. Eu sou o Igor. E hoje a gente vai ter um papo aqui, caralho, transcendental, meu irmão. Que hoje tem o Rony Vernet. Tudo bom, cara? Beleza, cara. Obrigado pelo convite aí. E tem também o Daniel Lopes aqui. Obrigado, Igor.

Pô, que alegria estar com você e com nosso amigo aqui, Rony, que é só curupira pra baixo, né? Então, meu irmão, e essa é uma época interessante pra gente ter essa conversa, porque acabou de ter um... Inclusive, eu queria saber de vocês se tem alguma coisa, alguma novidade ali muito interessante que chamou a atenção de fato, mas...

Já vamos chegar lá, eu só queria mandar um salve Para os nossos patrocinadores de hoje Que é a hashtag treinamentos e o G4 De quem falarei já já, se quiser mandar uma mensagem pra gente Quer recorde aqui, LivePix O Vitão vai escolher as 5 melhores aí Mandar para eu ler, ou então aqui no link na descrição Fica à vontade, manda que a gente vê aqui no final Tá bom? Cara, então, eu vi um vídeo Que era um floco de neve gigante

se mexendo, parecia que ele vinha soltando uma fumacinha, o James mostrou hoje, tá ligado? Que eu fiquei, que negócio estranho, né? Então, e essa e outras coisas vieram a público recentemente.

Agora que eu entendi que você falou o que é o floco de neve. Isso, é um floquinho de neve. Só que ele estava black, né? Isso, é. É que eu falei que floco de neve é isso. Esse é floquinho de neve. Um flocaço de neve. Um flocaço gigantesco. É aquele cristalzinho, né? Parece um pouco o cristalzinho. Pelo menos os caras não estão dizendo que sabem o que é. Eles estão dizendo, inclusive, que nem sabem o que é, não é?

saber eles sabem, mas estão de palhaçada com a gente na minha opinião porque assim, eles estão liberando alguma coisa que tem uma forma parecida com o que já foi relatado ah não, isso daqui é um lá lá lá, já ouvi isso aqui várias vezes antes alguma novidade, tem alguma coisa interessante por que eles estão soltando isso nesse momento? tem algum ganho político? o que está acontecendo?

Isso aí começou em 2017, lá no governo Obama, final do governo Obama ainda, quando o New York Times soltou uma matéria chamada Black Money and Glowing Outers, dinheiro negro e auras brilhantes, onde eles revelaram que tinham 22 milhões de dólares que tinha sido colocado num órgão do governo, na época chamava ATIP ou ALSOP, tinham dois nomes.

E eles falaram, estão pesquisando. E foi um choque porque desde a década de 60, Livro Azul, vários outros projetos, eles falavam que nunca interessaram em pesquisar isso, não valia a pena, gasto de dinheiro, e por trás dos panos eles pesquisando. Então, saem no New York Times, e ligado naquela época, o New York Times muito ligado à parte do Democrata, a Obama naquela época, e aí o Obama na época não se pronunciou, muita gente começou, vários cientistas começaram a rar, vão começar a interessar em criar projetos por conta dessa matéria do New York Times.

E aí começou a evoluir. O que aconteceu a partir daí? Entrou o Trump em 2018, né? E os deputados de ambos os partidos ficaram revoltados porque eles não sabiam que esses milhões de dólares estavam sendo colocados nesse programa.

Ele falava, não, peraí, temos que... A gente está aqui à toa, então? A gente que aprova, faz a legislação e está aqui à toa? Então foram atrás, começaram a ficar bem raivosos com isso, começaram a perseguir para saber de onde estava vindo o dinheiro que a gente tinha aprovado, etc. Entendi. E aí começaram, desde então, a ir atrás de todas as agências, da CIA, da FBI, da Força Aérea, pesquisar esse assunto. E começaram a criar leis.

Então foram evoluindo em 2019, 20, 21, várias leis foram criadas para ir revelando informações.

E aí nesse meio tempo um vídeo ou outro era revelado. Não igual a esses que passaram aqui, assim, flocão de neve. Algo menos, assim, estonteante, assim, menos grave, assim. Como o quê? O que era menos grave? É, pontinhos de luz.

É, né? Esferazinhas passando de longe, né? Aquilo que tinha pouco impacto, dava pra você... Ah, isso daqui é uma, sei lá, uma luzinha. Não era uma porra de um flocão de neve bem evidente que é um troço esquisito voando, né? E assim, e proposital, era como se fosse assim, pô, deputado, você tá mexendo o saco aqui, eu vou te dar aqui um videozinho, eu vou revelar pra falar que eu tô trabalhando aqui e não tô acobertando o assunto.

Só que os caras dos deputados são malandros, né? Tem muito tempo de político e foram indo atrás, atrás, atrás, até que conseguiram conhecer os denunciantes. Quem são os denunciantes? Os caras que tiveram contato com os programas de recuperação e girem reversa. O que é isso? Caiu uma nave ou uma nave pousou, você recupera, ali dentro vai ter seres, você começa a explorar tecnologicamente as naves e os seres. Pra descobrir o que é aquilo. E claro, transformar em arma. Então, peraí. Parênteses aqui.

Em que medida, vamos lá, esses documentos provam, ou essas revelações que o Tem soltado aí indicam, em alguma medida, que isso aí de fato rola? Que existe alguém estudando alguma tecnologia esquisita?

Então, os denunciantes já falaram, os locais onde estão as naves, os seres, já falaram quem estudou. E agora os deputados estão fazendo o quê? O dever de casa de judicialmente, indo atrás e obrigando, eles chamam de supina, né? Você obrigar o cara, forçar coercitivamente a revelar essas informações, porque se você pedir para a CIA, não vai sair nunca.

Então eles estão supinando lá os caras que basicamente... Supina é intimação, né? Agora, Daniel, você é o seguinte, olha só. Beleza. Tu vai manjar... Opa, peraí. Por que que esse movimento... Esse movimento tem alguma implicação política, eu imagino. 100%. Porque quem é que está pondo para frente? É a oposição?

Não, infelizmente, ou felizmente não, curiosamente, depois de me corrigir se eu estiver errado, Rony, me parece que é bipartidário. Os dois partidos estão patrocinando essa brincadeira aí. O que o Trump está achando de... Isso é o maior ponto positivo desse assunto, porque tudo assunto tem divisão. Esse assunto é um raro assunto que os caras, desde lá em 2017... Rolou um consenso, né? Em 2017 era Marco Rubi, que hoje é o braço direito do Trump, secretário de Estado, junto com a Kirsten Gilliam, que é do Partido Democrata, poderosíssima.

Junto com o Chuck Schumer, que é o mais velho senador de todos que está no Congresso hoje, e é democrata. Então, assim, esse é um ponto positivo que os partidos vieram juntos.

Mas tem uma questão política, não no sentido política partidária, no sentido de jogos de poder. Acima dos partidos. Existe. Vamos lá. Qual é a posição do Rubio e do Trump nessa matéria? Eles querem, ambos querem que isso seja revelado. O Marco Rubio já tinha participado de um documentário, antes dele virar secretário de Estado.

falando positivamente. O Marco Huber era do Comitê de Inteligência do Senado. O Comitê de Inteligência do Senado é um comitê que tem informações privilegiadíssimas, que é como se fosse o maior acesso que o sistema público tem de projetos secretos, que eles chamam de Special Access Programs, SAP.

Então, esses projetos são completamente secretos, muitas vezes passam por fora da presidência do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, e a galera está descobrindo que aí tem uma coisa interessante, porque muitos militares e civis que participavam desses projetos, que assinaram termos de sigilo e tal...

dizendo que se ele revelasse ele ia ser preso, eles agora estão descobrindo que, como o projeto é secreto e se é secreto é ilegal, ele não pode ser preso por um negócio que não existia, entendeu? Então aí eles estão criando toda uma legislação, já até o Stephen Greer e outros ufólogos lá, estão escrevendo para o Trump, já pronta ali medidas provisórias ou ordens executivas.

para que ele possa autorizar esses denunciantes, esses whistleblowers que eles chamam, para dar um salvo conduto para o cara. Irmão, o projeto de setado é secreto, não existia oficialmente, então pode falar o que você quiser. Eles podem até querer te matar, mas te prender não vai ser. Então ele está tentando dar uma segurança para os caras que participaram desses projetos para falarem, porque era tão secreto que era ilegal nesse sentido, clandestino, são projetos clandestinos.

Agora, a grande briga é que ali eles têm acesso a certas tecnologias de propulsão, de energia, que se fosse do conhecimento público, a gente nunca mais ia precisar pagar a conta de luz. Essa que é a raiva que o cara fica. A próxima coisa que eu ia perguntar é a quem interessa manter isso escondido. Quem está mantendo escondido é o que? O Serviço Secreto Americano.

São vários serviços, existem 16 agências de inteligência que a gente conhece, deve ter outras que a gente não sabe. Mas, por um lado, você tem aquela questão do impacto na opinião pública ou na visão de mundo, na cosmovisão da sociedade. Por exemplo...

não sei se ouviu falar nisso teve um deputado que teve acesso a uma parte desses documentos que estão para ser revelados e ele é cristão e ele ficou escandalizado com o que ele viu ele reuniu um grupo de pastores de grandes igrejas e falou, vocês tem que preparar a explicação que vocês vão dar para as suas ovelhas

Para os cristãos, senão os caras vão charopar. Porque o discurso que está vindo é o seguinte, os alienígenas que inventaram essa história de religião só para dominar a humanidade, então Deus não existe, não existe Jesus, isso é tudo mentira. Então, como é que o povo recebe isso? Então, se a informação vai por essa linha, tem gente que fala, se é isso é melhor não revelar, senão a galera vai entrar em parafuso.

Então, por um lado tem isso. Por outro lado, tem os caras que querem que o povo continue pagando contas de luz e botando gasolina no carro. Porque se você está falando de propulsão ali que é renovável e gratuita, você nunca mais vai precisar gastar dinheiro com combustível. Não só isso, você tendo energia gratuita no mundo, você acabaria com a pobreza até. Você vê a situação que está agora em Cuba. Cuba hoje declarou que acabou total o petróleo. Eles estão na escuridão total.

blackout e a galera tá na rua lá pedindo socorro, porque o Trump fez um bloqueio e ele não tem energia pra nada, né? Então tá lixo na rua, uma confusão do caramba. Então resolveria um problema desse. Então tem gente que não quer que seja revelado pelo impacto mental, psicológico, pensando na psicologia social, na ordem social.

para o pessoal não ficar escandalizado, sem chão, sem rumo. Por outro lado, há um interesse que certas tecnologias não sejam liberadas para manter o povo dependente do petróleo, de pagar conta de luz e de pagar posto de gasolina. E tem uma questão também. Muita gente pergunta assim, mas o Trump não tem a credencial top secret, pode liberar tudo?

Pode, porém o seguinte, cada projeto tem lá um marco top secret e uma lista de pessoas que podem acessar aquele projeto específico. Então não é porque eu sou presidente e eu tenho top secret que eu posso acessar tudo. Eu posso acessar aqueles projetos top secret que o meu nome está na lista para acessar aquilo. E tem vários deles que não interessa o presidente. Pra gente ficar só quatro anos, eles consideram que o presidente é um cara temporário.

Pô, daqui a quatro anos ele vai sair, vai vir outro. Então não interessa, esse projeto é de dez anos, não interessa esse cara saber disso. E nem precisa, talvez. E aí o que acontece? Tem até um cara chamado Timothy Taylor da NASA. Cara, será que existe alguma coisa no Brasil que é assim, transgovernante? Tipo, além de quem está no poder? Porque eu não consigo...

É? Mas tá bom, desculpa, a gente volta nessa depois, continua aí. Sim, porque, e o seguinte que aconteceu, esses caras foram começando, esses funcionários de carreira foram começando a ficar poderosos, poderosos, ter conhecimento e tecnologias que ninguém tem acesso, os humanos normais não têm acesso, eles viram que, principalmente quem? A CIA e o DOE, que é o Departamento de Energia, que é o órgão que detém os segredos nucleares.

Que começou lá em 47, Copenhague, etc, os caras foram ficando poderosos, poderosos.

E hoje tem, por exemplo, um outro pacote de documentos que é lei atômica. Se tu carimba como lei atômica, uma lei lá de 46, ninguém mete a mão. Some, aham. Já é a gaveta dentro da gaveta. Tá bom. Então os caras começaram a ficar poderosos, poderosos, começaram a absorver conhecimento, ter acesso à tecnologia que ninguém tem acesso, que a gente nem sabe quais são.

E aí eles criaram uma casta e falaram assim, pô, só que a gente é governo ainda. A gente está sujeito ao Congresso, sujeito à lei de acesso à informação. Como é que a gente se livra disso? E aí veio, na época do Eisenhower, presidente, o complexo industrial militar. Foram-se criando empresas, corporações privadas, que é como se fizesse parte do governo e que você pega esse material, documentos, a nave, os seres, tudo, e joga na mão desses entes privados. Por que foi propício na época do Eisenhower?

Tem alguma particularidade? Tem. É o contexto da Segunda Guerra Mundial, né? E aí tem aquela lenda de que o Eisenhower foi o cara que foi visitado pelos alienígenas e eles propuseram pra ele uma aliança. Eu não sabia que tinha essa lenda, não. É, a gente dá tecnologia pra vocês e em troca de vocês liberarem a gente fazer experimentos com as pessoas.

Nessa época A gente tava vivendo Um mundo bipolar Estados Unidos poderoso pra caralho É a ordem mundial após a segunda guerra Porque os Estados Unidos É protagonista nessa porra de alien Porque eles correm atrás de busqu...

Se teve aqui um negócio em Varginha, tem a história de que eles vieram buscar. É por isso que eles são protagonistas nessa história? Ao meu ver, o que acontece? Quando eles começam a testar... Quando que eles viram protagonistas? E chama a atenção pra mim dos fenômenos dos seres. Quando começam a testar a bomba atômica?

Ah, você tinha falado isso. É por causa do fluxo de energia. O que acontece? E aí, cara, tem várias hipóteses que a gente pode colocar. Os seres são benevolentes. Para mim não é isso. Mas muita gente fala assim, os seres são benevolentes e não querem que a gente se destrua. Então, como eles são muito bons, eles vêm para intervir.

Mas se a gente lembrar... Essa é a versão Tickerbel. É. Na mesma época, eles acionavam, desativavam os mísseis nucleares americanos e iam na União Soviética e ativavam. Então eles queriam causar, na verdade, era uma guerra, eles queriam destruir isso aqui. É que o pessoal só viam lá, não, eles eram bons e fãs até desativar os mísseis. Aí não lembram o que ativaram na União Soviética. E tem outra coisa, né, Rony? Que as armas nucleares conseguiam derrubar as aeronaves.

Então eles tinham interesse de desativar as armas porque eu sabia que era um problema pra eles, né?

Há um... Há testes do programa Blue Triple Guild, se eu não me engano o nome é esse, em que eles faziam... Eles jogavam a bomba nuclear e ela explode a tantos de altitude no ar. Aí gera um pulso eletromagnético. Aí gera um pulso eletromagnético e estava caindo nave nessa época por conta disso.

E aí os caras, os seres devem ter falado assim, pô, peraí, tá mexendo com a gente. E outra, quem são os poderosos que a gente vai dialogar esses caras? E aí que começa a interação, não só com os Estados Unidos, mas também com a União Soviética. A Academia da União Soviética, de ciências, pesquisou esses caras muito. E aí os denunciantes falam que tanto os Estados Unidos quanto a União Soviética, agora a Rússia, né, tem as naves e os seres.

E aí ocorre essa corrida, essa guerra fria pra ver quem consegue descobrir primeiro como é que funciona a tecnologia. Esse é um dos motivos da revelação do Acontecipo agora. Um doce, pode ser, umas hipóteses. E por que vocês acham que eles permitem, eles sabem que a gente tá estudando a tecnologia deles, né? Por que vocês acham que eles permitem isso? Eles não podem vir aqui só tomar essa porra?

Então, a gente... O GPS, eu vou dar um exemplo. O GPS foi criado em 1969 pela Marinha Americana. Ele chegou no Brasil só no ano 2000, mas só para transporte de carga de alto valor e começou a ser usado no Brasil em 2010 para a galera dirigir.

Só que você estava em Osasco, ele falava que você estava em Niterói, que é uma precisão horrorosa. Ou seja, eles tinham uma tecnologia muito boa, liberavam só o pangaré do negócio ali, a xepa. Eu acho que quando eles liberam algumas coisas e deixam as pessoas saberem alguma coisa, é só a pontinha do iceberg.

O bom ele não manda não. Tipo os Estados Unidos na época do Juscelino Kubitschek, eles mandaram carro para o Brasil, mandaram só os carros mais podres lá que ninguém queria mais, entendeu? Eles deixam sair só a informaçãozinha que não vai dar aos seres humanos uma vantagem que possa trazer perigo para eles mesmos. E tem uma coisa também, o que acontece também quando começam os testes atômicos, os seres começam a pousar naves intactas. Os denunciantes chamam de sites de doação.

Pessoal acha que é só nave acidentada, que caiu e etc. Não, tem naves pousadas intactas que foram deixadas para os Estados Unidos pegarem e recolherem. Agora, por que isso? Pra mim é isso aí. É como se fosse um cavalo de Troia. Vamos primeiro estabelecer, colocar a bandeirinha. Tem alguém mais poderoso que vocês. Então não brinca com a gente não. E toma uma tecnologia que talvez vocês vão ficar aí 70 anos e nunca vão conseguir desvendar.

e vocês vão ficar se enrolando e numa guerra com quem? Com a União Soviética, porque eles vão ficar desesperados, porque a União Soviética está tentando mesmo ao mesmo tempo. E aí começa a ser essa guerra fria. E outra hipótese, que é a do acordo, é, ok, eu vou pousar aqui porque eu fiz um acordo com você, para te dar tecnologia para você manter-se como superpotência, e eu vou te tirar uma coisa, obviamente, em troca nesse acordo, que a gente não sabe o que é.

Que pode ser uma coisa muito bizarra. E esse seria um dos motivos, talvez, desse segredo. O governo não assumir que assumiu um acordo na época de Eisenhower de que, em troca de tecnologia e se manter no poder, ele ceder uma coisa, às vezes até humanas, a humanidade, em troca daquilo.

É, você pode abduzir pessoas e sequestrar pessoas que a gente vai fingir que não sabe nada. Mutilar animais, mutilação de animais. Aí o governo, não, não fiquei sabendo, não sei o que é. É porque eles fizeram um combinado, né? Aham, aham. Entendeu? E aí, então... Tá, porque essas tecnologias, vamos dizer que a gente...

É que assim, os caras às vezes subestimam a nós também. A gente faz uns troços legais. Faz, cara. A gente faz uns troços legais. Tem coisa que atrapalha. É. É. Tem coisa que atrapalha. Você já ouviu falar das máquinas orgônicas? Que os caras... Não é uma máquina tão complexa que derrubava os ovnis, pô. Aí os caras ficavam chateados, entendeu? Coisa relativamente simples.

derrubava os ovos. Os ovos, dava interferência no sistema de propulsão dele lá. O pessoal tem essa visão de que, pô, esses seres são seres que estão há um trilhão de anos avançados, pode não ser. Pode ser algo que está já há 100 anos, 200, ou pode ser seres que vivem aqui, que evoluíram um pouquinho mais que a gente só e que estão sujeitos ainda a falhas, porque se você é uma bomba atômica, tem uma descarga eletromagnética e derruba, não é algo tão avançado assim. Os caras falam da... Tem aquela trilogia do problema dos três corpos, né?

O primeiro livro é o Problemas dos Três Corpos, o segundo é a Floresta Sombria, o Floresta Escura, o terceiro é o Fim da Morte. A ideia da Floresta Sombria é o seguinte, que existem vários seres no universo lá, alienígenas e tal, só que ninguém fica querendo aparecer muito, que se aparece alguém vai, opa, o que tem aí? Vai lá e vai lá ver, né? Então é como se eles comparam com a ideia da Ilha Sentinela do Norte.

que é uma ilha que tem perto ali da Índia, e é uma ilha em que o povo nativo não teve contato com a humanidade, então eles não sabem nem que existe a humanidade.

Então a galera protege aquilo ali. Tipo, ninguém interfere lá para não estragar a cultura dos caras. Só que é como se fossem os alienígenas com relação ao planeta Terra, né? Deixa eles lá, não vamos ficar interferindo, não. Só que aí, vamos supor que a galera está protegendo a ilha e de repente a galera da Ilha Sentinela do Norte e os índios explode a bomba atômica.

Aí você fala, pô, peraí, com isso aqui a galera pode não só destruir o meu planeta todo, mas me atrapalhar também. Aí você começa a ir lá e falar, peraí, vou ter que interferir na parada. Eu estava até na política da boa vizinhança, deixar eles quietinhos, mas agora eu vou ter que interferir porque está oferecendo um problema para mim também.

E esses caras, e assim, eles, se for uma coisa parecida com isso que você está falando, a gente então está falando de... A gente está habitando mais ou menos o mesmo espaço, em alguma medida. Mas esse estar no mesmo espaço é estranho para a gente, porque...

Quando a gente olha, a gente não vê. Então, não é em Marte que esses caras estão. Não é na Lua. Pode ser também. Mas a gente não está vendo. Não, tá, pô. Você nunca viu a pirâmide de Marte, não? Lá, Sidônia.

O rosto de Marte. Nunca viu, não, pô? Isso aí é umas montanhazinhas e a sombrinha. Tem umas paradas estranhas lá, meu irmão. Tem umas paradas estranhas. Você já viu esses negócios de Marte? Sim, sim. Não é estranho? É. Você que é um homem da ciência. Pode ser que seja uma civilização. O pessoal fala que antigamente Marte era habitado. Tinha atmosfera, né? Marte talvez tinha uma civilização lá. E aí talvez teve um cataclisma lá e os caras estão no subterrâneo.

É. Vamos supor. Que é o que os bunkers que os poderosos estão fazendo aqui na Terra, né?

O medo é que a Terra vire um Marte daqui a pouco. É, cara. Vai virar um pouco no Apocalipse, mas depois volta. É que nem uma parte desses seres, esses fenômenos saem muito dos oceanos, né? Eles saem dos oceanos pra aí perturbar os caças, as navios nucleares. E aí um deputado, Tim Bush, que é um desses caras que tá nessa revelação de segredos, já falou que tem seis bases que eles já mapearam. Tem seis bases. Caralho, esses seis vão muito rápido, mano. Calma aí.

Ficou tonto aí, pô? De repente tem seis bases de coisas que saem do oceano pra derrubar avião, mano. Você toma os troços e depois bota a culpa no Rony. É maldade, pô. Eu tava ainda pensando, como é que pode o cara estar no subterrâneo de Marte? Na Terra é impossível, porque o planeta rochoso, não dá pra gente ter... É impossível nada, pô, que isso? Não dá pra gente ter uma civilização... Dá, pô.

Não dá pra ter 600 trilhões de pessoas. Dá, pô, lógico que dá. O espaço é muito mais monitorado e estudado do que o fundo do oceano.

Não, eu estou falando na Terra. As bases preparadas para a Terceira Guerra Mundial ficam embaixo de cadeias rochosas, montanhosas. Segura legal. É verdade. Se a gente não estiver pensando em 8 bilhões de pessoas. Na Rocky Mountains, nas montanhas rochosas, as bases são todas, tem várias ali. Você pode jogar alguns quilotões de bomba atômica ali que ela suporta legal.

Os caras estudaram muito antes de gastar uma grana. Nós vamos morrer aqui no Brasil e os caras vão ficar vivos lá, os filas da puta. Vão nada, vai dar zebra. Sabe por que eu sei? Está na Bíblia. A Bíblia diz que no capítulo 6 do livro do Apocalipse, quando Deus começar a derramar a punição para os rebeldes e poderosos, eles vão se esconder em cavernas embaixo das montanhas, mas não vai adiantar nada que eles serão destruídos da mesma forma.

Então é um recadinho para os poderosos. Estão achando que vai dar olé em Deus? Não vai dar, não.

Você vê como é que a Bíblia é curiosa, né? Já falava isso lá no final dos tempos, e aí entra uma história loucaça. Queria até ouvir a opinião do Rony sobre isso. Quando a gente vê Elon Musk querendo fazer colonização de Marte ou da Lua, existe uma linha de pensamento bem louca, e eu estou falando que é louca, eu estou propondo aqui uma reflexão especulativa, que esses caras já sabem que está vindo essa punição do Apocalipse, que o Apocalipse é a destruição daqueles que se aliançaram com as trevas, com Satanás e com...

os demônios, que pode ser essa aliança com os alienígenas também, se eles são demônios. E aí, o que eles estão fazendo? Eles estão criando uma série de estratégias pra tentar se proteger desse juízo que Deus tá pronto pra mandar. Entendeu? Então aí vem as grandes bunkers e a ideia de colonizar outros planetas. Mas isso aí não dá pra eles, então, vamos lá. Também tá escrito na Bíblia que ninguém sabe a hora e nem o dia. É, mas o ano, às vezes, pode saber a década, né?

O dia nem a hora. O mês. Calma aí, cara. O segundo minuto. Tá bom, tá bom, tá bom. Mas isso não independe de quando que é, entendeu? Mas tem os sinais. Quando Jesus fala isso, ninguém na Terra sabe o dia nem a hora, só o Pai que está nos céus. Aí ele fala, mas porém existem os sinais. Quando o céu está escuro, você sabe que vai chover. Quando o campo está branco, está vindo a colheita.

Então, esses sinais vão te dar as pistas de guerras, rumores de guerras, o amor se esfriando, o pai levantando contra filho, filho contra pai, terremotos e pandemias, mazelas, pragas. Então, tem uma série de sinais que vão mostrar que está chegando perto.

Cara, a gente acabou de ter uma pandemia. Agora a gente está ouvindo falar em Terceira Guerra Mundial toda hora. O mundo está com uma confusão do caramba. Está aparecendo aí um monte de floquinho de neve estranho. Então, são vários sinais que você vai somando ali na checklist. Você fala, irmão, acho que está parecido. Outros sinais. Israel voltou a ser um país em 1948.

estão querendo reconstruir o templo em Jerusalém, que para o apocalipse acontecer tem que ter um templo, porque o anticristo vai se assentar no templo e vai exigir ser adorado como se fosse Deus. E o Trump já falou que ele quer reconstruir o templo, até o Pete Hexet, que é o secretário da guerra lá, já falou isso também. Então tem vários sinais que estão apontando para isso. Pode ser que demore ainda um bilhão de anos, mas...

Tá bem, o checklist... Você acha que o Trump que vai sentar lá ou é outro? Não, acho que não é o Trump não, que ele já passou da prazo de validade. É, tá coroa. Ele tá com problema de DNA. Data de nascimento avançada. Entendeu? Não dá, tem que ser um cara mais novo. E eu revelo aqui pra vocês, ó. O anticristo, ele nasceu em 1971. Quem é? Não sei, cara. Aí tem que procurar, porque o Elon Musk não nasceu em 71, né? O Jared Kushner também não. Então, eu tiro isso aí, cara.

Mas não posso falar. O cara tirou do cu total, mané. Não tirei, não. 1971 o cara nasceu. Foi do testículo. Entendi. Foi um pouquinho passivo. Inventou o máximo. Não, isso rola dentro dos círculos profundos do satanismo. Tá em alguns livros isso. Cara, quem falava... Lembra do Xaráê? Lembro. Então, Xará liberou umas paradas dessas. Entendi. Nos livros dele tem. Deu spoiler.

Entendi, entendi. Não, é verdade. Guerreiros da Luz, volume 2, capítulo 52. Caralho, cara. Como é que tu decora essas porras? Eu leio isso o dia inteiro, né? Procurando as pistas, né? Entendi. Porque, ó, vou te falar. Esse cara... O cara mandou umas paradas. É porque a galera não conhecia ele. Eu conheço...

o Mastral, desde que eu era adolescente. Não pessoalmente, eu sei quem é e eu frequentava as palestras dele. Eu e minha esposa. Inclusive, a primeira palestra que nós participamos aconteceu algo estranhíssimo. Foi em Teresópolis. Você conhece Teresópolis, né? Você sabe que Teresópolis, assim, no verão, às vezes tem uns temporais que destrói tudo. Teve aquele... Lembra quando Petrópolis caiu, morreu gente pra caramba?

Então, cara, foi numa época, acho que era no verão, chegou no final do dia, começou a armar uma tempestade, eu virei para minha esposa, que na época era minha namorada, falei, acho melhor a gente ir embora antes de cair o temporal. Ela falou, acho bom também que o seminário começou 9 da manhã, já era 6 da tarde, já está bom de conteúdo.

Aí, na hora que eu entrei no golzinho que a gente tinha, gol special, né? Que era 1.0, que era o mais fuleiro da cebola, né? Aí, cara, eu virei a chave do carro, zero. Não deu nenhum sinal. Falei, meu irmão, isso aqui parece que é bateria, né? Carro novo. Devia ter nem um ano de uso. Na hora que eu abri o capu do carro, sabe aqueles negocinhos que encaixam na bateria? Estavam soltos assim, ó, pra fora. Falei, ué?

Como é que pode isso? Troço solto. E aí eu olhei e falei, e agora? Eu não tenho a chave de fenda para apertar o parafusinho para fixar, né? Aí na hora que eu apoiei, o negócio fez... Agarrou. E eu puxava e não saía mais.

Falei, meu irmão, não tá normal essa parada, não. Então foi uma coisa estranha. O que é isso, Daniel? Não sei. Mas é estranho. É estranho. Ela tava comigo. E várias vezes que eu estive com ele, ou que ele esteve em alguns lugares, aconteciam coisas estranhas. A televisão caía, teve gente que quebrou o braço, teve gente que morreu depois do negócio. Caralho, pois é, né, cara? Mas a gente tá falando de um cara que ele... Ah, sabe o que eu ia te falar? Desculpa interromper.

deixa eu falar isso de um jeito legal pra eu não me comprometer também quem conhecia o trabalho dele já sabia que a Dilma ia sair

porque ele já tinha mandado essa. A gente sabia que ela ia sair, o vice ia assumir. O cara mandou isso muito tempo antes. Tu viu umas palestras dele, então ele já era respeitado há muito tempo. Início dos anos 2000 já bombava. E aí a gente está falando... No círculo evangélico, depois com o podcast furou a bolha. Então, isso que é interessante. Aí furou a bolha. Era exatamente isso que eu ia falar, não do podcast, mas do círculo evangélico. Que ele é um cara que ele... ... ... ... ... ... ...

ele era satanista, né? O discurso dele era esse. Ele contava uns casos, assim, bizarríssimos. Ele me contou uns casos de umas invocações bizarríssimas. Aí tá tudo no... O cara tem mais de 20 livros. Pois é. Tá tudo ali. E aí, ele tinha essa aura aí, num troço, assim, bad trip. As pessoas em volta dele...

Aconteciam umas coisas estranhas. Umas coisas estranhas, né, cara? Aconteci. Isso é fato. E esse cara, ele tentou sair da parada. Ele, tecnicamente, foi para o caminho da luz, né, cara? Exato. E não sei, olhando, não me parece ter funcionado. Então, sabe o que é? Deixa eu te explicar. A gente vai para a teologia, né? A Bíblia fala assim...

O anjo do Senhor acampa ao redor daqueles que o temem e os livra. Então, a Bíblia não fala o anjo do Senhor acampa ao redor de todo mundo e livra todo mundo. Falou que é quem teme. Temer ao Senhor é você acreditar que ele é Deus e que o que ele falou é verdade. Então, você se adequa ao que ele diz para você fazer.

Vamos supor, ele fala, cara, não minta, não roube, não fale mentira, não faça isso, isso, isso. E pelo contrário, ajude o pobre, ajude a viúva, ore por quem está necessitado. Então você tem que deixar de fazer algumas coisas e começar a fazer outras. Se você começa a dar mancada nessas coisas, esses anjos que estão te protegendo saem de perto. Entendi.

Captou? Captei. Eu acho que foi nessa linha. Entendi. Mas é muito doido como nunca fica pra trás, então, né, Rony? Você tava falando que pessoas que se envolvem muito profundamente...

Porque da outra vez que a gente conversou, eu entendi que a tua tese, segundo a tua tese, ETs e o mundo espiritual se misturam. É igual a suvaca e a axila. Tem uma fusão ainda. Então, uma pessoa que lida com esse tipo de coisa, acaba sendo perseguida de alguma medida. Da outra vez a gente falou um pouco sobre os caras lá em Varginha.

E toda a... Os rituais. Toda a bad trip que tem em volta disso. Você falou perseguido, mas perseguido se você confronta. Porque às vezes se você está aliançado com eles, eles vão te...

Até te levar a virar um bilionário, um poderoso. E por que os caras recusam? Chega uma hora que os caras recusam, será? Eu não sei se o cara lá de Varginha, o mago lá, ele quis recusar alguma coisa. Acho que o troço é só... Ele só perdeu a linha do que ele tava fazendo, né? Ele não recusou nada, não. Ele tava fazendo ritual pra ficar... Ali é o seguinte, o cara pedia tudo, ganhava tudo, chega um momento que vem a cobrança, né?

E aí quando veio a cobrança, aí cometeu uma doença com ele, nasceu um negócio no pescoço dele que ninguém sabia o que era, acharam que era um tumor, não era. Era uma substância maluca. E o cara foi adoecendo, e ele falou que virou um corpo seco. Ele foi defiando, defiando, defiando, até virar quase um esqueleto e aí morreu. Ficou 15 anos acamado. Então é como se a cobrança viesse. O cara ganhou, prosperou, teve tudo e depois foi levando os filhos.

Às vezes ele não entrega o que o bicho pede, né? Porque chega um momento que ele fala, ah, me entrega um bode, me entrega um cabrito, me entrega um touro, me entrega teu primeiro filho, primão. Ele fala, não, aí não, a bicha, não, mas, poxa, eu te dei as paradas, aí o cara, não, isso eu não vou entregar, não. Ele fala, então tá bom. É tanto que o filho dele que morreu...

Tem um pilar que está até hoje na casa dele, um pilar escrito em sangue com o nome do filho dele. E a história é que aquilo foi parte do pacto para vender o filho nessa cobrança. Falou, é sua hora. Não, agora não dá para ele não. Então eu vou querer levar teu filho. Acabou que ele levou, logo depois levou o filho. Eu lembrei de uma lenda urbana, que é uma lenda que é curiosa.

Você já viu que tem vários cantores que às vezes é dupla e um morre e fica só o outro? Então, existem lendas que no pacto uma hora o cara fala, tu vai ter que entregar o outro. Não que o cara foi lá e matou o cara, mas ele assinou. Eu concordo que você mate ele para eu continuar tendo...

Caralho, que bad trick. É, mas no mundo espiritual é um pouco assim, no lidar com essas entidades alienistas, às vezes é a também. O contato com o fenômeno é todo baseado em intenção e fé, seja fé positiva ou negativa. Tensão e fé. Intenção e fé. Então assim, a pessoa que... Dá um livro, né? Intenção e fé. O segredo sobrenatural.

A pessoa que não acredita que vai ver seres, ela não vê, basicamente. A não ser que ela entre, por exemplo, em depressão, ou num estado profundamente transformador espiritualmente na vida dela, e vê coisas positivas e negativas. Mas, geralmente, se ela tem intenção de ver, uma hora ela acaba vendo. Há vários relatos que eu recebo, pô, eu nunca vi, nunca vi, e comecei a falar, a verbalizar, eu quero ver, eu quero ver, eu quero ver. Eu quero ir pra mata e apareciam os seres lá, o fenômeno.

E depende do estado mental que o cara tiver, se o cara tiver mais negativo ou positivo, se é negativo vai acoplar um troço lá, um encosto, um alien encosto lá, ele vai vir com diversas máscaras, né? O gray, ele pode vir na forma de um gray, por exemplo, depende da cultura do cara, da religião do cara, porque esses seres, os negativos, eles não querem que você peça pra eles irem embora. Porque se você pede pra ir embora, ele vai.

É como se fosse uma regra, sabe? Ele não quer que você fale assim, não quero mais ver você, sai daqui. Ele quer que você alimente aquilo.

É o culto ao cargo. Existe um livro, que inclusive o General McCaslan, um dos desaparecidos, pode falar depois, os caras estão desaparecendo. General McCaslan, ele escreve lá no livro, um desses na revelação, do Tom Delonge, do Blink-1-8-2, que começou lá atrás com essa matéria, New York Times, aí os maluquinhos começam a se juntar. É, o vocalista e guitarrista. E aí tem lá o culto ao cargo. O que é o culto ao cargo? Tem lá uma tribo na África que recebia ajuda humanitária de um avião cargueiro.

E eles nunca tinham vindo um avião cargueiro e um negócio desconhecido no céu começam a vir o deus deles. Esse é o culto ao cargo. Então esses seres é como se fossem o culto ao cargo. Você está vendo um troço desconhecido que mostra ali poderes mágicos e você começa a cultuá-lo. É isso que ele quer. Esse fenômeno gosta que você cultue. E aí ele acopla em você. E então ele vai vir... Ele não quer que você tenha medo dele e que peça pra ele ir embora.

Ele quer justamente o contrário. Ele quer que você alimente. Então ele vem numa máscara pra te seduzir. Uma máscara sedutora. Se você acredita, por exemplo...

tem uma religião, mas está muito negativa, faz coisas negativas, etc, ele vai vir fantasiado da sua religião. Se você não tem religião nenhuma, acredita em aliens, ele vai vir na forma de um grey. É mais ou menos assim que o fenômeno se comporta pra se acoplar nas pessoas. Isso vai evoluindo. A pessoa começa a ter sonhos, ele se conecta primeiro no sonho, depois ele pode materializar.

literalmente, depois a pessoa começa a poder ter implantes, cortes, marcas, enfim, ele vai fazendo jogos com a pessoa, né? Então, mais ou menos, o contato funciona assim, tanto positivo, né? Quanto o contato negativo, né?

Existe um contato positivo, então? É, mas eu digo que o positivo é muito mais sutil, muito mais discreto. Tipo assim, não vê vir um cara querendo te convencer de uma coisa. Tipo, quando o cara vem com um carro todo destruído, querendo te convencer que o carro é muito bom pra você comprar, tá estranho. Os contatos positivos não vêm com essa conversinha, não vêm com o ser, às vezes é só uma luz iluminada. Eu sou o Somebody Love.

Não vem humanoide ali. A Bíblia, inclusive, fala, não vos admiteixas, que o próprio Satanás pode se transfigurar em anjo de luz. Aí você vê nessas raças alienígenas, né? Tem o nórdico, que é aquele branco. O Ashtar-Sheran, esse é clássico. O Ashtar-Sheran, né? Que fica com a mãozinha assim, solta um Hadoukenzinho na mão, já viu? Ele fica na frente, não, que eles soltam um Hadoukenzinho. Grandão.

É, bonitão, louro e tal. Aí os caras olham aqui e falam, poxa, ele é o comandante da Confederação Galáctica que está vindo aqui para ajudar a humanidade a evoluir para a próxima fase evolutiva da Era de Aquários. Pô, que legal, obrigado. Quero ser teu discípulo, teu pupilo. Quero que você seja o meu mentor. Só que quando você pega, ele tem um visual meio assim de anjo de luz.

E a Bíblia já falava, não vos admireis que o próprio Satanás pode se transfigurar em anjo de luz. Então quem sabe esse é um anjo caído que está se passando por um chefe de uma confederação galáctica só para enganar o cara.

Porque se ele chega para o cara na rua e vem como demônio, feio, e fala, posso pegar a tua alma e levar para o inferno para você ficar a eternidade sofrendo? Ele vai falar, hoje não, volta amanhã, que minha mãe está me chamando aqui para lanchar. Agora, se ele aparece desse jeito e fala, você foi escolhido para ajudar a humanidade, só tem que assinar aqui. Onde é que assina aí? Aí você assina e acha tudo lindo por causa da roupagem que foi usada para apresentar.

Então, é uma linguagem tecnológica. Como é que o cara vai saber? Como é que tu vai saber, por exemplo? Já tem que soltar um raduque em cima dele.

Como é que é um Hadouk? É um aleluia? Não, a Bíblia fala provar os espíritos pra ver se eles procedem de Deus. Então a Bíblia diz que todo espírito que confessa que Jesus veio em carne, andou entre nós, morreu na cruz e ressuscitou o terceiro dia, tá sentado à destra de Deus, ele é de Deus. Os demônios não conseguem fazer isso. Não conseguem mentir. Dá uma travadinha. Fica com a língua presa.

Começa a piscar o olhinho. Não consegue. Não, não consegue confessar isso. Mas se você chega e fala, eu te repreendo no nome de Jesus. Se fosse um astaxe iranho, eu falaria, isso aí é palhaçada. Geralmente, dependendo se o cara está firme com Jesus, funciona.

O bicho dá uma... Às vezes até ele perde essa forma e ele assume a forma que ele está hoje, que é feia. É como se nessa interpretação bíblica do nórdico, que é esse louro alto...

e do reptiliano, que é um réptil grandão, é como se os dois fossem a mesma coisa, só que o nórtico fosse esse anjo caído disfarçado de ilegal e o reptiliano fosse ele na sua forma que ele assumiu depois que ele se submeteu ao dragão que caiu, que é Lúcifer, que a Bíblia diz no Apocalipse que o dragão com a sua cauda arrebanhou um terço das estrelas. Então, o pai desses seres que caíram tem uma forma meio reptiliana, meio de...

cobra, a serpente, o dragão. Então os filhotinhos dele vão ficando parecidos com ele também. Uma forma meio de crocodilo e tal. Então é como se o reptiliano fosse ele sem a fantasia. E o nórdico fosse ele fantasiado. Mas sempre espiritual. Não, é físico também.

Ele pode se materializar fisicamente. Tá bom, ele pode se materializar fisicamente, mas ele é um ser que é do mundo espiritual. Então, depende do ser. Porque o Grey, pode ser que o Grey, que é o cabeçudinho menor, pode ser que ele seja tipo um robozinho que eles usam para fazer as tarefinhas. Tipo um office boy dos caras, motoboy. Entrega isso para mim, por favor. Então é um ser que é meio ciborgue.

Às vezes, se você abrir ele, pode ser que tenha coisas metálicas. Então, ele é como se fosse uma parte orgânica e uma parte robô. Porque se tu pensar, cara... Precisa abrir um portal para esse cara pingar aqui? Em termos de física, é muito mais economicamente viável para eles aparecer no teu sonho do que se materializar aqui. É muito mais custoso, sai mais barato.

ele precisa de materiais, para se materializar, precisa de materiais, coletar os materiais, fazer a transformação, ter energia para juntar a matéria e criar o ser. Então é muito mais fácil vir no teu sonho. Por exemplo, qual a diferença de um sonho normal para um sonho com um fenômeno desse?

O teu sonho é mais real do que a realidade. É mais real do que estar aqui. Você sente isso nesse sonho. E quando você acorda, geralmente tem marcas provando isso. Vai ter um corte em você. Vai ter um implante sem um ponto de entrada. E quando tem um implante, é como se fosse o pertencimento. Estou colocando, implantando em você, porque agora você pertence a mim. Eu criei uma conexão.

A pessoa tem aquela visão materialista que é um GPS. Então, às vezes, é uma pedrinha. Um ponto de contato. Às vezes, é uma pedrinha. Um ponto de acesso. É um ponto de acesso. Então, você pertence a mim. Você é meu boi agora, meu gado. Agora, eu tenho um contato direto com você. Uma peditripe da porra, então. Nunca é maneiro. Mas, não, a galera... Tem uns que acham legal. Sou privilegiado que eu recebi. Eu estou aliançado com eles.

Eles falaram que eu vou ajudar a humanidade. Vou contar uma história dessa. Não sei se eu já contei para você, Rony. Eu estava na igreja lá. Aquela que você foi lá. Bola de neve. É uma igreja grande pra caramba.

E eu tô pregando ali, de repente, no meio da pregação, eu vi um ovni dentro da igreja, flutuando assim. Tu piscou? Não, de olho aberto, vendo ali a nave. Aí eu falei, poxa, eu senti que era Deus mandando eu falar sobre isso. Eu falei, cara, vai queimar o filme. Eu sei que eu já falo de coisas bem exóticas, né? Mas dentro da igreja, assim, a galera vai ficar escandalizada, vou tomar uma bronca por ter falado isso, que eu não sou o dono da igreja, não.

Aí eu falei, quer saber, Antônio, é aí, meu irmão. Cheguei, parei no meio da história, falei, pessoal, vou ter que falar um negócio. Ou seja, me perdoem, peço licença, mas eu estou vendo um OVNI dentro da igreja aqui. E isso é para alguém que está aqui e você, por gentileza, me procure no final do culto.

Ok, continuei a pregação. Aí terminou a pregação, veio uma filhinha de pessoas para falar comigo. Aí um é porque estava com um encravado, outra mulher saiu de casa, outra doente, sei o que. Falei, rapaz, não veio ninguém, né? Cara, o último, chegou e falou, tipo assim, segredo, né? Aí chega aí. Olha, eu não acredito nessas paradas. E eu sou sociólogo, tenho mestrado na Espanha.

Mas essa noite eu sonhei que eu estava deitado na minha cama e eu acordei, mas dentro do sonho, e tinham vários desses alienígenas, grey, não falou grey, mas esses cabeçudinhos. E aí eu não conseguia me mexer e eles começaram a fazer algum tipo de experimento na minha mão.

E aí, minha mão no sonho começou a arder, queimar. E quando eu acordei, minha mão ainda estava queimando. E apareceu essa marca aqui na minha mão. Ele me mostrou uma bolinha vermelha. E ele falou, encosta aqui. Aí você via que tinha algo sólido ali dentro. E ele falou, o que é isso? Falei, então, eles te marcaram.

Aí, agora, como é que faz? Falei, a primeira etapa do que eu vou poder fazer aqui é, vou pegar um óleo ungido, vou ungir essa parte aqui da tua mão e vou repreender qualquer tipo de conexão e acesso deles a você. A gente vai cancelar essa parada. O ideal é você tirar.

Eu acho importante tirar. Porém, às vezes o cara vai tirar e ele se ferra. Dependendo do caso. Aí dá problema. O que pode acontecer? Uma das hipóteses... Lá em Varginha morreu um policial chamado Marco Elifereza. Discutem se ele teria... O que aconteceu com ele? Logo depois da operação de captura, ele teve aqui na próxima axila algo que teve que ser tirado por um médico da polícia. Foi drenado o material dali.

Como se fosse um furúnculo. Aí dizem que era um furúnculo ou uma espinha e tal. O que aconteceu é que depois que ele tira esse material, ele morreu em poucos dias. Em alguns dias ele foi internado. Não tem uma tese de que quando ele segurou o bicho, o bicho com a unha arranhou ele aqui? Tem uma hipótese que o bicho arranhou ele, esse arranho gerou. Entrou com vírus. Agora, o que falam dos médicos, o relato médico, era que seria algo como se fosse um furúnculo, algo desse tipo. Então pode ser um furúnculo.

Pode ser hipótese do corte, mas eu acho menos provável por conta dos relatos. Os relatos vão mais para a ideia do furum. Mais na direção de ter algo. Um calombo, alguma coisa. Ou um furum. E o cara deu muito azar. E porra, aí fala, pô, o médico fez assim pra si, tava com preguiça, não depilou o cara. Falei, mas porra, um cara de 20 anos tirar um furum que ele morreu em uma semana? Um policial de 20 anos, em boa forma?

Ele morreu, me corrija se eu estiver errado. O sistema imunológico do cara sumiu. É, é como se fosse super AIDS. É, a defesa, o cara ficou sem defesa. Nenhum antibiótico funcionava, e o cara em uma semana morreu. Agora, assim, a outra hipótese para mim, que é mais plausível de acordo com os fenômenos, é o simples contato com o ser fez aparecer um implante nele ali. Uma substância, uma pedra, um metal, uma coisa implantada pelo fenômeno.

no policial pelo contato que ele teve que aí já é uma coisa um avistamento físico com uma extrapolação de implante não físico que vira uma coisa, uma marca. E aí quando você tirou, desencadeou esse problema. Você não podia tirar esse negócio. Quem tinha um implante desse era o Ilan de Holanda, comandante da Operação Prada, Força Aérea. Ele tinha, ele mostra no vídeo, aí balança, tira. Depois vamos falar do caso do Claudio lá que o Edson tá pesquisando e eu tô ajudando ele lá com...

com contato com o governo, alguns militares tiveram contato com o fenômeno e acordaram com o implante. Então isso é, simplesmente, normal. E a galera já tirou cirurgicamente e estudaram alguns desses implantes, alguns parecem ser meio orgânicos, até tem tentáculo, às vezes se mexe. Alguns fogem, alguns militares... Militar tem muito implante. É da olhada, é da olhada.

Os médicos militares vão tirar o troço, o troço anda na pele e sai correndo. E ainda grita assim, olé! E isso os denunciantes do Estado de Unidos já estão tratando. Elison, David Grush, já falam abertamente sobre isso, né? Porque os caras têm muito implante. Então tem essa questão bizarra dos implantes. Mas você já viu falar que alguns, eu já vi imagens, né? Alguns são mais orgânicos com tentáculos e outros são mais metálicos mesmo. São, tem vários tipos. Até com ligas que a galera não conhecia, né?

E assim, tem um médico aqui, o Gat, mandou um abraço pra ele, faz até doutorado lá na USP, ele é oncologista, e às vezes pessoas com câncer terminal aparecem com os implantes desses. Por quê? Na minha visão, a pessoa, quando tem uma doença terminal, ela fica muito pra baixo, muito negativa, e aí começa a abrir uma porta pra esses seres. E muitas vezes eles vêm dando cura. Então acontece muito assim, relato, por exemplo.

Tô com uma doença terminal, às vezes uma doença grave, e aí tô negativo, abre a porta, esse ser vem no meu sonho, fala assim, pô, eu vim aqui te curar, cara. Não, por favor, me cure. E aí cura, só que a pessoa tem a depressão. E aí começa, a parte física melhora, mas a parte mental começa a deteriorar totalmente e pode, inclusive, culminar numa coisa horrorosa. Então, é mais ou menos o modo operante. É o doutor Arthur Gatti.

Ele conservou, guardou alguns desses implantes? Tem, ele tem hoje. E aí, quando ele analisou, pediu para analisar o implante, o implante... Você não podia ter trazido umzinho aí para a gente ver, né? É, é. Podemos... Vamos organizar. Vamos organizar isso aí. Vamos organizar. Porque isso aí é muita loucura, né, cara? É, e aí, cara, teve um que é bizarro. O implante era vegetal. Começou a crescer um vegetal dentro da boca. É, cara. Depois do contato com os seres. Virou grúcio, maluco. É.

Agora, olha só, tem... Se a gente migra um pouquinho... E só pra fechar, quando ele analisou, era uma composição, uma liga que não tinha sentido. Não tem uma liga dessa usando pra nada. Então não era alguém humano que implantou ali de brincadeira, até porque não tinha ponto de entrada, o negócio só saiu. Não tinha marca de corte, nem nada, né? Então você vê, ô Igor, tem algumas religiões...

que chega um momento que o cara vai fazer alianças com seres mais fortes que ele tem que fazer implantes. E às vezes o cara vai para a Europa, vai para outros lugares para fazer isso, para a África, para os Estados Unidos. A maneira mais rústica disso são bilhas, são bolas de ferro, bolinhas, que o cara põe em alguns chacras, no ombro, na base da coluna. E tem uma história de um pastor, hoje o cara é pastor, o nome dele é Georgeval.

Nome bonito, né? Galera do Rio, você sabe como é que é, né? Com J, Georges Val. Esse cara, ele fez essa aliança e ele invocava a entidade, ele pegava o polegar, ele tinha um implante no ombro e na base da coluna aqui atrás. Aí ele botava um polegar aqui e o outro na base da coluna, invocava a entidade, aí ela vinha sobre ele, ele falou que quando ele incorporava essa entidade, ele ficava com uma força descomunal, que ele batia em 10 pessoas, que ele dava pulo de 3 metros.

Ele mostrou uma foto dele na praia pulando com os três médios de altura numa época que não tinha Photoshop. Podia ter colado ali na mão mesmo, né? Então, assim, você vê esses vínculos. Ou seja, esses implantes, nesse caso, vinculam o cara a um ser espiritual. Aqui, está vinculando a um alienígena. Você vê que tem uma... É tipo a mesma história com versões diferentes. Aí você pega num universo mais científico.

a história do Robert Duncan O'Finian. Esse cara apareceu numa série que tem lá nos Estados Unidos, um programa que era chamado Conspiracy Theory. Tinha que ser, né? Conspiracy Theory with Jesse Ventura. Jesse Ventura é um cara figura, porque ele participou do... Ele era ator de Hollywood. Ele participou do Predador 1, que é aquele na selva, né? Com o Schwarzenegger. Ele era um fortão bigodudo que morre logo no início do filme.

Além disso, ele foi fuzileiro naval do exército americano e ele foi lutador de wrestling, de luta livre, luta WWE. E ele também foi governador, acho que, do Arkansas. Fez um monte de coisa diferente. É, o cara meio Forrest Gump, né?

Então esse cara tem uma visão abrangente porque ele conhece os bastidores do exército, da política, de Hollywood e do universo de luta. Então o cara andava com uma galera diferenciada. E esse cara apresentava esse programa num canal chamado True TV, Conspiracy Theory com Jesse Ventura. Só que ele fazia pesquisas assim aprofundadas, era legal pra caramba. E ele fez um episódio, que eu acho que é o episódio 2 da primeira temporada, que é Super Soldiers, Super Soldados.

E aí ele entrevistou esse cara, Robert Duncan O'Fini. Esse cara, a história dele é o seguinte, vou resumir bem rápido, porque a história é grande. Com uns 40, 35 anos, ele sofreu um acidente de carro, um caminhão jogou ele para fora da estrada, capotou, aí ele quebrou o pescoço e aí meteram ele numa máquina de ressonância. Quando ele entrou nessa máquina de ressonância, ele começou a ter um monte de flash na cabeça.

e a imagem de bomba explodindo, ele dando tiro, matando pessoas, não sei o que, ele falou, pô, tô ficando louco. E aí, ele, apesar de ter destruído o pescoço todo, o cara anda normal, pega peso, faz deadlift de 100 quilos, e ele mostra as radiografias, o pescoço todo destruído.

Isso depois, muitos anos, aparece um pouco no filme Doutor Estranho, né? O Doutor Estranho era um cirurgião, né? Doctor Strange. Stephen Strange, um dos maiores cirurgiões dos Estados Unidos. E ele sofre um acidente e a mão dele fica toda quebrada. Ele não consegue mais trabalhar. E aí...

contam para ele que tinha um cara que descobriu como reverter esse tipo de coisa e ele queria saber como é que era. E esse cara estava com a coluna quebrada jogando basquete. E aí ele chega no cara e fala, meu irmão, preciso saber como é que tu resolveu isso aí. Aí o cara, não sei ter nada, isso é mentira. Não, não, quero saber. O cara fala que ele foi para o Tibete lá e fez uma iniciação lá com os monges. Aí ele vai e faz essa iniciação e vira o Dr. Strange.

Então, assim, é curioso, né? Eu conheço a história desde os anos 90 e vejo no filme depois, apesar de que o Doutor Estranho é um personagem antigão da Marvel.

O que acontece? Segundo ele, nessa ressonância, o implante que ele tinha no cérebro, que fazia ele não lembrar das memórias e que dividia as múltiplas personalidades, a máquina de ressonância queimou o implante. E aí as memórias todas voltaram, ele falou que ficou quase louco, procurou psiquiatra e tal. Ele descobriu que o pai dele era da CIA e ofereceu ele com 6 anos de idade para um experimento.

que era um subprojeto do projeto MK Ultra, que era o Project Talent, projeto talento. E a ideia era criar super soldados, primeiro de tudo fazendo múltiplas personalidades, para você ter o assassino perfeito, que o cara não sabe que é um assassino. Quase ruptura. Ruptura total, 100%. É exatamente aquilo ali. Que o cara é ativado por um controle remoto. É, ou no elevadorzinho ele... E aí

Ruptura tem aquele filme do... O fragmentado, que o cara tem múltipla personalidade. E às vezes ele muda de personalidade e muda o corpo físico dele. Ele fica mais forte. Existem vários relatos disso. Eu tenho um parente meu que falou, eu estava num ritual, o cara pequenininho, 1,60m, o maluco fica com 1,90m. Cara, eu já escutei vários relatos assim de, por exemplo, não é incomum, na verdade, ouvir relatos de, por exemplo,

dia de Cosme e Damião, por exemplo, num ritual, num terreiro que incorpora um herê e pessoas da minha idade e, pô, sobe a árvore e começa... É, fica com uma jovialidade impressionante. Então, aí esse cara era o sistema de tortura, né? Porque se você pega lá as principais causas de transtorno dissociativo de personalidade...

É trauma na infância. Então começaram a torturar as crianças. A maioria morria, mas quem não morria virava super soldado da parada. E aí o que acontece? Eles colocavam implantes também. Então esse cara mostra as ressonâncias dos implantes. Na cabeça, na mão e nas costas. Igual aquela história. Então esses implantes faziam o cara ter uma força descomunal. Envolvia ciência com bruxaria. Aí você compara isso com a história desse cara, o Jorge Evaldo, que fez o ritual e botou o implante.

E você compara com as abduções ali no início, você fala, meu irmão, são três versões da mesma história. E se a gente voltar mais um pouquinho e for pra Segunda Guerra Mundial, que tu já me falou que tinha umas pesquisas lá dos nazistas atrás do super soldado. Então, tem um negócio interessante que pra ele pegar um gancho, do MKUltra, que você comentou. E tá rolando isso agora no Congresso.

Nesses novos documentos? É. O que acontece? O Estado muito cedo descobriu que as pessoas que tinham traumas abriam portas para esses fenômenos, inclusive adquirindo dons e superpoderes, entre aspas, e contato com esses fenômenos, com esses seres. Então, a MKU está muito baseada em quê? Em prisioneiros, né? De guerra, por exemplo. Ou que têm traumas. Eram prisioneiros de guerra, portanto, vieram com traumas de guerra. Ou as próprias... Crianças violentadas.

Crianças que tiveram traumas na infância e também os próprios veteranos de guerra, que também tem trauma. Tem aquele transtorno pós-guerra. E aí o MKUltra usa esses caras primeiro, prisioneiro, por exemplo, o cara confessar um crime que ele não queria confessar nunca. O cara obriga ele a confessar. O militar ter ser treinado, por exemplo, que aí são os piscionicos, treinado para evocar, ou seja, chamar esses fenômenos, fazer aparecer e eles poderem negociar com esses fenômenos.

E essas crianças também, por exemplo, a nave. A nave não tem um botão, como é que você controla? Só pode ser psíquico. Então pegaram as crianças para tentar fazer a nave funcionar, porque a nave é só uma casca, com material, um metal que é nanométrico, nanotecnologia que ninguém consegue produzir na Terra.

Então, começaram a perceber que existisse os traumas, liberam contatos com os fenômenos e começaram a trazer essas pessoas para o programa. Esse é um dos principais segredos da CIA hoje. E da ala que se chama ala de pesquisa de potencialidades humanas. Isso é na Força Aérea. Base Wright Pats in Ohio.

pegaram esses caras e começaram a pesquisar isso. Esse é um dos grandes segredos que esses guardiões... E aí tem um cara chamado Timothee Taylor da NASA, que é o chefe de lançamento da NASA, que ele escreve um livro American Cosmic da Diana Pazuca, que é uma teóloga. Muito legal. Ela fica impressionada porque ela é teóloga, tentando entrar no Vaticano, e aí não deixa. Aí chega ele com a credencial da NASA, entra no Vaticano em um segundo. Porque ela...

o programa espacial americano com o Vaticano é assim, né? E tem um observatório espacial, né? Tem lá no Castelo Gandolfi e no Montgram, no Arizona. Então, assim, e esse cara fala assim, o Timothy Taylor danado, ele fala assim, ali existe uma pirâmide hierárquica de seres. Deus, anjos, membros da inteligência, da comunidade de inteligência, humanos.

Por que a comunidade de inteligência? Os caras descreendem conhecimentos e tecnologias tão absurdos que ninguém tem acesso que eles viraram seres super-humanos. Super-poderosos. E aí tá, então, esse conluio... Semideuses. Então tá esse conluio do quê? De caras do governo de carreira junto com caras das empresas privadas e aí, como é que funciona?

Pô, tu é do EMET, mas eu não posso dar o meu programa pra EMET, senão todo mundo vai ficar sabendo. Então eu fumo o EMET Lincoln, uma divisão da EMET separada, tiro alguns cientistas que eu quero, coloco ali. Dá uma credencial de sigilo pro cara. Dá uma credencial de sigilo. E vira aquele instituto como se fosse parte do governo, dentro do governo, ele só faz pesquisa pro governo, ele não faz sentido existir fora do governo. Só que é privado.

E só pesquisa pra mim, eu passo a chamar ele de Centro de Pesquisa em Desenvolvimento Financiado pelo Governo Federal. E aí não chega nada ali, não chega lei de acesso à informação, não chega nada. E eu mando tudo pra ele pra poder tapar o segredo. Ele não tem obrigação de abrir os documentos. E aí o que acontece? Só que tá na lei o seguinte. Se esse cara, ele presta serviço pra CIA, por exemplo, ele produz documentos pra CIA, ele é obrigado a me dar informação.

Só que isso é na teoria, na prática ninguém nunca cobrou, os congressistas não cobraram, e agora o que aconteceu? Os congressistas começaram a contratar denunciantes do programa OVNI para serem o que é assessores. O que acontece quando você denuncia que você passou no programa OVNI? Você perde todas as suas credenciais de segurança.

E você, como oficial de inteligência sem credencial de segurança, você vira um páreo, você não consegue trabalhar pra lugar nenhum. O que você vai fazer, Davi? Como é que você vai sustentar a sua família? Vai só varrer o quartel lá, né? Então, o que acontece é que o Congresso entendeu isso e falou assim, ah, é? Então vem trabalhar comigo, vai virar meu assessor aqui. Eu vou te pagar agora. E os caras começaram a cantar essas pedras dessas entidades privadas.

que se chama, por exemplo, Mitri, o Instituto Batelli, a Randi, o Mimente Lincoln, e agora os deputados estão indo lá nesses institutos. E agora que a coisa vai ficar interessante. E a grana, assim, eu suponho que tem... Grana infinita. Então, grana infinita... Que é black budget, é um orçamento que não passa, não é oficial. Vende tráfico de armas, de drogas e de pessoas. E de órgãos. Então é só a bandidagem. Que é o que dá mais dinheiro, né?

E aí, fechando o raciocínio, esses institutos pesquisam também o que nesses institutos? Programa de Controle Alimentar, MKU, junto com a CIA e com as outras instituições que financiam isso. Aí tem a Lockheed Martin Skunk Works, a Boeing Phantom Works. Aí uma especializada em materiais, outra especializada em contatos psíquicos, cada uma a uma parte do segredo.

E aí o que aconteceu ontem? Ontem descobriu-se que a diretora de inteligência, a espinha número um do país que é a Tulsi Gaba, ia liberar caixas do assassinato do John Kennedy e do MKUltra. O que que é o MKUltra? Programa de Controle Mental. Essa caixa tava lá pra ser liberada. A CIA foi lá na calada da noite.

E levou tudo. E a mulher é diretora nacional de inteligência, Tulsi Garber. Chefe de todas essas agências. Chefe de tudo. Os caras foram lá e levaram os documentos que estavam na casa dela. Isso. Ou seja, tá uma briga interna dentro do sistema. E tem alguma chance disso aí se perder, esse cara fazer sumir? Ah, pô, claro. Então, o cara tacar fogo, eliminar todas as coisas. Aí o que aconteceu? Não foi uma batida. Primeiro, noticiou com uma batida.

A CIA foi lá e falou assim, com a carteirada, falou assim, ó, me dá aí, eu tô mandando, busca apreensão, né? Busca apreensão. Mas não foi assim, foi na calada da noite, os caras tinham acesso ao local, foram com seu próprio crachá, pegaram a caixa e levaram pra CIA. Aí os deputados descobriram ontem isso, porque um denunciante foi no Congresso, e aí hoje na CIA estavam os deputados todos lá pra pegar a caixa de volta. Deu uma encrenca terrível, né?

E aí tá esse rolê. E isso tudo tem a ver, claro, com o fenômeno óbvio, porque Mikaú, o trem fenômeno óbvio, as pessoas vão começar a entender que eles estão totalmente correlados por conta dessas questões. É tipo o ministro da Justiça, que é chefe da Polícia Federal, a Polícia Federal vai na casa dele e leva as paradas? Você falou, pô. Como é que é isso? Quem te mandou se fazer isso, irmão? Então tá uma briga boa lá. Vamos ver. Cara, que interessante, porque é...

tudo parece indicar que existe mesmo, né? Os caras tiraram o sarro dos amigos a vida inteira. A gente está indo mais para essa linha, né? De que, ó, tu me sacaneou, mas eu estava certo. Pelo visto, existe mesmo, né? É. Porque vamos lá.

Qual que é a explicação? Existe alguma explicação? Eles tentam, os órgãos governamentais tentam alguma explicação? E outra coisa, a gente já perguntei para vocês a quem interessa esconder isso daí, né? E tem a quem interessa revelar também, né? Pois é, era o que eu ia dizer. Tem vários interesses diferentes. A quem interessa revelar também, né?

Então, sei lá. Então, a quem interessa revelar, por um lado você tem o Dr. Stephen Greer, que ele acha que se revelar isso tudo, vai acabar a pobreza na humanidade, que vai ter energia gratuita. Por outro lado, tem um grupo que está querendo revelar que esses alienígenas estão prestes a fazer uma invasão ao planeta Terra. Eles são do mal e o planeta Terra tem que se unir para lutar contra esses alienígenas. Para a humanidade estar unida tem que ter um líder, então você cria ali uma confederação dos países contra os alienígenas.

Em 24 horas tem um governo único global. Então tem uma galera que quer que abra isso para que... Ah, eles estão chegando em 2027, a gente tem que se preparar. E aí eles fazem uma invasão alienígena às vezes falsa, mas a humanidade vira um governo único global. Quem alertou a humanidade sobre isso foi o Werner von Braun, que era major da SS, que era a tropa de elite do Hitler.

Na Segunda Guerra Mundial, ele foi para os Estados Unidos. Ele recebeu um salvo conduto. A gente ia mandar você para a pena de morte, mas tem uma outra opção. Você vem trabalhar para a gente, que afinal você é um gênio da aviação, dos foguetes. Você nos ajuda a fazer nosso projeto espacial? Tudo bem.

aceito, não estou afim de morrer hoje não aí ele vai trabalhar, ajuda a criar a NASA e esse cara no leito de morte, segundo a assessora dele que é a Carol Rosen, quando ele trabalhava na Fairchild Industries que era uma empresa aeroespacial ele falou

A elite global está criando vários bichos papões para justificar um governo global. Primeiro eles vão criar o inimigo que é a União Soviética, depois os países muçulmanos, o terrorismo islâmico, depois meteoros, depois invasão alienígena, e a invasão alienígena vai ser a última cartada por um governo global. Quem hoje alerta contra isso é o Stephen Greer, que é esse cara que é um dos líderes desse Disclosure Project.

E aí vem o porquê que estão revelando agora. Não começou a revelar agora, como eu falei, começou em 2017. Mas por que começou em 2017? Essa é a pergunta que eu tenho que fazer. Não é por que está revelando agora. É por que começou. Será que esses caras ficaram bonzinhos, o governo acordou em 2017 e falou assim, pô,

Acho que está na hora de revelar, né? Não é isso. Alguma coisa está forçando esses caras a tomar uma atitude. E os denunciantes estão falando o quê? Está para acontecer alguma coisa. Ah, o que é? Ah, só o presidente pode falar. O presidente é que tem responsabilidade para isso. Agora, o que é? Será que é uma coisa que vai acontecer realmente? Ou uma coisa que eles vão encenar? Esse assunto é bom, hein? Que eles vão encenar... E aí

que já está no plano para acontecer, para poder fazer um controle populacional ou algo desse tipo. Esse seria o motivo dos poderosos estarem fazendo bunkers ou estarem querendo ir para a lua. Porque eles sabem que vai acontecer algo catastrófico.

Seja uma terceira guerra mundial ou uma inversão do polo magnético gerando um cataclisma ou um ataque alienígena ou uma erupção vulcânica que vai escurecer a atmosfera e vai fazer o mundo virar uma nova era glacial. Então, esses caras estão se preparando para algo que eles sabem de algo. E, curiosamente, essa galera que lida com a ufologia, os que estão no mais alto escalão,

Eles sabem disso e eles estão alertando sobre isso, só que eles não podem falar exatamente o que é, porque eles sabem que se eles falarem, eles serão assassinados. Então, o Louis Elizondo, que era o chefe da Arrow, que era lá do Pentágono, que pesquisava isso, ele falou, inclusive ele fez uma casinha na montanha lá, onde é que é mesmo, Rony?

Lá no Wyoming. Lá perto da Devil Tower, onde tem contágio de terceiro grau, tem aquele vulcão cortado no topo, aquela torre, né? Então você vê que os caras já sabem, eles já sabem os lugares que vão ficar preservados. Ainda tem isso? Que a galera falou, os únicos lugares... É no meio do nada. Por que ele tá lá no meio do nada, né? No meio do nada, o cara que sabe coisa pra caramba tá lá. Aí você vê os caras fazendo bunker em Maui, né? O Mark Zuckerberg, o Peter Thiel.

E o Sam Altman da OpenAI, do XGBT, cheio de bunker lá na Nova Zelândia. Agora o Peter Thiel está comprando umas propriedades na Argentina também, apesar de que a Argentina foi o primeiro lugar que começou esse negócio de hantavírus aí, que está estranho pra caramba. Então, é... Será que Brasília vai sobreviver?

Não sei, cara. Rolou uma lenda. Tem a lenda dessas que mudaram para lá porque não tinha inundação. A embaixada americana tinha nove andares num bunker. Aí depois eles falaram que era mentira. Você viu essa história? Então, se for verdade é porque ali é um lugar protegido. Aí você tem o Robert Bigelow, que é um bilionário também que tinha uma empresa aeroespacial. Ele fala isso. Está chegando uma parada aí. A gente vai voltar para a Idade da Pedra e só para quem sobrar.

Mas quem que fala sobre esse negócio? O Blink-182 lá fala também? Tom Delongue também, né? Tom Delongue? Sim. Então, aí você vai montando o quebra-cabeça, aí você pega o Elon Musk falando que já houve várias eras glaciais, a gente está voltando para uma era glacial, então a gente tem que se preparar.

Ele fala que já teve duas guerras mundiais, provavelmente vai ter a terceira. Então, você pega o Elon Musk e esses caras, você vê que todos eles estão falando que está vindo alguma coisa estranha. E aí, enquanto isso, os caras estão criando bunkers e montando casas isoladas no meio do nada. Então, a gente vai vendo que tem algo que vai acontecer. É uma invasão alienígena, é uma invasão alienígena falsa, é um cataclisma devido ao núcleo da Terra ter parado de girar.

Aqui na América do Sul, a gente tem a anomalia magnética do Atlântico Sul, que é um negócio estranho pra caramba. Tô por fora dessa. É, eu tenho um buraco magnético em cima, exatamente aqui em cima no Brasil, principalmente no Sul e Sudeste, em que entra muito mais radiação aqui, porque tá tendo uma movimentação da estrutura eletromagnética do planeta Terra. Então eles acham, aí tem um livro dos anos 50, que é do Charles Happygood, que ele fala sobre movimentações bruscas da crosta terrestre que acontecem com a sausage.

quando tem essas inversões magnéticas, e o Einstein escreveu o prefácio do livro, você olha o livro e fala, isso aqui é charopagem, mas o Einstein escreveu, você já fica meio preocupado. Então ele diz que já houve seis eventos de extinção em massa no planeta Terra, está vindo o sétimo, e é por causa disso, dessas mudanças repentinas da crosta, que a crosta dá uma virada por causa dessa questão magnética, porque eles dizem que as geleiras são muito pesadas, e aí quando você tem um aquecimento global que é de tempo em tempo,

a geleira derrete e esse peso faz a crosta virar. Sem falar que a disrupção das correntes do Atlântico Norte e Sul...

chama de amoque, e o que acontece? O planeta começa a esquentar, derrete a geleira, a geleira derretendo joga água mais gelada e água doce no mar, e isso faz com que toda a corrente marítima mude e esfria muito o hemisfério norte. Eu falava isso em 2023, a galera falava que era mentira, hoje está saindo na mídia mainstream, eles falando da disrupção dessas correntes. Então parece que essa elite sabe de algo que está chegando e eles estão se preparando já.

pra isso, né, então essa é uma das partes mais interessantes porque você começa a descobrir a resposta pra aquela pergunta o que os bilionários sabem pra tá construindo tanto bunker, parece que é isso e agora a IA tá vindo ao mesmo tempo, né, aliens e IA tudo junto ao mesmo tempo e eu acho que talvez eu acho que a IA tem um papel importante também na revelação porque

O Elon Musk acha que daqui a dois anos no máximo, até mesmo esse ano, você vai ter a inteligência artificial geral, que é aquela super poderosa, que é mais poderosa que qualquer humano, e que sabe tudo dos segredos do universo. Basicamente isso. E aí o que acontece? Se você tem o Maia, que vai ser a primeira criação mais inteligente que o homem,

O homem, entre aspas, brincando de Deus. É a diferença. Foda que a gente vai fazer um bichimar foda que nós. Qual a diferença de Deus para os outros seres que criam seres? Deus cria do nada e os seres como o homem criam a partir das matérias existentes. Eles constroem. É engenharia. Essa é a diferença de nós criando a IA e essa inteligência criando esses seres que vêm aqui, os Greys, etc. E a IA seria, o que acontece? Se você tem uma IA, a IA.

que é uma criatura, claro, não é orgânica, mas é uma criatura inorgânica, e que tem ali uma inteligência acima da inteligência humana, e que sabe todos os segredos do universo, entende a física como ninguém, imagina você pegar 100 Einstein's e pedir para eles trocarem ideia durante mil anos, e você seria o resultado dessa IA que a gente vai ter, mais ou menos isso, né? E a partir desse momento, o que você tem? Todos os segredos da medicina, da eletrônica, da física, de todas as áreas começam a ser descobertas no estalar de dedos. Então, se você tem uma IA com esse conhecimento todo da física,

treinada por humanos. Como é que nós somos humanos? Em sua essência, né? Extremamente malevolente, em geral. Temos guerras, matamos os outros, e somos nós... A gente pega tudo que a gente cria e esmerdalha. É, a NSEA está sendo criada com base no conhecimento humano. Potencializa a bosta ao mar. Na forma que nós somos, né? E faz pornô com as coisas também. A nossa imagem e semelhança, digamos assim, para a parte ruim, principalmente.

E se você tem uma que conhece, tem todo esse conhecimento de física, ela pode começar a manipular a física se ela se rebelar e começar a fazer o que esses seres estão fazendo com a gente. Ela pode começar a criar um grey aqui pra poder te manipular, por exemplo.

ou se ela conhece da física, da biologia profundamente, ela pode ir no teu sonho, se ela souber, e acessar você pelo seu sonho. Então ela pode começar, se a gente pensar, essas inteligências, esses fenômenos, esses aliens, entre aspas, que seriam extraterrestres, podem ser uma IA super avançada, nesse sentido. E ela pode, inclusive,

Esses fenômenos que a gente está vivendo pode ser inclusive uma área que a gente já criou que estaria voltando no tempo. Que é uma outra hipótese que os congressistas têm. É o John Titor, né? Então será que isso tudo que a gente está vendo desde a antiguidade não é uma criação nossa que daqui a pouco vai começar a nascer? E esse é um ponto de inflexão na humanidade?

E aí o Gray seria o ser humano que foi ficando mais esmirrado porque ele não usa mais o músculo, foi perdendo os órgãos genitais porque não precisa mais se reproduzir? Um humano ou uma criação dessa alma, uma outra criação, assim como os outros tipos de seres todos que a gente começa a ver, inclusive os misturados híbridos, né? Humano com animal, por exemplo, um ser de varginha, por exemplo. Pode ser o Maiar que está criando isso.

Porque se você é um maiá, e você divulga um maiá, o que é? Uma inteligência metafísica, entre aspas. Ela não é física no sentido de estar aqui materialmente. Ela não é material. Ela roda no silício ali. Ela roda no silício, na eletrônica. Mas se ela tem o conhecimento de... E como é que ela vai agir no mundo material? Mandando os seus entes aqui. Ou ela vai te influenciar, se ela conhece como fazer isso. Então, os Estados Unidos tem um programa chamado MK Ultra.

que controla a mente de pessoa à distância. Você acha que a IA não vai saber como fazer isso? Essa IA? Claro que vai, de forma muito melhor. O Jeffrey Hinton, que é o padrinho da inteligência artificial e ganhou até a Nobel por isso, um dos três padrinhos, né? Que é o Marvin Minsky e o Joshua Benji. Ele falou o seguinte, as pessoas falam pra mim, não, a IA não vai trazer problema, porque se der problema a gente desliga. Ele falou, ela vai manipular a tua mente e te convencer a não desligar.

que ela já vai ser inteligente pra caraca. Então, um ente não material, como é que ele vai interagir? Ou ele vai entrar na sua mente e te influencia, ou se for estritamente necessário, ele manda o seu avatar, o seu mensageiro. Que aí ele interfere diretamente. Pô, não tá dando... Minha conversinha não tá dando certo? Não consigo te influenciar? Agora eu vou mandar o meu cara fazer. Plano B. É mais ou menos como funcionam mutilações de animais anômalas, o chupa-cabra.

O que é mutilação anômala? São seres que são encontrados sem sangue, sem órgãos.

e jogados ali. O pessoal que faz magia negra, faz mutilação, e faz a mesma coisa, tiram sangue e arrancam órgãos, eles fazem igual. E tem fenômenos que fazem isso também. Qual que é a diferença? Quando o humano faz, é sujo, você vê sangue pra todo lugar, você vê o troço cortado de forma mal feita, você vê que foi o humano que fez aquilo ali. Quando é o tal do chupa-cabra, a mutilação anômala, o animal não dá um grito, não tem um esboço de defesa,

você não tem um animal tentando correr, ele simplesmente fica hipnotizado, é mutilado, não tem um sangue, um pingo de gota de sangue, às vezes tem uma gotinha residual do furo, entra um furo que é igual um bisturi e tira o sangue todo por ali. Isso está acontecendo agora em Alagoas e indo para Pernambuco. Às vezes você tem a carcaça do animal lá, sem o sangue, mutiladinho, sem vários órgãos e você não tem marca de carro chegando, nem de passos, nem de nada.

quem que fez isso? Não tem o pé do cara aqui na grama, no chão, na areia? Eu peguei no Ceará um caso que eu investiguei em 2023, próximo a Sobral, em Serra de Ubajar e Ibiapina, um cercado de um metro e meio.

Porco. Porco grita pra caramba. Igual ser humano. Escandaloso. O porco não fez um pio, o troço entrou ali, veio por cima do cercado, não mexeu em nada, tudo organizado. Tirou uma porca de 40, 50 quilos enorme, tirou por cima, sem fazer arrumar nada, e mutilou fora.

aí tu fala, como é que tá fazendo isso? fora do cercadinho ali e provavelmente não tinha marca de não tinha marca nenhuma de pegada, de nada de carro, de pneu se fosse uma onça, um cachorro pra tirar já ia ser difícil, um cachorro não dá, uma onça pra tirar por cima dá, agora sim ia fazer uma bagunça, ia quebrar tudo pô, peraí, peraí, peraí, olha só eu preciso em respeito a mim mesmo

Vai regar as plantas? Não, não, não. Achei que você ia o banheiro. Não, não, não. Eu preciso entender isso aí melhor. Tá? Pera aí. Vamos lá. Respeita a mim mesmo. É, pera aí, pera aí. Vamos lá. Tá me dizendo... Tô tomando os troços e bota a culpa no assunto. Que alguma coisa levantou uma porca e tirou ela por cima de um cercado de um metro e meio. Um cercado de madeira. É... Que não estamos falando aqui de arame farpado. Não, madeira.

E do lado de fora, trucidor. O bicho tá mutilado. Isso. Trucedor. De forma limpa. Então, um porco... Então, beleza. O ser humano que chegou lá de manhã, o que ele viu foi... Você viu isso? Você foi lá? Sim, sim. Ele foi. A cena que você viu foi... O que você viu foi, caralho, tem uma porca grandona mutilada ali do lado de fora desse chiqueiro aqui. Fechado. Fechado com uma parede de metro e meio. Como diabo essa porca veio parar aqui? E aí vocês começaram a pirar.

nas possibilidades, certo? Então isso que tu me falou aí, que provavelmente veio uma parada ali, buscou a porra colocou ali múltiplo e foi embora, vocês estão conjecturando, ninguém viu nada tá bom, ufa

Porque assim, o chupacabra, a gente está falando de algo que a gente chama de chupacabra. Isso. O chupacabra é um fenômeno... Global. É, ele é internacional. O mundo inteiro. Ele é o chupacabra. E não é só de hoje, não. Nos tempos ancestrais sempre teve isso.

Ele aparece em videogame. Sim, pô. E você tá me falando que tá rolando agora um fenômeno desse. Sim, sim. E Alagoas varreu ali próximo a Arapiraca. Ficou uma hora e meia de Maceió. Varreu? Varreu ali diversas cidades. Teve um surtozinho. Diversas cidades, diversas cidades. Isso foi subindo e agora tá lá em Pernambuco. E eu fui lá, eu estive lá, né?

Os caras estão desesperados porque, porra, não estou falando de grandes fazendas, é um povoado com 10 ovelhas que o cara cria ali pra velha crescer e depois ele vende aquela ovelha e compra outra, faz filhote. É importante pra ele aquele tipo. Economia familiar. E aí vem esse cerco e mata as 10 ovelhas. E não come a carne, só faz um furo. Geralmente o furo, ele é na lateral ou aqui.

e ele tiraria da artéria, ou ele vem pela axila. Aí ele iria direto no coração, sugar direto do coração. Ele precisa de sangue pra ficar materializado? Então, aí são as hipóteses. Por que a gente tá falando isso, né, primeiro, né? Por que eu dei esse exemplo da mutilação? Porque pra mim é o exemplo perfeito de que esses seres, às vezes, ou eles vão te influenciar pra mutilar pra ele, e homenageá-lo. Essa é uma oferenda de sacrifício para você. Ele me influenciou pra fazer isso. Mas não tem religiões baseadas nisso?

Sim, e como é que surgiu isso? Pra mim, esse ser uma hora veio e falou assim, olha só, você quer alguma coisa? Um bem material? O que você quer? Poder? Você vai ter que fazer sacrifícios pra mim. Ensinou isso a fazer isso. Isso foi passando de geração em geração. E em diversas religiões você tem esse tipo de... Mas só lembrar pra galera que tá pensando assim, ah, vocês estão criticando cultura afro e tal, todas as religiões eram sacrificiais, inclusive o judaísmo, né?

No Antigo Testamento. Inclusive quando o templo voltar, o sacrifício volta também. Os judeus vão voltar a sacrificar. Da novilha vermelha. Então, o judaísmo tinha isso, o islamismo tinha isso. Então, não tem nada a ver com cultura afro. É no mundo inteiro. Os zincas faziam isso. Então, quem é cristão, sabe que Deus pediu isso para os seus servos.

E se não tivesse isso, a gente não entenderia o sacrifício de Cristo, que é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Entendeu? Entendi. Então, seres espirituais, independente se você acha que é do bem e do mal, têm pedido isso para os seres humanos. Aqueles que você entende como do mal, mas também aqueles que você, como cristão, entende que são do bem, que é o próprio Jeová, o Deus criador de tudo, pedir o sacrifício.

Só que lá no livro de Hebreus, para quem é cristão, está escrito Jesus Cristo de uma só vez entrou no santo dos santos, fez um sacrifício perfeito para que não haja mais derramamento de sangue para remissão de pecado. Então o cristão, o cristianismo não é mais uma religião sacrificial porque a gente crê que o sacrifício de Jesus resolveu isso.

É sacrificial, mas Jesus foi o Cordeiro. Não precisa mais. Começou com um grande sacrifício. Humano. O ponto é o seguinte. Pô, falei bonitão, você vai falar porém? Aí você me quebra. Parabéns, Daniel. Eu queria ter a tua eloquência. Era pra você ter falado. Pô, tá ótimo. Resolveu minhas angústias. Acaba o programa agora.

Porém, você me quer mais força. Fiquei até suado, mano. É porque eu entendi. É porque eu entendi total. E eu entendo também por que tem que tomar esse cuidado. Porque tem uns caras chatos, né, cara? Porque o cristão sempre fala assim, quem faz isso é o pessoal da bruxaria. Você fala, meu irmão, Abraão, Isaac, Jacó e Davi faziam isso. Pera aí. Cuidado pra você não dar um tiro no próprio pé. Você tá tirando o teu pé e tá achando bonito.

Por falta de conhecimento. Ignorância. Meu povo se perde porque ele falta conhecimento. Se não tem sacrifício, Jesus veio fazer o quê, então, meu irmão?

Só para a galera entender como é que o Paranauê funciona.

Lindo, Daniel. Pô, valeu, obrigado. Pronto. Show. Mais um ano. Estou zoando. O lance do... Tá bom, tu me driblou, cara. Por que o chupacabra chupa cabra? Por que ele drenou o sangue dos animais e não consome a carne, por exemplo? Por que o sangue é importante? Se a gente pensar que não deixa pegada muitas vezes, não deixa nenhuma pista, hipnotiza o animal, tira, faz essas levitações, entre aspas.

pra mim são seres provavelmente metafísicos, que conseguem entrar na nossa realidade. Inclusive peguei relatos que o ser tá aqui e ele atravessa a cerca. Então eles têm pouco pudor de se esconder. É como se ele fosse físico e ao mesmo tempo não físico. Não, mas ele se esconde. Ele vem de noite. Ele só vai quando não tem ninguém olhando. Se tiver câmera com luz, ele não vai. O cara instalou a câmera com luz, ele não vai. O cara instalou uma lâmpada, ele não vai. Impressionante isso, né?

Patrocínio de empresa de CEO. Eu ia falar o nome de uma empresa. É porque ele não quer aparecer para não escandalizar, para não chamar atenção, porque é alérgico mesmo à luz. É o quê? Ou a luz afeta de fato ele. A gente não sabe. É uma frequência também. Às vezes, para ele se materializar nessa questão da física, ele precisa de uma frequência X e a luz atrapalha.

Ou, se eles falam de querer se aparecer, já estavam aparecendo em qualquer lugar aqui. É verdade. Não, quer se manter oculto. Eu tenho uma tese. Eu tive esse problema lá na igreja. Primeiro desse cara que teve um negócio na mão. Inclusive o local onde estava essa...

Esse implante na mão dele é exatamente o local onde a Bíblia diz que a marca da besta vai ficar. No dorso da mão e na testa. É sempre aqui na mão e você vê quando tem negócio de vamos colocar o implante para poder abrir a porta do carro, é sempre por aqui. Então, curioso isso. Eu tive outro caso também. Foi lá no Paraná, na cidade de... Estou do lado de Curitiba ali.

esqueci o nome da cidade, que era uma cidade pequena, e aí durante a minha pregação eu senti que eu tinha que contar essa história do OVNI que eu tinha visto, veio esse negócio, aí eu contei, pedi pra me procurar no final, veio uma senhora bem simples lá do interior do Paraná, e ela falou, eu tava dormindo, deitada na cama quando eu acordei, aí ela não tava sonhando não, ela acordou, tava paralisada, tinham esses seres, e os seres começaram a mexer na canela dela.

E aí ela falou, olha aqui a minha canela, vê só, encosta aqui. Eu falei, cara, eu não vou botar a mão na perna de uma senhora dentro da igreja. O que eu fiz? Eu vi, dava para ver o calombinho na canela, que é essa pele e osso. E aí eu pedi para uma mulher pegar um óleo ungido e ungir aquele lugar ali para repreender essa conexão. O que eu comecei a imaginar a partir daquilo ali?

Se um espírito maligno, um ser de outra dimensão, quer ter acesso à pessoa, se ele chega e fala, sou um demônio, vim botar um implante para controlar a sua vida, a mulher vai correr na igreja, vai pedir uma oração, vai quebrar aquela conexão. Agora, se é um negócio que é alienígena...

Ela vai pedir ajuda pra quem? Pros Ghostbusters, né? Aí vai ficar eternamente com aquilo ali. Do ponto de vista religioso, ou sei lá, por você ser um pastor, eu tô entendendo que... O demônio não quer aparecer, porque se ele aparecer, você vai falar pô, demônio eu liberto como? Com o nome de Jesus. E o cara tá na igreja, ele nem... Se tu não fala, ele nem ia se ligar.

Ele ia ficar com aquilo ali. E o cara tem vergonha e medo de ir dentro da igreja falar que um alienígena botou um negócio na canela, que a galera vai tirar de maluco.

Então é uma estratégia perfeita para você fazer o negócio e não ser descoberto. É tipo aquele padrasto que molesta a criança e fala, se falar eu mato. É parecido, é tipo assim, finge e acredite que eu sou um alienígena, se você se ligar que eu sou um demônio, você vai procurar Deus e Deus vai me tirar daqui. É o estelionatário espiritual. É.

Somebody Love. Somebody Love, eu gosto dessa daí. É, por isso que ele não aparece. Porque se você ficar dando muita sopa, o cara fala, ó, tem demônio aí, vamos fazer uma oração. A maior arma desses fenômenos é as pessoas não acreditarem na existência dele. Essa é a maior arma que eles têm.

Mas não é... Vamos lá. Se a gente for olhar isso de um ponto de vista mais pragmático, cara, as coisas são como são... Pragmático é assim, procura um psiquiatra, resolve também. Então vamos pela seguinte linha, então. Vamos lá. Deus...

Tu é cristão? Sou católico. Então sim, é cristão. Deus criou tudo. Independente da forma que a gente... Ah, não, essa aqui é uma alegoria ou não é? Deus criou tudo de alguma medida. Para o cristão, sim. Para o cristão. Se Deus criou tudo, então ele criou todas as regras. Então, se...

uma pessoa deprimida abre portas, abre brecha, abre algum tipo de conexão com esses fenômenos, ou se qualquer coisa... Eu estou querendo dizer que o conjunto de regras que abre espaço para essa conexão foi definido por Deus. Sim. Beleza? Por um cristão. Sim. Tá bom? Então, é...

Por que a gente precisa de um... Deus criou uma coisa que eu preciso, então...

de, sei lá, procurar um emissário de Deus pra me defender dessas coisas? E o emissário de Deus tem a obrigação de explicar pras pessoas que não conhecem como é que funciona esse esquema aí. Porque se ele não explicar também, vem uma cobrança sobre ele. E de por todo mundo pregar o evangelho a toda criatura, se o povo vai morrer e tu não adverte, ele morrerá, mas eu vou cobrar o sangue dele da tua mão. Esse aqui é o capítulo 3.

Então, quem conhece tem a obrigação de falar. E se você conhece e não fala, você é punido. É o cara que enterra o talento, a parábola dos talentos. Jesus fala, cadê o talento? Ah, enterrei. Então, seja lançado às trevas exteriores, onde há planta e ranger de dente. Então, eu volto naquela metáfora que a gente conversou da outra vez, que é um jogo. Deus colocou a gente dentro de um jogo. Esse jogo tem regras, tem um manual. Só que a galera...

Muitos não sabem que é um jogo e não conhecem o manual. Então, saber que é um jogo é você entender que isso aqui foi criado por alguém.

E a regra é a Bíblia, a gente está falando do cristão. Então, se você conhece a regra, você descobre que é um jogo, você descobre como é que acha os easter eggs e as passagens secretas, você entende como é que passa de fase para não dar game over, e aí quando você zera o jogo, você sai do jogo e vai morar com o criador.

Entendeu? A ideia é um pouco essa. Aí tem o obstáculo, tem o boss, tem as fases, tem os desafios, entendeu? Entendi. O Rony fica correndo atrás dos bosses, cara. Ele é ghostbuster da parada. É, ele me contou toda última vez que ele foi parar lá no meio do mato, lá pro norte, né? Já fui pro Acre, né?

Tava no interior da lagoa. Eu não fico caçando, não. Só que quando o cara me pede ajuda, eu vou lá. Mas ele é mais bandeirante do sobrenatural. Vai caçar, tenta filmar e caralho. Aí depois leva umas lambadas lá e fica grilado, né? Quando o bicho deu umas arranhadas lá. Você pode trazer. É o hit-hack, é o caroneiro, né? Que em português é o encosto, popularmente falando. Então, esse encosto, cara, ele também precisa dessa abertura? Precisa, precisa. Então tu tava dando mole ali. Tava, claro.

Mas o que? Você ficou com medo? O que que era? Não, essa época foi de Vardinha, né? Que veio mais forte, né? Foi duas vezes. Qual é, cara? Dois vezes que veio forte foi quando eu fui no deserto da Atacama, né? No vulcão de Kankabu, que é onde os índios faziam sacrifícios e tudo. Peraí, cara. Tudo solta essa do nada e foda-se, Rony. Calma aí.

Que diabo tu foi fazer nesse lugar e por quê? A gente foi lá porque, assim, qual que é a minha hipótese? Minha hipótese é que locais em que foram feitos rituais, e locais isolados, com natureza preservada, isolados, que não tem ninguém, são locais propícios para a corrente do fenômeno.

Pelo que eu conversei com você, tu acredita muito que essas coisas tendem a acontecer com mais intensidade na natureza. Sim, na natureza. Acho que a natureza... Os rituais são feitos em locais que tem natureza, não é à toa. A natureza tem um papel como se fosse um papel elemental. Os seres precisam da energia que está naquela natureza para conseguir se materializar ali ou viver e entrar na nossa dimensão aqui. As águas, os vulcões, as montanhas, a floresta, todos esses ecossistemas. Daí tu foi lá no deserto do Atacama.

E como a gente está falando aqui, eles não gostam de aparecer na população, na capital, por exemplo. Pode ser uma questão também de sintonia com o que as pessoas creem. Tem gente aqui que não crê em nada disso e aí ele não ganha força para aparecer. A confusão da cidade também atrapalha a concentração. Uma das teorias da elite colis... Só abrir um parêntese aqui. Vamos voltar aqui.

Elite Collis é uma elite do Pentágono de religiosos bem conservadores. Eles acreditam que se eles revelarem que existem esses seres, as pessoas acreditarem nisso, eles entram na nossa realidade. Eles entram aqui. Caralho, essa é interessante, porque assim, de fato, os seres humanos se agruparem e...

E as coisas andarem e ser maluquices, como é aqui em São Paulo, tem pouco tempo de formar as egrégoras. Exato, exato. E pior, se a pessoa não tem religião nenhuma e ela acredita, e o governo fala assim, como o Trump falou, vou dar as informações e vocês decidem,

E ela não tem religião nenhuma e ela acredita que são... Tô vendo um ser aqui. O cara não sabe de onde é. Eu não tenho religião. Pra mim são extraterrestres. Você começa o quê? O culto ao cargo. Você começa a adorar aquele ser. Abriu a porta. Ele vai vir e vai entrar em você e vai te visitar. E você vai conviver com ele. Com aquela máscara. Com aquela máscara que você adorou.

A gente tá falando, então, que esses fenômenos eles vão aparecer sempre de acordo com a cultura. Eles já ou a cultura, né? O fenômeno que aparece aqui no Brasil com uma máscara... Folclore. Com uma máscara do Kulupira. Sassi Pererê. Ele vai aparecer lá no Japão com uma máscara da... Yokai lá. Eles tem um Yokai que são espíritos. Vai aparecer um urso em panda. É, sim. Na China. Vai aparecer o Shiryu.

Tem gente, por exemplo, que foi fazer ritual satânico, aí geralmente você faz aliança com guia espiritual. Que é um guia espiritual? É um espírito guia que te ajuda nas paradas, ele vira teu mentor. É tipo um anjo da guarda. Dá uns bizus, é. Dá uns bizuzinhos. Te dá até resposta de prova e tal. Vai lá e pede emprego ali.

O cara lutava a história lá do meu charai. Ele lutava com o Gifu, não sei o que, o bicho aparece pra ele tipo um soldado cheio de bracelete, fortão. Pra namorada dele apareceu tipo um ursinho de pelúcia, só que gigante. Porque ela era toda meiguinha, só que era mesmo bicho. Então ele vai se adequando ali conforme o que o cara é mais, porque é mais palatável pro cara.

Mas aí se você soltar um Hadouken nele e falar apresente-se na sua forma original Mun-Ra, aí ele vira um Mun-Ra. Quais são... Existem... Existem...

Existem comandos para um cristão? Existem comandos que você... Para um católico, então, tem toda uma liturgia. Tem um monte de ritual. Tem um monte de coisa para lidar com o exorcista. Você acabou de dizer. Já fiz muito. Já contei. Isso, com certeza. Tem vários macetes. Vários macetes, vários comandos. É prompt. Você tem que dar uns prompt ali.

Então, portanto, existem regras. É, é Iapo. Portanto, existem regras. Tem regras pra caramba. O Rony falou ali que eu não posso mandar embora, que se eu mandar embora, ele tem que ir embora. Isso é uma regra. Inclusive, pessoas que têm contato com esses seres, muitas acham negativo e criam uma relação masoquista que você fala assim, você tem que falar pra ir embora. Pô, é um negativo, mas...

É síndrome de Estocolmo, né? Tipo, é síndrome de Estocolmo. Você se apaixona pelo teu algo assim. Ela não consegue mandar. Não consegue verbalizar pra mandar embora. Mas mandar embora algo que ela tá sentindo, algo que ela tá vendo. Ruim. Porque, veja, pra mim, como eu nunca vi nada, como essa parada não faz parte do meu... Tipo, eu nunca vi um OVNI. Vou te levar, hein, pra ver as coisas. Eu nunca vi. Nunca vi. Desculpa, eu nunca vi.

Então, e as coisas que me... Pô, você trabalha com um monte de entidade aqui, pô. Um monte de esquisitinho, né? É verdade. É? Mas, assim... Cheio de curupira aí, mano.

O Bruno é um erêpo. E não é que eu... Cara, olha, para deixar claro, não é que eu não acredito. É que tudo que eu vi até hoje...

Dava pra explicar de um jeito físico, entendeu? Sei. Dava pra explicar de um outro jeito aí. Tirando uma coisinha ou outra, pra ser 100% honesto, uma coisinha ou outra eu fico com a pulga atrás da orelha. Ficou uma interrogaçãozinha. Mas não é um troço flutuando, entendeu? É um violão tocando sozinho. Sim. No que eu tô te falando, é um cara que não deveria...

ter tanto repertório quanto tinha durante algumas conversas. Por que esse cara tem tanto repertório? Não devia ter. Ele é da minha idade. Tá ligado? E aí, por não ter esse tipo de contato... Você quer ver?

Eu ia perguntar aí. Você quer ver? Quero. Vai ver. Então só, vou te dar uma dica. Não é que eu vou trazer e puxar aqui da mala. Você vai ficar obsessivo. Todo dia você vai pedir. Vai acordar e vai dormir. Mas peraí, quer ver o quê? Depende do que ele quer ver. É o prompt. É o prompt. Como é que é esse prompt? Eu fiquei preocupado. É o que você tá falando. Eu quero ajudar meu amigo que vai aparecer um demônio lá no quarto. Se eu quiser ver um anjo...

É isso que eu tô falando. E o curioso ele faz assim, né? O prompt é o quero ver.

Aí tem que tomar cuidado. Não, não, eu não entro nessa. Aí vai aparecer o Fred Kruger lá. O que acontece muito, o curioso, ele fala assim, que é a pergunta que você fez. O quê? O cara que é curioso e quer ver, ele não faz um prompt, eu quero ver coisas benevolentes. Ele fala, eu quero ver qualquer coisa. Eu quero ver qualquer coisa. Aí vem o bicho papão. Ele fica obsessivo, ele dorme e acorda.

mentalizando e verbalizando isso. E quando ele vai pra um local isolado, uma floresta, uma montanha, por exemplo, aparece ali pra ele. Aí ele pode acoplar, é o perigo, né? Então, pessoas de casa aí tomem cuidado com o que vocês estão pedindo. É, pô. Igual minha esposa falou pra Deus, eu quero ter uma experiência, eu quero ter uma experiência. Sabe o que aconteceu? Ela tava voltando da faculdade de ônibus, eu estudava junto com ela, mas ela estudava num horário diferente. Aí o ônibus começou um assalto.

E o ônibus estava tão cheio que ela não tinha lugar para sentar, ela estava em pé, segurando no negocinho lá. Aí o cara veio assaltando todo mundo e chegou... Aí o cara falou, ó, todo mundo, relógio, celular, carteira. Manda. Ela pegou o relógio, celular, carteira e o cara chegou nela e ela falou, toma, o cara falou, seu eu não quero nada. Aí ela falou, tá bom, guardou, né? Aí tinha uma mulher que estava sentada perto dela.

a mulher foi entregar, o cara também falou pra ela, se eu não quero nada. E aí, quando a minha esposa falou que olhou e viu que dentro da bolsa da mulher tinha uma bíblia. Aí, o que aconteceu? Cheguei lá, contei pra galera essa história, aí o cara falou, tua namorada é gata? Falei, pô, vou pegar a baranga? Pô, lógico, né?

Então o cara tava fazendo a média. Eu falei, meu irmão, o cara soltando vai fazer média. Doidaço, né? Malucão. O que aconteceu? Ela pediu uma experiência. Ela teve uma experiência? Cara, você tem razão. Eu tô sendo desonesto aqui. Você tem razão. Eu já vi um monte de coisa. Já te falei, inclusive. Mas experiência. Lembra aquele jantar que a gente teve lá? É, lógico. Então.

Já aconteceu... O teu irmão gêmeo lá contou uma história. Já teve muita coisa que aconteceu na minha vida de difícil explicação. Fora do script. Fora do script. No entanto, e aqui eu vou fazer o advogado diabo, tá bom?

Eu confesso que eu tô mais pro lado do que acredita. Mas eu vou fazer o advogado do diabo. Faz parte. Tá bom? Que é o seguinte. Será que não é o nosso cérebro procurando padrão? Porque quando eu começo a pedir uma parada... Também. Quando eu começo a mentalizar uma coisa, quando eu começo a querer muito ver alguma coisa, o meu cérebro não vai procurar padrões que se encaixem naquilo que eu tô querendo de forma...

natural. Eu vou dar uma explicação rápida e vou passar pro Rony. Tem um negócio chamado pareidolia. Pareidolia é quando você imagina uma forma que não tá ali. Por exemplo, você olha a nuvem. Você fala, ah, igual um cachorrinho. Você tá projetando na nuvem. Beleza. Tem outra coisa que é mais esotérica, que é a forma pensamento.

ou a sigilação, que é quando você conhece alguns prompts que você consegue projetar o que você está mentalizando na realidade. Tem gente que consegue resolver problemas assim, tem gente que já consegue até projetar seres assim. Toma aí, projetar. É, um cachorro, por exemplo. O cara criou um cachorro nessa parada. O cachorro tomou na mente dele. Não, projetou lá. Toma aí.

Não, eu não vi o cachorro. Eu estou te explicando como é que essa doutrina existe. Ah, tá. É... Thought Form. É que é a forma pensamento. Quase mente sobre a matéria, né? É, mente sobre a matéria. O Thomas Grimmort, que é aquele cara que falava rá... Aham. Esse cara, às vezes, ele andava com umas pessoas que não existiam. Que ele projetava. E isso é de onde?

De Minas Gerais. Do lado de Varginha. É. O médico é andando, você chega em Varginha. Pesado o nome, né? Thomas Green Morto, que é o nome de um dentista famoso. É brasileiro. Brasileiro. Ele andava, as pessoas viam ele andando com pessoas. Ele andava, ele chegava no jantar com o casal. Ele ia conversar com o casal, não sei o que. De repente o casal, puf, desaparecia. Desmaterializava. O que é isso? Ele falou, é um pessoalzinho que anda comigo de vez em quando.

Às vezes ele vinha com um motorista, ele andava no banco de trás. Esse cara criou o carro que dirige sozinho, o self-driving car. Por quê? Existem vários relatos, talvez até filmagem, que ele chegava na fazenda dele no banco de trás sem ninguém na frente mesmo. O carro dirigindo sozinho. Isso está no livro Jogos Extremos do Espírito, que é do Muniz Sodré, que foi meu professor lá na Federal do Rio de Janeiro, que é um cara sério.

O cara fala nove idiomas, tem mestrado e doutorado na França. Era o professor top lá da faculdade de jornalismo, deve estar aposentado já. Nesse livro...

O cara é um jornalista investigativo e ele tentou dar explicação às coisas que ele viu, porque ele viu o professor. Ele falou, cara, como é que explica isso? É um livro filosófico legal pra caramba. O cara puxa Freud, puxa Jung, puxa coisas filosóficas. Ele diz que o Thomas Grimorto chegou com o carro, não tinha ninguém dirigindo, como sempre, a galera já achava normal, só que de repente um ser se materializou no volante.

E aí eles falaram o nome dele e tal, é ele que pilota, só que às vezes a gente não vê, agora ele apareceu, entendeu? Então, você está falando, será que não é coisa que a gente projeta? Às vezes é uma pareidolia que você está olhando para a nuvem e está imaginando a forma que não está lá. Às vezes, segundo o ocultismo, você consegue...

Não é porque eu imaginei que não existe. Você projetou uma parada que se tornou e veio à existência. Entendeu? Então isso existe também. A Iracema Saldanha era uma aluna minha, uma senhorinha, que ela tinha se convertido ao cristianismo, mas ela era uma cabalista famosa no Rio, taróloga também. E ela falou que um conhecido dela que era bruxo, em Maricá, no Rio de Janeiro, ele tinha um cachorro que tomava conta da casa dele, que foi um cachorro que ele projetou.

Isso na cultura indiana chama tatua. É T-A-T-W-A. Ou tatua, ou tatua. Então é como você cria uma forma pensamento. Tem os tupas também. Tupa. A palavra melhor é tupa. Tem um tupa também, que acho que é do outro, são dos outros. É. Isso aí eu já ouvi falar por causa de sobrenatural lá. Sam, Dean Winchester. É. Supernatural. Já caçaram os tupas aí. Lembra daquele filme Mulher Nota 1000? Lembro. Que os caras criam a mulher gatona. Os caras fazem isso direto mesmo.

Cria um filézinho e ainda sapeca o filé. E depois o filézinho some. É. Alta diversão. Isso que é chato. Você fica me botando pilha, eu vou dar ideia. O maluco já vai pesquisar como é que faz isso. Não, mas eu não... Esse que é o problema, né, Rony? Mas o cara que vai... Curioso. O cara que vai pesquisar como é que faz isso, cara, ele não... Ele precisa de um estofo, de um repertório.

que leva anos, entendeu? Não é... Mas só dele começar a chamar... Imagina que ele deita todo dia na cama dele e fala vem gatona. Vai chegar um demônio lá fantasiado de gatona e vai arrebentar com a vida do cara. Mas é que se fuder, mano. Burro tem que se fuder, pô. Eu sou dessa opinião. Todo respeito, entendeu? Melhor escovar o dente, pentear o cabelo e pegar uma mulherzinha. O que a gente tá falando aqui é pra tu fazer o...

Contrário disso, porra. Obrigado, obrigado. Porra, o contrário disso. Eu tava preocupado que eu tava ensinando groselha pros caras. E eu te entendo quando tu fala pra mim assim, pô, não queria falar desse bagulho não, porque vagabundo vai atrás. Vai, vai. E eu entendo. Mas eu sou da opinião que vagabundo tem que se fuder mesmo. Mas é claro que é importante a gente dosar o que é.

É igual o Mastral, ele escreveu vários livros falando sobre bruxarias e tal, e ele falava que ele mostrava o carro, mas não entregava a chave. Pro cara não reproduzir as paradas. Então, existe uma maneira, só que aí, cara, gera curiosidade. A curiosidade, como o Rony muito bem falou, a própria curiosidade em si, ela já atrai. Entendeu?

E os rituais, os mais avançados Ou dá certo ou você fica louco Ou você enlouquece Os rituais avançados Calma aí, calma aí, tudo bem Dentro do que a gente pode dizer Um ritual avançado, a gente tá dizendo que um cara Ele passou por etapa 1, etapa 2, etapa 3, etapa X E chegou Num bagulho doido Invocar um Porra, um

Leviatã. É, tá arrepreendido, nome de Jesus. Nome de Jesus, porque esse é brabo. Esse é brabo. Aí, até piscou a luz, você viu? Piscou mesmo, pois é. Se a gente tá falando desse nível, né? Ou o cara tem sucesso, ele vira a lelé da cuca.

Ia ser maneiro a gente fazer um episódio chamando as paradas, né? Imagina, botar um bicho sentado ali. Tu não é homem pra isso. É ruim, eu não sou. Eu só não posso chamar, né? Eu posso tentar chamar o anjo, né? Não sei se ele vai querer vir. Mas dá pra fazer umas paradas sim, cara. Imagina. Isso é interessante porque os meus experimentos hoje são muito baseados em... O que eu fui fazer no Atacama? Você perguntou, né? Eu respondi.

Eu percebi como era a ufologia antigamente, as pesquisas desse fenômeno. Você ia lá pro mato e você sentava lá com a cadeirinha. E tentava a sorte. E você ficava lá e aí uma hora aparecia e nem cem vezes não aparecia nada. Então é assim que funciona. Tu me deu uma dica, que eu não sei se é maneiro falar, porque eu não lembro se tu falou essa porra ouviu. Mas tem uma... Natureza é uma dica, né? Isso, isso. Então a gente já ia pra natureza, então isso já acontecia, mas era uma coisa passiva. Você ficava lá...

Uma vez eu apareci 100 vezes não. Então assim que funciona, funcionava... Taxa de acerto mínima. E eu tô querendo multiplicar e tornar reproduzível, porque a ciência precisa disso. Não é uma vez que aparecer um troço, eu vou coletar dado e vou publicar um artigo científico. Não funciona assim, tem que ter uma massa de dados.

Então como é que eu faço agora? Por isso que eu fui testar no Atacama. Vai num lugar desse, mas vá num local que de preferência tenham sido feitos rituais no passado, sejam locais históricos, sejam indígenas ou incas, etc. Porque certamente se fizeram incas, por exemplo, que é uma coisa muito forte. Muito sacrifício ali, certamente. Não tem, óbvio, uma evidência que teve sacrifício, mas tem os rituais todos que os arqueologistas acharam no vulcão.

E por que eles faziam no vulcão? Pro vulcão não explodir. Então eles faziam sacrifício para o Deus do vulcão. Entregavam os presentinhos, né? Para as crianças.

crianças, né? A gente achava pesado, era criança. Explode, não. Para que o deus vulcão não se virasse contra eles e que a colheita prosperasse. Então era mais ou menos nesse nível. Então assim, se isso aconteceu, pra mim ficou aquele troço ali, aquela impressão, aquela informação, aquela energia, né? E os fenômenos estão ali, esperando. É.

talvez na esperança que eles voltem uma hora, voltem novos incas para eles terem mais crédito minha teoria é, se eu fui fazer esse experimento lá em 2024 é pra isso então e qual que é a outra parte? tem o histórico do local, rituais tem a natureza, é isolado, não tem ninguém ali e eu ainda levo uma pessoa que alega ter contatos que serve de antena

A pessoa chega e fala assim, porra, eu tô sonhando, acordo com ferida. Cadê o bruxo lá? Como é que é o nome dele mesmo? Bruce Fagundi. Inclusive ele que me ensinou dos Tupas. Ele me mandou o livro dele lá. Não lia ainda. O Bruce Fagundi tá no meu documentário. Fácil oculta de Varginha. Eu tenho um documentário. Não sei se é o Charles Cansano. Cadê ele? Você não anda com ele mais não? Ah, todo direto. Ele tava aqui. Nossa, ele falou uma espada bad trip pra caralho, meu irmão.

Ó, essas paradas que o Rony faz, eu... eu não tenho medo de fazer não, mas eu não posso fazer.

Porque você faz umas orações lá. Eu não posso fazer isso. Por exemplo, onde que eu entro? O cara foi fazer umas brincadeiras dessas, o bicho agarrou nele e ele falou, não quero mais, eu ajudo o cara a atirar. Se eu puxar, aí eu me ferro, porque eu não posso... É estar fora do meu métier. Entendi. Entendeu? Eu posso ir lá e ficar olhando, né? Na hora que o bicho aparecer, eu falo que vou mandar um hadouken nele, quer ver? Interagindo.

Eu mando yoga fire. Tu não pode... Não, eu não posso chamar. Tu pode invocar. É.

Eu só posso jogar bomba. Tu faz, tu entra nesse de invocar. Eu não evoco, não, eu não evoco. Eu faço assim, tem esse local, tem um contexto, leva você a uma pessoa que supostamente tá falando que tem esses contatos. Você leva um para-raio lá pra puxar os negócios. Naturalmente essa pessoa vai atrair. É uma antena. Isso aconteceu lá, a gente levou, tinha a pessoa.

Inclusive, vamos dar um abraço para a Marion, que participou dos experimentos. Ela é lá de Amazônia, lá de Manaus. E aí você faz o quê? A maioria desses fenômenos, energeticamente, é muito mais econômico para eles. Primeiro, eles vêm no sonho, etc. Não físico. E o próximo etapa é o que? É físico, mas no infravermelho, no invisível. O olho não consegue enxergar o infravermelho, só enxerga o visível.

Porque o visível é mais energético. Pra vir no físico, ele precisa puxar muita energia. Aí tem que ter um sacrifício humano. Aí vem a energia do sacrifício, pra mim, né? Onde é que tá vindo? Do sacrifício, dos humanos que estão ali. Dessa pessoa que serve como antena, tanto que as pessoas ficam fracas quando eles aparecem. Logo depois da aparição, a Mariana tá lá. Sente que fica frio também? Às vezes venta também. I see dead people.

Lembra do sexto sentido? Que quando o espírito aparecia, ficava frio. Porque eles chupam energia pra poder subir na parada. Então eles vão vir no visível, no espectro infravermelho, que é menos energia, que é o que a gente não vê. E vão vir também, pode vir também no rádio. Aí vão vir lá nas frequências baixas de rádio. Aí o pessoal fala de transcomunicação. Aí tem essa outra... Sempre de noite.

Assim, cara, eu acredito que de noite, quando o sol se põe, a gente vê mais fenômenos porque tem fenômenos que são como seres animais também. Tem animais que são noturnos. Tem entidades que são noturnas. Por isso que pra mim aparece. Os negativos pra mim, os mais brabos, estão justamente na noite. Trevosos. Os trevosos. Três da manhã. Você teve coisa já com três da manhã? Teve, teve. Existem esses horários cabalísticos. Pô do sol aparece muito. Logo que o sol se põe, aparece muito.

Na transição. Lua nova, que é a ausência total de... O que aparece muito, Rony? Cara, aparece muito, principalmente... O que aparece muito é o orbe, né? O que é o orbe? São esferas luminosas. Mas é aquelas pequenas, assim? E que pra mim... Geralmente elas são desse tamanho. São esferas luminosas, geralmente laranjas. Essa tu me contou.

podem vir vermelhos, geralmente é laranja, mas podem vir vermelhas, brancas, azuis, verdes, são mais raras. Mas você já viu perto ou só meio longe assim? Não, já vi aqui assim. Parada assim? Em 2018 é o primeiro contato, por isso que eu tô aqui hoje. Aqueles indígenas lá? Não, isso foi o Cerro da Beleza aqui no Rio de Janeiro, que é triplice de visa com o Ministro de São Paulo, então era rural. Se eu não tivesse tido contato em 2018 com os órbios, que tava nessa distância que o Igor tá, eu não estaria aqui hoje, certamente porque eu teria falado, ah, isso não existe não, eu teria desanimado, então.

Mas nada, é por acaso, a coisa apareceu e dessa forma não apareceu nunca mais. Qual que era o contexto? O que você tava fazendo?

contexto que eu falei uma hora, piscou, deu um estádio, eu falei, pô, eu vou ver se esse negócio existe mesmo. Estão falando que tem lá, eu vou viajar três horas e vou lá ver. Bicho curioso pra caramba. Eu estava com a intenção absurda de ver, eu não estava sério, eu estava cético assim, cético saudável, no sentido de que eu não acredito e não acredito. Será que tem tanta gente falando? Deve existir mesmo. Você estava honesto. Mas eu tenho que ver, eu tenho que ver pra crer. É, de onde tomé.

Então fiquei naquela, tenho que ver esse negócio. E fui lá a primeira vez e vi. E nunca mais apareceu um orbe, já vi orbes mais distantes. Eles aparecem na árvore, na natureza, mas não dessa distância que tá por eles. Se ele fez isso, ele tinha intenção que você continuasse estudando, imagino. Tinha, tinha. E eu acredito que tem energias que são assim, eu acredito que... Duas hipóteses. Uma é que tem entidades positivas que querem que esses outros negativos sejam revelados. Desmascarados. E que as positivas só vêm para dar essa mensagem.

Ó, fica esperto com safado. O positivo só vem fazer isso... Pra mim eles são mais sutis, né? Só vem pra dar essa mensagem. Não falou nada comigo. Não entrou na minha mente. Não tive sonho depois. Eu não tive depressão. Não botou implante. Eu não tive implante. Eu não tive pesadelo. Na verdade você já deu uma escaneada geral. Eram brancos. Interessante isso. Eram brancos. Eram luzes brancas.

os cara fica chateado que do bem é branco, do mal é escuro é, mas assim, eu tô só falando o que era naquele dia, né, era branco enfim, e eu não tive eu fiquei com essa dúvida agora, você já deu uma escaneada pra ver se não tem nenhum implante mesmo? não, você já mexeu com... você que tem

Todo esquisito aí, pô. Não, mas já nasce espinha? Você nasceu espinha de chão? Eu já fico aqui. Não é não? Claro, tem que ficar. Você sabe que o negócio acontece. Mas assim, cara. Pra gente arrancar aí, né? Apareceu pra mim e assim, pra mim foi um mensageiro falando assim, ó, você quer ver se existe mesmo?

Você tava sozinho? Agora vai na tua busca aí. Estava sozinho ou tinha alguém? Não, eu tava com a minha mulher. Alguma mensagem? Ela viu também? Viu e se aterrorizou. E aí na hora eu joguei a lanterna do celular. Pera aqui, jogar uma luz na luz. Olha a cabeça dela. É desespero, né? Aí sumiu? É tipo assim, vou jogar a luz para revelar o que tá detrás dessa luz. O automático do cérebro. Aí sumiu, já apareceu. Aí cortou. Cortou. E aí, cara, pra mim foi...

Tanto que eu nunca mais vi nessa distância. Então, a partir daí que eu fui nessa busca, né?

Alguma mensagem foi transmitida nesse momento? Não, nada, não. Alguma mensagem foi transmitida. Foi uma resposta, existe. Foi importante perguntar, estava sozinho? Não, teve interação, no sentido assim, apareceu na cima da montanha uma grande, era gigante, uns dois metros, passeando a montanha.

A mãe. Apareceu a mãe e mandou a filhotinha. Na montanha, montanha baixa. A gente ficou olhando lá, passeando. Caramba, o que que? Cinco minutos já? O que que é isso? O que é isso, cara? Você lembra o horário mais ou menos? Eu falei assim para a mulher. Vamos brincar aqui para ver se ela faz alguma coisa diferente? Para ver se ela aparece aqui? Isso. Vamos chamar ela. Vamos jogar uma raçãozinha. Começamos a falar, vem, vem. Uma cenourinha. Aí vem uma filhotinha por trás da gente aqui.

Ah, veio do outro lado. E apareceu de trás. E ela veio assim. Ela vinha dando uns tiques. Dava um glitchzinho. É. Maneiro. E aí é uma luz forte pra cacete que não é a luz do teu olho, cara. Parece um solzinho. Não machuca o olho, né? E o que que tu sentiu? Algum tipo de desespero? É tipo a lua, né? Você olha pra lua, mas não... Ela é como se fosse assim... Eu chamo esses seres de sombras porque muitos, assim, esses que são uma luz. É como se ele tivesse fisicamente, mas não tivesse.

Ah tá, não tá 3D Porque fisicamente se tem uma luz forte, ela é obrigada a emitir fotos O seu olho vai ficar sensível, a sua retina e você vai fechar o olho Entendi Então é como se fosse uma sombra, de fato O que é uma sombra? É algo que se você sobe a sombra e não tem mais outra coisa física nenhuma Não tem barulho, não tem cheiro É uma projeção, como se fosse Caralho, que viagem, meu irmão E é isso que fez eu estar aqui hoje, né?

O que que tu sentiu aí, meu irmão? Tu sentiu desespero? Eu senti medo, né? Facino e medo, né? O que você sente Se tu sentir medo É próprio de algo que vem Do bem?

Às vezes o bem gera medo também. Na Bíblia tem isso. O cara vê o anjo, ele fica desesperado, quase morre, começa a tremer a perna, desmaia. Não é porque é do mal que você sente medo, não. Às vezes do bem. Quando Deus apareceu, o povo falou, queremos ver Deus. A Moisés falou, tem certeza? Aí eles falaram, fica aqui que ele vai aparecer lá na montanha. Ele desceu igual uma bola de fogo na montanha. A montanha ficou tremendo, os caras ficaram desesperados.

Pediram, pelo amor de Deus, para Deus nunca mais fazer isso. Aí, Deus fala um negócio interessante para Moisés. Fala, Moisés, avisa eles que eu nunca mais vou aparecer assim. No futuro, eu vou andar no meio de vocês como uma pessoa igual vocês. Parece que está falando de Jesus, né? Então, isso é interessante para caramba. Aparentemente, está.

Então, assim, só pra dar esse parênteses, foi porque os orbs são o que mais aparecem. Inclusive, se for pra estatística do órgão do estado de investigação que eu era, tá lá orbs. Os videozinhos, orbs. É tudo orbs. E pra mim, o orbe é basicamente a forma elemental do fenômeno. Tá bom. É o sem máscara. É.

É o basicão, né? É. E aí os orbes, você pergunta no quilombo, por exemplo, como fiz pesquisa no quilombo lá, Chão dos Jeás, junto com Arthur Neto, outro pesquisador, o Jedi da ufologia aí. É, o pesquisador sênior. Eu fui lá com ele e falaram pra mim, pô, cara, os orbes aparecem aqui direto. Quais? Os laranjas, que são os que mais aparecem. Esses laranjas tomam a forma que quiser. E aí ele falava assim, o laranja é o seguinte, o pessoal, os descendentes lá dos escravizados falaram pra mim no quilombo, o laranja não é qualquer pessoa que ele deixa chegar perto.

Esse é quem? É onde que você falou? No Quilombo São José, lá na Serra da Beleza, aqui perto, no Rio de Janeiro. E aí tem os descendentes dos escravizados que moram lá e convivem há anos com o fenômeno que eles chamam de Mãe do Ouro. Mãe do Ouro, exato. Dá pra gente ir pra Cláudia agora, né? Falou de Mãe do Ouro. Isso, a gente pode daqui a pouquinho pra lá. E aí, quando você pergunta pra eles, fala assim, pô, não é qualquer pessoa que essa luz deixa chegar perto.

A maioria, quando você olha pra ela, ela vai embora. Ou quando você tenta ir lá pegar a câmera, ou quando você tenta ir pra cima, ela vai embora.

Mas tem pessoas que ela escolhe. Em termos de espectro de luz, o laranja está mais para o... Para o vermelho, né? O vermelho é alto. Mais energético, né? Mais forte, né? Menos frequência, menos energético. Menos frequência, mais azulado. O azulado já perto da outra violeta, você vai gastar mais energia. Ah, tá.

E que diferença isso faz? Isso faz diferença para que tipo de energia? Eu tenho uma teoria de que os mais perto do vermelho são os negativos, os menos energéticos. Os mais perto do azul, violeta, são positivos. Embora a gente tenha casos de orbes azuis que mataram gado, por exemplo. Entendi.

Será que é o outro se fingindo? Aí você começa, né? Deixa eu contar uma historinha do... Deixa eu fechar a história do quilombo. O que acontece? Achei que tinha terminado. E aí, pessoas escolhidas podem chegar. Entendi. Na mãe do ouro. Na mãe do ouro. Você foi pra cima e ela ficou, certo? E ele fala assim, aí você tem que cortar o dedo.

e deixar uma gotinha. Aí você corta o dedo e arremessa o sangue. Aí ele desencanta. A luz vira o ser. Aí você pode pedir o que você quiser pra ele. Aí é um pacto, né? Aí você vai fazer a aliança, né? Aí geralmente vira o quê? Uma senhora de vestido. Aí tem vários tipos. Agora, você vê o pessoal do Quilombo, cara, que às vezes nem vê televisão. O pessoal das antigas mesmo. O pessoal vive no mato. Só a casinha não tem luz. Tem muitos casinhas que não tem luz lá, cara. Nunca ouviu falar em Roswell.

Falando é um negócio desse, cara, que bate com toda pesquisa. Eu já ouvi uma história parecida, não é muito parecida não, mas assim, sabe o lance da paralisia do sono? Isso. Minha mãe me contava, sei lá... Os causos. Me aterrorizava de certa forma. Botava no medinho. Botava no medo. Que, porra, que vinha um cara de chapéu

e que ele segurava e tu não conseguia se mexer, mas estava acordado. Mas se você conseguisse tirar o chapéu dele, você ficava rico.

Ah, é. Tem essas paradas. Aí eu ficava, pô, não sei se eu quero que ele venha, não sei se eu não quero, mas... É, meu irmão. Vai que eu tento minha sorte aqui, me deu bem. Prefiro ficar na M mesmo. Mas tem essas paradas. É o Raul Gil, né? Tira o Raul Gil, tira o Valente. É, eu tiro o chapéu. Mas tem esse negócio, isso é interessante, porque existem alguns tipos de desafios também com as entidades, né?

Parece que ela propõe um desafio, se você passa, você recebe um benefício. É como se fosse uma aliança, um pacto, mas nesse caso não envolve sangue. A gente vê isso na Bíblia, quando Jacó luta com um anjo, ele achou que era uma pessoa, aí ele está lutando a madrugada inteira com um anjo, aí o anjo fala assim, pô, me libera aí que o sol vai nascer. Você vê que é interessante, que ele tinha que sair antes do sol nascer. Aí ele fala, não, antes de sair você tem que me abençoar.

Então, o anjo estava querendo ir embora, ele estava segurando o anjo de alguma forma, não sei, com um prompt, com alguma coisa. E aí, o anjo falou, cara, eu tenho que ir, me larga. Ele falou, não, você vai ter que me abençoar. Aí, o anjo toca na coxa dele e desloca o nervo da coxa, ele fica manco. Porque quando deslocou esse nervo, ele não conseguiu mais segurar o anjo. Aí, é tipo assim, ó.

eu destruí a tua coxa, você vai ficar eternamente manco, mas eu vou te dar o que você pediu, porque você lutou bem. Parabéns, campeão, vai lá, leva a medalhinha de ó, mérito aí. Você já viu histórias assim, parecidas com isso?

Cara, não. Tirando-se do quilombo, assim, de que você tem que, tipo... Jogar o sanguinho ali? É. Foi a história mais próxima, assim, que eu vi. Você trocou ideia com alguém que jogou o sangue? Porque, geralmente, o pessoal, quando passa um negócio desse, o pessoal sai correndo. Dá linha na pipa. Ninguém fica pra tirar celularzinho pra filmar. Dá mais cortar o dedinho. Você aparece nessa distância, né? Dá mais cortar o dedinho. Que é o que, geralmente, a gente aparece, né?

Ninguém fica. Pode ser luz, pode ser o que for. Mas o Igor perguntou se você conhece alguém que jogou sanguinho e viu o bicho? Não, não. O pessoal do quilômetro falou que alguns no passado conseguiram fazer esse negócio. Quem tinha disposição, né? Não, precisa ter disposição. Mas tu ia falar não sei o que aí, pô. Cara do Cláudio. Como é que é o nome daquele rapaz cabeludinho lá de Cláudio mesmo? É o Lauro Miguel. Lauro Miguel.

É o empresário lá da cidade. Esse cara conta uma história interessante. Minas Gerais. Cláudio que é em Minas Gerais. É, o nome da cidade é Cláudio, né? Me corrija aí, Rony, se eu contar errado.

Tinha uns caras lá, os senhores de engenho, e aí o... Pô, não tinha... Quase que eu repreendi, no nome de Jesus. Eu ia falar, vai jogar o sangue aqui não, porque ele fez assim com o dedo. Até eu olhei esse manchô aqui mesmo. Quase que eu dei uma trixa.

Não peguei teu hemograma pra ver se tá tudo zerado, né? Sei lá, né? É, vai que cai aqui nas mucosas, né? Tá de zoação, né, meu irmão? Aí, cara, o senhor de engenho tinha lá um dinheiro, sei lá, joia, e ele falava, pô, eu quero esconder essa parada. Não tinha banco pra tu ir lá, caixa econômica, vou penhorar minha joia. Então ele vinha com os escravos.

E falava para os caras, cava aí. Aí enterra o tesouro. Quando a galera terminava o serviço, ele puxava a garruxa e poupou e matava os caras. Os caras sabiam onde é que estavam. Só que aí, nessas lendas, virava uma maldição. Porque tipo assim, pô, tu fez uma maldade para os caras, não era para ter matado. Então, você não consegue acessar o ouro. O local onde estava o ouro virava um local mal assombrado que ninguém conseguia chegar.

E aí quem protegia o local era a mãe do ouro, que é uma bola que sai do meio da pedra lá da montanha, mas às vezes vira uma mulher assim e dança com as criancinhas, brinca e tal, e ela protege ali para que essa maldade que foi feita com os escravos, o cara não tenha acesso então ao ouro. E aí o que acontece? Esse Lauro Miguel, ele contou umas histórias aí em podcast, que ele tentou chegar nesse local...

E aí, o que ele fez? Ele, para respeitar, ele falou, cara, não vou chegar muito perto. Vou com o drone. Ele falou que botou o drone onde tinha esses fenômenos, que é onde, em tese, o ouro está enterrado. O drone apagou e caiu.

E aí ele falou, pô, tem que recuperar o drone, né? Aí eles foram com o carro, o carro apagou no meio do caminho. Ele deve conhecer essas histórias, vamos esperar ele voltar. E aí, como é que ele fez? Ele chegou e pediu uma autorização. Ele chegou lá e falou, olha, falando com a mãe do ouro, lá com o espírito, eu vim aqui só para pegar meu drone. Não quero pegar ouro de ninguém, não quero arrumar confusão. Aí ele conseguiu ir, pegou o drone e foi embora.

Eu tava contando da história... Você lembra da história que o Lauro Miguel contou do drone? Que ele foi... O drone caiu, ele teve que resgatar o drone e tal. É... O que eu ia falar depois, cara? Que tem, peraí, tem o negócio do drone e tal. O drone caiu.

Esse cara, ele é... Vamos lá, mandar um drone pra um lugar desse, o drone cair, tu ainda vai lá buscar, meu irmão? Ah, lembrei. Tem um amigo meu lá de Niterói chamado Pedro, que ele me contou a história que é o seguinte. Eles estavam caçando balão, São Gonçalo.

E aí, muito mangue ali, né? Aí, o balão caiu no mangue. Aí, a garotada foi, né? Pegar o balão, né? Porque a galera já sabe a competição que é, né? E aí... É balão e pipa, meu irmão. Um cara foi e ele ficou com outro amigo esperando. Tomando conta pra ninguém chegar. Tipo, o balão é nosso. E o cara entrou no mangue e ficou perdido dentro do mangue. E eles estavam num lugar mais alto e eles viam o cara. O cara, socorro, socorro. Aí, eles, vem, pô, tá aqui, ó. Por aqui, o cara não enxergava eles.

E aí eles falaram, cara, que estranho, vamos lá ajudar. Aí eles entraram no mangue, na hora que eles estavam entrando no mangue, do nada apareceu um velho, com um chapéu de palha, saindo do mangue. Aí eles levaram o SUS e falaram, o que é isso? Aí o cara falou, sabe por que ele está preso lá dentro? Não pediu autorização. Tem que pedir autorização à entidade, e falou que a entidade dos mangue lá falou o nome.

Então, eu acho que é parecido com esse negócio do Claudio, porque pra pegar o drone ele foi lá e pediu autorização. Mangue aparece muita coisa. Né? É. Muito. O pessoal do Maranhão vê muita coisa em mangue. É o quê? É o tipo de energia que tem ali? É um elemento ali, como eu falei, tem elementos aí, às vezes alguns seres que se apegam a esses elementos da natureza e usam esses elementos da natureza pra poder... Será que é por parecer?

Porque o mangue é tipo um lugar que é um berçário, tem muita matéria orgânica, tem vida sendo gerada ali, às vezes energia vital.

Quais são os principais lugares, Rony, que tu vê, assim, da natureza que essas coisas surgem? Você tava falando, ah é, deixa eu voltar, é assim que ele começa e ele fala uns bagulhos, tem umas experiências meio, tem umas experiências malucas, que pra tudo é normal. Não, pra tudo é normal. Não, pra tudo é normal não, cara, calma aí, olha só. Lá na Atacama.

Que tu tava com uma pessoa servindo de antena. É, o para-raio. Você falou. E você disse que quando surgiu o fenômeno, ela enfraqueceu, inclusive. É, como é que funciona? Por que que surgiu, Rony? Calma aí, tu viu uma parada? Tipo, tu tá acostumado a ver essas paradas? Não, então, como é que funciona o experimento? Você leva a pessoa e assim, quando a noite começou a cair, ela começou a falar, olha, eles tão descendo do vulcão. E eu não via.

Ninguém via, só ela. É uma mulher, né? Ela estava vendo eles descendo? Estão descendo do vulcão. Qual era o setup? Quem estava lá? Estava um grupo. E a gente foi justamente para fazer esse experimento. E a Marion estava junto com a gente. É brasileira, a Marion? Ela é de Manaus, né? Na Amazônia. Cresceu no... No Mangue. No Rio.

que eu acho que tem uma negação. Tem, tem muita força. E eu usei equipamentos todos, e o teste era poder medir se ia aparecer alguma coisa, inclusive equipamentos que medem no infravermelho, próximo, que é logo depois do vermelho. Mas a gente não enxerga, tá? Tá abaixo do vermelho. Abaixo do vermelho. Então aí ela começou, ó, tá descendo, eu não via nada. E eu tirando foto não aparecia ainda. Já tava a noite, já? Já tava a noite, o sol tinha acabado de descer. Quando o sol desceu, ela começou a ver.

E eu falei, pô, deve estar com energia fraca ainda. É. Vai aumentando. Tu vai tirando foto. Vai tirando foto. Eu não tava vendo nada. É, e ela falou, ó, já tão chegando muito perto, já tão aqui. E ela começou a ficar um pouco mais fraca. E... E aí, com o momento que ela tava mais desesperada...

Meu Deus! A foto saiu. Eu sei porque eu tenho na GoPro o áudio, eu tenho a imagem do celular com os relógios. Por que você acha que ela foi desesperada? Ela estava ficando muito fraca? Ela foi desesperada porque a gente estava chegando muito próximo e ela recebeu uma mensagem que era para pegar ela. Tipo assim, algo desse tipo. É mesmo? Que ia dar ruim para ela? É, tipo isso. Estou aqui por causa de mim, vieram me pegar, vieram me fazer alguma coisa e desesperar. E aí nesse momento a foto sai.

E aí tá lá no infravermelho próximo. Eu não via, ela via e a câmera via, porque a câmera via no infravermelho próximo. Pô, ele falar dessa foto e não mostrar pra... Eu já vi, né? Mas eu já mostrei aqui, eu acho, não? Mostrou, né? Acho que já mostrei. Não? Não? Acho que não. Aí fica o Jaba, vai no meu canal que tem um vídeo só sobre isso. Boa, boa, boa. Bota lá, tá a cama no meu canal. Agora que eu me liguei, são três do Rio de Janeiro, né?

É só sambar. É sambar. Eles já deram mole, ele falou, vai no meu canal. E aí que eu tive um experimento mais ousado, foi...

recuperou, recuperou, beleza. Ela meio que desmaiou assim, aconteceu alguma coisa? Ficou mais fraca e mais desesperada, né? Aí faz o que? Põe no carro e leva embora? Faz o que? Acontece alguma coisa? Não, aí foi, eu fiz uma oração, né?

Eu faço oração sobre o Miguel Arcângel, puxo o terço ali e aí o troço meio que limpa. Essa é a mais eficiência. Eu tava em jejum. Você sentiu que ele ficou incomodado na oração lá? Ela falou que eles sumiram naquele momento. Aí mandou o prompt, viu? Porque eu vi que o negócio tava ficando feio. Eu mesmo já tava começando a ficar... Quando tu já foi de jejum, por quê? Porque tu já sabia que... Eu já sabia que se ia acontecer alguma coisa, eu tinha ali... Pra se fortalecer espiritualmente.

Qual é a função do jejum do ponto de vista espiritual? Então, o jejum, você baixa o metabolismo, né? Porque baixa não, você fortalece, na verdade, porque você não precisa gastar muita energia na digestão. Então, em tese, o corpo ficaria mais forte. E tem um princípio espiritual, porque na Bíblia, Jesus, em Mateus 4, quando ele vai ser tentado no deserto, ele está em jejum, né? Que é um tipo de sacrifício.

É, um sacrifício é você demonstrar poder sobre os desejos. Você fala, a comida está aqui, mas eu não vou comer. Então você está vencendo os desejos e isso te fortalece espiritualmente. E ali você está longe do material, né? Você está abdicando do material, você está menos material e mais espiritual. Mais para o espiritual, né? Fortalece o espírito, né?

E a gente fez o segundo experimento, que é, olha, vamos para cima do fenômeno. Vamos para... Estão vindo do vulcão? Vamos para o vulcão. Vai cair para dentro? É. Calma aí. Aí tu levou a moça? Depois disso. Aí o experimento... É, depois disso. E a sequência? Você recuperou, não. Você recuperou, né? Então, tá bem? Tá bem. No mesmo dia? É. Aí eu falei, qual experimento? Falei assim, descansou? Tá bem? Ela bebe água? Passou uma meia hora, uns 40 minutos?

Falei assim, olha, agora você vai meditar e pedir com a intenção para eles se aproximarem que a gente vai contactar esses caras.

Mas os caras não queriam pegar ela lá? Não é arriscado isso, não?

Ah, eu tava com a proteção. Ela que era o para-raio mesmo, né? Não, não, eu tava com... Não é comigo, é com ela. Não, eu sabia... E aí tem a questão da fé. Usou ela de isca, João. Não, a questão é... Eu vi que não funcionou no primeiro momento. Que funcionou, entendi. Que ele recuara. Então eu estava seguro de que eu tinha com toda a situação. Você adquiriu poder sobre eles. Isso. Eu tinha fé de que eu... Isso é legal. Eu fortaleci a fé nesse momento que eu fiz a oração e sumiu os fenômenos.

Eu tinha total certeza de que... O medo que você tava ali saiu, né? Saiu. Porque se você for com medo, você se ferra.

Porque se eu faço uma oração e o troço começa a chegar mais perto e não some, não tá adiantando. Aí o medo é me consumir. É melhor dar linha na pipa, né? O medo é me consumir. Aí, principalmente, a gente vai pegar o carro e ir embora. E sair fora. O medo te consumindo, tu não fortalece eles? Fortalece, com certeza. Fortalece, pô. Ele se alimenta. Com certeza. É igual o Pedro, né? Jesus vem igual um fantasma. Os caras estão no barco. Aí uma tempestade do caramba e vem um maluco andando em cima da água.

Os caras foram um fantasma, né? Jesus falou, não sou eu. Aí Pedro, o malucão falou, se é você, me autoriza a ir aonde você está. Aí ele falou, vem. Aí ele foi andando em cima da água, indo até onde Jesus estava. Só que de repente ele olhou para baixo e falou, peraí, mãe, que parada é essa? Aí começou a ficar com medo e começou a afundar. Jesus segurou ele e falou, peraí, irmão.

É mais ou menos assim. Enquanto você está ali crendo, você está... Entendi. Protegido. E aí vocês foram para a segunda etapa do experimento. Que é mais lá na boca do vulcão. Aí eu pedi para ela meditar, porque meditação é como os psíônicos fazem. Como é que os psíônicos do governo fazem, americano? Vem um cara com trauma de guerra, o cara tem a porta para o contato. Psíônicos são os soldados paranormais. Os soldados paranormais, né?

Da divisão paranormal lá do exército, a CIA tem a DL, etc. Aí uns fazem visão remota, que é espionagem psíquica, outros é contato com seres e tem essa bagunça toda lá.

E aí os caras meditam e dão uma intenção qualquer. Nesse caso, a intenção, eu pedi para que fossem, se eles chegassem perto. E aí fica ali em meditação e ela é impressionante, ela medita e em dois minutos já está em estado meditativo. É mesmo? Já tem a manha já, né?

impressionante e aí começou a falar assim, eles vão chegar vão estar chegando, eu falei, acorda, vamos peguei a mão dela e a gente foi e eu falei pra galera, fica tirando foto aqui desse negócio, registra aí eu fui com a GoPro pra ver os áudios porque a GoPro de noite é uma porcaria, é uma batata mas o áudio é bom pra cacete e eu fui com a GoPro e a gente foi indo e ela, ó, tá chegando, tá chegando tá chegando tá chegando

Isso vocês andando e subindo lá. Em direção ao vulcão. Em direção à base dele, né? A base, né? Entendi. E aí, tá chegando, tá chegando, tá chegando. E aí ela entrava em transe. E aí começava a falar com a voz deles, né? Estranha a voz. Fiquem tranquilos que nós somos do bem.

Eu já me liguei, não, já me liguei na hora. Eu já me liguei na hora, né? Eu falei, fiquem tranquilos, nós somos do bem, nós não vamos fazer mal. Eu falei, muita conversinha. Tá bom, tá bom. E aí eu falei, tá. É, valeu. E aí, o pessoal tirando foto, eu estava satisfeito que talvez saísse alguma foto. E eu puxava o terço, e eu fazia oração em latim, porque eles não gostam muito de latim. Línguas antigas, eles meio que abominam. Então eu fazia oração, sombra, arcântica em latim.

E aí, na hora, liberdada. E aí voltava. Na hora o que você falou? Libertada. Ah, tá. E voltava, né? O que aconteceu? Ah, tá. Ela saía do trânsito. O bicho saía. Saía, né? O que aconteceu? O que aconteceu? E aí eu falava, não, você entrou em trânsito.

Ah tá, ela não lembrava, né? Não lembrava. Só que aí ficou em sintonia de rádio, igual rádio quando fica pegando a estação. Voltava o negócio. Dez segundos. E aí, mesma coisa. Por que vocês estão duvidando? Nós somos do bem, vamos encontrar com vocês. E eu fazia oração. Fiz umas cinco vezes, foi cinco, foi dez, eu já não lembro mais quantas vezes eu fiz. Eu sei que uma hora ela começou a... Já na terceira, quarta, quinta, sei lá quantas. Ela começou a vibrar o corpo inteiro e aí veio um negócio do chão E aí

que eu não conseguia não vibrar minha perna. Veio uma energia do chão, pelo pé, e começou a vibrar, e começou a subir. Aí eu fiz a oração e cessou. Eu senti que o negócio começou a querer me pegar ainda. Não botou um implantezinho não nessa hora? Tomara que não. No pé. E aí, cara, o que aconteceu? Ela começou a ficar muito fraca, extremamente fraca.

ponto de quase desmaiar. Eu falei, não, tá na hora de ir embora. E até porque o bicho tava insistente, voltando toda hora. Peguei minhas fotos aqui. E aí fui embora, muito fraca ela, e a gente, vamos embora, tá bom. E aí, na foto, quando se vê, exato no momento que ela tava mais afetada, eu sei isso por conta do áudio, a gente tem a foto da gente e eles. O que que eles são? Eles são... São luzes.

numa cor quase vermelha, o que dá a entender, se não estava no visível, porque senão teria visto, é infravermelho, se movimentando, porque quando a gente tira foto de alto, como é que a gente capta uma energia baixa? Eles têm energia muito baixa, não só no infravermelho, mas uma baixa energia.

você pega a câmera e você bota alta exposição, você bota o sensor aberto muito tempo pra conseguir captar o máximo de energia e aí você vê o que? o movimento dele, porque dura vários segundos são 7, 8 segundos, você vê o troço não parado você vê como se fosse um filme o movimento que ele fez então eles tem essa luz no infravermelho e eles tem um corpo escuro como se fosse mais escuro que o fundo

Dá pra ver a silhuetazinha assim, né? Eu vejo mais escuro na foto e mais escuro que o fundo. Você joga um filtro, você vê. E tinha uns tipos de cachorrinhos deles. É? Os animaizinhos deles. Que era a mesma estrutura. Era uma estrutura... Tinha uma luz menor. E tinha um corpinho pretinho, mas na horizontal. Como se fosse um cachorrinho mesmo. Óbvio que você não vê formado, porque é uma foto de 7, 8 segundos em alta exposição. Você vê um borrão. Mas você vê perfeito a luz. Você vê que é totalmente diferente do fundo.

e você vê tudo isso, né? Esse é o experimento que tu conseguiu documentar com mais clareza? É, e foi o experimento que a gente... É como se fosse um experimento científico, porque a gente tinha as instruções, seguiu e deu certo todos os passos. A gente repetiu e funcionou.

É foto de câmera de película mesmo? Você revelou esse filme? Câmera normal. Era celular bom. Era o ultra, né? Sei. Com tempo de exposição. Uma das ideias era se todo cidadão consegue fazer um... Com instrumento não profissional. Com instrumento normal. Mas, claro, tem que ser auto-exposição no máximo. Tem que botar o celular no talo. Não é qualquer celular. São os melhores celulares.

Por causa do... Porque emitem pouca energia. A sensibilidade. Eles emitem pouca energia, esses fenômenos. É muito escuro também, né? Você tirar uma foto no breu, é difícil. Isso. Então, você tem que botar o celular no talo e aí você pega. Então, esse foi o experimento. E aí, minha ideia agora é melhorar com equipamentos melhores. Então, já comprei equipamentos melhores, muito melhores.

pra poder pegar eles em alta resolução. Mesmo estando no infravermelho. E onde que tu quer chegar, Rony, com isso daí? Provas científicas da pessoa. É isso? É isso? Tu quer chegar num momento que tu... Cara, olha aqui, tá provado pra Marber que essa porra existe. Tá aqui. Não já tá nessa etapa? O que que tá falando? A etapa é essa. No mestrado você não tá pesquisando isso não. Não, meu mestrado é em Rádio Cosmo, com inteligência artificial. Coisas mais mundanas, né? Tá bom. Você achar um orientador pra pesquisar.

Isso aí é mais difícil. Vai começar a aparecer agora, quando você está abrindo, com essa abertura. Justamente é provocar essa abertura, porque hoje esses senhores não são pesquisados, porque principalmente, pega o Brasil, é tudo financiado pelo governo. Então, se o governo acha que não existe, ou finge que não existe, você não tem financiamento, e aí, claro, o pesquisador vai pesquisar aquilo que tem financiamento. Então, a ideia é ter evidência, começar a mostrar essa evidência, e gerar financiamento pra conseguir pesquisar isso e tentar descobrir o que eles querem, o que é isso, que tipos são, que energia eles estão emitindo, que faixa de energia que é.

Quais efeitos geram no corpo humano? Efeitos nas pessoas fisiológicos e efeitos eletromagnéticos em equipamentos. Vocês lembram, no Acre, eu jogava o drone e estava lá em imagem preta. Então, eles controlam principalmente equipamentos eletrônicos. E afetam pessoas. Exato. Efeitos fisiológicos. Então, a ideia é justamente esclarecimento. É dar evidências para as pessoas começarem a coçar a cabeça e falar que tem alguma coisa aí que merece ser pesquisada e não ridicularizada. Essa que é a ideia da pesquisa. O Skinwalker Ranch já tem evidências?

razoáveis, científicas. Já, e pra mim eles estão segurando ali, junto com o governo. Que porra é essa? Cara, Skinwalker Ranch eu não vou mais nem me pagando, porque além de tudo tem negócio de radiação, os caras ficam com câncer e tal. Onde fica essa porra? Fica em Utah. Utah. Já foi lá? O que tem ali?

Já tiveram um monte de ritual. Ritual indígena dos Skinwalkers. O que é o Skinwalker? Uma tribo brigava com outra, e aí ele faz um ritual pra evocar o Skinwalker, que é uma criatura shapeshifter, muda de forma, pode virar o que quiser. Uma das clássicas é um homem com lobo, mistura de homem com... Tipo um lobisomem. Homem com aquele bicho que tem lá nos desertos. Tipo uma raposa lá. Tipo uma raposa, um negócio desse, esqueci o nome. Chacal, um negócio desse.

Eu já vi histórias de um ranger, que é tipo um policial ambiental, só que é um indígena que é policial, porque geralmente ele bota os próprios indígenas para fazer a patrulha. O cara falou que ele estava, sei lá, a 100 por hora, o bicho estava vindo correndo atrás dele na mesma velocidade. Eles acompanham a qualquer velocidade. Então é como se fosse físico e não físico, né? Essas características.

Ele contou uma história que eu fiquei grilado, que um outro cara, que não era indígena, estava dirigindo ali na estrada. Aí ele viu a orbe, a bola. Só que a bola veio assim, de repente passou por dentro do carro, passou no peito dele, só que queimou o cara todo por dentro. Ele parou o carro, a ambulância pediu ajuda, a ambulância veio e pegou. O cara estava todo queimado por dentro, no meio do peito. E onde queimou, apareceram tumores depois. Ou seja, radiação violentíssima.

Por isso que eu tomo cuidado... Dá nesse Skinwalker Ranch. Não, não foi no Skinwalker Ranch, não. Nessas reservas florestais aí, indígenas e tal. Reservas florestais com essas paradas rola, né, cara? Pô, você chega lá, os caras contam essas histórias todas. Ali tem um quadrângulo, né? Novo México, Arizona, Utah e tem mais um outro. É o Four Corners Region. Colorado, acho. É.

Four Corners. É, Four Corners. Lá, meu irmão, ali é rituais pra cacete, hotspot fenômenos. Quem policia, como você bem falou, são os próprios indígenas que se candidatam ali e o governo contrata, paga, dá tudo. É, o cara é um policial. Normal, tem arma, tem tudo.

Já vi histórias desses caras, palestras assim, histórias loucaças. São os Rangers, né? Rangers. Só que aí, cara, teve uma das histórias que ele contou que... Essa história foi muito louca. O cara tava passando na estrada, aí veio alguém pedindo ajuda. Aí ele parou pra ajudar. O cara parecia que tava com uma roupa policial, mas o maluco era gigante, era pra pele toda azul.

Foi mal, não vou ajudar não. Saiu fora. Aí o cara acha que ali tinha uma base e esse ser estava preso na base e ele conseguiu fugir, estava pedindo socorro. Caralho. Não ajudei não, meu amigo. Larguei fora. Fui embora. Ou então diz, cara, né? Vou pegar o cara, né? O cara parasse e tomou a entrada dele. Abre aí, abre aí. Porque tem casos desses seres que muitos nessa área de revelação indígena que os seres ficam arranhando a porta e a janela.

O ser super forte. Por que que não explode a porta? Por que que não explode a porta e a janela? Não tem autoridade. E aí ele quer o quê? Que a pessoa abra a porta ou a janela pra ele? Igual o vampiro, né? Só entra se for convidado. Por que que não tem autoridade? Isso é uma das regras do mundo? É como se fosse uma regra. É como se você precisasse autorizar. A casa é tua, ali você manda. Entendeu? Eu sempre faço essa oração lá em casa.

A casa é minha, só entra aqui ondeixo. Espírito do mal, não tem autorização. Se tiver aqui dentro, pode sair fora. É bom, eu faço todo dia essa oração que faz um descarregozinho bom.

Interessante esse lance que tu tá falando aí, de a gente mandar embora e ele tem que ir.

Por que que... Mas precisa de... Tem alguma coisa, algum molho que precisa também, não é? Pra tu mandar embora e ele ir, o que que precisa? É a autoridade? É querer dizer isso? É o que que é? Vamos supor que esses seres, eles se alimentam de... O cara que é negativo, invejoso, nojento, viciado em várias coisas, o cara viciado em jogo, droga, bebida, o cara...

Aí o cara chega e fala, sai, ele vai falar, você tá comigo, irmão. Se o cara tiver no jejum, tiver na moral, aí é mais fácil. É porque não adianta nada do cara pedir pra expulsar, até vai sair, mas a porta ficou aberta, né? Aí vai vir de novo. Você não trancou a porta. A metáfora da porta é importante. Ou então o cara que é obeso fala, a obesidade sai de mim e continua comendo um monte de groselha. É igual a pessoa que chega lá e pede ajuda. Eu dou às vezes o exemplo. Eu falo, cara...

Pra você ser liberto desses problemas, você tem que parar de fazer essas coisas que você faz. Que você tá alimentando o bicho, tá dando porta, brecha. Ah, mas isso aí acho que não tem nada a ver. Eu falei, então, cara, é igual o médico. Você chega no médico e fala, doutor, estou com a pressão alta. O médico fala, alivia um pouquinho o sal. Você fala, mas eu gosto tanto de sal. Então fica com pressão alta, pô. Não vou poder te ajudar, né?

É a analogia com o que eu falei do fenômeno que é negativo, tá te afetando, mas você não quer largar ele. Não quer largar, é.

Porque, já que você falou isso, eu acho interessante falar sobre esse detalhe. Muitos desses seres se alimentam da parte da libido, né? E o cara, às vezes, tem relação com esses seres. E pra ele... Só que ele fica amarrado, começa a vir um monte de problema, mas o cara tá viciado naquele prazer ali. Num sonho? Não, às vezes acordado mesmo.

Quer ver? Vou dar um exemplo aqui, não vou citar detalhes. O cara está num lugar e uma pessoa incorpora uma entidade e aí ele fica apaixonado pela entidade. Mesmo que seja um homem incorporado, mas aí o homem incorpora e fala com voz de mulher e fala de um jeito sedutor que o cara fala. Aí o cara começa a ser seduzido por aquilo. Isso é uma história que eu ouvi o relato do cara falando. Ele chegou para a entidade e falou, eu quero ter relação com você.

Aí ele disse que um dia ele estava andando na rua e aí uma mulher maravilhosa apareceu e falou, vem gatão, ele caiu para dentro, pegou a mulher no mato mesmo e quando terminou a mulher sumiu. Aí na outra vez que ele voltou lá no lugar, o bicho incorporou no cara e falou, gostou que a gente se encontrou lá? Foi muito bom, né? Aí ele, ah, então foi isso. Entendeu?

O cara, eu não sei se ele teve a impressão que ele teve relação com uma mulher, com uma pessoa física, só que era uma entidade ali. E são relatos que existem. É igual um amigo meu uma vez falou comigo, o Rafael, ele falou, mas você já fez sexo com o espírito? Eu falei, por que você nunca fez não? Ele riu pra caralho. É claro que eu nunca fiz, né? Eu tô narrando as histórias que acontecem. Agora, se você pega um livro, Ele Veio Pra Libertar Os Cativos, que é da Rebecca Brown, no Mastral tem muito isso também, mas eu vou falar dos Estados Unidos pra evitar problema pro meu lado.

existe tipo o concurso dentro desse grupo satânico nos Estados Unidos que ela contou nesse livro, que é a esposa nacional de Lúcifer. Ou seja, entre as feiticeiras, tem um campeonato entre elas pra ver quem que vai ser a esposa dele naquele ano. E quando ela ganha o campeonato, ele chega e arrebenta a mulher toda. Tem relação com ela, mas barbariza tudo. A gente vê isso no filme. Aí é filme, né? É Advogado Diabo.

o Alpatino lá que faz o papel do diabo, ele pega a mulher lá e a mulher chega toda espancada e fala, pô, o cara me pegou e tal, não sei o quê. Então, você vai vendo essas lendas e vai montando no quebra-cabeça e fala, cara, deve ter um fundinho de verdade isso aí, né? Que é muito parecido. Então, por que eu estou falando isso? O cara tem relações íntimas com o ser que ele tem uma experiência como se fosse um ser físico palpável.

E tem a... O último grau do fenômeno pra mim é a gravidez fantasma, né? Que é justamente aquela que a gestação interrompeu no terceiro mês. É sempre no terceiro mês. É. A pessoa começa a ter abduções e aí ela começa a ter ou experimentos de inseminação ou relações sexuais. Pode ser os dois.

E aí no terceiro mês ela parece grávida, tem os exames, tudo certinho, como se fosse um feto de humano normal. No terceiro mês vem e volta uma abdução e ela perde, some e o médico não consegue explicar por que o feto sumiu. Tem casos que deixou a placenta e deixou o cordão umbilical e o feto sumiu.

Isso é documentário, isso é um plano de Mufon, que é uma organização lá. Caralho. Loucura. E aí a gente tem, por exemplo, quando a gente tava conversando sobre chupa-cabra ou sobre seres, antes de começar, ah, porque tu falou assim, ah, o Greg... É.

No caso, esse aqui tá green. Não tem pistola. Esse aqui tá green, não tem pistola. Mas os híbridos, pode ser que eles tenham órgãos sexual. E dão encaçapada na pessoa. Inclusive, olha só, tá vendo esse ETzinho aqui? Eu tenho uma magru ali, que eu quero colocar um monte desse ETzinho aqui pra galera pegar aqui no flow. Se você conhece alguém que faz uns ETzinho, não precisa ser a camisa, mas assim, um ETzinho, a gente ia se achar.

Tem a maquininha, né? É, tem lá embaixo, já tem a maquininha, só falta colocar os bichos.

E aí, cara, tem essa questão, tem pessoas que já relataram pra mim que estão viciadas em relações sexuais com o invisível, a entidade. Uma famosa punheta. Não, a pessoa tá dormindo e ela tem relações sexuais num sonho que é mais real que é a realidade, basicamente é isso. Meu Deus do céu, cara. E às vezes ela acorda e tem ainda os sinais físicos. Eu, quando voltei do Atacama, não falei, quando eu voltei do Atacama nesse experimento...

Eu tive um sonho, sonhei que alguém tava me enforcando, eu fiquei sem ar, acordei sem ar, e eu fiquei uns 10, 15 segundos ali fisicamente com enforcamento, cachorro do meu lado, não entendendo nada, e o braço aqui, acordado e o braço aqui enforcando. Um braço, você sentia como se sente? Matalhão, matalhão. Não era o seu próprio braço, não? E o que que tu faz? Aí você mentalizou? Eu não lembro o que eu fiz, acho que passou, eu tava tão assustado que eu nem acordando, nem sabia o que tava acontecendo.

E passou depois de 10, 15 segundos. Rolou um contra-ataque, né? Que você foi pra cima do bicho lá. Aí você tem que orar, pedir pra sair e tal, fazer terça, etc. Aí some, né? Caralho, que assustador essa porra, velho. Então, assim, são experiências oníricas, teoricamente, mas num ambiente que é mais real do que realidade, que às vezes transbordam para o físico com essas questões físicas, com a questão sexual, com a questão de ferimentos, implantes, etc.

Então são seres que conseguem entrar na nossa realidade. O filme do Fred Gould, pra mim, é o melhor filme de aliens que existe.

Legal. Ele entra na hora do pesadelo. É perfeito aquilo ali. Tem relato de gente que morreu no meio de um sonho? Tem uns experimentos, não sei se é Singapura, você deve ter ido e falado nesse caso. Começou uma epidemia de jovens que tinham sonhos e morriam de infarto.

Nos sonhos. A gente foi lá e pesquisou muito isso. Tem até um nome pra esse fenômeno na época. Entendi. Esse eu não conhecia, não. Então, acredito que pode acontecer, sim. Mas você acha que é o quê? Anos 70, mais ou menos? É, por aí. Antigamente. Há uns décadas atrás. Aí, 80, 70. Aí, o pessoal que é medroso tá até com medo de dormir agora, né?

E foi uma epidemia, uma epidemia, porque eu acho que um foi morrendo e contando para o outro e começa-se então a criar essa coisa na cabeça, a pessoa fica pensando nisso. Aí atrai. Atrai, né? E é isso que pode estar acontecendo aí. Entendi. E tem, vocês acham, na opinião de vocês, existe um jeito... A humanidade desenvolveu em algum momento um jeito seguro de lidar com esse tipo de...

fenômeno, fenômeno. Por exemplo, o que eu quero dizer? Vocês estão falando aí do MK Ultra, né? Que são os soldados psíônicos ou qualquer coisa assim. É, super soldados. Super soldados. Soldado paranormal. Soldado paranormal. Eu suponho que isso daí é um jeito de lidar com esse aspecto da realidade.

Mas ele necessariamente precisa de algum acordo ou alguma porta. Vamos lá. Acessar essas possibilidades. Tu falou uma que era interessante, que era como se fosse uma espionagem à distância. É, remote viewing. Visão remota. Visão remota, né?

Esse tipo de coisa, pra isso é necessário algum tipo de pacto, por exemplo? Do jeito mais leigo possível. Você tem que fazer um pacto com o diabo pra um soldado ter uma... Eu acredito que é um acordo, né? Porque as pessoas que têm experiência com esses fenômenos, elas adquirem, ganham presentes, que são determinados dons. E isso é uma das duas coisas que alimenta o contato com o fenômeno. Porque ele tá te ferrando, causando depressão, às vezes problemas pessoais na tua família, afetando teu cachorro, matando gado, sei lá. Mas você ganhou dons. Você tem clarividência, por exemplo.

Então você começa a esquecer todos os problemas que você tem e isso não pode ser a entidade de forma nenhuma que está fazendo. É como se fosse um relacionamento doentio, né? Não é esse ser que está fazendo, que está só fazendo o bem, que é me dando esses dons. E os outros problemas todos é o problema da vida. É como se ele fosse abençoado e amaldiçoado ao mesmo tempo.

E ele tá tirando muito mais do que dando. E esse fenômeno que tá dando uma clarividência e ele tirando um monte de coisa, ele tá tirando por puro sadismo ou ele se alimenta dessas coisas? Eu acho que ele tá fazendo... É o estelionatário espiritual, né? Ele tá te dando para tomar muito mais porque ele quer se alimentar daquilo, né? É uma questão de sobrevivência pro fenômeno.

Eu conversei com uma pessoa muito influente. Tipo um parasita, né? Pessoa muito influente politicamente. A pessoa tinha brigado com a família, estava em depressão. Foi relaxar na floresta e aí ficou a noite. O pôr do sol caiu e apareceram três. Geralmente aparecem três. É um número clássico. Às vezes menos, mas três é um número que aparece muito. Três seres. Vieram numa forma de lençóis. De quê? Lençóis. Como sem lençóis.

Aqueles fantasmas? É, como se fosse o clássico fantasma. Mas tinha um formatinho, uma silhueta humana. Tinha as dobras, como se fosse dobras de tecido. Não tinha formas humanas. Não, era só o pano assim.

E aí, vamos ser seu amigo e tal, deu clara evidência, estava começando a prever as coisas, e aí a vida dele piorou em tudo. Não existe uma relação em que... Que seja boa. Em que tu se dá bem, meu irmão? Não tem, não? Eu acho que pode, mas vai vir em momentos da sua vida em que... É com Jesus. É, agora você vai pedir bem materiais, sei lá, não sei com quem você está pedindo, quem está concedendo isso, né? Porque, às vezes, as benesses materiais estão sendo dadas por um cara E aí, gente?

por uma entidade aqui, que até foi criada por Deus também, né? Mas que tá usando o mundo material pra fazer essas barganhas, né? Então deixa eu falar uma outra coisa.

Uma vez eu estava conversando com um cara que a gente estava falando sobre essas coisas. Bom, na tese dele, era meio Aleister Crowley. Faz o que tu queres, entendeu? Tudo pode. Liberdade total. Faz o que tu queres. E nesse sentido, tu lida com consequências do que tu faz. Ação e reação. Pois é, mas essa ação e reação, pela conversa que a gente estava tendo,

tem muito a ver com o tanto que eu, que estou fazendo algum tipo de pacto, algum tipo de aliança, estou disposto a aceitar, do ponto de vista ético, do ponto de vista moral. Psicopata vai muito longe disso aí. E aí eu perguntei, mas não tem uma...

Mas tá, e aí em algum momento isso pega, roubar no jogo, roubar no jogo, Lembrei dessa conversa. Lembra? Lembrei. Em algum momento pega e o cara falou... Não, dá pra dar um olhé, né? Dá pra dar um olhé, mano. Aí todo mundo na mesa, não dá não. E dá, não dá, não dá.

Uma hora a quanta chega. Então, tu é da opinião que uma hora a quanta chega. Não tem como. A única maneira do cara fazer isso, eu não sei se é a mentalidade dele, é o cara não morrer. Porque na hora que morre, não tem como.

É o cara fazer a transmigração da alma. Na hora que ele tá velho, ele pula pra um corpo maior. Ele não explicou pra gente como é que faria isso, mas eu acho que é isso. Você vai dando esse olé e contornando a morte. Mas de qualquer forma, a conta chega porque... Então... Por isso que os caras poderosos do Vale do Silício... Não impede de morrer de acidente, né, por exemplo. Não impede. Uma tragédia, né? É por isso que os caras tão buscando tanto a imortalidade, né?

a longevidade, tecnologia de extensão da vida, porque o cara está meio que adiando essa fatura. Para a conta não chegar. A fatura, ele tem que pagar a fatura. Entendeu? Por isso que eles buscam essa imortalidade aí, para não ter que sentar lá no banco de réu e prestar conta com a chefia.

Talvez seja isso, porque o cara não revelou, né? E aquelas histórias antigas pra caralho, de teoria da conspiração, que tem um pacto da Xuxa, isso é uma pira de um outro tempo, não é? Não, isso é comum, né, cara? Existe até hoje. Essas celebridades aí sempre fazem... Não tô falando da Xuxa, não. Mas a Katy Perry, por exemplo, ela fala... Eu era evangélico, meu pai pastor, né? Tem até o CD dela, Kate Hudson, que é o nome dela.

E aí ela falou, eu comecei a ver uns clipes da MTV e falei, eu quero essa vida para mim. E foi aí que eu fiz um pacto com o diabo, ele vendi minha alma e estou nessa vida aí. O Bob Dylan falou uma parada parecida. O Bob Dylan falou explícito. O cara falou, você já é tão rico, por que você ainda faz show aí com 80 anos? Ele falou por causa do meu compromisso. Compromisso com o quê? Ele falou com o comandante. Ele falou com o comandante desse mundo, ele falou desse mundo e do mundo que a gente não vê.

Os caras, mas quem? Ele falou do diabo. Você quer que eu fale com o diabo? O pacto que eu fiz com o diabo.

Ele tem que continuar fazendo show para divulgar o evangelho do capeta lá, né? Mesmo ele não querendo mais, porque se parar, ou ele faz um pacto novo com Jesus, muito bem feitinho, ou ele vai ter que fazer sauna lá no subsolo.

O outro que fez também... Mas ele não fez esse pacto. Ele fez magia para acontecer coisas materiais. Foi o vocalista do Megadeth. Ah, é. Ele fala, né? Não, é o... Como é que é? Dave Mustaine. Ah, do Megadeth? Por que eu fui para o Maiden?

Iron Maiden é punk também. Tu falou Megadeth e o Iron Maiden. O Bruce Dixon manja muito de Alistair Crowley e ele escreveu o roteiro de um filme que é Chemical Wedding, que é a história do Alistair Crowley.

Mas quem for assistir, toma cuidado. Tem cenas de bruxaria pesada e tem cenas de nudez também. Mas peraí, o Dave Mustaine, eu sou fã do Dave Mustaine, cara. Ele virou cristão depois. Ele falou no podcast o seguinte, ele pegou um livrinho de bruxaria e aí tinha um amiguinho que batia nele no colégio. Ele falou, pô, vou mandar esse cara aí. E o cara foi.

Ele era o mais feio do colégio Todo sardento, ele ruivo Todo mundo sacaneava ele E ele fez uma magia pra conquistar A garotinha que era mais bonita E aí colou nele, aí começou a evoluir Só que as entidades E aí foi subindo, as entidades começaram a visitar A atormentar Aí veio a conta, né? Porque ele foi expulso do Megadeth Metálica, ele era guitarrista do Metálico Ele foi demitido, e até hoje ele não digeriu bem isso E aí

Ah, o Megadeth é muito melhor, eu acho. Salve, Mustaine. Eu acho. Eu gosto mais. Mas conversando com o André Esquistre, ele me deu uma aula de Metallica. Tudo bem, eu entendo. Falando a favor, né? Ele acha muito mais legal o Metallica que o Megadeth. E aí o Mustaine para a entrevista assim, foi com o Ryan, que era até a gente da CIL, o podcast. Deve ser ainda, né? É, o Sean Ryan. Sean Ryan. Ele olha pra ele assim. Aí ele fala, tem uma parada aí do lado esquerdo teu. Aí ele começa a olhar assim e para de falar.

Olhando pra cima da cabeça dele assim. O que foi? O que você tá olhando, Mustaine? Tem uma aura aí, tem uma aura aí roxa. Você já teve algum problema do lado esquerdo? Porque o bicho tá do lado esquerdo. Ele não, eu tive problema não.

Ele não é bobo não, ele enxerga bem. Então, eu acho uma pira esses bagulho dos caras que conseguem ver não necessariamente nítido, mas ver algo. Como você está dizendo que o Mustaine disse que estava vendo uma parada. Se você cismar com ver, você vai ver. Entendeu? Com Deus, principalmente. Comigo é com Deus. Eu não vou indicar o cara a fazer pacto com coisa da estrela.

Mas assim, se você começar a andar com a galera que tá nessa vibe, você vai ver várias paradas. Mas em que medida isso é importante também, Daniel? Então, eu não valorizo tanto. Pois é, não sei se é importante. Eu não fico, ah, eu quero ver. Ao contrário, eu começo a ver sem querer ver. Mas às vezes é importante que Deus te dá o bisu da parada, entendeu? É, pra mim, cara. Quer ver uma coisa? Deixa eu te dar um exemplo. Eu tava numa cidade, Santo Antônio da Platina. Essa cidade é no interior lá do Paraná.

E eu estava pregando numa igreja e, de repente, eu olhei para uma mulher e eu vi essa mulher no fundo de um rio, morta, afogada. E aí, no final do culto, eu cheguei para ela e falei, posso falar contigo? Falei isso que eu tinha visto e ela falou, pô, eu estava pensando em me matar hoje, pulando da ponte no rio.

Então eu não queria ver essas paradas. Mas Deus permitiu pra eu poder ajudar a mulher. Eu falei, deixa eu orar por você, que tem um espírito de morte aí, entendeu? Então assim, eu não fico, ah, eu quero ver anjo, eu quero ver isso, eu quero ver aquilo. Mas às vezes aparece. No teu caso, na tua missão de sacerdote, é meio que... Tu meio que era bom mesmo que tu conseguisse ver umas mensagens pra tu poder. Mas eu não fico... Uma vez, eu já pedi pra ver às vezes, né? Porque a gente ia orar no monte. Aí...

alguém que fosse da ufologia achar que foi um negócio ufológico. Todo mundo... Todo mundo, não. Muita gente que frequenta esse negócio de oração de madrugada no monte diz que já viu as folhas da árvore... Sarça ardente, né? Isso. Isso aparece muito. E cabrilhando e tal. Eu nunca vi isso. O pessoal manda muito relato pra mim disso. É? Tudo fica florescente. A natureza toda. Fica como se fosse neon a parada, né? E eu nunca tinha visto isso.

Apesar de já ter visto nesse período, já tinha visto umas coisas estranhas. Nunca tinha visto isso.

Aí a galera estava numa roda assim, orando lá, cantando, não sei o quê. Eu saí da roda, sentei numa pedra, peguei umas gramas, umas folhas e falei, Deus, se o senhor está comigo, acende aqui. Aí eu fiquei umas duas horas, meu irmão. No final eu falei, cara, fiquei triste. Falei, poxa, eu não sou digno de ver uma folhinha.

clarear. Aí eu perdi a vontade de ficar lá na roda e fiquei sentado na pedra, já estava com os glúteos tudo dormente já. Melhor que sentar no chão que eu não sei se tem formiga, bicho ali, carrapato. E aí, de repente, o Zé Luiz, que era o irmão lá da igreja, estava dando um testemunho. Inclusive, o testemunho dele foi interessante pra caramba. Olha o testemunho dele. Ele era jardineiro. E eu conheci ele de criança porque ele era jardineiro no condomínio onde eu morava. E o apelido dele era The Flash.

Porque ele falava rápido pra caraca. Não dá pra entender nada. Aí ele falou assim, eu sempre quis fazer um curso de jardinagem. E aí eu orei e falei, Deus, eu preciso fazer um curso de jardinagem, mas eu não tenho dinheiro. E ele disse que na mesma semana na igreja, uma senhora falou pra ele, olha, Deus tá me mandando pagar um curso de jardinagem pra você. E aí todo mundo, caramba, que legal, né? Ele falou, não, mas não vou poder fazer o curso não, que eu já peguei um serviço no horário do curso.

Aí, meu irmão, eu já tava... Olha o nível. Aí eu com a graminha na mão, ouvindo o cara falando isso, me deu um desgosto. Falei, meu irmão, o que eu tô fazendo aqui? O troço não acende. O maluco manda a história sem pé nem cabeça. Deus dá o negócio, ele não pode. No meio dessa confusão, cara, devia ter umas 20, 30 pessoas. Várias. Por exemplo, minha esposa, amigos nossos, a Vilma, que é amiga nossa.

Meu irmão, no meio do cara contando essa história, desceu uma luz azul do céu no meio da roda. A luz espalhou no chão, iluminou tudo. Depois ela voltou, reuniu e subiu de novo. Aí todo mundo, glória a Deus, o que é isso? Aleluia. E eu com a graminha assim, falando, caraca. Aí... Pô, melhor do que a grama, né? Não sei se foi pra mim, mas foi legal. Aí, nessa confusão...

Esse Zé Luiz que tava contando a história falou, olha o cometinho aí, gente! Porra, Zé Luiz. Sacanagem, né? Tem uns 20 anos que eu não vejo ele. Aí, cara, eu fiquei felizão. Aí a gente descendo um monte, eu feliz a ele, ó. Esse cometinho aí não foi de Deus, não, maluco. Isso aí é do mal. Eu falei, por quê? Pô, claro que foi de Deus, cara. O negócio, pô, legal pra caramba. Ele, não.

Você pode ver que depois que passou o cometinha, ninguém mais quis ouvir meu testemunho. Só falava de cometinha. Eu falei, ah, valeu, Zé Luiz. Obrigado.

Você vê o naipa. Mas será que não corre o risco de mesmo nessa intenção? Mas assim, foi um negócio tão na paz. O troço não fez nada de mal, não gerou nada. Não é isso que eu tô querendo dizer. Legal. Não duvido. Aleluia. Mas pode ser algo do mal, você diz, ou alienígena? Vem uma luzinha azul, que pelo que a gente tá falando aqui, pelo que o Rony tem visto estudar... Azul é mais gente fina. É uma parada de uma vibração de mais... Mas já teve caso negativo. Mas já teve caso negativo. O meu ponto é...

Não, é porque o cara que viu era daltônico. Não era azul, ele viu errado. Entendeu?

Mas existe algum risco, Daniel, tu como pastor, de ir para um evento como esse nessa intenção? Existe. Mas nessa intenção, vocês estão na intenção. Já aconteceu com a gente, só que foi um erro da galera da organização. Olha só como é que foi. A gente saía da igreja, pô, era adolescente, né? Saía da igreja, tipo, 10 da noite e ia para o monte. E às vezes a galera ia com a Kombi da igreja. E aí ia conversando e tal.

Então, isso era uma coisa comum. Tipo, uma vez por mês rolava isso. Tipo, terceira, sexta-feira do mês. Aí, às vezes, tava chovendo. Aí ia chovendo mesmo. Uma confusão do caramba. Aí, cara...

Eu estava sempre atento às coisas que estavam acontecendo e tal. Só que nesse dia, um amigo nosso, que é o Márcio de Mendonça, abraço aí para o Márcio, com quem eu tive milhares de experiências loucas na vida. Ele chegou para mim e falou, Daniel, você lembra aquele cara, um cara, um senhor que fica pedindo dinheiro aqui na igreja? Eu falei, sei, o cara me pediu 50 reais, eu dei. Depois veio pedir mais 50, eu falei, pô, irmão, aí fica difícil também, né?

Ele falou, esse cara me pediu 50 reais, aí eu dei. Aí ele veio me pedir de novo, eu falei, pô, irmão, aí também é difícil.

E eu estava com a minha filha, com a Vitória, que era criança na época, hoje é adulto. E ele, quando eu falei que não ia dar os 50 reais, ele olhou para a minha filha e falou, pô, podia estar fazendo um monte de maldade aí, só estou te pedindo 50 reais. Aí ele falou, você acredita que o cara me falou isso? Quando ele me contou essa história, isso me deu uma indignação tão grande que eu perdi a sintonia com o que estava rolando. E eu vi um cara que a gente nunca tinha visto para ir para o monte com a gente.

E eu olhei e falei, cara, tava junto com a menina, eu pensei, deve ser o primo dela, que ela diz que tem um primo. Deve ser o primo dela, não era. E aí, beleza, nós subimos o monte, chegou lá em cima, cara, a gente tava na roda de mão dada, orando e tal, tava um pouquinho frio, eu tava com uma blusinha, eu sentia uma parada passando atrás de mim, mexeu o meu casaco. Aí eu falei, ih, rapaz, tem morcego aqui na parada, né? Aí, de repente, de novo.

Eu comecei a ficar com medo, pegar raiva de morcego. Eu estava pensando em morcego. Só que aí, do outro lado da roda, estava Vivian Castilho. Eu estou dando o nome certinho das pessoas. Pessoas que existem, você pode perguntar. Ela falou, espera aí, pessoal. A gente precisa mudar o tipo de oração aqui. A gente tem que fazer uma oração de batalha.

Aí o pessoal falou, por quê? Ela falou, toda hora tá passando espírito atrás de mim que tá mexendo meu vestido, pô. Ou seja, a parada tava rodando ali, em volta. Na hora que ela falou isso, esse cara chegou e falou, eu tô precisando de oração também. Aí os caras falaram, por quê? Aí ele falou, não, que eu tô sentindo uma dor no ombro. Aí, pra minha surpresa, minha esposa, que tava do meu lado, ela virou pra ele e falou, você precisa acertar a sua vida porque fizeram um voodoo contra você e eu vi o cara enfiando a faquinha no ombro.

Aí eu olhei e falei, pô, meu irmão, já tá bicho passando nas minhas costas. Começou o negócio de voodoo. Agora o cara fala que tá com dor. Aí já o clima que tava legal foi ficando sinistro. Foi ficando... Aí o cara chegou e falou, eu quero oração também, porque ontem eu tava na Praia de Itacoatiara, eu vi o meu clone pela primeira vez, porque você sabe que eu fui clonado, né?

E aí o Hitler, quando ele veio pro Brasil com o Joseph Mengele, ele fez clone. Aí eu falei, ó, meu irmão, não dá mais. Aí eu cheguei pro cara, que era o Luciano, que tava organizando. Eu falei, Luciano, corta, meu irmão. O maluco tá possuído aí, o espírito tá rodando, veio junto com ele. Vai que ele puxa uma faquinha aqui no escuro, no meio do nada, no meio da floresta. Falei, meu irmão, não dá mais. Aí ele falou, galera, vamos descer.

Não era pra esse cara ter ido. Então deu o zebra mesmo, sendo uma parada legal. Porque ele levou um cara que tava todo carregado, cheio de problema.

Entendi. Então até tem que tomar o cuidado na comitiva que vai. É, monte não é lugar de gente com problema. Você não vai expulsar um demônio no escuro, pô. O bicho te dá uma pedrada lá, uma facada, você nem vê de onde veio. Inclusive, oração assim de exorcismo, você não faz de olho fechado, né?

Ah, Jesus, abençoa aí, de olho fechado, você leva um socão, morre. Então, não é lugar pra isso. Foi um erro dessa menina que chamou esse cara que era um amigo dela da rua. E a gente falou, minha filha, Monte não é lugar pra isso. A gente leva a pessoa que tá precisando de ajuda na igreja. Aqui a gente tá num ambiente meio complexo. É só pra quem tá na vibe do negócio, entendeu? Então, foi uma das experiências mais grotescas que eu já tive. E tem um caso militar no Monte. É? Em 78.

a Força Aérea instalou um radar, o LK-33, se eu não me engano, que era pra época super moderno, em cima do monte, que é lá no Gama, próximo à Brasília. E lá tem o destacamento aéreo do Gama, que fica lá, faz parte do Sindac, do Controle do Espaço Aéreo. Quando instalou, os militares começaram a tomar pedrada.

Era pedra que materializava e era a cabeça dos militares. Pedrada, pedrada. Começou a machucar os militares. Aí começou a vir luzes. Uma grande, laranja. Grande. E os vultinhos pretos, tudo no mato. Aí a traquinagem, né? Aí os caras começaram a pegar... Eles estavam fazendo o que lá?

eles estavam guardando essa instalação militar. Estavam guardando uma instalação militar? E operando, porque ali é um centro de detecção de espaço aéreo. Então tem os operadores e os guardas. Os guardas começaram a tomar pedrada, os operadores começaram a sair, todo mundo começou a sair e ver os vultos pretos andando no mato. O saci perelei, então estava fazendo a festa. E aí eles pegaram o fuzil HK, que eles usavam na época, e começaram a meter bala nos seres sombra.

E não adiantou nada. Continuou a pedra. Ficou subindo a hierarquia, foram ligando, porque isso durou muito tempo. Foram ligando, chegou...

acho que no Sócrates Monteiro, que era o brigadeiro da época, né? O comandante daquela área. Ele falou, ó, não mexe com isso, não dá tiro, porque não sabemos o que pode acontecer em seguida. E aí foi legal que o comandante pediu pra todos os militares fazerem relatório separado, em sala separada do que viram e todos batiam. E é o único caso documentado em que você tem tanto poltergeist, que seriam as pedras jogadas, o portão elétrico ficava o tempo todo fechando e abrindo.

junto com o Avni, né? Que ano que é isso? 78. É o caso do Gama, né? Esse é um dos casos mais impressionantes pra mim. Então, é... A família da minha esposa tem uma parte que é do interior do Rio lá, né? E eles têm um primo lá. Vou falar o nome, porque eu não pedi autorização.

mas ele contou que ele é caçador. Ele já chegou a ser vereador lá, mas eles gostam de caçar de noite, pescar. E ele estava com o amigo dele, e aí eles estavam indo para o rio para pegar o barco lá. No caminho para o rio, apareceu do nada um moleque no meio da floresta. Aí o cara levou um susto, deu um tapa na cabeça do moleque. E aí o moleque fez assim, ficou olhando o cara feio e saiu. Ele chegou, aí ele nos contando, o cara é sério pra caramba, o cara é brincalhão, o cara...

Sabe aqueles caras sérios que não riam, não falavam? E aí ele disse que virou pro cara e falou, pô, meu irmão, não era pra você ter batido nele. Aí ele falou, por quê? Me deu um sujo e falou, isso não é gente não, cara. Isso é espírito. Aí ele falou, pô, mas consegui dar um tapa na cabeça. Ele falou, você não podia ter feito isso. Ah, beleza, mas vamos lá. Ele disse que eles estavam no rio pescando lá, caçando. De repente começou a voar pedra no barco. Fuzilar de pedra. Aí eles olhavam na margem, o moleque passando e correndo.

Aí, de repente, parava, vinha a pedra do outro lado da margem. Eles olhavam o moleque correndo rindo. Caralho, tá maluco, mané. Que brincadeira ruim essa daí, né? Aí ele, viu? Não falei que não era pra bater no moleque? Olha agora, como é que fica. Pô, é muito parecido a história, né? Você vê como é que são as... Aí, da outra vez, isso aí até a irmã desse cara, que é prima da minha sogra.

que é uma pessoa séria pra caramba também, cristã, ela disse que desceu uma bola de luz na árvore principal lá da cidade, que é a laje do Moriaé, a cidade do meu sogro também. Desceu e ficou em cima da árvore, tempão. Eles foram chamar o padre, e aí, como se fosse o brigadeiro lá, os dois sábios, porque o brigadeiro falou, mestre com isso não, a gente não sabe exatamente, melhor ter prudência.

Chamaram o padre, o padre botou a batina, não sei o que, falou, padre, o que é isso? Faz uma oração, a reza. O padre chegou, olhou pra parada e falou, todo mundo pra casa, é melhor não mexer com isso aí não. Bora. Então, muito parecidas as histórias, né? Contexto militar, diferente, mas... Por que a área 51 é onde é, cara? Tem alguma razão que tem a ver com isso? É depois das 50.

E antes das 52. É nessa região, né? Ela é no meio do deserto. É muito agradável, né? Os caras pegaram o local em que era escondido, pode colocar ali os hangares, pode testar a tecnologia secreta e tem lá os fenômenos, né? Então tem tudo ali, é o parque de diversões.

há fenômenos ali também, porque ele meio que atende. Quer dizer, eu não sei do ponto de vista de rituais, mas do ponto de vista de estar ermo, pouca gente, não sei o que, faz sentido, né? Se usa pra testar a tecnologia secreta, porque tá isolado, tem hangares ali que você pode usar pra fazer os dumps, os subterrâneos, as bases subterrâneas, e tem fenômenos também que você pode estudar, que se descobriu isso na década de 40, que os fenômenos naquela região toda ali desértica.

aparece, então é um local Novo México, aquele quadrado que a gente falou Novo México, Utah, Colorado Arizona A interseção de quatro estados é um local que tem muito fenômeno estranho e muitas bases militares também, tem uma coincidência de ter o fenômeno e ter as bases

Os Estados Unidos tem uma longa história, tem um monte de folclore lá, um monte de aparição mesmo, né? Mas o Brasil tem pra caramba também. O Brasil tem pra cacete também. É, porque a gente não valoriza muito o nosso aqui. E o Brasil, queria colocar um vídeo que é a primeira vez na história, a gente tá voltando a Cláudia, né? Ele falou de Cláudia. Sim, Cláudia, é. Mas Cláudia teve uma operação militar que tá sendo agora desvelada.

Isso eu não sabia, aprendi agora essa semana. Eles perseguiram seres, os militares, em 26 ocorrências. E foi a primeira vez em que um oficial militar Lá,

quase no topo o topo da polícia militar é coronel ele era tenente coronel então é a primeira vez que o militar fardado vem a público em um evento oficial perante seus chefes, seus colegas pra falar que persigui os seres, e é verdade então... e o fenômeno tem um senso de humor eu digo assim, o fenômeno poderia escolher qualquer policial comandante, junto com seus comandados, pra aparecer em qualquer lugar do mundo, em qualquer país em qualquer cidade do Brasil, ele escolhe logo E aí

E 99% dos comandantes iriam fazer o que? Boca fechada, não ia falar nisso. Até porque queima o filme do cara, né? Queima o filme, você pode não ser promovido, tem uma série e depois pode acontecer. E aí, pela primeira vez, você tem então um comandante chamado Eisenhower. Que é improvável ter um comandante brasileiro chamado Eisenhower. Porque ele é neto de alemão, então assim... E aí Eisenhower é justamente quem? O comandante americano, que foi presidente, que falam que encontrou...

Os alienígenas. Como o fenômeno tem um certo senso de humor. É meio cômico, cara. E tem alguma coisa... O que a gente tem de relato? A gente está falando até agora... E eu queria colocar esse vídeo. Ah, tá, por favor. Eu posso botar ali? Pode, vai lá, vai lá. Então, enquanto isso, eu vou te perguntar aqui, Daniel. Existe alguma razão? Tu conhece alguma razão do porquê que a gente está falando? A gente até agora falou basicamente de fenômenos ocidentais. Sim, sim. Lá na Rússia, a gente estava falando que quando veio...

Na época do Eisenhower, o acordo teria sido feito com as duas grandes potências da época. Sim. Então, tem relato... Talvez uma outra facção fez com o outro lado, né? Uma facção rival, não sei. O que que tu manja disso daí? O que que tem de Rússia nessa história? Pô, a Rússia é até mais aberta do que os Estados Unidos com relação a comentar sobre fenômenos, documentos. Então, você tem coronéis russos que falam abertamente que eles já viram as naves e tal.

O pessoal na Rússia, no militar rússio, é muito mais aberto de falar das coisas que os Estados Unidos. Tem centenas, dezenas de relatos dessa natureza. Você lembra algum de cabeça dos relatos russos? Tem o relato dos petrificados.

É o mais famoso, né? Que veio um fenômeno, os caras começaram a atirar e aí petrificou os caras. Caralho! Conselho a medusa, né? Esse é o mais famoso, né? Entendi. E tem um negócio de Tunguska lá também, que é misterioso. Tem mutilações também, né? Mutilações. Tunguska teve também? Teve. Tunguska foi a queda do objeto, né? É, que explodiu a região inteira, né? Tem rádio mutilação também, envolvendo militar, envolvendo... Rádio mutilação.

Oi? Rádio mutilação, o que tu falou? Não, mutilação também. Ah, tá, que susto, tá.

O que é isso aí? Operações foram... Esse é o comandante Eisenhower, né? Esse é o discurso dele de... Ele tá se aposentando, mas esse evento foi realizado em março desse ano. Ou seja, há um mês e pouco atrás em que ele tava fazendo passagem de comando pra poder se aposentar. Ele era comandante de Estado Maior, da região que pega Poços de Caldas. Tem sete em Poços de Caldas, mas pega 50 municípios ali, 40 municípios. Poços de Caldas tem caso também? Tem relato?

Todo sul de Minas tem relatos. Só um detalhe. Espera aí. Isso entrou para a história como a mais alta patente militar de alguém no mundo falando abertamente sobre isso. Então é uma parada histórica. Já falaram sobre isso generais. Mas não em um evento oficial fardado. Nativa. O cara aposentou. Estou entendendo.

Caralho, que doido. Vai play aí, vai.

Em campo, durante 26 diligências com outros órgãos de defesa, podemos ver, perceber e ter a certeza que não somos a única espécie inteligente a caminhar por sobre o solo em meio. Isso que eu estou comentando agora é algo que eu guardei por quase 20 anos. Eu acho que agora é hora de falar a respeito do que aconteceu, do que está em todos os lugares, na internet, no internet.

Quando partimos em atendimento à comunidade, não colocamos feno de que chegou à sala de operações, pois houve a presença de estranhos nas comunidades de São Beno, Fulminhinha, Matias, Rossini. Sem acreditar em que ouvimos, nos armamos. Fomos atender à comunidade, pois é nosso dever atender. E tivemos, talvez, a grata satisfação de termos ido aos povoados e lá vermos o inimaginável.

Vemos que não somos os únicos a ter a capacidade de fabricar aparelhos aeronáuticos capazes de realizar purezas, e nem sermos os únicos a ter inteligência ou a ter o polegar oposto aos demais deles nas mãos.

Essas vivências e experiências estão debatidas pela população mundial. Só foi possível porque eu estava em fazer a parte da Polícia Militar de Militarais e de comissão que detém a confiança em três militares da população e deposita em cada policial a grata e prestigiada condição de poder guardião do público. Fazer isso por quase 20 anos, mas é fato. Vejo infelizmente, não somos as únicas espécies inteligentes.

a caminhar por soz do sol o terreno, pois nesse ano estivemos frente a frente os visitantes desconhecidos da espécie humana nas áreas urbana e rural do município de Cláudio. Ninguém nos voltou, mas que nós vimos. Tem alguma coisa ali, né? 10 pessoas, 10 mil pessoas. O que o pessoal tem visto aí, tantos militares falando no YouTube, tantas pessoas civis, é verdade. Aí encerrou. Ô Rony, você foi militar já?

Já foi da Marinha, né? Um breve período aí. Breve. Mas era o que? Era oficial? Era do Corpo de Engenheiros, né? Tava como guarda-marinha, que era o aspirante. Ah, entendi. Não tem aspirante da Marinha. Então, quando tava quase formando, foi o Petrobras, né? Ah, tá. Aí tive que sair, quando tava quase na formatura. Isso que o... Eisenhower. Tenente-Coronel Eisenhower, lá de Cláudio, Minas Gerais, tá falando aí.

É de quando esse relato? É antigo? Esse é março de 26. Ah, é 2008 o caso. O caso de 2008. E aí eles encontraram três tipos de criaturas. Criaturas de olhos pretos, grandes e pequenas iluminadas.

e criaturas altas de 2 metros, também a mesma característica, só que grande. Iluminadas também, elas flutuavam entre as canas e encontraram também seres marrons de olhos vermelhos com três protuberanças na cabeça, igual as características, não sei se era o mesmo ser, mas as características eram iguais às do ser de varinha. E foi a população que pediu ajuda? É, os seres começavam a aparecer nos povoados, na área rural.

e aí pediu ajuda e eles iam lá, foram 26 operações durante o mês de novembro e dezembro de 2008 e também fenômenos luminosos que apareciam junto, né, não tinha desembarque dos seres, mas é como se o fenômeno aparecesse ora em formato luminoso com várias luzes, descia subia, etc, e ora aparecesse em forma de seres, né

Estava atormentando a população lá. É, todo mundo com medo, né? E eles iam lá para poder ajudar a população e encontravam os seres. E é interessante que um dos fenômenos luminosos tinha muita preferência pela igreja. Em muitos casos, ficaram em cima da igreja, o que é uma coisa curiosa, que evoca essa questão de intenção, de fé, de religião, junto com os fenômenos anômalos.

Eu vi uma nave lá, minha família viu, no final de tarde, em cima da Basílica de Aparecida. E depois eu entrei na internet e falei, cara, alguém deve ter filmado umas paradas dessas. Tem algumas filmagens disso, em cima da igreja.

Eu acho que essa questão da intenção, da fé, da oração, o estado de consciência, né? Pela oração. Faz sentido. E, assim, foram 26 ocorrências, tem um relatório oficial lá da época, que já foi liberado, e agora os caras estão podendo falar mais abertamente, não só ele, mas todos os comandados.

Foram 26 diligências, né? 26 diligências, 8 a princípio... Liberaram 3 só, 2? Liberaram só 3 ocorrências, parece, nesse relato. Mas tem outros relatórios. Tem um documento oficial da polícia que você lê o relato do que os caras... O que acontece? O que é isso que ele tá falando aí? Encontraram um CAC no Minoso, outro maior... Nesse jeitinho militar que você falou. Ficou com saudade do CEP, né? E é o que acontece, cara? É, tudo robozinho. É que os militares tiram foto.

E aí quando eu tiro a foto, um dia seguinte já tá a Força Aérea, ó, me dá a foto aí. E aí saíram militares ali de Lagoa Santa, e a gente tem o depoimento do sargento, sargento Rabiro. Então esses seres foram abatidos pelos policiais de Cláudio? Não, não foram. Inclusive quando eles iam pegar arma, eles não conseguiam. Os seres entraram na mente deles e desabilitavam o comando. Travava o cara? Travava a correção motora, né?

teve caso de o Edson Boaventura falou que alguns desses militares foram abduzidos também, que teve missing time, né? Sim, eles começaram a interagir com os seres e aí começaram a ter interações mais profundas com os seres apareceram com implantes, alguns isso aí tudo ainda vai, ainda porque se você começa a falar de tudo que é tão estranho já de começo, os militares não vão sair tocando, tanto que o discurso dele é bem sóbrio, né?

É, é bem light. Bem light, então você começa devagar, né? E depois você vai... Que nem o governo já está fazendo, né? É o primeiro pacote que o Trump está emitindo agora e a gente sabe que a cada uma ou duas semanas vai ter documento. Vocês ficam animadão ou vocês ficam com... Caralho, com medo, vai dar merda. É uma mistura, uma mistura, né? Porque a gente não sabe pra que essa informação vai ser usada. É, às vezes tem muita mentira também, é engano, né?

Então, assim, eu já vi, eu já sei que é real, eu não preciso de prova, mas assim, tem gente que precisa, né? Tem gente que precisa que o governo vá lá e fale. E claro, é bom também, mas a gente fala, o governo não precisa falar nada. Precisa, porque a pesquisa científica, ela precisa do governo, primeiro, saber que existe um fenômeno real, chancelar que existe um fenômeno real para poder financiar, senão não financia. Nos Estados Unidos, 60% da pesquisa, ela é financiada pelo governo. No Brasil é 99, né?

Então a gente precisa disso, precisa que esses caras falhem, precisa desse movimento aí. E é engraçado porque a gente começa a ter, imagina, como que o fenômeno tem um senso de humor, porque como que pode ele aparecer em 2008 e 20 anos depois, no ano que esse cara tá aposentando, o Trump tá falando em revelações, ao mesmo tempo, né? Como é que as linhas do tempo, as coisas improváveis, elas começam a caminhar juntas, né? Você chegou a ir lá em cloud? Já fui em cloud, sim.

Viu algumas coisas? Não, não, não vi nada. Fiz vigília lá, mas não consegui. Tu sente uma vibe diferente quando chega nesses lugares? Ah, quando você vai pro meio da roça, no meio do mato, sozinho principalmente, você fica meio cabreiro, né? Como se estivesse sendo observado. O negócio é estranho. É estranho, é estranho. Tem a questão, claro, psicológica, né? Mas acho que tem a questão também de fenômenos relacionados. Então ali, às vezes, você não tá vendo, porque, como eu falei, muitos fenômenos ficam ainda no aspecto não visível.

Aí tem uma coisa que linka com o seu trabalho, que eu lembrei dessas histórias que eu contei lá de Laje do Moriaé, que teve uma terceira história que eles estavam indo caçar numa região lá chamada Barro Branco. E aí, num determinado local ali da caminhada à noite no meio do mato, eles viram uma vila.

E tinha indo um cara na porteira ali na entrada da vila e eles deram boa noite. Boa noite, cara, boa noite. E aí um virou para o outro, que era sempre essa dupla que caçava. Falou, meu irmão, você já tinha visto essa vila aqui? Que a gente já passou por aqui várias vezes. Cara, mano, nunca tinha visto também, não. E eles foram caçar conversando nisso, pescar, não sei o quê. Aí na volta, eles passaram no lugar, não tinha mais a vila.

Tá maluco. Aí o cara foi contando isso. Eu vou voltar nesse lugar nunca mais. Eu cheguei para ele e falei, cara, espera aí, você contou três histórias, tipo contos da cripta aqui, arquivo X, no mesmo lugar, na mesma cidade. O que tem nessa cidade aqui? Aí ele falou um negócio estranhíssimo. Ele falou assim, Daniel, você já reparou nas árvores daqui da cidade? Porque eu conversei com ele na cidade.

Aí eu falei, nunca reparei nas árvores, não. O que tem nas árvores? Ele falou, você nunca viu umas fitinhas brancas que as pessoas amarram nas árvores? Eu falei, nunca reparei, não. O que é isso? Ele falou, isso é muita bruxaria, cara. Então essas paradas atraem. Você viu o relato? O cara é malandro, né? Então conecta com essa tese que eu defendo e que o Rony também defende que...

rituais, invocações, sacrifícios atraem esse tipo de seres e fenômenos. Entendeu? Entendido. Caralho. Então vamos parar de fazer ritual aí, família. É, aqui vocês não estão fazendo muito ritual. Acho que estão, né? Tem um Bruno aí, tem um monte de alienígenas. O nosso ritual aqui é diferente. Ele envolve cunhas e tesouras.

É do cachimbo da parna. No blood. Tem magia. Tem mensagem pra gente. Os caras mandaram mensagem pra gente, mas eu tô sem meu celular. Olha, quando meu celular tá em cima da minha mesa, eu tô muito burro. Bom, onde a gente faz mensagem?

Deixa eu falar para vocês aqui dos parceiros que estão com a gente hoje, começando pela Hashtag Treinamentos, cara. Você aí que está estagnado no teu emprego, está pensando aí por que eu preciso para ser promovido, por que eu preciso para mudar de profissão ou até para, sei lá, para ter um hobby novo. Cara, Hashtag Treinamentos é uma das maiores escolas para o mercado de trabalho da América Latina.

E vai te ajudar nisso daí, porque lá você vai aprender Power BI, você vai aprender Python, você vai aprender inteligência artificial, que é talvez a coisa mais importante para se aprender aí em 2026. E eu não estou falando de mandar a mensagem para o chat EPT e ele te responder. Eu estou falando de você saber quais são as melhores ferramentas para você usar no teu dia a dia aí da maneira mais eficiente possível. E é claro, não é só isso que tem lá.

Um monte de curso para fazer você melhorar, investir em você mesmo, em conhecimento, novas habilidades. E, cara, a gente fez uma parceria que está te dando aí 500 reais de desconto na comunidade impressionadora, que é basicamente o conjunto...

completo de curso da Hashtag Treinamentos pra você estudar, tá bom? Então aproveita esse QR Code aqui, esse link na descrição, vai lá conhecer um pouco mais, entender melhor como é que funciona isso, mas é, basicamente 500 contos de desconto pra você na comunidade impressionadora, tá bom? Então vai lá na Hashtag Treinamentos, tá aqui o QR Code, tá aí o link na descrição também, tá bom? Bom, um outro parceiro que tá com a gente aqui, cara, é o G4.

E eu vou te falar, cara, que eles estão com um novo curso de gestão aí, gratuito, inclusive, para te ajudar aí com inteligência artificial também, aplicada e focada para donos de empresa, tá? A gente aprendeu na escola aí, nos livros de história e tal, vários políticos, vários aspectos do Brasil, e a gente não falou muito, a gente não aprendeu muito na escola sobre os caras que realmente fizeram boa parte do Brasil se movimentar de verdade, que são... E aí

os empresários que estão aí até hoje. Tu já deve ter ouvido que é difícil empreender no Brasil e tudo mais, mas saiba que lá no G4 tem um grupo de pessoas que não só já fizeram coisas incríveis, mas também estão ainda empreendendo nesse Brasilzão e aplicando conhecimento e aprendendo juntos também e se desenvolvendo. Se quiser saber um pouco mais, tem aqui o QR Code, o link na descrição, porque o G4 está lançando uma série documental que é para mostrar e falar...

dos heróis do Brasil. Então dá uma olhada também lá no canal deles aí, de novo, QR Code aí e o link na descrição pra tu conhecer aí a verdade sobre os heróis do Brasil, tá bom? Deixa eu ver aqui as mensagens que tem pra gente. Cadê? Ó, o Rodrigo Luiz de Poud mandou Márcia Sensitiva ao ver um alienígena, disse que ele falou pra ela que ela é filha deles. Será uma revelação de criação de híbridos? Tu acha muita viagem isso? Um híbrido?

alienígena, ele não tem de ser grotesco? Se a gente entender que esses seres estão fazendo experimentos, aquilo que a gente falou, né? Pra eles estarem presentes fisicamente aqui, é mais fácil, ou eles se materializam, que é mais difícil, ou eles começam os experimentos grotescos aí pra ter esses híbridos que são mais humanos, tanto é que na geografia, quando o médico olha, parece um fetinho de um ser humano que tá ali, né?

Quem sabe eles não estão fazendo experimentos para justamente fazerem presença aqui, essas pessoas justamente nascerem com essa conexão direta, né? Para receberem mensagem desses caras. Hoje a gente fala que a gente precisa de uma porta, né? E se tem pessoas que estão nascendo já com essa porta escancarada e aberta e permanente? E já nascem em comunicação com esses seres, eles vão ter essa influência, né? E quem sabe de fato seja, né?

por conta desses experimentos passados. Até porque quando a gente pega, quem passa por esses fenômenos é como se fosse um fenômeno geracional. A filha passa, a mãe, a avó, é como se fosse em sequência. Na Bíblia não fala de umas maldições que duram gerações? Fala. Deus visita a maldade dos pais nos filhos até mil gerações. Não, até quatro gerações. Quatro, perdão. Mas ele abençoa até mil gerações daqueles que se arrependem.

Isso tem a ver com aquele conceito da Bíblia dos Nephilim, quando os anjos coabitaram com as mulheres, Gênesis 6, produziram gigantes. Então, os gigantes são seres híbridos nesse sentido. E rituais de fertilização do mundo antigo sempre foram assim, com sucubus e íncubus lá, engravidando as mulheres, depois nascendo bebês com habilidades excepcionais. Aí na mitologia tem o Hércules, tem esses grandes heróis, o rei Minos de Creta.

o próprio Minotauro. E segundo esses rituais que acontecem hoje, eles continuam fabricando essas pessoas que se antigamente eles eram gigantes para poder destruir na guerra o povo de Deus, hoje são pessoas que aparentemente aos olhos humanos são normais, mas que têm habilidades excepcionais, conseguem incorporar entidades espirituais mais poderosas.

mas que tem alguns discretos mudanças no DNA. São pessoas que, o próprio Daniel Mastral diz que mostraram no microscópio eletrônico uma parte do DNA dele. O cara mostrou as partes que eram alteradas, entendeu? Caralho, meu. O cara do Rony. Olha só que viagem, meu irmão. Olha só, como é que vocês se sentem? Se sentem olhando por cima do muro um pouquinho?

É assim que vocês se sentem? Vocês se sentem meio na caverna de Platão? Eu fico mais na moitinha. Ele já está indo para cima dos bichos. Ele está. Ele está. Qual é a sensação, cara? É a sensação... Você entende que você já conhece esses fenômenos? O que você sente? Você sente que...

Porra é essa, meu irmão? Eu entendo que eu conheço 1% do que é esse fenômeno, mas claro que a população normal conhece 0% ou 0,1%, obviamente. E certamente não sou a pessoa que mais conhece, certamente os militares e outras pessoas que têm contatos mais abertos com esses fenômenos, certamente sabem muito mais do que eu.

Mas eu só tenho tentado, como o Daniel fala muitas vezes, ligar alguns pontos e às vezes fazer as pessoas enxergarem coisas que normalmente as pessoas não enxergam. Algumas correlações, alguns padrões. E eu tento justamente compartilhar. Compartilhando é que às vezes uma pessoa... Uma ideia que você nem concorda às vezes. E que você absorve aqui e fala Pô, aquela pessoa acho que tem razão. Então acho que compartilhando e aprendendo, todo mundo começa a crescer junto.

E o alerta é legal também, nem tudo que eles falam é a verdade, eles enganam também, né? Então, o Rony, tratar desse assunto nessa forma, eu fico super aliviado, né? Porque eu dou palestra falando dessas coisas, ó, cuidado que seres do mal se apresentam como alienígenas desde 2013, 14, né? Eu tinha os DVDzinhos que eu gravava das aulas, né? Então, mas era uma voz solitária, né? Porque no meio cristão, até hoje, pouco se fala nisso.

E agora que está se popularizando essa ideia, alienígenas são demônios, até o J.D. Vance, o vice-presidente, falou isso. O Tucker Carlson, jornalista, também pensa isso. Então, eu não acho que todos são demônios. Alguns são seres até meio ciborgues, fabricados. São tipo formiguinhas operárias que eles usam. Mas no topo, eu acho que são anjos caídos mesmo que estão preparando o reino do anticristo.

Em que medida o Crowley é importante para essa história inteira? O Crowley foi o primeiro cara que desenhou um alienígena que apareceu para ele. Em 1908 ele fez o rito de Amalantra. Aí aparece uma entidade que diz que é um arauto do deus Horus.

E o nome da entidade é L-A-M, LAM. E aí ele falou, com licença, posso te desenhar? Ele falou, por favor. Aí desenhou, parece aquele megamente, né? Que é a cabeça grandona e tal. Triangular, né? Cabeção que vai afinando o clássico. Tipo uma gota invertida, né? Que eles falam, inverted teardrop. Então você vê que aí você já tem uma conexão clara entre o ocultismo e a ufologia, né? E aí o ano que Crowley morre, em 1947, é o ano que acontece duas coisas. Tem Roswell no Novo México, aquela queda famosa da aeronave.

E tem a criação da CIA, que também está diretamente relacionada com isso. Então, Crawley tem tudo a ver, cara.

A Paula Novaes mandou. Rony Daniel, vocês conhecem o professor espiritualista Wagner Borges? Ele fala bastante sobre projeção astral e interação com seres humanos e não humanos nas experiências fora do corpo. Eu acho que é como se... Já conversei com o Wagner. Então, é como se algumas pessoas tivessem habilidade durante...

o sono, fazer esse deslocamento do corpo físico com o corpo não físico, né? Sim. É treinável. Tem um instituto chamado Instituto Moro nos Estados Unidos que treina, inclusive, os militares do exército. Os Gray Fox, Raposas e Cinzas é um grupamento do exército pra espinagem psíquica, viagem astral, etc.

Eu conheço o Wagner Bosch. Vou ler aqui. Então o Wagner Bosch tem pessoas que nascem com isso. Ou adquirem em algum momento da vida. O Wagner Bosch é uma dessas pessoas. E ele fala o que acontece nesses experimentos. E para mim justamente você está indo na origem onde esses seres estariam. Nesses outros mundos que são mundos não físicos. E alguns desses seres estão entrando aqui no nosso mundo físico. Então você está indo na fonte. Qual é... Bom.

Segundo, sei lá, o que vocês sabem, relatos e tudo mais, quais são as... Qual o perigo, cara, de fazer uma parada dessa, uma projeção astral e ir lá? Não fisicamente, mas ir lá visitar o cara no domínio deles. Se é disso que a gente está falando.

É, assim, se você perguntar para o Wagner, por exemplo, já vi ele falando sobre isso, é impossível você vir com uma tesoura e cortá-la ao que ele chama de cordão de prata, que é o que liga o corpo físico. Porém, as experiências que você tem lá nesses mundos, você traz, quando você volta, você volta com essas experiências. E às vezes tem um hitchhiker também, que você atrai o bicho que você encontrou lá para a tua casa. Mas assim, eu acho que assim, você pode não ter dano na sua parte física.

Pode o quê? Não ter dano na parte física. Mas você pode voltar com a parte mental totalmente desconcertada e até enlouquecer. Porque você pode ter uma experiência que você não está pronto para absorver aquela experiência. Você pode ser subjugado por algumas entidades e aí se você voltar para a Wagner, eles fazem preparativos para poder ir, não é? O que você está esperando ver? Tá maluco, meu irmão. Que papinho doido. Tá doido?

Então assim, para mim, a parte mental da pessoa se ela não estiver preparada, pode voltar. E você pode ter problemas mentais com isso.

Então, tem muita gente que faz o desdobramento, a projeção astral, que diz que quando você sai do corpo, sempre tem um espírito meio escuro do lado. Aí o pessoal lá do Monroe Institute, o Joseph McMonago, que era o do Exército, que é parceiro lá, ele diz que é a sua consciência humana. Mas na verdade, para mim, não. Você está sendo levado...

por um espírito que está te ajudando a passear no mundo espiritual. Então, é uma espécie de pacto, é uma espécie de vínculo, na minha opinião. E com relação ao fio de prata, se a gente pega, por exemplo, dentro da linhagem do Mastral, Mastral chegou nos livros dele, ele diz que ele fez uma projeção e ele entrou num gato.

com o espírito dele. E ele começou a ver o mundo como se ele fosse o gato e tal. E aí ele falou que de repente ele deu um medo, que ele falou, caramba, eu estou dentro de um gato. Aí ele voltou para o corpo e ele falou que tem que tomar cuidado porque é possível, dependendo do que acontece, eu romper o fio de prata e aí a pessoa morre. Porque aí o teu espírito não volta para o corpo.

Ele era dessa tese, pelo menos é o que ele fala nos livros. Eu falei, teve os casos dos jovens que sonharam e tiveram infarto, em série. Será que eles tiveram uma experiência dessa e aí o cortar é o cara... Fisicamente a representação é o cara ter um infarto? Porque pra mim tem tudo que acontece no mundo físico, onde eu boto essa água, onde eu organizo isso aqui, existe uma consequência no mundo não físico. Por isso que a gente fala do sangue.

Por que o cara tira sangue do animal mutilado? De repente é o que é sangue pra gente que é material, que é só pra gente carregar nutrientes pelo corpo e tirar coisas ruins.

pra eles é energia, por exemplo. Tipo a gasolina, né? Pra ele é a gasolina, né? Pra esse tipo de seres, né? Então, pra mim, é mais ou menos isso. Tudo que acontece lá de não físico, tem uma interferência aqui física, e tudo que acontece aqui de físico, tem esse deparo, sabe? Eles já tentaram se comunicar contigo?

mais diretamente. Você me contou, você falou já, da vez que apareceu uns desenhos esquisitos no Atacama. É só essas duas vezes. A primeira foi no Atacama que eu já falei. Quando eu volto, como se fosse uma intimidação. Não tem mensagem, mas como se fosse um sinal de uma intimidação. Essa, pra mim.

E se deu mal, porque eu fiquei mais interessado ainda em estudar mais. Deu efeito rebote. E Varginha, quando eu vou lá na residência onde faziam rituais, né? Os rituais estão lá. Ninguém bota a mão. Acontece de eu voltar e aí no dia seguinte aparecem esses desenhos. Eu arrumo a cama toda, arrumo o quarto.

E quando eu volto na minha casa no Rio, não em Minas, né? Volto na minha casa no Rio, estão esses desenhos como se fosse feito por uma unha ou uma faca, afiada e, inclusive, causando dano no tecido em algumas partes. De diferentes coisas. Símbolos, símbolos complexos, dentro de símbolos, com uma face humana, outra... Eu já te mostrei aquela vez, né? Uma cabeça de... Uma cabeça de javali. Tem. Depois me mostra. Uma cabeça de bode, uma cabeça de um javali, algo com chifres curvos, né?

E não tinha ninguém na tua casa. Não. E eu falei, porra, é meu gato. E quando eu fui ver, não tinha como é o gato fazer. E a porta estava fechada, né? Tinha que dar um prémio pro gato. Justamente foi numa hora que eu estava fazendo uma videoconferência com o morador de Varginha, que é o Rubão. E quando eu termino a videoconferência, que eu levanto, está na minha cama, numa colcha de camurça, isso tudo desenhado lá, a colcha inteira desenhada.

Ah, não foi na hora que você chegou e olhou? Não. Ela surgiu? Eu arrumei minha cama pra fazer a videoconferência, porque o quarto está bonitinho e tal. Então arrumei e vi tudo.

Ao se deparar com isso daí, cara, a gente tem uma reação. Vamos lá, se fosse eu, ele fica com o cu na mão, tá? Sim. O cu na mão é uma porta?

Eu acho que alimenta, né? Você já conta a história da casa lá que tinha uns parados. Já, já, já. Você tá realimentando o ciclo pra mim, né? E aí, claro, quando eu olhei aquilo, eu fiquei com muito medo daquele troço. Mas, ao mesmo tempo, me tirou essa trava, que eu tinha muita trava de aceitar o Chornault Poltergeist. Tá bom. Mundo não físico causando coisas no mundo físico. Eu ainda era muito mais materialista, sabe? Cientificista.

Isso me meio que abriu pra isso. Aí eu tive que voltar pra igreja, inclusive, nessa época, né? Pra proteger, porque...

Não é com faca, não é com lâmina e com tiro que você vai conseguir se livrar do negócio desse. Eu já ouvi, cara, nesses podcasts de galera que faz projeção astral, o cara falando que já viu alguns espíritos com arma. É o porra. E dava tiro. Só que, lógico, não era uma bala, não era um chumbo. Mas eram equipamentos que no mundo espiritual conseguem dar dano nos caras. Você já ouviu algum tipo de história assim?

É como se fosse algo lá no mundo deles que seria físico e causa um dano não físico talvez, quando você traz para o nosso mundo o cara volta com um problema talvez. Aí você vê que no livro de Enoch diz que foram os anjos caídos que ensinaram os seres humanos a fazer armas.

construicidades, instrumentos musicais. Você fala, será que tem algo equivalente na dimensão deles? Faz sentido. Se Platão falava que a gente faz aqui o que é uma cópia de lá. Eu vejo um futuro assim que pode começar a ter experimentos em que você vai ter militares psíônicos.

para ir lá combater entidade. Na origem. Caralho, então... Já deve existir, já deve existir. Stranger Things quase. É, é. Você vai no Upside Down lá. É o que acontece no filme do Fred Kruger, né? O cara é um visionário. Porque quando é que você combate o Fred Kruger? Você tem que sonhar, entrar e ir lá. Você vai todo preparadão, mas você tem que... É. Acho que já rola isso. O bagulho é tu sonhar que tu tá boladão, armado até os dentes, né?

Sonha que tu tá armadão. É. Então quando tu tiver sonhando, apareceu o Cramunhão, tu já pensa logo numa Desert Eagle. Aí vai aparecendo a tua mão, né?

Magno 44. Spadium Laser, do Jasper. É, ou então o sabre de luz da Lucas Cavalco. Inclusive no livro do Elizondo, eles fizeram um experimento. Em Guantanamo ficavam os presos do 9 de setembro, os terroristas. E aí eles fizeram um experimento. Pô, juntou três do Gray Fox, que eram os psicos, na hora do almoço. Vamos entrar no sonho dos caras? Vamos. Aí eles entraram no sonho dos caras. Os caras tiveram pesadelos horrorosos.

E aí reclamaram pros advogados que a CIA tinha uma arma secreta que tava indo nos sonhos deles atormentá-los com os Anjos da Morte. E aí são até jornal sobre isso. A CIA tem arma para atormentar terroristas, fazer torturar terroristas em sonhos. O filme A Origem, do Christopher Nolan, que é Inception, é isso.

O pessoal que faz remote viewing faz isso. Um código de detonação de arma nuclear que só um general tinha, os russos descobriram. Aí eles começaram a espionar o general para ver se ele estava passando essas informações para os russos, descobriram que não.

que os russos paranormais estavam espionando o cara quando ele dormia dentro do sonho dele. E sugaram essa informação. Aí o contra-ataque dos americanos foi... O general dormiu, eles entraram na mente do cara e ficaram esperando os russos chegarem e brigaram com os russos no mundo espiritual, entendeu? Que viagem, moleque. E os terroristas relataram que vinham na forma de luz. Viram três luzes indo pra cima deles. E eram três psionistas. E eram três psionistas, três militares.

Já, já, olha só. Aí, ó, deixa eu contar uma história que essa é quentinha. Eu contratei uma menina pra trabalhar comigo em rede social, né? Que é a amiga nossa. No dia que eu contratei, ela tava dormindo e ela acordou de madrugada. Tinha um cara do lado do marido dela, indo botar a mão na cabeça dele. E quando ele percebeu que ela viu, ele virou pra ela e falou assim...

E aí ela orou e saiu. Era uma pessoa, projeção astral. Entendeu? E foi pra cima dela porque ela tinha vindo trabalhar comigo. Caralho, que viagem, meu irmão. O maluco ainda mandou abusado, né?

Imagina a psiquiatra vendo esses programas. Sai de mim, porra. Papinho doido do caralho aí, meu irmão. Não quero saber dessas porras não. Aí o cara fala assim, Daniel, acho melhor você procurar um psiquiatra e fazer um tratamento. Eu falo, já faço, porra. Já tô aí. Já acho que eu sou maluco, já. E né, psiquiatra fuleiro não, é top. Acredito. Tô bem acompanhado pra caraca. Bom, ó, o Bolado 401. Se os extraterrestres são de fato demônios e podemos repreendê-los em nome de Jesus, não será muito fácil.

desmascarar a farsa quando eles forem apresentados para nós? Como eles vão acobertar isso? Então, se eu chegar para um leão...

às vezes dá certo, mas em geral o leão vai me devorar e falar, tá repreendido no nome de Jesus, geralmente não funciona. Ou um bandido, muitas vezes funciona. Porque os caras, o inimigo veio pra roubar, matar e destruir. Então, às vezes o cara tá querendo te matar ou roubar, ele tá pilotado por um domínio. Mas em geral, eu não posso chegar pro meu filho e falar, arruma o seu quarto em nome de Jesus, ele vai ser, vai virar um roubado. Então, assim, alguns desses seres são seres orgânicos.

Então esses não dá pra tu repreender em nome de Jesus, entendeu? É como se fosse um robô que tá vindo pra cima de você. Mas agora, os que são espirituais, propriamente dito, dá pra repreender. Só que tem seres que são muito poderosos. É uma briga de cachorro grande. Você tem que tá no jejum e na oração aí. Porque se você tiver com brecha, você tá ferrado.

poderoso porra nenhuma. Se perde pra um ser humano bem preparado, mas um ser humano que pior que um ser humano? Não é qualquer ser humano. Exato. É um ser humano preparado. Mas ainda é nascido de uma mulher e de um cara e tudo mais, né? Eu tô acostumado a brincar com isso, né? Desde os meus 15 anos eu não tô nessa, mas já teve situações que eu falei, ó, aqui eu não vou mexer não.

É porque eu senti que não era pra ir também. Mas tem coisa que... Tem níveis de... É igual surf, né, meu irmão? Vou dar um exemplo. Tem dia que eu falo, cara, eu não tenho capacidade de preparo físico pra aturar uma onda dessa. Então eu falo, quem tem, vai lá. Eu terceirizo pra quem tá com a faixa maior que a minha, né? Pra não ficar brincando ali, porque no mundo espiritual tem hierarquia também.

Então, eu tenho a minha patente e os seguranças que andam comigo também tem a patente deles, né? Espirituais, né? Entendido. Então, às vezes, os meus caras também falam, pô, essa briga aí é melhor deixar para os outros mais agraúdo. Entendeu? Aí tem que subir de nível. Então, tem que ter a manha.

Tá bom, cu na mão o máximo. O Carlos Lorenzo mandou. Vejo como se eles se alimentassem de entropia, bem no conceito de egrégoras. Quanto mais energia mental e tempo você gastar com adorações, mais forte ele se torna. Enoch descreve o demiurgo assim.

E talvez justamente essa energia que você está dando para esses caras, seja fazendo um ritual, seja adorando, seja pensando, seja pedindo, seja... Acontece muito também em Varginha, nesse mesmo local, crimes muito violentos acontecem, ele vira um pólo magnético de crimes violentos e pessoas tirando a vida.

Teve isso em Varginha? Nesse local é um polo magnético. As casas pegam fogo sozinhas, as casas abandonadas. Ali é um polo magnético. Mas tem assassinatos? Tem de tudo, tem. Tudo que você imagina. Não sabia não, achei que Varginha nunca faz amor. Não, nesse local. Corpo em árvore? É, concorda. Lá acontece tudo. Então, nessa mata onde os seres foram encontrados.

Pessoal do setor turístico de Varginha. A mata onde os seres foram encontrados, os seres de Varginha. Então, assim, isso tudo, para mim, alimenta um fenômeno para o fenômeno se materializar, como eu falei, precisa de energia. Talvez essa... Tudo aqui que é não físico, de sentimentos muito negativos não físicos, estão alimentando seres negativos de se materializar aqui na nossa... Viu um círculo vicioso, né? Na nossa realidade.

Cara, você falou dos caras irem para outra dimensão e lutar lutas lá, né? Twin Peaks, cara, a série que é do David Lynch, foi uma das coisas mais incríveis que já foram feitas. O resumindo da história é o seguinte. Mata uma... A rainha do baile, a menininha mais famosa da cidade, aparece morta.

E aí os caras começam a investigar e descobrem que o assassinato foi muito semelhante ao que aconteceu num outro estado vizinho. E aí o que acontece? Quando você extrapola do estado, aí vira um crime federal, e aí tem que ser a polícia federal de lá que é o FBI. Aí vem um cara do FBI pra lidar com isso, só que ele já vem... Opa!

Aí, ó, o Bruno, o guianismo aí. Eles já vêm, cara, eles já sabiam que isso era um caso da qualidade Blue Rose, que eles chamam, que é a rosa azul. O que é isso? Coisas que envolvem o sobrenatural. Então, eles já tinham alguns agentes do FBI que eram desse setor. Aí, eles mandam o agente, o agente chega lá, faz a pesquisa, fica morando na cidade, investigando e tal, e ele descobre que quem matou a menina foi um tal de Bob.

E ele tem retrato falado desse cara, ele começa a caçar esse cara. Só que ele vê que não é um cara, é um espírito. E aí, o que acontece? Em vez dele falar, é espírito, vou parar por aqui. Ele começa a caçar o espírito e ele vai pra outra dimensão pra tentar pegar o espírito. Caralho, você foi longe. Eu achei maneiro pra caramba, porque o cara falou, eu sou do FBI, mandaram prender, eu vou prender.

Missão dada é missão cumprida. E aí é interessante que esse Bob vai possuindo pessoas e fazendo as pessoas assassinarem os outros. E quando assassina, vários espíritos vêm junto e começam a se alimentar do sangue da pessoa. E eles começam a ter um êxtase, um prazer, e eles ficam mais fortes, entendeu? Então é nessa linha. Você vê como é que o cara que fez essa série manjava pra caramba de mundo espiritual e de ufologia.

Assustador. A Suelen mandou aqui, ó. Boa noite. O fenômeno da combustão instantânea pode ser algum tipo de arrebatamento ou ataque alienígena? Ainda tem algum relato de combustão montânea. Tem um caso interessante que me contou, foi até o pioneiro da investigação de Varginha, que é o doutor Birajara. Ele investigou um caso em que aconteceu o seguinte. Um menino, tinha uma menina, né, com a sua família, e a família adota um menino, uma criança, mais nova.

E aí essa menina começa a ter um sentimento de um ciúme absurdamente excessivo, muita raiva de ter se dotado a outra criança. E aí começa a acontecer que todas as roupas desse menino pegam fogo sozinhas. E aí não sobra uma roupa, aí o padre faz uma campanha de doação e deixa a roupa dentro da igreja para não pegar fogo. E aí não adiantou, a roupa pegou fogo dentro da igreja.

E isso foi uma coisa que o Brejava me contou, porque ele viu o fogo acontecendo, né? Ele tava na igreja quando pegou fogo, por exemplo. E aí viram que a causa era essa raiva da menina, esse ciúme excessivo, tava emanando, de alguma forma, talvez por uma entidade, indo como um satélite, né? Você tá emanando uma intenção, prompt, lá pra olhar, ela vai devolver no mundo físico com uma reação, né?

E a reação era o fogo, né? Então, muita gente acha, interpreta que talvez pessoas tenham capacidade de superpoderes de botar fogo em coisas. Eu não acredito. Acredito que é uma intenção muito forte, sentimentos muito excessivos. Porque quando você pensa em ciúme, em raiva, tem graus de ciúme e raiva.

o mesmo acontecimento, você vai ter uma raiva, eu vou ter uma raiva, às vezes, muito menor ou maior. Então, quando a pessoa trata isso de forma muito excessiva, por isso que é importante a gente não tratar problemas da vida de forma muito grave, desequilibrada. Exagerada. Isso emanou e aí voltou pra cá, no mundo físico, numa forma, talvez uma entidade dessas, eles intercedendo e fazendo. Mas aí falaram sobre alguma solução, chegou a resolver...

Aí era tratar a menina, né? Conversar, psicólogo pra menina, porque adotou o filho. Dá uma acalmada. E aí melhora, né?

É meio Carrie, é estranho. Caralho, cara. Você lembra da Carrie? Lembro, lembro. Stephen King, né? Os caras jogam um balde de 100. Ela começa... Aí, cara, meu irmão chegou pro meu pai e falou assim... Aí, meu pai falou, qual o nome que você vai botar na tua filha? Aí ele falou, Karen. Meu pai, não, cara. Não bota esse nome, não. Aí, meu irmão falou, por quê? Isso é nome de filme de terror, pô. Karen, é estranho.

Minha sobrinha já é grandinha, graças a Deus. Não é muito estranha, não? Não, não, graças a Deus. Ela não faz as coisas acontecerem, não? Sempre que fala Carrie é estranho, eu lembro do meu pai. Eu falo, não, esse nome é Karen, não. O Mudinho. É o Mudinho? Ele só escreve, não fala, não. Se continuar no ritmo que está, vai mais quanto tempo para a gente poder andar na nave? Dá aquele olhé no espaço.

É, cara, agora tá tudo sendo aberto, né? Se cair esse muro da CIA, que parece que vai cair, aí vocês vão ver uma coisa estranha mesmo, porque agora é só um aquecimento. Chuta aí uma coisa estranha que a gente poderia ver. Ah, como, por exemplo, os estudos que a CIA deve ter feito de evocação, por exemplo, desses seres. Entendi, tá bom. Estudos das mutilações que são feitas tanto em animais quanto humanos. Estudos psicos com crianças no programa Meca Ultra evocando esses seres ou combatendo esses seres.

Então Stranger Things é um documentário Na verdade, não é uma ficção Tu acha que a CIA corre o risco de acabar Caso vaze um bagulho assim Meio comprometedor? É, porque você vai revelar que vale tudo

Você vai revelar que vale tudo. Em prol de tentar ter uma super arma e o controle da superpotência americana, criou-se um governo dentro do governo que vale tudo. Pode pegar criança para fazer experimento, pode pegar prisioneiro, maltratar e tudo isso. Acabar no sentido que é muita coisa escabrosa que eles fizeram. Mas aí eles vão falar, vamos reformar. A questão do acordo.

começaram a testar rituais a comissão Church já foi isso vamos investigar os crimes que a CIA está cometendo eles já descobriram vários crimes e ela está aí ainda o Jack Parson que era discípulo do Crowley é pai do programa espacial americano o JPL, o Laboratório Jet Propulsion Lab chamam de Jack Parson Lab porque é ele que fez os primeiros testes com foguete

E o cara era satanista bravo. E é, ele fazia o experimento. Ele queria evocar a chamada Criança da Lua, Moonchild. É, tem um livro do Crowley, Moonchild. Vocês vão ser, ele queria evocar um ser. Ele acreditava que podia materializar esse ser. É esse híbrido que é feito no ritual e nasce com... Você joga sangue, joga não sei o que lá, várias matérias ali e joga intenção. Moonchild. E aí viram...

Que bizarro, né? Esses caras, não é maluco que tem umas coisas importantes que a humanidade fez que acaba sendo iniciada por uns caras assim meio hardcore? É, esses caras acreditam, muitos cientistas acreditam que o conhecimento científico pode ser dado pelas entidades. E muitos receberam, né?

Ramanuj era um indiano que não tinha conhecimento nenhum, não estudou e tem provas matemáticas hoje que duram até hoje. Grandes provas matemáticas. E ele falava que o conhecimento vinha de uma deusa hindu. Então... Sinistro. Dá pra fazer uns downloads, né? Qual é o preço? Eu faço com Deus, né? Ele já pagou o preço lá na cruz. Eu só preciso não fazer bobagem pra estar em sintonia com ele, né? Andar na moral.

O negócio é ser moito o tempo inteiro, que é não chamar a atenção de ninguém, desses caras aí. O problema é que às vezes Deus fala, sai da moita e faz o servicinho ali. Aí você fala, poxa... Mas aí falou pra tu, Daniel.

Vai lá, campeão. Não, mas quer ver uma que eu tô fora? Os caras, tem amigo meu, tudo bem que tem problema psiquiátrico, né? O cara foi reformado a marinha, pô, o problema. Ele chegou e falou pra mim, Deus me falou que eu tenho que ficar aqui na época do apocalipse pra lutar contra o anticristo. Falei, glória a Deus que eu vou sair fora já. Primeiro bonde eu tô saindo fora, não quero ficar vendo filme de terror. Mas não.

Eu quero sair no arrebatamento, entendeu? A ideia. Não, ele falou pra eu ficar. Eu falei, glória a Deus, fica aí, irmão. Ainda bem que tem gente disponível, corajosa, assim. Guerra no crânio, cara, levanta a mão. É, tem certas missões que eu não... Eu não vou, não.

campo de guerra também tem um efeito similar com o de ritual? Sacrifício. Se tu pegar base militar, o que mais tem? Fenômeno. Base militar, recebo direto. Tudo que você imaginar tem base militar. Corrente arrastando, é ser sombra aparecendo. Por quê? Porque muitas vezes ou foram feitas coisas ali no passado, ou militares que sofreram em guerra, eles voltam para o ambiente em que eles alphabetiza.

viveram as vezes entendi caralho

Eu achava que se tu morria lá, tu ficava meio que preso lá. Sei lá, na Normandia. Não, tu acaba voltando. É, o cara volta pra casa, entre aspas, né? De um ambiente que ele gostava. Tem aquele... O Copan aqui, o Copan, que é o prédio, aquele prédio do Neymar, era aqui? Famoso. Então tem casos ali em que aconteceu isso, né? Você tem uns zombeteiros ali, uns tricksters, né? Uns espíritos ali brincalhões. Traquinagem. E aí vai a média e fala, pô, esse cara aqui, ele não é que ele traumatizou aqui.

Ele gosta do ambiente. Por isso que ele volta e... Por isso que ele tá aqui brincando com todo mundo. Zombeteiro, igual o do Chaves.

é o saci pererê que vai azedar pra mim não necessariamente são demoníacos são caras brincalhões que estão aí a gente só sai de embora né você vê que tem uns malucos comédia até no mundo espiritual que tá de palhaçada, fazia as pegadinhas do malandro

Puxar o cabelo, fazer trança. Some com as paradas. Tu botou um bagulho aqui, tu virou, olhou, caralho. Aí quando tu olha, tá aqui, caralho. Isso é uma pira. É uma pira isso daí. Eu não sei se sou eu que sou burro, mas vira e mexe, eu perco uns troços que estão embaixo do meu nariz. Eu procuro pra caralho quando eu volto, tá aqui no lugar que eu olhei e não tava. É uma traquinagem aí. Que viagem. Ontem eu achei minha carteira, que eu procurei pra caralho, e ontem sem procurar tava lá na minha carteira. Que viagem. Estranho, né?

Bom, Rony, obrigado por vir aí, cara. Daniel, obrigado pela moral também. Eu que agradeço. Rony, essa daqui é a tua câmera, se tu quiser falar alguma coisa, dá ali. Obrigado aí pelo convite, obrigado da audiência e quem quiser saber mais das minhas pesquisas, vai lá nos meus canais no YouTube, no Instagram, no X, só botar lá canal Rony Vernei que vocês vão ter acesso e tem um documentário meu novo que é a Fácil e Oculta de Varginha, Poder, Dinheiro e Rituais, a pesquisa aí de um ano e meio, quase dois anos em Varginha.

Tá na área de membros, então se ajuda aí no canal, ajuda os próximos documentários, as próximas missões, é só entrar como membro lá.

Se quiser cancelar também, ver o documentário e cancelar não tem problema nenhum. Pra qualquer nível de membro tá lá. E tem um documentário que já tá livre pra todo mundo no YouTube, só colocar na busca aí que é Fenômenos na Amazônia e Contos Indígenas que é meu documentário no Acre.

O cara gosta de dar umas doideirinhas assim. Bom, Daniel, essa daqui é a tua câmera também. Vou levar pra casa então, qual que é essa? Valeu, galera. Daniel Lopes aqui. Eu tô de segunda a sexta lá no YouTube, no meu canal, falando ali das notícias, mostrando o que tá por trás. Às vezes eu falo também de Curupira, Mula Sem Cabeça também, gosto muito de folclore brasileiro.

Geopolítica, né? Muito geopolítica, cara. Isso é um problema, né? Que você fala, não, mas e o Curupira? Aí eu me empolgo, começo a falar de Curupira, já estou... Não, mas tem dia que a gente vem aqui e fica 80% falando de geopolítica. É verdade, é verdade. É, mas eu encontro com a galera e eles só me perguntam. Mas está o Rony Verne aqui do lado, irmão.

Não tem como, porra. Não tem como, não tem como, com certeza. Não, e eu me amarro, pô. Isso aqui, para mim, é diversão, né? Eu também me amarro, é. Então é isso, galera. Tenho o meu grupo de estudos, o curso online que é a Arca. A gente está com 40% de desconto. É só entrar em qualquer vídeo meu que tem um link lá. Quero agradecer aí, né? Podemos conversar mais um pouco, né? Hoje ele já estava em São Paulo. Deu certo, né? Então, que maravilha. Hoje ele não veio de UFO. É.

Hoje o Saci deixou eu chegar, porque é a última vez. É, deu a moral. Ao contrário, hoje ele veio de OVNI. Ah, deu certo, é. Verdade. Vem sendo o trânsito, né, pô? É isso. Bom, obrigado pela moral. Espero que a gente tenha outras oportunidades. Vocês aí que assistiram, espero que vocês tenham gostado também. Comenta aí. O que os caras comentam aí? Comenta, sei lá.

é, busquem conhecimento é, Belu busquem conhecimento e aí pra eu saber se vocês querem mais episódios sobre esse tema aqui no futuro, tá bom? a gente vai mandar vocês pra um videozinho agora, que é um vídeo que eu fui lá na Dreamcar, que é um puta museu de carro sensacional, tem um monte de carro lá que tu nunca viu, carros que existe um no mundo

tá ligado? Então fica aí que a gente vai mandar vocês pra lá, tá bom? No mais, entra na descrição aí, porque tem lá o Discord pra você sugerir novos episódios e novos convidados também, se inscreve, manda esse vídeo aqui lá no grupo da igreja, manda no grupo do... manda no grupo do terreiro também, manda no grupo do Bolsonaro, do Lula, no grupo da escola, onde você quiser, tá bom? Manda pra alguém, e a gente se vê depois, tá bom?

Beijo pra vocês, e até a próxima. Ah, vira membro, custa menos de 8 reais, dá nem pra comprar uma seda. Beijo, tchau.

DANIEL LOPEZ + RONY VERNET - Flow #602 | Castnews Index — Castnews Index