SKYLAB + VINHETEIRO - Flow #601
Um episódio especial.
- Críticas e Opiniões sobre ArtistasBeatles · John Lennon · Yoko Ono · Michael Jackson · Madonna · Lady Gaga · Shakira · Caetano Veloso · Chico Buarque · Gilberto Gil · Vanguarda Paulista · Luiz Tatit · Arrigo Barnabé · Tamara Assunção · Mamonas Assassinas · James Brown · Tchaikovsky · Mozart · Chopin · Strauss · Schoenberg · Shostakovich · Mahler · Korsakov · Prokofiev · Pedro e o Lobo · Alexandre o Grande (filme) · Mussorgsky · Rachmaninoff · Edith Piaf · Serge Gainsbourg · Vitas · Swedish House Mafia · Kanye West · Trap Nacional · Autotune · Música Eletrônica · Alok · Reggae · Bob Marley · Natiruts · O Rappa · Cidade Negra · Maneva · Luiz Gonzaga · Dominguinhos · Franz Liszt · Vando · Leandro e Leonardo · Tim Maia · Mazaropi · Trinca-ferro · Sabiá · Macuco · We Are The World · Música de videogame · Kiko Loureiro · Chico Buarque · Caetano Veloso · Fábio Jr. · Jô Soares · Música popular brasileira · Rock · Bossa Nova · Arte Dadaísta · Picasso · Van Gogh · Michelangelo · Guernica · Salvador Dalí · Paul McCarthy · Banksy · Arte Contemporânea · Arte Moderna · Fotografia · Casu Marzu · Café de cocô de passarinho
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Entendi, hoje tu tá mais tranquilo Tranquilo, tudo é paz O tempo tá meio frio também, né? É importante tu levar as coisas mais suavemente Mais suavemente Mas tudo bem, que tem o Skylab aqui pra eu trocar uma ideia E de vez em quando tu grita um fezes aí, tá tudo bem Pode deixar Pode deixar Vai gritar muito
Olha só, eu queria agradecer aqui os parceiros de hoje, a Hashtag Treinamentos e Felipe Midi, que eu vou falar dele já já, e você pode mandar a tua mensagem se você quiser, pelo LivePix tem o QR Code aqui, o link é na descrição você manda, e eu vou ler aqui a tua mensagem no final do programa, tá bom? Então fica à vontade aí se você quiser participar as cinco melhores, o Janzão vai escolher as cinco mais legais e mandar pra mim, e a gente vai dar ele aqui
Bom, Skylab, primeira coisa, cara, tu já conhecia essa figuraça aqui, cara? Porque esse cara, ele tem viralizado pelos motivos meio controversos, né? Então, ele fica falando que as coisas é fezes e tal. Tu gostou dele só porque ele falou que a tua obra não é fezes?
Ele gosta do meu trabalho. Mas eu tenho visto o Lorde Vinheteira há muito tempo já, em vários programas e tal. Eu acompanho. Inclusive, eu estava um dia no TIC e eu estava falando com ele sobre isso. É muito interessante...
não que eu concorde com ele eu discordo radicalmente dele evidente, mas assim eu acho maravilhoso você falar Caetano Veloso e ele fala 100% festes com C como é que é?
Com certificado de pureza. Com certificado de pureza. Isso é maravilhoso, né? Mas por que isso? Porque eu acho que você vê essas figuras, Caetano, Chico Buarque, Gilberto Gil, são figuras de poder.
não que eles não sejam talentosos, não que eles não sejam talentosos, e eu bebi na fonte de todos eles, mas eles são figuras de poder. Então, quando você chega e vem um norte e vem falar 100% férias, é de uma violência e de uma beleza que isso me deixa feliz, ver um negócio desse. Eu gosto muito. Agora, tem coisas ali que eu discoto radicalmente. Sim, sim.
Eu concordo contigo, realmente, esses caras estão numa posição de poder e, de fato, acho que o que é mais chocante nisso tudo é como ele fala Fezes de uma forma que, bom, se tu perguntar pra ele porquê, ele é capaz de te dizer porquê, o que é mais interessante ainda, né? Porque tu vê que aí tu fica um pouco meio tonteado do que é Fezes, na verdade, que é se a música, se o que ele tá falando...
Se a opinião dele é fezes ou se, de fato, o que ele está dizendo é verdade e o objeto julgado é fezes. É que, geralmente, eu discordo também. Eu acho que ele se passa muito. Eu acho que ele faz isso só para aparecer em cortezinho de podcast, para ser sincero.
Eu já acho que vocês concordam comigo, vocês acham que é fezes, mas vocês precisam escapar, porque é proibido falar que é fezes.
esses ídolos figuras de poder você não pode falar mal é proibido Beatles é fezes eu também não gosto não, Beatles é fácil pra mim eu não gosto muito não mas eu acho o que tu acha disso, Scarab? por todo mundo gosta todo mundo gosta de Beatles se você for perguntar pro ser humano médio curte Beatles, tirando talvez as novas gerações é é
eu acho que eu só não escutei o suficiente ou escutei numa fase esquisita da minha vida que não é possível. Como é que todo mundo gosta? Como é que todo mundo se inspira? Que nem o Michael Jackson, que nem o James Brown. Será que existe realmente não gostar dessas coisas que são tão... De onde sai tanta coisa? O que tu acha?
O Beatles é curioso, porque nos Beatles eu não acompanhei, eu não fui contemporâneo aos Beatles. A explosão dos Beatles, eu estava em outra, eu era muito criança, eu estava por fora.
mas tem toda uma questão da retrospectiva, você vê retrospectivamente, você começa a ouvir. Então acontece muito isso, pessoas importantes que passam despercebidas por você no primeiro momento e depois você reescuta a obra das pessoas e começa a valorizá-las. Isso aconteceu com muitas pessoas. Nossa senhora, a vanguarda paulistana foi a mesma coisa.
Aquele pessoal do Grupo Rúmulo, Luiz Tati, Arrigo Barnabé e Tamara Assunção. Eu, naquele momento em que eles estavam explodindo lá na Lira Paulistana, eu talvez estivesse por fora. Eu vinha descobri-lo posteriormente. É isso. Sim. E o que tu acha desses caras que ele citou o ouvinteiro? Não conheço. Não conheço. Mas, falando de Beatles, Beatles é...
Eu não quero falar que é fezes, mas eu queria dizer que quem é fã de Beatles, normalmente...
É um idiota. O cara não tem noção do que ele é fã. Quem que era bom? Ele tá idolatrando. Ele tá idolatrando o Beatles. Quem que era bom na época? Na mesma época. Era bom o Mamazen de Papas. Era pra esses caras serem os mais famosos.
E por que não foram? Não os Beatles. Porque se os Beatles foram os mais falados... Ah, não estava muita droga! Aí foram ficando... Foram se separando... Agora o Beatles é o John Lennon. Ai!
Não vamos fazer guerra. Com aqueles clichês chatos dos anos 60, 70. Não adianta o artista querer mudar o mundo, querer acabar com a guerra do Vietnã. Quem acaba com a guerra do Vietnã ou é o Vietnã ou é os Estados Unidos. Não adianta você querer mudar o mundo que você não vai conseguir mudar o mundo.
então é muito chato o John Lennon era muito chato entendi são perguntas eu fico pensando aqui o John Lennon realmente era muito chato era muito chato agora porque eu acho que há uma diferença entre a posição pessoal de uma pessoa
e a música da pessoa. A pessoa pode ser chata pra caralho e tal, mas a música dos Beatles, pelo menos aqueles dois álbuns fundamentais, o álbum branco e o outro que é o maior, me esqueci, me lembrem o nome. Sergeant Pepper. São discos fabulosos. Então, assim, experimental, com o arranjador lá do Sergeant Pepper, sensacional.
Então, assim, eles são gigantescos. Agora, o John Lennon realmente era chatinho. Eu sempre digo que a Yoko Ono era muito melhor do que o John Lennon. A Yoko Ono era poderosa. A Yoko Ono, com a sua arte performática, eu tenho impressão até que muitas pessoas acham que a Yoko Ono é que acabou com os Beatles.
porque a Yoko Ono começou a inocular no John Lennon ideias que ele não fazia não sabia então ela levou o John Lennon para a arte contemporânea e aí o John Lennon começou a se separar dos Beatles, porque os Beatles eram um fenômeno pop então tem isso também a Yoko Ono é muito importante é poderosíssima
Mas assim, você não pode desconhecer, se você é músico musicalmente, você não pode desconhecer o álbum branco e o Sgt. Pepper de jeito nenhum. Michael Jackson está na mesma prateleira?
Não, não está na mesma prateleira dos Beatles musicalmente, mas eu acho que o Michael Jackson tem... Ponte de referência. O Michael Jackson é uma música preta americana, com a sua dança, sabe? Desde a época que eram os Jackson's Five.
que eu gostava muito, mas depois a dança, aí você tem que analisar você tem que analisar ele não só pela música mas por toda a sua performance no palco é o caso da Madonna é o caso da Madonna o que tu acha da Madonna, Lorde? cara, a Madonna eu não sei por que que ela ainda tá trabalhando que isso, cara
A Madonna, outro dia, faz uns 15 anos atrás, eu vi uma foto da Madonna. A cara dela estava photoshopada, estava bonita. E a mão dela...
eu via artérias, veias calibrosas e manchas senis, mostrando que ela está um tanto gasta. Um tanto gasta. Aí, ela... 15 anos atrás? Uma dona ou uma mulher, que se ela aparecer na minha frente, eu chamo ela de senhora. E aí ela foi lá em Copacabana e ficou ralando o bombreio lá, se esfregando com a...
com a Anitta, ela fez uma pouca vergonha. Isso não é coisa para uma mulher daquela idade fazer. Depois que você atinge mais de 50 anos, a mulher tem que parar de fazer a morar. A champola ela seca. Não tem mais caldo na champola. Não sai mais. O útero não produz mais.
o mel, o mel. E aí, a cópula se torna divina. Então, Madonna.
Para com isso. Vai jogar bingo. Vai jogar bingo, Madonna. Para de fazer show, pô. Você sabe, Igor, a Madonna foi muito criticada no show que ela fez no Rio de Janeiro. Principalmente para aquelas pessoas que são músicas. Ah, não teve música. Ninguém tocou nada ali. E tal. Eu vi alguns críticos falando isso. Mas não é por aí que você vai analisar a Madonna.
não é por aí a Madonna é uma das artistas mais conceituais que existe ela teve um papel importantíssimo quando ela surgiu é curioso porque veio ao Rio a Madonna depois veio a Lady Gaga e depois veio a Shakira
Eu, pessoalmente, achei o pior show foi da Shakira. Muito ruim. Um carnaval. Um carnaval. Muito ruim. Muito simpática, mas um carnaval. A Lady Gaga já é uma coisa mais conceitual. Mas nada chega...
perto da Madonna em termos de arte conceitual. É isso que tu curte. Nada chega perto. Um troço mais diferente. Não, cada artista já tem a sua praia, tá me entendendo? O trabalho da Madonna é uma arte conceitual que ela fez ali. Se ela fizer algo diferente... Aí as pessoas ficam reclamando, ela não tá tocando.
A questão não é essa com a Madonna. O trabalho da Madonna é outro. Então, assim, é um trabalho importantíssimo, sofisticadíssimo. Então, até outro dia, eu fiz esse post no internet. Das três.
Madonna, Lady Gaga, Shakira, eu ainda estou com a Madonna. É o trabalho mais conceitual e tem que tirar o chapéu para ela. Agora, Vera... Não tem jeito. Onanisticamente falando, a Shakira...
está mais aproveitável, monanisticamente falando. Mas a Madonna, se tirar a massinha lá, o pó de arroz da cara, o reboque, é difícil, hein? É difícil de engolir.
Eu não sei quantos anos ela tem, mas ela tá senhora já, de fato. Tem setenta. Setentinha. Pô, mas não é admirável que alguém consiga fazer o que ela faz? Admirável. Na idade que ela tá, inclusive? É, mas não precisa ralar bomba. Mas ela sempre ralou.
Sempre ralou. Desde o início da música dela foi sempre isso. A relação com o sexo é uma música extremamente sexual, entendeu? Usando o corpo, o sexo, muito. Se você tirar isso... Não sobra nada. É, mas assim, é uma coisa muito forte. E confrontando toda uma sociedade extremamente moralista, como é a americana, né, cara? Ela foi, porra, ninguém jogou duro contra ela no início da carreira dela, então.
E vou falar uma coisa interessante da Madonna. A Madonna fez um filme que se chamava Na Cama com Madonna. Era ruim pra burra aquele filme. Parecia cinema nacional aquele filme lá.
Eu não consegui assistir. Acho que era preto e branco. É sobre o que o filme? Não sei. Eu lembro que eu tentei ver. Eu tentei ver, mas eu não... Você acha o cinema nacional muito ruim? Ruim? Eu considero. Quer ver? Ele numera alguns títulos de filme nacional para ele. Não, eu vou citar alguns diretores para ver se ele... Glauber Rocha. Não sei quem é, mas é nacional?
É brasileiro. Então é Fezes. Rogério Sganzella. Também não conheço. É brasileiro. É brasileiro. Fezes. Júlio Bressani. Fezes.
Cacá Diegues. Então, eu não conheço nenhum, vou falar a verdade. Eu não conheço a linha Cinema Nacional, porque normalmente eu começo a ver, assisto alguns minutos.
E abandono. E aí é fezes. Não gosto. Não. Se eu não conseguir ver, significa que é fezes. O que é um filme? Um filme é uma hipnose. Eu ligo na... Nós estamos trabalhando com hipnose aqui. Eu, Skylab e você. Nós temos que produzir um conteúdo interessante que o público gosta. Quem não gosta, sai daqui, vai pro pó de pá.
Mas o filme em geral é uma hipnose. Eu tenho que assistir e falar assim, é melhor assistir, continuar assistindo, ou é melhor eu ir chupar uma bala, eu ir comer um chocolate? Então eu acho ruim.
O cinema nacional toda vez te dá vontade de chupar uma bala. Isso. Vontade de mijar. Vocês gostam. Você gosta. Tu não gosta de tropa de elite? Tropa de elite é o concur, porra. Não, o tropa de elite eu assisti. Eu gostei. Mas toda regra tem uma exceção, é isso?
Não, cara, mas é um filme, o Bye Bye Brasil. Cacá Jags. Legal. Cacá Jags. A gente via a champolinha da Beth Faria, na época que a champola era peluda. Era bonito a champola, peluda. E aparecia. Hoje em dia eles pararam de mostrar. Era isso que tu gostava nos filmes, champola. É. Como é só entrar no X-Videos, pô.
Mas aí... Você vê muito X-Feed? Hoje em dia, não mais. Hoje em dia, hoje em dia eu tô um pouco velho, né? Bom, eu tô mais velho do que você. E tu curte o X-Feed? No entanto. Não, não, eu entendo, mas a minha mulher não deixa ver também.
Ela joga dura, é? Não, ela vai lá no histórico do navegador, no Chrome, e fala, ó, isso aqui não pode. O que ela encontrou da última vez do teu histórico?
O histórico diz quem é a pessoa. O histórico diz. Você quer saber uma pessoa, vai no histórico. Eu estava assistindo um bucaque de 30 contra 1. Não tem aqueles vídeos 30 30 funkeiros contra um músico. O bucaque. Não pode falar essa palavra, como é que corta a mão. Era mais ou menos isso.
Mas não pode ver. Aí eu não vejo mais. Não vejo mais. E que parte do teu dia tu ia ver assistir X-Vide? Esse tipo de vídeo o Brasil sabe fazer. O Brasil sabe. Quais são as tuas atrizes ou atores favoritos? Os nomes...
Cara, eu nunca fui atrás de quem é o diretor deste filme adulto. Você já foi? É o fundamental. Procurar o diretor.
Será que existem mulheres dirigidas? Mas tu prefere amador, não? Os amadores ou os caras? O que? O filme pornô do Preto? Não, você está falando de filme pornô? Ah, não. Ah, não. Não, não. Ah, não. Não, não. E atrás do diretor? Não, porque às vezes você vê uma cena. Não, não. Você fala assim, nossa, eu gostei de como o diretor capturou...
Esta junção do côncavo com o convexo, por exemplo. E aí a gente pode ir atrás, mas eu nunca fui. Entendi, não é muito a tua praia. Tu gosta mesmo de 30 contra 1. Imagina se o Spielberg fizer um filme dele. Deve ficar bom, né?
Sei lá, não sei se é muita prática. Ou pode estragar também, né? Pode estragar também. Pode tirar a magia, né? Exatamente. É verdade. Cada um no seu quadrado. É muito curioso isso. Quer ver uma coisa? Porque eu sempre, historicamente, eu sempre vi muito esse negócio todo. Mas assim, eu estou tendo uma certa dificuldade de ver os filmes mais amadores. Sabe?
Eu tenho visto muito profissional. Tá bom, entendi, entendi. Por escolha ou por... Não, não estou conseguindo achar. Entendi, tá bom. Antigamente, eu achava muitos filmes completamente amadores, entendeu? E era genuíno, era verdadeiro e tal.
Tem cenas históricas que eu vi que era de uma pessoa que gravou no mato uma mulher com dois homens. Maravilhoso aquilo, sabe? Maravilhoso aquilo. Bota a câmera assim na árvore e dá ele no mato. Mas você sabe, Igor, eu estou tendo dificuldade de ver.
De encontrar esses filmes. Parece que eles foram jogados para o escanteio e hoje só fica ali os profissionais, entendeu? E realmente os profissionais são muito chatos. É só questão de grana mesmo, né? Deve ser. O que tu acha, Vinteiro?
Então, eu acho que o problema dos amadores é a iluminação, é a higiene da parte genital. Quando você abre um vídeo pornô, tu prefere que o ator, que as pessoas ali, estejam usando camisinha ou não? Ah, não, não, não. Pergunta fundamental. Pergunta fundamental. Eu acho melhor...
um pornô de camisinha eu nunca vi mas está colando demais isso então a melhor forma é você pesquisar e você coloca no título sem camisinha
entendeu? Porque aí você vai fugir desse negócio. Porque eles ficam colocando o politicamente correto. E é um saco isso, né? De fato. É um saco isso, entendeu? Agora se liga. Você gosta de transar com camisinha? Eu acho que ninguém gosta. Ninguém gosta, né, cara? Ninguém gosta.
Imagina aquela camisola da prefeitura, que é de graça, provavelmente é... Fezes. É, acho que uma bexiga deve dar mais prazer do que as camisinhas da prefeitura. Eu concordo.
Eu concordo, viu? Você já usa. Concordo. Eu prefiro transar sem camisinha também, entendeu? Só que eu sou casado, mó tempão, minha vida tá controlada, eu não faço mais filha, minha mulher também não. Agora, você que tem 16 anos, eu não sei, tá? Você talvez... Seja melhor você usar a porra da camisinha do posto de... Mas com 16 anos, ninguém... Quem te falou? Vagabundo tá moendo com 16 anos, meu irmão. Tá fazendo? Tá fazendo?
Tem que ficar esperto tu, mas os caras comem até você. Eita. E pornô de inteligência artificial, cara? Ah, não é onanístico, né? Não é onanístico. Mas tu pode meio que... Agora, eu tenho a impressão, Igor, que você consegue te enganar, né?
Eu acho que é... Você tem vídeo normal que já engana, no pornô, deve enganar. Deve enganar, legal. Mas já tá numa época que você pega tipo a foto, você quer passar a pimenta em alguém. Aí você pega aquela foto, põe na IA e fala assim, põe essa pessoa fazendo amor. Já existe isso? Sim, existe. É que assim...
Cara, eu não sei se fica perfeito, mas eu sei que se você colocar isso num modelo normal desses que você encontra na internet, como o Gemini, os da Google e tudo mais, não vai fazer. O Grock não vai fazer, nenhum desses vai fazer. Mas tem uns que você roda local. E aí os que rodam local, tu pode ou não liberar esse tipo de coisa, entendeu? Então eu nunca vi porque eu não tenho nenhuma máquina boa o suficiente pra rodar uma parada dessa local.
Mas existe, se a tecnologia existe, existe. E se existe uma coisa, a gente já fez pornô com ela. Então assim, se existe uma peça qualquer de cultura da humanidade, existe pornô com isso daí. Vai chegar um tempo, Igor, que nós não vamos nem mais... Esse tipo de discussão nem vai ter mais sentido, entendeu? É mesmo, vai mesmo. Porque, sabe, o fato de ter sido inteligência artificial ou ser natural não vai ter a menor importância.
Não é até a menor importância, entendeu? Hoje mesmo, alguns filmes, alguns vídeos sexuais, pornográficos, que eu vejo que pode ser inteligência artificial, para mim, se for inteligência, não tem menor. Não tem menor, assim, não vai fazer diferença. Não vai fazer diferença, entendeu?
por exemplo eu aproveitar lancei hoje na internet o meu vídeo da música Cadê Meu Pau e foi por inteligência artificial você vai ver o vídeo impressionante vou ver o vídeo impressionante Arnaldo Beloto, o diretor tem feito os trabalhos com inteligência artificial espetaculares espetaculares port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port
Conhece essa música aí, Cadê Meu Pau? Claro que eu conheço. Claro que eu conheço. Não roubaram meu pau. Eu ia trazer, eu esqueci, eu ia trazer um...
uma escaleta aqui pra gente tentar fazer uma guia. Não, mas você sabe que a gente tá combinando? Nós vamos gravar um trabalho. Ele vai tocar do piano e eu vou cantar. Nós vamos gravar um vídeo legal. Vamos. Vamos arrebentar. Acho que vai ser maneiro, pô. Lá na tua casa? Pode ser, pode ser. Vamos fazer que... Cara, todo mundo vai lá na tua casa. Tu nunca me convidou pra ir na tua casa. É uma otário. A hora que você quiser, pô. Caralho.
A hora que você quer ver os pianos lá, o aquário, você falou que não gosta de peixe, né? Tu sabia que se o cara ainda por cima é pescador, cara? Ele contou. Tá que pariu, cara. Adora pescar. Na internet, na vida real, o bagulho dele é pescar. Não, peixe é vida. Comer peixe. Peixe de todas as formas. Você gosta de japonês? Gosto. Eu também, eu também. Eu gosto muito. Não é muito a minha praia, não. Não é muito a minha praia, não.
Mas lá no Rio de Janeiro tem comida... Japonesa? Demais, cara. Eu te levo num espetacular. No melhor. O melhor japonês. Fica lá em Copacabana. Com peixe de mar mesmo. Não quero comer salmão. Não é, não. Tudo tá marrom, tudo bem.
Truta marrom, mas não tem no Brasil. Até camarão vem de viveiro, né, cara? Até camarão, né? É triste isso. Até camarão. Perde o gosto, né, cara? Eu já vi um documentário sobre esse tipo de... As criações de frutos do mar e fiquei... Caralho, realmente, parece fazer muita diferença. Porque o salmão que fica em cativeiro, ele desenvolve um monte de coisa, inclusive, né? Ele fica... O camarão também, camarão também.
Não, é assim, eu entendo o que eu tô falando. O salmão nasce, se você for lá no Alasca, no Pacífico, onde tem salmão, na Suécia, esses lugares, o salmão vai ter verminoses. Mas daí você dá um tratamento nele, um tratamento pelo frio, tira.
E esses de cativeiro não têm verminose. Ele não come... Deixar claro que ele tem sim, mas é tratado.
Mas ele não come as mesmas coisas que ele come na natureza. Que nem aí tem aquele papo que o salmão do Chile, eles dão casca de mexilhões pra ele ficar comendo e dar aquela cor vermelha na carne. O salmão do Alasca, o salmão sueco, ele já é vermelhinho naturalmente. Então é óbvio que o sabor muda.
É óbvio que o sabor muda. E o mais vermelhinho é mais gostoso. Não é bem mais vermelhinho, é um laranja diferente. Um laranja igual daquela tua chuteira. É salmão, né? É, é que tem muitos peixes que tem a carne vermelha. É truta marrom, tem outras trutas que tem a carne. Às vezes o cara que vai na gringa, ele acha que está comendo salmão, ele está comendo outras variedades.
Mas desculpa ter falado tanto de peixe, que é um assunto que você não gosta muito. Não, não tem nenhum problema não, cara. Tu gosta de comer também ovos de peixe?
Depende das ovas. Porque tem o príncipe da burguesia, né, cara? Gosto. O príncipe da burguesia tem que gostar de ovas de peixe. Ovas de esturjão beluga. Só que me dá um pouco de dó. Você pega uma colher de caviar e estoura. É como se estivesse matando um monte de criaturinhas. Vai estourando, né? É, então dá um pouco de dó.
Mas quando você tempera direitinho com shoyu, é gostoso. É tua comida favorita?
Não, não, não. Você não me contou. Ele tem falado, Skylab, de um restaurante que ele encontrou lá na China. É. Cara, é um restaurante que... Cara, você sabe, eu sou apaixonado. Meu sonho de consumo é conhecer a China. Fala. Eu tô louco pra conhecer a China, cara. É incrível. Skylab, você vai adorar. É. É incrível.
Uma das poucas coisas que o vinteiro fala bem. Tá vendo? E desenvolvido, né? Assim, tudo bonito, né? Não, é incrível. Eu peguei um trem lá. Andei 2 mil quilômetros de trem. Trem bala, 400 quilômetros por hora. Só prédio, prédio, prédio, prédio, prédio.
Não tem... Agora, o problema é o cartão de crédito. Tem que ter um cartão lá deles. Esse nosso cartão de crédito não rola lá na China. Então, muito interessante isso que você disse. A gente não sabe o idioma, não sabe ler chinês. Então você tem uma experiência única que todo mundo tem que fazer tudo para você.
O tempo inteiro alguém tem que fazer alguma coisa para você. E ninguém fala inglês também. Você não consegue se comunicar. Quanto mais no interior... E é no interior que você encontra as coisas mais exóticas. As carnes mais exóticas da China.
O que tu encontrou lá, cara? O que tu comeu lá de mais gostoso que tentou fugir de você e tudo? Então, o que eu mais gostei de apreciar lá foi a carne de anão. A carne de anão.
Anão chinês. Tinha anão importado também, acho que do Vietnã, da Tailândia. Eles pegam e servem. Não é muito comum, né? Tem que ir em restaurantes mais underground. É igual baleia. A carne é macia? Parece coelho. É maravilhoso. Ela derrete na boca, assim.
E o que eu experimentei lá foi o hot pot, que é um panelão. O panelão fica esquentando. Aí você pega assim, uma fatia bem fininha, bem fininha, normalmente com um milímetro. O cara fica cortando. Ele põe a perna de anão aqui.
Para de... Vocês acham que eu estou zoando. Aí ele tira um filezinho assim, uma faca grande, vai pondo e você coloca lá no hot pot. Não precisa temperar. Temperou, perde as notas aromáticas. Normalmente é anão chinês, né? O anão chinês era mais caro, porque é mal visto. Era mais do Vietnã e da Tailândia.
A última vez um amigo meu falou que comeu carne de um anão que era Lady Boy. Isso que é isso? Isso que é macio pra caralho. Um anão Lady Boy, você não sabe o que é Lady Boy?
Eu imagino o que é pelo Ladyboy, eu imagino. Imagino. Então, fica muito saboroso, viu? Muito saboroso. Caralho, cara. Tu já parou pra pensar que um dia vai chegar a, sei lá, a associação das pessoas com nanismo? E vamos encher teu saco, cara.
Ah, mas o que eu vou fazer se eles são saborosos? Eu não tenho culpa se eles são saborosos e deliciosos.
Eu pensei que ele ia falar, não tem um culpa que a China faça isso. Não, mas... Eu gosto de culinária, eu aprecio, eu acredito que você comeria também. Comeria. Eu venho na tradição italiana, tradição italiana é aquela massa, muita massa. Um ravioli de ragu de anão. Isso seria maravilhoso.
Seria maravilhoso. Tu assistiu... Tu assistiu... Silêncio foi espetacular. Com grana padana em cima, tá? Esse é o melhor queijo de todos, né? O grana padana? Né?
Cara, eu vi um queijo já. Eu não me lembro o nome. É um queijo. Eles proibiram. Leite de anão?
Queijo de leite de anão? Deve ser bom. Não, um queijo. Eu tô falando sério. Era um queijo que era... Deve ter uns anãos aí dispostos de oferecer. Precisava ter larvas, larvas de mosca. Eita. Que elas fazem a fermentação. Procura aí, Jean, o nome desse queijo. Eles proibiram. A carne de anão é liberada. Mas o queijo... É o casu marzu. Casu marzu.
De larvas de mosca. Ó, olha, proibiram esse queijo aí. Tá vendo? Caralho. É um queijo que você sente o ar. Queijo mais perigoso do mundo.
É o considerado podre e ilegal em grande parte da Europa devido a riscos sanitários, sendo consumido apenas de forma clandestina ou tradicional. Caralho, meio nojentão, né? Então, ele é um pecorino. Pecorino você conhece. É um queijo maravilhoso. É daí que nasceu o penne, o macarrão Alfredo, o molho Alfredo. Então, é um pecorino mais tunado. Deve ter no Minecraft esse queijo aí.
Agora, tem um café que é caro também, que é feito do cocô do... Do passarinho. O passarinho come o grão, caga o grão. Ele é caríssimo. Caríssimo esse café.
Porra, café... Fezes, literalmente. Então, mas eu acho que esse aí é picareto. Eu já vi de Saracura, né? Tem de Saracura, Mutum, essas aves aí. Eu vi também de Caprinos. Tem de café com fezes de caprino. E de... Tu se sente bem, cara, consumindo fezes?
Não, eu não experimentei esses aí ainda. E tem chá de cocô de cavalo, sabia? Chá de cocô de cavalo. Mas você é para ficar doidão? Não. No interior de Minas se toma muito isso. Eu vim saber com meu pai. Meu pai dizia. É o chá do cocô de cavalo.
Mas serve para... É medicinal ou é só pelo prazer? Não, não. É medicinal. Que nojo. E tem gente que bebe, viu? Tem. O interior, por isso que eu gosto do interior. A gente conhece o Brasil, as capitais aqui. Se você sair, não precisa sair muito, não. 50 quilômetros, vai para o interior de São Paulo, você vai ver muito...
Remédio de mato. O cara come formiga. Não, a formiga é aquela. Formiga, né? Aquela da bundinha. Tá na jura. Tá na jura. A tocandira.
Tu curte comer essas paradas mais exóticas, cara? Tu curte comer um jacareca? Caralho, esse programa tá muito louco. Não sei se você reparou. Você entrevista o Haddad. Puta que pariu. Que programa doido. Porra, tem um vietê. Eu tô me lembrando lá do... Como é que é? Do Supla com aquele cara outro. Do Angra. Muito chato aquele programa, né, cara?
Porra, esse aqui tá do caralho, cara. É isso aí, cara. É isso aqui. Eu quero conversar coisas que eu acho interessantes. É lógico. Esse do anão, porra. Foi foda. Foi foda. Me pegou meio... Eu fiquei meio...
Não, Skylab, uma hora, se você quiser ir para a China, eu vou com você. Vamos lá. Nós vamos lá fazer um turismo. Porque você já é meio popular lá, né? Eu tenho o canal lá. Eu chego lá, os caras já... Eu chego lá, já vem o meu manager.
com uma paleta de anão assim, e ó já me entrega então é outra coisa essa da Lady realmente foi impressionante Lady Boy é essa Lady Boy
é, bom, tu lembra sabe um, tem um vídeo do Skylab, que tem na internet aí, de um programa que ele fazia na TV Cultura canal Brasil canal Brasil não, do canal Brasil o vídeo com o Júpiter Maçã, cara você viu essa entrevista? eu vi, vi, vi
aquela ali é uma das melhores que eu já vi na minha vida, cara. É bom. Ele é um vídeo inesquecível, cara. Antigo pra caralho. Eu acho que revolucionou a televisão brasileira, né? Aquele programa foi louco, né, cara? Porque a televisão é muito certinha, né? Muito certinha. É, muito certinha. E ali foi uma... Foi uma... Teve um outro que eu assisti que eu curti pra caralho, que foi com o Vini.
Que o cara, ele falando, o cara que fez a música da Heloísa mexe a cadeira. Essa música é Efésios. O pior é que ele também achava. Mas ganhou muito dinheiro e comprou apartamento e a vida dele se transformou com essa música.
O problema é que depois ele teve que fazer um monte dessa, né? E aí já não é a mesma coisa. É, já não é a mesma coisa. Um monte de fezes, assim, né? Ganham dinheiro com fezes. Normal. A maioria das pessoas hoje ganha dinheiro com fezes, não ganha? Na internet. Calma, na internet. Sim, sim, sim. É a maneira de ganhar dinheiro, né?
Agora, sexualmente, por exemplo, você vai fazer sexo com uma mulher. A mulher resolve evacuar na tua cara. Você... Não pode dizer que nunca aconteceu isso. Já aconteceu isso? Não pode dizer que nunca aconteceu? Pior que não. Pior que não. Pior que não. Nem xixi?
Não. O pior é que não. Tu gostaria de uma evacuada na tua cara. Eu não vejo nos filmes adultos
Você tem que procurar especificamente por isso. Exatamente. Porque é meio chocante. Porque o que vai predominar na pornografia vai ser uma coisa... Isso você acabou de falar, uma coisa interessante. O que vai predominar na pornografia é o senso comum. É o sexo comum. Até certa medida também. Porque é sempre... Esse que a gente está falando aqui, que é o que está na primeira página lá,
É provavelmente sempre uma moça, uma mulher, mais ou menos do mesmo jeito, com um cara mais ou menos do mesmo jeito, precisa ter o maior pausão. Ih, grande. É um troço que não é, no mundo real, né? Não é todo mundo que tem o maior pausão, né? O que nem os caras.
Não é toda mulher que é que nem aquela mulher lá que só vai transar, toda maquiada. Não tem uma estria. Mas quando eu falo senso comum, é assim, é o pensamento predominante, né? Aí tem aquele pensamento. Porque na vida real realmente... Não é bem assim no dia a dia, né? Né não, Peter? Então, portanto, pra tu encontrar...
Eu ia fazer uma pergunta aqui, mas acho que eu vou complicar todo mundo. Cuidado, que se não derruba. O podcast segue-se uma estratégia. Por exemplo, se a gente fala determinada palavra...
Quebra na hora. Então, por exemplo... Muito chato. Muito chato. Então tá bom. Então vamos lá. Eu tenho que falar... Do filme, tem que falar duas donzelas e o cálice sagrado. Não pode falar o nome verdadeiro. Falou o nome verdadeiro. Por isso que você ia falar champolinha.
Por isso que ele fala no Lu Passar pimenta Mas você acha que o champolim Vai ter o poder da buceta? Nunca Por outro lado Ele sempre causa um Champola Ele sempre causa um divertido Champola é divertido
não tem o mesmo poder talvez uma das palavras que eu mais tenha usado na minha música é buceta e pau eu tenho certeza mas me parece que sim me parece que sim mas aí eu ia te perguntar o seguinte tu que gosta de degustar carne de pessoas com acromegalia e também consome porno?
De pessoas de baixa estatura? Não. Já, uma vez eu vi um porno de anão que o cara chegava com a atriz dentro de uma mala. Dentro de uma mala. Aí ele abria a mala. Vocês já viram? Ele abre a mala, tira...
A mulher, baixinha, baixinha, manã, devia ter uns 40 anos, passa pimenta nela e guarda ela de novo para ela não ficar enchendo o saco. É incrível. Chegou a terminar o processo todo.
Ele derrama o... Como é que tu achou esse vídeo? O que é que tu pesquisou? Não, isso aí chega no WhatsApp, né? Essas coisas chegam no WhatsApp. Não, não, pesquisou. Pesquisou total? Tô maluco, pô. Pesquisou, cara. Claro que pesquisou, pô. Claro, pô. Ou seja, ele curte também assistir, né? Caralho. Mandar, eu acho que mandar.
Não, mas as pessoas... Você assina algum OnlyFans, cara? O que tu acha do OnlyFans, caralho? Sabe o que é isso? Ah, OnlyFans. O que tu acha dessa porra? Eu acho meio chatinho aquilo, sabe? Eu procuro... Eu sempre busco uma coisa mais espontânea, entendeu? Por exemplo, essa imagem, nunca mais vou me esquecer, esse filme, o cara foi... Era ele...
Mais um cara, mais um cara e mais uma mulher. E a mulher dando. Pra todo mundo no mato. E ele se divertindo, cara. Não era nenhum baixo nível. Estavam gozando com prazer, com alegria, cara. Entendeu? Que alegria aquilo ali. Que expressão de alegria. Por isso que eu me senti bem, cara. Entendi, entendi. Caralho. Não necessariamente tu assiste um filme pornô pra bater uma punheta, então.
sim, às vezes mas não necessariamente foi com essa intenção mas acontece nos grupos de whatsapp as pessoas mandam vídeo o tempo inteiro então se você for
descascar para cada vídeo que manda, só descascar o dia inteiro a manjuba. Você sabe o que está acontecendo comigo? Isso é uma coisa que está me preocupando mesmo, porque eu tenho perdido muitas horas em que eu poderia estar produzindo, poderia estar escrevendo minhas músicas, ou lendo um livro importante, enfim, escrevendo alguma coisa. E eu tenho perdido muito tempo com uma coisa que surgiu de um tempo para cá,
E eu estou me viciando nisso. Isso não é legal, sabe? Que é o bate-papo. O bate-papo é terrível. Aí o bate-papo tem toda a perversão do bate-papo. Eu acho que até entendo. O bate-papo, para mim, chega a ter um poder maior do que a imagem. Está me entendendo? O filme, a imagem... Um sexting.
É, porque a imagem, lógico, você fica logo. Mas no bate-papo, cara, tem sido para mim terrível. E eu vou fazer uma confissão aqui. Eu acho que eu tô ficando doente com isso, sabe, cara? Porque isso tá me ocupando muitas horas do dia e isso tá me fudendo de alguma forma, sacou, cara? Mas que bate-papo que é isso aí, cara? É uma sala de bate-papo que tem na internet por aí?
Caralho, que viagem. Não sabia que ainda tinha isso. É, tem. E ainda mais com o Iá, né? Hoje a gente pode conversar com a Iá. Ah, mas aí tu acha maneiro trocar essas ideias com o Iá? Não, aí não, né? Eu nunca tentei, mas...
como o David Sema, né? Eu não tenho a menor ideia. Eu não tenho a menor ideia. Eu não tenho a menor ideia. Eu não tenho a menor ideia. Porque no outro lado tem uma outra pessoa mesmo. Você está conversando com ela, assim, né? E aí, cara, as conversas... Aí, para mim, vai para as vias de fato.
Vai para as vias de fato. É aquela site que tem uma live, tem alguém fazendo uma live e conversando com as pessoas? Não, negativo. É só trocar de ideia. E aí, é curioso, porque aí, nessa troca de ideias, é o imaginário. E aí vai que nem uma loucura isso, entendeu, cara? Então tem mais poder pra mim do que a imagem propriamente dita. A imagem, ela...
É óbvio, né? E na palavra você consegue fantasiar, você consegue... É a questão do imaginário. A imaginação pra mim é fundamental, né, cara? Fundamental. Também acho, também acho. Mas eu nunca nem experimentei uma parada assim, na real. Doideira. O que tu acha, vinteiro? O que a mulher ia achar disso? As imagens são... A mulher já te pegou batendo uma punhetona? Não, não.
Mas eu acho que o filme, ele existe, o filme adulto, justamente pra quem não tem uma boa imaginação. A minha imaginação é fraca. É isso mesmo. Então, eu preciso... Não é tu que tá destreinado, não? Porque a gente teve uma... Nós três aqui, a gente viveu num mundo que não tinha...
internet ou redes sociais. Então a gente leu o Irmãos Grimm, por exemplo, em algum momento, ou o Monteiro Lobato. Então a gente imaginou coisas, a gente pensou nas coisas. Mas não foi positivo isso? Com certeza. Então é justamente esse o ponto. A gente não está perdendo. Você diz isso não é porque você está perdendo pela facilidade que é ter disponível para você ver a qualquer momento qualquer coisa. Não precisa mais imaginar.
Como é o Homem-Aranha lutando. Agora tem um filme, entendeu? E por aí vai. E a consequência disso é que as pessoas cada vez leem menos. Perfeito. Cada vez leem menos. E outra coisa, concentração da atenção nenhuma. Nenhuma. Porque fica pulando de imagem para imagem e não há mais concentração. Eu fiz uma experiência. Eu peguei um livro, hoje, recentemente, eu peguei um livro da Clarice Lispector, comecei a ler aquilo,
Eu falei, caralho, isso é praticamente impossível uma pessoa contemporânea ler um livro da Clarice Lispector. Absolutamente impossível. Por outro lado, há aí uma oportunidade de fazer uma síntese, de traduzir o que disse e, quem sabe, não sei, mas me parece, pegar aquele sentimento, aquilo que Clarice Lispector faz a gente sentir quando a gente lê.
E traduzir isso em uma outra forma de arte, que talvez seja lá o videozinho vertical do moleque. Porque não está totalmente perdido, eu acho. Eu já achei que fudeu, mano. Fudeu, só tem idiota. Mas eu fui convencido que várias coisas que eu acho muito idiota...
Puta, eu fazia umas idiotices bem parecidas, só que na minha escala. Hoje as escalas estão meio... Estão maiores, né? Mas, porra, o Antônio Nunes lá, o Brasil inteiro fez, né? O do pânico. Todo mundo imitava o pânico. Não? Tu tava no pânico, seu viado? Tu sabe que todo mundo imitava o pânico? Não, sim, sim, sim. Então, e era só coisa de retardado, não é?
é porque a questão do humor né Igor quando o pânico surgiu era uma coisa nova quando o pânico surgiu era uma coisa nova na televisão os caras influenciando barra sendo influenciado por como estava andando a internet também pra predição dos vídeos você via um personagem na TV
Você imitava ele. Era assim. Hoje é os caras fazendo assim que servem. É, agora você imita o meme que você vê no TikTok. Às vezes faz sentido, às vezes não. Que sentido fazia Antônio Nunes? Tapa na coxa, nenhum sentido. Agora, a grande loucura que eu acho é você resistir a isso.
é a resistência a esse negócio. E aí tentar incutir, que é dificílimo, é impossível. Eu estou dizendo que eu venho de um mundo intelectualizado, porra. Então eu percebo como deve ser difícil para uma pessoa que não veio desse universo
como ela vai conseguir entrar nesse universo da leitura. É muito difícil. Provavelmente, poderá chegar através da internet. Quer dizer, eu acho que quem entra em decadência nessa hora é o livro-papel. O livro-papel vai entrar em decadência. Porque você pode ler pela telinha. Então é legal. Você traz isso para a internet, mas com a leitura. Acho que é possível por aí. O livro-papel vai entrar em decadência.
Mas o papel fudeu. O papel fudeu. O cara que ouve o livro. O que tu acha do cara que ouve o livro? Não é a mesma coisa, não. Eu acho que não é a mesma coisa. Mas deixa eu falar uma coisa com toda sinceridade. Ler, por exemplo, eu não consigo achar graça em ler um livro hoje.
Eu leio, óbvio que eu leio notícias e tal, mas livro é muito longo. Eu começo a ler uma linha, a segunda linha eu já estou pensando no flow. É porque você já está completamente... Já perdeu, já morreu. Você já morreu. Mas para mim também é complexo. Mas sempre foi assim.
Quando eu estava na escola, alguns livros eram obrigados a ler, mas eu não conseguia. Que nem a Droga da Obediência. Eu não me esqueço desse livro. Eu li, mas não aguentava. O Sun Tzu, eu consegui ler. A Droga da Obediência é do Pedro Bandeira, não é? Pedro Bandeira, é. Mas você lê bastante.
eu sou uma pessoa que vim desse universo eu escrevi livros então assim, eu vim desse universo e eu percebo em mim na minha carne, essa mudança sacou cara? porque eu estou inserido no mundo contemporâneo e moderno então eu sinto isso agora quanto mais uma pessoa que está nascendo que nem nunca teve porra
cultura de ler um livro. Eu ainda luto para manter uma resistência, para tentar pegar um outro viés da tradição, mas é difícil. É muito difícil.
Eu acho que sempre vai ter um grupo que vai manter vivo isso daí. Porque a gente achou que ia morrer também quando vê o videogame, quando vê a televisão. Não, sempre tem um grupo. É igual a música de partitura, né? Ler partitura. Ou tocar um piano mesmo, um instrumento de orquestra. É uma coisa que demanda muita...
muitas horas, né? Ler uma partitura, a coisa mais difícil da música é saber ler partitura. Tá? Deixar isso claro. Então, só que demora. Não é mais difícil?
Não, não. O mais difícil é a leitura de partitura. É muito difícil. Sabe ler partituras, caralho? E demora. Muita dificuldade. Demora muito para aprender. E mesmo assim, hoje tem... Para que existia a partitura? Não existia MP3, não existia disco.
Então pra você replicar uma música na tua casa você precisa de uma partitura. E mesmo assim hoje tudo com a invenção do MP3 ainda existem pessoas que leem partitura. Lógico que tem. Eu tenho vários músicos que tocam comigo que leem partitura.
que lêem partitura e lêem com a maior facilidade é como se estivessem lendo uma palavra estranho né cara é uma mensagem encifrada que está escrita acho maneiro não é pra mim não é bonito
Essa questão, né, cara, de resistência mesmo, e eu sinto isso, cara, e é difícil, cara, porque o mundo todo tá te levando pra esse, pra essa coisa do Instagram, essa coisa da passar uma imagem pra outra, pra você não se fixa em mais nada, entendeu, cara? Então é uma loucura isso, isso é uma loucura. É, mas eu acho que a gente vai chegar na normalidade. Gosto de acreditar.
que a gente em algum momento vai chegar numa média e a gente não consegue nem medir qual é o efeito disso tudo, né? Porque tá tudo tão rápido, tão um em cima do outro, que a gente não consegue medir o efeito ainda do que é uma geração que nasce já com acesso a essa porra desde sempre, né? Eu conheço criança que eu vi pegar uma foto normal, impressa, e fazer assim na foto pra ver se dava zoom, né? Então, a gente não sabe. Criança, criança. Criança, criança, é. Pega e faz assim na foto.
já, já, já faz então sei lá, mas eu olho com um pouco de otimismo porque eu não gosto muito do pessimismo mesmo sabe qual é? eu acho que ah, acho que
Vai muito e normaliza e vira commodity. E aí vai muito a próxima coisa, normaliza. Que nem quando veio a IA, quando a IA era muito mais novidade do que é agora, que toda hora ainda fica assim, né? Ainda todo dia sai um troço novo. Mas agora a gente tá acostumado a ver um vídeo do abacatudo, por exemplo, né? A gente tá acostumado a ver umas paradas que são feitas com IA, goste ou não, né? Então a gente já tem música feita com IA pra caralho.
Uma pessoa chega a soltar 100 álbuns Num ano só A IA está chegando Com muita força em um monte de lugar Mas na minha opinião A gente vai em algum momento Isso normaliza Sei lá Comoditiza
Mas posso falar de música de Iá? Música de Iá pra mim não existe, tá? Não existe. Eu cheguei, teve um dia lá que eu precisava de uma polca. Eu ia fazer uma palhaçada lá com umas buzinas. Eu falei, eu preciso escrever uma polca e essa polca...
Eu quero que ela tenha notas longas, semibreves. Uma semibreve em cada cabeça de compasso. Uma coisa técnica de partitura, isso. Técnico. Eu escrevia pra Iá fazer isso. A Iá me entregou tudo menos isso.
tudo, menos ela não conseguia botar nota longa na cabeça do compadre, uma só, que é a música a nota mais simples que tem é a semibreve, a mínima são figuras coisa mais simples, ela não conseguia, ou seja é falsa, não serve pra nada a IA, ela só funciona quando estamos testando na hora de fazer pra valer a IA, ela só funciona
Eu acho que são legais. Olha essa daqui. Eu não sei se dá pra colocar o... Já achei fezes. É.
IA. Perfeito. Legal, né? Perfeito. Não é legal? Então, mas como é que foi a linha de comando que o cara deu? Não faço ideia. Então, não venha me falar que é IA. Aí qualquer coisa, se eu entrar no Logic lá e escrever as linhas, eu posso falar que é IA também. Quero ver a linha de comando e a IA fazer na hora. Porque, pra mim...
Aí a IA não fecha. Agora, tem isso, né, Igor? Eu acho que vai chegar um momento que a gente não vai fazer diferença entre uma coisa e outra. E é isso que eu acho, sabe? Eu acho que o grande desafio, isso que você falou foi bacana. Vai, depois eu volto para o meio. Isso é bacana. Eu acho que o nosso grande desafio é poder usar todas as tecnologias que nós temos.
E todos os tempos. É um puta desafio. Só isso é um puta desafio. Usar a internet, usar o livro, usar o vinil, usar o CD. O Skylab 4 foi relançado agora pela Monstro Discos. É lá de Goiânia. É uma indústria lá. E eles relançaram o disco nos três formatos.
vinil, CD e cassete. Caralho. Qual dos três que mais vendeu do meu show? Cassete. Cassete. Cassete, cara. Eu nem sei se eles vão conseguir ouvir, entendeu?
Mas você sabe que isso, essa política da Monstro Discos, eu acho legal, cara, porque ele traz todas essas tecnologias. Você escuta se quiser. Se não quiser, você não escuta. E retorna. Você se lembra quando veio o CD?
Você se lembra do vinil. Cara, as pessoas davam vinil, jogavam fora o vinil, jogavam no lixo, jogavam... É triste isso. Virou uma praga e agora está... Agora está virando... Pois é, mas isso é coisa de terceiro mundo. Porque, por exemplo, Estados Unidos, Japão, vai ter sempre lá a loja de vinil, vai ter a loja de CD, vai ter a loja de cassete, vai ter...
sempre, cara. É coisa de terceiro mundo, surgiu uma nova tecnologia, joga fora tudo que tava... Isso daí, isso daí, nós temos que mudar isso. A gente poder usar todos os tempos, sabe? Poder usar a tecnologia da internet, ler um livro, ver um filme, ir ao cinema. Por que não ir ao cinema? Ninguém mais vai ao cinema. Por que não ir ao cinema? Eu subi o filme do Michael no domingo agora. Na sala de cinema?
do caralho, cara. É isso, cara. Entendeu? Em casa, mas também poder ir na sala de cinema. Mas sabe o que acontece? Deixa eu falar o que eu acho que acontece. Quando você... Por exemplo, você tinha o vinil.
lançou o CD. Não é de uma vez que a turma jogou fora. Vai passando uns anos e os aluguéis vão ficando caro, o volume que aqueles discos vão ocupando. E aí fica o negócio 10, 20 anos parado lá, aquela vitrola. Eu joguei vitrola fora. Um dia você se irrita e acaba...
Como é que tu escuta a música? Eu não escuto mais música há muitos anos. Muitos anos. Só escuto dentro do carro. E chegar e dar. Antigamente, você tinha na sua casa, você tinha uma coisa chamada aparelho de som. É verdade. Pra você que tem 20 anos, você não sabe o que é isso.
Você tinha um Polivox, um Technics, um CCE. Uma casa completa. Uma casa completa tinha um fogão, uma geladeira, uma televisão, um aparelho de som. Um de cada.
É, um de cada. E talvez for rico um videocassete. Isso que eu ia falar. Um videocassete se tu for rico, é. Isso nos anos 80, tá? Eu tô falando do início dos anos 90, é. É, no 80 mais rico era. Então ouvir música, você chegava na sua sala, era um ritual, dava um play. Agora não é mais. Agora você tem que pegar o celular aqui, entrar no Deezer, no Spotify.
Dá um play e toca o que ele quer. É mais solitário, né? Só você que tá ouvindo. Antes a gente... Antes a gente tinha o hábito de coletivamente na sala, né? Ligar o som, todo mundo ouvia. Um pouquinho antes de vocês subirem, a gente tava ouvindo aqui de forma digital, mas a gente tava ouvindo aqui. Na verdade, quando eu cheguei, eles já estavam ouvindo também. Reggae, você estava ouvindo. O que eles estavam ouvindo aí, cara? Música de maconheiro.
Ah, tava ouvindo música de maconheiro, cara. Esse cara fica nisso. A trap não é de maconheiro, é de apedeuta. Vocês tão ouvindo música de apedeuta. O que é música de maconheiro? Reggae. Ah, é? Se bem que agora o reggae tá muito antigo, né? O Bob Marley é dos anos 70, né? Tem ninguém mais fazendo reggae? Tem os filhos do Bob Marley. Não é mesmo? Aonde eles moram? Na Jamaica. Eu não sei, eles acham que eles moram nos Estados Unidos. Se moram na Jamaica, é bom.
Só pode ser feito na Jamaica. Só pode ser fabricado na Jamaica. Entendi. É, mas o reggae foi muito produzido na Inglaterra, em Londres. Houve uma febre do reggae em Londres, que foi uma coisa assim, na década de 80. Mas eu vou te falar que é fezes, porque eu aprendi com o vinheteiro que reggae é feito na Jamaica. Se não foi feito na Jamaica, fezes. O reggae, ele precisa do sotaque...
do inglês jamaicano, de Georgetown. Se não tiver aquele sotaque, ele não fica a mesma coisa. O reggae brasileiro, ele é um monte de fés, tá? Natty Woods, fés. Como é que chama aquele outro lá? O Rapa. O Gê saiu, deve estar aqui a câmera. Fés. Fala o nome dos reggae brasileiros. Tu falou Natty Woods, tu falou o que mais? Rapa.
O rapa é reggae? Se não dá pra saber o que é o rapa... Cidade Negra. Cidade Negra. Qual é o estilo? Você não sabe. Reggae. Fezes por isso. Fezes por isso. Como é que tu sabe? Porque é brasileiro. Tem que ter sotaque. Tem que ter. Eu não sei mais um outro cara que cante um reggae brasileiro. Não sei.
Maneva. Maneva eu nunca ouvi falar. Mas...
preciso conhecer pra... Esse negócio do purismo, tem que ser uma bobagem, né? É o mundo da contaminação, das misturas, não tem esse negócio. Mas o vinheteiro, ele só gosta pra ele, a música acabou em 1900. Exatamente. E no máximo tem um tunique e tinoco, entendeu? E ele gosta, ele gosta. Cascatinha e iguana. Você gosta? Onde tem iguano, eu sempre gosto.
Mas falando sério, eu acho que de 1900 para cá, só declínio na música. E nas artes plásticas, na pintura, desde que inventaram... A arte moderna você é contra. Picasso é? Você é contra Picasso? Feio, ruim.
Fezes Rodin, você é feio? Fezes Desde que criaram As chapas de prata A pintura Não é mais a mesma coisa Se você pegar antes Antes das placas Era tudo mais Van Gogh Fezes por isso
O Van Gogh era tão ruim a arte dele que ele arrancou a orelha dele. Ele não queria ver a obra dele. Mas aí ele foi oligofrênico. Mas ele era oligofrênico. Porque você usa os olhos pra ver, né? E não a orelha. Não, mas quando você... Você se tampar os olhos, você também enxerga pior. Ah, é?
É interessante isso. Nunca tinha pensado nisso, não. Só quando você se acostuma, se você se acostumar depois de um tempo surdo, aí você vai prestar atenção. Cortar a orelha não necessariamente deixa surdo, né? Salvador Dalí!
Salvador Dalí, fezes por isso. Fui na casa dele, hein? Nossa, que museu chato. Ô, Salvador Dalí, eu fui lá na tua cidade, lá na Espanha, na casa, uma casa gigantesca, só fezes. Aí eu fiquei sentado, tem fotos, eu fiquei sentado, eu não aguentava mais ver aquela... Fiquei sentado e a minha mulher foi ver. Ela disse que gostou.
O que ela ia dizer também, né, cara? Ela tava viajando lá na Espanha, feliz homem. E eu que paguei ainda a entrada do museu. Deve ter sido 100 euros aquela porcaria lá. Porque tu fica falando que as coisas é fezes, mas também é feito de otário o tempo inteiro, né, cara?
Não, eu vou. Eu tenho que ir pra poder contar pra vocês. Se é Fezes ou não. É, pode ter certeza. E tu, Skylar, de experiência internacional, qual foi a mais arrebatadora que tu teve, cara? A gente tá falando aqui de arte, você tá citando aí um monte de artista pro vinheteiro e ele tá falando Fezes sem parar. E você acabou de falar, cara, mas a mistura que é legal, não sei o que.
Teve algum lugar que tu foi e te chocou assim, acima de qualquer outro?
Alguma coisa, alguma experiência com arte que pode ter sido, sei lá, num museu famoso ou não, pode ter sido num filme pornô de três, quatro pessoas transando no mato. Eu gosto muito da arte do Paul Marcate. O Paul Marcate vive em Los Angeles, é um americano, e ele faz uma arte americana. O trabalho que ele... Ele constrói uns bonecos imensos, entendeu, cara?
Deixa eu ver, Jean, procura esse cara aí. Ele é extremamente contemporâneo e o trabalho dele é contundente, entendeu? É politicamente incorreto, e eu gosto muito desse artista plástico. O que tu acha do Bansky?
Aquele que tem... Ele tem também... Ele tem aquela aura que ninguém sabe quem é. E tudo mais. A arte dele suja na parede do nada. As paradas assim. Também tem uma vibe meio de provocação. Um troço meio desligado da própria fama. Porque ninguém sabe quem ele é. Ninguém não sabe quem é. Mas deixa eu só...
completar uma coisa que se não o Skyler, eu respeito muito você e eu gostaria de justificar porque que eu acho fezes, tá? As artes contemporâneas. Então, como eu disse, inventaram a fotografia a cabo artes plásticas.
Acho que foi em 1830, se não me engano, que inventaram a fotografia. Que era aquela foto horrorosa. A foto de 1830 era horrível. Mas beleza. Aí, o que aconteceu? Você perguntou do Van Gogh. Por que estragaram a arte? O Van Gogh, por que ele ficou famoso?
Não é porque as obras vocês acham bonitinhas, porque ela ficou conhecida. Era modinha. Mas era o irmão dele, uma coisa assim, que bancava para ele fazer aquela porcariada, porque ninguém queria. Então ele foi colocando dinheiro. Aí, como todos os artistas novos, contemporâneos, não é mais pela beleza. Todo mundo olha e fala assim... Mas não...
Isso aí não tem beleza. Que nem o Picasso. O governo lá apoiava. Entendeu? Dava um cascada. Também. A igreja gostava dele. Gostava dele. Mas era uma época que o negócio é bem realista. Então, é muito mais difícil você copiar e ficar
Copiar um Michelangelo, muito mais difícil copiar um anjinho do Michelangelo do que você copiar um Guernica do... Do... Do... Picasso. Do Picasso. É muito mais difícil, entendeu?
E aí fica esse negócio, começou a valer dinheiro. Por que que valem muito dinheiro essas obras contemporâneas? Pra lavar dinheiro. É só pra lavar dinheiro. Porque ninguém quer ter. Aí você começa, ah, paguei 10 milhões. Então, põe lá.
E tá aí na minha parede e quem quiser de um artista famoso eu vou vender por 20. E ficou assim. Por isso que eu não gosto das artes dessa época. Na tua casa tem quadro? Tem, tem. Tudo cópia, tudo... Caralho, que porra é essa?
É o Paul McCarty. Olha lá, Paul McCarty. Caralho. É foda, é foda. O trabalho dele é foda, cara. Nossa, ele tá passando a pimenta numa árvore. E ali é boneco, é tipo um boneco que ele faz. Olha lá, é famosérrimo isso aí. Espaguete mesmo.
maravilhoso, maravilhoso que bacana vocês mostrarem só ver, só ver, só ver Santa... tá, tá bom doideira, doideira mesmo muito ketchup, sabe caralho Big Island caralho, né, muito bom
É meio grotesco mesmo. Gosto muito do trabalho dele. Isso aqui parece aquele docinho da Copenhague. Como é que chama? Que tem um confete. Mas não é. Não é.
Mas isso que ele falou, eu entendo. Agora, é porque a arte, com o tempo, moderna, ela deixou de ser figurativa, entendeu? Porque o figurativo era muito importante, ser bem realista, copiar e desenhar perfeitamente. E, de um tempo para cá, a arte deixou de ser figurativa.
da representação mudou isso mudou esse conceito então assim isso também vai se refletir na música a música passa a ter a questão da dissonância passa a ter uma importância muito grande
que era antes grotesco e mal visto ela deixa de ser tonal e passa a ser atonal aí surgem os músicos eruditos daí porque eu perguntei um dia pro meu amigo Lorde Vinheteiro o que ele achava do Schoenberg e ele falou fezes puríssimas fezes puríssimas eu mantenho a palavra é porque
Você não aguenta assistir. Você não aguenta ouvir 15 segundos de Schoenberg. Você não aguenta. Schoenberg, Shostakovich, Fezes, Mahler. Mahler é até romântico. Fezes.
Todos esses... O Korsakov... O Korsakov tem uma musiquinha boa lá. Aí você me dá a oportunidade de perguntar. Qual pra você é o grande compositor que você considera o maior de todos? O maior de todos? Você sente prazer. Não vai falar Tchaikovsky.
Cara, eu gosto do... Eu gosto do Tchaikovsky. Mas eu gosto muito do Mozart. Eu gosto do Mozart. Claro. Assim, o meu favorito de favorito é o Chopin.
Mas o Chopin é pra piano. Mas... Mas... Mas é... Esse aí. O... Tchaikovsky. Você não gosta do Tchaikovsky? Muito romântico, né? Nas faculdades eles não gostam. Muito meloso, né? Sabe quem que eu gosto? Eu gosto muito agora do Strauss. O Strauss é romântico. O Richard, sabe? Não, as valsas. Aquelas valsas lá.
Como assim tu gosta muito agora? Porque não é como se essa... Não, são épocas. Não, não, épocas. Quando eu era moleque, tinha no livro do Mário Mascarenhas, ele vinha com valsas do Strauss.
Então agora, depois de 30 anos, 40 anos, eu tenho um livro lá do Strauss com as valsas. Eu estou tocando todas as valsas lá. Lorde, eu fico imaginando você na escola de música. Os colegas deviam achar você...
Como era a tua relação com os colegas na escola de música? Eles nunca gostaram de mim, sempre me trataram mal. Por quê? Sempre me trataram mal. Não eram todos burgueses como você?
Não, não, não, não. Lá na Unesp... Aonde? Não, eu estudei na Unesp. Ah, não é não, não é não. Eu ia de carro. Eu era o único que tinha carro. Os professores iam tudo de ônibus. Aí ficava com raiva de mim, porque eu ia de carro.
Entendeu? Então era foda. Aí a parte mais triste e quando eu tava na faculdade foi quando eu eu botei o primeiro vídeo que eu fiz na minha vida foi, eu tava na faculdade eu botei eu tocando o Simpsons. O Simpsons. E deu lá 50 views, 80. E algumas pessoas viram.
E eu lembro uma menina, uma vagabunda, falando assim... Ai, mas por que você fez isso? Eu falei, eu botei na internet porque eu preciso ser ouvido, né? Alguém precisou me ouvir, porque eu ia procurar emprego lá de pianista. Ninguém nem... Fui lá no shopping Iguaté, meu, eu quero tocar piano. Ninguém nunca respondeu. Chalézinho.
Quero tocar piano, me dar um emprego, tomar no cu. Todos os lugares, todas as churrascares onde tinham piano, Shopping Eldorado, eu ia lá, tentei tocar. E me negavam. Aí eu peguei e vi o YouTube como uma oportunidade e coloquei.
Primeiro vídeo lá. Mas pra quem você tá fazendo? Eu falei, eu quero aparecer. Aí a menina falou assim. Ai, então você não tem amor pela música. Você só quer aparecer. E daí? Não é o problema. Eu tocava piano, Skylab, eu tocava piano porque eu queria pegar uma champolinha. Me falaram que tocando piano, eu ia pegar as champolinhas. Era pior a calma, era muito melhor um violão.
E aí eu estudei 20 anos do instrumento e não tinha lugar nenhum para me exibir. Chegava um cara com violão, pegava a champolinha.
E aí? É triste. A minha história é triste. É verdade. Vocês têm que respeitar. Tu também entrou na música para pegar umas champolinhas? Não, não, não. Eu entrei na música à tarde, né? Eu entrei na música. Meu primeiro disco foi lançado. Eu tinha 30 anos de idade. Eu já era funcionário do Banco do Brasil, entendeu? Então eu já tinha uma vida, já, entendeu?
Ao contrário das outras, da geração Berroque, que era contemporânea a mim, eles entraram todos com 17 anos. Aí eu acredito que tinha um pouco de pegar menina, tinha aquele cama. No meu caso, não. Entendi. Bom, é. Mas tem muita gente que entra nesse mundo aí, nessa intenção mesmo. E aí tocar piano, mas tocar piano não parece ser a melhor ferramenta, cara. Tu foi oligofrênico nessa daí.
Não, mas a turma fala que quem toca um instrumento vai cobrir as melhores champolinhas. Se você chega... Mas não, um piano, né, cara? Tu foi alérgico à inteligência nessa. Como é que eu vou saber? Piano? Como é que tu vai carregar um piano pra lá e pra cá pra impressionar os outros, cara? Tu vai ter que carregar uma porra de um teclado. É a mesma coisa? Então, é ruim porque você não... E é meio escroto tu chegar... O tecladista...
Vagabundo de agar. Não tem um tecladista no... Sei lá, no Red Hot Chili Peppers, no Foo Fighters. Não tem um tecladista. Sabe onde é que tem um tecladista? Tem um tecladista nos Beatles. Nos Beatles? Tem?
Mas é... Mas não deixa de ser fezes. Porque tem um teclado. Não tem, não tem. Não tem, não. Não, até tem lá. O Imagine é um teclado. Ah, o pianinho. Acho que Let It Be deve ser piano também. Mas o Imagine não é com os Beatles. É, só o John Lennon. É, não. É fezes do mesmo jeito. John Lennon e Beatles é a mesma coisa pra mim.
Que tu escolheu o instrumento errado, burrão Então, tinha que ter escolhido O violão Por que não uma sanfona?
Sanfona é sensacional, porra, não é? É um piano que faz... Eu acho que sanfona não é um instrumento sexy. Eu toco sanfona. É? Eu toco, toco. Eu tenho a impressão que o pianista tem uma facilidade em tocar sanfona, né? Eu imagino. Então, tem na mão direita, mas a mão esquerda, a botoneira, os botões, é outro instrumento.
Não é sexo, não pega ninguém também quando tu toca. Não, quem toca sanfona não pega nada, a não ser que o cara seja um sanfoneiro que tá tocando num show no interior, numa banda famosa.
Aí ele conta umas mentiras lá e a mulher do interior ou ela vai ficar com o dono do pesquipanho ou com o sanfoneiro. Aí muitas vezes ela prefere o sanfoneiro que vai dar uma chapiscadinha. Você vê essas pessoas tipo Luiz Gonzaga que fizeram muitos shows na estrada e tal. Dominguinhos.
Eu acho que o artista, de um modo geral, seja sanfona, piano, ele tem uma tendência maior a despertar uma sedução em relação às pessoas. Sim. Isso aí começou no Liszt, o Franz Liszt.
que dizem que foi o primeiro popstar da música, foi o List, que ele tocava piano, e ele diz que as champolas ficavam umedecidas quando viam ele tocando. E o Vando?
Se tu disser que Vando é Fezes, tu vai ter uma porrada de quarenta. De quarenta na arma, de umas tias, puta contigo, cara. Das calcinhas. Fezes por isso. Tu parou pra ouvir alguma coisa de Vando? Eu nunca ouvi, mas tá na cara que aquilo lá... As mulheres não querem ouvir a música dele. É idolatria. Elas idolatram outra coisa. Tá. Não é a música. Leandro e Leonardo. Fezes.
Só o Leandro. Só o Leonardo. Desculpa. Fezes. Errei. Só o Leonardo. Fezes. Fezes. Tá bom. Não, era bom lá quando cantava... Entre tapas. Entre tapas. Entre tapas.
Aí era bom. Assovia bem pra caralho, não é, cara? Poxa, você podia ser assoviador, cara. Você sabe que fui eu que gravei aquela música do Alok, de Fez? Fui eu que gravei. Foi nada.
Fui. Cachete sem vergonha que me pagaram ali. Sério, cara? Eu que gravei aquela porra lá. Caralho. O que tu acha de música eletrônica? Caloque, fezes? Fezes. Fezes por isso. Não tem nenhum. Tu manja de música eletrônica ou é só fezes porque tu não manja?
Gosto. Falando que é maneiro aí. Vai, porra. Swedish House Mafia. Esse é mais moderno, tá. Por que ele é diferente? Por que tu gosta? Porque é bem feito, né? Suécia, lá. Entendi, ele gosta muito de coisas europeias, não brasileiras, ele gosta. Não, não, o Halloween é alemão. E é uma grande porcaria. Não é assim, não é Varze aqui, não. E música russa?
Boas. Gosta das músicas russas, hein? Na Rússia... Gosta do... Tinha esquecido. A Rússia é onde tem as melhores músicas lá. Vitas. Tu gosta do Vitas? Não sei o que. Porra, o Vitas é legal pra caralho, cara. Pior que ele canta pra caralho mesmo. Ele é um russo e as pessoas, à primeira vista, acham graça. Porque o vídeo mais famoso dele, ele meio vestido de ET, com a roupa meio prateada, e ele... Ah, sei, sei um meme.
Bom, bom. Bom pra caralho, cara. Canta pra caralho. Não tem nada a ver com isso que eu acabei de fazer, tá? Não, mas eu reconheci. Eu reconheci. Aquele Moscow... Boni... Boniti? Como é que chama? Aquilo ali é bom também. E francês? Francês tem alguma coisa boa também. Francês, em geral, é sobre champolas parada, não é? As músicas. Champolas ou como... É.
fazer as coisas da melhor maneira e mais gostosa possível. Depende. Como é que chama aquela mulher lá, francesa, Skylar? Edith Piaf. Edith Piaf, que é maravilhosa. Foi da guerra, da grande guerra. Tem o Sérgio Gainsbourg, que é um grande compositor francês. Je t'aime la mort, son la fé, je t'aime la mort.
são grandes eu fiquei aqui você falou da música russa eu queria tanto me lembrar porque os grandes compositores russos eu queria me lembrar aqui os grandes Tchaikovsky Kursakov Mussorgsky
Rakmaninov é piano, né? Prokofiev. Prokofiev, exatamente. Esses caras eram financiados pelo Estado? Sim, todos eles. Não gosto de todos, não. Eu gosto do Tchaikovsky. E o Prokofiev.
Prokofiev tem lá Pedro e o Lobo é uma boa canção. Pedro e o Lobo. Anotem aí. É uma música que vai te deixar mais inteligente. Tem a Dance of the Night.
Por que os nomes em inglês e... Eu não sei. Fala aí, pô. Então fala em português, né, porra? Tu falou Pedro e o Lobo, depois dance... É porque isso aí nem tem literatura no Brasil. Não tem. Pedro e o Lobo é Peter and the Wolf.
É uma ópera, uma orquestra narrada. Ele narra uma historinha e os instrumentos vão tocando. É bom, é legal, Pedro. O Prokofiev fez a trilha daquele grande filme Alexandre o Grande. E a trilha é do Prokofiev. É um filme antigo. É, do maior diretor russo.
O maior diretor da montagem. Ele era o rei da montagem. Ele era o maior diretor de cinema russo. Não esqueci o nome aqui. Os caras são fodas, né? Especialmente porque... Eu te perguntei se o Estado financiava esses caras. Sempre. Porque é importante, no fim das contas, para algumas coisas. Porque... O que tu acha da lei Rouanet, por exemplo? O que tu acha da maneira que a gente lida com a cultura no Brasil? O Estado como financiador da cultura no Brasil. Queria te ouvir também.
É que a resposta do Scalabro eu acho que ele é um pouco mais óbvio. Mas vai lá, vai. É mais óbvio. Eu acho que o Estado, ele deve... Por exemplo, vamos pensar no governo Lula, no segundo governo Lula, quando a música brasileira estava muito concentrada no eixo Rio-São Paulo.
então qual foi a estratégia do Ministério da Cultura do governo Lula? foi levar, fazer os pontos de cultura e nos pontos de cultura levar os trabalhos de música de teatro, para os lugares os mais carentes possíveis então é fugir do eixo Rio-São Paulo então isso daí é de uma importância enorme porque você vai tentar port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port port
lutar contra essa desigualdade cultural que o Brasil sempre apresentou em relação ao eixo Rio-São Paulo. Isso foi uma conversa que eu tive com o Kiko Loureiro, cara. E a gente estava trocando ideia sobre o Lei Rouanet e ele falou, cara, a gente começou a falar do aspecto... Mas isso que eu falei não tem nada a ver com o Lei Rouanet. Lei Rouanet é outra coisa. O que você acha aí, ouvinteiro? Fala aí.
Então, o problema, o grande problema da Lei Rouanet, ela, para mim, o maior problema de todos é dar dinheiro para artistas consagrados. Então, como é que se resolveria isso? Tinha que botar uma cláusula lá, falando assim, artista com mais de 10 mil seguidores em qualquer rede social,
não tem direito ao benefício. Porque o que acontece? Aí é óbvio que o cara... 10 mil, tu falou? 10 mil seguidores. 10 mil é pouco pra caralho. Hoje todo mundo tem 10 mil hoje, cara. Cara, não adianta. O artista que precisa do dinheiro da Lei Rouanet, ele...
ele é pequeno. Ele é. 100 mil, vai. 100 mil é muito. 100 mil é... Hoje, 100 mil não é mais tanto assim. Pra mim é seguidor pra caralho. É, seguidor pra caralho na vida real. É seguidor pra caralho. Mas isso não pode ser uma métrica porque vagabundo compra. Você tem quantos seguidores? No Instagram nas galinhas eu tenho 1 milhão.4
No príncipe da burguesia, que é o perfil... Então tu não pode acessar a Lei Rouanet. Tu é um artista conhecido. Eu não posso. Eu não estou falando o que eu quero. Mas se todo mundo que é grande pega dinheiro, aí eu também quero. Todo mundo é... O cara tem 10 milhões de cegas e pegou o Lei Rouanet. Então eu também quero. Cadê o meu?
E eu não consigo. E aí? Agora, uma coisa curiosa é porque todas as pessoas ficaram muito ligadas a essa coisa. Leirone e os artistas da esquerda. Ficou muito ligado isso. Essa relação entre... Então, tanto os de Bolsonaro e os de Bolsonaro. Leirone, Leirone, e aí? Mas, meu amigo...
Já fizeram a tabela de quem mais arrecadou com a Lei Rouanet. Só tem músico sertanejo. Só tem sertanejo, cara. Não tem Chico Buarque, não. Nem Caetano Veloso, não. Só tem músico sertanejo. Então, isso é mais uma ignorância desses bolsonaristas. Porque quem mais faturou com Lei Rouanet foram os bolsonaristas, cara.
Então vamos lá, ouvinteiro. Só mais uma coisa. E uma coisa interessante é que também não tem só a lei, Rony. Tem um monte de coisas...
que escolhem os artistas a dedo, entendeu? Assim. Se tem uma prefeitura lá, ela vai escolher... O cara não é o que o povo quer, ela escolhe muitas vezes quem o prefeito quer. Exatamente. Entendeu? Exatamente. É isso mesmo.
É isso mesmo. E é isso... O que tu acha? Tu fica puto, né? Então vamos falar... A gente mencionou aqui... Dois lados políticos aqui no Brasil. E eu queria... Tu é um cara que presta atenção em política, cara. Se eu tivesse os nomes de uns presidentes, tu seria capaz de avaliá-los, fezes ou não? Dá problema isso aí, né? Fulano, fulano. Se eu te falasse os ministros do Supremo Tribunal Federal, tu seria capaz. Não sou macho, né?
Não sou macho, não. Falo das músicas aí. A não ser que você queira Monark Day 2, a gente faz. Você quer? Vamos derrubar aqui. Eu não. Acho que a live vai se fuder junto. Tu vai se fuder junto, eu vou me fuder. Vai todo mundo se fuder. Melhor não, né? Melhor não. Melhor não. Então é melhor a gente voltar a falar de... De quê? De pornô?
Não, não. Pô, não quebra o canal. Também, também. Vamos falar de uma coisa mais sofisticada, então. Vamos falar de música popular brasileira. Falar de fases. Como é que você classifica a música que Skylab produz? Eu gosto muito. Não foi isso que eu perguntei. Perfeito. É uma música maravilhosa.
Por quê? Por que o Skylab não é Fezes? A música do Skylab não é Fezes. Porque vocês falam assim, a música do Skylab veio depois de 1900.
Usa instrumentos que são fezes, né? Baixo bateria e guitarra. Mas por que não é? Porque o Skylab é um apaixonado. Ele mesmo acabou de falar aqui. Tinha mais de 30 anos, começou a fazer. E ele é, eu acho que ele é um anarquista.
Eu acho, posso estar errado. Então, as músicas que ele fez lá em 1990 e pouco... 80 e 90. 80. Mas você começou mesmo... 90. Nos anos 90, elas são anárquicas.
Ele fala da empadinha de camarão. É uma coisa bela. Ele não está falando uma letra enlatada, genérica, sempre a mesma coisa. É descritivo, né? É. Então, ele é original. Ele pega os instrumentos de FES, baixa o bateria e a guitarra é FES e ponto final.
Ele pega e ele faz a transubstanciação em algo original que não é irritante. Se ele estivesse fazendo MPB pura, seria fezes. Não é o caso. Ele tá falando... Cadê meu pau? Cadê meu pau? É bonito. E outra coisa...
Não tem idolatria. As pessoas idolatram. Elas gostam. Não é idolatria. Elas gostam do trabalho. É o trabalho dele. Ele não recebeu a ajudinha. Eu não vejo. Eu vejo você com um caminho longo e árduo. Longo e árduo. Muito semelhante ao meu. Um caminho longo. Mas tu não é o príncipe da burguesia? Como é que tu teve um caminho longo e árduo?
Não, na música. Na música eu tô há anos. Desde moleque. Eu tô há 18 anos. Há 18 anos eu gravo. E o tempo que eu fiquei sem YouTube também, ninguém sabe. Então eu tô há 40 anos aí. Entendeu? Então por esse motivo... Você tá há 40 anos vivo, né, cara? É, é. Não, eu tô há 46, mas eu toco há muito tempo.
Então a música do Skylab é considerada uma obra-prima. Obrigado. E eu não estou brincando, eu não estou rendendo. Não estou rendendo. Caramba, depois dessa daí... A gente fica mais fortalecido.
Eu recebo tanta paulada da cabeça que eu fico fortalecido. Até hoje você ainda recebe? Recebo, recebo. Você quer ver um exemplo? Quando eu vim aqui no Throne, a primeira, a segunda vez, sempre quando eu venho no Flow, depois eu vou ver os comentários e tal. Puta que pariu. Hoje vai ser diferente. Puta que pariu. Porque eu acho que depende muito da...
Depende muito do que a audiência está esperando, né? Do que vai acontecer. Acho que hoje veio uma galera mais suave assistir, né? E também a gente tratava de uns assuntos, cara. Hoje, de fato, está muito mais leve, né? A gente está falando de...
Coisas que não tem nada a ver com... A gente passou por política em algum momento aqui, mas não falamos disso, né? É, mas porque a primeira vez quando eu vim aqui, eu não sei porquê, vocês falaram de política e eu embarquei. Perfeito. Eu embarquei. Agora, quando ele começou a falar dessas coisas do Amão, essas coisas do... Cara, assim, foi um viés...
interessante. Pois é, pois é. E a gente embarca, né? E aí essa que é a ideia, que a gente tá fazendo aqui, embarcando nas maluquices. Isso é o que torna o problema gostoso. Foi naquele dia, foi por isso que eu falei naquele dia, quando tava o Supla aqui e o cara do Angra ali, que eu falei, a gente precisa fumar uma maconha pra poder mudar essa linha de nhenhenhen, de nhenhenhen, entendeu? Que era óbvio.
E isso que ele entrou não é óbvio, cara, entendeu? Pode ser uma irrelevância absoluta, mas não tem importância nenhuma. A questão não é essa, né, cara? Gostei dessa análise, é verdade? É verdade. Mas o vinheteiro é contra entorpecente, por exemplo.
Na verdade, não é que eu sou contra o entorpecente. Calma aí, eu reitero. Peraí, peraí, peraí. Tu sentou do lado do Skylab e tu criou uma champola, meu irmão? Que porra é essa, cara? Não, não. O grande problema é a minha voz. Eu não consigo gritar e interpretar como eu deveria.
Mas o entorpecente... Qual foi a tua pergunta? Não, você falou. Você toda vez fica sacaneando aqui quando tu chega dos caras que usam entorpecente, que isso é coisa de oligofrênico e tudo mais. Então, mas é mesmo. E eu já cansei de falar e vocês não aprenderam.
Vocês não aprenderem, então, pra que eu vou repetir? Mas entorpecentes não podem ser importantes pra determinadas ações? Com quais? Ah, como, sei lá, se você ficar... Desbloquear medo. É, dar uma desbloqueada. O que tu acha? Muitos artistas usam isso como ferramenta.
Eu acho que isso é uma grande desculpa. Será que Chopin não fumava um baseado? Sim, o Chopin provavelmente ele... Eu não conheço a história dele. Inclusive eu tentei assistir um filme do Chopin francês, novo. Que filme de bosta, hein, seus franceses? Como é que vocês conseguiram fazer um filme tão merda? Eu não aguentei ver.
Eu não aguentei ver, eu falei assim, cara, é da minha área, vou tentar ver. Mas vamos lá. O Chopin provavelmente tomava abicinto e outras drogas da época. Mas não por isso que ele compunha músicas bonitas. Não, provavelmente não. Com certeza não, inclusive. Não, não. Mas ele... Você sabe que o Chopin ...
Teve a primeira namorada travesti, sabia? Não. Do famoso. Ele tinha uma mulher dele, chamava George. A mulher dele era George Sand. Ah, era um poeta, era um escritor, não era? George Sand? Era, era, era. Era um dos primeiros transformistas que nós temos...
documentado? documentado, né? que eu acho que é o primeiro relacionamento assim é muito interessante é mesmo, não sabia não agora o Baudelaire, por exemplo é um cara que usava muita droga e como é a tua relação com a parada? eu não tenho muita relação com droga as pessoas acham que eu tomo droga eu não tomo droga nenhuma eu não tenho muita relação com droga
Eu não sou de tomar droga. Eu não sou de tomar droga. Já fomei maconha, mas assim, eu não sou uma pessoa viciada. Eu sou viciado em outras coisas. Nisso, no entorpecente, eu não sou, não. Agora, o...
Essa é uma coisa interessante, porque você veja, eu já pensei no fenômeno Jimi Hendrix. O Jimi Hendrix foi uma época de excessos, e ele poderia ter vivido mais.
e ele poderia... Às vezes me passa uma coisa pela cabeça, mas eu acho que não, o Jimi Hendrix é o Jimi Hendrix. Foi o que ele fez aquilo ali, foi o momento dele. Porque às vezes passa pela cabeça, será que se ele não tivesse... Mas se ele não tomasse droga, ele não faria aquela música que ele fez, entendeu? Então o Jimi Hendrix é isso mesmo. É aquela música... Me parece que a música que ele fez, nesse caso específico, era... Bom, a base... ... Ah.
A fonte é a cultura inteira. E faz parte da cultura. Isso, isso. E aí essa música emerge dessa cultura. Exatamente, exatamente. Sei lá, me parece que funciona assim, né? Mas tem também uns outros caras que são... Cara, quando fala de música, eu não consigo não citar o Michael Jackson, cara. Pra mim...
tem tanta gente que imita ele eu sei que tem gente que vai falar mas ele imitava o James Brown mas o Michael Jackson pegou isso e ele levou a um patamar que é tão brutal mas a história dele também ela é vamos lá
O que eu quero dizer é, será que Michael Jackson, aqui não tem nada a ver com entorpecente, mas tem a ver com agente externo, será que Michael Jackson seria Michael Jackson se não tivesse o Joe Jackson enchendo o saco dele, dando umas porradas nele desde criança? Provavelmente não. Ensinando ele perfeição, e tanto que ele tinha que ensaiar pra ser foda e o caralho, não sei o quê. Será que a gente teria um artista tão insano se o pai dele fosse mais brando? Tá ligado? Então é... É...
Não tô dizendo que o que o pai dele fez é maneiro, mas me parece que foi importante pro surgimento de Michael Jackson. Manja? Então, assim...
Sei lá, parece importante. Toda a excentricidade de Michael Jackson que surge pelo fato de ele não ter podido ser criança, por exemplo. O cara tinha um macaco, ele gostava de bicho. E ele era apaixonado por crianças. Pois é. Eu assisti o filme dele lá e é bastante fica bem interessante que mostra...
A gente consegue ver o pai dele desde o começo apertando o crânio, ele queria ser criança e não podia. Então, o que eu quero dizer é que as circunstâncias vão forjar, às vezes, o extraordinário. E o extraordinário dificilmente nasce do suave, eu acho. Claro que devem existir exceções, mas eu imagino que esses lugares de desconforto...
Produzem diamante. Perfeito. É, o... Eu não conheço a história do Michael Jag. Mas, cara... Que isso, cara? Hã? Que isso, cara? Não. O que tu acha do Michael Jackson? Então, eu não conheço. Mas...
Sim, eu acho fezes. Mas falando, você fala que ele dança bem, ele dança nitidamente, faz aquele passinho para trás, que é difícil. Mas o que eu quero dizer é, se não tivesse disciplina, ele nunca faria aquilo.
E todos os grandes músicos tiveram disciplina. O Mozart...
Tomou chinelada pra aprender a tocar. O contemporâneo, o Lang Lang. Tomou chinelada. Tu tomou chinelada? Hã? Tu tomou? Eu acho que não. Se você... Não dá pra... Eu acho que não. Acho que não tomei. Porque eu fui aprender piano mesmo, de direito. Tinha 25 anos. Então não.
Os caras não estavam te preparando pra ser o... Não, não. Eu lembro que eu tinha aulas sem vontade quando eu era pequeno. Mas não aprendia nada também. Não aprendia nada. Isso é muito comum a criança ter aula e ela não aprende nada. Mas ela também não quer sair da aula. Eu era essa criança. Eu tinha aula...
Mas eu não queria aprender a tocar. Eu fui aprender depois de velho. Óbvio que eu, criança, com toda a minha modéstia, era a melhor que todo mundo da escola inteiro. Mas tem um monte de escolas, um monte de a melhor criança em cada escola, em cada ano, vai ter uma. Entendeu? Então, tu ser o melhor nem te fazia tão especial assim.
Não fazia nada. Será que tu era o melhor mesmo? Com certeza. Cadê os caras que estudaram contigo? Tudo fezes. Eu não escuto falar de ninguém. Então eles são tudo fezes. Tá? E eu tô de olho em vocês aí.
Ok. Caralho, cara. Tu é muito babaca. Tu tá atacando os outros assim, os caras tudo em paz em casa. Só estudei com filha da puta. Você sabe que desde jovem, o jovem ele já é filha da puta. Ele já é filha da puta. Aí quando ele cresce, ele continua filha da puta.
Mas ele deixa mais difícil de detectar. Tá. É mais sutil, mano. É mais sutil. Concorda comigo? Não.
Vai criando mais ferramentas para esconder a própria filha da putagem. É natural, porque não dá para você ser um filha da puta e, sei lá, ter boas relações sociais. Se você for um filha da puta e pinteiro, você não vai criar boas relações sociais, você não vai conseguir nem trabalhar. E aí, quando você não consegue nem trabalhar, você não consegue nem comer. Não consegue nada. Por exemplo, quando você é criança...
sempre tem um dedo duro. Tem. Ele é dedo duro. É feio ser dedo duro. Todo mundo sabe quem é o dedo duro. Agora, com 30, 40 anos, já é mais difícil você descobrir quem que contou alguma coisa que não era pra contar. Então, ele vai ficando mais perverso. Não é que ele deixa de ser. Ele arruma, se camufla melhor. Se oculta melhor.
E com o tempo passando, com novas coisas acontecendo, o cara vai ficando mais habilidoso porque ele vai sabendo aproveitar mais as oportunidades de ser um filha da puta. Isso. E aí o mercado de filha da puta continua sempre pujante. Pujante. Bonita palavra. Gosta? Qual a tua palavra favorita da língua portuguesa? Favorita. A minha é ceborréia.
minha palavra favorita. Acromegalia. Caralho. Eu gosto também da... O que significa isso? Acromegalia é a doença que deixa o ser humano pequeno.
Eu gosto também da palavra plexo-pampiniforme. O que isso quer dizer, cara? Plexo-pampiniforme é a serpentina a serpentina de vasos sanguíneos que servem pra baixar a temperatura do testículo.
É o Plexo Pampiniforme. Põe... Caralho. Plexo o quê? Plexo Pampiniforme. Pode procurar aí que vocês vão achar. Plexo Pampiniforme. Pampiniforme. Caralho. Eu tô aqui todo suave com a minha ceborréia. Tu foi no Plexo Pampiniforme. Gostei dessa. É um bom...
O testículo é igual a uma... Na verdade, ele fica quente mesmo, porque a gente fica sentado, né? Sim, o testículo é para fora, porque para haver a maturação dos espermatozoides, precisa estar um grau abaixo da temperatura do corpo. Um ou dois graus, não me lembro.
Então, o plexo papiliforme é igual a uma serpentina de chope. Ele é uma serpente geladinha. É isso. E é mesmo. Essa é a aula de anatomia com o professor Lorde. Reza a Leandro que tu é veterinário. Sou. Por isso que ele entende dessas pôs esquisitas aí. Entendeu? Qual o teu animalzinho favorito?
Bichinho favorito. Acho que é o esquistossoma manzone. Esquistossoma manzone. Esquistossoma manzone. É o da barriga d'água. Ele tem um ciclo biológico incrível. Você aprendeu na escola. A gente aprende na escola isso. Xistossoma manzone. Ele tem um ciclo que ele vive no caramujo.
Depois ele sai do caramujo, entra no pé, aí o ser humano faz cocô, o caramujo come, ele vai pro pulmão, aí vira cercária. É uma coisa muito interessante. Caralho, o pé de tripe do caralho. Eu imagino que você deve gostar desse animal. Cercária é o quê mesmo?
Cercária é uma das fases larvais do... Do xistosoma amazônico. Caralho. Nesse sentido, eu gosto do... Como é que é? Ascaris lumbricoides. Ascaris lumbricoides. Esse é o oxiúro. É o oxiúro. Não, não. Que dá coceiro no cu. É. Não, não. É assim, é assim. Ascaris lumbricoides é a lumbriga...
Lombriga comum. Vê, vê se o Ascaris lombricoide não é o Oxiúro. O Oxiúro é... Oxiúros mesmo chama. Não lembro o nome completo do Oxiúro. Então eu falei merda. Falou, falou fezes. Tem o Paráscaris equorum. É? É. Peraí, deixa eu ver aqui, ó. Ele tá certo? É, a lombriga lá. Ascaris lombricoides é a lombriga. Você tem razão, você tem razão, você tem razão. Qual que é o nome do Oxiúro, então?
Ai, meu Deus. Eu sempre tenho razão. É, oxiúrus. Oxiúrus, é. Esse é o que causa coceira no cu. Exatamente. Você sabe por que ele causa coceira? Porque ele fica mordiscando o teu esfínter. Ele bota ovos na parede do reto. E ele fica lá rebolando ali.
E aquilo ali causa o prurídeo. Você já teve oxiúros? Cara, eu acho que não, cara. Eu tive. Não, mas tem coceira no cu. É mesmo que não sejam oxiúros, você não tem? Sim, com certeza. É uma das coisas mais incômodas. Mas tem, né? Não é necessariamente oxiúros.
Não necessariamente, mas inclusive, por exemplo, por isso, acho que essa foi uma das coisas que me levou... Porra, caralho, desculpa, família. Essa foi uma das coisas que me levou a lavar o cu em vez de limpar com papel higiênico. Certíssimo. E é isso mesmo. E é isso mesmo. Então, mas o oxiúro, o oxiúros, ele dá uma coceira que não adianta você coçar.
Ele vai... Porque ele é dentro da cavidade retal. O reto é a última porção do intestino. Pra coçar, tu teve que enfiar o dedo no teu cu? Tive. Não, coçava e não para a coceira. Só para a coceira quando você evacua.
Aí para um pouquinho, depois ele volta e bota mais ovos ali. E aí você vai se coçar, né? Você coça. O toba.
pega ovos na unha e depois se recontamina. Aí coça a boca. Agora, isso aí, a verminose corta legal, né? A verminose, o remédio, corta uma boa. Não é nada de absurdo isso, não. A verminose... É fácil de tratar. É. Mas eu acho que, devia você que tá gordinho, eu acho que vale mais a...
pena pegar uma verminose do que botar a injeção do que fazer a bariátrica a bariátrica nada a ver não é? não, é melhor pegar uns vermes aí é, fumar um crack uma crack emagrece emagrece o que que tu faz pra emagrecer?
Eu hoje estou tomando a teaser patida. Hoje eu estou tomando. E tu, Escalabra, o que tu faz para continuar... Magrinho? Não, continuar fazendo as coisas que tu faz há mó tempão. Porque com todo respeito, o tempo passa para todo mundo. Passa muito, né? E a minha música é uma música violenta, é porrada. Então, assim, eu já vou completar 70 anos no próximo ano.
e assim e a minha música é porrada, a minha música não é banquinho em violão você vê Caetano, Gilberto Gil, tudo banquinho em violão, porque vem da bossa nova então tem um pouquinho dessa coisa, o meu não o meu vem do rock, né cara, então assim eu tenho que ter um preparo físico bom, porque eu danço muito no palco, entendeu
mas graças a Deus eu estou conseguindo não tive nenhuma doença eu vivo normalmente graças a Deus eu não tive nenhuma doença é porque eu não acredito em Deus porque se eu acredito em Deus eu tinha que agradecer porque as pessoas com 70 anos já tem uma doença já fizeram alguma operação uma cirurgia eu graças a Deus nunca tive nada disso tem que agradecer
O Lorde, ele tem um problema sério de bexiga pequena. Entendeu? Então, assim, quando começa a passar muito tempo, ele não precisa nem beber muita água, não. Ele precisa mesmo ir ao banheiro dar uma mijada. Mas, cara, eu acho que eu nunca te perguntei, cara. Tu já fez uns shows nos lugares, assim, inóspitos. Já fez uns lugares maneiros também. Sempre, sempre.
Isso que ele estava falando é uma coisa correta. Não é preciso sair de lei Rouanet, necessariamente, mas existe hoje isso. Existem aqueles artistas de festivais, que são artistas de festivais, e hoje os festivais não têm mais a dimensão dos festivais do início dos anos 90, que eu fiz muito também.
Os festivais dos anos 90 tinham uma perspectiva mais política, eram muito bandas desconhecidas, e procuravam sair do eixo Rio-São Paulo. E tinham Berlândia, eram focos... Fazia parte da cultura do PT. De ir para o interior do Brasil...
fugir desse eixo Rio-São Paulo. Os festivais hoje são diferentes. Os festivais hoje são mais temáticos, são mais identitários. Então o artista, primeiro aspecto, ele tem que ter uma característica para ele poder fazer parte daquilo. Ele tem que ter uma ideologia identitária para poder fazer parte daquele negócio.
Então, no início dos anos 90, que eu vejo muito, era mais uma perspectiva política mesmo. Hoje tem uma perspectiva mais cultural, mais identitária. Isso é uma evolução natural, na tua opinião? Ia caminhar para isso de qualquer forma? Não, isso é a transformação do país. O país viveu essa transformação. Hoje o Brasil tem uma perspectiva mais desses grupos identitários. Isso é bem para a música?
Não, e acho também que não tem nada de ruim nisso. Porque o nosso país é um país muito desigual. Então, por exemplo, música para preto, música para trans...
É claro, são políticas afirmativas, identitárias. Antes eram mais políticas ligadas, de forma geral, ao sindicato. Não tinha essa perspectiva cultural como tem hoje. Então, tem esses artistas que fazem parte desses festivais, que têm uma identidade própria.
Os outros tipos de artistas que tem são os artistas dos Sesc. Eu já cantei muito no Sesc, já fiz muito Sesc. Mas são artistas que fazem muito Sesc. E tem os outros artistas que eu acho que me coloco mais dentro, que é o Franco Atirador. Ele faz de tudo, cara.
Se tiver que fazer festival, eu vou fazer festival. Se eu tiver que fazer Sesc, como eu fiz várias vezes, tenho o maior prazer de fazer, eu faço também. E eu tenho uma de ir para os botecos também, fazer show em lugares inóspitos. Até hoje eu faço isso. Enfim, pego a estrada e tal. Então eu sou franco atirador, entendeu? Eu sou franco atirador.
E eu suponho que todos esses lugares são diferentes entre si, né? São, totalmente. E esses mais inóspitos ou menos glamourosos, eles talvez tenham as suas particularidades também. Deve ter um acesso ao...
Muitas vezes sim, imagino que às vezes não, um acesso ao grotesco, um acesso ao inusitado, ao inesperado. Pode ser que aconteça alguma coisa fora do que poderia acontecer num teatro, por exemplo, ou num festival. É possível. A noite é meio... Agora, não necessariamente. Esses botecos têm o seu público. É isso que eu quero dizer. Eles têm o seu público, o público que frequenta aqueles espaços e tal.
Às vezes a coisa ruim, negativa, é porque por falta de recursos, você vai pegar uma casa com um som ruim. Entendi.
Esse é o problema, entendeu? Então eu vivo muito na carne esse aspecto. Às vezes eu vou para a estrada, pego uma casa e o som é ruim. E aí é complicado. Você fica puto? Muito, muito. Talvez é a coisa que mais... Eu não vou citar a casa porque é sacanagem, mas eu estive recentemente num lugar, entendeu? E o técnico de som passou mal.
Eu não levo o meu técnico, não. Eu faço com técnico das casas, porque se eu levar o meu técnico, vai aumentando o custo da produção. Então, eu uso os técnicos das casas. Então, nesse dia, tipo uma espécie de boteco, o técnico passou a bala e foi embora. E deixou sozinho lá. Alguém foi tentar fazer o som. O som foi uma merda, entendeu? Foi horrível. E várias vezes... Teve uma hora que na terceira música eu falei, olha...
Se eu conseguir terminar esse show, vai ser um milagre. Eu falei pro público, porque não tá dando, cara. Teve uma hora que eu tive que sair, eu ia interromper o show, mas fizeram de tudo pra eu voltar, o público queria que eu voltasse. Aí eu voltei e consegui, assim, sabe? Consegui terminar o show milagrosamente, mas o som era muito ruim. Então esse é um dos aspectos de ser um artista como eu sou, franco atirador. Eu quero jogar em todas as posições, não tem essa, entendeu?
diferente do nosso amigo vinheteiro ali, que ele só quer ficar em casa julgando os outros o Skylab falou um negócio interessante que me lembrou os meus shows toda hora aparece alguém vem tocar aqui que tem um piano
Piano. Chega lá, piano podre. Desafinado? Não é nem desafinado, é podre mesmo. Não sai nota. Não pré, não consegue. Toda hora, isso aí. Ou quer me dar teclado pra tocar. Não gosto de tocar em teclado. É horrível, né? Não, pra quem tá... Porra, eu tenho um acervo lá. Eu tenho 13 pianos acústicos na minha casa. Não é mentira.
13 pianos. Aí chega lá, tem um pianinho fraco, não dá, tem que ser um. É igual o som. Você vai tocar lá, a caixa de som está estourada. É muito ruim. E às vezes não tem caixa de retorno para a voz. Você está cantando, o público está ouvindo, mas você está no palco, você não está ouvindo porra nenhuma. Nossa, acontece muito isso. Deve ser muito triste. É triste isso. Então, às vezes eu entendo o Tim Maia, às vezes eu entendo o João Gilberto.
que eram pessoas que... Ficavam putas. Ficavam putas e reclamavam. Tem que reclamar mesmo, não tem jeito. Se eu pegar o som ruim, eu vou reclamar. Não tem jeito, eu vou reclamar, cara. Tá aí, Tim Maia. Fezes. Por que? Fim tomar, cara. Tu tá começando a me cansar com esse papo de fezes, cara. Acho que tá se passando.
É aquele... É aquele... Tô lembrando lá aquela música. Do Leme Apontal. Não há nada igual. Acho que é a semana inteira. A semana inteira. Fiquei esperando. Não é uma coisa assim?
Fica um tecladinho fazendo umas coisas assim. Tu não gosta? Fés. Pô, mas era uma festa. Geralmente eu curtia dançar um Tim Maia, curtia um bagulho despretencioso. Eu não acho que a galera gostava. É um... Eu acho que é mais uma nostalgia do passado. Tu acha? Acho. Acho fezes. Tim Maia é fezes. Com todo respeito, tá?
Não é com certificado internacional. Tá bom, tá bom. É fezes. Tá bom, tá bom. Só fezes. Você é um cara muito difícil, cara, de gostar das coisas. Só que vocês... Só perguntam... É que, pelo visto, a gente só gosta de fezes, né, cara? Sim, você, sim. Vou precisar dar uma melhorada nesse daí, cara. Não sei se eu tô...
Cara, então, aquilo que você falou é muito verdade mesmo. Não tem mais muito hábito de parar e ouvir música em casa, não. É, mas eu gosto de ouvir umas musiquinhas assim, quer ver? Vamos ver o que tu acha disso aqui. Cuidado com copyright, hein? Será que vai? É música de videogame, pô. Se for da Nintendo, derruba. Então eu não vou pôr, não. Então eu não vou pôr, não. É, não, não. Mas eu gosto, sei lá, eu... Mas eu não paro pra escutar a música, não. É muito difícil, entendeu? Eu escuto...
Sei lá. As coisas que esse moleque aí escuta. Que tu vai falar que é fez, tudo. Trap? Em geral, sai um álbum novo do Kanye West e estamos ouvindo pra caralho agora Kanye West. Kanye West, eu não sei o que é. Caralho. Mas você escuta a Trap Nacional? Matuê, conta? Não sei o que é. Freud, conta?
Não, o que eu queria dizer é, se você escuta trap nacional, você escuta fez. Porque o trap, tanto o nacional quanto o importado, também é fez. Até o gringo, o original é fez. Até o original. Até o original.
Porque nesse não tem nem bateria, nem guitarra, nem baixo. O trap não é original. O trap era um rap que os caras falaram, vamos mudar uma bateria. Vamos começar a chamar de trap.
E aí... Bota um monte de autotune, né? É, é. Nossa, aqueles autotunes são muito ruins, cara. Não sei como é que vocês aguentam autotune. É totalmente digital, né? Acho que a graça é essa, pô. A graça é justamente essa.
Então, mas você percebe aí que o artista a arte mesmo, a habilidade a habilidade do artista não existe mais. Se o artista não precisa nem saber cantar que é o autotune que vai fazer.
A arte, não tem mais arte. O que é o artista de hoje em dia? O que ele é? Um promoter. Promoter. Ele é o cara que vai promover a música e vai encher a...
Encher aquele show. É porque houve uma mudança. Antigamente, nos anos 80, nos anos 70, 60, as gravadoras faziam todo o trabalho de marketing. Não tinha rede social.
Então, o artista não era promoter. A gravadora que era incumbida do papel de fazer o marketing da música, aí botava a música na rádio para tocar. Eu, por exemplo, por que eu sempre quis fazer parte do cast de uma grande gravadora? Porque se eu fizesse parte...
de uma grande gravadora, a minha música iria tocar na rádio e eu ia ser recebido na imprensa escrita e ia analisar a minha música. Como eu não conseguia entrar, eu tive que... Eu me chamo um artista das brechas. Eu tive que arrumar uma brecha. E uma das brechas minhas foi o Jô Soares. Foi uma das minhas brechas. O Jô Soares foi uma brecha. Outra brecha pra mim foram os podcasts.
porque a imprensa escrita não recebia o meu trabalho, e a rádio muito menos. Por quê? Porque era esse triângulo, era uma relação que havia entre a gravadora, a rádio e a imprensa escrita. Essa relação era...
Era uma relação monopolista mesmo. Agora, então você tinha que buscar brechas. Agora, com a ascensão da rede social, mudou tudo. E aí, isso que você está falando aí, o artista virou um promotor. Ele que promove os shows, ele que promove as músicas. E não é você ver o Caetano fazendo isso. O Caetano Violoso vai promover o show dele. É o tempo todo, é isso.
o tempo todo é isso mas olha só que interessante isso aí que você falou das gravadoras antigamente então você não ia chegar o Skylab queria produzir uma música
Ele não ia ter interface de áudio, ele não ia ter todos os instrumentos. Ele tinha que chegar na gravadora que o cara tinha os equipamentos lá, ia produzir, o produtor ia produzir. Porque nessa época a gente não tinha tecnologia. Só quem tinha tecnologia era a grande gravadora. Era a grande gravadora. Em casa, no home studio não existia isso. Não tinha. Não existia isso. E é aí que está o problema.
Essa era a época que você tinha que dar o Lulu pra fazer sucesso. Se você não emprestasse... Hoje não precisa mais dar o Lulu? Emprestar. Vamos falar dos anos 80. Tá bom, vai, vai, vai. Era obrigatório. Você chegava lá na gravadora. Se você é uma menina bonita, emprestou o Lulu...
O negócio é cruel. A vida do artista é cruel. Aí ele vai produzir e divulgar se ele gostou de passar pimenta em você. Tanto homem quanto mulher. O Skylab, pelo visto, ninguém quis passar pimenta no Lulu dele.
E ele teve que ir por outro caminho. A mesma... Que é o caminho longo. O caminho longo. A mesma coisa eu aqui. Eu tenho que ir no podcast. Tenho que fazer vídeo em casa. Isso é isso. Não é... Eu chegar, sou amiguinho do rei. E toma aqui Lei Ruanê. Um milhão de reais. Toca, faz show aqui, ali, ali. Não é. Então é mais difícil.
Então, só terminando, isso é bom, as redes sociais elas deixaram a gente ingressar. Você conseguiu entrar num momento muito mais difícil. Os anos 80 não era brincadeira. 90. Eu tentei fazer ir atrás nessa época.
mas ninguém obviamente queria o meu Lulu. Ninguém quis o meu Lulu. Não, não tentei dar, mas não... Eu lembro quanto eu indo em casa de produtor, lá puxava saco dos caras. E não...
saia nada. Era um inferno. Tudo que tu queria é um teste de sofá. Agora, isso é uma coisa... Eu não sei não. A questão é que... Acho que é importante sobrinhar isso.
No Brasil você tem cinema, teatro, música, blá blá blá. Eu acho que o espaço mais disputado, mais disputado, de concorrência fortíssima, é a música popular. Não tenho dúvida. A pessoa que está começando na música brasileira hoje, ele vai encontrar um espaço extremamente saturado, disputadíssimo, e não é fácil. Não é fácil, entendeu, cara? O espaço da música popular não é fácil.
O que é que tu riu aí, cara? Não, é isso aí que ele falou. Mas eu acho que em todos, tá? O de artista também. Ator, ele tem que emprestar o Lulu, senão ele não entra na novela. Cinema, ele tem que... Os figurantes... Os figurantes de cinema nacional...
Os diretores passam pimenta em todos os figurantes. Ele tem que emprestar o Lulu, senão ele não ganha um emprego naquele filme nacional.
É macabro. O negócio é macabro. Agora, como é que você se vê no futuro? Você vai continuar trabalhando em termos de música? Outra coisa, você diferencia a música dessa coisa que você faz ligado à internet? Acho que há uma diferença, não é?
Então, a música, pra mim, é uma maldição, que ela não sai, tá? Se você aprendeu a tocar alguma coisa, você pode abandoná-la, mas você volta e volta. Então, até a... A obsessão, né? A vida inteira, provavelmente, até o... Eu toco piano ainda, né?
Não pretendo parar. Mas qual foi a outra pergunta que você fez? Você diferencia a atividade da música e dessa atividade de influencer, de internet, de ter um podcast... Diferencio. Eu tento trabalhar em todas as áreas.
Eu venho no podcast, divulgo minha música, meus cursos, vou na TV também. Você fala que as coisas é fezes, cara. Para de ser mentiroso. Eu vou para todos os lugares. Toco a galinha, eu preciso da galinha para atrair também. Clique. E de vez em quando a gente enfia uma música clássica. A galinha tem o maior sucesso.
A galinha é o teu mal no céu. Em termos de visibilidade? Não, em termos de ver o piano. Com certeza o piano é o que dá renda mesmo. Até hoje o piano é principal. A galinha começou a trazer um cascalinho. Agora sempre gringo. Sempre gringo, é? Sempre gringo. Nunca tem patrocinador aqui. Por isso que eu falo o que eu quero. O cansei, Skyler.
Eu cansei. E patrocinador? Você tem ou... Patrocinador? Não existe isso. Pra mim não... Não existe, né? Você podia ter um patrocínio da Offner, né? A Offner vende em palhinha de camarão. Ou do cigarro, né? Ou do cigarro. Sulta Cruz, né? Eles nem podem fazer isso da merda. Conar vai te fuder, vai te multar.
Então é isso aí. Você também é a mesma coisa. Você tem a música e você vai no podcast. É a mesma coisa. É a mesma coisa. Agora, como núcleo principal, a música.
Sim, sim, sim. Porque, por exemplo, você vê, às vezes, humorista que vai fazer música. Mas qual é o núcleo ali? Não é a música. Ele está fazendo um disco, está lançando um disco, vai ver se vai dar certo e tal, mas o núcleo não é a música. O núcleo é o humorista. Ele veio do humor, não é isso? Por exemplo, você vê ator de novela, por exemplo, faz um disco.
pode se transformar no Fábio Júnior, mas é difícil. Ele vai fazer um disco, mas o núcleo vai continuar ele como ator trabalhando em novela, na televisão, essas coisas todas. O que acontece? O cara, quando está na TV, ainda mais numa novela,
Ele é muito idolatrado e é muita gente mentirosa puxando o saco. Falando assim o tempo inteiro. Você tem talento. Você tem talento. Vai lá e faz. O cara faz um disco, é uma bosta. O cara vai fazer um stand-up, não tem graça nenhuma.
É normal. É meio maldito quando você está num lugar onde todo mundo te puxa o saco. É maldito. A internet é mais real. Por quê? Se olha lá, não deu, viu? A culpa é minha se não deu, viu? Não é? A gente vê. Não estão gostando. Eu tenho que melhorar isso aqui.
essa questão é controvérsia. Porque você veja, a internet, quer dizer, quem tem mais view é mais poderoso, é melhor? Não necessariamente. Mas é mais poderoso, sim.
É mais poderoso, sim. Mas é aí que tá, meu irmão. A gente também precisa levar em consideração que tudo isso dá pra comprar, tá? Então, no fim das contas, o dinheiro é que é a verdadeira força aí, tá? Dá pra comprar seguidor, dá pra comprar viu, dá pra comprar tudo isso. Entendeu? Então, se eu quiser comprar...
Não é difícil, inclusive. Lembrando que 99% das top das músicas top que estão no Spotify ou Deezer são comprados. Mistura de views compradas de fazendas ...
de views misturado com view de playlists empurradas em coisas relevantes. Agora, uma coisa que ele falou, que eu acho muito interessante, a importância da rede social nesse sentido. Porque, realmente, antes da rede social, havia a indústria cultural...
meio que protegendo os artistas. Os artistas eram estrelas absolutas. Eu sempre conto o caso do Chico Buarque. O Chico Buarque, quando veio à internet e ele veio a descobrir que tinha muita gente nas redes sociais que odiava o Chico Buarque, ele levou um susto e achou engraçado. Mas, no fundo, ele levou um susto.
porque ele não era aquela estrela absoluta. As pessoas cercavam ele, a indústria cultural cercava ele para transformá-lo numa estrela para não haver dúvida. Quando a rede social apareceu, meu camarada, ali veio estampoar. Então a rede social tem essa importância de você...
Não fica blindado. Você era blindado pela indústria cultural. Acabou. A indústria cultural não te blinda mais. A rede social vai ter gente que vai odiar você e você vai ter que conviver com isso. A internet é sempre isso. A internet é sempre isso. Você nunca pode estar muito brando, não. Os caras ou te odeiam, eles te amam. Senão ficar meio brando é...
É uma morte lenta até. Isso é estranho, porque a internet então te coloca numa posição de, porra, tá sempre numa rodinha de hamster tentando causar algum sentimento e o pior incentivo disso é que o mais fácil é o ódio.
Então, o mais fácil sendo o ódio, eu consigo, por meio do ódio, alcançar, eu consegui esse holofote. Tá rindo de quê, cara? Fezes isso que eu falei, né?
Não, eu concordo. Eu concordo. Mas tem que estar junto. Aí é meio budista. Budista é um negócio. O ódio tem que estar equilibrando... Com amor. Com amor. E aí que você vai longe. Então, é equilibrando mesmo. Equilibrando não é trazendo pra média, inclusive, nesse caso. Por quê? Me parece, eu já tô fazendo... Tu tá fazendo internet há um tempão. E eu tô fazendo há menos tempo que tu, mas um tempão também. Então, é...
Quente ou frio. Veja, morno é ruim. Morno dá ruim. Ou você está arrumando uma merda sinistro, ou a galera te ama. Agora, se está morno... Vilela, por exemplo, é muito morno. Tu acha? É ruim, mas olha que interessante. É ruim, fez.
E tem bastante... Tem bastante... Mas olha que interessante. O YouTube gosta do morno. Ele não gosta de coisas muito interessantes, não. Ele é muito politicamente correto. Se você... O que impulsiona o quente e o morno é o algoritmo humano.
O YouTube. O YouTube, ele de fato tenta manter as coisas na média. Ele quer você... Então, ele quer você bonzinho. Controlado. Não reclamando de nada. Por isso, tomem cuidado. É isso que a rede social quer, que você não reclame de nada. Se eu falar que o celular da Apple é uma merda, a plataforma não vai gostar. Por quê? Porque ela ganha dinheiro.
pra anunciar esse produto. E o Instagram? Todos. Todas as plataformas. O Instagram eu tenho achado melhor hoje pra trabalhar. É porque o Instagram liga menos pra você, entendeu? O Instagram é claro que assim, tu quer que essa porra desse troço seja visto? Põe dinheiro que ele vai ser visto. A relação é um pouco mais clara. Tá escrito lá. Impulsione esse Reels. Tá escrito lá.
clica se tu quiser a relação é mais clara e tu é um pouco mais não é que tu é completamente solto pode fazer o que tu quiser como eles não te pagam não tem AdSense no Instagram tu tá lá porque foda-se aí é uma relação menos de trabalho do que com o YouTube em alguns sentidos
Porque no YouTube tu consegue ganhar uma renda passiva só de postar vídeo, entendeu? No Instagram não. No Instagram tu tem que correr atrás do patrocínio, não sei o quê. É outra relação. No Instagram, quer ser visto, põe dinheiro. No YouTube é outra relação. Pode criar. Mas aí fica nessa. Se você é muito morno, você é um chato. Mas para o que as pessoas querem ver, justamente a discórdia.
E aí você põe a discordia, ele não gosta. Aí ele te pune, e aí fica nessa... Fica nessa... Total. É, e tem um monte de coisa que... Que elas são... Elas funcionam diferente pra... Funcionam diferente pra criadores diferentes também.
tem um monte de coisa que eu sei que se eu fizer dá merda no minuto seguinte entendeu? eu vejo gente fazendo por exemplo tipo eu vou falar pras pessoas por exemplo que Felipe Midi é legal e compre Felipe Midi se for maior de 18 anos quando chegar a hora
vou fazer isso se eu tomar um Felipe Midi aqui amanhã eu estou sendo processado pelo CONAR, pelo MP, não sei o que e eu vejo comumente isso é tranquilo em outros lugares por exemplo, tem várias outras coisas, então tem vários cuidados que
Eu entendo, assim, eu que procurei isso. O flow é desse tamanho mesmo. Então tem que segurar essa onda. Então algumas decisões, elas acabam sendo tomadas calculando o tempo inteiro. Por exemplo, seria muito mais inteligente da minha parte para ganhar dinheiro não fazer o Flow News. Para que eu vou me envolver com isso? Os patrocinadores, os caras das agências de cabelo rosa, não sei o quê, tem dificuldade em entender o que...
O Flow News é o que mesmo? O Flow News é um programa que acontece dentro do canal do Flow, que é onde eu estou colocando tudo que tem a ver com política, com assuntos que tem a ver com sociedade. News e política. E vem o convidado.
Toda vez que há um político convidado, eu coloco no Flow News, entendeu? Por quê? Para ficar mais suave a coisa, entendeu? Para dar uma suavizada. Entendi. Porque eu, sem o dinheiro do patrocinador, eu não consigo fazer um troço que eu considero importante como o Flow News, entendeu? Considero importante trazer aqui para trocar uma ideia esses caras, entendeu?
Como eu vou financiar essa porra? Eu que tenho que financiar. Então eu tenho que fazer um outro bagulho pra ganhar dinheiro pra poder fazer essa porra. Entendeu? Qual que seria mais inteligente do ponto de vista de ganhar dinheiro? Não fazer essa porra. Mas a gente é burro. A gente quer fazer uns troços que a gente acredita. Na verdade, isso aqui é que dá dinheiro.
Cara, ó, poderia dar muito mais dinheiro também. Tudo o jeito que tu... É tudo uma calibragem fina, no fim das contas. Porque eu preciso dormir em paz, entendeu? Eu preciso... Precisa do quê, em paz? Dormir em paz. Eu preciso fazer um troço que é alinhado com o que eu acredito. Que você gosta.
É menos do que eu gosto e mais alinhado com o que eu acredito, com o objetivo. Eu queria que as pessoas desenvolvessem o pensamento crítico, tá bom? Esse é o sonho máximo. E eu preciso percorrer esse caminho. Então me parece importante conversar com esses caras, com o Haddad, por exemplo, ou com o Flávio Bolsonaro.
Pra trocar, pra as pessoas ouvirem o que os caras estão falando. Ele vem pro Flow News. Sim, esses caras vêm pro Flow News. É assim que funciona. Entendeu? Eu tô falando tudo isso porque é difícil ser guerrilha. E eu nem queria ser guerrilha, entendeu? Que é o que você queria. Você também não queria. Você queria ter. Eu queria que os caras tenham as portas abertas, né? Eu queria a gravadora. Eu também queria a gravadora.
No fim, estamos aqui meio que fazendo uma de porra. Não é nem de coitado. É que a gente está fazendo uma única que a gente acredita. Nós estamos na luta. É lógico. Pior é se você entrasse numa tristeza, depressão e não fazia porra nenhuma. Daí é a diferença. E tem também o jeito de fazer o que eu não acredito e ganhar muito dinheiro. Entendeu? É isso que eu estou dizendo. A gente faz um cálculo para a gente e porra.
continuar livre, continuar podendo falar, trazer o vinteiro pra fazer essas paradas aqui, mas ainda tem coisa que eu não posso fazer. Você acha que o pó de pá dorme em paz? Depende do que eles gostariam, entendeu? Não me parece que eles gostariam de fazer com que as pessoas pensassem mais e tudo mais. E aí por aí, entendeu? Se não é esse o objetivo, e o objetivo é ficar rico, talvez eles estejam dormindo bem, sim.
E você acha que o YouTube é privilegia ou pode pá? Acho. Hoje eu não tenho tanta certeza, mas eu já não preciso, eu não acho. Eu, eu, teve uma época que era assim, entendeu? Era assim, há um tempo atrás.
Eu acho que ainda privilegia. E o Felipe Neto? Você acha que é privilegiado também? Com cliques? A família inteira do Felipe Neto. Eu acho que não mais, para ser sincero.
Acho que não mais. Eu não sei se já foi, inclusive. É porque o Felipe Neto, ele é uma figura meio... Ele tá aí há muito tempo, cara. Ele sempre foi ácido. Desde pequenininho. Ele sempre falou, desde o Não Faz Sentido Láspara, ele sempre falou uns bagulho que é controverso. E vagabundo morde a isca. Tu sabe muito bem. Os caras mordem.
Tem os troços que são, que eu acho que são, como o problema, o lance lá da Blaze, que ele falava que era, ele nega até a morte, mas tem, a menos que seja a inteligência artificial, eu vi uns prints, uns posts no Instagram dele dizendo, se não precisar eu vi o print do Instagram, quer dizer, o post no Instagram dele dizendo que, pô, dava pra ganhar um dinheiro, isso é...
Porque é provável, né? Horrível. Mas eu não sei se o YouTube o ajuda. Entendeu? Eu não sei se precisa, no fim das contas. Porque tem uma base de fã muito fiel. E você acha que os ouvintes do Pod e Pá são mais apedeutas do que os do Flow? Apedeutas? Apedeuta, ignorante.
Cara... Quem que você acha que tem o QI mais alto? Tô falando sério. Tá bom, tá bom, tá bom. Essas perguntas são boas. O que que eu acho, cara? No cenário dos podcasts em geral, cada um tá... Me parece que tá cada um fazendo uma parada diferente, entendeu? Então me parece que o Villela tá fazendo uma parada e o Podpato tá fazendo outra parada e eu tô fazendo outra parada. E...
Eles são diferentes, cara. Eu não gosto muito de ficar falando da minha própria condição, porque parece que eu fico chorando, entendeu? Mas a verdade é que eu joguei nerfado o maior tempão, entendeu? Jogou o quê? Nerfado, enfraquecido. Tá ligado? Assim, eu passei pelo menos um ano e meio absolutamente tóxico.
Ninguém chegava perto Depois do Monarca e Dê Então é tudo Não é tão simples Olhar hoje é uma foto de 2026 Mas a gente começou essa porra em 2018 Nem tinha isso aqui Então quando tu vê hoje na TV uns podcasts do BBB por exemplo Foi essa mesa Não é essa mesa, mas foi isso aqui Que começou a porra toda Então é plantar a semente do mato Pra depois capinar o mato Entendeu?
De novo eu vou repetir. O seu podcast, pra mim, é o lugar que eu mais gosto de vir. O Ticaracatica tem mais guloseimas, mas o que eu gosto mais de falar é aqui. E vocês, Skylar? Toda vez que vier o Lorde aqui, a gente tem que ter guloseimas. Tem que ter umas balinhas. E vocês, Skylar? Qual é o podcast que você mais gosta? Se você puder responder. Eu gosto mais daqui.
E eu fiquei muito triste porque eu deixei de ser convidado. Ficou um tempo sem mim, mas não teve nenhuma razão específica. Eu achei que pudesse ter. Não teve. Não teve nenhuma razão específica. Foi só que, cara, internet é complicada de navegar.
Então as coisas, o hábito de consumo alterna muito. Ele alterna muito. Então, lembra que a gente estava falando de quente, frio, morno, velocidade de cruzeiro, não sei o que? Tudo isso, eu tenho que fazer uns cálculos até de que briga que eu vou entrar. Porque eu não posso entrar na velocidade de cruzeiro e ficar nela, entendeu? Então eu preciso, não é causar, mas eu preciso fazer as coisas com algum tipo de cálculo. Então a gente...
Isso aqui é um transatlântico. Não é... É difícil de mover. Um transatlântico é a Globo. A gente é um iate. Vai? Um iate. Então a gente... Por que eu falo isso? Porque a Globo está chegando na internet também. Tem, tem. Já é TV. Põe dinheiro pra caralho nas paradas. Acho importante. Porque viram uma parada como a Globo pra TV. Que nem antes dele veio... Antes da Globo. Já estava vindo uma galera. Está vindo Galvão Bueno, por exemplo. Porque independente de gostar dele ou não... É... É...
pro cara de cabelo rosa lá da agência, ou pro cara de cabeça branca lá da agência, ele tá vendo que tá vindo um cara pra internet trazendo algum tipo de... Bom, se o Galvão Bueno tá criando conteúdo na internet e fazendo uns podcasts na internet, aí deve ter algum valor nessa porra. Se a Globo tá indo pra internet, colocando dinheiro pra cara, então tem valor. No mínimo, pra nós, muda pouco. Manja, pode ser que a Globo vá capturar boa parte do dinheiro que ela fez chegar, mas...
Tá bom. Melhor do que ser ignorado. Melhor do que ser tratado como inimigo. Pelas grandes mídias. Porque no fim a gente pode ter objetivos diferentes, mas colaborar. Todo mundo. Exatamente.
E porra, desculpa se eu me alonguei. É que o podcast é meu, daí eu falo o que eu quiser. Essa conversa tá boa, né? Tá boa, tá muito gostosa, cara. Nós estamos conectados. Aqui, eu venho aqui, eu sinto conexão. Não é em qualquer...
Qualquer lugar que eu sinto conexão. Mas a internet é muito difícil. Você perguntou. Por que ficou chateado que eu fico um tempo sem ver aqui? Mas é porque, como a internet é difícil de navegar, são cálculos que precisam ser feitos porque tem muita coisa que é momento. Então, tem uns caras que ficam assim. Eu chego para a produção e falo assim. Galera, chama esse cara aqui. Tem que ser até semana que vem.
Se não der pra ser semana que vem, aí nós vamos ver qual vai ser, se vale a pena chamar mesmo. Porque é o tempo das coisas. É o tempo das coisas, é o arco das coisas. E como eu... Parece que eu tô chorando de novo. Mas como eu dependo de vocês que estão assistindo a gente pra parada...
para eu conseguir fazer, chegar mais próximo do objetivo, eu preciso navegar essas paradas direito. Eu preciso construir uma agenda que a hashtag treinamentos queira estar em algum momento. Eu não posso só fazer uma semana inteira de programa difícil.
Então é tudo Uma engenharia Parece que é caralho Mas é uma engenharia Parece aleatório, mas não é Então tem muito erro também Felizmente tem muito acerto Mas tem muito erro também Tem muita mudança de conjuntura Que aí torna uma decisão Porra
Entendeu? Agora tu precisa fazer diferente. Só que agora tu já construiu um puta caminho ali. Só que como mudou a conjuntura, fudeu. E eu tô aqui há tanto tempo que isso acontece. Entendeu? A gente já tá fazendo não só o flow, a gente tá fazendo flow e outras coisas há tanto tempo que muda como funcionam as coisas. Entendeu? E aí decisões antigas ficam obsoletas. E como eu transfiro isso pra cá? Então como eu mudo as coisas? Como eu faço isso tudo se encaixar de novo? Então é foda, meu irmão. Mas se você e as...
sua equipe parasse de fumar maconha, vocês iam melhor, viu? É só largar as drogas. Olha, eu acho que uma coisa legal que dá pra fazer que a galera tem pedido pra caralho aí, é a gente trazer o lordão aí toda semana falar umas merda aí no Extra Flow. Galera, eu já fico feliz.
Pode, pode, pode me trazer. Eu não vim a semana passada lá na sexta. Porque tá com a garganta fodida. Ainda tá, ainda tá. Eu nem... Era pra eu ter ido no pânico hoje lá, eu não fui. Mas por esse cara aqui, que tem um trabalho bom autoral, eu vim. Um grande músico que eu respeito. Não é Fezes.
Poucas vezes eu ouvi isso aqui, hein, cara? Isso me deixa muito e vai descido. Eu não sei se um elogio do vinheteiro realmente tem todo esse valor, né, cara? Claro que tem. Especialmente se estiver falando de música, né? Porque de música tu manja. Manjo. Assovia aí uma canção de Tunic e Tinoco, então. É...
É a... Lógico. Subiu bem pra caralho. Subiu bem pra caralho. Tristeza do Jeca. Eu assumi aí aqui. Tristeza do Jeca. Conhece essa música? Não conheço. Uma música antiga. Não, você com certeza conhece. O cinema brasileiro era Fezes também na época de Mazaropi?
Era. Bastante fezes. Tu já foi lá no lugar, na Fazenda Mazaropi, lá em Taubaté? Não me lembro. Vou fazer aqui uma propaganda totalmente inesperada. Bom pra caralho. Se eu estiver em São Paulo, de Bobeirinha, um fim de semana desse aí, pega aí a Fazenda Mazaropi que tu vai... Não tem como não curtir, meu irmão. Eu acho que foi a experiência de estadia mais legal que eu já tive. Muito foda.
É um hotel fazenda. Muito foda. Tem pescaria? Tem tamacinho? Não sei se tem pescaria, mas tem uns bichinhos, tem uns animaizinhos lá. Eu fiquei mesmo de bobeira, relaxando na piscina com correnteza, que eu ficava dando voltinhas, igual um maluco. Bom pra caralho. Mas tinha museu? Doce de leite sensacional. Tinha museu? Tem o cinema lá do Mazaropi, tem as paradas do Mazaropi lá. Tem um monte de coisa legal, maneiro pra caralho.
O Mazarop tem o seu valor. Ele tem o seu valor. Mas eu já tentei. Não é da minha época. Não é isso que eu ia falar. Não é da época dele. Então isso faz toda a diferença também. Lógico. Isso faz toda a diferença. Toda a comunicação tem muito a ver com o tempo? A maioria das vezes. Tem.
Eu vejo quando a gente vê coisas muito antigas, é muito mais difícil de ver, né? Um filme antigo, um pornô antigo, um pornô antigo. Você que vai gostar, porque as mulheres são bem peludas nos pornôs antigos. Hoje elas são menos peludas, né?
Pra ver um porno quando o Cezé era garoto era complicado, né? Era fita, VHS, olhe lá no máximo e umas revistas. Era o que tinha, né? Revista, revista. Playboy, né? Era o que tinha. A revista é pra você comprar uma Playboy?
Eu lembro, era um ritual. Eu tinha que ir na banca morrendo de medo. De vergonha? Do cara falar, ah, você tem 13 anos, não vou vender, vou chamar a sua mãe. Era arriscado comprar uma revista. E as donzelas... E tu lembra de alguma com carinho?
Eu lembro da da Liz Vargas. Playboy da Liz Vargas. Foi a primeira que eu comprei. Eu não sei quem é. Quem é? Também não sei. Não sei quem é. Era uma mulher. E tinha uma que eu gostava muito. Era da Andrea Ramé. Com dois M's. Era um material onanístico bastante...
Bastante agradável. Você bateu muita punheta? Muita, muita. Tu escondia as revistas onde? Cara... Ah, era... Eu tinha uma gaveta. Pegava umas cagadas de três horas, né? É, é. Tinha... Meu pai me zoava de três cagadas.
Três cagadas no mesmo dia? É porque era longa. Era longa. É, e não dava cheiro, né? As cagadas não dava cheiro. É, mais ou menos isso aí. Bom, tem mensagem pra gente aí, Vitão? Tem, tem. Bom, antes da gente ir pras mensagens, deixa eu falar pra vocês aqui dos parceiros de hoje. Começando pela hashtag treinamentos, cara.
Ó, Hashtag Treinamentos é uma das maiores escolas para o mercado de trabalho da América Latina, cara, para te ajudar a não só ser promovido no teu trabalho aí com aprendendo novas ferramentas, mas também para tu mudar de ramo ou aprender um hobby, tá? Eu, por exemplo, estou mexendo pra caramba com inteligência artificial.
Tem umas máquinas lá em casa, fazendo umas coisas interessantes. Mas não é a mesma coisa que ficar pedindo para o chat GPT. Se tu quiser aprender legal como é que lida com essas coisas, a hashtag treinamento é, com certeza, a melhor escolha para você. Especialmente porque a gente fechou uma parceria, cara, que vai te dar 500 reais de desconto na comunidade impressionadora, que é o conjunto completo de cursos deles, tá?
Então imagina poder aprender sobre ferramentas de inteligência artificial, como faz para rodar uma inteligência artificial, sei lá, localmente, quais são as melhores aplicações no teu trabalho específico. Dá para aprender tudo isso, dá para aprender Python, dá para aprender BI, dá para aprender o que você quiser lá na hashtag treinamentos, tá bom? Então você está pensando em dar uma melhorada aí no teu...
QI, coeficiente de inteligência. Acho que o melhor investimento nesse sentido é sempre um investimento em educação. Correto? Uma sabedoria, sempre. Muito importante. Então tem aqui um QR Code e o link aí na descrição para você, tá bom? Vai lá que eu tenho certeza que você vai se amarrar. Agora, vocês viram aqui durante o episódio inteiro essas bebidas aqui em cima da mesa? E esse daqui, cara, é o hidromel.
E o hidromel é como se fosse um vinho, só que em vez de usar uva no processo de fermentação, usa o mel e dá origem a essa bebida aqui. No caso, esse aqui é o hidromel tradicional, mas tem vários outros sabores que você vai encontrar lá em philipemid.com.br. Uma das bebidas mais tradicionais da humanidade. Isso aqui os caras... Mais antigas, né? Os caras tomavam em lua de mel, tá ligado? Pra poder ficar transão.
Uma bebida medieval. O cara tomava em chifre de uedinho. Mas, gente, a gente vai levar a lembrancinha? Eu vou te dar um pra tu levar com certeza. Eu também quero, hein? Você nem bebe, para de caô, porra. Mas eu gosto. E se curar? É impossível. É mel? É mel, mas calma. Não é um elixir?
Vou te dar o telefone do Felipe e tu pergunta pra ele. Eu faço. Tá bom? Mas você quiser experimentar, cara. E assim, você pode tomar ele a 14 graus, em frente a uma lareira, com um monóculo, um charuto, e lendo um livro, com uma boina e vestido de pick-blinder. Ou dá pra você também fazer um drink, sabia? Não é só uma bebida fina pra você tomar, sei lá, num casinho especial. Não, não. Isso aqui dá pra você jogar um monte de gelo, por exemplo, e um Sprite, tá ligado?
Faz um drink interessante também. Tem lá, você vai encontrar tudo lá em filipimix.com.br, tá bom? Se usar o cupom FLOW10 você ganha 10% de desconto, o que matematicamente quer dizer que se tu comprar 100 garrafas, 10 saem de graça, tem como ganhar 100, é só comprar 1000, né? Nunca falha matemática, isso é uma coisa impressionante. E pra comprar e pra consumir bebida alcoólica, você precisa ser maior de 18 anos, tá bom? Beba com responsabilidade, se beber não dirige. Tudo isso é importante. Deixa eu ver as mensagens. Tá no meu celular, né?
Onde está meu celular? Está aqui. Já cansou, cara? Está doido para ir embora? Não, eu gosto de ficar aqui, mas a garganta só que está sofrida. Eu não dei um grito hoje. Você já teve algum problema com refluxo ou alguma outra coisa que atrapalhou? Pode ser. Eu tenho refluxo. Isso pode ser efeito disso também.
É, é o refluxo, mas às vezes o grito está muito, rasga, e eu não ligava, não ligava, e agora está feio aqui. Quando tua voz está muito ruim para cantar, tu faz o quê? Cara, você sabe que raramente a minha voz fica ruim para cantar. A máquina é boa. A máquina é boa, sabe? Já aconteceu de um show, por exemplo, na véspera eu perder a voz. Já aconteceu isso. E eu ter que tomar uma injeção que em 24 horas a voz volta.
Pode estar completamente afônico. Você toma essa injeção, 24 horas depois, a voz vai voltar. E voltou. Que injeção? Eu me esqueci o nome. Desditação? Não, não. É um outro nome. E a voz volta mesmo. Eu achava engraçado. Eu tinha um show em São Paulo para fazer num lugar. Cara, eu falei, não vou fazer. A véspera do show, estou sem voz nenhuma.
Tomei a injeção, cara, 24 horas depois, a voz voltou. É impressionante. Então isso já aconteceu, mas é raro. Graças a Deus, eu não tenho que reclamar não em termos de voz. O professor de artes mandou aqui. Escalab, nunca vi suas músicas como obras humorísticas. Sempre achei que a proposta era abraçar o absurdo visceral, trazendo-o para o belo. Algo como os dadaístas fizeram. É isso mesmo ou viajei? É isso mesmo, viajou nada.
O que tu acha dos caras que param para olhar a tua obra e atribuir algum tipo de sentido? É normal, né? É a estética da recepção. Você faz uma coisa, você vai receber... A recepção pode ser as mais variadas.
impossíveis. Um vai achar que é humor, o outro vai achar que é isso, aquilo, dadaísmo. Enfim, a estética... O artista não tem responsabilidade nenhuma diante da recepção do seu trabalho. Entendeu? Você pode estar pensando numa coisa e o cara vai receber de outra forma completamente diferente. Você não tem esse controle. Você não tem esse controle. Eu acredito nisso também. Acredito nisso também.
E aliás, no próprio flow também você deve viver isso. Eu acredito nisso também. Não deu certo, não é isso. Eu já, inclusive, eu já pensei bastante sobre isso daí, porque eu achava que...
que eu conseguiria passar uma... Que o que eu tô te falando fosse claro o suficiente, entendeu? Pô, quando eu... É muito doido quando eu tô falando aqui uma... Conversando com vocês, e eu vou olhando os comentários lá dois, três dias depois, e aí, não necessariamente hoje, tá? Mas, assim, olha só o Igor, como ele é bolsonarista. E embaixo, caralho, claramente petista.
Então, é... É o tempo todo. É o tempo inteiro. Teve uma época que eu ficava assim, caralho, eu sou um comunicador de merda. Não tô conseguindo comunicar porra nenhuma. O ponto é o oposto disso. Eu tô tentando propor uma visão de mundo desligada dessa idolatria. Desse viés, né?
o viés é inevitável, mas da idolatria do avatar, entendeu? Do Bolsonaro especificamente e do Lula especificamente. Não das ideias. Pessoas já falaram, pessoas muito mais inteligentes que eu já estão falando há muito tempo que tu fica falando de pessoa e pequeno. O bagulho é ideia, é isso que transforma no fim das contas. Então, por um tempo eu fiquei, porra, cara, será que...
Pô, acho que não faz sentido eu continuar fazendo isso porque eu tô falando, ninguém tá ouvindo. Ou então os caras tão ouvindo e distorcendo. Mas tem os caras que ouvem. É inevitável. Não, e é inevitável. Você não vai resolver isso. Você não vai resolver isso. Eu já abandonei essa. Abandona, é. Já abandonei essa.
Mas é muito... O flow é uma ferramenta sensacional pra mim, porra. A quantidade de... Não, e pra compreender o processo do... Exatamente. Pra eu ter a oportunidade de entender o que faz funcionar a cabeça do Skylar. Exatamente. Ou a cabeça do vinheteiro. Então, porra, aqui é uma maluquice, né? Os caras perguntam pra mim, esse cara é um personagem? Aí o cara não liga a câmera e amplifica. Só isso.
Mas é mesmo maluco, né? Ele fala uma maluquice assim, fora, dog, ele fala, liga a câmera logo aí que eu quero falar isso ao vivo.
Bom, o Guilherme Novaes Realmente, isso que o Igor falou sobre hoje não ter tanto hate nos comentários por ter um público mais preparado para o que vai ter, é real. Parece que os últimos episódios prepararam a gente pra esse episódio de hoje. Tá bom, foi só um comentário legal. Obrigado aí pela moral. Salve aí pra você. Querem adicionar alguma coisa? Foda-se. Tá bom. Ó.
Pedro Barreto. Salve, salve, Flo. Lorde, passando só pra agradecer toda a atenção que você teve comigo no Rio de Janeiro. Mas agora, conta a história do cachorro carioca. Deus abençoe sua vida, Pedro Barreto. Grande Pedro Barreto. Pedro Barreto, proprietário lá da da Fetz. Fetz é um hambúrguer muito bom. De fezes. Não, hambúrguer maravilhoso. Fetz é quase fezes.
Fétis é quase fétis. Não, é de fétis, de gordinho. Eles não querem salvar ninguém. Entendi. É de gordo. Hambúrguer é coisa de gordo. Um abraço aí, Pedrão. No Rio? É. Aí eu tava na frente da loja dele. Que é onde? Em Copacabana. Tá. Lá perto do... Onde eu moro. Aí eu tava fazendo um vídeo com ele.
Eu falei assim, ó, e tinha os seguranças lá, polícia, né? Não sei se era polícia ou só... Não, eram seguranças. E aí, eu precisava, eu falei assim, ó, vamos fazer um vídeo.
mas precisamos, eu preciso de um cachorro, um cachorro carioca, o cara um cachorro carioca. Ele pegou e chamou um guarda lá, um segurança, falou assim, por favor, o vinheteiro precisa de um cachorro carioca, né? Aí o cara pegou e falou, tá, vou arrumar pra você.
Aí, de repente, chega o cara lá com um mendigo e entra na loja com um mendigo. E falou assim, ó aqui o cachorro carioca. Falei, puta merda, não é esse cachorro carioca que eu quero. Eu quero um cachorro animal, um bicho. Era isso que eu queria. Mas o cara trouxe um mendigo lá.
Que merda, história de merda. É que tinha que estar lá pra ver o que aconteceu. Essa é a história. Não pode rir. Não pode, não pode. Você tá rindo? Eu vou lá te cancelar no Instagram. Cuidado, cuidado com o cancelamento.
Cadê? O Vitor Mor. Skylab, por que você parou de cantar clássicos como Lava as Mãos naquela noite? Você chegou a se censurar devido ao alto teor de violência nas letras?
Eu não... Não. Lava as mãos eu estou cantando no meu show hoje. Entendeu? Porque Lava as mãos faz parte do disco Skylab 4. Então eu estou cantando o repertório todo do disco. Skylab 4, o repertório todo do disco está no meu show. Então Lava as mãos está presente.
Naquela noite é uma música que não me dá vontade, não é que eu estou me autocensurando, não me dá muito tesão de cantar essa música. Essa música é uma música violenta, é uma tortura de um homem sobre uma mulher. Uma tortura gradativa, é uma música extremamente violenta. Quando eu fiz essa música, no início dos anos 90, eu fiz...
Dentro de um processo. Você sabe, você acabou de contar aí a história do flow. A história muda. Nos anos 90, eu tinha vontade de abordar alguns temas. Hoje eu tenho vontade de abordar outros temas. E também vamos usar...
Não estou dizendo que é o caso do amigo aqui, do Vitor Mor, que fez a pergunta, mas uma análise nesse sentido, ela precisa levar em consideração o que estava acontecendo na... A gente está falando de 30 anos mesmo. Exatamente. Quase 40, né, El? Exatamente. Exatamente.
eram outros temas, né? Outra parada. Não dá pra gente analisar. Não que seja impossível eu fazer um show e cantar a música naquela noite. Eu cantaria numa boa. Mas assim, hoje eu não tenho muita vontade de cantar. É isso.
O Conde de Montsegur mandou essa daqui. Oh, o Grande Montsegur. Pra você. É pra você, Lorde. Vamos lá. Lorde, já que o Skylab liberou o Lulu algumas vezes, ele é jockey de jiboia?
Aí eu não sei responder. É mentira, eu não liberei luluporra nenhuma, entendeu? E ele não consegue entender a diferença entre ficção e biografia. Boa, Scar. Boa, boa. Boa. Mas caso ele tivesse sido profanado, automaticamente ele joga em Digibóia. Mas ele não foi.
Eu queria entender essa expressão. Jockey de jiboia? É. Ah, tu sabe o que é uma jiboia. Sim, sim. Mas joque. É o cara que senta e cavalga a jiboia. Isso é mais ou menos uma jiboia. Quando você senta na jiboia... Ah, tá. Fica assim. Eles podem vir pra cá. Não, esse tá antigo, tá ressecado. Cheiroso, mas é cheiroso. Olha, o que você acha desse?
Nossa, caralho. Isso aqui é um puta do... Que isso? Deixa eu ver. Tá com cheiro? Nossa, é um dildo? Não, é um charuto. Deve estar ressecado também. É de maconha? Que de maconha? Pô, lindo esse charuto.
Eu achava que vocês só gostavam de canha, amor. É cubano? Não, esse daqui é feito aqui no Brasil, por essa marca aqui. Foi feito na coxa de uma mulher? Ou foi feito... O charuto tem que ser feito na coxa de uma cubana, né?
É assim que é feito o charuto cubano? É, na coxa de uma cubana comunista. Tá. Não pode ser. Não pode ser. Mas eu acho que... Não pode ser o type do fugência do anterior. É, não pode, não pode. Cheiroso, hein? Tabaco, né?
Eu quando fui lá pra Havana, eu fui, te conheci, né? Eu fui na fábrica de charutos. Impressionante. Maneiro. Muita gente produzindo assim. Quando tu foi lá? Faz tempo? Foi início dos anos 90. Tá. Como é que tava? Já tava vivendo um embargo. Já tava vivendo um embargo diferente desse embargo, né? Hoje o Cuba tá... Se naquela época, início dos anos 90, o Cuba tava vivendo uma barra pesada, hoje a barra tá muito mais pesada. Entendeu? Hoje tá...
barra pesadíssima. Muitos anos de embargo, né? Muitos anos e é foda. Hoje está foda. Mas, por exemplo, eu me lembro que não tinha comida, então a gente tinha que comer nos restaurantes que era feito pelas pessoas de forma disfarçada, porque o Estado não permitia. Então ele tinha que criar um tipo de restaurante, mas é dentro da casa das pessoas. Cheez
Entendeu, cara? Comida de extrativismo? Não podia ter um restaurante. Exatamente, entendeu? Caralho. É um pouco diferente do que o comunismo. O comunismo gostaria, mas sei lá. Não sou especialista também. E lá a gente comia lagostas, mas lagostas enormes. Porque ali no mar de Cuba produz muita lagostas. Bom, o Marcos Rafael mandou a última. Vinheteiro, a sovia é melhor que o trinca-ferro da minha avó aqui em casa. Tu gosta de passarinho?
Claro que eu gosto de passarinho. Preso em cativeiro? Então, eu já criei passarinho, já criei canário, manon, agapone, já criei tudo que é porcaria. Mas com anilha? Tem uma cara que cria passarinho. Tem, tem, tem mesmo. Com anilha? E todos anilhados. Todos anilhados.
Só que eu não conseguia fazer eles reproduzirem de jeito nenhum. Dava ovo, mas não tira... Era viver o viver? Não, não, em gaiolas. Foi pouco tempo da minha vida que eu criei passarinho.
Mas eu lembro do Trincaferro, Pássaro Preto. Pássaro Preto é maravilhoso, hein? Pô, Trincaferro é maneirado eles brigando, eles batalhando. Eles não brigam, eles ficam cantando, né? É, não, todo passarinho canta muito bem. Mas o canto mais bonito é o do Sabiá.
Mais ou menos uma coisa assim. Tem várias variações, né? Mas... E o trinca-ferro? Trinca-ferro eu não sei fazer. Trinca-ferro eu não sei. Eu sei fazer o... O macuco. Cadê? Só isso. É exatamente igual, né?
Mas ele demora mais pra fazer. Sem fazer também pombos. E se ele se sabiar? Sabiar é o... As vezes ele fala assim.
Às vezes ele fica fazendo assim também. Tu assobia muito, cara. Tu assobia bem pra caralho. Tu assobia inspirando também? Pros dois lados. Caralho! Não, tem que ser dos dois lados. Eu assobiava muito bem quando era criança. Aí botaram um aparelho no meu dedo. Você nunca pensou em...
Nunca pensou em instrumento de sopro? De sopro? Nunca, nunca. Eu tenho, já tentei, mas não consegui. É diferente, é diferente. Mas eu usei aparelho nos dentes quando eu tinha uns oito anos, mudou a configuração do céu da boca.
Aí não atinge mais notas muito agudas nem muito graves. Entendi. Caralho, mas mesmo assim eu soube pra caralho. Forte, forte. É forte. Porra, tem uma inveja. Minha mãe conseguia assoviar também alto pra caralho. Mas tem os caras que assovia... É outra coisa. É, mas aqui é barulho. Ficar alto. Não é muito controlável. Um pouco de inveja. Tu tá nos grupos dos caras que assovia?
Como assim? Tem uns grupos agora famosão, só negócio viando direto. Nunca vi isso. Não? Nunca vi. Não tem pra caralho. Depois eu te mostro aqui. Os caras estão assoviando We Are The World. Juntos.
Vai tomar strike. Caralho. Confiante. Bom, vinteiro, Skylab, muito obrigado pela moral, obrigado por hoje. Foi além de divertido, foi até... Inusitado. É. Acho que eu diria que inusitado é um dos adjetivos, com certeza. Quer falar alguma coisa? Eu agradeço a sua presença por ter me convidado aí e o Skylab junto, que eu gosto muito.
E peço desculpas pela minha voz, tá feia. E se você gostaria de aprender a tocar piano, conheça os cursos de piano da Lorde Music Academy, que é a minha escola de música online, que eu garanto que é a melhor escola de música online que tem no Brasil, tá?
Os caras só fazem curso fez. Mas no Brasil é tudo fez, porra. Só faz fez. Tem que ser o melhor do mundo. Não, é do mundo. É melhor do mundo. Mas aqui a gente só fala pra Brasil. Tá bom. Esse cara dando cursinho aí de piano aí, se não for do Lord, não é fez, tá? Tudo lixo, tudo porcaria. Curso bom de piano é com Lorde Vinheteiro, canal Lorde Music Academy.
Boa. Skylab, essa daqui é a tua câmera. É a minha câmera para falar dos meus livros. Estou lançando agora o novo livro de contos, chamado Homem-Rato, que está saindo pela Cota Reditorial, uma editora lá de Curitiba, que vem publicando todos os meus livros, na figura lá do Salve, o Grande Amigo. Então, a Cota Reditorial é uma editora muito legal, bacana, e você encontra Skylab sempre lá.
Maneiro. A gente vai... Bom, o teu... Tu sabe qual que é a tua... Arroba no Instagram? No Instagram? Qual que é a tua arroba no Twitter? Não, no Instagram é rogerio.skylab. Tá, e no Twitter? No Twitter? A gente vai deixar aqui... No Twitter eu te falo, rogerio.skylab, tudo junto. É porque tem gente que tá só ouvindo a gente. Você tem Twitter? O cara que tá só ouvindo... Ele é ativo pra caralho no Twitter. Eu não sigo você no Twitter, eu vou procurar. Eu tenho, eu tenho. Rogério Skylab.
A gente vai deixar todas as redes sociais Desses caras aqui no comentário fixado Pra você encontrar com facilidade Um clique só se já tá lá, se você estiver assistindo no Youtube No mais, aqui na descrição Tem o Discord Entra lá no Discord, cara Vai lá sugerir um convidado legal Ou um tema legal pra gente fazer aqui no Flow E também interagir com a molecada que já tá lá Vira e mexe, tá lá o Gian, tá lá os moleques aqui
O cara tem me cobrado pra eu entrar lá pra dar um salve também. Vou entrar lá pra dar um salve também. Entra lá no Discord, se você for dinheiro e coisa. Vira membro. A gente tá fazendo vídeo... O Hugo já passou o dia inteiro gravando vídeo pra membro, inclusive. Custa menos de oito reais, meu irmão. Não dá nem pra comprar uma seda. Tá bom? Então é isso aí. E obrigado pela moral. Porque, ó, oito reais não dá pra você comprar um curso do Lorde Music Academy. Mas se você quiser virar membro do Flo. É isso, beijo. Tchau.