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RATO BORRACHUDO + PENEGUI - Flow #599

08 de maio de 20263h16min
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Nerdólas hackers

Assuntos1
  • Vulnerabilidade iPhone VisaModo Express Apple · Bypass de senha Visa · Ataque NFC · Transações de alto valor
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Salve, salve família, bem-vindos a mais um Flow, eu sou o Igor e hoje eu vou conversar com o Douglas Mesquita, na verdade. Ele tá sem a máscara. E também o Penegui, cara. Não, mas a estrela é esse, cara. Não, mas... Não, não, não, nesse papo de hoje... Não, olha o que tem na frente dele aqui, você que tá só ouvindo a gente, tem em cima da mesa aqui, cara, umas coisas, tem umas placas, uns circuitos aqui, uns cabos e tal, uma máquina de pagamento com um troço colado com fita.

A gente vai hackear coisas aqui. Ah, e o PC do PNG também. Então vai ser... Tem coisas interessantes. Vamos hackear iPhones hoje. É que nesse papo de segurança, eu sou simpatizante. Entendi. Não, eu manjo duas paradas, mas eu não aplico. Porque eu conheci essa galera do hacking, de hardware e tudo, por causa dos vídeos que eu fazia de tecnologia.

Mas assim, os caras estão em outro nível. Ainda mais o Penegui. Eu tava... Obrigado, Fico. Não, é sério, é sério. Fico honrado. Faço questão de falar isso. Obrigado, valeu demais. Vai brigar com um cara desse, Pato. O que vai acontecer contigo? Esse é melhor ser amigo. Ah, melhor ser amigo desses caras aí. É que nem o Pato. O Pato é bom de ser amigo do Pato. Ah, o Pato é incrível. Ah, o Pato é incrível. Ah, o Pato é incrível.

Então, aí eu, aí eu acho que foi, você falou alguma coisa com o Jean, sei lá, aí o Jean foi falar, pô, não, o Penanguin, não sei o que, pô, quem que é esse daí? Ele, cara, ó, tu vai saber quando tu ver, porque ele parece o David Bowie.

Então, a área de segurança, os caras que têm mais certa idade, todo mundo me chama de David Boer. Tá, bom, acho que é um bom apelido, cara. Pode ser, tá de boa. Que bom, acho que é... Bom, sei lá, quem sou eu, mas acho maneiro. Bom, e aí a gente vai falar sobre segurança, vamos falar sobre hackear coisas. Vamos acabar falando de inteligência artificial também, não tem jeito. Sim, com certeza. Todo mundo aqui é interessado nesse assunto.

Assim, inteligência artificial também está evoluindo o hacking. E a maneira que a gente hackeia as coisas. A gente pode chegar nesse assunto aí também. Sensacional, maneiro, maneiro. E a gente, bom, esse episódio aqui, se você quiser participar, cara, tem o LivePix aqui, o QR Code, tem aí na descrição também o link.

E você pode mandar as mensagens que o Jean vai escolher, as cinco melhores aí, ele manda pra mim e eu leio aqui. Fica à vontade, tá bom? Você pode participar. E eu queria também agradecer os parceiros de hoje, que é a Insider, a Hashtag Treinamentos e o Filipe Mead, tá bom? Eu vou falar dele já já. Então, vamos lá. Pra começar, cara, será que era legal a gente começar de... Por que que... Começar direto nisso daqui? Não, isso aqui eu... Deixa pro meio. É. Isso aqui é interessante. Mas por que que o...

É que assim, eu só vou explicar como é que funciona essa vulnerabilidade do iPhone depois que a gente reproduzir ela. Tá bom, tá bom. Tá, tá. Então, o ponto é o seguinte. A gente vai fazer esse experimento com o iPhone pra provar algum ponto? Poderia ser no Android? O Android tem a mesma vulnerabilidade? Não, só o iPhone tem essa vulnerabilidade. Eu vou explicar por que só ele tem essa vulnerabilidade, tá? Qualquer iPhone, qualquer modelo de iPhone tem essa vulnerabilidade, tá? Que saco. Só que ela só funciona para a Visa.

atualmente, tá? Porque a gente tem várias bandeiras no mundo inteiro. Aqui, a gente tem a Elo, por exemplo, no Brasil. Não foi testado com a Elo, tá? Eu, pelo menos, não testei. Então, mas, atualmente, é com a Visa. Mas é duas vulnerabilidades. É uma vulnerabilidade do iPhone e da Visa. Ela junto...

possibilitam a gente fazer transações de alto valor, sem desbloqueio do iPhone, sem Face ID, sem nada e sem pindo da senha do cartão. É só botar o iPhone ali nesse lugarzinho bonitinho aqui e já era. E a gente vai mostrar que isso aqui é possível.

O Rato, tu chega nesse nível aí também, cara? Não. Porque esse nível você tem que desenvolver. Entendi. Não que eu não consiga desenvolver, mas não é algo que você acha na internet. Porque um dos trabalhos dele é justamente procurar vulnerabilidade nos sistemas. Principalmente o meu foco, principalmente a NFC.

Porque a gente tem vários profissionais de segurança e eles se especializam em determinados assuntos. Entendido. Não quer dizer que eu saiba alguns assuntos de hacking, de web hacking e o próprio rato também. Só que eu sou especialista nisso aqui. Vou te dar um exemplo do que isso daqui faz, não só com o método de pagamento.

O meu carro, o BYD, eu uso o Tap to Open, que ele usa justamente o método de pagamento da Apple para inserir um cartão da BYD que funciona como expresso, que nem bilhete de ônibus, correto? Então eu encosto no retrovisor do meu carro, não precisa autenticar rosto nem nada, o carro abre.

E o fato de eu ter iniciado por ele, ele já liga o carro e eu posso ir embora. Isso aqui... O cara vai bater o carro e ir embora fácil. Não, sem sacanagem, cara. Isso daqui tá todo experimento, mas tem como fazer de um jeito onde a pessoa só chega perto do teu celular...

clica e a outra pessoa já está do lado do carro com a outra ponta no retrovisor. Quando ele clicar no teu celular, o carro lá abre e tu vai embora. É, pior é que é verdade. E não é vulnerabilidade da BYUG. Não é do carro. É da Apple. Esse modo express é o mesmo modo express que eu uso aqui. Só que aqui eu uso para transporte. Eles inventaram esse modo express em 2019.

Por quê? Porque eles queriam facilidade, por exemplo, do BYD não precisar desbloquear para mexer no carro. No transporte público, na China, no Reino Unido e nos Estados Unidos, eles usam muito para chegar na catraca, botar o telefone sem desbloquear e fazer o pagamento. Só que era para pagamentos de baixo valor.

Só que os caras pensaram o seguinte, cara, se a gente pegar isso aí e pegar uma outra vulnerabilidade do Visa, que eu vou explicar ela depois, a gente juntar isso aí e tentar fazer uma transação alta, sem autenticação. Os caras então analisaram, foram lá e sniffaram a transação, sniffar eu, ler os dados entre o cartão e o leitor, ou entre o smartphone e o leitor.

E eu vejo o que eles fazem para que o iPhone identifique e ache que está falando com um leitor de transporte público. Depois, eles pegaram uma outra vulnerabilidade do Visa, que é bypass de senha de cartão, e juntaram as duas. Bypass de senha de cartão é eu pegar um cartão físico e eu conseguir fazer operações altas sem a tua senha. Essa vulnerabilidade é antiga pra caralho do Visa.

Ela foi encontrada, se não me engano, em 2017. Eu posso estar enganado, mas foi por aí. Aí eles juntaram essas duas vulnerabilidades. O do transporte mais a possibilidade de bypass de senha. E fizeram esse ataque. Em 2021. A gente está em 2026. Eles criaram um artigo científico. Provaram que isso era possível. E publicaram. E o iPhone não corrigiu a falha, dizendo que é falha da Visa.

E a Visa não corrigiu a falha, dizendo que não tem muita coisa acontecendo com essa falha. Então, eles acham desnecessário consertar essa falha. E que se houver, eles fazem reembolso para a pessoa. Só que tem um problema. Para eles fazerem o reembolso, você tem que provar que esse ataque foi feito no seu smartphone. Me diz aí, Igor, como é que você vai provar que uma transação NFC foi feita?

dessa forma aqui. Pois é, não tem como. Vai parecer tudo, vai fazer parecer que eu fiz a transação usando o meu NFC com autenticão e tudo. Quem é a única pessoa que pode dizer que houve alguma vulnerabilidade, aconteceu um ataque mesmo, um golpe, é a instituição financeira. Depois a própria visa. Então ainda tu vai depender da instituição financeira ela dizer de sim ou não. E às vezes tu vai ter que controlar um advogado, fazer BO.

É um... Entendi, não é tão simples assim como a Visa tá falando tentando fazer parecer. Exatamente. E se a gente pegar e montar um quebra-cabeça, montar uma árvore, corrigindo, uma coisa, quem solucionaria tudo? É o iPhone. Se ele solucionar tudo, ele soluciona qualquer... Se ele solucionar a vulnerabilidade do transporte, ele soluciona qualquer bandeira. Qualquer bandeira tá...

segura nesse ataque específico. Depois, abaixo, a gente tem as bandeiras. As bandeiras solucionando, elas vão estar... Não vão estar mais vulneráveis a isso. No caso, a Visa. A Visa vai lá e soluciona o problema. A Mastercard não tem essa vulnerabilidade, mas outras bandeiras talvez tenham essa vulnerabilidade. E elas vão estar expostas, porque o iPhone não corrigiu.

E embaixo a gente tem as instituições financeiras, embaixo das bandeiras de cartão, a gente tem as instituições financeiras. As instituições financeiras, elas podem mitigar de uma forma que elas já estão fazendo, tá? Algumas instituições financeiras brasileiras, elas já estão impedindo de tu conseguir ativar o modo transporte no seu iPhone para o cartão dela.

Isso ela pode fazer. E isso eu acho que vale muito falar isso no podcast, porque eu acho que muitas pessoas técnicas que trabalham nesses bancos brasileiros podem começar a ver isso. Porque tem muito banco brasileiro ainda aceitando o modo transporte ativo para cartões brasileiros. E a gente nem usa esse modo express transporte. E no caso dele, é um modo express para BYD, que é um outro modo express que eu poderia fazer um ataque muito semelhante a esse.

Só que usando dois smartphones, esse aqui também poderia, tá? Mas é que eu reproduzi há muito pouco tempo, porque saiu um vídeo viral gringo sobre esse assunto, eu reproduzi, e escolhi essa ferramenta para fazer a reprodução do ataque. Tu que montou essa parafernália aí. Então, aqui é um projeto de Man in the Middle NFC. Ele existe, eu alterei o projeto, eu alterei o código para que funcionasse exatamente para esse ataque. Tá, tá. Qual que é a intenção dele original?

O original é quase a mesma coisa. Só que, o que acontece? O que é Man in the Middle? É o homem do meio. Eu consigo alterar dados que o cartão manda para a máquina e a máquina manda para o cartão. Beleza? É mais do que o Sniff. É, mais do que o Sniff. O Sniff ele está só olhando. Exatamente. Aqui eu estou alterando alguns dados. Tá bom. Tá.

Esse é o projeto inicial dos caras. Só que eu implementei algo que faz que o smartphone ache que esse leitor aqui é de transporte. Isso é do lado do iPhone. Isso não tem a ver com Visa, não tem a ver com Mastercard. Isso tem a ver com iPhone. O iPhone fez uma alteração que os leitores mandam um dado para o smartphone falando que ele é de transporte.

E isso nem tem no artigo técnico. Os caras que fizeram o artigo técnico, eles deixaram as coisas expostas, mostrando que a vulnerabilidade existe. Então eles vão falar as alterações que eles fizeram. Mas essa parte aqui, eles deixaram obscuras. Entendi. Exatamente para as pessoas não conseguirem reproduzir. Mas eu achei como reproduzir. Fui lá.

Achei qual que era o código que eles mandam pra identificar como transporte e eu reproduzi todo o resto. Então é uma alteração de um projeto já muito velho. Esse projeto do Man in the Middle é de 2012. Porra! Por que que tu acha que é muito caro pra Apple solucionar esse problema? Não é caro.

Eu acho que ela não vê tanto fruto. Porque o que ela quer? Ela quer que seja fácil a utilização do transporte público em determinados lugares. E a gente tem uma coisa na segurança da informação que é assim. A praticidade te deixa às vezes mais vulnerável. Claro.

E esse é um caso. A praticidade de tu chegar no transporte público e tu não precisar botar o teu Face ID e a tua senha deixou uma vulnerabilidade bem fatal que vocês vão ver aqui, que eu vou fazer uma operação de 10 mil reais.

tu vê que é um valor grande. Aí tu vai dizer, não, mas eu não tenho na conta 10 mil reais. Não importa se tu não tem. Se eu conseguir 10 mil, eu vou conseguir 100, eu vou conseguir 200, 300, 500, até esse valor. Ou mais, porque também tudo vai depender da máquina de pagamento. Então é isso. O iPhone pensa, cara, eu gosto que as pessoas façam operações nesses transportes públicos.

sem autenticação, porque eu acho que eles viram talvez um aumento, as instituições financeiras e as bandeiras viram um aumento talvez de uso de transporte público. Com cartões, em vez de usar cartões de transporte público que não são de cartões de crédito, eles viram um aumento. Então talvez eles tenham gostado disso.

Entendeu? Entendi. Então assim, mas teria como corrigir? Completa. E ainda deixar essa funcionalidade. Porque eles poderiam verificar o valor que está sendo feito na operação de pagamento. Se o valor for acima de 50 reais, tu vai gastar 50 reais no Vale Transporte Público? Vai gastar 50 euros no Vale Transporte Público?

Exatamente o que o Samsung faz. O Samsung tem essa funcionalidade. Entendi. Para transporte. Existe o Samsung Pay. Só que eles verificam o valor da transação. Se ela for acima de um valor determinado, eles não vão deixar a operação ser feita. Sem a autenticação. Entendi. Entendi. E uma das primeiras coisas que tu falou é que tu é especialista em NFC. Sim. E tem lá no teu Instagram vários vídeos de tu...

abrindo umas portas, tem uns de tu ativando uns fliperamas, as paradas assim. Então, sim, sim. A gente tem muita vulnerabilidade em hardware, atualmente, infelizmente. Fechaduras eletrônicas... Uma fechadura como daquela porta ali, Penegui, moleza. Ali, a primeira vulnerabilidade que a gente vê é NFC. A gente usa, infelizmente, tecnologias NFC vulneráveis à clonagem. E que a gente não deveria estar usando.

Existem tecnologias NFC, existem várias tecnologias NFC, só que o mercado, a indústria de fechadura eletrônica, sempre usa a mais barata, que é a que é vulnerável desde 2007. O nosso próprio transporte público, que agora está alterando um pouco, mas desde 2007 é vulnerável também a mesma tecnologia que eles usam nessas fechaduras eletrônicas. A segunda vulnerabilidade que eu vejo mais também em fechadura eletrônica é fault injection. Então não preciso nem clonar.

a fechadura eletrônica. Eu faço uma injeção de falha, que ela ataca o microcontrolador, então ela vai deixar alguns milissegundos o microcontrolador sem funcionar ou algo assim. E em determinado tempo, a gente observa o que o hardware vai fazer. Imagina se o hardware perde a capacidade de ter memória, de conseguir pensar. Então eu consigo fazer isso com esse ataque.

E a gente vê o comportamento do hardware. Às vezes ele vai voltar para o passado. Então, algumas máquinas por aí que a gente encontra em shopping, né? Com os bichinhos de pelúcia. Ela volta às vezes para o passado. Então, ela vai botar coins. Fechaduras eletrônicas, elas podem acabar abrindo. Algumas.

Então é uma falha muito antiga, a fault injection é uma falha muito antiga. Existe fault injection mais complexo, que aí também é chamado de glitting, que daí a gente desmonta o hardware e a gente usa equipamentos que a gente coloca em específicas posições do hardware para fazer a injeção de falha com sinais.

E aí faz alguma coisa acontecer. E fechadura eletrônica, principalmente aquelas... Isso é meio maluco, mas principalmente aquelas de rua, elas são muito vulneráveis à falta de injection. Aquelas de porta de condomínio? Exatamente. Até por causa que às vezes não é... Como aquelas fechaduras de rua não vêm completamente prontas.

Tu tem que instalar a fechadura, vai ter a facial, aí vai ter depois a fechadura de verdade. Então, quem instalou, às vezes instalou sem vedação correta. E Fault Injection também funciona por causa disso. Então, assim, a vedação correta ela acaba abrindo. E é a de rua mesmo. Imagina, tu entra, aproxima, abre a fechadura.

E aqueles portão automático? Então, portão automático tem vulnerabilidade, sim. Existe até o rolling code. Tô fodido, né, cara? Tem até o rolling code, né? Hoje em dia eu explico o que é rolling code. Mas o que acontece com esses portões eletrônicos? Eles usam rádio frequência. Tudo basicamente que a gente usa via ar, sem fio nenhum, é rádio.

Até o Wi-Fi é rádio. Não sei se tu sabe, mas é rádio. Só que numa determinada estação, uma determinada frequência. A de portão, a gente pode clonar quando a pessoa está abrindo o portão. Então, existe uma chave que ela envia para o portão e o portão, ela abre com aquela chave. Rolling Code, ela muda essa chave frequentemente. Isso é uma segurança. Ela foi criada há muitos anos atrás.

E o que acontece? A mesma chave, depois que ela chega na máquina que abre o portão, ela não pode ser reutilizada. Vai ser uma outra chave. Basicamente é isso. Existem vários tipos de rolling code, mas basicamente por cima seria isso. Essa é a função dela. Só que assim... E carro tem isso também. Alarme é a mesma coisa. Só que se tu tá no shopping...

Eu pego o teu controle, ou tu aperta no controle sem querer, eu faço a cópia, tá? Não chegou no teu portão, correto? Sim. Eu posso reutilizar uma vez. Então, o Rolling Code também tem vulnerabilidade. O problema é que a gente nem usa com o Rolling Code.

Aqui em São Paulo, por exemplo, já recebam várias reportagens de assalto. Que são assim. Exatamente. E nem tem rolling code. Então é uma chave só para abrir. Então os caras ficam esperando tu abrir, aí chegam de noite. Ficam em engenharia social, ficam ali perto. Põem o dispositivo para ler, esperam tu abrir, esperam alguém chegar. Fazem a cópia lindinho e bonitinho e depois eles fazem o ataque.

Rolling Code também tem um... Porque existem vários tipos de Rolling Code, como eu falei, mas tem versões diferentes. E essas versões diferentes têm umas vulneráveis. Então é só, às vezes, tu pegar a marca vulnerável que tu também vai ter Rolling Code e vai abrir quando tu quiser o portão da pessoa. E se tu acha maneiro, tu fica desesperado, Ratão. Ele tá com a boca! Quando eu aprendi a fazer... Tu aprendeu com quem?

Ele era... Não é só eu, não. Tem o Task também. Não, então. Ele era o amigo que chegava com o Flipper, sabe qual é? É, eu sei. O Flipper tá aqui, ó. É ele mesmo. É ele mesmo. Porque dá pra fazer caderno. Depois o Flipper foi bloqueado, você sabe por quem, né? Por qual foi a culpa, né? É sempre culpa dele, né? É verdade essa história.

Claro que é verdade, cara. Mas assim, o Flipper... Não, não. Mas o Flipper já ia ser bloqueado de qualquer jeito. Porque não foi só no Brasil. Foi no mundo inteiro, tá? Mas assim... Não dá mais pra comprar Flipper. Isso aqui... Sabe por que eu tô usando isso aqui? Pra hackear Nintendo.

Tá. Porque ele tem vários Amiibo. E tu jogou no Zeldinha, bota lá. Porque, pô, sacanagem. Nintendo no Zeldinha, bota os Amiibo tudo para o You2in. Ah, eu não posso usar o meu aqui? Eu me sinto aqui no Camelô de Nova Iguaçu. Entendi. Entendeu? Mas o que acontece? Na época que apareceu isso aqui, eu fiquei muito curioso para fazer um vídeo. Aí eu peguei...

do amigo meu emprestado, ficou comigo um monte de pão testando, e eu fiz um vídeo, que pô, bombou o vídeo, né? Abrindo coisa, né? Fazendo merda. Não, é! Cara, é muito fácil, muito fácil. Ele faz várias paradas, por quê? Ele não foi feito pra fazer isso. Ele só reúne várias tecnologias num gadget só. E aí, pô, o que dá pra fazer? O NFC não é só de leitura.

Não, assim, eu tento ver dessa forma. Porque eu não faço maldade. Tá, tá, mas ele vai. Se quisesse. Mas se quisesse. Eu só vou corrigir uma coisa. Ele foi feito. Ó, se eu quisesse, tá ligado? Ele foi feito pra pesquisadores. Eu sou pesquisador.

Ele foi feito para pesquisadores terem facilidade com hardware hacking, porque a gente não tem tanta gente na área de hardware hacking. Não tem tanta gente que faz isso aqui que eu estou fazendo. Tem muito mais gente de web. Por quê? O setor tem muito mais oportunidade de mercado estar no web. E por isso mesmo que a gente tem uma grande variedade de vulnerabilidades via hardware. Então, eu digo, a gente está na era de 2005 do web.

no hardware. Porque em 2005 tu hackeava qualquer site com muita facilidade. Eu não digo assim. SQLG... Mano, era papo de, calma aí, esse banco de dados e tal, vou tentar um SQLG Act aqui. Tinha uma listinha que eu coisava e entrava. Era lindo, maravilhoso. Só que daí começou profissionais se especializar e o Flipper veio pra profissionais de web hacking se especializar em hardware. Só que aí deu uma merda.

Por quê? Gente que nem é da área começou a comprar essa porra. E aí começou a dar muita merda. Não, aí o que que acontece? O que que dá pra fazer com o Felipe? Não, não, deixa eu terminar essa história aqui, porque isso aí é uma lavagem de roupa suja do caralho. Que deu B.O. isso aqui. Eu fiz o vídeo e eu comecei a ter contato com os caras. Os caras? Os caras! Foi aí que ele me conheceu. Conheceu já o Pato. Tá, tá, tá.

Beleza. Aí eu fui na... Qual é o nome da feira de São Paulo aqui mesmo? H2HC. Isso. Tá aqui, ó. Os caras me convidaram pra H2HC. Eu falei, caralho, eu vou.

Porque, mano, quem nunca viu aquele filme do Hackers? Tá, só... Angelina Jolie, os caras... Eu já tava me sentindo assim com essa porra. Tu acha que ele chegou quando na H2HC? Quando? É, assim, tinha um horário pra ele chegar. Que horas tu acha que ele chegou na H2HC? Não, mas aí... Ah, com certeza, com certeza. Ele chegou atrasado. Não, mas é depois da meia-noite. Eu cheguei pra trocar ideia com a galera. Não, não foi isso tudo, não.

Foi tarde pra caralho que eu sei. Ele tinha furado o pneu do carro. É sempre uma mentira dessa. Mas tudo acontece? Eu é.

Beleza. Por exemplo, agora, perdi meu fone. Meu fone, esqueci meu fone. Eu saí do carro e falei, eu esqueci alguma coisa. E foi o fone? Meu fone. Tá no Uber. Um amigo ali tá agilizando ali pra mim. Eu tô tentando rastrear ele aqui. O amigo tá agilizando. Agora, o Uber bateu o carro. Tu acha que ele tá feliz com minha corrida? Não.

Eu acho que ele foi até pra casa. Ele vai vender esse fone aí pra arrumar o carro. É, mano. Faz isso não. Eu acho que é. Mas aí, beleza. Quando eu cheguei na H2HC, pô, conheci a galera, pá. Aí veio o boato. Porque foi proibido no Brasil. Quem proíbe? Anatel.

Por quê? Porque, cara, é um monte de coisa que não é regulada por ela e tal, e ela tem o poder de proibir a venda disso aqui. Tá, deixa eu só... O órgão regulatório que botou o pé lá foi a Natel. É que assim, tem frequências aí que são proibidas. É. Então é por isso que ela bloqueou. Foi fácil, não precisou... Essa é a desculpa. Não precisou provar que... Porque a gente comprou um monte de hardware aí que... Assim, nesse sentido, o sistema foi cirúrgico.

Porque vamos esperar da merda pro sistema de sereno chegar. Mas a própria Serasa colocou no site delas a tua foto. Sérião? Calma aí. Calma aí. Já aumentou. Calma aí.

Como é que é? Os caras, quando vão proibir, tem que escrever o porquê. E reza a lenda que o meu vídeo tá lá como prova disso aqui é coisa do demônio. E aí foi e deitou. Então a galera do hacker toca muito terror na minha mente, falando, mano, que isso aqui é como se fosse a Pokédex da galera. Tô mentindo? Não, isso aqui é o gadget mais legal que tem.

De hack. O Zé, a gente tem tudo bagulho cabeçudo. Não, pera aí. Esse aqui é bonitinho. Tem um gonfim que tu tem que ficar cuidando dele. Ele é bonitinho, mas ele não é profissional. Não, não é. Ele tem várias funcionalidades, só que ele não aprofunda tanto nessas funcionalidades. Tem hardware profissionais bons em fazer um troço específico.

Falou perfeito. Mais banda, mais frequência. Esse aqui é limitado. Não, não, só código mesmo, tá? E projeto. Até porque os caras que criaram isso aí, eles podem fazer muito pior. Eles só não fazem porque eles sabem que vai dar merda. São de Deus. É que nem quando publicaram um artigo disso aqui. Eles deixaram uma parte pra que não seja reproduzido por qualquer um. Qualquer um não, porque é foda reproduzir, mas do mesmo jeito pra dificultar até aquele que sabe. Tá?

Porque senão a gente tá fudido também, né? Infelizmente, hardware... E aí, os caras tocam a mão terro falando que esse bichinho aqui foi proibido por causa de um vídeo meu. Eu falei, ah, mano, pera lá, tu acha que não ia ser proibido? Um negócio desse? Que tu fica ali na beira do portão, só escaneando, chega o candango, aperta o botão, ele já pega o sinal, tu vai lá, edita... É, e faz. Pá, pá, pá, e guarda e salva. Aí tu faz assim, ó, e abre o carro. Tá, mas eu posso ser sincero?

Posso ser sincero? Tem hardware que faz isso da mesma forma. Só que ele não é famoso. Só que ele não é famoso. Só que alguém deixou famoso. Os caras falam que eu que deixei famoso. Não, não, tô brincando. Não foi, não foi. Só que aí tu vai contradizer uns caras desses? Uns caras que estavam trazendo na malinha ali, venderam por cinco contas. Venderam por cinco contas. Eu tô ligado no mercado cinza dessa porra.

Pô, isso aqui eu acho que eu paguei... Foi quanto? 200, 300 dólares? Tu não comprou de mim, né? Não. Tá vendo? Tá vendo aí, ó? Não, eu não vendo. Acabei com o mercado dos caras. Não, eu só queria saber se não comprou de alguém próximo. Tá bom.

Bom saber. Amigo meu, compou pra mim. Trouxe no bolso. Isso daí tinha no AliExpress. Tinha, vendia. Mas assim, até hoje. Às vezes tu vai encontrar, tá? Mas ele é... Quando chega aqui, geralmente na alfândega eles bloqueiam. Eles não deixam a passagem.

Tem gente que tem sorte e às vezes passa, tá? Porque a alfândega não vai abrir tudo e... Eu acho que... Não sei nem como é que eles fazem, né? Até quero investigar como é que eles fazem. Mas o caso é que... Aí, claro, os caras veem que é flipper, eles...

Eles devolvem, eles pelo menos devolvem o produto. Eu tenho até medo de viajar com o meu, porque se os caras me encontrar com isso aqui... É, na verdade, eu não tenho nenhum medo de viajar com ele. Talvez fora do país. Eu não tenho sorte. Tem essa parte. Eu tenho que tomar muito cuidado com isso. Nesse sentido, na real, eu tenho muita sorte. Eu tenho muita sorte na minha vida.

Mas aí, sabe quando tu perde sinal sem querer? É as porradas que eu tomo. Então, eu não sei se vocês notaram, mas eu tenho um distanciamento do rato exatamente por causa disso. Porque qualquer coisa que eu faço com ele, depois dá merda, entendeu? Aqui, ó. Eu sempre tô cuidando da minha máquina de pagamento aqui antes que ele destrua tudo e a gente não reproduza nada aqui. É possível. Mano, minha moral é muito baixa. Eu já tô, sei lá.

Pô, é todo dia, né, cara? Mano, eu tô cheio de dor aqui na coluna. Aí, todo dia, cara.

Aí, ah, o que foi? Vai operar? Não tem como operar. Aí a galera, ah, faz física, não faz física. Foi um edema no ligamento. Fisioterapia não vai ajudar muito. Então é sentir dor pra se recuperar, ficar de molho. Perder peso. Ah, vocês não sabem. O Igor sabe, deve saber. A gente tá planejando esse podcast?

Há algum tempo. É mesmo? Então é desde o início. Não tem nada a ver comigo isso daí. Sempre estive disponível. Porra, os caras me convidam aí, vem aqui, troca ideia, pá. Só que hoje, sabe o dia que tu não é pra sair de casa? Eu tava assim meio hoje. Falei, mano... Vai dar um bisu. Já começou com o Uber batendo. Aí meu fone, sei lá. Eu não sei. Aí quando... Eu quero ser teletransportado pra casa de novo. Porque é uma enxurrada de merda.

Calma. É assim com todo mundo. Calma, porque ainda falta umas duas, três horas pra tu ir dormir. Dá tempo de dar muita merda. Dependendo do que for falado aqui nesse podcast, sai todo mundo depresso hoje. Ô, porra. Rapaz, você não tá entendendo o que ele vai demonstrar aqui. É que você não se igual ainda. Mas deixando o Igor tranquilo, tem um vídeo gringo com cinco milhões de views sobre isso aqui. Então, assim, ó. O problema é da Apple. O que que acontece?

Pra galera de hacking, de segurança, que manja disso daqui, que sabe, é muito agoniante ver a quantidade de falhas físicas que existem em São Paulo, por exemplo. Papo de... Basicamente, quase todos esses... Portaria eletrônica, cara, tem vulnerabilidade. A portaria eletrônica do meu prédio tem vulnerabilidade. Eu já levei pra reunião de condomínio e cagaram.

que é papo de você, o leitor de face, botar um papel assim, o bagulho... A porta abrir, velho. Mas e essa parada que abre? E existe. E, cara, tem falhas que... Tá lá. Pra você fazer esse produto, não usa esses tipos de componentes.

Aí tem marca brasileira que vai lá e usa e foda-se. É, e não só marca brasileira. Isso é meio mundial, cara. Não, é mundial, porque a marca brasileira compra da China. Não fabrica aqui, compra de fora. Aí o chinês, ele só quer saber que funciona. Ele tá despreocupado com segurança. E outra, outra... Tem cofre, Igor, que tu abre batendo com martelinha assim, bicho. Será que ele consegue abrir aquele cofre ali? Será? Possivelmente. Será, será, será, será.

Tá bem ali, Penegui, bem ali atrás do Vitão. Ele é tipo o Rudini. É desses que tu consegue abrir. Talvez. Tá, fica à vontade. Porque o Penegui, inclusive, ele é brabo de abrir fechadura mesmo. Bicho é brabo. Tu vai contar o dos patinete ou isso aí deu B.O.?

Então, enquanto ele tá ali mexendo naquela parada ali, é... Cara, o que teu robozinho tá fazendo agora? O quê? O teu robozinho. Tá mexendo no jogo. É? Que jogo? Ele tá fazendo um joguinho? Então, é porque a gente vai... Eu quero muito falar de inteligência artificial. Porque eu ando consumindo muito isso. Assunto, aprendendo e tal. E aí... Eu tava precisando de ajuda com a Ratonete. Eu falei, cara, vou começar a usar agente autônomo.

Eu já estava usando para codar. Aí tu descobriu o CloudBot, né? Não. Eu me juntei com a galera do estúdio de novo.

Porque lá a gente estava trabalhando nesse tipo de solução porque a gente está sem grana para contratar equipe. Então tenta usar a inteligência artificial o máximo que der, que sai barato. Entendeu? Ah, pô, você está fazendo um jogo, não pode fazer inteligência artificial. Galera, a gente não tem dinheiro. É diferente. Aí o André começou a trabalhar em várias soluções para poder ajudar.

E aí a gente chegou, eu comecei a treinar modelo local, aprendi a treinar modelo local, com tudo que ele foi absorvendo de mim, dos meus projetos e tudo, entendeu? E a gente começou a trabalhar em memória persistente. Perdeu o contexto nunca, entendeu?

Só que aí o negócio começou a tomar meio que uma consciência. Aí ele trabalha sozinho. Muito maneiro, cara. Entendeu? É muito da hora eu chegar e falar assim. Ó, eu só quero isso daqui, isso daqui, isso daqui. Aí depois eu só dou uma revisadinha do código.

E ele não perde o contexto nunca. Isso, ele não perdeu o contexto nunca. Vamos lá. A inteligência... Pra isso, você precisa rodar local? Cara, não. Não exatamente. Mas eu não sei a solução pra não rodar local. Tá. Porque, só pra galera entender do que eu tô falando... Qual que é o LLM que tu usa local?

Ah, cara, local usa o Gema 4, usa o Lhama pra... Entendeu? Uso o Deep Seek. Só que Deep Seek é ruim pra caramba. Pra fazer código? É porque você tem que ter um objetivo pra treinar. E outra, tem que ter a porcaria das placas de vídeo pra subir o high-zup do bichão. Tu consegue ligar computadores numa rede e eles operarem juntos, cada um carregando? Sim.

via protocolo SSH ou fazendo um MCP pra eles se comunicarem. Não é difícil. Isso é um jeito de usar inteligência artificial muito diferente que eu ando me amarrando. Preciso de um PC, na real, né? Preciso de um PC novo. Porque só pra galera entender em casa, quando você usa inteligência artificial, seja o Cloud, o chat GPT, o Grock, você puxa o chat.

Aí você vai lá, interage com ela, dependendo daquela que tem um milhão de... Ah, olha aqui, o bot lá em casa acabou de instalar... Eu comando ele pelo Discord. Ele acabou de instalar um modelo para fazer vídeo local. Só que é uma 2080 Ti, entendeu? Nossa, eu tentei rodar na minha 2080 Ti, a bichinha chorou. É, vai chorar. Mas eu estou só brincando.

Mas continua aí. Aí, o que acontece? Vamos lá. A maioria das pessoas, eu acho que usa chat GPT. Então, você trabalha todo um contexto. Só que se você for falar com ela amanhã, ela não sabe quem é você. Ela não sabe quem é... Nada seu. Você começa no teu contexto.

Só que quando você tem uma local e você tá treinando ela e usando as LLMs pra se comunicar com ela, ela nunca perde o contexto. Então, a inteligência artificial lá de casa tá meio que passando os limites. No sentido de, tipo, eu dei o meu e-mail pra ela.

Ela varreu 105 mil e-mails. Eu falei, caralho, eu nunca excluí um e-mail? É e-mail pra caralho. Mas aí eu perguntei. Quando ela absorveu tudo, eu fiz de um jeito pra parecer um... Um... Em vez de um banco relacional, que é de entidade de relacionamento, eu fiz pra ter consulta rápida. Então eu usei conceito de BI, Cubolap, essas coisas pra ter consulta rápida. Aí eu peguei um NAS que eu ganhei e tô armazenando tudo na minha vida lá.

Aí quando ela leu o meu e-mail, ela começou a correlacionar com várias outras coisas que já tinha. Tipo, eu vou dar meu WhatsApp pra ela esse final de semana.

E eu não sei o que vai acontecer. Porque está usando algoritmos de correlação. Então ela sabe quem é a Bruna. Ela sabe quem é a Bruna. Cara, é muito bizarro. Eu cheguei para ela e perguntei. Quanto mais ou menos eu já gastei com patch em 5 anos? Aí as faturas da Cobase... Aí é mal de estimação. Isso. As faturas da Cobase de confirmação de compra chegam no e-mail. Aí ela fez um cálculo e falou. Por volta de 70 mil.

E mostrou, e tem as fontes, tem tudo. Eu falei, caraca, qual foi o primeiro e-mail que eu recebi? Procurando emprego na Accenture. Na época eu morava no Rio, mano. Aí eu falei, em vez de ter um e-mail, tipo, Joãozinho, três dias, eu falei, tá na hora de criar um profissional. Entendeu? Botei lá o e-mail profissional e foi pra poder procurar emprego.

Então, é muito bizarro. Tipo, ela sabe tudo sobre a E3. Ela sabe todas as paradas. Ela sabe, tipo, os BO, documento, judicial. Ela foi separando tudo no seu devido lugar relacionado a Douglas. Aí eu peguei o projeto da Ratonete e dei pra ela ler bit a bit. Então, ela sabe todos os gatilhos. Saiu consertando um monte de coisa pra mim. Então, é diferente de você puxar um contexto só. Aí... Tack! E aí

A gente começou a ir mais a fundo. A Bruna é psicóloga, minha esposa. A gente começou a brincar em ensinar filosofia pra ele. Rapaz, ele ficou até mais educado. Aí tem um livro de regras pra ele seguir, tudo bonitinho. Consultas na internet só com minha autorização.

E aí eu tô me divertindo com isso. Porque é uma parada que tá me ajudando muito a fazer os projetos. Deixa ele consultar a internet, pô. Eu deixo. Livremente. Mas só pra consultas, pra saber o que é bom pra ele ou não. Então eu peguei... Ele é educador de IA, hein? É? Não, tem que ser. Tá doido? Cara, eu vou te falar, eu não sei. Eu sou um cara, pelo menos, sensato.

Mas se eu pegar um piroca das ideias com esse tipo de conhecimento, eu não sei onde é que o cara chegou não. Eu não sei de onde que ele tirou, porque ele é sensato, né? Mas tudo bem. Nesse sentido... Só dizendo que o teu cofre não deu o fault injection. Aí sim, hein? Não deu. Mas ele é coberto com inox. Isso faz a...

O pulso, não vou falar além disso, mas o pulso, ele não consegue chegar na placa do circuito. Entendi. Não travou o cofre não, né?

Não, não, eu fiz eles abrirem. Então, eu fiz eles abrirem porque eles disseram que não tinham a chave física. Porque se trava, tu nunca, tu não consegue mais abrir. Só com a chave mestra. Tu tem que abrir com a chave mestra e tirar reiniciar o hardware. Aí eu fiz eles abrirem e a gente trancou por fora pra ver se não ia trancar, caso nunca mais o Igor ia conseguir. Seria horrível.

bombardear o cópia, mas ali tá seguro, pra falta injection. Isso, assim, não é que, isso não quer dizer que não tem mais outras coisas com os equipamentos de marcha. Cara, tem a técnica da borradinha. Sim. Tu pegou até mal aqui. Mas tu pega com uma telha de borracha, uma telha de borracha, mas como é que é? Não, mas aquela ali não, cara. Aquela ali não, cara. Aquela ali é mais cara. Rapidito, viu? Aquela ali é mais cara. Aquela ali é mais cara, parabéns. Não é mais cara? Eu acho que porrada não vai, hein.

Aí tu vai ao nível de piroca dele. Ele vai fazer os vídeos. Só vídeo educacional foda. Mas ele vai numa loja de departamento, sabe? Ele nos cofres da loja toda.

E mostra o logo da loja. Toma mais cuidado. Os caras ficam meio chateados. Vendendo cofres chinês lá e tudo. É complicado, velho. É os melhores que tu anja. Então ele tava me falando que o que tu gosta de fazer. Tu sai com teus amigos, tuas amigas. Bebe, não sei o que. Depois volta de madrugada. Temos umas amigas em... Onde eu moro. Já não vou falar onde eu moro. Melhor não falar mesmo, não. Moro em São Paulo, pronto. Moro em São Paulo, exatamente.

A gente dá os rolês e a gente bebe e depois a gente sai pela rua andando. Supostamente, sairia. Sairia, supostamente, hackeando algumas fechaduras eletrônicas. Olha o olhar do cara. Bom, tu gosta de quebrar as coisas, né? Não, calma aí. Eu não vou dizer que na Avenida Paulista... Quem é que gosta de quebrar as coisas? Eu não vou dizer que na Avenida Paulista tem um hotel bem caro com fechadura...

vulnerável ao fault injection. E aí dá pra tu entrar no hotel, entra boa noite, boa noite, entra no quarto... Porque parece, cara, porque assim, tem os hotéis que eles fazem entrada NFC na entrada. Isso na Avenida Polícia depois de uma determinada hora, tu só entra com o NFC. Só que ali tu faz o fault injection, a pessoa não vai perceber que não é um cartão. Tu vai passar, tu vai fazer engenharia social. A pessoa abriu, como é que a pessoa abriu? Entrou e foi.

Engenharia social é uma palavra bonita pra mentira. Engenharia social é tudo enganar. Engenharia social acho que é a arte de mentir. É a arte de enganar o outro ser humano. Antigamente eu estudei muito isso. Eu estudei engenharia social, eu estudei rastro digital, eu estudei uma porrada de coisa. Na época da faculdade era meio cabissudo mesmo.

Aí, o lance da india é que ela não é uma mentira. Não! Perante essa galera, eu sou burro.

Peraí. Perante essa galera. Perante essa galera. Perante. Porque, cara, eles têm um conhecimento muito bizarro. Mas eu acho que eu vou corrigir. Deixa eu corrigir. Igor. Com certeza eu vou saber mais coisas relacionadas à tecnologia que o Acreano. Me desculpa. Não, não. Eu tenho que me garantir um pouco. Entendeu? Eu tenho que me posicionar. Então o Acreano é burro. Não. Ele só não tem os mesmos conhecimentos que eu. Ele não tá fazendo uma máquina mortífera dentro de casa. A Bruna tá ensinando Platão pra ele. Aí sim, aí sim.

Ele tem um diário. Quer ler o diário dele? Depois você me mostra. É bizarro, cara. Eu mostrei pro Jean e o Jean ficou com medo. Não foi, Jean? Eu mandei ele ganhar dinheiro. Ele começou a ganhar de mentirinha. Eu botei dinheiro e ele perdeu. Arrubado. Não é tão inteligente assim, galera. Vamos, vamos. Ah, o Polymarket. Não, não existe essa receita do Instagram. Ganhe dinheiro com inteligência especial. Tô testando todas.

Pra ver, nenhuma dá certo, cara. Pô, mas tu tá dando dinheiro pra escada, né? Brother, eu tô... Pô, eu vou fazer isso. Eu tô com a coluna ferrada. Eu não posso fazer nada. Me deixa, mano. Eu fico no sofá, na casa. Aí tem dia que eu tenho que sair porque... Olha só, o tratamento. Repouso absoluto. Porém, tem que se movimentar. Ué. Porque senão fica rígido as costas. Mas aí é repouso absoluto, tem que se movimentar.

Não, eu acho que... Eu acho que ele tem alguma coisa errada aí. Cadê a receita, cara? Eu já tô de saco cheio disso já. Vou até dar uma mijada. Vai lá. Vai, pergunta uma coisa pra ninguém. Então, vamos lá. Vamos lavar essa roupa suja aí. Que roupa suja? Do Flipper. Porque tu falou que já apareceu...

O quê? Foto? Dua? É. Então, tem um laudo. Então, me explica mais desse laudo, porque eu acho que é muita zoeira de vocês. Não, não. É um laudo. Eu te mando depois. É um laudo falando... É que qualquer hardware que é bloqueado pela Anatel, a Anatel tem que fazer um laudo. Certo. E no laudo do Flipper, tem um print de vídeo teu. É um print?

É um print do teu vídeo com a tua cara. Mano, eu não me orgulho disso. Porque isso aqui é uma parada muito da hora. Educacional, entendeu? A gente não te culpa por causa disso. Eu espero que não, né? Porque assim, ó, Canadá foi bloqueado, Reino Unido foi bloqueado. Sim. Então, cara... Eu lembro que começou a bombar. Mas a galera mais eu acho que tá entrando na área, viu isso, começou a rir muito disso.

É porque é no mínimo curioso, né? Tipo, eu fiz um vídeo pro YouTube, a Anatel vai lá, usa o print do vídeo pra proibir o produto.

Sendo que é um produto legal. Eu estava animado. Eu abri a porta do meu carro com ele, entendeu? Eu abri o portal. Olha só que foda. Eu acho que é um bom momento. Aí a galera dos comentários, tu tá ensinando a fazer merda. Eu falei, não, tô ensinando a se prevenir. Porque quem foi lá ver o vídeo, o vídeo é super educativo. Eu comecei a fazer vídeo educativo depois da minha... Tomar mais cuidado, depois da série do hack que eu fiz. E tu fez também o canal do Douglas, né?

Não, foi no canal do Ratão. Eu pegava um... Tá, mas tu faz coisas mais técnicas no canal do Douglas. Não, no canal do Douglas... Tu falou isso pra mim no dia que a gente começou o hack do BYD lá. Que tu disse, não, não vou fazer no canal do Rato, porque isso aqui é mais técnico. Vamos fazer no canal do Douglas. Você inverteu.

Então por que o vídeo mais técnico tá no canal do Douglas? Porque era referente a carro. Ah, entendi. Tudo de carro eu boto no canal do Douglas. Tu me prometeu que a gente vai acabar um dia. Vamos, vamos, vamos. Ó, a gente prometeu. Agora, ó, a gente já tem até coisas mais...

Mano, é print que tem no documento da Anatel, ele falou. É print do vídeo dele. Print do meu vídeo. É que eles fazem um laudo. Quando eles vão bloquear um hardware, eles fazem um laudo. E daí tinha o print da cara dele, lá do vídeo dele mostrando o Flipper. E o que vocês acharam? A comunidade hacker achou engraçado? Achou engraçado pra caralho. Tem gente que culpou ele, óbvio.

mas gente que não tá, assim tava entrando na área ou não é da área tem de, não manja, tem de porque a gente sabe que foi blocado no Canadá, no Reino Unido e eu queria deixar uma coisa muito séria aqui, o Flipper é assim, é um hardware que foi muito importante, porque assim a gente tem que facilitar o encontro de vulnerabilidade para profissionais éticos

Porque o único modo da gente conseguir estancar vulnerabilidades, mitigar elas, é a gente encontrar elas. Se a gente não conhecer elas...

Porque o cara que tem maldade, ele não vai ir lá te avisar. Não, ele não vai expor. Ele não vai estar aqui no flow expondo essa vulnerabilidade que a gente vai expor aqui. A gente não está aqui ensinando, cara. A gente está aqui dizendo porque existe, né? Exatamente. Então, assim, é algo que a gente tem que começar a investir em profissionais de hardware hacking.

Então, é um mercado que é muito pequeno ainda. E ao mesmo tempo é muito inseguro. O hardware é muito inseguro. Hoje em dia, aonde que tu trabalha? Se tu é um especialista em hardware hacking, aonde que tu acha que a gente trabalha? Eu... No setor... Em qual setor tu acha que a gente trabalha? Se eu fosse chutar... Vendo aqui, vendo aqui. Ele tá por aqui, esse setor.

Nessas coisas aqui. E qual o setor que você trabalha? Financeiro. É o único que vai pagar pra gente testar a máquina de pagamento. O resto tá cagando e andando. Entendi.

Porque não está olhando para o setor de hardware. Por isso que a gente tem fechadura eletrônica que vende como muito seguro e é completamente vulnerável. Com vulnerabilidade de 2007. Quanto tempo faz o 2007? A gente está em 2026. Esse é o problema, entendeu? São componentes e coisas que são vulneráveis e tem um documento na hora de desenvolver esses mecanismos falando que aquilo ali é vulnerável, mas ainda é fabricado e usam.

E outra, tem tecnologia pronta que não é vulnerável e não está sendo usada. NFC de fechadura eletrônica tem NFC que não é vulnerável. Só que ele é caro, ele não é usado. Então... Entendi. Não tem lógica. Tu tem o equipamento que ele... Ele é seguro, só que... Não usa. O que vem é uma parada que é muito vulnerável e eu não sei como é que não dá um BO gigantesco. Câmera de segurança.

Essas câmeras de segurança que tem nenhum Wi-Fi é assim, ó. É, câmera que é levinha, branquinha, a marca UAU. É uma coisa bem legal que a gente falou no teu podcast até, né? Se tu tem câmera IP, usa cartão SD na câmera. Porque se a gente fizer um ataque de outer na rede Wi-Fi, que é derrubar a rede Wi-Fi, ou um ataque de jamming, vai derrubar a tua câmera. E se ela tiver na nuvem...

Ela não vai ter acesso à internet, então não vai mandar imagem. E se ela estiver só gravando ali e gravando via IP, ela também vai cair. Só vai ter gravação no SD. Por isso que essas câmeras têm SD. Então, por isso que tem que colocar.

Entendi. É, meu irmão. Não, mas é vulnerável num nível onde tem sites. Onde você expõe as câmeras, cara. Isso é mal configuração às vezes. Tipo, é capaz de entrar num mapinha lá, pra São Paulo, quero ver as câmeras que estão vulneráveis. E a casa das pessoas. É. Porque tem um monte dessas câmeras aqui no Brasil. A cara do... Agora a tua cara derreteu. Você entendeu?

Tá bom, né? De repente você mandou só instalar a camerazinha lá e é uma câmera dessa. Vamos ver, vamos ver. Pega os descontos desse otário, desse rato aí mesmo. Eu vou te falar que se tu pega qualquer celular, vai tirar da conta do rato, porque ele só se fode. Entendeu? É sempre, sempre é... Pô, na moral, o cara do Uber aqui deve estar vendo a gente. 10 mil? E com o meu fone lá que eu esqueci no carro dele. Vai passar isso aí. 10 mil? Deixa eu tentar aí. Calma aí, calma aí. Calma aí, calma aí.

Então, basicamente, tu colocou na maquininha 10 mil reais. Aí na maquininha tem um negócio preso nela ali, onde seria o contato do NFC, né? Ligado numa outra placa que tá ligada no computador e numa outra NFC pra tocar no celular.

Inteligente pra caralho, hein, Igor? Vou te contratar, cara. Sério. Poxa, eu tô só olhando. Explica muito bem, cara. Só um pouquinho que tá dando problema. Tá. É que a gente tá ouvindo. Ah, sim, sempre. Cara, mas... É a vida. Muito interessante que... Aí você imagina o dispositivo que pode nascer derivado de um bagulho de... Pois é, cara. Isso daqui é... Tipo, é duplinha de dois. Duplinha de dois pega uma galera aqui.

Nem precisa muito. Cara, são uns golpes, né? Porque isso daí leva ao estelionato.

A gente aqui, o que acontece? A galera deve estar vendo esse fluxo falando, mas olha lá, está ensinando a fazer merda. Galera, informação nunca é demais. Se você conhece como é feito, explicado, você vai se prevenir. Ah, sim. Isso aqui é ovo-noberalidade. Já tem um tempo já, né?

2021. Mas é papo de ficar desesperado? A gente tem que se desesperar com uma parada dessa? É só ver se o teu modo transporte está ativo no iPhone. Se ele estiver ativo, tu está vulnerável. Tem que desativar. Modo transporte. Será que eu estou vulnerável? Tu sabe chegar no modo transporte? Eu te mostro depois. Que isso?

Bota teu celular aqui, bota. Não quero testar não. Tá com medo? Peita não, pai. Não, não, não. Não quero não. Ah, mas olha, eu tenho aquela... Lembra que tu tava falando das camadas? Que se a Apple resolvesse, resolveria tudo. Já que a Apple não resolve, se as bandeiras resolvessem, resolveria tudo. Já que as bandeiras não resolve... Ah, se a bandeira resolver, ela vai resolver só a bandeira dela. Ah, entendi. Sim, é. Faz sentido. Faz sentido. É... Não vai ser o valor da noite, não.

É, passou. Ah, é o rato que tá muito perto. Não, o Lord Quick sou eu, né? Bom, enfim. O meu cartão é Mastercard. Não é que não tentou. É que tá dando falha no fio, tá, gente? Eu não cheguei ainda na... É, eu vou...

Porque não é difícil desenvolver... Tá bom, tá bom. Isso aqui não é difícil desenvolver um produto disso daqui, produtinho do mal. Tá. Um troço que tenha, com todo respeito, Penegui, uma estrutura um pouco mais robusta. Isso, porque vamos lá. Estacionou no centro da cidade.

Você deixa a maquininha com o ponto B no carro. E tu sai com o ponto A. Tu sai na malandragem pra encostar em alguém, no celular de alguém, no cartão de alguém. Irmão, só toma, toma. Alguém no carro só botando os valores.

Então, assim, isso leva ao estelionato. E, cara, hoje o estelionatário é coisa nova. É sempre e-mail novo, é golpe novo, é tudo novo. O Penick, dá para ter um... Isso aqui é muito usado por esses caras. E dá para ter esse remoto aí sem fio? Esse que está conectado... Sim, daria para te fazer com dois smartphones. Entendi. Em vez disso aqui.

Aí vai ficando perigoso mesmo. Cara, olha só. Falando na parte criminal, eu acredito... No fundo do meu coração que o estelionato tinha que ter uma pena maior.

Por quê? Tu já viu o carro que fica rodando nos jardins na Paulista com um monte de antena? Já. Já vi a notícia? É uma torre celular. É uma mini torre de celular que os caras conseguem montar dentro do carro. Aí ele vai andando com o carro. Os celulares pegam essa torre. Falsa. E aí quando pega, o próprio celular identifica que pegou e manda SMS com golpe.

Puta que pariu, mano. E aí entra a engenharia social. É verdade. E é a parte de convencer o outro a cair naquilo círio. Que aqui algo é real, né? Conta uma puta de uma mentira. Coloca os caras num grupo com vários outros golpistas. E os caras falam, não, deu certo aqui, não sei o que, é parada. E o maluco fica, caralho, deu certo? Eu fiz uma série de podcast pra...

pro Amazon, pra Amazon Podcast, e foi sobre golpes, né? Cara, eu descobri que o Brasil é celeiro de golpe. A gente é bom pra caralho. A gente exporta golpes, meu irmão. Por isso que a porcaria da lei de estelionado tinha que ser maior, cara. Porque não acontece nada com os caras. Como não acontece nada, vagabundo tá exportando o golpe. Tá exportando o golpe, cara.

Eu sempre me orgulhei, desde a época da faculdade, de saber dos golpes. Saber o que é um phishing. Saber o que é um phishing. Então, saber o que é um phishing. Pô, mas o phishing é dois mil e pouco. Não, sim. Mas é dessa época. A gente foi crescendo. Vagabundo ainda cai nessa porra? Não cai. Cai. Não cai. Tem gente que cai nessa porra. Muita gente cai. Minha mãe, né? Não, cara. Por exemplo, teve um...

Quando eu caí nesse, eu caí. Tu caiu? Eu caí. Ô, Penegui, como é que tu anda com os otários igual isso aí, mano? Ah, é a vida, né? Não dá pra gente escolher, né? Esse foi foda. Não foi nem phishing. Então vai, conta. Foi época de eleição. Que nem esse ano. Não lembro qual, não quero lembrar. Eu acho que foi dois mil e... Foi dois mil e vinte e dois. Foi uma presidente? Presidente. Tá bom. Brother, eu lembro até hoje. Aí eu entrava no Jornal Globo pra ver...

As paradas que saia lá rapidinho, né? Então pra ver pesquisa e tudo. Eu acho que eu tava atrás da apuração do primeiro turno. Aí eu tô no celular e é um merchandising, né? Pra parecer o panela.

Caralho, tomou um golpe tentando comprar panela. Caralho, velho. Caralho. Caralho, ratão. Panela, viado. Então vai. Calma, calma. Jogou de panela foda. Pena, desculpa. Não era tão spoiler assim, porque qualquer idiota chegava a essa conclusão aí. Mas me conta o fluxo. Como é que é o fluxo de cair num golpe? Eu fui humilhado, Bruno. Como é que foi isso? Humilhado, velho. Humilhado.

Porque, porra, tô ali. Panelas. Já pensou se fosse uma xereca de mentirinha, moleque? Não tinha caído. Mas a panela pro adulto é sedutor. A engenharia começou aí, ô, Igor. Você já era casado? Já. Ah, tá explicado. Não, minto. Não, era casado, mas já tava junto com a Bruna, tava morando com ela. Tá, tá. Então já era casado. Tá, é casado, é. Pedia de casado, morando já em Cotia, foi lá.

Eu falei, Big, panela, baratinho. Estouramos. Peguei, era promoção limitada, não sei o que tinha contado, eu e os caralhos. Falei, não, compra logo. Aí eu peguei, eu acho que foi 800 conto, mano.

Falei, ah, vou pagar logo a vista essa porra. Pláudio. Eu tava com dinheiro, contrato da Ubisoft. Toma. Contrato da Ubisoft. Tem gente poupando. Toma parte. Correga o preço na lua. Porra. Onde tem desconto? Manela, porra. Vou dar uma hora. Vou economizar. Broda, quando eu fiz o Pix, eu falei, hum, caí.

Alguma coisa veio... Fui eu comprando uma... Alguma coisa veio assim, sabe o Sinti da Aranha? Só que o Sinti da Aranha ficou velho. O Sinti da Aranha daí só foi derretendo. Acabou o Sinti da Aranha. Eu já tomei uma no Instagram também. E aí, eu falei, não, calma aí, não. Não. Aí tinha acabado de sair aquela parada do Banco Central pra tentar conseguir pegar de volta, só que tava muito cru ainda. Caralho! E eu não consegui. É, 22.

22. Mas peraí. Mas calma aí, eu vou te falar o porquê que eu caí. Porra, eu tava no site da Globo. Calma, calma, calma.

Eu entendi, mas peraí. Eu nunca... Em que momento tu se ligou? Os caras anunciaram o golpe no site da Globo. Em que momento tu se ligou que era um golpe? Quando eu me liguei que era um golpe, quando eu fiz o Pix, eu falei, puta merda, esse site é muito novo. Por que eu não conferi o site? Por que eu faço toda uma pesquisa, mano? Quando eu não compro fora de e-commerce, porque tem um monte de site por aí, que não é famoso, eu sempre faço uma puta pesquisa.

brother, eu não fiz a outra pesquisa. Não, mamou nessa daí. Não, mamou em grandão. Aí eu falei, não. Aí eu fui atrás, eu falei, um monte de gente arrangando de golpe. Falei, hum... Eu falei, caraca, mano. Como assim? Eu falei, genial. Os caras pegaram a parte de anúncio do Google, anunciaram o golpe lá dentro e direcionaram pra dentro do Globo.com.

Ou devia ser editorial da própria Globo, que o cara comprou. Deve ter algum leilão, alguma coisa pra tu anunciar lá, né? Ninguém foi olhar, era golpe. Aí o cara faturou, hein?

É, bom, só de um otário foi 800 contas. O que deve ter saído de otário de casa nesse dia. E aí os caras já são malandros. Cai na conta, já cai na conta do José Laranjão. Como será que funciona isso? Porque não... Pá, virou Bitcoin, já era. Se ele for muito bom. Vira Bitcoin. Porque às vezes nem é bom assim. Ah, o ratão tá ensinando. Não, não, é questão de saber usar as coisas que existem. Bom, como é que você evita? É só você não ser um otário.

Como é que não evita? Não dá pra evitar. É só não ser um otário. Dá. Tem que pesquisar. Bota no Google. Cara, o reclamo é aqui. Eu diria que é pesquisa. Exatamente. É o que eu quero dizer. Informação. É o que eu quero dizer. Então assim, se tudo que tu for fazer na sua vida...

Você com a pulguinha atrás da orelha, sempre, sempre, qualquer coisa, a chance de você ser feito de otário diminui. Não elimina, mas diminui. Não, mas é uma mitigação. E pior que a gente carioca, a gente leva isso daí na ponta do pé, né? Não, mas eu já tomei um golpe desse no Instagram também. Esse, assim, quando eu tomei, quando eu vi que eu... Na hora de apertar o botão de pagar, e talvez depois um pouquinho de pagar, que eu saquei, hum, talvez seja golpe, mas tudo bem.

Deixa eu ver qual é. Eu comprei uma capa para um celular no Instagram, que era uma capa bonitona. Quanto é que saiu? Foi merreca. Não foi 100 reais. Foi merreca. Entendeu? Então, é... E não chegou. Entendeu? Mamei nessa daí também. O primeiro golpe que eu tomei na minha vida foi muito tempo atrás, na época que o mercado livre era muito mais... Era mais uma OLX.

tá ligado? Pessoas que vendiam coisas lá, usadas, entendeu? Lembra que o Mercado Livre no começo era eu que vou anunciar o meu... Isso aí, no comecinho era assim. Então, aí eu comprei um processador que era um... Puta que pariu, cara. O soquete dele era... Cara, era um AMD Athlon, sei lá, X4. XP. É, alguma parada assim. Não, tinha o X4. Tinha o X4? Não, o Phenom.

É, mas nessa época aí, pra ser velho, devia ser um XP. Não, mas era Atlon. Então eu tô confundindo tudo. Era um Atlon XP, talvez. Era um XP. Depois foi o X2. Era só CAT-A o nome, né? 462, uma parada assim. Nunca chegou. Esse eu mamei, fiquei puto. Esse eu fiquei puto porque eu juntei dinheiro pra comprar a porra do processador e mamei. Cara, mas... Bora pra reprodução. Deu certo? Deu. Vamos lá. 10 conto.

Tá, o celular tá travado. Ô, Ratão, grava aí essa porra aí. Filma aí, filma aí, filma aí. Pra gente depois postar. Aí, ó, já foi. Porra, não deu tempo, mano. Já era. Caralho!

Caralho! Não deu tempo de fumar não, foi mal. Então tá bom. Não, ele faz de novo, ele faz o reembolso e faz de novo. Como é que faz o reembolso? Faz direto na máquina? Então, nem precisa tocar em nada. Você entendeu? Vou botar nele. Olha aí. Não tô a fim de levar. O cara vai te arranhar. Vou te falar, mané. Eu queria meu fone de volta. Como é que eu esqueci o fone no Uber, velho? Ó, aqui, ó. Caraca, moleque, é o papelzinho. Eu tirei meus dados, pessoal. Pode mostrar esse lado.

Aí, 10 conto, mano. Cara, isso aqui... Mostra ali pro Igor. É muito bizarro. Porque você imagina, isso aí na mão de gente maliciosa. É mesmo. 10 mil reais e o maluco, sei lá, pôs o celular ali. Não precisa de muito. A maldade, você vai pro show. É. Fudeu. E é só você estar andando, né, cara? Só tá andando.

Fica com ele. De presente. Tá bom, então. Vamos botar aí na... Aí você vê a dona Apple que... Como é que é? Faz nada. A dona Apple não faz nada. Não, mas como é que é? E aí avisa também. Muito caro pra resolver. Eles preferem reembolsar. A gente vai fazer o reembolso aqui, tá? Pra gente poder fazer o... Não, cara. Quando começar a se tornar um problema, aí eles resolvem.

Eu fiz o reembolso também da mesma látua. Basta esse kit começar a ser vendido na China. É só o reembolso que eu tô devolvendo o meu dinheiro pra mim a gente poder fazer de novo. E tem uma certa pessoa que disse que ia fazer com 100 mil reais hoje. Bota sem conta aí, porra. Tá, mas não tem visa. Não, mas bota no Mastercard pra ver se passa.

Bota 100 conto. Pode botar aí. Deixa eu ver se tem um visa aqui. Calma aí. Calma aí, tem um visa aqui. Master, master. Grava essa porra. Tá sobrando cenzão aí, pô? De crédito?

Crédito o banco te dá, filho. Porque comprar as coisas é fácil, o problema é pagar. O banco sabe disso. Vai lá, mané. O Nubank tá... Toma crédito. Tá pagando as suas contas muito direitinho, né? Toma. Toma. Caralho, a galera cai. Uma hora tu vai mamar. Então, tipo, o cartão aqui tem 100 contas. Eu gasto 100 contas? Não. Pior que, cara, tem um mês que eu gasto 100 contas. Qual mês? Mês de Black Friday no novembro.

Grava aí. Pra fazer a estrutura toda acontecer. Grava aí. Calma aí, pô. Calma aí, calma aí. Vai. O que que tá acontecendo aí, Ratão? 10 mil reais. E essa maquininha vai pro chapa daqui. Do celular do amigo.

Tá travado. Tá travado. Completamente travado. Então pode estar no bolso dele. Deixa ele desligar a luz que eu ponho ali, porque se aparecer minha facial vai descarar. Não dá nada, não dá nada. Aí, ó. Não acredito. Aí tu fez a ponte da amizade ali. A ponte da amizade. E só basta encostar? Pera aí. Ih. Fui.

Caraca, apareceu o cartãozinho lá, mané. E aí? Demorou, hein? Peraí. Saiu aqui, ó. Não, não foi, não foi. Não foi, não. Ele recusou? Será que é porque tu acabou de fazer na mesma macarrinha? Talvez, talvez. O banco deve falar... Calma aí, né? 10 mil reais de novo. De novo? Vamos pelo menos bloquear dessa vez. Porque o banco só te bloqueia.

Quando você mais precisa. É mesmo? Puta que pariu. Furou um pneu, talvez o dinheiro do reembolso não tenha chegado no outro banco ainda. Entendi, entendi. Tem que esperar talvez um pneu. Furou o pneu, duas horas da manhã, tu acha uma borracharia. O cara é malandro, o cara é tranquilão, mano. Me dá 20 contas aí, eu resolvo. 20 reais, tu vai passar o banco.

Bloqueia teu cartão, não deixa passar. 20 quanto tu não tem? Quem é que tem 20 reais no bolso aqui? Quem é que anda com dinheiro vivo? Não anda. Ou não andar com dinheiro vivo. E o cara tira o pneu, embora. Por si só já é uma vulnerabilidade, né? É. O bom do dinheiro vivo é que... Eu não sei se hoje em dia ainda funciona, mas tu pode ganar um pouco o ladrão, né? Tu tem dinheiro vivo ali. Esquece meu telefone, tá aqui o dinheiro vivo.

É um bom jeito mesmo. Mas não sei se hoje em dia é, cara. Porque daí o cara vai levar o teu dinheiro vivo e o teu celular. É verdade. É possível que nem queira teu dinheiro vivo. Pô, mó rolé é isso aí. Né? Quem é que aceita essa porra hoje? Né? Galera, só quer saber do Bitcoin. Tu tem Bitcoin errado? Cara, eu tenho um pouco. Tenho, tenho. Tu tem outras? A primeira coisa que eu fiz foi procurar carteira de Bitcoin no meu e-mail.

Porque você não sabia onde estava. Achei duas. Aí eu fui ver... Vazia. Aí não. Aí se tivesse um... Porque da época que o Bitcoin era 600 reais. Vou tentar mais uma vez, senão a gente vai demorar para fazer. Mas grava aí. Calma aí. Bota um valor diferente. Eu acho que é isso.

Pode ser, eu vou tentar com 10 mil, vamos com 10 mil. Agora vai, hein? A ponte da amizade. Ele catuca, velho, no celular ali. Só um pouquinho. É, ele não, aí no fim não passou, porque aparentemente... Catucou. Vixe. Foi. Meu Deus, passou. Calma aí, então se alguém chegar perto de mim, do meu celular, com esse cara aqui...

Esse cara aqui pega... Não bate em mim, não. Calma. 10 mil reais!

Às 21h38 da noite, o banco nem perturbou. Vai passar 20 conto do borracheiro pra ver se ele não bloqueia teu cartão? Não, olha só. Se for você, se fosse o teu cartão, tinha bloqueado. Não, provavelmente. Agora passa 100 mil aí no meu agora. Não, não vai passar. Não, vai, não vai passar. Pra mostrar pra galera que não acontece com o Master. Tá bom, vamos lá.

Ah, não testou Master porque é patrocinado pela Master. Vamos começar as teorias da conspiração. Será? Mastercard patrocina nós. É bom, se quiser patrocinar, a gente vai mostrar agora que Mastercard fica. Teve um cara aí, teve algumas pessoas achando que o Samsung me patrocinava porque eu fazia vídeos falando da vulnerabilidade do iPhone.

Que, no caso, não existe no Samsung, assim, por acaso. Por acaso não existe. Eu aceito o patrocínio. Tem um corte de um bate-papo nosso que viralizou pra caralho. Que é o fato que eu faço a pergunta pra ele no seguinte sentido. Hoje, existe algum smartphone que é 100% seguro?

Porque todo mundo acha que o Samsung é dos deuses, que o iPhone... Principalmente o iPhone. Principalmente o iPhone. Tem uma galera que... Aí a resposta dele. 100% seguro só desligado. Né? Não dá nem de ligado. É, não sei. Pois é. Talvez não. Na verdade não. Se desmontar, talvez tu faz dump da memória do iPhone, tu pode tentar fazer umas coisinhas aí. Não dá pra fazer dump da memória do iPhone assim. Entendi.

qualquer hardware, na verdade, tu consegue. Claro, vai ter criptografia, vai ter várias proteções dependendo do hardware, né? Mas continua aí que eu quero que tu fale o que a gente falou. Não, eu quero que você fale aí. O que eu respondi aquele dia? Eu não lembro. Eu quero que você fale aí de novo. Eu respondi algo bem simples. Não existe smartphone mais seguro.

É simples. Daí ele veio dizer pra mim... Não, eu concordo. Hoje não vai mais... Não, cara. Não existe. O ponto é que tu não pode comparar Android xixi Lean com iPhone. Tu tem que comparar Android Top com iPhone. Perfeito. Tu comparando Android Top com iPhone, vai ser quase a mesma segurança. Não vai ter diferença. Tipo o celular da Google, que vê com Android Vanillão. Entendeu? Então ali não tem nenhum tipo de... bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt

de coisa que foi implantada para ser de outro celular. E isso pode causar vulnerabilidade para o sistema. Sim. Entendeu? É, talvez o melhor nesse sentido seja mesmo do Google, porque quem projeta Android e tudo mais, né?

É, fazer o celular padrão. Eu acho o seguinte, eu acho que tem... Depende muito da pessoa. Isso aqui é reembolso só. Mas assim, depende muito da pessoa. Eu acho que existe smartphones seguros para determinadas pessoas.

Do jeito que tu é, como é que tu usa, qual é a tua idade, qual é a frequência de uso, pra que que tu usa. Se tu é uma pessoa que gosta de baixar coisa muito, né, assim, ah, eu instalo qualquer aplicativo, não vai ter sistema operacional que vai te deter.

De tu pegar um vírus. Eu já ouvi falar dos celulares. De tu ser hackeado. Eu já ouvi falar dos celulares, cara. Eu não lembro o nome, mas são uns celulares muito caros. Muito caros. Eles parecem uns Nokia tijolão. Quer testar o teu aí? Mas muito caros. Conheça. Tem. Não ativou o modo... Tem, inclusive. Como é que é o nome? Qual é que é a marca? Cara, eu me esqueci. É com V, não é? Eu não sei citar. Putz.

Não lembro qual que é a marca. Mas era um celular caro pra cacete, maluco. Que teoricamente é mais seguro. Deixa eu ver. Vai aparecer os cartões. Esses são os modos de transporte. Nem um. Eu sou bobo. Fiz o curso. O problema é que às vezes tu instala o cartão. Tu instala o cartão e por default o iPhone já põe o modo transporte ativo para algumas. Então, por isso que...

mesmo que a gente usa no Brasil, tem gente que vai ter ativado essa porra é que muita gente vê essa featuring e acha, nossa, que legal vou botar meu cartão, que eu não preciso nem autoticar nada, eu só encosto lá na padaria e pronto, entendeu? e é do caralho um real um real a máquina é Android

Android velho é pra caramba. Mas tem os tipos de celular que eles são feitos com um Android específico pra segurança. Aí é meio chato. Mas assim, nessa nossa conversa que a gente teve, eu parto do princípio que nenhum sistema é 100% seguro. Seja ele de celular, seja ele bancário, seja ele o que for.

Não tem como afirmar. Foi e não foi. Viu que apareceu o cartão aqui? Certo. Só que não foi a operação. Entendi. A Mastercard vai ser isso aí. A Mastercard vai travar. Vai travar. Está indo mesmo, não. E será que avisa alguma coisa? Como assim?

avisa é vulnerável se tiver ativo é a bandeira que é vulnerável chega algum aviso pra você? avisa alguma coisa? sim, avisa que tu fez uma transação de pagamento é como tu tivesse feito realmente uma transação de pagamento com cartão mas pensa, é no débito

Ali, papum. Pô, Mané, quem que... Na verdade, pode ser no débito e no crédito, tá? É só o meu código, ele tá focado no débito, porque eu não tenho cartão Visa com crédito disponível. Entendi. Eu tenho um, só que a instituição financeira não aceita a Apple Pay. Então, daí eu não pude.

Uma coisa que as instituições têm feito, que eu até falei no início, que é para prever isso aí, é a instituição bloquear aquele cartão de ter transporte público. Tem várias instituições brasileiras famosas já fazendo isso. Então, tu vai ter o visa ali, mas tu nem tem como ativar o transporte. Que é de boa. Mas essa vulnerabilidade também iria funcionar na BYU-D. E é bem... Porque eu não preciso mudar quase nada. Na BYU-D é só...

Mas mesmo assim... O mundo vai levar embora essa porra. Está sendo exposto hoje uma vulnerabilidade para vocês ao vivo, mas mesmo assim ainda é mais seguro do que o cartão.

Então, sim, verdade. É mais seguro, a wallet continua sendo mais segura que o cartão. Primeiro ponto. Wallet, para quem não sabe, Google Pay, Apple Pay, Samsung Pay. Eu sempre gosto de falar isso. Wallet, ela muda o número do teu cartão para quando tu conversar com a máquina, seja não um número oficial, seja um outro número que vai indicar o número oficial depois lá no banco.

Lembra que eu falei do Sniff? Se o Sniff é uma transação de pagamento com cartão físico, tu vai pegar o número do cartão da pessoa. Não só o número do cartão, o CVV. Vai pegar tudo. Sim. Só que o CVV, hoje em dia, é para transações NFC. Então é especialmente para aquela transação. Então não vai conseguir fazer compra online. Não é o mesmo CVV que tem atrás. Tá.

Existiu vulnerabilidades no passado que os caras usavam o mesmo CVV. Então, tu podia exinifar a transação de pagamento e tu podia pegar o número do cartão em CVV e fazer a operação de pagamento online. Mas essa é uma vulnerabilidade bem mais antiga.

E aí pararam de usar, pelo menos isso. Quando tu falou, quando eu tava arrumando aqui, eu vi que tu falou que o Brasil tem uma fama por ter, né, copos, né? Ah, não, a gente tava, é, scan, essas coisas, a gente, aqui é Harvard. Eu vou deixar aqui o meu singelo homenagem ao sistema financeiro brasileiro. Por quê? Porque a gente tem a melhor segurança do mundo nesse tipo de coisa aqui.

Legal. Isso porque se funciona no Brasil, funciona no resto do mundo. O que a gente faz para dar golpes... A gente foi o primeiro país a implementar o EMV. EMV é... Toda transação que tu faz, ela é assinada. Isso para mim não conseguir replicar a mesma transação e clonar o teu cartão. Então tem um criptograma. Cada vez que tu encosta, cria um criptograma novo.

antigamente se usava MSD via NFC e o que é MSD? ele troca os dados do cartão com a máquina só que ele não faz essa assinatura então eu posso pegar um Proximark da vida que até eu trouxe aqui mas tá na mochila mas é um hardware profissional especializado em NFC e eu posso emular um cartão de crédito tem que mostrar isso pra ele é aquele grandão é o pequenininho

Aí, tu vai ver o negócio saindo assim do Tamagotchi. Pra começar aí com os bagulhos de filme. Tá. Marque, swordfish. A senha. É. Ó, isso aqui, ó, cara. Isso aqui é bem chatinho. Caralho, no estúdio. É isso aqui, ó. Cara, feita pra caralho. Eu tenho um treinamento focado nisso aqui. Pra fazer pen test.

Então, tu tá vendo isso aqui bonitinho. Pra eu conseguir produzir isso aqui, eu usei muito isso aqui. Eu inivei muita transação de pagamento, estudei muita transação de pagamento pra mim projetar isso aqui. Isso aqui é uma ferramenta que criou isso aqui. Tá. Tá. Deixa eu ver de perto. Claro. Tchau, tchau, tchau.

Que é na especialidade dele. Não, essa é a especialidade. De NFC. Essa é a minha especialidade. E cara... Isso aqui tu tem que construir ou tu compra ponto? Não, a gente compra ponto hoje em dia. O Proxmark, ele é bem famoso na área. Ele é o hardware mais profissional que existe em NFC. Focado em NFC para Pentest em NFC. Pentest é teste de penetração em hardware, né? Da nada.

Maneiro. Maneiro, maneiro. Então. Aí tu tá vendo, né? Tipo, isso aqui não é um produto 100% comercial. É um negocinho ali que foi feito pra estudo. Sim. É, tem que... Assim, é legal. Eu tenho a porra de um pendrive. Ah. Olha o pendrive.

É o... Não é Robert Dunn. Mas eu tenho. Não, não. Como é que tem essas habilidades, o Penegui? Olha só. Tu consegue fazer uns troços que é legal, cara. Pô, caralho, né? Faz uns troços legal. Que nem o Pato. O Pato faz uns troços legal, cara. Eu tava trocando a ideia com ele. Ele faz uns troços... Assim, ele gosta de um... Vamos dizer que ele gosta de umas coisas.

Por gostar dessas coisas, ele tem... E tem as habilidades que ele tem. Ele tem uns acessos diferentes, né? Sim, é normal. Diferentasso. Olha, ele vai pegar o emp, meu Deus do céu. Isso é legal. Ah, isso daí é o que faz abrir... Porque o que acontece? Assim... O teu tá estourado, né? Não, isso aqui eu trouxe até pra você, que eu acho que tá ruim mesmo. Tá pra mim!

Eu tenho o meu aqui. Eu que disse onde podia comprar. Porque eu acho que, de repente, ele esquece. Eu vou levar para mostrar. Mas esse aqui eu acho que vai para o lixo. Deixa eu ver. Deixa eu ver. O que acontece? Está vendo aí? Parece o Mário. Caraca, esse aqui está meio moído. Caiu no chão às vezes. Não, mas estava funcional. Estava funcional. Eu vou mostrar o meu que tu vai ver. O dele está mais bonito. Olha só se eu tomar um choque aqui.

Não, zero. Zero. Isso é um mini impulso elétrico magnético. Eu vou te matar. Está falando o nome demais.

tá dando muito detalhe não, não é um detalhe, o que que acontece só pra avisar só pra avisar não, tu vai falar, mas é só pra avisar que não basta tu comprar isso aí porque em 5 segundos tu estoura ele pronto, agora pode falar você deu o tutorial é legal as pessoas comprarem e explodirem ele não, que isso cara

Os caras se machucam. O dele tá mais bonitinho. Ah, esse tá mais bonitinho, pô. Meu tá chateado. Caraca, entendi. Aí tu... Caraca. Isso aí é pra Faltin Jack. Eu tava falando das fechadoras...

Isso daqui, o que ele faz é customizável em algum nível? Sim. Tem para vender como, tipo, tem uns caras que... Eu estou vendo que tem as chavinhas aqui em posições diferentes, por exemplo. Sim, sim. Então ele faz um troço... Diferente. Tá, tá. Diferente em cada uma delas. Ó. Então pode ligar as duas juntas, por favor. Hã? Não pode ligar as duas juntas. Não, não, não vou tocar em nada. Ah, aí... Não, mas só funciona um lado, o outro não está funcionando mais. Eu acho que ele está fraco.

Tem que botar pra carregar também, né? Tu não comprou meu treinamento, provavelmente, tu não sabe nada. Tem que comprar o treinamento? Tá, tem que comprar, claro. Lá é o meu esforço, tu tá me beneficiando, pô. Não tem isso em nenhum lugar, velho. Os caras querem lucrar, velho. Os caras, tu acha que... Ah, eu vou descobrir tua vulnerabilidade.

Não, até pra ti estudar, relembrar vir pra programação estudar programação de novo porque assim, cara, o foco é esse mas é isso que serve o meu treinamento, é pra você crescer e aumentar isso aí é tu, te incentiva a tua preguiça vai embora pai, eu quero fazer aquilo aí, como é que esse curi fez isso? Penegui entendeu?

Eu sou carioca. Eu não posso aprender essas coisas. Bom, ele tem um ponto muito forte. Você não está entendendo. Você não está entendendo. Isso é empírico. Mas é pior do que isso. Entendeu? Bicho é de nove iguaçu, meu irmão. É.

Entendeu? O bagulho ali é muito... Vamos fazer um teste. É assim. Quando vai ver, a conta tá cheia de dinheiro. Que não é dos outros. Tá presa amanhã. Já tem um histórico ruim. Olha, a única pessoa que foi presa no exterior e que tá aqui, o mundo é muito gangsta. Muito gangsta, meu irmão. Só assim, deixa. Pra bom. Vou bem querer oferecer. Olha aqui. Cara, na moral, você é um anjo aí. Todo... Vamos lá.

Todo branquinho, não sei o que. Fica dando rolê. Fala do patinete. Não, não. Patinete? Você é processado. O que ele fez com o patinete? Não vai ser processado porque a gente não vai falar o nome de empresa nenhuma aqui. O que alguém supostamente teria feito? Tem vulnerabilidade em patinete. É, os patinete de rua é vulnerável. Não, mas os amigos lá do morro, lá no Rio, já sabem dessa porra. Não, não, mas eles fazem de outro modo, né? Eu faço do modo. Não.

Alguém faria supostamente de um modo diferente. É isso aí. Mas assim, ele tem uma paradinha que encosta no patinete, o patinete abre a perna e fica andando para sempre.

CI é parecido com esse daí. Não, CI! Esse aqui é de máquina de ursinho. Não, não é só. Não é só. É pior ainda. Tu chega na máquina de ursinho. Cara, ele foi lá na casa do videogame, né? Tio Zão tem a máquina de ursinho. Eu falei, Tio Zão, deixa eu te mostrar a parada. Aí, buzinou na máquina de ursinho. Crédito pra porra. Tio Zão.

Se não sair daqui agora, eu vou baixar todo mundo na porrada. Desliga a máquina! Tudo foi puto, velho. Porra, o estabelecimento dele que vai querer zoar. O estabelecimento dele, bota a ficha na máquina. Eu vi que ele tá com uma... Ele tá lançando uns jogos agora, né, de Mega Drive. Ele tem uma... Uma publisher. Big Uncle. Ih, mano, os jogos é maneiro. E lança pra Mega Drive bonitinho, bota no Mega Drive e funciona. Eu vi, eu vi. Maneiro mesmo.

Tem que ir lá, pô, pra pegar uns jogos com ele. Pô, tu tá com meus videogames, meu fila da puta. Tu levou nos caras. Vou levar segunda-feira. Tu tá de sacanagem. Já, volta aí. Eu tenho que... Já falei com eles. Vai lá, vai lá. Eu já falei com o André da Tantos. Só que o meu videogame... Só que tá contigo, tem o quê? O Play e o Mega Drive. Então, tem o quê? Tem uns dois, três meses já? Não mete essa, Igor.

Tem um pouquinho mais de um mês que você foi lá em casa. E aí eu fui... Tá, dois. No máximo. Dois meses. Eu fui de a coluna. Eu fui lá nos caras, mas eu esqueci de levar. Mas na segunda eu vou... Tá.

Aí tá o play lá. Ninguém quer encostar naquele play, cara. Foda-se, porra. É isso que tá merda. Eu quero que encoste, porra. Alguém não... Será que ninguém não quer arrumar um play 3 aí, não? Cara, um play 3 gordão? Ele é um pouco delicado. Então, assim, tem gente que não quer mexer nele, porque tu mexe numa parada, vai, quebra outra. Mas eu não vou ficar puto, não, mané. Não. Tá bom. O bagulho tem que vir.

Não, idealmente assim, não tô falando pra quebrar meu troço, entendeu? O teu é 4 USB ainda? Cara, o meu eu não sei não, mané. Se for pior ainda. Nego, corre nesse videogame. Não vou mexer nele. E se for só um HD que tá fudido? É que eu não sei nem o que que é, pô. Porra, como assim tu não sabe o que que é? Ah, se for um bagulho bobo aí é foda.

E o Mega Drive também tu não sabe o que é. O Mega Drive é alguma soldinha que tá ali no mod. Relaxa. Segunda, vou lá, marco, provavelmente eu vou ter que voltar aqui que o meu fone sumiu. Uber, meu fone, hein? Uber, era Black e o Uber. Meu fone, Uber, laboral. Qual carro que era? Não quero, era um Corolla. Híbrido. Maneiro, maneiro. Não, não era, infelizmente, batido. Entendi.

Mas a partida só porque ele cometeu o erro de aceitar corrida contigo, né? Mas ganhou o fone. Não, não ganhou o fone. Não ganhou. Não estamos no Rio de Janeiro. Para. Eu sou carioca e posso falar isso. E se ele for carioca? Não era, mano. O cara é gente fina. Fiquei até, pô, fiquei chateado. Eu sou carioca, não sou gente fina. Eu nem troquei ideia com ele. Ah, mano, não tem carioca que é cuzão pra caralho. Você tá ligado, mano. Mas todo Paulista é maneiro? Também não.

Tudo curitibano é maneiro? Já não sei. Já não sei. Porque o curitibano, ele fala... Big é de onde? Ele é... Big é do Paraná. De onde? Paraná. Uma cidade chamada Diamante do Oeste. Ah, eu pensei que fosse que ela fosse de Curitiba. Não, não, não. Big é, porra, é outro nível. Entendeu? Mas, por exemplo... Big tá sempre na boa paz, pô. É. Eu não consigo confiar na pessoa que fala que são xixevina.

Como assim? Não vamos entrar nessa discussão, vai dar uma merda da porra. Eu não consigo, me desculpa. Essa daí eu não tenho... Ah, não, eu quero meu cachorro crítico do Ervina. Foi mal. Ah, não, tá sendo chinofalco. Não, eu já estive em Curitiba. O piá. O piá. E é assim, hein? Piá do céu. Isso me deu o red flag. Piá do céu. Brincadeiras à parte, galera. Vocês estão certos, é Ervina mesmo. O resto do Brasil inteiro tá errado. Piorinho agora.

O ratão é zoeiro. O ratão é zoeiro. Olha lá, rachou o pico. Porque eu não sei qual o lugar do mundo. O peregui come cacetinho, não come? Como? Cacetinho lá é cacetinho. Aí. Aí. Os caras dão uns nomes esquisitos pras coisas. Lá no sul. O nome do bagulho é pão. O cara chama de cacete. Porra. Gosta ou não gosta? Vai saber.

Do passado. Porra, gosta e gosta muito. Não, mas o lance da vinda foi com o Drizzy. Cacetinho. Foi com o Drizzy. Foi com o Drizzy. A gente ficou com um cachorro quente. Não, sabe pro Drizzy. Móvel tempo que eu não vejo o Drizzy. O Drizzy arrombado, mano. Será que ele tá com o roliço ainda? Gigantesco. Não, não, não. Ele veio falar comigo por causa do bagulho da coluna. Aí ele vai falar, pô, mano, tem que cuidar da saúde. Eu falei, ah, você tá falando pra eu cuidar da saúde.

Você aí pedia torre de batata cucheda. Não, esse maluco era o rei dos cachorro quente com milhões de vinas. Ele chegou pra mim falando, não, pô, mudei. Fui pra academia, fiz pilates, os caralhos. Eu falei, nossa senhora, então o bagulho tá doido mesmo. Porque ele tava gordo demais. Ah, mas eu tenho que dizer que o cachorro quente paulista é o melhor que existe. Cara, olha, o do Rio. Eu morei até os seis anos em São Paulo, tá?

Nunca comi cachorro-quente igual em outro lugar, cara. Vocês põem tudo no cachorro-quente. Tudo mesmo. Até salada de batata. Eu não desgosto, não. Eu não desgosto, não. Mas é que o cachorro-quente do Rio lá, ele tinha um negocinho especial, cara. O ovo de codorna. É, o ovo de codorna. E o fato de eu poder escolher entre salsicha e linguiça em 80% dos casos. Mas é que você escolhe também. Então, mas é que eu... Não é tão comum assim. E qual que tu pega? Salsicha ou linguiça?

linguiça eu me amarro na salsicha mentira eu gosto da linguiça linguiça é bom linguiça é bom linguiça é um coisa da seara aquela boa então aquela mal cozida sabe quem tava lá em casa esse final de semana o todinho o todinho

E, brother, o Toddinho é outro nível para comidas. Por quê? O Toddinho tinha uma tabela no Excel para você... Escuta essa. Ele tinha uma tabela no Excel para pegar um triplo MacMelt e pagar menos do que o MacMelt.

Tu tinha que chegar lá, pedir um hambúrguer tal, pedir o adicional tal, ainda botava bacon. E sai mais barato ainda que o back belt. Muito gordo, mané. Esse é o nível de gordice do tadinho. Que, inclusive, tá mais magro que eu. Tá magrinho, pô. Só tá com o cabeção. É? Tá. Ah, Monjaro faz milagre, né, meu irmão? Não, acho que é Monjaro, não. É o que, então? Eu não sei. Mas não é Monjaro, não. É força de vontade, meu irmão. Tá bom.

Aí, e... Tu é por quê? Tu é contra os Monjaro? Monjaro, tu é dar bafo. Não, inclusive, eu tenho que comprar.

Vai ficar com o bafo do Mondiaro. Cara, ó, o que que acontece? Eu tô precisando perder peso. E o médico receitou o Mondiaro. Certo? Fica pra você, mano. Que eu não quero mais ficar com isso aí não, que eu vou fazer merda. Tá bom, obrigado. Fica pra você ver o que que dá para ela. Coisas quebradas. Ele me dá, tu viu? Não, não, não. Prova internacional. O de pulso duplo. Ao vivo.

Ratão dá pra penegui coisa quebrada O pulsante tá funcionando O contínuo que parou de funcionar E deve ser um fiozinho Eu não sei qual é a diferença mesmo Melhor não saber não Aí o que que acontece O médico falou Porque você precisa perder carga Porque tá zoando a sua coluna Tá zoando o ligamento Então vamos emagrecer Porque a minha coluna se tu for ver Tá parecendo uma curva do Sena do S Tá muito ruim E aí

Também empurrar a bundona aí. O que faz eu ter a bunda grande é o fato da minha coluna ser zoada. Minha barriga vai pra frente e eu fico parecendo... Tá parecendo aquela lombriga do Mib. É, igualzinho. Igualzinho, gordo.

Sou eu, sem camisa. Feio. Eu tô com esse problema de hiperlordose e tal. Falou, vamos perder peso. Chegou a hora. Então ele receitou a canetinha. Eu tava falando isso contigo lá embaixo. Eu vou falar agora sobre essas canetas. O Gordox foi pra expedição mundiário dele lá e não me convidou. Filha da puta, né? Arrombado. Mas aí... O Pelegui não precisa dessas porra, né?

Não, se tomar ele some. Não, se tomar eu vou pro hospital, tu quer dizer? É mesmo. Aí eu fui e falei, ó, Mondear ou farmácia? Eu falei, não, quero comprar o original. Mas eu vou ver se consigo algum desconto, que é caro pra caralho essa porra. Aí começou os amigos... Caro quanto? O que é caro? Ah, eu consegui na farmácia 1.400 reais. Só uma pergunta. E o efeito colateral dessa porra? Dessas canetas aí.

aparece. Porque assim, eu não sei se foi tão testado assim. Quantos anos foi de teste? Então, esse remédio, vou defender o Monjaro, que o Monjaro é um puta de um remédio. Eu não sei nada sobre a sua. Então, ele vem evoluindo. Lembra do Ozempic? Ele é uma evolução. O Ozempic já era uma evolução de uma outra parada. E ele é um remédio que os caras vão, na sua próxima versão, os caras estão falando em tratar até problema psicológico.

É um remédio foda. Ele é um remédio foda. Ele tem uns contra... Como é que é? Contra indicações. Tem uns efeitos colaterais. Dá todos comigo. Tem uns efeitos colaterais. É uma sortuda. Só pra galera entender, eu já usei um ozenpik. Não tem problema nenhum em admitir. Tira os óculos aí.

Não vacilando. Depois a gente vai conversar sobre isso daí. O que é? Eu quero saber agora. Tira os óculos. Eu te ligo. E ele gosta de ficar zoando meu vitiligo. Isso é coisa de... O periguinho, mostra aí. Vê se ele faz isso com outros convidados. Ele faz isso com outros convidados? Ele humilha desse jeito?

Mostra ali pro PNG. Muita intimidade. Não, mano, ó. Tá, de boa. Um panda. Ao contrário. Tudo quanto é tipo de apelido. Mas tu mesmo já tá falando, né, dos apelidos. Eu preciso? Até de goiabeira já me chamaram. Porra, não dá, mano.

Eu sou uma pessoa pública. Com vitíligo que parece duas lunetas. Mano, é bom que vocês vejam só aqui. Ah, não, mas assim nem aparece quando tá de óculos. É, de óculos não aparece. Não, de óculos, então. Nem passa a batidão. Nem passa a batidão. Mas vamos lá. Aí eu tomei um ozempique. Emagrecido, super certo. Fiz um regimezinho, só que deu efeito rebote. O que foi um dos piores efeitos rebote? Engorda tudo de novo. Por quê? Porque tá aqui na cabeça. Faço terapia, tudo bonitinho, mas não consigo.

Comer é muito bom. Pô, eu tô com quase 97. Tá engordando tudo de novo. Tudo de novo é 115. Calma aí. Rapaz, quanto é que vocês acham que eu peço? Eu vou apresentar pra você. Você pesa 65. E tu? Quanto tá? 125. Perdi 5 quilos esse dia. Não, ele, ele, ele, ele. Você? Caralho, gordão.

Porra, uns 49. Pô, mas nem ele demais, né? 51. Quase. Quase. Em dia de muita seca, assim, chega no 49. Entendeu? Se fizer um detox, tomar aquele chá da... O chá, como é que é o chá? Que o David Jones uma vez reagiu rindo pra caralho, mané. Sei lá. Mano, tem um vídeo que o David adora, que é de um chá de sirne.

Isso, um bagulho assim que a mulher se esvaiu em merda até a hora. Caralho. Se tu tomar esse chato, morre, mano. Sene. É Sene. S-E-M-E. Esse vídeo é muito engraçado, mano. Nossa, eu lembro do vídeo do Dave reagindo nessa porra. Sim, tô ligado. Isso daí ficou famoso. A galera contou. Os comentários eram bons. Tá aí, vou tomar essa porra. Pra cagar tudo? Porque eu preciso emagrecer, cara. Mas isso não é pra emagrecer, cara. Isso é pra cagar.

Tem gente que usa pra emagrecer. Eu não sei o que tem no meu corpo ainda. Mas faz mal, mano.

Eu vou ter que tomar o mondiaro. Tomei o Ozempic, deu efeito rebote, aí a galera falou, não, o mondiaro é melhor, isso e aquilo. Esse chá, ele irrita o teu intestino e ele começa a escamar. E ele começa a porra toda pra fora. Cara, mas isso não dá aquele... Você começa a escamar, não dá aquele... Ai, como é que é o nome daquela doença?

Tu não pode comer glúten? Não sei. Mas eu sei que é isso que é o efeito do sene na parada lá. No intestino. Não, não, não tô brincando. Não é pra tomar chá, não. Eu só falei do vídeo porque é muito engraçado. Tem pelos dentro do intestino que ajudam na evacuação. Sem eles, tu fica com vários problemas, né? De comer glúten entre os outros. De ficar mais intolerância. Se acontece... E a intolerância é isso? Se acontece isso aí, talvez a pessoa fique intolerante.

Mas eu queria dar um alerta Porque apareceu a receita de mão de ar Pra mim Comprar Aí eu fui atrás de preço De 2,5 tá 1.800 Mas com desconto sai 1.400 Falei caraca Besuntada Todo mês Farmácia Aí do nada Brota

Os amigos. Pô, mas não, toma a retratutida, não sei o quê, aquele que veio do Paraguai, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Aí eu fui pesquisar essa parada. Eu fiquei com medo. Por quê? Porque, cara, por exemplo, me mostraram a foto da caixa da retratutida fechada. É. Falei, mano, muito mais barato.

Não, que... Retrato tida. Isso. É outra parada. Eu não sou perito nisso, nem nada. Eu sou um cidadão que tá atrás da caneta pra comprar, porque o meu médico prescreveu pra eu comprar. Aí apareceu essa, eu fui ler o artigo, que tem a molécula. Tá. Aí tem a molécula do Mondiara, tem a molécula do Ozempic, tem a molécula da retratutida. O da retratutida ainda está sendo testada. Uhum.

O FDA nem autorizou isso. E tu vai tomar? Não. Como é que já tem? Embalagem, produto, tudo sendo vendido. Isso é IA. Não era IA, mano. Tá na mão dos amigos. Ah, tá. Desculpe. É, mas tu lembra? Lembra na mão dos amigos. Fiquei uma galera tomando essa porra. Lembra dos jogos de Play 2? Tinha caixa.

o DVD tava lá impresso bonitinho, vagabundo faz, pô mas sabe o que que é, cara? eu posso tá falando uma merda gigante no teu podcast agora, mas eu tenho certeza que esse produto, ele não tá assim, sendo fabricado em série pra ser comercializado pelo menos que eu li no Google

As fontes dele. Não, cara, tá lá. O estudo tá sendo estudado. Só algumas pessoas que recebem pra poder testar. O FDA ainda não rodou, que é tipo a Anvisa daqui. Pô, cara, como é que já tem embalado vendendo a tudo quanto é cartão? Aí eu fiquei, mano, eu não vou botar essa porra no meu corpo, não. Eu tenho limites. Alguns princípios parece que ele tem. Mas é muito mais barato.

Cara, é o mesmo preço, mas é pra mais tempo. Tá. A canetinha tu roda, é parecido com a canetinha do Ozenpik, tudo bonitinho. Não, mané, fala um coisa dessa porra aí, pega o bagulho pra valer mesmo. Não, vou pegar o certinho. Só tô falando que, cara, tem muita gente com a receita na mão pra usar o Mondiaro. Irmão. E tá comprando esse e eu não sei... É caro. É caro do mesmo jeito? Não quer pagar? Não seja gordo.

Vai ser cancelado? Não, calma aí, cara. Não é só isso. Não é só isso. Ridículo. Não, você me feriu. Feriu mesmo psicológico. Existem várias maneiras de emagrecer passadas de ser humano pra ser humano ao longo de, sei lá, décadas nada. Porra, milênios. Entendeu?

Entendeu? Os caras sabem como é que emagrece há mó tempão. Agora, os caras inventaram aquele remédio que tu sonha desde que tu era moleque, gordinho, que era, porra, queria tanto tomar um remédio pra emagrecer. Agora os caras inventaram o remédio. Tu só tem que pagar.

Paga a porra do remédio, cara. Não é isso. Porra. Seu preguiçoso do caralho. Eu tô há exatos 23 dias com dor nas costas. E você quer que eu entrei num CT com certeza. Não, não, não. Pera aí, seu filho da puta. Tá legal. E um mês atrás? E dois meses atrás, filha da puta? Hã? Desculpa por isso. Dois meses atrás. É, desculpa por nada. Você tem que acreditar em mim agora no que eu vou falar pra você.

Eu cheguei da Transamazônica e falei pra mim mesmo, eu vou mudar de vida. Eu vou pra academia. Eu comecei pra academia com o Alê. Na terceira semana eu me fudi. Foi querendo recuperar a minha vida de volta, que eu me fudi. Eu tô aqui todo torto, mano. Eu saí com tanta dor do Uber que eu esqueci. Eu esqueci que eu tinha trazido o fone. Não é nem que eu tinha esquecido do carro.

Depois que apareceu aqui o negócio da Apple, é que tipo, ó, o seu fone não está com você, eu falei, caralho, o fone. Porque eu ia chegar em casa e ia ficar procurando o meu fone. Sem saber onde eu botei. Além de gordo, é burro. Não, porque, cara, eu tô com muita dor, velho. Eu tô com muita dor. Eu tô com muita dor, é sério. Não, tá foda. O que que causou isso? Pera, não sabemos ainda. Tu tava fazendo o que quando deu a fisgada? Na academia.

Puta, tu vacilou. Não, eu vacilei. Mas eu vacilei. Não foi isso. A gente chegou na conclusão, até porque o Ale de Darkness me acompanhou na maioria dos treinos. Cara, na radiografia não, cara. Na ressonância...

Cara, tava simpa da merda. Caralho. Então, foi sobrepeso que eu botei no peso livre. Então, pô, já tem 125. Eu peguei 20zinho, mais a barrinha ali. Tá, e quando é que foi isso? Foi quando... Foi há uns... Há 23 dias atrás. Porque eu senti a dor. É exatamente quando a gente começou a combinar. Ele viu o bá... Ah... Peneguia e ele deu um... Queria não estar perto de você. Eu estava pensando em não vir hoje. Meu fone ia estar em casa.

Eu ia estar de boa. Não ia perder. Porque eu tô clonando meu cartão aqui que eu tô ligado. Não, correto. Tem isso. Todo mundo passou o cartão aqui. Vocês não estão entendendo de gerência social. Ele vai pra casa depois, mané? Tu vai dormir e é a tua Mercedes que vai embora. É meu fone que vai embora. Que fone? Eu não sou tão mau assim. Tá vendo aí? Vamos vacilão. Ô, Uber, devolve meu fone aí, mané. Caralho, mané. Ô, Bruno, o cara falou alguma coisa? Um dia pra ir. Ah, um dia pra responder. Não dava só ligar pro amigo, não?

Eita! Eita! Não, mas... Hã? Não, mas é o seguinte. Em algum momento o amigo vai dormir, correto? O amigo aqui? É, em algum momento o cara que tá com teu fone vai dormir, correto? Vai. Alguém que tá com teu fone vai dormir, correto?

A gente pode ir lá no endereço lá, se o carro estiver na rua, o Penegui abre o carro. A gente vai buscar, pô. A gente tudo vai preso. Não, eu tô pegando um negócio que é meu. Vai assaltar um carro que a gente nem ligou. Pronto, depois do Flo, vamos abrir a live na Ratonete e vamos lá pegar esse fone. Então pode ser que alguém vá buscar pra nós, pronto. Possibilidades.

Dá pra rastrear o fone? Chama os amigos. Dá, dá. É, pelo negócio do... Tu já rastreou essa pôr? Já, já. Tá aqui, tá na moca. Eu acho que... Eu acho que o cara bateu o carro. Ele deve estar... Ele deve morar na moca e foi pra casa. Aham. Entendeu? Eu acho. Porque ele tá parado lá até agora. Ele deve estar boladão. Vamos lá buscar, tocar na casa do cara. Porra, mané. Ih, ele tá andando, mano. Não.

Então, uma pessoa me falou... Ih, tá lá em Congonhas, mané. Tá lá em Congonhas. Lá na Zona Sul. Amanhã tá lá na China. Porque sabe qual é o meu medo, por exemplo? India. Meu medo, sabe qual é? O assessor. Tá no banco de trás, ele nem sabe. Se um passageiro chegar, pega...

Mas mesmo assim, em algum momento, tu vai saber. Pior é que é... Eu não estou na Suíça, meu parceiro. É foda. Eu já encontrei muito celular no banco de trás. E, cara, o motorista não sabe nada. Não sabe. Vamos pegar teu carro. Vamos atrás, mané. Do meu fone. Vamos, vamos.

Lá em Congonhas. Vai terminar esse podcast atrás do iPhone. Qual fone que é? Esse da Apple mesmo? Pô, é o Max, mano. Ah, não. É grande ainda? Porra, eu... Não, aí tu vacilou, meu filho. O grande. Eu falei, caraca, eu queria muito um fone daquele. Eu lembro, na viagem, que eu até cogitei. Falei, não, vou comprar. Porra, o fone é muito bom. Sabe, dormi gostosinho aqui assim, ó. Tô triste agora, cara.

escutando John Cicada. Eu também queria ter esse fone aí. Esse fone é da hora, eu gosto. Tem uns que são melhores, mas eu gosto dele. Perdi o fone.

Agora eu não sei porque tem um outro fone em Taboão da Serra. Ô, Penegui, tu sabe dizer se esses caras conseguem pegar esse fone aí e dar um tilt nele pra ele sumir da conta do ratão? Porque o Jean uma vez perdeu um fone, o fone deu uma passeada, daí sumiu. Isso era iPhone? Era um fone da... Era da Serpods aí. É. Possível é.

Mas eu não... Como não é muito área. É, é. Não vou... Mas assim, acredito que é possível sim. Só que assim, não é tão fácil. Mas acredito que é possível sim. Qual que é a coisa mais incrível que tu... E assim, não precisa dar os detalhes que... Mas qual é a coisa mais incrível que tu já viu na tua carreira, cara, de hacker, de NFC?

Se é uma coisa que tu fez assim, tu falou, caralho. Ou até alguma coisa que hoje pra tu seja corriqueira, mas que foi chocante. Porque, por exemplo, parte do que tu tava me falando aqui hoje foi chocante, entendeu? Caralho, quer dizer que tem um troço que ele tá no meio da comunicação aqui e ele não tá só lendo, ele tá pegando e transformando o sinal. Então ele aproveita ali o aperto de mão e...

Muda as coisas. Tem um pesquisador que... O nome dele é Barbie Jack. Posso estar pronunciando errado, mas eu acho que não. Ele faleceu, infelizmente. Mas, alguns anos atrás, ele demonstrou na DeathCon. É um evento de hacking.

que dava para fazer caixas eletrônicos cuspirem dinheiro. Então, lá nos Estados Unidos, ele conseguiu comprar um caixa eletrônico. Lá dá para fazer isso, aqui no Brasil não dá. E ele era de hardware hacking, né? Ele começou a fazer pen-teste nessas máquinas, achando vulnerabilidades nela. E ele achou vulnerabilidades que cuspia dinheiro da máquina.

Isso, na época, eu tinha uns 9, 10, 11 anos. Quando eu vi essa apresentação, pra mim... Tu tem quantos anos? 27, eu sou muito mal vindo. Tu é novaço. Por caralho, né? Tu é novaço. Não, tá agora... Tá, tô entendendo. Tá bom, vai lá, vai lá. E quando eu vi, eu... Eu... Ali eu disse, cara...

É muito diferente, é muito louco isso para mim. Hoje em dia eu noto que isso não é algo tão distante. Mas para a época, eu olhando assim, voltando para trás para os meus pensamentos, eu achava aquilo impossível, sabe?

diabos tu virou hacker, cara? Cara, isso é uma boa pergunta. Porque eu era, na verdade, desenvolvedor, né? Eu comecei a programar com 11 anos de idade por culpa do Gustavo Guanabara. Curso em vídeo. Não sei se vocês já ouviram falar dele. Mas ele é famoso pra caralho. O YouTube dele tem mais de um milhão de seguidores. E ele faz coisas muito... Ele fala de um jeito muito fácil de tu entender.

Mas antes de tu cair na programação, tava fazendo o que, cara? É que eu caí na programação, tinha 11 anos de idade, né? Então, e tu tava jogando videogame? É justamente que tu tinha 11 anos de idade. Não, não. Eu quebrei a perna. Eu tinha duas Aquitas. Eu não sei se tu sabe o que é essa raça, mas tem um filme até dessa raça, o cara que morreu e o cachorro ficou lá esperando ele e tal.

E eu tinha essas duas aquitas. Só que quando chovia, elas tinham... Uma delas ficava com muito medo. E tinha a escada na minha casa. E choveu, teve muita tempestade e eu fui buscar ela na escada. E ela me derrubou da escada e eu quebrei a perna.

E aí eu não podia fazer muita coisa. Eu sempre fui bom com computador. Com oito anos eu já editava alguns videozinhos. Pera que ele... Pô, que formato é meu computador aqui pra mim? Exatamente esse aí. Tinha o Sony Vegas. Eu não sei se... Sony Vegas eu amava. Usei muito o Sony Vegas. Eu e o rato.

Usamos muito o Sony Vegas. Tu usava o Sony Vegas? Cara, hoje em dia ninguém mais usa. Eu usava pra caralho. Na hora de instalar o Sony Vegas, aquela musiquinha. A musiquinha. E vocês usavam craqueado? Muita gente vai entender agora. E vocês usavam craqueado, né? Como? Não, não.

Era um que tocava a música aí. Eu sei. Entendeu? Ó, nós somos profissionais. Então, aí eu caí da escada. É que na hora que instalava, sempre começava a música. É, não sei por quê. É aquela musiquinha linda, né? Então, aí eu caí da escada, quebrei a perna. Tá. E aí eu já tinha o computador pra ficar. Só que eu não tinha internet em casa.

E eu ia muito porque eu morava no interior. Então eu tive que ficar alguns meses com a perna fachada. Eu fiquei na casa da minha avó e lá tinha internet. Lá eu comecei a conhecer o Gustavo Guanabara, comecei a baixar os vídeos loucamente pra mim assistir em casa que eu não tinha internet. Até quando eu fui no podcast dele, há pouco tempo, eu expliquei isso. Cara, o cara não tinha internet. Não tinha nada.

Aí ia para um lugar que ele ficava um, dois dias, eu baixava todos os vídeos e estudava em casa. E assim eu comecei a criar site e comecei a criar uma rede social, porque eu queria ser muito rico e bilionário com uma rede social, que no fim deu muito certo, mas cheio de vulnerabilidade. E um certo dia eu descobri uma vulnerabilidade na minha rede social, já tinha uns 15 anos.

Quando eu descobri essa vulnerabilidade, eu comecei a descobrir em outros sites, e aí começou a vibe de segurança, e aí foi indo. Eu fui aprendendo segurança com desenvolvimento junto.

Mas tu largou o sonho de ficar milionário com uma rede social? Eu larguei o sonho. Eu larguei o sonho. Não vale a pena. Não dá mais. Tão fodido. Já passou esse... Cara, e aí, cara, eu fui, fiz faculdade, pós-graduação, e eu me foquei em hardware hacking porque eu queria fazer coisas... Por exemplo, eu sempre tive um interesse muito grande em saber como é que é...

o pagamento funcionava. Isso. Então, é essa sensação. O encontro da vulnerabilidade é só o resultado. A minha sensação verdadeira, o meu o meu tesão, vocês gostam de falar, é realmente estudar aquela ferramenta.

E entender ela como ela funciona. E depois que eu tenho o controle total, eu começo a pensar em vulnerabilidades possíveis para aquilo ali. Por isso que não existe profissional de segurança que não tenha estudado programação. É mentira dizer que você pode estudar hacking sem saber programar. É a maior mentira. Quem fala isso? Vendedor de curso marqueteiro. Fala isso. Imagina, cara. Porque é uma área muito delicada.

Como é que você espalha uma parada dessa, sendo que você não tem a base do que aquilo é feito? Você tem que ter a base hoje. Não, eu nem me interesso muito em ter um flipper, por exemplo, porque eu sei que eu não sei mexer. E isso eu tô falando de um troço...

Puta que pariu. Mas isso aqui você pode ter, mas isso aqui é muito limitado. Eu sei, é exatamente isso que eu tô dizendo. Ele até é mais intuitivo pra te aprender. Mas mesmo assim... E eu sempre digo, mas eu sempre digo uma coisa aí. Qualquer pessoa pode aprender com qualquer idade.

Pode estar em outra área, só ter vontade. Mas o que você está dizendo é, cara, não cai no conto do vigário que dá para fazer sem saber. É, tu tem que estudar a base. E hoje em dia a gente está muito bem, mas antigamente tinha um povo vendendo curso afeito louco de ferramenta e dizendo que era hacker pra caralho e ganhando dinheiro pra cacete, enganando o povo pra caramba.

Você não ensina o cara a segurança. Uma das coisas que eu mais... É, tu ensina a usar ferramenta que um cara de segurança fez. Não é segurança. Tu não é hacker porra nenhuma. Tu é um cara que usa ferramenta.

Porra! Tu não é hacker porra nenhuma, cara. Não sou, não. Quem disse que eu sou... Mano, eu tô tomando uma decisão aqui. Me ajuda aqui. Eu tô... Porque ele tem no dispositivo reproduzir som no fone. Será que eu toco? Claro! E aí o cara vai ver... Isso! Será? É, eu acho que tu já tinha que ter feito isso. Porque se o cara... O cara deve ter pego um monte de passageiro.

Cadê o Bruno? Chama ele. Ele não foi embora não, né? Não, ele tá ali embaixo. Mas continuando a minha jornada aqui, rápido. Então foi. Foi indo. Eu fui aprendendo programação e segurança junto. Desde novo, tá? E aí, cheguei até aqui. Não, mas você é meio cabeçudinho também. Com 11 anos.

Já fazia as coisas que ele fazia? É que é um negócio que não é qualquer um que faz não, Igor. É chato, é chato. Lembrando, tem no Instagram do PNG também, o PNG abrindo umas fechaduras. Sim, fechaduras. Isso foi... É que assim, a área de segurança, ela sempre quer ensinar quem está entrando, né? De forma que a pessoa saiba que ela tem que saber a base.

Look picking, que é você fazer fechaduras físicas abrirem, ela é um ensinamento disso. Então, tu vai num evento de segurança, tem muito look picking. Porque a pessoa aprende como é que funciona a fechadura para depois ela entender como é que ela faz o look picking.

Essa é uma maneira da gente ensinar as pessoas que ela precisa aprender como é que a fechadura funciona. Pra aprender como é que a fechadura funciona, existe um processo. Isso é a mesma coisa com o hacking aqui que eu tô fazendo. Eu tive que aprender muito sobre programação, aprender muito sobre protocolo, aprender muito sobre NFC pra chegar ao que eu fiz aqui. Em quatro horas eu peguei o iPhone e reproduzi mesmo que o artigo não estivesse...

Então, existe esse processo. Se a pessoa não consegue fazer isso, é porque ela perdeu já essa... Um cara que não sabe programar, não sabe protocolo, ele só usa a ferramenta, ele não tem esse domínio. Então... Mas...

Poderia, assim, num universo, numa dimensão paralela, numa outra realidade em que isso fosse possível, tem uns amigos aí noob que, quer dizer, teria uns amigos... Fazem besteira. Sim. Mas seria besteira, por exemplo, tu pegar e fazer assim, é um pof numa maquininha, numa gruazinha. Vamos combar.

é coisa de noob isso daí um noob consegue um noob conseguiria sabendo exatamente a posição correta de fazer o fault injection, só que ele teve que estudar um pouquinho um pouquinho ainda tem que estudar é, um pouquinho ainda tem que estudar um pouquinho pra fazer aquilo ali faz sentido faz sentido, né

Os nubizinhos! Mas isso acontece. Mas assim, a área de segurança, ela sempre vai tentar mostrar uma coisa legal pras pessoas aprenderem coisas mais complexas. Porque é que nem o nosso querido rato que quer fugir de coisas mais complexas.

Atualmente Né? Ah mano, pra que? Eu tenho problemas demais na minha vida Por que que tu tá falando que é mais complexo? Tu tá pegando no pé dele Que ele tá usando o Vibe Code Não, não, não Eu não gosto muito de Vibe Code

Não, eu tô brincando, eu uso o VibeCode. Cara, a gente usa o IA pra fazer os códigos muito mais rápido, pra atacar muito mais rápido. Então o IA tá sendo usado pra pesquisa em segurança da informação adoidado. Que bom. E a gente tá achando muita vulnerabilidade maluca que demoraria meses pra achar. Deixa eu aproveitar então. Acelera. Lembra que saiu umas semanas atrás, ou talvez um pouco mais de um mês?

É uma notícia que a Antrópica estava falando do mitos, que eles criaram... O mitos seria um modelo, que eles colocaram que eles teriam prendido esse modelo dentro de uma, sei lá, uma jaula digital, e ele fugiu. E ela seria, sei lá, sem falhas. Mas...

Não existe, né? Um sistema sem falha. Não existe um sistema... É que assim, cara... Cara, o marketing ele sempre vai usar isso. Eu tenho até reagido a criadores de conteúdo. Um deles até tem um vídeo que o cara fala...

iPhone nunca mais vai ser hackeado. Aí eu tô hackeando ao vivo um iPhone que ele disse que nunca mais ia ser hackeado. Então o marketing, principalmente pra hardware, ele sempre vai tentar dizer que é muito seguro. Fechadura eletrônica, tu vai ver isso. A maioria vai dizer...

É muito seguro, não sei o que e tal. Só que eles estão usando, às vezes, coisas de 2007. Vulnerável de 2007. Então, uma coisa que eu também temo, o Gabriel Pato, em conversas que eu tive com ele, quando ele vende o treinamento dele, a gente tem muito medo com equipes de marketing. Porque eles sempre tentam dizer alguma coisa que não é real. Entendi, entendi. Segurança não é invi... Invi... Ai...

Eu perdi a palavra. Segurança, ela não é algo que não seja possível hackear. Tá bom. Ela só chegou num nível de mitigação muito forte. Não é inviolável. Inviolável. Só que as pessoas, elas confundem isso. Interessante. As pessoas comuns, elas não sabem diferenciar a segurança de algo inviolável. Não existe algo inviolável. Aham, aham. Tá.

Só que o marketing usa isso. Ele diz que tudo é inviolável para exatamente vender aquele produto. Só que o passar do tempo, tudo que era seguro ontem e amanhã já não é a mesma coisa. E eles não respondem por isso? Não, não respondem. Ainda é possível, ou ainda tem algum benefício, faz algum sentido ainda, fazer jailbreak nos iPhones? Lembra quando a gente fazia jailbreak?

Lá no iPhone 4. Puta, eu acho que tu era uma criança. É. Galera, ainda faz? Eu acho que não. Acho que eu não faço noção. Não tenho noção. Apesar que, por exemplo... Eu acho que não tem mais por que tu fazer, né? Tem. Pra poder instalar software próprio.

Mas hoje tu consegue, se tu for de boa fé e o caralho, tu consegue... Como é que tu faz? Eu tenho que assinar um programa da Apple, que eu acho que é 100 dólares por ano, pra poder ter o direito de compilar essa parada. Então, meio que pode, né? Então tá aí, meio que tá aí. Mas na real, eu acho que dá pra compilar sem ter essa licença.

Agora que eu não lembro, porque eu comprei essa licença pra poder fazer você... Eu tenho direito a 100 pessoas pra distribuir, pra testar meu app. Entendeu? E aí tu injeta ele pro cabo. Isso, mas eu acho que não precisa não. Você pega o celular, bota em modo desenvolvedor. Tem que botar.

E aí quando você liga no Mac, porque app de iOS é só a linha Mac que builda. Tem como você contratar um serviço que builda pra você, mas por exemplo se você é programador e usa Windows, você não vai conseguir buildar ali nativamente, entendeu? E aí tem todo o ecossistema de desenvolvedores dela. Eu tô aprendendo a desenvolver mobile agora e aí tive que aprender isso tudo, porque você tem que testar. Entendi. Mas eu não vejo mais necessidade nenhuma bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt

de instalar jailbreak. A não ser se for pra poder achar a vulnerabilidade no OS da Apple. Entendeu? Hoje a molecada tá mais devagar, me parece, também. No sentido de... É... Não sei, isso é mais... Eu não sei, depende muito... Pera aí.

Quando eu era moleque, cara, eu queria ter o Emuli, eu queria ter o LimeWire, eu queria entender Torrente, eu queria entender Emulador, eu queria entender, eu queria testar essas paradas aí, eu me expunho uns riscos, eu não tava muito preocupado se eu ia baixar um vírus, tá ligado? Depois eu formato essa porra, foda-se, entendeu? Hoje a galera, eu tava trocando ideia com um moleque lá... Ele queria ver o Harry Potter antes do lançamento, aí mete essa.

Mas eu baixei filme, fiz tudo isso aí, tomei no cu. Eu também fazia muito isso aí. Hoje em dia o moleque não tá fazendo isso. Tá mais devagar. Eu fui falar pro moleque do extremo. Deixa eu falar assim. O moleque hoje em dia, a nova geração, é smartphone. Não é mais computador.

Quando eu encontro um jovem que, cara, sabe mexer em computador, eu já fico feliz. Aí mesmo está mais difícil. E aí, tu não tem essa diferença. Hoje em dia, tu tem Netflix, tu tem pra ver filme de graça, não, porque tu tá pagando por mês, né? Tem os IPTV. É. E aí, tu não precisa ir na locadora, depois copiar o CD, que eu fazia isso, com nove anos de idade. Você também fazia. Clonava o CD e depois dava pra locadora de novo. Tu usava qual software? Tá, não lembro mais. Tu lembra desse software?

Eu usava, mas que tinha um que o nome era literalmente clone CD. É porque tinha que bypassar. É o da Ovelinha. Disque Juggler, é o da Ovelinha. Tu sabia? O Nero não tinha o bypass de proteção de CD. Não era, não. Clone CD era melhor. O clone CD, esses aí tinham bypass de proteção de DVD. Uma loucura, né? Porque imagina, hoje em dia nem tem mais DVD. Ninguém vê mais DVD aí.

E ó, eu sou novo e ainda tinha locador. Mas eu acho que... Isso foi uma época de acesso a muita... Duvido que os caras da Pony CD do Nero achavam que um dia ia acabar o negócio deles. Caralho, acabou perfeito, hein? Esse foi o mal das empresas de tecnologia dos anos 2000. Foi de Kodak. Entendeu? Mas eu acho que os caras do Nero se deram bem, foram pra outra coisa.

Ah, provavelmente. Provavelmente, é. Eu não faço ideia, mas provavelmente foram. Espero que eu não tenha mandado o McCaffey. É que, cara, olha só que curioso. Foi uma evolução muito grande em 15 anos.

Desde 1995 até 2010. Cara, muita coisa nasceu e morreu. A gente viu a internet nascer nessa época. Entendeu? Então, quando a internet nasceu e as mentes começaram a ser conectadas, um falando com o outro, foi uma evolução de tecnologias computacionais em 15 anos.

que foi o que a gente viveu. Entendeu? Então, assim, é muito louco. Eu tava lembrando esses dias... Eu acho que tudo isso foda-se, porque a internet é que manda. Foi a internet que fez a porra toda acontecer. Essa que é a verdade. Hoje em dia a gente tá na área da era da IA. E a IA tá mais veloz do que a era da internet. E eu acho que vai virar uma escada. Aí sim, aí eu tô contigo. Mas, assim, computador, maneiro.

O computador foi importantíssimo, porque aí a gente tem a emergência da internet. Sim. E a internet possibilita umas paradas insanas, cara. A gente tá aqui agora, né? Na internet. Internet. A gente se conheceu por causa de internet. Pois é, pois é. A gente se conheceu. Pior caso. Tem gente que casa, né? Por causa da internet. Sim. Pra mim é estranho, mas sou milenial. Tem gente que namora durante anos e depois se conhecem e casam. Super normal hoje.

Super normal. Alguém se vê aqui sem internet? Mas é, ô, 3K? Alguém se vê aqui sem internet? Como assim? Acabou a internet. Ah, entendi. Acabou a internet, acabou o mundo. É, cara. Acabou IA agora.

A IA há muito pouco tempo, 2020. Acabou a IA. Tu sobrevive sem IA. Sobrevive. Mas tu não vai sentir falta para um caralho? Vou, é tipo... Isso é um bagulho que o Akita me falou. É outro cara que eu quero conhecer pra caramba. Eu tenho vários amigos que conhecem ele. É outro cara que eu quero conhecer. Esse cara é brabo.

Ele falou pra mim assim, cara, lembra quando tu usava a internet com modem discado 56 kbps? Quando muito. Quando conectava no máximo 56 kbps. Então, a inteligência artificial tá nesse momento. Imagina quando ela estiver na fibra. Mas cara, ó, a inteligência artificial tá subindo num nível muito exponencial de mudar a cultura.

E já não mudou. Mas eu acho que a gente vai passar pra nova internet. No sentido de, tipo... A inteligência... E a internet morta? Não, o Vibe Code. Porra. Eu acho da hora o Vibe Code. A maioria dos desenvolvedores odeia.

Mas eu acho da hora porque eu acho chato codar. Aí onde é que eu quero chegar com isso? O problema todo é a pessoa... Olha, tu vai apanhar aqui, vai com calma. Não, isso é sério. A pessoa que não quer estudar nada. Ela vai gostar de Vibe Code. É fácil você se introduzir ali.

Aí, não. Vamos subir pra produção, vamos subir pra produção, vamos vender, vamos vender. E o cara não estudou nada e confiou naquilo da Nick. Porque a IA, ela fala, não, isso é genial. Pra segurança, às vezes está uma merda. E aquilo ali, a Nick te iludindo. Fiz um smoke test. É, cara. O que vai acontecer? O profissional que sabe programar e sabe usar a IA, ele vai se dar muito bem. Muito bem, muito bem.

O profissional que não sabe porra nenhuma de programação e vai lá só em Vibecode, esse vai ser contratado agora até ele ser demitido quando a empresa tiver risco de segurança. Quando começar a perder dinheiro com vulnerabilidade. A época agora tem muita empresa contratando esses caras de Vibecode que não sabem muita coisa, porque eles cobram menos.

Até a empresa se ferrar, os dados foram envasados, ela ter que pagar muito dinheiro para recuperar, aí ela começa a ver e voltar para os especialistas.

Então, eu acho que é uma era. Essa é a minha opinião. E essa não é só a minha opinião. Eu acho que é a opinião de vários profissionais da área que estão há muito mais tempo no mercado. Eu estou trazendo um dado que não é só meu. Muitos profissionais, tanto de desenvolvimento, tanto de segurança, pensam como eu. E como as empresas, elas são muito, às vezes, geradas por pessoas que não sabem sobre o assunto e quem decide se tu vai ser demitido ou não não é um técnico, isso está acontecendo.

Aí, por exemplo, eu, eu fiz faculdade, sou formado, não atuo mais nada. E aí fica fazendo videozinho. Videozinho. Eu não vou fazer vídeo do que eu tô fazendo aqui, por exemplo. Eu não vou fazer vídeo. Por quê? Cara, sabe por quê? E se tu mandar ele criar um canal, ele cria? Será? Cria. Vai chegar nesse nível. Mas onde é que eu quero chegar? O que eu tô fazendo aqui, eu ando acreditando que vai ser o futuro.

Cada um vai ter a sua IA personalizada. Existe uma bolha. Só deixa eu te falar uma coisa para melhorar o teu ego. Você é formado em faculdade, você já programou. Mesmo há muito tempo, você tem uma certa base. Nesse sentido, eu sinto. Mas, por exemplo, eu fui te pedir ajuda em segurança.

Sim, mas é que realmente não é focado... Mas é porque eu me preocupo com isso. Eu fui lá, fiz penteste, fiz tudo, fiz simulação de... Mas tu contratou alguém pra fazer penteste? Não. Então, tá errado? Tô errado. É, e a gente ia ver isso depois, né? Mas eu sei o básico. Tá, mas a gente ia ver isso depois, né? Ia.

Então vamos ver depois. A equipe que eu te falei lá, ela é boa. Vale a pena. É outro projetinho aí. Outro projetinho. Mas o que eu acredito? Existe uma bolha na IA que ela vai estourar a qualquer momento. Que é a bolha do serviço comercial.

Na real, ela tá muito hypada hoje, mas eu acredito que no futuro cada um vai ter sua IA personalizada. Cada pessoa vai ter sua IA personalizada, que vai cuidar de tudo pra você. Vai cuidar da tua agenda, vai cuidar dos contatos. O meu medo é que ela seja conectada à internet. Essa é a bosta. Por quê?

Tudo que é conectado à internet é, de certa forma, bem mais fácil de ter acesso. De forma externa. O que eu tô fazendo aqui, na real, nem tá aqui. Tá na minha casa. Tá num PC em casa. É, mas...

Ah, como é que eu conecto lá? Pelo menos não está numa empresa. Não está numa empresa. Eu tenho até medo de botar dentro no servidor. Porque, cara, está todas as minhas informações lá. Eu fiz de um jeito onde se alguém roubar o computador lá, não consegue ter acesso aos dados que estão lá. Por quê? Porque, pô, sei fazer e no mínimo eu sei procurar como fazer.

Mas assim, a gente vai ver um estouro de produções, quando eu falo de produções, sistemas que subiram para a produção, completamente vulnerável. E, cara, a LGPD... Não, a gente já está vendo isso. Para quem é desenvolvedor, sabe que a LGPD é um inferno.

na nossa vida. E a gente vai ver marqueteiro, já vimos, né? Vendendo curso para você se tornar rico fazendo Vibecoach. Fazendo Vibecoach. Ah, sim, porra. E ele se tornando mais rico ainda. Porque se a profissão do futuro era o...

o programador do futuro 2.0 vai programador é que se tornou muito fácil por exemplo, a Meta soltou o MCP deles lá o MCP é como se fosse um protocolo de conexão com a IA jogando assim bem a grosso modo aonde você manda a IA fazer aquela coisa ela usa o MCP pra fazer lá dentro

Então, por exemplo, eu tava lendo, nem sei se é verdade, mas eu tava lendo de um MCP da Meta pra poder fazer... Como é que é o nome daquela parada do anúncio lá, que a galera cobra? Copy... Ah, tá. Tráfego pago. Tráfego pago. E existe a bolha da internet que acha que vai ficar rico com tráfego pago. É.

Cara, tem gente que ficou rico? Com certeza. Mas, mano, são perfis ali... São ondas essas paradas, mano. Que acertam uma paradinha, depois aquela parada não dá mais certo e tal. Janela de oportunidade. Janela de oportunidade. Várias dessas coisas aí. Né? Por exemplo, é...

hoje é muito mais difícil aparecer um flow do que... Assim, quando eu fiz o meu canal, era muito mais fácil estourar com gameplay do que hoje. Exatamente. Qual o canal que hoje deu um rise up de gameplay, assim, que tá no mainstream?

É muito menos. Muito difícil, entendeu? Antigamente, porra, hoje você dá um chute numa árvore e caiu sete canais de um milhão. Porque acabou a qualidade? Porque diminuiu muito a qualidade? Em alguma medida, sim. Não necessariamente. Mas eu acho que não tem mais criador de conteúdo também. Então tem muito, muito. Todo mundo é criador de conteúdo. Então como tem muito conteúdo, é como se fosse soltar uma folha num tornado.

Você solta o teu vídeo ali e ele vai no tornado. Por isso que quando tu faz uma coisa diferente, ela tende a ter um diferencial do que quando tu faz uma coisa que não é tão diferente assim. Mas à medida que o tempo vai passando... Fica mais difícil. As janelas de oportunidade vão fechando. Então vai ficando mais difícil. Então a próxima coisa que vai ser foda na internet...

vai ter um efeito bizarro que nem quando vieram os podcasts. Mas eu acho, Igor, que o que vai acontecer, que não é um ponto positivo, é que as coisas vão viralizar muito rápido, algumas coisas novas, e ao mesmo tempo essas coisas, elas vão desviralizar também.

Não vai ser um tempo, não vai ter um tempo de ah, podcast tá dando muita... Vai, quatro, cinco anos, podcast tá bombando. Não, vai ser assim, ó, viralizou mais rápido, mas também saiu e as pessoas perderam o interesse mais rápido também.

Isso é um outro ponto negativo. O que acontece? É que são... Já estamos aí, eu e o rato. O rato está mais tempo que eu. Mas estamos aí há maior tempão. Quanto tempo que tu cria conteúdo? Desde 2020. Foi na pandemia que eu tinha tempo para gravar e eu comecei a gravar focado em segurança.

então aí a gente já viu mais ondas eu e o rato, a gente por mais que ele seja o meu senior, a gente é mais ou menos da mesma onda, porque primeiro tem os caras do vlog depois começa a ter os dinossauros dos games tem o rato que é o primeiro videogameplay que postaram no Brasil sei lá bestimmt bestimmt bestimmt bestimmt

Foi uma porra assim mesmo, né? Foi a primeira a viralizar no YouTube. Então, aí tem... Aí vem a galera dos games, né? Que causaram uma revolução. Muita gente chegou, né? O YouTube chegou a lançar um aplicativo separado pra nós, né? O YouTube Gaming, né? Que, bom...

Isso aí foi um dos maiores apartais que aconteceram no YouTube. Porque eles queriam separar a gente do YouTube mesmo. O que que acontece? Era uma época que... Não, não, não. História. Um dia vai estar no livro de história. Trigger.

Você abriu o YouTube e só tinha gameplay. Caralho. É mesmo? Vocês lembram disso? Tipo, você abriu o YouTube e só tinha gameplay. O único jeito do YouTube dar um jeito nisso foi fazer tipo um apartheid mesmo. Agora todo mundo de gameplay vai pro YouTube Gaming. Fudeu todo mundo que fazia gameplay.

Fudeu todo mundo de uma forma geral. Inclusive, fudeu eles. Aí meio que voltou a porra. Voltou tudo. Mas voltou organizado. Porque realmente, cara, tu abria a porra do YouTube, não importa se tu é... Tipo, a tia da cozinha. Todo mundo queria fazer... Tinha vídeo de Minecraft.

Caralho. Então, aí depois disso... Eu nunca gostei de Minecraft. Depois disso veio... A próxima grande coisa que veio, transformou, que bagunçou as paradas, foi o podcast mesmo. Sim.

Em 2020, a coisa que eu mais assisti Foi podcast Você Nem podia ser outro Porque não tinha Foi maravilhoso Porque aprendi muita coisa Como

Prender uns palavrão. Com certeza. Mas, assim, o que eu mais gostei dos podcasts é... As pessoas... Era uma vibe tipo bar. Tu consegue conversar.

Tá de boa, não é uma coisa programada, não é uma entrevista. Eu tava até falando com teus funcionários aí, que eu não sei os nomes. Eu esqueço o nome de todo mundo, tá? Desculpe. Mas assim, ó. Entrevista, parece que tu tem um roteiro e a pergunta já é um roteiro. Tu acaba não conseguindo explicar, às vezes, pras pessoas que não sabem sobre aquele assunto. E quando tu tá conversando como bar, tu consegue passar esse conceito. Tu consegue passar uma forma de que tu tá conversando com alguém como...

quem está assistindo estaria conversando contigo. Essa é a ideia. E isso faz realmente as pessoas entenderem informações até complexas. Então eu lembro que eu comecei a pegar umas coisas muito malucas que eu sinceramente não tinha nem ideia. Então abriu muito a cabeça. Assistia pra caramba. O que está fazendo aí, Rata Norcute?

Tô atrás do meu fone, mano. Eu quero estar nessa. Ele tá depressivo aqui, gente. O Uber não quer ligar pro cara por causa do horário. Justo. E o Bruno? E o cara não quer atender. Já mamou já. Já mamou já? Não mamei não, mano. Não fala isso não. Eu não tenho sorte que eu espalhe meu fone. Pô, meu fone.

Quanto sai um fone desse? Não precisa sair exatamente... Um fone desse é caro pra caralho. É mil dólares. E eu tô juntando dinheiro pra comprar minha casa lá. Puta que... Não quero desabafar, não.

Meio pouquinho. Eu queria meu fone, eu guardo meu fone. Não é? Não é? Mil dólares? Acho que é mil dólares. Não, acho que é 500 e... 600 dólares. Tá bom, tá bom. 600 dólares. Mas aqui no Brasil tudo é tudo. Ah, tem um... Comprei no Brasil ou fora? Não, comprei fora. Ah, então tu não pagou em pouco. Não vem. Mas eu trouxe na minha cota. Não, ué. Eu tenho direito a cota mil dólares. Não. Vem me chamar de sonegador não, que quem tá colando um cartão aqui é você.

Aqui não clonei cartão nenhum. Ao vivo. Não foi? Da Apple ainda. Ninguém fez essa merda. Amanhã, com certeza, tá no jornal essa porra. E a gente tá preso. Não, preso não tá.

Eu ensinava criança a instalar vírus no computador do tio. Tu era desse tipo... Eu lembro dos vídeos do rato borrachundo pegando os vírus e botando no próprio computador pra ver o que acontecia no computador. E ele usava a máquina virtual pra depois ele poder apagar a máquina, mas ele não dizia que era máquina virtual, né? E aí... Eu instalava no Mac da... Tá, mas tu tinha que formatar depois tudo de novo, doido?

Por que tudo isso? É só botar uma máquina virtual ali. Eu já tinha o clone. Tu acha que eu sou amador? Eu clonava a partição, depois jogava tudo. Porque o que acontece? Um cara que nem você... Eu faria uma máquina de... Garoto, garoto. Mas aí tu ia saber que é uma máquina virtual. Entendeu? Não, galera. Mas eu usei bastante máquina virtual. Não, mas dá um jeito que... Por exemplo, tem a porra de um vírus lá. Tem um vírus que até hoje não saiu do computador.

Para de caô. Ah, caô. Começou com isso. Porra, qual é, Ratão? Vírus de Bios. Ah, tá. Mas daí é só trocar Bios? Não sabe trocar Bios? Só trocar Bios. Ah, mas não ficou lá porque é maneirinho. É um computador que eu tenho. É maneiro o vírus. Não, esse é maneiro. Esse é maneiraço. Quando você liga ele, se você não ligar ele pedindo para entrar na Bios, ele roda o Nyan Cat.

E tu não entra no OS, não entra em nada. Toca som, faz som? Toca no alto-falante do PC? No alto-falante do notebook. Aí eu deixei, eu falei, ninguém vai conseguir mexer nessa porra, só eu. Porque tu liga, ele nem dispara para o sistema operacional. Como é vírus de BIOS, ele fica na BIOS. Aí você não consegue, se tu não souber as teclas, para poder escolher o HD que você quer botar...

Você vai esperar o boot automático, não vai entrar, vai entrar no Nile Cat. Esse eu deixei. Mas eu, mano, eu nem... Eu falei, caralho, eu instalei essa porra aqui, terminei o vídeo. Como é que tira essa caralho aqui agora? Aí depois eu fiquei com aquilo na cabeça, fui dormir.

Aí depois de muito tempo eu descobri, não, tem que trocar BIOS. Aí tem que pegar, entrar no site do fabricante, baixar BIOS, trocar BIOS. Só que eu falei, mano, deixa aí. Achei maneiro. E aí toda vez que tu abre, no entanto que eu deixei esse notebook com meu pai, eu tive que ensinar pra ele, ó, isso aqui é um negócio de segurança que eu botei aí. Entendi, entendi. Mas é o Nyan Cat, mano. Aí tem esse vídeo, maneiraço.

Mas mano, esses vídeos começaram a flopar do nada. Era vídeo que batia meio milhão de views. Fácil. Do nada começou a flopar muito. Aí o meu gestor do YouTube falou que teve uma red flagzinha que subiu no meu canal porque eu estava ensinando as pessoas a instalar um vírus no computador. E todo vídeo eu falava era educacional. Tudo que eu falei, eu sempre deixei o disclaimer falando que era educacional.

Vamos falar um pouquinho sobre isso aí? Só que, mano, é muito complicada essa pauta, velho. Então, falar sobre segurança, as pessoas acham que tu tá falando sobre golpe. É. E aí, cara, elas denunciam... Tu vai me ajudar no bagulho. De repente você também. Mas vai lá, fala aí, fala aí. Elas denunciam e aí cai.

E aí tu é penalizado. E aí até tu parar de ser penalizado, às vezes é muito difícil. E às vezes fica lá. Tem que processar o Instagram, o YouTube, para mostrar que não é. E às vezes tu está fazendo um vídeo que é realmente para as pessoas saberem, para elas se cuidarem. Então esse meio atual que está melhorando um pouco...

mas no passado era pior ainda, qualquer coisa que tu fala sobre sistemas da informação, às vezes, que não tem a ver exatamente com golpe ou nada, já caiu teu vídeo. Então era uma preocupação, não só caiu teu vídeo, como até tua conta poderia ser desativada.

Mas isso anda melhorando um pouco, eu tenho notado. Mas, assim, eu acho que pra quem tá começando, sempre é mais difícil. Porque são contas visadas, né? Contas que recém começaram e tal. Então é sempre mais difícil pra essa galera. Com certeza. Tu... Bom, mudando um pouco de assunto. Tu...

Por mexer em coisa de hardware, tu tem que ter umas habilidades finas, tipo soldar uns troços. Sim, com certeza. Isso aqui foi soldado por mim. Sim, Raspberry Pi foi soldado por mim. Isso aqui não vem colado com Raspberry, né? Tu tem que soldar. São habilidades que hardware tu tem que ter. É uma coisa que as pessoas perguntam. Como é que tu solda... Não.

A pergunta que eu mais recebo é como é que tu digita com unhas? Mas é solda também. Gente, solda tu usa luva. Solucionado. Unhas. Técnica. É só pegar mecânico. Teclado mecânico. Entendi. Tá, e a solução mesmo. Teclado mecânico, tu aprende a teclar de boa.

Tá. É, mas pra soldar... Bom, tudo aprende, né? Soldar é com luva. Luva há muito tempo. Eu soldo há muito tempo. Então, né? Eu soldava antes das unhas. Então, pra mim, não faz muita... Vê aí, vê aí, vê aí. É, o rato manja de soldo pra caralho. Ou, sei lá, né? Aí solda tudo com tetinha. Tá ligado, né?

Tem técnica pra tu deixar com tetinha. É importante a tetinha? Muito importante. Na verdade, tem produtos químicos bons pra ser mais fácil de soldar, né? Eu não acho... Exatamente. Eu não acho que eu sou um profissional...

maravilhoso em solda. Tesc, que é um amigo meu, tu conhece o Tesc também? Cara, o cara faria... Das Tesc Labs, o cara faria muito melhor que eu. Os caras têm um equipamento assim que eu... Caralho! O Tesc é no nível de chegar e montar várias paradas maneiras. Então, ele que encontrou uma vulnerabilidade em máquinas de pagamento há pouco tempo, só com o IA. Por isso que eu tô dizendo, a IA tá assim na área de segurança.

Fervendo. Vai ser muito mais fácil. Quem já era técnico, cunhar, vira uma equipe de 20 pessoas.

É que tu pede pra IA esculhembar o bagulho todo, mano. Não só pede e sabe pedir, né? E sabe pedir. Por exemplo, aí tu chega... Tu pega um documento onde tem várias vulnerabilidades demonstrativas e educacionais naquele documento. Então tu pega um sistema que esteja em produção e teste no desenvolvimento, manda IA pegar tudo aquilo dali e aplicar sim contra vulnerabilidades naquele sistema. E assim, cara, um trabalho que você faria em semanas.

a IA faz em que? Uma horinha? Menos se duvidar. É muito rápido. É, e, assim, um cara técnico, não só ele sabe fazer um prompt, mas não é só o prompt, mas ele sabe exatamente o ponto que ele quer que a IA fique ali testando, entendeu?

Tô ligado, entendi. É que nem a gente tava falando sobre falta injection em máquina de pelúcia ali. Eu disse, tem uma posição correta. Porque eu estudei a posição. Tu sabe o que tu tá fazendo. Tu sabe qual é o efeito. Então assim, pra quem aí cozinha. Cara, tu tem uma... Tu tem ali, como é que vou fazer lá tal comida? Tu tem tudo de... Tu fazer uma coisa, um mestre cuca fazer outra. É isso aí. É isso aí.

Basicamente é isso aí mesmo. Mas, até pro leigo, é muito maneirinho de brincar com inteligência artificial. Cara, é curioso. Só não bota o bagulho em produção. Cara, pra pesquisa. O que é produção? Botar no servidor pro público. Galera, quando for fazer isso, é aí quando o cara deixa a chave de API dele exposta.

E aí, quando vai ver, gastou uma fortuna no cartão dele comprando token. Por quê? Tu deixou lá público no Git? E tem a opção de deixar no Git privado. A galera não sabe disso, mano. Aí tem também o cara sobe pro Git o .env, onde tem todas as informações de entrada, chave e tudo do servidor e do sistema. Eu só ia te fazer uma pergunta, Rafa. É foda. É um negocinho que a gente...

Que programa sabe. Eu vou fazer uma pequena pergunta sobre a tua IA. Tu sabe que é possível hackear a própria IA, né? Sim. Existem pesquisas atualmente. Engenharia social em IA. Tem o caso da Chevrolet, né? Não, não só. Do que tu tá falando? Não sei.

O caso da Chevrolet... Você sabe do caso da Chevrolet? Não, fala aí. O caso da Chevrolet foi o cara que entrou no site da Chevrolet Ah, ele pagou o carro de graça. Aí, que tava lá respondendo a uma IA. Ele convenceu a IA a dar um super desconto. Papo de pagar 100 mil dólares no carro zero.

É, foi um troço... O cara comprou o carro. Eu não vi a veracidade disso aí. É, são boatos. Mas eu não duvidaria. Não duvido também. Não duvido, mas tem outro. Tem pesquisadores atuais. A minha amiga Rob, por exemplo, é focada nisso. Ela está fazendo uma pesquisa numa universidade da Europa sobre exatamente isso. Só que de uma forma muito mais técnica.

Então eu não sei nem explicar como ela faz aquela engenharia social. Mas ela faz o Chet Chiptir fazer tudo pra ela. Mas completamente tudo.

tu sabe que tem uma certa proteção. Se tu pedir pra fazer uma bomba, vai ter uma certa proteção ali que não vai te explicar. Ela consegue tudo. Então ela bypassa a proteção do próprio IA. Então, assim, a gente tá muito fudido, porque segundo ela, pelo menos as últimas informações que eu conversei com ela, não tem solução atual pra isso. Não tem algo que mitigue 100%.

mitigação é tu tentar mitigar ao máximo, né? Quando tu não tem uma mitigação que tu diga, cara, é 99%, ainda mais IA, que é uma coisa muito usada, dá uma certa preocupação. Eu acredito, não sei se tu acredita, eu não sei também a tua opinião, mas eu acredito que nós não estamos preparados para o uso da IA. O ser humano não está preparado para o uso da IA.

É o que eu acredito. Não era o momento, mas foi. Agora a gente vai ter que dar um jeito nisso. Q&A é usado o quê? Tanto pro lado bom, tanto pro lado ruim. Golpe. Os caras que não sabem nada, facilita muito os caras. É mesmo. É pra caralho. Com certeza. E tem também um lance que a gente só vai descobrir daqui a alguns anos.

que é a quantidade de pessoas incompetentes que vão pro mercado usando IA. Ela pode ser especialista em IA, mas se tu pedir pra ela redigir um e-mail ela não vai conseguir. É. Isso é muito sério. É aí que eu me pergunto porque ela é especialista em IA. Será que ela é especialista mesmo? Será que ela não pede um outro IA pra fazer o próprio IA? Cara, eu não sei, mas por exemplo eu tenho medo ó, eu peço a IA pra fazer o próprio.

Não, mas eu peço também, mas é diferente, sabe? É só isso e não escrever um e-mail? Se eu te falar aqui, por exemplo, a gente está com um projeto lá que é um SAIS, com abertura de ticket. E aí está testando, as pessoas estão abrindo ticket.

Cara, tem gente usando o IA pra poder, ah, pô, me desculpa, eu sei isso e pá, pra resolver o problema de um ban, ou de um kick. E aí, quando vai ver, cara, é um texto, eu ri pra caralho com o Toddynho nessa porra, é um texto redigindo, explicando tudo, aí, tem assim, entre parênteses, bote seu nome aqui, e feche parênteses.

Ou seja, o cara chegou na IA, falou, pô, eu fiz merda aqui, papapá, papapá. Aí a IA foi, escreveu um textinho, falou pra botar o nome dele. O cara nem pra botar nem pra ler, mano. E cochete. O cara não se deu o nível de ler aquela merda, copiou aquilo, botou no sistema de ticket pra pedir desculpa lá, explicar o erro dele.

E pronto. Se ele fosse bom, ele falava pelo menos, pelo menos colocava no prompt. Coloca bem grande onde eu tenho que colocar meu nome. Mas vocês já viram aquelas coisas? Até julgamento teve isso, cara. Teve resultado que tinha o início aqui que o chat TBT coloca o início da frase ali. Me dá um exemplo aí.

Que é IA coloca ali. É melhor. Número do processo. É. É esse melhor, esse processo. Os caras foram e contavam que eles estavam usando no chat. Tipo, por causa disso. Os caras nem leram o que eles estavam copiando e colando. Muito bizarro, mano. E aí, onde é que isso vai chegar? A gente não sabe. Mas pode dar uma merda do cara. Por exemplo, se estudante de medicina estiver usando muito IA pra fazer seus trabalhos de casa, não deve estar aprendendo muito. Porra, essa galera que vai abrir tua barriga aí, mano. Enquanto tiver um B.O.

Tá rindo? É. Vai ser uma IA que vai abrir minha barriga, pô. Eu confio mais numa IA pra abrir minha barriga futuramente. Não sei, eu não ponho meu... Não ponho meu bucho pra rolo desse jeito. Não precisa fazer surf de gênero. É bom mesmo, é melhor mesmo.

Eu não sei o que vai acontecer daqui a 10 anos. E, cara, vai mudar tudo. Mas tudo. O jeito que é consumida a internet hoje, eu tenho quase certeza que vai mudar. Porque corre o risco de tu inventar as tuas próprias ideias e querer ver tuas próprias produções. E as produções viralizarem porque vão ser públicas. Vai ter um novo estilo de criação de conteúdo. Bem bizarro.

Já tá rolando. As pessoas não vão mais sair da cama. É um papo que eu tive com o Boc. Só que ainda tá muito cru. O que que acontece? Tá rolando uma parada no Vale do Silício, onde, cara, a galera lá fica pendurada em café, faculdade e tudo, vibe codando, papapá. E a gente tá falando de gente do Vale que sabe codar. Sim. Aproveitando a janela de renovação de token e tudo. Porque...

Quem gosta de criar, isso é uma ferramenta maravilhosa. Entendeu? Você criar as coisas, criar uma solução, criar uma parada personalizada, que nem eu estou fazendo aqui, libera uma dopamina muito da hora. E aí vai começar a aparecer muita coisa muito legal.

Eu sinto que vai começar a aparecer umas paradas muito da hora que foi IA que fez. Tipo, vai existir um jogo, eu tenho certeza que vai existir um jogo, que vai viralizar de um jeito e vai ser 100% feito por IA. Menos de 10 anos isso daí. Já estou cantando a pedra.

Alguém vai lá, põe uma ideia. Um grupo de pessoas trabalhando numa ideia, tudo construindo, sendo com IA, cara. É possível, entendeu? Hoje, por exemplo, pra galera que tem impressora 3D, tem sites que modelam o que você quiser usando o IA. Porra, mano. O modelador ficou, caralho, fudeu. Porque modelagem 3D é caro, velho. Modelagem 3D é caro.

Aí vem um AI, tu bota uns créditos lá, eu quero a caricatura do 3K. Aí sai, tu bota no teu impressor e imprime. Ah, é isso? É isso. Vai cry? Vai cry? Eu não sou modelador.

pau no cúdo de modelador? Não. Foi isso que tu falou? Eu acho que sim, né? Mas olha só, que foda. O modelador usar isso pra fazer uma série de parada foda, que ele não tinha capacidade ou por falta de equipe e agora consegue. Então, cara, assim, eu fico às vezes até meio bolado assim quando o desenvolvedor chega com ele, não usei, ah não, não precisa dessa porra, não. Burrão tu, mano.

Não é questão de ser burrão. Acho que ele tá... Ele tá andando de bicicleta num autódromo. Tem um monte de carro correndo. Quem faz isso? Porra, burro. Não queria falar. Não queria falar, mas é uma vantagem... Não tem como. Sabe quando tu... Na época do jogador de xadrez, quando o cara falou, não, ninguém vence de mim? E aí apareceu o computador, o computador não venceu, o computador venceu?

aconteceu, a IA chegou, filho. Não tem como um ser humano ser mais organizado do que uma IA, planejar melhor do que uma IA, executar melhor do que uma IA, se a IA foi bem instruída pra fazer aquilo dali que o ser humano faz. Cara, me desculpa, eu quero ver... Sei lá. Claro que tem coisas que a IA não faz. Uma porrada, ainda mais quando se trata de ações físicas. Mas, cara... E, e, e, e, e, e...

Tá se transformando numa parada muito bizarra. Aí eu fico. Eu tenho o poder hoje com a IA de criar um monte de coisa muito rápido. Eu fico imaginando os caras da Antropic o que os caras têm na mão. Pois é. Aí dá medo.

Eles têm um conhecimento do mundo na mão deles. Eu sinto um pouco de inveja dos caras. Cara, eu não sei. Eu queria. O meu maior medo com essa empresa de IA... É tipo o gênio da lâmpada. Não, é que o meu maior medo com a IA é porque tem muita gente colocando informação pessoal dentro da IA.

documento, bababá, e ela é inteligente, ela vai sabendo sobre ti e sobre pessoas que estão em voltas. Então, assim, quanto dado o pessoal deve ter essa porra? Chat PT, é muita coisa. Muita coisa.

E aí que envolve aquilo que eu falei, com engenharia social especializada, dá pra tentar pegar... Mentiroso profissional. Dá pra tentar pegar informações pessoais de outra pessoa através da IA. Isso não deve ser impossível. Caralho. Então você vai ver um monte de... Ô, tu parou com aquela espira lá de biohacking?

Parei. Biohacking? Como assim biohacking? Ah, teve uma época... É biohacking? É biohacking, é. Biohacking? Tá falando de chip? Ah, ele tem. Ah, tem um chip. Tu tinha isso aí de biohacking? Ah, ele tinha eletro nessa fira. Então, eu tenho um pix, né, pra aproximação. Aí veio a minha mãe falando que era coisa do demônio. Ah, sim. Que é coisa do demônio. Ó, pix pra aproximação. Ah, um chip. O demônio tá aqui, ó. Ah, que legal, cara.

Esse é de pagamento ou esse é de informação? É pix pra aproximação. É um troço assim pequenininho? Só botar. É, bem pequenininho.

Mostra aí, mano. Pega a máquina de cartão e encosta na tua mão. Parece um arroz tunado. Um arrozinho tunado dentro da tua mão. Exatamente. E aqui é Pix por Aproximação. Eles fizeram Pix por Aproximação ano passado, né? Ficou solto aí. Aí eu fiz um pen testezinho. E dá pra fazer bastante coisa. Uma delas é botar num chip. Dói? Cara, eu botei há dois anos. Dois anos atrás. Cara, quem botou em mim era bem profissional.

Então não tive problema. Mas se tu for fazer uma ressonância, não dá merda não? Eu fiz uma ressonância... Não, eu não fiz uma ressonância. Eu fiz... Eu não lembro até por que eu fiz isso. Ah, eu já sei por que. Mas assim, eu usei um equipamento na cabeça pra fazer scan da cabeça. Dos dentes, na verdade. Então não era ressonância? Não, não é. Não sei se é chamado de ressonância. Pediu pra tirar os... Os brincos. Os brincos e tudo.

É que eu nem sei se tem alguma coisa de metal aí também É Deve ter, mas muito pouco No aeroporto é suave? Suave? Não

Passa. Tu quer? Eu te dou depois o contrato pra te botar. Ah, não. Eu saí dessa vibe aí, mano. Eu vou botar o bagulho aqui, aí eu boto pra cá. Não, eu sinceramente... Eu vou ficar abrindo a porta de casa. Eu não tenho muita vontade de botar mais. É só pra mim fazer uns testezinhos. E pra mim chegar num podcast grande e mostrar pra uma pessoa ali. Ah, olha aqui, ali. O Pix pra aproximação.

E é isso, tá? Mas o que mais tem hoje? É só pra... De gadget. De biohacking. Ai, cara. É que eu não atuo muito. Mano, tem chip de temperatura. Não, tem chip de... Não, tem chip de cor que troca cor. GPS, viado. É, mas assim, eu não sou uma pessoa que amo isso, sabe? Aham.

É, eu gosto, é legal ver nas outras pessoas. Não em mim. Mas tu já viu uns caras com um monte de coisa? Cara, eu conheço gente cheia de coisa pelo corpo. Tanto tatuagem, porque o body piercing tem muito a ver com isso aí também. Tem caras de body piercing que colocam biochip na área de hacking, né? Mas tem que tomar um certo cuidado com isso. Não é qualquer pessoa que vai colocar o biochip em ti, tá?

Mas até porque não tem algo legal para fazer isso. Não existe, por exemplo, uma clínica que tu vai numa clínica pra ela botar esse biochip específico. Porque tem biochip cardíaco. Hoje em dia tem vários biochips de insulina, né? Esse aí tem. É o chip da beleza. É, tem também. Mas esse aqui não. Esse aqui tu não vai encontrar. Não sei se é legalizado no Brasil. Entendi. De forma... Tu foi colocado lá na Tailândia.

Não, eu botei no Brasil uma pessoa que realmente eu confiava. Os amigos. Uns amigos que eu confiava. Pior que, mano, é mó seringão, não é? É, pá. É, mó seringão. Então, ele me deu de presente os seringãos. Eu podia trazer os seringãos. Mas não trouxe. Só de falar, já me dá aquela fé. Eu comprei e tudo, só que aí eu vendi. Sei lá. Por que que eu vendi? Tu ia fazer. Nessa parte de hack... Graças a Deus, ele não fez. Porque se tu fizer errado, tu pode dar um sério problema.

colocar num lugar que não pode. Tu ia enfiar no cu, já pensou? Imagina eu pagando. Porra! Eu não esperava isso. Na porra dessa máquina aqui. Toma. Rombado. Tem que estar muito injuriado na vida, que nem eu estou agora, porque o cara está parado lá no aeroporto. Está lá no aeroporto? Ele está no aeroporto? Ele está dentrão? Não, ele está aqui. Parece que está dentro de uma garagem lá perto do aeroporto. O cara foi para casa.

Será que é prédio? É o mesmo cara que bateu o carro. É. Ah, ele foi pra casa. Eu vou ficar muito chateado se eu perder esse fone. Não era nem pra eu estar preocupado com o fone aqui. Falando do fone. Vai, continua o assunto aí. Tem mensagem pra nós, Gitor. Como é o nome da porra do pendrive, mano? Que pendrive? É um pendrive que estoura. É um pendrive que tu bota em qualquer dispositivo que queima. Tá, deixa eu ver o vídeo. Eu tenho que lembrar o nome. E eu tenho.

Eu tenho um videozinho sobre. Botou um computador, queima. Botou na TV, queima. Botou no videogame, queima. Queima o quê? Queima as coisas? Não, peraí. Ele não queima tudo, tá? Por que eu não ia querer fazer isso? Porra, porque é maneiro. Pra estragar o... Não pede trip essa porra. Vai na Casa Bahia, faz um teste. Tu quer estragar as coisas dos outros, cara? Cara, na moral... Olha aí, ó. Olha, o pessoal aqui, ó. O pessoal de hacking já tá me mandando os nomes aqui. USB Killer. USB Killer. O Tess que me ajudou aqui. USB Killer.

Tô ligado, isso aí também tem pra vender no... Tem, esse aí vem do AliExpress. Então, existe proteção pra USP Killer. Sim, se eu me engano, nos celulares tem. Tem nos celulares, mas assim, depende... Eu reagi a um vídeo que os caras estavam fazendo em iPhone, em Samsung, em Playstation 5... Nossa, que maldade. E em Xbox. Parece que a Xbox tinha proteção, Playstation 5 não tinha.

iPhone, eu não sei bem o que aconteceu, mas o Samsung tinha passado, tinha desligado, mas voltou ao normal. Então, existem várias maneiras de mitigar isso aí. Mas tem muito hardware moderável. Dá um curto no troço, é isso? O que acontece? O USB passa energia, né? Então, ele vai guardar essa energia. Quando tu conecta, ele guarda essa energia e depois ele solta com uma potência muito forte. É um capacitor.

O capacitor que solta com uma potência muito forte. Ele vai e junta 110 volts e ele dá uma porrada só. Dá um porradão. E aí, às vezes, afeta a placa-mãe. Se chegar na placa-mãe... Eu lembro porque eu comprei essa porra. Pra botar nos amiguinhos, né? Porque eu meio que fazia um...

Deixa quieto. É um passado muito escroto, meu. É um passado que não pode ser dito publicamente. Cara, eu sou... Eu era uma pessoa horrível trabalhando. Eu não gostava de trabalhar no CLT. Hoje eu sei o que é trabalhar. Não vou dizer que eu sei o que é trabalhar, mas se eu não trabalhar eu morro de fome.

Entendeu? Então no CLT tinha a porra da máquina de bater ponto. Eu odiava aquela merda. Com todas as minhas forças do mundo. Ia fazer fault-injection lá, hein? Não, tinha. Eu lembro da marca, da DMAP. Todo mundo sabe que marca é essa. Geraldo dessa marca, porque é chato bater ponto. E tinha um USB de atualização. Então eu peguei um monte de bateria, fez um...

Um paraleluzão. Caralho. Eu não lembro quantos volts eu botei, mano. Só sei que eu chegava nos dois cantos do USB, chegava na hora de beber água assim, ó. Mano, o bagulho fazia assim, ó. Poc. Era... O barulho era Poc? A máquina parava de funcionar. Tá, mas tu não queimou. Queimava na hora. Tá, não, mas queimava tudo. Estragava... Chega a sair a fumacê, perigui. Chega a sair a fumacê, fumava. Fala, ih, escolheram o Papa.

Na hora, filho, eu falei, agora, aí o que que acontece, mano? Era no mínimo. Nunca descobriram, tu? Agora vão descobrir, mas já prescreveu esse crime aí, já. Já, já, já. Já, já prescreveu. Botava essa porra. Pô, máquina de ponta é fila da puta, né, mano? Não, aí ficava tipo, ficava tipo uns 10 dias sem a máquina. Aí podia chegar atrasado. Sai cedo.

Na real, eu não era filha da puta no nível de querer chegar atrasado. É que o trânsito não permitia eu chegar no horário. Era só tu acordar meia hora mais cedo. Não importa o quanto eu acordava mais cedo. Eu vou te falar. Eu vou dar um exemplo hoje. Aquela Raposo Tavares tá uma merda. Demora aí. A galera aí subir na Raposo. A Raposo Tavares. A Raposo tá... Cara, tu sai quatro e meia da manhã. Cara, morreu um monte de um ponto atrás. Já tá com trânsito.

Aí como é que o trabalhador vai ter uma vida saudável? Não morando em cotia. Vai chegar no horário... Ah, não fode, né? Porra! Aí tu quer me fuder. Eu morava em Nova Iguaçu, era a mesma coisa. Tipo, pode chegar lá... Ou seja, não aprendeu nada. Eu não tenho que sair pra trabalhar hoje. Eu fico com pena que tem que sair, porque é uma situação que só piora, Igor.

Tu não tem que fazer mais essa merda. Mas assim, com todo respeito. Mas com todo respeito. Eu queimava mesmo. A tua casinha lá é maneira demais mesmo. Não, é da hora. É tão maneira que ele nunca me levou lá, né? Porra. A gente tem que arrancar o teu Bill Aude. Temos que arrancar o teu Bill Aude. Não, churrascão. Churrascão no fim de semana é maneiro, hein? Bora. E a gente...

Mas tu mora longe pra caralho Mas eu tô vindo pra São Paulo toda hora Já era pra ter se mudado pra Cajar Eu prometo que eu vou agilizar isso aí A engenharia social Não sabe, não sabe Aonde eu moro? Não, não fala Engenharia social, se tu estuda ela bem Tu aprende umas paradas Não é tipo mentira toda hora Mas é adquirir a informação socialmente

Então são técnicas onde tu não quer entregar a parada, mas dependendo da pergunta que eu te faça, tu entrega. Não é que eu não quero entregar, é tu que... Assim, se tu perguntar, é estranho. Mas se tu... Se eu falo espontaneamente, não é... Tu nem sabe que... É, eu nem sabia que tu queria saber isso, entendeu? Aí tá a mágica. É que engenharia social é...

É isso. Mas eu acho que entra num mais complexo ainda. Engenharia social vem de quase tudo. O jeito que tu se veste, como tu age. É um plano. É um estudo sobre a outra pessoa. Vou dar um exemplo bem louco.

de engenharia social, se fosse aplicado nesse caso. Vamos dizer que a galera quer roubar meu fone. Quer meu fone. Não, pode pensar no fone. Não, bolei aqui em cima do fone. Entrei dentro do carro. Eu sou a vítima. Tô fazendo minhas paradas, não sei o que. Eu fonezinho, botei do lado o que. Não queria mais escutar nada. Na real, eu tirei o fone quando o cara bateu o carro. Aí, qual foi o engenharia social do cara? Bateu o carro pra me distrair.

Saia atordoado no carro, só queria meter o pé. Tava atrasado, porque ele atrasou. Ele acabou ficando com o meu fone. Foi um gerente social pra pegar o meu fone. Ele só tá pensando no lucro, né? Não, mas tu não sabe. Ele tem um martelo em de ouro. Entendeu? O irmão dele é dono de um martelo em de ouro. Não faz sentido nenhum ter esse prejuízo. Mesmo se o carro for roubado. Não, mas e o martelo em de ouro do irmão dele, que vai fazer o serviço de graça? O cara sumiu.

Cadê? Conseguiu falar com o homem aí? Ele tá trabalhando. Quer dizer, não sei, né? Deve estar dormindo, deve estar transando agora. Se fudeu. Ó, tem umas mensagens pra nós aqui. Mas antes, deixa eu falar pra vocês aqui dos parceiros que estão com a gente. Vou começar pela Insider aqui, que é quem faz essa camisa que eu tô usando. E, cara, tu ainda não experimentou. Essa é a hora, hein? Tu não vai... Ah, não, amanhã eu compro, não sei o quê.

Entra lá. Entra lá. Usa o cupom FLOW. Pega a tua tech t-shirt aí, que eu tô ligado que tu... Putz.

Vai lá, experimenta. E eu tenho certeza que tu vai gostar, cara. E quando tu voltar, aí tu vai encontrar lá no site da Insider, que é insiderstore.com.br. Cara, peça pra completar o teu armário inteiro, pra tu dar de presente pros outros, todo mundo fica feliz, tá bom? Então, entra lá, insiderstore.com.br. Use o cupom FLOW pra tu ganhar o desconto no teu carrinho de compra. E é isso, tu vai ser feliz. E...

Esse mês tá acumulativo, mano. A galera tem que aproveitar mesmo por causa do Dia das Mães. Agora tu vai vender o cupom Flow. Porque tu chega, tu mete 15% pra usuários novos ou 10% pra usuários recorrentes. Aí tu já comba com mais 5% do Pix. E as roupas ainda tá na promoção.

Tá vendo que tem amigo e é melhor do que dinheiro? Tá vendo? Tá ele falando isso aí, eu nem vou pagar nada. Gravei hoje o meu... O meu Insider. Tamo junto, caralho. Oi, vim uns Insider pra mim aí. Insider, vamos arrumar uns Insider pra tu que Insider é... Tamo junto.

Bom, outro parceiro que está com a gente também é a hashtag treinamentos. Você aí, cara, que está pensando em... Cara, como é que eu faço para melhorar, para alcançar outro lugar no meu trabalho? Ou para ir trabalhar com uma coisa diferente? Ou até para ter o próprio... Você quer ter o hobby? Você quer saber mexer com isso que a gente falou aqui hoje, por exemplo? Inteligência artificial, tá?

E mexer com inteligência artificial aqui, gente, não estou falando de tu mandar uma mensagem no chat EPT e agora eu uso inteligência artificial no meu trabalho. Não, é ferramenta certa. Saber o que você está fazendo. A Hashtag Treinamentos é das maiores empresas de treinamento, especialmente no mercado de trabalho, da América Latina. E está rolando aí... Bom, a gente fez uma parceria e você tem acesso...

a 500 reais de desconto na comunidade impressionadora, que é o pacote completo de cursos deles, tá? Então, tem aí o QR Code aí, o link na descrição também. Vai lá, eu tenho certeza que tu vai se amarrar no... Bom, tem um monte de coisa maneira lá pra aprender, cara. Tem Excel, tem Python, tem... Inteligência Artificial talvez seja o curso mais quente, porque é a coisa mais legal que tem pra... Cara, eu parei de... Eu tô jogando menos videogame, cara. Sério? Por causa da Inteligência Artificial?

Tá roubando minha brisa. O que tu anda fazendo lá? Cara, eu tô aprendendo um monte de coisa. Ainda tô na fase de aprender o que dá pra fazer. Já falei pra colar lá com o André, né? Já falou, já. Mas eu gosto do processo, cara. Não, mas ele vai te dar umas ferramentas. Tem uns vídeos que ele fez pra poder melhorar.

a inteligência artificial pra te entregar mais por menos. Agora eu já sei o que eu quero. Agora eu quero rodar local. Entendeu? Rodar local é da hora. Agora eu vou ter que arrumar um PC. Mas tem que ter um propósitozinho. Vou ter que arrumar um PC. Um PCzinho. E agora a Rã tá cara para um...

Ou tu gastar na placa de vídeo, que também é muito caro porque tem que ser das 90 lá, pica. Aí tem o processador AMD, que você que é pra inteligência artificial onde você aloca a memória, aí tu bota 128 de memória, o problema é que a memória tá cara pra caralho. Aí tu pode usar os modelos pica. Entendeu? De treinamento que aí vai ser o nerdzão no negócio.

Mas aí tu tem que ter propósito na hora de treinar. Porque aí, por exemplo, tu vai treinar tu agora. Tu vai fazer o quê? Eu...

Mesma coisa que eu usou pra mim. Ah, pô, pesquisa essa parada aqui. Aprende as coisas da internet. É o que a gente fala pra nossa inteligência artificial. Aí é quando ela fica parecendo um orangotango burro pra caralho. É, mano. Não era isso que eu quero fazer, não. Eu não quero fazer nada. Então você tem um propósito, não tem? Eu quero aprender. Eu quero brincar. Eu quero ver rodando o local. Uma coisa de ter uma local é legal. Que, mano, tu não paga os tokens. Então, então. Aí a partir disso...

Dá pra fazer um monte de coisa. Dá pra fazer um monte de coisa. A próxima coisa que eu quero é rodar local. É isso que eu quero. Mas aí não fica... Pica que nem os modelos da Antropic. Aí tu já fica... Mas eu posso usar os modelos da Antropic pra coisa A e rodar local as coisa B. Leitorinha, categorização. Já é quase um desenvolvedor. Aí também não. É, calma aí. Pô!

Tava indo bem, porra. Não, cara, mas olha só. A inteligência... A primeira linguagem... Eu não sei se já tem, mas quando começar a ser popularizada as linguagens pra inteligência artificial... Porque a inteligência artificial, ela usa as linguagens atuais. Seja de acordo com essa necessidade, ela usa a linguagem que ela achar melhor. Entendeu? Mas se você pedir, ah, eu quero isso daqui... Em... Rust!

Vai fazer. Ah, eu quero isso daqui agora. Mas se isso ficar uma merda é grande, né? Não, às vezes não. Às vezes não. Aí você tem que entender a linguagem. Não é melhor usar a que é mais bem documentada. Não, você tem que entender porque tem linguagem que é muito forte pra algumas coisas e linguagem que é forte pra outras. Tu quer dizer pra ele aprender programação?

Não. O ponto que eu quero chegar é, quando começar a aparecer as linguagens de programação pra IA, aí, mano, aí o negócio vai começar a ficar sério. Isso é legal. Mas assim, conselho pra quem quer programar. Porque não tem limitação. Cara, acha a linguagem de programação que faz tu fazer coisas que tu quer criar. Pra aprender programação, tu não tem que estar pensando, vai, eu tenho que aprender tal linguagem pra mim entrar no trabalho, não.

Pesquise o que você quer criar, o que você tem vontade. Veja se aquilo que você tem vontade, existe linguagens de programação próprias para aquilo. E aí você começa a programar. Porque isso faz você se incentivar.

a querer entender programação e começar a programar uma coisa que você quer construir. E no momento que tu faz isso, porque no momento que tu começa a estudar uma linguagem de programação, tu começa a entender o que é lógica de programação. E a lógica de programação que é o que tu tem que entender. Sabendo lógica de programação é muito mais fácil aprender qualquer outra linguagem. Antes do algoritmo é a lógica de programação.

É o que é mais incentivado, inclusive, na faculdade. As matérias de lógica, de raciocínio lógico. Aí vai pra lógica, né? Raciocínio lógico, lógico, programação. Aí aprende algoritmo. Aí aprende alguma coisa, pelo menos na minha época. Eu nem sei como é que é hoje, cara. Porque eu me formei em 2010.

Aí você aprendia uma linguagem que era mais próxima. Em 2010, eu me formei em 2020. Dez anos, exatamente. O que você aprendeu na faculdade de linguagem? Cara, eles botavam muito Java, cara. Java é um inferno. Java é um inferno para programar, mas eu fiz até meu TCC com Java. E era com IA, na época.

Não é o que é hoje em dia. Mas assim, eu já tinha muita noção de programação. Então eu não tive muito problema. Não tinha muito problema. Eu já programava muito com Java. Eu comecei com PHP. Na minha faculdade eu aprendi. Pra você ter ideia. Eu aprendi... Delphi. Ah, é que Delphi... Delphi 7. C. C Sharp. Java.

Foi essas. Na faculdade foi essas. Eu nunca programei em Delphi, mas o resto aí... E aí tinha as aulinhas de... Tinha que saber hexadecimal, a porra toda, entendeu? Sim. Mas eu tive... E nunca ensinaram pra vocês Portugal? Hã? Portugal. Na época não existia. Portugal é uma linguagem que é feita pra exatamente tu aprender linguagem de programação em português.

É pra te aprender a lógica de programação em português. Eu lembro de algo parecido. Eles estavam, eu acho, inventando na tua época. Porque, assim, tem aluno que tem muito problema a entender a linguagem de programação porque tá em inglês. Porra, mas aí é foda. Tem que ensinar em inglês. Mas daí tu entende e na língua dele, e depois ele vai. Seria uma facilidade. É uma facilidade.

Mas assim, galera, pra quem quer até se interessa pela área e tudo, em inglês, pelo menos o técnico, é indispensável, mano. É indispensável saber pra poder ler documento, apesar que hoje tu nem lê mais, bota pra ir a ler. Já é. Hoje tá mais fácil. Hoje tá mais fácil. Mas pro mercado de trabalho, realmente, saber inglês é um diferencial muito grande. É um diferencial gigantesco.

Com certeza. Ainda mais, por exemplo, quer ganhar uma graninha maneira, você não vai trabalhar pro mercado brasileiro. Você vai trabalhar pro mercado de fora. Sim. Você deve ir pra alguma empresa no exterior, receber em dólar, paga menos imposto, inclusive, do que... Cara, o deve é pra ganhar muito bem. Eu não sei porque ele ganha mal.

Porque é burro. Não, mano. Não é. Não, também não. Assim, sempre eu levei a profissão desenvolvedor como uma coisa que nunca foi levada a sério. Os indianos lá, não teve um K8 que os caras achavam que tava uma inteligência artificial codando e tava, na real, um monte de indiano codando. Quase.

Não sei se isso é fake, mas... Era acordando ou era respondendo? É, tinha uma coisa. Sei lá. Era respondendo alguma coisa. Era respondendo. E os caras achavam que era ia. Mas na moral, tu acredita que... Não sei quanto é verdade isso, mas é irado. Não é possível! Bom, indiano tem pra caralho, né? Não, mas pera lá. Tu acredita que todo produto que é anunciado na internet que fala que é de inteligência artificial ou usa inteligência artificial tem inteligência artificial? Não. Não.

É o lance do marketing. O cara hoje falar que o produto dele tem inteligência artificial, vai vender. Entendeu? Vai vender, mano. É um travesseiro que tem inteligência artificial.

Entendeu? Ah, é um robô de limpeza que tem inteligência artificial. Não duvido que não tenha. Mas, cara, não chega a ser inteligência artificial. Se liga, se liga, se liga. Minha esposa comprou, a Mariana comprou uma Airfryer com inteligência artificial. Aí, então, caralho, viado. Eu não tô te falando? O que será que tem na Airfryer com inteligência artificial? O que vai ter? Aí chegou, né? A Airfryer com inteligência artificial.

Quando ela pegou e foi ver qual era, era assim, ou... Manda umas mensagens pra esse número aqui, que esse número vai te responder com mais receita. Ai, meu Deus do céu. A inteligência artificial da Airfryer.

Cara, tudo tem inteligência artificial hoje. Então vamos fazer isso com um banco de dados ali. Só denunciando os produtos que realmente não tem inteligência artificial. Isso eu achei engraçado. Eu tô com medo do Togura aparecer aqui com a bebida de inteligência artificial. Isso se chama marketing. Sabor inteligência artificial. Puta que pariu, cara. Não duvido. Não duvido. E vai vender pra caralho. Caralho, tô bebendo inteligência artificial. Tô ficando mais burro.

Ó, se você quiser beber um troço aí e ficar menos burro, mentira, não tem esse efeito, não. Tem só um efeito de muito prazer e, sei lá, o que mais? Refrescância, dependendo do caso, não é verdade? Se tu colocar um gelo ali e botar um... O que mais que dá pra colocar no hidromel?

Dá, se tu se passar, tu fica burro. Não se passe, inclusive, não se passe. Mas se você não conhece ainda, cara, se você não sabe o que é hidromel, imagina um vinho, só que em vez de usar uva no processo de fermentação, usa o mel e, cara, dá uma bebida que não é necessariamente pra você tomar... Porra...

quando você tomaria um vinho, tá? Dá pra você tomar, por exemplo, na beira da piscina. Faz um drink com hidromel, tá? Dá pra você tomar ele bem gelado, com bastante gelo. E tem um monte de sabor já lá no site do Philip Mid, que é o philippmid.com.br, pra você experimentar, cara.

umas promoções maneiras lá, e que se você colocar o cupom FLOW10, você ainda ganha 10% de desconto na tua compra, tá bom? Então, cara, vai lá experimentar, eu tenho certeza que tu vai se amarrar, é... e... é só importante lembrar que pra consumir bebida alcoólica é importante ser... tem que ser maior de 18 anos, tá bom? Pra... pra... pra bebê e pra comprar, se precisa ser maior de 18 anos, tá? E se beber, não dirige, é muito importante. Bom, vamos pras mensagens aqui?

Tem uma mensagem aqui do Thor, que mandou, salve Igor. Pergunta para o Penegui se ele ficou sabendo do brasileiro que rodou Doom em uma maquininha de cartão Pax no final do ano passado. E qual que é essa vulnerabilidade?

Ah, tem mais de um. O que eu conheço é do meu amigo Tessky. Além dele, claro, tem outros profissionais que testam. E é muito comum a gente botar rodando Doom. Sabe o que é Doom? Eu sou millennial. Então tá, sabe muito bem. Então isso é uma forma de mostrar que tu tem total acesso à máquina e que ela roda uma coisa que tu colocou pra fazer.

E... Bom, tem... Eu tenho alguns amigos que fazem esse tipo de coisa. De máquina. Instalar Doom nas coisas. Bah, pra caralho. Não só em máquina de pagamento. Fala um troço maneiro que tu viu o Doom rodando. Cara, é porque assim... Eu já vi no Merfryer. Teste de gravidez.

Ah, teste de gravidez, é verdade. Mas assim... Eu já vi. Mas assim... Eu não sei se você sabe, mas máquina de pagamento ela tem anti-tumper. Sabe o que é anti-tumper? É pra gente ninguém mexer nela. É pra ti não conseguir... Quando tu for tentar desmontar ela, ela vai queimar os circuitos.

Outra coisa que tem anti-tumper, por exemplo, é a tornozeleira eletrônica. Se tu tentar abrir a tornozeleira eletrônica, ele vai ativar o anti-tumper, que vai avisar a polícia que alguém está tentando abrir o anti-tumper. Por isso que não se abre com qualquer coisa que esquenta. Então, a proteção... Caralho, isso é... Caralho, você está retardado, cara? Não que eu lembrei do bagulho aqui.

Mó tempão depois? Eu acho que todo mundo lembrou. Mas assim, ó. Coisas que nunca vão explicar na face da tela. O que que é? Eu ia ver se eu explicar essa porra. Mas tudo bem. Acontece. E os smartphones, eles não têm anti-thumper, entendeu? Então, máquina é uma coisa que realmente ela é mais segura em proteção pra abrir ela do que um smartphone. Então, quando tu coloca um doom nisso aqui...

as pessoas pensam duas vezes, né? Porque existe um monte de pesquisador contratado pra fazer proteção, pra que essas máquinas tenham proteção. E quando tu faz uma coisa dessas, tu passou de um nível. Um nível muito forte. Por isso que tem tanta gente que é contratada pra fazer pen test nesse tipo.

tipo de coisa, né? Tem gente que usa serra pra serrar e não ativar os antitampos. Tem várias técnicas pra bypassar o antitampo. Deixa eu chegar aqui assim, ó. Já consegue acessar o circuito sem abrir o negócio. Sabendo mais ou menos onde é que tá o circuito, tu consegue se conectar via UART, SPI, tem várias técnicas pra te fazer esse tipo de coisa. E tem algumas...

Que são, tipo, conectar no USB e tu tem acesso total às partições da máquina de pagamento. Essa aí é por causa do teste que ele me passou. Maneiro. Esse aí tá pobre porque quer, né? Tem máquina de pagamento que é muito vulnerável. Não, o moleque é sinistro, cara. Ele me deu de presente uma antena que você conecta aqui.

Que te dá super poderes no negócio. Deixa eu ver aqui de novo. Essa antena, infelizmente, tu não trouxe, né? Mas ela faz ataque de Wi-Fi de Outer. Eu tenho a oficial dela, que veio no kitzinho, quando eu comprei. E tem aqui o TES que me deu. Tem o Júlio Della Flora também. É, o Júlio. O Júlio, mano. A gente tava esquecendo do coitado do Júlio, né? O Júlio é muito bom. O Júlio fez numa máquina de pagamento, ele botou Doom na... Tack. E aí

Eu não lembro a máquina de pagamento exata que ele fez. Mas ele reproduziu uma vulnerabilidade. Claro, eu sou especialista. Eu estou falando só de um ponto que eu vi dos vídeos que ele fez. Ele fez na Samap. A Samap é uma marca que ela tem uma... Ela é mais vendida, essas máquinas, no exterior.

Tem aqui no Brasil algumas Samaps, e tem uma vulnerabilidade em algumas Samaps que tu coloca a Doom tem todo o acesso completo à máquina. O problema disso, o problema desses acessos, é que a máquina pode ser usada pra golpe.

Claro, claro. Então o que a gente faz? A gente reporta esperando as máquinas fazerem mitigação disso aí. Além de contratos. Meus amigos se sustentam muito com contratos em penteste em máquinas de pagamento. Isso aí é muito comum.

Esse aqui é pra tu, Ratão. O cara tá perguntando por que tu odeia o Luan Gameplay. Basicamente, o cara falou o seguinte. O Luan é foda, mano. Pergunta por que o rato borrachudo corre do Luan Gameplay igual o diabo corre da cruz. Ele odeia o menor. Vive dando desculpa pra não tirar foto com ele. Devia ter um programa com os dois. Salve. O Luan... Fazia tempo que eu não... Cara, calma aí. Eu já encontrei o Luan, mas nunca tirei foto com o Luan.

No gameplay da época do microfone zoado. Quem conhece, conhece. E ele fica espalhando pros inscritos dele que eu não quero encontrar com ele. Que eu não gosto dele. O moleque da internet. Não, você conhece a trinta? Ah, eu não conheço o cara. Aí eu fui pra Gamescom agora. Fudido da coluna, mas foi. Aí quando eu chego em casa, o Luan me manda mensagem. Ué, cadê tu, viado? Eu falei, porra, Luan. Nem sabia que tu ia, bicho.

Aí tá foda. Aí, cara, ele chega em casa com fogo no cu, abre a porra da live e fala, mais uma vez, o ratão não quis falar comigo. Eu sou o maior fã dele. E ele fica espalhando essa história e vem a galera encher o meu saco. Acreditando na lorota do Luan. Mas ele faz de sacanagem, porque o Luan não é de Deus.

Olha, eu não sei se ele passa. Eu não sei, porque eu venho pra São Paulo, eu mando mensagem pra esse cara aqui, ele nem me responde. Não, não é assim também. Eu te respondo sim, para. Não, ele me responde duas semanas depois que eu não tô mais em São Paulo. Não, me tira. Não era do Luan que tu tava falando mal agora mesmo? Não era, eu tô atrás do meu fone. Para com isso.

Tô brincando, Luan. Tô brincando. Ó, é... E aí tem uma última mensagem aqui. O Pixel com Grafine, eu acho. É Grafine OS. É seguro. É. Você quer nem saber se é mais seguro. É invulnerável. Não, invulnerável não é. Ele vai ser um pouco mais seguro porque o Grafine, ele tira algumas funcionalidades, ele tenta te proteger mais, tá? Então, por exemplo... Qual que é o telefone do Daniel Vorcaro?

Era um iPhone 17 e foi hackeado pela PF. Legal, legal. Deu certo, então. Obrigado, Borcaro, por usar um iPhone. Tamo junto! Mas assim, o que acontece? Ele é um sistema operacional que é Android, mas ele tem várias limitações. Ele deixa o sistema operacional mais protegido. Por exemplo, vou dar uma ideia aqui, tá?

Tu ligou o teu Bluetooth. Ele, em pouco tempo, ele desliga o teu Bluetooth por segurança. Entendi. Entre outras coisas. E tem uma galera que, quando faz esses celulares, eles vendem ele pra pessoas que querem ter mais segurança. Nesse tipo de coisa.

Uma coisa que ele faz, que a galera faz, é começar a tirar a câmera do telefone, microfone, mas isso não tem a ver com o grafene. Mas te dá uma certa segurança. Se não tem microfone no teu smartphone, se tu pegar um vírus que a pessoa pode escutar o áudio, se tu não tem nem no teu hardware físico, não vai funcionar. Então a galera vai tirando esse tipo de coisa, essas funcionalidades e... Vamos lá.

Coloca o Grafene, que é um sistema operacional com mais restrições que o normal.

E aí tu fica... Menos vulnerável. É aquilo que eu tava comentando quando a gente não tava gravando aqui. Como fechaduras eletrônicas. Mas se conectar no Wi-Fi do aeroporto, o que que vai acontecer? Mas peraí, quanto mais funcionalidades um dispositivo tem, mais mecanismos de ataque tu tem. Fechadura eletrônica, ela desbloqueia com senha, biometria, facial. Cada uma delas é um ponto...

que você pode explorar e encontrar uma vulnerabilidade. Então, quanto menos funcionalidades, mais... Não um segundo, eu diria, mas menos ataques possíveis, talvez, de fazer. Isso acontece também com o smartphone, no caso. Aí, cara, mas ele se conectou na rede Wi-Fi. Tá, mas para ele se conectar na rede Wi-Fi, ele vai ter que instalar daqui a pouco uma aplicação. E daí o Grafene, ele grita muito sobre isso. Está instalando alguma aplicação fora.

Então ele não é imune a burro, mas ele tenta ser imune a burro. É isso aí.

Bom, Douglas. Mas invulnerável não é. Muito obrigado por virem aí. Obrigado pela moral. Eu que agradeço. Pô, na moral, Mané. Foi muito bom. Cadê teu fone, cara? Eu toquei o fone e aí o fone sumiu. Tá 39 minutos sem notícias. Ou seja, a ideia de tocar o alarme no fone, acharam. E desligaram. O iPhone tá desligado agora? O fone. É? Todos chateados.

Caralho... A musiquinha do Lúcio... Por que eu peguei esse fone, mano?

Tô chateadado. Aí, família, vamos fazer uma vaquinha. Os caras da Uber vão ajudar. Vamos fazer uma vaquinha pra comprar um fone pro ratão. Não, mano, não é isso. Não é isso. Eu não gosto de perder minhas coisas. É ruim demais perder as coisas. Chato. Eu gostava muito daquele fone, mano. Eu programava usando fone. Tava trabalhando usando fone. Pronto, agora o cara nunca mais vê no Flow. Não, não é isso. Não tem nada a ver. Não tem nada a ver. Mas os caras da Uber vão ajudar nós, né? Vai, pô.

Não vai, Bruno? Vai. Amanhã. Amanhã já tá fora do Brasil até. Pô, o fone sumiu, mano. Não, já pede... Não, mas normalmente essas paradas assim, quando esquece alguma coisa no Uber, dá pra pegar de boa, né? Claro que dá, claro que dá. Dá assim, dá assim. Bom, perigui, essa daqui é tua câmera, se quiser falar alguma coisa.

Eu agradeço. É muito legal estar aqui. Muito legal ter esse espaço. Acho que foi muito da hora. Não sei como é que tu me conheceu, mas foi muito da hora. É um prazer. Eu te conheço há anos. Te acompanho desde 2020. Gosto muito do Flow.

Pra ser bem sincero, aqui eu tô marcando um sonho que eu tenho de vir no Flow. Que maneiro. Então, assim, muito obrigado. Não tem nem como te agradecer essa oportunidade. Valeu, cara. Obrigado pela parte que me toca aí. Ô, monstrinho, tu quer dar tchau ou foda-se? É, tá muito triste, gente. Ah, desisti, mano. Tô com fome agora.

Tá com fome. Conta uma comida mesmo, mano. Vamos comer aonde? Vamos comer aonde? Aí depois ele fica... Ai, minhas costas. Quero ver onde tu vai comer agora, meia-noite. Então vamos pra casa. Vamos pra casa, não comer nada, não. Bom, galera, rato borrachudo. Acha meu fone aí pra mim, por favor.

Ó, sigam nas redes sociais Instagram Penegui, é só botar arroba Penegui, segue lá, hein. A gente vai colocar o dos dois. Vai lá no meu Instagram lá, porque esse Instagram deu engolida, sumiu o seguidor da galera ainda, foi? Não sei. Sumiu, sumiu. É a conta desativada, né? É a conta desativada. Minha conta é muito antiga e a galera já sumiu. Deve ter sumido uns meus também.

É, segue lá, pô, no meu Instagram e eu vou botar lá no... No stories lá eu indo atrás desse fone, que eu tenho que achar a porra do fone, bicho. Ah, caralho, chegou uma mensagem aqui, mané. O Sincerão mandou, Penegui, por que caralho você se veste assim? Com todo respeito, parece que tacaram uma flashbang em você e ficou pra sempre. Mas te achei muito foda. Cara, porque eu gosto. Igor, tu não gosta de se vestir de calção, chinelo. Eu gosto. É isso, é exatamente isso. Eu gosto de me vestir assim e...

que o resto me aguente. Cara, quando eu fiz essa pergunta pra ele, porque eu jurava que ele se baseou... Ele achava que eu era um personagem. Não! Porque eu falei, mano, o cara deve ser muito fã daquele filme Hackers. Tu lembra? Da Jelena Jolie? E a galera se veste no estilo dele. Ele falou, nunca nem vi o filme. Eu falei, ah, meteu louco.

Não, eu falei, eu nunca vi o filme, mas eu conheço pessoas que comentaram sobre o filme. O filme é clássico. Clássico pra quem é hacker. Um dia eu vou chegar. Você não é hacker. Você... Aham, sim. O que a gente fez aqui hoje não é. Eu sou estelionato. Vai? O que tu fez com a tecnologia, a gente faz com desenrolo há muito tempo. Vai ter print do podcast num novo documento do governo aí.

Eles vão bloquear o Raspberry Pi Porra, já pensou? Pelo amor de Deus Vou te falar, não duvido nada de hoje em dia Cala a boca, tá maluco? Nada, nada, nada, não quero mais saber de nada Isso aqui é Arduino, gente Não dá pra bloquear, por favor

Ó, o Gab Lucas mandou. Vocês conhecem Terry Davis? Gênio que criou sozinho o Temple OS do zero. Não sei. Dizia receber mensagens de Deus. Ai, meu Deus. Enfrentava esquizofrenia. Esse aí eu não conheço. Virou lendo online. Não, dá louco. Tempo OS. Tempo usar viajar, mano. Caralho, o que será que é isso?

Loucura, depois vou dar uma olhada. Não, não conhecemos. Bom, então, muito obrigado. Espero ter sido maneiro pra vocês também. Foi um prazer enorme. Vamos atrás do meu fone agora. Vamos lá pra Zona Su, galera. Ele vai me levar lá pra rastrear o Wi-Fi. Não vou. Só através de pagamentos.

Olha aí, dinheiros resolvem tudo. Deixa aí o... A gente vai deixar aqui no comentário fixado os links pra vocês chegarem nos perfis tanto do Rato quanto do Penegui, tá bom? E entra aqui na nossa descrição também que tem lá o Discord pra você sugerir novos convidados ou novos episódios também, tá bom? Vira membro, que a gente tem conteúdo exclusivo pros membros aí por menos de R$8.

famoso 790, e fica aí que a gente vai te mandar pra um videozinho agora maneiro da... Qual que é esse? Mercedes vs Fusion. Será que eu fiz merda? Você acha que eu fiz merda? Eu gostava tanto do Fusion e comprei uma Mercedes C300. Será que eu fiz merda? Não responda. Assista nesse vídeo.

RATO BORRACHUDO + PENEGUI - Flow #599 | Castnews Index — Castnews Index