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RAFAEL BITTENCOURT + LORD VINHETEIRO

04 de maio de 20262h48min
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Aquele Extra Flow

Assuntos8
  • Angra e Dream TheaterAngra como cópia do Dream Theater · Crítica à complexidade musical e aos fãs · Angra como 'boy band de metal espadinha'
  • Sepultura e Metal PesadoSepultura como fezes puríssimas · Crítica à distorção e sons guturais · Sepultura como inspiração para outras bandas · Heavy metal como uso de ruído para música
  • Rock BrasileiroLegião Urbana como fezes · Rock brasileiro como movimento social e cultural · Comparação com o rock australiano
  • Rock em Português vs. InglêsRock em português é MPB · Rock deve ser cantado em inglês · Rock alemão e sueco como exemplo
  • Influência da música comunitáriaA importância do contexto social na música · Rock como movimento social da ditadura · Música como forma de expressão e pertencimento
  • Nutella vs. FezesApreciação de música extrema como experimentar Nutella em uma latrina · A necessidade de explicar a 'beleza' em algo aparentemente feio · A escolha pessoal na apreciação musical
  • Fofocas sobre ShakiraShakira como melhor que Sepultura · A idade de Shakira e procedimentos cirúrgicos · A percepção da idade feminina na indústria do entretenimento
  • Música BrasileiraO Rappa como banda única e relevante · Reggae brasileiro como 'fezes' · A necessidade do sotaque jamaicano para o reggae
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Salve, salve, família! Bem-vindos a mais um Extra Flow e, como sempre, mesa cheia pra gente trocar uma ideia suave. Bom, tem o Jack do meu lado. Salve, família! Tem ali o Lordão. Vocês estão muito felizinho pro meu gosto. Isso! Vocês estão muito contentes. Por quê? Porque eu tô entre amigos aqui, pô. Tem o Rafa também, por exemplo, né?

Eu acho que não é, não. Eu acho que as drogas que vocês estão usando, aí vocês ficam contente. Olha aí, pronto. Se tirar o entorpecente de vocês, vocês vão ficar tudo jururu. E você tá contente? Eu não. Então devia estar tomando porra. Era fácil de resolver.

E eu tô jururu. Me faltou entorpecente. Tô jururu pra caramba. Você não usa entorpecente, né? Vez enquanto sim. Também? Não sempre. Achava que você não usava. O cara é artista, porra. Mas assim, por exemplo, hoje eu tô jururu, realmente. Mas muitas vezes, num momento de lazer, dependendo do entorpecente que nós estamos falando, é como se fosse um whisky. Você toma alguma coisinha?

Não dá tudo, qualquer bebida eu vou botar pra fora. Então, pronto. É porque ele é todo bichado, cara. Esse cara é todo bichado, pô. Por isso que ele é jururu. Por isso que ele é puto com a vida. Por isso que ele não gosta de nada, né? Pois é. Mas ele não gosta de Taylor Swift? O cara não gosta nem da Taylor Swift. Eu não gosto de nada.

Porque eu não tô sobre o efeito de entorpecentes. Vocês, se cortar o entorpecentes, vocês vão ficar tudo chorando. Ai! Estou deprimido!

Vamos começar. Fezes isso, fezes aquilo. Vai ficar triste mesmo. Vocês vão ficar tudo deprê. Ô, Gordão, o que você acha de Angra? Fezes por isso. Já quer começar assim?

Por que que tu haja fezes por isso, Mangra? Porque o Angra... Já ouviu? Hã? Tu já ouviu? Claro que eu já ouvi. Já até toquei. É? Já me fizeram tocar uma banda quando eu tinha 15 anos, me fizeram tocar Angra e Viper. Tu tá velho pra caralho, hein, Rafa? Viper. Você viu? Puta que o pariu, meu irmão.

Que honra, né? Olha só como é tocado. Até forçosamente as pessoas tocam. Até contra a vontade elas tocam. É isso que mantém a gente aí. 35 anos. Não, e era um castigo lá. A música...

A música que me fizeram tocar... Cara, eu não tenho saudade nenhuma da época que eu tinha a banda. Eu tava falando pra ele aqui. Nenhuma. Porque você juntava um monte de moleque. Ninguém tirava as músicas. Ninguém tirava as músicas.

E quando tiravam, eram músicos incompetentes. E as músicas do Angra, não elogiando, tá? Elas tinham muita nota, igual as do Dr. Sim. Sim. E quando tem música com muita nota...

e você tem um a sua banda tem músicos de fezes a música fica pior ainda então é muito ruim banda com muita nota então tá, pera aí é por isso que Angra é fezes? porque tem muita nota? ou porque os músicos são fezes? não, não, não o Angra é fezes

Porque ele é uma cópia barata do Dream Theater. E o Dream Theater é uma bosta. Então os caras tentaram copiar fezes. O que acontece quando você copia fezes? Sai xerox de fezes. Fezes ao quadrado.

Então fezes não fica menos fezes. Fica mais fezes. Sim, é óbvio. Então angra não é fezes. É dez vezes. Dezes é dez vezes fezes. Pronto. Já temos um bom corte. O que tu acha? Angra é dezes. Angra é dezes. É fezes dez vezes.

O que você acha dele como pianista? É um bom pianista, cara? Olha, os vídeos antigos dele, sim. Não sei como ele anda hoje em dia, a performance dele. Mas realmente era um... Podia-se dizer que um prodígio. Mas agora tá velho, né? Um jovem pianista que era um prodígio. Todos sabiam na época, né? Sobre a opinião dele, opinião é opinião, cara. Goku, né? Cada um tem o seu. De verdade. O Angra é um grupo do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmoso, do Carmos

para um segmento, um tipo de música muito específica. É uma boyband de metal espadinha. Ou seja, que copia do Dream Theater.

Então, óbvio que era pra um grupo de pessoas que... Eu só aumento, né? A minha Wikipedia já tava escrita. Mas é isso, né? Mas é pra um grupo que curte, é bem específico mesmo, não um tipo de música super popular, que vai ser pra todo mundo gostar, né? É um grupo específico que curte boy band, espadinha, cópia de Dream Theater. Mas o...

pior do Angra pra mim não era nem a banda em si, porque os caras querem ganhar um dinheirinho lá. O pior são os fãs do Angra. Mas isso é um capítulo à parte, realmente. São muito chatos que o fã do Dream Theater ele já é um idiota, sempre. Isso é uma regra, uma das poucas regras que não tem exceção, tá?

Se o cara é fã do Dream Theater, tem uma camiseta do Dream Theater, ele é um idiota. E os do Angra também. Porque normalmente eles usam aquele cabelinho... Alisado. Comprido, alisado. Faz chapinha. Não, e metaleiro quando não faz chapinha?

fica mais feio ainda. Ele usa aquela camiseta preta. Mas uma coisa muito irritante... Você sabia que eu já tive banda cover? Olha só o que eu já fui fez. Eu tinha a banda cover de Dr. Sim. E era nessa banda que a gente tocou com aquele pedal duplo chato pra cacete. Porra!

Porra, aquele pedal duplo é muito chato. Qualquer banda que usa pedal duplo. Eu não sei quem que inventou o pedal duplo. Você toca a bateria? Não, não toco. O pedal duplo foi o Billy Coburn. Bateria de jazz, cara. Se não me engano. Vamos perguntar pro chat GPT aí. O quê?

Quem que inventou, quem foi o primeiro batera que botou o pedal, o 2 bumbum. Entendi. Ó, calma aí. Acho que foi o Billy Coma e foi a inspiração do Neil Peart. Eu tava pensando aqui o seguinte, é... E se a gente fizesse então, já que agora a gente já sabe a opinião do vinheteiro sobre o Angra?

Se a gente tivesse um top 10 bandas brasileiras aqui, e na verdade listasse 10 bandas brasileiras aqui, e o vinheteiro fosse dizendo a opinião dele, e o Rafael comenta. Vamos? Tá bom. Fala aí, não precisa ser 10. Vamos falando aleatoriamente aí, nomes. Tá bom. Legião Urbana.

Legião Urbana é fezes. Eu pensei um pouco, mas eu sempre chego à mesma conclusão. Fezes. Por quê? Cara, o Legião Urbana tem muitas características que o tornam fezes. Primeiro, ele diz que é rock e não é rock.

Não existe rock na língua portuguesa. Se você pegar baixo, bateria e guitarra e mixar esses instrumentos, você está fazendo MPB.

Não adianta botar overdrive, não adianta usar amplificador valvulado. Você está fazendo MPB. E MPB é fezes. O rock é para ser cantado na língua inglesa.

Em inglês. Rock em alemão também é porcaria, tá? Rock em sueco, tudo fez. Aquele Halloween. Mas eles cantam em inglês. Hã? Eles cantam em inglês.

Mas são alemães. Entendi. Mas são alemães. Foi que eu entendi. Fala, fala. Eu ia falar, tá, mas aí o Rafa é brasileiro, mas aí ele é Fezes também que tu falou. É verdade. Eu sou Fezes, eu sou Fezes. Não, tudo bem. Vamos lá. Legião Urbana, voltando. Primeiro Legião Urbana, depois o Halloween e o Rock Alemão, né?

e o sueco, né? ele lembrou de todos ele lembrou de todos ué, mas não é pra falar? é, é, é, perfeitamente primeiro legião, mano primeiro é o seguinte, em que gráfico, em que espectro que a gente vai categorizar se é rock, se não é

porque ele pode estar dizendo que tudo que é feito em português é MPB, ou seja, música popular brasileira, porque já saiu um pouco das origens do rock. Concorda isso?

Um pouco. Também tem. Também tem um peso. Então pronto. Então assim, o Legião Urbana, se é rock ou não é uma questão. Se gosta ou não é outra questão. Porque eu posso achar que é rock e não gostar. Por isso que eu tô falando. Tem que separar as categorias. Ah não, chato, chato, né, cara? Oh!

Ou é ou não é, né? Fala aí. Ou é ou não é? Porra. Não, vamos lá. Lacro. Lacro. Que isso? É rock. Sabonetor. É sabonetor. Legião Urbana é o rock. É feste. Você sabe o que é? Pra alguns festes, pra outros rock indiferente e pra uma grande paixão.

Beleza. Entendeu? Eu coloco como um rock brasileiro e eu concordo que o rock brasileiro é muito diferente do rock na sua essência, o rock mais internacional, até porque a cultura brasileira, quando o rock estava saindo, o rock no Brasil nasceu na ditadura, e o grande movimento do rock brasileiro lá dos anos 80 também finalzinho de ditadura, então, de certa forma, o rock brasileiro era muito mais comportado.

do que o Black Sabbath e o Led Zeppelin que estavam ali eram populares no mundo inteiro e o rock da gente aqui não era desse jeito então concordo que o nosso rock bandas de rock parecem muito mais com o movimento da Tropicália dentro da MPB

do que com o rock que a gente conhece de fora. Mas, se você pensar que o nosso rock é diferente, e ele é meio tropicalista, então é rock brasileiro, é tropical. Resumindo o que ele quis dizer, é fésis. É isso que ele quis dizer. É que assim... Você está concordando com ele? Ele concordou. Ele concordou que região é fésis. Não, não. Eu acho que concordou. Não concordei.

O que acontece é o seguinte. Se você olhar o rock como um movimento antropológico, um movimento social, independente da música. Ah, armadura de clave, ah, complexidade da estrutura formal, ah, isso, aquilo. Se você olhar fora do ponto de vista de uma análise musical, e sim como um movimento social, e aí você coloca a importância do funk, por exemplo, que é fez por via ter que eu sei.

Mas como um movimento social, ele é importantíssimo. Entende? Então, assim, não adianta separar o estilo musical, a relevância de um estilo musical, apenas pela estrutura musical do negócio. Por exemplo, a estrutura musical do Dream Theater

Pode ser olhado como sofisticada. Fecalíssima. Fezes com pH alcalino. Alcalino ou ácido? Não, não. O Dream Theater pra mim é fezes com sangue oculto.

E nem sempre o culto. Às vezes você vê ainda... Melena. Sim, sim, sim. Restos da Hemorroid. Exatamente. Aquela coisa. Caralho, isso que a gente começou falando de legião urbana. Então, vamos lá. Essa é só a primeira. Essa é só a primeira, né?

Então, aí é sempre a mesma coisa. Ah, rock é movimento social da ditadura. Ai, a ditadura. Ai, que coisa horrorosa. Foda-se a ditadura. Ninguém se importa.

É sempre a mesma ladainha. É sempre a mesma ladainha. A maioria nem viveu a ditadura. Nós nem sabemos o que é ditadura. Graças a Deus. Quantos anos você tem? Eu tenho 46. É, você praticamente 10 anos mais novo que eu. E faz uma boa diferença, porque no começo dos anos 80...

Você era um bebê ainda, né? E meu avô estava sendo caçado pela ditadura e impactou na minha família de maneira bem forte, gerando uma depressão interna. Meu tio saiu, que era jornalista, na minha família temos juristas e jornalistas, mais ou menos, basicamente, na família da minha mãe. Impactou, mas não estou chorando nem nada, estou dizendo o seguinte. Não era você que eu estava falando.

Agora pesou, né? Não, eu não estou fazendo vitimismo, nada disso. Eu só estou dizendo o seguinte. Existe um contexto social. Não dá para separar. Tanto é que o nosso rock é diferente porque é um país totalmente diferente.

O rock na Austrália também foi muito diferente. Você pega o rock australiano, ele também tem as diferenças lá, o país cheio de sol, etc. As características lá da Austrália que gerou bandas como o Ingo Boingo, o Miner Oil. E era um rock bem diferente do Iron Maiden, dos ingleses, entendeu? E dos alemães e do Halloween.

Vamos chegar no Halloween. O rock alemão e sueco hoje em dia, eles... Cara, hoje o movimento heavy metal, o movimento metal pesado, o centro dele acontece ali na Suécia, nos países nórdicos e na própria Alemanha, onde tem o maior festival de metal hoje do mundo, que é o Wacken.

Então, assim, hoje é muito relevante o que acontece lá. O Halloween era uma banda de metal espadinha, assim como o Angra. Não existe mais? Não, ainda existe. Eles também vivem um momento de reunião, tiveram várias fases. Eles fazem um show com todo mundo lá de todas as fases, lotam estádios e ainda tem sua representatividade. Eu era muito fã quando era moleque. Muito, muito fã. Hoje admiro, assim, como, vamos dizer...

colegas de métier, né? Porque eu acho que o Angra e o Halloween, de certa forma, fazem parte do mesmo universo. Tá. Então vamos para a segunda banda? Você escolheu uma listinha aí? Escolhei errado. Estava aqui no meu celular vendo aqui uma listinha. Vamos lá. Sepultura. Fezes puríssimas. Por quê?

Cara, Sepultura, falando muito a verdade aqui, é um monte de guitarra distorcida pra caramba. Não dá nem pra reconhecer as notas que os caras... Tem tanto harmônico nas distorções que eu não sei a fundamental. Eu fico com dúvida.

é muita distorção pelo que eu me lembro eram uns gordão cabeludo uns gordão cabeludo gritando sons guturais mas não só aqueles sons guturais dos mongóis eles cantam

Ele fica fazendo assim. Tem muito que sai duas barulhas ao mesmo tempo e tudo, né? Duas notas ao mesmo tempo. Caralho, procura aí o... Vou procurar o Gogó de Ouro aqui. O Sepultura... Eu tô falando o que eu me lembro, tá? Tá. Eram os caras com muita tatuagem, cabelinho de jockey de jiboia...

E lá, guitarra tudo no máximo. Ou seja, quando você usa muita distorção, se não me engano, era duas guitarras. Sim. Se tem mais de uma guitarra, você pode errar à vontade. Só que como os caras estão tocando um monte de barulho...

Não tem problema errar, ninguém nem vai perceber. É tanta distorção que dá uma sujada. Reverb pra caramba com coros misturado com overdrive. Como é que chama aquela distorção? É, saturação de várias formas. Tem overdrive, tem distorção mesmo. São várias maneiras de distorcer. Olha só, os cantos dos mongóis polifônicos. Isso é bonito.

Isso é bonitola, um instrumento mongol típico, feito provavelmente com pele de camelo. Esse cara aí acabou de tomar um litro de leite de camelo. E tá... Lá ele, né? Tá lá tocando... Lá ele, lá ele. Uma música que provavelmente é a mesma há dois mil anos.

De idade. Antes do Gengis Khan, os caras tocavam a mesma coisa. Isso é tradição. Entendeu? Não é o gutural do Sepultura. Então, o Sepultura é fezes. Os gordinhos são tudo fezes. Deixa ele... Tem que justificar. E aí? A réplica. Justifique. Vou fazer a réplica e depois você faz a tréplica. Pode ser? Vamos brincar assim?

Tá bom, tá bom. É, vamos brincar sim. Pronto, então tá. Vamos lá, Sepultura, uma das bandas de metal pesado mais importantes não só do Brasil como do mundo. Ela revolucionou a linguagem, tanto que inspirou o Daisy Dave Grohl, que é o cara do Foo Fighters.

como Korn, Sleepknot, Rob Zombie, uma série de outros artistas que se inspiraram, inclusive na estética do Max Cavalieri e dos caras lá. Então eles têm muita importância. É pertinente quando ele fala que tem muitos harmônicos e é difícil reconhecer o som fundamental. O som fundamental é o seguinte, tem lá a emissão do som.

qualquer som, você bate aqui na mesa, tem um som fundamental e as ondas vão gerando outras ondas, que são os harmônicos. E é um bolo mesmo de harmônico. E o heavy metal se define um pouco nisso. Ele se utiliza do ruído para fazer música. Então você tem faixas de ruído que são ruído branco, ruído rosa. São ruídos. Então você coloca, adiciona ruído nas guitarras e na voz.

E aí o ouvinte precisa encontrar o nexo no meio daquela confusão sonora. Então essa é um pouco a brincadeira. Quando a gente experimenta o revimento pela primeira vez, é igual experimentar cigarro pela primeira vez ou bebida. No começo você não entende, você não gosta, você acha estranho.

Aos poucos você vai entendendo aquela lógica. Existe uma lógica, não é só... Parece, realmente. A opinião dele parece bastante com a da minha tia, por exemplo. Quando eu vou...

Ele vai ter a réplica. Essa é a réplica. É porque é o caralho, pô. O problema é o problema. De parecer que... Calma, calma. Então, assim, é pertinente. Ele ficou mais domesticado. Lembra dele brigando com o Marrom? Boa vez, né? Tá mais domesticado. Então faz sentido. Tem que deixar ele falar. Então tá bom, vai lá, vai lá.

Então, assim, claro, faz sentido. Você precisa entender, no meio daquele monte de ruído, onde está essas fundamentais, onde está a lógica, o fio da meada ali, da melodia, do riff. Para mim foi assim, eu lembro que a primeira vez que eu escutei um metal foi difícil para caralho, meu irmão. Eu só fui começar a ouvir depois de algumas tentativas.

Exato, são muitas camadas ao mesmo tempo de movimento. Camadas de fezes. Camadas de fezes, de ideias musicais acontecendo ao mesmo tempo. Só que quando você consegue com o seu ouvido, no meio daquelas fezes, encontrar ali o sanguinho, o milho, a couve, e identificar que aquilo tem uma história a ser contada. O que a pessoa viveu? O que ela comeu?

quais os sentimentos porque por exemplo naquele dia ele estava um pouco estressado quando comeu por exemplo pode ser um sushi, ele estava feliz, comeu sushi mas ele estava ouvindo uma DR com a namorada aquela emoção toda está naquelas fezes esse que é o ponto mas se o meu ouvido ele escuta e se irrita a primeira vez por causa do barulho, das frequências e dos ruídos e dos ruídos

E eu tenho que falar pro meu ouvido, ó, isso aí não é fezes, não. É igual aquelas obras de arte horrorosa, que é uma pincelada. Aquelas obras da Leihon é uma pincelada que o cara tem que achar belo. Por exemplo, é igual você chegar. Você chega...

numa latrina e vê fezes em cima da tampa, certo? Ou melhor, você vê uma porção de Nutella em cima da tampa. Aí você vai lá, à primeira vista, você vai falar, não, isso aqui é fezes. Mas alguém tem que te explicar, não é fezes, não. É Nutella. Derramaram Nutella. Veja que beleza.

Passa o dedo. Passa o dedo e experimenta. Então, não é legal. Eu prefiro comer a Nutella numa colherzinha, num pote escrito Nutella. Eu não quero... Eu não quero ver ela numa embalagem. Eu não quero ver a beleza... Caralho, argumento foda, hein? Escondida. Eu não quero ver a beleza travestida em feiura.

Então, resumindo o que você falou, sepultura é fezes. Pronto. Vamos lá. Eu tenho direito a falar ou você vai trazer outra banda? Posso? Então tá. Agora, para falar isso, eu vou botar essa bolsa. Vamos lá.

Seguinte, ele tem total razão. Ninguém é obrigado a passar o dedo na Nutella. Ou seja, não é sedutor para todas as pessoas. Não é uma coisa que seja sedutora. Qual é o ponto de... Mas onde está o ponto de sedução? Nossa necessidade de pertencimento quando adolescentes. E a estética.

Aquele monte de ruído, ele vem com uma estética. Então, por exemplo, quando eu vi Aeromédio pela primeira vez, eu num colégio de freiras, né? Vê a capa com o demônio, isso, aquilo. E eu falei, pô, mas então... Achava que era proibido, que proibiriam esses... Não é não, mas aquilo é uma forma de expressão e tudo mais.

E aquilo me seduziu pra caramba. Eu queria pertencer àquele grupo que consegue furar as fezes, passar o dedo na latrina e perceber que é Nutella, né? E dizer, olha só, eu como cocô! E põe na boca e faz o truque do como cocô, quando na verdade tá comendo fezes. Não, não, não. Na verdade... É Nutella. Nutella, é. Desculpa. Vamos lá. Dá pra dar uma passadinha e cheirar antes, né? Antes de laver. Claro, com seus sentidos, né? Me vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá, se eu vou lá

no fim, essa apreciação se você pegar fezes e aromatizar ela com baunilha e avelãs você pode se enganar claro, exatamente mas é exatamente isso, e é uma questão também de escolha e aí, quer dizer, eu me apaixonei eu que minha família, uma parte da minha família a família do meu pai

Super da escola tradicional de música. Minha avó era concertista. Minha avó teve aula com o Rachmaninoff em 1920 e poucos. Na Alemanha. Minha avó saiu do Brasil jovem, 12 anos de idade.

estudando, era uma pianista, a família achava que tinha talento, foi estudar na Alemanha, estudou com Rachmaninoff em Berlim. Na época era caro pra caramba. Não sei, ela ganhou uma bolsa, se não me engano.

Ela realmente diferenciada. Era de navio. Tinha que ir de navio. A carvão. Existe essa escola dentro da minha família de que o músico que não lê partitura não é músico. Isso é verdade. Isso é muito verdade.

Pronto. Então tem um lado da minha família, que é o lado da minha avó paterna, que entende dessa maneira. Por outro lado, da família do meu avô, da minha mãe, dos Bittencourt, a música e a festa e o encontro social sempre esteve muito junto. A cultura musical tinha a ver com o encontro, com pegar um violão, toca aquela lá e o violão ir passando de mão em mão. Não precisa necessariamente ser músico para...

para ter a música como companheira. E eu a preferia muito mais quando era moleque. Então, assim, eu consigo enxergar esses dois lados. Eu entendo, porque provavelmente minha avó também diria que é fezes, ou raluência, cultura, angra, tudo na mesma latrina.

E outra, tem uma paradinha interessante aqui que, porra, é maneiro tu saber que aquele negocinho em cima da latrina ali não é fezes. Exato. Tu saber que não é fezes é legal. Exato, aí você cata, passa e fala assim ó, eu como fezes, todo mundo fala, é que nojo, é que nojo. Aí você pega, você e seus amigos se lambuza de Nutella e fala, era cocô. Todo mundo acha nojento e você entende o prazer daquilo. Você descreveu o distorque.

Acabou de escrever o Woodstock. Sim, sim. Exato. Porque foi um momento importante também. A guerra do Vietnã ali, o mundo meio que... As pessoas estavam perdidas, né? Já não vindo de um pós-guerra.

que... Tá vendo? O cara, toda hora ele mete essas aí de bad trip, tá vendo, cara? Mas por que bad trip? Música como Salvador, não sei o que, tá vendo? Não, cara, a música tem sempre a ver com o movimento social. Olha aí, quantas coisas que falam... Por exemplo, sábado, as pessoas se encontraram pra assistir o show da Shakira, nas casas das pessoas. Tipo, vamos nos encontrar pra ver o show da Shakira. Nas casas e na praia também, né, meu irmão? Gente pra caralho.

E no próprio show, né? Quem não pôde isso? Tu não gosta de Shakira? É melhor que sepultura. Olha aí. É melhor que sepultura. Tá. Mas Shakira tá velha, né? Shakira já tá...

com 60 anos? 60? Não sei. Também não sei. Vê aí, Guilherme. É, a Shakira... Era uma champolinha, né? Agora ela tá meio gasto. Quanto? 49 só.

Não, pra mulher tá velha, né? Ah, não, meu Deus. A mulher dos 20 aos 30. 49 ainda tá no creme. Dos 30 pra frente, elas estão... Começa a cambalear com mais de 40. Já aposentou.

bom, ele tá falando da Shakira tá bom então a Shakira tem um milhão de procedimentos cirúrgicos então é igual um fusquinha que você vai arrumando no funileiro

Dá uma encerada, fica bonitinho. Mas tá velho, né? Um carro que foi desenhado em 1939. Sim. Não é? Tá bom, então. É verdade. Cadê o Alito? Caralho, velho. O Rapa. O Rapa é diferente, vai? Cara, o Rapa.

O Rapa é um... Uma... É aquela... Vou te levar... É aquela lá? Não. Não? Não. Cara, isso daí tu fez uma voz esquisita pra cantar Charlie Brown Jr. Ah, ó. É fez. Eu me lembrei.

Eu me lembrei que eu fui... É a banda do Falcão, da galera... É boa a banda, hein, bicho? Eu tive que ir num show do Rapa, não porque eu queria apreciar. Por que que tu foi lá? Quando eu tava em Florianópolis, em 1998, porque era onde eu ia encontrar as champolinhas. Então eu era obrigado... Como é que eu escutei? Por que que eu conheço tanta porcaria? Porque pra ir atrás das champolinhas douradas... Boa.

Eu tenho que, às vezes, ter esse repertório. Aí eu lembro que eu fui num show do Rapa, em Florianópolis, numa balada lá. Não me lembro o nome da balada. Era uma cervejaria. Era uma grande a balada. E aí... John Boo. Hã? John Boo. Não. Não.

E aí eu me lembro que eu tive que me alcoolizar. Foi assim que eu... Pra ir nesse lugar, pra aguentar a música, você tem que se alcoolizar. Senão você não tolera. E aí eu vi um show desse ramo, mas eu não conheço nenhuma música.

Eu não conheço muito bem o Rapa, mas eu gosto das coisas que eu ouvi. Eu acho que é uma excelente banda. Excelente banda. E aquilo que eu falei, eu gosto de entender a relevância que a banda tem para um grupo de pessoas. Eu acho isso legal. Quando existe a relevância para um grupo de pessoas, um grupo de pessoas que se identifica aquilo e identifica elas, né?

Eu já acho legal pra caralho. Mas isso é um grupo de pessoas idiotas que apreciam. Aí não é tão belo. Claro, você tem razão. Mas aí vai o conceito de definição do idiota. Entende? Eu tenho alta tolerância para os seres humanos. Quer dizer, acho o ser humano todo idiota. Mas me incluindo.

Tirando a minha idiotice, que me iguala às outras pessoas, eu tolero bem. Mas que nem o Podipá. O Podipá, ele tem muitas pessoas idiotas. Assunto polêmico. E oligofrênicas que apreciam. Ele está na turma, hein? Não por isso é um bom programa o Podipá. Não por isso ele é um bom programa.

É, bom, se é um bom programa. A gente aceita fazer cada programa fezes, sabe? Numa segunda-feira. Três da tarde. Três da tarde. Que assim, entendeu? Eu sou tolerante, eu sou tolerante. Mas o Rapa, só me lembrando, o que... Me canta uma sílaba pra eu lembrar o que é o Rapa.

É o dia de feira deles, não é? É Fez e acabou. Eu gosto bastante do Rapa. Tem uma música que é... Se o meu joelho não pudesse mais... Ah, eu lembrei, lembrei. É Fez. Não, imagina. Qual é o estilo do Rapa? Vale a pena. Então, eu acho o Rapa bem único. Eu sinto que é uns caras cantando uma poesia.

Sabe o que aparece? Os malucão de praia, o estereótipo, como é que seja, com influência de reggae. Tem uma mistura. Tem uma mistura de estilos brasileiro com reggae e tal. Então, é fezes puríssima, porque o reggae, o único reggae que tem...

Ele tem que ser fabricado na Jamaica e precisa ser em inglês com um sotaque específico do jamaicano. Com ou sem influência da cannabis? Com influência da cannabis. Ali sim, é necessário a cannabis.

O reggae precisa da característica, do sotaque jamaicano, que é único. É um sotaque único. Depois do Bob Marley, do Peter Tosh, não teve... Aquele banda lá, o B40...

Fez um reggae. É um reggae até bonitinho. Ubi Forte. Mas não é o sotaque adequado. Red, red wine. O sotaque adequado é o Peter Tosh.

E o Bob Marley. Agora, reggae brasileiro, de novo, não existe. Não tem nem os instrumentos. O reggae do Bob Marley foi feito num estúdio lá em Jamestown. Não me lembro onde é. Não me lembro onde é. Ele foi gravado lá nos anos 70. Então, ficou bom.

Agora, querer tirar reggae de lá da Jamaica e vir pra cá, vocês ficam aí tocando esses reggae. Todos os reggae que falam que é nacional é lixo, tá? Como é que chama aquele lá? Nat Roots. Pergunta, Nat Roots. Não, pá. O que tu acha de Nat Roots? Fezes.

Edson Gomes Edson Gomes não sei o que é é um regueiro brasileiro bom demais com esse nome é Fez não, o Matt Hood também é legal o que acontece você está mentindo, você está contando mentira não é verdade, eu estou falando sério olha só, primeira coisa

A questão é se eu gosto ou não, se eu respeito ou não. Você entendeu? Tem uma diferença. Por exemplo, o Rapa. Eu não sou, talvez, o perfil de público. Talvez ele nem foi feito para mim. Não foi feito para mim. Foi feito para alguma outra pessoa. Mas não significa não respeito. E eu gosto muito da relação do público com as bandas. Entendeu?

O Edson Gomes tem público pra cacete. O reggae do Maranhão, o reggae brasileiro lá do Norte, é muito respeitado. E passa a ser o reggae lá no Norte, já é tido como um estilo brasileiro. Primeiro porque o estilo em si foi abrasileirado, então eles fazem um reggae que não é exatamente o reggae do Gorgonais, você tem razão, não é o original, tudo bem. Mas já se passou, sei lá, 40, 50 anos desde os originais. Então, natural que ele vá se transformando.

Então, não é que ele vai se transformando, ele vai se decompondo. Pode ser. Decompondo. Exato. Lardão, tem algo de conhecimento amplo que você goste? Tem, tem. O que? Um cara que eu gosto muito. Um cara que eu gosto muito.

Se chama DJ Bobo. DJ Bobo é um italiano. Vocês conhecem? É mesmo? Não, nunca mostrei. Eu escuto direto. É uma música assim.

Fezes Não, não é Fezes Nunca ouvi Fezes Mas não dá play não Meu Deus, essa Você conhece? Não, mas do jeito que você está cantando É terrível isso Só pode ser Fezes Da pior qualidade

É Fezes PH Alcalino Não, eu tô zoando Não é Fezes, não, é bom DJ Bobo O cara até hoje tá fazendo show Lá pela Europa

Não, eu só tô elogiando vocês perguntaram se existe algo que não é fezes. O DJ Bobo não é fezes. A gente esqueceu de avisar que se os caras quisessem perguntar se alguma coisa é fezes, podia mandar um live pics, né?

Como é que é? Fala aí de novo. Se tu quiser mandar aí alguma coisa aí, perguntar pro vinteiro se tem alguma coisa que tu quer saber se é fez ou não, manda aí um LivePixel. Se tu quiser participar de alguma forma, né? Tem o QR Code aí, o link na descrição. O que é que tu ia fazer aí, gente? Tá olhando aí no computador? Eu ia... Eu tenho umas mensagens aqui já do LivePixel. Ah, já? Aham. Mas eu gostei de saber coisas que você gosta, Lordão. Porque eu acho que...

A maioria já não é surpresa do que você acha, Fezes. Agora, surpresa é descobrir o que você gosta, tá ligado? Verdade, me surpreendeu o DJ Bobo. Mas esse não é tão conhecido assim, né? Tipo, hoje eu devo ter ouvido coisa outra. Mas é eletrônica, música eletrônica? Eletrônico, é. Eletrônico dos anos 90. Ah, não, não, essa aqui é essa. Falando coisa moderna, pô. 2010 pra cá. Cara, pra mim, de 1900 pra cá é moderno.

Antigo é de 1899 pra trás. Tá certo. Porque se for pra falar o que é fezes mesmo, aí é a regra. De 1900 pra cá, só fizeram fezes. Essa é a verdadeira essência. Mas é que aí não tem conversa com vocês. Vocês não têm preparo.

vocês não conhecem vocês não conhecem o Wagner essas coisas aí o Vivaldi então não dá pra ter você vai até Wagner ou até Schoenberg

Não, Schoenberg é fezes por isso. Voltando um pouquinho. Stravinsky. Fezes. Fezes? Stravinsky e sepultura, pra mim é a mesma coisa. Uau. É a mesma bosta. Stravinsky, sepultura... Tu que manja. Não é, porque o Schoenberg, o que aconteceu? Esse cara tentou... Foi na época daquelas ideias socialistas. Ele defecou. Ele defecou na partitura.

Foi lá o que nasceu, vamos dizer. Junto com o que nasceu psicologia, o Freud, as ideias humanistas se fazendo presente na sociedade e o próprio socialismo. Então ele inventou uma parada que em vez da tonelidade onde uma nota exerce uma força sobre as outras, e existe uma hierarquia com a tônica, com essa nota principal, ele falou, não, agora não tem mais nota principal.

Todas as notas são principais. E a gente só vai tocar uma nota depois de todas terem sido tocadas antes. Então são 12 tons. Você vai ter que tocar as 12 notas. Enfim, até você poder repeti-las. Que é o dodecafonismo. E esse é o do Schoenberg.

Foi uma revolução, mas assim, não pegou, né? Graças a Deus. Graças a Deus. Porque é uma coisa... Mas é realmente, é sem pena em cabeça. Porque é como se você quisesse colocar uma lei...

quer dizer pra própria física acústica porque os harmônicos eles são efeito acústico, eles não são não foi o homem que inventou a música basicamente a música é resultado de efeitos acústicos, a gente foi ouvindo ali as consonâncias dissonâncias, ela foi se organizando e aí deu em Sandy e Júlio

A Júnior... A Sandy é bonita. O Júnior é uma fezezinha. Fezezinhas. Tá. O que isso quer dizer? Titica. Que é de leve? É, um cocôzinho de pássaro, assim. Cocô de psita, assim. Mas isso daí quer dizer que ele é pior ou ele é melhor? Ou é menos pior?

É uma maneira de variar a dinâmica das fezes. Mas é mais ou menos a mesma coisa. Entendeu? Fezes... Não, na verdade, é um pouquinho melhor. Porque as fezes humanas, você não pode usar como adubo.

As fezes de pássaros, as fezes de aves marítimas conhecidas como guano, você pode usar como fertilizante. Então eu me enganei. O Júnior é fezes mesmo. Ah, tá. Entendi. Não é titica de passarinho, não. Bom, tá bom. Caralho!

Tá bom. Posso estar falando uma mensagem que veio pro Rafa aqui? Vai. Vai lá. Pode... Tá saindo? Leandro Ferretti mandou uma mensagem pelo Pix. Salve, meus queridos. Rafa, o que você acha do meme patrimônio nacional criado pelo Crack Neto quando vocês foram nos donos da bola? É Anjos Crime Irmão. Esse meme ganhou muita força atualmente.

Sim. Quando a gente foi no Donos da Bola, do Neto. Por que vocês foram no Donos da Bola? Cara, ele tinha um espaço lá, para o artista. No meio do papo com o futebol. Ah, tinha? Ah, tá bom. A gente montava num cantinho lá, o artista tocava. A gente estava lançando um álbum de aniversário do Andrew's Cry.

E aí ele pegou e já de cara... Eu tenho esse, eu tenho esse. Então, e ele pegou e falou... Anjos Crime, meu irmão! E quando ele lançou esse Anjos Crime, meu irmão, que o público falou, pá, não acredito. Só do Neto pegar o CD do Angra na mão, já foi legal pra caralho. E aí quando ele falou desse jeito dele, virou mesmo. Tanto que tem até camiseta. Se você procurar, qual é o nome do menino? Leandro? Leandro Ferretti.

Leandro, obrigado pela pergunta. Tem até camiseta disso aí. Outro dia eu tava buscando pra comprar uma pra mim. Anjos Crime, irmão. E aí tem o Neto segurando uma bola na forma do Angels Cry, assim, na forma da Anjo. Legal pra caramba. Cara, eu fico feliz. Mostra o quê? Que a gente furou a bolha. Toda vez que o Angra, que é uma música de segmento, fura a bolha e comunica pra fora do som do seu núcleo, eu fico feliz.

Faz sentido, vai chegando mais gente Exato O que eu tava falando antes mesmo, de tu chamar aí o chat? Sei lá Vou dar ele numa que agora é pro Lordão Dando análise Fala vinha inteiro, tudo certo? Já pescou lá no sítio Três Lagos Em Joinville Muito tamba lá, tem até pirarucu Um abraço aí, oligofrênico

Olha, em primeiro lugar, o oligofrênico é a senhora, sua progenitora. E Joinville não tem clima pra ter pirarucu. Se tem pirarucu, ele vai durar durante seis meses, vai morrer no inverno.

Tamba deve ser o tambacu, não o tambaqui. Não pesquei, obviamente, nesse lugar, mas em Santa Catarina não é um lugar bom para pescar. Os maiores tambaquis e tambacus estão no estado de São Paulo.

No pesqueiro Taquari, nós encontramos o... Acho que tem um de 50 quilos lá. Caralho! Um tamba de 50 quilos. Um tambaqui ou um tambacu? Um tambacu. Qual a diferença? O tambacu é um cruzamento híbrido do tambaqui com o pacu de São Paulo. Ele pega...

O clima... São Paulo tem pacus que aguentam o inverno. Aí você cruza eles com o tambaqui da Amazônia, que tem tamanho... Ele fica grande e pesado.

Então ele tem a... Eu diria que o ganho de peso do tambaqui e a rusticida... Fezes, essa porra aí. Não é fezes, né? Fezes, vai tomar no cu, cara. Pô, o cara tá defendendo o peixe, vai tomar no teu cu, rapá. Porra, caralho, o peixe é o bicho mais escroto possível, meu irmão. É o peixe. Cara, nada é mais escroto que o peixe, meu irmão. O que é que vem antes do peixe, meu irmão? É um bagulho fodido. É uma das poucas porras. Vocês têm muitos olhos.

no Brasil é o tambacu. Vocês dois precisam depilar o coração de vocês. O que é? Depilar? Depilar o coração. O cara tá defendendo o peixe aqui, dissertando sobre o peixe. Vai tomar no seu cu, porra. O tambacu, ele é maravilhoso. Ele é incrível. Ele é um herói.

Ele é um herói. Defende o tambaque. Nunca aqui na natureza você vai encontrar um tambaque de 50 quilos. O maior eu acho que tinha 25 que pegaram lá no Amapá. Fezes. Eu não gosto disso aí nem pra comer. Fezes. Ah, ele não come peixe. Ah, você não gosta de peixe? Não, meu irmão. Isso aí é fezes de... Sei lá, meu irmão. De peixe. Porra. Fezes de peixe é o melhor adubo que tem.

O melhor que tem o mais rico. Claro, o peixe é tão filho da puta que ele é ineficiente até pra pegar a porra do nutriente. Aí a merda dele sai carregada de nutriente. Porque é uma porra do bicho fez. Ineficiente em nada. O peixe, ele consegue comer pouquinho, fica uma semana, um mês sem comer. Claro, tem cérebro pra gastar energia, aquela porra. Não tem nada naquele troço. É um negócio que faz assim. É isso que é um peixe.

ele tem cérebro ele cai toda hora não fala assim do Nemo lá no teu pesqueiro ninguém fala assim do Nemo o tambaqui se você botar pra fazer o Enem junto com o cara que assiste pode pá, você vai ver que o tambaqui tira a nota mais alta que o cara que assiste o pode pá até atilapa

A tilápia nilótica. Oreocromes nilóticos. Se você pegar e colocar pra fazer um teste de QI, ela tem o QI mais alto do que os caras que assistem o Podpah. Caralho. Se precisasse de QI pra apresentar podcast, a gente tava ferrado.

A gente tava ferrado também. Ô, Vinteiro, que deve ter o top 5? Top 5 melhores podcasts que tu já foi na tua vida. Os melhores? Melhores 5 podcasts melhores.

Não, melhor é uma palavra que eu não gosto. Tá bom. Vamos falar os podcasts que eu mais gostei. Vamos falar então. Tá bom. Eu queria que tu elencasse aí alguns que são fezes, então. Vai. Fezes ou os bons? Os bons e os fezes. Porque aí os caras já te cancelam logo e foda-se. Vamos falar os que eu gostei de ir, tá? Gosto de vir aqui, não tenha dúvida que eu tô sempre aqui.

Gostei de ir lá no Bittencourt. Eu fui duas vezes. Duas vezes ele tá me devendo a terceira, já você tem que ir logo. Eu gostei, mas eu não gosto da sabonetada dele, que ele não gosta de funk. Nem de MPB e fica lacrando aqui. Que nem ele tá fazendo aqui, eu não gosto.

Ai, mas eu quero ajudar, eu quero fãs, eu quero seguidores, eu quero levar o Angra além da minha bolha. Fezes, você tem que ser real. O Brasil é isso que falta, pessoas que falam a verdade. O Lorde Vinheteiro, pai da música clássica brasileira, eu estou arrebanhando pessoas que gostam da verdade.

Isso é bom mesmo. Por isso que cada vez tem mais seguidores lá no arroba príncipe da burguesia. Mas o que você perguntou? Os melhores. O seu é bom. Você estava falando a verdade de que você gostou de ir. Os que eu gostei de ir.

O do Monarque, eu não sei se pode falar essa palavra, desmonetiza, gostava de ir lá. Por mim pode, mas eu não sei se desmonetiza de fato. Mas não gostava. O cara criou um canal e caiu em quatro dias. Caiu em quatro dias. É mesmo. Aí, ó, três, qual o outro que eu gosto? O Ticaracatica, eu gosto de ir também. E falta um. O do Danilo.

O The Noite. O The Noite. O podcast. Eu gosto de ir também. Então, esses aí. O Roger não. O Roger era um músico de fezes. Mas por quê? Tá sempre falando mal de mim. Me bloqueou no Twitter há uns 10 anos. Eu nunca falei nada dele. Me bloqueou no Twitter há uns 8, 10 anos. Aí, de repente, foi lá no Redcast e começou a falar que eu era um Zé Champola, não sei o quê. Me bloqueou no TEDx.

começou a falar mal de mim aí não sei porque que não gosta de mim vamos armar aqui um episódio tu e ele pode marcar que eu venho com muito prazer eu vou no podcast com todo mundo eu não tenho rixa com ninguém mas esse, lógico que vou nossa eu tô falando demais esses 5 podcasts são os melhores tá porque foram só esses que te chamaram

Não, não. Agora pergunta os piores. Quais são os piores? Não, peraí. Rafael, pergunta pra ele quais são os piores. Bom, ele já fez o título. Tudo bem. Lordão, quais são os piores podcasts que você já foi? Os piores. Eu vou falar, não tem ordem, tá? Tá bom. O Olhar Cínico é um podcast de fezes. Deve ter 30 views por...

Fui lá, os caras não me deram água. Me deram água da torneira. Podcast Fezes. Os caras muito feios. Nossa, todo mundo é muito feio. Vocês são bonitinhos. Eu não sou bicha não, tá? Eu não sou pedeirasta. Mas vocês são bonitinhos. Tem a barba lá. Os caras são feios pra cacete. Certo, ok.

o Vilela o Vilela é um podcast muito fezes eu vou lá porque dá audiência eu vou, mas é fezes você chega lá no Vilela o Vilela fica aqui ele só quer que a gente fala e fica olhando no celular

Fica olhando no celular. Pô, Vilela, pra que você chama nós pra ir lá? Tomar no cu. Tem a vergonha na cara aí. Com esse podcast de fezes aí.

Ó, outros podcast fases. Vai perguntando vocês aí. Tem que ter ido. A gente sabe o que ele acha do PodPay, né? Você não precisa perguntar. Não foi só porque não chamaram. Não, o PodPay eles me chamaram outro dia, outro dia eles me convidaram pra ir lá.

Só que me ofereceram um bilhete único para eu ir de ônibus. Porra, os caras vão de ônibus no Podpá. É todo mundo tão imbecil que vai de ônibus. Aqui vocês me mandam um Uber Black, pô. É isso que é digno, né? Os convidados vão de ônibus lá de tão baixa a categoria dos convidados. Vai se ferrar.

Fala, qual que é o... Tá entendido aí. O que mais que tem aí? O podcast do Zé Graça. Fezes puríssima. Fezes assim, com 150 de pureza, com ovo, farinha, leite, essência de baunilha, raspas de laranja. Um bolo fecal, sabor laranja com toque de limão siciliano.

Ok. Caralho, isso é específico. Caralho. Conhece bem, né? Já fez um podcast com ele, pô? Não, eu tento assistir, mas é só a imbecilidade que tem ali. Tá louco, não dá pra aguentar. Ali suga o QI da gente também. Você fica com o córtex prefrontal diminuído. Prejudicado. Prejudicado, é.

O master que você fazia com ele. Bom, era o melhor podcast. Era o melhor podcast que teve. Mas por que acabou? Não, acabou porque tomou strike, né? Tomou diretriz. Por quê? O que aconteceu? Por causa do... Do... Do Paulo Cogos, né? Lembrando que eu não tenho raiva do Paulo Cogos, não, porque ele derrubou o canal.

Eu acho que foi bom. Eu acho que foi bom. Fez um favor pra você? Fez um favor porque eu não gosto de entrevistar. Eu gosto de conversar. Sim. De conversar, mas de perguntar pros outros eu não gosto não. Eu gosto, eu gosto. Caralho, tá bom. Joga umas perguntas pra ele que é minha cara. O pólipo aqui tá... É, exato. Cuida do pólipo, você tem que hidratar.

Olha isso aqui, essa mensagem que chegou sem nome nenhum. É energético. É energético. Anônimo mandou uma mensagem pelo Pix. Impressão minha ou Rafa fica mais parecido com Skylab à medida que envelhece.

Essa é boa, essa é boa Essa é boa Agora fala aí Essa é pura verdade, o pessoal vem falando Que eu fico cada vez mais parecido com o Skylab Meu olho tá até ficando um pouco mais assim Viradinho Eu mesmo me vejo Quando olho pro espelho e falo Meu, é o Skylab

E é interessante, porque eu acho o Skylab uma alma gêmea, né? Só que nós, em algum momento ali do cosmos, a gente pegou direções diferentes, mas eu vejo nossa essência muito semelhante, apesar de provavelmente ele discordar completamente.

Provavelmente ele discorda completamente mesmo. Exato. Mas é porque ele não lembra dessa encruzilhada. Um ponto nessa encruzilhada onde éramos exatamente iguais. Ele não se lembra mais. Ele não consegue imaginar que em algum momento da minha caminhada...

Tu vai virar ele. Não sei, porque eu escolhi um caminho diferente. Eu realmente escolhi um caminho diferente do dele. Estético. E ele vive a estética dele. Ele é a própria estética. Eu e o meu artista persona são caras diferentes. Hoje eu estou a paisana, por exemplo. Entendi. Hoje eu estou a paisana. Gostei dessa.

mas ele não consegue imaginar e na conversa com ele dá pra perceber que ele nem imagina mesmo porque ele já faz uma construção sobre mim só por eu gostar de rock progressivo por exemplo

Então ele me lê dentro de um estereótipo na cabeça dele. E beleza. Mesmo assim, eu sei que eu sou muito parecido com ele. Me orgulho disso. E... Sem problema. Abraço ele. Eu tenho um bonequinho dele que eu durmo à noite abraçadinho.

Eu não tenho um boneco do Skylab, mas eu tenho um boneco do Supla. Né? Tem Supla. Fezes puríssima. Sério, cara? O Skylab é bom, tá? O Skylab é bom. Mas eu não quero justificar. Agora o Supla é só lacração.

Só lacração. Eu nunca vi. Oh, piada de anão. Não pode. Imagina se ele souber que eu já comi mais de 5 quilos de carne de anão na minha vida. Como assim?

Pergunta pra ele, oi. Como assim? Comeu carne de anão? Você nunca comeu? Você não foi na China? Você não chegou aí na China? Fui, estive na China. E não comeu? Carne de anão? Tem restaurantes lá específicos.

Sério? Cara, é maravilhoso. Eu vou experimentar a próxima vez. Era até o limbo do ano 50, né? Mal posso esperar. E a linguiça? Semelhante? A linguiça de anão? Linguiça de anão não comi, cara. Não, não sei, né? Hã? Não, eu fiquei curioso aqui.

Que o pernil... O pernil geralmente é. Eu cheguei a comer presunto de carne de anão curado. Curado. Fatiado, assim. Ficava a coxa do anão, assim. O gastroquinênio do anão.

ficava numa peça assim aí o cara chegava com uma com uma faquinha tirava e botava lá maturação um ano de maturação em cavernas é um vaguio de anão próximo de Xangá é um vaguio eu acho que eu não comeria não acho feio as pessoas assim como funk

Não, comer perna de anão pra gente, pelo amor de Deus. Mas vocês metaleiros, vocês não adoram o Baal? Você vai olhar lá o Iron Maiden, tá lá o Baal. Todo CD do Iron Maiden é o Baal. Eu não sei como é que é o Baal. O Megadeth. Todo Megadeth aparece o Baal na capa. E aí vocês gostam do metal?

Mas não gosta de carne e anão? Eu não entendi. É, uma das incoerências do metal. Vamos levar esse questionamento. Se liga, chegou uma pergunta aqui, cara, que eu tô só vendo ela no chat aqui, mas é que ela é sobre um caso que eu não manjo muito.

Que é o... O cara manda assim, ó, Rafa, fala sobre o Angra no programa da TV Mulher em 94. O puro suco do entretenimento. Quem nunca assistiu, assista. Então, me pegou de um jeito aqui que eu, porra, acho que eu queria ouvir essa história aí. Você não viu? Que eu não tô ligado. Puta, vamos botar na tela então, vai, porque eu preciso ver o Igor reagindo a isso.

Eu acho que é a última pessoa do planeta que não viu. Bota aí o Angra na TV Mulher. Eu acho que é TV Mulher. Puta, legal demais. Você vai perder a monetização porque você vai... Depois... Ele vai tomar no cu, pô. Ele vai perder ainda. Você vai tomar no cu, pô. Pior que se é TV, provavelmente vai me fuder mesmo. Você vai ser processado e perder a monetização. Então, olha só. Eu vou ver depois. Mas vamos lá.

Dá um resumo do chat EPT em poucas palavras que aconteceu. E me conta o que aconteceu em volta e depois eu vejo. Resumo do chat EPT. Pergunta maravilhosa.

Ótimo questionamento. Aliás, como vai hoje, o dia está maravilhoso, vou te responder. Porque o chat GPT gostou. O seu tá assim? Não, eu já reconfigurei. Mas ele estava muito paga-pau, né? É o seguinte, a gente moleque lá, comecinho da banda, pita essa oportunidade, a gente tinha uma demo. Uma demo tape, não tinha álbum gravado nem nada. Essa demo tape...

E a gente foi divulgar aqui na Gazeta, no programa aqui da Gazeta, TV Mulher. Fomos lá divulgar. E qual foi a grande parada? A parada é que era um programa onde as pessoas iam dublar. E dentro do Heavy Metal é uma parada que não se dubla.

Você pode fazer programa de TV à vontade, mas não dublando. Você olhava aquela coisa no Chacrinha, o cara só com uma caixa no prato. Achava tudo aquilo uma fanfarra. Mas é escroto pra caralho mesmo. Mas assim, eu...

Não era contra. Falei, cara, vamos lá, vamos se divertir. A gente vai divulgar e foda-se, né? O confessor nem foi. Falei, não, isso aí é muito palha. Não vou. Chegando lá, falou, então tá. Foi eu, Kiko, André e o Luiz Marilti. Vamos fazer então com instrumentos trocados.

Então a primeira coisa, vejo que vocês são muito revoltadinhos, não é mesmo? Esses cabelinhos mostram que vocês são revoltadinhos. E a professora fica brava com vocês? Essa pergunta bem idiota de quem realmente não conhece o que estava... Não estava vendo, né?

Não tava vendo o movimento metal. Sabia nem quem é que ia estar ali. Provavelmente. E aí tem a gente dublando as músicas lá. Então a gente trocou os instrumentos e acabou fazendo uma palhaçada daquilo. Tirando uma onda.

qualquer que nem teve expressividade nenhuma na época, só que tá nas redes, né? Então hoje os caras resgatam aquela imagem. Entendi, vou ver. E eles assistem e acham muito bom e divertido. E eu, direto me mandam. Oh, você já viu isso? Pô, não, eu tava lá. Eu tava lá, porra. Exato. E eu assisto novamente e é sempre legal, divertido pra caramba. Eu não ligo de ter que fazer uma coisa assim, especialmente se você tá...

Tirando uma onda e se utilizando na oportunidade. A gente acabou que muita gente soube da banda por causa daquele programa. Deram risada junto e depois compraram algo.

Tem gente usando a privada de vocês aí Não dá uma descarga Tinha música brasileira Da privada Os caras grosso aí Foi o Vitão? Acho que foi o Vitão Se não foi o Vitão, foi o Deco Qual o tamanho dele? Ela caga igual mamute Era a bitola grossa Ah, é a bitola grossa? Então fui eu Era a bitola grossa

Sozinho, do nada. Eu precisava. Teve uma mensagem aqui que me gerou curiosidade. Pro Rafa. Kirilampo mandou uma mensagem pelo Pix. Pede pra Rafa falar um pouco do stand top do Amplifica no Bangers. E quem era a moça de cabelo rosa cobrindo o evento?

Vamos lá. A gente tinha um stand no Amplifica junto com a Boss. E aí montamos bateria, teclado, microfone, guitarra. E foi muito legal, cara. Porque as pessoas passavam, nem se conheciam, começavam a fazer uma jam. Quando viam...

Passou uma hora os caras tocando e juntava gente pra assistir um pessoal que nem se conhecia até então. Ou bandas que estavam por ali e se juntavam e tocavam. A Boss, vou aproveitar pra fazer o Jabá, rola de Boss. Fiz essa ação junto com eles. Então tinha também os pedais, teclado, os instrumentos pras pessoas experimentarem. Foi muito legal. Essa é uma marca de instrumento?

é, o Roland uma das maiores marcas de instrumento do mundo e o Boss é o segmento de equipamento pra guitarra e tinham três meninas fazendo conteúdo com a gente a Laila, que eu acho que é de cabelo rosa a Alexia a Loren e a Ludi champolinhas ou meio azedas? não, champolinhas

Mas de cabelo rosa É difícil mulher de cabelo rosa Ser bonita Só é bonita nos anime Nos anime Fica bonitinho os desenhos Mas na vida real moça Não pinte seu cabelo de rosa Não pinte seu cabelo de azul Não engorde E não deixe o seu sovaco Ter muito pelo Porque ó E não deixe o seu sovaco

Senão você não casa, minha filha. E lá embaixo, como você gosta? Toda rapadinha ou mais um Hitler? Tem que ter cabelo. Tem que ter cabelo na champola. Mulher sem cabelo na champola parece aquelas bonecas Barbie. Tem que ter cabelo. Ou enfim. Caralho, começou no estante. O Skylab gosta de caminhoneira peluda. Ele fala assim.

e o que tu acha dessa opinião dele? caminhoneira inteira peluda eu não gosto não ele postou outro dia lá um vídeo de uma mulher peluda parecia o Chewbacca parecia o Chewbacca eu não gosto não tem que ter a penugem é só

A penugem tem que estar na champola ali, nos grandes lábios, em volta ali. Entendeu? Sim. Igual nos anos 70. É bom. Ajuda a tirar a carne, né? Você vai... Enfim.

lá o mais importante é que a gente tava lá, tava presente, obrigado me deu a oportunidade aí de contar da nossa ação aí com a Pós e com a Roland e as meninas, porra, super competentes né, além de bonitas, todas muito competentes e prestativas a champola já não sei, mas não, só o que me irrita nessas feiras de mentaleiro, é feira de mentaleiro não

Feira de metaleiro? Feira de música? Não, era festival de rock pesado. Só tem homem. Aí os caras põem umas champolinhas lá no stand, paga as champolinhas, paga uma miserinha, só pelas caras atraindo os caras pra ir no stand. E o que você não gosta disso?

O que você não gosta? Você preferia que fosse outro cara? O cara vai no stand só porque tem uma champolinha pra falar com a champolinha. Então, mas é, ué. E no final das contas e depois os gerentes das empresas que é tudo, fica sediando as meninas lá das feiras fica querendo passar pimenta nelas. Coitadinhas. Deixa as meninas em paz lá, pô.

Sim. Caralho, lacro aí, Lardão.

Tu lacrou mesmo, hein, Lordão? Que porra é essa? Tá lacrando, mané? Você sabia que eu tenho hoje com medo? Eu falo outra coisa. O que é? Vocês querem Monark Day? Quer Monark Day 2? Quer Monark Day 2? Já triscamos várias vezes com tu aqui, pô. Você quer? A gente faz o Monark Day 2. Sabia que até hoje eu não sei direito o que é lacrar. Explica o que é lacrar pra ele, então, Lordão.

Lacrar é quando você não acha uma coisa, mas você diz aquela mentira.

para dizer que você é do bem. Você não pensa aquilo, mas você quer... Como é que a Renata Barreto fala lá? Você quer sinalizar virtudes. Sinalizar virtudes é lacrar. Isso, isso é lacrar. Você não dá a mínima para aquele assunto, você não dá a mínima para as criancinhas famintas na África.

Mas você diz que elas precisam ser salvas. Mas as criancinhas que estão pertinho de você, na sua região, você não se incomoda. Por quê? Porque elas estão perto. Então você pega e fala das que estão lá longe. Entendeu?

É mais ou menos isso. Então Lacré é uma fala hipócrita. Isso, é a hipocrisia. É a hipocrisia. É a hipocrisia. É a hipocrisia, eu entendo. Bom, saqueio. Vamos para o seguinte, eu vou te dar uma lista rápida aqui.

Vai ser um bate... O cara mandou aqui uma mensagem que tem algumas bandas aqui e aí vamos fazer um bate-bola rápido pra tu me dizer se são fezes ou não, tá? Tá. Ó, vou ler a mensagem inteira. Vinheteiro, essa música do DJ Bobo foi uma trilha de novela da música que você tava falando. Ah, legal. Mas quero saber, fezes ou não? Jackson do Pandeiro.

Eu não sei o que é. Mas se ele é do pandeiro, é fezes. Porque o pandeiro é um instrumento... O pandeiro brasileiro, tá? Deixar bem claro que é o pandeiro brasileiro. O pandeiro gringo, americano e europeu, que é aquele instrumento que é um chocalinho...

Aquele não é Fezes. O brasileiro é Fezes. Tá. Era um bate-bola, cara. Ah, desculpa. Sem justificativa. Trio Parada... Pode justificar. Pode justificar rapidamente. Trio Parada Dura. Maravilhoso.

Fuscão preto Me disseram que ela foi Vistar com outro E o fuscão preto Pela cidade a rodar Vem vestida igual a dama da noite Ô Vitão, faz o que pra mim? Coloca na tela aqui a letra de fuscão preto Pra os dois fazerem um dueto Essa eu não vou conseguir Bota telefone mudo

Telefone Mudo. Sabe cantar? Não, mas... Não faço o ritmo. É a... É a... Telefone. Putz, esqueci agora. Bota ali o telefone mudo, então. Trio parada dura aí. Olha lá.

eu quero que risque meu nome da sua agenda eu tô cantando muito mal por causa do esqueça o meu telefone, não me ligue mais é mais ou menos isso, mas eu não quero cantar bole então tá bom então tira aí

Essa daí tem uma versão mais atual, né? Do Telefone Mundo. Que eu acho que é do Bruno e Marrone, eu acho. Porque assim, essas duas eu conheço inteira. O Bruno e Marrone ainda beleza. O Bruno e Marrone ainda o Marrone sai bêbado e enchendo o saco de todo mundo e ainda respeita. Mas o... E tem um artista específico que é uma boa pergunta pra você. Nelson Ned. O anão? É.

Quando eu vejo um anão, eu fico muito feliz. Eu gosto, gosto. Pronto. Aí, Frião. Nossa, é sempre saboroso, né? E ainda mais um cantor. Você viu que não existe... Não, nada. Vai virar uma hora que você gosta. Você está fodido.

Nelson, ele era muito saboroso, muito bom, muito bom. Muito bom. Essa foi a letícia. Meu Deus do céu. Lordão, pergunta do Ranieri. Ranieri mandou uma mensagem pelo Pix. Antes do Ranieri... Lordão, já que citou o DJ Bobo, o que acha do Eurodance dos anos 90, doutoral Bangala Tools Unlimited, as músicas de balada eram melhores que as de Aga Gócha?

Então, o Ranieri me lembrou do Maurício Manieri. Maurício Manieri é fezes, tá? Lembrem-se disso. Baby! É maneiro, pô.

Não, não é maneiro. Não é legal. Ele também não gosta. Eu gostava quando tocava nas sete melhores da Jovem Pan. Uma versão remix. Fez por isso. Eu não conheço o Maritimane. Não posso falar. Mas depois eu vou falar sobre o pandeiro brasileiro. E ele vai me dizer se eu estou sendo hipócrita barra lacrador. Quer falar agora ou respondo antes? Posso? Fala, fala.

Cara, olha só. O instrumento, o pandeiro brasileiro, ele é capaz de fazer um montão de sons diferentes. Você faz o grave com a pancada do pulso, você faz as divisões, os assentos. Tem muitas possibilidades. E é um instrumento acessível.

Então, a música, tendo um instrumento, você tem, você precisa de uma bateria, por exemplo, inteira, para você criar a sessão de um grupo. Então, ele é um instrumento, além de ser, vamos dizer, estar no coração do samba, no coração de estilos brasileiros que são importantes, ele torna a música acessível aqui no Brasil. Por isso, eu acho que ele é nobre, é um instrumento nobre, o pandeiro brasileiro. E aí, estão lacrando sendo hipócrita?

ou estou sendo sincero? Lacrando 150% de lacre. Porque o pandeiro, ele não tem nota musical. Obviamente, dá para falar que tem, mas uma, teria uma nota musical. Mas é um instrumento de percussão puro, igual bateria e tal. E todo instrumento que não tem nota musical... ...

automaticamente é fezes com certificado de 150% de pureza o instrumento ele tem que ter notas musicais tá, da escala

Pitagórica, tá? Se for um instrumento que pega os comas uma besteira uma grande besteira o violino ele pega, mas ele não foi feito pra tocar desafinado mas é isso aí esse é outro papo

E o piano é temperado, não é exatamente pitagórico, ele é temperado. Ele é temperadinho. Temperado, né? Alterado para alguns ajustes ali pra gente poder tocar em várias tonalidades. O piano, você sabe, né? É o melhor instrumento. Qual instrumento é o que você mais gosta? Piano.

Você concorda comigo? Concordo. Ele é bom pra compor? Sem o piano a gente não tem metade do que a música se desenvolveu. Sem o que o próprio o que o Bach trouxe com o Cravo Bem Temperado e tal sem essa esse grande insight desse gênio que acabou virando piano também não teria a música como a gente conhece hoje.

Mas o pandeiro permanece sendo um instrumento. Para mim, eu discordo que o instrumento precise emitir alturas e tal para ser considerado um instrumento. E agora eu posso estar lacrando.

querendo olha só, eu tenho um amigo baterista aqui posso estar querendo apenas a simpatia dele isso aqui é um instrumento é um grande baterista você sabe que é um instrumento de chupar rola

Oh, esse instrumento, já vi muito. Ele tá tocando a tua música. Tá mesmo? Tá. Até eu reconheço a música dele e ele não reconhece. E esse é o instrumento? Carry on. O Assobio? Claro que é. Então tamo suave os amigos lá do grupo.

tá bom assim como a voz tava tocando mensagem o que ele tinha perguntado era sobre as eurudenses dos anos 90 o que é um eurudense dos anos 90? dá um exemplo aí quer ver uma? I.C.M.C

Ah, isso é maneiro pra caralho. It's a rainy day and the sun will shine. Eu escutava essa põe em vita. É bom. Esse daí é o... Como é que é o nome dele mesmo? Rick Astley. Rick Astley. Isso aí. É Eurodance também. Não era? Eu não reconheci. É um cantor que ele veio junto com os Eurobeats.

Como é que eu não sei cantar essa porra? Never gonna give you up, never gonna let you down. Não, isso aí não é Eurodance. Isso aí pra mim é... Isso aí é pop puro. Pop puro. Ah, é meme. Isso aí é música... Pra mim é pop, eu não sei. Ele tem elementos eletrônicos, né? Isso é anos 80, é mais antigo. Mas é meme agora? Não, é meme quando começaram a falar meme.

Tipo, os caras usavam assim, nossa, saiu uma música nova do Angra. Ele botava um link. Aí o link era essa música, entendeu? Ou então, caralho, olha esse vídeo do, sei lá, do GTA 6. Tô ligado, tô ligado. Aí tu clica, tocava essa porra. O meu ponto é, quando lançou a música, ela era uma música séria? Não, era uma música séria. Não foi lançada dia de dia. Não, não, não. Não, não, a música é boa. É que, sei lá, tocou tanto. Aí, virou o Darude Sandstorm. É, Darude Sandstorm.

Aquele saxofone da música do George Michael. Tu lembra? Tu viu 6-2? Vocês que são ligados com a música. O que tu acha de Katy Perry?

Bonitinha, né? Então é bom. Tem uma música dela? Você tem que ver e achar belo. Se é uma mulher feia tocando... Vocês já viram velhas, idosas, carcomidas, tocando piano? É feio. Eu não quero ver. E um velho idoso?

É feio. É feio. Eu quero ver uma champolinha. É por isso que eu não toco mais piano. Eu tô velho. Eu tô velho pra tocar piano. Começa a fazer os vídeos de você mesmo tocando piano e troca com o Iá, por uma champolinha. Ah, boa ideia. Gostei da ideia. Boa ideia. Mas é que a champolinha feita por Iá não é material onanístico, né? Ela não é a mesma coisa. Depende, depende, né? O cérebro é bastante enganável, né?

Onde é que eu assustava? É, no Eurodance. E aí eu tava perguntando a Katy Perry. Ele falou que gosta do George Michael e Careless Whispers. Nós vamos chegar lá. Porque nesse vídeo que eu tô falando da Katy Perry, que é o TGIF, ela junta uma porrada de gente meio nostálgico na época. Esse é um vídeo, uma música barra vídeo, se eu não me engano, de 2012, por ali. E aí tem o Kenny G.

Tocando saxofone. Tem o Hanson. Lembra do Hanson? Lembro, lembro. Tem a banda Hanson inteira fazendo uma festa lá, entendeu? Hoje tá tudo no asilo já. Tudo velho, tudo carcomido. Jogando dominó na praça já. Hanson era a festa. Não é mesmo? Hanson era a festa. Não gosta?

Fés, eram uns australianos, né? Eles eram australianos? Não sei. Parecia, assim, visualmente parecia. Cabelinho, lisinho, pá, né? Eu gostava de skate. Não entendi? Nada. Eles gostavam de skate. Eles gostavam de skate. Bom. Qual que é lá? Toca a outra aí, vai. Eu tô... Aqui, ó.

Teonas mandou uma mensagem pelo Pix, Armandinho Efeses, e o meu nome é de velho. Ô, na moral, acabou o live Pix. Acabou, né? Essas falas são muito ruins. Eu vou ler, tá? A mensagem aqui. O Teonas, o nome do cara é Teonas, perguntou, Armandinho Efeses, e o meu nome é de velho? Qual o nome dele?

Teonas. T-H-E-O-N-A-S. Isso nem é nome. Armando? Armandinho. Armando é nome de velho. Não, não. Armandinho, sabe o reideiro? Quem? O Armandinho. Que toca guitarra baiana.

Armandinho, eu tô falando. Não, acho que ele tá falando do... Quando Deus te desenhou, né? Já vi que se eu não sei quem é, cara, é Fezes. Fezes e acabou. Se for Armandinho, que é filho do Dr. Osmar, de um dos dois, não lembro de qual. O que que acontece? Um dos inventores da guitarra baiana, isso aqui, esse não é nada Fezes. O que que é guitarra baiana? Guitarra baiana é uma guitarra pequenininha, né?

que foi muito popularizada pelo Armandinho e é um instrumento bastante brasileiro, que inclusive os caras falam que foi eletrificado antes da guitarra americana olha aí, guitarra baiana, Armandinho maneiro, pra mim era total semente, semente, semente semente, semente pode ser que seja isso aqui é uma guitarra normal

Não, ela é menorzinha. Curta. Não, chama de guitarra 3, 4, guitarra meio, sei lá. E cavaquinho? Guitarra soprano. Guitarra sem originalidade nenhuma na guitarra baiana. Cavaquinho é um instrumento bom ou um instrumento fezes? Cavaquinho é fezes. É mesmo? É.

O ukulele é legal. Por quê? Porque ele é criado nos Estados Unidos. O ukulele é no Havaí, né? Estados Unidos. O Havaí, pra quem não sabe, é dos Estados Unidos. Não sei desde quando. Mas e o cavaquinho é ruim só porque não é? Fezes. Porque é brasileiro. Instrumento brasileiro é fezes. Meu Deus. Vou lacrar. Posso lacrar? Lacra, vai. Agora você é altamente hipócrita.

Assim, né? Já ando. Vai ser altamente hipócrita agora. Não. Pode ser que sim, pode ser que não. Porque essa questão do lacrar, o que eu tô percebendo é um julgamento dos outros. Foda-se o lacrar. Vai, fala aí o que tu queria falar. Lacra aí. Vou lacrar, mas antes eu vou fazer um parênteses. Então é lacrar sem querer lacrar.

Não, é porque assim, a lacração é um julgamento de quem assiste. A pessoa pode estar sendo sincera com aquilo. É verdade. É isso que eu estou dizendo. Eu estou sempre sendo sincero. Não, a lacração é quando eu estou vendo que tu não está sendo sincero, entendeu? Sabe quem? Aí você vai... Tem como tu defender qualquer coisa.

Não tem? Sim. Então é só, quando eu tô vendo que tu não tá defendendo, quando eu vejo que tu tá defendendo um bagulho pra ganho próprio, ou porque tá alinhado com o discurso que tá rolando aí, tá ligado? É... Por exemplo, tu fala, ah não, porra, eu não quero falar, sei lá, não vou fazer um, no meu caso, vamos dizer, no meu caso. Se eu dissesse, por exemplo, não vou fazer um programa com o Bolsonaro porque...

porque ele é de direita, extremo direita, não sei o quê. Eu estaria lacrando, entendeu? Porque eu nem penso isso de verdade. Eu, na verdade, acho que eu deveria conversar com o máximo de pessoas relevantes possível, entendeu? Mas pra fechar com uma marca, eu diria isso aí, entendeu? Aí eu estaria lacrando, entendeu? E eu, como audiência...

Estaria vendo isso e sei que eu tô lacrando, entendeu? Estou olhando assim, olha lá o cara lacrando, mas filha da puta, ele nem pensa isso de verdade, entendeu? Sim. Beleza. Enfim. Então eu vou ser sincero. Tá. Lacra, lacra. Vou lacrar. Dito isso.

Você entendeu? Eu decidi alguém que vai achar que você tá lacrando. Mas vamos lá. Independente do que pensem, o que eu tô fazendo. Acho importante dizer cara, que o Cavaquinho já lacrou. Já começou. Porra, bicho. Ele é um instrumento nobre. E carrega nobreza e alinhagem do samba brasileiro.

É um instrumento que traz a harmonia e o ritmo, toda a riqueza da harmonia e toda a riqueza do ritmo brasileiro, que é uma confluência de um monte de culturas. Árabe, com negros, com índio, com portugueses. Árabes que eu falo por conta dos mouros, o português que vem com muita influência também, turcas e mouros. Então tem muito essa... Eu prefiro a palavra sarracenos.

sarracenos, e a latinidade, tudo junto, num instrumento pequenininho, que pra fazer um monte de acorde, você faz todas aquelas harmonias com o dedo todo encostadinho, e assim, puta, fora que tem... Então é ruim, é desconfortável de tocar, já é fezes. Isso é uma outra coisa, tem muito instrumento que é desconfortável. Depois de três horas de show, a guitarra passa a ser bastante desconfortável em algum momento. Mas eu acho que o ponto é...

Cara, se tivesse que eleger entre o Cavaquinho e o Quelele, Cavaquinho não é certo.

Mas não é a mesma coisa? Não, a afinação é diferente. Um é corda de nylon, outro é corda de aço. O tipo de repertório, a origem, né? Tudo que ele carrega ali como linhagem cultural. Dá pra tocar um pagode no ukulele? Possivelmente dá, você adapta. Então... Você adapta. E é porque dá pra tocar pagode que o cavaquinho é fez. Porque o pagode é fez.

Não, mas ele tá falando que o ukulele dá pra tocar pagode também. Então o ukulele é fezes?

Não, não, não. O ukulele é feito lá na Oceania. Ali é oceania. É considerado oceania? Pacífico, não. Aí é perto dos Estados Unidos. É Caribe, sei lá. Mais longe. 3 mil quilômetros dos Estados Unidos. Tá no meio do Pacífico, é verdade. Boa pergunta. É considerado oceania?

Eu acho que no Oceania... Polinésia, não. Melanésia. Oceania é um continente. O Havaí não está em nenhum continente. O Havaí é uma ilha. Não, não. E a Melanésia, a Polinésia? A menos que... Sim, o Havaí é considerado parte da Oceania. Ah, olha aí. Então você estava certo, pronto. Sempre o mestre das champolas. É parte do Triângulo Polinésio. Meu, que ignorância minha. Eu estava crente que era...

3 mil quilômetros vê quantos quilômetros 3 mil quilômetros da costa dos Estados Unidos então não é pacífico o oceano cara, 3 mil é longe é daqui até Natal é do outro o Caribe é de um lado e o

daqui até Natal é 3 mil quilômetros permaneça o meu voto para o Cavaquinho e toda o legado o legado que ele traz o que ele tá falando é pau no cu do Havaí é isso, tá óbvio se tiver que escolher a cultura sempre escolher a brasileira e quando você chega lá no Havaí as Havaianas rebolando nunca fui, mas no meu fetiche é bem semelhante com o desenho do Pica Pau que você já chega eu vou eu

E elas vêm assim. Joga assim, colar no teu... É, joga um colar. Mas que nem eles pensando de nós aqui. Eles acham que vão chegar aqui e vai achar uns orangutãs. Mas mesmo eu digo, com a bunda ali fora, na cara deles, com certeza. Lembrei do pica-pau. Lembra o pica-pau cantando a música Havaiana?