RICARDINHO ACF + CELSO ETNRLZ - Flow #591
ACF e o cara que tem a garagem do Tony Stark.
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This is the floor. Salve, salve, família. Bem-vindos a mais um Flo. Eu sou o Igor e hoje nós vamos falar de carro de novo com o meu amigo Ricardinho. E aí, cara, tudo bom?
satisfatoriamente bem agora, de volta ao Brasil, socorri os amigos em apuros enquanto estava ausente. Soldou umas paradas. Soldei umas coisas que não era pra ter sido cortada pra começo de conversa. Mas é, mas é, então, estamos, é, isso faz parte do preparo do que, da viagem que está por vir, que promete muito. E tem ali o Celso também. Como é que você tá, cara? Famos... E aí
O famoso cara da garagem do Celso. Aqui tá o Celso. Obrigado pelo convite aí.
É um cara que assim, você tá olhando pra ele e ele dá assim, esse moleque tem 27 anos. Não, pode botar mais 10 aí, né? É, mais 10, 37. Tudo bom, cara? Tudo bem, tudo bem. E aí, então, agora vamos falar de carro, que é uma paixão que une vocês dois e eu tô chegando agora nesse mundinho aí, entendeu? Tô começando a querer umas coisas. Tipo um 350Z com GNV. Calma.
Mas esse carro seria uma oportunidade, entendeu? Não é uma oportunidade de uma puta de uma lasanha, entendeu? Esse carro, inclusive, depois eu te mostro o videozinho que eu fiz dele, ele é a definição de lasanha, entendeu? É daqueles com toca-fita, com fita espalhada no chão, entendeu? É mesmo, o catinguelezão ali? Porra, meu irmão. Lá é, né? É. Naquela... E aí tu abre a mala, o que tem?
Uma porra de um cilindraço de gás HGNV. Dá pra gente botar o que ali, Ricardinho? É. O cilindro já existe. Eu mexo com cilindros eventualmente, né? Mas não é exatamente gás natural que tem ali dentro. E nem nessa coisa... Assim, imagina eu colocar essa quantidade toda de outra coisa. A gente vai dar bastante risada. O bloco eu já não sei, mas que a gente vai rir, a gente vai.
Tá certo. Bom, e aí, cara, tu é o cara que chega nos lugares com os carros impressionantes, né? Tipo, tu chegou aqui com um carro impressionante. Começou por aí. É. Qual que é a tua pira? A tua pira é o carro impressionante, tu coleciona, tu escolhe. Porque só, olha só, agora eu tô querendo, eu peguei uma Mercedes, agora é a C300, né? Sabor AMG, segundo o meu amigo Ricardinho. E aí fudeu, porque eu fui lá no Gui e eu andei na C63 AMG dele.
Aí eu, porra, caralho, eu tô querendo uma MG agora, entendeu? Então a minha motivação é, eu tô gostando do barulhinho do motor, de tomar um soco, entendeu? Eu tô gostando dessa porra. Tu, chega de Rolls Royce, é outra vibe, né? Outra parada. Qual que é a tua pira com carro?
Cara, é... Bom, Rolls-Royce é mais um carro família, né? Ah, entendi. Não, calma, calma. É que, tipo assim... É que, na verdade, o Rolls-Royce tem uma história por trás. Porque eu peguei o Rolls-Royce pra me livrar de outro carro que eu tinha feito pagado na compra. É rolo, é rolo. Esqueci isso. Ah, é o quê? É uma história incontável?
Acho que dá pra contar? Ah, dá, ué, o carro é seu, o dinheiro foi seu, a merda, o preju foi seu também. Tomou um prejuzão? Ah, tomei. É? Tomei, tomei. Tá bom, então vai ter que me contar. Não é porque a gente tem carro que a gente não faz merda, né? Na verdade, eu acho que a gente mais faz merda porque tem carro. Eu acredito que sim, cara. Essa é a realidade. A esposa diria que sim. Eu já saí pra vender um Ford Car e voltei com o Fusion. Eu fui com o Ford Car e voltei com o Ford Car e o Fusion. Entendeu?
Olha Resguardadas as proporções Você vai ver que tem muitas Semelhanças nessa sua história Só que o Ford Ka Ele era mais confiável Do que o carro que ele tinha Não, mas enfim Mas em resumo eu peguei um Bentley E aí eu vi que ele era Zero família o carro
Tipo, óbvio, eu já sabia que o carro era duas portas, mas o porta-mala, tipo, não cabia o carrinho das crianças. Então já era um carro que não dava pra viajar. Carro muito bonito, estiloso, forte pra caramba, pô, V8, biturbo, híbrido. Mano, carro animal. Puta capozão, carro lindo, velho. E esse novo ainda, com farol. Só que, tipo, cara, zero usável pra mim, né? Tenho filho e tal, às vezes precisa viajar.
Não funcionou. Calma aí. Vou fazer uma pergunta aqui, suave. Legal, muito foda esse Bentley que tu acabou de descrever, tá ligado? Se eu tivesse comprado ele, eu ia pensar assim, caralho, será que eu quero me desfazer mesmo desse carro? Se eu comprei um Bentley, eu acho que eu consigo comprar um Civic.
Pra botar minha filha dentro. Não rola? É ruim, zoado? É bom. Enfim, tipo... Por quê? Porque assim, esse carro... O que eu tô tentando entender é esse carro não servia pra tu andar com tua família. Legal. Exato. Mas eu tenho certeza que tu tem outros 20 carros. Tá ligado? Tem. Enfim, em resumo, eu não gostei muito do carro. O carro deu uns probleminhas ali. Eu falei... Ah, tu não quer me contar os probleminhas. Exato. Entendi. Tá bom. Tá bom.
Aí eu falei, bom, surgiu a oportunidade de eu gastar mais dinheiro e pegar o Rowe's. Que é tipo, pô, legal pra caramba o carro. Aí foi isso, aí eu peguei o Rowe's. Você vê que a cabeça aqui de quem gosta de carro, ela é uma loucura que só a gente consegue entender. Porque esqueçam as cifras envolvidas na equação. Mas aí, meu telefone toca, eu já sei que é... Ricardinho, o que você acha?
Porque deu os pepino. Aí eu falei, não. Normal, né? Tipo, pô, a McLaren acende umas luzes e tal. Tem coisas que a gente já espera na vida. Aí ele liga e fala assim, meu irmão, eu queria trocar o carro. Eu falei, beleza. Porra, pega uma Cayenne. Pega um SUV pra família e tal. Aí ele, não. Olha, e esse aqui? Aí ele mandou o Rolls. Aí eu falei assim, meu irmão, tipo, tu vai ter que voltar uma grana nessa história.
É, mas é que não cabe... Aí veio essa história, tá ligado? Eu falei assim, mano... Ele acredita nessa história, tá ligado? É igual tu, justificando pra Mari que tu precisava de mais um carro pra pegar a C300, tá ligado? Resguardadas as proporções, é a mesma história furada. No fim, ele sempre quis ter uma porra no Rolls Royce. Vai se fuder então.
que no final é o que eu respondo pra ele. Eu falei, pra que que tu me liga então? Se tu quer comprar o Rolls Royce, se tu quer comprar o Rolls Royce, compra o Rolls Royce, caralho, não me enche o saco. Perfeito, perfeito. É tipo isso. Pois é, foi o que eu fiz. Quando eu quis comprar a C300, eu não tinha enche o saco. Eu só fui lá e comprei a C300. Não, mas aí tu devia ter me falado que tu comprou um AC300 os gatos por... Quer dizer, não a MG por ser não a MG.
Pelo menos essa aí é vermelha mesmo. Ou seja, moral da história, ele reclama, mas no fim é pra ligar pra ele mesmo. Exato, né? Liga, exato. É assunto, pra conversar. É, não, pô, é resenha. Resenha, dá pra fazer remap na Rolljoice. Aí já começa, já vi tudo. É mais da hora. Caralho, dá pra... Não, não fiz, mas dá. Pois é, mas é uma parada que tu não é meio... Não quero. Rolljoice não é pra tu botar tua família. Exato, é pra família.
Aí por isso que é o carro que a gente não mexe. É o carro que não é pra ficar na oficina. Você sabe que tem alguém aqui que entende profundamente de você, né?
nessa mesa. Eu sei. Porque aí, o idiota... O Rolls Royce tem umas coisas que só o Rolls Royce tem. Tipo, a calotinha... Tem outros montadores agora que... A roda do Rolls Royce gira, mas o centro onde tem o logo sempre vai ficar parado. Ele não se mexe. Beleza. E aí, qual que é a outra parada que todo mundo que tem Rolls Royce... Que tem não, né? Todo mundo que conhece o Rolls Royce sabe que aquela porra tem. Tem uma mina...
ali na frente, como é que chama? Spirit of Ecstasy. Exato. Eu nem sei qual é o nome, entendeu? Porque nunca cheguei nesse ponto. Mas enfim, tem uma mina ali na frente, o símbolo, e ela fica ali. Porra, tu vai encostar ali, tu puxa, ela se esconde dentro do capô do bagulho. O idiota tem dinheiro pra ter um Rolls Royce, mas ele ainda é um idiota.
Obviamente que o primeiro dia que esse idiota tava com o Rolls Royce dele, falou, caralho, será que esconde mesmo? Aí ele pegou e puxou. Aí ele, porra, não escondeu. Aí ele, puxou de novo. Ele, não, porra, viado. Aí ele pegou com as duas mãos e escondeu lá dentro. Quem disse que volta? A mulher nunca mais saiu lá de dentro do capô do Rolls Royce.
Mas eu arrumei. Eu achei que tinha dado algum pau de elétrica, alguma coisa assim. Você entendeu? Aí eu comecei a desmontar. Não, começa eu, 10 horas da manhã. Mexeu? Sim, sim. Sabia que tu mexe, não? Nem ele sabia que ele mexia, entendeu? Ele foi mexendo o Rolls Royce.
Nunca, não mexo, não mexo. Mas vou mexendo no Rolls Royce. Perfeito, é dele. Tá bom. Aí eu fui desmontando, desmontando, desmontando. Tem, inclusive, um vídeo no meu canal que eu comecei... O vídeo já começa com aquele negócio desmontado. Eu falei, eu não sei mais como monta.
Eu só acredito que eu montei de volta, porque tem um vídeo comprovando isso. Eu consegui arrumar, consegui encaixar tudo de volta. Não tinha um vídeo no YouTube de alguém arrumando isso daí, porque não teve um animal que pegou e quebrou e tentou arrumar. Porque normalmente o pessoal compra, só que é 20 mil dólares aquele negócio. Eu falei, eu não vou gastar 20 mil dólares, faz uma semana que eu tô com o carro. É o espírito do êxtase, meu irmão.
Exato. E aí, bom, enfim, consegui desmontar lá, montar de novo, e o negócio voltou a funcionar e tá funcionando até hoje, viu? Mas agora eu chego...
É da hora que dá gatilho nele, tá ligado? Você chega no Rolls Royce dele, você pode passar a mão ali. Funciona. Não fica riscando. O negócio já é bonitinho, ele desce, sobe. Não precisa ficar provocando ali pra quebrar de novo. Levei umas 5, 6 horas pra arrumar o negócio. Caralho, que merda, cara. Quando tua mulher viu o Rolls Royce, ela falou o quê?
Ela gostou, achou bonito. Ela apoia. Ela não vai contra ela. Ela gosta de dirigir? Ela gosta. Ela tem uma X6M.
Ela é Ela pega as vezes a Ferrari Pra dar umas voltas, ela gosta Ah, maneiro, dá pra fazer umas merdas junto? A gente já saiu de rolê Junto já, assim, tipo, eu vou com um carro, ela vai com outro Mas, tipo, nada Nada de ficar acelerando na bandeira antes Perfeito Desses aí, dos que tu tem Quantos já passaram pela mão Do Ricardinho? Ah, pô Ah, pô
Ah, pra contar os que não passaram. Os que não passaram, é, porque... Tipo assim, sempre que precisa de, às vezes, algum ajuste, alguma coisa, ou a gente faz junto, ou, tipo, tiro a ECU, levo pra ele, ele mexe lá, ajusta, conecta uns fios doidos, que aí é só o que ele sabe fazer, e depois a gente põe de volta e vê que deu certo ou que deu errado. E qual foi o mais maneiro de mexer, então, Ricardinho? Tem algum especial que tu pensa em caralho? Os GTR. É? Os RT. Assim, putz, mexemos nas McLaren, sei lá.
Dos caros. Acho que o carro mais caro que você tem é o Rolls? Ou é a McLaren? É a McLaren. É a McLaren. Então, o mais caro a gente já mexeu. Mas ele tem, tipo... Essa história é engraçada, velho.
Ele começou a comprar os GTR, os R34, que é o Skyline, aquele do Brian, o prata do Brian e tal. Os dele não são prata, são das cores que vieram lá. Inclusive é uma cor muito louca lá, chama Midnight Purple. Que ele é... São três cores em um. Ele é roxo, verde e azul. E ele vai mudando de cor dependendo da onde tu... Caralho! Da onde tu olha ali, da luminosidade. E aí ele comprou um outro. Nem meu fuso é um vermelho, né? Difícil de entender a cor também, né?
Não é difícil de entender a cor do seu fúsel. Deixa eu te contar, mas tá bom. Mas beleza. O dia que a gente chegar numa conclusão, perde a graça. Então vamos continuar sem chegar nessa conclusão. Eu te dou esse mérito. O Celso, tá vendo esse cara? Eu pessoalmente o carro hoje... Ele viu lá no galpão. Vermelho, pô. Não é vermelho, velho. Mas continuei, continuei.
Aí ele comprou um que é branco. Eu falei, porra, beleza, comprou o bagulho que é branco, né? Eu já sabia porque ele comprou num leilão. Inclusive, eu nunca tinha participado disso e tal, mas foi, acho que o primeiro carro que você comprou num leilão, não foi? Não, o leilão foi os Midnight Purple. É, exato. O branco foi um... Não, é. Sim, sim, sim. Porque ele comprou os Skyline no leilão. Eu nunca tinha visto esse negócio, mas é mó da hora. Porque aqui no Brasil a gente não tem tanto esse mercado.
Tu não compra um carro num leilão na internet. Tu entra lá no site das lasanhas, bota lá a lasanha que tu quer, escolhe lá uma barata, manda aquela canelada e compra, tá ligado? Tu vai ver o cara... É bem assim mesmo. É, porra. Aí tu vê que as fotos não tem nada a ver com o carro, tem os detalhes ali e tal, caralho, tem os barulhos que não era pra ter. Aí tu liga pro mecânico de confiança, o mecânico... O Gui já fala assim, ó, Igor, não compra, só que tu já comprou, tá ligado? É uma merda.
Que normalmente é assim que chega pra nós os negócios. É. Exatamente. Quando eu cheguei com o fúsel nos caras, o cara, pô, tu já comprou já? Já comprou já? Aí, caralho. E aquele fúsel, ele fez uma porrada de coisa. Bom, enfim. Aí, ele pegou, enfim, comprou o carro no leilão, viu os carros, cara... Ah, só mais uma coisa rapidinho. O leilão. O leilão...
O lote é de carros exóticos, é assim? Não é lote, é assim. A pessoa tem um carro especial, aí ela anuncia nesse site. Esse site, dependendo do valor do carro, se é um valor mais alto, vai o leiloeiro lá, que é o dono. Ele avalia o carro. Tem, meu, assim, você tem, sei lá, umas 130 fotos do carro. Vídeo, carro funcionando. Ligando o carro. Liga o carro.
É mó legal, porque eles fazem uma curadoria do carro, assim. Tava pensando em outra coisa, cara. Tava pensando em carro que foi pra leilão do governo. Quando a gente vê é sinistro, financiamento, pegou o carro de volta. De particular, cara. É como se fosse uma joia. Eu entendi. Legal, legal.
E aí tem muito carro que é raro e difícil. Aí ele comprou lá nos Estados Unidos. Os dois primeiros foram do leilão. Esse outro ele comprou de um amigo nosso, que é colecionador de carro. Muito raros, assim. Não é tipo carro muito raro. Tem uma Ferrari F50, que por si só já é um carro muito raro. Mas ele tem a F50 menos rodada do mundo. Tipo, ele tem a 40, 50, tem toda essa coleção. E ele tinha esse carro.
que o que eu tô te contando... Caralho, tem os Cavaleiros do Zodíaco muito caro. Porque esse carro serve pra nada, além de ficar lá sendo foda. Porque ele não usa. Porque se ele usar, deixa de ter o valor que o bagulho tem. É tu ter a coleção do Cavaleiro do Zodíaco na caixa, sem ter entrado em contato com o ar, atmosférico. Enfim.
E aí, só que essa parte, eu não tava ligado nesse rolê. Porque se eu soubesse, eu já tinha me tocado. Aí um dia eu fui pra Orlando ver o Mickey. Aí o idiota liga. Ô, passa lá em casa. E eu comprei, comprei injeção e tal. Você instala lá pra mim? E aí acerta o carro? Eu falei, porra.
beleza, né? Falei, os outros dois, e eu sabia quanto é que tinha custado os outros dois, os roxos. E é tipo, porra, 200 mil dólares. É 200, né? 200 mil dólares, lá. Falei, beleza. O branco, que é só branco, deve ser tipo, porra.
Menos, né? Porque o outro quer a cor pombagira lá. O bagulho deve... A cor justifica o bagulho. Mas, porra, branco, branco, branco. Vai não conseguir comprar um carro branco mais barato. Branco, preto, e aí tu quer o pérola e tal. Fica mais caro. Falei, beleza. Vou lá pegar o carro. Peguei o carro. Tava eu e um amigo ainda. Aí eu peguei e falei, porra, vai dirigindo, que eu vou com o notebook do lado. Aí eu lembro, falei, cara...
Quer saber? Ele deve ser mais barato, mas ainda deve ser caro pra caramba. Então, vai aqui do lado, eu vou fazer um acerto inicial, e aí eu vou dirigindo. Porque se der merda, pelo menos vai dar merda pro meu lado, então que seja eu. No meio desse rolê, acertamos o carro, tudo ok. E a vizinhança é bem frequentada lá. E aí tinha um vizinho serelepe, com um Camaros L1, não era? Enfim, é o Camaros mais pica que tem lá.
E aí o cara, barulheira, barulheira. E esse carro, esse GTR, ou GTR, a GTR4 é muito rara, mesmo nos Estados Unidos. Você não vê na rua. Tu tem quantos? Três.
Legal. Você não vê na rua. Aí, beleza. Falei, pô, vou dar uma educada no cara sobre o que que é um GT-R34, né? Tipo, porra, é pela educação, nada mais, né? Finalidades educativas. Aí o cara acelerando, eu vim meio que de boa, cara, só esperei a hora, saí de trás do cara, já vim, o cara acelerou, empilhei três, quatro marchas, aí o cara começou a entrar num trecho meio de curva.
Aí eu falei assim, ele não vai fazer isso no Camaro. Tipo, porra. Tudo bem que é mais esportivo, mas... Se tem um lugar que esse Camaro poderia ter chance contra o 34, era na reta. Não na curva. E aí o cara... Foi meio... Psicagem, assim. Entendi. E aí o brother do lado... Eu só falei assim, ó. Se esse número aparecer 12, você me avisa. Meu irmão.
o cara tava botando um ovo no banco do passageiro, ele não olhou o número, não olhou porra nenhuma, ele só tava pendurado, e eu acelerando, o cara do Camaro tentando, e eu pregado atrás do cara, beleza. Terminou o negócio, voltei, na hora peguei e falei, Celso, ó, se por um acaso, no grupo do WhatsApp, da vizinhança, alguém comentar, era eu.
só pra te deixar avisar, deu tudo certo o rapaz foi educado com sucesso e e aí voltei pra casa, o detalhe que ele não me contou e que eu na minha ignorância nos roxos eu talvez nem teria feito
eu falei, pô, esse aqui se ralar a funilaria resolve o outro não esse branco é um NUR NUR Base Pack 2 NUR Edition quantos tem? branco 178 aí sim, imagina
Tipo, os roxos Midnight Purple, que tem mil e... Acho que é mil e alguma coisa, não é? Tem 280. É, tem 280. Não é nem mil. Mil é todos, né? Tem 280 e custa 200. Esse é tipo o dobro do valor, assim.
E eu, tipo, despinguelando o negócio. Falei assim, cara, eu sou um idiota. Eu ia ter que penhorar a minha vida pro Celso, tá ligado? Se eu ralo aquele carro. Tudo bem, ia pegar tinta branca lá e tal, caramba, meu irmão. Falei, Celso, você me avisa? Só te peço um favor, você me avisa a próxima vez? Tipo assim, só pra eu saber onde eu tô pisando? Quando ele te contou o que ele fez com o carro, o que que tu falou? Eu fiquei tranquilo porque ele não falou que bateu, né? A gente já ia saber que bateu. Então, se já tá em casa, tá tudo bem.
Eu não fiquei muito em choque, não. Fiquei feliz, o carro ficou acertado, né? Já o cara que acerta tava acelerando, então ele já corrigiu os números ali, então eu sei que eu posso acelerar depois. E aí, mas em que momento que tu contou esses detalhes sobre esse carro pra ele? Ah, foi aqui, né? Eu fiquei sabendo aqui, a gente foi gravar o vídeo.
Aí chegou o carro aqui. Depois de, sei lá, passaram meses, né? O carro veio de navio e tal, desceu aqui. Aí foi lá na garagem, chegou o Nur. Falei, puta, da hora. Aí, sei lá, acho que a gente tava gravando com o Cariani. Foi. Sei lá, acho que foi na gravação do Cariani, né? Foi. Aí ele pegou, sei lá por quê, eu falei, porra. Aí ele falou o preço, eu falei assim, Celso, você é idiota. Como é que você... Entendi. De como é que você não avisa? E eu tava andando igual um... Enfim.
A gente confia nos amigos que tem. Eu acho justo. Ele trabalha com isso, pô. Eu sou um profissional. É um profissional. Ele é um profissional. Ele sabe o que tá fazendo. Quantos carros você já bateu na sua vida? São pouquíssimos. Então, pronto. Quantos carros você já dirigiu? Ah, bastante. Então, a gente tem que cuidar. É, estatisticamente falando, mas, é, ainda assim, eu não gosto. Quantos carros você já bateu por imprudência? Nenhum. Nenhum, então só vamos.
E outra, qualquer coisa, se você tivesse batido, ia ter muito remap pra fazer. Porque não vai parar de vir carro, não. Se um dia vocês começarem a olhar que eu tô... Tô sem fazer vídeo faz uns tempos, vocês já sabem onde me achar. Tá ali, ó, ó.
Boa Vai continuar vindo carro? Não, na verdade agora a gente está focado Em alguns projetos O que foi, Ricardinho? É verdade Essa é uma mentira constante? Essa é a segunda fase, ele ainda não chegou na aceitação Ele ainda está no período De negação Quando você tem vício por alguma coisa, você nega que você tem vício Qual foi o último carro que eu comprei?
Ainda não chegou, posso falar? Pode. Ou seja, ele comprou e ainda não chegou. Ou seja, nem faz muito tempo. Não, mas qual? Pode falar mesmo? Pode. Você comprou o Yaris. É, eu comprei o Yaris. Então, eu tenho um projeto pro Yaris. Faz tipo 10 dias. Não, mas calma.
Mas calma, não é. Você tá vendo como ele tá? Não, eu não tô mais comprando por compra. Tem todo um propósito. Ah, então assim você... Assim pode comprar. Tem que ter uma justificativa. Então comprar com propósito não é comprar, entendi. Não é porque eu não gostei, deu um probleminha no carro e eu fui lá e troquei, entendeu? Agora tem uma justificativa muito maior por isso, por trás ali, calma.
E não dá pra falar o que tu vai fazer com ele? Pode, a gente pode falar. Porque na verdade, o que acontece? Eu comecei um projeto chamado Stay Sideways. Pra quem gosta muito de carro, acompanhou com certeza, sabe? Todo mundo que gosta muito de carro conhece uma pessoa que tá lá em cima, chamado Ken Block.
Cara, esse cara, acho que inspirou todo mundo que gosta de carro. A primeira vez que eu vi algo relacionado a drift, sem ser fora do Velócio Furioso ali e tudo mais, foi o Ken Block com o Gincana. E cara, a primeira vez que eu vi o Gincana 2, ele fazendo drift com aquele Subaru dele lá, eu falei, caralho, que da hora, eu quero muito fazer isso um dia na minha vida. Isso, pô, esse vídeo tem 16 anos, tem 120 milhões de visualizações desse vídeo, sei lá, algo bem grande.
e cara, pô, me inspirou muito e no ano passado tava com o Nicolas a gente tava viajando e falou, cara o que se a gente tentar fazer isso em São Paulo? tipo, será que dá? qual que é a complexidade pra gente fechar uma avenida em São Paulo? se a gente quiser fechar a Marginal Pinheiros, será que dá? e cara, a gente começou a ir atrás fomos atrás de produtora fomos atrás de diretor organizamos toda uma equipe e a gente conseguiu a gente fechou a Marginal Pinheiros e aí
por duas noites, das 11 da manhã até as 5 da manhã, das 11 da noite até as 5 da manhã, causou maior trânsito, maior desvio, um monte de coisa, e a gente conseguiu montar um cenário de encana pra poder fazer ali. A gente gravou ali na frente da JHSF também, ali. Valeiro. Tipo, cara, a gente gravou no aeroporto, tem um helicóptero que vem, vem buscando a gente, eu subo no helicóptero, coisa de louco, coisa de louco. E a gente agora tá nos finalmentes, terminando essa produção.
E o projeto, ele se chama Stay Sideways, né? Porque é meio que de drift, fica de lado. Inclusive, quem quiser assistir, ver o site aí, pode falar? Pode. Chama staysideways16.com. Quem quiser... 16? É, o ponto com... O cara me cobrou 8 mil dólares, velho. Porque aí eu tô tentando comprar. 16 é meu número, que é 16 de nascimento. E aí o cara me cobrou 8 mil dólares lá no domínio, só que não me respondeu ainda. Eu comprei, mas tô esperando. No ponto com.br? No ponto com.
.com.br foi... O stay side ou .com? .com. Ah, o 16 é porque... É porque tem que esperar o cara para ir lá. 8 mil dólares, entendi. Mas eu já comprei outro domínio também. Entendi pra caralho, tá. Beleza. Aí, bom, e tem esse projeto. E quando a gente foi executar esse projeto, eu entendi o porquê que o Canblock fazia com carros 4x4. Cara, o 4x4 você consegue fazer algo muito mais dinâmico, algo muito mais rápido na tocada.
O tração traseira você consegue fazer, só que fica um vídeo um pouco mais lento, foge um pouco a interação ali. Que ele fez com 350Z, da Nissan lá. Bom, exato, só que o dele não tinha GNV. Exato. É um 350Z biturbo, acertado pelo nosso querido Ricardinho.
E, enfim, e aí foi a hora que eu falei, cara, a gente precisa de um carro 4x4 pra poder fazer algo um pouco mais ali, inspirado em rally. E o Iares, cara, o carro, eu curti pra caramba o design dele, o layout dele ali, tudo. Tá vindo pro Brasil, a Gasuracing tá trazendo aqui pro Brasil. E aí apareceu a oportunidade, e o legal é que assim, não é que só eu comprei e eu me ferrei nessa sozinho, sabe? Tipo, eu fiz a dívida. Eu falei, Ricardinho, você tem que ter um também.
Você já tinha anunciado? Não. Ah, foi mal. Podia anunciar? Não. Vai ter que cortar? Não, a gente corta. É, vai cortar sim, o editor vagabundo. É, vai, vai. Não, e isso aí, o Janzão vai fazer questão de botar o Pelé e falar assim, não, tá ligado? Certeza que vai ter o Pelé falando não. Mas enfim, a gente comprou a porra do Yaris.
Só que eu não nego. Eu aceito que eu sou um comprador compulsivo de veículos. Eu já passei essa fase da negação, entendeu? Mas o Celso ainda se engana, que tem propósito. Entendi, beleza. Bom, mas enfim, aí o Ricardinho já veio com as ideias de Noia. Ah, eu! Ah, pronto! É eu! A culpa é sua, é lógico. É ninguém que vai subir 600 cavalos naquela porra lá. Não, é tipo assim. Eu sou a solução, eu não sou o problema.
Mas você fica trazendo essas ideias pra gente colocar e a gente fazer a coisa acontecer, câmbio sequencial e não sei o quê, não sei o quê. Tá bom, vamos dizer então, ele não é o nó, ele é o traficante.
Mas ele também usa, entendeu? Ele também consome. Imagina o Pablo Escobar que... É, é isso, é isso. Enfim, aí a gente tá montando todo esse projeto. A gente comprei, inclusive, uma impressora 3D, que ela é do tamanho dessa sala aqui, pra gente imprimir o para-choque, imprimir... Ele vai imprimir o para-choque do carro. É, o body kit. Tipo, em uma impressão só você consegue fazer tudo, sabe? E aí a gente vai tentar fazer o body kit. A única solução era... Isso daí tu vai usar muitas vezes, eu imagino.
É, normalmente, por exemplo, pro meu Z eu tive que imprimir três para-choques. Quer dizer, tive que imprimir não. Eu comprei de fibra de carbono três para-choques. Traseiro, dianteiro, frontilip. Isso tem que comprar meio que tudo. Porque se você vai fazer a gravação, imagina que está no meio da marginal ou num túnel. Bateu, tem que trocar. Você não vai conseguir locar de novo tão simples ou vai adiar muito tempo as gravações.
Então, a gente fez ali uma parceria com o pessoal que faz fibra, só que chega um momento que, tipo assim, pô, como é que eu acho um para-choque de GR e Ares, se eu vou ter que ficar importando, e é caro pra caramba pra gente importar para-choque. Eu importo, eu trago muita coisa dos Estados Unidos, trago coisas do Japão também, às vezes, que precisa.
E, cara, o custo é muito grande. Então, às vezes, compensa a gente ter algo aqui, começar a fabricar e também comercializar. Sim, entendi. Então, a gente vê uma oportunidade também de comercializar. Qual o material que usa para fazer essas peças? Cara, para a gente fazer o que seria a base principal, vai ser PLA.
Você consegue imprimir em ABS também, só que ali é meio que você faz o molde. Aí depois que você testa ali e tudo, aí você faz o negativo, e aí o cara da fibra que faz o que eu não sei fazer, que é colocar as fibras doidas lá. Que no final vai ser fibra de carbono, o body kit anyway. Mas ele imprime em 3D o molde do para-choque.
Que daí fica bem melhor. E aí dá pra você fazer o estilo que você quer ali, né? Não é que o para-choque vai ser... É, você faz um 3D ali, faz alguma coisa um pouco diferente. Você consegue ter o body kit do que você quer e imprime. Bom, eu posso dizer agora qual é a versão real? Ele só é fissurado por impressão 3D e queria comprar uma impressora gigantesca. Aí ele se enganou falando que ia funcionar fazer para-choque.
Mas vai funcionar. Entendeu? A gente vai fazer para-choque pra todos os nossos carros. Olha que legal. Front lip. Eu não tô dizendo que não é legal. É legal pra caralho. Se um dia eu chegasse nesse ponto da vida, eu ia achar legal pra... Por quê? Porque é legal pra caralho. Só pra isso. Essa porra... Essa impressora imprime só para-choque ou imprime uns bonecos grandão? Imprime uns bonecos grandão. Inclusive, eu vi no Instagram, velho.
Eu comprei porque eu vi no Instagram os caras imprimiam, imprimiam um para-choque ali e tal, não sei o quê. É da hora, é da hora. Ô, quer ser meu amigo?
Bora O que você quer imprimir? Mas qual é a pira do boneco? Sei lá, a possibilidade de imprimir um troço enorme é maneiro
Lá é ele. Tipo assim... Eu gosto. Alô, Toretto! Alô, Toretto! Brota o Toretto aqui debaixo da mesa, assim. Vem cá, tu tá... O que tu viu no Instagram, os caras estavam imprimindo o quê? Estavam imprimindo um boneco. Enorme? Já vi os caras imprimindo, sei lá, o Super Saiyan. Enorme. Ele tem dois metros, você pode imprimir dois metros. Então, caralho, moleque, botar ali na porta do Florian um boneco muito foda do, sei lá, mano, do Brisa.
Não, não? Porra! Mano de brisa? Não. Depois eu te mostro brisa. Porra! Esse é muito foda. Quer ser meu amigo? Bora. Então tá bom. Então tá bom. Quero ser teu amigo também. Maneira essa ideia. É óbvio que tu gosta dessas paradas de impressora 3D. Tu gosta de inteligência artificial. Tu gosta de código. Tu gosta de tecnologia. Você tá com uma empresa dessa parada, né?
Exato, exato. Essa aqui é a Cut Pro. Inclusive, eu vim aqui vender para você, cara. Olha aí. Todo esse arranjo aqui com o Ricardinho para vocês utilizarem a Cut Pro. Para quem estiver vendo esse podcast aqui, vai poder clipar os vídeos. Porque o que a Cut Pro faz? Ela pega esse podcast que a gente está aqui agora, todos os vídeos, ela identifica o melhor momento do vídeo e gera com intensidade artificial o melhor corte. E ainda classifica qual corte que tem mais chance de viralizar.
Então eu identifico, inclusive, que é o Igor que está falando, que é o Ricardinho, que é o Celso, sabe o perfil, cria o melhor contexto. E quem estiver assistindo aqui e quiser fazer clips do canal do Flow, pode ir lá, coloca, não vai ser cobrado nada, é de graça. E você vai ver que vai ter um monte de clipe com a nossa marca d'água Cut Pro. Que foda!
Família, olha só, se você tiver afim de fazer isso aí, cara, da nossa parte tá tranquilo, viu? Tem uma galera que faz isso daí, tem gente que mudou de vida aí ao longo do tempo e tal. Então é sempre uma oportunidade maneira mesmo de, sei lá, até experimentar uma parada nova. Cara, tem campeonato.
A gente tem a plataforma ali que o pessoal consegue até fazer campeonato. Então, tem gente que quer impulsionar um canal, alguma coisa. Coloca lá 5, 10, 15 mil e a gente paga, né? A gente não, né? A pessoa que configura o campeonato, ela paga por CPM. Então, conforme vai ter no view, 500 mil views, 1 milhão de views. Pô, tem gente que faz mil reais, 1.500 reais. Funciona, é legal pra caramba, cara. É legal pra caramba. Maneiro. Então, assim, envolvido com tecnologia.
Uma impressora 3D era só natural, né, Ricardinho? E pô, tu não usa também, não? Por que tu não imprimei um bonecão lá também? Assim, a ideia do para-choque pra mim é fantástica. Eu vou ser bem sincero. Eu trabalhei durante um período da minha vida, porque eu trabalhei dentro de montadora. Então a gente tinha que fazer dentro de montadora, pelo menos onde eu trabalhava, eles chamavam de prototipagem rápida. Então já existe essa tecnologia de... Imprimir um para-choque.
É, manufatura aditiva, que a gente chama dentro da engenharia esse tipo de coisa. Então, sempre existiu isso, mas era muito caro. Eu conseguia porque eu tava dentro de uma montadora. Então, pra uma montadora, tipo, beleza, você vai fazer um projeto, sei lá, de um carro pro salão do automóvel.
O farol custa um milhão de reais. Mas não é que o farol custa um milhão de reais porque o farol... Não, é porque tem que fazer o protótipo rápido porque não tem tempo e você precisa validar aquela peça. Cada vez que aquela máquina rodava era... Ou seja, as horas de uso dela, quando você compra, você já sabe quantas horas ela dura e aí cada hora que você fica usando aquela máquina vira um valor.
astronômico, porque a máquina era de um valor astronômico. Não que essa impressora foi barata, mas proporcionalmente falando... Ah, proporcionalmente é muito mais barata. Quanto custa uma impressora dessa? Essa impressora, ela custou 13 mil dólares. Nossa, cara, eu pensei que fosse muito mais rara. Eu ia chutar uns 80 mil dólares pra ser barato. É, eu também, eu também. Não, não, não. 13 mil dólares, ela tem 1.8 por 1.6 por 2 metros.
Então, ela tem ali, acho que 3 mil quadrados. Nossa, dá pra imprimir o gordão da XJ. Em tamanho um pra um. Será?
Dá, pô. Acho que dá, acho que dá. Dá. Agora ele tá menor, pô. Ah, é verdade, né? Tem essa. Tá bem menor agora, inclusive. O adono da XJ, que de fato tá bem menor, assim. Impressionante. Achei que ele vai se abandonar. Ele vai conseguir fazer a cirurgia, né? Eu acho. É. Maneiro até. Eu vi esses dias da hora. Mas enfim. Daí, eu...
Acabei não entrando nesse mundo de impressão 3D. Mas já me falaram que é tipo drift, mano. Dá uma dica. Eu falei, não começa. Porque depois que tu começa a imprimir 3D, tu tá imprimindo vários bagulhos pra tua casa, tu não consegue sair daquele troço. Tu começa a ver uma peça, tu fala, eu não vou pagar tanto dinheiro nessa peça porque eu consigo comprar o plástico e imprimo lá em casa por sei lá quantos centavos.
Eu tô com uma... Ele tá falando de uma de dois metros por 1,8, 1,8. Eu tô com uma bambolab A1. Pequenininha assim, tá ligado? É 30 centímetros, eu acho, né? É pequenininha assim. Mas ela faz uma... Assim, de fato, a dica pra... É não entrar.
Porque lá em casa tá rolando agora uma disputa. Tá todo mundo entendendo o que ela faz e tá todo mundo imprimindo a parada. A última coisa que minha esposa imprimiu foi um suporte pro notebook dela com uma gaveta embaixo. Eu imprimi um apito pra ficar enchendo o saco dos olhos.
Ah, não sei. Eu esqueci, era pra eu trazer a porra do apito. Você vê que a esposa dele faz o suporte pro notebook e o cara faz um apito. Se o Flo tá de pé, por culpa de quem que é? Do cara que fez o apito ou da mulher que fez o suporte do notebook pra ela trabalhar com uma gavetinha pra ela guardar os boletos? Tipo... Papo reto. Mas demorou. É o apito. Não, e o pior é que como a internet é tão idiótica, é por...
Caralho, que análise foda essa daí. Porra, tô me sentindo ponder agora, tá ligado? Falando umas paradas muito foda, por maneiras muito não ortodoxas. Caralho, essa é muito profunda mesmo, é verdade. Mas é isso, cara, meio que é meio crack mesmo. É porque é legal pra caralho tu pôr... Por que boneco? Eu gosto de bonequinho, né? Aquele lá eu sei que eu não vou conseguir fazer, por exemplo, porque aquele lá é resina, tá ligado? Aquele Kratos lá, tá ligado?
E eu tô ligado que é tóxico pra cacete, é todo um rolé pra ter e eu não quero. Mas nessa minha pequenininha eu imprimi um busto de um boneco de um anime que eu gosto, entendeu? Imprimi o Leroy Jenkins do World of Warcraft, tá ligado? E hoje em dia é fácil, né, impressora 3D, porque você coloca ali pra imprimir o negócio e vai. A primeira impressora que eu tive, eu tive que montar ela, foi uma Ender 3.
da Creality. Horrível. Tipo assim, não tem esses skills de ficar montando. Eu sou desenvolvedor, velho. A gente não sabe mexer nas coisas, né? Aí você imagina ele arrumando a porra de 20 mil dólares. Pois é. Corta pra ele lá, tipo... Ali já tava quebrado mesmo, né?
Ali tu tinha duas opções, pagar 20 mil dólares ou tentar. Ou tentar, eu tentei e deu certo. Ou se não, qualquer coisa, a gente ia chamar a Ricardinha, ia começar a chamar os amigos que ia engenhar. A gente ia dar um jeito, a gente só não dá um jeito para a morte. Por resto, a gente se vira. Enfim, e aí hoje em dia está mais fácil para poder imprimir, você tem acesso a mais material, tem mais empresas aqui no Brasil, inclusive, vendendo. Então, uma impressora 3D é viciante.
É, a minha, quem arrumou pra mim foi os caras da 3D Touch. Um salve pros caras da 3D Touch. E eles fazem umas paradas muito foda lá, que eu ainda tô só começando. Que nem o lance da IA, que eu tô brincando e aprendendo e descobrindo o que dá pra fazer. Eu tô no mesmo estágio com a impressora 3D. Então eu tô chegando lá ainda. Mas essa parada de imprimir o próprio para-choque é interessante. Porque vocês conseguem criar... Fazer um troço altamente personalizado. Exato.
A ideia é fazer ele mais cheio de frufru, menos frufru? Qual que é? Depende? Eu acho que depende, né? Eu acho que a ideia é deixar mais funcional. Às vezes você precisa de uma entrada de ar, você precisa de um suporte, de algo que... Sei lá, um suporte... Não, suporte de radiador não vai numa coisa, mas... Você precisa de um fluxo. Você precisa de mais radiador e mais fluxo de ar, porque quando você bota mais cavalos...
No motor ele gera mais calor. Essa matemática é infalível. E aí você precisa dissipar aquele calor para manter aqueles componentes dentro de uma temperatura plástica dos metais normal. Então você precisa dissipar, você precisa ter mais radiador, só que a frente do carro original já tem uma área que é para dissipar aquela potência. Às vezes, e assim, a maioria das vezes você tem muita sobra.
O Yaris em si, original, ele tem bastante sobra, porque a frente é bem grande, né? Porque é um carro que foi desenvolvido pro WRC, que é o Campeonato Mundial de Rally. É o carro, inclusive, é o atual campeão do WRC.
Caralho, esse é um carro que é feito pra Rally. E aí, aquela estética do carro é basicamente a mesma estética do carro de Rally. Então ele tem toda a dissipação de um carro de Rally e tal, blá blá blá. Pra um carro de rua, é bom, porque a versão do carro de rua, ela sai muito com muita sobra, pra gente que gosta de mexer. O meu Lancer Evolution, o 5, aquele pratinha, era o carro campeão de Rally do ano dele.
Entendi. Então ele ganhou, né? E aí os que vêm pra rua, o que tu chama de sobra, o que que é? Tipo, eu consigo subir muito mais a potência do carro do que o que ele vem de fábrica sem ter que mexer em nada de hardware.
Porque os caras meio que capam ele pra pôr na rua. Isso. Porque, na verdade, ele é a versão do carro de rali amansada pra vir pra rua. Mas ele tem aquele pedigree do carro que efetivamente corre. Então, isso é muito legal. Porque essa categoria em específico é obrigatório, tá?
Não é que eu juntei dois malucos, eu e o Celso, eu quero montar agora uma trozoba engaiolada para correr no WRC. Você é obrigado a produzir pelo menos acho que 2.500 carros.
daquele que você quer correr. Então, se a gente for correr com o carro nosso no WRC, a gente tem que, no mínimo, fazer 2.500 carros, porque ele é considerado um carro de linha de produção, e aí eu posso correr com aquele carro. Se eu tiver que pegar e mudar o chassi e tal, já dançou, já não é mais o mesmo carro. Daí que tem que mudar o chassi dos carros de rua. Então, por isso que esses carros de homologação, e assim, o WRC é um tipo de competição. Tem outras competições que também exigem isso.
Então, tu vai correr, por exemplo, o Ford GT, que é um carro da Ford Pica, é porque para correr de endurance, você tem que homologar o carro de rua.
Na categoria que ele corre, que não é de protótipo. Entendeu? Por isso que tem a categoria de protótipos e tal. Le Mans e tal. Mas tem as categorias de GT que ele tem que ser exatamente o mesmo carro. A base, o chassi do carro, tem que ser o mesmo chassi do carro de rua. No caso do Rally, gera essas aberrações. Tipo o GR e Ares agora que vai vir. Enfim. Com uma motorização sobrada. Com um chassi bom pra caramba.
E que dá pra gente extrair mais coisas, né? Na época foi meu Lancer Evolution, o Subaru, que eu também tenho lá, aquele azul que fica ali no elevador. Então, esses carros normalmente têm essa sobra pra quem gosta de mexer em carro, é uma dica legal ali. Entendi, maneiro.
O teu Yaris que está vindo, ele já veio pronto ou tem que mexer? Não, não, a gente tem que mexer. Porque essa é a graça. Eu acho que é a gente pegar e se personaliza, mexe, aprende, quebra as coisas para arrumar de novo. Mas eu acho que a gente constrói uma história ali com o carro. Esse meu 350Z eu comprei ele em 2021. Foi no meio da pandemia. Foi um carro que o Ricardinho falou que eu já enfiai um monte de dinheiro nele.
e que eu evoluí esse carro ao longo dos anos. Ele não era biturbo, não era forjado, não era nada. O que aconteceu? Ele quebrou, faltou óleo, deu problema e a gente foi, assim, arrumou motor, comprou o kit biturbo que demorou pra caramba pra poder chegar, que veio dos Estados Unidos, voltando de uma pandemia na época que eu comprei. Então, você vai criando meio que uma conexão com o carro. É bem normal. Acho que respondendo, eu acho que o nosso DNA é pegar carro, principalmente japonês, que o pessoal customiza bastante e...
mexer. É não, você tá falando pro cara que pintou um fusão de... Vermelho. Então, assim... Não é plotado? Não, é pintado. Aquilo ali é pintura, irmão. Ah, tá. Não desfaz. E eu achando que eu era louco. Não. Então, assim, não, mas ó, mal comparando... Não tô te entendendo, irmão. Não, foi mal. Mal comparando... Não, agora, falando sério, a parte legal do customizar é que quando ele começou com essa história de mexer no carro... Não, mas né?
quero arrumar o carro que o meu irmão vai ficar usando esse carro e tal, caramba. Agora ele vendeu o que era o daily dele pro DECO. E ele não quer mais vender agora o Fusion, porque pegou amor. Porque agora não tem nenhum outro Fusion igual dele. É verdade. E ele acompanhou todas as etapas. Quem escolheu a cor foi ele.
Quem escolheu agora o estofado foi ele. Ele viu o teste da cor antes. Não, mas o Ricardinho tava do lado. Vai se fuder. Eu tava do lado, meu irmão. E eu falei que o roxo era do caralho. Mas se a gente for olhar lá no vídeo que a gente fez da escolha da cor, tá o Ricardinho falando essa é legal.
Tá mesmo. Tá mesmo, tá mesmo. Pior que tá mesmo. Mas na plaquinha ela era mó legal, velho. Eu olho, porra, essa é a cor do Volkswagen Terra, meu irmão. Só saiu, o único carro do mundo que saiu com essa cor foi o Volkswagen Terra. E eu olho na rua e falo, como é que essa cor ficou tão merda no que eu uso, cara?
Eu não consigo entender. E a gente pegou a plaquinha com a cor e botou na lata do carro. E era aquela cor, velho. Falei, porra. E aí você entende por que no polo não tem essa cor. Porque eles deviam ter testado e falaram, caralho, ficou uma merda. Então vamos tirar do polo? Vamos deixar só no tera? Enfim, a gente descobriu. Tá, e a gente descobriu, entendeu? Entendi. Não, mas eu não acho que ficou uma merda. Não, lógico que não. Não. Não, ficou assim. Ficou pecuniário.
Quem fez o serviço... Fez bem o serviço. Mas posso falar? Sério mesmo, eu achava que era plotado. Não. Vai mudar no documento isso, caralho. Tô só curioso pra ver o que vai sair no documento. Não, então... Mas você não pensou, tipo, ah, vou plotar antes pra ver como é que fica? Por que eu faria isso, cara? Vermelho, pô, bonitão. Mas, tipo assim, pra testar, falar assim, antes de tomar uma decisão de pintar, porque eu imagino que não foi barato.
Ah, é nos amigos que fez, né, cara? Tá bom, entendi. É, bom, mas assim, ficou muito bem feito o serviço. Mas tinha a opção de mudar. Eu chamei ele lá. A hora que pintaram, a hora que pintaram, eu liguei. Ele mandou esse vídeo aqui, ó. Ó, primeiro que me ligaram, falaram assim, Ricardinho, vem aqui. Eu falei, não, pô, fala por mensagem. Falei, vem aqui. Falei, tio. Os caras avisaram.
ele falou, capotou, caiu o telhado em cima do carro falou, não, não é isso, mas vem aqui aí eu cheguei lá e vi que realmente era PT no carro, mas por outra razão que invejoso, cara não, exato se caísse o teto dava pra resolver ainda tá ligado? a mensagem é assim, meu irmão meu querido amigo Igor estou frente ao seu automóvel
E temos uma... Já tá pintado aqui, a porta tá tudo lá, ó. Já vai invernizar. Temos algumas questões. Quer vir aqui ver? A cor é aquela. Ó, ó. Então tem os vermelhos, muito vermelhos. O teto é vermelho, muito vermelho. E tem uns pedaços que bate a luz, que fica meio...
Eu tenho que ser delicado, tá ligado? Foi delicado. Eu tenho que ser delicado, meu irmão. E aí... Delicado, ele foi delicado. Aí ele pegou e não respondeu, viado. Eu falei assim, nossa... Foi mesmo que eu respondi. Ele não... Ó, tu cagou, viado. Aí eu olhei e falei assim... Nossa, foda. Aí eu falei assim... Cara, era...
o projeto dele começou antes do projeto do Bitelo. Então era um dos primeiros projetos grandes que a gente pegou pra fazer no canal. Tá ligado? Eu falei assim, meu irmão, o primeiro já deu merda pra caralho. O cara vai... Eu falei, caralho. Eu juro por Deus. Não é porque um vermelhão bonito desse? Aí fica puto como, pô? Mas eu posso falar. Aí ele foi lá ver o carro. Não, mas deixa eu falar. Mas eu acho que se deixar... Agora eu vou falar uma coisa aqui.
Se você gostou do carro, tudo. Então eu imagino que você não quer se desfazer dele, certo? Não.
Não, é agora, ele não vai desfazer. É, se colocar, tipo assim, umas rodinhas da hora, se colocar uns para-choques legais, uma saia, a gente até pode ajudar, a gente pode fazer na 3D, inclusive, pra gente testar. Porque eu acho que fica legal. É porque assim, se... Não, porque se pegar o Fusion, que assim, meio que tipo, T-Zone Style, e só pintar, ele continua sendo T-Zone Style. Mas se meter uns para-choques, mexer aqui, fazer ali, talvez vai ficar melhor.
Cara, você tem toda a razão, e eu tô pensando mais ou menos nessa linha mesmo com esse carro aí, entendeu?
É que o que acontece, eu não posso ir muito longe, ou não quero ir muito longe, não no ponto de vista que deixaria o carro mais... Na parte do Ricardinho, do carro, porque eu tô ligado já que ele é meio complexo pra fazer, não é? Pra deixar ele mais parrudo, mais porrada, andando mais rápido, com mais cavalo, caralho.
Tipo, tu já me falou que era um... Que se for pra fazer isso, você tem uns outros carros melhores. É. Assim, é que a gente passou já desse ponto de não retorno. É, passou. Não, mas agora é só estético, pô. Beleza, beleza. Pode mexer na estética, entendeu? Que eu falei pra ele, eu falei, Igor, tem coisa que não vale a pena. Mas tem gente que gosta de fazer coisa que não vale a pena, né, Celso? Mas...
Ah, tem, Celso? Tem. Tem. Então, assim, ok, quem tem amigos tem tudo, não é mesmo? Eu falei, pô, se tu quer mexer pra performance, não é exatamente o carro, mas dá pra deixar ele... sabor. Exato. Tem cara que compra sabor a MG. Tem uns caras aí também, tem uns otários.
Tá, mas por exemplo, legal, eu também... Agora ele tá com um somzão foda, por exemplo. Ou o som ficou animal. O som ficou animal, velho. Tá com um somzão muito foda, entendeu? Eu topo, assim, já estamos conversando de... Da parte de dentro ali, o cara da tapeçaria, o alemão, ele vai mexer nos bancos e ele também falou, cara, esse parte prateado aqui dentro, vamos deixar pretão...
Esse carro topa... Isso, vamos deixar ele... Esse vai ficar vovô garoto. Então, eu quero passar dentro dele de óculos, assim, aviator, tá ligado? Eu ia falar outra parada, mas não, segurando um malboro, tá ligado? Com a camisa do Flamengo e descer de dentro dele de chinelo na frente do... Fala um puteiro aí, famoso.
É que a piada começou com o Bahamas, mas o cara morreu antes do Fusion ficar pronto, entendeu? Ah, entendi. Aí já não dá mais pra zoar com o Bahamas, velho. A gente precisa mudar agora. Por exemplo, vamos botar um neon embaixo dele, pô. Ah, fica legal. Coloca um neonzinho rosa, vai ficar legal. Vermelho. Ah, vermelho, vermelho, vermelho. Vermelho. Vermelho, vai ficar legal.
Pô, podia fazer um camel no asfalto, né? O que que é isso? Podia. Podia ficar legal. Imagina fazer o Fusion, fazer um camel no asfalto? Você não tá sabendo? Não sei. Bom, já explana aí agora. Tem que falar.
Bom, eu e o Ricardinho estamos participando de um filme. Um filme nacional que envolve toda uma trama relacionada a drift, carros, algo bem estilo Velozes e Furiosos. Estão superfaturando o asfalto. Entendeu? Estão superfaturando o asfalto. Os caras se revoltam com isso. A galera dos acelheiros.
E aí os caras começam a causar e aí os políticos não gostam da história. E aí vai rolando a... Tu é o Ricardinho ou tu é um outro personagem? Então, eu na verdade, eu entrei nessa porra. O Celso também entrou meio de gaiato. Nós dois, né? Tipo assim, porra, porque eles começaram... E eu achei da hora, porque eles começaram a chamar uma galera dos carros.
Pra aparecer, tem umas imagens assim, onde tem o encontro e tal. E aí os personagens principais entram lá. Só que, tipo, é muito foda, porque a galera que faz isso, filmes em maneira geral, eles não estão conectados com o ambiente mesmo, do que é gostar de carro e tal. Então, quando chamaram o Celso, e o Celso começou a dar umas dicas, pô, isso aqui vai ficar natural. Porque aí ele...
Ele manda mensagem pra mim, ele fala, Ricardinho, o que tal pessoa que faz tal coisa ia falar? Eu falei, Celso, vai se... Tipo, meu irmão, sei lá o que vai falar. Aí ele explica o negócio e fala, porra, então peraí. Aí a gente... Porque é complexo, porque é um filme. Você também tem que fazer de um jeito que seja legal pra comunidade que gosta de carro, mas também tem que ser uma coisa didática, pro público em geral. Pra pessoa que não é do meio achar legal, que querendo ou não foi a chave do sucesso do Velozes e Furiosos.
Foi mesmo. É uma parada que é de carro mesmo, tem várias coisas que quem é do mundo dos carros se identifica, eu tô falando Velozes 1 e 2, tá? Mas quem não tá no mundo dos carros acha um baita de um filme legal de ação. O próprio o Gui tava com o Barata aqui e rolou. Barata é fã, hein? Um dos cortes que viralizou pra caramba foi eles falando da franquia e o que que virou e tal. Então...
O Celso começou a dar umas dicas no negócio. Aí os caras, pô, chama o cara aí. Mas, pô, você não quer gravar e tal? Antes era só os carros do Celso que eles pediram emprestado, acho, pra gravação, não era isso? Foi, foi. E eu coloquei o Ricardinho direto com o roteirista. Eu falei, Ricardinho, já fala aqui com o roteirista, já ajuda nas ideias, em quando a gente consegue alimentar. Maneiro, porque vai sair com a linguagem...
Mais próxima, né? Mais próxima. Os lugares mesmo, a gente filmou em lugares que tem evento. Meu irmão, pensa em umas coisas que eu nunca me vi fazendo na vida assim. E aí, beleza. Aí começou, aí o Celso entrou lá no projeto, convidaram ele pra participar, daí ele virou lá. Hoje o Celso é um... Ele não é um personagem, Celso, né? Mas ele é um dos atores do filme. Caralho, virou ator, mano. Virou ator. É, pô. Ah, maneiro. Porra. Colé.
Não, não chegou. É mó difícil, velho. Eu não sou ator. Não, você tava levando o benga, mas não era nesse sentido. Foi mal. Não, mas eu não consigo, velho. Eu não consigo, tipo, disfarçar. É difícil. Então ficou meio que... Eu ali, não tem como. É engraçado. É engraçado. Mas se você conseguir fazer você mesmo da forma mais natural possível... Foi o que eu tentei. Tá ótimo. É o melhor que dá pra fazer. Você não é ator, né?
Não, não sou ator. E como essa é a primeira vez que tá aparecendo mesmo, qualquer personagem que você for é você. Então tá tudo bom. É isso. É isso, eu espero que a galera goste. E aí foi talvez o dia mais legal da minha vida. Um doce, eu posso dizer que foi. Que aí era um dia que ele pegou e falou Ricardinho, e ele me chamava assim, só que eu sempre tava fazendo qualquer outra coisa. Se eu soubesse como era, irmão, vocês gastaram dinheiro à toa, tio.
Por quê? Ele ligou, porra, leva pra mim, por favor, a BMW lá, que a gente vai gravar e tudo mais. Eu já sabia do filme e tal. Eu falei, leva. Presumi que ele queria alguém pra montar no carro na garagem dele e levar até onde é o set da gravação. Apenas uma bunda e um pé. Exatamente. Porque deve ter que levar meia dúzia de carro, cada um monta num carro e vamos. É isso.
A gente chega pra... Chegamos num lugar designado. Daqui a pouco tá a polícia, fecha não sei o quê, fecha não sei o quê. Bota a cone assim, interrompe, interdita o bagulho todo. Aí eu, beleza. E eu falei, porra, vou assistir o bagulho, né? Eu, porra, da hora. E era eu e a Flávia. A Flavinha é minha esposa. Beleza. Que horas vai começar ali e tal? Aí ele, ô, quanto você calça? Como assim quanto eu calço, tio?
Ah, o número lá e tal, isso aqui. Aí vem a mulher e tal. Pô, maquiagem. Eu falei, como é que é o rolê? Eu virei um dublê. Porque daí, qual que foi o lance? Normalmente, esses filmes usam muitos efeitos especiais pra fazer a parada, né? E aí, uma das coisas que eu... Daí eu não sabia exatamente, mas que o Celso brigou era pra que as coisas ali... Brigou, né? Mas, tipo, comentou aqui. Sugeri, sugeri. Ele deu uma sugestão pra que fosse o mais real possível.
Só que quando você tem dublê e ator e tal, os caras não fazem o rolê, tá ligado? E aí é onde eu entrei. Porque aí ele pegou e me escalou pra essa porra e falou, não, meu irmão. Ele virou ator e virou dublê. A gravação, normalmente, ela é a 10 por hora.
E todo mundo. E zaz. E aí depois os caras vão lá e botam vezes dois, vezes três e acelera o filme. E aí fica aquelas coisas meio bizarras, tá ligado? Não tem força G envolvida. Meu irmão, só que os caras não sabiam que nós é louco.
Tio, subiu. A carinha dele é a carinha dele. Subiu, aí beleza. No começo era tipo... Tinha quantos carros? Sei lá, uns 20 carros. Tinha muito carro. Tinha muito carro. Chamaram, tipo, chamaram a comunidade toda do grupo dos carros pra fazer parte como carro coadjuvante. Eles tinham que ser trânsito. E a gente... Era uma cena de fuga. E aí a gente tava fugindo da polícia e o caramba. E... Irmão. Vocês vão ver a hora que esse bagulho sair e for voar. Virou corrida maluca. Tiozão, corrida maluca.
E assim, foi muito engraçado, porque eu tava dirigindo, não tinha a atriz, tem uma da... um dos personagens é uma mulher, aí pegaram a Flávia, que é perturbada da cabeça.
A Flávia virou e falou assim, nossa, porque eu comprei um Evo. Aí a Flávia e o Ricardo disse, nossa, esse Evo, porque a gente ama o Evo, esse Evo aqui foi eu que mexi. Você vai me vender esse carro. Nossa, esse carro é lindo, eu amo, não sei o quê, não sei o quê. Aí chegou na hora da gravação lá, um dos carros que ia acabou quebrando e não conseguiu chegar. A Mina tava num carro que ia lá. Aí eu peguei e falei, ah, Flavinha, já que você gosta desse carro, vai lá. Você vai agora estrear no filme.
Meu irmão, aí a gente ficou a madrugada inteira zaralhando com os carros. E aí voltava e tinha que repetir a cena, né, meu parceiro? A gente descer numa pirambeira, 20 carros. E aí ele na frente, era você que puxava, né? Você puxava o bonde, eu vinha com a M4 atrás. A Flávia de Evo, e acho que eu digo com Z, né? Com Z, é.
E aí eu demorei pra associar que o buraco que dava pra passar entre um carro e outro, ele era feito pra eu passar. E eu tava, tipo assim, achando que o cara ia me fechar, tá ligado? Tipo assim, eu com o maior medo. Porque quando você anda rápido, você fica tipo, pô, tem os outros caras na rua. Vai aparecer uma moto, o cara vai mudar de faixa, sem dar seta. Essas porra que os caras fazem no meio da rua.
Só que aí eu falei, caralho, a hora que clicou, que o cara não ia mudar de forma. São cones móveis. Meu irmão, a gente tava tirando umas finas da galera, os carros saindo de lado, eu com a M4, tudo off. Falei, meu amigo, o diretor, o drone não acompanhava. Não conseguia. O drone dava 80 por hora e a gente passando o drone, descaralhado nos carros.
E tudo... A polícia assistiu. E a parte mais legal podia fazer. Caralho, eu só tava fazendo o meu trabalho, meu irmão. Meu irmão, eu voltei pra casa quatro da manhã, quem disse que eu durmo depois de fazer um bagulho desse? Eu ficava olhando pro teto, eu falei, viado, vivi trinta e tantos anos da minha vida e agora...
Eu só quero fazer isso. Cara, que da hora deve ser alguém que pode fazer isso todo dia, mano. E olha que eu trabalho com uma coisa muito legal. Mas foi massa. Muito divertido, é muito divertido. Porque assim, óbvio, a gente de vez em quando, em alguns momentos, a gente anda na rua um pouquinho mais rápido. Eu não ando. O Celso anda.
Um pouquinho mais rápido, mas dentro da velocidade da via. A gente acelera de 0 a 50... Muito rápido. Muito rápido, é isso. E aí, cara, a hora que você pode acelerar de 50 a 100 permitido, pô, aí é legal pra caralho. Eu entendo, é. Aí a gente se divertiu muito. Foi bem bacana esse vídeo. E tomara que a galera... Inclusive, é preciso ver depois sua agenda, porque a gente vai ter a gravação da parte 2 desse acelero.
É, exato. É a continuidade lá. Tem continuidade. Infelizmente, eu vou ter que trabalhar de novo ali. Mas eu falei, o Celso é meu amigo, eu não cobro o cachê dele, não. E tu sabe que carro que tu vai dirigir pra fazer esse passo? Eu tô na M4. Tu tá sempre nesse carro? É, porque eu sou o dublê do cara, porque tem que ser parecido. O cara é mais alto e tal.
Maneiro. É da hora, da hora. Massa pra caramba, velho. Muito legal. E como é que, por que que o Fusion faria uma aparição nesse bagulho aí? Tipo, sabe aqueles caminhões assim? E aparece ali? Ia ser legal. Tipo, um dos carros que é... Um dos carros que tá fazendo trânsito assim, tipo, tá eu e ele parado no semáforo e passa um Fusion cor-de-rosa assim, tá ligado? Quem pegar, pegou, tá ligado? Anjou?
Só quem sabe, sabe. Eu acho maneiro. Um somzão, porque tá o som dele. É mesmo? Então tá, mas aí o Yaris é pra isso? Não, isso é um filme. O Stay Side. E aí vai chegar, vai mexer nele inteiro. Entendi. E aí tu vai fazer o para-choque lá na impressora 3D. A ideia é que a gente customize o carro. E aí parou de comprar o carro.
É. Pelos próximos 30 dias. Até hoje parou. Amanhã nunca se sabe. Nunca se sabe qual é a necessidade que vai aparecer, né? Pode ser que apareça um projeto muito foda. Olha, sendo bem sincero, aí começa a esbarrar. Quando vai ser o rolê? Copa. Tu vai estar lá, inclusive. Eu acho que eu vou estar.
Estarei lá Ele pode não Mas tu não pode ficar indo de avião Pra um lugar e pro outro Não, tua família pode Não, não, não Mas dá O Celso é desses Você não tá entendendo Todos esses carros que ele comprou Os do leilão e tal O idiota vai na casa do caixa-prego Pega o carro e volta andando pra casa dele É
Tipo, o último foi em Connecticut, não foi? Teve dois que a gente trouxe de Connecticut. Teve um que eu peguei no Midnight Purple 2, o segundo. Foi um amigo meu, o Junior Lins. A gente foi até Connecticut, pegamos o carro. A gente chegou de avião lá por volta de umas 8 horas da noite. Pegamos umas peças, montamos umas peças no carro. Meia-noite a gente estava voltando para Orlando. Foi tipo assim, 18 horas que a gente fez direto, sem parar. Tipo, eu dormia, ele dirigia e a gente ia revezando até chegar. Amém.
Tipo assim, beleza. Mas aí tu curtiu pra caralho. E tu vinha... Como as estradas lá não... São ótimas. Como é essa comparação com as daqui? São ótimas, são ótimas. E questão de velocidade máxima, não sei o quê. Cara, o carro... Bom, esse carro a gente não podia acelerar tanto, porque ele tava falhando um pouco. Acima de 3 mil.
Fez uma boa compra. Eu tô entendendo que ele faz isso de frequência. Não, calma. Esse carro, inclusive, foi um baita laboratório. A primeira vez que eu troquei um bico injetor de um carro foi nesse GTR. Eu nunca tinha feito isso na vida. Entendi. Troquei o bico injetor, troquei... Como é que fala? Bobina, vela. Pô, baita experiência. Instalei a Haltech. Não sabia acertar? Não sabia acertar. Quem acertou foi o Ricardinho? Foi o Ricardinho. Mas instalar, passar as coisinhas lá, eu consegui, cara.
Começa a me dar até urticária, velho, quando ele começa a falar esse bagulho assim. Porque ele começa a falar, eu só falo assim, tio, não mexe. Tô comprando a passagem aqui. Aí daqui a pouco dá meia hora, ele... Porra, viado, o carro funcionava só cinco cilindros, agora parou todos. Falei, viado, eu falei pra não mexer?
Tipo, daí eu chego lá, eu não tenho que arrumar aquele problema inicial. Eu tenho que arrumar diversos outros problemas que ele colocou no processo de resolver um problema que inicialmente era fácil. Sabe aquela pergunta que você fez pra mim no começo? Você quer ser meu amigo? Foi o que eu falei pra ele.
Aí a última vez, ele pega e me manda assim, ô, preciso trocar a bomba de combustível do 34. Falei, porra, da hora, trocar a bomba de combustível e tal. Mas é difícil? É nada. Tá aqui o vídeo. Aí ele me manda um vídeo de 20 minutos. Falei, meu irmão, o vídeo tem 20 minutos?
Pô. Parece complicado, né? É, eu vejo vídeos, né? Eu gravo vídeos. Então eu sei que às vezes, duas horas vira 20 minutos de vídeo. Tipo, a gente corta aqui, edita ali, musiquinha de elevador. A gente sabe como é que funciona a magia da edição. Meu irmão, eu levei dois dias, quase três. Tipo, corta pra eu e o vagabundo ainda enche o tanque. Pra eu ter que... Cara, era eu metendo meu braço inteiro dentro do tanque de combustível, de gasolina, meu irmão.
E aí, tipo, mano... Como é que tu fica sério? Seu grande filho da puta. Não, eu, louco. Porque aí você fica no... Aparecia um feto dentro do porta-mala daquele carro, assim, respirando aquele combustível. E eu, tipo, mano, eu juro por Deus. E isso, pra chegar lá, tem chapinha. Então, a mão do cara já tá toda meio que cortada de micro arranhõezinhos que tu não sente. Mas a hora que tu mergulha a mão na gasolina com aqueles arranhõezinhos, parece que é navalha, tipo...
eu tipo assim, falei, caralho falei, pra que que eu aceitei, caralho? pra que que eu aceitei essa porra? pra ver o Mickey que eu nunca vejo, porque eu fico lá pra fazer um trampo de um dia, eu tenho que ficar três porque dois é só resolvendo mas enfim, eu tenho fé que um dia ele aprende
Aí eu não vou mais precisar ir. Aí eu vou lá só pra andar. Mas tu estuda pra fazer essa porra? Não. Porra nenhuma. Então como tu vai aprender? Ele vê um vídeo de 20 minutos. Eu vejo um vídeo de 20 minutos. Pô, você vê lá os caras fazendo. Mas eu já consegui fazer bastante coisa sem quebrar, vai. Ele vê um vídeo de 20 minutos em 10. Né? Que ele bota no 2x, né?
Resuma para mim este vídeo Bota o link É um vídeo de um usuário trocando a bomba de combustível Um serviço de baixa Dificuldade, complexidade Não é algo que o pessoal costuma fazer normalmente Trocar a bomba do GTR Mas enfim, aí eu fiz esse rolê E depois eu fiz esse rolê de novo Mas aí eu fiz com mais calma, fiz em 3 dias Descendo
Mas o primeiro, o primeiro que eu tinha comprado, o primeiro Midnight Purple, ele tava na Califórnia. E esse foi engraçado, porque eu também tava com o Lins. E aí, pô, primeiro GTR. Tipo, R34 é um sonho. Eu comemorei pra caramba quando eu ganhei o leilão. Foi aquela briga, o cara colocava 500 dólares, colocava mais 500 dólares. Falei, mano, a gente vai ficar aqui até... Ô, desculpa, eu preciso contar. Senão eu vou esquecer isso.
O idiota. Que daí ele pegou gosto pra essa porra de leilão. 500 dólares, não sei o quê. Quantos dólares, 500 dólares, não sei o quê. Esse aqui, ó, o idiota que tá ali atrás. Tu sabe a casa do Breaking Bad? Uhum. Puta. O babaca quase foi o dono da casa do Breaking Bad.
Como que tu chegou nessa etapa? Olha lá, olha lá. Pô, era... Mas influências. Quem que mostrou o link da porra do leilão da casa do Breaking Bad? Mas não é sempre assim, Ricardinho? Mano, não é sempre assim. É uma aventura viver com esses caras, velho. Não, era 400 mil dólares. Eu falei, pô, 400 mil dólares, a casa do Breaking Bad vale pra caralho. Tipo, vamos lá, eu quero comprar. Como é que faz? É só entrar no site e falar com alguém.
Aí eu pedi pra minha assistente, ela pegou, entrou em contato, falou assim, olha, tá em 450. Eu falei, beleza, 450 eu quero. Foi daqui, foi dali, olha, tá em 750. Eu falei, pô, mas e aí, né? Isso é leilão? É, achei que, tipo, eu vi o anúncio que tava vendendo na casa, eu quero a casa. Virou leilão, então. O negócio eu não sabia que era leilão.
Não, então, ó, 800. 800 eu fecho. Dá pra fechar em 800? A gente fecha em... Pô, é a casa do Breaking Bad, porra. Eu já, mano, Airbnb, vou ganhar dinheiro pra caralho, a gente vai fazer conteúdo. Tipo, pô, vai ser legal pra... Pô, é da hora. Dá pra fazer muito conteúdo. Dito isso...
É muito foda ter a casa do Breaking Bad, foda-se o Airbnb e lá lá lá. Nego jogando pedaço de pizza no telhado todo dia. Caralho. Eu ainda comprava umas pizzarias na vizinhança, só pra vender pizza na fatia. Na pandemia eu fui lá. Esse é o business, não é a casa.
Tu acha que tu vai ganhar dinheiro com Airbnb da casa? Tu vai ganhar dinheiro vendendo fatia de pizza, tio? Pô, eu fui na pandemia, eu fui na frente da casa e ela tava com um portão. Tipo, como é que você pega aquela casa? Pô, o negócio é histórico e tem um portão. E parece que a véia lá não gostava muito. Enfim, aí tava em R$800. Aí eu falei, porra, é ó, fala aí, beleza, R$800, R$850. Mas é minha última oferta também, porque, porra, daqui a pouco sei lá quanto vai estar isso daí.
Chegou na segunda, isso foi tipo sexta, sábado, domingo. Aí chegou na segunda-feira, parece que ia fechar na segunda-feira. Eu falei, até então a minha oferta é a maior.
Não sei o que foi daqui, foi dali, ó. Eles querem saber porque agora tá em um milhão. Eu falei, ah, então não quero mais, foda-se também. Aí é muito dinheiro pra ficar parado ali. Aí não vale a pena. Só para a piada da fatia de pizza do breakback. Não, aí não. Quando eu tava 400, eu entendo. É, sim. 400 é uma casa. Uma casa normal deve ser 250, 300 mil dólares. 100 mil dólares a mais pelo Walter White ter residido ali. Vale, né? Vale. As pizzas de graça. Porra. De vez em quando.
Mas que pena que não rolou. E aí a gente descobriu o vagabundo que comprou lá, que furou seus olhos. Foi, foi um youtuber. Eu mandei lá para um youtuber americano. Um e trezentos. Pô, é muita grana. Aí realmente é muita grana. É muita grana, é muita grana. Mas tu fica nesse site de leilão diretão? Tu tá de bobeira, tu entra no site de leilão pra ver o que tá acontecendo? Não, não, não. Não, isso aí é... Você tem seguidor? Os caras ficam mandando pra você assim, olha esse carro.
Mas experimenta mandar no direct dele. Olha isso daqui. Coisas não ortodoxas pra serem compradas.
Cara, mas desses aí todos aí, é o GTR, o teu favorito, te dar um rolé, pegar e porra, caralho, eu vou me divertir hoje. Existe isso. E assim, hoje tu tem vários e vários e vários pra o que, pra ocasião que tu quiser. Tipo, tu tem o Rolls Royce pra tu andar com a tua família, por exemplo. Tu tem o McLaren. Sim. Então, pra tu ir curtir, se divertir, tem um que é o teu favorito? Puta, cara, tem.
E não necessariamente anda rápido pra caralho, tá? Não, não é, não é. Por exemplo, um dos carros que é muito divertido que eu tenho, pô, ah, Celso, você já andou de McLaren, de Ferrari, beleza, é o Miata. Aí você fala, o Miata é um carro de 11 mil dólares que tá lá nos Estados Unidos. Você sempre falou isso.
1.6, manualzinho, conversível, e cara, o carro é uma delícia de andar com o carro. É uma delícia. A galera não acredita quando a gente fala uma coisa dessa. Aí, tipo, outro carro que é divertido pra caramba, inclusive o senhor andou e isso te deu um gatilho. Me fudeu. O RX-7, que é um carro que é com motor rotativo.
Pô, divertido. Caralho, esse carro. Foi ele que me ferrou. Aí eu tive que comprar o meu Mazda lá, a Trosoba e tal. Então, tipo assim, não é necessariamente... Óbvio, sei lá, você pegar um Pagani, pegar... Pegar a própria McLaren, é um puta de um carro. Hoje, se falar, o carro que eu mais gosto da minha garagem é a 765LT. Amo aquele carro, amo. É o carro que eu não venderia.
Mas, tipo assim, a hora que você pega e anda no miato, você se diverte pra caralho, o carro é na mão, é gostosinho, é levinho. Então, tipo, nem tudo é sobre preço, é sobre valor, sabe? E eu, inclusive, é interessante. Essa semana agora, pô, tô tirando carteira de piloto. Piloto de quê? Piloto de carro mesmo. Pra pilotar, estocar, por exemplo? É.
Caralho, maneiro E aí fui lá fazer o curso e tal Os caras até falaram, pô, traz o Igor aí E tal, caralho, meu irmão, a última vez que ele andou no carro De corrida, deu uma merda, esqueceu do cinto Tiveram que editar o vídeo
Falei, tu tem certeza do que tu tá falando? Não, agora eu uso o cinto, pô. Não, é, agora não. Agora tu tá virando do nosso rolê. Aí faz sentido, tá ligado? Porque a primeira vez tu foi... Falei, meu irmão, eu até encontrei ele lá. Falei, pô, tu quiser mexer no carro um dia, me liga aí e tal, caralho. Aí teve isso. Teve essa porra mesmo, cara, anos atrás. Onde? Em Telagos. Em Telagos. Ele foi sem cinto? Foi.
E ele esqueceu. Eu esqueci de pôr o cinto, calma. Caralho. Eu tinha um péssimo hábito de andar sem cinto. Por quê? Porque meu pai andava sem cinto a vida inteira. E quando ele via... Ih, caralho, as polícias. Aí ele puxava o cinto, pendurava aqui. Aí eu pendurava aqui também. E era isso, entendeu? Eu sentia... Era um babaca. Eu sentia que o cinto atrapalhava pra eu olhar. Entendeu?
Atrapalha um pouco, mas tudo bem, entendeu? E eu não usava cinto. E aí eu fui dar um rolê num carro lá. A gente deu uma volta rápida com a pilota. E aí a gente deu três voltas. Aí quando chegou a minha vez, a gente trocou de lugar e eu dei uma volta. E eu esqueci de pôr o cinto.
por questão de hábito mesmo, né? Não foi nenhuma maldade. Eu realmente esqueci de botar o cinto, porque eu não botava o cinto. Mas isso é uma fase que já passou da minha vida. Agora eu sou a putinha do cinto. Mas, enfim, aí eu fui. Certeza que vão tirar isso de contexto, tá ligado? Aí bota ele e tira. Caralho, tá ligado? Corta. Por que a memória RAM tá custando o que tá custando?
Porque vai ter as fotos do Igor, do 3K lá, com o cintaralho, assim, e aí o áudio, eu sou a putinha do cinto. Certeza, meu irmão. Mas, enfim, aí voltando. Vamos mudar de assunto rápido. Voltando. Porra, andei num carrinho lá, 150 cavalos, mó simples. Cara, que troço divertido, mano. Se um dia tu tiver, tipo, um, vai, alguns dias, porque é um dia só de aula...
Prática. Pra tu fazer as provas e tal. E é tipo prova mesmo. Tu tem que chegar no tempo de volta. Tu tem que fazer o bagulho certinho que tu aprende lá na teoria. Ao todo, vão ser assim uns três dias assim. Tu consegue fazer a teoria.
Prática e tu faz simulador também, né? Antes de ir lá na pista. Tu entendeu o traçado. Mas qual que é o carro que tu aluga lá? Foi um... No meu caso, foi um Onix. Porque eu vou correr de turismo. Mas tem diversas outras categorias, dependendo do que tu vai fazer. Entendeu? Pô, maneiro. Pô, achei legal pra caramba. O que eu andei foi um Celtinha. Um Celtão. É mais ou menos na mesma pegada. Porque é um Onix com chão, suspensão, um motor mais brabo. Só que, porra, é difícil, mano. É?
Assim, tu fazer a volta perfeita e baixar o tempo. Tá tentando fazer perfeito, claro. É, mas lógico. Aí, tipo, porra. Tipo... Eu acabei na segunda bateria, eu fiz P1. Tinha um moleque lá que ele era campeão mundial de simulador. Corria no simulador.
E, mano, foi muito perto do meu tempo. Então ficava eu e o moleque, tipo assim, a gente se olhava... Entrava lá, baixava, sentava o bambu na porra dos Onix lá, descendo o pau. Falei, mano, saía lá e tipo... E não é tempo, não é competição. Nós tava tirando carteira de piloto, tio. Tá ligado? Tipo, tu imagina na autoescola, era o cara fazer a baliza mais colada no meio fio, tá ligado? Era isso, só que a gente tava fazendo isso na versão piloto de corrida, velho.
E foi muito louco. E é difícil. A gente, mesmo fazendo o nosso melhor, que foi muito bom...
pelo que a galera falou, a gente ainda tava 4 segundos da categoria que corre com aqueles carros. Tudo bem, é outro acerto ali, o carro tem menos pressão de pneu, então o carro é mais amarrado por causa daquilo, mas tipo, aí você fica na cabeça, você fala, mano, eu quero agora virar a porra do tempo negócio. E aí é uma merda, porque agora eu quero correr de carro. Eu só fui pra fazer o conteúdo, pra gente fazer, ó, qual é a caminhada pra você se tornar um piloto profissional? É isso que a gente tá produzindo lá no YouTube. Aí agora, puta.
Corta pra mim na loja gastando uma fortuna. Graças a Deus que a minha mãe gosta da mesma coisa, tá ligado? Porra, dá pra comprar uma bolsa da hora pra ela. Com dinheiro pra comprar um macacão, um capacete, os negócios lá. E aí você fica querendo correr de carro. Porra, um dia a gente podia fazer. Tem que sair o kart, mano. A gente veio com o Rubinho, aí falamos. Tem que fazer o kart do Flo. A gente até andou de kart recentemente. A galera andou geral por tio. Quer dizer, calma.
Podia ter sido melhor, mas foi maneiro. Podia ter sido melhor. Por quê? O que o Deco fez? Cara, não foi o Deco que fez. A gente correu num cart que era pra criança. Ah, não. E indoor no shopping. Não, tá, tá, tá.
Com os arrombados, entendeu? Com as pessoas... Olha lá, o maluco deu o flow! Pá! Mais ou menos isso. Da hora, sério. Não necessariamente isso, mas mais ou menos. Aí, o que me fudeu foi que eu tomei... Eu com 41 anos, cheio de barba branca aqui, tomando mó esporrão. E os caras da pista parou todo mundo, dando esporro em todo mundo. E eu ali, meu irmão, não podia levantar, tomando esporro com 40 anos. Aí acabou o maluco de dar esporro, o outro maluco começou a dar o mesmo esporro.
Acabou o maluco de dar esporro, começou o terceiro maluco a dar o mesmo esporro. Tomamos três esporro igual.
Mas vocês estavam fazendo o quê? Nem era gente. Tinha uns moleques fazendo isso aí que tá falando. Batendo nos outros, caralhando o bagulho. O cara dando a bandeira amarela e o mal que tava nem aí. Foda-se, entendeu? Pô, é chatão. Então, mas é que... Várias circunstâncias foram... Mas tu tem que fechar a bateria só com os brothers. Exatamente, mas é que só tinha cinco caras, entendeu? Ah, entendi. Pô, ligasse pra nós aí. Não, mas tava lá no Rio.
Vamos marcar essa porra? Bora, pô. Esse fim de semana eu não tô em São Paulo. Com quem que tem que falar? Bruno? Jean. Jean? É. Jeanzão? É. Qualquer um. O que que tu acha desse que tem aqui na salinha, cara?
Mano, eu fui em dois, fui um que fica na Penha, que é dentro do shopping, e fui num outro que é... É, salinha ali, né? Mano, é da hora. Então, esse da salinha, ele é pertinho daqui, a gente passa em frente ali toda hora. Eu passo em frente. Quando eu vou pra quase qualquer lugar, eu tenho que passar ali. E... Porra, me parece... Cart por cart, o da Granja é melhor. A pista, tá ligado? Mas pela comodidade, pela comodidade dá pra sair, pô.
Quem sabe o primeiro a gente faz aqui. Depois a galera pegando gosto e tal, caramba. Já vou mandar um salve lá pros amigos aí do cara. Deixa eu ouvir o conteúdo. Tu não, né? Como assim eu não?
Por que eu não? Você foi excluído, ué. Você não é amigo dele? Você quer virar amigo dele? Eu vou repetir a pergunta. Você quer virar amigo dele? Pô, Cartezinho também faz com a tua cabeça? Ah, pô, é legal. Eu gosto de andar. Não sou tão bom quanto os meninos aqui, mas eu gosto de andar. É divertido. Então, isso que é maneiro pra caramba. É divertido. Como eu... Como é que tu bota esses carros que tu pega, que passam pela mão do Ricardinho e põe a prova? Tu faz onde que tu põe eles à prova?
onde que tu anda rápido com ele cara, assim, é que depende, a gente precisa sair com o carro pra testar e aí as vezes a gente é pista a própria McLaren você já jogou todas elas de lado lá na aldeia a gente vai e testa um pouquinho o limite do carro mas normalmente a gente vai na aldeia da serra
gostosinho de fazer. É. E a gente podia pegar um dia lá também pra fazer. É uma pista bem boa. Normalmente o Celso vai lá, leva meia-duzio de carro, leva uma meia-duzio de carro. Inclusive, dá pra pegar um dia, dá pra fazer um driftão. Você já andou de drift, né? Não? Então tá aqui meu convite. Então, eu tava conversando com o Gui. Assim, a última vez que eu falei de carro aqui no Flow foi o Gui e o Barata. E a gente tava falando, e o Barata falou assim, caralho, porque quando eu fui levar lá a minha C300 no Gui,
E aí eu falei, ó, o Ricardinho aqui falou, pô, você quer uma sabor, aí ele vai me explicar... A genética. Isso, né? Parece dar vontade de acender um charuto e pegar um vinho com o Gui falando, enquanto alguém toca o violino. Numa boa, tá ligado? Acho maneiro. É... É...
E aí eu descobri o que era um AMG. Eu nunca sabia o que era um ronco de um AMG, entendeu? Eu nunca tinha tido essa experiência. E o que a gente estava pensando aqui foi, caralho, tu vai ser desvirginado nas paradas. Tipo, deve ser... O Barata falou, eu queria estar no teu lugar de ter os amigos que tu tem que pode te colocar num drift e tu sentir isso pela primeira vez.
Entendeu? Então eu vou sentir pela primeira vez. Eu nunca tive essas experiências aí. Pra mim, até hoje, carro sempre foi um... Qual é o mais confortável que eu consigo ficar dentro desse carro aqui, igual o cara mais velho possível?
Por isso que o Fusion é foda, entendeu? Porque eu fico igual um velho dentro do carro, confortável pra caralho. Entendeu? Igor, já que você gosta tanto assim, a gente pode fazer um negócio. Eu posso vender o rosto pra você. Você vai amar, cara. Você vai amar. Quero. Eu acho que combina muito mais com você. Não tô cariane, né? Não tô cariane, né? Eu quero, eu posso. Não tô. Ó. Eu até tenho que comprar o Flow.
Eu ia fazer uma piada, mas ela é tão... Em off eu te conto. Tá, tá bom. Bom, eu já imagino de onde vem. É, não, exato. Mas enfim, se você não quer que algo vá pra internet, não grave. Então é melhor fazer no off. É. Mas porque tu pira em... Esses carros que você... Os carros que tu compra, tu sente alguma coisa na hora que tu vai vendê-los? Ou eles são brinquedos pra você? Por exemplo, tu coleciona carro? Em boa medida, sim.
Sim, sim Porque a gente tem que manter Tem uma manutenção Tem que cuidar do carro, deixar ele em ordem Pra andar a hora que você quiser andar Tipo assim, eu uso os carros, não é só colecionar Eu não deixo os carros parados ali Eu realmente uso os carros Então tem todo o cuidado Sim, então Eu tenho certeza que você tem cuidado Mas o meu ponto é, tu tem ciúme do carro? Se aparece um cara pra comprar o teu Rolls Royce aqui Agora, e te faz uma oferta legal E aí
Então, depende do carro, carros e carros. O Rolls Royce eu tenho zero apego. Agora, se você falar, por exemplo, GTR, já... Qual GTR? Os três? Cara, os três eu tenho muito apego. Talvez um deles eu venderia. Esses eram os sonhos? Sim. Esses eram os sonhos? Com certeza. Cara, é que isso vem da infância, né? Quando a gente começa a olhar, quando eu levei lá pra...
pra minha psicóloga, ela vai tentar entender porque eu sou louco por carro, aí você começa a entender que vem da infância, do pai e tudo mais. E aí, pô, eu jogava Need for Speed Underground. O 2, que é o mais legal. O 1 e o 2 também. Cara, que orgulho, brother. Que orgulho do Igor, do cara que ele está se tornando, tá ligado?
E aí, cara, vem disso. Então, pô, lá tinha 350Z, né? Eu lembro que em 2007 eu entrei em um 350Z em São José dos Campos, que tava, tipo, num lugar que tava vendendo lá. Eu olhei e falei, caralho, que carro da hora, velho.
Que sonho, sabe? E tipo, depois de um tempo trabalhando e tudo mais, a gente conseguir conquistar, tipo, pra mim eu continuo entrando no carro e eu continuo achando do caralho. Entendeu? Então, e aí, é... Puta, cara, tem ciúme, sim. Tem carro que eu não venderia. Tem alguns carros que tem ciúme. O Rolls Royce eu não tenho tanto apego. É um carro muito legal do dia a dia, é um carro confortável pra caralho. É um puta de um carro, é fudido. Mas ele no coração não tá ali. Não, não tá. Não tá.
Não tá. E esse outro que tu falou, Miata? Puta, esse carro é legal pra caramba. Mas então, esse daí, esse tá onde? Tá no meio. Ele não é tão foda-se quanto o Rolls-Royce, mas não é tão querido quanto o GTR. É, porque assim, ele é um carro que você consegue encontrar outro. Não é um carro raro. É um carro divertido, é um carro que, putz, se precisar amanhã, depois esse aqui, der algum problema ou sei lá, se você quiser trocar e pegar outro, você consegue. Então também não teria tantos ciúmes ali. Que coisa.
É, ó, o meu ângulo pro carro, em geral, era, cara, eu só tenho, não tem que ter dois carros, pra mim é um carro. Então, como é que esse um carro, mais foda possível em todas as paradas que é possível ser um carro só. Então, é, foi assim que eu cheguei no Fuso, então no Fuso cabe toda a minha família.
Tem porta-mala Tem uma porrada de coisa Confortável pra caralho Porque eu não pensava em Pô, esse carro é pra eu me divertir Tem essa porra Esse é o meu carro Não é vou ter 15 carros Igual o nosso amigo Ricardo E um ônibus Dois
Para aí. Para com essa porra, miada. Me fudeu o último podcast. Ah, peraí. Vou falar nisso. A gente até agora não falou do fato do... Assim, tu foi para os Estados Unidos lá. Na intenção de preparar o ônibus para ele... Para nos receber. Claro. Para ser a nossa casa. Ele será. Nossa casa itinerante. Pois é. Então eu vi que vocês... Tu viu? Eles estavam fazendo lá uma laje, certo? Os caras fizeram uma laje no ônibus.
É tipo isso, é bem brasileiragem mesmo, tio. Porra. E teve uma outra parada que o nosso amigo Tony fez também, que foi meter a serra na porra do homem pra fazer. Vagabundo, mano. Pra fazer uma varanda, pra ficar suavinho, uma varandinha. Até entendo, entendeu? Só que ele não perguntou pro amigo o que tinha de projeto. Mano, não dá pra entender, eu juro por Deus. Assim, o Gui... Olheiro. Maravaca.
Vamos lá. Que dia que é? Ele ficou lá. Porque, pô, ele tem só determinados períodos que ele consegue viajar lá, né? Com as paradas de família dele e tal. Então, ele falou, beleza. Chegou naquela janela. E aí a gente comprou as passagens. Eu liguei pra ele. Vamos comprar, vamos comprar, vamos comprar. Vamos comprar. Falei, não, meu irmão. Vamos comprar agora. Nem desliga o telefone. Beleza, que dia? Aí olhamos o dia tal, o dia tal, não sei o quê.
Eu comprei errado, tá ligado? Eu fui comprar, tá no site, gato. Nem desliga o telefone, mané. Não, porra, mas é, acontece. Como diz o nosso amigo rato, foi um acidente. Tá ligado? Foi um acidente.
Aí, o que eu fiz? Eu tava olhando as passagens, aí no site tu pega e, tipo, aí tem o bagulho pra tu mudar um dia pra frente, um dia pra trás pra tu ver o preço, tá ligado? Aí eu peguei, porra, andei pra trás, porra, como é caro. Eu falei, porra, bota pra frente. Aí eu, porra, pum, falei, não, beleza. Falei, dia tal, dia tal. Eu esqueci que eu tinha que ter voltado um dia, tá ligado? Aí eu comprei pro sábado e ele foi na sexta.
Eu não me dei conta. Aí, beleza. Como a gente comprou junto, na ligação, nós íamos no mesmo dia. E nunca mais ninguém falou que dia era esse. Certo? Até o momento que ele pegou e falou, ô Liro, vai como pro aeroporto? Eu falei, sei lá como é que eu vou, porra. Tem um monte de merda pra resolver antes de ir. O caralho, gravação, grofo. Tem um monte de coisa que eu preciso ainda. Eu quero sobreviver hoje. E aí amanhã eu vejo como é que eu vou pro aeroporto. Aí ele, como assim amanhã? Tá ficando louco? O voo é hoje. Aí eu falei assim.
Tá maluco, velho? Como? Eu falei, é dia 4. Ele, porra! Falou no telefone que era dia 3! Eu falei, velho. Ele ficou putaço. Eu não sabia. Ele tem... Ele não gosta de viajar de avião. Ele não gosta de voar. Então, ele vai com pessoas pra, tipo, dar um... Sabe? Um conforto emocional. Meu irmão. Porque aí, na real, o que que rola? Ele toma os bagulho pra dormir.
E aí teve uma vez que ele não lembra como ele fez a conexão. Ele falou, um dia vai dar merda. Tá ligado? Eu tenho que chegar... Ele vai pra Tamandangapio. Tá ligado? E aí, ele... Ele pegou e falou... Tamandangapio. Não viu o episódio? Só eu vi o episódio. Tamandangapio. É, isso aí.
Capuca onde ninguém levou, cara. É isso que importa. Não, mas relaxa que eu falei qualquer coisa, eu nem tenho certeza. Enfim. Mas aí, ele falou assim, eu não vou poder tomar os bagulho, porque tinha conexão pra chegar lá.
Falou, meu irmão, eu vou perder a conexão, não vou acordar, vou estar grogue pra caramba. E aí ele foi sozinho, mano. Ele ficou muito puto. Muito puto mesmo. Teve que fazer conexão? Teve, pô. Teve o Volte a Conexão em Bogotá ainda. Aí ele chegou lá. Quando chegou lá... Vou fuder o Ricardinho.
Aí ele pegou e falou, não, já que ele não tá aqui, nós vamos fazer esse bagulho. Só que eu já tinha feito 3D, já tinha mostrado, tinha feito a live, tinha ligado pra tu, mostrei o bagulho, tipo, pô, tava todo mundo vendo ali a mesa, as cadeiras e tal, tudo. Ele não viu. Só isso.
Porra, Tony Mijo. Aí ele pegou e falou, porra, vai ser mó da hora, porque a churrasqueira dentro do busão vai ficar mó fedor de carne dentro do busão. Então vamos fazer uma varanda externa. Que aí a gente bota a churrasqueira do lado de fora, faz churrasco do lado de fora, bota a cadeira, uma varandinha e tal, pra ficar ali. Bota um pinico. Aí, velho, eu falei, meu irmão, beleza. Só que nisso, eu estava voando.
Inclusive te ajudando a resolver o bagulho do pepino do pneu do carro. E aí o nego começou a me mandar no direct, loucamente. Fala, liga pro Tony que os caras tão cortando o teu ônibus. Falei assim, mano. A gente vive na internet e a gente sabe quando o bagulho é...
Um absurdo desses, tu fala assim, é caô, tá ligado? Isso é a live querendo, tipo, caralho, vamos assustar o Ricardinho, tá ligado? O cara manda, tá mudo, tá mudo. É, tipo, porra. Manda um salve pra minha tia Elma, tá ligado? Essas porra. A gente já sabe como é que funcionam essas coisas na internet. Inclusive, que sorte que tu deu ontem, Celso. Por quê? Porque tu não tem que dar hoje.
Desculpa. Eu gostei. Todo mundo gostou. Todo mundo gostou. Toma no cu. Corta pro momento de maior visualização dessas quatro horas de podcast. Você olha lá no vídeo e vai começar a... Puf! Dá um pico aqui. O que que foi isso? É o Celso caindo. Cai muito essas paradas, cara? Não.
E não queria nem responder, porque não cai outra. Ai, meu Deus do céu. Bom, voltando. Resulta que este absurdo era verdade. E aí eu nem tchum. Cheguei lá no outro dia, quando eu olho, meu irmão, nego passou-lhe a serra tico-tico de fora a fora na porra de três janelas. Arrancaram fora a coluna do troço. E eles pararam. No meio do caminho.
Eu olhei, eu falei assim, velho, a hora que eu olhei... E aí, porra, juntei todo mundo, tava todo mundo ali e tal. E os caras, tipo assim, felizão que eles... Fizeram a varanda. Tavam fazendo uma varanda, meu irmão. Tava todo mundo feliz. Aí ele... Oh, mas aí, o que você achou? Aí eu só olhei, eu falei assim, meu irmão... Do que que importa? Ele, não, pô, pra saber o que você achou. Eu falei, do que que importa se vocês já cortaram? Se eu ia achar do caralho ou não?
Aí, tipo, ficou todo mundo... Pô, fizemos uma merda. E eu, tipo assim, puto. Porque eu tava, tipo, porra, eu tenho sei lá quantos dias pra fazer a parada. E eu fui focado. A hora que eu vi aquilo ali, que eu ia perder sei lá quantas horas remendando aquele bairro. Eles já tinham jogado fora.
Os pedaços que eles cortaram fora. Meu Deus, cara. E aí eu tive que gastar um tempo falando assim, ó, galera, sabe a varanda de vocês? É onde fica a mesa do Flow. Maneiro. Aí eles... Mas ele vai mesmo? Eu falei assim, ele vai mesmo. Mas vocês saberiam disso se vocês tivessem me perguntado. Não, porra, mas tem projeto. Que projeto? Eu falei, mano...
Mas vai caber. Aí começa. Tipo, a negação, igual ele. Vai caber, vai caber. Eu falei, então mede aí. Porque eu já tinha posicionado tudo no 3D. Eu falei, mede aí. Mede aí. Não, mas aquele 3D tava errado. Eu falei, tá, mede aí. Aí pega a trena e fala, pô, caralho, não vai caber mesmo. Eu falei, uau! Temos um Xerox Holmes aqui. Negue. Falei, ô, Martim Vaca do caralho. Então, como é que a gente vai fazer isso aqui? A gente vai fazer uma limousine do busco. A gente vai emendar agora essa porra?
Aí ele, não, porra, Liro. É. Vão ter que soldar de novo, né? Eu falei, vamos, né? Sabe soldar? Falei, vai sobrar pra mim, né? Aí, beleza. Corta pra eu, tipo, pô, todo ferrado. Meu braço tá todo picotado de coisa. Meu irmão, eu lá debaixo do negócio, soldando. Emendei, emendei. Tá lá. O ônibus já não tem mais uma varanda.
E vai plotar mesmo, né? Não vai nem ver. Ficaram umas cicatrizes ali, entendeu? O ônibus agora pode ser chamado de Scarface. Tá. A gente vai ter codinomes pra eles? Olha, a gente vai ter que inventar muita coisa. Porque daí eu comecei. Aí peguei e falei, Flávia, na época voltou os carros lá da expedição da Transamazônica, chegaram só agora. Você vê como é da hora, né?
Chegaram semana passada. Aí eu falei, Flávia, tá liberado centro de custo pra tu comprar tudo que tem de mais merda de customização pra carro. Comprou tudo. Strass, alavanca de câmbio customizada. Tem o bagulho de bolinha ali que no final ele andou e falou, caralho, mal confortável. Eu falei, você acha que taxista usa isso por quê, ô idiota? Cara, ele é muito velho mesmo. Ele é, porra. O Gui é muito velho. E aí?
Ele já sabe que tu vai escaralhar o carro dele? Não, ele já recebeu. Já tá escaralhado. É lógico, ele voltou antes da gente, porque, né? Caralho, filha da puta. Ele voltou antes, ele se deparou com essa porra. E aí agora será que vai ter uma outra filha da puta dele agora, cara? Eu não sei, mas eu já avisei pra ele. 2x1 pra mim é empate. Então, se ele fizer, beleza. 3x2. Tá justo, né? 4x3, é nóis. Eu sempre vou terminar empatado desse jeito.
O que tu acha de Eucelus? Divertido pelo menos, né? Divertido. Bom, mexer com o Ricardinho eu não mexo não. Porque nessa daí eu não apostaria. Eu posso deixar os carros dele mancos, né? Ele tem um poder ali Jedi que eu não brinco. Que ele deixa os carros mancos. Exato. E eles precisam de mim. Sempre dá uma dor de barriga.
Onde é que ficam os teus carros, cara? Meus carros, eles ficam num galpão. Fica ali na... Fica aqui perto, inclusive. O senhor podia visitar. Fica em São Bernardo. Mas eu quero visitar mesmo. Se ainda não chegou esse papo porém você, chega agora. Eu quero ir lá visitar mesmo. Então vamos. Está mais que convidado. Sabe um troço legal que dava para a gente fazer? Inclusive, dava para a gente ilustrar esse programa aqui, já que ele é gravado, com imagens dos carros que a gente citou, porque os carros meio que estão lá, né? Com certeza. Não, com certeza. Pode sim.
mas é bem legal, isso aí eu acho que a gente quase conseguiu fechar a agenda eu acho que eu tava citado é sempre um problema de agenda no fim das contas mas vai ser da hora e andar nos carros também total, andar nos carros eu posso andar de carona, legal você pode dirigir se você quiser você dirigiu no carro do lado direito? não faça porra, ele quase teve que comprar porra do sul levou dois, um carro de dois uma merda, pô, botamos o tiozão pra dirigir o carro com o volante do outro lado do Japão, tu já dirigiu? não
Alguém? Não? Não. A nossa memória muscular condiciona que você sempre dirigiu o carro sentado no lado esquerdo. Então, qualquer coisa... O teu senso de meio da faixa é tu sentando no lado esquerdo. O tiozão sentou no lado direito. Eu avisei. Tiozão, pô, não faz isso não. Anda bem colado na guia, porque tem um tanto de carro pro lado de lá. Meu irmão, não deu a primeira quadra.
Ele entrou na rua, mas... O Celso, não sei até hoje como você mudou aquilo ali. Eu tava no banco de trás, assim, segurando. Pela câmera, eu falei assim, bateu. O Celso botou a mão no volante, jogou o carro pro outro lado, assim. Tipo, tem a cena, dá pra botar. O tiozão desviando, mas no último... E aí
É, quase que ele comprou um Supra. Meu Deus do céu. Um Supra e o carro do vizinho também, né? E o carro do vizinho. Depois o vizinho mandou mensagem. O vizinho mandou mensagem, eu vi, mano. O vizinho comentou no vídeo, fala... Como é que ele explica pro seguro? Quase que ele bateu no meu carro mesmo. Você imagina ele dizendo pro seguro. Eu sou o vizinho aí da frente. Falando assim... Alô, alô. Olha, então. O Cariani acabou de bater um Supra aqui no meu Etios. É muito aleatório isso. Mas ele tava correndo. Fala, não, tava parado.
É só porque ele não sabe mesmo que... E é normal isso, mas é uma experiência muito interessante. Trocar de marcha com a outra mão aqui... Não, mas é divertido, é divertido. Você vai dar seta, liga o farol, liga todo o negócio para abrir. É tudo errado. Você vai descer do carro, você vai puxar o freio de mão, você bate na porta, porque o freio de mão é aqui. Dá uma bugada legal. Tá bom, vamos.
Vamos, né, Gordão? O cara do Gordão gosta de carro também. Ele que pegou o meu Fusion. Felizão. Fusion perfeito, não é? Perfeito. Porra, tá limpo. Olha, que coisa. E a Mercedes? Tá como?
Calma, calma. Vai ficar bom. Uma hora a gente leva pra lá, vai, vai ficar tudo bem também. Cara, tu é muito cuidadoso, chato com tuas paradas, com teus carros? Ah, eu diria que médio, é médio. Nível chato, não? Não, não, não. Porque eu acho que...
Óbvio que a gente tem um carinho, a gente gosta, mas no final do dia é um bem material. Então, por exemplo, os meninos, eu não tenho problema nenhum de emprestar o carro para os meninos, para os meus amigos andarem. Os, eu diria assim, os menos nóia. Os que não vão ficar dando acelero lá. Tipo, de não é que cardinho eu confio, mas os meninos andam com os carros, às vezes a gente precisa ir no encontro de carro. Mas lá, Leomão, tu não confia. Oi?
Alemão não vai dar. Aí ele vai esmerilhar o negócio, não vai dar muito bom, não. Aquela cara de maluco dele, né? Muito obrigado. Mas, pô, dá pra gente... Eu gosto do carro, não tem um ciúme tão exagerado. Pô, já vi gente que o cara vai entrar na maquilar, não, não, senta com a bunda primeiro, depois... Cara, não tem isso. Tá, cara, vou te falar que o meu, esse zelo extra meu, dura uma semana.
É, acho que quando você pega o carro, beleza Tu nunca viu você Overreact assim com o carro Como eu só tenho Como eu basicamente Uso um carro Então esse um carro Em uma semana ele virou o meu carro mesmo
Então, minhas filhas entram de pé sujo. Entendeu? Minha filha derruba a coca. Entendeu? Cara, eu vou ser sincero. Eu tenho zero frescura dos meus moleques. Por exemplo, no Rolls. Ah, pisou no banco. Gente, moleque, criança. Não vou ficar falando que não pode subir no banco. Não vou ser pai chato. Era só tu não ter comprado esse carro.
também, mas já que eu comprei eu não vou estragar a infância do meu filho por uma escolha que eu tive, entendeu? não tem essa sua escura não o carro da Gabi, a X6 ela inteira é branco quando a gente comprou a gente sabia que vai ter criança, vai sujar mas nada que hoje em dia tem empresas especialistas que vão limpar e que vão deixar o negócio zerado então é mais uma questão de aproveita e se precisar arrumar ali você leva para um especialista que vai conseguir deixar o negócio zeradinho de novo e aí
Pô, tu vai comprar um bagulho que custa essa grana aí, não vai curtir. Eu até entendo o cara que não curte, tá? O cara que pega, guarda, porque pra ser o menos rodado do Brasil, eu até entendo esse cara. Mas se eu fosse um de vocês, eu ia preferir ser o cara que brinca. Eu vou falar, por exemplo, tem carros que já apareceram, que por exemplo, tem um GTR com, sei lá, 50 quilômetros. Não é um carro que eu compraria.
Porque a gente não quer pegar o carro mais erado. Pô, a gente quer pegar um carro que tem 60 mil quilômetros, 80 mil quilômetros, 150 mil, eu tenho um dos meus GTR que tem 150 mil quilômetros. Cara, porque eu quero andar com o carro. Eu não quero pegar o carro pra deixar guardado. Tipo, não tem graça. Carro guardado não faz história e pelo contrário. A gente que dá manutenção nos carros, a gente sabe que é um problema ele ficar parado. O carro tem que andar. Então, zero frescura com isso.
Aí sim, porra. Bom, gente, muito obrigado pela moral, obrigado pelo papo, obrigado por virem aí. Se tu quiser falar mais alguma coisa, essa daqui é a tua câmera. Bom, muito obrigado mais uma vez pra vocês continuarem pedindo por conteúdos automotivos. Eu tava lá fora, tava assistindo o podcast lá com o Baratão e com o Gui aqui, então se vocês curtem ver mais conteúdos do automotivo, curtem esse rapaz aqui que está na minha frente ser educado.
tô sendo educado eu tenho orgulho, eu olho pro homem que você tá se tornando hoje e eu falo assim cara, esse maluco agora esse é pica eu olho pro homem que eu tô me tornando e eu fico com medo da minha esposa, da esposa desse homem entendeu?
Mas a Mari, ela precisa andar mais com a Flavinha, eu acho, com a Gabi. Ela vai ser uma mulher assim, renovada. Então todos nós temos filhos, né, cara? Podia marcar um dia mais com um dia. Um programa família ali, pra rodar uns 250 quilômetros em uma hora e meia.
é, é, é todo mundo lá no Velotitá a gente vai de helicóptero, claro, não é de carro é uma hora e meia, 250 km é de helicóptero, é lógico que eu falei de helicóptero enfim, e aí é isso, muito obrigado por acompanhar quem gosta lá de seguir, se você quer ver mais conteúdo, comenta lá fala o que vocês gostam aqui comenta, sei lá, eu gosto, comenta aí assistiu até aqui, o Celso vai falar ainda, mas comenta homem de ferro, e aí ele vai fazer o vídeo e vocês vão entender o porquê do homem de ferro
Eu tô ligado nessa história do Homem de Ferro, mas eu quero que tu me conte ela de um outro ângulo, estando lá. Legal, bora, bora. Então, e tu, Celso? Essa daqui é a tua câmera. É isso, bom, obrigado por vocês terem me convidado aqui, quem gostou um pouco da história. Meu Instagram é oliveira.celso.
Tem o StaySideways16.com também, para quem quiser entender um pouquinho mais. E a Cut Pro, para quem quiser entrar nesse mundo de clipadores, entender um pouquinho melhor como funciona e até, às vezes, fazer uma receita, fazer um dinheiro extra, quem sabe. Então é isso. Espero que vocês tenham gostado. Maneiro. Obrigado mais uma vez por virem vocês dois. A gente vai deixar todos os links para acessar tudo o que eles falaram aqui das redes sociais deles, do Cut Pro, do Sideways16. 16, por enquanto. Por enquanto.
tudo aqui no comentário fixado pra vocês alcançarem com um clique só, tá bom? Mas muito obrigado pela moral aí entra lá no Discord pra você sugerir aí novos convidados, novos temas também comenta aí Iron Man, era Iron Man ou Homem de Ferro? Homem de Ferro, Homem de Ferro. Comenta aqui Homem de Ferro pra gente saber que tu chegou até aqui e vira membro, cara. A gente solta vídeo exclusivo pros membros todo dia, tá bom? Custa menos de oito reais, não dá nem pra comprar uma seda, tá bom? Um beijo pra vocês e até a próxima. Tchau.