GUI AVANTGARDE + JULIANO BARATA - Flow #583
Papo com os lasanheiros.
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- Customização de CarrosMercedes vs Fusion · C63 AMG vs C300
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E se uma música pudesse te levar mais longe? Tá perto de novas histórias, misturando sonhos, culturas e pessoas na energia da latinidade. Com a Latam, você garante sua viagem completa e chega onde todo mundo vai se encontrar. O Rio de Janeiro, Latam Airlines. Bem-vindo a ir mais alto, é viajar com o ritmo da música. Companhia Aérea Oficial do Todo Mundo no Rio 2026. Esse é o Flore.
Bem-vindos a mais um Flow, eu sou o Igor, e hoje nós vamos falar de carro aqui, cara, na mesa comigo, Juliano Barata, Gui Avanti, agora teu nome é essa porra, né, Gui Avanti. Muito obrigado. Tu é o Gui Avanti, né? É, agora eu sou o Gui Avanti, daqui a pouco eu vou ser o Gui Avanti, eu acho, eu vou cortar o guardi. Por quê? Muito complicado.
A vanguarda é complicado. E o barata que os caras, a gente tava sacaneando. Eu fiz o story aqui chamando o cara de japonês e o cara é coreano. O cara é tão coreano que ele tem o nome coreano. E eu descobri isso hoje, você acredita? É nada. Quantos tempos que eu te conheço? Dez anos? Por aí. Eu descobri isso hoje.
Eu sempre chamava ele de japonês, pô. Só reforça o meme do Han, que também o cara é coreano lá, o ator. Cala a boca. É verdade. Ele é coreano? É. Fui enganado a minha vida inteira, mano. Você achou que ele era japa? Não, lógico. Não, não. Ele não tinha o negócio do... Family, honor. Não sei o que não, não, não. Também é coreano.
Jesus Enganamos todo mundo Um salve pra hashtag De quem falarei já já Que é o nosso patrocinador de hoje Se quiser mandar uma pergunta aí Falar alguma coisa Tem aí o LivePix pra você O QR Code E aqui na descrição também Fica à vontade Vai que faltou falar de alguma coisa Ou tu quer opinar Em alguma coisa que a gente vai falar aqui Tá bom? Então fica à vontade aí Porra Vocês são amigos há muito tempo Pelo visto Pelo visto Vocês já tiveram uma banda juntos Até que o Barata fugiu Foi embora do Brasil Né?
O Barata nos deixou, infelizmente. Fui pro Velho Mundo. Foi fazer o que era o Velho Mundo, cara? Uma vida completamente nova. Minha mulher arranjou um emprego, quando ela já trabalhava nessa empresa, a Thule, e aí ela foi convidada pra ir pra Matriz. Entendi. E pra mim é uma oportunidade nova, né? Porque Velho Continente, cultura automotiva, autódromos, tô ali. O que a gente faz aqui de São Paulo pra Minas, São Paulo pro Rio de Janeiro, lá eu tô em outro país. É verdade.
É verdade. E é maneiro que o... É que o Gui só gosta de ir pro Japão, né, cara? É! Na verdade, eu nunca fui pro Japão, né? Mas eu vou agora. Eu vou agora dia 27. A gente vai fazer uma grande viagem. Lá gravar vários conteúdos pra trazer essa cena do Japão, que ela é muito rica.
Pra conteúdo em português. Tu escolheu o Japão porque é uma cena muito rica. Sim, com certeza. E também porque pela primeira vez eu tô realmente conseguindo viajar pelo canal. Na verba do canal, entendeu? Dava pra ser em outro lugar. Dava pra ser nos Estados Unidos, por exemplo. Eu já fui. Mas a riqueza cultural do Japão é difícil. É difícil, paralelo. E deve ter uns carros lá também pra ele trazer, né?
Que nem ele trouxe o Autozan, né? É, se você parar pra pensar, eu trouxe do país errado, porque eu trouxe um carro japonês dos Estados Unidos, ele devia ter trazido um dojão, né? Precisa consertar isso, né? É, agora a gente vai... Vamos resumir esse ato, né? Esse arco da história japonesa. Aí ele vai trazer um carro americano do Japão agora. Puta, não, cara. Tem tanta coisa lá legal. E a gente vem fazendo essa... Essa...
pesquisa, porque o cara do automotivo aqui no Brasil ele tem muito esse hábito de entrar nas plataformas de anúncio de carro, os mercados digitais para digitar será que eu consigo comprar esse carro? Quanto está custando aquele Golf 4.5, GTI? Será que a gente acha? Isso é um hábito muito comum para quem gosta de carro aqui no Brasil. Ah, é?
É. Ah, tá. É um hábito comum, então. Você começou a fazer isso, é? Não, é que acontece. Posso, então, sequestrar a tua história? Lógico. Você é um filho da puta do caralho. Caralho? Assim? Logo de cara. Mas eu tinha tijolada na boca já. Ô, Barato, esse cara é um filho da puta do caralho e você vai me entender.
Eu sou um cara Para mim, o que é um carro foda? O que é um carro foda? É um carro que eu vou ser O carro eu estou confortávelzão, entendeu? O que eu gostava do Fusion? Que eu apertava um botão e ele estacionava sozinho Usava pra caralho? Não muito Mas eu gostava de saber que tinha Tipo, eu aperto um botão O banco fica frio, aperto um botão O banco fica quente, entendeu? Eu gosto dessas porras, legal?
Motor que é, pra mim era só assim, cara, eu piso e ele ultrapassa? Sim? Bom demais. Então beleza, tá ótimo. Não precisa fazer barulho. Se não fizer barulho é melhor ainda, tá ligado? Eu era esse cara aí, tá ligado? Ingenuo. Aí. Feliz. Calma aí, cara. Porra, peraí, eu tô contando uma história triste aqui, barata. Porra. Aí.
Aí eu tinha um Fusion híbrido Meio que tenho ainda Eu ainda não consegui deixá-lo ir embora Ele está aqui Orbitando Entendeu? Estou no alcance da vista E comprei uma Mercedes C300 Para substituir o Fusion Para mim é assim O Fusion
Puta carro do... Pegou uma W16. Que cor, Igor? Vermelho, porra. Uai, como assim? É... A C300, ela substituiu o lugar do Fusion nesse sentido, entendeu? Um carro confortávelzão. Ele tem a frescura, aperta o botão, ele estaciona também, entendeu? Ele só não esfria o banco, tá? Certo. Só esquenta. Ok. Já caiu, não esfria o banco. Já caiu no console. E não dá pra ligar e ele não tem uma tomada.
O Fusion tem automático. Fala aquela coisa que você falou pra mim. Comparando assim hoje, a Mercedes e o Fusion. Qual que tá... Qual que é o mais completo? Olha, cara. A Mercedes é... Porra, falando sério. A Mercedes é... Que eu tô andando... Um carro 2024, porra. É uma Mercedes C300. Legal? O Fusion... Ele é um carro 2018. Ele é muito foda. É o carro do presidente, porra. Muito foda o Fusion. Eu sou a... Eu sou a...
Do Brasil? Cara, é essa que tu fez aí, pô. É do Brasil? Acho que o cara anda de... Eu não sabia se ele tava dando difícil. É, pô. Não sei se ainda tá, mas é o carro do presidente, pô. É... É... Legal. É o carro do presidente dos Estados Unidos, inclusive. Tava pensando no The Beast. Ele falou carro do presidente. Eu falava The Beast, sabe? O The Beast. Sim, sim, sim. Um blindadão, né? Aí, aí, é... O que que eu tava falando? Perguntou pra mim o que que eu acho de um, de outro.
Cara, o Fusion tem uma vibe um pouco mais de... Porra, de... Conforto máximo. O que ele tá apontando pra mim?
Tá saindo, assim, ó. Você tá num momento criativo muito interessante. Ele criou a expectativa. Eu tô esperando. Estamos caminhando. Quero entender onde vai ser o... E a Mercedes, a C300, me parecia um upgrade nesse meu sentimento, tá ligado? E foi mesmo. Eu tô feliz com o carro. Tá coerente. Eu tô bem feliz com o carro. Tá legal. Só que aí eu levei lá pra ele e falei assim, cara, olha só. Acabei de pegar esse carro aqui e o guia tá mexendo nos meus carros. Então, olha aqui, ó. O que você acha?
Aí o Gui pegou, pô, não, legal esse carro. O que você falou quando você apresentou o carro? Que era uma C300 AMG Line, sabor AMG. Entendeu? Ah, certo. Que tem aí, acho que tá AMG no tapete, porra. Entendeu? Tem AMG no tapete. Acho que tá AMG na roda. Tem o bedzinho lateral. Que tem, que tem. Você deve ligar no painel, tá escrito AMG. Aí ele... Não, não, isso aí também... E aí foi muito. Não, isso aí não faz não. Não? Aí ele falou pra mim assim, não, quando a gente terminar aqui, eu vou te levar pra andar numa AMG mesmo.
E aí ele me levou pra andar na C63 na AMG dele. Aí fudeu. Fudeu, lógico, referência. Fudeu. Nesse sentido, você me fudeu. Você nunca tinha andado numa AMG? Não, não. Pra mim a AMG era... Sabe o... Pra mim uma C63... Sei lá, uma C63 AMG era onde é o Rei Guia.
Tipo, tem o Del Rey... Ah, sim, o Guia. Entendi. E aí, o Del Rey Guia. Entendeu? Pra mim era. Ele nem imaginava o ronco de gargarejo de pregos, quanto menos uma tijolada de força. Perfeitamente. Entendeu? Pra mim era... Mas isso deve ser muito legal. Você chegar pra ter uma experiência como essa com zero referência. Zero referência. Isso é muito...
Eu consigo imaginar como é isso, cara. É tipo você... Ele capturou em câmera. A gente capturou em câmera. Ele nunca escutou Dark Side of the Moon na vida. Nunca descartou. Eu estava tentando puxar uma referência boa dessa. Que loucura, cara. Pô, isso é legal de... Não te fudem. Ô, Igor, isso aqui é Pink Floyd. Escuta aí, ó.
É assim, velho. O chocolate pra primeira vez na vida. Pior que esse chocolate é no mesmo nível. Tá bom, velho. Aí não tem mais volta. Não tem mais volta. Quebrou a referência. Aí agora eu tô tentando... Eu tô pensando o que eu faço na minha vida. Ele me manda mensagem de noite. Ô, meu. Você não sabe o que eu tô fazendo. Tô pesquisando carro. Falei, caralho, velho. Ah, entendi. Conseguimos puxar o carro, velho. Fechou a digressão. Conseguimos puxar o carro, velho. Pra fechar, de uma vez... Me encontro...
Mandando um salve pro Gui, perguntando se era sério o papo que ele queria vender essa M63 dele. Porque eu tava naquele momento num anúncio... Não, eu já tinha mandado um vídeo mandando um salve num anúncio de um cara que tava com uma S63 AMG 2016 daquelas duas portas pra vender. Tá ligado? É raro.
Aí fudeu, entendeu? É disso que eu tô falando. Foi por isso que quando ele falou, ah, o cara gosta de carro, fica procurando carro. Tudo bem. Eu visto que eu tô nesse momento. Aí eu entendi, ele te fudeu, mas eu fudi ele também. Nessa última live deles. Então, aí isso foi sábado, né? E aí você falou, pô, você andou com o carro, com a Mercedes, com a C63. Aí eu falei, pô, Igor, isso aqui é uma MG de verdade, isso aqui é um V8 AMG de verdade, né?
Olha o sensor, é outra experiência. Aí você chegou assim e falou, pô, mas quanto que é? Falei, o preço da tua.
A minha, que é 10 anos antes, geração passada, é o mesmo preço da tua C300 hoje. Você trocaria? Aí você falou, porra, mano, vamos fazer um negócio, eu falei, puta, Igor. Na hora não me pingou assim, eu falei, mano, carro perigoso pra você, cara, não deve ser você tem que passar pra uma S, pegar um dividir esse torque em dois eixos, certo? Pegar a S que é Formatik, que vai ser um carro forte, mas ele não vai ser tão arisco, né?
E a S tem tudo a ver com você, porque você gosta desses itens de conforto e tal, eu falei, mano,
É a cara do Igor, velho. Beleza. Isso foi sábado. Vai vendo onde vai. Aí... O que que tu tem a ver com isso, barato? Você vai descobrir já. Eu show. É, é. Tá bom. Você vai se sentir parcialmente vingado, talvez eu diria isso.
Eu aproveitando que o Barata estava de passagem aqui no Brasil, eu falo, Baratinha, eu quero pegar a tua opinião, porque a gente ainda está procurando carro no Japão para comprar, para trazer para o Brasil. Eu tenho uma verba que é 10 mil dólares, mais ou menos, só que eu não descobri ainda os carros. E a gente fez exatamente o que você e muitos brasileiros fazem, só que no Japão. Entramos nos catálogos de carro, de marketplace lá no Japão e começava o pum.
15 mil dólares, a gente atiu uma lista. É o Facebook, tem um site específico? Tem vários, cara. Tem a Gunet, que é uma muito famosa. Você tem a... Se você quiser, por exemplo, trazer o carro do Japão, já tem plataformas que estão prontas para embarcar o carro. Você escolhe o porto e o cara manda o carro. Você compra na internet, você está sentado na... Chama Car From Japan, né? Tem um monte. Tem Yahoo, marketing... O Japão tem bastante. E a gente estava numa dessas aí e a gente estava pescando ícones.
Dentro daquela, do prazo de 30 anos, então carro de 97 pra baixo, da época gloriosa que a gente sempre se refere. E como esse cara aqui é uma enciclopédia automotiva gigante, eu queria saber o pneu dele. E eu falei, o Barata vem aqui numa live, a gente vai abrir aqui o site, vamos comer alguma coisa, um hambúrguer e...
Vamos procurar uns carros. Eu cheguei lá, tinha uma lista na lousa. Quantos carros? Tinha 10? Tinha 10 carros na lousa. E aí eu trouxe no meu celular também a minha listinha. O que tu achou da lousa dele? É uma boa. Teve uma intersecção muito boa. Ah, é? Tinha uns dois carros ali só que... No fundo você nem concordava também, né? A maioria dos carros estava na tua também, né? E outras que você trouxe que... Que não dava para comprar na verba.
Eu acho que eu não tinha que falar da verba. Sim. O problema, na verdade, é que o primeiro carro da minha lista, que também era um dos primeiros carros da lista dele, basicamente acabou com a live.
Ah, é verdade. Então nem começou e já terminou. Então assim, você conhece a Toyota? Sim. A Toyota tem uma divisão que chama Lexus, que é a Mercedes do Japão. Todo mundo fala que é a Mercedes do Japão, certo? E aí a gente estava procurando naquela época, só voltar um pouquinho do assunto.
Um carro que estava acima do Lexus, que é o Rolls-Royce do Japão. Tem até a Mercedes do Japão e tem o Rolls-Royce do Japão. Que é um outro Toyota que se chama Century. Que tem um motor V12, o único V12 que o Japão já fabricou, né? Entre 97 e tal. E a gente estava orbitando nesta seara. E você compra hoje um Century, que é um Rolls-Royce, por 10 mil dólares. O carro estava na verba.
Estou falando que esse 10 mil dólares vai lá, 60 mil reais. Você compra um Rolls Royce, irmão, com motor V12. Você acha que o ronco da MG era top?
E aí, beleza, esse carro era um carro que estava lá, e aí a gente estava... Bom, beleza, a gente tem um carro com motor V12, uma história bacana e tal. E aí tem uma outra área do Japão, que são dos motores rotativos. Acho que você tem... Eu já vi cortes aqui nessa mesa do ACF, inclusive explicando muito bem a questão do motor rotativo, que não utiliza pistão, não é recíproco, etc. E a Mazda, que fabricou o Autozan, também tem uma Lexus.
que é pouca conhecida. E aí o negócio começa a ficar interessante, entende? Eles têm uma divisão deles, uma outra marca. A Autosan está aqui, a Mazda está aqui. Aqui tem a EUNUS. Certo? Tá. E, cara, um dos primeiros carros esportivos que a Mazda lançou lá na década de 70, como eles começaram a jogar essa tecnologia do motor rotativo para carros de rua, foi o Cosmo, o Mazda Cosmo, que era um cupê esportivo com motor rotativo.
E, por acaso, na década de 90, a Mazda trouxe de novo esse carro como um super luxo, um carro cupê grande, um GT, que a gente fala de uma categoria de Gran Turismo, duas portas, com um dos motores mais raros da história do mundo, que é um motor rotativo de três rotores.
Você deve conhecer o RX-7, que o Anderson Dixit. O RX-7, que é o ícone do rotativo, só tinha dois. E os rotores, né? E a Maslow lançou o EUNOS COSMO com três rotores. Foram só 9 mil unidades. Dessas 9 mil unidades, um terço tinha os três rotores. Por quê? A gente está falando de...
Era um motor que dava muita dor de cabeça? Qual que é o problema dele? Eu acho que era a categoria do carro e o que o motor poderia entregar versus confiabilidade, custo de produção, etc. Não fazia sentido você soltar um motor de mais de dois rotores, sendo que no Japão você tinha aquele teto de 270 cavalos ali, de um acordo de cavaleiros.
os dois rotores já estavam ali bons para isso. Só que o eu nos cosmos é aquela... A ilnos é a oportunidade da Mazda de mostrar as novas tecnologias, mostrar que ela é fodona, que eu faço coisa diferente. E o eu, acho que o Barata pode até complementar aqui, foi o primeiro de muitos e muitas coisas, não só no motor três rotores.
Foi o primeiro carro do mundo com GPS e touchscreen. Com GPS e ele era touchscreen. Só que era CRT ainda. Lembra que você falou muito bem... Caixa do Itaú, cara. Caixa do Itaú. Que pesado. Mas era touch. É a mesma interface.
eles trouxeram um carro GT com suspensão de duplo A câmbio automático os três rotores o primeiro com o turbo compound então um turbo acionou, o turbo sequencial primeiro do mundo também de carro de rua então o carro é super raro tem um motor delicioso porque assim, quanto mais rotor você põe, as frequências vão se multiplicando, então fica mais agudo, fica mais parecido com mais
com carros de Fórmula 1, né? Dado um certo parâmetro aí, uma certa comparação. E eu nunca achei esse carro, velho. Eu nunca, assim, sempre que eu achava, eu achava a versão do Euno Cosmo com dois rotores, que foi a que mais vendeu. Eu nunca tinha achado. E aí, por acaso, no meio da live, o Barata tava lá e a gente entrou num site desse que tinha vários, tinha quatro anunciados. Os três eu já tinha visto e tinha um vermelho. Aí o Barata chegou assim e falou assim, mano, clica nesse carro aí, velho.
E aí eu bati o olho, não tinha 1.3. Tinha 600, né? Na litragem do motor, né? Dos deslocamentos do motor. Eu já achei aquele estranho. E aí eu entrei no... E aí, mano, era um 20B. Era o carro com os três rotores, né? O topo de linha, extremamente raro. E aí fudeu, cara. A live acabou ali, né? Com?
25 mil quilômetros. 25 mil quilômetros. Com a pintura vermelha, sai blusa. Vermelho com interior bege, clarinho. Deixa eu ver esse carro aí, Vitão. Será que a gente consegue achar isso? Como é que escreve? Eu nos... E-U-N-O-S Cosmo. Eu nos Cosmo. Para achar o próprio tem o... O carro do Cavaleiros. Tem o classificado. O classificado lá do...
Será que é? É que eu não queria mostrar o caso. O carro ainda está lá. Vai dar atenção demais. Essa nave espacial aí. Esse carro é gigantesco. É um dos carros mais largos até hoje do mundo. O interior dele é todo envolvente. Então a porta meio que dá a continuidade dessa curva. Caralho, muito maneiro. Olha o símbolo da EUNUS. Ele é um rotor.
Se você ver o formato, né? Em vez de você ter um pistão, olha ali no volante aí, ó. Era bem parecido com esse. Não é esse, mas era bem parecido com esse. Bem parecido com esse. O carro é super largo, extremamente único, né? E a gente tá atrás dessas coisas lá, Igor. A gente tá atrás de trazer essas histórias. Eu acho que no Brasil até hoje não tem um carro...
Tem alguns montados de competição, mas que nasceu três rotores, esse é o único da história. E essa época o Japão estava bombando, de tecnologia, de tudo, né? A indústria japonesa nessa época estava incrível. Eles tinham dinheiro para fazer o que quiser, cara. Tudo que você vê, tudo esses cavaleiros do zodíaco, a indústria cultural, o sushi que você come hoje. A indústria de arcades e de games daquela época. Era incrível, cega, né? Então, esse carro tem um pouco disso, né? Esse painel, o GPS, entendeu?
É tudo dessa época. É uma experiência cultural, um sabor. É meio que máquina do tempo nesse sentido, entendeu? E aí tu também tem tesão nessas doideiras, cara? Maneiro, lindo, muito foda, mas daí a ter um...
Ligando o painel. Olha que louco. Esse painel. Ali no meio você tem os botões pra controlar o ar-condicionado. No meio do volante. Provavelmente é. Provavelmente é. Ali é o CRT, né? O GPS com controle de ar-condicionado. Tudo ali naquela tela. Tudo isso que parece o caixa eletrônico do Itaú dos anos 90.
E toda a iluminação desse painel é muito louca, porque ela é eletroreativa, né? Então tem uma profundidade, parece que você está emulando umas chapas de acrílico. Cara, o painel é... Esse carro inteiro é super tecnológico. É o pica da galáxia da Mazda. Ainda bem que você vai trazer ele para o Brasil. Não, eu não vou trazer porque eu não tenho dinheiro. Eu não tenho... Aí é que eu fugi ele, porque esse carro estourou o orçamento dele em duas vezes e meia. Eu não tenho dinheiro para comprar esse carro hoje. Mas...
Isso foi terça-feira que eu achei o Elon. Aí eu fiquei... Ele tá 72 horas sem dormir. É verdade, não deu 72 horas. Mas daí... Ele perdeu o controle. Aí eu falei, pô, mas se eu vendesse a Mercedes... Se eu vendesse a Mercedes, daria pra comprar um Elon. Né? Daria pra comprar um Elon. Dá pra comprar e trazer?
Empata. Empata. Empata. Porque o carro que, na lei de importação, né, dos 30 anos, a gente vai pagar ICMS, o imposto de importação que é 60, ICMS que vai ser por volta de 20. No final, o cálculo, contudo, dá mais ou menos 100% do valor do carro. Esse é um carro que ele tá lá por volta de entre 20 a 30 mil dólares. Então, vamos botar 250 mil, mas vai chegar por 250 mil aqui. Fazendo um cálculo de padaria.
E a Mercedes hoje é 350. E aí eu lembrei da proposta que você me fez no sábado. Acabou que é espírito paternal. Não, deixa o Igor se iniciar nesse universo. Aí eu falei, não. Foda-se. Já viu, sentou no ombro dele. Eu botei o carro à venda no meio da live, cara.
No meio da live eu falei, eu vou vender a Mercedes. Eu falei assim, se eu vender a Mercedes e vender até a Viagem, que é dia 27, eu vou dar um sinal no carro pra segurar. Porque amanhã esse carro não tá mais lá. Que é muito raro, cara. E no site tem lá, assim, quantas pessoas já perguntaram sobre o carro? Já tem duas. Então as pessoas do mundo inteiro estão já olhando pra esse carro. Então, assim, é um negócio que a gente tem que agir rápido. E aí um dos caras que eu...
Eu titubeei na hora, falei, cara, não é o teu carro pra você iniciar, mas eu acho... Pô, mas isso é uma questão de, né, você educar o novo dono, né? Bom, e aí, uma das coisas que tu me falou foi assim, ó. Cara, esse carro é uma... Essa é a C63 mais rodada do Brasil. Essa é mesmo? Aí eu pensei assim. 103 mil quilômetros. Bom.
Eu acho que eu já aprendi um pouquinho com os amigos que essa é uma métrica. A outra métrica, ou uma das outras métricas, é quem cuidou. Quem cuidou foi o Gui da Vanguard. E quem vai continuar cuidando?
É você, porra. Não faz essa cara, não. Não, não. Aí, aí, ó. Ó, ó. Pra viabilizar. Pra viabilizar. Deu uma falhada na mistura aqui. Pra viabilizar. Porque o negócio tá aqui, ó. Tem que refazer o mapa aqui. O processador tá no talo agora aqui, ó. Deixa eu te falar, então, o que eu gostei, o que eu tava querendo fazer desde o momento que você me fudeu. É. Eu? Eu tava pensando, eu tava pensando numa parada assim, ó. Ó, eu tava pensando no seguinte. Bom, como é que eu cheguei numa C300?
Um ano atrás, eu mostrei esse carro pra minha esposa, tá? Eu falei assim, mô, olha que carro maneiro.
Aí ela, e daí? É um porra maneiro, né? Ela, porra maneiro. Mas e daí? Pô, não dá pra eu ter não? Ela, só se tu vender os outros dois. Aí eu tenho que vender o Fusion e a SLK. Eu tô falando isso aqui ao vivo porque eu sei que ela tá na estrada e ela não tá ouvindo. Mas eu não queria vender a SLK, tá ligado? Nós conversamos sobre isso.
Legal. Só que eu já gastei a grana, eu já comprei a C300.
Então agora, eu preciso... Lembra que eu estava contando a história do lugar que a C300 ocupa? Do Fusion. É, ela ocupa o lugar do Fusion, né? A C63, ela tecnicamente ocupa o espaço da SLK. Então qual que era o movimento que eu queria fazer? Só que eu não vou conseguir porque eu não vou conseguir convencer ninguém. Eu queria fazer rolo na SLK e pegar uma C63 AMG.
Qual é a outra possibilidade? A outra possibilidade é Legal Vou vender a C300 E vou pegar a C63 A MG Que vai ser maneiro Só que A C300 Ela ainda por cima é híbrida No documento Ela me dá a facilidade De eu não ter rodízio A C300
tá ligado? Então tem algumas complicadores nessa história de eu me livrar da C300. Por isso que eu queria fazer rolo na SLK. Porque eu meio que preciso de um carro híbrido. O mínimo. Tá ligado? Mas o que você tá pensando? Você pega o Fusion de volta, resolve esse problema do híbrido. E, calma. Não vamos misturar as coisas.
Se você quer um AMG, a gente acha um AMG pra você. Não precisa ser esse. Combinado? Beleza? Mas, pelo fato de você ter andado no carro e gostado, e espontaneamente, antes de existir essa coisa, você chegou assim e falou, ô, se eu vender a vermelha, vamos fazer um rolo? Eu falei, pô, cara.
Acho que seria top, porque pra mim seria uma missão cumprida, né? Tiramos o cara do carro que estaciona sozinho e botamos ele no carro de verdade, né? Filho da puta, né? Porra, ia ser missão cumprida pra caralho. Mas ali eu titubeei, assim, do tipo, eu falei, cara, mas é que esse carro é perigoso. Tem que saber... Tem que saber, assim, tem que ter umas banhas que a gente vai ter que andar junto um pouquinho pra você entender da atração ali do carro.
E o que que tu pensou? Tá bom, vamos dizer... Eu tava pensando nisso, e aí a gente tava conversando... A 3300 tá pra rolo. E aí? E aí a gente tava conversando e falei, pô, foi o que eu te falei, pô, dá uma olhada numa S63, cara. Acho que tem a tua cara. E aí eu fui olhar e tal. Você que me dá puta. Aí eu fui olhar. Viu aquele bancão dentro. Do caralho o carro, não é? Mas eu tinha a duas portas. É, lógico, mas essa é... Com o peso, né? Essa é pra vida. Isso é um carro pra vida, Igor.
Eu vou chegar lá. Esse também é um carro muito caro. A que eu estava vendo é um carro 2016 que está a 600 conto quase. Dobro. É, muito caro. Sim. Muito caro. Sim. Então eu vou chegar lá, calma. E a gente pode achar esse carro. Fora brincadeira aqui, falando de verdade. Eu te ajudo a achar esse carro, porque você está pegando uns carros um pouco mais antigos, então a parte da manutenção é importante.
E... Você vai achar um AMG com V8, com ronco bacana, que você vai curtir bastante. Isso dito. Voltando para o assunto aqui da Mercedes. É...
Você já pensou que a cena brasileira pode ter o primeiro eu no cosmos, o eu nos cosmos do Brasil? O primeiro carro... Você percebe essa oportunidade ou não? E você ser responsável por ela também? Entendeu? O catalisador. Agora eu consegui. Sobre livre e espontânea pressão, o Igor é o catalisador da cultura submotiva. Tá sentindo a pressão agora, meu amigo?
Além de você sair com o V8 pica da galáxia, com um ronco inconfundível, você ainda vai ajudar a cena brasileira a ficar mais rica culturalmente. Com a chegada do Eu no Cosmos. Eu sempre falo Eu no Cosmos, né? Com o Eu nos Cosmos, o primeiro
do Brasil. O que que tu acha disso, cara? Graças a você. Com a C63 na garagem você não precisa de uma C300. Você também não precisa de uma CLK. Na verdade, eu limparia a garagem, pegaria a C63 e ia abrir espaço pra ter alguma outra ideia. Eu não posso vender a CLK porque o Gui consertou ela pra mim, porra. Mas isso é um momento muito fraco. Mas é que a CLK, ele customizou tudo. Ele tá com todo o customizado. Eu tô cagando um pouco.
É porque assim, meio que eu não paguei o cara. Ele consertou ela pra mim, entendeu? Senão, é meio bad trip eu vender, né?
Não, imagina. Vai vender, então você vai falar que foi consertada lá. Você vai ver que vai vender até mais rápido. Pode falar. Ela é maneira, ela tem o banco assinado pelos caras. Ele customizou o carro. Conta aí. Tudo bem, porque o Rubi é meu amigo, ele pode só assinar outro carro aí. Entendeu? Mas aqui não foi a tua primeira Mercedes? Foi. Mas eu tenho um pouco... Essa ligação é muito mais forte com o Fusion.
Então a Mercedes, eu queria ter um carro... Eu vi o Velozes e Furiosos em 2000. Eu estava no Cefeste, era o meu primeiro ano, isso aí. E eu comecei a ver uns carros maneiros ali, tá ligado?
Ali eu comecei a sonhar que eu queria ter uma... Não uma Mercedes, mas eu queria ter um conversível preto fosco. Eu queria ter essa porra desse carro aí. E aí eu passei a vida olhando um carro pra eu deixar desse jeito, caralho. E aí chegou um momento que os astros se alinharam e eu comprei a minha.
Entendeu? E aí... E é isso, tá ligado? Mas eu já curti ela também, entendeu? Foi o Velozes que despertou isso aí? Era pra ser o S2000, que é o meu carro, então. Então, mas é porque eu não... Eu não sabia nem que eu poderia ter uma Mercedes, entendeu? Eu queria ter um carro preto conversível. E aí, eu...
eu olhava Peugeot. Porque pra mim, o carro mais foda que eu podia chegar na minha vida era o Fusion, entendeu? Sim, sim. Tudo é uma questão de referência. Mais um cara impactado pelo Velas e Furios. Exatamente. Não é o filme do século? Por isso que os caras lá do Choque de Cultura ficam putos que os caras não põem no Oscar.
Porque realmente, ele é um filme que impactou muita gente. Esse primeiro filme é engraçado porque dividiu o mundo ali. A turma que era entusiasta e que já vivia a cena mesmo. E a galera que foi convocada para esse universo. Teve o contato pela primeira vez com esse universo. A galera que realmente vivia a cena dos carros preparados na época.
achou uma merda, na verdade. Porque tem muita coisa forçada, tem muita coisa que realmente não faz sentido. Mas não é uma maneira para os malucos começar a comprar as revistas, começar a entender um pouco mais? O mais interessante para o Meio Velocirosa é exatamente isso. A galera que já vivia a cena passou embaixo do radar dessa turma a importância, a significância do filme, que é, porque para aquelas pessoas era normal a questão do rito de você se reunir com...
Caras que eram desconhecidos, que viram conhecidos, depois viram amigos, depois viram irmãos. Você cria uma comunidade, uma amizade específica. É aqui. A nossa banda é exatamente isso. O carro nos uniu. Então é uma cola social muito específica. E nesse primeiro filme você tem muitos pequenos rituais que fazem parte mesmo. Galera assistindo filme, fazendo churrasco, reunindo e mexendo nos carros. Oficina. O encontro de noite.
O Encontro à Noite, a questão do projeto, que começa com uma carroça, um carro meio zoado e vira um carro perfeito no final. Todos esses ritos já faziam parte do universo que vivia a coisa. Nunca vira, tá? Deixa eu falar aqui. São poucos que chegam lá. Só no filme funciona.
Deixa eu terminar o carro. Não, o carro vai terminar. Deixar que botar esse adendo. E quem vivia essa coisa no mundo real se apegou ao quê? Aos micos técnicos. E tem vários mesmo. O nitro lá parece uma distorção do espaço-tempo. É pedaço de assoalho que sai voando lá do Paul Walker, do Brian, que é o personagem da primeira corrida. É o Danger to Manifold. A primeira rodada que parece não ter muito sentido quando ele está testando o Eclipse. O Dodge que empina enquanto faz um burnout na rua.
Ou traciona ou não traciona. Exato. Então tem muita coisa que... Nossa, que merda de filme, não sei o que. Passou embaixo do radar de toda essa turma que já era entusiasta, aquilo que mexeu, pegou no coração e no infígado da galera, que era eu preciso fazer parte desse mundo. Os caras descobriram, você descobriu. Muita gente descobriu esse universo. A gente achava maneiro. Sabe o que é? Exato. A gente não entendia porra nenhuma.
A gente achava... Caralho! Muito foto. Viu que o cara coloca a opinião um pouco mais vazio, mané? Porque senão explode.
Caralho, entendi. Tem gente que saiu com... Curtiu o entretenimento. Tem gente que mudou a história da vida. Não é só que eu curti, eu quero fazer parte disso. Eu quero que isso seja o meu estilo de vida. Virou uma questão de identidade cultural. Para algo que já existia no mundo real, mas estava lá no submundo, na subcultura. E de repente, Hollywood estampou com os erros técnicos, mas para o mundo todo, que esse negócio existe, cara.
Cara, os erros... Agora pega... Tá bom, tá puto com os erros técnicos do primeiro filme.
Compara com o que acontece intencionalmente nos últimos filmes. O cara vai pra lua. Mudou completamente. Sabe qual é o lance do primeiro filme, que ele é tão específico? Ele é baseado numa história real. Ah, é? Um dos produtores da Universal, ele lia uma revista que se chama Vibe, que foi fundada pelo Quincy Jones, o produtor do Michael Jackson. Do Michael Jackson. E do...
Foi também do Mike Tyson, não foi? Não estou por dentro. Mas enfim, é o produtor musical, né? Não, mas ele fazia a cena de entretenimento, sim. E aí tinha um jornalista que escreveu, chamado Kenneth Lee, ele escreveu um artigo chamado Racer X em maio de 98 para essa revista. Esse produtor do Universal, ele pegou essa revista que ele já lia, ele ia ficar...
Ficou eletrizado, porque em primeiro lugar, ele descobriu esse universo que pra ele também era novo, mas ele falou, cara, isso é um filme estruturado pronto pra ser feito, porque tinha tudo lá. Você tinha personagens, você tinha um drama, você tinha toda uma estética, você tinha uma cultura, você tinha uma comunicação, e era ilegal, que é um atrativo pra Hollywood.
E você tinha personagens realmente, então era só ser roteirizado. Aí ele levou isso pro... pro diretor que é o Rob Cohen, que foi o único... Essa é a grande diferença do Velociriosos para os outros, do primeiro. O Rob Cohen foi o único diretor de toda a série, de toda a franquia Velociriosos, ele só fez o 1.
E aí o cara ficou letrificado. Ele falou, meu, isso aqui tem que ser um filme. Ele contratou uma série de roteiristas, transformou isso em roteiro, obrigou todos os atores a frequentarem a cena dos Pegas Noturnos de Los Angeles. A história original da matéria era de Nova York, mas tanto faz. Los Angeles tem um atrativo maior, geograficamente é mais sedutor e tal. E inclusive foi assim que o Paul Walker foi picado pelo bichinho e virou entusiasta de verdade também.
Então, o filme tem um monte de absurdo técnico, mas transpareceu aquele artigo original, o espírito daquele artigo original. Cara, o Toretto foi inspirado nesse personagem. Então, se você pegar aquelas frases fortes que ele falava lá no... É, velho.
Não, não Femme. No primeiro Filóso dos Filóso, ele falava... Aliás, ele não falou uma vez no primeiro filme. Ele falava uma coisa que você não fez a dupla debreagem como deveria, não sei o que, quando o Brian perde a primeira corrida. Ele fala um monte de groselha. Mas olha como termina o artigo que inspirou o roteiro.
O carro do cara, que era um Civic de arrancada, não tinha velocímetro, né? E aí o jornalista pergunta pra esse cara, pra esse rachador, por que o carro dele não tinha velocímetro. Aí ele falou, esse é o único instrumento que eu não tenho, porque se eu descobrir o quão rápido eu tô indo, eu vou tirar o pé de Minha da Cidade na hora. Cara, é a cara do Toretto esse tipo de frase, cara.
Então eles pegaram essa vibe assim, focada e meio com frases de efeito e transformaram em dois personagens, na verdade. O Hector, que era um mexicano, que tava tentando competir profissionalmente no primeiro filme, e o Toretto. Isso que ele não gosta, tá? Do primeiro filme. Eu gostei pra caramba.
Eu perdoo todos os erros técnicos do filme em nome da importância cultural, porque mudou a história minha, do Gui, a sua, de todo mundo que está aqui, que tem alguma ligação com o carro. Isso... Olha, tem muitos filmes de Hollywood que são grandes filmes da cultura automotiva, né? Tem...
Bullet, 60 segundos, Grand Prix, Viscontrole de Le Mans, nenhum desses filmes teve impacto no mundo real tão grande e tão relevante quanto Velocity Furiosa. É verdade. Isso você tem que perdoar isso. Depois, aconteceu depois, é outro problema. Vin Diesel assumiu o controle criativo da franquia e virou um triple X com mais carros. Esquece aquilo. Perfeita. Esquece aquilo. Estou falando só do primeiro. O primeiro é legal.
Não é verdade? Total. Um monte de gente não gostou do Velozes Furiosos 1 na época, mas todo mundo que não gostou, hoje assiste em segredo e curte. E agora você me lembrou uma outra coisa. Sabe, na verdade, de quem que o Velozes parte do roteiro ou do enredo que foi copiado? Do Point Break, cara. Sabe o Point Break com o Keanu Reeves e o Patrick Swayze?
Não lembra daquele dos caras... Os caras assaltavam os bancos, mascarados. Lembro sim, lembro sim. E aí eles eram fora da lei. Se você percebeu, o Ken Reeves era o... John Uta. Uta, né? E o tá. Ele era policial. O Brian era policial. Exato. Certo? E a time do fora da lei, que eram os caras que roubavam os caminhões com o Civic...
Na verdade, eram os caras que roubavam os bancos armados. E eles iam atrás da loucura, da adrenalina, etc. E durante o dia eles eram surfistas. Ou mecânicos. E no final, o que acontece? O Utah joga... Fala, não quero ser policial. Joga o distintivo no mar, né?
e algo parecido acontece com o Paul Walker também o roteiro policial do Velozes Furiosos ele é um Ctrl C, Ctrl V só que no universo dos carros é exatamente isso aí assim como o Triple X é o Velozes Furiosos que é aquela tara do Vin Diesel de querer ser super herói na real é isso, ele transformou o Velozes Furiosos nele
Na real, o Toretto, no primeiro filme, ele é um personagem interessante, porque ele é um bandido, o cara que faz os roubos das cargas, mas ele é meio que um psicopata, é um cara violento também. Tanto que você vai vendo a violência dele crescendo ao longo do filme. Quando o Brian conhece a turminha deles lá, dos amigos do Toretto, é o Toretto que separa a primeira briga, certo?
lá na frente da briga do tuna sandwich, lá quando eu tô comendo sanduiche de atum e não sei o que, beleza. Quando o Brian é flagrado, que tá espionando a garagem lá dos mexicanos... Precisa assistir de novo, filho. Eu também. Não, olha só, olha como a violência dele vai crescendo. Quando o Brian é flagrado lá, que tava na garagem dos chicanos lá, quem é que tá com a arma? É o brother do Toretto, porque ele já não confia na violência dele.
Aí, em algum momento lá, quando o Brian é chamado pelo Toretto pra conhecer a garagem, o Toretto fala o quê? Ele confessa o crime dele, que espancou lá o cara com uma chave de... inglesa, que é o cara que teve um acidente com o pai dele, o pai dele morreu, né? Aí, naquela corrida que o Jesse perde, ele esmurra lá o Japa, lá o Johnny Train, do S2000, porque ele chamou ele de dedo duro, né?
Então ele vai ficando cada vez mais putaço, assim. Então o personagem dele era interessante. Era um cara meio psicão, assim. Agora virou um herói inexplicavelmente, mas... Eu tinha a impressão que ele fazia o papel do mestre, né? E o herói era mais... Não, ele é total contraparte. Eu acho, inclusive, que o Doge, ele tem uma coisa assim, meio...
É, tem uma estrutura até meio mitológica, assim, de... Porque o Dodge era do pai dele e ficava trancado na garagem, mas tava sempre pronto pra ação. Então era uma parada meio assim, do tipo, isso é quem eu vou me transformar, sabe? Porque o Toretto, o super-herói, que aconteceu nos outros filmes depois, ele tá sempre de Dojão, né? Primeiro filme, ele era um cara dos carros tunados, ele dava de 27 vermelho. O Dodge era do pai dele.
Naquela hora que o Jesse morre, lá metralhado na frente da casa, ele se transforma e não tem um caminho de volta mais. Ele entra naquele carro e ele vira o passado que ele tava tentando trancar, que era o toleto violento, né? Um cara meio psicopatão. O cara conseguiu achar todo um bagulho filosófico. Você entendeu porque eu gosto de barata, mano? Velozes e furiosos. Mas, velho...
O crédito é dos roteiristas, cara. E eles construíram muito bem isso. O Vindy já não é um roteirista nessa pegada. Por isso que ele destruiu a série, cara. Ele pegou na mão isso aí, pôs embaixo do braço, ganhou dinheiro pra caramba, mas acabou com a história legal do negócio. Mas aí que tá o Tokyo Drift.
Ainda é legal. Mas ele não tá no rolê, inclusive. Ele tá no final, né? Porque eu acho que a negociação dos direitos aconteceu aí nesse interim, entendeu? Por isso que ele aparece já como easter egg. Ele já queria... Agora esse negócio é meu, então vou fazer uma pontinha aqui. Então a parada foi meio essa. Eu só vi o um e o...
e o Tóquio mesmo. Não perdeu nada. São os melhores e os homens que vale a pena assistir. O 2 é engraçado. É meio sessão da tarde, mas não está perdendo nada. Arranjando várias confusões. É que o Tyrese Gibson é um ator muito engraçado. Ele salva o filme, cara. É muito engraçado. Mas não perdeu nada. É o primeiro, que é o The Best Disparado. E o Tóquio Drift também é legal.
Você vê a influência de um filme em duas, três gerações já? É. A gente tá aqui por causa dele. Sim. Indústria de peças, de preparação. A gente tá aqui por causa dele, cara. Tudo. Nesse filme. Voltando pro eu nos Cosmo. Ele falou o número certo. Eu não consigo falar o número certo desse carro. Chegou um? Chegou um no Brasil. 20 B? 13 B. 13 B. Dois rotors, meu amigo.
chegou, cara. Olha que loucura. Você sabe o que isso aí chama? Destino, cara. Tá entendendo? E aí... A missão. E aí, o que será que a gente pode fazer? Tu conhece os caras que vendem o... Cara, eu tenho um amigo lá no Japão que eu posso mandar ver o carro e dar um sinal. Segura.
Não sei, isso é uma prática talvez culturalmente nossa, né? Talvez o cara assim, não, foda-se, é o valor inteiro ou eu vou vender aqui pro cara da Ucrânia. Quando eu comprei o S2000, o cara era da República Tcheca, fiz a mesma coisa. Ah, é? Tinha um cara de uma... O S2000, não sei se você lembra do carro do Johnny Tren do Japa, era o conversível preto do primeiro filme. É o meu carro, comprei lá. Maneiro. Outra lenda. É, outro carro muito legal.
É aspiradão, 2.0, motor 4 cilindros, só que gira 9000 RPM, que é a rotação de um Porsche GT3.
Igor, só pra você entender aqui, o Barata ele é um dos caras mais técnicos e culturalmente capazes de ser na automotiva se ele escolher um S2000, meu amigo é porque esse carro ele tá num ápice certo? tava na tua lista top 3. A gente tava falando que carros como o Ernus Cosmo eles são um recorte, né? dessa época do Japão. O último respiro não?
Consegue botar na tela? Honda S2000? Preto? É, preto. Pode pôr 2007. O S2000 é o último respiro disso aí. Ele é um carro que nasceu, o projeto, o conceito nasceu no fim dos anos 90.
Caralho Olha ele aí Ele nasceu no fim dos anos 90 como projeto Mas o carro mesmo nasceu nos anos 2000 Em 2000 como acumulação De 50 anos da Honda E foi o último suspiro Da indústria eu acho Quem fez todo o projeto de engenharia desse carro Foi o mesmo engenheiro que fez o projeto de NSX
que é o Shigeru Ehrara. Então tem um DNA e você sente isso guiando o carro. É um carro pra quem gosta de guiar mesmo, né? Depois disso, já entrou naquela era da indústria de carros mais normais, mais pesados, mais convenientes. Isso aqui é um carro purista. Pra entrar e sair desse carro, você perde a dignidade toda vez. A porta abre um quase nada. Você senta muito atrás, então você tem que meio que se contorcer, assim. Cara, dane-se.
Foi feito pra... Você perde a dignidade. Foi feito pra uns japa de 1,70 e pouco. Então um troglodita que nem eu já fica...
fica meio ali, não cabe jeito no carro, mas dane-se. Entendi. Nessa época, os carros eram feitos para você se adaptar a ele. Hoje em dia, o carro se adapta inteiro a você. Então, tanto que você pega um carro mais velhinho, mesmo uma SLK, que já é mais antiguinho, tem uma outra coisinha que ele requer que você se ajuste a ela. Uma SLK da Honda.
salvo proporções de tamanho de proposta de grava a SLK ela tem um ela tem um volante é um carro 2009 e o volante dela é muito mais duro que um linha 2009 que eu tinha também exato e é duro porque é duro e é isso isso você classifica como uma vantagem ou uma desvantagem? eu acho que é uma tu quer andar num carro igual esse aqui então a porra do volante é duro mais mais
É um pedágio que eu pago pra andar num carro legal. Então, o que eu enxergo como uma vantagem ou desvantagem? Eu vejo como é essa. É uma característica. É uma característica. Não, mas se chama de pedágio, é uma desvantagem. Não, mas não é um pedágio, não. É uma característica. É tipo, você prefere pudim ou você prefere churrasco?
Eu gosto dos dois, são coisas diferentes pra fazer coisas diferentes, entendeu? Sabe qual que é o lance, Igor? Nessa época, mesmo da SLK, os carros eram feitos por engenheiros mesmo. De lá pra cá, cada vez mais, o marketing e outros departamentos relacionados a produtos foram entrando cada vez mais. Entrou o discurso do motorista, o usuário, etc, etc. Ai, o volante é pesado.
Não pode ser mais molinho. Por que os engenheiros faziam volante com um peso maior? Para você realmente ter a sensação de estar conduzindo o carro. Você tem o que a gente chama de feedback, que é o que os pneus estão fazendo no asfalto, o quanto você tem de limite de aderência. É técnico, mas é intuitivo. Você dirige de uma forma mais natural. Tanto que você pega um carro hoje, cara, você está a 200, parece que você não está sentindo nada. É um perigo.
porque até aerodinâmica, vibrações que passam do asfalto pra sua mão, suprimiram isso tudo, é uma característica que se chama de NVH, pra ficar mais gostosinho de andar. Só que nunca as pessoas dirigiram mais rápido e mais distraídas por causa disso. Então, todos esses estímulos naquela época, dá pra fazer um carro com o volante molinho também, o Galaxy era um volante molinho. Eu tô ligado, eu sei disso.
Por isso que eu tô falando, que eu sei que é uma característica. Eu sei que foi uma escolha. O cara colocou aquela porra daquele volante duro ali porque ele escolheu. É diferente do sistema de som. O sistema de som, o cara colocou o limite de 2009. Então esse eu me sinto confortável de mexer. O cara colocou o melhor possível em 2009. Eu peguei o carro em 2021, porra. É isso aí. Aí eu vou botar a porra da multimídia mesmo, foda-se.
Entendeu? Entendi. É isso. Mas era isso. E por que eu peguei esse carro? Porque eu queria ter um... Eu não sabia que eu queria um AMG. Tá ligado? Porque você não conhecia o AMG de verdade. Não fazia menor... Não, eu não sabia o que era. Pra mim era aquilo que eu te falei. Era o guia. Tá bom, agora ele tem... Agora isso aqui é de couro. Entendeu? Pra mim era essa porra. Mal você sabia a overdose sensorial, né? Pois é. É ouvido, é o corpo assadurando. O que você sentiu ali de um V8...
barulhento. Cara, existe toda uma engenharia que os caras fizeram ali na parte acústica do escapamento pra aquele motor ter uma assinatura que quando você vê ele ligando lá no estacionamento, no final, você caralho, é um MG. Então, essa parte sensorial... Os outros carros também fazem isso, tipo, o Camaro é assim, o Mustang é assim, o Mustang é assim. Ah, o Mustang, tu sabe que é um Mustang. A Ferrari, tanta gente está decepcionada com os carros da Ferrari agora, que são biturbo. Por quê?
inerentemente ao fato de você ter um motor biturbo, nessas características de um motor pequeno, com um tipo de jorabrequim específico que as Ferraris usam, o ronco fica mais abafado. Você perdeu aquele ronco agudo, estridente clássico de Ferrari, que qualquer pessoa que não entende nada de carro, ouve esse tipo de ronco, que pode ser um outro carro, mas associa com o Ferrari. A assinatura sonora do universo Ferrari é isso. E aí depois que ele tornou na era biturbo, os roncos ficaram mais normais, né? Sim. Então é...
É um outro carro. Ele mexe, né? São coisas assim, como eu não entendo porra nenhuma, não é isso aí que me pega, né? Ah, pegou. Ah, pegou. Então é isso. Eu tô começando... Mas você já entendeu, Igor. Você entendeu que é do caralho. Sim, mas assim... E agora você quer isso. Calma. Você entendeu? Ele tentou, né? Não, essas coisas não me pegam, não. Pô, meu, e aquele C-63 lá? Não, não, não. Tem jogo. Como não era isso que me pegava, tá bom?
Faltou experiência. Eu falei que eu vou levar esse carro. Eu escutava os barulhos dos carros e eu não sabia direito. Então, o que eu quero dizer? Que eu andei numa Puro Sangue e foi maneiro. A única parada que eu achei estranha da Puro Sangue foi o seguinte.
claramente é um carro pra família. É pra levar crianças na escola. Não fico pensando se um cara que comprou uma Ferrari, como... Se eu fosse comprar uma Ferrari, eu ia cagar e andar pro banco de trás. Tá ligado? Então, a puro sangue é um carro que se importa com o banco de trás, entendeu? Então, não é o Ferrari que eu compraria. Cheio de concessões. Mas eu não... Mas é...
Eu estou inferindo tudo isso. Não, mas isso está certo. Por que eu vou... Eu não entendo nada. Então o motor, eu não sei como é o barulho padrão do motor, não sei se aquele barulho ali é o barulho que se esperava de um motor ou caralho. O que eu senti no carro foi, bom, se os caras estão pondo atenção nessas porras aqui, eles estão deixando de pôr atenção em outras porras, então eu não quero esse carro não. Eu quero o que quer, eu quero o que está prestando atenção só no motorista. Ó.
Então é verdade que funciona de forma indutiva que se você anda, por exemplo, é um carro que inclusive no nosso podcast talvez você tenha rendido até uma polêmica. 488, que é uma Ferrari mais recente, biturbo. Você vai achar forte, vai achar legal e o ronco legal. Bota você para andar numa Ferrari 458, que é o motor aspirado, que gira até a lua. Você vai achar que está mais rápido, mas não é isso. O ronco vai mexer. Eu faço todo sentido. O que é isso? Só que a 458 era mais antiga.
Sabe o que eu acho que eu tenho que fazer? Eu tenho que levar você pra dar uma volta numa 458 e numa 812. Ah, é com o escape feito, um V12, né? Hã? Porque assim, a tua reação pro V8 da AMG, que foi legítimo, a gente capturou isso. Aliás, vai sair vídeo, esse vídeo vai sair aqui no Flow, né? Vocês vão ver o Igor ligando o AMG pela primeira vez e prestando atenção.
Tudo bem que está amplificado o som do escape que está no meu carro. Mas vocês vão ver a primeira reação. Isso é que nem você comer uma fruta. Você comeu um maracujá. Beleza? Você sabe o que é um maracujá agora. Tem toda uma outra uma feira inteira para você provar. E o cupuaçu do negócio o cupuaçu o cupuaçu.
Eu acho que é um V12 Ferrari, velho. Não? Entendi. Cara, eu queria estar no seu lugar. Você vai ter, pela primeira vez, essa sobrecarga sensorial. E eu lembro e guardo com carinho as minhas primeiras vezes que experimentei esse tipo de motor. Mas eu experimentei já sabendo como era o ronco e já tendo uma ideia de quanto eles andavam.
Você chega com um nível de desinformação que vai ter um impacto tão fudido no lado sensorial, cara. Eu queria muito estar no seu lugar. Eu quero sentir essa... Não sei de nada e vou descobrir isso pela primeira vez. Porra, vai ser foda pra caramba. Se você entrar hoje no canal da Vanguard, os 10 primeiros vídeos, acho que dos 10 que tem lá, 5 são de ronco. São exatamente isso que a gente tá falando. Dessa parte de experiência. E, cara, o vídeo vai bem, mesmo pra quem não conhece.
Agora, tá ali ao vivo, velho. Você sentiu a pressão sonora, você sentiu a tua ribcage, as tuas costelas vibrando junto, assim, e aí vem a patada e o negócio vai... Nossa! É instintivo. Mexe com coisas que estão... Não tem como você não gostar, cara. Você gosta de... Cara, você gosta de metal, caralho. Sabe aquela hora do solo que o cara entra assim e começa a puxar umas notas agudas, tá? Não sei se... Caralho! Que coloreiro toca pra caralho! Tá? Não sei o quê.
É comparável? É mais. É mais. É mais, né? É mais. Se você pegar uma pessoa que não gosta de carro, esse carro barulhento de merda que passa aqui na frente toda hora, você pega essa pessoa, e é uma Ferrari passando, põe ela dentro do carro, ela está dando risada.
Está no nosso instinto É alguma coisa relacionada Sei lá, aos cavalos, ou a trovão Ou a rugida de um leão Eu não sei o que é Mas 100% das pessoas que odeiam carros O corpo reage O corpo vai reagir por elas Ele solta hormônios na tua corrente sanguínea É um fato Você arrepia literalmente Eu estou arrepiado de pensar nisso O cara nunca Agora deu vontade Eu estou louco para sentir
Quer ver? O carro mais sinistro que eu já guiei foi um Aston Martin e essa é toda a informação que eu tenho dele. Era um Aston Martin conversível e essa é toda a informação. Mas peraí, que época que é? Porque é importante a época pra gente entender que tudo isso que a gente viveu aqui, tudo isso que construiu o Velozes Furiosos, por exemplo, não existe mais do mesmo jeito. Tá tudo muito filtrado. Então se você dirigiu um Aston Martin em 2020... ...
Eu te falo que é uma experiência mais sabor chocolate. Tá bom. Você entendeu? O chocolate de verdade tá na era Fisker, que era dos anos 2000, da mesma época do filme. Ali é o ápice. Chama a era Fisker, porque o desenhista, um dos caras que desenhou todos os Aston Martin nessa época, era o Fisker.
Não era o nome do cara. Dan. Dan. Se não me engano. Eu acho que foi mais ou menos 2015. Sei lá qual que foi o ano. 2016. Começou o sabor chocolate. É, o sabor chocolate na indústria que começou nos 2015. Mais ou menos, né? Grosso modo pra cá. É toda essa parte do S&P. Por que ele é sabor, Aston Martin? Porque...
Exatamente o que o Barata falou. Talvez a indústria saturada de carros, os carros cada vez mais competitivos, entra o pessoal do marketing e fala assim, a gente vai agora projetar o próximo carro que vai ser lançado daqui a sete anos. O que o consumidor quer?
Certo? Quando você faz essa pergunta, o que o consumidor quer, ela leva tudo pra um lado... Merda. Você entendeu? Tem aquela frase do Noel Gallagher que eu sempre cito. Os caras não sabem o que eles querem. Essa que é a verdade. Se vocês soubessem o que vocês queriam, a vida era muito mais fácil. Era só falar assim, e aí família? Eu vou botar uma enquete aqui?
de uns conteúdos que eu quero criar, e aí vocês votam, tá ligado? E aí eu faço. E aí vocês votam, e eu faço, e ninguém vê. É isso aí. Imagina que um chefe de Michelin, não sei o que, pergunta para os consumidores, o que vocês querem que eu faça? Eu quero o pneu mais barato, meu irmão. É isso que eles vão responder, cara. Eu quero o pica da galáxia e não quero pagar nada. É isso que eles vão falar. E aí a gente chega no quê? Toda vez que você respeita demais... É...
A média, o teu produto fica... Uma bosta. Então, e aí cabe no passado... Igor, o...
ia falar do Fisker, ia falar do cara do Honda, como é que é o... Shigeru Uehara. Uehara. No passado você tinha, assim, engenheiros, pessoas, Enzo Ferrari, hoje a gente tem, sei lá, Christian Koniseg e tal, você tinha essas cabeças que a gente pensa assim como se fossem compositores, cara.
Eles criam as obras, eles criam o novo álbum, o novo carro, o novo sensorial, o motor. Pô, por que que os caras inventaram botar um porra do motor rotativo num carro? Você entendeu? Eu tô entendendo, cara. Comercialmente isso não faz sentido, irmão. Assim, por que que você vai gastar dinheiro pra desenvolver uma tecnologia que é super complexa? Por que que ele fez isso?
Que é legal? Porque ele ousou, cara. O que ele queria fazer? Ele queria ser diferente, de certa forma. Você entendeu? E ali deu certo. Teve muita coisa que não deu certo. Muitos projetos que não deu certo. Mas esses são os ícones que foram construídos ali na metade do século passado até os anos 2015, que você falou. Que hoje a gente está meio que perdendo isso. A C63 V8 não existe mais. E eu acho também essa questão de comitê.
Antes você tinha um maestro, um engenheiro maestro que cuidava do projeto inteiro. Agora é um time de engenheiros com caras de marketing apitando, de produto apitando. Tem um projeto muito especial da Ferrari que era tão especial que o Enzo se submeteu ao maestro, projetista-chefe. A F40. Quem que era o...
O Nicola Materazzi. Materazzi? É o cara que fez a Ferrari F40, que é do fim dos anos 80, mas foi o último grande Ferrari que foi aprovado pelo Enzo. E é o carro que tem uma história interessante porque...
Ele nasceu de um carro de corrida que foi cancelado, que era uma versão... 288. É, da 288 GTO, que ia ser numa categoria ali de grupo B e tudo mais. Vocês não querem chocolate? Ah, sim. E por que você jogou pra cá? Não sei. Eu joguei? Tá adoçando o seu paladar, porque existe aqui na fronteira leste-oeste, que tá meio ali, ó. Deixa eu botar perto da chave aqui, ó. E aí, se liga só. Aí...
O Enzo Ferrari falou que ele tinha que transformar aquele carro, aquele carro de corrida em um carro de rua, e deu um ano para ele fazer esse projeto. Aí o Materazzi falou, não, beleza, eu faço para você e tal, mas eu só tenho uma condição. E ele escreveu um bilhete lá, no rompe colione. Cara, não me enche o saco, não me enche os bagos.
Então, a agenda do Enzo Ferrari, qualquer coisa que tinha se lembrava do Materazzi, vai chamar qualquer coisa. Não, eu não posso encher o saco dele, não sei o quê. Ou seja, o Enzo Ferrari, o dono da casa, não, não vou encher o saco do meu engenheiro, vou deixar o cara fazer o trabalho. Nasceu a Ferrari mais cultuada da Ferrari moderna, que é a F40. Pô, maneiro demais. E cadê esse cara? Cadê o Materazzi? Ele tá vivo ainda, mas saiu da indústria, né?
Deve estar super velhinho, né? Ele já estava super velhinho. E super rico também, né?
Não sei. É como os grandes pintores. Naquela época não era muito lucrativa. É, tem isso. Só na era Luca de Montezemolo. Depois que ele morreu. Aí vira uma marca. Aí a Ferrari vira algo além do carro. Não só mais um carro. O carro vem daí que a galera compra.
Por outros motivos. Até a Ferrari mudou, né? Nesse sentido. E a Alamele ficou mais legal ou menos legal? Depois que o Enzo morreu. Pra mim... Não, ficou... Fizeram coisas muito... Muita coisa boa. Até 2015. Muita coisa boa até. Eu acho que a última...
Que faz sentido. O mesmo prestígio que tinha? A Ferrari é respeitada como um puta carro mesmo? Como carro, para entusiasta, nesse grupo de idiotas aqui, que é pequeno, que não tem dinheiro para comprar, inclusive, o carro, perdeu o prestígio. Como carro.
Os últimos. Por exemplo, a substituta da F... Posso estar errado, tá? Você pode ter uma opinião errada. Se é F80, eu já sei que você está certo. F80, esquece. A F40 lançou uma tradição na marca, a cada 10 anos, lançar um sucessor à F40. Aí teve a F50, aí teve a Enzo, aí teve...
La Ferrari. E aí vem depois a La Ferrari, sai do motor V2 e vai pra um V6 híbrido, todo pica da galáxia, que faz 0 a 100, não sei o quê. Mas aquela Ferrari que a gente conhece, desses últimos que eu falei, que o carro completamente se deslocou. Aí eu venho aqui e falo, que eu já falei essa história mais uma vez aqui, aí eu venho aqui e falo assim, que absurdo, o cara falou que o F80 foi um sucesso, vendeu todas. Sim, mas quem tá comprando,
Quem compra essas Ferraris hoje, comprou uma questão até de mercado, porque um carro reserva de mercado é super raro. É uma coisa você comprar, sei lá, uma garrafa de vinho que vai ter 100 tiragens e daqui a 5 anos está valendo 5 vezes o preço. Não é mais o entusiasta que está comprando. Exatamente. Nem é mais para ele que a marca está fazendo, talvez. Não mais. Você fez um vídeo muito bom da elétrica, da Lutti.
A Ferrari está lançando meio que atrasado, né? Agora a primeira elétrica, né? E trouxe ideias para como pensar um carro muito interessante. Mas, mano, tipo... Esquece. Qual que é a diferença de uma elétrica para um BYD hoje em termos sensoriais? Nenhum. Zero.
Então o que fez a Ferrari até ali... Não, sério, não. Estou sendo exagerado. Menos três. Em termos sensoriais, talvez seja só... Eu acho que o que pese é saber que você está dentro de uma Ferrari. Igor. É isso. É isso que sobrou. Porque pisar no carro, de fato, vai ser parecido. Imagina a credibilidade do fogo de chão lançar um restaurante vegano. Você acha que a galera vai curtir? Total, entendo. É isso.
Eu dirigia o Mustang... Não tem. Mustang, como é o nome dele? Mac E. Cara, você coloca lá pra ele no modo esporte, ele começa a fazer barulhinho de motor dentro da cabine. Eu até te lembro o motor. Sabor motor. Sabor motor. Pelo amor de Deus, não tem como... A história do fogo de chão, quem que ia odiar? Quem come carne e os veganos. Ou seja, você conseguiu uma unanimidade na real. Você é odiado por todo mundo. Exato. Exato.
Tem jogos que não é pra alguns players, cara. Perfeito, concordo. A Ferrari, por acaso, hoje faz carro, né? Mas ela é mais que isso. Ela é um ícone da cultura. E você sabe que... Eu não sei se foi a Ferrari ou se foi o Rolex que criou essa cultura da escassez, né?
Porque a Ferrari, na época do Enzo, os carros eram inacessíveis por outros motivos. Eram carros de produção baixa e basicamente vendia para quem ele queria. Era uma coisa muito autogerida ali. E por isso também, automaticamente, a coisa de Fórmula 1 criou o mito. O valor da Ferrari é muito orgânico.
chega, eu comi o macaralho mas agora, esse negócio da Ferrari ser inacessível ou alguns modelos serem inacessíveis é porque os caras escolheram é uma escassez artificial cara, você está nadando em grana você chega lá, pô, eu quero comprar uma
Mais foi 80. Mas, cara, você não vai conseguir. Você não vai conseguir comprar nenhuma pista, que seria uma de produção limitada. Você vai ter que começar na porta de entrada, comprando os carros que estão mais encalhados, encher eles de opcionais para ser direito ao que se chama de alocação, né? Para você ter o direito a entrar nessa fila de espera aqui dos modelos mais especiais. E quem sabe um dia você chega lá. Sabe quem faz isso?
A Rolex. Agora, eu não sei quem começou primeiro. Agora, eu sei que tem muita gente copiando. A Porsche está fazendo isso direto agora também.
GT3, que é o esportivão dele, GT2. Você pode ter a grana que você quiser. Você não consegue comprar de cara. Você não compra. No mundo todo. Eu fiz isso. Eu fui comprar uma GT4 e não me venderam. Nunca tinha comprado outra Porsche. E na época aquela custava R$ 300,00 mesmo. Mas você era um cara que eles tinham que ter... Enfim, mas é... Você vê, né? Não vendeu? Comprei uma Mercedes para ser minha 3. Está aí, ó. Nada contra a Porsche, mas está aí, ó. Estou feliz.
Cara, eu acho isso uma... Olha, eu acho que quando tem um propósito, tudo bem. É a Ferrari, é a Rolls Royce, eu vou vender. Eu vou vendo para vocês, tem dinheiro? Demorou. Mas deixa eu ver aqui, deixa eu ver se tu é bicheiro.
Tá ligado? Tudo bem. Ela tem essa preocupação. Isso. Mas além disso... Daí a... Não, eu vou fazer você fazer uma jornada inteira aí, seu babaca? Aí não. É bem seu babaca, é bem isso aí. Só fazer uma adenda aqui. Eles me ligaram depois pra segunda cota, na verdade. Só que o carro já tinha dobrado de valor.
Só fazer essa conta. Eles me ligaram. Mas era antes da pandemia. Não fizeram o preço da primeira. Não fizeram. Só fazer uma dente porque senão vou dar de mentiroso. Entendi.
É, mas eu não tenho essa pira não, mano. Eu estou lá ainda. Então, assim, eu não estou nessa. Porque o que acontece? Isso é um único... Lembra quando eu te falei que eu... Quando eu queria um carro conversível, eu nem sabia que dava para eu ter uma Mercedes, tá ligado? Sim. Então, o meu topo do topo do topo do topo do topo era o Fusion. Então, neste momento aqui para mim, todos esses carros aí estão completamente em outra dimensão, tá ligado? Eu ouço falar.
É diferente de uma semestre de um fila da puta que me colocou dentro. Tem que botar ele na feira. Tem que levar ele pra fazer feira. Você não tá ligado. Agora eu tô começando a conhecer os feirantes. Calma. Tô me aproximando dos feirantes. A boa notícia pra ele é que os carros legais são de 2015 pra trás. Você não vai sofrer com esse negócio de alocação. Era isso que eu ia falar. Você tá na época certa pra comprar os últimos carros legais.
Porque, assim, algumas marcas já estão perdendo a mão. O que levou a gente, desde Moleque até aqui, que criou essa cultura do Velozes Furiosos, inclusive. Engraçado, né? O Velozes Furiosos, ele botou... Estou fazendo um adendo aqui, que agora me pingou. Ele meio que botou a pecha na Ferrari de carro de cuzão.
no primeiro, quando eles alinharam não tinha, que era do diretor, inclusive, né? É, mas porque eles estão lá, naquela região lá de Los Angeles, aquele eixo, né? E, cara, o dono de Ferrari naquela época era esse estereótipo mesmo. É verdade. Era esse estereótipo. É diferente, né?
Mas é verdade, ele... E o mais irônico... Ele carimbou, né? É o mais irônico que o cara chega do Supra do lado da Ferrari e pergunta quanto que é um carro desse. Mais que você pode ter, amigo. Ferrari. Ferrari. Cara, depois de 10 anos, depois do filme, o Supra valia muito mais do que a Ferrari no cara. Verdade. Caralho, velho. O Supra era um carro... Esportivo legal usado. Esportivo legal.
depois do filme, virou um ícone. Eu posto qualquer coisa de Supra no canal, cara. Qualquer coisa que você escreva Supra hoje, os caras vão clicar. É impressionante. O que tem de tudo interessante no Supra? Sinceramente, se comparado com um GTS, se comparado a um RX-7 que eram os concorrentes ali da época.
Por que esses outros carros não subiram tanto? Você entendeu? Sinceramente eu não entendo. Só pode ser o filme. O filme, lógico. Mas assim, pensando tecnicamente o RxS é mais legal, tem rotor. Você tem lá os carros aliás foram os dois carros, os grandes carros do Paul Walker na franquia, o Skyline GTR R34 e o Super que eles usam no primeiro filme, são os carros que dispararam mais. É um personagem no final. É. Você entende? O carro vira um personagem, vira uma marca. E o Skyline é maneiro?
Porra, do grande caralho. Esse é realmente genuinamente do caralho. Toda a história, né? Justiça seja feita. Genuinamente do caralho. O Supra é legal pra caramba também. O Supra, na verdade, era carro de fuçador, porque o motor dele, do 2JZ, é tipo um motor de opalão. Aceita desaforo e sobrepressão até o espaço. Câmbio também. Então era carro assim de... Tu gosta dessas porras aí, baralho? Isso aí é a minha vida.
Só leva o pessoal pro mau caminho e gastar mais dinheiro. Então tá. Tu é do time do Ricardinho também, então. Também coisa faz tanto. Tu gosta de uma lasanha fedorenda. Lembra que eu quase tripliquei o orçamento dele. Melhor você não ficar vivendo muito comigo não, hein?
Barato é aquele amigo que quando chega na casa, a mulher olha assim e fala, puta merda. É o cara que vai fazer ele gastar mais dinheiro. Sabe por quê? Porque assim, o Gui é o cara... Tu vai ver o vídeo do Gui falando de carro. Qual foi o termo que a gente usou da última vez?
música clássica mas não era mais é isso é carro erudito vai ouvir ali aquela porra tomando um vinho com um monóculo sentado na frente de uma lareira
E aí tu vai ver o vídeo do Gui, tá ligado? Falando de carro, muito foda, ouvindo uma música clássica, não sei o quê. O Ricardinho, ele é mais nóia, meu irmão. E ele gosta de uns troços assim, mas de porra, lasanha. Tu gosta de lasanha, não gosta? Eu tô no meio dos dois, eu diria. Olha, eu posso dizer... As drogas eruditas, eu acho que eu diria.
É um vício com classe. E você sabe qual é o problema disso aí, Gorzão? É que você ganha argumentos, cara. E aí eu te dou os argumentos e você não consegue fazer nada e você vai acabar comprando. Entendi. Você venderia uma C13? Sinceramente, tá? Sem meme. Sem meme. Não, nem faz essa pergunta. Você vai fazer essa pergunta pra ele? Você venderia uma C300 2024? Novinha. Tem nem 30 mil...
Nem 30 mil rodado. Eu não teria comprado.
Por que vocês estão rindo? Caralho, velho. É real pra caramba, velho. Devolveu a tijolada que eu recebi aqui no início. Não, mas eu jamais teria comprado. Devolveu a tijolada. Até porque é quatro cilindros híbrido agora, né? Puta, velho. Obrigado. E ser híbrido é importante pra mim. Por quê? Porque... Pra rodízio, cara. Você pode andar com um carro, um fit, pra tampar rodízio. Tá maluco? Não, não, não.
Corta a cena daqui. Galera, tô aqui com o C63 aqui, meu fitzinho de rodízio. Não, fit de rodízio. Boa ideia. Aí nós vamos ter que conseguir encaixar. Tem que ser uma placa de... Qual que é o final do tour? Não é oito ou não, né? É oito. Isso aí é foda, porque nós vamos ter que trocar. Porque a SLK também é oito. Mas eu falei, não precisa de... Faz a limpa. C63 tem uma outra ideia. Eu sou o segundo carro, entendeu?
Corolla híbrido? Não, matou a pau. Totalmente racional, discreto, zero dor de cabeça. É isso aí. Meio chatinho de bícola.
Não faça contas, né? Só pra você entender a vibe do Juliano, tá? Eu, antes de eu ter o meu canal, esse cara aqui, ele já fazia os vídeos dentro da plataforma dele, que é o Flatout, que você recebeu aí, a camiseta dos 25 anos. 25 anos, hein? Calma. 12. 12. O que tem 25 ali? Não, é 12. É 12? Eu li 25, não sei por quê. 25 é Velocity Furiosa.
Ah, era isso. 25 anos de Velocirante. Esse cara já tinha um portal de... sobre lasanha, sobre argumentos técnicos. Então, lasanha, Ricardinho. Argumentos técnicos, Guilherme. E mais um monte de outros filmes, não sei o quê. E o Barata, na verdade, foi o motivo de eu estar aqui hoje. Porque eu abri o meu canal e falei, porra, quero fazer um negócio legal. Quem faz negócio legal em português? Ele, já fazia.
A gente já se conhecia. E a gente já se conhecia até antes. Se eu conseguir chegar num nível pra gravar o review, aquele review que você fez da G20, ali foi um estopinho. Cara, eu preciso mudar a minha... As minhas... As minhas abordagens aqui no canal. E...
Por que a gente tava falando disso mesmo? A gente tava falando de de onde está o Barata. O Barata, ele meio que circula em todos esses mundos, cara. E ele, portanto, é o cara mais perigoso dessa vez. Porque ele tem argumento técnico e ainda ele entende a parte emocional. Então tá, peraí. Tu tem quantos anos, Barata? 43. Tá bom. Até mais ou menos da nossa idade, né? Eu tenho 41.
Como é que tu era daqueles moleques que ficava na escola, sentado aqui assim? Eu tinha uns amigos que era assim, a gente ficava sentado aqui assim, na porta da escola aqui assim, passava um carro, o moleque falava, gol, não sei o que, não sei o que lá, tem ar-condicionado esse daí. Aí vinha outro que assim, esse gol aí, tá oando, não sei o que, esse não tem ar-condicionado.
O moleque era retardado a ponto. Ele sabia tudo. De olhar que assim ele já sabia. Tu era esse moleque também? É, acho que um pouco pior que isso, na real, Igor. Esses eram meus amigos. Quando eu era moleque, eu queria... Antes o Veloz dos Furiosos, mas eu já tinha... A cena que me impactou, que me fez... Não, eu quero fazer parte desse mundo. Foi um cara que eu conheci muitos anos depois. Eu tava na Faria Lima com os camaradas.
Era fim dos anos 90, 96, 97. Tava pra atravessar a rua pra gente ir pra uma balada.
Meu, de repente eu gostei Um barulho de V8 assim O cara cutucando no acelerador E aí, cara, sai um Charger prata Com escape aberto, cara Vindo de lado, assim, entrando na Faria Lima E eu, idiota, aqui na... Justamente no fim do cruzamento, o carro veio Eu fiquei lá no meio da fumaça, aquele carro
sei lá, já eram 6, 7 mil RPM. Muitos anos depois descobri que era um cara que se chama Gorda dos Doge, que era uma autoridade no universo dos Doge. Falei, meu, não sei o que acabou de acontecer, mas eu quero fazer parte desse mundo, cara. Foi ali que eu fui picado, assim, de forma permanente. Eu não quero só ver e curtir carro e jogar videogame, ver foto, não. Eu quero ter um carro como esse e quero fazer parte desse mundo. Foi mais ou menos o que a molecada sentiu quando viu Velociriosa, só que eu vi com aquele Dojão saindo na minha frente, né? Você entrou na balada?
Cara, eu nem lembro o que aconteceu. Eu fui, mas acho que eu fiquei que nem um retardado. Falei, meu, que caralho? O que é aquilo? E tudo isso. Treino abalado. E aí, o que aconteceu? Aí eu descobri, na época, nem tinha Google essas coisas, né? Eu descobri que tinha uma oficina na Lapa, que era o Pedrinho, que era das antigassas, que meio ficha com os Mavericks e tudo mais. E trabalhava de porta meio fechada naquela época. Acho que eles estavam montando uma outra oficina ainda.
E, cara, eu queria tanto fazer parte daquele mundo que eu fui lá, bati lá no portão, entrei ali por baixo e tal, comecei a conversar com ele. E, cara, o Pedrinho, Piquet, esses caras das antigas, bicho, meu, não tem papas na língua, cara. Se ele vê que você não entende nada, cara, você toma uma traulitada ali na hora, né? Só que ali eu já tava nessa pegada, já tava estudando tudo dos carros e tal.
E aí ele virou pra mim, assim, eu lembro que a gente tinha um Mustang, né? Capuzão aberto, assim, um Mustang, sei lá, 69, uma coisa assim. E aí ele virou pra mim, assim, e falou assim, meio que puxando o assunto. E aí, você acha que isso aí é um Cleveland ou um Windsor?
grego, né? O que é isso, né, cara? Aí eu falei, não, isso aqui é um Whindsor, cabeçote menorzinho e tal, não sei o quê. Pô, aí caí nas boas graças dele. Aí, beleza, começamos a conversar. Imagina, era um moleque, cara, tinha 17, 16 anos e tal. E era uma coisa muito específica, né? Mas eu já tava nessa pira. São as duas fábricas da Ford que faz esse.
É, eram dois motores similares, mas muito diferentes em dimensão, né? E aí, nessa época, eu já tinha nos encontros de poço e tal, mas eu não era ninguém. Não tinha carro, não tinha grana. Então, eu ficava lá só nas rodinhas, não falava nada. Porque os caras estavam tudo casca grossa, mais velho. O cara era um outro mundo, assim. Era um mundo bem mais pesado, assim, né? Os caras andando duzentos e pouco com os mavecãs, com os lojões na marginal.
E eu pirralho lá, ficava lá no posto, só olhando e tal. Enfim, não falava nada. Só ficava ouvindo, ouvindo, ouvindo, ouvindo. Era o meu programa. E os teus pais falavam o quê?
Ah, não sabiam, né? Mas na verdade, assim, meu pai, ele me influenciou muito, porque dois filmes que são dois grandes pilares, assim, da cultura automotiva, que é o Bullet e o Grand Prix, que são filmes do década de 60, foi ele que apresentou pra mim. Quantas vezes ele elogou os dois VHS e a dois VHS do Grand Prix pra mim? Acho que é uma meia dúzia. Então ele, na verdade, é o grande responsável pela picada do bicho aqui, aí eu gostei da droga um pouco demais, né? Aí saiu do controle. Esse é o Velocity Fioz da época deles? É.
Sendo justo, acho que nenhum filme chegou nessa relevância no mundo real do Veloz e Furioso, mas mexeu muito. Será que não aquele, como é que é? Rebede Sem Causa, não foi?
Tem muitos filmes. Mas é que o Veloz e Furiosa é na época que a internet começa a se espalhar. Em 2001, eu lembro que em 2001 teve o primeiro filme pirateado que eu tive notícia que foi o primeiro filme do Homem-Aranha. Os caras baixavam no Emule e gravavam num CD, faziam VCD pra ver nos DVD. Esse foi o primeiro filme pirata que eu vi na minha vida.
Caralho, ver um filme no computador Antes não existia ver um filme no computador Primeira vez Que foi nesse ano aí, 2001 O Orkut surgiu em O Orkut foi em 2003 O Velociriós explodiu antes Do Orkut e do Facebook
Orkut é depois do Velocity Furiosa? Nossa, eu tô velho, mano. Eu tô muito velho. Eu fui conseguir o meu convite pra entrar no Orkut no Gmail, que era que... Ah, os convites é depois ainda, né? Em 2004. Que aí alguém, que é uma amiga do... A namorada do amigo meu me mandou. O meu logo no Orkut, acho que era Hotmail ainda. O que que é? Com o e-mail do Hotmail, se não me engano, que eu logava no Orkut. É, não. Pra tu ver, tá velho.
Não. É, eu não lembro mais nada. Eu não lembro mais nada. Hoje tu tem quantos carros, cara?
Bom, que anda mesmo, tem um só. O Rondi S2000 que tá lá na Suécia. Tô restaurando uma Alfa antiga de 72. Que anda tem um só. Exatamente. Porque é assim, né? A gente tem vários meios carros, né? Porra, eu não posso ir pra aí não. Nunca termino. Eu não posso ir pra aí não. Não tem nem espaço físico pra isso, cara. Qual? Esse aí de, porra, caralho. Daqui a pouco tem um monte de carro que não anda. Não, você se resolve. Ô, Igor, isso é a coisa mais fácil que eu resolvi.
Não, não, não, não quero não. Não, não, não. Descuta que você vai. Vai dar certo. Vai dar tudo certo, Igor. Igor.
Não, não, não, tá maluco. Como é que ela não vai saber? Ela que lida com dinheiro, porra. Ela vai saber, porra. Tá maluco. Deixa a SLK lá. Eu tenho um lugar pra guardar ela. Eu deixo ela pronta, assim, ó, pra você... Falaram, Gui, pode usar a SLK, você me liga assim. Eu falo, não, pode ir lá, pessoal, tá... Abastecidinha, bateria em dia. Só ligar aí. Pô, isso é bom, hein? Gostei da ideia. Vai nessa, meu. É bom. A gente faz isso extra oficialmente, lá. Não tem serviço pra fora, mas a gente se encaixa nessa.
Tá bom, vamos começar isso depois, né, cara? Eu tô fudido, mano. Já espanou. Como é que eu vou explicar essa porra? Não deixa ele fugir depois. Não vai fugir, não vai fugir. Como é que eu explico isso pra minha mulher depois? Não precisa. Olha, falando sério. Você sabe que ela vai gostar depois? Ela vai gostar, pô. Então, eu não duvido não. Eu vou te falar, sério, sério. Ela vai ficar cansada de carro com ronco bosta.
Anota o que eu tô te falando. Sabe o que ela vai fazer? Ela vai descer da C63 ou da S que você for comprar, etc. Aí ela vai andar no outro e fala mas isso aqui não tem mais uma graça. Mas ela gosta de carro elétrico. É uma questão de ir na feira, velho. Tá bom. É sensorial. É sensorial. Vou botar ela pra andar na minha C63. A MG. De verdade.
O barato, filho da puta, na cara dele. O que eu posso fazer se a droga é boa, meu? Não tenho o que fazer. Ele tá rindo de nervoso, né? A chave já cruzou? A chave já cruzou? Já cruzou a fronteira. Você viu, né? Tá na DMZ agora, né? Ela quase anda sozinha. Coreia do Sul, Coreia do Norte. Vai.
Olha, eu topo a gente trocar uma ideia, falando sério. Vamos trocar uma ideia. O complicador é que tem que ser logo, né? Tu viaja esse mês. É, a missão, ela é dia 27. E pode acontecer no meio do caminho a gente perder o carro, tá? Pode acontecer. Mas, é...
Aí a gente vai no... É, então, tem o leilão em Tóquio também. Mas aí você perdeu o carro, você não vai querer vender a Mercer também. Gigantesco. Enorme. Não, a Meca... Não, eu não teria a urgência que eu tenho agora, certo? Sim, verdade. Eu não tenho a urgência. E outra, também. Eu gosto do carro, eu uso ele quase que diariamente. Tipo, se eu trocar esse carro, tem que ser pra um carro mais da hora. E o Eunus é um deles, você entendeu? O Eunus é um deles, ele tapa o buraco.
Eu acho que a parada é essa. É sempre um carro mais legal. Voltar é só se tu tiver fudido. Na verdade, eu nunca pensei em vender esse carro. Eu nunca pensei em vender. Eu nunca tinha pensado em vender o Fusion também. Então, só que as oportunidades surgem nas horas que a gente não está preparado. E é meio que isso. Aqui eu posso transformar esse carro num negócio bacana para o canal. Posso contar muita história com o Eunos. Mostrar para a galera que não conhece. Você já ouviu um Três Rotores?
Você entendeu? Eu vou trazer essa história pro Brasil. Então, por isso que eu... Isso é uma missão. Você entende? Eu tô imaginando o mundo de todo mundo muito feliz. Você com o Enos Cosmos, ele de C63. E alguém aí do chat com uma C300. Tipo, 2024. Sensacional, pô. Pouquíssimo rodada. Pouco rodada e tá filé. Eu andei no carro sem comentários. É só comprar e usar. Agora, viu? Manda fixo agora, mano. Todo mundo feliz. Mais pobre talvez, mas mais feliz.
Eu acho que eu vou me foder muito mais do Cosmo do que... Ah, você tem uma oficina. Não, mas peraí. Mas não é assim. Não é assim. Você tem mais de um carro que anda. Não tem umas BMW. Cara, a idade média das minhas BMW deve ser 2003.
Mas a Alessandra... Ela se vive de boca aberta, assim, lá na oficina. É. Assim, ó. Dos carros que eu tenho... Qual que eu desceria hoje por Rio Grande do Sul? Acho que só esse. É? Só esse. Ó, eu preciso descer por Rio Grande do Sul amanhã. Mil quilômetros. Bate, ida e volta. Mas você desceu com a M5. Desceu recentemente? Não, eu desci com a Série 8. Série 8, é. Três anos atrás. Tem essa história no canal, inclusive. A gente vai ficando velho. Três anos atrás, recentemente, pra mim. É.
três anos, e ela foi e voltou com o vazamento no arrefecimento eu não consertei até agora porque é que ela virou também um carro do canal eu estou com algumas coisas planejadas mas eu nunca consigo botar ela pra serviço por quê? carro de cliente é sem prioridade porque tem um negócio na a galera acha que eu estou brincando, mas não é você só entende quando você é dono imagina que você tem um mais mais
Você tem uma hamburgueria. Você tem a capacidade de fritar 10 hambúrgueres por dia. Certo? Você tem que faturar aquilo ali pra pagar as suas contas. Se você decide comer um desses hambúrgueres...
você não só deixou de faturar aquele hambúrguer que você não fez, como você gastou a mão de obra. Então, quando eu falo assim, que, pô, consertar meu carro é mais caro do que... Eu penso, às vezes, assim, até em terceirizar algumas coisas. O Gui, ele entra no... Por isso que eu não queria vender a porra da SLK, entendeu? Eu sei que tu investiu uma parada naquela porra daquele carro ali, entendeu?
o lance é o seguinte você entra na pira emotiva quando ele viu o Enoscosmo aí depois ele vai baixando pra racionalidade que é isso que ele começou a entrar o meu papel como amigo dele é trazer ele de volta lá pra cima é basicamente que terminou assim, não comecei a fazer umas contas
foda-se meu, eu não costumo com 25 mil quilômetros, depois você faz depois você paga isso o carro é realmente uma oportunidade brincadeiras à parte quando você deu o propósito eu falei, mano esquece, eu vou achar um carro pra você só que aí surgiu terça-feira, depois é a porra do carro você fala, mano, vamos conversar de novo eu topo vamos conversar depois todo mundo feliz
E aí vou dar mais um adendo para isso funcionar. Eu não vou dar a garantia do carro porque é 2016. Nem a Mercedes dá mais a garantia. Mas eu consigo te resolver a mão de obra. Certo? Justo? Nos próximos seis meses? Tá bom? Se acontecer alguma coisa é só levar lá que o serviço está garantido. E mesmo que eu tenha que pagar o serviço, é você que vai resolver. Você sabe disso.
A gente vai até o final. Sempre. Tá fudido. Então assim, quebrou qualquer merda, é tu que vai mandar buscar. Tá ligado? Coisa mais fácil, é um telefonema. É isso. Ele tá tentando pôr dificuldade, mas não tem volta. Eu sei que não tem, eu sei que não tem. Eu sei que não tem, entendeu? Pra mim, de coração, a única parada que me pega é que eu vou ter que ficar escolhendo carro pra quando eu for pra uma reunião no Morumbi, eu vou ter que ver que dia da semana que é.
Entendeu? Que hoje eu não preciso fazer isso. Pego meu carro e vou e foda-se. De verdade, a gente tá brincando, mas de verdade, eu não teria pego a C300, considerando o perfil e a experiência que você teve. Pegaria a C63, limparia a garagem, beleza. Corolla, como o Luiz respondeu. Como o Luiz respondeu, o que acontece? Essa dupla é matadora. Tá bom, mas só pra... Beleza, legal. Só que só pra deixar claro também, que assim, eu não fiquei triste com a C300, tá?
Eu só não sabia o que era uma MG. Então, porque os caras falam que o TK me fodeu, mas ele não me fodeu.
Em nenhum momento, inclusive, ele falou Isso aqui é uma MG Ele falou que era uma C300 Então só pra deixar claro É que o Zé Curubu é foda Ele tem cara de Zé Curubu Vem na fonte da juventude
Salve, TK. O carro veio na moralzinha. Não tem nada pra falar, não. Não, o problema é referência, cara. E é um carro pra determinados usos e determinado perfil, mas... É, a verdade é que a gente tá falando de um Corolla híbrido aí só porque eu tô duro. Não, era C300 híbrida, porra. Não era porque o Corolla tem outra função. O híbrido dele é econômico, né? O do meu carro não é econômico, não.
Você passa também mais despercebido de Corolla. É bom você ter um carro com esse contraste, eu acho legal. Duas classes C, acho estranho. Vai comprar um Corolla vermelho. Tá ligado, certo? Você acha? Você curte os vermelhos. De repente, será que era o caso de eu olhar um outro tipo de carro? Porque já que eu estou... Eu nem falei nada, mas ele já está querendo fazer merda. Aproveita a oportunidade. É que eu estou saindo do armário.
Eu tô saindo do armário. Eu sou o cara... Escolha mesmo as próximas palavras. Eu vou te pôr no mau caminho. Eu tava no Fusion. Ele tinha aquela função que eu te expliquei. E era assim que eu vi um carro. Só que agora... O cara fala... Não gosto de SUV. Eu gosto de sedã. Eu gosto de barca. Isso aqui é uma barca. Então o outro pode ser...
Outra coisa. Pode ser um outro tipo de carro. Não precisa ser um sedã. Pode ser outra coisa. Mas eu não conheço. Qual o objetivo do deslocamento? Esse aqui é pra curtir. É andar em São Paulo. É que assim, eu ando com esse carro no dia a dia. Esse carro faz tudo. Leva cadeirinha, faz supermercado. Se quer acelerar, você acelera muito bem. Mas eu preciso de um híbrido. Entendeu? Eu preciso de um híbrido. Você quer um híbrido? É. Preciso de um híbrido. Ou elétrico. Ou os dois.
Um elétrico ia ser legal de ter também. Minha escolha pessoal seria o Civic híbrido. Porque não tem carro que faz... Esse carro faz 25 km por litro sem pensar. E ele é bem mais forte que o Corolla híbrido. Ele é mais caro, ok. Mas a entrega do carro, ele estaria mais para um Acorde do que para um Civic. Como é que tu se sente pagando o que a gente paga hoje no Brasil num Civic Zero? Sabendo que ele é um carro de outra categoria lá, por exemplo, nos Estados Unidos.
Esse Civic atual, essa geração atual que tem o híbrido, ele está reposicionado mesmo com um produto perigosamente próximo ao Accord. A Honda criou um problema para eles mesmos. Porque o carro ficou realmente muito mais luxuoso, muito mais meio acabado. E, tecnicamente, é a mesma solução de motor e o sistema híbrido é igual ao do Accord. Então, eles arranjaram um problema para eles lá. Agora, é um fato. Com o nosso real desvalorizado, imposto, etc, etc, o valor dos carros, onde estão hoje...
Mas ele é um carro... Porque, ó, o Fusion. Os caras usam... Porra, tu vai ver House of Cards. Os caras lá do escritório da presidência andam de Fusion, entendeu? Não anda de Civic. Você tá entendendo o que eu tô dizendo? Sim. Então, aqui o Civic, quando tu vai falar de Civic pros caras, tu vai falar... Eu vou falar de Fusion pros caras, tu tá maluco, pô. E o Civic? Eu, por caralho, o Fusion e o Civic, tá ligado? Sim, porque na época do House of Cards era um outro Civic. Esse Civic atual, ele tá...
nível do Accord. Sim. Agora, isso é uma coisa. O Accord é superior ao Fusion. Sim. Isso é uma coisa. Agora, todos os carros estão em uma ofensa. O ticket está começando em quase 100 mil. Quando está um Quid? 80? É, por aí. Meu Deus do céu. Eu até freiei esse meu comentário. Fala, porra. Não, Quid, porra. Vai pagar 80 conto no Quid?
Não dá, velho. Não dá, velho. Não dá. Não dá. Eu nunca comprei pra mim um carro zero. Não acho... Sei lá. Sensato. Eu... Mas é que, porra, eu sou nascido e criado lá no Rocha, né? Jacaré, Mangueira, por ali. Então eu... Eu já comprei um carro zero. Foi pra minha esposa.
E aí ela vendeu esse, comprou um outro zero. Entendeu? E aí vendeu esse e pegou um Bolt zero. Se o senhor quiser configurar o carro, cor, banco, tal, não sei o quê. E outra, o brasileiro geralmente configura o carro para o segundo dono, né? Tipo, ninguém mais usa na cor. O cara compra o carro branco. Ninguém usa mais. É, a oferta ela já é, ela já vem pausarizada. Por que você compra um carro branco, barata? Você tem carro branco? Você não lava ele. É um carro especial.
O carro branco, igual o carro da localiza, por todo respeito, igual o carro de aluguel aí, pô. E assim, tudo bem, mas é que, pô, vou comprar um carro que é o meu carro. E ele é branco, igual o carro que o cara aluga, tá ligado? Não, por isso que a minha Mercedes é vermelha, caralho. Ela é a minha Mercedes, entendeu? A C63, ela não precisa dessa porra. Ela tem outras atrechas que... Ela tem outra parada, entendeu? Ela é outra parada. Outra presença. Isso.
Uma porra. Acho que a gente já conversou essa porra, né? Mas o mercado é isso. A pessoa compra o carro pensando... Cara, eu fico muito feliz. Você está entrando em sintonia do negócio. E é totalmente natural. Passo a passo. Não, eu nem entendia nada.
concluída, caralho. Conversar com vocês vai me colocar... Hoje eu não preciso mais estudar, fazer esse programa aqui. Então eu já entendi. Eu já consigo... Eu sei que se eu começar a trocar a ideia com o Gui, de porra, ele me fudeu agora com aquela porra daquela C63 AMG, dali eu sou capaz de ir pra outros lugares. Mas isso faz parte da experiência do brasileiro que tá afim de ter um negócio bacana. Tá tudo muito caro. Certo? Então você acaba pegando ali um...
Um carro de 5 anos, 6 anos, tal. Então vai ser 2000 é que época? 2007. 2007. Mas o carro tem 24 mil quilômetros. 25 agora. O cara foi na Europa, cara. Tem toda a Europa pra comprar. O cara comprou um Honda 2007. Na Europa. Não é nem no Japão. Por que ele comprou esse carro? Porque o carro é muito da hora, velho. Sensorialmente ele tem coisas que despertam... Então, posso ser sincerão? Posso ser sincerão? Reações fisiológicas.
Porra, mano, eu tô é doido pra vender aquela SLK porque ela não tá ocupando o lugar que ela devia estar ocupando. Eu piso, ela é manca, entendeu? Todo respeito. Eu conheço um cara que você joga o carro na loja lá, ele vende em 13 horas o carro. Zeca! Mas o Zé Curubu não lida com essas lasanhas, não, pô.
A ideia é jogar no Easy, pô. Um abraço aí pro Tecarma. Mas o Igor já foi picado pelo bicho, né? Pô, por que que acontece? Ó, é... Essa SLK200, ela é legal porque ela é conversível, né? Mas, porra, assim, tirando andar na estrada, que na estrada é gostoso, não sei o quê, aqui dentro tu não consegue fazer muita coisa com o carro, porque ele é meio manco mesmo.
O Luiz andou nele pra caralho, não é? Meio manco. Tu sabe que é meio manco. Já pensou se ele anda num box, GTS, seis cilindrão, ou... SLK55, que é V8. Mas já tem uma bela idade, já, né? Não, mas eu não me importo muito, não. Eu acho bonitona essa SLKV8. É legal. Essa daí eu não sei como é.
O Porsche, o Porsche e o Porsche Boxster. Só que o GTS, seis cilindros. Mas pré-turbo.
Não, mas o GTS, ele ainda é... O GTS é 6 cilindros aspirado. A única exceção do catálogo é... Teve o 2.5, depois agora voltou, né? O GTS por 4 litros. É, mas daí é um carro de quanto tá um GTS? É caro pra caralho. Foda-se, aqui eu tô aqui só pra dar mais ideias. Só pra dar mais ideias. Tá mais que só dobro. Compre aí essa porra de escarraíba. Tá em outra faixa, mano.
Eu tô em outro lugar com outro carro ali, mano. Mas é esse pensamento que me fez comprar o S2000, cara. Esse carro eu podia comprar um Mustang novo lá. Foda-se, eu vou pegar um carro de 2007 porque é muito mais legal de guiar. Ele enche o teu saco? Dois cabias? Para toda hora? Não, isso é uma coisa legal. É um Honda, né? Então é um carro bem construído pra caramba. Eu fiz questão de pegar um carro pouco rodado porque o motor dele é... Eu não vou dizer que ele é complexo, mas ele é um motor muito preciso.
Então, um carro que se teve donos ruins, é um motor que vai sofrer muito. Vai dar dor de cabeça aí. Então, eu peguei um carro muito bom. Paguei caro pra caramba nisso. Poderia comprar um Mustang novo. E tô felizão com isso. Entendi, entendi. Tá com ele há muito tempo?
Um ano e pouquinho. Tá curtindo ainda. Eu falo foda-se pros outros pra levar os outros pro mau caminho, mas eu também sou adepto. Eu pratico o que eu tô pregando. É lógico, o foda-se bem calculado, no sentido de, pô, você não vai botar a sua situação financeira em risco, não é isso. O excesso de racionalização às vezes tira a gente de uma história legal pra curtir, entendeu?
E às vezes faz a gente tomar decisões que depois a gente se arrepende, que é o não ter feito alguma coisa. Puta, eu devia ter comprado aquilo naquela época. Devia ter comprado o C63 do Gui naquela época. Devia ter comprado eu no Scott. Eu tô tentando resolver...
Hã? Pô, velho, acho que tu consegue vender MC300 molinho, mané, pra alguém. Você vai parar pra quando mesmo? Agora, em domingo. Domingo? Depois da páscoa. Não vai dar, vamos ter que achar outro pra vender. Mercedes. Tô pensando aqui os caras, mano, acabaram de passar o carro com o meu nome. Mas é uma oportunidade, pô. Você acha que eu vou ver quanto um eu nos de novo na minha vida? Eu nunca vi, velho. E assim, foi por acaso, velho. Eu entrei na live e falei...
peraí, isso aqui tem seis tubinhos aqui no coletor, mano. É assim que acontecem as coisas. Entendeu? Entendi. E tu, tá sonhando com algum outro carro? Eu tenho a Alfa que tá sendo restaurada lá no Harvard. É uma Alfa pequenininha. É quase o tamanho de um Corsair. Muito pequeno. O primeiro Corsairzinho. Só que é um carro esportivo. Motor 2 litros, todo de alumínio, etc. Lá da década de 70. Meu sonho é assim, ter um carro americano mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais mais
três culturas diferentes. Americano, um europeu e um japonês. Então, essas duas primeiras partes já foram realizadas, esses dois primeiros sonhos. Então, o americano é o que falta. Eu tenho o italiano, o alfa europeu e o japa, que é o Honda S2000. Então, falta o americano.
E aí tem muita coisa legal que eu gostaria. Gosto muito de Camaro. Por que que tu colocou no mesmo sexto a cultura automotiva europeia? A francesa é muito próxima da alemã? Que é muito próxima da italiana? Então por que que tu falou assim? Eu quero um carro europeu e não um carro alemão. Pra representar a Europa pra mim das coisas que eu gosto, é a Alfa que é meu sonho de infância.
Mas é que eu tenho pra mim que, assim, três carros ou quatro estourando seria meu teto. Por quê? Mesmo se eu tivesse muita grana, o carro estraga. O carro fica parado, a gasolina estraga. Passa alguns meses, as borrachas começam a estragar, mangueira, bucha, começa a dar pau eletrônico. O carro precisa trabalhar.
Porque ele é feito de um monte de compostos, que nem tênis. Os sneakerheads que guardam os tênis. Cara, a borracha daquilo dá uma reação química, decanta todos os olhos. Mas se o cara usar uma vez aquele tênis, ele desmancha inteiro. Então, assim, o carro precisa ser usado. E eu sou um cara que gosta de usar. O carro não é miniatura de prateleira para mim. Eu cuido muito bem, mas eu esmerilho, eu acelero, gosto de andar em pista, em track day. Então, assim, para eu curtir os carros genuinamente, não pode ter carro demais.
Entendo a vibe do colecionador de vários carros, mas pra mim não. Eu que gosto de guiar, não pode ter muito carro, entendeu? É por isso. Aí, pô, a Europa tem um monte de carro que eu acho foda. Carro alemão, carro francês, mas... Carro inglês, nem se fala, né? Jaguar é Type, é sensacional. Mas não. Aí tem que fazer um corte, senão os carros vão estragar. Ô, Gui, tu... Esse eu entendi aqui, eu nos cosmo. Tu achou...
procurando, olhando carros num site japonês. Carros da hora, sim. Mas não era, tu não sonhou com esse carro? Não, não, não. Tinha uma lista, né? A gente fez uma lista de potenciais compras dentro da verba que a gente tinha. Tu ainda sonha com, ainda tem um carro dos sonhos que tu queria ter? Ah, sempre, a gente sempre tem, cara. Tu não já realizou a porra toda? Um deles eu realizei, acho que é a 850 CSI que eu tenho, uma BMW V12 manual da década de 90, farol escamoteável, cupê, duas portas e tal.
toda tecnológica. Ela anda. Ela andou. Ela anda. Se eu pegar o carro, outro dia a gente... Eu tirei ela da estacionamento, botei ela dentro da... Quando a gente fez a live da... O que falta para ela ir para o Rio Grande do Sul? Como ela está parada há três anos, eu precisaria tirar os protetores, dar uma olhada, fazer aquela revisão expressa para eu te dizer como é que está o carro. Pode ter surgido vazamentos, ou podem surgir vazamentos.
Tinha que fazer um check downzinho, que a gente fala. Pega o carro, vai até ali Itupeva, né? Vai ali no Serra Azul, volta, levanta o carro e vê o que se apresenta. Pô, é um carro de 1994, velho. Então as expectativas devem estar alinhadas com o que você tem. Que é um carro velho.
Mas a pergunta dele, você não respondeu ainda. O sonho, o que falta? Esses seriam os sonhos, cara. Não, esse é um, mas... Ah, mas, cara, a gente sempre pode pensar mais alto, né? Eu tô hoje numa vibe de carros com vários números de cilindros, velho. Assim, quanto mais, melhor. Sabe? Eu quero chegar na S63, a MG.
Sabe o que é interessante? Aqui você está quase lá. Ó, calma aí, ó. D, I, F, G, H, I, J, K, L, M, N. Porra, falta longeão. Calma aí. Ó, se você parar para pensar, porra, eu gostaria de ter uma... A gente falou lá no... Quando a gente estava no Talks, uma Ferrari 599 manual.
É a mesma categoria da série 8, só que 10 anos depois, com uma proposta parecida, GT, né? Ali eu acho que seria também uma coisa mais próximo da Itália, né?
Eu ainda vou trazer, cara, assim, essa viagem que eu tô fazendo pro Japão, ela é pra trazer alguma coisa de lá que me gere outros vídeos, que a galera participe disso tudo, nos eventos, etc. Mas depois eu tô pensando em ir pra Europa, na sequência. Essa viagem do Japão é a segunda de uma sequência de várias que eu vou fazer até onde der. Graças aos parceiros que a gente tem aqui agora que estão me ajudando, Cat Pro, Pneu Store, a Motul.
a gente tá indo essa pro Japão. Se der muito certo, e a gente tem certeza que vai, porque os algoritmos do canal estão começando tudo a subir agora, os números e tal, a gente vai depois pra Europa fazer algo parecido. E eu tô agora, já tô buscando, na verdade, já tá lá nos meus favoritos, carros ingleses com 12 cilindros.
Entendeu? Cara, você consegue achar DB7 por 20 mil euros, velho. Você entendeu? Aston Martin DB7. Se eu ainda sujar a mão de graça...
Eventualmente. Não, hoje a operação está montada para... Perfeito, tá bom. Então dá para fazer isso, tá bom. Hoje dá, hoje dá. Hoje não está fodido. Não, é o que eu falei. Eu estou montando hoje a oficina, estou distribuindo responsabilidades, funções, etc. e construindo o sistema para que eu possa me ausentar duas semanas e tocar só o importante. É o jeito que eu estou moldando a oficina dos últimos dois anos.
E assim, a questão do canal é uma grande incógnita. Eu não sei onde que a gente vai parar, mas o fato de eu estar indo pro Japão hoje e ter a oportunidade de trazer um EUNUS, velho. Assim. Quando você for olhar os carros da Inglaterra, deixa que eu dou uma força aí.
você tá ligado que eu vou pegar ele vou botar no Eurotrem e vou te visitar lá vou destruir o orçamento dele, mas a gente vai dar umas voltas de Honda S2000 pelo menos mas lógico, você entende? e isso tá sendo uma coisa legal do canal, lógico que a viagem não ia acontecer se a gente não tivesse botado tudo no front, mas agora os parceiros entraram na viagem e fez com que esse negócio pelo menos empatasse
Não precisava estar fazendo isso. Eu gosto do carro, mas a oportunidade surge, você entendeu? Vamos ver o que Deus tem pra nós aí, então. Eu acho que é por aí, pô. Mas vamos ver. Eu acredito, mas não no formal. Não naquele formal. Mas eu também não acredito nessa, não. Mas vamos ver o que tem pra nós aí escrito.
Ó, tem mensagem pra nós? Tem? Antes da gente pós-mensagem, deixa eu falar pra vocês aqui da hashtag treinamentos, que é o nosso parceiro aqui hoje, que é o seguinte, cara. Eu não sei se você tá aí qual o momento da carreira que você tá, mas se você tá pensando em dar uma melhorada em, sei lá...
mudar de patamar ou mudar de carreira ou aprender um hobby no que tem a ver com tecnologia, a Hashtag Treinamentos é uma das maiores empresas da América Latina nesse sentido de educação para o mercado de trabalho principalmente. Então lá você vai aprender a lidar com inteligência artificial, mas eu não estou falando de falar com o chat EPT.
qual é a ferramenta que você devia estar usando para fazer tal atividade, ou como é que faz para tirar o melhor possível, ou Power BI, ou programar em Python, ou várias coisas que têm a ver com esse mundo, a hashtag treinamento é o melhor lugar para você. E a gente fez uma parceria, cara, que vai te dar R$500 de desconto na comunidade impressionadora, que é um conjunto dos cursos da hashtag treinamento, tá bom? Então você vai ter acesso a todos esses cursos.
Com 500 reais de desconto. 500 reais de desconto. Como é que você consegue? Use o cupom FLOW nesse link aqui do QR Code ou então nesse aqui da descrição pra você melhorar e aprender novas habilidades. Eu tô me amarrando em mexer com inteligência artificial. Vocês gostam de brincar com essa porra? Agora eu tô começando a entender melhor. Você já esquentou a sua plataforma? Você já esquentou o seu modelo?
Cara, como assim? O que isso quer dizer? Você traça um perfil pra ele do que você trabalha? Como é que você quer que ele responda? Não, os projetos que eu tenho, eles têm os MD, né? É porque eu uso LCLI, linha de comando. Então ele tem os MD, que são os arquivos de texto, com as paradas dizendo como é que eles têm que lidar. E ó, vou mudar de conversa agora. Prepara pra mim um MD aí pra eu já... E eu já começo exatamente no mesmo lugar que eu tava. Não é bom pra caralho.
Você precisa aprender isso. Esse é o básico. Tenho certeza que esse é o início do curso. Você tem que aprender isso. Você acha que vai conseguir fazer um aplicativo com inteligência artificial só mandando um salve no chat do seu celular o jeito mais básico possível? Pensa de novo. Hashtag treinamentos. Tem o QR Code, link na descrição. Use o cupom Flow. Deixa eu ouvir aí, Vitão. E você fica, ah não, eu queria mais, mas é que eu tenho que pegar um voo. Então vamos.
O usuário de Honda mandou uma mensagem pelo Pix. Fala, meus amores, por que o Igal não abre o olho para uma CLS W212 4MATIC 550 ou A63? Puta motor e tração integral. Carro de mafioso russo. Um abraço. Papo reto. Pica. Uma preta ainda. M157. 5.5 V8 Biturbo. Tem uma essência de AMG ali. O problema é só você ver os vídeos que eu tô fazendo desse motor hoje no canal.
Tu vai cagar em cima de qualquer carro que os amigos mandarem aqui pra eu comprar, não é verdade? Na verdade, não, Igor. Na verdade, eu vou ganhar mais dinheiro se você comprar uma CLS com esse motor do que se você comprar esse aqui.
Tá entendido. É sério. Falando a específica dele. Esse é um carro maravilhoso, um baratão, assim, é uma silhueta, assim, única, né? E tem um puta motor formatica, resolvi um dos problemas que eu te falei. Mas esse motor no longo prazo, irmão... Cara, dá uma olhada nos últimos dois vídeos de AMG. Eu tenho um desse motor desmontado e o outro que eu falo do problema dos injetores que hoje não tem uma solução definitiva. Tem soluções paliativas. Mas não existe mais a flauta, por exemplo, e ela tá derretendo.
Uma falta de inox, tá soltando pedaço, pega nos bicos, o cara pega os oito bicos assim, ó. Se usou, gasolina ruim, né? Então, assim, é um carro que eu vou ganhar dinheiro, velho. Então, assim, é o que eu te falei. Pra melhorar o argumento... Não, daqui, daqui. Pronto. Pra melhorar o argumento. Ah, agora é o que ela faz difícil, né? Comprar, compra, compra a CLS, por favor.
Compra a CLS. Esse é um carro complicado de manutenção. Suspeição pneumática, as buchas. Tem trabalho pra fazer, cara. Variador. Melhor não. Mas é um puta carro. É um puta carro. Nava espacial.
É, tu mandou uma mensagem pelo Pix. Gui, tudo dando certo. Quais os planos pro Eu nos Cosmo? Vai fazer swap pra câmbio manual? Ancionso desde agora, haha. Esse é mandatório. Mas não tenha dúvidas. Pô, mas tu vai... Mas aí... É que é o seguinte. Não teve manual, né? Nunca teve. Nunca teve. Porque daí tu vai fazer... Aí lasanhou o máximo, não é? Sim.
Você sabe que o Elnos tem um câmbio que é com seletor. Você pode fazer aquele câmbio de quatro marchas e se comportar, trocar as marchas com a tua vontade ali. Mas não faz sentido algum eu vejo hoje um carro da década de 90 usar um câmbio da década de 90. Não para esse propósito. E tem muita gente que pega o Elnos e põe o câmbio do RX-7. Como assim? Pega um carro velho e coloca um câmbio moderno?
Não, cabe manual. Tá, manual da época? Da época, nesse caso da época. Mas ele não tem de fábrica, ele tem que fazer um...
Mas, não, a gente vai pegar um FC, um kit de FC e vai transferir. Nessa época a mecânica era mais simples, porque hoje tu trocar um câmbio, tu pega um Porsche e tu é maluco e tu quer transformar ele no manual. É mais difícil. Eu fui o primeiro cara no Brasil que transformou uma Ferrari para câmbio manual.
Já tem algumas rodando. Por que o carro faz isso? No caso da Ferrari, porque o câmbio dá muita manutenção no longo prazo. A gente está falando de carros mais antigos. A gente está falando de carros que já não são mais vendidos. Ferrari deixou de vender o manual. Qual foi a última? 430 foi a última.
E nessa época você tinha a opção manual ou automatizado, que é o manual com o robô trocando para você. O Dualogic, já conversamos sobre isso em outros aqui. E esses carros aí, eles no longo prazo da manutenção, você gasta R$200, R$300, quanto numa manutenção básica desse câmbio, quando ele é automatizado. Você passar ele para o manual é uma solução.
Mas por que o cara não comprou o manual de carro? Porque ele já tem um carro antigo, né? Ele já tinha o carro. E assim, os carros que vieram para o Brasil, principalmente dessa categoria, eram carros que... O cara não teve opção, ele só tinha aquele ali para comprar e comprou aquele. Teve poucos manuais. Entendi, entendi. Até hoje. A experiência do manual é mais sensorialmente envolvente também.
Os câmbios de Ferrari tem aquela grelha. Eu entendo. Não pra eu andar em São Paulo, entendeu? Andar aqui em São Paulo eu quero andar de manual, de automático. Mas a Ferrari o cara já vai ser pro momento dele, né?
A Ferrari é pro cara... Não é pra ele ir numa reunião numa quarta-feira, duas horas da tarde. Idealmente. A menos que tu seja, com todo respeito, um babaca. Com todo respeito. Na minha opinião, posso até mudar de opinião daqui a pouco. Mas quarta-feira, porra, numa Ferrari vermelha, fazendo um pouco barulhão, indo numa reunião, duas horas da tarde, eu acho um desperdício. Tá ligado? Tu vai... Tu tem que andar cinquenta por hora.
Tem que andar duas horas da tarde, Gui? Se fosse duas da manhã, ladrão, é outra história. Duas da manhã é outra história. Duas da tarde é... Porra, tá fudido. Tu não consegue andar. Não, mas pega a Tietê duas horas da tarde na C63. Não, não, não. Essa aqui é outra categoria. Ferrari manual é incômodo. Isso aqui é uma delícia. Verdade. Verdade. Ou seja... Essa é...
Não, mas é verdade. Essa daqui é automática, porra. Não, não, é exato. Entendeu? Exato, exato. É isso que eu tô falando.
É, assim, a conversão pro manual. Eu teria um manual. Pra eu ir pra praia, entendeu? É, não, mas a pegada é essa aí. Isso é mais top de tudo. Na verdade, você ia gostar tanto de dirigir esse carro que você ia até repensar. Você ia, porra, mas se pá, dá pra pegar. Porque a outra tá no rodízio. Se eu fosse de praia, eu vou curtir pra caralho. Então, perdão aí os amigos que eu chamei de babaca agora mesmo. Tá bom? Vai que eu viro esse cara.
Acho difícil, tá? Porque eu acho... Porque, porra... Calma. Calma. Chegaremos lá. Dá pra piorar muito ainda.
Chegaremos lá. Aqui é um nível meio hardcore da parada. Se tu tivesse uma Ferrari, tu ia na reunião... Depende da reunião. Não tô falando de vir aqui no Flow. Tô falando de vir aqui, que a gente gosta de carro e o caralho. Tô falando tu ir falar com o cara do BTG Pactual de outra coisa. Tá ligado? Ele não vai me receber lá no fundo. Foda-se o carro que eu cheguei. E eu vou curtir o carro. E aí assim, pô...
Trânsito tá bom, vou pegar a Marginal. Tu vai curtindo duas horas da tarde com a quarta-feira. Aqui o trânsito é foda. Eu entendo a tua pira com o trânsito. É, se tu tiver lá na Alemanha, beleza. Aqui eu não sei. Mas enfim, foda-se. Essa é a opinião de um velho. Você que faz o que quiser. Desculpa por chamar de babaca, mas é porque tinha uma referência específica. Tudo depende do contexto. Vai lá, Vitão.
E aí, gente, beleza? Nicolas aqui. E eu sou um grande fã do Flatout já faz alguns anos. E eu espero que eu consiga fazer a viagem de Nobregrain com eles um dia. Parabéns, Barato, pelo ótimo trabalho no jornalismo automotivo. Grande Gui da Vanguard. Abraço aí. Foda-se eu!
Eu mando um salve pra todo mundo, né? Perfeito. Muito obrigado, irmão. Um abraço, meu. Valeu. O cara gosta de tu, viu? Feliz. É legal, você não falou da tua viagem, né? Quando a gente estiver no Japão, agora, no dia 27, o Barata vai estar, na verdade, na Alemanha com um grupo, certo? Sim, sim.
pra fazer uma viagem ali você devia estar falando isso é, fala aí porra, a gente tem uma parceria com uma agência de turismo que chama Special Trip os caras fazem uns rolês aí no gastronômico normalmente, passeio de bike na Europa mas um dos sócios, o cara gosta de carro pra caramba
Então a gente começou a criar uns programas automotivos, com toda a parte de cultura, de programa que a gente vai fazer, e ele faz o roteiro na parte de hotelaria, na parte gastronômica. E aí a gente sempre termina esses rolês em Nürburgring, aquele autódromo lendário na Alemanha, tem mais de 20 quilômetros de extensão.
Tem 300 metros de diferença entre o ponto mais baixo e mais alto da pista. É uma montanha russa, aquilo é alucinante. E não tem como terminar diferente a viagem, porque aquilo sim é uma mega overdose sensorial. Você sai ali e fala, meu, já andei em todo o autódromo do mundo, mas ali é outra categoria, é um outro universo.
Então tem que terminar lá sempre a viagem. Entendi. E aí em outubro a gente vai fazer agora um rolê pra Itália, vai pra algumas marcas de supercarros, alguns museus. Porra, maneiro. E termina em Nürburgring. Muito maneiro. Essa viagem é muito legal. É muito legal. Esse ano eu já tenho que ir pra China, Copa do Mundo, não sei o que. Eu queria ir pra Tomorrowland. Não sei, calma. O mais legal que o rolê é que vão 15 pessoas que são todos doidos por carro, que nem a gente de todos os lugares do Brasil.
O mais legal, cara. É o problema, seu viado, é que isso aqui custa 350 mil reais. Porra. Não estamos falando... Foda-se o teu cu. Não estamos falando do... Pior que hoje até o Quid é caro, meu irmão. Porra de brincadeira, cara. Porra, o carro que eu queria custa 580, cara.
nunca pensei que eu fosse gastar nunca pensei que eu fosse gastar sei lá, 150, 200 mil reais num carro, nunca, passou pela minha cabeça nem a gente, olha que doideira nem a gente vai Vitão, dá ali na pronta é isso? é ótimo não vai
Ademar Júnior mandou uma mensagem pelo Pix. Galera, pergunta honesta de leigo do cenário. Pra vocês que falaram tanto de carro japonês, por que nunca ouvi vocês falarem do Hashimoto? Pelo menos em conteúdo, ele atrai bastante sonhador. Eu não sei do que se trata.
Ah, sim, sim, é verdade. Não falo porque eu não conheço, irmão. Obrigado por me dar esse salve aí que eu posso anotar aqui e aí procurar saber. Por mim, tem tanta coisa que a gente não cobriu ainda no universo da cultura automotiva que é mais moralista. O problema é que tu mora lá na Suécia. Quando eu venho, a gente faz. Tem um pessoal de uma universidade que acho que é... Não sei se Santa Catarina está fazendo uma réplica de um Fórmula 1 de 67, um Lotus 49.
Um professor lá que está montando. O Brasil é muito rico. O pessoal aqui é muito criativo, é muito trabalhador. Tem muitos projetos legais. Não é só questão de influenciadores. Tem coisas que estão no submundo da cultura que você descobre. Carros legais. É só uma questão de tempo e aparecer a oportunidade mesmo. Não tem nenhuma recusa, na verdade. É questão de entrar na agenda e vamos fazer.
Bom, Barata, Gui, muito obrigado pela moral, obrigado pelo papo. Quer falar alguma coisa, cara? Essa daqui é a tua câmera. Ah, boa. Bom, gente, valeu, obrigado aí pela companhia, por vocês, pelos convites aí, foi legal demais. Pra você que não é do mundo dos carros e quiser conhecer um pouquinho mais desse universo, desse lado um pouquinho mais vertical, Flatout Brasil é o canal, ou se quiser me seguir lá no Instagram, arroba Juliano Barata, tudo junto aí. E valeu, cara, isso realmente foi muito bacana, foi divertido.
E levei todo mundo um pouquinho mais pro mau caminho. Bom, essa é a tua, Gui. Point of no return. Pessoal, então o que eu falei, dia 27 de abril, na verdade até um pouquinho antes, dia 26, a gente tá indo lá pro Japão pra trazer, gravar vários conteúdos. A gente tem uma agenda de duas semanas, tá toda assim, ó, manhã, tarde e noite, de lugares que a gente vai visitar. E a gente quer trazer um pouquinho dessa imersão cultural nos vídeos que vocês vão acompanhar no canal.
Provavelmente vamos trazer um carro, um EUNUS, por que não? Primeiro do Brasil com três rotores. Vai saber o que vai acontecer, mas vocês vão acompanhar tudo isso lá no canal do Guia Vanguard. E vamos ter algumas lives também que a gente vai fazer no outro horário, né? Tipo, de lá de manhã, aqui à noite, a gente vai ver como é que vai ser toda essa logística. É mesmo. Vai ser uma grande bagunça. Boa sorte, cara. Muito obrigado. Obrigado demais.
Bom, você que está assistindo aí, muito obrigado pela moral também. A gente vai deixar aqui no comentário fixado os links do Gui e do Barato para vocês chegarem lá com facilidade, tá bom? Aqui na descrição dá para você encontrar o Discord que é onde você pode sugerir novos convidados e novos temas também, tá bom? Vira membro do Flow, cara. Está saindo conteúdo exclusivo todo dia. Quando não é aqui no canal, é lá no Discord, tá bom?
Custa menos de R$8,00, cara. Não dá nem para comprar uma seda, tá bom? Muito obrigado pela moral, todo mundo.
Valeu vocês mais uma vez e a gente se vê depois, tá bom? Beijo. Alguém aí quer comprar um AC300? Tchau.
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