316 - ESPRESSO - My Way: Orgulho, Álcool e Morte nos Karaokês Filipinos | Filipinas
Nas Filipinas, a canção “My Way” deixou de ser apenas um clássico de Frank Sinatra para ganhar uma fama sombria nos karaokês: a música que tantos cantavam como símbolo de orgulho e vitória passou a aparecer no centro de brigas, humilhações públicas e mortes tão absurdas quanto reais.
Produção: Crimes e Mistérios Brasil
Narração: Tatiana Daignault
Edição: Tatiana Daignault
Pesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault
Música de Destaque: Midside Notes de Martin Landstrom por Epidemic Sound
🎤 Playlist das Musicas citadas e top 20 nos karaokes brasileiros: clique aqui
Letra e traducao da música My Way: clique aqui
Fotos e fontes sobre o caso você encontra aqui
O Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.
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AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo.
Tatiana Daignault
- Assassinatos ligados à música My WayRomy Baligula · Robilito Ortega · Antônio Belarmino · Rolando Baiô · Rodolfo Gregório · Samida Kutanan Jr. · Policaro Rikimara · Anthony Mabonsag · Ray · Randy Bon Reis · Rolando Caneso · José Bosmion
- Protestos e descontentamento nas FilipinasKaraokês nas Filipinas · Videoquê · Orgulho e vergonha ao cantar
- Consequências do assassinatoCultura de violência e álcool · Masculinidade tóxica · Orgulho ferido · Vergonha pública · Norimitsu Onishi · Eric Alterman · Roland Tolentino · Butch Al-Barracim
- Origem e significado de My WayComme d'habitude · Paul Anka · Frank Sinatra
- Incidentes e Situações CríticasRemoção da música dos repertórios · Alertas da Polícia Nacional das Filipinas · Projeto de lei de toque de recolher
- O Evangelho no Lar BrasileiroCoração Pirata · Roupa Nova · Elvis Presley · Sid Vicious · Sex Pistols
Olá, pessoal, aqui estou eu, Tatiana Daniel, com mais um episódio expresso do Café Crime Chocolate. Porque, às vezes, um crime curto também pode causar um impacto amargo e duradouro. Só lembrando, embora resumido, esse episódio ainda conta com descrições que podem desencadear gatilhos emocionais a alguns ouvintes. Portanto, ouça com descrição e responsabilidade. Sua audiência não é recomendada a menores de 14 anos.
Todo mundo sabe que uma música por si só não mata ninguém. Mas e quando a mesma canção começa a aparecer repetidas vezes no centro de discussões, brigas, tiros e facadas? Nas Filipinas, uma única música começou a carregar uma fama estranha. Quase como se, em alguns lugares, ela viesse acompanhada de uma chamada de emergência.
E no centro de tudo sempre surgia a mesma pergunta. Foi a canção ou a voz a interpretá-la que causou tal caos?
O episódio de hoje não é sobre uma única noite, nem sobre um único crime. É sobre uma sequência de acontecimentos espalhados por anos, em que diversão, álcool, orgulho e um microfone acabaram se misturando de um jeito difícil de explicar. Então passe um cafezinho bem forte, pois a história de hoje vai colocar todo mundo para pensar.
O arquipélago filipino reúne milhares de ilhas de natureza exuberante, praias de águas cristalinas, cidades vibrantes e uma cultura marcada pela mistura de influências asiáticas, espanholas e americanas. São Mateu, na província de Rizal, é um município vibrante, conhecido por sua animada vida noturna, que oferece uma mistura de entretenimento tradicional e moderno.
Localizado na região metropolitana de Manila, o município atrai um público diversificado, composto por moradores locais e turistas que visitam o local para saborear a deliciosa culinária, dançar, curtir música ao vivo ou cantar no karaokê.
A música, de modo geral, ocupa um lugar bem especial na identidade das Filipinas. Ela está presente nas festas, nas famílias, nas ruas e principalmente nos karaokês. Em Manila, o karaokê é conhecido localmente como videoquê, que é praticamente um esporte nacional. É difícil encontrar uma esquina sequer que não tenha uma máquina de karaokê e pessoas de todas as classes sociais cantam suas músicas favoritas com entusiasmo.
Para muita gente, essa é a forma de entretenimento mais acessível. Até mesmo nos brangueis, comunidade mais popular das Filipinas, existem bares de karaokê que muitas vezes ficam abertos até alta madrugada. Intriscamente ligado às celebrações, aos encontros e à vida social do dia a dia, cantar bem é motivo de orgulho naquele país.
Cantar mal, no entanto, principalmente em alguns círculos, é uma vergonha que não pode ser facilmente ignorada. Como em todas as culturas, existem as músicas mais cantadas. E My Way, de Frank Sinatra, sempre foi um fenômeno cultural por lá.
As pessoas a cantavam em aniversários, casamentos e funerais. Ela não era vista apenas como uma música, mas hino do triunfo pessoal, uma declaração de que a pessoa havia vivido e sobrevivido em seus próprios termos. E para entender melhor esse caso, é preciso entender melhor também a origem dessa música e seu significado.
Antes de se tornar uma das músicas mais conhecidas da voz de Frank Sinatra, My Way nasceu muito longe dos cassinos de Las Vegas, dos palcos americanos e da imagem elegante do cantor de Terno e Chapéu. A melodia surgiu na França em 1967 com outro nome, outra letra e até outro sentimento. A canção se chamava Comme d'habitude, que significa como de costume.
E falava não sobre vitória, orgulho ou uma vida vivida sem arrependimentos, mas sobre o desgaste silencioso de um relacionamento consumido pela rotina. Era uma música melancólica, quase amarga, sobre duas pessoas que continuavam repetindo os mesmos gestos todos os dias, mesmo quando o amor já parecia ter desaparecido.
Aí, a virada aconteceu quando o cantor e compositor canadense Paul Anka ouviu aquela melodia durante uma viagem pela França e se apaixonou. Ele percebeu que havia algo poderoso ali naquelas notas musicais, comprou o direito da música e decidiu transformar completamente a letra.
Em vez de traduzir a versão francesa, Paul praticamente apagou a história original e criou uma outra. A versão dele descrevia a confissão de um homem olhando para trás, encarando o fim da vida ou da carreira e dizendo que, com erros, excessos, perdas e escolhas difíceis, ele fez tudo à sua maneira.
Segundo relatos, Paul escreveu pensando diretamente no amigo Frank Sinatra, que naquele período já era uma lenda da música americana, mas estava cansado da carreira, desanimado com a indústria musical e até pensando em se aposentar.
Quando Paul Anker presenteou Frank Sinatra com a música, ele gostou da melodia e em 30 de dezembro de 1968 em Los Angeles, acompanhado por uma orquestra de cerca de 40 músicos, ele gravou My Way.
A canção foi lançada em 1969 e, curiosamente, não foi um estouro imediato nas paradas norte-americanas. Ela chegou apenas à posição 27 da Billboard Hot 100, as 100 melhores músicas. Porém, com o tempo, ela foi ganhando uma força quase incontrolável.
No Reino Unido, ela chegou ao quinto lugar e permaneceu por 75 semanas no Top 40. Anos depois, a gravação de Sinatra entraria para o Grammy Hall of Fame, consolidando seu lugar entre as canções de maior importância histórica da música popular.
My Way atravessou gerações, porque ela não fala apenas de Frank Sinatra, ela oferece a qualquer pessoa comum, por alguns minutos, a sensação de estar no centro da própria história. É uma música sobre orgulho, identidade, despedida e controle da própria narrativa.
Uma daquelas canções que parecem feitas para serem cantadas de peito aberto, no fim de uma festa, em um karaokê, por alguém que quer se sentir maior do que a própria vida. E é justamente aí que começa a parte mais estranha dessa história. Quem poderia imaginar que uma música sobre viver do seu próprio jeito acabaria por se tornar o centro de uma das séries de assassinatos mais estranhas da história asiática moderna?
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Entre 1998 e 2018, a música My Way, de Paul Anka e Frank Sinatra, foi associada a pelo menos 12 mortes nas Filipinas, muitas vezes apenas por estar sendo cantada de forma desafinada. Em outras ocasiões, por conta de alguém monopolizar o microfone sem deixar que outras pessoas sequer tivessem a chance de cantar a famosa canção,
e alguns foram mortos simplesmente por colocarem as mãos no microfone, quando alguém já havia reivindicado a My Way como sua música. O primeiro incidente documentado data de 1998 na província de Pangasina, onde uma disputa familiar em um bar de karaokê terminou em tragédia após uma discussão sobre quem cantaria a música.
Em 2007, Romy Baligula, de 29 anos, estava se divertindo em um bar de karaokê. Como muitos antes dele, ele decidiu encarar o desafio de cantar My Way. Enquanto soltava a voz, ele foi interrompido por Robilito Ortega, um segurança que insistiu que ele estava desafinado demais e precisava parar.
Os ânimos se exaltaram e uma discussão acalorada começou. Romy se recusou a ceder, insistindo que cantaria do seu jeito. Só que então a altercação escalou a tal ponto que Robilito sacou sua pistola 38, se aproximou de Romy e lhe deu um tiro a queima-roupa no lado esquerdo do peito, bem na altura do coração, ali mesmo no palco.
Romy caiu no chão imediatamente. Os visitantes do bar passaram rapidamente de uma sensação de vergonha alheia, pelo tom desafinado de Romy, para medo e indignação. Um policial que estava de folga no local, apenas curtindo o bar naquele dia, correu atrás do segurança e o prendeu. Romy, por sua vez, morreu antes da ambulância chegar. O incidente virou notícia rapidamente e comoveu todo o país.
As pessoas ficaram chocadas com a brutalidade do assassinato e o absurdo da discussão que o motivou. Só que isso era apenas o começo. Em 2008, Antônio Belarmino, de 60 anos, foi morto a tiros em um bar de karaokê no mesmo município, São Mateus. Nesse caso, um frequentador local, Rolando Baiô, atirou contra ele após ter se incomodado com sua performance da música, achando que ele cantou de maneira muito empolgada.
Em 2009, Rodolfo Gregório, um policial aposentado de 73 anos, foi morto a tiros no mesmo bar após cantar My Way desafinado. O assassino, que estava no meio de uma multidão, nunca foi identificado e capturado. Então, não podemos nem saber o motivo desse assassinato, apenas que a vítima, esse idoso, estava nos últimos refrões do hino de Frank Sinatra.
Em agosto de 2014, os colegas de trabalho Samida Kutanan Jr. e Policaro Rikimara estavam bebendo e cantando em um karaokê de La Gasby City, em Al-Bay. De repente, os dois começaram a brigar por conta de quem tinha o direito de cantar Maui.
A briga ficou tão feia que seguranças locais determinaram que nenhum dos dois cantaria. Só que o problema não foi completamente resolvido. No caminho de volta para casa, Samy confrontou o policaro e o esfaqueou até a morte. Um terceiro colega de trabalho até tentou separar os dois, mas também ficou ferido. Em novembro de 2017, Anthony Mabonsag, de 23 anos, resolveu ter uma festa de aniversário em sua casa com um karaokê.
No meio da festa, uma briga entre ele e seu amigo Ray começou por conta de quem cantaria My Way. Os convidados interviram e o assunto parecia estar resolvido. Só que uma hora depois que a festa acabou e todos foram embora da casa de Anthony, Ray voltou e resolveu a discussão com três facadas no pescoço do amigo.
Um mês depois, em dezembro de 2017, o vereador Randy Bon Reis, de 46 anos, foi assassinado a tiros em uma festa de Natal do bairro de Tondo, na capital Manila. Imagens de vídeo transmitidas pela CBN mostraram Randy dançando e brincando com uma peruca loira antes de decidir cantar My Way como atração final.
Apesar dos protestos de seus amigos sobre a má reputação da música, ele insistiu, achando que seria o encerramento perfeito para a noite. E foi assim que a música acabou se tornando seu último ato. Poucos minutos após terminar de cantar, dois homens mascarados chegaram de moto, gritaram seu nome e quando Randy se virou para olhar, foi atingido com dois disparos no peito.
E ele não foi a única vítima da noite. Um pedestre que estava estacionando seu tuk-tuk, sem perceber que estava bloqueando a rota de fuga dos assassinos, também foi baleado e ficou gravemente ferido. Nesse caso em particular, investigadores começaram a apurar possíveis motivações relacionadas a drogas.
Mas, depois de não encontrarem evidência alguma de que o vereador estivesse envolvido com o tráfico, sua família alegou que o crime teria sido motivado por política e que os opositores dele haviam se irritado com a audácia que ele teve em cantar a música e o assassinaram. Por fim, esses assassinos nunca foram localizados, ninguém foi preso e o crime nunca foi solucionado.
O último incidente relacionado a essa música nas Filipinas ocorreu em junho de 2018, em uma festa de aniversário na cidade de Dipolog, em Zamboanga do Norte. Quando o Rolando Caneso, de 28 anos, que estava prestes a cantar My Way, teve o microfone arrancado de suas mãos pelo seu vizinho José Bosmion, de 61 anos. Uma briga começou, mas os convidados separaram.
De repente, enquanto ninguém estava olhando, Rolando sacou uma faca de açougueiro e atingiu José no peito. José foi declarado morto ao chegar no hospital. Rolando fugiu, mas depois se entregou à polícia e confessou o crime alegando embriaguez.
Bom, depois dessa série de mortes, muitos donos de bares de todas as Filipinas começaram a remover a canção My Way de seus repertórios. A decisão foi em parte prática e em parte supersticiosa, pois as pessoas pararam de cantar a música em locais públicos com medo de serem mortas.
A Polícia Nacional das Filipinas chegou a emitir alertas e lançar campanhas de conscientização pública, incentivando as pessoas a não cantarem My Way em locais públicos. Em 2018, um projeto de lei foi apresentado ao Congresso Filipino, propondo um toque de recolher às 22 horas para todas as sessões de karaokê, com o objetivo de conter a violência e o consumo de álcool em locais de entretenimento. Porém, a lei não foi aprovada.
Os assassinatos relacionados à música My Way atraíram a atenção de jornalistas, psicólogos e acadêmicos da cultura pop, que se propuseram a entender o que realmente estava acontecendo, o que estava levando tantas pessoas à morte. Afinal de contas, com tantas canções icônicas sendo massacradas em karaokês pelo mundo, porque essa música em particular toca uma fibra sensível nas pessoas.
Um artigo de 2010 no New York Times, escrito por Norimitsu Onishi, trouxe o fenômeno para o conhecimento do público global. O jornalista argumentou que os assassinatos provavelmente eram um produto da cultura mais ampla de violência e consumo de álcool nas Filipinas, e não algo específico da música em si.
Só que nem todos concordaram. Eric Alterman, um renomado professor de jornalismo da The City University em Nova York, criticou duramente essa reportagem, observando que faltavam relatos de testemunhas verificados ou boletins de ocorrência. Já Roland Tolentino, especialista em cultura pop da Universidade das Filipinas, ofereceu uma análise mais ponderada.
Ele disse em entrevista à BBC que muitos homens já bem alcoolizados acabam discutindo sobre por que aquele determinado alguém está cantando My Way e algumas dessas discussões sobre a razão que levou o cantor a escolher essa música é o que leva essas situações todas a finais muito violentos.
Ele observou que o caráter triunfalista da música, com a sensação ali de um homem declarando vitória sobre as dificuldades da vida, tem um efeito agravante tanto em quem a canta quanto em quem é obrigado a ouvi-la. Até porque outras músicas igualmente populares nas Filipinas não causam tantas brigas e assassinatos. Agora, Butch Al-Barracim, proprietário do Center for Pop, uma escola de canto com sede em Manila,
fez uma crítica contundente. Ele acha que a letra evoca sentimentos de orgulho e arrogância no cantor, como se ele fosse alguém quando, na verdade, não é ninguém. E isso encobre suas falhas. É por isso que a mosca leva a brigas. Por um tempo, alguns analistas tentaram ligar os chamados assassinatos de My Way ao grande número de armas ilegais em circulação nas Filipinas.
E esse é sim um dado importante para entender o contexto mais amplo de violência no país. Mas quando olhamos para os casos atribuídos especificamente à música, essa explicação sozinha não se sustenta tão bem. A maioria das mortes não aconteceu com armas de fogo, mas com facas.
E pelo menos, em um dos casos envolvendo o tiro, a arma pertencia a um segurança e era registrada. Ou seja, talvez o problema não estivesse apenas na facilidade de acesso a armas, mas na combinação explosiva de álcool, orgulho ferido, masculinidade tóxica, vergonha pública e uma reação violenta diante de algo aparentemente banal. No fim...
Os cremes ligados a My Way talvez digam menos sobre uma música amaldiçoada e mais sobre o que pode acontecer quando uma situação pequena, uma canção desafinada, uma risada, um microfone disputado, encontra pessoas alcoolizadas, armadas de orgulho e próximas de mais de algum meio de transformar vergonha em violência. Agora uma curiosidade.
Ao que tudo indica, Frank Sinatra nem gostava tanto assim da música. Sua filha, Tina Sinatra, contou que ele achava My Way um pouquinho egocêntrica demais e autoindulgente. E o próprio cantor, em alguns momentos, demonstrou cansaço por ter que cantá-la tantas vezes.
Mesmo assim, ela acabou se tornando quase inseparável da imagem dele. Outros artistas também gravaram versões marcantes, Elvis Presley, Sid Vicious e os Sex Pistols, mostrando como a mesma música podia soar nobre, trágica, exagerada ou até debochada, dependendo de quem segurava o microfone.
No Brasil, temos uma música, também muito cantada em karaokês, que invoca mais ou menos os mesmos sentimentos. A música Coração Pirata, lançada em 1990 pelo Roupa Nova. A música foi um dos maiores sucessos da banda e marcou época ao embalar a trilha sonora da novela Rainha da Sucata.
Inspirada na personalidade autoconfiante do baixista Nando, conhecido por seu jeito destemido, ela traz uma mensagem de resiliência e independência emocional. A metáfora simboliza alguém que vive fora das convenções, guiado pela coragem e pelos seus próprios desejos, mesmo que isso traga momentos de solidão e desafios por trás de um leve narcisismo.
Frank Sinatra é meu grande ídolo da música norte-americana e, coincidentemente, a roupa nova está no topo das minhas playlists. Eu, particularmente, gosto muito das duas músicas, mas entendo que tudo depende do contexto geral, do que a letra representa naquele momento para quem está ali ouvindo e para quem está cantando também.
Às vezes ela só canta porque gosta da melodia ou porque sabe cantar aquela música bem. Outras vezes é por causa da letra e porque quer usá-la como mensagem para alguém ali presente. O que vocês acham, ouvintes?
Bom, antecipando que esse episódio poderia deixá-los com vontade de ouvir essas músicas ou de cantar, seja em um karaokê ou no carro, bem alto enquanto dirige do trabalho para casa, eu fiz uma playlist com essas duas músicas e as 20 mais tocadas em karaokês do Brasil, segundo o Google.
Eu deixei essa playlist disponível no Spotify e o link vai estar na descrição desse episódio. Agora eu vou indo e volto daqui uns dias com mais um caso para vocês. Até lá.
Epidemic Sound
Midside NotesNestlé Materna
Linha completa de suplementos para maternidade