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Musculoso e PERIGOSO: O Fisiculturista Canibal | Austin Harrouff

30 de março de 202619min
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Em agosto de 2016, um universitário de 19 anos chamado Austin, saiu para um jantar com o pai e a madrasta, e sem motivo aparente, começou a delirar. Foi embora do restaurante após brigar com o pai, chegou na casa da mãe ainda mais transtornado, e saiu de lá andando, tirando a roupa pela rua, até que quando chegou na casa de um casal de aposentados, os atacou brutalmente.

E o que a polícia encontrou na cena do crime foi mais chocante do que muitos filmes de terror. (E eu não estou exagerando). Eles encontraram esse rapaz rosnando, e mastigando a pele do rosto de uma de suas vítimas.

Ele estava agindo tão ferozmente, que os policiais precisaram de força extrema como teaser e até de um cão policial para contê-lo.

A promotoria inicialmente viu aquele caso como um assassino que agiu a sangue frio, mas a defesa alegou algo diferente: insanidade. Eles argumentaram que Austin sofreu um surto psicótico tão severo que o réu não conseguia distinguir o que era certo e errado. Enquanto a família das vítimas clamava por justiça, especialistas tentavam desvendar a mente do agressor.

Este não é apenas um caso sobre um crime horrível, é também a apresentação dos detalhes de uma análise profunda sobre a linha tênue que divide a maldade da doença mental, e o que pode, nesse caso, ser considerado como “justiça”.

Hoje vocês irão conhecer um dos casos mais bizarros que eu já trouxe aqui no canal. Austin Harrouff, o aspirante a fisiculturista que ficou mais conhecido como, O Canibal da Flórida.

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Participantes neste episódio1
P

Patrícia Pontes Laurindo

Hostmãe
Assuntos1
  • Caso Austin HarrouffInsanidade e crime · Análise psicológica · Canibalismo · Transtornos mentais · Justiça e saúde mental
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Sua puta. Brincadeira, meu amor. Em agosto de 2016, um universitário de 19 anos chamado Austin saiu para jantar com o pai e a madrasta e, sem motivo aparente, começou a delirar. Ele foi embora do restaurante após ter brigado com o pai, chegou na casa da mãe ainda transtornado e saiu de lá andando, tirando a própria roupa pela rua, até que quando chegou na casa de um casal de aposentados, a mãe ainda tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que tinha um contractor que

os atacou brutalmente. E o que a polícia encontrou na cena do crime foi mais chocante do que muitos filmes de terror. E eu não estou exagerando. Eles encontraram esse rapaz, praticamente nu, rognando e mastigando a pele do rosto de uma das suas vítimas. A promotoria inicialmente viu aquele caso como um assassino que agiu a sangue frio.

Mas a defesa alegou insanidade. Eles argumentaram que Austin sofreu um surto psicótico tão severo que o réu não conseguia distinguir o que era certo ou errado.

Enquanto a família das vítimas clamava por justiça, especialistas tentavam desvendar a mente do agressor. Esse não é apenas um caso sobre um crime terrível, é também a apresentação dos detalhes de uma análise profunda sobre a linha tênue que divide a maldade da doença mental e o que pode, nesse caso, ser considerado como justiça.

Hoje, vocês irão conhecer um dos casos mais bizarros que eu já trouxe aqui no canal. Austin Harroff, o aspirante a fisiculturista que ficou mais conhecido como o canibal da Flórida.

No dia 15 de agosto de 2016, um homem chamado Jeff escutou gritos desesperadores vindo da casa do seu vizinho. Ao chegar no local, ele deu de cara com os corpos dos donos do imóvel, John e Michelle, abertos no chão.

e um garoto que aparentava ter menos de 20 anos, rosnando e mastigando um pedaço da pele do rosto de um deles. Esse rapaz era Austin Harrof. Austin Harrof nasceu em 21 de dezembro de 1996 e cresceu na cidade de Júpiter, na Flórida, junto com uma irmã mais nova chamada Hayley. Seus pais, Wade e Mina, eram divorciados. Por conta disso, Austin vivia entre a casa dos dois e mantinha um relacionamento amoroso com ambos.

inclusive aceitando bem seus novos relacionamentos. Desde cedo, ele era descrito como um rapaz educado, esportista, jogava futebol americano no time da escola e que raramente se metia em confusão. Ele tinha um círculo social de amigos bem grande e uma namorada chamada Kate.

A partir dos 16, com o objetivo de melhorar o corpo e ter um porte físico mais definido, o rapaz começou a treinar musculação e luta livre, participando até de algumas competições. Ficando fisicamente cada vez mais forte e atlético, ele começou a treinar para se tornar um fisiculturista.

Ele chegou a montar um canal no YouTube, dando várias dicas sobre a modalidade, sobre como ter um corpo saudável, e vez ou outra ainda postava vídeos mais descontraídos, como cantando suas músicas favoritas. Austin iniciou o curso de biologia na universidade, mas sempre dizia que seu sonho era ser médico.

Apesar de levar um estilo de vida saudável, prezando pela saúde com exercícios físicos e boa alimentação, foi nessa mesma fase universitária que ele teve seu primeiro contato com algumas drogas recreativas, como cannabis, LSD e cogumelos alucinógenos, utilizando os entorpecentes principalmente em encontros com amigos. E não demorou para que coisas estranhas começassem a acontecer.

Entre paranoias, alucinações e comportamentos erráticos, Austin dizia ver criaturas demoníacas, que conseguia ouvir a voz de Jesus Cristo, que pelo fato de ser do signo de Sagitário, metade do seu corpo não era humano, que tinha poderes e que conseguia mover certas quantidades de água apenas movendo suas mãos.

A namorada, Katie, também disse que algumas vezes, quando ele acordava, dizia estar com alucinações, vendo pessoas que não conhecia ao redor da cama e ouvindo vozes em sua cabeça. Austin não era assim 24 horas por dia.

Esses episódios aconteciam de vez em quando, mas quando começavam, chegava a ser intenso. Mas, por conta dessas alucinações que, de vez em quando, ele alegava ter, chegou ao ponto dele dizer que não sabia mais o que era alucinação ou não, e por conta disso, passou a andar com uma faca de caça em sua cintura, apenas para proteção.

Tudo era uma gama de informações confusas, mas que claramente demonstravam que ele não estava bem. Em trocas de mensagens entre ele e a namorada, ele algumas vezes dizia que apesar de tudo se sentia muito bem, mas em outros momentos reconhecia que não. Nunca me senti melhor. Sinceramente, nunca estive tão feliz. E isso é ótimo. Acredito em mim mesmo. E não me importo com nada de ruim que possa me acontecer.

Acho que estou louco de verdade. Eu mal consigo dormir. Sei que é difícil entender. E é ainda mais difícil para mim perceber o que estou fazendo. Mas eu estou literalmente fazendo o impossível acontecer. Não acho que estou ficando louco. Estou apenas evoluindo. Me tornando mais inteligente. Pensando que eu sou digno e que posso ajudar os outros com a dor que eles sentem. É tudo o que eu quero. Sua puta. Brincadeira, meu amor.

No início de agosto de 2016, à medida que esses episódios se tornavam cada vez mais recorrentes, seus pais decidiram que ele, na época com 19 anos, precisaria passar por um psiquiatra e conseguiram marcar uma consulta para o final daquele mesmo mês, mas esse atendimento nunca chegou a acontecer.

No dia 15 de agosto, Austin jantava com o pai e a madrasta em um restaurante quando ele começou a se mostrar impaciente. Balançava as pernas como se estivesse nervoso, soava frio, roía as unhas e, quando perguntado pelo pai se estava tudo bem, ele disse que estava sentindo calafrios, pois metade do seu corpo estava se transformando num lobo.

Notando a angústia do filho, Wade teve a ideia de lhe oferecer uma bebida, acreditando que o álcool o ajudaria a relaxar, só que Austin rejeitou e ainda brigou com o pai na frente de todos os presentes. Ele foi embora do restaurante dizendo que iria para a casa da mãe, que por sinal ficava próxima dali, e então Wade avisou a ex-mulher. Já em casa e agindo de forma completamente incoerente, Austin surpreendeu a mãe ao tentar beber uma garrafa de óleo vegetal.

Mina conseguiu impedi-lo, conseguiu convencê-lo a entrar no carro dela e, assustada, ela o levou de volta para o restaurante para pedir ajuda ao ex-marido. Mas isso só deflagrou uma nova discussão entre os familiares e, novamente, Austin saiu do local, mas dessa vez andando pelas ruas e sem destino certo. Preocupada, Mina tentou ligar para ele, mas ninguém atendia. Quando voltou para casa e tentou ligar novamente, ela percebeu que o aparelho do filho tinha ficado lá.

Ela então ligou para a polícia e relatou o estado do filho, dizendo que ele estava agindo estranhamente, tendo alucinações, que tinha saído pelas ruas sem rumo e que parecia ser um risco a si mesmo. A polícia inicia uma busca pelo jovem nas redondezas, mas ninguém fazia ideia para onde o garoto tinha ido. Contudo, hoje sabemos exatamente para onde ele foi e o que ele fez logo em seguida.

Completamente perturbado, a passos acelerados e arrancando suas roupas pelo caminho, Austin andou por mais de 4 quilômetros para dentro do bairro Tequesta. Ele acreditava não estar sozinho, alegava ouvir vozes e via a figura estranha de um ceifador lhe perseguindo.

Sua caminhada sem destino parou na frente da casa de um casal de aposentados, quando ele decidiu entrar na propriedade, esfaquear e canibalizar os dois residentes. Rasgando o corpo deles com as mãos e arrancando partes do rosto de um deles com os dentes, Austin acabou criando uma das piores cenas criminais já registradas pela polícia local.

Naquele dia, 15 de agosto, o casal aposentado John Joseph Stevens, um ex-paisagista de 59 anos, e sua esposa Michelle Karen Stevens, de 53, casados há 19 anos, decidiram se sentar na garagem da casa. O cômodo, na verdade, era...

uma sala de estar improvisada, que, quando aberta, dava uma visão panorâmica para a rua. Em dias frescos de verão como aquele, eles costumavam ficar lá, assistindo TV, jogando conversa fora e observando a movimentação da vizinhança.

Por volta das 20 horas, o casal foi surpreendido pelo Austin, usando apenas uma camisa e uma cueca, que já chegou os agredindo, com socos e golpes de faca, sem dar qualquer segundo, para que eles pudessem ao menos entender o que estava acontecendo. Sem piedade, Austin espancou e esfaqueou todos os dois. Não houve tempo para qualquer reação. Eles apenas gritavam pedindo socorro.

Nesse momento, um dos vizinhos ouviu os pedidos de socorro e foi até o local. Quando ele tentou intervir, também foi gravemente ferido, sendo cortado pela faca em um dos seus braços, costas e pescoço. Ele não foi mais atingido porque conseguiu fugir, voltar para casa e ligar para a polícia.

Depois de alguns minutos, a polícia chegou e se deparou com uma cena mais chocante do que apenas corpos sem vida. Austin tinha literalmente rasgado os corpos do casal através das aberturas de feridas pelos golpes da faca. Ele estava agachado sobre o corpo do John e mastigando um pedaço do rosto dele.

Mesmo com os policiais instantaneamente usando um teaser, força física e até um cão policial para tentar contê-lo, aquela não foi uma tarefa fácil. Austin estava completamente fora de si. Chegou a gritar frases sem sentido e demonstrava uma força descomunal, só após muito esforço que ele foi imobilizado e levado ao hospital em estado grave.

O casal John e Michelle vieram a óbito no local. O vizinho Jeff sobreviveu, mas teve que passar por algumas mini cirurgias, recebendo diversos pontos por todo o corpo. No hospital, Austin ainda estava violento e teve de ser sedado.

Apesar de ser o autor daquele crime tão bárbaro, ele também apresentava severas marcas de ferimentos, tanto externas como internas. Internas porque ele teve parte do esôfago e do estômago corroídos após ter ingerido água sanitária que tinha encontrado na garagem do casal.

O que muitos de vocês devem estar pensando agora, assim como eu imaginei até esse momento dos fatos, era que tudo isso poderia estar sendo ocasionado por alguma droga sintética ou alucinógena que ele poderia ter usado horas ou até minutos antes do crime. E essa também era a desconfiança de muitos dos médicos no hospital.

No entanto, os exames toxicológicos não encontraram qualquer substância semelhante, apenas baixos níveis de cannabis, o que não poderia ser considerado como uma substância forte o suficiente a ponto de causar qualquer tipo de reação como essa. Algumas drogas por si só podem não causar esses efeitos, mas podem agravar alguma condição psicológica que o usuário já tenha, principalmente se não estiver em tratamento.

Durante todo o período em que Austin ficou internado, existia pelo menos um policial na porta do quarto. Ele recebeu o atendimento necessário e após alguns dias, quando foi liberado, foi encaminhado diretamente para um presídio da região.

Algumas gravações de conversas entre ele e seus pais, nesse período do encarceramento, foram divulgadas, nas quais Austin se mostrava exausto e recebia apoio familiar. Ele faz alguns pedidos de coisas, como revistas e material para desenho, para passar o tempo, além de perguntar se já tinham conseguido um psiquiatra para ele.

Foi numa entrevista para o Dr. Phil, poucas semanas depois de cometer o crime, que Austin disse que se sentia culpado por tudo e revelou detalhes impressionantes sobre o que aconteceu naquela noite, citando sobre a tal figura que o atormentava.

Wade, o pai dele, também chegou a dar uma entrevista ao mesmo programa. Ele estava bastante abalado, descreveu sobre como reagiu quando soube de tudo e ainda pediu imensas desculpas para todos os familiares e amigos das vítimas.

Ainda no final de 2016, Austin foi indiciado por duplo homicídio qualificado e uma tentativa de homicídio, mas devido às condições psicológicas que precisariam de laudos técnicos fundamentais que poderiam impactar diretamente no julgamento, fazendo inclusive com que a pena de morte pudesse não ser aplicada, as audiências foram marcadas para terem início apenas quatro anos depois, em 2020.

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Levando em consideração todas as etapas de produção que vai da pesquisa de casos, passando pela elaboração de roteiros, em alguns episódios a gravação dos atores de vozes, então vem a edição de áudio, artes das capas, revisões, licenças, e o custo acaba não sendo baixo. Por conta disso, o Arquivo Mistério agora está com o Apoia-se, e como forma de agradecimento ao seu apoio, você terá acesso a um pacote de mais de 20 episódios extras exclusivos.

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Nesses quatro anos, tanto promotoria quanto defesa reuniram provas. Avaliações psicológicas foram conduzidas por ambos os lados e os resultados foram surpreendentes. Na verdade, o resultado, já que tanto o Dr. Philip Rysnick quanto o Dr. Gregory Landrum emitiram o mesmo parecer.

Os médicos tinham avaliado o jovem por cerca de 12 horas cada, separadamente, e em consultas fracionadas, sendo que Dr. Philip foi mais a fundo e realizou entrevistas com conhecidos, analisou registros de alguns dos seus desenhos e anotações que ele fazia, como diários em alguns dos seus cadernos. Ao final, Austin foi diagnosticado com diversos distúrbios como transtorno de bipolaridade, princípio de esquizofrenia e loucura clínica ativa.

Ficou determinado também que ele estava em um estado de surto psicótico no momento do crime e acabou sendo classificado como maníaco.

Por conta da pandemia, o julgamento, que antes estava marcado para 2020, foi adiado novamente, agora para 2022. Ele teve início no dia 22 de novembro e terminou apenas seis dias depois, no dia 28, com um acordo feito entre defesa e promotoria e aceito pelo juiz.

Austin foi considerado inimputável, sendo enviado a um hospital psiquiátrico de segurança máxima. Essa decisão dividiu opiniões. Familiares das vítimas expressaram revolta diante da sentença, dizendo que Austin escapou da justiça e que era um assassino frio e calculista, responsabilizando até mesmo os pais dele.

Já especialistas, defensores da saúde mental e o próprio tribunal, argumentaram que o sistema agiu corretamente, pois eles estavam diante de um caso de insanidade comprovada por laudos emitidos tanto pela defesa como pela promotoria.

Este caso nos força a enfrentar uma verdade um tanto quanto desconfortável, a de que Austin precisava ser responsabilizado pelos seus atos, mas de que também é vítima de sua própria mente. Então, como a lei pode se comportar aqui de uma maneira que seja considerada justa para todos, quando o culpado é também vítima de uma doença mental severa, não diagnosticada antes e consequentemente não tratada, a punição civil tradicional realmente é suficiente e válida?

O resultado é um impasse trágico que não traz alívio para nenhum dos lados. Em tragédias como esta, muitas vezes não há vencedores, apenas diferentes níveis de perda, e uma dolorosa lição sobre o que pode acontecer quando uma saúde mental deteriorada é negligenciada.

Esse é um dos poucos casos em que a justificativa de defesa por insanidade foi aceita em um crime tão violento e segue sendo discutido em universidades, programas de justiça criminal e debates sobre saúde pública. Hoje, Austin permanece internado num hospital psiquiátrico, sob constante avaliação médica e sem previsão de alta.

E esse foi o episódio de hoje, pessoal. Deixe sua opinião aqui nos comentários. Lembrando, agora estamos com Apoia.se. Para aqueles que quiserem e puderem ajudar com que o canal continue e cresça cada vez mais, o link é apoia.se barra arquivo mistério, mas o link direto também está aqui na descrição. Para ver as fotos do caso de hoje, basta seguir a gente no Instagram, arroba arquivo mistério, e nos vemos então no próximo caso. Até lá!

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