RepercutA #205- Encontros Baterísticos Latino-Americanos
Vários são os países e cidades realizadores de eventos que reúnem vários músicos tocando juntos. Movimentando a comunidade da bateria, entusiastas e famílias, promovendo a proximidade, primeiros encontros, os reencontros, a cultura, a arte coletiva e a celebração à música e aos tambores.
Formatos, tamanhos e estilos diversos, o meio baterístico agradece por esses encontros que unem iniciantes e profissionais.
"Encontros Baterísticos Latino- Americanos"
Neste episódio: Bateras na Serra (SC), DrumFest Blumenau (SC), Piauí Bateras (PI), Legión de Bateristas de Rosário (ARG) e Festival Día Del Baterista Santa Teresita (ARG).
Jairo Tavares
Diórgio Silva
Késio Leandro
Norberto Ramos
Suzane Faita
Victor Lorusso
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- Piauí Bateras· CulturaPiauí Bateras · Teresina, Piauí · União e valorização da classe de bateristas · Impacto econômico de eventos musicais · Orquestra Beija-Flor Blues
- Drum Fest Blumenau· EntretenimentoDrum Fest Blumenau · Santa Catarina · História dos encontros de bateristas em SC · Orquestra Experimental de Repertório · Qualidade do evento
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- Bateras na SerraBateras na Serra · Santa Catarina · Acessibilidade em eventos · Orquestra de Baterias de Florianópolis · Músicos catarinenses
Repercuta Podcast começando mais um episódio da série de encontros baterísticos. Para você que acompanha, vale lembrar dessa pesquisa que eu venho colocando em prática, trazendo e apresentando para gente, para vocês, para nossa comunidade dos tambores, peles e baquetas, encontros baterísticos, aqueles eventos que tem um formato de muitos bateristas tocando juntos ao mesmo tempo. E temos a presença de mais 5 encontros aqui no Repercuta.
Até então eram encontros baterísticos pelo Brasil, mas agora uma novidade, por isso encontros baterísticos latino-americanos. Isso porque nesse episódio a gente tem a presença dos primeiros encontros internacionais aqui no Repercuta, com a presença dos encontros realizados lá na Argentina. Vamos detalhar aqui na ordem. Você conhece o Bateras na Serra, encontro realizado lá em Lages, Santa Catarina. Na sequência, o Blumenau Drum Fest, no mesmo estado.
E aí a gente vem para o Nordeste para conhecer o Piauí Bateras. Depois disso a gente sai do Brasil, vamos lá para Argentina para conhecer dois encontros. São eles: o Legião de Bateristas e o Festival Día del Baterista, realizado em Santa Teresita, também na Argentina. Eu sou Jairo Tavares e você está no Repercuta Podcast.
Hipercurta.
A gente abre esse episódio com a presença da Suzane Faita, ela que representa o Bateras na Serra, encontro que ganhou a primeira edição na altura de gravação desse episódio, 2026, realizada em Lages, Santa Catarina. A Suzane é muito bem-vinda aqui no Repercuta.
Meu nome é Suzane Faita, eu falo aqui de Lages, Santa Catarina, sou produtora cultural, produtora audiovisual, pesquisadora. Sou professora de história, historiadora, faço muitas coisas, né? Sou também da área do jornalismo, né? Trabalhei muitos anos como jornalista e a gente tem realizado muitos eventos aqui na nossa cidade, trabalho coletivo, né? Do Coletivo Audiovisual Lojano. Embora ele esteja mais focado no audiovisual, a gente tem se desafiado a realizar outras atividades em outras áreas das artes.
O Bateras na Serra, para mim, ele é um dos eventos mais importantes que a gente já realizou. É um sonho antigo meu e do meu companheiro, o proponente deste projeto, o Andrei Souza Farias. Lembrando que esse projeto, ele foi possível a partir de um edital do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Cultural, que é a Elisabeth Anderle. Então, a partir desse edital, nós tivemos o projeto aprovado e pudemos realizar.
Eu e o Andrei como proponentes. Já era um sonho antigo, como eu dizia, já há uns 4 anos, desde que a gente começou a acompanhar e frequentar a Orquestra de Baterias de Florianópolis, que a gente sempre gosta de dizer é a nossa inspiração. Nós nos inspiramos na Orquestra de Baterias e a gente queria trazer esse evento para Lages com uma ideia um pouco diferente de não só bateria, incluir percussão. E a gente tem uma preocupação muito grande com acessibilidade, então nosso projeto ele é muito foi voltado para acessibilidade em diversos níveis, né?
Na questão de ter a presença das pessoas com deficiência, nós fizemos uma parceria com a Associação Serrana dos Deficientes Físicos, que tem sede em Lages. Então eles participaram com a gente, estiveram no evento tocando, né? Bem acompanhados pelo professor Rafael Floriani, que ficou como maestro deles ali, né? Tipo, como se fosse uma regência, ficou acompanhando, dando dicas. Também uma acessibilidade voltada para as pessoas surdas, a gente teve intérprete de Libras no palco para tradução das falas, né?
Também com as legendas das músicas no telão para que fosse possível as pessoas com algum tipo de deficiência auditiva conseguissem ler, né? E acompanhar essas letras, né? E também na relação da comunicação, então todas as nossas postagens elas tinham texto alternativo, a gente buscava linguagem simples, se comunicar bem com as pessoas, que todas as pessoas pudessem entender o que nós estávamos comunicando. Acho que a gente foi feliz nisso, né?
E a gente tinha uma equipe muito grande trabalhando, tanto antes, na pré, na produção e no dia do evento, né? E continuamos trabalhando agora na pós-produção, que a gente tem todo um relatório de prestação de contas, né, da execução deste projeto. Dito isso, nós tivemos e 6 inscritos, tá? No dia, isso é comum nos eventos de bateria, quem acompanha sabe que nem todas as pessoas que se inscrevem podem estar presentes, porque, né, coisas da vida, né?
Você se inscreve, depois no dia acontece alguma situação, e muita gente de fora se inscreveu, né? De fora de Lages e de fora do estado de Santa Catarina. Nós tínhamos de São Paulo, do Rio Grande do Sul, né? E muitos do litoral catarinense. Presentes, né, 71 bateristas. E a gente abriu, né, para que os músicos pudessem compartilhar a bateria, porque a gente sabe que é um equipamento que é caro, que ele dispensa uma logística, né, para você levar, tem que ter um transporte.
Então a gente fez nesse sentido de facilitar o compartilhamento de baterias. Mais sobre o evento, né, como que ele movimentou a cidade. Então ele movimentou com hotelaria, né, Movimentou alimentação e o público. A gente teve muita gente que foi lá para assistir e deu um dia muito bonito, né? Nós estávamos receosos com a questão do tempo porque é em local aberto em frente à catedral, né, na região central da cidade, onde é um dos pontos, né, da cidade de Lages.
Tem muitos casarões históricos, a própria catedral é um prédio tombado como patrimônio, é um local que tem o início da da construção dessa cidade de Lages, né, que é uma cidade de 1766, uma cidade muito antiga, né. Quero voltar um pouquinho para o dia anterior do evento. Nós fizemos no domingo e no sábado a gente teve oficina de bateria e percussão, né, oficina de tambores, que a gente fez para vagas prioritárias para as pessoas com deficiência, os integrantes das DEF, mas também aberto ao público.
E foi muito bacana. O professor Rafael Floriani falou muito sobre a história do instrumento, a questão da percussão, a bateria, os ritmos, enfim, e passou um pouco mais das músicas que foram tocadas no evento. O Andrei foi o proponente, né, e o baterista regente. Então ele ensaiou com a banda de apoio, ele foi diretor artístico, né, ele também decidiu as músicas, ele pensou músicas que fossem acessíveis para percussão e para bateria, que fosse, que tivessem, que empolgassem as pessoas.
E eu acredito que a gente foi muito feliz nisso, né. Ele também selecionou músicas de catarinenses, né? A banda Orquídea Negra, Daniel Lucena, que são inclusive lajeanos, né? Das Aranhas, Expresso Rural também. Isso é meio reconhecimento pro trabalho do Andrei de como baterista, né? Não é a função dele principal, ele é engenheiro, mas ele é baterista desde adolescência, autodidata, passou por todos os perrengues que os bateristas passam, né?
E poder estar no palco fazendo a regência desse evento é muito gratificante pra mim como companheira dele. E pra ele próprio e pra todas as pessoas que acompanham a trajetória dele, né. Acho que isso é valorizar essa trajetória. Também agradecer a todos que participaram, né. A equipe da comunicação, da produção, a banda que acompanhou, os músicos, né. Todo mundo muito empolgado. Eu não poderia aqui dizer o nome de todo mundo, senão vai faltar espaço, tá?
Os patrocinadores, os apoiadores. Porque assim, na verdade, patrocínio a gente tem que não é um patrocínio, é a realização, né. Da Fundação Catarinense de Cultura por meio do edital Elizabeth Anderle. Mas nós tivemos apoiadores e parceiros, então não daria também para eu dizer todos. Pessoas que colaboraram de diversas formas, tá? Como a Uniplac, que é a Universidade do Planalto Catarinense, como é uma empresa de São Joaquim, a Nova Serrana, né?
Uma empresa, como eu falei, de São Joaquim também nos apoiou. São Joaquim fica aqui na Serra Catarinense, né, nas proximidades. E a Prefeitura de Lages, né, com apoio institucional, que acabou proporcionando que nós integrássemos, né, a programação da Festa Nacional do Pinhão. E entre outros apoiadores que a gente divulgou nas nossas redes sociais, então Instagram @baterasnaserra. Agradecer a todo mundo que esteve lá para tocar ou que esteve para prestigiar.
E aguardem 2027, Bateras na Serra, Festival Catarinense de Bateristas. Segunda edição.
Continuamos em Santa Catarina, vamos para Blumenau. Por lá quem representa o evento é o Diórgio Silva, ele que se apresenta também, ele que já tem uma vivência em organizações de vários encontros do tipo. Ele se apresenta e também detalha a trajetória do Blumenau Drum Fest. O Diórgio também, bem-vindo por aqui!
Fala, meus amigos do Repercuta, tudo certo? Meu nome é Diórgio Silva. E a bateria entrou na minha vida, isso foi nos anos 2000, quando eu vi o senhor Walter Lopes tocando bateria pela primeira vez e eu olhei aquela destruição toda, aquela mão pesada daquele tiozão, falei, eu quero ser baterista. E aí começou a minha história na música em 2000. Então eu tô com 26 anos de carreira na bateria. Eu sou paulista, mas moro aqui em Santa Catarina desde 2007, mais ou menos, 2006, 2007.
E a história dos encontros de bateristas de Santa Catarina Hoje a gente tá com mais de 20 encontros, mas o começo começou em Joinville com o André Estevanaglio, que você já deve conhecer. Então o André foi o pioneiro nesse tipo de evento aqui em Santa Catarina. Ele fez o primeiro evento aqui em formato de encontro de bateristas, 2005, por aí. 2008 para 2009 ali tivemos o segundo organizador, que foi o JP Batera, de Blumenau inclusive.
Que fez lá um encontro chamado Bateras Blue. Ele tinha um grupo que chamava Bateras Blue e eles fizeram o primeiro encontro de bateristas, né, esse Bateras Blue, que no caso foi o primeiro encontro de bateristas de Blumenau na época. E na sequência eu fiz o terceiro evento desse tipo aqui em Santa Catarina. Eu morava numa cidade chamada Timbó, em Santa Catarina, que fica a poucos quilômetros depois de Blumenau. E lá eu fiz o primeiro encontro de bateristas de Timbó.
Né, quando eu vim de São Paulo para cá, eu sempre quis fazer, porque em São Paulo tinha o Batera 100% Brasil do Dino, né. Eu nunca tinha participado, mas eu via nas revistas na época. Quando eu mudei para cá, eu tive a ideia de fazer. Participei desse primeiro do JP em Blumenau, achei super legal. E aí eu trouxe para Timbó a ideia, e eu fiz lá o primeiro encontro de bateristas de Timbó, certo, em 2009, 10, por ali. Então nós três, no caso André Stornaglio, JP Batera e eu, Jorge Silva, fizemos os 3 primeiros encontros de bateristas aqui de Santa Catarina, do estado, né, do sul do Brasil.
E aí depois, 2013, que aí veio o encontro, aí que veio a orquestra de baterias de Floripa. E aí como Floripa é uma capital, né, então lá é muito maior a coisa, um apoio muito maior de prefeitura, de muita mais grana. Então acabou que de lá o troço se popularizou, e pós-pandemia mais ainda. E hoje a gente tem mais de 20 cidades aí que fazem encontros de bateristas. Mas começo, a raiz desse negócio aqui, fomos nós três, né? André Stornaghi, o JP e eu, aqui no sul, tá?
Esse encontro de Joinville já passou do décimo, já acho que décima ou décima primeira edição. O encontro de bateristas de Blumenau, o JP eu acho que fez 3 ou 4, eu não lembro agora exatamente quantos que ele fez lá. Depois esse encontro parou, ele não existiu mais. E aí em 2020, 18, 19, se eu não me engano, a gente se reuniu novamente e fizemos o Drum Fest Blumenau. Então ele foi reativado, né? E aí não foi mais com o JP, foi com o Rafael Tobia, que é o dono da escola de música In Concert.
Ele é um cara que tem uma escola de música muito bacana e ele resolveu fazer esse agito novamente. E aí ele me chamou e chamou vários bateras na época de Blumenau, na região, para fazermos isso juntos.
E o encontro acabou que se tornou algo anual.
E hoje eu faço parte, né, da organização junto com o Rafa, eu e o Jason Coelho, que é um baita batera aqui também do Sul, um monstro sagrado, professor de todos nós, né. E o de Timbó foram feitos, né, esse que eu fiz lá em 2009, 10, a primeira edição. Foram feitos 5 edições e depois eu me mudei para Itajaí, Santa Catarina. Então hoje eu moro em Itajaí, Santa Catarina, aqui na praia. Do lado de Balneário Camboriú aqui. Porém, eu sou organizador do encontro de bateristas de Blumenau, o Drum Fest Blumenau.
Além do Drum Fest Blumenau, eu também faço frente nos eventos de Rio do Sul, Freiburgo, Santa Catarina, Rio do Sul, Santa Catarina, Ituporanga, Santa Catarina, e por aí vai, né? Vou fazer agora dia 10 de outubro em Indaial, Santa Catarina, comemoração aos 100 anos de uma ponte lá. A gente vai fazer um encontro lá. Então eu meio que já trabalho com isso há muito tempo e já fiz Algumas dezenas, né? Algumas eu participo só tocando, algumas eu participo no palco fazendo regência, tipo DJ em Vila, já participei algumas vezes junto com o André.
Além disso, né, além dos encontros de batera, sou endorsee de algumas marcas já há muitos anos. Eu fui endorsee Nagano por 11 anos, saí agora esse ano passado, mas fiquei lá na casa por 11 anos. Na Zeus, cymbals da Baquetas Spanking, da Extreme Ears de fones. Já fiz workshops em vários estados também, em várias feiras. Mais ou menos isso, cara. O Rafael Tobia, ele é o cara que faz a frente pra conseguir os lugares pra gente fazer os encontros.
E eu, junto com o Jason Coelho, somos os caras que fazemos a regência desse encontro de Blumenau. Um evento sensacional. E nós estamos na 5ª edição já do Drum Fest Blumenau. Esse ano agora, 2026, nós tivemos a oportunidade de fazer esse encontro dentro do estacionamento de um shopping. Foi muito bacana. Tivemos ali 41 bateristas tocando juntos. O Drum Fest Blumenau não é um evento para milhares de bateras, ele é um evento para no máximo 50 bateras.
Nós limitamos a quantidade de inscrições porque a gente preza muito pela qualidade do evento e a gente preza muito que todos possam participar de alguma forma, tocar, fazer o seu solo, falar o seu nome. Então a ideia é que nós possamos nos confraternizar com o nosso instrumento, né, tocar ali, fazer aquela grande orquestra, tocar todo mundo junto, curtir, se divertir, mas também cada um mostrar um pouco do seu trabalho, da sua vibe, do que faz.
Então por isso que os nossos encontros em Blumenau, o Dronfest, ele é limitado, tá? São encontros menores, né? Existem outros encontros aqui em Santa Catarina que são maiores, que são gigantes. A gente também participa, que a gente também gosta dessas festas, né? Mas ali a gente decidiu deixar ele mais enxuto pra gente poder ter uma experiência mais próxima com os bateras que estão presentes. No palco sempre estamos presentes eu e o Jason Coelho, que é um grande batera, um grande professor, uma lenda aqui do sul do Brasil.
Teve outras edições que também esteve presente André Sternagel, outros outros professores, né, o Robson Pontes, o próprio JP. Então esse evento ele é sensacional. Eu tenho a honra, né, Jorge Silva, eu tenho a honra de estar participando sempre junto com o Rafael Tobias ali da organização e de todo o trâmite para que esse evento aconteça, né, com qualidade. E nós somos muito felizes em todos os eventos, sempre é uma, sempre é uma novidade, sempre é algo muito bacana que acontece, né, músicos novos que vem, a gente conhece pessoas especiais.
As bandas que tocam conosco nos eventos sempre são cada vez melhores. Então é muito bacana, né, a repercussão que isso tem na cidade. O evento sempre movimenta muito a cidade em vários setores, em vários fatores, né, tanto na venda de instrumentos quanto as famílias que comparecem junto nesses eventos e trazem seus filhos, trazem seus netos, trazem as mulheres com seus maridos, né, acompanhando, e vice-versa também, porque agora a mulherada também tá vindo tocar.
Então os maridão que vem com as esposas, né, E que às vezes um reveza com o outro tocando. Então é sensacional, todos os nossos drone fest são incríveis, tá? E falando de parcerias e apoiadores, né, nós temos o apoio em cada ano, muda um pouco, né, mas um apoio que nós sempre temos é da Inconcert, escola de música do Rafael Tobia, que é um dos organizadores. Esse último ano agora, em 2026, nós tivemos apoio da Hard Beach e da Pro Brasil, né, enviaram brindes, foram super atenciosos com conosco.
E também da Zelmer Percussion, né, antiga Spanking, a Zelmer Percussion, que fez as baquetas personalizadas para o nosso evento, que foram distribuídas para todos os participantes. Tivemos também apoio da Built-in Drum Shop, uma loja de bateria sensacional que funciona ali em Brusque, Santa Catarina, que você pode do Brasil inteiro comprar com eles. Eles têm qualquer coisa que você precisar de bateria. O dono lá é o Rodrigo Built-in, um cara sensacional.
Faz qualquer negócio e só tem equipamento chuchu beleza lá, uma maravilha. Procurem saber sobre o Rodrigo, sobre a Building do Shop. Tivemos também apoio do Tamanini Drums, cara que é um luthier sensacional, e do Dio Miller de Joinville, que é um cara que faz conserto e manutenção de pratos, também foi um patrocinador do evento. E claro, o Shopping Noi Market, que é um shopping que faz parte da Rede Almeida Júnior de shoppings aqui do Sul, e eles cederam um espaço para que nós pudéssemos fazer esse evento lá, um evento Um lugar bem inusitado, um estacionamento de um shopping coberto.
E foi sensacional o resultado que nós tivemos lá com o apoio do shopping, que colocou toda a estrutura de som, iluminação. Foi muito bacana, somos muito gratos ao shopping Noi Market. Então agradeço muito a oportunidade de estar fazendo parte desse rolê aqui do Repercuta. Espero poder em outro momento contar mais histórias, né, que eu tenho aqui guardadas sobre os encontros de bateras no estado de Santa Catarina, pois eu tava lá quando ainda tudo era mato.
E eu quero muito contar essas histórias para que as pessoas saibam quem deu início a esse movimento aqui de verdade, na época, como tudo começou. E, gente, muito obrigado pelo espaço. Agradeço a todas as pessoas que fazem parte desses eventos e que comparecem e que fazem esses movimentos serem cada vez maiores e mais especiais. E é isso aí, tamo junto sempre. Obrigado, Repercuta. Valeu!
Vamos agora para o Nordeste, tá na hora de conhecer o Piauí Bateras, e ninguém melhor do que o Késio Leandro representando mais esse encontro realizado na região Nordeste. Bem-vindo, Késio!
Saudação a todos, Késio Leandro aqui, baterista e produtor de eventos e um dos organizadores do encontro de bateras Piauí Bateras, que é um dos maiores encontros de bateristas do Nordeste. Eu quero primeiramente aqui agradecer meu amigo Jadi Tavares, toda a galera da Repercuta Podcast pelo espaço, pelo apoio de estar aqui também dando um espaço para a gente falar um pouco sobre o nosso trabalho, e ficar muito feliz em saber, né, que o evento está sendo bem divulgado, bem reconhecido.
E sinal disso, a prova disso, é que a gente está sendo convidado para participar aqui desse quadro, desse momento aqui com o Repercuta Podcast. Esse evento, né, o nosso encontro de bateras, o Piauí Bateras, ele chegou à nossa 10ª edição, uma edição especial de 10 anos. Então esse ano foi um ano realmente muito, muito marcante, muito especial, que isso é prova, né, da nossa luta, da garra, persistência e resistência também em manter, né, o cenário ativo, manter a nossa classe, lutar pela união da nossa classe, o reconhecimento e valorização da nossa classe que tem que ter.
Então a gente está na luta por isso, né? E esse evento, Encontro de Bateras, ele é realizado aqui em Teresina, né? Teresina, Piauí. São dois amigos meus também que faz a organização junto comigo. Sou eu e meus amigos Júnior Drummer e Flávio Batera, né? O Lodum Batera, né? Esse evento, ele surgiu em 2016 onde a gente tinha aquela ideia do grupo de bateristas, né, o grupo do WhatsApp, de se reunir, se encontrar, às vezes se encontrar no estúdio de ensaio, querer tirar um som, querer tirar uma brincadeira de baterista.
E aconteceu de forma realmente bem aleatória, né, onde o Júnior, né, Júnior que veio da cidade de São Luís do Maranhão, marcou com a gente, né, falou, galera, bora juntar, fazer um som, fazer um encontro, alguma coisa assim. E aí juntou eu, ele e o Flávio, a gente apoiou essa ideia, né? Vamos, gente, vamos tentar fazer, colocar na prática, né, que é difícil. E isso aconteceu do WhatsApp mesmo, a gente marcou um horário, né, um local.
E aí todo mundo vendo os eventos também acontecendo nos locais, a gente decidiu fazer também Teresina, né? Então foi bem engraçado, bem aleatório mesmo. Na primeira edição, 2016, a gente foi divulgando para os amigos, marcou uma data no meio de semana que a galera tava mais livre, né, ali na terça-feira, né, que geralmente de quinta em diante, né, a gente tá ocupado, né. Na época também já tocava, tocava à noite também, todo mundo tocava na noite, na sexta, no sábado principalmente.
É impossibilitado tocar final de semana, né, esse evento. Então a gente combinou no meio da semana, né. E até hoje se mantém, o evento se mantém nas terças, terças ou quartas, mas mais na terça-feira, justamente por isso que é um dia da semana. Você também que é músico, você sabe que é um dia, um dia que a galera da noite que tá trabalhando, tocando, tá um pouco mais de folga. E assim foi, primeira edição lá em 2016, que a gente conseguiu reunir uma boa quantidade de bateristas, realmente muito, muita galera do nosso grupo, né, do nosso grupo do WhatsApp, que é o nosso grupo.
Nós temos um grupo oficial, né, que é o Encontro de Bateras, que desde 2016 tá ativo, né, tá até hoje ainda. A galera sempre interage, sempre troca ideias, e quando era um período de evento, a gente organiza direitinho e coloca, né, as informações do evento. Cada edição vai crescendo, né, cada edição a gente vai e fica surpreendido, né, com a divulgação e com a repercussão que vem causando, né. E seguindo sobre a primeira edição, lá em 2016 a gente decidiu marcar um local que era a Ponte Cabana, que é um local aqui, um parque, né, parque, um local bem conhecido aqui, turístico de Teresina, de lazer com a família, até um espaço de eventos.
E a gente começou lá em 2016, né, a primeira edição, com batristas aqui de Teresina, das cidades vizinhas também que sempre vem, algumas cidades do Maranhão também vem. Outra cidade também aqui do Piauí, da região, inclusive até cidade de longe, né? A gente fica feliz porque vem muita galera de longe, do sul do Piauí, né? Tem bateristas que vem de Uruçuí. Até mandar um abraço para a galera lá de Uruçuí que sempre vem, sempre apoia.
O Ismael, Ismael sempre tá presente. Ismael, Roniel, o Jardel, Marcos, né, o Marquinho, toda a galera lá. E que vem, né, galera vem mesmo para cá, não deixa de apoiar, né? Os amigos também de Piripiri, que é uma cidade também aqui também do Piauí, cidade grande. Né, meu amigo lá, o Kennedy, que também tem um encontro bem maravilhoso lá em Perípede também, que eu também sempre apoio lá, que organiza. Vem o Merson, o Júlio, o Cleitinho, a Doxa, Assis, muita galera também que vem de lá.
Então a gente fica feliz porque assim, a galera sabe da necessidade do evento, a gente sente falta disso aqui, e é muito bom quando a galera vem assim de fora se esforçando para vir, né, até dar um gás a mais, até bateristas locais também aparecer mais. Não sei o que é que muita gente tá ocupado, né, as responsabilidades e prioridades, principalmente com trabalho, né. A gente entende que não dá para vir, não dá para todos os bateristas participar à vontade.
Claro, todo mundo quer ir, né, porque é uma edição, acontece uma vez por ano, então é como se fosse a nossa confraternização, né. Então a gente entende também que muitas das vezes alguns não podem ir, até por também ter agenda no dia, tá tocando ou viajando, né. Mas o interessante é que vem, a gente vê o esforço da galera vendo, né. De cidades, de outras, vem baterias de outras cidades, aqui de Timon, nossa cidade vizinha de Teresina, vem de Caxias, vem a galera de Bacabal também, nosso amigo lá Luciano também sempre vem, e várias outras cidades também do Maranhão.
Então a gente fica feliz, né, em saber que a galera realmente não só local que apoia, mas também a galera da região também, né, ela comparece em peso, né. E cada ano a gente vai, vai fazendo, vai tentando sempre melhorar, né? Mas o evento foi crescendo que na segunda edição a gente surpreendeu, pois na segunda edição a gente já teve apoio de marcas. As marcas já contactaram a gente, né? No caso, marcas de bateria, né, Nagano, né, já fizeram parte também de apoio, né, da nossa segunda edição.
Por exemplo, lojas aqui também local apoia, né? Nós temos uma loja parceira que é o braço direito, né, que desde a primeira edição tá junto, que é a loja Portal Porta Music, né, nossa loja Porta Music, nosso grande amigo Adriano, né, que sempre está apoiando desde a primeira edição. Tem outras lojas também que aqui também sempre apoia, Centro Musical lá atrás também, outras edições também já tive um apoio de todas as lojas, né, Nota Musical, Jossf e outras lojas também que já apoiaram de outros segmentos.
Então a gente, eles verem a importância de apoiar um evento, pois o nosso evento é já de tem incentivo, né? Infelizmente, né, da cultura do estado, do governo, não temos esse incentivo. Mas isso não é motivo, não é motivo da gente parar, né? A gente tem parceiros fortes que são os próprios bateristas que participam do evento. Um grande, uma coisa que impressiona as pessoas quando vê a estrutura do evento bem organizado é saber que ali é movido aquele gás.
Quem deu, quem impulsionou aquilo, foi os próprios bateristas mesmo que participa, os bateristas que leva sua bateria Esses bateristas que eu citei do Clube Best Audio, que vem de outros estados também trazendo bateria para apoiar. Então essas pessoas também, essa galera que sempre incentiva, são o principal gás, né, para a gente continuar mesmo sem o apoio, né, de incentivo, né, local, né, de governos estadual e prefeitura e tudo mais, né.
Mas a gente segue forte e a cada edição vem crescendo e a gente só agradece a todos, né, as pessoas físicas também que vê a necessidade de apoiar ali. Ajuda a gente nos gastos. Porque você sabe que o evento, quanto maior proporção dele, quanto maior a estrutura e a demanda, é maior os gastos. Então a gente realmente da organização às vezes até tira realmente do bolso, né, para começar a fazer um evento desse, para começar a tocar para frente.
Que você sabe que é o que é evento, é organização, é produção, é o gasto ali de você ir gasolando, de resolver as coisas, é banner, né, é logística, é aluguel de material, é pautas. É pagamento de ofício, de tudo. Então tudo isso gera um custo, né? Então a gente sempre agradece porque os bateristas, os próprios bateristas locais de Teresina e região e de outras cidades que acompanham, que ele adquire a camisa para ajudar ali também em alguns custos do evento, esses que são, né, o principal, o principal gás e impulso desse evento continuar.
Por isso que a gente agradece sempre aos bateras que sempre apoiam, que sempre vão lá, que que leva sua bateria. Alguns também não leva bateria porque realmente por conta da logística não dá para levar bateria, mas mesmo assim eles vão, aparece lá com a família, levando os filhos, amigos. Então tá lá também apoiando da mesma forma. Falando mais sobre cada edição que você pediu, estamos há 10 anos de evento, mas por conta do, né, que a gente passou pelo período de pandemia, que você sabe como foi, 2020, 21, 22, aquele período de lockdown, que foi impossibilitado de realizar o evento evento, né?
Já era para estar na 10ª edição, né? Mas por conta disso parou, né? O Brasil todo, mundo todo parou. A gente está hoje aqui na nossa 6ª edição, né? Devido a alguns corres nesse período, a gente passou um tempo parado por questão da pandemia e também outros anos pelos custos do evento que ficou muito alto, né? Então 2016 nós fizemos com os patrocinadores aqui também local e alguns regionais que vieram. A 2ª edição, como eu falei, já tivemos a primeira apoio, né, o primeiro apoio de marcas nacionais, foi caso a Nagano, né, a Crest, né, e outras também marcas que sempre apoia também o evento, né.
Rototans também, o Diego Bispo já também já apoiou, o Ragnhild Rototans, Vaguinho Pesão também já apoiou o nosso evento. Trouxemos também na época atrações para trabalhar, para participar, né, trouxemos do grande baterista Maurício Leite da Nagano, que é um dos desenvolvedores de produtos também da Nagano. Um grande abraço para ele também, uma grande pessoa. Que no qual nessa edição também trouxemos o Paraíba, né, o Paraíba na batera também.
Grande batera que também aqui do Nordeste, do forró, passou por grandes bandas. Paraíba também já participou desse evento aqui. Grande Maurício Mendes também, nosso amigo querido, que sempre também já apoiou aqui, já veio duas vezes na edição da Academia do Baterista. Cantora ele toca na Chica Banda, né, também uma grande banda aqui também no Nordeste que faz grande sucesso. E aí isso foi 2017, né, que foi um evento assim que repercutiu até fora.
Ah, no ano 2017 nós já ficamos conhecidos fora no Brasil, né, outros estados. Galera de São Paulo também já ficou sabendo, as marcas também já contactaram até para a próxima edição, né, que foi 2018, que foi nossa terceira edição, que tivemos o apoio da Audrey, né, tivemos apoio da Audrey e E trouxe inclusive um grande batera que é o Fabiano Manhas também, que participou com a gente naquela ocasião, né, grande batera. Que também teve outras participações também, também o Mário Simões participou pela segunda vez, também veio nossos bateristas da região Nordeste que a gente trouxe para participar, valorizar também nossa terra, valorizar o de casa, que a gente sempre leva esse lema também, que é importante manter, né, de valorizar também o da casa.
Trouxemos nossos bateristas locais aqui de Teresina, o Albert Magalhães Lídio, batera também, grande batera aqui referência. Trouxemos também nosso amigo Oliveira Neto, também do Maranhão, representando a galera também do Bateras do Maraca, é um também a galera que sempre apoia, sempre tá presente no evento. Então cada edição a gente traz também uma atração, né, para participar junto conosco e para somar, né, junto com o evento nesse momento.
Você sabe que o evento em si ele é os bateristas, fica a banda em cima tocando, nós temos a nossa banda Piauí Bateras, e também tem os bateristas que fica embaixo acompanhando, né, fazendo aquela dinâmica. Acompanhar as músicas e participar de brincadeiras, de sorteios e várias, algumas brincadeiras de desafio que a gente faz também. Mas nessa dinâmica a gente também costuma trazer, né, workshop também ali com alguns bateras também para valorizar um pouco do trabalho, né, de cada um.
E aí 2000, eu falei 18, né, em 2019 também trouxemos um grande batera também com a Nagano também apoiando mais uma vez, que foi o Finil, né, Alexandre Finil de Olímpio Soares, grande batera, grande referência Muito conhecido, respeitado também no meio gospel, né? Um grande batera que veio, um espetáculo. Ele até achou, na época achou engraçado falando com a gente nos bastidores que tava naquela de ser um grande batera tocado em vários palcos.
Ele tava naquela de como é que seria uma experiência para ele tocar com um monte de baterista acompanhando também, né, algumas músicas. Então foi um negócio bem interessante que a gente viu e proporcionou para alguns bateristas que teria aquele evento como uma primeira experiência, né, de tocar com vários bateras acompanhando. Isso é muito legal, né? Só uma dinâmica assim, uma coisa que também a gente fica muito feliz de saber, né? 2020, como eu te falei, não teve pandemia. 2021 também não teve pandemia, lockdown. 2022 também fizemos uma edição, que aí foi, no caso, a nossa 5ª edição.
E aí trouxemos o grande batera, que foi o André Matos, né? Que também já teve apoio de uma grande marca. Já entramos num hall de marcas, né, de porte mundial. Que foi a Pearl. A Pearl também apoiou esse evento 2022. Grande apoio, braço direito, a Portal Music, né, que reitero novamente que é uma das lojas que apoia desde o primeiro evento. É a loja que apoia desde a primeira edição, 2016, até outros eventos que a gente faz também de workshop.
Ela sempre tá presente, é uma loja que sempre movimenta aqui a cidade local e região fazendo workshop, trazendo workshop de bateria também, de outros guitarristas, baixistas, treinamentos do áudio também, né, fazendo treinamento de áudio. É muito legal também o trabalho dessa loja. E aí em 2022 trouxe, né, com apoio da Pearl e Porta Music, trouxemos o André Matos, grande batera também, trazendo a Arca, que realmente também marcou uma geração.
A mim também, que eu ouvi muito na infância, adolescência, era da Arca, né. E foi muito bom, cara, esse momento também, que ele trouxe também, além de tocar, além de fazer exercício, trouxe uma palavra também que foi muito interessante para a galera. Foi uma coisa também diferencial, que todo mundo também gostou. Vem seguindo 2023 e 24, 25, devido aos custos, aumento do evento. Realmente não foi possível fazer a edição, né, por conta, como eu te falei, o evento foi crescendo, mas aí também a demanda ela foi crescendo mais ainda, né.
E aí a gente ficou um tempo um pouco parado devido isso, devido ao custo do evento e também devido à pandemia, né. E aí logo mais veio essa edição de 10 anos especial, que foi esse ano, né, em 2026. Que foi uma edição que realmente foi uma grande repercussão. Eu acredito que hoje foi uma das mais repercutidas, né, que no caso fui até convidado agora para fazer parte desse quadro com você do Repercuta. Então é sinal que o evento tá sendo bem reconhecido hoje nacionalmente, né, e graças a esse trabalho, primeiramente graças a Deus, né, e o nosso trabalho que tem feito aqui de uma boa organização.
A gente sempre preza numa produção, trabalho em equipe, né, com apoiadores de verdade que trabalha com a gente. Gente que quer ver o evento crescer. E a gente sempre só agradece, cara, só agradece a cada pessoa, a cada apoiador, a cada amigo que apoia esse evento. E falando também da questão da movimentação, né, do impacto que esse evento causa, realmente é muito bom, principalmente o impacto econômico, né. Primeiramente tem esse nosso nicho local, né, nesse nicho de musical, lojas, né.
O baterista vai precisar se preparar para o evento, então ele vai ter que comprar material, vai ter que comprar acessório, vai ter que comprar pele, da plaqueta, né? Então vai estar movimentando ali as lojas também, também como evento que a gente fazer na Ponticabana também lá ajuda a movimentar a economia, pois a pessoa, aquela pessoa que vende lanche, que vende água, bebida, né, comida, está ali também, né, para vender, né, o seu produto, mostrar o seu trabalho e também gerar uma renda, né?
Então é um evento que ele gera uma renda ali extra para algumas pessoas também. Então a gente fica feliz em saber que movimenta isso, proporciona tudo isso para a cidade, né? Vem pessoas de fora para cá, vem pessoas de outras cidades, de outros estados para cá. Então eles precisam estar ali também hotéis. Então movimento também, de certa forma, né, essa parte de hotel também. Então só quem ganha é em si, é a cidade, né? Mesmo a gente sabendo que não, não temos esse incentivo, né, local cultural, mas a gente, se a gente faz isso acontecer, entendeu?
A gente, pessoal até brinca com a gente, disse que nós somos guerreiros, né? A profissão guerreiro de fazer esse evento, de tá indo atrás sem apoio. Mas a gente tem o apoio sim. A gente não, cara, que é isso, a gente tem apoio. Você tá vindo de fora, você tá apoiando o evento. Você, batera que tá lá participando, que tá adquirindo a camisa, o patrocinador, o apoiador, a loja que apoia, tá apoiando já. Então a gente tem esse apoio, né?
Então a gente sempre agradece de coração a todos que participa, a família, aquela pessoa que vai, que é amante da música, mesmo não sendo músico, mesmo não tocando nada, mas ela gosta, ela vai levar seu filho para ver, a criança vai começar a ver ali, vai despertar o interesse, né? Principalmente hoje que a gente tá muito nesse lance de telas, né, de celular, tablet, criança. Então a criança pode despertar outro interesse pela música, pela bateria.
Então a gente sabe, né, que até falando em saúde, a bateria ela é uma ferramenta, né, natural, que ajuda muito na questão do desenvolvimento, né, da criança, a percepção, a coordenação motora, o raciocínio ali, atenção, de você tá, né, na questão da música, do tempo, da bateria, da batida. Então, além da coordenação motora, a bateria, a música ajuda em tudo isso. Então a gente vê a importância disso, né? E a gente sempre incentiva os pais levar os filhos, né?
Leva as crianças para o evento, para criança ver. Inclusive, nessa edição de 10 anos, a qual vou falar já já, a gente fez uma edição diferente. Colocamos os bateristas principais para tocar em cima, crianças. Olha só, criança, adolescente, é uma coisa bem diferente. Que todas as vezes eu te falei que nas edições passadas sempre a gente trouxe um artista, né, um baterista participante, né, de fora para fazer um workshop. Mas dessa vez a gente fez diferente.
Começar a falar dessa edição de 10 anos, ele foi uma edição especial porque marcou para gente, além de 10 anos, né, nossa garra, persistência, resistência, ela marcou isso que a gente quis fazer uma coisa diferente com os bateristas para ter mais tempo para tocar, mais tempo de participação. Bar. E essas pessoas, essas crianças que foram convidadas, é de uma escola aqui da vizinha Teresina, que é em Timon, a cidade colada em Teresina, né, divide apenas pelo rio.
E Parnaíba, que já divide Maranhão e Piauí. Então é uma cidade também que movimenta muito, e muito baterista de lá vem também para Teresina, vem para participar do evento, apoiar, né. Então a gente agradece também nossos amigos de Timon também, abraços para os bateristas de Timon também, que sempre tá presente. Tivemos a presença, né, da Orquestra Beija Froduns, que é da escola Beija-Flor 1, ao qual o Júnior, o Júnior Drummer, que é um dos organizadores também do evento, ele é professor lá e ele tem essa orquestra Beija-Flor, né, que ele fez de crianças, adolescentes.
Foi uma coisa muito diferencial que chamou muita atenção. Essas crianças tocam muito já, toca muito mesmo, os moleques tocam muito bem, segura o metrônomo. E o Júnior, por ser um grande professor também, ajudou muito nisso, né. E essas crianças, elas fez parte da guia, né, das baterias em cima, colocamos 4 baterias em cima. E quem guiou as bandas foi elas. A banda Piauí Bateras foi guiada por elas. Olha só, a gente, nós temos essa banda, banda normal, né?
Tem 2 guitarristas, o tecladista, o baixista e os cantores, né? 2 cantores. E aí as bateristas guia era as próprias crianças, adolescentes, entendeu? É muito engraçado que a gente também, eu, Junho e Flávio, também a gente toca, né? A gente costuma guiar também as músicas. Nós tocamos algumas músicas também para guiar a galera, mas jamais a maioria das músicas quem tocou foi essas crianças. Olha só que legal! Então é uma oportunidade que a gente faz, a gente dá oportunidade para essas pessoas que estão começando.
Teve uma participação especial de um baterista também pequenininho, mirim, que é o Ian, um grande baterista aí. Apesar de ser bem novo, o moleque já toca muito. Ian, grande baterista aí, filho do grande percussionista aqui, nosso amigo Júlio César, né, grande percussionista. E a gente incentiva essas pessoas a participar. Então nessa edição de 10 anos, cara, foi muito especial por isso. Teve mais tempo das pessoas participar tocando, tocando, cara, praticamente foi quase 15 músicas, cara.
Olha só, foi 2 horas, 2 horas e 10, né, praticamente 2 horas e meia de eventos contando com aquecimento, né, só tocada, mano, tocada, brincadeira, até a dinâmica do sorteio que toda edição a gente faz de brindes, que as lojas que apoiam, as marcas também manda brinde quando aquelas marcas que eu te citei, né, que sempre apoiou a Nagano, a Pearl, a Odeli, a Crash, né, Domini, a Seibanis, a Spanky. São marcas que sempre já apoiou o evento, eles mandam os brindes.
Então nessa ocasião a gente também sorteia os brindes que é mandado por eles, né. Então a gente sempre tem esse apoio das marcas que abraçam o evento, e é uma forma de incentivar até para as pessoas irem. A gente já sorteou caixa, nós sorteamos pratos, e diversas partes de barqueita, peles, muitas coisas legais, né? A gente tem essa dinâmica seguir também para ter, para animar o cara aí, tá vindo ali, quem sabe o cara ganhar um sorteio de um brinde, né?
Muito, é muito interessante também a gente ver isso, proporcionar isso, o momento para pessoa ali, às vezes tá precisando e ele é contemplado, né? Isso é muito bom. E aí dessa edição de 10 anos foi muito interessante por isso, né? A gente deu mais tempo para o encontro de bateras, para a galera em si tocar mesmo, galera tocar acompanhando as músicas, todo mundo tava na ansiedade desse evento. Então a gente não decidiu não trazer nenhuma atração de fora assim para ser workshop, para deixar em si mesmo o encontro de bateristas rolar, né?
Então foi muito bom, o feedback muito positivo. E nessa edição especial tivemos, né, um apoio também, parceria com o shopping aqui, o grande Shopping Teresina, que é o Teresina Shopping, que é o espaço Praia de Verão, que é um local que tem vários eventos, né, diariamente nesse período de férias, né? E a gente teve também essa felicidade de também ser convidado para participar. Então é um sinal que nosso evento tá bem reconhecido.
Então movimentou muito, né, o Praia de Verão. Até aproveito para agradecer aqui também ao Romero, grande batera, Romero Soriano, que fez o convite para fazer essa edição especial no shopping. Deu uma grande força, pois a gente livrou, né, um grande gasto, que sabe que a estrutura é muito cara, você alugar um palco, LED, som, luz, fogos e tudo mais. Então lá tinha tudo isso, foi muito bom. E a gente até agradece, né, o pessoal também do Turismo Shop, né, do Praia de Verão, Alberto, Bruce e toda a galera também do Praia de Verão por ter também abrido esse espaço, né, para esse evento acontecer.
E finalizando, meu irmão, a participação, eu quero agradecer mais uma vez Jade Tavares, né, meu brother, Repercuta Podcast, você deu esse espaço para falar um pouco sobre o evento, foi muito bom. Estar aqui com você. A gente espera um dia ter vocês aqui também em Teresina pessoalmente, para vocês verem o evento, né, ver como é a dinâmica aqui. Então fique meu convite também para vocês virem um dia participar aqui, tá bom? Então agradeço mais uma vez a todos os nossos apoiadores, patrocinadores, amigos, participa do evento, né, que sempre dá uma força.
As lojas também, nosso gás, incentivo que faz a gente continuar com esse trabalho. Falando dessa última edição que você me convidou, 10 anos do Piauí Bateras, né, que é a Loja Portal Music, que a loja que tá desde o começo sempre apoiando todas as edições que teve. A pessoa do Adriano Ribeiro, eles também, a Centro Musical também apoiou, a pessoa do Salomão também, a galera que sempre teve presente na produção, apoiou muito, que é a galera do Retro Rock, né, que é um também é um evento que eu organizo aqui também com boas de rock.
Então a toda a galera que participou dessa edição ajudando. O Willi Dantas, Wagner, Cláudio, Zé, Priscila, né, a minha esposa, esposa amada Mariane, né, também a esposa do Júnior, a Raquel, a do Flávio, todo mundo que participou, que apoiou, que deu força, incentivo para a gente continuar. Então a gente é grato, né, a todo mundo que abraça, né, e agradecer, né, toda a galera também que faz apoio, reforço de mídia, Meu brother também, Ricardo Cagundi, também que sempre tá lá dando a força, dando a cobertura.
A galera também que sempre apoia também da Portal, né, o Frutérios, Lucas, Lucas Dromer, Bruno Maguinho, Francisco Latera, os participantes também dessa edição especial que fizeram um show à parte, né, nossa banda Piauí Bateras. Então eu realmente faço questão de citar eles, né, grande cantor Thiago Reis, a Luísa Ribeiro, Veroo, nossos músicos, né, nossa batera, que é o Manoel Júnior, Lucas guitarra, o Léo Bass, grande tecladista também Miguel, toda a galera, né, que fez parte dessa edição também.
Luiz Marcos também fez uma homenagem também a Teresina e a nossa música regional tocando shot. Foi muito legal. E mais uma vez também os meus brothers, também Júnior Drummer, Flávio, Júnior também, que é um trabalho da Agnos, de loteria, né, que também teve presente dando apoio. Galera da orquestra Beija-Flor Blues da Escola Beija-Flor 1, que teve lá presente também no evento. E mais uma vez, obrigado a você pelo espaço, por estar aqui falando um pouco do evento, né.
E quem sabe um dia você esteja aqui conosco participar também, pessoalmente aqui, para você ver como é que é a energia aqui em Teresina desse evento, né. Então, um grande abraço para você, Jade, e toda a equipe aí da com a notificação.
Saímos do Brasil, essa pesquisa tá ganhando mais e mais camadas. Vamos conhecer dois encontros realizados lá na Argentina, começando pela cidade de Rosário. Por lá acontece o evento Legião de Bateristas. Representando o encontro Norberto Ramos.
Bueno, mi nombre es Norberto Ramos, soy nacido y criado en Barrio Belgrano, un barrio de acá de lo más legendario de Rosario, provincia de Santa Fe, y estuve 46 años tocando la batería con el grupo Oasis, legendario grupo que sigue en la actualidad. En estos días va a cumplir 53 años de la primera vez que salió a tocar. Dejé en el 2019 y después de ahí pasé a Crisis, un grupo que hace homenaje al rock nacional, y también en otro que se llama Mr.
High, que hacemos un homenaje a Bogdai, una de las bandas pioneras del rock nacional. Soy el organizador desde el 2015 del homenaje a Oscar Moro, reconocido baterista de acá de Argentina, nacido en Rosario también, que formó parte de Los Gatos, el primer grupo del rock nacional allá en los años, mediados de los años 60, ¿no? Y bueno, después que falleció Óscar Moro, se consiguió declarar por intermedio de un baterista de Buenos Aires que juntó firmas para presentar el proyecto que se declare el Día del Baterista Nacional el día 11 de julio, que fue el día que falleció Óscar Moro, en el 2006.
Eso se consiguió en el 2016, ya se declaró el día, y desde ese año se celebra el Día del Baterista Argentino. La idea la tenía hace muchos años porque había visto una foto que después me enteré que era justamente en Brasil, donde había unas líneas de batería, y cada línea los bateristas tenían una remera blanca, en la otra línea una remera verde, en la otra una amarilla. Creo, no, más o menos así, que resulta que eran los colores de la bandera de Brasil, no.
Y después resultó que eran, el que organizaba era amigo de Omar Pobonza, el baterista que me ayudó a hacer la primera edición en el año 2015, un docente y legendario músico de acá de la ciudad de Rosario que se nos fue con la pandemia. Una lástima, ¿no? Bueno, eso fue 2015. Al otro año, 2016, descubrimos la placa esquina Óscar Moro en la fachada de un bar emblemático de la ciudad que se llamaba La Buena Medida, y que Óscar Moro vivía ahí al lado, ¿no?
Por calle Rioja. Después ya no pudimos hacerlo, el evento, por distintas razones. Después vino la pandemia, falleció Omar, y en el 2000 22 volví a hacerlo, pero esta vez yo solo. Y bueno, desde ahí en más lo estoy haciendo todos los años ininterrumpidamente. En 2015 habíamos juntado esa vez, la primera vez, 22 baterías, que era toda una novedad, ¿no? Para hacerlo en esa época, ya que nunca se había hecho. Al otro año, cuando descubrimos la placa, fueron solamente 10 baterías que se armaron en la calle.
Se cortó el tránsito y se descubrió la placa, no, esquina Óscar Moro. Y ya en el 2022 junté 40 baterías y de ahí se fueron sumando. 2023, 50. 2024, 55. Y nos hemos quedado en ese número porque 2020 6 este año, también fueron 55 baterías. O sea, a principio de año se anotan muchísimo y después se van bajando por distintas razones de trabajo, de estudio, porque el evento lo empezamos, empezamos con los ensayos en el mes de abril para llegar al 11 de julio bien ensayado, ¿no?
Así que bueno, más o menos así es lo que, y aparte que lo hacemos con una banda en vivo y cantantes, entonces todo eso lleva su tiempo, ¿no? De armado y de ensayo hasta que un día hacemos, unos días antes del evento hacemos un ensayo general en un lugar grande donde podemos entrar todas las baterías, la banda, los cantantes, y ahí se ven los detalles, ¿no? Si hay que arreglar algún tema, lo que sea, porque los ensayos con las baterías lo hacemos en una sala donde entran 4 baterías.
Entonces ponemos el tema y se toca arriba, arriba de las pistas van pasando de a 4 los bateros, y así es como hacemos los ensayos. Si tendríamos ese lugar del ensayo general siempre, las cosas serían mucho más rápidas. Rápida y saldría a lo mejor mucho mejor. Pero bueno, es lo que tenemos en estos momentos y bueno, no hay otra. Bueno, el impacto que genera cada año que se celebra el Día del Baterista cada vez es más grande, cada vez hay más gente que quiere participar.
En los primeros años los que me llamaban después del evento eran bateristas que habían estado ahí como público y querían ser parte del evento de la legión, no, de la legión de bateristas de Rosario, como se le llamó desde el 2015, y seguimos con ese nombre, no. Ahora ya en estos últimos años los que me llaman para participar son guitarristas, bajistas, tecladistas y cantantes también, y hasta presentadores también. Todos quieren ser parte de este evento, no, que cada vez se está haciendo más grande.
Y bueno, es increíble, no, porque uno arrancó Bueno, no sé, no pensaba llegar a donde está llegando en estos momentos este evento, ¿no? Así que bueno, en la ciudad ya dicen que es un clásico, ¿no? Todos los años cuando llega el mes de julio. Bueno, sí, desde el 2022 empecé a delegar algunas cosas porque son, es mucho, son un elenco de 70 personas, no es fácil manejar, ¿no? Entonces Christian Adbury, que es el baterista del grupo Oasis y de otras bandas, me ayuda mucho en la parte musical.
El amigo Héctor Incio también, que venimos con asistencia perfecta desde 2015, me ayuda en la parte de los ensayos y del armado de las líneas de batería en el escenario. Después tengo mi familia, que aparte de hacerme el aguante, me me ayuda con las redes y el día de la organización también me ayuda con todo lo que haya que hacer, ¿no? De la gente que viene de invitado, el catering, todo lo que tiene que ver con el momento del evento, ¿no?
Así que, y después todos los medios, todos los medios que nos abren las puertas para que podamos difundir el evento, ¿no? Y se entere la gente de que se va a hacer el homenaje a Oscar Moro y el Día del Baterista. Al gobierno, ¿no? La ciudad de Rosario, que me brinda el lugar, el anfiteatro municipal del Parque Urquiza, y al gobierno de Santa Fe también, que aporta su granito de arena, ¿no? O sea, si no, no se puede hacer algo así, un evento tan grande, si uno no tiene colaboraciones, ¿no?
Ayuda, ya sea económica y de la otra, ¿no? Así que bueno, esas son las— el agradecimiento para toda la gente que que colabora para que este evento lo podamos seguir haciendo todos los años. Así como este año se formó un grupo de padres de los chicos más chicos de la Legión, porque hay un, el más chiquito tiene 4 años y hay de 6, de 8, 10, 12, 16. Bueno, entonces todos los papás de los chicos formaron un grupo y a través de rifas y locros para los días feriados y rifa para el Día del Padre se pudo juntar la plata y pagar el sonido, por ejemplo.
Así que eso es una ayuda muy grande porque que si no hay sonido no hay evento. Así que bueno, serían esos los agradecimientos, ¿no? Y bueno, el mensaje final sería de que agradezco, de agradecimiento, y de que ojalá esto sirva para que nos copien otros instrumentos, ¿no? Que también se hagan reuniones de bajistas, de guitarristas, de tecladistas, no sé, así como Nosotros hemos logrado hacer esto y formar la Legión de Bateristas de Rosario como una especie de club, de hermandad, que es de buena onda, desde que ya comienzan los ensayos, cuando llegan a ensayar y tienen que esperar que les toque el turno y se arman las charlas, la ronda de mates, no sé, todo lo que lleva a pasarla bien ese momento, ¿no?
Y a conocerse y a trabar amistades, y que todo eso es valedero. Y bueno, estaría bueno que nos imiten otros instrumentos, ¿no? Pero y si no, bueno, quizás qué hace cada uno lo hace como se puede, ¿no? Como fue que fui justamente este fin de semana a Santa Teresita, una ciudad en la costa de la Argentina que también todos los años hace el día del baterista y que le cuesta tanto como a mí porque también tiene que estar fijándose en el clima, ya que estos eventos hay que hacerlo al aire libre porque no hay un lugar cerrado que tenga la acústica como para poder meter tantas baterías, ¿no?
Entonces lo tenemos que hacer al aire libre y estar pensando de que ese día nos acompañe el clima. Así que eso es otro evento que creo que somos los dos únicos en el país que lo hacemos todos los años, ¿no? Y bueno, estar lidiando con todas las cosas que hay que poder tener para poder hacerlo. Así que bueno, ojalá nos copien, y si no, no importa, está todo bien. E bueno, e que bueno que se sigam sumando bateristas à Legião de Bateristas de Rosário e ao evento este do amigo Victor de Santa Teresita.
Así que muitas graças por brindar-me este espaço e, bom, nos estaremos cruzando, ojalá, em algum evento. Abraço grande para todos.
Nesse depoimento, o Norberto falou que cresceu no bairro de Belgrano, que fica lá em Rosário. Toca bateria há quase 50 anos, há 46 anos, com o grupo Oasis, que é uma banda lendária que permanece ativa até hoje. Em breve, ele falou que vai celebrar 53 anos desde que começou na bateria. Em 2019, ele entrou para o Crises, que é um grupo que presta homenagem a um rock argentino, e também em outra banda chamada Mr. Hyde, que é uma das pioneiras lá na Argentina dentro do rock.
Desde 2015, ele falou que organiza homenagem a um de Oscar Muro, que é um renomado baterista argentino que também nasci de Rosário e que integrou a banda Los Gatos, que é a primeira banda de rock lá da Argentina em meados dos anos 60. E depois do falecimento dele se instituiu o Dia Nacional do Baterista Argentino, né, que é 11 de julho de 2006. Em 2016 essa data foi oficializada. Desde então eles vêm celebrando esse dia. Ele disse que tem essa ideia já faz bastante tempo porque viu uma foto que depois que ele percebeu que essa foto foi tirada de um encontro aqui do Brasil, inclusive.
E aí não deu para perceber no documento dele que encontro era esse. Para fazer a primeira edição, ele contou com o apoio do baterista, do amigo dele, Omar Pogonza, que também é um músico e educador musical. Em 2016, eles inauguraram uma placa na esquina Oscar Moro, na fachada de um bar muito importante que se chama Lagoinha na Medida. Que era um bar que ficava do lado da casa do Oscar. Ou seja, eles dão muito valor ao Oscar Moro.
Na pandemia parou. Em 2015, 22 bateristas. 2016, apenas 10, parando o trânsito inclusive. Em 2022, 40 bateristas. Depois, 50 em 2023 e 55 em 2024, 2025 e 2026. Ele falou que normalmente as inscrições vão lá para cima, mas depois quem realmente aparece, o número de bateristas vai caindo. E um desafio para eles é os ensaios com tantos bateristas, porque ele disse que tem pouco espaço para ensaiar. Então, e aí tem esse revezamento de 4 em 4 bateristas para eles irem acompanhando as bases.
Sobre impacto, o Norberto falou aí que cada vez mais, mais pessoas estão a fim de participar, e foi a partir daí inclusive que ele pensou no nome Legião de Bateristas de Rosário. Eles contam, é claro, com guitarristas, baixistas, tecladistas, cantores para compor a banda no palco. Sobre a fidelidade na cidade, já é um evento que todo mundo espera, segundo o Norberto, e várias pessoas da cidade acabam ajudando em outras atividades de pré-produção do evento.
Normalmente 70 pessoas na produção. E na parte musical, ele também conta com o apoio de alguns músicos no arranjo das músicas. Ele citou até o Christian Aduri, que faz parte também do grupo Oasis. Ele citou também o pessoal dos bastidores, o pessoal que faz buffet, que cuida dos artistas convidados nos bastidores, os veículos de comunicação, que eles têm acesso livre para divulgar o evento. E também agradeceu ao governo e a cidade de Rosário, que cede o local, né?
Lá é feito no anfiteatro municipal, no Parque Magalu, lá em Santa Fé. Ele destacou também as parcerias que não são financeiras, mas que são tão importantes quanto, e espera continuar realizando o evento ano após ano. Sobre faixa etária, ele fala que tem baterias de 4 anos, 6, 8, 10, 12, 16. Cada vez mais jovens vêm procurando participar do evento. E algo importante para ele é a criação de novos contatos e de novas amizades a partir da bateria, a partir da música.
E no final ele destaca também outro evento parceiro que é o de Santa Teresita, que é o próximo que vocês vão conhecer também na Argentina. O Norberto é parceiro do Victor do encontro que acontece em Santa Teresita também na Argentina. Segundo Norberto, os desafios são comuns aos dois encontros e no final ele agradece pelo espaço aberto. Continuamos em terras internacionais, também na Argentina, em Santa Teresita acontece o festival Día del Baterista.
O festival acontece inclusive no Dia do Baterista na Argentina, que tem uma outra data. Aqui no Brasil a gente comemora em 20 de setembro, na Argentina é comemorado no dia 11 de julho, homenageando um dos bateristas mais importantes e influentes da história do rock argentino, o Oscar Moro. Mas vamos receber aqui, vamos deixar explicar muito melhor do que eu, o Victor Lorusso, ele que representa o Festival Dia del Baterista lá em Santa Teresita, na Argentina.
Olá, que tal? Meu nome é Victor Manuel Lorusso, sou de Santa Teresita, Buenos Aires, Argentina, e é um verdadeiro prazer comunicar-me com vocês, com Repercuta Podcast. E bom, lhes comentamos um pouco el evento que nosotros realizamos en la localidad de Santa Teresita se llama Festival del Día del Baterista. El Día del Baterista en Argentina es en conmemoración a Óscar Moro. Óscar Moro fue un baterista pionero en el instrumento aquí en nuestro país.
Bueno, fue integrante de grandes bandas como Los Gatos, Cerujirán, Riff, la máquina Acer Pájaro, Color Humano también. Y bueno, hace ya 9 años que tomamos la iniciativa de celebrar dicho día aquí en la localidad de Santa Teresita. La verdad es que al principio la propuesta fue, fue un poco transgresora, pero automáticamente desde el inicio, o sea, de esta primera edición, se ha ido conformando una comunidad de bateristas que, bueno, que siempre empujaron año tras año para poder estar realizando, o sea, cada una de estas ediciones, ¿no?
A lo largo de todas las ediciones han participado más de 350 bateristas, desde ya que, bueno, la mayoría bateristas de nuestra ciudad de Santa Teresita y de las localidades aledañas. Han venido también bateristas de Tierra del Fuego, de Ushuaia. Han venido bateristas también de Formosa. Este año tuvimos la presencia de Duby Ramos, de la ciudad de Rosario, Santa Fe, que bueno, ellos también ahí en esa localidad celebran el Día del Baterista.
Y bueno, hace ya unos años que hemos iniciado un camino de interacción para que ambos eventos se fortalezcan entre sí y se ayuden y cooperen entre sí. Y un poco esa es la idea de también, bueno, ir cooperando con otros eventos en otras regiones del país y del mundo también. El impacto que tuvo en la ciudad, bueno, en primera instancia fue generar un movimiento cultural importante Santa Teresita es una localidad de aproximadamente 20,000 habitantes.
Y bueno, por lo cual hacer un evento de este tipo, la repercusión es muy grande, ya que bueno, es una, es una fuerza cultural que pone en movimiento un montón de aspectos de la ciudad, sobre todo el movimiento de artistas. Y bueno, y desde ya que que también sentimos un gran apoyo desde los distintos sectores de la comunidad, ya que, bueno, todos interpretan que es un evento que le hace muy bien al pueblo. Bueno, en cuanto a colaboradores, apoyos y patrocinadores, tenemos muchos en cuanto al comercio local y regional de la localidad en donde se desarrolla el evento.
Que son la mayoría, o sea, comerciantes vinculados con la gastronomía, el alojamiento. Por supuesto también, bueno, que tenemos algunas marcas también de renombre nacional e internacional que siempre nos acompañan para poder realizar el evento, pero siempre tratamos de darle un enfoque de autogestión comunitaria. El agradecimiento principal es, bueno, para toda esta hermosa comunidad de bateristas que a lo largo de estos 9 años ha apostado toda su buena energía y han confiado en nosotros.
Y bueno, nuestro agradecimiento principal es hacia ellos. Por supuesto también que agradecemos, bueno, también a las demás personas y artistas, bandas, a toda la comunidad de Santa Teresita que, bueno, que nos acompañan y vibran al ritmo del festival. Desde ya que, bueno, que también tenemos un agradecimiento especial para los grandes artistas que que han venido a acompañar a cada una de estas ediciones, como es el caso de Leo Checo de Ataque 77, Roy Quiroga de Ratones Paranoicos, Silvina Sendón de Quehacelga.
Hemos tenido también el apoyo de El Tanque de La Renga. También hemos tenido la presencia en las últimas 2 ediciones de Julián Ropero del plan de La Mariposa, Ever Vicente de Caras Extrañas. Hemos tenido también el apoyo, el acompañamiento siempre de Juanito Moro. Juanito Moro es el hijo de Óscar Moro, un gran baterista de la escena nacional. Qué bueno que él también nos está acompañando en cada una de las ediciones. Por supuesto también que le agradecemos a Rubén Duca, docente docente de la EMU y también un baterista reconocido dentro del ámbito del jazz aquí en Argentina.
Y por supuesto también él ha desarrollado a lo largo de toda su carrera una carrera como sesionista acompañando a grandes artistas de nivel nacional. Desde el festival, bueno, siempre tratamos de transmitir un mensaje de unión, de cooperación un mensaje del trabajo comunitario, ¿no? Por suerte estamos en el canal de la música gracias a la percusión, ¿no? Pero es lo que nos pone en funcionamiento para que se abran otros nuevos canales, y sobre todo poniendo en enfoque la humanidad, ¿no?
La humanidad por sobre todas las cosas. Desde ya que Bueno, muchísimas gracias. Quiero, quiero agradecerles a ustedes, a Podcast Repercuta de Brasil, también a Pedro de Drum Day. Bueno, por hacer llegar a ustedes este humilde evento que hacemos desde una localidad aquí cercana al Mar Argentino. Un gran abrazo y esperemos pronto poder ir para allá y que ustedes puedan venir para acá también. Sería algo muy também e é parte de tudo. Gracias, um grande abraço.
Nesse depoimento, o Victor agradece o contato e por poder estar conversando com a gente aqui no Repercuta. Ele fala que o evento se chama Festival do Dia do Baterista exatamente porque é celebrado em homenagem ao Oscar Moro também. O Oscar, que fez parte de bandas como Los Gatos, Riff, La Máquina de Arrepiar Pájaros e também o Color ano. Há 9 anos ele fala que tomou a iniciativa de celebrar esse dia em Santa Teresita, que no início não era tão comum.
Ele falou que a maioria dos bateristas que participam é da própria cidade de Santa Teresita e localidades vizinhas, e também receberam alguns bateristas que vieram da Terra do Fogo, de Ushuaia, e também alguns bateristas foram da localidade de Formosa para lá. Esse ano eles tiveram a presença do Dubi Ramos, que é de Rosário, Ele destacou, e também do próprio Norberto do Legião de Bateristas. Já faz alguns anos que eles colaboram.
O Vitor falou que Santa Teresita conta com cerca de 20 mil habitantes e o evento é uma das forças culturais da cidade. Eles recebem apoios de vários setores da comunidade, como patrocinadores, apoiadores, e também com alguns representantes do empresariado local e regional onde o evento acontece, principalmente nas áreas de hotelaria e gastronomia. E contam também com algumas marcas de renome nacional e internacional. O Vitor não detalhou, mas fez questão de deixar marcado por aqui.
Ele agradece a comunidade que durante tantos anos depositaram confiança neles. Muita gratidão para todo mundo que toca, para quem vai assistir e para as pessoas que estão na produção do evento. E destacou alguns nomes de peso como o Léo Pacheco da banda Ataque 77, o Roy Goroga, da banda Ratones Paranoicos, e Silvina Sendon, do Que a Selga. E também contou com o apoio do El Tanque, que é da banda La Renga. Outros nomes: Rúlian Ribeiro, do El Plan de Mariposa, Ever Vicente, do Caras Estranhas, e também o Ranito Moro, que é filho do Oscar Moro.
E ele também agradeceu ao Rubem Duca, instrutor da EMU, que é um baterista inovado na cena do jazz argentino. Segundo o Vitor, a ideia central do festival é sempre transmitir uma mensagem de unidade e cooperação e união através da bateria e da música, e esperar que a partir do evento novos caminhos vão se abrindo. O Vitor fez questão de falar que é um evento que carrega a questão humana acima de tudo. Ele agradece a mim, ao público do Repercuta também, e também citou o Pedro Botan lá de eu participava.
Meu amigo também, ele que produz o Drum Day. Foi a partir do Pedro, inclusive, tem que deixar registrado, que passei a conhecer esses eventos argentinos. Eu e o Pedro, a gente tá sempre trocando ideia, e vem alguma novidade, algum novo evento para gente, a gente vai trocando essas ideias e eu vou atrás, fui atrás. Muito feliz que consegui ter esse registro aqui. O Vitor encerra dizendo que espera poder visitar o Brasil e também receber nossa visita em breve lá na Argentina.
É isso, espero que tenha curtido mais esse episódio do Repercuta. Me fala, tu já participou de algum encontro? Já foi assistir? Já tocou? Tem vontade dessa série? Qual mais te chamou atenção? Enfim, vamos trocar essa ideia. E essa pesquisa segue em frente com mais episódios que em breve virão para celebrar a nossa comunidade dos tambores, peles e baquetas no Repercuta Podcast. Forte abraço, galera! A gente se vê, se encontra, se escuta no próximo episódio do Repercuta.