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Trump x Merz

03 de maio de 202615min
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A retirada de 5000 soldados americanos da Alemanha!

Assuntos4
  • Conflito TrumpRetirada de 5 mil soldados americanos da Alemanha · Disputa entre Donald Trump e Friedrich Merz · Críticas de Trump à OTAN e aliados · Possível influência russa e de Putin · Presença militar dos EUA na Europa
  • Retirada de soldados dos EUA da AlemanhaDecisão do Departamento de Defesa dos EUA · Disputa entre Trump e chanceler alemão · Justificativas e prazos da retirada · Histórico de propostas de redução de tropas · Gastos militares da Alemanha
  • Fenômeno El NiñoPreocupação de meteorologistas · Comparação com o El Niño de 2024 · Necessidade de preparação e ações preventivas
  • Temperatura em São PauloTemperaturas em elevação · Predomínio de nuvens e sol · Possibilidade de pancadas de chuva · Nova frente fria no fim de semana
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Bom dia! Esse é o Pode Crer. Podcast de quem não crer. Mas... Quer ver? E entender?

Hoje, segunda-feira, 4 de maio de 2026. Tempo é nublado em São Paulo.

Depois do friozinho aí do domingo, a segunda-feira será um dia de temperaturas em elevação, predomínio de nuvens, presença de períodos de sol e possibilidade de pancadas de chuva à tarde.

que vai ser um dia aí de transição bem interessante aí, a segunda-feira, né, que vai começar ainda com a sensação de frio, com 16 graus.

Mas a temperatura, né, que no domingo não passou dos 18, hoje vai chegar aí aos 26 graus. Isso mostra aí, né, o aquecimento, né, acontecendo hoje, já que aquela pontinha de massa de ar frio que passou por aqui durante o domingo...

final do sábado, início do domingo, né, já foi embora pro oceano, e o que nós teremos ao longo da semana vai ser sim predomínio de sol e temperaturas em elevação, né, de terça até quinta, mais ou menos, nós teremos tempo bem seco, e ensolarado com temperaturas máximas aí, no patamar de 29 graus, dias quentes aí.

A sexta-feira começa a ter nuvens e aí no sábado vai entrar uma nova frente fria, um novo sistema. E esse vai trazer umidade e uma queda bem interessante de temperatura aí pro domingo, pro próximo domingo. Aí a medida que nós formos avançando a semana, nos aproximando aí do final de semana, nós vamos detalhar um pouco mais, mas tem uma massa de ar polar bem...

Bem forte aí pro começo da semana que vem. Aí pro dia das mães, né? Então vamos ficar atentos aí. Aliás, eu vou dedicar essa semana um episódio, provavelmente o da quarta-feira, pra gente voltar a falar sobre o El Ninho que tá vindo aí. Porque... E aí

meteorologistas sérios e renomados estão muito, muito preocupados com o que estão monitorando e acompanhando no Pacífico, né? E o que isso pode trazer aqui para o nosso clima no Brasil em termos de eventos extremos, né? Há alguns meteorologistas falando que vai ser o pior eleninho da história.

Só lembrando, tá, em 2024, quando tivemos lá as grandes enchentes no Rio Grande do Sul, enchentes históricas, né, tragédia total lá, nós tivemos um super-aninho naquele ano, né, nós tivemos uma combinação de fatores, mas a grande mola propulsora para aquele fenômeno foi o super-aninho que acontecia lá no Pacífico, né, então, quarta-feira eu vou falar sobre isso, vou trazer mais detalhes científicos aí.

Porque eu também não quero ser alarmista, mas é importante, né, que principalmente as autoridades, né, que depois lá ficam correndo atrás de verbas, já comecem a se preparar, a fazer as ações preventivas, né, para minimizar os efeitos aí que possam ter, né, com eventos climáticos extremos que eventualmente possam acontecer, né, então...

Muitas vezes para o poder público é melhor, eu não digo que é mais fácil, mas é melhor para a conveniência de alguns agentes públicos deixar a coisa acontecer primeiro para depois ter mais facilidade de acesso a verbas. Isso aí o caos às vezes favorece quem não é honesto, mas depois a gente fala sobre isso.

Mas hoje é segunda-feira e segunda-feira é dia de falarmos em geopolítica. Enquanto Estados Unidos, Irã, então vai e vem, vem e não vai, em relação a cessar fogo, acordo de paz, aquilo não sai do lugar e tal, né? É uma negociação bem estranha aquilo ali.

Tem um movimento que o Donald Trump fez na semana passada que chama atenção, até pelo ineditismo, mas também por se tratar de um movimento dentro do contexto da OTAN.

E isso é muito interessante do ponto de vista geopolítico, porque desde a Segunda Guerra Mundial, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, quando a Alemanha foi dividida em dois, tinha a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental, do lado ocidental os Estados Unidos desde lá vem mantendo bases, soldados, etc.

permanentes, hoje se estima cerca de 30 mil soldados quase na Alemanha, servindo lá permanentemente. E o Trump fez uma movimentação devido a alguns desacordos com o primeiro-ministro alemão.

E ele mandou retirar 5 mil soldados americanos da Alemanha. Isso chama a atenção e a gente vai tentar entender o que está acontecendo lá.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos planeja retirar 5 mil soldados americanos da Alemanha em meio a uma disputa entre o presidente Donald Trump e o chanceler alemão Friedrich Marx sobre a guerra no Irã. A decisão ocorre um dia depois de Trump criticar Marx.

O chanceler alemão sugeriu que os Estados Unidos foram humilhados pelos negociadores iranianos. Os Estados Unidos têm uma presença militar significativa na Alemanha, com mais de 36 mil soldados da ativa, alocados em bases por todo o país, segundo dados de dezembro de 2025.

O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, afirma que a presença de soldados americanos na Europa, e particularmente na Alemanha, é do nosso interesse e do interesse dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, Pistorius deixou claro que a decisão dos Estados Unidos não foi uma surpresa. O fato de os americanos retirarem tropas da Europa e também da Alemanha era previsível, complementou ele.

Em postagens nas redes sociais na última quinta-feira, dia 30 de abril, Trump disse que Mertz estava fazendo um trabalho terrível e tinha problemas de todos os tipos, incluindo imigração e energia. Trump também sugeriu a retirada de tropas americanas da Itália e da Espanha. Em um comunicado, o porta-voz do Pentágono, Sean Pernall,

Disse que a ordem sobre a saída de tropas americanas da Alemanha partiu do secretário da defesa, Pete Hegseth.

Essa decisão segue uma revisão completa da postura das forças do departamento na Europa e reconhece as necessidades e as condições no terreno, detalhou ele. Esperamos que a retirada seja concluída nos próximos seis a doze meses. Concluiu Pernell.

Trump, um crítico de longa data da aliança da Organização do Tratado do Atlântico Norte, OTAN, tem atacado aliados pela recusa deles em participar das operações para reabrir o Estreito de Hormuz. Questionado na quinta-feira se também consideraria retirar tropas americanas da Itália e da Espanha, Trump respondeu, provavelmente sim. Veja bem, por que não faria isso?

A Itália não nos ajudou em nada e a Espanha foi horrível, acrescentou criticando a resposta desses países à guerra no Irã. Em todos os casos, disseram, não quero me envolver, complementou Trump. Mertz disse a estudantes universitários no início da semana que os americanos claramente não têm estratégia e que não conseguia ver qual saída eles poderiam escolher.

Os iranianos são obviamente muito habilidosos em negociar, ou melhor, muito habilidosos em não negociar, deixando os americanos irem a Islamabad no Paquistão e depois partirem sem nenhum resultado, comentou o chanceler alemão. Ele acrescentou que a nação inteira, em alusão aos Estados Unidos, estava sendo humilhada pela liderança iraniana.

Em resposta, Trump disse na plataforma Trust Social que Mertz achava normal o Irã ter uma arma nuclear e que não sabe do que está falando. Não admira que a Alemanha esteja indo tão mal, tanto economicamente quanto em outros aspectos, afirmava a publicação do presidente americano.

A BBC entrou em contato com a Embaixada Alemanha em Washington para comentar o assunto, mas não recebeu respostas até a publicação da reportagem. O destacamento militar nos Estados Unidos da Alemanha é de longe o maior na Europa. Na Itália são cerca de 12 mil soldados americanos e outros 10 mil estão no Reino Unido.

Muitos deles estão na base aérea de Rammstein, nos arredores da cidade de Kaiserlautern, no sudoeste da Alemanha. Trump já propôs reduções nas tropas americanas na Alemanha, mas até agora essas medidas não entraram em vigor. Apenas o Japão abriga uma presença militar americana maior no mundo.

Em 2020, ainda no primeiro mandato de Trump, uma proposta para transferir 12 mil soldados americanos da Alemanha para outros países da OTAN na Europa ou de volta para os Estados Unidos foi bloqueada pelo Congresso e posteriormente revertida durante a presidência de Joe Biden.

À época, Trump acusou a Alemanha de ser inadimplente, porque os gastos militares do país estavam bem abaixo da meta da OTAN, de 2% do PIB. Mas esses gastos subiram drasticamente sob o governo Mervis. A Alemanha deverá desembolsar 105,8 bilhões de euros em 2027, com defesa, algo equivalente a 3,1% do PIB no país.

No ano passado, os Estados Unidos decidiram reduzir a presença militar na Romênia, como parte do plano de Trump de mudar o foco do compromisso militar americano da Europa para a região do Indo-Pacífico. O ministro da Defesa da Romênia disse que a decisão foi tomada depois que Hexet transmitiu aos romenos a necessidade de prestarem mais atenção à própria defesa.

A decisão sobre a Romênia foi recebida com desaprovação por alguns dos colegas republicanos de Trump no Congresso e com preocupação por outros países do leste europeu, que desconfiam das intenções da Rússia na região.

Sempre a gente tem que estar atento nesses movimentos que Trump está fazendo, sobre qual a influência ou qual o interesse oculto que existe.

do Putin sobre o Trump. Isso é uma coisa que até hoje ficou meio mal resolvida, a influência de Putin nas eleições americanas. Isso desde a primeira vez que o Trump foi eleito, no seu primeiro mandato e agora nesse segundo, né? Porque tem movimentos que parecem em prol de enfraquecer

a presença americana na Europa, né, o que facilitaria, digamos, uma ação russa na Europa, principalmente na Europa Ocidental, né, então sempre fica uma pulga atrás da orelha, né, sobre como esses movimentos podem estar sendo feitos, né, sob influência de interesses.

o lado Kremlin, né, e a Alemanha, a Alemanha sempre foi um ponto sensível, né, na questão do Kremlin, né, na visão do Kremlin, isso desde o tempo de Pedro o Grande, né, quando ainda não existia a Alemanha, era Prússia, depois nas duas grandes guerras também, então sempre houve ali esse embate, né, entre os dois grandes países, né.

E o enfraquecimento de presença militar americana na Alemanha pode dizer muita coisa sobre isso também. Então é um ponto aí a se ter um pouco de atenção sobre esse movimento que está sendo feito aí. Espero que senhoras e senhores tenham uma excelente segunda-feira. Tchau!

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