Episódios de (Mais Um) Podcast De Casal

#287 The Comeback, Hacks, O Diabo Veste Prada 2, One Piece, apostas para o Primavera Sound e aniversário do Thello

11 de maio de 20261h12min
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Tirando o atraso dos assuntos.

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Assuntos7
  • Aniversário de Tales Correia SchwartzComemoração na sexta-feira no bar MIT · Jantar surpresa no restaurante CHOU · Experiência com inteligência artificial na escolha do restaurante
  • Dor como informação corporalCrise de dor intensa · Recuperação lenta e intermitente · Impacto no feriado de primeiro de maio
  • Show da Shakira no RioExperiência de assistir pela TV · Contexto do problema pessoal da artista · Uso de IA e drones no espetáculo · Participação de artistas brasileiros convidados · Comparação com shows de artistas brasileiras · Impacto cultural zero do evento
  • Imposto de RendaUtilização do aplicativo GOV para declaração · Comparação com o aplicativo da Receita Federal · Carregamento automático de dados
  • Participacao OuvintesE-mail de Wagner Santos sobre compra de apartamento · Comentário de Arthur Mois sobre aluguel pelo Quinto Andar · Comentário de Macu sobre reforma e Jacira Doce · Comentário de Luke sobre reforma de casal · Comentário de Luísa Lunática no YouTube
  • Planejamento FuturoEpisódio sobre academia e exercícios · Episódio sobre a experiência de comprar um apartamento · Cobertura do C6 Fest · Cobertura da Parada LGBTQIA+
  • Filme O Diabo Veste Prada 2Necessidade questionável da sequência · Divertido, mas não inovador · Protagonismo de Stanley Tucci · Comentários sobre looks na estreia · Crítica ao Cinemark e o refil de pipoca
Transcrição189 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

A gente tava rindo aqui porque quando eu tô fazendo o setup das coisas, eu sempre testo a soundboard, por exemplo, os microfones, pra ver se tá tudo saindo nos canais certos aqui da gravação. E eu tinha esquecido de mudar o roteamento da soundboard. E aí eu soltei isso aqui. I lost all hope today. Pra testar e saiu pelo alto-falante do computador, porque...

geralmente sai só no meu fone e o Telo não ouve, né? Ou só ouve o que vaza. Esse dia é bastante. E aí a gente começou a rir aqui. Porque é um pouco o sentimento desse domingo chuvoso em São Paulo. Mas, gente, anteontem, né? Quando vocês estiverem ouvindo, sábado, foi o aniversário de Telo Caetano.

Exatamente. A animação dele, gente. Não, não.

Foi o aniversário que ele passou mais down, sério. Foi, eu passei um pouco down, mas eu tô bem. Foi ótimo, eu fiquei feliz. Eu vi pessoas que eu amo, me diverti com essas pessoas. Recebeu mensagens de outras pessoas que você ama. Recebi mensagens de pessoas que eu amo. Fui jantar com meu marido. Foi gostoso.

Conta mais como foi seu aniversário. Ah, tá. Então, na sexta, a gente foi conhecer o MIT, ou MITê, não sei como fala. Acho que é MIT. Mas é um bar ali na Rego Freitas, no centro de São Paulo. Pertinho ali, né? Na Esquininha, com a Consolação, em frente à Igreja da Consolação, pra quem tem a RF.

Que é um bar que tem competições de drag, tem apresentações de drag e tal, tem várias coisas legais. E a gente foi meio que tipo, eu não fiz uma festa propriamente de aniversário, ia ter a estreia do All Stars 11.

Aí eu falei, ah, vamos juntar lá e beber lá e a gente assiste. E tá de boa. Não queria fazer nada muito espalhafatoso esse ano de aniversário. Até queria, mas enfim. Águas passadas.

Não rolou. E aí a gente foi pra lá. Foi bem gostosinho, assim. Bebemos bastante. Fiquei bem bêbado. Era o que eu queria. No aniversário é sempre bom. Sempre. Mas o lugar é gostoso, assim. Não é muito cheio. A gente até conversou sobre isso, né? Que ele parece ser um lugar meio que de passagem, assim.

Ele não é muito um lugar que as pessoas vão pra ficar a noite toda, mas ele é um bom lugar pra começar a noite, assim. Beber um pouquinho e ir pra onde você quiser ir. Mas aí foi bem gostoso. Aí a gente foi com os amigos e tal. Alguns foram mais cedo, embora. E aí os outros vieram aqui pra casa, a gente pediu pizza, ficou conversando, foi ótimo. Sim.

E aí no dia seguinte a gente acordou. Eu acordei, era meio-dia mais ou menos. E o Sr. Rodrigo acordou era três e meia, porque estava morto, cansado. Nossa, gente, eu já estava... Eu cheguei no bar já com sono. É.

Como sempre acontece toda vez que eu saio de sexta-feira, né? Quando a gente vai na TED, por exemplo, eu saio do Uber, entro na fila e eu começo a abrir a boca de bocejar assim e assim fico. Exato. Aí no dia seguinte, então a gente não fez tanta coisa assim que a gente recordou tarde.

Mas fomos jantar num restaurante super gostoso. Chama Show. Show. Show. Não é S-H-O-W. Acho que deve ser Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. É C-H-O-U. Isso. Que fica ali em Pinheiros. Isso. Que é bem gostoso. Achei bem gostoso, assim, a comida. A gente não conhecia, né? É, a gente não conhecia. E eu fiz surpresa pro Telo. Não falei pra ele onde era.

E a gente sempre fala muito de conhecer lugares diferentes, porque a gente acaba indo sempre nos mesmos restaurantes, né? Então eu fiz uma pesquisa com a ajuda da inteligência artificial. Ai, que fera! Eu não tinha te contado isso. E aí eu tava entre esse e um outro. Mas aí eu acabei escolhendo esse.

Porque o outro era um rooftop na República. Tinha uma visão panorâmica e tal. Parecia bem interessante. Mas tinha um DJ. É. E a gente nunca sabe como é lugar com DJ. Né?

Pode ser muito bom, como pode ser um grande horror. E ainda por cima, o couvert artístico eu achei caro. Era 40 reais por pessoa. Não que o artista não mereça, mas sei lá, achei um pouco caro.

E aí eu resolvi escolher esse Que tinha um ambientezinho mais reservado Tranquilo, sem barulho A luz de velas Tocando uma playlist incrível Tocou até Velvet Underground Serguei Gainsbourg Foi bem chique E a comida muito gostosa A comida tava bem gostosa Algum destaque que você gostou de pratos?

Eu acho que eu gostei daquela entradinha de quiabo. Nossa, a entradinha de quiabo é o meu grande destaque. É a entrada, foi a primeira coisa que a gente comeu, mas era um quiabo, gente, meio tostado assim na brasa. E aí ele tinha um molhinho de alho, amendoim e limão. Nossa, era muito bom, muito, muito bom. Harmonizava muito bem com o molhinho assim, bem gostoso.

E aí, de entrada também, a gente pediu umas lulas. Que estavam ruins. É, não estavam ruins. Não, é que não estavam ruins. É que assim, uma coisa que eu aprendi com a grande chefe, Paula Caracela, é que lula e polvo, ou você cozinha pouco, ou você cozinha muito. Se você cozinhar médio, ele vai ficar duro. Então é, ou você só passa ele no fogo, só flamba rapidinho.

Ou você coloca ele num cozido, numa coisa que vai cozinhar durante muito tempo. Porque aí ele vai ter o tempo de voltar a ficar macio. Então tava uma coisa meio termo, assim. Então ela tava meio durinha. Tava gostosa, mas tava meio durinha. É, não. Tava durinha.

E do prato que eu pedi, eu pedi uma fraldinha de angus. E aí eu pedi um risoto pra acompanhar. A fraldinha de angus veio com alho confitado. Tava gostosa a fraldinha. E o risoto era de... Do que era aquele risoto? Não sei, eu não provei o risoto. Era meio... Era meio...

Meio piamontese, assim, só que mais leve. Com amêndoas, nozes e tal. Chique. Tava bem gostoso. E você? E eu pedi um cafta de porco.

Com um molhinho ali meio... Não era, tá? Mas parecia uma coisa meio sour cream, só que bem levinho. E uma berinjela, tipo, só a carne da berinjela. Tostada no fogo também. Estava bem gostoso. Sim.

E hortelã. E aquela saladinha muito gostosa. E aí eu pedi uma batata doce, que estava gostosa, mas enfim. Era uma batata doce. Eu achei muito pequena. Eu achei um pouco pequena também. O meu risoto veio tanto que eu falei, nossa. Pois é. E a salada, eu fiquei bem curioso, porque era uma salada salgada de melancia com caju.

E é bem gostoso. A combinação ficou bem gostosa. Eu vou querer reproduzir um dia. Pareceu tranquilo de a gente fazer assim. Porque é mais os temperos que você coloca e a marinada que você deixa do que... É literalmente caju e melancia. Mas a composição ali ficou gostosa. Muito gostoso. Eu adorei.

É só os drinks que deixaram um pouco a desejar. É, não é muito um bar de drink, é um bar de jantar mesmo. Um restaurante, no caso. É um restaurante. Então, os drinks eram gostosos, mas eram porções muito pequenas. E assim, muito...

Muito específicos, assim. Eu acho que, sei lá, se um dia você for nesse restaurante aí, o show, show, show, é... Acho que é melhor você ir no vinho. Ou se você não quiser beber, eles têm opções não alcoólicas que pareciam bem interessantes também.

Mas acho que talvez no vinho você vá um pouco melhor do que nos drinks. Porque os drinks são bem ok. São gostosos. São gostosos, mas não é pra... É só quase que um aperitivo. Exato. E a gente voltou pra casa. A gente até pensou, já que a gente não bebeu...

A verdade é assim, a gente tinha bebido muito já na sexta. Exato. A gente até pensou em sair do restaurante e ir pra um bar ali que a gente gosta, que ficava razoavelmente ali perto pra beber um pouco mais. Mas já era onze e tanto da noite. Ai, vamos voltar pra casa. Tava começando a esfriar, que hoje tá bem frio aqui em São Paulo. E aí hoje a gente acabou não fazendo nada, né? A gente acabou de fazer imposto de renda. Sim. Tomar um café tarde.

Mas foi isso. Sim. Mas foi gostoso. Closévia fica a dica, caso você seja como a gente, e foi deixando aí seu imposto de renda pra fazer mais pro fim do prazo, que acho que até dia 29 que vai, se eu não me engano. Acho que sim. Caso você nunca tenha feito seu imposto de renda pelo GOV, porque a gente sempre fez, até ano passado a gente só fazia...

Usando aquele aplicativo da Receita Federal. Eu sou filho de contadora. Então eu sempre via minha mãe baixando aquele aplicativo e usando aquele aplicativo. Eu sempre fiz igual. E aí é um aplicativo que você baixa todo ano. E aí se você tiver a declaração do ano passado, salva bonitinha no seu computador. Você carrega os dados da declaração anterior para fazer a desse ano. Isso. Fazendo por dentro do Gov, ele já carrega...

Basicamente tudo. Ele puxa um monte de coisa do seu CPF. Então puxa ali rendimentos. Aluguel. Patrimônio. Gastos com saúde. A maioria deles com o valor tudo certinho. Algum só que a gente achou o valor estava diferente do que o que a gente tinha. A gente falou e corrigiu. É só você bater ali. Já puxa até para quem é PJ. Já puxa ali os... E aí

os rendimentos e lucros da sua empresa, pra quem é... Mais ou menos. Se tiver sido declarado corretamente pelo contador, que não foi o caso do TEL. É, eu tô achando que não foi. Nós temos contadores diferentes. Mas vamos descobrir se amanhã. O meu tava certinho. E imagino que pra quem é pessoa, pra quem é CLT, deve carregar os dados, né, de...

Do dolerite, de contribuição com o INSS, esse tipo de coisa, né? Sim. Então, bem da hora. E assim, a interface é bem mais... Amigável e confiável, né? Tudo carrega ali bonitinho, não dá pau. Foi ótimo, eu adorei. Foi uma ótima experiência.

Vamos para as interações? Vamos. A gente não fez interações ainda. Nós temos aqui um e-mail do nosso querido Wagner Santos. O e-mail se chama parabéns meninos. Várias exclamações. Ah, quer que eu leio? A letra está grande. Pode ler, pode ler.

Oiê, bom dia. Que excelente notícia, meninos. Muito feliz pela conquista de vocês. Ouvi a descrição do hábito quase com papel e lápis na mão desenhando a planta de vocês. Que fofo. É muito legal quando a gente consegue encontrar um hábito que engloba a maioria das características que a gente deseja. Eu passei por isso em 2022. Devo ter olhado uns 20 apartamentos e quando eu entrei no meu atual, fiz meu checklist e obedecia a quase tudo.

Faltou varanda e suíte. Tenho conseguido fazer amortizações constantes e agora só me faltam 50 parcelas. Caramba! Nossa, arrasou, Wagner. Parabéns. Acredito que até o fim do ano que vem consigo quitar o apto e começar a pensar num upgrade. O apto com varanda e suíte. Nossa, arrasou. Arrasou demais. Torcendo aí pra rolar.

se eu posso dar uma dica se eu posso dar uma dica é, se for possível por questões financeiras, façam tudo de estrutural e quebradeira antes de mudar, como a questão do gás que vocês comentaram, o ar condicionado, por exemplo. Além disso se vocês vão fazer alguma quebradeira nos banheiros e cozinha, avaliem se já não vale mexer na parte dos encanamentos. Sobre o vlog mostrando o hábito e a obra, só tem uma coisa a dizer, que era na minha mesa pra ontem haha.

Enquanto vocês falavam do Apto, eu já estava aqui pensando que bem que podia ter vídeos mostrando essa etapa. Mais uma vez, parabéns por essa conquista. Estou torcendo aqui para que vocês estejam com as chaves nas mãos o mais rápido possível. Ah, obrigado, Wagner. Obrigado pelo carinho, Wagner. Beijão para você.

E vai ter vlog sim, já tô com umas ideias na cabeça, até porque a gente tem assistido alguns vídeos de pessoas que fazem vlog de obra, mostrando suas casas já prontas também, às vezes não é nem obra em particular, né, só mostrando.

Casa, decoração, né? Sim. E aí eu tenho assistido, primeiro, pra gente se inspirar pro nosso, né? E também pensando na parte audiovisual da coisa. Como que eu quero fazer esses vídeos, como que eu quero editar, trilha, esse tipo de coisa, né? Pra fazer um trabalho bonitinho. E aí eu comentando com o Telo, tipo, eu fico muito chocado que tem gente...

Cara, e geralmente o que eu acho engraçado é que esses vídeos são feitos por pessoas que trabalham com arquitetura, com decoração. Não é que nem a gente, que são duas pessoas que a gente tem o nosso gosto pessoal e tal. Mas a gente não tem experiência em decorar ambientes ou planejar ambientes, nada do tipo. Não é o nosso trabalho.

E eu fico vendo a galera que tem isso como trabalho. E a galera faz umas coisas tão conservadoras assim. Tipo, a gente tava vendo de um casal. Que tem um apartamento enorme. Tipo, gigantesco. E é basicamente tudo da mesma cor. É tudo branco. E a cor é tipo, não é nem... Não é um branco, né? Branco, branco, gelo. É uma cor que chega mais ali num branco, num beijinho. Mas é uma cor super clara.

Que ok, né? Legal você ter cores claras no ambiente, mas não só isso. É. Né? É um pouco boring. E aí eu fico olhando e falo, caralho, você tem um apartamento desse tamanho, você não vai brincar com cor? Você não vai brincar com...

Com, sei lá, uma meia parede, um recorte na parede que seja só pra dar um tchan, assim. Tipo, você vai deixar tudo da mesma cor. Aí ele começou a pintar prateleiras, ele começou a pintar as prateleiras da mesma cor das paredes. Eu falei, gente, não faz o menor sentido pra mim.

Na cabeça dele, no repertório que ele tem e tudo mais, talvez super faça sentido fazer as prateleiras da mesma cor da parede. Mas eu acho extremamente sem graça. Sim, sim. E um outro problema que eu vejo também, acho que tem essa questão de casas muito sem graça às vezes. Assim, do tipo... Que é essa coisa, né? É a casa da pessoa, então vai do gosto da pessoa. Mas é um gosto muito sem graça pra gente.

E outra coisa que é... A coisa das redes sociais, elas meio que empurraram todo mundo a ser produtor de conteúdo. Então, tipo assim...

Em outros tempos, a gente podia só fazer vídeos acompanhando a nossa obra. Agora não, a gente tem que fazer a produção de conteúdo. Só que claramente, gente, algumas pessoas não têm o carisma pra isso. Não. Tem uma gay que a gente assistiu os vídeos... Não que a gente tenha muito carisma, mas... Ah, a gente tem carisma. A gente sabe se comunicar, pelo menos. São 12 anos fazendo podcast. Tem uma gay que a gente começou a ver os vídeos e tal.

E, nossa, gente, sério, a pessoa tem carisma negativo. Tipo, ela explicando as coisas, assim, falando que a gente vai fazer isso, vai fazer aquilo e tal. Só que, tipo assim, não dá vontade nenhuma de assistir, porque, nossa, que gay chata. Caralho, que gay chata.

Aí, nossa, tristeza. Realmente, assim, a tristeza do mundo ter forçado todo mundo a ser produtor de conteúdo é que a gente percebe que nem todo mundo consegue produzir conteúdo. Sim. Não, aí a gente tava vendo... O Telo começou a rir da minha cara porque a gente tava vendo um que era especificamente falando sobre a decoração do apartamento de uns amigos. Aí eu virei pro Telo e falei, ah, eu odeio esses apartamentos Brasil Colonial.

Que realmente não é do meu gosto. É, não é a nossa vibe. Agora, deixar... Se for falar de coisas positivas, as coisas negativas, claramente a gente não vai expor aqui quem são as pessoas. Sim. Mas a gente estava vendo o apartamento do Matheus e do Guigo que fazem o Matando o Matheus a Grito. E o Matheus e Guigo Show.

A gente sabe quem eles são, mas a gente nem acompanha. A gente não acompanha muito. A gente simplesmente apareceu lá, no meio desse monte de vídeo. E eu achei a casa deles bem bonita. Belíssima, belíssima. Com ótimas brincadeiras e composições de cor e decorações.

Interessantes ladrilho hidráulico. O famoso ladrilho hidráulico. Muito ladrilho hidráulico, mas tudo feito de uma forma de muito bom gosto, bonito assim. Então, quem quiser se dar uma olhadinha, é o que eu indicaria aí, positivamente falando. Comentários no Spotify. Sim, vamos lá. Espera aí que tá carregando. Só um momento. Vamos lá. Arthur Mois, nosso querido Arthur Mois. Oi, Mores. Parabéns. Parabéns. Parabéns.

O quinto andar, quando você é locatário, é um saco, porque eles toda hora ficam te oferecendo para vender o imóvel. Daí deve ser comum a pessoa alugar e no fim o dono já ser outro. Vejam se vocês conseguem acesso à vistoria de entrada do inquilino. Para quando ele sair, vocês poderem reclamar qualquer coisa que o inquilino tenha feito de errado na vistoria de saída.

Porque os historiadores do quinto andar são complicados em geral. Erram muito. Sim. Olha, ótima dica, hein, Arthur? Obrigado. É, não, a gente já quer realmente ficar de olho, porque eu falei com o Rodrigo. Um dos meus medos é que essa mulher, a pessoa que está lá alugando apartamento no momento...

Ela tá com tanto ódio da gente, acho que desse processo todo, que sei lá o que essa mulher pode fazer, quebrar o apartamento todo, deixar tudo detonado, sabe? Então eu quero sim ter acesso a essa vistoria. É que o Quinto Andar, eles têm esses processos deles que são muito... E eu entendo que é um pouco por segurança e um pouco de tirar o cu deles da reta, mas eles são muito engessados, no ponto do tipo...

a gente não tem contato com os proprietários. É como se a gente fosse quase que proibido pelo Quinto Andar de ter qualquer comunicação com os proprietários. Eu acho que eles fazem isso, porque no começo da plataforma, muita gente deve ter começado a comunicação pelo Quinto Andar.

E aí os dois, quem queria comprar e quem queria vender, conversou por fora, fechou um valor, fechou ali na surdina e tirou o quinta-dada jogada e fizeram a venda direta do apartamento. E acho que é por isso que eles fazem isso. Mas, tipo, a gente não tem contato. Então, até a inquilina virar a nossa inquilina...

também a gente não tem ideia do que acontece. Eu não sei quanto ela paga de aluguel, eu não faço a menor ideia de como foi a vistoria dela. É uma coisa que depois que a gente pegar a chave, e aí a gente vai ser os proprietários do apartamento, aí a gente pode pedir essas coisas. Aí eu vou saber quanto ela paga de aluguel, vou saber quanto tempo ela está no prédio, vou saber tudo, mas até agora não pode. Então tem coisas problemáticas.

No tipo, a gente não consegue pedir a planta para os proprietários. Eu não sei se eles têm a planta do apartamento ou não.

Não faz a menor ideia. Pois é. Porque eu não posso falar com eles. Pois é. Mais beijos pro Arthur. Temos aqui comentário do Mac. Acho que é uma cura, né? É uma cura. Parabéns pela conquista. Fico feliz por vocês. Desejo muita alegria e prosperidade para o novo lar. E muita força e calma para a reforma. Ai, obrigado.

Gente, peguem umas referências da Jacira Doce. Além de maravilhosa, ela está reformando o AP dela. Ah, arrasou. Vamos anotar. Jacira Doce. Já vou procurar pra ver. Obrigado, Macu. Vou botar aqui no YouTube pra gente poder ver. Beijão pra você. Obrigado, Mac. Beijo. E temos aqui um comentário do Luke, também conhecido como nosso arquiteto. Também conhecido como nosso arquiteto. Mais uma reforma de casal vem aí, hein.

E meus parabéns pelo apartamento, seus lindos. Vocês merecem muito. Obrigado, meu amor. Inclusive, você estará com a gente nessa. Espero. Já tô contando aí com você. Ai, sim. Inclusive, isso é um ponto que eu preciso alinhar com você. Eu pensei em chamar o vlog de mais um apartamento de casal.

Porque tem vários casais comprando apartamentos. E porque não vai ser só sobre reforma. É, vai ser sobre o apartamento como um todo. Vai ser sobre o apartamento em si. Depois, como que a gente decorou, como que a gente estruturou os espaços. Sim. É, não, eu gosto. E assim, vários casais de internet que a gente segue estão comprando apartamento. Ou compraram, ou reformaram. Então assim, a gente tá sempre no trendset ali do mundo da internet. Só que sempre atrasados. No mundo dos casais, né?

E aí, como a gente falou, o nome do podcast é esse, porque na pandemia, um milhão de casais fizeram podcast, a gente falou, pô, vamos fazer o nosso também? E aí era o mais um. Agora é o mais um vídeo de apartamento. Como é que é? Não, mais um apartamento de casal. Mais um apartamento de casal, tá. Tá, esses foram os comentários do Spotify. Deixa eu só checar se tem alguma coisa no YouTube. Temos.

Ih, caralho Eu não sei mexer, né? Mas já tava ali, meu amor O que você fez? Ali, ó Publicados Retido Não tem nada retido

Mais recentes, é isso? Não, ali, ó. O que tá sem like. Tá. Não, só tava em filtro, tava certo. Luísa Lunática. Quer dizer, não é mais Luísa Lunática. That one, Luísa. Chegou a notificação, vi o título e cliquei. Parabéns, amores. Obrigado, amor. Obrigado, Lu. Venha conhecer em breve. Venha visitar o Decorado. Em breve conhecido como ano que vem. Não era uma música, isso? Venha visitar o Decorado?

O Citrosônica tem uma música chamada Visite o Decorado. É verdade. Que é sobre especulação imobiliária. Olha só. Muito bonita. Muito consciente eu. Sim. Então foi isso as interações. O que a gente tem na nossa pauta?

Deixa eu abrir aqui a nossa pautinha, porque a gente tem bastante coisa. Ah, tem uma coisa que eu comentei, a gente comentou na semana passada, né? Que a gente fez meio que especial sobre apartamento. A gente falou umas coisas rapidinhas que a gente fez. Eu falei da Gamescom, né? Que foi ali rapidinho. Mas não tem muita coisa pra falar. Desculpa, só voltar num assunto aqui que a gente tava falando do seu aniversário. Lembra que eu te perguntei... E...

se o MIT ficava no mesmo lugar onde era a matilha cultural, sim a inteligência artificial me disse aqui

Que ele fica no mesmo lugar onde era a matilha cultural. A matilha cultural fechou em 2017. Eu não fazia ideia disso. Faz 10 anos já. E assim, o Mitch faz muito parte desse movimento de revitalização dessa região da República.

do Arouche e afins ali do centro de São Paulo, né? Tem muito lugar novo, muito bar, muito espaço de convivência, né? Então, inclusive, a gente até chegou a pensar em voltar a morar no centro, mas a gente acabou ficando pelo Cambuci mesmo, né? Sim. O nosso apartamento que a gente tá comprando é no Cambuci.

É, pensando aqui, olhando o calendário, eu queria alinhar com você e com os ouvintes umas coisas, porque assim, então hoje a gente vai falar temas gerais, né?

aí eu lembro que a gente tinha falado de fazer um episódio sobre academia exercícios, ginástica treino foi a sugestão do Manuel Carneiro a gente precisa fazer um episódio falando sobre como é a experiência então de comprar um apartamento acho que é melhor quando a gente estiver com as chaves pelo quinto andar então a gente espera o processo todo acho que sim então

Sinal de semana do dia 23 e 24, gente, eu vou estar no C6 Fest, que eu vou nos dois dias de show. Então pode ser que o episódio saia um pouquinho mais tarde na semana. E aí, aí depois, beleza, vai ter um fim de semana normal.

E aí depois no começo de junho também a gente vai ter episódio atrasado, digamos assim, publicado ao longo da semana. Porque logo no primeiro final de semana de junho é a parada LGBTQIA+. E todos os eventos que a rodeiam. Então a gente vai ter muitas festas, muitos eventos para ir, além da própria parada em si.

E a gente pode chamar os meninos pra fazer um episódio igual a gente fez do carnaval. Eu gosto, eu gosto. Já que todo mundo mais ou menos nas mesmas coisas. Sim. Então tá. Esse é o planejamento aí das próximas semanas. Tá. Aí, enquanto eu estava lá na Gamescom, você assistiu o show da Shakira.

Eu assisti o show da Shakira. E como foi o show da Shakira? Me conte, porque eu não vi nada. Eu estava na Gamescom Litrão, que eu amo. Quer dizer, Gamescom Latão, que é o Gamescom Latão. Aí tem o bar da Gamescom Latão, que é o Gamescom Latão. Latão. Latão. Então, o show da Shakira, eu acho que Nova Clara tem aquela grande diferença.

Entre você estar lá, né? Copacabana e você estar assistindo da sua TV. Sim. Então, pra mim que estava assistindo da minha TV, eu achei um show satisfatório. Achei um show legal. Aham. Eu não ouvi, não parei pra ir atrás e na verdade nem reverberou muito.

no meu feed e tal, o que as pessoas que estavam em Copacabana acharam. Porque tava bem cheio. Tinha, tipo, dois bilhões de pessoas, eu acho. Então, sei lá se as pessoas curtiram.

o perrengue se o custo-benefício do perrengue valeu a gente sabe que no caso da Madonna valeu no caso da Gaga valeu mas do da Shakira eu acho que se eu estivesse assistindo esse show lá eu teria ficado um pouco decepcionado tipo, nossa eu passei por tudo isso por isso

É, porque basicamente foi aquele tipo de show que tá virando meio que padrão entre grandes popstars, né? Tipo, a pessoa toca 30 músicas, mas é tipo um minuto cada música, assim. E aí faz lá uns popurrinhos, uns megamix e nunca toca uma música inteira.

E eu fiquei sabendo que teve alguns contextos também, tipo... Horas antes dela entrar no palco, avisaram pra ela que o pai dela tinha... Tinha tido um infarto, alguma coisa assim. Então ela já começou o show.

Meio Ana Paula Renou, assim, sabe? Aham. É, não, e eu vi que o show atrasou bastante. Atrasou bastante e acho que foi por conta disso. Aham. Ou por conta da Globo também, sei lá. Mas acho que foi basicamente principalmente por conta disso. Então, sei lá, tipo, depois, sabendo desse contexto...

Dava pra ver que realmente em alguns momentos ela tava meio deslocada ali, sabe? Tipo, parecia que ela tava realmente com a cabeça em outro lugar. Sim. E aí ficou mais nítido o motivo, né?

É... Muita IA. Muito drone. Tipo, teve um espetáculo de drones fazendo... Aqueles desenhos do céu. Ah, isso eu acho legal. Então, o desenho dela. E o Maloba. Enfim, mas o telão era só IA. Basicamente. Só imagens de IA. Que delícia. Gostei do setlist. Achei que ela escolheu...

Como eu falei, vários hits importantes da carreira. Ela tocou até Pias Descalços, Estou Aqui. São os grandes hits. Que é o que me chama a atenção na Shakira. Porque foi assim que eu conheci ela. Quando ela era uma pobre colombiana. Que fazia show em Santo André. Que fazia show em São Paulo.

Dez vezes por ano. E se apresentava no programa livre. Sabe? Do Sérgio Groisman. Que era o programa dele antes do Altas Horas. Então, tipo, muita gente como a gente. Sabe? Falando português e tal. E aí teve aquele momento de ficar trazendo artista brasileiro. Sim. Então, obviamente, ela trouxe a...

Anitta pra cantar Choca Choca. Depois ela chamou Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ivete Sangalo. Grandes hits. Mas foi aquela coisa tipo, ai, vou chamar aqui Caetano.

Aí vinha o Caetano. Aí tocou Leãozinho, segundo ela, a música que ela canta pro filho dela. Ok. Ai, Caetano, obrigada, pode sair. Agora, Maria... Agora Maria Bethânia. Aí chega a Maria Bethânia, cantou Viver. E não terá vergonha de ser travesti. Que é aquela música da Silvete Montilla. Exato.

As pessoas falando que a Maria Bethânia cantava no ritmo dela, né? Mas claramente ela tava com o inir atrasado ou alguma coisa assim. E aí depois Ivete Sangalo. Daí novamente, né? Tchau, Maria Bethânia. Obrigada. Agora vem, Ivete Sangalo. Tipo, vai lá. Tchau. Já foi sua hora. E aí Ivete, tipo...

Sei lá, poderia ser um show da Ivete. Eu acho, assim, sendo muito honesto, a Ivete é mais todo mundo no Rio do que a Shakira. É mais potência que a Shakira. Bem mais. E eu tava conversando isso com o Totó, tipo... Cara, a gente fica nessas de...

De ficar trazendo artista gringo, claro que chama atenção, porque não é um tipo de artista que você consegue ver toda hora, e muito menos de graça. Na praia, tem todo um apelo. Mas, porra, imagina todo mundo no Rio com a Ivete.

Com a própria Anitta. Com a própria Anitta. Eu acho que hoje, no Brasil, a Ivete, a Anitta... Não é a minha praia, mas talvez um desses cantores sertanejos que estão estourados. Talvez que não fosse um cantor, por exemplo. Chamar, sei lá... Ah, fazer um mini festival. Eu tô chutando nomes, tá, gente? Eu não conheço. Mas tipo Henrique Juliano, fulano não sei o que lá, fulano não sei o que lá.

Eu acho que levaria muito mais gente que Shakira. Eu também acho. Porque, assim, a ideia desse evento é movimentar a economia do Rio, de hotéis, restaurantes e tudo mais. Eu acho que levaria muito mais gente do que uma Shakira. Nada contra a Shakira. Não, nada contra a Shakira, muito pelo contrário.

Mas eu acho que, porra, tipo, deu pra ver que a Ivete, tipo, levantaria essas 3 bilhões de pessoas facilmente. Assim, sozinha. Sim, sim. Então, sei lá, fica essa dica aí. Quem que é o prefeito do Rio agora? Não faço a menor ideia. Mas tem aquela diva maravilhosa que falou com ele, uma entrevista pra ele, perguntou pra ela sobre, acho que foi a opinião dela do show, ela falou, olha, não traga homem.

É só diva pop. Nós, gays, nós as mulheres e os gays queremos diva pop. Não traz nenhum homem porque não vai lotar. Mas assim, achei que foi um show tecnicamente bom e honesto, mas não deve ter sido a coisa mais empolgante. Assim, a despeito de quantas pessoas foram... Pra quem tava lá, principalmente. A despeito de quantas pessoas foram, não sei quantas pessoas foram...

Mas assim, o impacto cultural desse show foi zero. Porque o show da Gaga até hoje tem meme dele, as pessoas têm vídeo. Acho que o da Madonna menos. Mas o da Gaga, pessoas até hoje comentam, já faz mais de um ano. O da Gaga foi semanas, meses, das pessoas comentando. Foi um acontecimento. O da Shakira parece que nem aconteceu. Parece que nem aconteceu. Não, e assim, não houve uma antecipação. Eu lembro que eu perguntei pra alguém, falei, Nossa, mas...

do que é o show da Shakira no Rio? E é tipo, a semana que vem. Ah, nossa. Tipo, whatever, né? Absolutamente ninguém ligou. Então, sei lá. Enfim. O que que é entrevista aí, Unite? Ah, não. Não precisa falar disso, não. Não.

Era uma coisa aleatória que eu tinha colocado, mas deixa pra lá. Quer que corte aqui? Não, você não. Tá. Bom, eu coloquei aqui dor na coluna, né? Eu pincelei muito rapidamente na semana passada, mas...

Eu passei as últimas duas semanas com um episódio de lombalgia, né? Que é a dor na lombar. Um daqueles críticos que eu tenho pelo menos duas ou três vezes por ano, né? De nem conseguir ficar ereto assim, em pé. Sim. Até hoje você tá um pouquinho. Ereto não, estou falando do meu pênis, estou falando.

da minha coluna, né? Ficava meio quase mudo, assim. E perdi um final de semana inteiro, tipo, fiquei final de semana inteiro deitado e aí quando tava quase 100%, já era segunda-feira, tinha que ficar sentado o dia inteiro trabalhando e aí fudeu tudo de novo. Exato.

Mas ao longo da semana foi melhorando, hoje tá bem melhor, mas eu de fato não me recuperei 100% ainda. Preciso me recuperar 100% antes do C6 e da parada. Sim. Mas eu sei como essas... eu entendo qual que é a dinâmica...

Das crises, de acordo com a dor que eu sinto e como que as coisas acontecem nos primeiros dias. Então lá pro segundo, terceiro dia, eu sei avaliar se vai ser só aquilo. Ou se é algo que eu vou ficar ruim por duas, três semanas. E essa é daquelas de duas, três semanas assim.

fácil. Sim. Então ela melhora, mas ela não me deixa totalmente em paz por pelo menos mais umas duas semanas. Então, vamos aguardar. Mas foi foda. Tipo, final de semana é passado, né? Final de semana é passado, que teve o show da Shakira. Foi o final de semana é passado, sim. Eu fiquei assim, destruído. Destruído. Porque foi o feriado de primeiro de maio, inclusive.

Eu fiquei o feriado, o sábado e o domingo o dia inteiro deitado. Os três dias deitado. Sem fazer absolutamente nada. Sim. Eu tive depressão, mau humor, humilhei o telo, aquelas coisas. Você não humilhou, mas você foi bem grosseiro. Porque você tava extremamente de mau humor. E eu não tinha culpa de nada, coitadinho de mim.

E aí fiquei deprimido e fiquei fazendo compras. Sim, comprou 200 milhões de camisetas. Comprei um monte de coisa. Gastei um dinheiro que não precisava, porque afinal tem que pagar um apartamento, né? Exato. Mas foi isso. Ah, tese. Vamos falar agora... Ah, tem outra coisa pra gente falar também. Que eu lembrei que foi uma coisa que aconteceu enquanto eu estava com essa dor nas costas.

mas que deu tudo certo, consegui ficar duas horas sentado no cinema sem muitos problemas. Assistimos o Diabo Veste Prada 2. Exato, exatamente. Outra coisa que não precisava também. Ah, eu acho que não precisava, definitivamente não precisava. Dito isso... Foi divertido. Eu acho que eles conseguiram fazer um filme bem ok com algo que não precisava.

Porque, tipo, eles poderiam facilmente cair na falácia de fazer o mesmo filme de novo. Com a mesma exata dinâmica e tal. E eu acho que eles tentaram fazer uma coisa diferente. Não muito diferente, nada inovador. É um filme total, filme de fazer a unha.

Falamos sobre isso quando a gente saiu do cinema, inclusive. É tipo, muita energia de filme de fazer a unha. Bota lá na TV e vai fazer sua unha. Vai responder mensagem no WhatsApp. Vai ver Reels. Vai ver TikTok enquanto o filme acontece. Mas é divertido. É divertido o suficiente, assim. Eu acho que os quatro elencos principais...

gente, a Mary Striep, o Staley Tucci, a Anne Hathaway e a Emily Blunt estão muito bem no filme. Estão divertidos. Eu acho que esse filme faz uma coisa legal que é...

O Estela e Tutti tem mais presença e mais protagonismo no filme, né? O personagem dele. Enquanto a Miranda tem menos. Isso eu acho interessante. Isso foi legal. Mas, nossa, eu achei, assim, divertidinho. Eu gostei bastante. Eu acho que a minha expectativa estava baixíssima com o filme. E eu acho que foi bem divertido. Foi bem divertido de assistir, assim. Sim.

E eu gostei também, achei divertido, não achei nada groundbreaking ou nada muito... Definitivamente não vai ter o mesmo impacto cultural que o filme original. Achei curiosa as...

Porque rolou uma coisa, tipo, na sessão que a gente foi, não tinha nada muito nesse sentido. Porque era uma terça-feira à noite. É. As pessoas tinham ido trabalhar e foram pro cinema em seguida ou coisas assim. Então não tinha ninguém bem vestido ou vestido para assistir o filme. Sim. Mas rolou muito disso na estreia, na pré-estreia. Pessoas fazendo looks assim. Sim. A nossa ideia era fazer looks também. A gente acabou não fazendo porque fomos ver na terça-feira.

E aí, tipo, rolaram coisas do tipo pessoas gongando looks das outras, né? E tipo, postando coisas no Twitter, tipo, ah, isso não é o diabo veste prada, é o diabo veste cheinho, né? O que é...

De mau gosto absurdo fazer esse tipo de comentário, né? Porque... Qual o problema de comprar roupa na Shein, inclusive? Sim. Né? Tenho bastante, inclusive. Então, assim... Uma babaquice total, né? Mas foi divertido. Deu pra... Sim. Aí, na... Ai, peraí, eu tenho só um alerta pra fazer. Sobre uma coisa que eu achei curiosa. Não sei se todo mundo tá indo muito no cinema.

Mas o Cinemark, ele começou a empurrar uma coisa que não era muito comum uns anos atrás no cinema, sinto eu. Que é o balde de pipoca com refil. Então agora, basicamente, é até difícil quando você vai comprar a pipoca, você achar o sem refil. Eu tive que rolar, sim, pra achar o combo sem refil. E aí isso criou uma coisa curiosa, que é, tudo bem, o Diabete Prado, como eu falei, é um filme de fazer a unha. Não é nenhum filme, nossa, meu Deus, vai mudar a sua vida.

Então tá tudo bem perder umas cenas. Mas assim, eu fiquei impressionado com a quantidade de pessoas no meio do filme levantando pra ir pegar pipoca e voltando, assim. Como se foda se eu perder 20 minutos do filme e 30 minutos, tá tudo bem. O que eu acho muito interessante quando, que em breve vai estrear o filme do Nolan, o Odisseia.

E aí eu tô bastante curioso de como vai ser essa dinâmica no meio de um filme entre um milhão de aspas aqui, tá, gente? Sério. Um filme da magia da sétima arte, blá blá blá blá blá blá blá. Como é que as pessoas vão encarar o refil do Cinemark no meio desse tipo de filme? Eu tô curioso pra ver isso.

Sim. Falando em filmes, eu assisti também uma batalha após a outra. Uma batalha depois da outra. Uma batalha após a outra. Nesse meu período de ficar deitado o tempo inteiro na cama.

É... Que, né, foi um filme aí do... Do Paul Thomas Anderson que foi indicado aí alguns Oscars. Nem sei que Oscar que ganhou. Mas que eu tava enrolando pra assistir. Porque assim, eu sou muito fã do Paul Thomas Anderson. Mas eu acho que os três últimos filmes dele seguiram aí por... Por caminhos que tipo...

Não sei se me agradam tanto, assim. Mas, ainda assim, são filmes bons. Foi um filme que eu gostei bastante. Mas que não chega perto da filmografia clássica do Paul Thomas Anderson pra mim. Mas, enfim, ainda assim. Digamos que eu vi que foi um filme que não me pegou 100%. Porque, em alguns momentos, eu me vi pegando o celular. Durante o filme, sabe? Mas, enfim, gostei bastante. Se fosse no cinema, que você teria ido encher seu refil.

Talvez. Talvez. Mas falando ainda de áudios visuais, a gente terminou de assistir a segunda temporada de One Piece. De One Piece. Do live action, da série live action da Netflix. Eu achei bem interessante. Agora a gente entrou em um... Eu gostei muito mais da sequência. Assim, eu não tenho referência, tá gente? Eu nunca li One Piece e muito menos nunca vi o anime. Então a minha única referência é a série da Netflix.

Eu gostei mais da segunda temporada do que da primeira. Eu acho que a segunda começa a entrar mais no plot. Assim, como eu já falei, eu li o mangá até no Sandy. Até quando o Sandy entra. E eu sabia o que acontecia até o final do Arlong.

Tipo, eu sabia a história da Nami, o plot, tudo aquilo ali eu sabia. Então, da segunda temporada pra frente é tudo surpresa pra mim. Eu não sabia de absolutamente nada. Certo. Mas eu acho que isso tem um pouco porque... Amigos meus que gostam muito de One Piece, eles me disseram que a série tá fazendo uma coisa que é puxar informações que a gente vai saber. Só lá na frente, ela já traz antes. Então, por exemplo...

Quando eles apresentaram o Chopper, eles já explicaram sobre o médico, toda a coisa da história do passado do Chopper, e aí mostrou o que aconteceu com ele, e aí mostrou depois ele conhece o médico, toda aquela coisa.

Aquilo ali é algo que no mangá eu acho que não acontece de uma vez. Você não fica sabendo. Conhece o Chop e já sabe toda a história dele. Porque no mangá, normalmente, você vai conhecendo os personagens aos poucos. Então, eu estou entendendo que eles estão puxando coisas mais para frente para mostrar antes. Então, tipo, aquele conselho dos reis lá dos países da Grand Line.

Eu acho que aquilo não tem naquele momento. Eu acho que aquilo você vai descobrir lá na frente e tal. Então estão falando que eles estão adiantando algumas coisas, já puxando alguns plots pra antes, assim. O que eu acho que é bom, porque One Piece tem mil capítulos, mais de mil capítulos, e eu não vejo a Netflix fazendo dez temporadas de uma série, por mais sucesso que essa série faça.

A gente conhece a dona Netflix, ela vai parar no meio. Então, assim, eu acho que uma forma boa de evitar que a história fique no meio, é eles começarem a puxar esses plots, que em anime é muito comum só explicar o passado do personagem lá no episódio 700. Já explica agora, já fala o que é o passado, e aí a pessoa já pode crescer o personagem a partir disso, sabe? E tá tudo bem, assim. Mas eu também gostei bastante da segunda temporada. E...

Tem um plot ali que eu achei que ia se resolver já nessa temporada, mas não se resolveu. Que é uma das coisas que eu sei do futuro. Tem um personagem que apareceu, não vou falar quem, mas um personagem que apareceu, que vai entrar pra tripulação deles. E aí eu já, eu sabia que ela entrava pra tripulação, mas eu achei que já ia ser agora. Olha só. Mas não foi agora. E...

Mas assim, eu gostei bastante da segunda temporada. Eu gosto muito do fato de como eles estão abraçando o ridículo do mangá e do anime. Os figurinos são ridículos, os poderes são ridículos, as roupas... Tudo é ridículo. E eles estão só abraçando. Eles falaram, foda-se, a gente vai abraçar e é isso aí. Então eu acho isso muito legal, da série.

Eu achei bem divertido. Eu me diverti bastante. E outra série que a gente gosta. Que voltou com temporada nova. É Rex. Exato. Não, pode falar. Não, pode falar. Que a gente ainda está assistindo. Acho que está no quinto ou sexto episódio. Acho que a gente está no sexto. Eu acho que está sendo uma temporada legal. Porque está mostrando uma dinâmica um pouco mais.

saudável entre a Deborah e a Ava. Então, não sabemos o que pode acontecer até o final da temporada, mas não parece que uma vai tentar passar a perna na outra de novo. Então, tá bem interessante nesse sentido. Elas estão colaborando mais, fortalecendo mais laços e estão acontecendo situações bem...

interessantes em relação a como a Débora tá tentando mais uma vez renovar e reviver a carreira dela. Críticas bem legais ao uso de IA, episódio bem legal sobre isso. Foi maravilhoso, acho que foi da semana passada. Então assim, muito boa. Quem nunca assistiu Rex tá na HBO, HBO Max Max, sei lá qual é o nome dessa bosta hoje em dia.

Ela tá lá. Assistam, gente. Rex é muito bom. É de muito bom gosto. É um humor muito bom. Tipo, um elenco incrível. Sim. Eu tô gostando muito também do Jimmy e da... Ah, esqueci o nome dela. Da Keyla. Da Keyla e da assistente deles.

Tá muito bom também essa dinâmica. Então essa temporada tá bem, bem legal mesmo. O Rex é realmente uma série muito, muito boa. Eu acho que vale muito a pena vocês assistirem Rex. Vocês não assistiram. É uma série bem interessante. E aí a gente começou a assistir uma coisa que...

É uma série que existe há 20 anos, mas tem só 3 temporadas. Exato. Porque cada temporada é feita a cada 10 anos. Que é o... O Chan da história. Sim. Que é The Comeback com a Lisa Kudrow. Exato. Que era a Phoebe daquela série que vocês gostam lá, Friends. Exato. É.

Que eu já gostei também, mas meu repertório cresceu e não dá pra continuar gostando de Friends depois disso. Então assim, The Comeback fala sobre uma atriz.

de sitcom. Deixa eu só dar um contexto. É que assim, como o Rô falou, as temporadas são de 10 em 10 anos. Então a primeira temporada é em 2005, filmada em 2005. Não só se passa em 2005. Ela é feita em 2005. E ela fala sobre uma atriz que foi famosa fazendo uma sitcom em 95, 10 anos atrás.

E ela meio que sumiu depois disso. Tipo, ela foi famosa ali naquela época, mas ela sumiu. Isso. E aí, a HBO, porque é uma série bem meta-realidade, assim, ela meio que mistura... É tipo como se fosse um mockumentary. Exato. Com câmera acompanhando ali as pessoas o tempo todo, né?

Que é a mesma premissa da provavelmente a série mais famosa desse estilo, que é The Office. Exato. Que é de 2005 também. Que é produzida, entre outras pessoas, pelo Michael Schur. E a gente tava vendo a ficha técnica de The Comeback. Quem também produziu The Comeback? Michael Schur.

Agora, qual das duas que veio primeiro? O homem é o responsável pelo mockumentary. Eu não sei qual foi primeiro. Se foi The Office ou se foi The Comeback. Mas, enfim. E aí, tem essa coisa que o plot da série é a Valerie Cherish. Ela tá sendo convidada pela emissora.

Pra fazer um reality show. Porque reality shows estão na moda. Isso. Então ela vai fazer um reality show. Que chama The Comeback. Para filmar como é a volta dela às telas. Numa nova sitcom que tá saindo ali. Que é uma sitcom extremamente duvidosa. Bem na vibe sitcom dos anos 2000. Porque assim. Tinha a sitcom dos anos 90.

E aí meio que foi faltando assunto. Então você tinha sitcoms de amigos, sitcoms de casal, sitcoms de família. Chegou num ponto em que não tinha mais o que fazer, então eles foram para uns dark paths. Essa ideia. Então é uma sitcom pod pod de assunto, mas ela voltou. E aí o lance é, além dela estar participando da sitcom,

A emissora convida ela pra fazer esse documentário dela. É, começou a ser um reality. É, esse reality dela. E você vai acompanhando a ideia dos episódios, pelo menos da primeira temporada. Acho que a segunda também, né? É que você está vendo o raw footage do que vai ser o reality show dela. Isso. Né?

Continuar. Não, continuar. Aí, a primeira temporada vai acompanhando essa ideia, então, tipo, ela tá lá, tem toda aquela questão de como ela interage com atores mais jovens, de como ela ficou dez anos fora do mercado, então meio que ninguém sabe quem ela é. Ela atua de um jeito muito diferente e ela se comporta de um jeito muito diferente do que a TV.

Era em 95, pra agora, pra 2005. E tem choques muito interessantes. Só que, assim, é muito doloroso de assistir. É uma delícia, mas é doloroso de assistir. Porque, assim, se vocês acham que o Michael...

o Michael Scott é uma pessoa sem noção, a Valerie ela ganha completamente assim. Nossa, é uma pessoa péssima. Porque além dela ser, eu acho que ela é um ser humano até um pouco menos pior do que o Michael, só que ela é mais cagada que o Michael. Absolutamente tudo que pode dar errado com um ser humano, dá errado com ela. Ela é muito cagada. Então, tipo, as pessoas ignoram ela, as pessoas tratam ela super mal e ela...

meio que naquela... Tentando manter a coisa meio bubbly, assim. Ela finge que nada aconteceu, mas a pessoa acabou de humilhar ela no reality show que ela está gravando. Sabe? Então tem toda essa coisa. E assim, a Lisa Kudrow é uma atriz muito boa. Porque eu nunca tinha visto nada dela, a não ser Friends. E em Friends ela é um... Ela é o alívio cômico só. A Phoebe não tem história, desculpa. É...

tem até pessoas que falam a Fib não faz o menor sentido naquele grupo de amigos não faz sentido aquela pessoa ser amiga daquelas outras pessoas exato

Mas o interessante é como a Lisa Kudrow atua de um jeito que o tempo todo parece que a Valerie está pra chorar a qualquer segundo. Quando ela está sendo humilhada, quando as coisas estão acontecendo, dá pra você ver a cara dela, tipo, o olho cheio de lágrima e ela meio sorrindo. A qualquer momento ela vai quebrar. E você fica esperando ela quebrar. É meio que uma coisa da série. Isso é bem interessante.

E aí, como o Rô falou, a ideia da série é que a cada 10 anos tem uma nova. Então agora a gente tá na segunda temporada, que foi feita em 2015. Foi feita em 2015. Que agora ela está produzindo o próprio reality dela. E é até legal, porque esse é um comentário sobre como a TV mudou. Então, reality agora não é novidade. Todo mundo tem reality, todo mundo faz reality.

E agora, se você quer vender o seu reality, não vai ser uma empresa, uma emissora que vai apostar no seu reality, te dar um rio de dinheiro e você faz. Você pega o seu próprio dinheiro, grava e vende para uma emissora. É diferente a relação. Exato. E aí ela acaba descobrindo que vai ter uma série nova da HBO.

É feita pelo produtor dessa sitcom de 2005, né? Que ela foi convidada pra participar. E aí ela vai lá tirar satisfação, porque aparentemente é feito em cima do que aconteceu com ela também. Exato.

E aí a história se desenvolve a partir disso. E a gente resolveu assistir porque eu descobri recentemente que saiu a terceira temporada agora, em 2025 pra 2026. Que vai ser a última. Ah, vai ser a última? Vai ser a última. Inclusive eu sei qual é o plot, porque eu comentei com o Luvis, amigo meu, que faz aí o podcast Morrer Sem Saber.

E eu comentei, ah, que você já tinha me indicado pra gente assistir Comeback. A gente começou a assistir e tal. Ele, ah, a terceira temporada está incrível. E eu falei, mas qual que é a ideia? Posso falar o plot? Eu sei que tem alguma coisa a ver com o IA. É, a ideia é que a Valerie vai participar da primeira grande série de TV produzida com um roteiro 100% feito por IA. Caralho, deve ser muito foda. E esse é o plot da temporada. Deve ser muito foda.

Mas é isso que a gente falou. Ela tá sempre em furada. Ela só participou de furada. É impressionante. Porque, tipo, a única coisa que eu vi foi, tipo, sei lá, um promo, um snippet de alguma coisa assim. Que ela falando, gente, eu não sei o que as pessoas veem de errado em IA. Tudo que eu vi foi isso. Então eu já imaginei, caralho, né?

Deve ser muito boa essa terceira temporada. Sim. Mas é isso, gente. Mas estamos gostando bastante, assim, da temporada. Acho que só pela primeira e metade do que a gente viu da segunda, eu já diria assistam, porque vale muito a pena. Eu fiz a besteira de pôr meu celular pra atualizar. Tem mais algum item na pauta? Ah, só tem um último item que eu queria conversar com você.

Que é uma coisa rapidinha, assim. Mas, teoricamente, hoje, no dia que estamos lançando esse episódio, dia 11 de maio, sai o line-up dos Primavera Sounds pelo mundo. Então vai sair o line-up do Brasil, Barcelona, Porto, Buenos Aires. Na verdade, acho que Porto e Barcelona já tem line-up. Ah, não, já tem, porque é daqui a pouco. É só os da Primavera do Hemisfério Sul.

que acho que é Brasil, Argentina e Chile se eu não me engano acho que tem Uruguai pela primeira vez eu acho que é Brasil, Chile Argentina e Uruguai eu acho mas vão sair amanhã hoje quando vocês estão ouvindo dia 11 de maio

E aí eu queria fazer uma brincadeirinha pra gente... Inclusive, amanhã a gente tem que ficar esperto, porque se liberar a venda de ingresso, já tem que correr atrás. Sim. Não sei com que dinheiro, mas tá tudo bem. Bota no cartão de crédito e a gente faz no juros rotativo. Ah, gente, esse ano eu tô liberto. Eu tô esperando os juros rotativos, só vi. Mas aí eu queria fazer um joguinho, coisa rápida, assim, de quem que a gente acha que vai estar no Primavera.

São Paulo. Vamos tentar mirar no São Paulo, mas... Olha... Porque eles são em dias diferentes. Então, pessoas que estão em um podem estar em vários. Ah, e são dois dias, né? São Paulo é 5 e 6 de dezembro. Isso. Olha, quem eu quero ou quem eu acho? As duas coisas. Só pra falar assim, ah, esse eu acho que vai estar, mas caguei. Eu acho... O que eu quero...

É a Agenda Potinho. Que Agenda Potinho? Como é que era o nome? Agenda Potinho. Que é o meu grande sonho. E a agenda deles de show tá livre depois de 15 de novembro. Então, eu acho difícil que eles não tenham nada marcado. Eu acho que eles têm coisas que eles não podem colocar na agenda do Spotify ainda. Então, né? Depois de 15 de novembro, tem o quê? Tem o Primavera.

na América do Sul. Então eu tô achando que vai rolar. Tá. Que eu quero e que eu acho que vem, que cai nas duas categorias aí, é o Tame Impala. Ah, provável. O último disco deles tá bem. O último disco deles deu uma bombada aí. Eu não ouvi ainda. Você ouviu? Eu ouvi. É um disco bom. Eu só ouvi Drácula, que meio que tá viralizada no TikTok e no Real.

E o... Eu ia falar Kevin Barnes. O Kevin Parker, ele foi, desde os dois últimos discos, ele começou a me agregar pra essa vibe mais eletrônica, né? Que acho que é o que marca bastante esse disco de agora.

Nunca vi show do Tame Impala, gostaria muito. Então torço realmente pra que aconteça. Quem mais que eu acho que pode vir? Eu não sei por questões de turnê, datas e afins, mas pensando em discos que foram lançados e que deixaram artistas muito em evidência esse ano, eu acho que pode rolar Lily Allen.

É, então, eu ia falar isso. Eu acho que na categoria... Porque tem uma categoria, que eu acho que nos shows de festival brasileiro, que é sempre assim. Diva pop alternativa. Que é do tipo, é uma diva que é pop, mas não é tão pop assim. Então, tipo, a gente teve a Lorde e não acho que a Lorde voltaria no Primavera, porque ela veio agora no... Ela veio no Lola. Então eu acho que poderia ser a Lily Allen.

Ou a Charlie também. É, a Charlie tá lançando disco novo agora. Então não sei se dezembro ela já vem pro Brasil. Não sei.

Parece que ela tá lançando um disco de rock, né? Sim. Estão falando de Pink Pantress. Faz sentido. Faz bastante sentido. É que eu tô tentando pensar os headliners primeiro, sabe? A gente tinha pensado também na hipótese de Rosalia, porque ela não... Ela vem em agosto. Só pro Rio. Ela vai fazer dois shows no Rio de Janeiro.

Ela veio fazer divulgação no Rio de Janeiro há pouco tempo, que foi o dia que tinha uma barata no Cristo Redentor. Mas não teve data em São Paulo, então talvez tenha uma data em São Paulo no fim do ano, não sabemos. Não sabemos. Pensar outra pessoa que pode ser headliner. Eu tô falando geral, não necessariamente.

pensar uma estrutura que eu acho que faria sentido, sabe? Deixa eu ver aqui. Pera. Deixa eu abrir meu Spotify. E ver novidades. Porque assim, eu queria... Ah, tô vendo aqui na inteligência artificial. Hum. A Jade. E a Hayley Williams também.

Porque a Hayley Williams tá bombando aí com o disco solo. Ah, tem outros artistas que lançaram o disco recentemente. E que participaram da edição do Primavera. Que participarão, na verdade, dessa edição.

do Primavera Barcelona que vai acontecer nos próximos dias, né? Então, The Cure Gorillaz My Bloody Valentine se viesse My Bloody Valentine ia ser bem legal bem legal mesmo

Talvez Strokes? Strokes tá lançando disco, mas eu não acho que... Porque Strokes é a cara do Primavera em 2026. Eu acho mais fácil o Strokes vir no Lollapalooza do ano que vem. Justo. Mas eles estão pra lançar disco novo, isso é fato. Pensando aqui, talvez uma que tá bem estourada e não fechou aqui ainda, a Zara Larsson. Olha, a Zara Larsson é uma grande possibilidade. Né? Grande possibilidade.

Tô vendo aqui. Tem umas bandas que eu não conheço, mas tô vendo aqui nas apostas da Billboard. Então temos Sugar. Não conheço. Knock at Lose. Se Sugar for a Sugar, que eu tô pensando, é uma banda que... Ah, eles meio que voltaram agora. Pode ser. Voltou depois de mais de três décadas. Ah, pode ser. É a banda do Bob Mould, que era do Husker Du, que foi uma banda, tipo, meio que seminal do...

Punk quase grunge ali, tipo, meados dos anos 80, começo dos 90. Aí tem Knocked Loose, não conheço. Rochelle Jordan, também não conheço. Carl Cox é um DJ. Sim. Dixon. Ah, assim, falando em DJs, é certeza que o Jamie XX vai estar lá.

Eu tenho pra mim que o Primavera comprou a alma dele em algum momento. É obrigação dele fazer show em todas as primaveras do mundo inteiro. Ó, na Primavera de Barcelona, os headliners são Doja Cat, Massive Attack e Bad Gal. The Cure, Edson Ray e Skrillex. The XX Gorillaz e My Bloody Valentine.

E Carl Cox, Joseph Capriati e Blondish. O DexX lançou disco novo? Não, só voltaram a tocar juntos. É, porque eles vão vir para o C6, né? É, então. Aí, é aquela coisa.

O line-up do Primavera de Barcelona, que vai ser 3 e 7 de junho, inclusive, ele se confunde um pouco com o que a gente acabou de ver no Lollapalooza. Então, por exemplo, a gente teve Marina...

Lollapalooza e o C6, né? Porque a gente teve Marina no Lollapalooza. A gente teve Edson Ray no Lollapalooza. A gente vai ter XX agora no C6. E essas bandas vão estar também no Primavera Sound em Barcelona. Então, talvez pode ser que aconteça o contrário também. Essas bandas que passarem pelo Barcelona talvez passem.

Por São Paulo. Tô vendo aqui que tem rumores da Florence. Assim, eu ia amar. Ah, Florence tá lá nos rumores. Apesar de eu não ter gostado muito dos últimos dois discos, eu ia amar. Eu queria ir um show da Florence. É um sonho da minha vida. Ver um show da Florence. Não de festival. Eu queria ver um show mais completo. Mas é o que tem pra hoje, né? É.

Mas não sei. Não sei. Mas é uma possibilidade. Pink Pantress vai ter no... No Primavera Sound de Barcelona. Vai ter... Guiz, que tá... Estouradaço também. Viagra Boys tocou aqui recentemente. Não tocou? Tocou. Eu acho que no... Lola. No Lola? Acho que sim.

Mas enfim, é aguardar pra ver, né? Exato, não dá pra saber ainda. Quando vocês tiverem ouvido esse episódio, talvez já tenha saído o line-up. Sim. Então mandem seus comentários. Tomara que seja bom o line-up. Eu tô torcendo bastante pra ser bem variado. Porque eu acho que a coisa que mais atraiu a gente... Assim, a coisa que mais atraiu a gente quando a gente foi no primeiro Primavera, que a gente foi na vida...

foi porque dois artistas que a gente gosta muito, que a gente duvidava que qualquer dia fosse botar o pé no Brasil, ou até fazer turnê, ponto, até seja na Europa, estavam fazendo show no mesmo Primavera, que era a Tori Amos e o Damon Rice. Isso.

Então, e aí sim, uma coisa que a gente viu muito quando a gente foi nesse Primavera é que o Primavera, ele tem um pouco essa energia, eu acho, de ser um festival que é menos sobre mega, super, ultra, power, estrelas.

E ele é mais sobre bandas que uma quantidade média de pessoas gostam. Mas é muito variado. Então, tipo, tem meio que show de tudo. Eu sinto, pelo menos, o Primavera ter uma energia meio do tipo... Venha conhecer, sabe? Ouvi muita banda que eu nunca tinha ouvido na vida, no Primavera. E eu gostei bastante e tal.

Então, pode ser que tenha nomes bem interessantes. Estou empolgado para. Sim, vamos aguardar. Vamos encerrar, porque eu estou com dor nas costas. Vamos sim. Vai ser no Autódromo de Interlagos. Que legal. Mas onde mais tem, amor? Não tem lugar para fazer shows desse tamanho em São Paulo? É, desse tamanho não tem mais. Ou é no Autódromo.

Ou é no campo de Marte, mas o campo de Marte é menor. É reto, mas é menor. E assim, eu vou te falar uma coisa. Eu até gosto da coisa do relevo. É ruim pra poder subir e descer. Mas dito isso, é legal porque tem lugares que você pode ficar tranquilo vendo show de mais longe sem ficar lá na frente quando você consegue ver o palco. Pra mim que sou baixinho, essas coisas contam.

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Ok. Então com essa mensagem a gente... Que coisa aleatória. A gente encerra aqui então esse episódio. E voltaremos em breve. Exatamente. Também conhecido como semana que vem.

Sim. Então beijo gente. Boa semana pra vocês. Tomem cuidado com a frente fria que chegou no Brasil. Tenha uma ótima semana que Deus elimine a todos. Exato. E consumam muita, tomem muita água e comam coisa com vitamina C pra ajudar a dar uma turbinada no sistema imunológico. Ah e tomem vacina da gripe, da covid. Acho que eu vou tentar ir atrás essa semana. Sim. Vamos ver se eu consigo. Então tá, beijo. Ah, beijo.

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