#286 ESTAMOS COMPRANDO NOSSO APARTAMENTO! 🏠
Depois de quase seis anos, finalmente este sonho está acontecendo!
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Olá! Vera Fisher, Paris Hilton, Lindsay Lohan, Britney Spears, Lana Del Rey, Gaga, Arca e outras referências.
Ah, é muito podre. Não é podre, é camp. Será? É aquele ridículo que dá um 780 e fica pelo menos interessante. Ok. Enfim. Pra quem não conhece, gente, o Rodrigo estava cantando uma banda chamada Vera Fischer Era Clubber. Inclusive, eu estava cantando a música Vera Fischer Era Clubber. Tô ouvindo um eco aqui de onde ele vem? Um eco? Ah, ah.
Olá, alô, olá, eco. Não sei o que aconteceu, deixa aqui. Tá. Bom, vocês já devem ter visto aí no título do episódio que a gente tem novidades excitantes para compartilhar. Mas vamos só dar uma passeada rápida aqui nas interações sobre o episódio da semana anterior. E hoje vai ser rápido mesmo. Começando aqui com o comentário do Rafa Kian no Spotify.
Sou defensor desse festival, tá falando do Hop Pride especificamente. Esse ano foi o terceiro que eu fui e todo ano é sempre muito gostoso e divertido. O clima do parque te ajuda a só curtir os shows e não se preocupar com perrinhos. E com companhia boa sempre é muito bom. Emoji de coração vermelho. Obrigado mozão por ter ido e fica o convite para o ano que vem seu line-up chamar a atenção. Emoji de coração coreano.
E meu carro e minha agenda estão disponíveis para quando quiserem ir no Wets and Wild. Ah, que delícia. Obrigado, mozão. Beijo, Rafa. Acho que o Wets and Wild só para agora quando a gente estiver próximo do verão, né? É. Pode ser um rolê para o meu aniversário, quem sabe. Pode ser um rolê para o seu aniversário. Normalmente já está mais quente no seu aniversário.
E temos um e-mail aqui do Gui Gonçalves. Oi, mores. Tudo bem com vocês? Tudo bem. Passei aqui rapidinho só pra falar minhas impressões sobre o Hop Pride. Aliás, adorei ter encontrado o Telo por lá. E só pra falar que eu não gosto de música eletrônica e tribal. Na verdade, eu odeio. Ha, ha, ha.
Mas a gente deveria estar em lados diferentes do palco. Provável. Eu gostei do evento, foi minha primeira vez também nele. Acabei chegando bem cedo, umas 14 horas. Depois fui com uma amiga e uma amiga e achamos mais em conta pegar um ônibus oficial do parque a esse horário.
O bom desse fato é ter reservado a parte da tarde para ir nos brinquedos, que felizmente não tinham muita fila, em comparação das outras vezes que estive no parque, e comer em paz. Sobre o parque no geral, tivemos uns estresses porque a amiga que foi comigo é drag, e foi montada com uma bolsa para retocar make e tal.
E no site deles falavam a possibilidade de locação de armário por 50 reais. Quando chegamos lá o valor era 90 reais. E ainda acho que falta sinalização para chegar em banheiro, etc. Sim. Do festival gostei bastante da estrutura. Consegui ter uma visão ótima de todos os shows, pois fiquei em um morrinho.
que tava do lado esquerdo do palco principal. Ah, eu sei onde o que tava. A gente assistiu o show da Pabllo do Morrinho. É que o chão vai meio que levantando, então você consegue ver o palco muito melhor. Principalmente eu que sou baixinho. É melhor ficar mais longe, mas dá pra ver melhor do que... Nossa, é uma vibe autódromo de Interlagos. É, uma vibe dessa. Nossa, socorro. Mas só nesse pedaço, ele não é todo cheio de fob e desce, não.
E os telões também eram enormes. O show da duquesa foi tudo. Nunca tinha ido em algum e adorei. Pedro Sampaio me surpreendeu muito também, pois ele de fato tem muitos hits e presença de palco junto com os bailarins.
Adorei o show da Pabllo e esse com certeza é o mais diferente de todos que já foi. Amei ela passear por todos os hits da carreira de uma maneira tão orgânica e ainda ter atendido o público que pede diversas músicas que ela geralmente nunca toca em shows como Miragem e Regular. E as dos primeiros... e a do primeiro EP dela.
Minage e Amante. Não conheço as músicas. Um destaque pro baterista dela que eu achei muito bom. Além de um gato já seguindo o Instagram. Risos. Eu acredito que esse formato que o Telo comentou de o show ter ficado uma pegada bem mais rock vai ser algo adaptável de show pra show. Mas quando fui no Halloween da Pabla estava bem mais pesado. Tipo metal em algumas músicas. Mas nesse agora achei que tinha muito mais batida eletrônica pop.
enfim, gente, é isso, uma ótima semana, amo vocês obrigado pelo e-mail, Gui, também te amamos amamos vocês também, Gui, beijão bem grande pra você e é isso, gente, chegou chegou o momento que todos esperavam chegou esse momento finalmente vocês viram que a gente andou muito quietinho em relação a esse tema nos últimos meses
Mas finalmente aconteceu e estamos comprando o nosso apartamento. Absolutamente. Você fez o que precisa ser feito. Claro.
Realizamos, gente. Realizamos este sonho. Será que foi um bom importante aqui? Come on, Net! Come on, Net! É, estamos realizando. É, estamos realizando. Então, explicar para as pessoas um pouquinho a trajetória de como foi. Então, vocês lembram aí, ano passado a gente estava visitando muitos apartamentos, encontramos alguns legais, encontramos alguns não tão legais e tal. E aí...
Você tá vendo o dia que foi? Eu tô vendo quantos a gente visitou. Mas... Mas vai falando aí. Mas aí ali em novembro...
Não lembro o dia, pra ser bem honesto, mas eu sei que foi em novembro. A gente foi visitar um AP, que a gente viu que tinha aparecido num preço... Que era um preço legal, que a gente, tipo, tava dentro da faixa que a gente queria, mas tava um pouquinho, assim, na berola da faixa.
E era perto aqui do Cambuci, na região do Cambuci, que era onde a gente queria se manter. E era um apartamento bem grande, que era uma questão que a gente já tinha falado aqui, que estava um pouco difícil de achar apartamentos que fossem três quartos e grandes. E aí, beleza, fomos lá com o nosso corretor.
É que assim, eu busquei por visita no meu... Busca o nome da rua, porque a gente colocava o nome da rua normalmente. Não, não, não é isso que eu tô querendo dizer. Eu tô procurando quantas visitas a gente fez desde que a gente começou a procurar. A gente começou a procurar... O primeiro foi em dezembro de 2024, a primeira visita.
Aí depois a gente só retomou lá pra abril de 2025 e aí foi até novembro e você me fez perder a conta. Mas foram mais ou menos, pelos compromissos que eu coloquei no Google com a palavra visita, foram mais ou menos 22 que a gente viu.
Mas pode ter alguns que eu coloquei só o nome da rua e não coloquei visita. Então, pelo menos 22 apartamentos a gente viu de abril a novembro de 2025. Sim. Desculpa ter feito você perder a conta. Tudo bem, meu anjo. E aí a gente foi lá. Assim, a gente foi meio que numa coisa do tipo, ah, vamos lá. Porque a gente já tava começando a ficar cansado. Porque, como o Rô falou, foi quase um ano da gente procurando.
E aí quando a gente chegou lá, foi um apartamento que foi complexo até da gente marcar visita, porque a gente gostou das fotos dele. Só que o problema é que ele tinha inquilinos. Como a maioria dos que a gente viu, né? Ou tinha inquilino ou tinha, ou o próprio proprietário morava lá. Exato.
E aí a gente foi uma dificuldade conseguir horário pra poder ir, mas um dia finalmente conseguimos e tava lá a inquilina e tal. Então foi uma visita até meio esquisita na hora, porque a gente não pode abrir as coisas, porque a vida da pessoa tá lá, né? Então é meio chato se sair abrindo as coisas direito. É só trazer um outro contexto também, pra quem não lembra, pra quem eventualmente...
Chegou aqui, começou a ouvir a gente depois dessa história da busca de apartamento ter começado. Resumo muito rápido, a gente sempre morou de aluguel e aí meados de 2024...
a gente teve que sair às pressas do apartamento que a gente morava, porque acabou o contrato e o proprietário pediu o apartamento de volta. A gente teve um mês para arrumar outro apartamento, mudar e pintar para devolver o anterior. Então a gente decidiu que a gente nunca mais ia passar por isso.
A gente tá morando aqui de aluguel, onde a gente mora hoje, desde agosto de 2024. Isso. A gente nem fez nada na casa. A gente não pintou, não botou quadro direito, a gente botou coisas no escritório só. Ela tá pelada, basicamente.
E aí a gente considerou que esse apartamento que a gente está agora é transitório, porque a gente ia comprar o nosso enquanto estivesse aqui na vigência do primeiro contrato de aluguel. E aí desde o final de 2024 até novembro de 2025.
A gente entrou nessa busca, a gente visitou muitos apartamentos, a gente chegou a fazer propostas para alguns que acabou não virando. A gente chegou a mudar de ideia porque, enfim, a gente começa procurando uma coisa e acaba abrindo mão de algumas coisas e até de negociáveis. Sim. E isso fez também com que a gente abaixasse o nosso teto ali porque... Sim.
Por questões de financiamento, entrada, etc. A gente teve que abaixar ali. A gente estava num valor X de teto. A gente deu uma boa abaixada. É, porque acho que a gente estava meio que... Não precisa falar valores, tá? Não, não sei. Mas acho que a gente estava meio que, tipo, imaginando que seria mais tranquilo um apartamento no valor inicial que a gente começou. E aí, quando a gente começou a ver coisas de financiamento...
ITBI, um monte de coisa é uma facada um pouco maior do que a gente está pronto para nesse momento exato
E aí a gente resolveu abaixar o valor. E foi aí que a gente desanimou. Deixa eu ver aqui. Eu acho que a gente começou a baixar o valor lá para agosto. Estou vendo aqui dos apartamentos que a gente visitou de agosto para frente. E a gente começou a ficar um pouco chateado porque não eram...
Obviamente, por serem mais baratos, não eram imóveis tão legais. Exato. E aí os problemas eram sempre... Quantos que a gente tinha visto antes. Os problemas eram sempre assim, a gente reduzindo o preço. Então, ou era muito difícil se locomover do lugar onde ficava o apartamento e a gente não tem carro. Ou o apartamento estava muito detonado, de um ponto que, tipo, nem valia a pena a gente pagar o valor que a gente estava pagando. Porque a gente ia gastar muito dinheiro fazendo uma obra mega complexa.
Ou então o apartamento era muito pequeno. Tipo, muito, muito, muito pequeno que não adapta pra nossa vida. E é uma coisa muito louca, gente, porque como a gente visitava apartamentos, isso era bom e era ruim, tá? A gente visitava apartamentos que tinham pessoas morando.
Primeiro que assim, eu tô chocado como existe gente porca e acumuladora no mundo. A gente visitou uns apartamentos que pareciam pardieiros. O da Vila Mariana me assombra até hoje. Nossa senhora. Me assombra até hoje. Que é assim, gente... Como é que as pessoas conseguem morar desse jeito? É muita coisa entulhada. É tipo, é muita... E não é como se fosse um apartamento de...
30 metros quadrados, que a pessoa não tem espaço. O apartamento era grande. Ele só tava extremamente bagunçado. Tipo, a pessoa tinha uma coleção de sapato, de tênis. Ao invés de estar guardado, era literalmente num canto do quarto uma montanha de tênis. E assim, a gente sabe que móvel, fazer móvel, marcenaria, esse tipo de coisa,
É caro, mas a gente tem recursos, tipo caixa organizadora. Dá a impressão que me dava, tipo, sei lá, às vezes a pessoa também estava lá meio que transitório. Sim, sim. Assim como a gente está aqui, mas se você vem na nossa casa, está tudo minimamente bem arrumado. Não está tudo espalhado pela casa, apesar da gente não...
De fato, não arrumar, né? Como se a gente arrumasse no lugar onde a gente planejasse morar muito tempo. Mas, sei lá, isso foi só um parênteses aqui. Mas o legal é que você consegue, vendo as coisas das pessoas, você consegue também imaginar como as suas coisas cabem naquele cômodo. Sim, sim. O que às vezes é difícil de imaginar num cômodo vazio. É, porque o cômodo vazio sempre parece muito maior do que ele é de verdade.
porque a gente não tem muita noção de tamanho de sofá tamanho de geladeira, tamanho de coisas a gente sempre acha que essas coisas são menores do que elas efetivamente são e a gente não é muito bom de visualização de espaço entre coisas a gente fala, ah não, aqui pôr o sofá, aqui o rack aqui a poltrona, não porque não tem como passar no meio igual aquelas casas de vox que você tem que desviar dos móveis então
Mas acho que a gente aprendeu muita coisa nessa busca. E no começo a gente visitou os apartamentos que a gente falava, caralho, por que a gente veio aqui? Sim. Não faz o menor sentido esse apartamento. Aí com o tempo a gente aprendeu não só a identificar já direto pela foto, que não vale a pena visitar. Ou coisas que a gente sabia que era tipo...
O apartamento pode ser incrível. Essa coisa anula ele. É uma red flag tão grande que não adianta. Porque a gente vai se arrepender. E também outra coisa que a gente foi aprendendo com o tempo. Ao fazer as visitas a gente sabia exatamente o que olhar, aonde olhar.
para ver se realmente valia a pena investir naquilo ali. Então, quando a gente chegou nesse apartamento que a gente está comprando, a gente já estava meio escolado. Então, eu anotei aqui na agenda, como o Telo comentou, demorou para a gente conseguir marcar...
Por causa do inquilino. Tanto que o nosso corretor, muito gente boa, inclusive, o Eric. Beijos aí pro Eric. Nunca mais vimos depois que fechou o negócio. É, isso é chato, né? Da forma que funciona o Quintandar. A gente nunca mais viu a existência do Eric. Exato.
Mas ele conseguiu pra gente, ele deu um mega truque e marcou uma visita num domingo, que teoricamente é um dia que não pode ter visita. Isso. Foi no dia 16 de novembro, gente. Isso tudo está acontecendo desde 16 de novembro. Olha só o aniversário do meu padrasto. Estamos aí em 4 de maio.
Então a gente só tá contando pra vocês agora, porque finalmente as coisas começaram a andar. Mas a gente chega lá. Então a gente foi no dia 16 e eu fui de novo na terça, dia 18.
Para, porque no dia 16, ainda por cima, a gente não subiu como se fosse corretor e visitante. É como se a gente fosse amigos da pessoa que mora lá. Sim. E aí no dia 18 a gente foi, eu e o corretor, como corretor e visitante mesmo, não para visitar o apartamento de novo, porque a gente não tinha autorização do inquilino.
Mas pra poder conversar com o porteiro, sacar qual é que é do prédio, da região. Porque tem um ponto muito importante, sem expor muito onde a gente vai morar. Mas a gente vai continuar morando no Cambuci, que é um bairro que a gente gosta.
Pro outro lado do Cambuci, de onde a gente está agora. Imaginem que o Cambuci é um triângulo. A gente já morou nas três pontas desse triângulo. Exato. Quer dizer, a próxima casa vai ser a terceira ponta. Exato. E vai ter uma estação de metrô da linha Laranja. Algum dia. Ali perto, né? Linha Laranja, pra quem não é de São Paulo, é uma linha de metrô que, assim, o planejamento dela é foda.
Porque ela vai tapar vários buracos da cidade que hoje em dia não tem fácil acesso a metrô. Só que já faz pelo menos uns 30 anos que essa linha está em projeto e até agora não tem uma estação entregue. É, diz que entrega esse ano.
mas teoricamente vai ter uma estação de metrô em algum momento ali perto então a gente foi inclusive conversar eu fui inclusive conversar com o porteiro sobre isso porque eu também não quero comprar um apartamento num prédio que daqui a pouco vai ser desapropriado por causa de obra de metrô
E a gente já tinha ido na internet, já tinha olhado ali os planos, né? De onde vai ser a estação. De onde vai ser a estação, que área que vai ser desapropriada. E o porteiro confirmou, né? Que a gente já tinha visto nos planos, mas ele confirmou que lá não vai ser desapropriado.
Que inclusive já tinha passado ali algum tempo atrás, já tinham passado técnicos do metrô para fazer avaliação da estrutura do prédio. Isso. Para saber se quando desapropriarem a área próxima ou se quando começarem a passar o tatuzão embaixo da terra, se o nosso prédio não vai cair. Exato. E teoricamente não vai, esperamos que não caia mesmo. Sim.
Mas é isso. Então, chegamos lá para fazer a visita. Isso. E aí, eu acho que, é isso que você comentou, de que a gente ganhou uma...
uma habilidade mesmo de conseguir olhar para o apartamento e ver o que vai dar merda, ver se aquela merda é uma merda que a gente está disposto a resolver ou não, coisas assim. Então, foi uma visita até rápida do apartamento, mas foi, eu acho, muito...
elucidante, talvez, do tipo... A gente foi muito objetivo. Acho que a gente, a visita toda, demorou tipo 30 minutos. Mas na hora que acabou, a gente olhou um pro outro e falou é, é aqui. Porque assim, ele tinha, acho que de todos os apartamentos que a gente gostou muito...
ele era meio que uma mistura de vários deles. Então, a gente tinha gostado de um que é inclusive na mesma rua que a gente mora hoje, só que bem mais pra cima, que a gente ficou apaixonado quando a gente viu a estrutura do apartamento, o prédio é mó bonitinho, fica numa região super gostosinha. Só que o apartamento, um, tava muito caro, muito, muito, muito caro.
Estava no limite do limite do limite do nosso orçamento. Do nosso orçamento inicial. Do nosso orçamento inicial. E ele estava completamente detonado.
Ele estava bem destruído, banheiro com um pouquinho de filtração, um monte de coisa. E a gente tentou negociar com o proprietário e ele falou assim, não, o preço é esse. Eu já estou botando isso de preço porque está detonado. Ou seja, ele queria colocar, sei lá, um milhão de reais, sei lá. Povo maluco, mas enfim. Então assim, aí a gente aprendeu coisas do tipo, tá, então a gente tem que dar uma olhada nessa estrutura. A gente viu muita planta de apartamento, né, visitando os apartamentos. Então, tipo...
Essa sala não funciona pra gente, ou porque ela é muito pequena, ou porque ela é muito grande. Já foi em apartamentos que eram, na ideia, na teoria, parecia muito bom, mas o apartamento era só sala. Os quartos eram minúsculos, então, tipo assim, não dá certo pra gente, a gente precisa ter espaço pra guardar as coisas, a gente não precisa de uma sala gigantesca, a gente não é pessoas que vão ter uma mesa de jantar, uma família gigantesca jantando junto, então não faz sentido, sabe?
E aí a gente foi aprendendo as coisas, então acho que quando a gente chegou lá, a gente visitou muito rápido e já entendeu, tipo, ah, ok, isso aqui funciona, isso aqui funciona, isso aqui não funciona. Vamos contar mais ou menos como é o apartamento? Podemos, claro. Então assim, você entra. Só um detalhe, o prédio, começar pelo prédio, né? É um prédio antigo, acho que ele é de 1978. Ele é do ano do seu nascimento. Ele é do ano do meu nascimento, então ele é bem antigo.
E ele fica numa rua, então, do Cambuci, que acho que foi uma das coisas também que a gente ficou muito feliz, porque isso também era uma questão em outros apartamentos que a gente viu, proximidade das coisas do dia a dia. Exato. Pra quem nunca foi no Cambuci, gente, é um bairro muito, muito, muito, muito, muito residencial. Ele tem bastante comércio em alguns lugares, mas, num geral, é um bairro muito residencial.
Então, quando a gente se casou, por exemplo, a gente morava na Avenida Lacerda Franco ali, que é uma avenida bem movimentada. Passa ônibus, passa carro o tempo todo e tal. Só que ela é extremamente residencial. Nada que a gente queria tinha na Lacerda Franco. Supermercado? Não tem. Padaria? Não tem. Farmácia? Não tem. Tem nada. Então, tudo a gente precisava se locomover pra cima ou pra baixo. E o Cambuci tem muito disso. Se você for ali pra lá, pra depois, entre...
A Avenida... A Ricardo Jafé e o Cambuci, o que o pessoal conhece mais como Cambuci, que ali é a Lins de Vasconcelos e tal. Ali é muito, muito, muito residencial. É só casa. É um ponto, inclusive, de São Paulo que tem pouco prédio. É um dos poucos raros nessa região mais central de São Paulo que tem muita, muita casa.
Então tem muita residência. Aqui a gente passa por esse problema também. Aqui até tem mais comércio, onde a gente está hoje, no Cambuci. Só que também não tem tanto comércio. E aí foi a primeira coisa que a gente ficou impressionado. Chegando lá, basicamente tudo que a gente queria tinha duas opções, inclusive. Mercado tem duas opções. Padaria tem duas opções. Farmácia tem duas opções. Tem três bancos. Tem coisas. E assim, gente, tipo, caminhada de dois minutos, dependendo do...
Tem uma academia, a gente já contou pra vocês aqui inúmeras vezes, que um dos nossos grandes problemas de academia, aonde a gente mora hoje, é que as duas academias que a gente frequentava e a que a gente frequenta agora, elas ficam tipo 15 minutos de caminhada de casa. Sim.
Então você já sai naquela preguiça de ter que andar até o lugar. Lá tem uma academia, literalmente, dois prédios do lado do nosso. É tipo um minuto de caminhada pra chegar na academia, sabe? Então assim...
Tem tudo o que a gente precisa. E aí é um prédio antigo. Tem vaga de garagem. Tem uma vaga de garagem fixa. Que a gente pode alugar. Ou a gente pode deixar lá pra quando a gente receber visita de amigos, de família. O Rafa vai ter onde parar o carro. O Rafa vai ter onde parar o carro agora. Não tem lazer. Eu acho que tem salão de festa. Tem salão de festa e churrasqueira.
E é isso. E é isso. Não tem nada de lazer, mas lazer é uma das coisas que a gente já tinha deixado pra trás. Principalmente depois que a gente baixou o valor. Sim. Vale destacar que a gente... Porque o apartamento é muito grande, assim, ele deve ter uns...
105 metros? Acho que tem 105 ou 107, eu não lembro. Por aí. Então, 107 metros quadrados, mais a vaga de garagem. E quando a gente vai avançar uma parte aqui, mas a gente vai voltar depois, quando a gente vai fazer o financiamento, tem um processo que envolve uma vistoria do banco. Isso.
E o banco avaliou ele num valor maior do que a gente já está pagando. Sim. Então a gente já entra no imóvel com um valor maior. Avaliou com uns 20% a mais de valor. A gente já entra no apartamento com ele valendo mais do que a gente está pagando. Isso. E aí com todas as pequenas reformas que a gente vai fazer, que a gente vai contar daqui a pouco.
mais a questão do metrô. Eventualmente, se um dia a gente quiser vender esse apartamento, a gente pode vender muito mais caro do que a gente tá pagando. Que foi uma das coisas que eu acho que me deixou o coração mais leve. Porque quando a gente tava meio desacreditado do apartamento, a gente chegou até a ter umas conversas sérias, assim, e eu entrei meio que numa crise, por esse medo, que é do tipo, putz, mas...
Parece que a gente não acha o apartamento que a gente quer. A gente vai ter que pagar horrores por uma coisa que a gente nem quer. Só que aí, quando a gente foi visitar esse, todas essas questões que o Rô falou, de ele tá num preço muito legal pro que ele oferece, ele tá num lugar bacana, o lugar vai melhorar ainda, e está melhorando, o que é curioso, que é...
Especulação imobiliária, né? Na foto que a gente viu do anúncio de venda, provavelmente esse anúncio de venda era o anúncio de venda e aluguel de quando a pessoa se mudou. Então, deve ser uma foto de dois anos, poucos anos atrás. Então, a foto da janela. Nenhum prédio.
Agora, quando a gente foi visitar, já tem quatro prédios que subiram. Maui, quando tiver o metrô... Quando tiver o metrô... É porque hoje... Desculpa te cortar, mas hoje a gente meio que tem, ainda que tem, esses prédios subindo, subindo, que o Telo tá comentando. A gente tem uma vista que é meio livre, assim. Sim, sim, sim. Ela é bem livre. Essa vista livre vai morrer muito rápido. Vai, vai. Por causa do metrô. Vai.
Mas ainda assim, então tipo, foi uma coisa que eu sei que é horrível pensar isso, porque a gente tá super empolgado, eu tô, quero construir minha casa com o Rô. Mas acho que é uma coisa que, pelo menos pra mim, deixou meu coração mais leve de... Finalmente eu entendi que é um investimento, porque a gente com certeza, se a gente... Vamos supor que ele não é o apartamento dos nossos sonhos. Vamos supor que, ah, não sei, a gente mudou de vida, a gente mudou de prioridades, a gente mudou de coisas.
Ainda assim, não é um mau negócio. Porque a gente vai com certeza vender ele por mais do que ele vale hoje. Sim. Sabe? Então isso deu um up na empolgação. E outra coisa também que me deixou mais tranquilo e mais confiante em seguir com esse investimento e tudo mais.
É que não vai ser... É o nosso primeiro imóvel próprio. Mas provavelmente ele não vai ser o único. Exatamente, exatamente. No sentido de que... O que o Tala falou? As coisas podem mudar e a gente pode querer vender pra ir pra outro lugar. Sim.
E isso foi uma coisa que me deixou muito, e vocês que estão ouvindo e eventualmente já conquistaram aí o sonho da sua casa própria, provavelmente vocês já viveram algo parecido, tipo de chegar e falar, é, ok, acho que não...
não é isso, ou agora não é mais isso, então bora pra frente passar isso aqui pra frente pra comprar outro. E tá tudo bem, e assim, eu acho que isso foi... Não é definitivo, nada é definitivo. É que eu acho que eu cresci muito numa coisa do tipo, ver a minha mãe pagando apartamento em BH, e tipo, é o nosso apartamento, é onde a gente nasceu, onde a gente vai morrer.
E ver o meu pai construindo a casa dele. Tipo, não, essa é a casa onde a gente vai ter a nossa filha e vai crescer a vida toda aqui. Que é um pensamento dos nossos pais, dos nossos avós, né? A gente não precisa se ater a isso, né? Então, isso foi uma coisa que me deixou, tipo, tranquilo. Do tipo, não, isso aqui vai valorizar, vai valer a pena.
E a gente vai dar todo o nosso carinho, a gente vai deixar o apartamento incrível, mais incrível do que ele já é. E ainda tem essas circunstâncias ao redor, então daqui pra frente é só pra frente mesmo. Mas eu achei muito legal. A Nath Finanças... Foguete não tem ré, né? Sim. A Nath Finanças fez um vídeo...
desse mês, sei lá, sobre isso. Dela falando exatamente, o seu primeiro apartamento não vai ser o do apartamento de seus sonhos. E tá tudo bem. Ele é o degrau pra você ter uma base pra você construir o que você quiser e aí sim ter o apartamento de seus sonhos.
Então, mas dito isso, parece que a gente tá odiando o apartamento, mas não estamos. Não, não, não. Vamos descrever agora como ele é. Só realidade, é assim que as coisas funcionam e a gente aprendeu isso. Sim. Bom, então é quando a gente... Uma curiosidade, desculpa. Claro, fala. Tirando o apartamento da saúde, este vai ser o quarto apartamento que a gente mora junto, que termina no número um.
A gente morou no 71, a gente morou no 1, ele é no 91 e aqui é o 21. Qual que era o 1? Ah, do Cambocê. Do Cambocê. Cara, que loucura. Só na saúde que era 104, mas toda a gente sempre morou no 1. Nossa, que loucura, é verdade. Eu só percebi isso esses dias.
Gente, que loucura. Eu não tinha parado pra pensar. Olha, é um sinal. Sinais. Sinais. Bom, então é daqueles prédios que a porta de entrada já fica direto na rua. Isso. Então a gente vai lá com a nossa impressãozinha digital, abre o portão.
E aí a gente já está dentro do prédio. Não tem... A área entre os dois portões não é do lado de fora. Isso. Ela é já... Tipo, você passa o primeiro portão, você já está dentro do prédio. E tem portaria 24 horas, gente. Uma coisa que está cada vez mais rara. Taca som aí. Como é o net? Ai, meu Deus. Cadê? Vai a Lady Gaga mesmo.
E fechou sozinho. Bom, é... Come on, Net. Pronto. No sleep. Bus. Club. Nada a ver. Mas, enfim. É... Tá perdido o que eu tava falando. Ah, portaria 24 horas, que é essa coisa.
Cada vez mais rara em São Paulo, né? Tá tudo sendo substituído por portaria remota. Isso. Então, você entra, você passa o primeiro portão. Quem vai abrir o segundo portão é o porteiro. Exato. E aí tem tipo um corredorzão e aí você chega lá na portaria e tal.
E aí tem. Então, né? Tem uma escada pra você descer pra garagem ou uma outra escada pra você subir pra... pra...
Salão de festa, essas coisas. E os elevadores, né? Pra subir pros andares. Aí chegamos entre... São dois ou são quatro por andar? São quatro, né? Quatro, quatro. Tá. E aí subimos, então, para o nono andar. Isso. E aí, o que que acontece? O prédio, ele é meio que... Eu falei que tem esse corredorzão, né? Do portão até a portaria.
Então, na verdade, o prédio, os apartamentos, quando você sobe, eles ficam meio que recuados. Eles não ficam na cara da rua. Isso. Eles são recuados ali. Mas pra dentro do quarteirão. Pra dentro do quarteirão. Isso. Só que o nosso é de frente pra frente do prédio, mas fica recuado. Isso. É pra o nosso dar janelas, as principais janelas dão pra rua mesmo. Isso.
Então, você entra, né? Aí lá, você tá num mini hall ali. Você tem a visão pra sala. E à sua direita está a cozinha. Já vamos começar pela cozinha? Pode ser. Então, logo à direita, assim, tem a entrada da cozinha. E assim...
A cozinha, ela tá basicamente original do prédio. Ela tá original dos anos 70. Os armários parecem novíssimos, assim. Tipo, do que a gente conseguiu ver. Porque a gente, como eu falei, gente. A gente não revirou a casa da mulher. A gente viu superficialmente. Ah, desculpa te cortar. A gente tá...
A gente não faz pauta, então acontece isso. A gente vai se atropelando aqui conforme a gente vai lembrando as coisas. Mas, como a gente comentou, foi um parto pra gente conseguir ver. A gente só conseguiu ir lá no domingo. Porque a inquilina tava dificultando as coisas. E aí a gente descobriu que a galera que tá morando lá, eles fizeram... É uma galera que faz...
mestrado, doutorado, na USP. Um deve fazer coisa ali de pesquisa de vida marinha, porque ele tem um aquário gigante na sala. E a outra, sei lá, e tinha um outro cara também, enfim, um povo meio bicho grilo. E era...
Dessa turma tem uma mulher, que acho que é a capitã ali da República, que ela, eu acho que estava dificultando demais a visita, porque ela tinha mudado fazia, acho que, seis meses. Isso. E ela não sabia que o apartamento estava à venda. Exato. E isso é muito comum.
Quando a transação é pelo quinto andar, às vezes você não tem a informação que o apartamento está à venda. Ou, eventualmente, ele vai entrar à venda enquanto você está morando lá. Exato. Então, ela estava um pouco puta com isso. Eu não sei se vocês, ouvintes mais antigos, lembram quando a gente foi visitar um apartamento.
Que a inquilina estava morando lá há uma semana. Estava tudo em caixa ainda. E a gente lá visitando pra comprar, sabe? Foi bem constrangente. Mas enfim, aí a gente foi recebido por essas pessoas, né? E essa mulher, em particular, deve ter sido a pessoa que dificultou demais.
É o agendamento da visita. Guardem essa informação. Ela vai ser bem importante para vocês entenderem porque a gente visitou em 25, 18 de novembro e só está fazendo a transação agora em maio. Mas vamos seguir com a cozinha. Então, aí, como eu falei, a gente foi aprendendo skills com o tempo. Então, quando você entra na cozinha...
Duas coisas primeiras que eu olhei. É isso que eu comentei, de que os armários e os azulejos são todos os originais do prédio. Como que a gente sabe disso? Tinham mais dois apartamentos à venda também no mesmo prédio. Estavam mais detonados e estavam mais caros, inclusive. E...
dá para você ver os azulejos do banheiro e da cozinha e da área de serviço e dá para ver que é os mesmos. Então, se normalmente é o mesmo, é porque foi feito na construção do prédio. E o que isso diz para a gente? Diz para a gente que nesses quase 50 anos que o prédio tem de duração,
nunca deu problema de água, de filtração. Porque se tivesse dado, teria trocado o azulejo e azulejos daquela época. Não sei se vocês prestam atenção nisso, mas como eu já trabalhei com isso com meu pai, era muito comum antigamente azulejos de área molhada serem pequenos. Então os azulejos eram 20 por 20, no máximo 30 por 30, porque eles tinham uma qualidade que não é tão boa, igual um porcelanato.
Então, se as peças eram muito grandes, elas quebravam muito fácil. Então, as peças eram menores porque você tem menos área de contato no meio, então era mais difícil quebrar. Então, era muito comum azulejinho pequenininho. Então, vocês podem ver banheiro de vó, cozinha de vó, é tudo azulejinho bem pequenininho, assim. Então...
Dava pra ver que nunca teve esse problema, porque nunca precisaram trocar. Isso é bom. Sim. E aí a outra coisa é, apesar do apartamento da cozinha estar antigo, eles serem antigos, eles estão muito novos, muito bem conservados, assim. Os armários da cozinha, eles têm tipo aquela laca, não é fórmica, é inteira. Mas eles têm aquela laca por fora e a laca tá novinha. Tá. Assim, super bonitinha. Não é a cor mais bonita do mundo.
Ah, eu acho a cor até bonita. Ela não combina com o resto da cozinha. Mas eu acho ela bonita, aquele pêssego dela. Ela é um pêssego meio alaranjado, assim. Eu acho bem bonito. E a outra coisa que a gente reparou é que apesar da cozinha antiga, o fogão que a galera estava usando era novo. A geladeira era nova. E tinha uma máquina de lavar, que eu não lembro se ela estava funcionando ou não, mas ela estava lá. Novíssima. Mais nova até que a nossa.
O que significa que a rede elétrica do apartamento foi mudada em algum momento e ela aguenta esses tipos de aparelho. Porque aparelho muito novo, aparelhos mais modernos desse tipo, não funcionam em sistema elétrico todo cagado. O aparelho só não ia funcionar ou ia dar problema muito rápido.
Então, saber que tem aparelhos modernos funcionando lá, eu fiquei... Ah, ok. Tá tudo bem. Com a elétrica e a hidráulica do prédio, assim, sabe? Sim. E aí você entra à direita. E aí do seu lado esquerdo é a parede seca, com armários e tudo mais. E do lado direito a parede molhada. Então tem o espaço pra geladeira, uma pia, um fogão.
E um armário do lado do fogão, assim, meio de suporte, se eu não me engano. Tem bastante armário. É, tem bastante armário. E aí, beleza, termina a cozinha. A cozinha, ela é grande, assim, bem grande, bem espaçosa. Ela é retangular, né? Ela é mais comprida do que larga, mas ela não é apertada. Mas ela não é pequenininha, ela é grande. Não é aquelas cozinhas de apartamento atual que... Tipo, que é um corredorzinho, não. Ela tem uma largura considerável. Isso.
E aí termina a cozinha, tem uma porta separando a área de serviço, que também é original. Os azulejinhos azuisinhos bonitinhos, assim, são os originais do prédio. Bem espaçosa, assim, dá pra colocar uns dois, talvez até três varal de teto, assim. Eu nem acredito que eu vou voltar até varal de teto. A gente vai poder jogar fora o Megazord. A gente já falou pras pessoas do Megazord? O nosso varal vertical, né? É, o nosso varal vertical, porque a gente aqui...
O lugar onde a gente poderia colocar um varal de teto, ele é de gesso e a gente poderia furar a parede, mas a gente falou não. Como a gente falou, esse apartamento é transitório, a gente não vai fazer nada.
E aí a gente comprou, o Rô achou. Foi na Shopping, alguma coisa assim? Não lembro. Ah, Mercado Livre, provavelmente. É, você é rato de Mercado Livre. O Rô achou um varal vertical. Todo dia é dia de Mercado Livre. Isso. E aí a gente deixa ele na varanda.
E ele é meio megazote, só que ele é meio de plástico. Então, assim, às vezes a gente bota as roupas, ele fica todo pesado, ele fica meio assim, chonfro. Aí o pé, tem um pé dele que sempre sai. Eu já tentei colar umas três vezes, ele sempre sai. Quando a gente for mudar, eu vou levar esse varal aqui na rua, na frente do prédio. Vou pegar um porrete e eu vou destruir ele. Eu vou reduzir ele a pedacinhos. Ai, sim. Enfim. Mas...
Aí, beleza, aí tem a área de serviço. Nessa área de serviço, tem espaço pra tanque, espaço pra máquina, tem bastante espaço no geral. A área é bem... Ela é mais quadradinha assim, mas ela é bem... É que assim, né? Faz tempo que a gente foi lá, viu, né? Agora as únicas referências que a gente tem são fotos. Fotos sempre tem alguma distorção ali de profundidade e tal. Mas eu arrisco dizer que é a maior área de serviço que a gente já teve.
Eu acho que ela só não é maior que a da saúde, mas porque a da saúde era modificada. A área não era daquele tamanho todo. Tinha um banheiro ali que tiraram. Então é menor. Porque essa tem banheiro.
Não, mas o banheiro da área da saúde ficava dentro daquele quadrado. O quadrado que era a área de serviço na saúde, na planta original tem um banheiro ali. Não, não era ali. Era no dente da sala. Era o quarto de serviço e o banheiro ali no dente da sala. Mas enfim. Enfim. Mas acho que é assim. É grande. É bem grande. É bem grande. E aí, gente, outra coisa super legal. Ela tem um quartinho de serviço. Um quarto de bagunça, vamos dizer assim.
E um banheiro de serviço. O que significa que Sr. Pesto e Sr. Carbonara terão seu próprio banheiro. Eles já tiveram o banheiro deles quando a gente morava na Vila Mariana. Sim. Aí na saúde ficava na área de serviço mesmo. E aqui fica no... A gente tem dois banheiros nesse apartamento. E um dos banheiros que não é o da suíte.
A gente praticamente não usa, porque o box do banheiro é onde estão as caixinhas de areia dos gatos. Exato. Então, eles vão voltar a ter o banheirinho só pra eles e a gente vai voltar a ter dois banheiros. Exato.
É uma grande vitória. Dois banheiros úteis, porque é um dos banheiros aqui. Infelizmente a gente não usa pra nada, no máximo, pra fazer xixi. Exato. Não na caixinha de areia, claro. Então, assim, é bem grande essa área. E como eu falei, tá tudo muito novinho. Não tem mancha de infiltração, não tem azulejo quebrado. Tá tudo ótimo.
Aí, beleza. Vamos voltar, então. Vai levantando pra trás e a gente volta pro hallzinho de entrada. Isso. Quer contar da sala e do hall? Pode ser. Aí, a sala, ela é um L, digamos assim. Isso. Então, você tá aqui, né? Você entrou na porta do apartamento. Você tá de frente pra sala.
Lá no fundo tem um janelão. Aquelas janelas de parede toda. Parede a parede, né? Não tem a varanda. Foi um dos não negociáveis que a gente teve que abrir mão, porque a gente queria muito ter uma varanda. Mas a gente abriu mão. Mas a gente vai... Mas vem aí. A gente vai fazer um cambalacho ali, que a gente vai contar já já.
Então é uma sala bem grande, tipo, bem grande. Pra vocês terem mais ou menos uma ideia, esse pedaço da sala, quando a gente visitou, tinha, né, as pessoas que estavam morando lá, tinha um sofá, tinha um rack com uma televisão.
E perto da janela ainda tinha um espaço com uma rede. Sim. Pendurada ali, rede de deitar, né? Então, é bem grande. E aí do outro lado, né? A direita ali, fazendo esse L, é tipo uma sala de jantar. Isso. Bem grande também. Cabe pela referência que a gente tem, que é a da foto do anúncio.
Quando a foto do anúncio foi feita, tinha uma mesa retangular comprida de seis ou oito lugares. De oito lugares. Tipo, daquelas mesas clássicas de novela, sabe? Tá assim, um puto espaço. E é claro que a gente já tá pensando, né? Já tá adiantando um pouco modificações que a gente quer fazer. A gente quer integrar a cozinha com a sala.
Então a gente derrubaria parte da parede, dessa parede que faz entre a sala de jantar e a cozinha, para fazer algo integrado como a gente tem aqui nesse apartamento onde a gente mora hoje.
E como a gente sempre quis fazer. É o meu grande sonho. Num apartamento que fosse nosso, né? Sim. Mas é isso. É uma sala bem grande. Lembra muito a sala do primeiro apartamento que a gente morou no Cambucinho. Nossa, verdade, verdade.
É que aquela era quadrada, ela não tinha esse L. É, era como se a sala... Pega essa parte retangular, o pezinho do L, que é a sala de jantar, e soma ele no retângulo que já é do corpo do L. Era a outra sala. Exato.
Mas é isso. E aí, qual que é a balasta que a gente quer fazer? Então, como a sala principal ali onde tem a janela, ela é grande, a gente está pensando em fazer uma varanda interna. Isso, por dois motivos. Primeiro motivo, a gente quer ter uma varanda, né? É uma coisa que a gente quer ter. E o segundo é que a gente percebeu que, por ser um prédio alto,
E ter bastante comércio, como a gente falou, com coisas boas vem coisas ruins. A gente vai ter muito comércio, mas isso torna o bairro mais barulhento. A rua é bastante barulhenta e tal. Mas normal São Paulo. Só que...
Quando a gente foi lá, a gente achou muito barulhento. E aí, a gente não poderia trocar os vidros ou a janela da sala por anti-ruído, porque a janela faz parte da estrutura visual do prédio. Isso a gente não sabe ainda. Isso a gente está especulando. Mas ela faz parte da fachada, porque a fachada é a janela. Mas isso acho que dá para investigar. E como eu te falei outras vezes, ainda que a gente não possa tirar a janela original, tem como colocar...
janela antirruído por dentro, né? Tipo, em cima da janela normal. A questão é só se uma janela antirruído em cima da janela e uma rede de gatos não vai ficar feio. E o ponto é só esse. Ah, provavelmente. Então, qual que era a ideia? Além da gente criar essa varandinha pra ter um espaço pra ter verde, pra gente poder ter ali uma vibe varandinha na sala.
a gente colocaria uma separação ali, uma separação de estrado e tal, para justamente criar esse isolamento sonoro. Então a gente meio que separa a janela do resto da sala e cria esse isolamento acústico. Sim. Então essa é a ideia. A gente, como a gente falou...
A gente não sabe exatamente se vai rolar. Talvez é a coisa que a gente quer modificar, que é a mais complexa. Mas, assim, estamos esperançosos que vai rolar. De fazer isso na sala. E aí a sala de jantar continua sendo uma sala de jantar mesmo ali. Só que com uma mesa menor. A gente não precisa de uma mesa de oito lugares.
Aí, né, estamos então no corredor. Então imagina que você entrou, você virou à direita, tem a sala de jantar e aí vai começar o corredor aqui, né. Do lado esquerdo tem dois quartos que serão os nossos escritórios. Exatamente. Eles não têm muito segredo, eles são mais quadradinhos, assim, o formato, o retângulo meio quadradinho.
Tem bastante armário, o que no caso dos quartos foi até ruim, porque é armário demais. É pensado num quarto para pessoas dormirem e não para o escritório. Então a gente vai provavelmente, tanto eu quanto o Rô, manter uma parte dos armários e tirar uma outra parte dos armários.
Até porque não é só armário, tem... Prateleira. Tem escrivaninha, prateleira, tudo integrado ali com esse armário. Isso. Eu especificamente no meu, eu talvez vá aproveitar os armários de alguma forma.
Pra poder guardar os instrumentos e tal, né? Então, talvez eu mantenha os meus. Mas, escrivaninha, prateleira, essas coisas eu vou arrancar tudo. Vou finalmente ter a minha mesa de home studio, que eu sempre quis ter, mas que não valeria a pena ter.
morando de aluguel, porque ela ocupa muito espaço e ela só entra e sai do cômodo desmontada. É uma coisa que eu sempre quis ter, mas não valia a pena fazer isso morando de aluguel.
E vou também procurar alguém para fazer algum tratamento acústico básico, só para reduzir o bounce de algumas frequências, esse tipo de coisa, para poder usar meus monitores de áudio de verdade, não só como caixa de som como eu uso hoje.
que também é outra coisa que exige ali modificações então instalar os painéis acústicos bastrap, etc que também não valeria a pena fazendo um imóvel alugado então pela primeira vez vou ter um quarto ali com algum tratamento acústico mínimo, espero e todas as minhas coisinhas organizadinhas ali sim
É, no meu vai ser bem parecido com o que eu tenho hoje, que é o sofá para visita, porque eu tenho menos coisas, né? Menos objetos dentro, não tenho os instrumentos do rua e tal. E a minha mesa de escritório e tal, assim, não tem nada muito uau que eu devo fazer. Realmente só tirar esse monte de prateleira à toa que está lá e dar uma pintada e tudo mais.
E os dois cômodos são exatamente do mesmo tamanho. Eu acho que eles são exatamente do mesmo tamanho, mas um deles tem mais armário que o outro. Que acho que é o seu, não é? Que acho que é o meu que tem mais. O seu tem mais espaço livre. Tá. Bom, aí, gente, estamos aí nesse corredor. Lado esquerdo, essas duas portas, que são o escritório.
E no fundo do corredor tem uma porta que dá para o quarto. Dá para a suíte. Para a suíte. Então você abriu a porta da suíte, você olha ali à esquerda, tem uma janela e ali a área onde vai ficar a cama. E do lado direito tem a porta para a entrada do banheiro da suíte e um armário embutido que está caindo aos pedaços. Exato. Então o que a gente vai fazer?
Quer contar? Quero. Então, uma coisa que a gente sempre quis ter, porque a gente nunca teve muito espaço pra fazer isso, na casa que a gente tinha dois banheiros, um era muito longe, não podia ligar os dois a energia ao mesmo tempo, enfim. A gente quer usar os dois banheiros para ter o banheiro do Rô e o meu banheiro. É, o outro banheiro, ele tá na parede do lado direito, em frente aos escritórios. Aos escritórios, isso. Então, a gente vai ter um banheiro meu e um banheiro do Rô.
E aí, pro quarto, a gente teve uma ideia que é, o quarto é bem grande. Bem, bem, bem grande. Também lembra o quarto do Cambuci. Também lembra o quarto do Cambuci. Ele é um pouco menor que o do Cambuci. Do primeiro apartamento do Cambuci que a gente morou. Ele é um pouquinho menor, mas ainda assim ele lembra bastante do Cambuci.
E aí, como o armário que tem lá embutido hoje, um, ele é muito pequeno e ele tá bem detonado, nossa ideia é derrubar esse armário embutido. E pelas fotos, a gente não viu isso na hora, mas pelas fotos parece que... Lembra o quartinho de serviço que a gente contou pra vocês lá no começo? Parece que o quartinho de serviço, na verdade...
foi usado um pedaço do quartinho de serviço pra fazer esse armário embutido. Então, uma das paredes do quartinho de serviço não parece ser uma parede, ela parece ser o fundo do armário embutido. Exato. Então, se isso for real, ou até se não for real também, a gente vai derrubar essa parede, pegar uma boa parte desse quartinho de serviço e fazer um closet. Exato. Chique, é, rimos.
Apenas chiquérrimos. A gente ainda tá vendo detalhes do tipo se a gente vai fechar, vai ser um closet com drywall ali entre o quarto e o closet. A gente viu uma opção que é aquela opção que a gente tava vendo de vidro. Não vidro, mas é um...
Como explicar o que é aquilo? Acrílico? É um box acrílico, assim, que você meio que separa ele do resto do quarto. E aí o acrílico é canelado, então ele é meio que reservado. Você pode trocar de roupa dentro, sem se preocupar com visitas que estejam na casa. Porque o problema é só ir com o closet, o lugar onde ele fica, é de frente para o corredor. Então, assim, para trocar de roupa, tem que fechar a porta.
normalmente o closet ele é de um jeito onde as pessoas podem entrar no seu quarto e que elas não vão ver, o único problema do nosso é que a entrada do closet é a entrada do quarto então tem esse problema mas aí é uma opção essa questão do vidro canelado e tal mas a gente vai ter finalmente um espaço pra colocar, porque eu acho que desde que a gente
Desde que a gente mora junto, um problema que a gente teve com o aumento de roupas, né? Eu tenho muita roupa e tal. A gente nunca conseguiu guardar todas as nossas roupas juntas. Era sempre tipo, ah, deixa casaco de frio e camisa de botão num outro guarda-roupa. Aqui fica as camisetas e calça. É sempre uma bosta, assim. Fica tudo espalhado.
E aí a gente não, agora a gente vai ter um closet com tudo organizado. Ainda estamos vendo como exatamente vai ser esse closet, como eu falei. Mas pra vocês terem uma noção, mesmo que a gente, né, a gente quer pegar, vamos supor, metade do quartinho de serviço e mais... Cara, eu pegaria três quartos do armário de serviço. É. Porque assim, o que a gente precisa, né, pensando agora na área de serviço, a área de serviço ela é bem grande.
Então, de repente, se precisar, a gente pode fazer prateleiras na própria área de serviço também. Sim, sim. Embaixo da janela. Mas a minha ideia era ter a parte do quarto de serviço que ficaria aberta para a área de serviço.
É só tipo pra colocar uma... É quase como se fosse um armário. Umas prateleiras. Pra colocar produtos de limpeza, pano de limpeza, ferramenta. Essas coisas de quarto de bagunça mesmo, né? Areia dos gatos, esse tipo de coisa. Então...
Pensa que o quarto de serviço, o comprimento dele da entrada até a parede do fundo, que supostamente é o armário embutido da suíte, essa largura é uma cama de solteiro, que é o que tem na foto. Sim. Uma cama de solteiro deve ter quanto? 1,80? 1,70? 1,80 normalmente. Então assim, 1,70 de comprimento.
Cara, tipo, dá pra usar um e... E cinquenta. Ah, cinquenta acho que já é muito, né? Sei lá, dá pra usar um e vinte. Uhum. Pra aproveitar pro closet, sabe? Sim.
Então, aí vamos ter o nosso closet. E sobra bastante espaço no quarto em si. Pro nosso quarto ser só nosso quarto. Então a gente vai ter uma cama legal na nossa cama. Talvez se um dia, depois que a gente pagar por tudo isso e tal, a gente pode voltar a ter uma cama king. Porque vai caber ter uma cama king lá. Ai, meu sonho.
E a gente vai poder ter ali um móvel de apoio na frente pra colocar uma TV, pra colocar videogame, pra colocar o que a gente quiser no quarto, porque isso é uma coisa que a gente tem hoje, a gente tem uma TV no quarto só que ela é menor e não tem suporte, né? Então, tipo...
Porque agora eu tenho o Switch 2, então qual que era o meu plano? Era comprar um segundo dock pro Switch 2, e aí eu tenho um dock na sala e um dock no quarto. Quando eu quiser jogar na sala, eu jogo na sala, quando eu quiser jogar no quarto, eu jogo no quarto. E aí dá pra fazer esse tipo de coisa e tal.
E a ideia é ter, tipo, voltar a ter mesa de cabeceira, que a gente não tem mesa de cabeceira há milênios. Meu celular, gente, hoje, onde ele dorme? Eu pego uma das almofadas que a gente deixa na cama, eu ponho ela no chão e ponho o celular em cima dela. Isso é a minha mesa de cabeceira. Pois é. A gente não consegue ler um livro porque não tem abajur, só tem a luz direta do teto em cima furando a nossa cabeça.
Então várias coisas vão ser melhoradas. A gente vai poder ter uma cabeceira. É porque onde a gente mora hoje, gente, no quarto, na suíte, tem um armário montado, né? Planejado, tal, que tem guarda-roupa. Duas portas de guarda-roupa do lado esquerdo, duas portas de guarda-roupa do lado direito.
E no meio tem um buraco pra cama. Então a cama fica... As laterais da cama ali onde seria a cabeceira fica encostada nos guarda-roupas. Então a gente não tem espaço pra nada. E a pior tipo de organização de armário do planeta Terra... Não tem nem tomada pra... A gente tem que puxar uma extensão pra poder ter uma tomada pra carregar celular, sabe? Exato. E é uma coisa péssima porque assim...
Não tem como você... Como ele é um armário planejado de chão ao teto, não tem como você acessar os últimos... os últimos andares ali. Sem subir na cama em pé. Porque você vai ter que subir na cama em pé. E mesmo assim você precisa ser uma pessoa muito alta igual o Rodrigo pra conseguir acessar.
as coisas. Porque você não consegue botar uma escada em cima da cama. Então, assim, é péssimo. Quem planejou isso, né? É uma péssima ideia. E o pior é que é tão comum isso, né? É muito comum. Vários apartamentos que a gente visitou eram parecidos nesse sentido. Sim. Aqui tem esse problema, no geral, nesse apartamento que a gente tá hoje, que é uma coisa que a gente vai tentar resolver lá, que é... Eu sou uma pessoa baixinha, gente.
Eu tenho no meu guarda-roupa do quarto, o meu lado do guarda-roupa, 50% dele eu não uso, porque eu não alcanço.
Você simplesmente não alcança, não tem como eu colocar nada lá em cima. Então eu tenho 50% do guarda-roupa que não tem nada. Então não faz sentido esse tipo de organização.
E aí, pra concluir, gente, os banheiros. Então a gente resolveu... Os banheiros são grandes. A gente tá acostumado a ter banheiros pequenos. A gente sempre teve banheiros muito pequenos. Sim. Talvez só o do primeiro apartamento do Cambuci fosse um banheiro grande. Mas nem tanto ainda, né?
Então a gente sempre teve acostumado a banheiros pequenos. Esses dois banheiros desse apartamento são grandes. Ao ponto de um deles, que é o da suíte, tem até bidê. Isso. Que obviamente a gente vai arrancar fora, porque é desde o advento da ducha higiênica. O que você fez aqui? Ou é sujeira? Acho que é sujeira. Nossa. Acho que é bolo. Acho que você deixou cair bolo no chão.
Talvez. Enfim. É, porque desde o advento da ducha higiênica, quem usa BD, né? Exato. Então, enfim. E os banheiros são a coisa que tá mais maltratada no apartamento.
Tá bem detonadinho, bem sujo. Com bastante... Tipo, a pia, por exemplo, ela é de uma pedra mais porosa. Tipo, um mármore mais poroso. Ela tá toda quebrada e toda detonada. Assim, parece que ela nunca foi permeabilizada. A permeabilização já passou. Então, parece que ela tá muito infiltrada de água. Então, ali o banheiro vai precisar... Os metais são todos antigos, os metais originais e tal. O azulejo, ele é bonitinho.
Não, ele é bonitinho em shape. Porque ele é como se fosse uma pecinha de Lego. Imagina tipo um azulejinho pequenininho de 10 por 10 centímetros e ele tem uma bolinha em cima de Lego, uma bolinha redonda de Lego. Então ele é super fofinho. Só que dito isso...
Banheiros dos anos 70. Então eles estavam sujos, meio encardidos no geral. Um é até branco, ok. O outro é marrom de arreia. Aquele marrom de arreia de banheiro da sua avó, a sua avó provavelmente tinha um banheiro marrom de arreia. Porque era muito clássico nos anos 70 esse banheiro. E aí a gente resolveu...
Desculpa, talvez até inspirado nos nossos amigos Gui e Lari. Sim. Se a gente foi visitar o apartamento deles recentemente. Eles têm dois banheiros no apartamento deles. Um na suíte e um no corredor. Isso. Que geralmente o que as pessoas fazem no banheiro da suíte é...
O banheiro do casal. E o banheiro do corredor é o banheiro das visitas. Ou dos filhos, da família. Dependendo da constituição, do núcleo familiar ali. O que o Gui e a Lari fizeram? Um banheiro é da Lari, o outro banheiro é do Gui. Exato.
Eu falei, ah, interessante. Interessante. Então, eu vou ter o meu banheiro e o Telo vai ter o banheiro dele. Exatamente. Porque eu tô cansado. Eu tô lá passando meu fio dental, chega o Telo me empurrando pra escovar os dentes. Né? Então, eu tô cansado. E aí o Rodrigo virou pra mim um dia e falou assim, pode fazer um pedido? Espero terminar antes de você entrar no banheiro. Ah, justo.
Por que você não pega o seu fio dental e vai passar no outro banheiro? Que é o que eu tava começando a fazer algumas vezes. Então, nada mais justo que cada um tenha o seu banheiro agora.
O Telo vai ficar com o banheiro do corredor. O marrom cocô. O marrom diarreia. E eu vou ficar com o banheiro rosa da suíte, tá? E deixar registrado aqui pra posteridade que eu me propus a ficar com o banheiro do corredor, mas o Telo insistiu pra ficar com o banheiro da suíte. Não, é porque tem uma questão, gente, que é o seguinte.
Todo casal é isso. Uma pessoa tem um sono pesado e não acorda por nada. E a outra tem um sono que se cair um alfinete ela vai acordar. Rodrigo é a pessoa do alfinete. Eu não acho que faz sentido você sendo uma pessoa com sono leve. O banheiro da suíte ser o meu.
Porque, tipo, se é o meu banheiro, eu vou acordar na hora que eu quiser, vou tomar banho, fazer meu cocô, enfim, usar o banheiro. Se eu fizer isso no banheiro do quarto, vai te acordar. E eu acordo naturalmente. Tipo, tirando durante a semana, porque você começa a trabalhar mais cedo, na vida eu acordo mais cedo que você.
Então faz mais sentido eu ficar com o corredor. Sim. Sabe? Ok. E aí a gente tá, né? Bom, basicamente pra vocês saberem também como que a gente tá se planejando.
A gente tem um FigJam. Sim. Então, assim, existe uma ferramenta de design chamada Figma. Isso. E dentro do Figma você pode criar algo chamado FigJam, que é tipo um borde em branco. Um borde do Miro. Colaborativo, onde as pessoas vão adicionando coisas lá. É como se fosse um parking lot.
de ideias. Continua contando, tá. Pra você fazer o seu brainstorming. E aí a gente tem esse fig jam, que a gente pegou as fotos do anúncio antes que o anúncio caísse, que ele fosse retirado do quinto andar. A gente pegou as fotos lá, o Telo pegou, né? E aí ele montou o board, né? Com cada um dos ambientes. E aí a gente vai fazendo anotações.
De coisas que a gente quer fazer, coisas que a gente vai alterar, coisas que a gente quer reformar. Então assim, quando a gente fala de reforma desse apartamento, a gente está basicamente falando de abrir o buraco na parede da cozinha para a sala de jantar.
Dar um jeito nesses banheiros. Isso. O banheiro acho que é a reforma mais agressiva mesmo. Porque de resto, gente, não precisa fazer muita coisa. Há áreas secas, né? Então, quarto, sala, etc. É chão de taco, gente. Eu vou voltar a ser uma bicha chão de taco. Exato. E detalhe. Porque eu não aguento mais ser uma bicha porcelanato.
Exato. Não aguento. Suja muito. Uma coisa que me irrita muito desse apartamento, me irrita profundamente, porque pra mim isso é a essência do homem que comprou um monte de apartamento pra alugar pra gente otária, tipo a gente. É o mesmo piso, a casa inteira. O quarto, o banheiro, a cozinha, a área de lavar, a varanda é o mesmo piso. Eu odeio profundamente isso. Sim.
E o parcelanato desse apartamento que a gente mora em particular, ele tem uma certa porosidade que a sujeira gruda. A sujeira gruda ali. Às vezes a nossa querida Gisele vem aqui fazer a faxina, sexta-feira geralmente. Às vezes ela vem outro dia da semana, mas geralmente é de sexta-feira.
Sábado essa casa já tá imunda. Porque se a gente pisou em alguma coisa que tava suja, e aí a gente vai andando pela casa, essa sujeira vai... Ou sei lá, tipo, você tá lavando louça, e aí respinga água no chão, você tá com chinelo, e a sola do chinelo tá suja, você pisa nesse respingo... Já era. Você espalha a sujeira pela casa toda. Sim.
É horroroso. Horroroso. Eu não vejo a hora de me livrar desse piso. Sim. Perdi completamente a linha de raciocínio. Ah, banheiros. Banheiros. Aí, basicamente, o que a gente vai fazer? Trocar as louças. Porque a louça do meu banheiro é rosa. A louça do banheiro do Telo é um bege que combina com o marrom cocô dos azulejos. É trocar...
A pia, né? O gabinete provavelmente a gente vai conseguir manter. O gabinete do meu banheiro é a parte que eu tô mais empolgado dessas reformas, vocês não têm noção. O gabinete é rosa, né? É um móvel legal com gaveta, com espaço interno, enfim. Que eu acho que dá pra envelopar ou eventualmente pintar. Não sei, precisa ver o estado da madeira como é que tá, né?
É trocar a pedra, talvez colocar um tampo de madeira mesmo. Com madeira tratada, né? Com aquele verniz que impede que a madeira absorva água. Uma cuba bonitona que eu já achei aqui no Mercado Livre. Todo dia é dia de Mercado Livre.
É tirar o bidê e colocar uma prateleira de metal bonita, assim, né? Pra colocar perfumes, coisas do tipo, assim. Trocar o espelho, colocar um espelho de... Vê que esse espelho, se ele estiver bom...
Ele tem um tamanho legal. O espelho do seu banheiro é que não é legal. É, o do meu banheiro que é pequenininho. Mas esse aqui parece ser bem grande. Se ele não tiver muito detonado, talvez até dê pra manter ele. Sim. E é isso, gente. E aí, azulejos...
E pisos do banheiro que também estão, né? Tem esses azulejos estilo Lego. Que o Telo comentou que estão bonitinhos, que acho que é basicamente questão de pintar. Mas tem alguns azulejos, principalmente dentro de box e tal, que acho que vai ter que trocar. É, eles talvez vão ter que trocar. Não vai ser só questão de pintar. Então acho que isso vai ser a parte mais... Até porque eu quero dentro do meu chuveiro fazer o meu banquinho. Fazer o seu banquinho. Pra eu poder tomar banho sentado.
E talvez fazer um nicho na parede, né? E fazer um nicho... É, assim, digo, vai ter que quebrar essa parte molhada toda. É, não. Se tiver que quebrar, já quebra e faz o nicho também. E aí já faz tudo de uma vez. Chuveiros são elétricos. Tem aquecedor na casa, no apartamento. A gente não sabe as condições desse aquecedor.
Mas isso é uma coisa também que eu não conversei com você ainda, mas que a gente pode avaliar se vale a pena, já que a gente vai ter que fazer quebradeira no box, vale a pena a gente avaliar se a gente não quer trocar esses chuveiros elétricos por chuveiro a gás agora. É. Porque depois não adianta quebrar de novo pra fazer isso. Sim, sim. Entendeu? Então isso é uma coisa também que a gente vai avaliar se a gente vai trocar de chuveiro elétrico pra chuveiro a gás.
O que seria ótimo pra gente poder tomar banho ao mesmo tempo. Sim. Isso é um fato. Não adianta ter dois banheiros se a gente tem que ficar revezando a hora de tomar banho. Pelo amor de Deus. É importantíssimo que a gente possa tomar banho ao mesmo tempo.
Acho que descreveu nosso apartamento todo. É isso. Acho que sim. Ah, a gente só tava descrevendo as coisas que a gente vai em as grandes obras, né? Então, assim, a gente meio que... E assim, gente, a gente tá sendo bem realista no ponto de que o nosso contrato aqui neste apartamento...
Ah, isso é um ponto importante também. Por que que a gente só... Você tá fazendo agora. Por que que a gente achou esse apartamento em novembro e só agora que a gente tá começando aí o processo de compra? Seis meses depois. Lembram lá atrás, quando eu falei, guardem a informação sobre a inquilina ter dificultado a visita ao apartamento? Pois bem, o que aconteceu?
a gente fez a visita lá no final de novembro. Depois, gente, a gente pode fazer, como já tá um pouco longo aqui, a gente pode fazer um outro episódio depois contando como é o processo de compra de um apartamento quando você usa o quinto andar como intermediador. A gente pode dar...
Todos os detalhes para quem tiver curiosidade, porque muito provavelmente é um processo que é ligeiramente diferente de quando você faz por alguma imobiliária ou direto com o proprietário. Sim. E com certeza é totalmente diferente de quando você compra na planta, né? Então depois a gente pode fazer um episódio com esses detalhes mais apurados para vocês entenderem. Mas só para vocês sacarem por que demorou tanto tempo, por que a gente só está falando disso agora em maio.
É porque a gente começou as negociações ainda no final de novembro, começo de dezembro. Então a gente assinou um compromisso de compra e venda. Negociamos o valor. Negociamos o valor. Então negociamos o valor, assinamos o termo de compra e venda.
escolhemos qual banco que a gente vai fazer o financiamento, e a gente vai fazer pela caixa, porque não adianta. É o que vale a pena. É o que vale a pena. Eu até sou cliente do Itaú há muito tempo, eu fiz até upgrade da minha conta, para poder ter uma taxa melhor, e mesmo assim não bater a da caixa. Sim.
E aí quando a gente decide então qual é o banco que a gente vai fazer o financiamento, a próxima etapa é o banco fazer uma vistoria.
Para avaliar qual o valor daquele apartamento. Porque, lembrando, financiamento é. O banco vai pagar para a pessoa que está vendendo o valor integral. E vai cobrar de você com juros, em X tempo, o valor. Então o banco precisa saber quanto custa, se vale a pena, se é um investimento de risco. É, mais do que isso, né?
Ah, tem também a etapa de checagem dos nossos antecedentes, dos vendedores. Sim. Esse tipo de coisa. Mas essa vistoria é mais do que isso. Na verdade, ela é um risk assessment. Exato. Porque a Caixa não vai financiar um imóvel que está caindo aos pedaços. Exato. Porque tem seguro envolvido, então a gente é obrigado a contratar um seguro, etc, etc.
É porque é importante você saber enquanto você escolheu comprar o apartamento. Durante o tempo de financiamento o apartamento é seu, mas não é seu. Ele é do banco. Ele é do banco que você escolheu para financiar aí. Exato. Então, a Caixa contrata ali uma empresa fulano de tal associados para fazer a vistoria no apartamento.
A primeira vez que falaram pra gente sobre data para essa vistoria, eu não tenho anotado aqui no calendário. Eu tenho, eu lembro. Fala. A gente ia receber o relatório da vistoria no dia 19 de dezembro. 19 de dezembro. Exato, por isso que eu me lembro. Era verão. Era verão. Sol azul. Sol belo azul. E não aconteceu, gente.
Aí a gente falou, beleza. Fim de ano. Fim de ano. Natal. Ano novo. É Natal. Beleza, janeiro. Voltamos a conversar. Passou janeiro. Passou fevereiro. Quando chegou em março, falei, gente, não dá. Depois do carnaval a gente falou, galera. Olha só. Se a inquilina não quer disponibilizar a data pra vocês fazerem uma vistoria.
Até onde eu saiba, ela está infringindo o contrato de aluguel que ela assinou com o quinto andar. Porque no meu contrato de aluguel, que também é do quinto andar, se eu dificulto qualquer coisa relacionada à venda do imóvel, ou qualquer outra coisa que o proprietário queira acordar,
Eu posso, inclusive, ser passível aí de uma ação judicial. Então, bora meter esse inquilino aí no... Bora meter uma ação em cima dessa inquilina aí pra resolver essa situação logo. Ai, Sr. Rodrigo, estamos vendo aqui não sei o quê. E aí foi quando eu virei a Karen, né? Aí eu tive que fazer a Karen, tive que falar que ia desistir do negócio, que eu ia processar o quinto andar, que eu ia processar o Papa, enfim.
Curiosamente, uma semana depois, a vistoria aconteceu. Aham. E aí, nós já estávamos no começo de março. A vistoria deve ter acontecido lá pra 7 de março, mais ou menos. Sim. Lembrem que era pra ter acontecido em 19 de dezembro. É, na verdade, era pra ter acontecido antes. O relatório era pra chegar em 19 de dezembro. Relatório que a gente nunca recebeu. Segundo a assessoria, que depois eu explico melhor, a gente não vai receber mesmo.
O fato é que a vistoria foi aprovada e, como eu comentei no começo do episódio, com um valor de mercado maior do que o que a gente está pagando no apartamento. Nenhum risco apontado. Então, significa que realmente o apartamento está em boas condições. Sim. E que a Caixa vai assumir aí o...
Não que vai assumir o risco, porque pelo que eu entendi não tem nenhum risco apontado. Sim. Mas que a Caixa vai assumir aí então esse financiamento com a gente. Isso. E aí, depois disso foi preparar o contrato de financiamento, aí a gente assina, aí o vendedor assina.
Aí a gente paga o ITBI, que é o Imposto de Transferência de Bens Imóveis. Ah, isso é uma coisa importante. Que é uma taxa da prefeitura, né? É, da prefeitura, isso. Só uma coisa importante que eu acho que a gente não falou. Quando a gente assina o compromisso de compra e venda, como o Rô falou, no esquema do quinto andar, tá gente? A gente dá um sinal, que é um sinal de 6% do valor.
do apartamento pra meio que segurar que o apartamento é nosso. E aí, dependendo de várias coisas, o sinal pode voltar pra gente. Se o vendedor desistir da venda por qualquer motivo que seja, a gente recebe de volta esse sinal. Esse sinal já é incluso o valor da entrada nele. Então não é o sinal mais a entrada que você vai dar.
Os dois valores estão juntos, mas tem esse sinal de 6%. E aí no momento em que a gente assina o contrato, assina todas as coisas, aí a gente paga o resto da entrada diretamente para os vendedores que estão vendendo para a gente o apartamento.
É, mas depois a gente explica, faz um episódio com mais calma pra explicar passo a passo de tudo isso. Sim. Mas foi por isso também que demorou pra gente falar qualquer coisa, gente. Porque a gente queria ter certeza que a coisa ia pra frente, né? E teve toda essa questão da vistoria que não acontecia, então a gente realmente ficou com medo do negócio não se concretizar. Exato.
Eu comecei a procurar apartamento novo. Eu tava já desiludido, gente. E aí, falando aí de próximos passos. Então, agora a gente tá na etapa de pré-notação do cartório, que deve ser concluída em 15 de maio, de acordo com a expectativa da assessoria que tá fazendo a intermediação pela gente. Depois também a gente conta melhor como funciona isso.
E aí rola então a emissão da nova escritura, da transferência de posse. A gente assina, o vendedor assina. E aí, o que isso quer dizer então, Rodrigo? Que a hora que vocês estiverem com a escritura, vocês já pegam a chave? Então, amores, lembram da inquilina que está lá? A gente não pode simplesmente pegar a chave assim que a gente tiver.
Ô meu Deus, a sentidão, a escritura, caralho, a quatro, né?
a gente ainda vai ter que lidar com essa inquilina. Sim, porque do momento em que a gente receber as chaves, que a gente vai receber as chaves, mas mais simbolicamente do que qualquer coisa, aí nós seremos os proprietários do apartamento do qual ela é inquilina, e aí a gente vai dar um aviso para ela de que ela tem três meses para se mudar. Porque assim, quando você é proprietário de um apartamento e você firma um contrato ali,
Isso está na lei do inquilinato, tá? A gente vai pesquisar também para se garantir aí. Então se a gente fosse, por exemplo, proprietário de um apartamento e a pessoa estivesse alugando por 30 meses, caso a gente quisesse o apartamento de volta dentro desses 30 meses, a gente teria que pagar uma multa para o inquilino. Isso.
Nesse caso, como o proprietário anterior está passando o imóvel para uma outra pessoa, essa outra pessoa, no caso nós, não são as pessoas que fizeram esse contrato de aluguel. Então a gente pode chegar para o inquilino e falar, Mori, vaza. E aí, coisas da lei do inquilinato. Quando falaram para a gente, Mori, vaza, porque o nosso contrato de aluguel tinha acabado,
A gente teve um mês. Exato. Nesse tipo de situação, como o imóvel foi passado para uma outra pessoa que está pedindo o imóvel de volta, antes do contrato original acabar, aí o inquilino tem três meses.
Pra sair. Então vamos dizer que a gente finaliza toda a etapa de cartório ainda em maio. Tô sendo otimista aqui. Quando a gente falar vaza, mori, pro inquilino, ele vai ter três meses pra sair. Ou seja, junho, julho e agosto. Isso. Isso quer dizer que a gente só vai poder de fato...
Pisar nesse apartamento lá para setembro. E aí a gente vai querer fazer essas reformas que ainda que sejam mínimas, são reformas e a gente sabe como a reforma funciona. Exato. Eu estou sendo otimista de achar que essa reforma vai levar três meses.
Eu estou sendo pessimista e achando que a gente só vai se mudar para apartamento novo em fevereiro de 2027. O fato é o seguinte, gente. Fevereiro de 2027 acaba o contrato de aluguel desse apartamento onde a gente mora hoje. Isso. Então é o nosso prazo final, tá?
mesmo que a gente tenha que morar no meio dos azulejos, no meio da poeira... A gente vai morar. Em fevereiro a gente tem que sair daqui. Exato. Nossa esperança, que pode ser uma esperança vã, mas é uma esperança, é de que a inquilina, nesses seis meses que ela ajudou a enrolar até fazer a vistoria...
tenha se movimentado e tenha corrido atrás do lugar. Porque quando a gente alugou e a gente, né, provavelmente isso foi passado pra ela e tudo mais, a gente deixou bem claro, a nossa intenção não é alugar pra ela. Nossa intenção é morar.
Então, ela vai ter que dar um jeito dela. Ela teve seis meses de adianto pra poder dar esse jeito. O meu sonho era que o dia que a gente fosse assinar, a gente recebesse a notícia de que ela já vai se mudar. Ou que ela já se mudou. Seria mágico. Seria mágico.
Mas vamos ver, né? Isso só o tempo dirá. Mas é isso, Mouris, então. Esse é mais ou menos o nosso cronograma. Como as coisas aconteceram até agora. E aí, vou jogar aqui na roda. O Telo não tá muito empolgado com a ideia.
mas eu queria fazer um vlog tipo quando a gente a partir do momento... Por que eu não tô empolgado com a ideia? Porque você não tava nada empolgado com a ideia tava? Tava É que a gente nunca fez a gente não faz muito vídeo, né? Nós somos pessoas mais do áudio Ah, mas vai dar tudo certo agora eu tenho um iPhone pra fazer vídeos bons e eu sei mexer no CapCut Ah, então a gente tem tudo que a gente precisa Eu tenho o mundo nas minhas mãos A gente tem tudo que a gente precisa Eu tenho o mundo nas minhas mãos A gente tem tudo que a gente precisa
A gente só precisa comprar os microfones de lapela, porque... Ah, é verdade. Eu tenho horror a vídeo que é gravado no áudio do microfone do celular, mas enfim.
voltando me perdi, ah eu quero fazer um vlog porque eu quero mostrar não é nem mostrar pras pessoas eu queria ter isso registrado até pra gente sabe, tipo como que foi a jornada como era o apartamento como ele foi ficando como ele ficou quando a gente
E eu quero fazer aqueles vlogs bem cafona, com uma trilha de fundo, que é tipo um saxofone, assim, sabe? Eu quero muito fazer nesse estilo. Eu tô até pesquisando referências de vlog de reforma de casa, principalmente de gays, né? Sim. Gays, gays, gays, gays.
Pra gente poder fazer o nosso. Não sei, tipo, acho legal dividir pras pessoas que acompanham a gente, que acompanharam essa jornada toda, né? E todas as nossas outras jornadas, né? Estou parecendo a Lumena falando, né? Pras pessoas verem também como que fica, tal. E pra gente ter isso como um registro nosso, assim, de como a gente arrasou, porque Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af Af
Na nossa cabeça o apartamento tá lindo, gente. Se a gente vai conseguir pôr na prática tudo que a gente quer fazer é outra história. E aí, inclusive, a gente tem sorte de ter dois amigos que são arquitetos. Então, a gente provavelmente vai fazer o projeto com um deles e o outro talvez vai acompanhar a obra, que é daqui de São Paulo. O outro não é daqui de São Paulo.
Só que novamente, pra fazer o projeto A gente precisa do que? Medidas do apartamento ou planta do apartamento O que não temos, porque o apartamento é velho Ninguém tem a planta dele A gente, a forma como o Quinto Andar Faz as coisas, a gente não tem acesso A gente tem acesso aos vendedores Então eu não consigo perguntar pro vendedor Oi querido, tudo bom? Você tem a planta do seu apartamento? Não consigo E aí
Então torna tudo um pouco mais difícil. Então se não tiver essa planta, a gente vai ter que ir lá e fazer medições um loco. Pra aí começar a fazer o projeto. Então, por isso que a gente falou. Quanto mais cedo essa mulher sumir de lá, melhor. Exato. Exatamente. Mas aí agora, né, a gente falou semana passada. E Marcas, entrem em contato com a gente.
Souvenir. Tá mó aí. Nossa, eu adoraria fazer propaganda Souvenir. Nossa, muito. Ai, minhas costas. Nossa, adoraria. Gente, sério, se você trabalha como mídia, trabalha na agência de uma dessas marcas aí, pô, a gente faz um conteúdo tão legal aqui toda semana, fazendo um podcast sobre a vida de casal. Seria realmente muito legal a gente ter. Mas acho que quando a gente começar a fazer os vídeos, talvez não pra essa reforma, né? Mas...
Esse tipo de conteúdo chama muita atenção no YouTube. É que a gente tá na mídia errada. O podcast morreu faz muito tempo já. É verdade. O lance é videocast. O lance é videocast. Fato. Então a gente tá aqui nessa mídia morta. Mas eu acho que quando começarem a rolar vídeos, talvez até role interesse de alguém. Eu adoraria ter um patrocínio pelo menos pra pintar o apartamento. Seria tudo. Sim. Porque é caro pra cacete pintar. Nossa, e como?
E já vai ter que pintar aqui também pra devolver. E patrocínio TED Móveis. A gente vai trocar várias coisas nossas que a gente já sabe. A gente vai ter que comprar fogão. Porque desde o primeiro apartamento que a gente morou juntos que a gente não tem mais fogão. Porque todos os apartamentos que a gente morou depois tinha fogão lá. Então a gente vai ter que comprar um fogão.
A nossa geladeira tá de boa. Mas sofá, a gente vai ter que comprar sofá novo. Móveis da... Basicamente os móveis da sala, a gente vai trocar todos. É, sofá, mesa. A TV. A TV a gente quer comprar uma grandona nova. É. Mas enfim, a gente vai contando aqui pra vocês conforme as coisas forem acontecendo. Eu comentei semana passada que a gente ia entrar numa nova fase nesse podcast. É porque de fato a gente vai voltar a ter...
muitos conteúdos aí.
sobre casa, né? Agora não mais sobre busca e visita e análise de imóveis, mas a nossa casa mesmo. Sim. E eu tô muito feliz e orgulhoso de poder fazer isso com o homem que amo. No caso, o Mouze. Tô muito orgulhoso. Tô muito orgulhoso e feliz. Bom, como eu falei, não há ninguém, não há nenhuma outra pessoa na face da Terra que eu assumiria uma dívida de 30 anos, além de você. Exato.
São 25, na verdade. É verdade, a gente fez 25. E que bom que a gente passou por cima dos medos e neuras que a gente tava no começo. Sim. Porque, gente, eu achei que ia ser... Teve essa questão do atraso da vistoria, etc. Mas eu achei que ia ser tudo muito mais difícil. Não está sendo tão difícil quanto eu achei que fosse.
E até quando a gente botou na ponta do lápis, né? Não que não seja um movimento financeiro de um pouco assustador, assim, mas eu acho que quando você analisa, principalmente numa cidade como São Paulo, o quanto você gasta de aluguel, o quanto você gasta pra simplesmente viver e respirar em São Paulo...
você vê que é plausível. É possível. Principalmente a gente tendo a sorte de estar em duas pessoas. Acho que sozinho eu não conseguiria me ver fazendo isso. Mas estando em duas pessoas é algo plausível, sabe? E é um fato que, assim, aluguel vai continuar aumentando. Aluguel nunca vai diminuir.
É, e assim, é que ela parece um grande clichê, mas agora tá fazendo muito sentido. Tipo, porra, eu vou pagar ali um financiamento.
a gente vai passar anos pagando esse financiamento, mas tem coisas de amortização também que a gente vai contar em outro momento também. Mas é um nosso que a gente vai deixar do jeito que a gente quer sem se preocupar com o que o proprietário vai achar, o que a vistoria do final do contrato de aluguel vai dizer. Sabe esse tipo de coisa?
Que ninguém vai chegar e falar, opa, você tem um mês pra sair daí, sabe? Foi muito traumatizante quando a gente teve que sair do apartamento da saúde, gente. Eu acho que foi uma coisa que mudou bastante a nossa vida. Foi aí que a gente resolveu tomar vergonha na cara e ir atrás, sabe? Porque eu não quero nunca mais, se Deus quiser, passar por aquilo de novo. Sim.
E, assim, é tanto uma coisa que é um susto só inicial, que é, depois de uns cinco anos, acho que nem cinco, acho que até antes de cinco anos, uns três, quatro anos, a gente vai estar pagando basicamente por mês de financiamento e tal, a mesma coisa que a gente paga hoje. Ou até menos, né? É, de alugar. Ou até menos. Sabe, então...
Gente, mas é isso. Desculpem a gente não ter contado antes, mas a gente queria ter certeza que a coisa ia vingar. E a gente vai continuar compartilhando com vocês por aqui nossa audiência fiel de muito tempo. E a gente vai compartilhar também.
Com vocês e com novas pessoas que eventualmente vão acabar chegando no YouTube, porque esse tipo de conteúdo chama muita atenção, né? A gente vai tentar, então, fazer uma coberturazinha aí do que vai acontecer com o apartamento a partir do momento que a gente puder pisar lá, né? Exato.
mas aí semana que vem a gente volta com a nossa programação normal, que agora vai ter sempre coisas de apartamento, espero. Novidades e tal. E tem vários assuntos que a gente não conseguiu falar hoje, que a gente quer falar.
É melhor a gente estar assistindo The Comeback A série da Lisa Kudjo Começou Rex a quinta temporada A nova temporada de Rex A segunda de One Piece Eu fui pra Gamescom Ah, no Rappi Prédio eu contei já Teve o show da Shakira Eu tô com crise na
Na lombar faz uma semana. Então tem bastante coisa. Tem bastante assunto. Contar pra vocês aí. Do que bem acontecido. Mas agora a gente vai sempre estar introduzindo também. Novidades aí. Do apartamento que. Finalmente. Cadê a soundboard? Finalmente. Ai fechou sozinha. Ela está realmente morrendo. Coitada. É que a soundboard que eu uso não tem suporte pro novo macOS.
Você fez o que precisava ser feito! A gente finalmente fez o que tinha que ser feito. Exato. Então é isso, Moura. E obrigado pela força. A gente sabe que teve muita gente torcendo aí pela gente. Sim, muita, muita gente. Quando a gente estava compartilhando. Mas agora, nos últimos tempos, só família e amigos muito próximos sabiam do que estava acontecendo. Mas é isso.
Exatamente. Então tá bom. Então, gente, beijão pra vocês. Até semana que vem. Boa semana aí pra todo mundo. Porque sábado é meu aniversário.
Porra, tem esse também. Sábado é aniversário do Tela. Então já comecem a mandar esses parabéns. Exato. Pra gente poder relatá-los nas interações do próximo episódio. Exatamente. Beijo, Mores. Beijo. Ai, a gente tá em casa agora. Quem casa, quer casa. Perdi a seta do mouse de novo.