Episódios de Papo Empreendedor com Thayni Librelato

Papo Empreendedor EP: 199 - Thayni Librelato conversa com Elias Caetano, Marci Corrêa & Schirley de Farias Lolli.

05 de maio de 202653min
0:00 / 53:00

Quer aprender sobre carreira, marketing, negócios, inovação e muita motivação?

Nesta quarta-feira, às 8h, no Papo Empreendedor da @guaruja929fm, você vai conhecer três trajetórias inspiradoras que unem visão, atitude e transformação: Elias Caetano, Marci Corrêa e Schirley de Farias Lolli.

Elias Caetano é empreendedor, especialista em economia circular e uma das principais referências do setor de reciclagem e transformação de plásticos no Brasil. Sua trajetória começou em 1997 e ganhou destaque com a fundação da Ecocicle, indústria recicladora que liderou por 19 anos e que alcançou a marca de mais de 50 mil toneladas de resíduos reciclados, gerando impacto direto na economia e no meio ambiente.

Ao longo da carreira, Elias construiu uma atuação estratégica que vai além da indústria: é Diretor de Estratégias e Advocacy, representante do setor plástico em entidades industriais, membro de conselhos estratégicos e participante ativo na formulação de políticas públicas importantes, como a Lei Nacional de Incentivo à Reciclagem. Reconhecido por conectar empresas, governo e sociedade, defende uma visão moderna da sustentabilidade baseada na economia circular, inovação e responsabilidade compartilhada.

Além do empreendedorismo, Elias também é ativista ambiental e idealizador de projetos de preservação da Mata Atlântica, mostrando na prática que é possível conciliar crescimento econômico, impacto social e preservação ambiental.

Marci Corrêa é fundadora da Clínica Requinte e possui mais de 20 anos de experiência dedicados ao cuidado, bem-estar e transformação de vidas. Sua caminhada começou na massoterapia, unindo desde cedo o olhar terapêutico e estético no atendimento. Com o tempo, percebeu que os resultados mais profundos estavam no equilíbrio interno e decidiu ampliar sua atuação.

Buscando constante atualização, especializou-se em emagrecimento e saúde integrativa, participando de formações com grandes nomes da medicina no Brasil. Hoje, à frente da Clínica Requinte, desenvolve um trabalho focado em equilíbrio metabólico, saúde intestinal, emagrecimento consciente, suplementação individualizada, terapias integrativas naturais, suporte emocional, prevenção e longevidade.

Seu atendimento vai de crianças a idosos, sempre respeitando a individualidade de cada paciente e buscando tratar a causa dos desequilíbrios, não apenas os sintomas.

Schirley de Farias Lolli é administradora, consultora, mentora, treinadora, palestrante e empresária, com mais de 40 anos de experiência transformando pessoas e impulsionando resultados. Empreendedora desde 1986, iniciou sua trajetória no varejo e viveu na prática os desafios da liderança, da gestão e do crescimento de um negócio.

Em 2006, fundou a Empreender Consultoria e Treinamento, empresa dedicada ao desenvolvimento de empreendedores, líderes, equipes e negócios de alta performance, sempre com foco no comportamento humano. Ao longo da jornada, já dedicou mais de 40 mil horas ao desenvolvimento de pessoas, unindo experiência de mercado e metodologias para gerar mudanças reais.

Schirley também atua como credenciada do Sebrae e facilitadora do Empretec, programa da ONU reconhecido mundialmente pelo desenvolvimento do comportamento empreendedor. Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico e com MBA pela FGV, hoje atua ajudando empresários, líderes e profissionais a tomarem decisões melhores e construírem resultados sustentáveis.

Três convidados, três histórias de superação, visão e propósito para inspirar você a sair da intenção e partir para a ação.

Não fique de fora dessa!

#guarujatáon #papoempreendedor #rádio #grandesempreendedores #empreendedorismo

Assuntos8
  • Resultados não são sorteDecisões, comportamento e saúde · Processo de resultado
  • Desenvolvimento de LiderancaImportância da liderança comportamental · Aprendizado através da prática e experimentação · Metodologia Empretec da ONU · Comunicação como pilar para empresas
  • Saúde intestinal e estilo de vidaIntestino como ponto chave da saúde · Impacto de toxinas e inflamação intestinal · Sedentarismo e falta de energia
  • Sucesso e RealizaçãoConhecimento versus atitude · Mudança comportamental para alcançar resultados · Pessoas como motor das empresas
  • O papel do plástico na sociedadeUtilidade do plástico em diversas aplicações · Desinformação sobre plásticos descartáveis · Uso de plástico em situações de emergência · Plástico em ambientes hospitalares
  • Mentalidade EmpreendedoraTransformação de resíduos em negócios · Inovação e geração de receita a partir de resíduos · Importância da educação para o empreendedorismo
  • Projeto inovador de gestão de resíduos em OrleansCadeia produtiva de resíduos reunida · Busca por soluções encadeadas · Criação de políticas públicas adequadas
  • Ping Pong com convidadosAmbições e medos dos participantes · Preferências de poder, paz, dinheiro e legado · Conquistas e livros
Transcrição142 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Bom dia para você que acompanha a programação da Guarujá FM. No ar, mais um episódio do Papo Empreendedor na apresentação de Thayne Vibrilato. Thayne, bom dia com você. Bom dia, Rainha Livramento. E bom dia para você que está com a gente na 92.9 FM. Seja no carro, no trabalho, em casa, no celular e até pela Alexa. Agora são 8 horas e 11 minutos e hoje eu quero começar com uma pergunta que pode te incomodar um pouco.

Por que algumas pessoas prosperam e outras, mesmo tentando, continuam travadas? Será que é falta de oportunidade? Será que é falta de sorte? Ou é falta de conhecimento? Ou será que o problema está em coisas que a gente quase nunca para para olhar? Porque a verdade é que resultado é um processo e não um evento.

Ele vem das suas decisões, do seu comportamento, da sua saúde e da forma como você conduz a sua vida todos os dias. Exatamente sobre isso que a gente vai falar hoje aqui no Papo Empreendedor. Está começando mais um Papo Empreendedor? Um espaço para quem quer sair do automático, entender o que realmente está por trás dos resultados e começar a fazer diferente.

Então, se você quer crescer, evoluir e ter mais clareza sobre o próximo prazo, fica com a gente. Porque o papo de hoje pode mudar a forma como você enxerga tudo. E o assunto de hoje é resultados não são sorte, o que realmente constrói uma vida de sucesso. E o meu primeiro convidado de hoje é o Elias Catânio. Ele que é empreendedor, especialista em economia circular e uma das principais vozes do setor de reciclagem e transformação de plásticos no sul do Brasil.

Com mais de 25 anos de atuação, liderou projetos industriais, ambientais e participou da construção de políticas públicas importantes para o país. Hoje, ele conecta indústria, sustentabilidade e inovação, transformando desafios ambientais em oportunidades estratégicas. Seja bem-vindo ao Papo, empreendedor Elias.

Obrigado, Thayne. Obrigado. Cumprimento também aos ouvintes e minhas colegas de bancada. Prazer estar aqui. Obrigado pela oportunidade. A gente que agradece. Eu recebo hoje também a Marci Correia. Ela é que é fundadora da Clínica Requinte, com mais de 20 anos de experiência no cuidado, bem-estar e transformação de vidas.

Ela iniciou na masoterapia e evoluiu para áreas de emagrecimento e saúde integrativa, buscando constante especialização com grandes nomes da medicina no Brasil. Hoje, ela atua com foco em equilíbrio metabólico, saúde intestinal e emagrecimento consciente, com um olhar humanizado e individualizado para cada paciente. Marci, bem-vindo ao Papo Empreendedor.

Bom dia, bom dia. Para mim é uma satisfação enorme estar aqui com vocês hoje. Espero poder contribuir e compartilhar muito do nosso papo, contribuir com os nossos ouvintes. Perfeito. E eu também recebo aqui a Sheila de Farias Lolli. Ela que é administradora, empresária e mentora, com mais de 40 anos de experiência desenvolvendo líderes, equipes e empreendedores.

Ela é fundadora da Empreender Consultoria e atua como facilitadora do Empretec, um programa da ONU voltado ao comportamento empreendedor. Hoje, ela trabalha com foco em desenvolvimento comportamental, ajudando pessoas e empresas a saírem da intenção e alcançarem resultados reais. Shirley, bem-vinda ao Papo Empreendedor.

Bom dia, bom dia a todos, bom dia Thayne, bom dia Elis, que acabei de conhecer, bom dia Marci, e bom dia a todos aqui que estão e aos ouvintes que estão aí nos escutando. É um prazer estar aqui, é a primeira vez que eu estou num podcast, então é uma experiência magnífica, né, e que vai ficar na minha memória.

Que bom. Seja bem-vindo, então, novamente. Elias, você começou a empreender em 1997, fundando a EcoCicli e liderando a reciclagem de mais de 50 mil toneladas de resíduo. Em que momento que você percebeu que não estava só construindo um negócio, mas fazendo parte de uma transformação maior?

A reciclagem é uma atividade que engatinha em termos de escala e volume. Então, é um mercado que só tem a crescer, tem ainda um campo muito vasto para ser desenvolvido e explorado, mas tem os seus desafios.

E nessa construção de um panorama, de um ambiente de negócios mais favorável para essa atividade, é vital, é fundamental para que essa atividade prospere. Primeiramente, é uma atividade extremamente importante para a sociedade, para o planeta, para o mundo.

para o meio ambiente, para a sociedade toda. Então, sim, é uma atividade que é um negócio, que tem o seu viés mercadológico de business, mas é um negócio que é muito carregado de propósito.

muito carregado de princípios e valores que a gente precisa observar que a sustentabilidade no nosso planeta Terra é a nossa casa comum e nesse planeta Terra não tem lixeira, não tem desperdícios, não deve ter poluição.

E a gente precisa lidar com seriedade com relação a esse tema e encontrar soluções para evitar que a gente transforme a nossa casa comum em um ambiente insalubre, para nós, para os animais, para todas as espécies de vida. E as nossas decisões hoje impactam o futuro de muitas gerações. Então a gente precisa ter essa responsabilidade.

Elias, eu vejo muitas políticas públicas cobrando das empresas de plástico, mas não vejo as mesmas políticas públicas cobrando da população, que é quem joga o lixo no chão ou quem joga o lixo nos mares. Por que você acha que não existe ainda uma lei que obriga as pessoas a reciclarem?

Existe, a legislação existe, Taini, existe um desvio de foco no debate, é um debate que nasce com uma narrativa parcial e muito enviesada, é preciso olhar para o tema com seriedade, porque resíduo, todos nós somos geradores, então é uma agenda transversal.

em todas as sociedades e todas as comunidades, desde o consumidor final, que deve, por lei, é a competência do cidadão separar o seu lixo e dar a destinação correta para o seu resíduo. Isso está estabelecido na lei através de um princípio chamado de responsabilidade compartilhada.

Então, o cidadão tem, sim, o dever de fazer a separação e a destinação correta do resíduo que ele gera. Mas a prefeitura também tem que... Porque eu vejo que tem prefeituras que nem tem esse recolhimento de lixo separado. É, então, o cidadão tem a sua competência na lei. O município também tem a competência de fazer a coleta e a destinação dos resíduos sólidos urbanos. É intransferível isso.

As indústrias, sim, também têm sua obrigação dentro da responsabilidade compartilhada. Isso se dá através da logística reversa, que também é uma regulamentação impositiva, compulsória na cadeia produtiva, que a indústria precisa fomentar uma rota...

paralela à coleta pública para que esses índices de reaproveitamento dos materiais seja crescente à medida do avanço do tempo. Então, toda a sociedade precisa se envolver com essa agenda, porque...

a indústria não consegue entrar dentro da casa do cidadão para separar o lixo por ele. Mas sabe se tem alguma multa?

Não, não tem uma penalidade para cidadão que não faz. Inclusive, alguns municípios nem mesmo cobram taxa de lixo. Então, aí a gente entra num dilema. Taini e minhas colegas aqui, eu já faço até uma provocaçãozinha, aproveitando esse gancho. O município não faz a coleta seletiva porque não cobra a taxa?

e aí não vai ter recurso para fazer o serviço, ou ele não faz o serviço e justifica que não faz o serviço porque não cobra a taxa. O que vem primeiro aí nessa conjuntura? É um dilema que eu lanço aqui para a mesa, enfim. Fiquem à vontade se quiserem entrar nesse jogo ou não. É um jogo bem grande esse, né, Elisa? É isso aí.

E Elias, quando você fala disso, me vem uma coisa na cabeça. No dia a dia, a gente percebe que resultado também passa por responsabilidade. E responsabilidade também está nos detalhes, até numa entrega. Entrega boa é aquela que chega no prazo e com cuidado. A Destaque Transportes entende muito disso. Não transporta só produtos, transporta confiança. Um grande abraço para a Silcita Jim e também para toda a equipe lá da Destaque Transportes.

E quando a gente fala em sustentabilidade, né? Eu lembro de um curso que eu tive a oportunidade de fazer na Alemanha. E lá é muito comum o uso de bicicletas, né? Muito comum o uso de transporte público. É raro as pessoas terem carro. E as pessoas que têm carro, elas também dividem os carros com os vizinhos, com os amigos, com os colegas de trabalho. E eu queria aproveitar e falar sobre sustentabilidade. Eu queria muito agradecer o atendimento lá da Brat, da locadora Brat aqui de Orleans. Que esses dias eu precisei alugar um carro. Fiquei 15 dias com o carro alugado.

E eu nunca imaginei que fosse tão fácil aqui em Orleans alugar um carro, Shirley. Então, pô, a nossa cidade tá crescendo demais, né? E eu quero andar um abraço especial, porque quem que precisar alugar carro, gente, é só ir lá na Brat, tá? Um abraço pro Brat e também pra toda a equipe dele. Marci, você começou tua trajetória, né, há mais de 20 anos na masoterapia, unindo o cuidado terapêutico e estético no início. Isso. Em que momento que você percebeu que sua missão ia além da estética?

Então, foi através desses atendimentos, um público exclusivo feminino, onde eu percebi que os resultados eram totalmente diferentes uma da outra. E a partir daí eu comecei a observar que a beleza, ela vinha de dentro para fora. Eram os hábitos delas que impactavam nesses resultados.

E foi onde eu tive essa percepção, vi um mercado muito promissor, que a maioria das minhas pacientes tinham sobrepeso, obesidade, que isso há 20 anos atrás não era algo tão falado e tão visto. E eu comecei a orientá-las de forma, dicas simples.

como hidratação, chá, não sair do procedimento e já ir comer uma fritura, começar a adquirir hábitos mais saudáveis. E eu tive essa sacada e a oportunidade de conhecer uma pessoa no qual ela me abriu uma grande oportunidade, que foi um grande divisor de águas na minha vida, que foi me aprofundar na parte do emagrecimento.

Então, eu fui a pioneira na região. Em 2015, eu trouxe o emagrecimento para dentro de uma clínica estética, unindo a parte de nutrição, suplementação, procedimentos estéticos e, principalmente, um acompanhamento diferenciado. Omar, segundo o Ministério da Saúde, mais de 50% dos brasileiros estão acima do peso. Por que emagrecer ainda é tão difícil para a maioria das pessoas?

Porque tira elas muito da zona de conforto, né? A maioria das pessoas tem a tendência a buscar por caminhos mais fáceis, né? Então, até elas desenvolveram um sobrepeso, uma obesidade, elas trilharam hábitos muito ruins e elas desequilibraram totalmente o solo biológico delas. Então, até... e isso resulta, impacta diretamente na ativação metabólica. Então, assim, metabolismo mais lento, mais travado.

mais acelerado, isso tudo interfere no resultado. E aí, é uma cascata de ações, de reações que o seu corpo sofre com o passar do tempo. Por isso que se torna tão difícil hoje você emagrecer. Omar, esse emagrecimento, ele é saúde, ele não é estética, né? Por que as pessoas confundem tanto isso?

Porque a maioria das pessoas, elas são muito pelo visual, né? Como você se apresenta, o porte físico, mas vai muito além. A saúde é de dentro pra fora. A estética é o resultado de você compreender como o seu corpo está funcionando.

A partir desse momento que você consegue equilibrar o seu metabolismo, saber quais são os alimentos que ele reage melhor, quais são os alimentos que entregam pra ele o combustível certo, o estímulo certo, pra que ele consiga entregar o resultado, aí você consegue ter resultado no emagrecimento. Aí se torna mais fácil, não é tão... Você não precisa se esforçar tanto. Eu passei... Faz três anos que eu venho me cuidando em relação à alimentação, exercício físico. Eu perdi 15 quilos em três anos, assim.

Só que pra mim, antes eu via como estética. Ah, me sinto bem assim, pra que querer emagrecer, sabe? Eu não entendia que era saúde. Até que um dia, eu adoro ler e tava lendo livro sobre isso, e eu vi uma foto de um esqueleto, de uma pessoa magra e de uma pessoa mais gorda. E aí eu entendi que o esqueleto era o mesmo. E aquilo me assustou demais, assim. Então, quantas pessoas têm que entender que emagrecer é saúde?

É saúde, emagrecer, não somente emagrecer, né? Porque às vezes, assim, as pessoas também acham que ser magro é ter saúde. E nem sempre é assim, né? Então, você ter saúde é você ter qualidade de vida.

É você nutrir o seu corpo com aquilo que ele precisa, né? Então, às vezes, uma pessoa com 60 quilos, ela é mais saudável do que uma pessoa com 55, que aparentemente ela é mais magra. Sim. Então, o foco principal do nosso trabalho e o que eu levo para os meus pacientes dentro da clínica é ouvir o corpo.

O corpo, ele está constantemente falando com você e você precisa entender o que ele precisa para você poder entregar aquilo que ele precisa. E é assim que a gente restabelece a saúde. Então, essa é a diferença realmente do emagrecimento, emagrecimento saudável e o emagrecimento não saudável, que também hoje a gente encontra muitas pessoas que estão muito magras, mas a saúde está realmente numa situação um pouco mais complicada.

E eu digo, né, tudo também é aprendizado, né? A gente tem que entender, a gente tem que ler sobre o assunto. Não é simplesmente usar uma técnica para emagrecer e emagrecer e pronto. Tem que mudar a mentalidade, né? Tem que mudar totalmente a mentalidade. Eu sempre, eu até estava comentando antes ali que nós somos aquilo que permitimos.

Então, os hábitos que você tem, as escolhas que você faz, vai refletir, tanto no seu corpo, na sua saúde, quanto aqui no nosso colega, no meio ambiente, o meio que a gente vive, porque o ambiente que a gente vive, esse meio, ele interfere também na nossa saúde. Então, tudo está em conjunto.

Então, tudo que a gente permite, tudo que a gente deixa entrar, ele pode estar te trazendo saúde ou está ali um passinho para futuramente ter um problema. Tem um livro que fala que a gente é o que a gente come, né? Isso mesmo. E no fim das contas, pessoal, tudo passa por aprendizado também. E quando a gente fala em base, a gente fala em educação. E a Unisatic, ela forma profissionais preparados para o mercado há mais de 60 anos.

Um grande abraço para o grande reitor Carlos Ferreira e para todo o time da Unisatic.

Shirley, você tem mais de 40 anos de experiência, já dedicou mais de 40 mil horas ao desenvolvimento de líderes, pessoas, organizações. O que essa trajetória te ensinou sobre o que realmente gera resultado na vida das pessoas?

Bom, é um longo período e eu comecei, quando eu falo 40 mil horas ali, né? 40 mil horas de treinamento e de ensinamentos e de aprendizados também, né? Eu começo quando eu tinha 19 anos, olha só. Quando a gente abriu o nosso primeiro negócio, que era uma empresa do varejo.

E aqui em Orleans, ela existe até hoje, vai fazer 42 anos. E desde então, lá naquela época, vinham as meninas do interior para trabalhar aqui na praça, para estudarem e virem. E ali eu comecei a treinar, e ali eu comecei a ter uma equipe para liderar. Então foi aprendendo na cara e na coragem, na experimentação.

E é difícil, né? E é difícil tu gerir pessoas. É difícil tu lidar com desafios. E nada... Eu sempre digo, nada melhor do que experimentar. Porque é base comportamental. Quem quer aprender, vai. Quem não quer, não adianta tu forçar a pessoa.

E gerir pessoas é um desafio hoje ainda muito grande. Quando eu vou fazer uma conversa com um empresário, com um empreendedor, com qualquer pessoa que lidere ou que tenha, que sejam duas pessoas, os sócios,

ali a gente percebe a importância que é de se ter uma liderança comportamental mais aguçada. Mas isso vem, primeiro ponto, do querer mudar. Se eu não sei liderar pessoas, se eu não sei levar as pessoas para uma conversa desafiante, eu preciso aprender.

E como é que se aprende? O ser humano aprende fazendo, não tem outra solução. Então, ali eu vou me experimentando. E como eu falei, a minha trajetória vem vindo. Até que em 2006 eu resolvi largar a empresa.

E foi uma coragem de chegar e dizer assim, agora eu estou largando o varejo, depois de anos de experiências, e quero abrir a minha empresa, empreender consultoria e treinamento. Porque eu acredito na educação. Mas a empresa continua com a família. A empresa continua na família. Fala o nome da empresa, o pessoal gosta de saber, né? Com certeza, fala aí.

Quase nem falo, né? É perfil calçados. Hoje é perfil calçados. Loli Magazine, quando a gente abriu naquela época, porque era uma loucura na economia, tudo que era grande funcionava, né? Depois a gente vai mudando, escutando o mercado, e tu vai se adaptando.

Em 2006, eu fiz a sucessão para a minha filha. E aí entra também a liderança, passar o bastão para essa pessoa. E aí chegou o momento de eu tomar a minha decisão. Vou abrir minha empresa, tá? Abrir minha empresa para atender uma demanda que veio para mim.

que foi o Sebrae. O Sebrae foi minha primeira empresa e é até hoje uma das empresas da qual eu atuo. Não sou funcionária deles, eu sou credenciada, minha empresa é. E ali, muito mais ainda, eu começo a trabalhar com liderança, com gestão, com comportamento empreendedor. Porque eu entrei no Sebrae justamente para ministrar...

o Empretec, que é uma metodologia da ONU. Eu havia feito em 2004 esse curso, me apaixonei, porque eu estava numa situação difícil na empresa, e aí eu disse, poxa, está na hora agora de mudar. E quando eu cheguei lá, eu me apaixonei por aquilo. Foi tão forte, Taine, que eu disse, eu vou ser facilitadora.

E fui, com a cara e com a coragem, aprendi a trabalhar com feedback. Imagina, você tem que estudar toda uma metodologia e você ter pessoas te assistindo, e você ali ministrando, e depois você vai fazendo o quê? As melhorias daquilo.

O que o Empretec ensina? O Empretec ensina fundamentalmente ao comportamento empreendedor. São dez características fundamentais para o sucesso de um empreendedor. Quais são elas? Opa, todas elas? Vamos lá. Estabelecimento de metas, persuasão em rede de contatos, persistência e comprometimento, busca de oportunidade e iniciativa.

Confiança, desculpa, independência e autoconfiança, a busca de informação e planejamento e monitoramento sistemático. Essas dez características, dentro delas, vem três comportamentos cada uma. E ali dentro do seminário, o participante é...

direcionado, ele é motivado a praticar isso. E tem uma atividade dentro que faz com que ele efetivamente pratique isso. E mais um detalhe, lá dentro do Empretec, nós trabalhamos com adultos. E o adulto só faz aquilo que ele quer. E outro detalhe, quando ele une aquele que ele sabe fazer, e mais o que ele está aprendendo, olha o ganho que ele tem nisso.

E eu sempre digo que é fundamental quem quer abrir o seu negócio, quem já tem seu negócio, que faça. Porque é autoconhecimento nas suas competências empreendedoras. E não só no Empretec que eu trabalho. Ali eu vi uma oportunidade para mim de trabalhar... E aí

com aquilo que eu crio, com a minha própria metodologia, e aí eu fui crescendo, me desenvolvendo para isso. E outra, esse desenvolvimento é constante, não dá para parar, porque ocorrem as mudanças, e as mudanças são grandes. E aí quando a gente fala de sustentabilidade, aqui do lado, o Elias, a gente fala de liderança.

Como que eu vou conversar com as pessoas sobre isso? Como que eu vou fazer com que as pessoas pratiquem? Como você provocou aqui.

Quem tem que pagar é a prefeitura, é o órgão, é a pessoa. Poxa, é a educação. O foco está na educação. Quando eu tenho a educação, obviamente, eu vou lavar a minha garrafa que eu tomei, o meu refrigerante, pela ciência de que se for suja, ela é descartada.

Não é mesmo? E é bem isso, tá, Shirley? Até desculpa, Elias, mas ela é na minha casa. Eu tenho uma filha de oito anos e ela aprende muito sobre isso no colégio. Se eu jogar o lixo errado em casa, eu sou presa por ela, eu acho. Com certeza. É isso mesmo, Shirley. Eu quero dar um testemunho aqui, ao vivo, que eu sou um dos milhares de alunos que passou por você.

Ah, que legal! Eu também fiz em Pretec. Fiz em Pretec com o saudoso professor Sandro. Sandro Morales. E foi uma jornada realmente bastante agregadora na minha trajetória, na minha carreira.

E, de fato, a gente vê que comportamento é uma força motriz para o movimento necessário do empreendedorismo. E o comportamento muda hábitos.

Mas o sucesso é uma jornada de aprendizado. E aprender é um processo também. E esse processo requer um esforço do aprendiz. E o empreendedor aprende fazendo, como você mesmo acabou de dizer. E o fazer, o praticar...

ele é uma jornada permanente de preparação. A cada vez que eu estou praticando, eu estou me preparando e adquirindo musculatura para mim vencer desafios cada vez maiores que vão surgir na minha trajetória.

Então, quando uma pessoa preparada encontra uma oportunidade, é que o sucesso vai acontecer. É quando a gente está... As oportunidades estão aí, cruzando o nosso horizonte, nosso espaço no cotidiano da vida.

e quando a gente está preparado, a gente consegue aproveitar e transformar uma oportunidade em algo exitoso. E aí trazendo para o contexto da sustentabilidade, da economia circular, onde todos precisamos aprender a lidar melhor com os resíduos, e trazendo também para o ponto de vista do empreendedorismo.

não existe nada mais desinteligente do que desperdiçar recursos e hoje a gente de uma maneira geral gasta

R$ 18,00 para enterrar R$ 2,00 de matéria-prima que poderia ser reutilizado e reaproveitado. Então a gente está gastando rios de dinheiro para enterrar mais dinheiro. É algo inconcebível do ponto de vista da lógica. Então o resíduo sim é um potencial enorme de investimento.

Mas depende do hábito do consumidor, do aprendizado, dessa jornada de aprendizado, de que quando a gente muda o hábito, a gente dificilmente vai voltar atrás e continuar jogando o lixo de qualquer jeito, em qualquer lugar. Então, o Orleans está pilotando um projeto inovador no país.

porque ele, enquanto cadeia produtiva, reuniu todos os elos que trabalham nessa cadeia de resíduos, desde catadores, município, consórcio, aterro sanitário, empresa de coleta, indústria de transformação, fabricação, indústria recicladora, a gente colocou todos numa mesma...

A Universidade, a Unesc, enfim, colocou todos numa mesma mesa e fomentamos um debate qualificado, direcionado para a busca de soluções encadeadas. E a Orleans está pilotando esse projeto.

no país e isso tem uma inteligência de direcionar a criação de políticas públicas adequadas para essa mudança de mindset de sociedade, de forma de lidar com os resíduos.

E para o setor plástico da região é uma agenda muito estratégica, porque, rapidamente, apenas 4% do petróleo do mundo é direcionado para o plástico.

A maior parte vira combustível fóssil. Do plástico, apenas 2% se transformam em produtos de uso único, que são chamados plásticos descartáveis. E esses 2% não estão espalhados no Brasil, eles estão concentrados na região sul do estado de Santa Catarina. E são esses os produtos que têm sido muito...

questionados e criticados e as legislações e as reglamentações vêm muito em cima dessa direção. Então, a região está respondendo com um projeto propositivo e apresentando soluções e rotas viáveis, tecnicamente e economicamente, para que a gente evite esse desperdício todo de recursos e possa crescer enquanto ainda como região.

para desenvolver novas e novas atividades dentro de um conceito de economia circular. E quando tu traz essa questão dos resíduos, o quanto o empreendedorismo pode ajudar e contribuir nisso? Porque a partir do resíduo, a sobra, o quanto isso pode transformar em negócios?

Então, eu vejo aí uma questão de educação mesmo, educação empreendedora. E quando tu falou de oportunidades, imagina tu ter uma visão empreendedora onde você pode enxergar...

algo que foi descartado e transformar isso num produto que vai dar receita, lucro, para essa pessoa que muitas vezes ou perdeu o emprego ou quer empreender sozinho. Mas tudo isso requer o quê?

Requer a questão de mudança de mindset, gerar inovação, procurar esses resultados como forma de negócio e não como lixo.

Perfeito. É interessante, né? Como tudo na vida tem uma construção. E isso aparece também nos ambientes onde a gente vive. A Casa 12 transforma as casas e empresas em espaço com personalidade. Ela fica em Criciúma, mas atende toda a nossa região. Um grande abraço para a Cris, para a Ana e para o Luiz e toda a equipe da Casa 12.

Eu estou recebendo hoje três convidados incríveis. O Elias Catânio, que é empreendedor, especialista em economia circular e uma das principais vozes do setor de reciclagem e transformação de plásticos no sul do Brasil. A Márcia Correia, que é fundadora da Clínica Requinte. E a Shirley de Farias Lolli, que é administradora, empresária e mentora. Com o tema Resultados não são sorte, o que realmente constrói uma vida de sucesso.

É hora de agora pegar uma água gravatal, dar aquela organizada nas ideias e no próximo bloco a gente entra em temas que mexem com a base de tudo. Comportamento, decisões, propósito e o que realmente trava e destrava a vida de uma pessoa ou empresa. Porque crescer não é só estratégia, é sobre quem você se torna no processo. Então não sai daí, porque às vezes uma conversa como essa muda completamente a forma como você enxerga a sua própria vida.

Estamos de volta na Guarujá FM, Thayne, com você novamente. Bom dia. Bom dia, Raia. Bom dia a todos os ouvintes que estão sintonizados na 92.9 FM. Estamos de volta com o Papo Empreendedor. E o assunto de hoje é resultado não são sortes. O que realmente constrói uma vida de sucesso? Esse é o Papo Empreendedor. E hoje eu estou conversando com Elias Catânio, que é empreendedor, especialista em economia circular.

e uma das principais vozes do setor de reciclagem e transformação de plásticos do sul do Brasil. A Márcia Correia, que é fundadora da Clínica Requente, com mais de 20 anos de experiência no cuidado, bem-estar e transformação de vidas. E a Shirley Farias Lolli, que é administradora, empresária e mentora, com mais de 40 anos de experiência desenvolvendo líderes, equipes e empreendedores.

Eu quero aproveitar e mandar um abraço especial para os nossos ouvintes aqui. A Nani Oliveira, o João Pedro da Silva, a Mariana Alves Souza, o Lucas Fernandes Oliveira, a Camila Rocha Pereira, o Rafael Martins Costa, Juliana Ribeiro dos Santos e o Gabriel Henrique Lima. Gente, eu não consigo mandar abraços para todo mundo, senão fica o programa inteiro, mas tem uns abraços que eu sempre mando especial aqui, né, Rai?

E, Raio, me falarem que hoje a gente vai ter um sorteio de uma bag, que todo mundo fica esperando pra chegar na quarta-feira. Como é que é isso? É, vem copo personalizado da Guarujá, vem também a Necessaire personalizada da Guarujá, vem as cervejas juntos, né? E o que mais? O que vem?

Não esquece que as cervejas foram eleitas a melhor cerveja do Brasil, da Big Jack, né? É, da Big Jack Collab. A gente fez uma Collab com eles. A gente é chique, né, Ra? A gente faz Collab também. Viu como a gente é empreendedor, Shirley? Opa, bem empreendedores, olha só. Ra, e como é que participa do sorteio? É através do nosso WhatsApp 991-45-1801. Se você não conseguiu anotar, às vezes está tendo trânsito para o carro ou para você que está curtindo aí a programação.

Vai lá no link do nosso Instagram, no arrobaGuarujanove29FM, que tem o link que te direciona direto para cá. É só escrever o seu nome completo, a cidade de onde você mora e, claro, escrever a palavrinha Icebag. Perfeito. Marci, segundo a Organização Mundial da Saúde, doenças relacionadas ao estilo de vida são responsáveis por 70% das mortes no mundo. O que o nosso estilo de vida está sabotando nossa saúde sem que a gente perceba?

Então, a grande maioria não consegue observar um ponto-chave de tudo, que é o intestino. Toda a nossa saúde começa no intestino. E hoje, a maioria das pessoas não consegue entender como está funcionando, qual é a saúde do seu intestino.

Então, esse é o ponto crucial, é o ponto de partida que está tendo uma abertura, está deixando uma brecha muito grande, deixando o intestino irritado, ele permeia muitas toxinas e ali ele vai desencadeando toda a doença. Então, a porta de entrada está por ali.

Segundo o IBGE, o sedentarismo atinge cerca de 47% dos brasileiros. O que está por trás dessa dificuldade de manter constância em exercícios físicos, principalmente? Eu posso te afirmar que, com base em todas as pacientes que eu atendo na clínica,

que é a vida corrida, o estresse, a sobrecarga, a falta de energia. A gente está muito acelerado e isso não nos deixa perceber, não deixa a gente...

É ter tempo de ir lá, fazer uma atividade física, de cuidar da sua alimentação, de cuidar dos seus hábitos que vão nutrir o seu corpo, para você até se manter um pouco mais, até com mais clareza, não ter tanta ansiedade, tanta depressão, que hoje a gente identifica tantas pessoas, hoje relatam, chegam na clínica, 99% das pessoas hoje estão com ansiedade. Ah, eu tenho ansiedade.

Às vezes, não é nem a pessoa estar com ansiedade, ela está num estado ansioso devido à alta demanda e sobrecarga que ela está vivendo no dia a dia. Perfeito. Quando a gente fala de saúde, não tem como ignorar cuidado. Já que estamos falando disso...

Eu quero falar sobre o Plano de Saúde de São José, que é referência em atendimento humano aqui no Sul. Cuidar da saúde é cuidar do que mais importa. Um grande abraço para a Jennifer, um grande abraço para a irmã Silvia Freitas, para o Ricardo, o Douglas e a Vanessa, que atendem toda a nossa região. E se você quer estar com segurança em relação à sua saúde, eu indico o Plano de Saúde de São José. Shirley, você acredita que são as atitudes e não apenas o conhecimento que geram resultados consistentes?

Por que ainda existe tanta gente que sabe o que precisa fazer, mas não faz? Olha só, Taini, eu não vou te dizer que são as atitudes, porque o conhecimento também faz parte. Ou seja, eles caminham juntos. O que leva a pessoa a não querer fazer isso é uma decisão dela. Eu vejo muitas pessoas que têm muito conhecimento.

mas muito mesmo. Tem várias certificações. Tu vai conversar com elas, é fantástico. E quando tu vai perguntar para elas o que você fez ou faz, aí vem aquele vazio. Porque ela tem só intenção. Ela não faz na prática. E querendo ou não, a mudança...

comportamental é que vai levar a pessoa ao resultado. Porque se eu não meço isso, como é que eu vou medir conhecimento se eu não meço a prática dele? Porque conhecimento só vai existir, aliás, o aprendizado só vai existir a partir do momento que eu coloco esse conhecimento em prática. Aí sim...

É o grande aprendizado. E para se ter sucesso, além da gente ter conhecimento de tudo aquilo que nós estamos envolvidos, que é fundamental, a atitude é a principal. Reforço, é ela que vai dar o resultado se você está indo bem ou não.

Vamos olhar para as empresas. Como é que tu vai saber se uma ação, um processo que você implantou está dando resultado? A partir do momento que as pessoas que estão envolvidas ali praticam. Isso é atitude. E aí você consegue medir.

E não há nada que possa deixar de se fazer a não ser através das pessoas. Nós podemos ter os melhores processos, a melhor tecnologia, mas quem é que toca tudo isso? São as pessoas. Mas, Shirley, em relação às empresas e às pessoas, quais são os maiores problemas que as empresas estão enfrentando em relação às pessoas hoje? Comunicação.

Eu tenho um professor, aliás, um mestre, não tem, que eu fiz uma especialização de três anos em liderança generativa, Bob Dunham, ele diz o seguinte, onde tem ruído, tem falta de conversa.

Simples assim. Então, a comunicação ainda é o foco principal. Eu não tenho entrado em nenhuma empresa, eu não tenho participado de nenhuma reunião que esse assunto não seja o primeiro, a falta de comunicação.

Então, eu reforço, a comunicação precisa existir. E é uma comunicação, não é só falada, ela é uma comunicação onde eu mostro o meu corpo, é uma comunicação onde eu aprendo a ouvir as pessoas. Que o que está faltando muito é ouvir também. Isso faz parte de uma comunicação.

Perfeito. E no fim, tudo comunica, desde o comportamento até os detalhes. Na Vanessa Colley Joias, você encontra peças que representam estilo e personalidade. Um grande abraço para a Vanessa e toda a equipe lá de Criciúma e Sarah. Elias, existe uma forte narrativa contra o plástico no mundo todo. O plástico é vilão ou o problema está na forma como a gente lida com ele?

O plástico é uma solução para muitas aplicações do nosso dia a dia, da nossa vida. Ele traz bem-estar, qualidade de vida, economia de recursos.

Milhares de empregos, né? Milhares de empregos, né? E vou dar um exemplo. Alguns plásticos, eles têm sido objeto dessa desinformação, dizendo que eles são desnecessários. São plásticos que têm sido qualificados erroneamente, equivocadamente, como plásticos desnecessários.

Entre eles, os copinhos descartáveis, os canudinhos, as sacolinhas, as garrafinhas. E durante a enchente no Rio Grande do Sul, em 2024, nós mandamos aqui da nossa região, enviamos para lá, 4 milhões de copinhos descartáveis. Porque as pessoas lá não tinham água tratada, a rede...

de água foi levada pela enxurrada, as pessoas estavam em abrigos recebendo doações de água, a água era engarrafada em galões, as pessoas estavam em um ambiente adverso, vulneráveis e num momento crítico da sua vida, expostas.

e expostas a riscos, a riscos de saúde em um ambiente adverso.

E as pessoas estavam tendo que beber água no galão, no bico do galão, porque não tinha copo, não tinha cano, não tinha água encanada, não tinha nada. Eles estavam bebendo no bico. Então, olha, ainda tem que se sujeitar a contrair doenças num ambiente, num momento que estavam mais fragilizadas. Então, nesse momento, o plástico não foi desnecessário. Sim. Nesse momento, ele foi extremamente útil.

e entregou o que ele precisa entregar que é saúde alimentar qualidade de vida segurança saúde né então num ambiente hospitalar e como é que hoje consegue imaginar uma UTI sem plásticos os plásticos estão lá e todo mundo

mesmo quem fala mal do plástico, quando entrar numa UTI, se entrar, tomara que não entre, mas quando entrar numa UTI, vai querer entrar numa UTI cheia de plástico. Não vai querer chegar lá e encontrar um monte de materiais obsoletos que já, enfim, né? Então, o plástico, ele entrega muito e precisa ser, sim, destinado corretamente como qualquer outro resíduo que a gente gera.

Tudo que a gente descarta errado vai causar um impacto, vai ser uma poluição, vai ser um desperdício energético, um desperdício de recursos, um desperdício de eficiência num sistema, num ecossistema. A gente fala muito em ecossistema, Taini, porque um ecossistema...

Hoje a gente fala em sustentabilidade, em ESG, em ODS, mas tem um termo que caiu um pouco em desuso, que é a ecologia. A ecologia é justamente o estudo de um ecossistema em equilíbrio. Perfeito. E aí a gente evita desperdícios, beneficiando todo o ecossistema.

Elias, a gente tem um quadro aqui que se chama Ping Pong. Eu faço uma pergunta, você responde de forma muito rápida, com uma palavra ou uma frase. E se não quiser responder ou não souber, pula. Preparado? Tentarei. Farei o meu melhor. Qual é a tua maior ambição? Quer pular?

Ah, que pergunta. Pode pular, pode pular. Qual teu maior medo? O maior medo é falhar naquilo que eu sei fazer. Poder ou paz? Paz. Dinheiro ou legado? Legado. Maior conquista? Família. Um livro que mudou tua vida?

Shackleton. A história dele no Polo Sul, na conquista do Polo Sul. Um sonho. Um sonho. Felicidade para todos os humanos e todos os seres vivos. Um filme ou uma série? Um filme.

Qual conselho você daria para o Elias mais jovem? Repita tudo com um pouco mais de empenho. Uma música pop rock para a Rai tocar para a gente depois. Uma música? Pop rock. Pop rock. Algo do Metallica aí. Gostamos, gostamos. Um lugar para viajar. Alps. Qual o teu lugar preferido?

Cordilheira da Serra Geral Catarinense. Onde você se vê daqui cinco anos? Aqui na região sul, trabalhando com isso que eu estou fazendo e entregando cada vez mais e produzindo cada vez mais. Perfeito. Muito obrigada por ter participado com a gente hoje do Papo Empreendedor. Muito obrigado, Thayne. Obrigado também às minhas colegas aqui.

Sheila, é contigo agora. Opa, vamos lá. Sua maior ambição? Minha maior ambição... Ai, ai, ai. Como o Elias, é forte essa, né? Mas eu acho que a minha maior ambição é atingir uma... Uma atividade que eu gosto muito.

Que é a mentoria, certo? Essa é a minha maior ambição. E conquistar as pessoas da importância que é a liderança comportamental. Teu maior medo? Meu maior medo é não ter o que fazer. Poder ou paz? Eu gosto da paz.

Dinheiro ou legado? Legado. Maior conquista? Minha maior conquista, eu posso falar duas? Pode. Posso. A maior conquista minha foi ter educado meus filhos, tá? Com os valores e hoje eles serem empreendedores. Livro que mudou tua vida. É...

A busca de um desafio. Um filme ou uma série para indicar? Eu prefiro o filme. Eu gosto muito do senhor... Desculpa. Do senhor estagiário. Ah, é perfeito esse filme. É perfeito. Ali lida muito com o que nós estamos vivendo hoje. Mas eu já gostava dele desde 2015. Porque eu me apaixonei por aquela relação. Eu achei muito verdadeira.

Qual conselho você daria para o seu eu mais jovem? Eu diria assim, para a Shirley, não deixe de fazer o que tu faz. Uma música pop rock. Imagine, John Lennon. Uau! Um motivo para agradecer.

Primeiro de estar aqui e estar viva. E continuar com a vida por muitos anos. O que o trabalho recompensa? Primeiro de tudo a realização pessoal de poder ser útil para as pessoas. E ver nas pessoas o resultado desse trabalho. Onde você se vê daqui cinco anos? Daqui cinco anos eu me vejo trabalhando.

Com mentoria, que eu vou estar com 65 anos, que agora eu tenho 60, trabalhando com mentorias online, tá? E detalhe, por que isso? Para eu poder ter esse conforto de estar onde eu quero estar. E mesmo assim, não deixar de trabalhar. E eu vejo que a mentoria, ela vem comigo muito forte agora, né? Porque isso não foi, veio vindo, né?

Porque é uma função minha, uma atuação minha, que eu vejo que eu posso estar com 80 anos ou mais, que agora tem a Marci, que veio ali com várias sugestões de melhoria e de longevidade, poder estar atuando. Perfeito. Muito obrigado por ter participado com a gente hoje do teu primeiro podcast.

Exato, Tainy. Estou aqui super feliz. Obrigada pelo convite. Obrigada também por estar aqui com o Elias, por o Marci e por essa turma que está aqui na frente da gente, que faz parte da Rádio Guarajá, esse pessoal todo maravilhoso. Obrigadão. Perfeito. Marci, contigo agora. Vamos lá, então. Tua maior ambição? Continuar fazendo o que eu faço com excelência. Seu maior medo? Doença. É a única coisa que me para. Poder ou paz? Paz. Dinheiro ou legado? Legado, sem dúvida.

Maior conquista? Olha, maior conquista, eu acredito que é a minha clínica, o meu trabalho, e hoje trazer um pouco mais de estabilidade para a minha família. Um livro que mudou a tua vida? Poder do Hábito. Uma decisão que você repensaria? Talvez ter tirado um pouquinho mais de tempo para viver em família mesmo, sabe? Eu me dediquei muito ao meu trabalho e deixei de aproveitar alguns momentos e que hoje eu não tenho mais essa possibilidade.

Um hábito que você faz todos os dias, que pra você é muito importante. Atividade física, me alimentar bem.

Um filme ou uma série? Eu gosto bastante. Eu sou bem eclética. Eu assisto os dois. Mas uma série que eu assisti ela inteira e super recomendo. E principalmente na minha área. Way Anatomy, né? Qual é o teu luxo essencial? Ter tempo. Uma música pop rock pra Rai tocar pra gente aqui. Ai, ai, ai. Eu sou tão eclética. Mas assim... Do Titãs. Uma coisa assim.

Um lugar para viajar. Um lugar para viajar. Ah, qualquer, assim, Estados Unidos, Europa. Onde você se vê daqui cinco anos.

Continuar desenvolvendo o trabalho da forma humanizada, com bastante responsabilidade e coerência, porque hoje em dia eu percebo que as pessoas precisam realmente serem ouvidas, entendidas e orientadas, para realmente elas poderem viver bem, aproveitar todas as possibilidades que a gente tem e que cada dia aumenta mais.

Enfim, o mundo é repleto de oportunidades. Mas para isso você só vai conseguir se você tiver saúde. Porque sem ela você não vai em lugar nenhum. A primeira coisa que quando eu fiz meu processo de emagrecimento eu comecei a fazer era tomar água. Porque a água é o melhor remédio que a gente tem para isso.

Pra saúde, né? É, a água é o nosso combustível. Nós temos a nossa máquina, nosso corpo, e ela vai funcionar a partir do momento que você dá o combustível pra ela, que é a hidratação, que é a água. Perfeito. Muito obrigada por ter participado com a gente aqui do Papo Empreendedor. Nossa, pra mim foi uma grande honra. Muito obrigada a vocês.

Rai, quem são os ganhadores? Quem é o ganhador ou a ganhadora de hoje? Deixa eu mandar um abraço para a Roselane Laurentino Zappellini. Mandar um abraço também aí para o pessoal que está participando no WhatsApp. O Valmora Berton, Azul Enir Dorigon, o Leonardo Matei Dorigon, a Mariana Fernandes, o Gabriel Alberton e mais hoje quem vai levar a Icebag para casa é a nossa amiga Lucimélia Fernandes aqui do Rio Carlota. Um abraço para ti então. Muito obrigado por participar com a gente aqui.

E eu termino o programa de hoje com uma frase do Martin Luther King que diz o seguinte, você não precisa ver a escada inteira, apenas dê o primeiro passo. Papo empreendedor, porque grandes negócios começam com grandes conversas. Um grande abraço e até a próxima quarta-feira.