✨ Quem é você diante das situações? ✨
Somos uma concha de retalhos e precisamos aprender a nos reinventar todos os dias.
Natália Borborema
- Aceitação da Realidade e Autorregulação EmocionalHiperatividade e sono · Maturidade emocional como ato · Autorregulação emocional e desempenho · Reconhecimento de talentos e habilidades · Terceirização da culpa e vitimismo · Leitura da Bíblia e edificação do eu
- Autoconhecimento e Relações ConscientesIdentidade diante da pressão · Reação à frustração · Ausência de máscaras e rótulos · Responsabilidade emocional · Agilidade emocional · Maturidade emocional
- Superação de Desafios e AutoconsciênciaLidar com o mundo e o discernimento · Estabelecimento de limites pessoais · Ciclos de vida e autoconhecimento · Capacidade de acreditar em si · Impacto da pandemia e tecnologia
- Tomada de Decisão e Busca por AjudaProcessos difíceis e formação do ser · Desequilíbrio emocional e organização interna · Falar a verdade vs. observar e realizar · Busca por ajuda profissional (psicólogo, psiquiatra) · Mudanças de carreira e estilo de vida
- Propósito e vidaCriação de conteúdo e legado digital · Propósito de vida · Olhar para a vida como aliada
Oi galera, tudo bom com vocês? Natália Borborema e mais um episódio aqui na plataforma de Spotify. Toda quarta-feira nós temos esse encontro que é muito relevante. Vai fazer toda mudança na tua vida, vai trazer aí respostas que você precisa, viradas de chaves e principalmente aquilo que você precisa alinhar com o seu propósito de vida. Assim aconteceu comigo.
Esse ano são sete anos aqui na plataforma do Spotify. Hoje nosso tema é quem é você diante das situações? Quem é você?
Quando a situação aperta, já passou por essa situação e você não conseguiu sair dela, e muitas vezes você fica se perguntando, não, tá tudo bem, não, tá tudo fluindo, não, mas eu estou pensando nisso, mas eu não estou sendo pressionado. Quando você se frustra...
Como você reage? Essas perguntas bestas, aparentemente são bestas, mas normalmente elas trazem um impacto gigante na nossa vida. Principalmente quando de fato a situação difícil acontece. E aí a pergunta é muito objetiva, mas ela também é muito subjetiva. Quem é você? E aí não temos máscaras, não temos...
Rótulos, nós não temos skills, que são nossas habilidades ou competências, nós temos apenas eu, você, nós.
E aí é uma pausa que você vai precisar realizar sobre você. Então, nossa conversa, nosso bate-papo hoje é muito interessante. Te convido, convido pessoas que estão ao seu redor, compartilha, comenta, traz aí o teu feedback. E eu sou muito grata e feliz por estar aqui nessa plataforma, criando conteúdos que eu vou deixar pro resto da minha vida. Pro resto da minha vida. Essa plataforma digital...
Eu já tenho públicos que atingem fora do Brasil mais de 10, 15 países. Então eu tenho certeza que meu legado está sendo levado. Hoje eu quero trazer para vocês a responsabilidade emocional, a agilidade também emocional, a maturidade e principalmente sobre o olhar que você tem que ter para você.
Então, não é sobre podcast, nem é sobre perfeição, é sobre consciência. Porque existe uma pergunta que muda tudo na nossa vida pessoal e profissional. E eu fiz ela esses dias, quando eu também estava em dúvida comigo mesma, sobre o caminho que eu tenho e quero percorrer. Quem eu estou sendo diante de todas as situações que eu vivo ao longo do meu dia?
Quem? Você é aquela pessoa que reclama de tudo? Você é aquela pessoa que culpa os outros? A gente normalmente chama isso de vítima, vitimista. Ou você é aquela pessoa que gera mais intriga, tensão, desconforto? Seja isso dentro de casa, seja isso fora, porque nós somos a extensão dentro de casa. Nosso comportamento familiar, ele diz muito sobre o nosso comportamento externo.
90% consegue driblar isso em um processo de seleção. Mas essas máscaras não permanecem durante muito tempo. Por quê? Porque a empresa, os ecossistemas, as grandes corporações ou as micros, não importa. Todas elas vão ter pessoas. E pessoas vão ter processos que vão precisar de...
conflitos, que vão precisar relações interpessoais, que vão precisar ter maturidade, enfim. Então, quem é você diante de tudo isso? Normalmente, você é aquela pessoa que segura o ambiente, ou a que traz soluções e que tem empatia, ou a que realmente balança o processo. Porque no final das contas, isso tudo acontece ao mesmo tempo.
Então, aqui existe uma provocação para que você analise quem você é. Muitas vezes a gente fica se perguntando, porque certas situações na nossa vida se repetem muito. Quando eu era mais nova, com menos maturidade emocional, eu me perguntava muito isso. Quando eu estava no atendimento ao público, eu trabalhava vendendo cartão, isso aos 16 anos. E eu estava esses dias treinando uma nova colaboradora que está entrando na empresa.
E aí eu falando justamente isso pra ela, eu disse, ó, eu passava nove a dez horas em pé vendendo cartão de crédito. E eu me deparava com vários nãos, né? Eu não tinha, assim, pessoas que eram tão empáticas, sociáveis, eram pessoas que sempre viviam estressadas ou que estavam muito na correria do dia a dia pra poder fazer feira, pra poder resolver alguma coisa, pra pagar um cartão. Mas elas não tinham tempo de olhar pra mim, elas não tinham tempo.
Então eu não era e nunca fui uma pessoa de reclamar da vida. Porque eu comecei a observar que muitas vezes dentro de casa, quando eu chegava, meu pai às vezes ficava irritado com algumas coisas. E essas irritabilidades, elas me traziam um desconforto muito grande. Qual? Eu ficava imaginando por que ele era tão irritado com aquilo, que era tão besta. Mas eu não conseguia botar pra fora, porque normalmente meu pai não conversava muito comigo sobre isso.
E aí fazendo um paralelo na nossa vida do dia a dia. Você é o reflexo, mas você também pode mudar o seu reflexo. É aquela história do tirar o óculos e enxergar com o óculos da realidade. Ou enxergar o óculos que você deseja daqui pra frente. E aí é onde entra essa sagacidade do meu podcast. Que é a minha contribuição com o meu legado. O meu olhar para a vida.
É esse olhar que eu tenho para a vida que muda muito a minha vida. Eu não tenho a vida como um desafio constante, eu tenho a vida como o meu aliado. Muitas vezes eu não estou bem emocionalmente, eu me recolho ao meu momento, eu tiro um momento para eu refletir, para eu conversar, para eu bater um papo comigo mesma e muitas vezes entender até onde eu posso chegar.
E é onde eu quero falar sobre o meu primeiro emprego. Eu quero dizer a vocês que muitas vezes a gente precisa passar por essas situações. Para que a gente entenda o processo, a gente olhe o processo, ame o processo e decida ser diferente. Você pode ser diferente no seu ambiente de trabalho. Você pode ser diferente dentro da sua casa, com seus familiares. Você pode ser diferente com a sua vida.
normalmente as pessoas dizem assim, ah, eu vou pra luta, todos os dias eu mato leões, dragões. Na verdade, não. Você está ali vivendo a sua vida, fazendo ali a sua selva, sendo a sua selva.
E muitas vezes tendo que se blindar, sim, de qualquer ambiente. Então, a maior dificuldade de hoje não é lidar com o mundo. Não, o mundo existe, existe o que é ruim e o que é bom. Existe você discernir, existe você saber o que realmente vai te levar mais pra frente. E existe você lidar com você. A história do limite. Você se dá o limite.
Ou você espera que alguém lhe dê o limite? Isso às vezes é um limite em um namoro, um limite no casamento que você permite. A gente chama de permissibilidade. Às vezes você está convivendo com alguém e você não sabe até que ponto aquela pessoa também é para você. Então muitas vezes você tem que saber lidar com você. Quantas vezes eu tenho amigas conhecidas, principalmente amigas antigas, eu vou renovando meu ciclo, mas minhas amizades são as mesmas.
Mas eu tento sempre ser uma pessoa sensata, autêntica e muito sincera com as minhas relações. E elas sempre perguntam, ô Natália, você gosta de viver assim, sozinha? Eu digo, e quem disse que eu sou sozinha? Talvez porque eu não poste tanto a minha vida pessoal. Mas antigamente eu postava. A gente tem ciclos, nossa vida são ciclos. Uma hora nós queremos estar mostrando para o mundo quem somos. Outra hora nós estamos mais no casulo.
Outra hora precisamos assumir riscos. Outra hora precisamos mudar de projetos. Quem é você hoje? O olhar para você hoje é como?
Me diz aí, faz essa reflexão. O olhar que você precisa muitas vezes é você acreditar em você, na sua capacidade. A capacidade de fazer dar certo. Eu reconheço que pós pandemia muitas coisas aconteceram, o mundo mudou muito, o trabalho mudou muito, a tecnologia trouxe a gente muito mais ansiosos e rankings mostram isso.
Somos um dos maiores países com mais ansiedade, com mais depressão.
Mas vou trazer para uma situação mais específica. Você. Você sabe sair da situação básica do seu dia a dia? Aquela fofoca que você mesmo gera e você depois não quer resolver? Aquela intriga de alguém que você precisa lá voltar para reconhecer? Você pode perdoar você mesmo? Ou a gente traz isso para o mundo corporativo. Você se sabota muitas vezes?
Bom, eu já me saboto, já me sabotei e às vezes vou me sabotar.
Nosso cérebro, ele é uma máquina muito importante. Quanto mais você alimenta a sua máquina, mais ela vai lhe dar retorno. É verdade. Desde muito nova, na infância, minha mãe sempre detectou e foi pro neuro. O neuro analisou e disse, ó Natália, ó Dona Lucie, sua filha, ela tem hiperatividade. Ela dorme muito pouco.
E esses dias eu estava comentando no ambiente de trabalho qual é a sua gestora, que às vezes nós temos tantos desafios e muitas vezes a gente não deixa aquela janela, e aí é uma metáfora, das pessoas te conhecerem pelo teu outro lado. O engraçado, o gentil, o maleável.
o que sabe sair das situações, a capacidade que você tem de não precisar ter toda hora a validação das pessoas, e isso eu chamo de maturidade emocional. Então, hoje, o olhar pra você, nesse momento, é você enxergar com clareza, sem se diminuir, mas também sem se colocar lá no pedestal. Quantas pessoas, gente, eu já convivi.
Ao longo dessa minha carreira profissional. E graças a Deus eu agradeço a mim. Eu agradeço pela força que eu tenho. E pelos meus pais, pela minha mãe, pelo meu pai. Por nunca deixar eu desistir de quem eu sou. Mas vocês já imaginaram? Se cada um da gente não passasse por esses processos difíceis, quem iríamos ser? Será que a gente ia ser a gente mesmo? Quando eu vejo uma pessoa que tem um desequilíbrio emocional.
E a gente pode, eu falo, a gente, eu estou me incluindo, eu posso passar também por essa situação. É quando o que tem de dentro da gente, nossas emoções, elas não estão organizadas. E isso pode acontecer por qualquer coisa diversa. E coisas muito simples, gente. Um bater de porta, um falar alto, um destoar.
Um botar uma voz mais grave. O não. O sim. Nem sempre tudo tem que ser do jeito da gente. Mas muitas vezes você precisa entender que falar a verdade nem sempre é o que você vai...
Falar, fazer todo dia. Mas sim, observar e realizar aquilo que tem clareza para a sua vida. Então, como recentemente eu sempre gosto de trazer dados, e eu estava estudando sobre a psicologia, né? A autorregulação emocional. Eu gosto muito de ler. Para quem me conhece há muito tempo, sabe que eu gosto muito de ler. E eu leio muito.
E uma das coisas que eu leio mais é a Bíblia, porque foi aonde eu me... Foi aonde não, é sempre aonde eu me encontro. Toda vez que eu leio a Bíblia, eu vejo uma nova Natália surgindo. Então, eu estava lendo a Bíblia, concluí, estava lendo Salmo 92, como é bom cantar ao Senhor, e eu gosto muito de Salmos.
Porque ele traz para mim uma edificação do meu eu. Aquilo que normalmente eu escondo de algumas pessoas, que as pessoas não conseguem enxergar quem é Natália mesmo. Mas a gente também tem que dar oportunidade, para que o outro também lhe dê a oportunidade de lhe conhecer.
E aí trazendo para essa situação atual da psicologia, a gente chama isso de autorregulação emocional. Sabe o que é isso? É quando você desenvolve a habilidade de ter mais desempenho profissional em relação a você com menos nível de estresse. Ou seja, não é um problema que define o resultado, mas é a forma como você... Você...
Reage em relação a ele. Muitas vezes você é desregulado emocionalmente. Às vezes sua casa está desregulada, suas emoções estão desreguladas. Você não tem hobby, seu salário é mais para questões específicas. Você não consegue ter um lazer, você não tem vida pessoal, você não tem uma trajetória de vida profissional. Então isso também vai lhe frustrar, sabe? Você teve alguma perda.
ao longo do processo e que você vai precisar reconhecer. Então, muitas vezes, quem é você é muito mais na prática do que propriamente falando. Eu vejo muitas pessoas que são frustradas em ambientes de trabalho porque elas não reconhecem nelas o talento. O talento de fazer algo sem ter a necessidade de ter um cargo.
Quantas vezes eu estou lá no ambiente de trabalho, eu exerço aquela minha função, meu cargo, mas eu gosto de cantar, eu gosto de ler, eu gosto de compor, eu gosto de fazer o podcast. Isso também são habilidades que vão reconhecer você. E nem todas são 100% remuneradas, gente.
O que é que isso tem a ver com o tema? Tudo, toda vez que você reconhece você em tudo que você faz ao longo do seu processo, você encontra senso de pertencimento. E na prática isso faz com que você regule melhor o seu dia a dia. Assuma mais responsabilidades. Você não vai precisar mais terceirizar a culpa, porque muitas pessoas terceirizam.
E nem vai desistir. Eu tenho um perfis que gosta muito de vitimizar. E a palavra vitimizar tem vários sentidos. Um deles é terceirizo a culpa. Eu não gosto de botar a culpa em mim porque eu não posso deixar aquela imagem passar para o outro. Mas uma hora, uma hora a sua imagem vai ser passada se ela não já passou.
Nós somos aquilo que reagimos. Levem isso para o coração. Eu fui forjada a ser madura. E graças a Deus, eu sou uma pessoa mentalmente madura. Vou passar por situações difíceis? Sim. Vai ter momentos que eu vou estar, vai estar um caos? Sim. Eu vou estar mais vulnerável? Sim. Mas eu vou precisar de um dia de silêncio.
Um dia com Deus. Um dia não, né? Que eu passo o dia todo conversando com Ele. Mas eu vou ter o meu momento de prazer de reclusa comigo mesma. Então a maturidade pra mim, ela não é um sentimento. Não. Maturidade pra mim é um ato. É um atitude. É você fazer. Então, esse podcast, ele tem um objetivo meu muito grande, gente. É muito eu para vocês.
Domingo agora, eu estive na Correio FM, na 98. E estava lá falando justamente sobre isso, sobre você ter projetos que nem sempre são remunerados e que ali também está a tua carreira profissional. Você não pode esconder quem você é. Na teoria, é muito fácil de falar. Na prática, você não pode desistir de você.
Então eu como mulher, como ser humano, como profissional, como tia, como namorada, enfim, como amiga, como uma boa conselheira, eu não sou de frustrar as pessoas. Eu não sou de desistir das pessoas. Eu não sou de duvidar das pessoas. Eu erro, óbvio, e eu tomo decisões acertadas após as minhas falhas.
Mas eu erro e eu assumo os meus erros. Então, toda vez que eu assumo isso, eu crio uma nova versão minha pra construir uma nova realidade, um novo ajuste e uma nova responsabilidade. Então, quando eu fui criar esse podcast, que pra quem não sabe, eu não sigo o roteiro, eu faço uma análise mental, eu pensei, meu Deus, como é que eu vou? Qual vai ser o tema de hoje, dessa quarta-feira? Então, pra mim, saúde mental...
Ela está ligada diretamente ao você. Sobre você. Sobre o que você está aguentando. O que você está negando. O que você está frustrado. O que você hoje precisa pedir ajuda. O que é que hoje está lhe causando maior estresse. Está lhe causando maior impossividade. Está lhe causando menos tomada de decisão. O que é que está causando? O que você precisa fazer hoje? O que é que vai te fortalecer?
Quem é a pessoa que vai te ajudar? É o psicólogo? É o psiquiatra? É conversar? É um teatro? É um cinema? É mudar de emprego? É mudar de cargo? Tudo isso, gente. Então, esses caminhos que eu estou trazendo pra vocês é pra que vocês possam refletir e entender que toda vez que você para, analisa, silencia, observa.
recalcula, é você. Então, essa sou eu, no meu dia a dia, todos os dias. Por isso que eu me transformei em quem eu sou. Eu sou uma mentora de carreiras.
Expert. Eu direciono pessoas, projetos, funções, cargos, principalmente pessoas, para atingir o seu objetivo máximo. E atingir o seu objetivo, ele está ligado diretamente ao propósito. Então, você que hoje teve esse privilégio de escutar esse podcast, compartilha. Compartilha, não tem medo.
Porque eu tenho certeza que tem alguém que está precisando desse podcast para tomar uma decisão. E é isso. Um abraço com muito carinho, Natália Borborema. E se você quer essa mentoria, esse direcionamento, fala comigo. Fala comigo nas minhas redes, fala aqui comigo no Spotify. Que com certeza eu estarei direcionando a tua vida e a tua carreira profissional.