Discernimento, Paz e Dependência
SALMOS 119:121-176
Ao concluir a meditação na lei divina, o salmista declara ter praticado o juízo e a justiça, roga por proteção contra opressores e afirma amar os mandamentos acima do ouro refinado (v. 121-128). Ele destaca que a revelação da palavra traz luz e entendimento aos simples, enquanto chora e suspira por ver a lei ser ignorada (v. 129-136). O autor exalta a retidão e a justiça eterna dos testemunhos do Senhor, cuja palavra é puríssima (v. 137-144). Ele clama de todo o coração para guardar os estatutos, madrugando e passando as noites em meditação nas promessas (v. 145-152). Em meio à aflição, pede libertação, confiando na grande compaixão de Deus e reconhecendo que a verdade é a essência de Sua palavra (v. 153-160). Mesmo perseguido sem causa por príncipes, o poeta alegra-se na palavra como quem encontra um tesouro, ressaltando a grande paz e estabilidade dos que amam a lei (v. 161-168). Por fim, pede que seu clamor alcance a presença de Deus, promete louvá-Lo e roga para ser buscado como uma ovelha desgarrada que jamais se esqueceu dos mandamentos (v. 169-176).
Bom dia!!! Ótimo sábado a todos. Hoje falando sobre #Discernimento, #Paz e #Dependência