Escuta, Adoração Espiritual e Testemunho Universal
SALMOS 95-96
Neles saímos da adoração reverente para proclamar o reinado de Yahweh entre as nações. O Criador de tudo é digno de todo louvor e exige de Seu povo um coração obediente e submisso à Sua voz.
O salmo 95 narra o Convite à Adoração e a Advertência contra a Dureza de Coração. O salmista convoca o povo a cantar jubilosamente ao Rochedo da nossa salvação, prostrando-se diante do Criador que tem nas mãos as profundezas da terra e as alturas dos montes. Em seguida, a voz divina adverte o povo para que não endureça o coração como em Meribá e Massá no deserto, onde os antepassados tentaram a Deus e perderam o descanso prometido. O salmo 96 relata o Cântico Novo e o Anúncio do Juízo Glorioso. Em um hino de exaltação universal, o salmista convoca toda a terra a cantar um cântico novo e anunciar a salvação de Deus entre as nações, declarando que os deuses dos povos são ídolos, mas o Senhor fez os céus. A criação inteira — os céus, a terra, o mar e as árvores do bosque — é convidada a se regozijar diante do Senhor, porque Ele vem para julgar o mundo com justiça e os povos com a Sua fidelidade.
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Pastor Sinésio
- Adoração Espiritual e Testemunho Universal· ReligiaoCântico novo·Juízo glorioso·Supremacia de Deus·Ídolos·Testemunho da salvação
- Escuta e Dureza de Coração· ReligiaoOuvir a voz de Deus·Submissão do coração·Descanso prometido·Meribá e Massá
Olá, meus queridos irmãos, paz seja com todos. Aqui Pastor Sinésio e continuando com a nossa maratona bíblica, hoje lendo os Salmos 95 e 96. Nesses salmos saímos da adoração reverente para proclamar o reinado de Yahvé entre as nações. O Criador de tudo é digno de todo louvor, exige do seu povo um coração obediente e submisso à sua voz. O Salmo 95 narra o convite à adoração e a advertência contra a dureza de coração. O salmista convoca o povo a cantar jubilosamente ao rochedo da nossa salvação, prostrando-se diante do Criador que tem nas mãos as profundezas da terra e as alturas dos montes.
Em seguida, a voz divina adverte o povo para que não endureça o coração como em Meribá e Massá, no deserto, onde os antepassados tentaram a Deus e perderam o descanso prometido. O Salmo 96 relata o cântico novo e o anúncio do juízo glorioso. Em um hino de exaltação universal, o salmista convoca toda a terra a cantar um cântico novo e anunciar a salvação de Deus entre as nações, declarando que os deuses dos povos são ídolos, mas o Senhor fez os céus.
A criação inteira, os céus, a terra, o mar e as árvores do bosque, é convidada a se regozijar diante do Senhor, porque ele vem para julgar o mundo com justiça e os povos com a sua fidelidade. Esses salmos nos dão 3 aplicações práticas, como temos feito todos os dias. Primeiro, escuta. Depois, adoração espiritual. E testemunho universal. Aplicação prática da escuta está no 95, ele fala da urgência de ouvir a voz de Deus. A verdadeira adoração envolve mais do que cânticos alegres e postura física.
Ela exige a submissão do coração. Ignorar a voz de Deus nos momentos de provação nos impede de desfrutar do seu descanso. Ouvir a palavra de Deus hoje, ao ler os Salmos hoje, como nós estamos fazendo, avaliemos a disposição do nosso coração. Guardemo-nos da insensibilidade, da murmuração, respondendo prontamente com obediência e fé aquilo que o Senhor nos fala. O Salmo 96 nos dá as outras duas aplicações práticas. A primeira, da adoração espiritual, nós vemos na supremacia de Deus sobre os ídolos.
Enquanto os deuses das nações são apenas invenções humanas, estátuas inertes, Yahvé é o Criador soberano. A nossa adoração deve refletir a glória sua majestade, que pertencem exclusivamente a ele. Por isso, identifiquemos, eliminemos qualquer ídolo, qualquer tipo de coisa que substitua, que seja uma prioridade rival, que tente ocupar o lugar supremo de Deus na nossa vida. Apresentemo-nos diante dele em santidade, reconhecendo o seu poder em nossas atitudes diárias.
E a última aplicação prática do Salmo 96, o testemunho universal: nós vivemos na expectativa gloriosa do juízo do Rei. O Salmo nos lembra que a história caminha para um desfecho sob a soberania divina. A vinda de Deus para julgar a terra não é motivo de pavor para os seus servos, mas de celebração para toda a criação. Vivamos como testemunhas vivas da salvação, proclamando a glória de Deus ao nosso redor. Mantenhamos nossos olhos postos no reino vindouro, sabendo que a justiça e a fidelidade prevalecerão.
Resumindo a leitura de hoje: os Salmos 95 e 96 nos ensinam que a verdadeira adoração exige um coração obediente à voz do Criador, e que o Senhor reina gloriosamente e virá julgar o mundo com justiça. O sucesso da nossa caminhada não consiste em apresentar louvores com os lábios, mas em oferecer sacrifícios de louvor e ouvir uma voz de Deus hoje anunciando a sua salvação a todas as nações. E terminando o nosso momento, vamos falar com o nosso Deus.
Pai Eterno, em nome de Jesus, Pai, nós pedimos que o teu Santo Espírito, Deus, quebrante nosso coração, nos dê um coração contrito, Pai, sensível à tua voz, para que nós não nos endureçamos contra aquilo que o Senhor quer, contra aquilo que o Senhor falar conosco, Pai, no nosso dia a dia, na nossa jornada. Ó Deus, nos ajuda, Pai, a celebrar a tua presença em espírito e em verdade, verdade, Pai amado, adorando o Senhor como o Senhor merece, da forma que lhe é devida, meu Deus amado, em nome de Jesus.
Nós possamos, Pai, estar prontos, Deus, dispostos a todo instante a entoar os teus louvores, e que ele não se aparte dos nossos lábios, meu Deus. É assim, Pai, que a nossa vida possa ser um testemunho a todos aqueles que estão ao nosso redor, porque sabemos que um dia o Senhor virá, sabemos que um dia o teu reino será implantado sobre toda a terra, e depois sobre toda a eternidade, e que essas pessoas ao nosso redor possam aprender sobre isso e também desfrutar daquilo que o Senhor tem para elas, Pai.
É o que nós te pedimos neste dia. Guarda nossas vidas, guarda nossa família, Pai, em nome de Jesus. Amém. É isso por hoje, meus queridos. Deus abençoe sua casa, sua vida e a sua família. Tenham todos um ótimo sábado e até a próxima, se o Pai permitir. Tchau, tchau!