Gui e a liga dos heróis do trovão
🥁🦸♂️ Um super-herói pode usar capa... ou duas baquetas de Taikô!
Nesta aventura, o Gui descobre que seus talentos podem se transformar em superpoderes e embarca em uma missão divertida para salvar a cidade, mostrando que coragem, alegria e música fazem a diferença.
Cada história é criada a partir da personalidade da criança, tornando a experiência única e inesquecível.
💛 Esta é uma história personalizada.
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- Vítima heróicaSuperpoderes musicais · Doutor Silêncio · Roubo da alegria da cidade
- Arte urbana e muralismoMáquina da tristeza · Ritmo divertido · Dancinha engraçada
Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história. Era uma vez Guilherme e a Liga dos Heróis do Trovão. Guilherme tinha apenas 4 anos, mas existia uma coisa que quase ninguém sabia: ele era um super-herói. Não usava capa o tempo todo, nem voava, nem soltava teias. Seu verdadeiro poder aparecia quando segurava duas baquetas de taiko. Toda vez que fazia tum, uma energia invisível percorria a cidade inteira. O problema era que ninguém percebia.
Até o dia em que aconteceu uma enorme confusão. Numa manhã ensolarada, enquanto o papai William preparava o café e a mamãe Regiane ajudava o Gui a se vestir, todas as cores da cidade começaram a desaparecer. Os carros ficaram cinza, as flores perderam o brilho, os balões das crianças ficaram brancos, até os desenhos dos super-heróis pareciam sem graça. Foi então que apareceu um pequeno robô voador na janela. Pi, pi, pi, procurando o super-herói do trovão, procurando o super-herói do trovão. Gui olhou para os lados. Quem Quem será? O robô apontou para ele. Você!
Eu?
Sim, o vilão Doutor Silêncio roubou a alegria da cidade. Só existe um herói capaz de derrotá-lo. Gui correu para pegar suas baquetas. O robô apertou um botão e num piscar de olhos surgiu um elevador secreto bem no meio da sala. Lá embaixo ficava o quartel da Liga dos Heróis. Quando a porta abriu, uau! Havia super-heróis de todos os tipos. Uma menina que criava escudos de bolhas, um menino que corria mais rápido que um raio, outro que conversava com os animais.
Mas todos ficaram felizes ao ver o Gui. Finalmente o herói do Taico chegou! O líder explicou: o Doutor Silêncio construiu uma máquina que faz todo mundo parar de brincar, cantar, rir e dançar. Ai, isso é muito chato! Disse o Gui. Exatamente! Eles seguiram até uma fábrica abandonada. Lá dentro estava o Doutor Silêncio. Vestia uma capa cinza enorme e usava um controle remoto gigante. Chega de diversão! Agora ninguém mais vai cantar nem brincar! Gui respirou fundo, segurou as baquetas, olhou para os amigos e começou.
Tum, tum!
As paredes tremeram.
Tum, tum! As luzes voltaram a acender. Tum, tum, tum!
Os super-heróis recuperaram seus poderes. O Doutor Silêncio tentou apertar o controle remoto, mas cada batida do Taiko fazia o aparelho vibrar tanto que ele não conseguia segurar. Então Gui teve uma ideia: em vez de tocar mais forte, começou a tocar um ritmo divertido. Sem perceber, os próprios robôs do vilão começaram a balançar a cabeça. Depois os pés, depois os braços. Logo estavam todos dançando. Até o Doutor Silêncio tentou resistir.
Franziu a testa, cruzou os braços, fechou os olhos. Mas bastou mais uma sequência de batidas—
tum, tá, tum, tum—
para seus pés começarem a mexer sozinhos. Quando viu, estava fazendo uma dancinha muito engraçada. Todo mundo caiu na risada, até ele. A máquina da tristeza desligou na mesma hora. As cores voltaram, as crianças voltaram a brincar, os passarinhos cantaram novamente. O líder da liga entregou uma medalha em forma de baqueta para o Gui. Você venceu sem machucar ninguém, porque herói de verdade protege as pessoas, respondeu Gui. Na volta para casa, parecia que nada havia acontecido.
Mamãe Regiane perguntou: Como foi isso amanhã?
Gui sorriu. Ah, normal. Papai William percebeu um pouco da tinta colorida na roupa do filho. Tem certeza? Gui piscou. Ah, talvez eu tenha salvado a cidade, mas foi rapidinho. Na hora do jantar, eles foram visitar a vovó e o vovô, que já esperavam o neto com muitos abraços. Mais tarde, passaram na casa da Bá e do Di. O Di perguntou se Gui havia feito alguma aventura naquele dia, e Gui deu uma risadinha. Se eu vocês vão achar que é história de super-herói.
Todos riram porque sabiam de uma coisa muito importante: às vezes os maiores heróis não usam capa. Alguns usam um sorriso, duas baquetas de taekwondo e um coração enorme, sempre pronto para transformar qualquer dia comum em uma grande aventura. Ei, que sono! Vamos dormir, Gui? Boa noite.
Amary Conta
História personalizada