Georgia e o caderno que desenhava o futuro
Que alegria transformar a Georgia em protagonista da própria aventura! 💙🎨
Nesta história personalizada, uma menina apaixonada por desenhar descobre um caderno muito especial que a leva a viver um mistério cheio de imaginação, criatividade e descobertas. Uma aventura feita sob medida para celebrar seus 7 anos e tudo o que a torna única.
Cada criança tem uma história que merece ser contada. ✨
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- Desaparecimento de Georgia WilliamsGeorgia e sua paixão por desenhar · O caderno que desenhava o futuro · Georgia · Daniel · A descoberta da gruta mágica · O verdadeiro poder da imaginação
- Formação da mente e infânciaA importância de contar histórias personalizadas · Criatividade e descobertas · A imaginação como fonte de poder
Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história. Era uma vez, Georgia e o caderno que desenhava o futuro. Georgia estava prestes a completar 7 anos e havia uma coisa que todos diziam sobre ela: "Como ela desenha bem!" E era verdade. Bastava pegar um lápis que folhas em branco se transformavam em praias, castelos, animais, pessoas e lugares cheios de detalhes. Às vezes até parecia mágica. Além de amar desenhar, Georgia era muito estudiosa, gostava de aprender coisas novas, treinava vôlei com entusiasmo, fazia aulas de jazz e aproveitava qualquer oportunidade para viajar.
Mas se pudesse escolher um destino para sempre, ah, esse seria a praia! Seu irmãozinho Daniel vivia perguntando: "Gê, você consegue desenhar um tubarão de óculos?" Ela ria: "Consigo!" "E um polvo andando de patins?" "Também!" Daniel achava que a irmã podia desenhar qualquer coisa do mundo. Na semana do aniversário da Georgia, a família viajou para uma praia muito bonita. O mar era calmo, a areia era clarinha e havia um pequeno cebo perto do calçadão.
Enquanto os pais olhavam alguns livros, Georgia encontrou um caderno antigo de capa azul, escondido em uma prateleira. Na primeira página havia apenas uma frase: "Desenhe com cuidado, algumas ideias gostam de ganhar vida." Ela sorriu. "Que frase engraçada!" Compraram o caderno e seguiram o passeio. Naquela noite, Georgia resolveu estreá-lo. Sentou-se na varanda da pousada enquanto ouvia o barulho das ondas. Primeiro desenhou uma concha diferente, cheia de espirais.
Na manhã seguinte, Daniel saiu correndo da areia. "Gê, Gê, você precisa ver isso!" Bem perto do mar havia exatamente a concha que ela havia desenhado. Ela ficou surpresa. "Coincidência", pensou. Então desenhou um guarda-sol listrado de cores diferentes. No outro dia, uma família montou um guarda-sol exatamente igual ao do desenho. Agora Georgia começou a desconfiar. Será que aquele caderno mostrava coisas que ainda iam acontecer?
Poder? Decidiu fazer um teste. Desenhou uma menina jogando vôlei na praia enquanto um golfinho saltava ao fundo. Na manhã seguinte, aconteceu um campeonato de vôlei de férias bem na praia. Georgia entrou para brincar com as outras crianças e, no meio da partida, um golfinho apareceu no mar e fez um salto enorme. Todo mundo parou para aplaudir. Ela fechou o caderno devagar. Isso não pode ser coincidência! Daniel arregalou os olhos.
Eu falei que ele era mágico! Os dois resolveram investigar. Cada novo desenho parecia anunciar alguma pequena surpresa no dia seguinte. Uma barraca nova de sorvetes, um cachorro usando chapéu, uma pipa em forma de baleia. Tudo acontecia. Até que numa página em branco, Apareceu sozinha uma pequena mancha azul. Georgia nem havia desenhado. A mancha começou a formar uma imagem. Era um mapa. No canto havia escrito: "Encontre o lugar onde o mar conversa com as pedras." Os irmãos seguiram as pistas caminhando pela praia.
Depois de algum tempo encontraram um pequeno caminho entre as rochas. Lá havia uma gruta escondida. Quando entraram, perceberam que as paredes estavam cobertas de desenhos mágicos desenhos antigos feitos por crianças de muitos anos atrás. Barcos, animais, flores, castelos, pipas, praias. Uma placa de madeira dizia: "Toda criança que desenha com alegria deixa um pedacinho de imaginação no mundo." No centro da gruta havia uma caixa de madeira.
Dentro dela, apenas um lápis de cor de azul marinho e um bilhete.— O verdadeiro poder nunca esteve no caderno. Sempre esteve em quem acredita nas próprias ideias. Georgia sorriu. Naquele instante percebeu que seus desenhos não eram especiais por fazerem previsões. Eram especiais porque faziam as pessoas imaginar, sorrir e enxergar beleza onde antes havia apenas uma folha em branco. Antes de ir embora, ela desenhou toda a família.
Seu pai, sua mãe, Daniel fazendo careta, ela mesmo segurando uma bola de vôlei. Ao fundo, o mar. Quando terminou, Daniel apontou para o desenho. "Está faltando uma coisa." "O quê?" Ele pegou um lápis e desenhou um enorme sol sorridente. "Agora ficou perfeito!" Os dois caíram na risada. Na volta para casa, Georgia levou o caderno consigo. Ele nunca mais mostrou mapas misteriosos nem desenhos do futuro. Mas isso não importava. Ela continuou desenhando todos os dias, estudando com dedicação, treinando vôlei, dançando jazz, viajando sempre que podia e enchendo cada lugar por onde passava de criatividade.
Porque algumas aventuras terminam, mas a imaginação de uma criança talentosa nunca pare de criar novos caminhos. Que sono! Vamos dormir já já. Boa noite!
Amary Conta
História personalizada