Episódios de A Mary Conta - Hora de Dormir

A grande aventura do fofinho

07 de junho de 20266min
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🌙✨ E se o seu travesseiro favorito desaparecesse no meio da noite?

Foi exatamente isso que aconteceu com Eduardo, que embarcou em uma aventura emocionante ao lado dos primos Miguel, Helena e Lorenzo para resgatar o querido Fofinho! Entre pontes perigosas, uma floresta misteriosa e até um encontro inesperado com uma onça, os quatro descobriram que coragem, amizade e união podem transformar qualquer desafio em uma lembrança inesquecível. 💚

Histórias assim não nascem por acaso. Esta é uma história totalmente personalizada, criada especialmente para uma criança, com elementos da sua vida, da sua personalidade e das pessoas que ela ama. 📚💫

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Participantes neste episódio5
E

Eduardo

ConvidadoFuturo presbítero
H

Helena

Convidado
L

Lorenzo

Convidado
M

Mary

NarradorContadora de histórias
M

Miguel

Convidado
Assuntos5
  • A caçada a WalterEduardo · Fofinho (travesseiro) · Miguel · Helena · Lorenzo · Perda do travesseiro · Busca na floresta · Encontro com a onça
  • AmizadeTrabalho em equipe · Superação de medos
  • Conservação ambiental e florestalPonte perigosa · Onça-pintada
  • Personagens da históriaEduardo · Miguel · Helena · Lorenzo
  • História pessoal e trajetóriaAmary Conta · História personalizada
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async

Eduardo:Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história. Era uma vez, a grande aventura do fofinho. Era uma noite de férias diferente de todas as outras. Eduardo tinha acordado com o maior sorriso do mundo porque seus primos tinham chegado para passar o fim de semana. Miguel, com seus 13 anos e aquele jeito de saber tudo. Helena, sua irmã de 7 anos, e Lorenzo, também com 7 anos Ideias e energia para dar e vender. Os quatro tinham brincado tanto que caíram na cama antes mesmo de a lua aparecer no céu. Eduardo abraçou o Fofinho, seu travesseiro mágico, branquinho e cheirosinho, o melhor travesseiro do universo inteiro, e fechou os olhos feliz. Mas de madrugada, Eduardo acordou de repente. Algo estava errado. Ele passou a mão pela cama, Passou de novo, levantou o lençol, olhou embaixo do travesseiro grande, olhou atrás da cama. O Fofinho havia sumido. "Fofinho!" Eduardo chamou em voz baixa, com o coração já apertado. Miguel acordou primeiro. "O que foi, Dudu?" "O Fofinho sumiu!" Eduardo disse com a voz tremendo. Helena e Lourenço abriram os olhos ao mesmo tempo. —Sumiu como? Travesseiro não anda sozinho —disse Helena muito séria. Mas então Miguel olhou pela janela e a cortina balançava. E lá no quintal, na beira da floresta, havia uma coisinha branquinha que o vento estava levando para dentro da floresta. —O fofinho foi para lá! —gritou Miguel. A floresta à noite era escura, cheia de barulhos e ninguém sabia o que havia lá dentro. Eduardo respirou fundo e disse: "Então a gente vai buscar ele!" Em 5 minutos, os 4 já estavam equipados como verdadeiros exploradores. Miguel pegou 4 lanternas. Helena colocou na mochila bolacha, água e um mapa que ela mesma desenhou, torto, mas com muita dedicação. Lorenzo amarrou uma corda na cintura por precaução. E Eduardo vestiu sua roupa camuflada e entrou na floresta na frente de todo mundo.— Eu vou na frente— ele disse— o fofinho é meu. A floresta à noite era outra coisa. As árvores pareciam maiores, as sombras dançavam e os galhos faziam barulhos estranhos lá em cima. Mais à frente, o caminho era cruzado por um riacho. E sobre o riacho havia uma ponte velha de madeira, estreita, com tábuas apodrecidas pelo tempo. Os quatro avançaram com cuidado um de cada vez. Helena foi a primeira, mas no meio da ponte uma tábua cedeu sob seus pés. Ela tentou se equilibrar, mas a segunda tábua cedeu também e Helena começou a cair. Miguel voou! Em 2 segundos ele estava na ponte, o braço estendido, e agarrou o pulso da irmã antes que ela desaparecesse. Lorenzo rapidamente amarrou a corda que carregava na cintura num tronco firme e jogou a outra ponta para Miguel, que prendeu o cinto. Eduardo empurrou o galho grosso para Helena usar de apoio. Juntos, os quatro conseguiram salvar Helena, que voltou para a margem, tremendo com os pés molhados, mas viva. Os quatro respiraram fundo e continuaram. Foi então que as lanternas iluminaram dois olhos verdes brilhando entre as árvores. Dois olhos grandes, muito grandes. Uma onça-pintada enorme parada no meio do caminho, olhando os quatro sem piscar. Ninguém respirou. A onça deu um passo, depois mais um. Miguel recuou. Helena segurou o braço de Lorenzo. Mas Eduardo, com o coração na garganta, ficou parado. Ele sabia: animais sentem quando a gente tem medo. E a onça corre mais rápido. Sabe nadar e ainda sobe em árvores, então ele não podia fazer nada. Devagar, Eduardo abriu a mochila de Helena, pegou a bolacha e jogou longe, para o lado oposto do caminho. A onça virou a cabeça para o barulho, farejou o ar e preguiçosamente caminhou na direção da bolacha, desaparecendo entre as árvores. Como você sabia que ia funcionar? sussurrou Miguel. Não sabia disse Eduardo mas tinha que tentar. E foi assim que os quatro, ainda com o coração acelerado, encontraram o Fofinho. Ele estava ali, enroscado numa raiz grande, iluminado pela luz da lua que entrava por uma abertura do alto da floresta. Branquinho, quietinho, esperando. Eduardo correu, pegou o Fofinho e abraçou com tanta força que parecia que nunca mais ia largar. Achei você! "Merci", ele disse bem baixinho, só para o fofinho ouvir. Os três ficaram um pouco afastados sem falar nada. Depois Helena abraçou Eduardo, Lorenzo abraçou os dois e Miguel abraçou os três. Na manhã seguinte o sol voltou, o café ficou cheiroso na cozinha e os quatro contaram a aventura para Laís e Caio, que não acreditaram em nada. O que era completamente esperado. À tarde, as malas já estavam na porta. Eduardo ficou quieto segurando o fofinho. Nos vemos no próximo feriado, disse Helena. Logo, logo, disse Lorenzo. Miguel se abaixou para ficar no mesmo nível de Eduardo e disse: Foi a melhor aventura que eu já tive, e olha que eu tenho 13 anos. O carro saiu devagar pela rua. Os primos acenando pelas janelas até sumirem na curva. Eduardo ficou parado na calçada por um tempinho, depois olhou para o Fofinho: "Você viu, né? Eles foram te buscar junto comigo." O Fofinho não respondeu, mas Eduardo tinha certeza que se travesseiros pudessem sorrir, o Fofinho estava sorrindo. Ele entrou em casa e ficou pensando na aventura que teve com seus primos e ficou esperando o próximo fim de semana de férias. Que sono! Vamos dormir, Eduardo. Boa noite.

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