Um oceano de descobertas
Entre o sol da Califórnia, as ondas geladas do mar e muitos abraços apertados, nasceu uma história cheia de amor, coragem e novas descobertas ☀️🌊✈️
A pequena Soleil embarcou em uma grande aventura ao lado da mamãe Rochelle e do papai Conor rumo a Los Angeles, aprendendo que crescer também é criar coragem para viver coisas novas, mesmo quando a água está fria demais para os pezinhos 🐠💛
Uma história doce, divertida e cheia de memórias especiais para guardar para sempre.
Esta é uma história personalizada ✨
Quem também quiser transformar sua criança em protagonista de uma aventura única pode encomendar pelo Instagram @amaryconta ou pelo site www.amaryconta.com.br
- Superando o medo da água friaMedo da água fria · Coragem · Pequenos peixinhos · Jeff · Perla · Dud
- Aventura de Soleil na CalifórniaMudança para Los Angeles · Soleil · Rochelle · Conor · Los Angeles
Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história.
Era uma vez um oceano de descobertas. Era uma vez uma menina chamada Soleil. Seu nome combinava perfeitamente com ela, porque onde quer que passasse, parecia levar um pedacinho do sol junto. Com seus olhinhos curiosos, seus sorrisos para todo mundo e seus passinhos rápidos, Soleil iluminava qualquer lugar.
Quando ela tinha apenas dois anos, uma grande aventura começou. Soleil, a mamãe Rochelle e o papai Connor fizeram as malas e foram morar em uma cidade cheia de sol, mar e calor, Los Angeles. Mamãe Rochelle amava sentir o cheiro do vento.
ouvir as ondas do mar e caminhar descalça na areia. Depois de tantos dias frios e chuvosos, ela sonhava viver perto da praia. E Solé parecia concordar direitinho com essa ideia. Assim que chegaram à casa nova, Solé já começou sua missão mais importante, espalhar alegria. Ela cumprimentava todo mundo pelo caminho.
Oi, tchau, hello. Acenava para os vizinhos, sorria para os cachorros na rua e mandava beijinhos para quem cruzasse seu caminho. Na escola, então, ela era famosa pelo abraço de despedida. Antes de ir embora, fazia questão de abraçar as professoras bem apertado.
Sol adorava viver em movimento. Corria pela casa, dançava pela sala, fazia aula de ginástica e yoga com muita concentração. Por uns dois minutinhos. Depois já queria girar, pular e inventar alguma brincadeira nova.
Ela também amava pintar desenhos coloridos, ouvir histórias, olhar livros cheios de figuras e brincar de imaginar mundos mágicos. Mas o que ela mais amava mesmo era ir à praia com a mamãe e o papai.
Na areia, Soleil cavava buracos, fazia castelinhos tortinhos e fingia conversar com os peixinhos. Quando via patinhos, cachorros ou gatinhos, seus olhos brilhavam como estrelas. Mas havia um pequeno detalhe importante sobre Soleil. Ela amava a água, só não gostava quando ela estava gelada. No Brasil, ela se jogava no mar e na piscina sem pensar duas vezes.
Mas no primeiro dia em que colocou os pezinhos no mar da Califórnia... Ai, que gelado! Saiu correndo da água tão rápido que quase deixou suas pegadinhas voando pela areia. A mamãe Rochelle e o papai Connor começaram a rir enquanto Soleil olhava desconfiada para aquele oceano.
Desde então, sempre que a água estava fria, ela fazia cara de coragem, mas ficava bem longe. E tinha outra coisa que Soleil não suportava, roupa molhada. Se caísse um pinquinho de água na camiseta, já saía correndo dizendo, Tira, mami, tira, molhado.
Um dia, vovô Jeff e vovô Perla e o tio Dud foram visitar Solé em Los Angeles. Todos decidiram passar o dia em uma praia linda, cheia de conchinhas e gaivotas voando pelo céu. Enquanto os adultos montavam um guarda-sol, Solé encontrou uma pequena poça de água entre as pedras. Lá dentro havia peixinhos minúsculos nadando bem rápido.
Ela ficou encantada. Eles não têm medo da água fria, sussurrou. Então, bem devagarinho, Solé colocou primeiro um dedinho do pé na água, depois outro, depois os dois pés. A água ainda parecia gelada, mas os peixinhos continuavam nadando felizes.
Mamãe Rochelle se aproximou sorrindo. Às vezes, coragem não é não sentir medo, disse ela. É tentar mesmo assim. Soleil pensou por alguns segundos, então respirou fundo. Ssss...
E entrou mais um passinho, depois mais outro, e mais outro. Quando perceberam, ela já estava brincando na água, rindo alto enquanto pequenas ondas faziam cócegas em suas pernas. Olha eu, sou uma peixinha!
ela gritava. Naquele dia, Sol descobriu algo muito importante. Aventuras nem sempre começam sem medo. Às vezes, elas começam justamente quando damos um passinho pequenininho, mesmo tremendo um pouco.
E assim, entre aviões, praias, livros, abraços, pinturas, danças e ondas geladas, Sol foi crescendo, sempre sorridente, sempre carinhosa, sempre aventureira. Como um pequeno raio de sol, aprendendo a brilhar cada vez mais longe. Que sono! Vamos dormir, Sol! Boa noite!
Amary Conta
História personalizada para crianças