Laura e as pequenas coisas
Tem coisa mais bonita do que perceber que aquilo que parece só rotina hoje vai virar memória amanhã? 🥹💛
O banho cheio de brincadeiras com o papai, os penteados de princesa, os livros espalhados pela casa, a história antes de dormir, a Bubu apertadinha nos braços, os beijinhos de boa-noite...
Para a Laura, são só as coisas que acontecem todos os dias.
Mas, para a mamãe Samanta e o papai Sohail, são pedacinhos da infância que merecem ser guardados.
Foi pensando nisso que nasceu a história da Laura: para registrar essa fase tão bonita, cheia de pequenas descobertas, perguntas, princesas e rituais que, sem ninguém perceber, vão construindo as lembranças de uma vida inteira. ✨
Porque a infância acontece no cotidiano.
E algumas das melhores histórias começam justamente ali. ❤️
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- A rotina de Laura e as pequenas coisas que constroem a infânciabanho com o papai·penteados de princesa·história antes de dormir·livros espalhados pela casa·abraço na Bubu
- A importância dos rituais diários na construção das memórias afetivascheiro do shampoo·voz da mamãe contando história·abraço no fim do dia·perguntas que não parecem ter fim
- Como a infância acontece no cotidiano e vira lembrançadias comuns em lembranças·sensação de ter sido cuidada·lugar seguro para voltar
Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história. Era uma vez Laura e as pequenas coisas. Laura tinha 2 anos e 8 meses e ainda não sabia, mas estava vivendo uma das fases mais bonitas da infância. Não porque todos os dias acontecesse alguma coisa extraordinária, mas porque os dias eram cheios de pequenas coisas: o jantar depois da escola, o banho com o papai de Sorrai, que nunca era só banho, tinha brincadeira, risadas, e as princesas de Laura ganhando direito a lavar os cabelos também.
Bela, Ana, Rapunzel. Depois vinha o penteado do dia seguinte: Jasmine, Frozen, Moana. E finalmente, a parte preferida, a hora de dormir com a mamãe Samanta. Uma história, duas, três, Talvez mais uma, porque Laura ama livros e às vezes nem espera alguém contar. Abre um deles e inventa sua própria história. Então abraça Bubu, pega seu paninho e se aconchega. Ultimamente, antes de fechar os olhos, ainda existe uma pergunta: Mamãe, nenhum bicho vai me pegar?
E logo vem a certeza que ela precisa ouvir: O papai e a mamãe me protegem, né? Protegem sempre. Laura ainda é pequena demais para saber que são justamente esses momentos que ficam: o cheiro do shampoo, a espuma no cabelo, a voz da mamãe contando uma história, o abraço no fim do dia, o penteado escolhido para escola, os livros espalhados pela casa, os beijinhos de bom dia e boa noite, o balanço do parquinho. As perguntas que não parecem ter fim e aquele famoso 1, 2, 3 e já!
Tudo parece apenas a vida acontecendo, mas é assim que as memórias são construídas, sem avisar. A infância vai passando enquanto alguém prepara jantar, penteia o cabelo, conta uma história ou responde pela centésima vez a mesma pergunta. Um dia a Laura vai crescer, talvez não se lembre de cada banho, cada livro ou cada penteado, mas alguma coisa desses dias ficará nela: a sensação de ter sido cuidada, de ter sido ouvida, de ter tido um lugar seguro para voltar todas as noites.
Porque algumas das lembranças mais bonitas da infância não nascem de grandes acontecimentos, Nascem dos pequenos rituais que se repetem tanto que parecem eternos. E é isso que Samanta e Sorrai estão fazendo agora, sem perceber, transformando dias comuns em lembranças para toda a vida, guardando a Laura pequenininha um dia de cada vez. Que sono! Vamos dormir, Laura. Boa noite.
Amary Conta
História personalizada para crianças