Episódios de A Mary Conta - Hora de Dormir

O pote das saudades

10 de maio de 20264min
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✨ Às vezes a saudade aparece… mas ela pode ser preenchida com amor, brincadeiras, desenhos, abraços e pequenas aventuras do dia a dia. 💛

Na história de hoje, Camille descobre que esperar também pode ser mágico quando o coração está cercado de carinho. 🌈✨

🎧 “O Pote das Saudades” é uma história personalizada, criada com afeto para ajudar crianças a atravessarem momentos de ausência com mais leveza, segurança e imaginação.

🐾 Com vovó, vovô, primo Noah, os gatinhos Pretinha, Guintoki e Kiro… e um pote cheio de memórias felizes, Camille aprende que o amor nunca vai embora — ele só espera o reencontro acontecer. 💕

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Participantes neste episódio4
E

Enrico

HostNarrador
J

João Eduardo

HostNarrador
M

Marcela

HostNarradora
M

Mary

HostContadora de histórias
Assuntos1
  • Nostalgia e SaudadeLidar com a ausência dos pais · Criar memórias felizes durante a espera · A importância do amor e carinho familiar · Camille · Ana Paula · Silvestre · Noah · Pretinha, Gintoki e Kiro · Professora Fabi
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Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história. Era uma vez o pote das saudades. Era uma vez uma menina chamada Camille, que tinha acabado de fazer quatro anos. Ela adorava desenhar, brincar de cozinha e inventar receitas malucas para servir em seus pratinhos de brinquedo.

Às vezes fazia bolo de nuvem com morango imaginário. Outras vezes preparava sopa de arco-íris para seus convidados especiais. Camille tinha uma família cheia de amor. A mamãe Ana Paula dava abraços mais gostosos do mundo. O papai Silvestre sempre fazia brincadeiras engraçadas. O primo Noah era parceiro de aventuras.

E os três gatinhos irmãos, Pretinha, Gintoki e Kiro, estavam sempre por perto, correndo, dormindo ou fazendo bagunça. Um dia, mamãe e papai contaram uma novidade. Em breve, nós vamos viajar por alguns dias. Camília regalou os olhos. Muitos dias? Alguns, respondeu a mamãe sorrindo. Mas sabe de uma coisa?

O tempo passa muito mais rápido quando a gente enche os dias de coisas bonitas. Mesmo assim, Camille sentiu um apertinho no peito. Então, o papai teve uma ideia. Ele pegou um pote de vidro transparente e colocou sobre a mesa.

Este será o pote das saudades. Camille ficou curiosa. E como funciona? Mamãe explicou. Cada vez que você viver um momento feliz enquanto estivermos viajando, pode colocar algo aqui dentro. Faça desenhos, uma estrelinha de papel, um bilhetinho.

uma lembrança bonita ou até um adesivo. Quando pode ficar cheio, significa que nosso reencontro está chegando, disse o papai. Os olhos de Camille brilharam. Ela gostou da ideia. Então, começaram os preparativos.

No primeiro dia, ela colocou dentro do pote um desenho dos três gatinhos. No segundo, uma estrelinha dourada porque brincou muito com o Noah. Depois, colocou um coração de papel porque ajudou a vovó na cozinha. Outro dia, desenhou o vovô, sua pessoa favorita depois da mamãe, usando uma capa de super-herói.

Enquanto isso, os dias iam ficando leves e cheios de pequenas aventuras. Na escola onde Camila estudava, passava o dia com os amigos e com a querida professora Fabi, que sempre tinha ideias divertidas. Teve dia da pintura, dia da música, dia de contar histórias, dia de correr pelo pátio. Em casa, os gatinhos faziam companhia. Pretinha dormia bem pertinho dela. Em touca, espiava os lápis de cor.

E Kiro corria pela casa como um foguete peludo. Às vezes a saudade até aparecia, mas agora Camille sabia o que fazer. Ela respirava fundo e pensava, vou colocar mais uma lembrança feliz no pote.

E assim, devagarinho, a espera foi ficando menor. O pote começou vazio, mas logo ficou cheio de cores, desenhos, bilhetes e memórias felizes. Até que um dia, mamãe e papai voltaram. Camille correu para abraçá-los, enquanto os três gatinhos também faziam festa pela casa. Depois de muito orgulhosa, ela trouxe o pote.

Olhem quantas coisas bonitas aconteceram enquanto eu esperava vocês. Mamãe e papai olharam emocionados para cada papelzinho, porque ali dentro não havia só desenhos. Havia coragem, amor, crescimento e havia uma menininha aprendendo.

Que a saudade pode existir, mas nunca precisa ocupar o coração inteiro. E naquela noite, juntinhos novamente, Camille descobriu uma coisa muito importante. Quando os dias são preenchidos com carinho, brincadeiras e amor, a espera fica bem mais curtinha. Que sono! Vamos dormir, Camille. Boa noite!

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