O dia perfeito
Todo dia pode ser especial… mas alguns viram inesquecíveis 💛
“O dia perfeito” é uma história que mostra como os pequenos momentos — um passeio, uma risada, um abraço — podem se transformar em grandes memórias. E quando a criança se reconhece na história, tudo fica ainda mais mágico ✨
Essa é uma história personalizada, feita com carinho para tornar um dia comum em algo único.
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Mari
- O dia perfeito
Tá na hora de dormir, mas antes a Mari conta uma história. Era uma vez o dia perfeito. Era uma vez um menino de 5 anos chamado Gabriel, que acordou com um sorriso tão grande que até os olhos brilhavam. Ele sabia lá no fundo que aquele seria um dia perfeito. Assim que abriu os olhos, ouviu três rabinhos batendo no chão. Era a Amora, Cacau e Au Au.
Os cachorros que ele amava mais que tudo. Eles pulavam na cama, lamberam seu rosto e fizeram uma festa tão grande que a mamãe Cristina apareceu na porta sorrindo. Bom dia, meu amor. Acho que alguém aqui já começou o dia feliz.
O papai Marcelo entrou junto e disse, hoje é dia de aventuras, hein campeão? Gabriel logo correu para brincar de massinha, fazendo monstrinhos coloridos. Depois montou um quebra-cabeças, encaixando a última peça com um yes de vitória.
Ele ainda coloriu um desenho com um arco-íris do jeitinho dele e fez uma torre de Lego, mais alta que um dos cachorros, que ficou olhando desconfiado. Quando cansou, ele chamou. Papai, vamos cortar grama? E lá foram os dois para o quintal. O papai empurrou o cortador e Gabriel correu atrás, fugindo do barulho e dando risada. Lá dentro, a mamãe Cristina já separava os ingredientes.
Quer fazer panquecas hoje, chefe Gabriel? Ele queria, claro. Misturou a massa, virou a panqueca, quase virou o ar também. E depois colocou a mesa com muito capricho. O almoço, é claro, foi o preferido dele, macarrão. Daquele bem gostoso.
E como era um dia perfeito, a noite teria comida japonesa também. Depois do almoço, a família foi ao clube. Gabriel mergulhou na piscina, correu na areia, cavou túneis, construiu castelos e ainda escorregou no morrinho sentada em um papelão gritando.
Uhul! Os amigos vieram, os cachorros correram juntos e o dia ficou ainda mais legal. Quando voltaram para casa, ainda teve tempo de brincar de rouba-bola. Aquela brincadeira que ele inventou e que sempre termina todo mundo rindo e fingindo que está roubando a bola mais rápido que o outro.
E então, chegou a parte que Gabriel mais gosta, a hora de dormir. Eles foram para o quarto e ele escolheu um monte de livros, porque num dia perfeito, podem ser vários mesmo. A mamãe leu um, dois, três, quatro, cinco, e o papai leu dele também.
E como sempre, quando todos já estavam deitados, o Gabriel disse a frase que todos esperavam. Papai, eu quero leite e pão quentinho. O papai Marcelo resmungou do jeitinho divertido de sempre. Levantou e foi preparar.
Um dia eu ainda vou oferecer antes e você vai aceitar, menino. Mas o Gabriel só deu risada, porque esse ritual era parte do encanto. Com a luz apagada, ele bebeu seu leite, aconchegou-se entre a mamãe e o papai, ouviu a história da Marie Conta e sentiu que o peito estava cheio, quentinho, igual ao pão que o papai fez. Antes de dormir completamente, pensou baixinho, com os olhos quase fechando.
Queria que esse dia se repetisse todos os dias. E assim terminou o dia perfeito do Gabriel. Com amor, risadas, cachorros brincando e a certeza de que no coração dele, dias assim nunca acabam. Que sono! Vamos dormir, Gabriel? Boa noite!