Jonathan Bernardes | Jesuspod #69
🎙️ Um podcast criado para inspirar empreendedores, falar sobre empreendedorismo cristão e levar a Palavra de Deus de forma prática e transformadora.No episódio de hoje, receberemos o diretor executivo da rede Sóbrancelhas, que irá contar não somente sua jornada profissional, como também irá te mostrar os milagres de Deus! Não perca esse episódio repleto de bênçãos e histórias de milagres!🔔 Fique por dentro de tudo que acontece no JesusPod📲 Siga nosso Instagram: @oficialjesuspod👤 Convidado: Jonathan Bernardes - @jonathan.bernardess🎙️ Apresentadora: Luzia Costa - @luziacosta#JesusPod #LuziaCosta
- Jornada de Jonathan BernardesInfância e cura da mãe · Adolescência e retorno a Deus · Relacionamento com Jéssica e casamento · Carreira no banco e promoção · Transição para a Sóbrancelhas · Desafios da paternidade e infertilidade · Mudança para os Estados Unidos e aprendizado · Nascimento da filha Betina
- Propósito e fé em DeusDeus como centro da vida · Oração e testemunho · Servir a Deus e às pessoas · Confiança na vontade divina · Superação de desafios através da fé
- O papel da mulher na vida do homemInfluência da mãe · Apoio da esposa Jéssica · Visão e sabedoria de Luzia Costa
- Mentalidade EmpreendedoraCultura de excelência na Sóbrancelhas · Expansão sobrenatural da rede · Impacto da marca através do amor de Deus · Oração e cuidado com as pessoas
- A história de José no EgitoDesafios e traições na vida de José · Propósito divino e coração no Senhor · Presença de Deus sobressaindo nas adversidades · Impacto de José na salvação de seu povo
Minha mãe chegou um dia, Luzia, eu tinha esses 10 anos, minha mãe falou assim, filho, tô cansada de tomar remédio, eu tô cansada de correr atrás dos médicos e a minha doença não vai embora. Jesus, ele pode curar a mãe, mas ele pode não curar. Mas uma coisa que eu quero que você saiba que ele vai continuar sendo Deus. Aquilo na minha vida, Luzia, foi muito perfeito.
Eu não tenho dúvidas, Luzia. Eu creio que todos pecaram e destituídos foram na glória de Deus. Mas eu fui reconciliado em Cristo. E como alguém reconciliado em Cristo, eu fui chamado para ser um agente de reconciliação. Então o meu trabalho todo, Luzia, tudo que eu faço é uma desculpa para que o nome de Deus seja glorificado.
E aí esse gerente começou a me ver e falou, faz isso, faz aquilo, faz aquilo outro. Começou a me dar essa direção. Só sei que num determinado momento surgiu uma vaga no banco pra gerente. Eu acho que naquela época, Luz, eu fui o primeiro estagiário e foi promovido a gerente de pessoa física. Mais um episódio do Jesus Pode.
Gente, vou falar uma coisa pra vocês. O podcast de hoje, todo dia vocês vão falar, se eu ia todo o especial, todo é pra lá de especial. Claro, né? Jesus não ia mandar ninguém que não fosse especial, mas o de hoje. Pensa, ele é um filho dessa casa.
dono de uma história incrível do nosso amor, do nosso carinho hoje vocês vão receber a visita aqui no Jesus Pódio do diretor das fabroncelhas aí vocês tem noção do tamanho da pressão do que vai ser tudo isso mas nós vamos falar do que Jesus fez na vida dele o que trouxe ele até aqui nós vamos falar sobre legado nós vamos falar sobre modomia, nós vamos falar sobre chamado e ele é dono de um testemunho e ele é um testemunho
que eu vou te contar, custou caro para ele estar aqui, custou caro, custou caro gerar esse testemunho, mas é de graça para você que está aí, assim como a salvação, custou tão caro, tão caro para Jesus e aquela cruz, mas é de graça para você, você pode aceitar Jesus daí, onde você está agora.
E compartilhando, seguindo as redes sociais do nosso convidado, ajudando a propagar essa mensagem que Jesus vai trazer através da vida dele. Então receba comigo, Jonathan Bernadette. Ai, que lindo! Eu também, enquanto você falava, meu coração já estremecia aqui de alegria, porque a gente começa a lembrar, né, de tudo que Jesus fez. E estou me sentindo muito privilegiado de coração de estar aqui com você.
nesse podcast. E o meu objetivo aqui, Luzia, é que através do que a gente for conversar, do nosso bate-papo, o nome de Jesus seja realmente glorificado e pessoas sejam abençoadas por algo que Deus fez na minha vida, porque eu me sinto alguém tão privilegiado, pelo amor de Deus, por tudo que ele é, por tudo que ele fez. Então, estou muito feliz de estar aqui com você. Muito feliz.
Eu falo que toda vez que eu escuto, assim como a nossa história, assim como Deus tem feito na sua grossa, eu falo que a gente não se cansa de se emocionar com o que Deus fez. É tão lindo toda vez que você conta um pouquinho do que Deus fez na sua vida. Daquele menino que viveu todos os traumas que muitos jovens passam hoje, de paternidade.
de solidão, de abandono, que tinha tudo para ter dado errado na vida, vamos dizer, das desculpas da vida. E quando a gente fala desse talento dele hoje, como diretor de uma grande empresa, Salvador Seiras, a melhor empresa do mundo, que vocês sabem, está aqui com a gente, proporcionando que esse podcast, que essa mensagem seja levada a todas as nações.
Mas o Jonathan é dono de um caráter incrível. A essência dele de trazer Jesus, esse senso de pastoreio que ele tem, esse instinto realmente de cheiro a ovelha, sabe? Ele sente cheiro de ovelha, ele tem prazer de cuidar e é isso que me encanta na sua vida. Amém, amém. É um chamado, né, Luzia? Eu acho que o nosso primeiro chamado é ser encontrado por Jesus.
E eu tenho na minha vida, Luz, o privilégio de ter tido vários momentos com Deus para Ele ir me forjando. Vou contar um pouco da minha história, mas eu tenho uma mãe que me ensinou o temor do Senhor. Uma mãe que conseguiu implantar dentro do meu coração quem era Deus. E não foi através de uma coisa muito boa, foi através de um momento muito difícil na nossa vida.
e no decorrer toda uma vida, Deus me deu uma mulher incrível, que elevou o nível da minha vida, elevou o nível do meu coração, e também tem a história da minha filhota, então eu sou rodeado de pessoas, e essas três mulheres são sensacionais. Eu lembro que nessa questão do chamado, Luzia, minha mãe é uma mulher muito temerosa a Deus, servindo ao Senhor, e ela ficou doente, porque ela tinha bronquite.
E eu lembro que ela teve sete desmaios e desses sete desmaios, dois foram com parada respiratória e dois com parada cardiorrespiratória, que ela precisou passar ali no médico.
com ressuscitação. E ela estava grávida do meu irmão mais novo. Eu tinha meus 10, 11 anos de idade. E naquele momento eu só podia fazer uma coisa. Orar pela vida da minha mãe. Porque ela me ensinou em diversos momentos da minha vida que Deus é um Deus de resposta. Deus é um Deus de oração, que recebe oração. E ver a minha mãe naquele estado, eu só tinha um lugar para recorrer. Jesus.
Só que ainda assim muito novo, ainda assim muito pequeno, uma criança. E eu lembro que em várias orações, minha mãe falava, filho, eu gosto que todo mundo ore por mim, mas eu sinto que na sua oração tem algo diferente. E perfeito, só que aí minha mãe foi curada. É um testemunho que eu achei sensacional. Minha mãe chegou um dia, Luzia, eu tinha esses 10 anos, e minha mãe falou assim, filho, era eu e meu irmão mais velho e ela grávida. Eu tô cansada.
Cansada de tomar remédio. Eu tô cansada de correr atrás dos médicos. E a minha doença não vai embora. E assim, a gente é de uma família muito humilde. E quando ela veio falar isso pra uma criança de 10 anos, ela falou, filho, então eu não vou fazer mais nada. Eu não vou tomar mais remédio, eu não vou mais no hospital. A única coisa que eu vou fazer é, eu vou orar. E Jesus vai fazer o que ele quiser. Ele falou assim, filho, Jesus, ele pode curar a mãe. Mas ele pode não curar.
Mas uma coisa que eu quero que você saiba que ele vai continuar sendo Deus. Aquilo na minha vida, Luzia, foi muito percante. E com uma criança, né? Eu lembro que eu chorava, vendo minha mãe passando mal, orava e daqui a pouco tava brincando na rua. E minha mãe ficou três dias, Luzia, sem ir pro hospital, passando mal, ia ali orando. Eu lembro que eu tava na calçada da minha avó.
E minha mãe saiu, é como se o portãozinho, eu escuto o barulho do portãozinho até hoje. Minha mãe sai, olha pro lado com um sorriso de fora a fora, aquele barrigão de grávida, e falou, filho, Jesus me curou. E assim, Luzia, depois daquele dia, minha mãe nunca mais teve crise, minha mãe nunca mais teve bronquite. E naquele dia eu entendi que existe um Deus no céu, que zela pelos céus.
Só que a minha vida foi acontecendo, a minha juventude foi acontecendo. E uma coisa que eu sei que Deus me deu, eu fui amadurecendo, mas Deus me deu um coração de menino. E na adolescência, sabe aquela coisa de assim, ah, não vou pra igreja mais não, pra quê? Eu fiquei na minha, eu comecei a trabalhar muito cedo, de uma família muito humilde, meu pai pedreiro, minha mãe dona de casa, vendia cult, vendia roupa, vendia tudo. E eu falei, não, não vou mais pra igreja não.
E eu fiquei um tempo, Luzia, alguns anos, um, dois anos da minha adolescência sem Jesus. Mas eu vejo que eu fui muito guardado por Deus, sabe? Muito guardado por Deus. Porque você é uma mãe que ora. E você, mais do que ninguém, sabe o poder de uma mãe que ora. Então eu sentia que as orações da minha mãe me guardavam ali. Foi quando, na minha adolescência, Luzia, eu acordei um dia chorando.
Um dia eu acordei, eu tinha meus amigos, eu saía, eu acordei chorando e eu escutava dentro do meu espírito.
Jesus me chamando. E naquele dia eu acordei e falei, Jesus, eu estou com tanta saudade do Senhor. Saudade da oração que eu fazia para minha mãe. Saudade dos cultos. Saudade de adorar. E o fato de eu estar fora não é a igreja em si. Mas o fato de eu estar distante do meu relacionamento com Ele. Isso eu tinha 16 anos. Eu acordei chorando. E minha mãe já desceu do quarto chorando e orando, né? E a partir dali eu falei, Jesus, agora minha vida é sua.
Agora eu vou renunciar tudo o que eu achei que eu queria para mim. Eu quero viver a tua boa, a tua agradável, a tua perfeita vontade. E ali, Luzinho, eu tinha 16 anos, pensa. A galera queria brincar, jogar bola, sair, mulher, isso e aquilo. Eu lembro que sábados em casa, enquanto meus amigos curtiam, eu estava em casa, ouvindo louvor e adorando Jesus e orando e chorando.
então o meu encontro com Deus foi um chamar de Deus e uma saudade que eu senti dele, e aí tem muita história aí veio a Jéssica da minha vida a minha esposa hoje a gente tem 15 anos de casado eu falo que eu tive o privilégio de casar com o amor da minha vida eu tive o privilégio de casar com o amor da minha vida e a Jéssica, Luzia, foi um presente de Deus pra mim, e eu falo assim Deus é tão bom comigo, Luzia, porque eu fui rodeado de testemunho testemunho
Porque não só pelo que Deus faz, mas pelo que Deus é. Mas Ele é tão bom que além de nos salvar, de nos curar, de nos libertar, Ele nos presenteia. Eu tinha um pastor que falava uma coisa que eu achava sensacional, que é, você pode fazer de tudo pra Deus, mas ninguém ganha de Deus em dar. Porque Ele deu o seu único filho na cruz do Calvário pra nós, que foi a maior coisa. E quando eu conheci a Jéssica, sabe, aquela paixão de...
de primeira vista, né? Eu lembro que ela saiu, ela mudou pra rua de casa, ela saiu do portãozinho, e eu era aquele menino, brincava de bola, brincava de bolinha de gude, de tudo. Quando eu vi a Jéssica, eu falei, essa é a mulher da minha amiga, quer casar com ela. Uma menina filha de pais cristãos. Então eu via nela, Luzi, algo sensacional.
Enfim, e é poderoso o que Jesus faz e o que ele pode fazer. Porque eu, menino, filho de pedreiro, filho de dona de casa, sem perspectiva nenhuma, começo a namorar com a Jéssica, inclusive. Começo a namorar com a Jéssica, eu trabalhava numa loja de calçados. Segunda, segunda. Eu lembro que na época o salário mínimo era...
R$230,00. A R$430,00, eu trabalhava meio período e ganhava R$230,00. Então, eu estudava de manhã, pegava minha bicicletinha, ia pro trabalho. E aí, Deus me deu a Jéssica de presente. E a gente começou a namorar. Eu lembro que um dia a Jéssica chegou pra mim assim, ó, sábado tem vestibular. Eu nem sabia que era vestibular direito. Falei, você vai fazer a prova pra gente entrar numa faculdade. E aí, Luzia, a gente fez a prova, a gente passou na faculdade. Eu falo muito que...
O homem precisa ter Deus como centro da sua vida.
Mas buscar de Deus uma mulher. Porque eu falo que uma mulher tem poder ou de derrubar um cara ou de elevar ele no seu potencial máximo. E esses dias eu até vi um negócio no Instagram e mandei pra Jéssica um vídeo e falei como você tem um papel fundamental na minha vida de abrir a minha mente, abrir o meu coração e me aproximar ainda mais de Jesus. Porque eu não tinha perspectiva, Luzia. Eu não sabia o que tinha além da porteira, sabe? Eu não sabia o que tinha além da porteira.
Eu imaginava assim, cara, se eu trabalhar fazendo isso, ganhando X, eu acho que toda profissão é lá honrosa. Mas eu tinha uma limitação. Então, quando eu fui para a faculdade, e eu falo dessa questão de testemunhos, eu fiquei um ano entregando currículo, enquanto eu estava na loja. E eu não recebi uma ligação. Eu lembro que um dia eu cheguei em casa com a minha mãe, namorando com a Jéssica, mas cheguei em casa. Eu falei, mãe...
Que coisa é essa? Nem pra me ligar pra falar que eu sou ruim, Luzia. Fala, Senhor, socorro, é tão ruim que nós não vamos te amar. Não, eu falei, Senhor. Só que uma coisa que eu sei é que Deus faz as coisas certas na hora certa.
Porque o deserto, Luzi, de qualquer pessoa, é o lugar onde Deus vai forjar esse caráter. E é como se eu ouvisse Deus falar pra mim assim, espera, espera. E eu ali confiante, eu ali firme e forte. Foi quando a Jéssica escreveu a gente no vestibular, a gente começou a fazer faculdade. Três meses depois, Luzi, eu tenho uma oportunidade de ser estagiário no banco mercantil.
E aí, eu lembro que eu recebi uma ligação, eu na loja, e aí toco o meu telefone, eu corro pro estoque, atendo, e aí eles falam, senhor Jonathan, eu falei, gente, eu nunca fui chamado de senhor na minha vida, né? Senhor Jonathan, o senhor se inscreveu numa vaga. Eu falei, rapaz, quem que me inscreveu, Luzi?
A Jessica. Claro. Entendi, claro que foi ela. E ela me inscreveu nessa vaga e eles me ligaram. Jonathan, é de uma instituição bancária que a gente estava até. A gente gostou muito do seu currículo. Eu falei, não, um ano sem receber nenhuma ligação. O senhor tem tempo para uma entrevista? Eu falei, tem. Vou marcar tal dia, é na hora do almoço. Eu falei, eu vou para casa, almoço em casa e lá atendo.
E Jesus testa a gente, né? Marquei o dia e a hora para fazer a entrevista. Eu chego em casa, minha mãe na rua, meu pai pedreiro, meu irmão estudando, meu outro irmão estudando. Eu chego em casa, preparo meu arroz e a mistura que a gente tinha ali na hora. E a mão no telefone. A mão no telefone ali no celular. Falei, vai tocar, vai tocar. E não tocou.
E naquela hora eu falei, ai senhor, perdi minha oportunidade de sair. Porque embora a loja tenha sido uma escola, ela foi uma escola muito importante na minha vida, eu não tinha perspectiva de crescer ali. E aí no segundo dia eu fui pra casa de novo, falei, vai que me ligam, né? E naquele dia me ligam, me ligam, eu faço a entrevista, sem saber, muito, né?
E aí marcaram, a primeira foi a entrevista por telefone, e aí me aprovaram. Falaram, agora você vai fazer uma entrevista no banco. A Jéssica, naquela época, Luzia, ela trabalhava na Gerdau, que é uma empresa gigante aqui da região, depois eu acho que passou a Ciasso Vilares, e ela trabalhava na RH dessa empresa. Eu falo que Deus não tem coincidência, né?
E ela falou, não, agora eu vou te preparar. Você conhece a Jéssica? E a gente ficou ali a noite toda treinando a minha entrevista. Ela falou assim, você vai chegar lá, você vai sentar com o livro, você vai fazer isso e aqui. E foi o Jonathan pra entrevista. Quando eu chego lá, Luzico, fazendo o script que a Jéssica me passou. Só que eu falo, eu aprendi uma frase, Luzico, que pra minha vida ela serve muito. Eu vou orar, porque tudo depende de Deus. Mas eu vou fazer como um filho que honra o Senhor tudo que tá na minha mão.
Porque tem uma palavra na Bíblia que é Colossenses 3, 23. A gente fala muito aqui na empresa. Faça tudo como ao Senhor. Faça tudo de coração como ao Senhor. Então, eu estou aqui, eu faço pela Luzia, eu faço pelo Renato, eu faço pela minha esposa, pela minha filha, mas eu elevo a minha régua quando eu olho e falo, não, vou fazer pelo Senhor. Então eu estava cumprindo o script. Só que, Luzia, quando a gente faz a nossa parte, Deus vem com o sobrenatural.
E eu lembro que eu sentadinho lá esperando, entra um cliente. Quem era o cliente? O vizinho da minha mãe, o Lu. O vizinho da minha mãe. Ele entra, ele era um cliente de muitos anos no banco. Ele tem um bar aqui na região de Taubaté. E ele me vê, ele tem um carinho muito grande pela nossa família. Ele me vê, ele me beija, ele me abraça, que é bom que você tá aqui e tal. E vai fazer o trabalho dele de depósito lá no banco.
E o gerente me chama. A gente faz a entrevista. Só que de tudo que eu me preparei, Luzia, o gerente falou assim, sabe o que você vai fazer aqui? Aqui você vai fazer isso, você vai fazer aquilo, você vai fazer isso outro. Eu falei, gente, mas e a entrevista? Ele não vai me entrevistar? Ele começou a falar e tal, e aí fez algumas perguntas. Só sei que eu vou pra casa. E eu falo, né, a minha esposa, ela... Eu não tinha uma camiseta social, Luzia, pra fazer a entrevista.
Aí a Jéssica já trabalhava. Eu falo que... Olha como as coisas são, né? Eu tinha o meu salário mínimo, ela ganhava já como estagiária três vezes mais do que eu. E aí ela comprou pra mim a minha primeira camisa social pra eu participar ali da entrevista. E eu falo, eu honro muito a vida da minha esposa, que ela fala que me adquiriu na planta. E ela investiu ali, comprou minha camisa social pra fazer aquela... Visionária. Visionária, pra fazer aquela primeira entrevista.
E eu soube muitos anos depois. Eu fui chamado, eu comecei no banco, tem uma história fenomenal lá. Mas eu soube anos depois que o Marcelo, o gerente do banco, ficou na dúvida de algumas pessoas. Ele tinha duas pessoas ali que ele tava na dúvida. E esse cliente, esse Lu, que é um amigo da minha família, tem um bar. Os caras faziam happy hour no bar. E o Marcelo chegou e falou assim, rapaz, tô com dúvida, puxa, tô conversando ali, aquele bate-papo. Ele falou, o Jonah.
Aquele menino que foi lá, ele não estava participando? Ele falou, estava. Ele falou, rapaz, você não tem que ter mais dúvida. Você não tem que ter mais dúvida. Esse menino, eu conheço a mãe dele, eu conheço o pai dele, eu conheço ele. Esse menino é a melhor pessoa que você pode contratar ali. Por isso que eu falo, Luzia, que quando Deus prepara as coisas...
É ele quem faz. E é do jeito dele. E aí eu fui escolhido. É interessante o como, né? A importância do posicionamento no secreto. Exatamente. Esse homem te observava. Esse homem te conhecia e te via. Enquanto o gerente não via. Exato. É o que tem falado de você. É porque assim, como um menino ali da vizinhança. É o que você falou, o secreto, né? Alguém vai estar me olhando. Alguém está te vendo. Alguém.
Alguém está te vendo. Às vezes as pessoas acham que escondem as coisas. Ah, não, pera aqui. Agora eu estou sendo filmado, agora eu estou sendo visto. Mas pera aí. E quando ninguém está te vendo? Então, embora o Marcelo não me conhecesse, tinha testemunhas. E podia ser uma coisa ruim. Mas graças a Deus, Luzi, esse encontro que Deus...
me chamou, eu não tenho dúvidas, Luzia, eu creio que todos pecaram e destituídos foram na glória de Deus. Mas eu fui reconciliado em Cristo, e como alguém reconciliado em Cristo, eu fui chamado para ser um agente de reconciliação. Então o meu trabalho todo, Luzia, tudo que eu faço é uma desculpa para que o nome de Deus seja glorificado. Então, consegui o trabalho no banco.
Consegui o trabalho no banco através de um álbum secreto que eu não... Então foi lá e o Marcelo me chamou. E de novo, eu vou fazer o meu melhor, senhor. Um dia, um dia, não importa se você vai ser coletor de lixo, se você vai ser estagiário. Porque estagiário tem dessa, né? Ah, dá um papel pra cortar ali porque é o estagiário. E o meu horário, Luzia, era das 10 às 4. Eu nunca entrei das 10 às 4. Eu entrava com o gerente, saia com o gerente. Porque falava, meu, eu vou dar o meu melhor.
E eu tinha alguém nesse período que eu entrei no banco, depois de um ano eu casei. E eu casei pela fé, porque nós não tínhamos condições ainda.
Posso contar essa parte com a minha sogra? Eu lembro que a gente já namorava um tempo e a Jéssica Luziá, uma mulher sensacional, ela chegou em mim muito sério e falou ou a gente casa ou a gente se separa. Eu não quero mais perder tempo da minha vida. Eu amo você, mas ou a gente casa ou a gente separa. Aí eu falei, não, eu te amo. E a pergunta, ela olhou no meu olho e falou assim, você me ama? Ela olhou no meu olho me constrangendo em amor. Você me ama porque eu te amo. Mas ou a gente casa ou a gente separa.
Porque eu tenho muitos planos, mas eu quero viver os planos de Deus pra minha vida. Eu falei, não, vamos casar. Vamos casar de menino de 19 anos. E aí eu desço na cozinha da minha sogra e falo, sogra, eu tenho duas notícias pra senhora. Uma ruim e uma boa. Ela fala, ah, fala logo, Jonathan. Eu falo, a boa é que nós vamos casar.
E eu falei, ah, e a Rúnia? A Jéssica tá grávida. É como se fosse ruim, né? Mas naquelas circunstâncias, adolescentes ali, eu falei, não, a Jéssica não tá grávida. A Rúnia é porque não tem onde morar, vou vir morar aqui. E nós casamos e moramos por dois anos na casa da Média Sobe. E Luzia, Deus é tão bom que...
juntos, eu e a Gé, a gente foi trabalhando, ela fazendo o melhor dela, eu fazendo o meu melhor no banco, e eu sempre falo assim, né, Luzia? Deus, ele dá o chão, só que às vezes ele espera que a gente pise primeiro. Ele espera que a gente tenha um passo de fé. Ele falou pra Abraão assim, Abraão, sai da tua terra, que é uma palavra que Deus tem na sua vida, da sua parentela, pra uma terra que eu te mostrarei.
Então, na minha vida não foi diferente. Então eu falava, Jesus, o que eu tenho que fazer? E aí, um grupo de amigos do banco foi fazer um curso, que é a certificação Ambima, pra ser gerente. Eu era só estagiário, mas eu falei, não, vou fazer essa certificação. Eu vou pisar. Se Deus quiser pôr o chão, Ele vai pôr o chão. E aí eu fui lá, eu lembro que eu me dedicava, eu trabalhava o dia todo e ia à noite. Eu tive que faltar alguns dias na faculdade pra poder fazer esse curso. Tirei a minha certificação. E...
O maior exemplo, Luzia, que eu tenho com qualquer liderança, com você, com Jesus, é servir as pessoas. Então, eu como estagiário, eu queria servir todo mundo. Eu chegava no supervisor e falava, me ensina, deixa eu te servir. Eu chegava no gerente comercial e me ensina. Então, chegou um momento que eu sabia tudo daquela agência. E o gerente começou a perceber isso.
O gerente falou assim, esse moleque é diferente. Esse menino tem algo diferente. E eu falo que não é pelo que eu fazia, mas é pelo que eu carregava. O Espírito Santo, quando a gente carrega o Espírito Santo, há algo diferente em nós, um brilho diferente. E a minha oração, eu juro, a minha oração sempre foi, Senhor, que as pessoas te vejam através da minha vida. Que as pessoas olhem pra mim e não vejam só o John.
Mas veja o teu Espírito Santo. Senhor, eu quero ser alguém abençoado, mas acima de tudo, pra te honrar. E aí esse gerente começou a me ver e falou, faz isso, faz aquilo, faz aquilo outro. Começou a me dar essa direção. Só sei que num determinado momento surgiu uma vaga no banco pra gerente. Esse meu gerente seria promovido? Esse meu gerente seria promovido?
E aí, Luz, esse gerente começou a me ver. Ele começou a ver o que eu era diferente, o que eu estava servindo, o que eu estava fazendo. Eu lembro que ele chamou todo mundo da agência, chamou todo mundo da agência, o estagiário. E ele falou, pessoal, ele me mostrou o e-mail que ele estava enviando para a diretoria do banco, para a superintendência do banco, porque ele seria promovido nos próximos meses para uma outra agência. E nesse e-mail ele queria que o Jonathan assumisse o lugar dele na gerência. E ele olhou para todo mundo e falou, vocês estão de acordo?
Aí o pessoal falou, não, estamos de acordo sim. E ele mandou um e-mail. Só que eu tinha acabado de casar, não consegui esperar esse tempo. Porque o contrato de estagiário na época era de dois anos, estava quase acabando. E provavelmente a vaga dele sairia depois que o meu contrato acabasse. E quando acabasse eu não ia ter mais oportunidade.
Foi quando Deus me abriu uma oportunidade numa outra instituição bancária. Fui lá, Luzia, Deus trabalhou tremendamente. Deus me deu uma autoridade que eu nem sabia que eu tinha na entrevista. Eu comecei a falar, a falar e fui contratado pra ser caixa nesse outro banco. Quando seis meses, Luzia, no banco, toco meu telefone. Toco meu telefone, era esse gerente do antigo banco.
E ele fala, Jonathan, eles me chamavam de Bastião. Ele fala, é Bastião porque era Jonathan, aí tinha o Jackson, aí tinha o Gerson, aí ele falou, vou te chamar de Bastião porque é mais fácil, não vou confundir. E ele me ligou e falou, Bastião, rapaz, você foi promovido, e agora você tá aí, você quer voltar? Eu te coloco no processo seletivo de novo. Eu falei, claro que eu quero. Aí participei do processo seletivo. Eu acho que naquela época, Luz, eu fui o primeiro estagiário que foi promovido a gerente de pessoa física.
E aí Deus foi abençoando eu e a Jéssica no nosso propósito, na nossa oração. Jéssica é uma mulher muito diligente. A gente conseguiu comprar o nosso apartamento. E assim, foi a coisa mais maravilhosa, né? Porque de uma família muito humilde, sem perspectiva. Então ter o seu imóvel ali foi um presente muito de Deus nas nossas vidas. Então a gente mobiliou o nosso apartamento, a gente mudou. E a Jéssica trabalhava numa empresa.
A gente abriu uma loja de roupa. E as coisas fluiam, Luzia. As coisas no banco acontecendo. Só que eu lembro, Luzia, que quando eu casei ali com os 19 anos, eu falava pra Jéssica, eu quero ser pai? Eu quero ser pai. Ela falou, não, vamos terminar de estudar primeiro. Vamos seguir a vida. Eu falei, eu quero ser pai. Eu falei, então com 25 anos eu vou ser pai, hein? E aí ela falou, tá bom, beleza aí. Só que nesse processo, quem que nós conhecemos na nossa vida?
Luzia Costa. Luzia Costa. Deus nos apresenta a Luzia lá no começo, começando a colocar em prática os sonhos de Deus para a vida dela. E a Luzia chama a Jéssica para ser gerente de uma das lojas.
Na verdade, a Jéssica ia ser, você lembra disso? A Jéssica ia ser gerente de uma loja parceira, onde você era, só que ela falou, não, essa menina eu vou puxar pra mim. Só que, Luizia, pensa, eu conheço a Jéssica desde os dois anos de idade. A gente namorou a primeira vez com 15, depois voltou a namorar com 17. Aí a gente casa com 19. Eu não sei fazer nada, se é Jéssica. Eu não sei comprar roupa sem a Jéssica estar junto.
Quando ela vai trabalhar no shopping, eu sou formado da administração e na época eu estava fazendo engenharia civil. E quando a Jéssica foi trabalhar no shopping, durante a semana, e você sabe melhor do que ninguém, a Jéssica não é aquela que compra o horário. Então ela entrava antes de todo mundo e saia antes de todo mundo. Só que durante a semana, Luzia, está tudo bem, eu estava estudando, só que veio o primeiro sábado sem a Jéssica na minha vida.
E aí eu fazia tudo, limpei a casa, eu fui na minha mãe, eu fiz isso, eu fiz aquilo. E a hora não passava. A hora não passava. Aí no primeiro dia, aquele sofrimento, cadê minha mulher, cadê minha mulher? Aí no segundo dia, domingo, foi quando eu falei, amor, eu não consigo viver sem você, não. Eu não consigo ficar sem você, meu amor. Foi quando eu falei, amor, chama a Luzia, agradece ela, pede perdão, amor. Eu não consigo, vamos trabalhar com outra coisa.
Jéssica foi, chamou você, e você como uma mulher muito sábia, com visão, conhecendo quem a Jéssica era também, você falou, não Jéssica, eu estou abrindo um escritório, o meu escritório está rodando, eu tenho a Isabela, que é a nossa primeira funcionária, uma benção de Deus nas nossas vidas, falou, vai para o escritório, segunda a sexta, tá bom? Foi lá a Jéssica, segunda a sexta, no escritório da Luzinha.
E aí eu, nada bobo, ia trabalhar, vinha buscar a Jéssica e ficava esperando ela embaixo. E nada, a Jéssica saía, porque a franquia, Luzia, é o que a gente estava falando, do natural e do sobrenatural. A palavra de Deus para as sobrancelhas é o quê?
sai, olha pro céu e conte as estrelas se é que as podem voltar. Não foi assim? Então, a expansão da sobrancelha não foi natural. Foi, vamos vender três franquias no mês, cinco no mês? Não. Um mês tinha quatro, no outro mês tinha quinze, no outro mês tinha vinte, no outro mês. Eu lembro que quando a Jéssica entrou, tinha cinco. Meses depois tinham cinquenta lojas. Então, se é algo sobrenatural. E nessa, o Dionita começa a subir.
Tomar café com a Luzia, tomar café com o Renato, tomar café com o Franquiato. E a Luzia...
olhando pra mim, vendo, né? De novo, não é vendo do Jonathan. Não, não é vendo do Jonathan. O Jonathan não tinha nada a não ser... Eu falo, Senhor, nas minhas orações, Luzi, que as pessoas enxerguem o Espírito de Deus em mim. E a Luzi, eu lembro que a Jéssica fala, amor, a Luzi tá perguntando, quanto é que você ganha? O que você precisa pra vir trabalhar aqui? Sou uma mulher sábia, né?
E foi quando, Luzia, você começou a plantar essa semente no meu coração. Mas eu falava, poxa, minha história no banco é tão bonita. Eu era estagiário e estou super bem aqui. E fui promovido de gerente de pessoa física para pessoa jurídica. Só que caiu uma semente no meu coração. Caiu uma semente e eu comecei a estudar só para ser. Falei, é uma empresa crescendo tão rápido desse jeito. E eu fui orar, Luzia. Porque nenhuma segurança nossa...
é melhor do que qualquer insegurança em Deus. Porque Abraão estava seguro na sua casa, estava perto da sua família. Mas Deus olha e fala para ele, sai da sua terra. Então, os olhos humanos, Abraão estava tranquilo, porque é uma segurança que ele tinha. Mas a insegurança que Deus estava levando ele, era muito maior com qualquer segurança. Então, por mais que o ambiente do banco fosse, naquele momento, o meu ambiente seguro, houve uma semente no meu coração que falou assim, não, eu tenho algo melhor para você.
Eu tenho algo melhor. E aí a gente já com 24 anos, não sei se você vai lembrar desse dia, eu pego o telefone com a Jéssica, o seu número de telefone, ligo, Luzia, tudo bem? Falou, não, John, tudo bem e tal. Eu sou carismático, eu vou pra cima. E aí eu, Luzia, vai fazer o que hoje à noite? Aí você falou, não. Eu falei, eu vou jantar na sua casa.
Porque eu brinco que eu aprendi isso com Jesus. Jesus chega pra Mateus e fala, ó, isso que hoje me convém, jantar na sua casa. E eu falei, Luzia, eu vou. E aí ali a gente conversar. E eu lembro, Luzia... Tem uma coisa que não falta na minha casa, é comigo.
maravilhosa. Enquanto a Luzia cozinhava, a gente conversando e eu contando um pouco da minha história do banco, eu falei, Luzia, é isso. Eu sou esse cara, Luzia. É só essa pessoa, esse é o meu... Eu abri a minha vida pra você e eu falei, se você quiser, eu venho. E aí, eu lembro que você olhou pro Renato, conversou com ele ali rapidinho, só vocês dois, e num instante, você olhou bem no meu olho e falou assim, seja bem-vindo à família Sobre As Centes. E eu não senti medo, sabe, Luzia?
Eu não senti medo porque... Eu falei, Jesus, eu fiz uma oração. Eu fiz uma oração. Eu falei que eu quero viver a sua vontade. E eu criei que essa é a sua vontade para mim. E vem aquele menino de 24 anos para ser o diretor executivo das sobrancelhas.
E, Luzia, aquele ano foi fantástico nas nossas vidas. As sobrancelhas cresceram num nível poderoso, poderoso. Eu entrei, tinham 56 lojas, a gente participou da nossa primeira feira de franquias. E você falou assim, ó, você tem uma semana pra dominar o negócio. Sobre pressão. Você tem uma semana porque nós vamos ter a feira.
E eu fui ilusivo. De novo, eu vou fazer o meu melhor, eu vou pra cima, eu vou estudar. Em uma semana eu dominei a coffee, eu dominei o negócio, eu chegava na feira, eu sabia responder qualquer pergunta.
Porque a minha capacidade não é minha, Luzi, ela vem de Deus. E aí, amém, as coisas acontecendo. Só que estava faltando algo na minha vida, Luzi. Poxa, a gente, nosso apartamento, um bom emprego aqui no Grupo Ceto, nas sobras cenas, com a mulher da minha vida. Só que tem coisas na nossa vida, Luzi, que Deus precisa tirar a gente de um lugar de conforto. Porque eu sempre fui alguém, Luzi, que quis agradar muitas pessoas.
Eu sempre fui alguém que queria ser o Joe. O Joe, legal. Só que tinham coisas dentro do meu coração que Jesus precisava tratar. E aí foi quando Jesus me saca de Taubaté e eu vou morar em Mojiguassu. Não sabia nem que existia no mapa, não sabia nem pra onde era. Só sei que Jesus me levou pra lá.
E lá, Luzia, sozinhos, eu e a Jéssica mudamos em 2019. Pandemia mundial. A gente começou a viver a nossa pandemia seis meses antes. Verdade. Que é longe da família, longe dos amigos. E lá na pandemia, Luzia, é como se Deus fizesse o espelho. Falei, filho, eu te amo. Eu te amo. Mas tá vendo isso aqui, ó? Eu preciso tratar isso aqui no seu coração.
E nesse mesmo processo que eu estava passando com Jesus, que foi um dos momentos mais difíceis da nossa vida, de bem financeiramente, mas Jesus precisava tirar algo do meu coração. A Jéssica tentou engravidar. Porque ela falou, ó, quero engravidar. E a Jéssica sempre foi muito decidida, né? Não quero ter filho agora.
E quando ela quis ter filho, ela não pôde. A Jéssica, acometida de um quadro de endometriose severa, sempre sangrou muito, sempre sofreu muito com sintomas da menstruação. E ela foi no médico, e a médica se ilusia.
jogou um balde de água fria na gente. Falou assim, ó, a Jéssica tá ficando velha, a gente vai precisar até ver se guarda os óvulos dela, o útero dela é hostil. Imagina, Luzi, você querendo ser pai, e aí a médica vem com isso. Inclusive eu saí com um orçamento pra fazer uma fertilização. Eu não tenho nada contra. O Senhor deu os médicos, deu as pessoas. Mas a Jéssica está muito decidida. Se Deus quiser me dar uma filha, Ele vai dar sem eu precisar fazer nada. E aquilo a Jéssica começa.
Mudar de vida, cuidar mais da saúde, cuidar mais dela, ter mais tempo pra ela. Enquanto Deus forjava o meu caráter. E eu lembro que um dia a gente tinha uma célula na nossa casa e Deus começou a nos presentear com pessoas, Luzi. E lembro que um dia dentro da célula a gente fez uma dinâmica. Onde eu tinha que falar, eu tinha que falar, na verdade as pessoas tinham que falar. Eu tinha que falar o que eu achava de mim e o que eu achava que as pessoas achavam de mim.
E ali eu abri meu coração, Luzia. Que difícil. É muito difícil. É. Porque assim, uma coisa é o que a gente acha da gente. E assim, todo mundo achava isso. O Jonathan é o acessível, é o legal. Só que mal sabia, Luzia, que essa necessidade por coisas da infância, enfim, de agradar as pessoas, me consumir. E às vezes eu tratava as pessoas de fora até melhor do que a minha esposa. E naquele dia Deus me fez ser vulnerável pra me curar. Eu falei, gente...
O primeiro a colher de um fruto
de uma árvore, é quem tá aí embaixo dela, é quem tá ali no quintal. Uma figueira não pode dar o melhor fruto pra quem é de fora. Então, por mais que eu quisesse que as pessoas fossem abençoadas pela minha vida, por eu servir as pessoas, eu queria que a minha família... E aí naquele dia eu fui vulnerar, eu olhei pra Jéssica e falei, amor, eu quero ser o melhor de Deus pra sua vida. Assim como você foi uma benção pra mim, eu quero ser...
E aí, Luzia, eu comecei a ter mais prazer em estar com a minha esposa. Gente, sempre ela é o amor da minha vida, né? E aí
Mas Jesus precisava me curar de coisas e a gente junto nesse processo de engravidar, a gente recebeu uma sobrinha por um ano na nossa casa. Deus nos fez experimentar a paternidade, os desafios da paternidade. Só que Deus é bom, né? Ele vai nos passando de etapas por etapas.
Deus nos curou, Deus me colocou de frente a frente comigo mesmo. E aí veio a oportunidade da gente estudar nos Estados Unidos. Vamos, amor, vamos. A gente se preparou. De quem vê a ideia?
É porque ela é uma esposa, Luz, eu falo que a mulher tem o sexto sentido. E quando a mulher é uma mulher de Deus, o sexto sentido dela é uma proximidade, uma sensibilidade com o Senhor. E naquele momento, Luz, a gente foi e se planejou para ir para os Estados Unidos. Fomos estudar nos Estados Unidos, já frustrados, no sentido de gestação, de filhos, foram muitas tentativas, a gente fez coito programado, a gente fez uma série de coisas. Então pensa, um casal jovem,
bem sucedido, financeiramente estável, já com a sua própria... Filhos de Deus, servos de Deus, mas a gestação não vinha. A gestação não vinha. Fizemos o coito programado e cada teste era uma frustração. E eu, como marido, tentava acalmá-la ali, cuidar dela, mas só Deus também sabia o que passava no íntimo do coração dela. Foi quando a gente vai para os Estados Unidos e...
A dor, Luzia, eu vejo que a dor faz com que a gente minta pra gente mesmo, né? A gente começou a falar que não queria mais. Não quero ser mais pai, não. A gente começa a se maquiar. Não quero ser mais...
Não quero ser mais pai. E a gente falava pra todo mundo, assim, aí pros amigos, vocês não têm filhos? Não, não, a gente não tem, não. A gente é feliz com Deus. E éramos mesmo. Jesus era o suficiente. Mas é como se nosso coração queria se proteger. E nos Estados Unidos, Luzia, é uma bênção, cara. A Jéssica estudando, a gente estudando, aprendendo inglês, aprendendo sobre uma nova cultura. A gente foi frequentar uma igreja. E nessa igreja, uma célula. E sabe o dia que Deus prepara pra falar com você?
O dia que Deus prepara para começar a fazer coisas novas na sua vida? Naquele dia na célula foi o líder, a esposa dele, o casal, o Sam e a Maíla, que a gente tem um carinho especial, mais duas pessoas, eu e a Jéssica e mais um casal de amigos.
E naquele dia, aquela pergunta básica, né? Quando você tá chegando, quem são vocês? Me fala, me fala, né? Apresenta vocês pra gente. E naquele dia eu falo assim, ó, eu sou o Jonathan, esposo da Jéssica, nós temos 13 anos de casados naquela época, e nós não temos filhos e nós não queremos ter filhos. Não é amor? Eu viro pra Jéssica e faço essa pergunta.
Só que olha que louco, como Deus é poderoso. Naquela mesma célula, a Mayla ficou 13 anos tentando ter filho.
E ela ria. Enquanto eu falava, ela ria, Luzia. E aí... Só que ela começou a vir, não, vocês vão ter filho. Só que toda pessoa, Luzia, que tenta ter filho e não consegue, começa a se proteger, se enganar, ela não quer que ninguém fale de filho pra ela. Porque a dor, às vezes, é tão... Não, eu não quero ter filho. E aí a Maíra, um dia a gente marcou um café na casa deles. E ela falou assim, a gente ama vocês, tá? Manda vir aqui, mas a gente não quer que vocês falem mais de filho pra gente.
A gente precisou falar isso pra eles. E ela ria, alusia, alusia, porque ela falou, Deus tá falando comigo. Eu não vou falar mais com vocês, mas... E eu sei que você orava, eu sei que minha mãe vinha, alusia, e falava assim, Filho, Deus conhece o desejo do seu coração. Eu falava, mãe, eu não quero ter filho. Ela falava, filho, Deus conhece o íntimo do seu coração. E a gente ficava frustrada, né? Falava, se Deus não quiser dar, ele não vai dar.
Foi quando nesse dia a mãe ela falou, não, tá bom, eu vou só falar com Deus então. Eu vou só orar.
Ele vai fazer o que ele quiser. Só que na Célia, você sabe que eu sou apaixonado por crianças. Renata, sua filha, completou 18 anos, meu Deus do céu. Eu conheci a Renata há mais de 10 anos, eu sou apaixonado pela Renata, pelos meus sobrinhos. Deus deu um ministério infantil que a gente cuidou com muito amor, mais de 70 crianças que até hoje, quando vem a gente, correm, nos abraçam. E era tão doído, né? Falar assim, olha quantos filhos espirituais.
Mas um dia eu também recebi uma palavra. Deus falou assim, Jonathan, eu coloquei um amor tão grande no coração de vocês, seu e da Jéssica, que além de filhos espirituais, eu vou dar uma geração pra vocês, através de vocês. E lá tem a Renata e tal, e nessa cela tinha duas meninas, as filhas do Sam e da Mayu. Eu comecei a ficar apaixonado por criança, apaixonado por aquelas meninas. E um dia em casa, Luzia, eu acabei de tomar banho, a Jéssica se arrumando, no coração. Eu falei, eu quero ser pai.
E naquele dia eu falei, eu quero ser pai. E pai de menina. Eu quero ser pai e pai de menina. E eu falei, amor. Jessica terminando de se arrumar. Eu falei, amor. Ela o quê? Eu falei, nada não. Jesus vai falar com você. E na hora ela falou que nem precisa de Jesus. Se tá na sua cara que você quer ser pai.
E nessa época, a Jéssica ainda tomava o remédio pra conter o sangramento, pra endometriose não avançar, depois dos tratamentos que ela tinha feito. Um tratamento muito difícil, foi um dos anos mais difíceis da vida da Jéssica. E aí aquele remédio... Luzia, depois que eu falei isso, Luzia, o remédio deixava ela bem, o remédio começou a falhar.
A Jéssica começou a passar mal, a Jéssica começou a sangrar, não era pra sangrar. E o pai ali, né, Luzia? Eu ali, né? Amor, mas será que não é hora da gente tentar? Só que no fundo, no fundo, a gente ficava assim. Será? Será que vai dar certo? Será que eu vou tentar de novo e eu não vou me frustrar de novo? E aí eu falei, não, vamos fazer uma consulta online com o médico do Brasil.
médico queridíssimo, a gente fez a consulta com ele, falei, olha, a Jéssica fez o tratamento, continuou tomando remédio, se vocês quiserem, eu vou passar uma vitamina pra vocês, 5, 6 meses ali, 4 meses pro organismo de vocês dar uma recuperada e há uma grande chance de vocês engravidarem. A Jéssica tá bom, mas eu não vou parar de tomar remédio não, dá umas duas semanas pra mim. O Zé passou duas, três semanas, a Jéssica parou de tomar o remédio, a gente vivendo a nossa vida de marido e mulher,
A Jéssica começa a passar mal. A Jéssica começa a passar mal. E você está nos Estados Unidos, né? Você chegou essa semana e como é gostoso vir aqui e matar a saudade. E por mais que a gente saiba, Luzi, que Jesus nos leva para algum lugar, estar longe de quem a gente ama é muito difícil. Então aquela semana nos Estados Unidos tinha sido muito difícil para mim.
Eu cheguei pra Gé um dia antes dela revelar a gestação. Eu cheguei em casa cansado, tinha saído pra resolver algumas coisas, voltei. E eu falei, amor, tô cansado, tô cansado. Eu não tô feliz aqui. Por mais que a gente tá estudando, tá aprendendo uma nova cultura. Só que enquanto eu falava, Luzi, enquanto a gente tomava café e eu falava, o Espírito Santo ministrava no meu coração. Eu falo assim, não é o Brasil, não é os Estados Unidos.
uma vida sem propósito, uma vida sem algo pra você, vai ser em qualquer lugar você vai sentir isso. E eu falava, Jesus, amor, vamos orar pra Deus dar um propósito? Porque assim, eu sei do propósito maior, de sermos filhos de Deus, amados, e sermos agentes de reconciliação. Quando a gente é chamado por Cristo, esse é o maior propósito da nossa vida, em tudo que fizermos, glorificarmos a Deus e sermos agentes de conciliação. Mas tem algo que Deus quer dar pra nós.
Deus deu as sobrancelhas pra você, Deus deu o Jesus pode. E Tiago, o que Deus queria dar pra mim? Naquele dia eu peguei na mão da Jéssica e falei, mano, vamos orar. Aí a gente começou a orar, Jesus, tal, tal, nos dá algo, Jesus, que nos revele ainda mais o seu amor. No outro dia, a Jéssica, inspirada ali pelas amigas da escola, faz o teste de gravidez. Porque ela falava, não é possível que eu esteja grato.
E ela comprou o teste no lugar mais simples que tem. Não foi nem na farmácia. Foi naquelas lojas Dollar Tree dos Estados Unidos. Comprou dois testes. Fez o teste. Dizia, inacreditávelmente. Nas duas primeiras semanas. Ali, algumas semanas, posso tomar o remédio. Na primeira, o ciclo menstrual ovulação. A Jéssica engravida. E sem acreditar. Ela não acreditou. Ela não acreditou. E sem acreditar, ela faz uma carta.
faz uma carta e eu sou chorão, né? Quando fala de paternidade, quando fala de família. E eu chego em casa, e eu chego em casa e aquele presente, assim, em cima da cama. Falei, o que é isso, amor? E a Jéssica já chorando, e eu começo a lê-los. E aí já começo a ler e começo a chorar.
Porque você começa sempre a lembrar do que Jesus... E assim, lendo a carta, ela falando o quanto me amava, o quanto eu sabia que Deus tinha algo na minha vida. E a Jéssica renunciou muitas coisas, Zé, para cuidar de mim. Eu honro a vida da minha esposa porque ela renunciou muitas coisas para cuidar de mim. Naquele dia ela escrevendo tudo isso. E ela fala, amor, Deus nos achou prontos e preparados.
E agora, não somos só mais nós dois. E aí ali eu comecei a chorar, chorar, chorar, chorar, chorar. E quando ela revela a gestação. E, Luzia, naquele dia, Luzia, eu me senti tão amado por Deus.
Porque eu sabia dentro do meu coração, Jesus, Luzia, que independente do que ele fizesse, lembra da oração da minha mãe? Filho, se Jesus me curar, ele é Deus. Mas se ele não curar, ele continua sendo Deus. E na gestação era a mesma coisa. E naquele dia eu falei, Jesus, o Senhor não precisava. Até porque eu nem mereço. Mas o Senhor me deu um bebê, pai.
E ali a gente, zelando por aquela gestação, a gente faz um primeiro ultrassom nos Estados Unidos, você sabe que as coisas são mais frias lá. A médica, a enfermeira fazendo o exame, o coração do bebê passando, ela não colocou nem pra eu escutar. Eu perguntei em inglês pra ela, se tava tudo bem com o bebê, ela nem me respondeu. Ela falou, ó, você vai falar com o seu médico depois. E aí, Luzia, a Jéssica teve descolamento de placenta.
E nos nossos corações, naquele momento, eu fiquei muito mau, Zé. Eu indo pra casa, depois dessa informação, eu falo, Jesus, mas será? Sabe quando a dúvida quer roubar o nosso destino? Eu falo, Jesus, mas cara, o Espírito Santo é tão bom, Zé, que ele ministrou no meu coração. Você depende de um ultrassom pra acreditar no meu milagre? Você depende de um ultrassom pra saber que eu sou Deus pra fazer que seu filho e sua filha sejam bem?
E naquele momento eu olho pra Jéssica no carro e falei, amor, tá tudo bem. Jesus nos deu esse bebê e essa gestação pra glória dele. Foi quando a gente vem pro Brasil, conta a gestação pros nossos familiares, pra vocês, todo mundo chora, se alegra com a gente. Já era época de conseguir fazer o chá revelação. A gente faz o chá revelação e eu ali, falei, será que é o menino? Será que é o menino? Será que é o menino? E eu ia amar de qualquer forma. Mas no coração de pai, eu falei assim, mas se uma menininha, né?
Uma menininha pra eu beijar, pra eu... É uma menininha. E quando a gente tira aquela venda, Luzia, a Jéssica toda pintada de rosa, eu pintado de rosa, eu falo, Senhor, eu não mereço, Pai, o teu amor. Eu não mereço o teu cuidado. E vem a Betina, Luzia. A Betina pra... Pra mim... Eu fiquei uma semana, Luzia, chorando a semana toda.
E eu falo que Deus cuida tanto da gente lá longe, nos Estados Unidos, onde a Bettina nasceu. Porque eu falo que Deus escolheu ela por um propósito muito maior do que nós. Então ela nasceu nos Estados Unidos e Deus preparou você. Pra ser a pessoa que foi com a gente no hospital. Pra ajudar a gente a dar o primeiro banho. Trocar as primeiras fraldas. Furar a orelha dela. Furar a orelha da netinha. Gente do céu, foi um reboliço naquele hospital.
Mas acho que mais de 20 enfermeiros entraram naquela sala pra ver o brinco da Bettina. Nasceu causando. E ali, todo aquele cuidado, a Bettina nasce. E eu olhava pra Bettina e eu chorava. Porque quando as pessoas me falavam, Luzia, que a gente entende o amor de Deus quando a gente se torna pai ou mãe, ainda mais, eu olhava pra Bettina, aquele serzinho, eu me sentia, Luzia, impotente. Em que sentido? Falei, Jesus, eu não sou capaz de manter essa vida.
Ela pode se afogar, ela pode acontecer alguma coisa. Eu sou alguém incapaz de sustentar essa vida.
E aí Jesus me leva a ser mais dependente dele, porque quando a gente vai ficando adulto, se torna um gerente, se torna um diretor, alguém casado, alguém pai, às vezes a gente corre o risco de se tornar autossuficiente, mas Jesus quer sempre nos lembrar da dependência. E naquele momento que eu orava e falava, Jesus, eu não consigo. É como se Jesus me falasse assim. Então você acha que você consegue só cuidar de você.
Aí eu olhei e falei, Jesus, a minha vida, o meu amanhã, o meu hoje, o meu respirar, depende completamente do Senhor. Então, Luzio, depois de 13 anos de casado, uma história de infertilidade com a endometriose, uma história onde eu fiz também o meu exame do meu material, pra saber se eu tava saudável também e não tava 100%. ÉvEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEhEh
Mas a matemática e a física e a química de Jesus, ela é diferente. Sabe o que eu acho lindo você falando tudo isso? Quando a gente vê as histórias de homens escolhidos para Deus, por Deus, para cumprir o propósito de Deus. Quando a gente vê a história de José...
e ver José como governador do Egito, ele não estudou necessariamente para ser governador. Foram muitos desafios na vida dele, muitos tropeços que foram passando, muitas traições ao meio do caminho. O deserto de José foi muito longo. Mas a gente sabia que o que ia fazer ele chegar no destino dele, ele sabia que era o coração dele plantado no Senhor.
Ele não tinha ali aquele sonho de ser um governador do Egito, mas ele sabia que a vontade de Deus para a vida dele era suficiente. Que a vontade de Deus para a vida dele era muito melhor do que qualquer coisa que podia imaginar. E aonde ele estava, na prisão, no poço, aonde enfiavam, aonde o inimigo tentava esconder ele, ele fazia com que a presença de Deus sobressaísse.
Por pessoas que viam ele naquela pior situação dele, no bastidor dele, via Jesus nele, as pessoas iam falando quem era José, até o nome dele ser soprado, até ele ser visto na maior autoridade, ser colocado como uma autoridade maior daquele lugar, a ponto que através da vida dele, a família foi honrada, enfim, toda uma geração ali, ele se tornou um governador do Egito, o Egito inteiro, sabia quem era José.
Mas para que o Egito soprasse o nome de José. José precisou soprar o nome de Deus em todas as circunstâncias. Você sabe, você falando de José, Luzia...
Eu me vejo muitas vezes na vida de José, sabe? Nada perto de José, mas o propósito, o chamado. Quantas vezes Deus precisou me esconder, Lazi? Me levar para escondido, sabe? Mas ali, me forjando, forjando... Gente, hoje eu sou o diretor executivo da maior rede de estética da América Latina. Amém. Sabe, eu nunca, de coração, nunca imaginei chegar nesse lugar.
há 15 anos atrás quando eu casei eu era só um menino com um sonho presenteado por Deus por uma mulher incrível e eu falo que eu estou aqui, luz e nesse lugar pra glória de Deus eu falo que ser diretor das sobrancelhas é uma desculpa pra amar pessoas pra amar você, amar os seus filhos amar os funcionários dessa empresa umas semanas atrás que passou a gente tem estabelecido uma cultura aqui dentro daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui daqui
uma cultura de excelência, que é uma jornada de todos os dias. Mas acima de tudo, se você for ali fora ter uma TV passando uma apresentação, e lá vai ter uma frase bem escrita, tudo que você fizer, faça como há o Senhor para a glória de Deus. Então, Luzia, eu vejo pessoas, Luzia, que acompanharam esse nosso processo.
de casamento, de dificuldade de ter filhos. E o nosso testemunho, Luzia, impactando algumas pessoas. Deus trazendo pessoas pra nós durante esse processo, pessoas que foram salvas, pessoas que foram batizadas, pessoas que eu e a Jéssica vimos milagres de gestação. E lá no fundo a gente fala, Jesus, uma hora vai chegar a nossa hora, mas nós queremos. Então assim, é poderoso o que Deus fez na vida de José. Porque o que Deus tinha pra José não era só pra José.
Para salvar o povo dele. O povo inteiro. De algo que ia acontecer na humanidade. E hoje eu vejo eu e a Gé, Luzia, num lugar de servo. Num lugar onde Deus trouxe pessoas... Deus me deu muitos amigos, sabe, Luzia? Alguns amigos muito íntimos. E eu tenho um amigo, o Josué, que você conhece. Toda vez que eu sinto com aquele cara, ele fala, Joe!
Porque naquela minha saída de Itaubaté para ir para Mogi, eu não queria ir. Porque eu falei, eu fiz uma oração, Jesus, o Senhor está me tirando de um lugar para ir para outro que eu não conheço. E as pessoas que eu amo aqui, Jesus falou assim, eu separei pessoas lá naquele lugar para que elas conhecessem do meu amor através da sua vida. E o Josué, Luzia, toda vez que tem oportunidade, fala de obrigado, irmão. Chorando, Luzia, chorando. Obrigado, porque um dia você deu um sim para Deus.
Você renunciou à sua vontade, você renunciou. E cara, você me amou tanto, Joe. Você não sabe, irmão. Você me amou tanto, orando, me instruindo, cuidando de mim, da minha família. Eu tive no momento da vida dele que eles engravidaram. E naquele momento Jesus recolheu a primeira gestação deles. E ele me ligou, eu falei, nego, senta aqui, chora comigo.
Vive o seu luto, cara. Você fala que você está bem, você fala que você está bem, mas Deus tem um propósito com tudo isso.
E olha como Deus é maravilhoso, Zia. Na mesma, seis meses depois que a Jéssica engravida da Betina, o que acontece? Ganhar a aurora. A Ju engravida, o Josué e a Ju engravidam da aurora e essas meninas vão crescer juntos. Eu falo que Deus faz as coisas certas no tempo certo. Uma coisa, Luzia, para contextualizar com tudo isso que eu falei, né? Não tem a ver com ser um diretor.
Tem a ver. Quantos diretores tem no mundo? Quantos diretores de grandes empresas tem no mundo? Eu sou muito grato pra esse lugar que eu aconselho. Mas eu vou sempre levá-los, em nome de Deus. E fazer parte de uma empresa como as sobrancelhas. Que me dá liberdade. Eu lembro que quando você me chamou, né, e falou assim, Jonathan, eu preciso de um diretor, mas eu quero um pastor aqui dentro. Alguém que vai orar pela vida das pessoas, que vai zelar pela vida das pessoas. E você sabe que tem dia que eu chego, Luzi,
E bate alguém na minha sala Fala, cara Tira o crachá Sozinho, ora por mim Você não tem coisa melhor do que poder Exercer o nosso ministério Dentro da onde a gente Também tá fazendo o nosso propósito Ali na empresa, então eu sou muito grato também a sua vida Em fazer parte de tudo isso Muito grato de verdade Que Deus continue honrando a sua vida Esse podcast
Porque eu não podia nada disso, Luzia. De verdade. Não podia nada disso. Mas eu sei que, como Jesus pode... Jesus pode. Jesus pode. Eu só sou grato a Deus por tanto amor e tanto cuidado. Tanto amor e tanto cuidado.
Vocês entenderam o cuidado de Deus com a sobrancelha? Com as pessoas que estão aqui dentro. Vocês me veem falar do canto, né? Porque até hoje eu converso com as pessoas, toda vez que eu ouço você falar da sobrancelha, da sua marca, eu sinto vontade de comprar. Eu falo que eu compro, porque é o melhor negócio. É a melhor coisa do que mudou a minha vida, de centenas de pessoas, de gerações. Porque é o que o Senhor tem feito. Nos dado a oportunidade de fazer o que eu mais amo.
que é levar a palavra de Deus, que é poder falar do amor de Deus através dessa marca. E temos a liberdade onde tantos lugares, tantos países, que são fechados por o Evangelho, tantas pessoas que não têm acesso ao amor de Deus, experimentam no cuidado das sobrancelhas, são cuidados por uma das meninas, por alguns franqueados, experimentam do amor de Deus, independente da religião. Cada toque, nossa, tem uma intenção. Cada colaborador ali que toca.
em uma cliente, ela derrama um pouco dessa unção. Independente da religião dela, ela derrama a unção que o senhor colocou sobre a nossa vida, sobre essa marca. E claro, né? Porque você não ia ganhar, você sabe. Eu também mereço, né? Ele merece. Você sabe as sobrancelhas. Hoje, o John já falou muito bem aqui. Maior rede da América Latina. Hoje nós estamos aí em seis países.
levando essa promessa, algo que o Senhor tem nos dado, trazido. São produtos abençoados, consagrados ao Senhor, nós temos esse privilégio.
E através dessa marca, nós podemos ter o nosso programa Ter o Jesus Pode acontecendo toda semana. Levando essa mensagem, compartilhando com você um pouquinho dos nossos produtos, do nosso democional do empreendedor, que é 40 mensagens de reflexão, onde você vai entender que a sua casa e a sua empresa é o seu maior mistério. E Timóteo vai falar aqui, o que adianta você ganhar o mundo inteiro e perder a sua casa? É ali que você tem que ir.
Deixar o amor de Deus agir. É ali que você tem que ser usado. Com seu esposo, com a sua esposa, com seus filhos, com seus irmãos, com os seus parentes chatos. É ali que você tem que amar. É na sua empresa que você tem que abençoar, que você tem que entregar, que você tem que derramar dessa unção. É ali que você vai alcançar pessoas.
Os palcos são importantes, são interessantes, eu não estou falando que é errado. Mas ele é uma extensão do que você faz no seu secreto, nós falamos aqui através da vida do Jonathan. E você pode ser uma influenciadora do reino aí onde você está, compartilhando essa mensagem, propagando, botãozinho que você aperta para curtir, para seguir, para deixar seu comentário edificante, para mandar, porque eu tenho certeza que Deus trouxe no seu coração hoje alguém que precisa ouvir essa história.
E é para isso que Deus vai te usar, para edificar vidas através do nosso programa, através da vida do nosso diretor, através da vida do John. Nós somos muito gratos pela tua vinda aqui, pela tua vida, que eu amo de paixão. E assim, você viu, Jesus fez na vida dele, ele fez na minha vida, ele pode fazer na sua. Deus abençoe, até o próximo programa.
Sóbrancelhas