Insights New Gen #334 – As estratégias da Z2 para negócios de alta performance.
Nosso convidado desta edição do Insights New Gen criou uma marca esportiva que traduz sua jornada em uma palavra: Z2.
Victor Castello Branco, CEO da companhia, conta como foi a criação da marca, os desafios do empreendedorismo e os próximos passos nos negócios e no esporte. Ele também destaca a alta dos suplementos nutricionais e compartilha como equilibra a rotina intensa com os papéis de pai e atleta.
O episódio conta ainda com a participação de Lucas Ceva Babikian, relationship officer do Bradesco Global Private Bank. A mediação é de Arthur Arraes, banker do Bradesco Global Private Bank.
Corra pra ver!
O conteúdo a seguir exposto pela empresa convidada não representa, necessariamente, a opinião e as práticas utilizadas pelo Bradesco.
#Z2 #empreendedorismo #endurence #ironman #esporte #suplementos #carboidratos
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Arthur Arraes
Lucas Ceva Babikian
Victor Castello Branco
- Criação da Z2Victor Castello Branco · Z2 · Empreendedorismo · Marcas esportivas
- Zinedine Zidane· EsportesZ2 · Nutrição esportiva · Esportes de endurance · Triatleta · Carboidrato · Hidratação
- Práticas para Manter o EquilíbrioVictor Castello Branco · Família · Filhos · Atleta · Ironman
- Trajetória de Victor Castello BrancoVictor Castello Branco · Currieros · Estadão · São Martinho · EDF · Boston University · PUC
- Comunicação com a comunidadeZ2 · Performance · Maratona do Rio · Influenciadores · Clubes de corrida
- Ética de atletas e promotoresReinaldo Colucci · Manuel Messias · Luiza Batista · Dux · Probiótica · Doping
- Tendências em SuplementaçãoBebida funcional · Creatina · Nutrópicos · Snacks funcionais · GLP · Nitrato · Bicarbonato · Cafeína
- Menções honrosas e considerações finaisRocky · The Program · Foxcatcher · Criatura Extraordinária · StoryBrand · Almanac · Navi Ravikant
Insights, o podcast do Bradesco.
O maior aprendizado foi de gestão e de saber criar valor, saber fazer dinheiro de fato, né, de criar valor e gerar dinheiro e cobrar por isso e fazer. Eu tinha aqui meu crachá, meu RG em todos os prédios de Faria Lima, de Paulista, de tanta reunião que eu fazia escritório para tentar vender o serviço. Tinha um preconceito um pouco na época com marcas novas no esporte. Primeiro que você tem uma preocupação grande, especialmente com atleta profissional, de doping.
Então, quem que é essa empresa? Da onde o cara certifica e tal? Então você precisa comprovar isso de alguma forma. E tem o lado daí também de você convencer o cara que você não vai falir daqui um mês, né?
Olá, pessoal, tudo bem? Você ouviu agora alguns destaques de hoje e tem muito mais. Eu sou Artur Arraes e este é o Insights New Gen, o seu podcast semanal com ideias que provocam um novo jeito de pensar e traz a visão de jovens empreendedores aqui para o podcast. Convidado de hoje do Insights sabe tudo de esportes, negócios, família. Você já ouviu falar da Z2? Hoje a gente vai falar um pouquinho aqui com o Victor, que além de CEO da Z2 é multifunções, existem várias outras funções, né Victor? Mas muito obrigado pela presença no Insight, seja muito bem-vindo.
Imagina, obrigado pelo convite. Obrigado.
E também temos aqui o Lucas Seva, do Bradesco Global Private Bank. Lucas, seja muito bem-vindo ao podcast.
Obrigado, Arturo. Obrigado pelo convite, obrigado Victor também por participar.
Boa, muito legal.
E, Victor, para a gente começar um pouquinho a destrinchar essas multifunções aqui, conta um pouquinho para a gente quem é o Victor, como é que foi sua trajetória de carreira, de família, enfim, conta um pouquinho do Victor aqui para a gente.
Boa, vou fazer o padrão que eu sempre faço para a galera já conhecer minhas prioridades. Eu sou católico, sou marido, sou pai, sou empresário, E sou triatleta nas horas vagas, tento ser triatleta. Já com a Z2 faz agora, a gente faz 5 anos de Z2 e empreendo, tento empreender desde os meus 20 e poucos anos, 21, 22 anos eu já comecei a me lançar de cabeça em tentar gerar minha própria renda.
Ou seja, realmente é multifunções, a gente está falando de quase 6 funções aqui.
São várias funções, inclusive a de cartório eu faço, faço grupo de oração, busco fazer grupos mais abertos para galera que quer participar, quer entender um pouco mais sobre espiritualidade, religiosidade. Então tem funções ativas em todas essas áreas aí.
Que legal! Ou seja, o seu dia pelo jeito ele não tem 24 horas, né? Ele deve ter umas 48 aí, pelo menos.
É que assim, você tem que ser chato. Então eu durmo muito cedo assim. Então ele tem, ele tem poucas horas, mas eu tento ser produtivo nas que eu tenho.
Muito bom! É a famosa Definir prioridade.
Total, total. Tem que ser.
É super importante.
E começou a carreira e a vida, se formou em quê? Qual foi sua primeira experiência profissional?
Como foi esse começo de mundo de negócios?
Cara, eu sempre achei que eu ia ser atleta olímpico de pequeno. Na verdade, antes de ter o sonho de ser atleta olímpico, eu queria ser esses caras que filma bicho, tipo Steve Irwin da vida, que vai na selva e pega a raia, pega não sei o quê. Sempre gostei muito de animais. Aí eu tive uma passagem de um bom tempo de moleque ali no hipismo. Eu fiz por um bom tempo hipismo, mas eu tinha um pai que prezava muito pelo trabalho e entendia muito o valor do trabalho.
Então ele me puxou muito esse lado também de tentar conquistar o que era meu, o meu espaço no mercado de trabalho, e eu comecei a trabalhar fazendo summer job, aí depois fazendo uns trabalhos mais de meio período. Meu primeiro trabalho foi no Estadão, eu tinha 16 anos. E aí depois eu fiz um, eu tive uma passagem pela São Martinho, uma usina de açúcar e álcool. E aí depois da São Martinho acabei trabalhando na EDF, que era uma trading de açúcar.
Fiquei daí um ano na EDF, eu tava já para me formar na escola, E aí eu não sabia, porque meu pai, minha família sempre teve a vontade, o sonho de ter filho, ter gente que estudava fora do país. A minha irmã já tinha ido para Edimburgo e eu tive oportunidade para Boston. Fui para Boston, fiz Boston University. Eu ia, deveria ter ficado lá os 4 anos, mas passei por um período meio meio de depressão lá, tal. Na época não tinha muito esse diagnóstico, mas eu sinto que era isso hoje em dia, né.
Eu fui com dupla intenção. Eu queria, como eu fazia o hipismo, na época eu tava bem ranqueado no Brasil, tal, eu queria tentar seguir um pouco com isso. E eu encontrei um lugar lá para trabalhar, para montar cavalo lá, de um cara que era, que era muito bom. E só que era muito longe da faculdade, acabou que eu nem fiz isso muito bem e nem fiquei, nem me integrei muito bem na faculdade lá. E aí, umas, nas minhas primeiras férias de verão de lá, eu vim aqui para São Paulo e um dos meus melhores amigos me inscreveu em 4 vestibulares.
Aí prestei os vestibulares só para ver como é que era e acabei entrando nas 4 ali. Eu escolhi PUC porque eu conseguia jogar por noturno. Eu falava, vou ficar 1 ano aqui no Brasil e ver se eu gosto de voltar para o Brasil e voltar a trabalhar, que eu tava com vontade de trabalhar e fazer as coisas. Aí eu entrei numa boutique de M&A aqui perto da onde a gente tá agora e conheci minha futura esposa e comecei a namorar. Aí eu abandonei a faculdade de Boston, terminei PUC, comecei a empreender daí um ano depois desse momento, que na minha primeira empresa de fato, que eu já tinha outras Coisinhas que eram empreendimentos, mas que não andavam muito.
Mais amadores.
Mais amadores. Vendia shot de gelatina com vodka para esquenta, fazia umas coisas assim. E aí comecei a Currieiros, que foi meu primeiro empreendimento de fato ali. Isso durou por 8 anos, quase 7 anos, 8 anos. Aí depois a gente vendeu para Americanas e aí passou Americanas um tempo como executivo lá e montei a Z2.
Pegando um pouco essa parte da Currieres, explica um pouco mais como era a estrutura e depois na transição para a Z2, o que você levou? Qual foi a parte mais importante? Falou: "Esse erro não quero cometer, quero ter esse detalhe aqui melhor para começar a Z2 mais embalado mesmo." Cara, muita coisa.
Eu fiz a Currieres muito na raça e foi um business muito por oportunidade. A gente ali em 2010, 2011 tinha uma onda ali de sustentabilidade. Não sei se vocês vão lembrar, mas tinha um filme que tinha saído do Al Gore que era sobre aquecimento global e, putz, ia ser o fim do mundo naquela época já. Ainda é um tema muito relevante, mas eu lembro de ser algo muito impactante na época e eu queria algum business em sustentabilidade, eu queria empreender com algo assim.
Na época no banco ali, eu já buscava alternativas para isso. E aí, por oportunidade, facilidade de não ter que investir muito dinheiro, eu comecei a Currieros, que era basicamente o substituto do motoboy por um ciclista entregador. Era bem despretensioso nesse sentido, era um business de serviço simples, Só que eu tive como sócio esse meu mesmo amigo que me reimportou de volta para o Brasil, que é o André Biselli. Ele tinha um viés mais de tecnologia e não existia Loggi, não existia Rappi, não existia esses aplicativos que você agenda um pool de motoboy na época.
Então você não tinha um rastreio do que estava acontecendo e era uma das dores ali da turma de onde eu trabalhava, era saber onde estava o documento, porque às vezes você tinha documento que precisava que era urgente. Naquela época não tinha assinatura digital e aí eu comecei a desenvolver esse conceito do negócio com rastreio, com um sentido de logtech por trás. Mas tudo na raça, então eu não captei, a gente pegou ali o que seria bônus de cada um e botou dentro do negócio, salário, bônus, enfim.
E eu fui o primeiro a sair do emprego para de fato tocar o business. Você contrata gente que normalmente não tem dinheiro nem para ter uma moto. Eu forneci a bicicleta. Então era um cara que era bem marginalizado pela sociedade. E aí eu precisava aprender a lidar com esse cara e como motivar esse cara. Começou com todo mundo CLT e aí depois foi migrando a parte quando a Loggi entrou para ser por serviço. Participei de tudo isso.
Aprendi muito com sociedade. Porque como eu não tinha dinheiro, não tinha captado e não entendia muito bem o mercado ainda de venture capital, era uma coisa nova no Brasil, eu dava a sociedade para cara que queria trabalhar ou que não queria trabalhar. E depois, como eu tirava o cara da sociedade? Ele queria ir embora. Então, aprendi muito com isso. Mas o maior aprendizado foi de gestão e de saber criar valor, saber fazer dinheiro de fato, criar valor e gerar dinheiro e cobrar por isso e fazer.
Eu tinha aqui meu crachá, meu RG em todos os prédios de Faria Lima, de Paulista, de tanta reunião que eu fazia com escritório para tentar vender o serviço. De perder vergonha de fazer as coisas, de tentar, de arriscar e de entender até de saber que eu era capaz de aguentar muita porrada. Desde perder um funcionário que foi atropelado, morto, ter que falar com a mãe dele, com a família dele, passar por essa situação com 23, 22 anos de idade, a entender que às vezes eu não preciso de sócio ou preciso de sócio para tal coisa.
Isso me deu confiança para poder empreender hoje a Z2 meio que sozinho como empreendedor. Eu tenho um board, eu tenho sócios minoritários, mas quem toca a Z2 que foi uma das estruturas que eu pensei que eu precisaria ter para construir a Z2 do meu jeito, seria ter mais liberdade para ser um sócio único operador ali. Então me deu toda a base para conseguir fazer um próximo negócio do jeito que eu imaginava certo. Então não necessariamente sucesso, mas que fosse me dar propósito e prazer e sentido naquele momento.
É a famosa experiência que vai te batendo um pouco, aprendendo junto e aí vai melhorando cada vez mais com o passar dos anos. E Vitor, eu queria que você explicasse um pouquinho para todo mundo o que é a Z2. Primeiro, de onde veio esse nome? Eu queria muito saber, curiosidade. E o que é a Z2? Quais são os produtos? Enfim, o pessoal conhecer um pouquinho a marca.
Z2 é uma marca esportiva, né? Eu gosto de descrever a Z2 com mais proximidade ao que você tem de carinho e conhecimento de uma Nike, de um Gatorade, de uma Red Bull, de uma Ondo, que você tem de uma marca de suplementos que você conhece. Obviamente que eu sou da categoria de suplementos, então a Z2 vende hoje suplementos para esportes, nutrição esportiva. E aí ela nasce e vem do meu anseio como triatleta, atleta de esportes de endurance, de não ter uma marca que olhasse para as minhas necessidades ali na época que eu tava desenvolvendo.
Então você não tinha uma marca que comunicasse com esse público, né, que entendesse ali o público do endurance, do triatleta, do corredor, e que desenvolvesse produtos para aquele momento, né? Então tivesse o sódio necessário, que tivesse carboidrato necessário para momentos de endurance. Você tinha empresas de suplemento que tinham todo um leque. E aí, que como era um nicho pequeno ainda no mundo do esporte e no mundo de suplementos, né, você falava muito mais de academia, de wellness, você não tinha um desenvolvimento e investimento necessário para ter um produto legal para aquela turma.
Então nasce meio que dessa vontade. E Z2, o nome, ele foi uma felicidade do momento que eu vivia também. Então eu não tinha assim a certeza de que eu queria voltar a empreender, veio meio que como um fogo meio que por dentro, que arde por dentro, que eu precisava deixar algum legado mais marcante para as minhas filhas. E aí começou de eu começar a gravar a minha rotina, porque daí eu, resumindo bem a história, eu com 30 anos tive minha primeira filha e meio crise da meia-idade ali, se eu morrer hoje, né?
Eu tinha lido um livro de um professor que morria e fazia a última palestra dele na faculdade para os filhos. E aí isso tinha me tocado muito, eu falei, cara, eu preciso ter, né?
Qual que é o nome do livro já para a gente ficar com uma das dicas aqui?
É como chama The Last Lecture do Randy Pausch. Ele teve câncer de pâncreas e aí ele teve um tempo para se preparar ali para a morte dele. E ele era professor de Cornell, acho que era Cornell, e o programa sempre tinha um, no ano um professor podia fazer o Last Lecture, que era uma, como se fosse a sua última lecture da vida, o que que você deixaria, e era de fato a dele. E aí ele meio que dando o passo a passo ali para as filhas dele de como ser feliz, mais ou menos isso.
Deve ser profundo esse livro.
É bem profundo, é bem legal. Tem inclusive a palestra no YouTube assim, meio qualidade ruim, mas dá para ver.
Boa.
E aí eu com uma filha pequena, falei: "Cara, não dá. Se eu morrer hoje, tem a história da Corrieiros que é legal e tal, mas aonde tá isso, né?" E aí começou alguns projetos, né? Eu comecei o projeto com o André Biselli e com Americanas, a gente tentar escrever um livro. Sobre a história da Currieiros. E aí acabou meio que o André e eu tocando isso em paralelo. E aí eu comecei a gravar, aprender a gravar. Já tinha, tava começando essa história de vlog no YouTube e tal.
Eu queria gravar e contar essas histórias. Aí eu me coloquei desafios assim no meu primeiro vídeo, muito tímido. Ah, eu quero fazer uma maratona, eu quero fazer um Ironman, eu quero fazer isso antes dos 40, porque desafios físicos me reconectam com quem eu sou e aí me ajudam a ser melhor como pai, como empresário, como pessoa, como católico, enfim. Comecei a gravar isso. E aí um dos vídeos que meio que bombou assim entre a comunidade, eu já tava ficando melhor no esporte e tal, foi um vídeo sobre Z2.
E aí o que que é Z2? Quando você é uma zona cardíaca, normalmente você fala que você tem a Z1, Z2, Z3, Z4, Z5. E aí são as zonas que normalmente você faz o treino em. Então treinos leves, treinos mais moderados, você faz em Z2, Z1. Né, então treinador, quando ele vai te passar um treino, a gente passa um treino em Z2 para você fazer um treino rodado, leve, longo. E aí treinos fortes você faz em Z5, Z4, intervalados, né, que você faz aqueles famosos tiros.
E eu, como todo atleta iniciante, eu tinha dificuldade em treinar em Z2 porque eu achava, pô, tenho pouco tempo para treinar, vou fazer todos os treinos em Z4, Z5, o máximo.
Boa, até hoje a dificuldade de treinar em Z2 existe, né?
Eu vejo melhorou um pouco hoje. É só para falar para o pessoal, eu vejo aqui a turma toda treinando aqui, o Z2 parece o nosso Z5, viu, pessoal? Então assim, é só para explicar.
Mas é de tanto fazer treino leve, cara. E aí, e aí eu tinha ficado, já como eu tinha passado já, já o meu, acho que segundo ano no esporte, eu tinha conseguido evoluir bem no esporte, eu tinha entendido o valor disso, né? Que normalmente os treinadores falam da polarização, de você fazer 80% dos treinos no seu Z2 e 20% do treino você faz entre Z3 e Z5. E aí entendeu o valor disso, era, puts, aí que você cria a fibra muscular necessária para o endurance.
Então é aí que você cria, você aumenta teu limiar, você cria, você melhora seu VO2, todas as métricas boas de endurance, é que você cria resiliência. Foi, pô, muito legal. Imagina uma empresa chamada Z2. O empresário precisa ser resiliente. E aí comecei a desenvolver a ideia de algo em torno de Z2 aí, antes de ter gel, antes de ter suplemento. Então foi meio que assim que nasceu o nome.
E você tá comentando aqui dos suplementos, quais suplementos são os importantes para o treino de endurance e por que outros suplementos não necessariamente se encaixam? E como é que vocês escolhem esses produtos e comercializam eles? Porque eu vi também que vocês vendem produtos físicos, tem a parte de apparel. Como é que vocês vão expandindo e selecionando outras coisas para adicionar na loja da Z2?
Eu acho que a gente, primeiro que a gente se considera mais ali a marca de esporte. Então acho que isso é importante lembrar, que o gel ele foi a nossa âncora, ele é a nossa âncora. E os suplementos, eles são escolhidos para os que têm comprovação nível A de estudo, de meta-análise. E aí você tem como essencial carboidrato. Aí você pode falar de qualquer carboidrato, desde uma bananinha, uma balinha, a um pão. Só que você tem carboidratos certos para momentos certos, e a gente foi atrás disso.
Você tem hidratação, que é muito importante para o Endurance. E a hidratação você diz em termos de principalmente sódio, o quanto de sódio você perde, repõe. E aí você tem a parte de recuperação disso e a parte do pré disso. Hoje a gente atua muito nessa parte do meio aqui, que é a parte do intra. Agora, para o Endurance, o mais necessário é sempre você tá bem alimentado e bem descansado. Esse é o mais importante, seja isso com Z2 ou não.
E aí a Z2 ela participa desse momento, só que como a gente trabalha muito a comunidade, trabalha muito as histórias por trás do esporte, a gente tem a necessidade também de tá perto do cara em outros momentos. Então desde o boné, as pedrinhas que refrescam, que é a Omios, o cinto de hidratação que é a Nerd. E a gente vai vendo também o que rola de tendência fora. Então a gente olha muito marcas tipo a Morten, olha muito marcas tipo The Feed, olha o que que as marcas que inovam.
E aí é muito importante a gente tá dentro do esporte. Então eu ainda faço Ironman, ainda vou para, tento ir para Mundial de Ironman, ainda participo intensamente do lado de performance, do que que tá de ponta de inovação ali. Então bicarbonato de sódio, ketones, todas essas coisas que você já fala e vê um pouco fora. Qual é o sentido disso? Se é Estados Unidos tem muito de liberar suplemento antes de você ter comprovação de fato, e a gente traz já aí já um pouco mais para nossa realidade de Anvisa, o que que funciona, o que que não funciona, nitrato, bicarbonato, todas essas esses suplementos que estão um pouquinho mais atrasados em termos de comprovação, e a gente tenta ver o que funciona de fato.
E aí a gente joga para esse universo. Acho que a gente tenta participar da vida do atleta de Endurance sempre com os itens certos nos momentos certos ali para ajudar ele a chegar onde ele quer chegar. A gente é coadjuvante da história do cara que é o ator principal.
Como se fosse, a gente brinca, né, todo empresário ele precisa estar na ponta, ele precisa estar lá no dia a dia, né. O seu dia a dia é continuar fazendo esporte, né.
Boa desculpa para minha mulher, né, falar a verdade.
Exato, exato.
Amor, eu preciso ir para a prova, cara, eu trabalho, eu preciso ir treinar, né.
Então tomara que ela escute esse podcast aqui, né.
Ela já está acostumada, né. Já tem todas essas desculpas prontas já.
Já está acostumada. E falando Nesse aspecto de família, eu lembro que a gente conversou um pouquinho sobre a sua rotina, né?
Sim.
E eu achei espetacular. Então eu queria que você comentasse um pouquinho aí a hora que você acorda, o que você faz, como é que é seu dia, a hora que você dorme, para o pessoal entender aí que "Ah, tô acordando 7:30 da manhã, tô cedo demais", só para eles terem uma referência legal aí.
Eu acho que é momentos de vida também, né? Eu tô numa fase que eu quero participar muito da vida dos meus filhos pequenos. Eu tenho uma filha de 6, uma filha de 3, uma filha que não tem um ainda, e eu tô grávido do quarto. Então, e eu assim, do jeito que eu fui criado e tal, e as coisas que eu valorizo, eu preciso e gosto muito e me preenche participar da vida delas. E aí não é só ticar a caixinha de, putz, tá na escola, tomou banho, comeu e tal.
É participar mesmo, é entender, é conversar, é saber da princesa, que ela gosta, os medos que ela tem. E então eu preciso me fazer fisicamente presente, mentalmente presente nos momentos que eu tô com ela. Então para isso eu preciso resolver as coisas que não são com elas em horários organizados ali. Aí que que é o treino? Então treino, especialmente época de Ironman, não tem como eu treinar se eu não acordo às 4 da manhã. Então tem que acordar às 4 e começar as coisas 4 horas da manhã.
Às vezes, quando é exagerado, aí é 3:30, assim, quando tem muita coisa de manhã. E aí, o que que eu tento fazer de manhã é resolver os mais longos, que são normalmente ciclismo e corrida. E aí isso tento resolver sempre antes das 7:30, porque eu que levo elas para o colégio, aí é o meu momento ali com elas de manhã. Idealmente, antes das 7:30 eu chego em casa e ainda consigo fazer a parte de acordar, da rotina de manhã delas. E aí isso resolve já 3, 2 horas de treino de manhã.
Quando tá já em época de Ironman, que eu preciso daí dar aquela acelerada, ainda tem um treino à tarde, tem um treino normalmente às 6 e pouco, 7, mas esse eu agora, por exemplo, não tenho feito. Esse ano eu não fiz ainda treino depois das 6, 7 horas da noite. E aí tem sempre o treino do almoço, que é o treino da natação. E aí esse eu faço 2, 3 vezes por semana, a não ser também época de Ironman, que eu faço todos os dias da semana.
Nada, todos os dias da semana?
É, para Ironman, né? Agora não tô nadando. Agora nado 2, 3 vezes por semana.
Tá indo contra os triatletas, né? Porque a maioria dos triatletas odeiam natação e geralmente—
Não, não é contra. Eu faço, eu não gosto também, mas para você almejar ganhar alguma coisa, você precisa fazer mais que os outros. E aí esse é o ponto também, né? Eu gosto e entendo que eu preciso performar bem nessas provas. Então tentar ganhar a prova, tentar classificar para mundial, para mim isso é uma das necessidades. Então eu não vou começar um ciclo de Ironman se eu não acho que eu vou ter tempo para me dedicar a isso.
E aí o que sofre normalmente é vida social. Meus amigos, coitados, faz milênios que eu não vejo eles.
Não tem happy hour, né?
Não tem happy hour.
E aí vai dormir que horas então, cara? Eu durmo normalmente entre 9 e 10 da noite, são 6 horas, 7 horas de sono. É, exato.
Muito bom. 7 horas de sono para mim é o que eu tento encaixar ali. Às vezes eu durmo com as meninas às 8 horas da noite e aí minha esposa vem me buscar, mas é, mas normalmente umas 9 horas da noite.
Voltando um pouco para parte dos atletas, como é que foi primeiro conseguir o primeiro atleta? E aí hoje que você já tem alguns, como é que é o processo seletivo? O que vocês procuram?
Cara, os primeiros foram fáceis em tese porque eu era do meio e os atletas já meio que sabiam quem eu era. Mesmo assim foi difícil porque tinha um preconceito um pouco na época com marcas novas no esporte. Primeiro que você tem uma preocupação grande, especialmente com atleta profissional, de doping. "Então, quem que é essa empresa? Da onde o cara certifica?" Então, você precisa comprovar isso de alguma forma e tem o lado também de você convencer o cara que você não vai falir daqui a um mês.
Então, "Puts, que empresa é essa? Por que você está fazendo isso?" Eu estou abrindo mão de ser patrocinado por uma empresa que já tem um histórico bom, que eventualmente não tem o produto que eu quero, mas pelo menos me garante meu salário legal aqui versus você. E além disso também tinha o fato de eu saber quem eram os atletas que estavam prestes a ganhar ou meio embaixo ali que eu poderia patrocinar. Então você já tinha marcas grandes, né, aí de pessoas até que eu tenho como referência e admiração.
Então você tinha a Dux, você tinha a Probiótica, marcas que já eram referência no mercado. Que tinham esses patrocínios, especialmente de atletas mais influenciadores, e que se você colocasse o produto, com certeza ia bombar. Agora, eu, por estar muito envolvido no meio da performance, eu sabia, por exemplo, que o Reinaldo Colucci, que foi ali um dos primeiros atletas que eu patrocinei, ele, o Manuel Messias, a Luiza Batista, a turma ali mais do SESI, era uma turma que tava começando a migrar para longa distância e que tava, e que tinha 3.000, 4.000 seguidores.
Então, que seria razoavelmente barato para mim, né? Na época era todo o dinheiro que eu tinha, mas para conseguir puxar. E aí eu fiz essa aposta e deu muito certo, né? Acho que 6 meses de empresa, a gente teve um atleta que ganhou Ironman, que foi o Reinaldo Colucci, e que mudou muito a história do negócio. A gente já tava meio que num hype ali de Ironman entre atleta, mas foi assim divisor de águas, porque o patrocinador do Ironman na época foi menos lembrado do que a gente que tinha o atleta que levantou a faixa do Ironman.
Então foi uma baita vitória ali para gente, e o negócio se aproveitou muito disso. Agora, convencer o Reinaldo Colucci não foi fácil no começo, porque era: cara, o que que você fez? Não, fiz uma empresa de logística. Logística? Você tá fazendo isso aqui? 'Como que você sabe que isso vai ser bom?' Aí eu tinha, eu tenho até hoje, né, como sócio que me ajudaram na parte de pele dele, que era o Paulo Puccinelli, que era um médico do esporte, é um médico do esporte, foi médico do Palmeiras, médico do Atlético Paranaense, aí ficou mais focado em Endurance.
E a Cissa, Maria Cecília, que era assim, além de ser uma nutricionista de atletas de performance, ela era uma da, ela é ainda até hoje uma das melhores triatletas do Brasil em termos de Ironman, né. Então eu dava essa referência para ele também. Então foi muito importante ter os dois comigo no começo.
Os números de prova foram super importantes, você ser uma pessoa performática justamente para... Porque é isso, você não tinha uma empresa que ainda tinha um track record grande, a única coisa que você podia mostrar para o cliente.
Zero track record.
É isso, no final eu estou treinando, eu uso os meus produtos e esse tempo que você tinha bom ajudou um pouco a trazer essa prova.
O Falcão não sabe o que ele está falando. Ele sabe pelo menos que precisa de alguma coisa decente aí para ele conseguir entregar uma prova.
Exatamente. E curiosidade, qual que é o melhor tempo no Ironman?
Meu? É, não vai. Eu acho que assim, tá, um disclaimer: tempo de Ironman ele não é igual tempo de maratona.
Perfeito.
Mesmo tempo de maratona tem os seus vieses, porque cada prova é uma prova. Você tem vento diferente em Ironman, que é uma prova que normalmente dura ali suas 9, 10 horas. Vento vai fazer muita diferença. Clima, sol, frio, chuva, vai fazer muita diferença no tempo.
Tem muita coisa que você não controla, inclusive, né?
Natação é uma das coisas que faz mais diferença. Você comentou que não gosta de nadar. Eu, além de não gostar, não sou muito bom na natação. Então assim, se tem correnteza a favor no dia da prova, se tem correnteza contra, se o mar tá batido, não tá, isso muda tempo de prova. Dito isso, eu tenho em Florianópolis, eu tenho tempo de 8 horas e 57. Aí eu tenho Nova York, eu tenho 9 horas e E 8, que foi, acho que sei lá, o 4º melhor brasileiro do ano naquele ano, contando os profissionais ali, 5º ou 4º, que foi em 2024.
E aí eu tenho 8 horas e 24 na Califórnia, que é uma natação com correnteza a favor, ou seja, meio roubada. Correnteza a favor não conta muito a natação, eu nadei para 50 minutos, mas é isso.
Legal, legal. É só para acho que explicar para o pessoal, O que é um Ironman? Explica aí. Então, Ironman são 3,8 km nadando, na natação é sempre o primeiro. Segundo são 180 km pedalando e depois 42 km correndo. Você tem até 15 horas para completar a prova? É isso?
Eu acho que são 17. Algumas provas têm um corte um pouco mais tarde. Acho que são 15, 17 horas.
15, 17 horas, ou seja, o melhor tempo foi 8 horas e 24, só para vocês terem uma ideia de como foi. Então, baita tempo, muito legal. E já caminhando aqui um pouco para o final, eu queria perguntar só para você, Victor, em relação a um pouco de tendências desse mercado de suplementação. Hoje você tem gel, cada vez mais o mercado de wellness está crescendo muito. A tecnologia em cima disso está sendo muito grande. O que vocês estão olhando um pouco de tendência sobre todas as empresas do mundo e um pouco talvez do que a Z2 gostaria de fazer daqui para frente?
É um mundo gigantesco. Você vai para uma Expo West que acontece ali na Califórnia, em Anaheim, por exemplo, você vê muito do que acontece nos Estados Unidos e um pouco do que está despontando fora. Então, se você pegar o que acontece lá, Você tem muita bebida funcional de RTD, então de latinha ou de tetra pack. Então você tem muita coisa com proteína. Creatina, suplemento do momento agora, que você tem vários estudos que comprovam creatina como não só bom para ganho de massa, mas para várias outras coisas.
E os Estados Unidos muito grande também em nutrópicos de cogumelo, essas coisas. Estão bem, bem à frente lá. E snacks funcionais, né? Então você vê o salgadinho com proteína, você vê a balinha com creatina, você vê várias coisas assim que despontam muito no mundo, né? Não só em termos de recursos ergogênicos e suplementos que você tem para tomar, que são diferentes, como métodos de consumo disso, né? Então você tem vários métodos, né, goma sendo um dos expoentes, que nos Estados Unidos você vê muita coisa em goma versus o que, versus de fato o suplemento que muda muito o jogo.
Você tem agora é muito suplemento também para fazer a contrabalança do GLP. Então você tem, né, das canetas emagrecedoras, você tem muito suplemento indo para esse lado também, de ser meio que o apoio do cara que tá tomando a caneta para ele não ter as deficiências que a caneta eventualmente traz. E fora isso assim de tendências para mercado de suplemento, eu não, eu não vejo assim um grande suplemento diferente do que a gente tem hoje, né?
A gente não tem nenhum estudo falando de Endurance aí, fora os que já são comprovados há pelo menos 5, 10 anos ali, que você tem os macros básicos que são necessários, então carboidrato, proteína, gordura, enfim, como você consome fibras, como você consome esses macronutrientes é muito importante. Então quando isso é consumido e o quanto disso é consumido mudou muito. Então isso a gente trouxe, foi expoente disso no Brasil. Então você não via antes da Z2 gel com um número de carboidrato que você tem na frente, você não via a gente fazendo conta de carboidrato, ah, putz, quanto de carboidrato eu consumo por hora.
A gente trouxe essa essa educação para o consumidor de Endurance. Cara, quanto mais carboidrato você conseguir tolerar durante a sua prova, o seu treino de performance, melhor, porque o carboidrato ele vai manter o glicogênio muscular ativo e você consegue seguir no teu limite ali por muito mais tempo. Isso é científico assim. Então a gente trouxe muito disso para você fazer conta de carboidrato. As duas vias de carboidrato que já são conhecidas, então tem SLT, tem o GLUT5, que é basicamente glicose e frutose.
Suas duas cadeias de carboidrato. Então você tem que ter um balanço entre os carboidratos para você ter uma absorção melhor. Isso tudo a gente trouxe e educou. E aí você vê muita gente seguindo hoje. Eu não vejo grande diferença daí nessa, grandes saltos nesse fato assim do carboidrato, que é o que a gente hoje carrega muito, é o que carrega as E2. Você tem daí recursos diferentes que tem níveis não de comprovação, mas de uso em momentos diferentes.
Então você tem o nitrato, que é um suplemento já comprovado também de vasodilatador ali, bom para você ter uma circulação ali melhor de sangue, enfim, chegar mais oxigênio para o músculo, mais glicogênio para o músculo. Você tem o bicarbonato, que é de tamponagem de esforço, você sente menos o lactato, a dor muscular, você sente menos a fadiga quando você toma bicarbonato. Você tem cafeína. Cafeína, eu acho que é talvez um dos recursos de suplemento ergogênico que mais, mais tem feito.
É um dos que eu pessoalmente mais gosto em termos de endurance, de esporte, que ele retarda a fadiga, ele retarda o teu sentimento de fadiga. Então tem, e te dá uma um up mental, né, que é muito das vezes a quebra e a desistência e a fadiga, ela vem por um lado mental também. Mas esses são os principais, eu diria. Eu acho que é mais o entender como esses suplementos se encaixaram na vida, né, entender o corpo e a fisiologia do atleta de Endurance, do que de fato surgir com coisas novas.
E aí é o quanto você oferece, é o como, é Puts, é mais líquido, é mais sólido, é gel, é pó, é líquido, é goma. Aí você tem vários métodos de inserir isso na vida do atleta. Se você tá participando e fazendo esporte, você sempre entende quais são os que funcionam mais.
E focando aqui um pouco na parte dos clientes, eu sei que todos em tese, né, são atletas de vários níveis. Como é que vocês chegam em cada nível de atleta? Se tem alguma estratégia específica para cada um? E como é que vocês fazem essa comunidade da Z2?
A gente ainda tá longe de ser a marca perfeita para isso, assim, eu acho que a gente focou muito no topo da pirâmide ali, então a gente até peca um pouco nisso, a gente olha muito para o lado de performance do atleta profissional e tal, e a gente demorou muito para conversar com influenciador, para conversar com uma turma que atingia mais gente. O que mudou muito para a gente foi quando a gente começou a fazer maratonas, e a gente fez a maratona Maratona do Rio, que é a maior maratona da América Latina e é meio que um festival.
E a gente entendeu que tinha muita gente que ainda enxergava a gente como um suplemento só para quem corria rápido ou para quem corria muito. Isso uns 3 anos atrás. E aí a gente entendeu que a gente tinha que trabalhar melhor essa nossa comunicação e a gente começou a descobrir esses outros caminhos. Assim como eu venho de um viés, de uma cabeça muito performance, era mais fácil para mim comunicar esse lado. E aí a gente foi aprendendo, né?
Então a gente tem diversos, diversas pontas de comunicação, e a gente não deixa de comunicar a essência da Z2 ali, né, que é você buscar a sua performance, né? Então a gente entendeu isso. E aí a gente tem podcast também, a gente tem influenciador, a gente tem clube de corrida, a gente Conversa e ativa várias assessorias do Brasil. As assessorias são uma, é como se fosse o nutricionista e o médico do corredor, que não deveria ser, mas normalmente ele segue, começa muito das coisas pela assessoria.
Eventos que nem a Maratona do Rio, a gente começou a fazer vários outros eventos. A própria comunicação dos atletas e que tipo de esporte a gente atinge também. A gente começou a ampliar, nunca é uma coisa só, é sempre, é sempre uma, uma, um círculo e uma, como, e assim, um universo que você tem que estar comunicando em todas as pontas. Por isso você precisa gostar muito, porque senão fica uma coisa fabricada, né? E eu acho que é isso que nos distancia e nos diferencia muito das outras marcas.
Quando o corredor olha que ele pega, porque que ele gosta de postar que ele tá tomando e tal, é que de fato ele sente autenticidade ali. Porque todas as pessoas que trabalham e executam a Z2 vivem isso, são corredores, são triatletas, são jiu-jiteiros, tem de tudo lá. Mas é o cara que de fato usa e entende a necessidade de ter aquilo.
Muito bom, muito bom. E a gente tem duas traduções aqui finais. A primeira, que a gente sempre pede uma dica aqui para os nossos convidados. O Vitão já deu uma dica, mas eu vou começar pelo Lucas aqui primeiro. Qual dica que você tem aí para gente Pode ser livro, filme, dica de frase, enfim, qualquer coisa.
Eu gosto muito de filme, é um dos meus hobbies. Então tem 3 filmes de esporte. Um é um clássico, Rocky. O segundo, um pouco polêmico, mas é The Program, que é do Lance Armstrong. É um pouco—
Pô, gostei desse aí.
Inspiracional também, porque ele passa por várias coisas no meio do caminho, mas também tem as suas polêmicas. E aí também um filme um pouco mais dramático chamado Foxcatcher.
Também boa, muito bom. E você, Vitão, o que que você tem?
A ideia do Randy Pausch, eu vou falar do filme que eu vi recentemente agora do Netflix, que eu acho que é— acho que fazia tempo que eu não via um filme com uma história boa, que é Criatura Extraordinária, alguma coisa assim. É um dos top do Netflix hoje, então se você assistir agora você vai ver lá, é É a história de uma mulher que perde o marido e o filho e ela é faxineira de um aquário e ela começa a ter uma conversa com o povo.
Mas é uma história muito interessante, muito legal. Simples, mas legal. E aí de livro, eu vou dar um livro de dica mais assim para quem empreende, para quem tá tentando criar um negócio ou desenvolveu uma área dentro da empresa que acha que está precisando dar uma inovada, que é o StoryBrand. Eu esqueci o nome do autor, mas pesquisa StoryBrand que vai ter esse livro. Ele é um livro pequeno, simples, mas como você, como a arte de contar histórias, ela constrói não só marcas, mas empresas com narrativas que conectam, ao meu ver, o principal fator decisor de uma venda, que é o coração, que é a emoção.
Legal, empresas que conectam, essa frase é muito verdadeira. Eu vou dar uma dica aqui, é um livro que chama Almanac, do Navi Ravikant. Navi foi um grande investidor de startup dos Estados Unidos e ele fez um livro que é pequeno, 200, 250 páginas, onde ele fala um pouco sobre riqueza, felicidade, vida e é realmente um almanac. E foi um outro autor que eu também não me lembro o nome, mas ele puxou todos esses ensinamentos enquanto o Navi publicava isso em Twitter, Instagram, enfim, ele foi juntando tudo isso e colocou tudo isso num livro. Legal, ficou muito legal.
Última coisa é um bate-bola aqui, Vitão: natação, corrida ou bike?
Corrida.
Corrida, Ironman ou maratona?
Ironman.
Suplementação em gel, barra ou líquido?
Gel.
E qual é o sabor de gel que você mais gosta das E2?
Putz, isso é polêmico, hein? Sabor, sabor, só sabor? Eu gosto do Tropical Fruit, mas o que eu mais gosto é o Freezing Cola.
É, porque esse daí dá um up bem bom no calor, né? E por último, já que você é podcaster também, entrevistar ou ser entrevistado?
Pô, entrevistar é muito mais legal do que ser entrevistado.
Boa, boa!
Aprendo muito mais.
Muito legal, muito Muito bom.
Pessoal, então a gente vai caminhar aqui para o final.
Muito obrigado a todo mundo que participou e que escutou um pouquinho aqui da história do Victor.
Eu queria agradecer também ao Lucas, que trabalha aqui comigo no Bradesco Private.
Obrigado, Lucas, pela presença e pela contribuição.
Obrigado você pelo convite.
E Vitão, muito obrigado. Super legal ter você falando um pouquinho da sua vida aqui para a gente. Com certeza foi super inspirador, pessoal. Agora vai ter aquela ideia de que vai precisar acordar mais cedo e fazer mais coisa, porque eles sabem que dá para fazer mais.
Mas obrigado demais pela presença.
Obrigado vocês, obrigado pelo convite. Espero que tenham gostado um pouquinho da história das E2.
Boa, pessoal! Então, mais uma vez, obrigado. Você pode conferir um pouquinho do Insights em vídeo no nosso YouTube ou na sua plataforma preferida de podcast. Até a próxima, tchau, tchau!