Episódios de Dodgers Cast

DODGERS CAST – EP 262 – WROBO LEVA O TROFÉU DE ABRIL E O SLUMP DE OHTANI!

04 de maio de 202637min
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O Justin Wrobleski é o grande vencedor do Troféu “Will Klein” de Abril!
Acompanhe, neste episódio, o que trouxe os Dodgers para uma semana de record negativo na temporada, derrotas seguidas em séries para Miami e Cardinals, o slump “histórico” de Shohei Ohtani e aquela resenha do Dodgers que você gosta!
Você ouve Thiago Cordeiro e Gabriel Barros falando de MLB, Baseball, curiosidades da história do Brasil e a relação de “Rapariga” do Filho do Piseiro com a semana do Dodgers!
Aperta o play e compartilhe o nosso Dodgers Cast!

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Participantes neste episódio2
T

Tiago Cordeiro

Host
F

Fernando Franca

Co-host
Assuntos6
  • Desempenho de Justin RobleskiCandidatura ao Cy Young · Baixo ERA e vitórias · Estilo de arremesso focado em contato · Vencedor do Troféu Will Klein de Abril
  • Slump de Shohei OhtaniSequência de jogos sem rebater · Impacto no ataque da equipe · Necessidade de estabilidade no infield
  • Estatística e Dados no BaseballDerrotas seguidas para Marlins e Cardinals · Recorde negativo na temporada · Liderança da divisão apesar do desempenho
  • Indicações de sériesConfronto contra Houston Astros · Relembrança da temporada 2017 · Confronto contra Atlanta Braves · Desempenho dos arremessadores · Problemas ofensivos do time
  • Rotação de arremessadores e futuroRetorno de Blake Snell · Posicionamento de Robleski na rotação · Papel de Sheehan e Sasaki
  • Música e CulturaMúsica 'Rapariga' de Filho do Piseiro · Barão de Itararé e jornalismo satírico · História de Itararé e a Revolução de 1930
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FM Network. It's time for Dodger Baseball.

Tchau, tchau.

E aí E aí

E aí, Dodgers Nation! Tudo bem? Como é que vocês estão? Está começando a partir de agora mais um episódio do meu, do seu, do nosso. Dodgers Cast Baseball! O podcast pra falar do maior azul do mundo. E por muito, aqui na FN Network. Ah, meu amigo, o seu time duas vezes campeão da World Series. Tá te fazendo passar um pouquinho de raiva?

Seja bem-vindo ao beisebol, faz parte. Eu estou feliz? Claro que não. Se perguntarem para mim qual a melhor coisa que aconteceu essa semana, não serão as atuações do Dodgers na coluna de respostas corretas.

Pode até ser que a música Raparigas, filho do Piseiro, esteja na frente, inclusive, de Dodgers. Mas o importante é que estamos aqui com mais um Dodgers Cast. Hoje no Bate-Bola, eu e ele, o professor Fernando Franca, o arroba...

Dodgers da Massa. Fernandão, dois episódios ausentes? Parece que é o ano passado. A gente tava lá fazendo conta, o recorde da história, tal, e de repente, perdendo série em casa pro Marlins.

Tomando luz em streak de 4, 5 jogos. Semana com recorde negativo. Cadê o meu Dodgers? Levaram? Sumiu? Tem devolução, Fernandão? Seja bem-vindo. Fala, Tiagão. Fala todo mundo que ouve a gente aqui no Dodgerscast. Sem dúvida, né? Não foi uma semana nada boa pra gente, né? A gente olhava...

para os confrontos contra Marlins e contra St. Louis Cardinals, dois times que, olhando jogador a jogador, desempenho a desempenho, os Dodgers seriam capazes de pelo menos fazer um 5-1 nessa semana.

Mas o que a gente viu foi uma série muito difícil contra os Marlins lá no Dodger Stadium, a ponto que a gente quase tomou uma varrida de Miami, porque a gente... Merecia tomar uma varrida, né? Merecia. A gente ganha o primeiro jogo ali na Bacia das Almas, com o time rebatendo bem na nona entrada, depois perde dois jogos muito parelhos.

Viaja para St. Louis meio que pensando assim, bom, depois da vergonha contra os Marlins, os caras vão tomar tento e vão para cima dos Cardinals. Nada disso. Perdemos os dois primeiros jogos. Conseguimos evitar a varrida, que eu acho que isso é importante, pelo menos, evitar a varrida. Afinal de contas, o San Diego Padres também estava perdendo do Chicago White Sox. Chicago White Sox.

mas... Perderam a série do Chicago Aidsópolis em casa esse final de semana. E que deixa a gente ainda, como o Gui falou no grupo, mesmo jogando muito mal, fazendo um beisebol fraquíssimo, os Dodgers ainda são o líder da divisão oeste da Liga Nacional.

Podemos dizer que, por mais sorte do que juízo, o Dodgers, que não está fazendo uma campanha ruim, se chegasse para outros times e falassem assim, cara, vocês vão começar o ano com 21 vitórias e 13 derrotas, um aproveitamento de 62%, e aí, tá bom? Cara, essa é uma porcentagem que te coloca nos playoffs, provavelmente você briga pela sua divisão e você garante com certeza.

no lugar do wide card. Agora, para o investimento, para a expectativa, para um time que começou com 75% de aproveitamento depois dos primeiros 15 jogos, essa última, para você ter uma ideia, no last 10, nos últimos 10 jogos, nós somos 5 vitórias e 5 derrotas. E, apesar da gente ter um run differential de 63,

que é muito forte, eu diria que só não é melhor do que o do New York Youngs, que tem 65 de run differential, o Dodgers só não está pior nessa situação, porque o nosso pitching staff, principalmente os starters, estão fazendo a parte dele.

Você pode aqui falar do Rok Sasaki, nós vamos falar do Rok Sasaki, mas você tem que falar de Justin Robleski. Justin Robleski. Se hoje, hoje, tivesse uma votação para a Cy Young, Justin Robleski estaria no top 10.

Falar que ele vai levar o Sayang nesse início do mês de abril talvez seja muito, mas tira Justin Robleski, coloca Jacob DeGrom, e aí você vem com um IA de 1,23, cinco vitórias, nenhuma derrota e um Ip de 0,90. Esse cara briga pelo Sayang bonito ou não briga, Fernandão? Apaga o nome do Robleski e coloca o nome de um cara de grifle.

Pronto. De um figurão. É um figurão. É ali pra receber voto. Acabou. É 130 milhão, dois anos de contrato. Exato. Pô, entendeu? Você tá assim.

O Jocelyn Roblesque está pagando o preço por ser feio demais. Essa é a verdade. Ele não é um rostinho bonito, ele não estaria na malhação, mas ele em campo é um superstar em termos de atuação nesse começo de ano. Ele em seis innings ontem, no domingo, estamos gravando isso aqui segunda-feira de manhã, ele conseguiu navegar por seis entradas sem sofrer corrida.

Sem dar um strikeout. Um. Ele não deu nenhum. Ele só a bolinha de contato e pum. É pop-out, fall-out, ground-out, fly-out. É bonito de ver. Às vezes é, às vezes não é. Mas assim, Justin Robleski, ó, estou de pé neste momento, aplaudindo vossa excelência.

Eu nesse início de ano, você venceu o troféu Will Klein do mês de abril. É ou não é, Fernandão? Pô, total, Tiagão. É dessas coisas, né? E o pior, né? Quando a gente tava lá, ainda no Spring Training, e olhava...

pra Emmett Sheehan e pra Justin Roblesque, a briga que os caras, né, que os dois vinham travando pra ver quem faria a rotação dos Dodgers, parecia muito mais olhar pro Emmett Sheehan, né, como o cara que seria o escolhido pra integrar essa rotação de 5, de 6 que os Dodgers, né, vai acabar montando em algum momento dessa temporada.

E aí o Emmett Sheehan tem sido meio montanha-russa e o Justin Robleski navegando só em águas bastante calmas, né? E bastante interessante, Tiago, o que você falou. Ele tomou duas runs em 32 innings.

Absurdo, absurdo que o Jason Roblesque tem feito. E tem feito o papel que o Yamamoto fazia e ainda faz nesse nosso time, que é o seguinte. Nas sequências de derrota, quando bate no Yamamoto, você sabe que o time vai ganhar e vai dar aquela tranquilizada. Nas sequências de derrota em 2 de 26, quando bate no Roblesque, você sabe que as coisas vão dar uma acalmada. E Tiago, você falou aí do jogo de ontem, né? Sem nenhum strikeout pra poder eliminar.

jogadores dos Cardinals, e tem sido uma tendência do jogo do Robleski, exceto pela penúltima start dele que ele fez seis strikeouts, nas outras todas, ele não tinha nunca superado três strikeouts em eliminação. É, não, ele é super pouquinho. Ground out e fly out tem sido o jogo do Robleski.

É a de oito. É, ele foi uma start que ele fez oito innings, oito innings. E tudo assim, controlando um pitch count dentro do possível ali. Tá conseguindo arremessar 85, 95 bolas todas as starts. Então, Justin Robleski, que homem, eu vou repetir aqui, vencedor do troféu Will Klein.

criado neste momento e agora virar uma tradição aqui no nosso Dodgers Cash no mês de abril. Porque assim, há de ser feita justiça. Quando você fala, pô, mas o Tyler Glasnow tá bem? Obrigação dele tá bem, porra. Ah, o Yamamoto tá bem? Óbvio que ele tá bem, velho. Ele é o MVP da World Series. E o Otani? Você tá tirando sarro com a minha cara. Agora, você tá sem o Blake Snell. E aí vem o moleque.

que a gente achava que ia ser um long reliever bagre. Tipo, um long reliever ruim, não é aquele puta long reliever.

Jogando uma bola de esquerda que não é bonita. O release do Justin Robleski, ele é feio. Só que, cara, funciona. Eu tava olhando aqui o jogo. O jogo foi contra o New York Mets no dia 13 de abril. Se eu não me engano, no 13 de abril foi até sexta-feira 13. Opa, só uma ambulância aqui. Oito innings, dois hits. Nenhum walk, nenhum. E dois strikeouts. Porque, Dainty, quando você vê um oito innings, dois hits, você fala, Nossa.

Esse cara fez a galera rodar no vazio pra caralho. E não foi o que aconteceu. Ele foi navegando. E aqui a gente falava, ah não, segundo start do ano. Eu não vou dar esse argumento pra ele. Imagine se na próxima start ele aparece, Fernandão, com oito entradas, dois hits. Você vai reclamar que ele só deu dois strikeouts? Então a gente tem que parar de valorizar esse lance do strikeout. Tem jogador que arremessa, tem jogador que arremessa.

Ó, foram oito entradas com 90 arremessos. 64 pra strike, cara. Fortíssimo! Pra terminar esse primeiro bloco, então, pra gente falar de futuro, fazer o nosso combinado da semana. O Barros não apareceu, né? Segunda-feira, sete da matina, não remunerado. Puxão de orelha e advertência verbal para o jovem Barros.

que deve ter mais coisa pra fazer que nós, né, Fernando? Estamos aqui perdendo tempo com essa bosta. Mas, ó, além dele, o recado aqui fica dito que a nossa capa é do Kevin O'Dodger. O nosso arroba oficial para informações é o arroba Dodgers da Massa. Procura lá, atualizações.

Eu acho que eles batem pouco, está faltando um diretoria Jim Carrey, um salário em dia porrada em falta, mas está tudo bem. A gente vai falar sobre isso no episódio de hoje. E nós vamos analisar as próximas duas séries. Aí a ideia é, no domingo à noite, ou...

na segunda-feira, ali, terça cedo, a gente fazer o repasse dessa semana e preparar os próximos dias, beleza? Lembrando que domingo é dia das mães, então não esperem muito, né? A gente vai tentar.

Mas não esperem, moça, vamos conseguir com toda certeza, beleza? Então, séries serão analisadas aqui para vocês. São Francisco e também o Houston. A gente está indo para Houston agora, é isso, Barroso? Houston e Atlanta, Tiagão. Houston e Atlanta. De hoje, segunda-feira até quarta-feira. E depois, na sexta-feira até domingo, Atlanta em casa. A gente volta para pegar o Braves e daí o Giants, é isso. A gente vai para Houston, série tensa, né?

Jamais esquecerismos. O Houston Threshers. E depois a gente volta para pegar o bom Braves, cara. Eu sou da época.

Quando eu comecei a torcer pro Dodgers, Fernandão, tinha um bicho papão. Isso se chamava Atlanta Braves. Óbvio, o Youngs era meio que o Dodgers de hoje, né? Você ficava com raiva, tinha todos os melhores jogadores. Eu consigo falar a line-up hoje do Youngs e olha quantos anos se passaram, eu nem era torcedor do time. Possadas de Iambi, o Jirar de shortstop, você tinha a Gary Sheffield, que era um ex-Dodgers que tinha ido pra lá.

Cara, só amigo monstro. House da fama pra tudo quanto é lado. Mas o Braves era o pica. O Braves chegava na gente com o John Smoltz, Greg Maddox. Os caras deitavam em nós. A gente não conseguia ver a cor da bolinha. E nosso time era... Nosso time parecia... Que time hoje no futebol brasileiro vive só de medalhão? Um cruzeiro?

Sabe assim, chega lá os Dudu, depois de não dar mais nada em lugar nenhum. Gabigol, que jamanco. O Dodgers era esse time, pagava só os caras que já não estavam rendendo mais porra nenhuma. Mas tá bom, vambora, não tem falta daquele Dodgers não, que eu gosto de falar desse. Começou o Dodgers, quero.

Fernandão, rapidinho, pra gente analisar o que se passou em cinco minutos, tá? E aí eu quero trazer pra você essa informação. Shohei Otani está a uma partida, no caso hoje, de igualar a pior sequência da carreira na MLB com jogos sem rebater.

Ele está 0 de 14 neste momento, na sequência dele. E provavelmente hoje, se for hitless, será a primeira vez na carreira do japonês Shohei Otani que ele vai ficar cinco jogos sem rebater. E aí a gente não sabe o zero quanto que vai ser esse negócio.

Mas, Fernandão, eu tenho um ponto a se fazer aqui. Óbvio, se o Chorreio não joga, o ataque piora, fato. O Dave Roberts, na última semana, botou até o Kyle Tucker de cleanup, tentando de tudo. O Mookie Betts começa a fazer muitas saudades. Dá vontade de pegar um copo de cachaça, um modão, e cantar as saudades que meu coração sente do Mookie Betts. E esse papo...

Dele ficar tendo day off e não tá fazendo bem pro japonês. Ô, David Roberts, bota o cara pra rebater. Ah, mas o Dalton Rush, foda-se. Tira outro, tira o Freeman, tira o Will Smith, não tira o Otani. Deixa o cara lá, velho. Pra índole, pra aura.

para a aura dele, o homem não gostou de ficar sentado no banco, essa é a minha... Eu estendo um pouco essa sua opinião para todo o time do Los Angeles Dodgers, mas sobretudo para o nosso infield, a gente sabe beisebol é um esporte de repetição e quanto mais você repete, mais chances você tem de chegar onde você tem condições de chegar. Nós estamos falando de Chorreotani, um dos caras que mais rebatem nos últimos 10 anos da MLB.

E essa coisa de em alguns dias em que ele arremessa, ele não ser o cara que vai rebater, e aí o Dalton Rushing, no primeiro jogo isso funcionou muito bem, depois no segundo jogo isso já não foi tão legal assim. Isso acaba trazendo problemas para quem precisa de uma sequência de tentativas para poder se encontrar, e como você disse, 0 de 14 já nos últimos 4 jogos.

Show Heo Tani que rebateu o nosso último home run na série contra o Chicago Cubs, num domingo já longe, que eu já nem me lembro mais qual foi, eu acho que um 26 de abril, nosso último home run foi rebateu por Show Heo Tani. Mas eu estava falando, Thiagão, de estender essa questão da sequência para todo o nosso infilde, sobretudo, porque eu acho também que a gente tem mexido muito no infilde. É claro que a ausência do Mook Betts acaba levando a essa necessidade de...

Ora você tem o Kim como shortstop, ora você tem o Miguel Rojas, depois o Miguel Rojas de segunda base, Kim de segunda base, espinal de segunda base, espinal de terceira base. A gente acaba mexendo muito no infield e se do ponto de vista defensivo isso acabou não sendo muito problema para nós, eu acho que ofensivamente tem sido um problema. Por quê?

É isso. O beisebol precisa de repetição e você não pode ter um dia jogando o Nick Rowe, depois passa dois dias e o Nick Rowe volta. Aí você tira o Freeland para o Nick Rowe jogar, dois dias depois o Freeland volta. Aí você tira o Freeland para o Kim jogar, dois dias depois o Kim volta, o Spinal que aparece de 10 em 10 jogos apenas.

E aí você querer que os caras tenham uma sequência de rebatida é complicado. Então eu acho que, de fato, mexer com o Otani, não, não mexe com o Otani. Deixa o Otani, ele já está acostumado a fazer isso, arremessar e rebater. Nos dias que ele arremessa, ele vai rebater também, deixa o cara rebatendo. E acho que a gente precisava, mesmo com a ausência do Mookbetis, pensar no infield um pouco mais estável. Essa coisa de rebatedor canhoto contra arremessador destro e vice-versa.

acabou não gerando muito problema, muita vantagem para os Dodgers, então talvez fixar ali um infield com Rohans e King, ou Freeland e Rohans, seria já muito bom, porque eu acho que o que a gente está precisando...

de estabilidade nos nossos jogadores do dia a dia e muito eventualmente claro, e aí é sempre bom fazer esse balanço de carga a gente já falou disso aqui no Dodgers Cast mas eu acho que esse balanço de carga no infield sobretudo tem sido muito repetitivo e a gente tem perdido capacidade ofensiva por conta disso e assim, a gente tem que também dar mérito pro adversário, né? Eu acho que tem um momento que o torcedor

Se ele não bota a cabeça no travesseiro e pensa, o adversário também jogou bem. Os caras estão com gameplay. Os caras estão sabendo ler esse Dodgers. O Dodgers é o time mais assistido do baseball. Você consegue tape do Dodgers em qualquer câmera 4K 360+, dos últimos três anos.

Se você quiser um japa que fica filmando todos os lances do Otani em 4K de trás lá na arquibancada, você acha na internet. É o cara que você consegue hoje visualizar mais. Então assim, quando o Otani está no slump, é normal, é mérito também do outro. Tem o problema dele, tem o problema dele, mas é mérito do outro. Os caras estão sabendo, alguém está achando alguma coisa. Quem tem que corrigir isso?

O Otani com a comissão técnica. Você tem que corrigir. A gente sempre conta a história aqui quando o Fred Firmann se colocou à disposição do Mook Betts durante a temporada para corrigir umas rebatidas.

Aí o Mookie Betts parece que foi na Flórida, não, não, foi o Victor Martínez, Detroit, eu lembro que rolou isso. Aí ele melhorou, o Mookie Betts deu uma crescida na temporada, e aí decidiram ele e o Freeman que não iam mexer nisso.

Deu a off-season, o Betts ligou pro Freeman, e aí eles se encontraram e trabalharam juntos no off-season. Então assim, cara, é normal. O jogador, ele quer melhorar, ele quer performar um swing dele. Não é o mesmo swing pra sempre. E às vezes isso não é bom. Cody Bellinger, quantos swings ele tentou no último ano no Dodgers?

Começava em cima, começava embaixo. Chegou uma hora que ele parecia jogador de Betts, ele ficava com o taco na linha da cintura. Você falava, mano, o que o cara está fazendo? Desesperado. São seres humanos. O Otani começa a se sentir pressionado. Então, quando eu falo, ele tem que fazer a lição de casa dele, mas que o adversário tem mérito, isso não é por acaso. Bom, dito isso, Roblesque, a gente já falou na abertura. Então, vamos para o próximo, Fernandão.

Bora, falar de futuro aqui no Dodgers Cast.

Vamos lá, Fernandão, falando de futuro, começamos em Houston, Texas. Não gosto desse lugar, não gosto desse estado. Não admiro muita coisa lá fora, o Dallas Cowboys, por causa do meu pai. Mas é mais por causa do meu pai mesmo, que se fosse por causa deles, não gostava de nada, de nada, de nada. A gente tá aqui com o Yoshinobu Yamamoto, jogo 1.

Tá aí no jogo 2, Shohei Otani contra Peter Lambert. E jogo 3, Glasnow contra Lance McCullers. E aí eu venho pra te perguntar. Nós estamos com os nossos três aces alinhados, assim, hoje. Só tá faltando o Blake Snell ali e a gente pode falar disso antes de terminar.

Cara, pra pegar Lambert, McCullers e o outro chama Steven Ockert. Eu nunca tinha ouvido falar desse cara. 34 anos, ele deve ser reliever. Não é possível. O cara desse...

Deixa eu ver o que ele tá fazendo. É, ele é opener, exatamente. Não tinha como. O último opener dele, uma entrada, um hit. No penúltimo, dois autos, três earned run. Que delícia! Eu quero esse cara pra mim no jogo 1 hoje, segunda-feira. É varrida aqui, Fernandão. Ainda mais depois do Robleski trabalhar.

Não, ó, troféu Will Klein entregue hoje. Troféu Will Klein, pá, toma aqui. Se o Robleski não inspirar os caras a falar, mano, se esse Bagri tá jogando pra caralho, eu também tenho que jogar, Fernandão. O ser humano morreu por dentro, né? E, Thiagão, não é por acaso que o Dave Roberts veio conduzindo o time pra que na série contra o Houston Astros a gente tivesse um alinhamento de Yamamoto, Tani e Gleson. É claro que ele tá olhando pra essa série... É...

que aparentemente não diz muita coisa, é uma série de comecinho de temporada, mas a gente sabe, pelo histórico de Houston Astros e Los Angeles Dodgers, que não é somente uma série de comecinho de temporada, tem muita coisa em jogo nessa série, sobretudo as reminiscências da temporada 2017, quando os Astros venceram o World Series em cima da gente, mas daquele jeito.

Eu acho também, Thiagão, olhando para o confronto de arremessadores, e vale destacar, Thiagão, os arremessadores, pelo menos os starters, não tem sido problema para o time dos Dodgers. A gente tem feito jogos longos com os nossos starters de seis, sete entradas. O próprio Roblesque, a gente já falou aqui, conseguiu o jogo de oito entradas. O Yamamoto também conseguiu o jogo de oito entradas.

O Otani está entregando 6 entradas, todas as starts. O Gleson tem feito 6, 7 com tranquilidade. Então, a gente olha para o montinho de Dodgers e dos Astros, a gente olha e fala, bom, essa série ali no montinho tem uma vantagem para nós, sem dúvida alguma. Mas o problema tem sido para os Dodgers o nosso ataque. A gente já trouxe aqui, razoavelmente, falando das séries contra Marlins e contra Cardinals.

A gente teve um problema sério com o nosso ataque. O aproveitamento com o jogador em posição de andar na corrida foi muito baixo. O aproveitamento de rebatidas com dois outs foi muito baixo. O time está a seis jogos sem rebater um home run, o que é profundamente incomum para o time dos Dodgers. É inacreditável essa estética. A gente passou a semana inteira sem home run. Como é que você tem um time...

desse calibre e que era, antes de começar a semana, eu não sei se ainda é, o líder da Major League em home runs. Então assim, olha como o beisebol é um esporte maluco, como o beisebol nas 162 partidas desenha tantas histórias que dá para você ir fazendo recortes, como o próprio Dodgers Cast, o próprio Dodgers Cast é isso?

Se você for pegar recortes, você vai achar histórias das mais diversas. Desde o Walker Biller está nascendo um novo líder. E hoje ele é terceiro pitcher da rotação do Padres. Olha como envelheceu mal, Fernandão, os nossos episódios, entendeu? Mas é isso, a gente vai recortando nas bases, nas histórias e tal. A gente perdeu um jogo para um tal de Jason Junk, do Miami, 2x1, numa start do Shohei. Shohei até jogou pra caralho aquele jogo arremessando.

E aí, será que ele, se tivesse mais quatro, cinco at-bats naquele jogo, ele não tinha feito um hit que pudesse empatar essa partida, dar calor no jogo, iniciar um winning de vitória? Então, assim, quando o David Roberts priva o maior atleta da história da partida a jogar uma partida, saudável, saudável, ele não tá...

entendeu? Eu vejo que pequenas coisas podem trazer grandes problemas, mas aqui em Houston, falando de futuro, nós temos que quebrar isso. E o Minute Maid Park é um bom lugar pra jogar com raiva. Quem daquela geração ainda tá no time? Max Muncy? O Max Muncy é o nosso único jogador desde sempre. Não temos mais JT, Beulner, nada desses caras.

Ah, e o Kike? E o Kike? Tá machucado. Tá machucado. Mas o Kike em 2017 tava nos ódios? Eu acho que tava já. Em 2018 ele vai pra Boston, né? É, na verdade ele vai pra Boston em 2021. Ele é campeão na bolha. Ele vai em 2021, vai pra lá e volta. Ele ganha. O Kike ganhou todos assim como...

O Will Smith ganhou todos, assim como o Max Muncy ganhou todos. Mas falando aqui desse confronto, você teme por alguma coisa? Você não gostou de eu falar varrida? Já desembucha e vamos para o próximo. Não, Tiago, eu também olho para essa série com uma vantagem dos Dodgers. Mas, de novo, a gente precisa encontrar as bolinhas. A gente precisa encontrar as rebatidas para que...

esse casamento ofensivo, defensivo, o montinho e as rebatidas sejam positivas para os Dodgers. A gente não viu isso nas duas séries anteriores, a gente teve um montinho muito eficiente, mais uma rebatida fraquíssima em várias situações, aqui eu já falei já de Risp, já falei com dois altos. Os Dodgers no jogo 2, na série contra os Cardinals, tomou quatro double plays, foi algo absurdo. Então a gente precisa...

talvez se reencontrar com as rebatidas, e aí, claro, se reencontrando com as rebatidas, acho bastante difícil que a gente perca a série para a Houston. É sempre complicado falar em varrida, num jogo contra um time que... Fora de casa, né? Fora de casa e tem um histórico com os Dodgers, né? Eles também vão jogar olhando para a gente com outros olhos, né? Como a gente joga contra eles também, olhando para eles com outros olhos. Mas eu acho que uma vitória nessa série para poder acabar de vez com esse slump que os Dodgers vêm trazendo aí.

da última semana e poder voltar pra casa pra aí sim fazer uma série dificílima contra o melhor time da MLB, pelo menos até aqui em aproveitamento que é o Atlanta Braves eu vou fechar num 2x1 essa série contra a Houston o Thiagão Mais pra ser precavido e conservador do que qualquer outra coisa tá certo

Tá certo, eu assino, eu pego esse acordo aí, mas eu acho que a varrida é importante por dois motivos. Primeiro, pra gente voltar, tem o Winni-Streak, que a gente tá naquela do perde um, ganha um, perde duas, ganha uma, ganha uma, perde duas, ganha uma e vai, aquela coisa. Então eu acho que era uma boa pra dar uma levantada, pra dar aquela paulada no Astros, que ninguém é bobo, a gente não se esqueceu.

E por que o time do Astros esse ano tá uma porcaria? Você pode falar assim, ah, o Astros, aí você lembra do Altuve, do Jordan Alvarez, mas o Peña tá machucado, o time dos caras não tá essas coisas, não tá essas coisas. O Ianer Dias ou o Vasquez, cara, catcher normal, a gente é melhor que eles. Aí eles jogam com Altuve, Correia, Paredes e o Walker, o Christian Walker lá, o primeira base. Lá fora...

Nem sei quem é. O Álvaro está jogando de D.A.D.? Eu também não sei, cara. Eu não tenho acompanhado tanto. Eu só sei que o time é uma porcaria na tabela. Foi varrido pelo Cardinals, assim como a gente. Teve varrida de quatro jogos pro Mariners. Então, assim, meu, eles gostam de perder séries. Eles gostam de perder séries. O Joe Espada está montando um ótimo time em perder séries. Então, vamos torcer. Vamos falar do Braves. O Braves, Fernandão. Braves.

Sexta-feira, voltamos pra casa, 11 horas da noite, Sheehan contra Chris Sale. Fodeu. Chris Sale tá jogando pra cacete. Depois, Rok Sasaki contra Spencer Strider. Fodeu. E aí no domingo? Aí não. Aí é...

The Will Klein Winner Trophy, Justin Robleski, 5 horas da tarde contra a G.R. Richie. Esse eu não conheço ainda. Caralho, a liga tá... E olha que eu apresento rebatida toda semana, mas os caras tão me arrumando uns moleque.

Opa, esse é garoto, 22 anos, de Seattle, americano, de I.R. Richie, destro, um I.R.A. de 3, 2 jogos, 1 vitória, a última partida contra o Detroit em casa, 5.1 innings, 2 earned runs, 3 hits, 3 runs, 2 earned runs, na verdade, é que a stat estava invertida.

quatro strikes. Aí, velho, arrumaram mais um braço o time do Braves, que assim como o Dodgers, tem uma ótima farm system. Gente, olha aí, essa volta pra casa bastante complicada. Tem um cara que eu gosto de ler algumas coisas, o Barão de Itararé, uma figura anedótica da nossa literatura, da nossa história, do jornalismo, que ele fala o seguinte... Itararé que é da minha região, é Sorocaba. De onde menos se espera, é de lá que não vem nada mesmo. Então eu acho que a série...

essa série dos Braves contra os Braves na volta pra casa vai ser nesse ritmo do Barão de Tararé, não esperando nada e é de lá mesmo que não vai vir nada, porque Sasaki, Sheehan, Roblesque pra ser o nosso stopper, né, talvez seja o nosso stopper, mas, beisebol é beisebol, né, a gente falar um pouco do Hulk Sasaki, né,

Últimas duas starts do Sasaki foram uma, mais ou menos, a última foi aceitável, embora ainda tenha os problemas de walk, tenha ainda o problema de ceder home runs, mas fez seis entradas, três corridas merecidas, um quarto start para o Hulk Sasaki.

Talvez ele esteja começando a encontrar um caminho aí para ser, talvez não o Hulk Sasaki que foi na MPB, porque eu acho que, infelizmente, isso a gente vai acabar não vendo na MLB para o Hulk Sasaki.

mas um cara confiável para fazer seis entradas e tomar três corridas, quatro corridas, e aí jogar para o ataque para ver o que vai fazer. Vamos ver, o Sheehan também, esse grande Sheehan contra Seio é bastante complicado, Seio nunca foi um cara fácil para a gente. O Spencer Strider também é difícil, mas esse do Seio está difícil.

O Stryder depois da lesão, ele tem sido um cara mais de altos e baixos, e aí aquela coisa, se você encontra o Stryder num dia não muito bom, você consegue fazer ele sair cedo do jogo. Mas, Thiagão, eu vou confiar no time dos Dodgers, eu acho que essa sequência de vitória em cima do Houston vai ser bom pra gente, um descanso na quinta-feira, volta pra casa, pra depois fazer sete jogos seguidos contra a Atlanta e contra o San Francisco Giants.

Vamos fazer um 2x1, vamos fazer uma semana de 4x2, depois uma semana de 2x4, vamos fazer uma semana de 4x2 pra gente. Legal, 4x2 eu pego esse acordo também, só pra gente amarrar e encerrar o episódio.

Você citou os três arremessadores dessa série, né? O Sheehan, Sasaki e Robleski. E aí a gente entra naquele ponto, porque o Blake Snell está voltando, né? Já começou os assignments, né? Mais uma, duas semanas ele vai sair. E alguém, ele vai voltar e alguém vai ter que sair. Hoje...

Eu só sei que não é o Roblesque, né, Fernandão? O Dave Roberts não vai meter essa na nossa cara, né? Eu acho que a gente já pode cravar isso aqui, né, Tiagão? O Roblesque é o cara que vai ficar, até porque vai ser mais um canhoto, né, para se juntar ao Blake Snell, né? Os Dodgers têm na sua rotação a imensa maioria de arremessadores destros. O Roblesque até aqui é o único canhoto e vai se juntar ao Blake Snell.

Pensando no que o próprio staff, gerencial dos Dojo, já falaram sobre o Sasaki, de que ele não vai ser descido para a Bupen, não vai ser mandado para a Minor League, nada disso. Ele é um jogador de rotação e de rotação ele vai continuar até o fim. A gente olha para o Emo Thirang como o cara que vai talvez descer para uma situação. Vai ser o piggyback do Hulk Sasaki. Vai ser o piggyback do Hulk Sasaki. É isso, Thirang, vamos ter um anúncio. Quando ele não for tão bem, você entra no jogo dele e vamos embora.

Exatamente, que era o que o Robleski pensava se fazer com ele no início da temporada, e agora talvez o Sheehan seja esse cara para ficar ali de mochilinha do Rokisasaak. Isso, o Robleski começou sendo o piggyback do Glesman, a história era essa, o Glesman a gente não queria, o pitch count dele estava ridículo, era de um adolescente, 70 arremessos, então ele chegava no quarto inning, entrava o Robleski e levava o que tinha ali para mais duas, três entradas.

E aí foi, cara, que legal, né? A gestão do Friedman, né? Que tem feito sempre a manutenção dos seus jogadores úteis, né? A gente é um cara que não tem medo de trocar jogadores que, nossa, esse tem potencial de ser o cara, né?

até hoje tem viúvas de Kaber Ruiz na torcida de Los Angeles. O cara tá rebatendo Mendoza Line em nono no Nationals. Mas a gente, nossa, no dia que ele saiu, lamentou. Então, assim, a gente tem que saber qual jogador segura, qual tem valor de mercado e fazer as trocas. E, por último, uma curiosidade que não poderia deixar passar, porque eu sou nerdola, tá? O Fernandão citou o Barão de Itararé.

E Itararé é aqui a minha região, região de Sorocaba. E aqui ficou famoso, Itararé ficou famoso, porque em 1930, na Revolução, Sorocaba era um dos postos estratégicos da independência de São Paulo. Tem até um monumento aqui do lado de casa, a 100 metros de casa tem o monumento da Praça 9 de Julho, que é feriado de São Paulo e tal.

ir lá e marcaram Itararé, ia rolar o pau, o pau ia comer lá. Chegou na hora, nenhum dos dois apareceu, era mentira dos dois lados. E aí, o jornalista na época...

Como é que era o nome dele? Psidêudum era o Barão de Tararé. Mas ele fundou um jornal chamado Amanhã, que também tinha um sarcasmo na época, revolucionário. Hoje em dia, infelizmente, o jornalismo choqueia o que se virou o jornalismo. Mas na época era mais humor. Ele falava que era meio jornalismo, mentira, humor, verdade. Tinha uns rolês assim do Barão de Tararé. Grande personagem, faz tempo que eu não leio. Obrigado, Fernandão, por essa memória.

E é isso, cultura popular brasileira. Eu falei aí do Rapariga, cara, não tô zoando. Eu escutei essa música umas 10 vezes seguidas. Olha aí, Caio. Dando risada, dando risada. Uma rapariga é bom, três raparigas é bom demais. Falei, cara, como é que o cara escreve isso? Que poesia, hein? Não, e aí o que me pegou na música, porque assim, não foi o da Rapariga, a Rapariga é a risada, né? Mas foi porque essa música, pelo menos eu acho, tá? Meu ouvido.

Eu tive bar de rock por 15 anos em Sorocaba, o Black Sheep. Depois, quem quiser dar o Google, pesquisa. E, meu, eles usaram o sampler de One About Us do Michael Jackson.

Sabe, é o... Aí o cara fez um... E é a batida do Michael Jackson com um tecladinho. E o cara fica cantando essa uma rapariga. Bom, é isso. Valeu, Fernando. Eu preciso trabalhar. Esse foi o Dodgers Cast. Tamo junto. E não se esqueçam, hein? I love LA. Go, go, go, go. Dodgers!