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O empresário que vendeu uma empresa e segue jogando o jogo | VDCast #290 - Rui Alves

04 de maio de 20261h4min
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Neste episódio do VDCast, você vai entender como construir uma empresa com valor real de mercado, sem depender de investidor, e o que faz um negócio se tornar vendável de verdade. Rui Alves mostra como criou empresas de tecnologia em Portugal no modelo bootstrap, operou com risco real, vendeu uma das empresas do grupo e seguiu jogando em alto nível mesmo depois de conquistar liberdade financeira.

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📹 SOBRE O EPISÓDIO:

Se você é empresário, tem um negócio em crescimento e quer construir algo que funcione com mais estrutura, mais valor e menos dependência do fundador, este episódio pode expandir completamente a sua visão.

Neste VDCast, Rui Alves compartilha como saiu de uma carreira técnica em tecnologia, abriu a própria empresa sem saber praticamente nada sobre empreendedorismo e foi aprendendo no caminho a vender, negociar, contratar, pagar salários, lidar com impostos e estruturar negócios.

Ao longo da conversa, ele mostra como cresceu no bootstrap, usando dinheiro próprio, clientes e dívida, até construir empresas relevantes no mercado português.

Você vai entender como nasceu o Invoice Express, como Rui conseguiu desenvolver dois negócios ao mesmo tempo em setores diferentes e por que hoje ele enxerga que diversificou cedo demais.

O episódio também mostra o que tornou uma dessas empresas vendável, como surgiu o exit, por que vender para quem bate à sua porta pode ser um erro e como funciona, na prática, um processo profissional de venda de empresa com assessoria, roadshow, ofertas, due diligence e closing.

Ao longo da conversa, Rui explica de forma muito clara como pensar valuation, múltiplos, timing de venda e o que realmente reduz ou aumenta o valor de um negócio.

Ele também traz uma reflexão importante: se a empresa depende totalmente do fundador para vender, operar ou crescer, ela tende a ser menos valiosa e menos vendável.

Por isso, estruturar time, cultura, processos e autonomia operacional passa a ser parte essencial da construção de valor.

O episódio ainda vai além do exit.

Rui fala sobre liberdade financeira, o prazer de continuar jogando o jogo mesmo sem precisar mais do dinheiro e a visão de segundo ato para empresários que já venceram financeiramente, mas seguem em busca de significado, criação e contribuição.

Aqui, você vai ver que vender uma empresa não é o fim do jogo, mas pode ser o começo de uma nova fase.

💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:

✅ Como construir uma empresa no modelo bootstrap
✅ Como crescer usando caixa, clientes e dívida
✅ O que faz um negócio realmente ser vendável
✅ Por que depender do fundador reduz valor de mercado
✅ Como funciona um processo profissional de venda de empresa
✅ O papel do roadshow, das ofertas e da due diligence
✅ Como pensar valuation e múltiplos de forma prática
✅ Por que vender para quem bate à sua porta pode ser um erro
✅ Como antecipar riscos e escolher o melhor timing de saída
✅ O que muda na vida do empresário depois de um exit
✅ Como pensar o segundo ato sem sair do jogo

Assuntos9
  • Carreira e Realização PessoalExperiência no Date with Destiny · Leadership Mastery · Impacto na vida e nos negócios · Comunidade e networking
  • Vendas e precificaçãoProcesso de venda profissional · Valuation e múltiplos · Due diligence · Roadshow · Ofertas não vinculativas (NBOs)
  • Gestão e LiderançaPessoas e cultura como centro · Negócios autogeríveis · Founder-led sales vs. time de vendas
  • Liberdade Financeira e OportunidadesContinuar jogando o jogo após o exit · Busca por significado e contribuição · Visão de futuro e transição social
  • Desafios do EmpreendedorismoConstrução de empresa com capital próprio · Uso de dinheiro de clientes e empréstimos · Aprendizado no caminho
  • Inteligência ArtificialImpacto transformacional na sociedade · Transição para nova sociedade · Papel do ser humano na abundância total
  • Invoice Express Grupo VismaCriação de software de faturamento · Aquisição pela Visma · Primeiro exit de Rui Alves
  • Precificação de ServiçosOutsourcing de engenheiros de software · Gestão de pessoas e cultura · Faturamento e EBITDA
  • Importância da DiversificaçãoDesafios de gerir negócios diferentes · Importância de concentrar esforços
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Esse processo de vender a empresa é engraçado porque pouca gente, pelo menos em Portugal, fala sobre isso. Não há muitos exits. Para quem estiver a ouvir e tiver um negócio que escale e que funcione sem o dono do negócio, é muito possível que tenha ali um negócio que vale milhões e que nem sequer sabe que vale milhões. No nosso caso foi uma surpresa.

Nós conseguimos um bom éxito, conseguimos um bom múltiplo e foi muito interessante todo esse processo. E é engraçado, porque se alguém te fizer uma proposta e chegar ao pé do Vitor, eu quero comprar a sua empresa por 5 vezes o seu múltiplo. Você diz, eu não vendo. Eu não vendo. Então você está comprando. Sim. Você está comprando a sua empresa. Essa observação valeu. Sim. Você está comprando a sua empresa. Se você não vende a sua empresa ou a pedaça da sua empresa, você está 100% comprado nela.

Você comprou a sua empresa por 5 vezes. Você diz, eu prefiro ficar com a minha empresa do que ficar com esse monte de dinheiro.

E aí você se calhar pondeira, se calhar 5 não é o número, mas se calhar 7 ou 8, peraí, se calhar já estou interessado em entender. Qual que é meu número, né? Eu sou o Vitor Damasio e esse é o VDcast, o podcast para você que vive ou quer viver dos seus negócios digitais.

E no episódio de hoje do VDcast, você vai conhecer o fundador do grupo Rui Peau. Eu estou aqui com o Rui Pedro Alves e ele tem uma empresa que movimenta mais de 100 milhões de reais por ano e emprega centenas de colaboradores lá em Portugal. Rui, se apresenta para a galera do VDcast, meu amigo. Obrigado, Vitor. Obrigado pelo convite. Eu vou tentar falar um pouco português do Brasil. Apesar da minha mãe ser brasileira, ela é carioca, portanto tem uma costela brasileira. É bom gosto, é bom gosto. Eu sou carioca também. Está bem.

e isso que é tão bacana cara legal então posso dizer o peal quer dizer o Pedro Alves é altamente egocêntrico mas foi a forma que o encontrei de encontrar um nome de uma marca

E a Rupel nasceu em 2007, janeiro de 2007, eu tinha 27 anos, e nasceu por causa que eu tinha uma dúvida. Em 2007 eu tinha uma dúvida, ou ia para o estrangeiro, ia trabalhar na Irlanda, ou em Londres, ou ia abrir a minha empresa. E eu pensei, na altura eu tinha 26, 27 anos, pensei, ok, está na altura de arriscar, se correr mal vai ser agora.

Falei com uns amigos que tinham empresas que podia vender serviços e perguntei se podia ser fornecedor deles. E eles me disseram que sim. E a partir daí surgiu oportunidades, eu abri a minha empresa, não fazia a mínima ideia do que ia fazer. Você já abriu empresa com clientes. Com clientes. Você já abriu empresa com algumas promessas de contrato. E se prestações de serviços o que? Tecnologia? Tecnologia. Eu sou formado em engenharia de software, engenharia informática.

e trabalhava como consultor informático eu trabalhava vendi-me a mim mesmo como consultor informático pela minha empresa fui trabalhar numa empresa do estado e nas empresas do estado não sei como é que é aqui mas desde o estado lá não se trabalha muito então você tinha muito tempo para eu tenho muito tempo para organizar a minha a minha empresa

Então eu nunca deixei de ter um salário. Certo. E comecei a lançar a minha empresa, comecei a vender serviços de outsourcing em software. Comecei a contratar pessoas e alocá-las em projetos de clientes meus.

E pouco a pouco fui criando o meu negócio. Eu não fazia a mínima ideia de como é que se... Sobre empreendedorismo, sobre como é que se vendia, como é que se apresentava uma proposta, como é que se negociava, como é que se pagava salário, como é que se pagava imposto. Não fazia a mínima ideia disso. Tive que aprender pelo caminho. A empresa foi totalmente bootstrapped, ou seja, capitais próprios. Eu não tive investidores.

É legal falar desse termo, talvez alguém esteja ouvindo pela primeira vez, né? Você já explicou, já usou o apóstolo aí. Mas, gente, bootstrap é um termo que ao invés de você ter um investidor externo, ao invés de ter um fundo grande que vai lá e apoia a sua ideia com grana, você tem que se virar sozinho. Ou com o dinheiro seu, ou com o dinheiro dos clientes, ou pegando empréstimo no banco, você se virando, né? Isso mesmo. E no meu caso, foi com o dinheiro meu, com o dinheiro dos clientes.

e com empréstimos bancários. Você apertou esses três botões lá. Três botões. E apertei bem forte. Houve uma altura que...

Tive muito endividado. O que é muito endividado? Se puder abrir... Eu tenho um milhão de euros, por exemplo. Cheguei a ter um milhão de euros em meu nome, com garantias pessoais, em que se os clientes não pagassem, eu ia... Eu ia falar isso. E aí ia correr mal. Em português do Brasil, não sei como é que fica lá em Portugal, né? Mas em português do Brasil, a gente chama de colocar na reta. Colocar o seu na reta. Mas não termina a frase. Aí você não sabe o que é que fica na reta.

Coloca o seu na reta, o risco seu, o seu lombo. Isso mesmo. Coragem. Mas é engraçado, porque na altura não percepcionava o risco. Porque eu ia sempre endividando, dando as faturas dos meus clientes, aquilo que eu vendia aos meus clientes como garantia. Recebíveis. É, recebíveis. Recebíveis, é isso mesmo.

Ou seja, o cliente pagou a termo, pagou parcelado. É um contrato que você vai receber. Só que aí você pega um dinheiro agora, você antecipa isso e coloca como garantia o que você tem a receber. Só que se o cliente se atrasa ainda mais a pagar, havia risco. Sim. Mas chegou a mais de um milhão de euros de dívida.

foram 18 anos. Hoje em dia não tenho qualquer dívida. Zero. Tudo zerado. Não há dívida, há cash flow positivo, fluxo caixa positivo, mas houve ali durante muito tempo que esse problema existiu. A meio do percurso, em 2009, eu decido lançar um primeiro produto nosso, porque eu era de software e eu decidi, vamos construir um produto nosso, o software as a service de faturação.

de permitir nota fiscal aqui no Brasil. Seria o equivalente a isso. Porque na altura em Portugal não havia nada, em 2008, 2009, nada que funcionasse sem ser em PC, e eu usava Mac, os produtos que existiam eram todos daqueles de instalação, on-premises.

complicados, difíceis de usar, e aquilo que eu queria era um produto que eu fizesse sign up, com o meu e-mail, pusesse os dados da minha empresa, pusesse os dados do meu cliente, e aquilo emitisse um PDF para eu emitir uma fatura para o meu cliente.

daí surgiu o Invoice Express. Foi um primeiro software as a service de faturamento em Portugal. E foi também o primeiro empresa que eu vendi. Vendi em 2024, portanto, há dois anos atrás, para o grupo Visma, que também já está cá presente no Brasil, através do Conta Azul.

E foi o primeiro exit que eu tive no grupo. Em paralelo, ao mesmo tempo, criei a Quan. A Quan foi o primeiro negócio de outsourcing. O que nós vendemos é capacidade de engenheiros de software produzirem software para clientes nossos. Temos mais de 300 software developers.

praticamente todo mundo trabalha nas instalações do cliente ou remotamente a empresa está sediada em Lisboa mas até no mundo todo, né? até no mundo todo, sim, temos clientes no mundo inteiro e infelizmente as coisas estão muito bem como tu disseste, mais de 100 milhões de faturamento em reais

Mais de 20 milhões de euros por aí. 21 milhões de euros. Temos cerca de 2,9 milhões de EBITDA, 13% de EBITDA, o grupo todo. O que é o resultado? O que é o resultado? Vale dizer que é um resultado muito interessante a nível Brasil, mas quando a gente olha para Portugal, com demografia tão limitada, perto do Brasil, é muito impressionante, não é? Sim. Portugal é um mercado muito pequenino, comparado com o Brasil.

a nível de escala, é difícil escalar em Portugal.

Acho que se tive algum mérito foi ter construído duas empresas ao mesmo tempo. E isso foi de loucos. Porque eu tinha que desviar o foco de uma empresa a pagar fogos de um lado, a pagar fogos do outro. E eram negócios completamente diferentes. Construir um software as a service necessita de uma mentalidade, necessita de uma equipa, de um time de produção de produto, precisa de olhar para clientes, precisa produzir lead, é muitos pratos.

E a Coana era o oposto. A Coana é um negócio de relação, é um negócio de pessoas, é um negócio de cultura, é um negócio que é difícil. São negócios completamente diferentes de gerir. Então isso foi o mais difícil, foi ter conseguido desviar o foco dos dois negócios. E em retrospectiva, se fosse corrigir erros, era uma coisa que eu não faria novamente, que é estar diversificado.

Cedo demais. Cedo demais. É isso mesmo. Acho que a diversificação dos negócios deve vir bem mais tarde. Ali tem que concentrar. Ali tem que focar. Mas correu bem, felizmente. É.

Quando dá certo, aí você volta para contar a história do sucesso. Se tivesse dado errado, nem estaria aqui gravando. Ainda bem que deu certo. E amigo, imagina que você aprendeu muitas coisas nesse processo. Eu sei que muitas coisas não pode abrir por questão de contrato, mas você saiu de uma operação de venda de empresa que foi algo incrível. Virou notícia.

Sim. Em Portugal, nós, quando fizemos o exit, assistimos nas notícias todas. O Inverse Express foi adquirido pela Visma. Mas aí, todo o processo de venda, que eu já tive a oportunidade de contar no Mastermasium, com os pormenores de todos que aqui não posso contar, mas posso contar o processo, que acho que é útil.

Para quem tem uma empresa e intenciona vender, acho que um erro que os empreendedores fazem é vender a quem vem bater à porta. Quem bate na porta, normalmente não vai comprar. Ou vai comprar por um preço baixo.

Então quando você está no processo de venda, uma das coisas que eu também aprendi numa mentoria, é você toma a decisão de vender e vai contratar um assessor para pôr a empresa à venda. No meu caso foi a KPMG e eles vão fazer o processo todo. Eles vão recolher a informação.

da sua empresa, eles vão montar o business case, um slide deck. E faz o roadshow, não é? Vou fazer um roadshow para ir por 100 empresas diferentes, vão apresentar a empresa para 100 possíveis compradores. Desses 100 vai surgir ali um conjunto de empresas que vai poder estar minimamente interessado. Os 10.

uns 10, desses 10 vão surgir para aí 3, 4 NBOs, Non-Binding Offers, que são ofertas não vinculativas, dos quais você vai escolher uma, vai negociar, e esse processo leva tempo.

Quando você escolhe uma ou duas, você leva para um processo de due diligence, que é os números que você apresentou, você agora vai ter que mostrar. Tem que provar, vamos ver se isso é mesmo. Vai ter que fazer um striptease total na empresa. E esse processo é duro, é duríssimo.

e no final vai haver uma proposta vinculativa depois da proposta vinculativa você vai negociar a proposta vai aceitar ou rejeitar e é forma de pagamento é e depois ainda vem o contrato e depois do contrato leva mais um mês a ver negócio ao contrato e até que o closing e no closing é que é o dia que você vai assinar o contrato e tem uma história engraçada que foi

nós vamos um mês inteiro a negociar o contrato é um contrato para uma das 100 páginas e eu fui comprar uma caneta comprar uma mão blanca uma mão blanca assinar o contrato e aí vai que no dia que eu assinar o contrato e perguntou advogado então quando é que nós vamos reunir em Lisboa para assinar o contrato eu não é por e-mail é no docu-sign é da pessoa assim não lá e como assim E aí

Então chegou às 11 da manhã do dia 8 de fevereiro de 2024 para assinar o contrato. E ele carregou no DocuSign, e eu next, next, next, next, fiz 100 vezes next, e assinou o contrato. Você podia apertar com a caneta, talvez, né? Como uma... No final, do outro lado, eles assinam, e o advogado diz assim, ok, já está. E o como assim, já está, já está. Então eles agora vão mandar o payslip, que é o comprovativo de pagamento.

E já está. E eu lembro que fui treinar, fui fazer crossfit e, a meio do treino, eu recebo o telefonema do banco a perguntar o que é que tinha acontecido. O dinheiro tinha caído na conta. E foi muito engraçado o processo. Mas pronto, para dizer que, afinal, não tive que assinar nada e foi tudo pelo DocuSign. E o que você fez com a caneta? A caneta, continuo com isso. A caneta tem o mesmo efeito que você me ensinou dos relógios. Aquela caneta...

simbolizou o momento. Apesar de eu não ter assinado, eu nunca mais vou esquecer aquela caneta, porque aquela caneta eu comprei para assinar o contrato. Então está marcado. Está ali uma âncora emocional. Uma lembrança. É como o relógio. Você marca o momento e fica para sempre o que é que o relógio representa. Isso eu aprendi com você. Só por estar aqui perto do Master Masio.

E, portanto, a caneta teve esse efeito. Então, todo esse processo de venda da empresa tem muito valor.

Pelo menos eu nunca pensei em vender a minha empresa. A empresa gerava dinheiro, gerava caixa. E no meu caso, o que fez-me pensar em vender a empresa foi ter passado por alguma dificuldade. Perdi um cliente que representava 25% da faturação. E o meu time virou as costas e foi trabalhar para a concorrência. Então eu vim numa situação em que tive que construir tudo novo.

ali naquele momento e pensei já tô cansado já 18 anos já tô cansado disso deixa ver quanto é que vale o mercado e foi aí que eu tomei a decisão e aí eu pensei ok não vou não vou vender no primeiro cara que me bateu à porta porque houve uma empresa que me veio bater na porta a dizer que tava interessado em comprar

E eu até pensava que ia ser aquela empresa que ia comprar. E no final do dia, ela nem sequer fez uma proposta. Quem fez a proposta foi a Avisma e mais outras duas empresas, que eu não posso dizer o nome. A Avisma posso dizer porque foram os que compraram. E no final do dia, nem foi a empresa que eu estava imaginando que podia comprar. E que se calhar ia comprar muito barato.

porque eu não ia conseguir balizar o preço. Então, esse processo de vender empresa é engraçado, porque pouca gente, pelo menos em Portugal, fala sobre isso, não há muitos exits. E para quem tem um negócio, para quem tiver a ouvir e tiver um negócio que escale e que funcione sem o dono do negócio, é muito possível que tenha ali um negócio que vale milhões e que nem sequer sabe.

que vale milhões. No nosso caso foi uma surpresa, nós conseguimos um bom éxito, conseguimos um bom múltiplo e foi muito interessante todo esse processo.

Eu acho muito louco isso, porque vender uma empresa, as empresas são feitas para ou quebrar, ou ser herdada por alguém, ou ser vendida. Não tem outra opção. E a empresa que é herdada também vai ser de novo. Ou herdada, ou vai quebrar, ou vai ser vendida. E você falou que não pensava em vender.

Assim como eu também não penso em vender a minha. Mas aí quando vem essa oportunidade, cara, como é que foi isso de você olhar? Puxa, então minha empresa tem valor. Não só ela vai seguir com os processos de vender produtos, serviços, software, mas, cara, a empresa pode ser o produto que então eu vou vender. Como é que foi mudar essa visão? Porque é uma questão de visão, né?

E como é que foi o processo em si? Você falou também do due diligence. O quanto foi um processo penoso, o quanto foi algo pesado. Se puder dar um duplo clique nisso e mostrar para a galera um pouco. Óbvio, dentro do que você pode. Sim. O due diligence, posso começar por aí. O due diligence é um processo em que, vamos imaginar, você faz um slide deck, você diz... É um PDF, é um slide deck. É um PDF. Você vende no grito, né? É uma apresentação. O papel aceita qualquer coisa. Você diz, ah, eu tenho 500 de EBITDA.

500 em resultado, 500 resultados, ou 1000 de resultado. E você tem este tanto de faturamento, este tanto de despesas, este tanto de resultado. Só que isso tudo está numa contabilidade.

Agora vai ser preciso mostrar os contratos todos com clientes, de onde é que vêm as receitas, mostrar que os números batem certo, mostrar que o faturamento está bem feito, mostrar que os auditores do outro lado vão fazer perguntas sobre que despesas são aquelas, porquê que você não está considerando aquelas despesas de hotel, de restaurante e não sei o que, porque são as despesas do dono do negócio.

e que não devem estar no due diligence, eles vão literalmente olhar e fazer um striptease total. A equipa de legal vai olhar para os contratos com os clientes, vai olhar para os contratos com os colaboradores, vai ver onde é que está o risco, vai fazer perguntas das payment gateways.

Enfim, eles vão vasculhar tudo. E se você não estiver preparado para isso, vai ser muito penoso. No nosso caso, foi penoso, podia ser bem pior, porque nós já estávamos bem organizados.

mas foi um processo que levou para um mês e meio intensivo de revelar a informação para o comprador então, due diligence é esse processo a outra pergunta qual era? como que foi a concepção de caramba minha empresa então tem valor ao invés de eu vender meu produto, meu serviço a empresa pode ser o produto que eu vou vender então, quando você pensa numa empresa

ela tem sempre um valor de mercado. E o valor de mercado é sempre um múltiplo. Normalmente é sempre um múltiplo do EBITDA. O EBITDA é o lucro da empresa. Então se você disser que tem, nos últimos três anos, você mostrar, sei lá, que teve um EBITDA de 500, e sejam reais, sejam euros, no que for.

A sua empresa, dependendo do setor onde você está, de atividades, vai ter um múltiplo. No caso do software as a service, os múltiplos são altos. Ou pelo menos eram quando eu vendi. Agora com o IA abaixo um pouco. Mas vamos imaginar. Eu nunca pensei em vender porque eu pensava sempre assim. Se o mercado pagar cinco vezes o múltiplo... Melhor você ficar. É melhor ficar.

Porque eu espero 5 anos e tenho esse valor. E continuo com a empresa. E continuo com a empresa, a empresa é sua. Mas se a empresa pagar 20 vezes, ou 25 vezes, ou 30 vezes, o jogo muda, não é? É, porque você afinal está vendendo tempo. Está comprando tempo. Ou seja, eu teria que esperar 20, 25 anos para ter aquele valor. Sem contar tudo risco, não é? Porque talvez não chegasse lá. Exatamente.

Além de que, ao vender, você pode fazer parte de um grupo maior que lhe vai abrir outras portas, que lhe vai abrir outros horizontes. Então, a partir do momento em que eu vi espera, a empresa tem valor, os múltiplos são interessantes, eu posso fazer parte de um grupo que se calhar vai dar mais alavancas e mais asas, então eu comecei a ver as coisas de outra forma.

E a mesma coisa nos outros negócios, porque nos negócios de serviços os múltiplos são mais baixos, se calhar são 7, 8, 9 anos, mas você aí também tem que considerar que se não vende, você está arriscando. E é engraçado, porque se alguém te fizer uma proposta e chegar ao pé do Vítor, Vítor, eu quero comprar a sua empresa por 5 vezes o seu múltiplo. Você diz, eu não vendo.

então você tá comprando sim você tá comprando essa empresa são valores sim você tá comprando não tem três ou pedaços de empresas que tá sendo comprado nela você comprou a sua empresa por cinco vezes você diz eu prefiro ficar com a minha empresa do que ficar com esse monte de dinheiro Oi e aí você se calhar ponderam se calhar cinco não é o número mas que ela 7 ou 8

Espera aí, se calhar já estou interessado em vender. Qual que é o meu número, né? É, exatamente. Há sempre um número. Porque, gente, para quase tudo tem um preço, né? É, tem um preço. Às vezes só não chegou no preço, né? É. Talvez só não tenha alguém que pague o preço que você diria assim, mas existe um preço que você diria assim, né? E depois também tem a ver com, acho que há outra razão para você vender a empresa. Você não disse aí.

Você disse que as empresas podem ser herdadas, ou podem ser quebradas, ou devem ser vendidas. Uma das razões para vender uma empresa...

Por que você não venderia uma empresa? Se você pode deixar esse legado para os seus filhos, para a sua família, você pode deixá-la. Se ela gera dinheiro, pode deixar para ela. O problema é se você vê risco. E você vê um muro. E você vê uma parede na sua indústria.

Sei lá, a inteligência artificial agora está desrumpendo uma série de indústrias. Mas no passado já foi o cloud computing, já foi o mobile, já foi em coisas. No caso dos infoprodutores, por exemplo, a inteligência artificial está a ter muito impacto. Porque antes o conteúdo era rei. Agora já não é.

cada vez mais é como utilizar cada vez mais é como utilizado então se você viu um muro dos caráter na altura de sair e se você consegue antecipar isso tá sendo do exemplo sempre do mentor meu eu tinha um eu tinha um negócio altamente lucrativo de lavagem de carro que lavagem de carro

E ele vendeu um negócio. É um boring business. É um negócio sem graça. Super. Mas aquilo era uma mina a dinheiro. Aquilo era uma mina a dinheiro. E o cara tinha aquilo otimizado para o ticket médio. O ticket médio de lá era de 50 dólares. Mesmo nos Estados Unidos uma lavagem de carro custa 7, 8, 9 dólares. E ele tinha o processo todo montado para o ticket médio ser de 50 dólares. Veja só os extras que ele vendia. E ele vendeu um negócio. E eu perguntei, mas...

porque você foi vendo o negócio porque é porque eu antecipou que vinha os carros andarem sozinhos os carros autónomos e o pessoal no momento em que os carros vão dar sozinhos ninguém vai querer ter um carro bom então essa indústria vai começar a morrer eu se calhar foi demasiado cedo

Mas a verdade é que ele vendeu um negócio e hoje em dia o negócio está a ter dificuldades, não até por causa da indústria, no caso do Trump, por causa dos imigrantes ilegais. Portanto, ele trabalhava muito como chicanos e deixou de ter essa força de trabalho.

E esse negócio está a ter imensos problemas por causa disso. Mas ele antecipou. E estamos a falar de um negócio em Austin. E Austin está cheio de Teslas e de Weimos e de carros andarem sozinhos. E ele antecipou que as pessoas não iam precisar de carro. Então ele saiu da nossa indústria porque viu o risco. E saiu e tirou o liquidou. Mas quando nós vemos que a nossa indústria está a caminhar para uma incerteza, se calhar esse é o momento de ponderar a vender.

Nem todos os negócios estão vendáveis, mas há muitos negócios que são. E é melhor sair no auge, né? É, melhor sair no auge. A maior transação que você pode ali. Agora também é o reverso da menada. Há muitos negócios para comprar. Há muitos negócios aí de pessoas que estão velhas, que estão doentes, que odeiam os filhos e não têm quem passar o negócio.

então há muita oportunidade de você comprar um negócio que é lucrativo sem nenhum que eu sem botar dinheiro sem botar dinheiro então é lembrar sempre que vende tem que ser um comprador e você pode ser comprador você pode comprar os boring businesses que são cash cows e comprar um múltiplo muito baixo

e aglomerar e vender portanto que é isso que os private equity fazem ao fim ao cabo portanto tem esse lado também da história também há essa oportunidade

que maneira. E o que você aprendeu nesse processo, Rui? De fazer, de não fazer? O que você viveu aqui que possa compartilhar? Porque talvez alguém esteja ouvindo a gente e pela primeira vez está considerando, será que eu posso então vender minha empresa? Ou já passou por essa situação e tal, mas parou no meio e não vendeu? Eu acho que o principal aprendizado é se você está a construir um negócio para ser e é o operador de negócio, vamos já falar aqui disso, mas se você é o operador de negócio,

e não é o dono do negócio não é no sentido de negócio não funciona sem você significa várias coisas significa que o negócio não vai ser muito vendável porque eu dependo de ti eu não sei que você vai vender carteira de clientes não tem grande valor para quem compra

mas isso também significa outra coisa significa que o negócio não tem dimensão certa seja negócio ainda não tá só eu a minha vitória em português a minha o mínimo que eu acho que o negócio tem que ter faturamento para ser minimamente vendável deve ser 1.5 a 2 milhões de euros faturamento

em reais ao que 12 milhões de reais para ir mais 10 milhões é mais 10 milhões porque porque já tem dimensão certa que eu poder contratar o time certo para ser autogerível e o dono do negócio não tá tão presente na operação

porque essa ideia de que eu posso deixar de ser o operador de negócio ou qualquer negócio, isso não é verdade. Tem que haver uma dimensão certa, tem que haver um negócio em que não depende do founder, não depende do dono e nem todos os negócios dá para fazer isso. Mas quando dá, esse negócio tem muito valor para alguém que quer comprar e quer ter um negócio autogerível, autogerenciável, ou que eu possa fazer bolt-on, possa acoplar ao negócio que eu já tenha.

Então, se eu estou a pensar em vender o meu negócio no longo prazo, eu tenho que preparar o meu negócio para ele não estar dependendo de mim. E eu não estou a dizer que o dono do negócio não vai estar na operação quando for necessário. Estou a dizer que é estar minimamente estruturado para que tenha pouca intervenção minha. Eu estava brincando com você, dizendo que eu estou aqui, mas eu sei que estou vendendo. Sim, gente, antes de começar a gravar, eu estava mandando um áudio e eu fiz uma venda agora.

E aí eu falei, ah, tô aqui vendendo, né? Aí o Rui falou assim, eu também. Só que é a minha empresa, eu não tô. Eu tô aqui, alguém tá vendendo. Eu falei, mas aqui é founder-led sales, né? Eu vendo pra caramba. Isso parece uma coisa boa, né? Tem gente aí que acompanha o VDcast e fala, nossa, queria vender igual você. Mas será que queria mesmo? Porque incrível seria que o time vendesse esses tickets, esses tickets maiores, em maior escala do que eu consigo.

Cara, que o time conseguisse fazer essas vendas. Então, enquanto o Rui tá aqui, ele não pegou o celular.

ele não fez venda ele só que talvez a empresa dele fez mais venda do que eu que acabei de fechar o negócio de auto ticket agora antes entrar para gravar né eu fui ver as vendas que foram feitas mas eu não vendi um jogo diferente é um jogo diferente é um jogo diferente é uma mentalidade tem que ser a

Olha, houve várias decisões que eu tomei ao longo do percurso que eu acho que influenciaram isso. Uma, o meu background é engenharia de software. Eu decidi não escrever uma linha de código no Invoice Express. Isso foi consciente. Foi consciente porque eu sabia que se eu fosse escrever código no Invoice Express...

Primeiro, o quadro é que não ia ser tão bom. Essa é a primeira. Mas, fora de brincadeiras, eu sabia que não ia estar focado no negócio. E estar focado no produto. Interessante. E então, essa foi uma decisão. Outra decisão também foi na questão das vendas. Eu não quero conhecer clientes. Sou o oposto de você. Eu tenho 11 mil clientes no Invoice Express. Conheço muitos, é óbvio.

Mas a maioria eu não conheço, nem quero conhecer, nem quero que me conheçam. Fala disso, fala mais. Porque é empresa, não é você. É empresa. Eu quero é que eles conheçam a empresa. Quero é que eles conheçam a Ana, o Hugo, da minha equipa, do meu time. Mas não você. Não, eu. Você até prefere que não apareça. Não, exatamente. Porque significa que a empresa funciona sem mim.

Cara, e, poxa, Rui, que legal você estar trazendo isso, porque é uma visão, cara, tão diferente do que eu experimento e certamente do que quem está em casa experimenta. Porque, cara, você entrou no meu programa, é o Master Masio, que é o meu programa mais top, na altura que você entrou, 120 mil reais. E eu fiz aquela ligação. Eu lembro de pegar aquela ligação e falar com você, eu recebi como indicação do Luiz Fernando, né?

E aí eu liguei e eu fechei. Não foi meu time. Você não conheceu nenhuma pessoa do meu time antes de me pagar, não é? Exatamente. E, cara, é tão diferente do que você vive ou experimenta. Inclusive, vale dizer, gente, 100% dos entrevistados aqui no VDcast são mentorados meus, são clientes meus de algum programa. O Master Mas, que é o caso do Rui, ou a mentoria, ou vida de mentor, ou maestria. Então, se você fatura qualquer coisa entre 0 e 500 milhões...

que é o meu cliente que mais faturou, você acredita que eu posso ajudar você não só a criar, vender, entregar, escalar, mentorismo, mas escalar negócios como um todo. Se você vive ou quer viver dos seus negócios digitais, e se você está no início ou você já fatura milhões e quer a minha visão no seu negócio, opa, lá ele, né? Você não sabe, esse é um trocadilho brasileiro. Enfim, se você quiser me ajudar para escalar o seu negócio de forma consciente, entra em victordamazio.com.br barra vdcast.

E ali você preenche uma folha de interesse, falando sobre o seu negócio, o seu momento, pra eu apontar, eu ou alguém do meu time, alguém do meu time, Rui, a gente apontar o caminho pra gente começar a trabalhar junto, beleza? Mas realmente, aqui no meu negócio, eu tenho sim um time de vendas que vende muito bem, e meu time é muito bom.

Só que muitas das vendas, Rui, ainda sou eu que gero. Founder-led sales. Eu sou um bom vendedor. Só que isso é um problema. Se eu fosse pior, talvez eu já tivesse formado um time ainda melhor do que eu que conseguisse suplantar isso. Mas eu ainda vendo muito, cara. E eu gosto muito disso. Eu não quero terceirizar ou delegar, né? É, e não precisa largar isso.

Esse é um dos seus dons, já por causa que falamos disso. Eu sou um dos seus dons. Ao contrário de você que quer que a empresa ofereça o serviço e talvez não queira nem conhecer o cliente, cara, antes de gravar, a gente foi almoçar junto, né? Daqui a pouco, daqui a gente vai sair, vai no tênis. E depois eu vou jantar com a galera, vou comer hambúrguer com a galera do Mastermasium e passar dois dias juntos. E se der, aí eu já faço o torneio de tênis, a gente já quer viajar junto. Cara, eu criei o negócio para atrair para perto de mim as pessoas que eu amo.

empreender é muito solitário. Então, desde lá atrás, quando eu comecei, em 2012, cara, eu desenhei que os meus programas fossem um lugar pra eu conhecer as pessoas que podem ser meus amigos, né? Já aconteceu de um cliente meu virar amigo, cara, o Endo virou padrinho do meu casamento, mas, cara, começou como cliente. O Miguel Cavalcante, cara, ele virou padrinho do meu casamento, mas começou como cliente.

O meu sonho, Rui, era ter liberdade financeira geográfica de tempo para poder ir na praia de quarta-feira. Só que quando eu fui na praia quarta-feira, foi muito triste, porque nenhum amigo meu podia estar lá. Então, o meu negócio é sobre encontrar essas pessoas que vão poder desfrutar dessa liberdade junto. Liberdade financeira, liberdade geográfica, liberdade de tempo. Agora, qual é o valor eixo da minha empresa sem mim? Sem eu estar dentro da minha operação?

Questionável se a minha empresa vale alguma coisa. Hoje, no formato que é, entendeu? Mas olha, eu acho que a sua empresa... O que eu falo é?

É o estilo de empresa que não é para ser vendida. E nem quero, não é? Esse é o estilo de empresa que quando você não quiser fazer mais isso, fecha. Você tem que construir outro tipo de... Como é que é dizer? Máquinas de vendas que sustentem o seu estilo de vida e que você faça isso por prazer.

Eu dou o exemplo do Keith Cunningham, Estados Unidos, Austin. O Keith é multimilionário. Ele teve múltiplos negócios. O exemplo que eu estava a dar ainda agora da lavagem de carro era dele. Ele teve múltiplos negócios.

Ele não precisa fazer aquilo que ele faz, mas ele faz por gozo. Ele faz porque quer se manter ativo, ele tem 72 anos. O cara é brilhante. Mas ele, meu Deus, eu estou lá na sala com ele dois dias, eu fico com a cabeça em água, porque aquilo é muito intensivo.

E ele faz aquilo semanas seguidas. Ele adora aquilo. Ele adora estar rodeado de empresários. Ele é como eu. Eu quero aos 72 anos. Está tocando Mastermind, jogando tênis. Com a galera igualzinho hoje. Mas não é pelo dinheiro. É por opção. O dinheiro está lá também para filtrar.

Quem é que entra? Não é isso sim. E acho que esse tipo de negócio, lifestyle business, e esse negócio que serve para múltiplos propósitos, para além de ter um múltiplo evaluation, é muito bem-vindo.

nós temos uma pessoa no Master Masio, que eu também conheci no Master Masio, o Diego Carmona, que também fez o seu exito e também depois perguntou-se o que é que ele ia fazer a seguir. Eu adorei isso, adorei essa história. E é ótimo estar rodeado para essas pessoas que já fizeram esse trajeto. E só para a galera saber, se vocês estão ouvindo no Spotify ou qualquer outro lugar que não seja o YouTube,

é melhor que vocês venham para o YouTube, porque aqui tem um espaço de comentários, aqui você pode ver a gente, e aqui no final do episódio, eu coloco alguns episódios de outros empreendedores digitais do bem para você conhecer. E nesse episódio aqui, se você estiver assistindo pelo YouTube, vai ter um link para você poder clicar e conhecer a história do Carmona, que fundou a Lead Lovers e vendeu. Eles chegaram ao IPO em Nasdaq, eles tiveram um resultado incrível, foram lá e...

E o Master Maso é um lugar de gente que já venceu na vida E muitas vezes está repensando o próximo passo Pessoas que estão no segundo ato Já tiveram um êxito, como é o caso Como é o caso do Robson também Como é o caso do Carmona E estão ali para escolher Talvez um outro negócio para investir Ou o que vai dedicar o resto da vida Ou talvez abraçar uma vida de mentor nesse outro momento Isso mesmo Isso foi uma das coisas que eu gostei muito do Master Maso Foi exatamente essa diversidade Ouro

de empreendedores que já fizeram o caminho do éxito se calhar estão no segundo ato se já estão repensando o que é que vão fazer e também vão buscando a inspiração e isso que você falou aí é muito importante que é você disse uma coisa muito muito interessante que é às vezes você chega ao sucesso tem a liberdade financeira teu tempo conseguir para a praia na quarta-feira e tá sozinho sozinho é horrível

porque os seus amigos não não tão nesse nesse momento eu fizmente em um amigo em português onde mora em Algarve nem Portugal que tá no mesmo registro que eu também tem muito tempo livre voltar um imobiliário negócio completamente diferente mas não acompanha-me se for preciso fazer uma viagem vou com ele vamos nos passa a férias vamos fazer isso mas eu não tenho muitos amigos estão nesse registro

E então é importante esse tipo de masterminds e esse tipo de comunidades, que é para conhecer pessoas como essas, e estar rodeado desse tipo de pessoas também que estão na mesma jornada. E achei interessante isso que estava a dizer de vai para a praia, mas vai sozinho, porque mais ninguém consegue acompanhar, estão trabalhando.

E qual que é a graça, né? Não é nenhuma. Qual que é a graça de ir sozinho? Sim. Então, sim, eu visitei mais de 50 países. Mas eu gostei, eu tava contando antes do episódio, né? Cara, eu gostei de levar o Master Masio pro México. E pra mim eu já tinha conhecido, já tinha visitado, mas... Cara, poder levar alguém fazendo a primeira viagem internacional... Cara, é muito bacana. E isso é muito legal, cara.

E pra mim, meu negócio sempre foi sobre isso, sobre emprestar o meu olhar pro mundo lá fora. Óbvio, em níveis diferentes. Master Masio, hoje 120, a mentoria, hoje 60, o ano. Cara, vida de mentor de 30, uma estria de mil. Cara, em todos, tem algum tipo de acesso ali. Ou a mim, ou ao meu conhecimento, né? De alguma forma, ou a mim ou ao meu time. E, cara, todo o meu negócio, cara, no meu caso, tá? Eu sei que não é de todo mundo.

É a minha autoexpressão no mundo. É a minha forma de me relacionar, é a minha forma de contribuir. Mas ao invés de olhar para o produto ou para a empresa, cara, o meu olhar é no cliente, na conexão que eu faço com esse cara.

E uma coisa que eu sei que você veio muito do ambiente do Tony Robbins, é uma coisa legal de falar aqui dele, eu acredito. Cara, o Jay Abram, que é um dos mentores do Tony Robbins, ele é meu mentor também. Eu fiz um dia com o pessoal do Mastermask e outros clientes aqui, só que você não existia ainda. Você sabia disso? Eu becaria o Jay Abram? É. Você não sabia? Não sabia.

Depois eu vou te dar a gravação, amigo, pra você apreciar esse dia. Cara, foi um dia muito especial, foi um dia muito único. E um dos temas que a gente tratou lá foi o Tony Robbins. Porque o Tony Robbins, ele tem esse negócio que cai entre nós, né? Sem ele, não vale tanta coisa assim, não é?

Falar que não vale nada É igual um exagero, mas não vale tanto Não vale muita coisa assim Esse negócio eu fiz um é só Mas isso é outra história Então esse é o grande ponto O Jay Abern anunciou o Tony Robbins Com uma ilustração muito interessante Ele anunciou o Tony como O cachorro Que tem um rabo Mais longo do que ele mesmo

E que o cachorro em si não tem equity. É um cachorro. Mas o rabo tem muito equity. Então, o Tony tem um negócio que por si só não vale muita coisa sem ele, mas é sim um palco, é um lugar de exposição e atrai negócios para ele. E que ele vai adquirindo pedaços de não uma, não dez, não cem, mas talvez mais de cem ou talvez centenas de empresas em que ele tem alguma participação.

E que hoje o equity do cachorrinho é pequeno, mas ele consegue arrastar um rabão com um equity muito valioso. E aí a partir dali eu comecei a ver o meu negócio como uma empresa que atua como um funil de aquisição de outras empresas e negócios. E já está acontecendo de eu me tornar sócio de algumas empresas do Mastermind.

e acho que isso é uma boa estratégia ou seja você tem o palco tem tem o como você tem capacidade de atração e se você tem a oportunidade de ficar com um pedaço desses negócios Claro que sim e o robins faz isso muito bem sim aliás o robins tem todo um ecossistema montado à volta da marca dele eu servi no robins durante muito tempo muitos anos né quanto tempo foi como é que foi a experiência assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo assustivo ass

Eu era o senior leader que ficava sempre com o grupo dos brasileiros no Date Be Destiny. Esse aqui não é bobo, não. O Rui é um cara inteligente. Ficava sempre com o grupo dos brasileiros. E calhavam-me sempre, porque eu falava português. Mas na altura de 2018, dezembro, você não estava, não. Por algum motivo não estava. Porque foi quando eu fui para o Date Be Destiny. Eu fui para o Date Be Destiny em dezembro de 2018, eu fui para o Business Master em janeiro de 2019.

eu fui com participantes de do deito e 10 em 2014 no ano do Netflix uau eu tô no Netflix você aparece naquele aparece na Netflix gente quem que tiver a chance de assistir Netflix o Tony Robbins tem um documentário né eu não sou o seu guru cara muito maneiro muito legal

Teve inclusive uma brasileira, a John Watson, a Sol. Ela apareceu lá, eu conheci ela também. Se você olhar bem, eu estava para aí três filas ali ao lado. Sério? Que bacana. Se você ver no Netflix, eu estou lá. Que legal. E que eu vi aquilo ao vivo. Uau. Lá no Netflix são dez minutos. É uma força da natureza, né? É.

no Netflix são 10 minutos a intervenção lá foram duas horas acredito, a gente não tem noção da dimensão daquilo e quem não teve chance, que vai conhecer enquanto esse episódio vai ao ar esse evento ainda acontece uma vez ao ano no final do ano, e em breve não vai acontecer um dia vai se reformar

Vai se aposentar. Se quiser assistir o Tony, vai assistir logo. É, porque o Date with Destiny é incrível. É intenso, né, amigo? Eu conheci minha esposa lá. Tu sabe essa história? Tu não sabe? Amigo, tem uma altura desse evento? Porque lá ele fala da vida como um todo. Fala, sim, de negócios, mas não só de negócios. Fala de saúde, mas não só de saúde. Fala de emocional, fala de relacionamento. Então tem uma parte muito forte lá, que é relacionamento. É, é dia 4.

E aí ele pergunta lá, quem aqui é casado e feliz? Aí todo mundo, uuuh, uma galera. Aí ele, quem é casado, mas precisa de alguns ajustes? Aí o pessoal levanta a mão assim. Aí ele fala, quem é solteiro e quer encontrar uma gêmea? Aí todo mundo, uuuh, amigo. Depois ele pergunta, quem é solteiro e quer continuar solteiro?

E você levantou o braço. Eu não levantei o braço. Eu subi na cadeira. Eu subi na cadeira e fiz assim, ó. Eu era um idiota, Rui. Eu tava lá, eu tava querendo bagunça, entendeu? Solteiro, vida louca. Cara, isso não faz tanto tempo. Dezembro de 2018. Só que nessa hora, a minha esposa, a Natália, tava lá. Ela olhou e falou assim, tadinho desse menino aí. Alguém deve ter machucado o coração dele.

E aí a gente se conheceu lá. Olha que loucura. E hoje, minha esposa, mãe da minha filha. A gente teve a chance de infigir depois. Aquela foto que tá no meu perfil, se você entrar no meu Instagram, arroba Victor Damasio Oficial, tem uma foto ali no destaque. Parecem três pessoas, mas são quatro. Porque ali tava eu, a Natália, minha esposa, o Tony Robbins, e na barriga da Natália já, a Isabela.

anos depois. Então, cara, olha que mágico, olha que legal. No caso, Date with Destiny, é o encontro do seu destino. No meu caso, foi mesmo, né? Foi mesmo. Mas é engraçado, porque o Tony Robbins impactou muita gente. Há muita gente dessa comunidade que veio do Tony Robbins. Eu conheci o Luiz Fernando no Tony Robbins. E foi através dele que a gente se conheceu. Então tem muito que ser grato ao tio Tony, né? É. Em 2014, eu fui para as Fiji também.

É um sonho que eu tinha. Ficou lá no Camali? Como é que fala? Na Mali? É, na Mali. Isso, na Mali. Só que eu não fiquei no resort. Eu fiquei, fiquei, fiquei no resort. Na altura eu não tinha dinheiro para ficar. Na casa do Tomé. A gente mora ali dentro do hotel. Fiquei lá, cara. Eu não. Eu tive que ir lá para cima, para as cavanas dos pobres. Na altura era pobre. Era o que dava, né? Era o que dava. Então fui para lá.

E lembro-me também, toda a viagem para chegar às Fiji é uma aventura. Tem evento de Portugal, porque para as Fiji é literalmente, você vai ver no mapa, é literalmente no outro lado do mundo. E para mim toda a viagem foi uma aventura. E quando eu chego lá e vem aquilo do bula, bula, bula e vem...

e tá aquela árvore gigante lá no meio da ao pé do do sítio onde eu faz a conferência e a conferência lá é pequena são 60 pessoas 60 imagina 60 pessoas numa conferência que normalmente o Nupi dobro chegar até 10.000 6.000 10.000

600 pessoas é pouca gente. Então, eu lembro da cerimónia da abertura, eles porem toda a gente sentado lá no palco para ver os figienses fazer uma dança. Não sei se com você foi igual. O nosso foi no último dia, alguma coisa. Não foi na abertura. Olha só, eu sento, dei a volta ao mundo para estar lá. E quem é que você vai sentar à frente? Um cara com uma t-shirt de Portugal, Luís Fernando.

como é que é possível um português estar aqui a minha frente eu tenho graça então conhecemos aí e nesse dia também aconteceu outro português para pode ser que alguém conhece da sua audiência que o Jorge Coutinho

O Jorge foi da mentoria. Ele foi mentorado meu. Lá atrás, idos de 2016, talvez. Pronto. O Jorge também conheci lá, por intermédio do monitor. O monitor recomendou-me o Jorge como coach. E ele foi meu coach.

durante alguns anos. Então conheci os dois, o Jorge Coutinho e o Luís Fernando lá, e o Jorge se tornou-se trainer, o Luís também se tornou trainer, mas na jornada de ser participante, ser em crew e depois ser senior leader,

eu fiz isto lado a lado com o Luís Fernando, quando o Luís Fernando estava a ser senior líder, eu também fui, depois o Luís tornou-se trainer e eu acabei por nunca me tornar trainer, mas eu lembro-me que eu ficava sempre com o Jorge Coutinho como trainer no time dos brasileiros, ficava sempre eu, das três ou quatro vezes que eu fui lá como senior líder, eu fiquei sempre com o grupo dos brasileiros, tinha muito carinho, foi muito bom.

e eu tive lá em 2014 2015 2016 2017 2018 acho que já não fui que foi o ano que eu fui você foi cara a gente não se conheceu ali poderia né mas se conheceu depois eu conheci muita gente pelo mundo do Tony Robbins e conheço é engraçado e um parênteses que vale a pena abrir aqui você trabalhou então alguns anos com ele ou para ele

você era remunerado? não então vamos falar rapidamente sobre isso, sobre liderança porque no primeiro nível você paga para as pessoas trabalharem com você no segundo nível as pessoas trabalham com você de graça e no terceiro nível elas pagam para trabalhar com você e o Tony explora esses três níveis, né? é, exatamente o Tony mas aquilo é muito enriquecedor ou seja, eu não me arrependo

É claro que tu questionas também. Se o tempo vale a pena, né? É. Chega uma hora que tem um curso de oportunidade, né? O Date with Destiny, para quem vai como Senior Leader, são 11 dias. Isso. O evento, gente, são 5 dias. Só para você entender. São 5 dias. São 6 dias. O evento são 6 dias. É. É 5 dias e meio. 5 dias e meio. Ah. Tá. Só que isso é para quem está indo lá desfrutar. Para a galera que está indo lá trabalhar. 11 dias. Ele empacota um produto chamado...

Leadership Mastery. Então a galera chega antes e vai embora depois para aprender como que trabalha para o Tony. E paga para isso. Conta aí, Luiz. Conta aí, amigo. O Leadership Mastery é... Pensa assim. Mas é genial. Genial. É genial. Porque você paga para ele como participante. 2014.

Em 2015, eu paguei para ir com o Leadership Mastery. E paga mais. É, paga mais. É outro curso. Em que você vai aprender o que é que o Tony Robbins está a fazer. O que está por trás? O que está nos bastidores? É genial. Porque você aprende mesmo. E em 2015, eu fui lá aprender como é que ele faz.

No final de 2015, você é promovido. Vai como senior leader. O que significa que você vai fazer parte do time. Mas você tem que pagar as viagens, tem que pagar o alojamento. E não é remandorado lá, nem refeições, nem nada. Mas você vai lá e vai aprender. E a parte interessante é, você vai fazer intervenções em participantes, você vai aplicar aquilo que aprendeu nos cursos todos em participantes, você vai ter que fazer... O que eu falo é.

É muito enriquecedor. E a parte boa é, se você tiver uma empresa, você vai trazer isso tudo para a sua empresa. E eu trazia. Sobre liderança. Sobre como conduzir grupos, como motivar, como ensinar. Então aquilo é uma escola incrível.

É que você paga para ir aprender. Mas vai trabalhar também lá de bordo. Quando é treinar, eles já pagam as viagens e pagam a alimentação e tem um plafão por dia. Mas é pouco. Não é pelo dinheiro. Quem está ali poderia estar em outro lugar. É por contribuição. E também não é para estar perto do Tony. Porque você não vê o Tony. Quem vai para lá julgando que vai estar perto do Tony, é em desenganos. O Tony está com você naqueles 11 dias, está para aí uns 30 minutos com você.

portanto se você vai lá por significância também não é muito errado tem que ir por contribuição é por três bordo né e também por o impacto que você tem nas pessoas é magnífico e aí e é incrível então quem julga que vai trabalhar para o robbins

lá não vai você não vai ganhar dinheiro lá você quanto muito se você trabalhar no mundo do coaching você ganha clientes mas não era o meu caso eu ia porque adorava o ambiente e adora que o ambiente ambiente é muito bom é muito forte positivo e só para você querendo mudar a gente com quem você quer tá junto com pessoas que hoje chegar cá não é só querem crescer eu conheci minha esposa lá cara é maravilhoso a minha mente valor a princípio cara é muito gostoso é muito eu falo

E é porque você vai aplicar as técnicas e se você souber aplicar isso no seu negócio, você vai voar. E eu voei. Muitas das coisas que eu hoje ensino e que aprendi e que apliquei no meu negócio foi também desse ambiente do desenvolvimento pessoal. Não foi só o Robbins, mas muito foi do Robbins, sem dúvidas. Eu conheci o Keith Cunningham no Robbins, no Business Mastery. Eu conheci uma série de gente que me impactou naquele ambiente.

portanto é sou eternamente grato para o robinson hoje em dia não me identifico tanto e a coisa uma etapa foi um período da vida né que se uma jornada do bom você vai levar para sempre mas agora é como alguns livros que nos marcam ali uma fase em que você lê aqueles livros eu lembro do conversas com Deus lembro-me da profecia Celestina lembro do do Pau Coelho marca numa outra fase em que você tá aberto para que o

e hoje se calhar você vai ler o livro e que já não entra tanto ou nem combina mas nem combina é toda uma fase é todo um processo mas já sei a beleza da coisa né você tá sempre progredindo do como o robin dizia da training never stops né treinamento nunca acaba passa é a parte positiva do desenvolvimento pessoal

e o Luís Fernando é viciado em visualmente pessoal e trabalha nisso e é um amigo nosso e também faz parte do Master Másio e ele também veio desse ambiente

É bonito. Sim, eu vou botar o episódio dele também no final, pro pessoal poder acompanhar e entender um pouco da jornada dele. E é muito bom ser cercado de gente boa, né? E amigo, em todo esse processo, cara, de vender a empresa e, cara, seguir com outra empresa, imagino que você aprendeu muitas coisas, cara. O que que faz você escolher continuar jogando? Porque, colocando em bom português...

e bom português é o português brasileiro, mas colocando em bom português, cara, você talvez não precisasse mais trabalhar para manter o seu estilo de vida. A gente estava falando brevemente sobre o lance dos relógios, se você quiser falar, você pode falar também, mas, cara, o que faz você continuar jogando, cara? O que faz você continuar em campo? Se não é mais o dinheiro.

O jogo, o superar desafios, isso também é uma coisa que é positiva. Eu não me vejo a reformar, a aposentar. Eu não me vejo a deixar de estar ativo mentalmente. Eu vejo-me, como do Buy Back Your Time do Dan Martel, a reduzir o meu número de horas em que eu estou a trabalhar. Isso eu estou fazendo, mas eu não me vejo...

até morrer, parar de trabalhar, porque eu adoro trabalhar. Então, no meu caso, eu estou como Managing Director do Universe Express, eu vou continuar, mesmo depois de fechar a minha venda com o Visma, que ainda falta um ano, eu vou continuar, porque aquilo mantém-me ativo, mantém-me a fazer crescer as minhas pessoas, mantém-me a servir os meus clientes, a viver o jogo, a estar dentro do jogo.

Tá no campo, tá na arena. Tá no campo, tá na arena. E eu não me vejo a sair da arena. E a mesma coisa é nos outros negócios que eu tenho. Eu continuo a impactar pessoas. Ainda posso fazer mais um exit. No caso da Quan. Vês-me a se calhar a jogar o jogo de comprar uma empresa. De ver como é que há essa experiência.

O outro lado da coisa, né? O outro lado da coisa. E, portanto, eu não me vejo a aposentar. Eu já não preciso. Se eu quisesse parar de trabalhar hoje, eu tinha garantido o meu rendimento para o resto da minha vida, no meu estilo de vida atual. Portanto, eu já não preciso. Tenho liberdade financeira total. Mas é um jogo. Você não quer parar de jogar. Não é?

O que vai fazer a seguir? Não vai lá, não vai fazer. Tem que jogar o jogo, tem que criar. Eu acredito muito que nós somos criadores. Somos filhos de Deus, então viemos cá para criar. Ok. Então, a tua missão na Terra é criar, é ser um criador. Você tem um canvas para criar o seu desenho.

e é para criar a melhor vida possível que você quer no meu caso isso significa servir as minhas pessoas significa servir os meus clientes significa acrescentar valor para a sociedade eu acho que veio uma com a história da inteligência artificial veio uma mudança grande transformacional na sociedade

Eu não sei como é que vai ser daqui a 10 anos, mas eu também tenho uma obrigação de participar nessa transição de que vai haver robótica, inteligência artificial, abundância total. E para os meus filhos, para os meus sobrinhos, para a minha família.

Para a próxima geração, nós também temos uma responsabilidade de fazer essa transição o mais suave possível. Porque há risco do que vem, se não... Num mundo da abundância total, não é? Com a inteligência artificial, com robótica, o que é que o ser humano vai fazer? Qual é o papel dele? Quando é que ele vai buscar o seu significado, o seu propósito?

Então é preciso trazer essas ferramentas, essas reflexões e fazer essa transição para a sociedade. E acho que nós temos um papel importante nisso. Eu acho que o meu segundo ato, há bocado falávamos disso, vai ter muito a ver com isso. Se calhar vou fechar um capítulo dos negócios e o segundo ato tem a ver com como é que nós transicionamos para esta nova sociedade. É o que me inspira.

Então o que te inspira é o jogo, é continuar em campo e continuar experimentando os desafios que vêm e... Superando os objetivos. Isso é muito gostoso, né? É, eu gosto. Eu vou dividir uma visão de futuro, cara. Ainda tá longe de ser a minha realidade, mas no Mastermind eu tô começando isso, né? Você, o Robson, o Carmona, outras pessoas também, indo por esse caminho de vender a empresa e tal. Eu tive um caso de um membro do grupo que você não conheceu, porque ele saiu de lá.

Ele vendeu a empresa e ele escreveu uma carta se despedindo do grupo. E ele falou, quando lembrarem de mim, eu quero que vocês pensem em alguém jogando o seu filho pra cima numa praia em algum lugar do mundo. Ele realmente foi viver isso. E ele tá num sabático. Ele tá viajando o mundo com as crianças, com a esposa. E o cara tá muito feliz. Esses dias ele tava na China, a gente segue amigo, mandei mensagem pra ele. E aí, cara, tá aí vendo algum negócio na China? Ele, não, não, não. Eu tô jogando meu filho pro alto. Tipo, ele não quer jogar.

E eu acho bonito e eu acho legal, cara. Só que esse não é o público que eu escolhi liderar. Eu escolhi liderar o cara que, em podendo parar de jogar, ele escolhe jogar. Ele escolhe continuar jogando até o último dia da vida. E eu gasto tempo, dinheiro e energia.

para me conectar com essas pessoas. Como o Jay Aber, que tem 70 e tantos anos, já construiu um patrimônio incrível, mas ele continua em campo. Cara, eu tive a chance de conversar com o Laí Ribeiro. Sabe quem é o Laí Ribeiro? É um médico bastante conhecido no Brasil. E, cara, ele tem 70 e poucos anos e ele estava entregando a pós-graduação. O sucesso não acontece por acaso. Isso. Ele estava entregando a pós-graduação.

Pra minha esposa que tava fazendo após dele. E eu tive a chance do almoço fazer uma pergunta. Eu falei, cara, por que você tá aqui, cara? Por que você continua jogando? Ele falou, cara, no dia que eu morrer, eu quero no dia anterior ter dado uma palestra.

Eu quero usar essa caixa aqui para desafios novos. É o jogo pelo prazer do jogo. E, cara, Deus me permita que eu chegue nessas idades e até mais. E eu quero, assim como ele, eu quero que no dia que eu morrer, cara, no mesmo dia, no dia anterior, que eu tenha dado uma palestra, que eu tenha entregue minha mentoria, que eu tenha ensinado alguém a viver melhor, fazer melhor negócio.

viver uma vida de mentor e conquistar, sim, liberdade financeira, geográfica, de tempo. Mas o mais importante, escolher seguir uma vida nos seus próprios termos, de acordo com o que acredita, seguindo as suas regras e, sim, seguindo o plano de Deus para si. E se eu conseguir fazer isso até o meu último dia, cara, para mim, valeu. Uma vida realizada. Acredito que é sobre isso, amigo. Nós temos muito em comum. Que massa.

E, amigo, das coisas que você viu lá no grupo, você já está no seu segundo ano, cara. Por que você escolhe seguir? Por que você escolhe ficar? O que o mundo lá fora pode olhar aí da sua trajetória lá dentro de alguma forma?

Eu identifiquei muito com o grupo e identifiquei muito com a cultura do grupo e com o que é entregue no grupo. E francamente foi isso que me fez também renovar e continuar mais uma segunda vez e provavelmente mais uma terceira.

Opa, fechado, fechado. Eita! A venda da venda. Não, e foi por isso, porque eu vi o valor do grupo, vi exatamente a diversidade de pessoas que estão no grupo, sejam de infoprodutores, sejam de pessoas que construíram software e venderam o seu próprio negócio e que foram para o segundo ato e gostei muito disso. E eu quero estar rodeado dessas pessoas, quero estar, quero participar, neste caso, três vezes por ano, vir cá ao Brasil, isso obriga-me a vir ao Brasil.

obriga-me a sair... Nada mal, não é uma obrigação muito fácil de cumprir, cara, isso aí é fácil, não é, cara? Mas obriga-me, a verdade é essa, obriga-me a sair três vezes por ano de Portugal, sair da minha zona de conforto e vir aprender com outras pessoas, vir buscar inspiração e se puder partilhar algum conhecimento e algum know-how, fazê-lo também.

E faz muito bem, vale dizer que no encontro, na sua apresentação, você ganhou o prêmio de melhor palestra, melhor compartilhamento. Foi algo incrível que você trouxe para a gente aprender. E amanhã tem mais, né? Amanhã tem mais. Amanhã ou depois da manhã, vamos ver. Que massa. Amigo, me diz uma coisa. Onde que as pessoas que querem saber mais sobre você, sobre seus negócios, podem acompanhar a sua jornada, podem aprender mais com você? Então, olha...

o ruipedroalves.com lá tem toda a informação sobre mim tem lá eu também tenho um grupo de mentoria bem pequeno chamado ramp também podem aprender a vida de mentor agora é uma coisa muito pequenina eu faço por gozo nem nem por gosto não é não é uma coisa que eu quero transformar no negócio de milhões não tem essa ambição

Mas por que não? Dentro desse grupo você pode pensar o próximo negócio que você vai investir. Exatamente. A empresa não que você vai vender, mas a empresa que você vai comprar. Por exemplo, exatamente. E serve mesmo por isso. Serve mesmo como viveiro de pessoas novas com quem eu posso partilhar conhecimento. E rupetrolavos.com rupial.com tem o meu grupo de empresas. invoiceexpress.com é onde eu sou o Managing Director mais ativo e o Software as a Service.

e kwan.com kwan.com kwan.com é o outro negócio que é do grupo é o maior negócio neste momento só esse negócio fatura 18 ou 19 milhões de euros já nem sei muito bem e é isso estão nas redes sociais, Instagram é rui.pedro.alves rui.pedro.alves no Instagram

E estou por ir. Que legal. E quando você olha para o futuro, amigo, eu não sei se 10 anos, ainda mais agora com o IA, tudo fica mais difícil, mas quando você olha os próximos 5 anos, para onde você está indo, amigo? Que você possa compartilhar com a gente. Olha, eu estou numa fase de consolidação dos negócios.

e toda uma fase de pensar o meu próximo no próximo capítulo eu não sei onde é que vou estar daqui cinco anos sinceramente eu não tenho essa visão eu sei que o mundo vai estar muito diferente e eu tô a surfar a sonda de perceber para onde é que o mundo tá indo tá muita coisa aconteceu mesmo tempo

O mentor meu diz-me que estão muitas bolas de bowling. Boliche. Boliche. Ao mesmo tempo a rolar. Inteligência artificial, robótica, guerra do Irão, guerra da Ucrânia com a Rússia. Está muita coisa a mexer. Quem que diz isso? Qual que é o mentor? Keith Cunningham. Ah, o próprio Keith. É o próprio Keith.

Estou muitas, muitas bolas de beliche. Boliche. Boliche. A gente diz bolo. Boliche. Os caras falam para dentro, falam para... Ah, meu Deus do céu. Todas as silvas todas juntas em duas. Meu Deus. Mas são muitas bolas no ar. E não são daquelas maciças. Eu não sei para onde é que isto está a caminhar, mas há muita coisa, muita incerteza no ar. Então estou surfando à sonda. Estou observando. E estou consolidando.

e quer tirar risco de cima da mesa nos meus negócios mas estou observando para onde é que o mercado tá aí e e tu expectante mas vem muita coisa boa esperançoso tá para a sua esperança boa é acho que muita coisa positiva

E está pronto para a nossa última pergunta aqui, amigo? Qual é a última pergunta? Se todo o seu conteúdo desaparecer da internet, sumiu, sobrou nada, só o corte que você vai fazer agora olhando naquela câmera, de um minuto talvez, ou de uma frase. E por essa frase, ou por esse minuto, você vai ser conhecido. Todos os empreendedores e empreendedoras vão poder ter acesso a isso. Qual é a mensagem que você deixa, meu amigo? Como empreendedor... Ouro Ouro Ouro

A principal coisa que você tem que se preocupar, e isso vai ser independente de inteligência artificial ou não, vai ser sempre pessoas e cultura.

Porque se você tratar bem as suas pessoas e tiver a cultura certa, tudo o resto vai encaixar. Todas as suas operações, a relação com o seu cliente, a inovação, os seus produtos, os seus serviços, as suas marcas, no seu centro estão sempre pessoas e cultura. Então se você aprender a cuidar das suas pessoas e criar a cultura certa, tudo o resto se encaixa.

Animal, meu amigo. Quero agradecer e reconhecer você, cara, pelo seu tempo doado aqui no VDcast, para de alguma forma derramar na vida das pessoas que estão assistindo. Obrigado pela sua contribuição. Obrigado pela oportunidade. E conte comigo, tá bom, amigo? Ok, Vitor. Obrigado. Tamo junto, amigo. E se você tocar aqui na tela, você vai poder conhecer a história do Luiz Fernando, vai poder conhecer também a história do Diego Carmona, que a gente citou mais cedo aqui.

Eu sou o Vitor Damasio e esse é o VDcast, o podcast para você que vive ou quer viver dos seus negócios digitais.