Como Aprender IA de Graça com Certificado Oracle | Programa ONE - (Amanda Gelumbauskas)
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Você quer aprender Inteligência Artificial, entrar na área de tecnologia ou se preparar para o futuro do trabalho, mas não sabe por onde começar?
Neste episódio do Carreira Tech, conversamos com Amanda Gelumbauskas, liderança do Oracle Next Education (ONE) na América Latina, para explicar como funciona o programa de formação gratuita em IA, com duração de até 23 semanas, formato 100% online e possibilidade de conquistar um certificado Oracle.
O ONE foi criado para ajudar pessoas que desejam iniciar ou acelerar sua jornada em tecnologia — mesmo quem ainda não tem experiência profissional, faculdade ou formação técnica.
Durante a conversa, Amanda explica como o programa evoluiu para trabalhar uma alfabetização mais avançada em Inteligência Artificial e como esse conhecimento pode ser útil não apenas para desenvolvedores, mas também para profissionais de marketing, RH, finanças e outras áreas.
Você vai entender:
✅ Como funciona a jornada de aprendizagem do Oracle Next Education?
✅ O que acontece na imersão inicial e como o aluno avança ao longo das 23 semanas?
✅ Qual é a diferença entre as trilhas AI for Tech e AI for Business?
✅ Quem pode se beneficiar de cada trilha?
✅ Quais são os diferenciais de uma formação gratuita com certificado Oracle?
✅ Como o programa pode ajudar jovens em busca do primeiro emprego e profissionais em transição de carreira?
✅ Como funciona a conexão com empresas parceiras e a comunidade AlumniONE?
✅ Se existem requisitos para participar do treinamento.
✅ Por que aprender IA pode ser importante mesmo para quem não pretende trabalhar como programador?
Este vídeo é especialmente indicado para:
✅ Pessoas que querem aprender Inteligência Artificial gratuitamente.
✅ Iniciantes que desejam entrar na área de tecnologia.
✅ Jovens em busca do primeiro emprego.
✅ Profissionais que estão pensando em fazer uma transição de carreira.
✅ Pessoas com 30 anos ou mais que querem se atualizar profissionalmente.
✅ Quem não tem faculdade ou experiência em programação e quer conhecer novas possibilidades.
✅ Profissionais de marketing, RH, finanças e negócios que precisam entender como aplicar IA em seu trabalho.
✅ Pessoas preocupadas com a possibilidade de ficar obsoletas diante das mudanças provocadas pela inteligência artificial.
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- O programa Oracle Next Education (ONE) e seu objetivo socialtalento existe em todos os lugares·acesso à educação e tecnologia·diminuir a distância de oportunidades·formar solucionadores com IA
- A importância da alfabetização avançada em IA para diversas áreasIA não é restrita a especialistas·aplicação da IA em problemas reais·entender limites e vieses da IA·futuro do trabalho e AI Translator
- A evolução do programa ONE e suas trilhas de aprendizadomudança e reformulação do programa·One AI for Tech para profissionais de TI·One AI for Business para negócios·inscrições abertas para AI for Business
- Diferenciais do programa ONE em relação a outros cursos de IAtrilha estruturada e organizada·conexão com habilidades de mercado·ecossistema Oracle e comunidade·foco em empregabilidade e hackathon
- Como o programa ONE atende diferentes perfis de alunosjovens em busca do primeiro emprego·profissionais em transição de carreira·profissionais que temem obsolescência·desenvolver capacidade de aprender continuamente
- Requisitos para participar do programa ONE e o processo de inscriçãoter mais de 18 anos·acesso a computador e internet·vontade de aprender e disponibilidade·inscrições abertas até 21 de setembro
Sejam bem-vindos a mais um episódio aqui do Carreira Tech. Meu nome é Wesley Rodrigues e hoje nós vamos falar sobre um assunto muito importante aqui, né, que é sobre, como você já viu no título desse episódio, que é sobre o projeto aí recente, né, da Oracle, que essa empresa gigantesca no mercado já tem aí um bom tempo, né, com vários projetos inclusive e várias ferramentas também que você pode usar aí, seja paga ou seja gratuita, tá.
Bom, então, para você que caiu aqui de paraquedas, não sei se você sabe, né, mas é possível aprender aí a usar inteligência artificial para resolver problemas reais, ganhar um certificado reconhecido e ainda assim se conectar com empresas. Tudo isso de graça e em 23 semanas. Para falar sobre isso, né, eu vou receber aqui a especialista aqui, né, e Latam Head of Oracle Next Education, e Oracle Developer and Community Marketing Leader.
Meu inglês tá horrível aqui, vocês me perdoem, tá? Recebo aqui com uma salva de likes aqui a Amanda Gelumbauskas. Amanda, seja muito bem-vinda a mais um episódio aqui do Carreira Tech. Agora foi, seja muito bem-vinda ao episódio do Carreira Tech. Eu acho que eu pronunciei seu nome de forma correta aqui, mas corrija se tiver errado, né? E E fica à vontade aí para trazer alguma informação a mais que eu tenha, não trago, e se apresentar, tá? Fica à vontade aí.
Wesley, é um prazer estar aqui no Carreira Tech, especialmente em um espaço que conversa de forma tão direta com pessoas que querem construir, transformar ou fortalecer a sua carreira em tecnologia. Você pronunciou meu nome corretamente? Muito difícil acertar de primeira, então parabéns aí.
Obrigado, obrigado.
Você trouxe aí uma apresentação muito completa sobre mim. Hoje eu lidero o Oracle Next Education, a gente chama de programa One na América Latina, e também tô à frente aí de Oracle Developers, então desenvolvedores e comunidades aí na área de marketing para toda a região Latino-América. No fim, são frentes muito conectadas porque todas partem de uma mesma crença: talento existe em todos os lugares, mas acesso à educação a tecnologia, a comunidade e as oportunidades profissionais ainda não acontecem da mesma forma para todo mundo.
A minha missão aqui na frente do programa One, aqui como Community Leader da Oracle, é justamente a gente ajudar a diminuir essa distância. Então a gente quer apoiar pessoas que têm potencial e vontade de aprender, mas que muitas vezes não sabem nem por onde começar, não tiveram acesso também a uma formação estruturada ou ainda não se enxergam pertencendo ao mercado de tecnologia. Então, acho importante dizer aqui que o Programa One, ele não nasce para formar programadores, né?
Hoje o mundo tá muito diferente, há uma trilha aí para quem quer construir solução técnica e se aproximar do desenvolvimento e automação e cloud, mas a nossa visão é muito mais ampla que hoje. Hoje eu acredito que a gente precisa formar solucionadores, são as pessoas que consigam olhar para um problema real, entender esse contexto e usar tecnologia e inteligência artificial de forma responsável para gerar impacto. Então isso pode acontecer em uma equipe de desenvolvimento, pode acontecer no marketing, no RH, finanças, operações, vendas, muitas outras áreas.
Então a minha missão aqui, né, a nossa missão como empresa é formar talentos mais preparados para um mundo que tá mudando muito rápido, pessoas que tenham esse conhecimento técnico, pensamento crítico, ética, E mais capacidade de aprender continuamente e mais condições de acessar oportunidades de empregabilidade.
Perfeito. É importante lembrar que são 23 semanas, né? E ali no certificado, que eu imagino que vai ter ali o Oracle aparecendo no certificado, que é uma coisa que eu acho que é muito importante de você colocar no seu LinkedIn, principalmente. Inclusive marca a gente lá quando gerar o certificado. Eu acho que vai ser importante também com a possibilidade, pelo que eu entendi, de ser de certa forma ali apresentado para algumas empresas, né?
Exato, é uma vitrine, né? O programa, ele tem a parte de educação, mas também tem a parte de habilidade. Então a gente tem várias ações ali no final com as empresas, né? Então a gente tá num novo momento do programa que a gente tá olhando para business, então para o negócio, né? Pensando nesse perfil dos solucionadores, né? Eu falo que são os AI translators, tradutores de AI entre o mundo do negócio e business, negócios. Mas a gente tem toda a parte de certificação.
Então tem ali as empresas de olho, as empresas vindo para fazer workshops junto com a gente, falar sobre carreira. Então tem acesso às vagas depois, né, que para quem conclui o programa, acesso às vagas das empresas parceiras quando essas vagas estão disponíveis. Então a gente faz um pouquinho de tudo assim, os esforços para dar aquele empurrãozinho, né, e ser aquela vitrine ali para que essa pessoa possa saber se vender e chegar no mercado de trabalho tentando aí uma posição no mercado.
Perfeito. A gente tem aqui, principalmente no mercado, tem muitos concorrentes inclusive, mas eu não sei se os concorrentes vão ter isso que a gente vai começar a direcionar aqui a conversa. Vocês têm uma preocupação de pensar em educação para além também da idade, né? Então muita gente aí acha que, ah, Agora que tem a IA, não adianta mais faculdade, ou será que eu tô perdido no mercado? Será que tem alguma coisa que eu posso fazer ou não?
E aí, ou se já é tarde demais, né? E também tem aí uma tendência muito grande de pessoas usarem da falácia de que a IA vai substituir todo mundo e também o medo de que a IA vai substituir o profissional júnior, né? Os iniciantes aí no mercado. Como que você enxerga e como que a Oracle enxerga esse cenário e como que o One nasce para resolver esses receios, esses medos? Como que você enxerga isso?
Eu acho que você resumiu assim legal na sua fala. Eu vejo que são 3 travas, né, que a gente mais escuta de quem quer entrar ou se reposicionar no mercado de tecnologia. A primeira delas é: eu não tenho faculdade na área, né? A segunda, que é muito comum porque a gente tem muita gente em transição de carreira no programa, é: eu já passei da idade, né? E a terceira, que se tornou muito presente agora, é essa que você trouxe: se a inteligência artificial tá fazendo tanta coisa, será que ainda existe espaço para quem tá começando, né?
Então, a primeira mensagem que eu acho que eu gostaria de trazer é que a tecnologia exige estudo, ela exige prática e exige consistência. Sim, ponto. Não existe uma promessa séria de carreira que diga que você vai aprender tudo em poucos dias. Mas a tecnologia ela não pertence apenas a quem fez uma graduação específica e que, ou para quem começou muito jovem, ou quem sempre teve familiaridade com computador. O mercado ele precisa de pessoas com trajetórias diversas.
Então uma pessoa que trabalhou com atendimento entende de cliente, beleza? Uma pessoa que veio de RH entende de gente e de processos. Quem trabalhou em finanças entende de decisão, de risco, de análise. Quem passou por vendas, logística, educação ou administração entende de desafios concretos que uma solução tecnológica pode ajudar a resolver. Então isso é muito valioso. Fazer uma transição não significa apagar sua trajetória anterior, significa você somar novas competências a tudo que você já construiu.
E aí, quando a gente fala de idade, eu sempre gosto de reforçar que não existe idade para aprender. Ainda bem, né? É claro que cada pessoa tem uma realidade, uma rotina, um tempo disponível diferente, Mas a maturidade profissional, ela também traz habilidades que empresas valorizam muito, que eu tenho visto muito aqui nos nossos clientes, que é a parte de responsabilidade, de comunicação, de visão de negócio, capacidade de trabalhar em equipe e principalmente entendimento de problemas reais.
E sobre a IA substituir os iniciantes, eu particularmente acredito que a gente precisa fugir dos extremos. Né? Quando a gente via os filmes de tecnologia algumas décadas atrás, tudo era sempre do mal, né? Parece que isso foi criado para botar isso na nossa cabeça e assustar a gente. A inteligência artificial, ela vai sim transformar muitas tarefas, já está transformando muitas tarefas, ela já tá automatizando atividades repetitivas, acelerando as pesquisas, apoiando as análises, está mudando a forma como a gente trabalha, mas ela não substitui a capacidade humana de entender contexto, de fazer boas perguntas.
A gente fala isso muito para os alunos aqui do programa: validar uma resposta, agir com ética, colaborar e tomar decisão responsável. Então, a pessoa iniciante, ela não precisa competir com a IA, ela precisa aprender a trabalhar melhor com inteligência artificial. Acho que respondendo a sua pergunta, o One, ele nasce muito para apoiar essa jornada, para mostrar que é possível começar com uma formação estruturada gratuita, prática e conectada ao mercado.
E principalmente para ajudar as pessoas a entenderem que elas não precisam saber tudo para dar o primeiro passo. Elas precisam começar, né, aprender de forma contínua e construindo aí o seu repertório.
Perfeito. Tem uma coisa que eu queria destacar. A gente tá no momento, eu não sei qual que é sua visão sobre isso, tá, principalmente porque você trabalha com educação, Eu não sei como é que tá sua opinião sobre isso. A gente tá num momento de muito acesso à informação, de muita gente oferecendo curso. Inclusive, eu também tenho meus treinamentos, tá, gente? Mas eu acho que hoje o mercado de educação, ele vai vencer nele quem realmente entrega algo maior do que tá no senso comum.
Então, por exemplo, hoje você consegue, se você fala IA, por exemplo, a gente tá falando aqui agora, se você tiver vendo na TV, daqui a pouco vai aparecer propaganda de IA de algum concorrente. Uma coisa que eu achei interessante no programa do da Oracle. Primeiro, é uma carga horária que parece ser realmente pensada para te entregar algo com mais profundidade do que muito cursinho por aí. Segundo, porque é uma empresa já muito reconhecida, deve ter acho que mais de 10 anos de mercado, né? A Oracle, se bobear, mais de 20.
A Oracle só de Brasil tem mais de 30 anos.
Pois é, mais de 30 anos, é um nome já reconhecido. E ainda assim ela já tem produtos também com um digamos que se venceram no tempo, né, tipo assim, se provaram no tempo, digamos assim. Então eu acho que o diferencial que a Oracle tá trazendo nesse tipo de treinamento é justamente para demonstrar que, embora nesse mar de possibilidades de treinamentos, né, sejam treinamentos que na verdade não vão ser tão bons, e aí você vai ter que fazer para poder perceber.
E eu passei muito por isso, né, quando eu tava estudando para marketing digital principalmente. A cada 10 cursos que eu fazia, meio prestava. Então a Oracle já tem esse rastreio que eu acho que é interessantíssimo e tem uma grade de horário que eu acho que condiz com o que você pode esperar, né, de um treinamento que é sério. Além disso, aí voltando para o que você disse sobre, você complementando, né, sobre aí substituir ou não humanos, tem alguns elementos que eu acho que a gente esquece quando a gente pensa na humanidade.
Então, por exemplo, a IA, se a gente parar para pensar de forma muito fria, ela não cria nada, ela recria a partir do que foi criado por um humano. Então eu acho que dificilmente ela vai conseguir substituir o humano em toda sua potencialidade. E eu mesmo tô agora começando a aprender a automatizar coisas com IA, assim, eu tô começando agora, tô começando a estudar N8N, enfim. Pois é. Mas é isso também que com que você disse lá atrás sobre a possibilidade de aprender.
Aí ela não aprende de verdade, ela procura na base de dados dela que ela é alimentada todo dia para a partir daquilo ela criar alguma coisa a partir de algo criado. Nós temos a possibilidade e uma potência criativa, isso aí ela não tem. E eu não sei, eu imagino que não, que ela não vai ter, porque isso é humano. Humano é capaz de criar algo a partir de coisas que ele viveu, que ele assimilou e que ele ressignificou. Então para quem às vezes é bombardeado com esses tipos de conteúdos, né, que trazem esse medo, porque o medo ele vende, inclusive o algoritmo ele espalha muito mais fácil vídeos assim, pode ficar tranquilo, entre aspas, porque eu não sei o futuro, né, mas pode ficar tranquilo que em tese o algoritmo, a IA não vai substituir você dependendo do que você faz.
Logicamente ela vai automatizar processos. E aí, fechando aqui, eu acho que esse projeto da Oracle, que não é novo, né, eu acho que teve uma versão Acho que no começo do ano, né, do ano. Agora tá abrindo de novo essa turma e eu acho que vai continuar abrindo, ou essa é a última turma?
Não, o que a gente fez, a gente fez uma mudança, uma reformulação no programa, né. Então só para você ter aqui a linha do tempo, a gente começou pensando no programador do futuro. Então a gente tinha back-end e front-end, né. Então quem tá ali na parte mais do que a gente, quando a gente interage, né, com as aplicações, então WhatsApp, a gente vê lá os dois tiques, né, azulzinho. Então tudo aquilo ali é o front-end e tem o back-end que aquele código por trás que a gente já não interage tanto.
Depois a gente chegou no momento de trazer IA para o programa, e aí eu vou acompanhando tanto os nossos parceiros, as necessidades de mercado, tento responder os desafios de negócio da Oracle também. A gente daí tirou a parte de front-end, trouxe data science e continuou com back-end, que é a parte do código ali em Java. E aí agora a gente fez uma mudança porque esse novo perfil, esse novo momento, né, de criar esses solucionadores, pediu Então, no começo do ano, a gente fez o One AI for Tech, que a turma tá em andamento agora aqui com a gente no programa, pensado muito para solução, é você criar agentes.
Tem N8N que você tá aprendendo, né, tem certificação Oracle também ali na nossa parte de infraestrutura e nuvem. Então é um programa pensado para o profissional de TI do futuro. E agora, no segundo semestre, a gente tá trazendo então o One AI for Business. As inscrições estão abertas para quem quer ser esses solucionadores e tradutores e trazer ali, navegar nesse mundo dos negócios com a inteligência artificial. Aí no ano que vem a gente vai fazer também duas turmas igualzinho.
No começo do ano a gente começa com o One AI for Tech para o profissional de tecnologia do futuro, e no segundo semestre o One AI for Business, pensado aí então para quem é para ir para essas carreiras de negócios.
E eu já tô inscrito já, tá? Você vai gostar, você vai gostar, com certeza. O link tá na descrição.
Sempre falam, Wesley, fala assim, nossa, às vezes a gente fala, poxa, é mais um curso gratuito e tal. E quando vê a carga horária, vê a profundidade dos conteúdos, e assim, a gente usa uma metodologia do nosso parceiro Alura, né? Então já viu, é um negócio que a gente fala, é aprender na prática, não é qualquer coisa não.
Exatamente. Mas eu acho que hoje a saída inicial é essa, é a parte prática, porque eu mesmo tô em alguns cursos de IA, eu tô Como eu faço muita coisa, então começa a perceber que você é limitado em coisas, né, que você tem que conseguir abraçar. E eu comecei a perceber que eu uso muito mal o Axios. Então eu tenho que aprender, né, como usar cada uma dentro daquilo. Recentemente eu, pelo cloud, eu criei uma automação para tipo cortar o transformar os vídeos grandes em corte, sabe, para parar de pagar ferramenta paga por isso e cara por isso.
E aí eu comecei a falar, sério, eu tenho que investir nisso aqui mesmo, viu, porque eu tô gastando dinheiro que eu não precisava em algo que a própria IA me ajuda a fazer. E a gente vai vendo muitas, muitas pessoas que às vezes ensinam um pouquinho, e aí você sai ali, mas na hora que vem a vida real e vem as outras diferentes IAs, você não sabe nem o que que você faz com esse restante de coisa, sabe? Então a carga horária, eu acho que eu fico falando muito nisso por isso, porque eu acho que é um bom indicador de que o curso ele é bom, sabe?
E tem muito a oferecer. O programa também ele evoluiu aí para focar, né, na alfabetização avançada em IA. Que que essa mudança de foco ela é tão importante tanto para quem quer se desenvolver, quanto para quem trabalha com marketing, RH ou finanças?
É, eu acho que é porque a inteligência artificial deixou de ser um tema restrito a especialistas, né, ou a pesquisadores, ou pessoas que trabalham exclusivamente com programação. Hoje aí ela tá mudando a forma como as empresas atendem os seus clientes, como ela analisa dados, como desenvolve produtos ou organizam processos, criam conteúdos, enfim, identificam riscos aí, né, ou até mesmo na tomada de decisão. Então, independentemente da área, as pessoas elas precisam entender como usar essa tecnologia de maneira produtiva, crítica e também responsável, vamos dizer assim, né.
Então, quando a gente fala em alfabetização avançada em inteligência artificial, a gente não tá falando apenas de saber escrever um prompt, Essa é uma parte pequena da conversa. A gente tá falando de entender como a IA pode ser aplicada a problemas reais. Então, de saber reconhecer os seus limites, de conseguir avaliar se uma resposta faz sentido, de proteger os dados, de identificar vieses, que isso é algo que ainda a nossa inteligência artificial peca bastante, de fazer perguntas melhores também, de usar essa tecnologia sem abrir mão do pensamento crítico.
Então, você mesmo trouxe, Poxa, mas eu tô usando, né, as IAs errado. Então a gente vai entendendo isso. Então para quem quer atuar como desenvolvedor, isso significa ir além de usar uma ferramenta pronta, é entender como que você constrói soluções, como você conecta dados, automações, APIs, agentes de IA, recursos de cloud e aplicações que vão realmente gerar valor. Agora, já para quem atua em marketing, RH, finanças, operações ou qualquer outra área de negócio, Significa não ficar como um usuário passivo da tecnologia, né?
Então é conseguir olhar para a própria rotina e perguntar: onde existe uma tarefa repetitiva aqui? Onde eu tenho uma oportunidade de melhorar uma decisão? Que processo aqui é lento, por exemplo, né? Ou como que eu posso usar IA sem colocar dados sensíveis em risco, né? Como que eu mantenho o meu olhar humano e crítico nesse processo? Então Eu acredito muito que o futuro do trabalho não vai ser dividido entre pessoas de tecnologia e pessoas de negócio.
O mercado, ele vai precisar cada vez mais de profissionais que façam essa ponte entre esses dois mundos. E aí que entra esse conceito que eu te falei, né, do que eu tô chamando do perfil do AI Translator, né, o tradutor da IA, que é aquela pessoa capaz de traduzir o potencial da inteligência artificial para uma necessidade real de negócio para um problema de cliente, para um processo interno, para uma oportunidade de inovação.
E essa pessoa não precisa necessariamente ser desenvolvedora, ela precisa ser, eu falo que precisa ser relevante para um problema de cliente, né? Você precisa ser curioso ali, você precisa ser responsável e capaz de conectar a tecnologia com impacto. Então você precisa ser relevante.
Boa, perfeito, perfeito. Falando sobre Pensamento Crítico tem um episódio que a gente inclusive falou sobre isso, e a gente também apontou sobre como que a IA tá nesse, nesse membro, né? Porque embora eu também tenha usado IA de forma errada e equivocada por muito tempo, e tô tentando aprender agora, tem muitas pessoas que usam ainda pior, e parece que elas começam a usar a IA como muleta, né? Eu tô falando mais de uso pessoal, né, e não do lado profissional.
Então quem tiver interesse depois de assistir esse episódio, eu vou deixar aqui na descrição também, quando terminar esse episódio aqui, se já não tiver. E quem tiver gostando aí, deixa seu like. E se você tiver alguma pergunta, pode escrever que eu vou ler aqui durante a conversa, tá? Vamos falar agora sobre o programa One na prática. Bom, então a gente já falou, o curso tem 23 semanas, é 100% gratuito e online. E aí, como é que funciona essa jornada?
Ela começa com uma imersão de uma semana. O que mais que a gente pode esperar disso?
Bom, exatamente. O One, ele é uma jornada de formação online gratuita e com certificação que pode chegar a 23 semanas. Então ela começa com uma semana de imersão, que é muito importante porque ajuda a pessoa a entrar no programa entendendo a proposta, conhecendo a comunidade, né, porque nós somos uma grande comunidade, fala uma grande família ali no fim do dia, e principalmente organizando a própria rotina de aprendizagem. Então muitas pessoas que participam do estudam enquanto trabalham, procuram emprego, cuidam da família ou conciliam outras responsabilidades.
Então a primeira etapa também é um convite para que essa pessoa compreenda que aprender online exige autonomia, disciplina e principalmente constância, né, mas que ela não vai percorrer essa jornada sozinha. Depois da imersão de 5 dias, o participante ele segue para uma das trilhas de aprendizagem. Ao longo da jornada, ele tem acesso a conteúdos estruturados, desafios e atividades práticas, e temas também que estão muito conectados às transformações do mercado.
Então, o objetivo não é que a pessoa simplesmente assista a aula e acumule um certificado. A gente quer que ela desenvolva conhecimento, confiança e evidências do que aprendeu. Porque quando uma pessoa, ela vai participar de uma entrevista, de um processo seletivo, de uma conversa de networking, que seja, né, essa pessoa precisa conseguir falar sobre a sua jornada, o que que ela estudou, que desafio ela resolveu, que projeto ela construiu, o que que ela testou, onde que ela teve dificuldade, como que ela evoluiu.
Então, além da formação, existe também um olhar importante para empregabilidade, e é onde a gente trabalha temas ligados a posicionamento profissional, perfil, portfólio, comunidade, conexão com as empresas parceiras. Então é uma jornada que une aprendizado técnico competências humanas, aplicação prática e a preparação para os próximos passos profissionais. Basicamente essa é a jornada, Wesley.
Perfeito, perfeito. O programa ainda tem, você tinha comentado um pouquinho antes, né, sobre as duas trilhas que ele trabalha, que é AI for Tech e aí AI for Business. Esse que as pessoas vão fazer é o AI for Business, né? E aí, como é que o nosso espectador ele pode decidir qual que é o para ele, o que que ele aprende cada uma, enfim.
Eu acho que a escolha, para você escolher assim qual programa você vai participar, né, se é o do começo do ano ou se é agora nessa fase do business, começa com uma pergunta bastante simples: que tipo de problema eu me imagino trabalhando? Acho que começa por aí. Então a trilha do ano AI for Tech, que é as trilhas que a gente abre sempre no começo do ano, é para quem quer se aproximar mais da construção de soluções tecnológicas.
Então ela é indicada para quem tem interesse em desenvolvimento, lógica de programação, inteligência artificial aplicada, toda a parte de automação, cloud, né, que é o serviço em nuvem, e entender como as tecnologias se conectam para resolver problemas. Então nessa trilha do One AI for Tech, os participantes têm uma jornada que passa por fundamentos de lógica de programação, inteligência artificial, tem a parte de agentes de IA, automação com N8N, que você tá aprendendo agora, Wesley, parte de RAG, OCI, que é a nuvem da Oracle, Oracle Cloud Infrastructure.
Então é uma formação para as pessoas que querem desenvolver uma base técnica e começar a enxergar como podem criar soluções. E não é apenas para quem já se vê como desenvolvedor, ela pode ser muito interessante para quem tá começando do zero para quem tá em transição de carreira ou para quem já tem, alguém que já tem algumas familiaridades assim com tecnologia e que quer se atualizar em inteligência artificial. Então essa, esse aqui é a minha dica para o One AI for Tech, para quem quer conhecer mais.
Já a trilha do One AI for Business, ela é voltada para quem quer entender como a inteligência artificial pode transformar áreas de negócio. Então ela conversa interessa muito com pessoas de marketing, RH, finanças, operações, vendas, que mais, atendimento e administração, e com os profissionais que querem atuar em transformação digital, basicamente. Então nessa trilha o foco é desenvolver uma visão aplicada da IA, como ela pode apoiar decisões, melhorar processos, criar eficiência e gerar valor dentro das organizações.
E existe um momento da formação que a gente tem a conexão com ecossistema Oracle, então incluindo temas relacionados a— aí são as nossas soluções, né, ERP, CX, HCM, que é a parte de recursos humanos, e as nossas certificações funcionais. Mas eu gosto de deixar uma coisa muito clara, Wesley, que não existe uma trilha mais importante do que a outra. Tá? Escolher One AI for Business não significa você tá distante da tecnologia, significa você entender a tecnologia como uma ferramenta para resolver problemas.
Se você escolher One AI for Tech, não significa você trabalhar isoladamente com código. Os melhores profissionais técnicos também precisam entender pessoas, precisa entender negócios, né, comunicação e impacto. Então a escolha ideal não é aquela que conversa com o seu momento atual e com a direção que você deseja dar para sua carreira.
Perfeito, perfeito. Bom, a gente já falou aqui da questão da quantidade de horas, né, que são 23 semanas ali, e eu também falei sobre os seus concorrentes. O que que você acha que diferencia o One dos concorrentes aí que estão também falando sobre curso gratuito de IA, enfim?
Olha, Wesley, quando a gente fala de inovação social, o programa, né, ele tem esse objetivo social de aproximar as pessoas da tecnologia. E quanto mais gente fazendo, melhor. Então a gente, tô vendo aí várias empresas, inclusive nossos concorrentes de negócio, mas aqui eu falo na inovação social, a gente não tem concorrente. Quanto mais gente fazendo, melhor. Mas eu acho que as pessoas, elas até, eu comentei, né, tem medo quando você vê um curso gratuito ser raso e tal.
Você vê aí muitas pessoas falando, ah, me inscrevi num curso que vai formar 1 milhão de pessoas em tecnologia até não sei quando e tal. Mas quando você vê um curso de 12 horas, 8 horas, 20 horas, o programa Não, o programa One tem mais de quase 300 horas de conteúdo. Então acho que essa é uma preocupação legítima, né? Eu diria que mais que o grande diferencial do One, ele não tá apenas no fato dele ser gratuito, mas tá no desenho completo da jornada.
Então o primeiro diferencial é ter uma trilha estruturada. A pessoa ela não precisa ficar perdida tentando decidir sozinha o que que ela vai estudar, vendo centenas de vídeos sem saber o que realmente é prioritário. Então ela encontra uma jornada organizada com uma sequência de conteúdos e desafios que ajudam a construir conhecimentos de forma progressiva. Segundo diferencial, eu falo que é a conexão com as habilidades que o mercado valoriza hoje.
Nós não falamos somente de ferramentas, tá? Falamos de resolução de problema, pensamento crítico, ética no uso da IA, autonomia, colaboração, comunicação e a capacidade de você aprender aí de forma contínua. O terceiro diferencial é a conexão com o ecossistema da Oracle. Então isso aproxima os participantes de tecnologias relevantes, de conteúdos, certificações, comunidades, desafios, experiências que ajudam aí a entender como esse aprendizado se conecta ao mundo profissional.
E eu falo que outro ponto muito forte, que é uma vertente que eu lidero aqui na Oracle, que é a comunidade. Quando alguém tá tentando entrar em tecnologia, muitas vezes você se sente sozinho. Não sei se você teve essa percepção, Wesley, quando você começou, né? Ou você ficou inseguro, você sentiu deslocado. Então a gente poder encontrar outras pessoas aprendendo, tirando dúvidas, compartilhando desafios e comemorando as suas conquistas transforma completamente essa experiência.
E existe o olhar que eu já tinha comentado aqui sobre empregabilidade, né? A gente não quer que a pessoa conclua um curso e fique se perguntando: e agora, para onde eu vou? O que que eu faço, né? Por isso que o programa ele trabalha então elementos como perfil profissional, portfólio, a preparação para esses processos seletivos, tem conexão com os parceiros e participação em uma comunidade que continua viva depois da formação.
E a gente tem um hackathon, né, o maior hackathon da América Latina. Você imagina aí mais de 100 grupos conectados, português, espanhol, fazendo aí desafios e soluções reais do mercado, desafios reais, né? Então tem esse tema e tem o tema da certificação, que também é importante, mas para nós ela é um marco dentro de uma jornada maior, que é o que realmente a gente quer, é ajudar a pessoa a sair mais preparada, mais confiante, mais capaz de transformar conhecimento em oportunidade.
Então eu acho que esses são os mecanismos que se destacam aqui no programa. E esse senso de comunidade, pertencimento, a gente tem alunos desde a geração zero, para você ter noção, desde o piloto quando a gente fez no Brasil em 2019, conectados com a gente, né? Então uma comunidade muito ativa. Então eu acho que esses são os nossos diferenciais que fazem com que o programa esteja vivo até hoje, né? Muito difícil manter aí programas aí por muito tempo.
Exatamente, perfeito, perfeito. Bom, a gente tem aqui pessoas que nos assistem, né, de diferentes níveis de idade. Então a pessoa que tá querendo entender o mercado e é jovem, 18 anos, querendo procurar o primeiro emprego. Também tem a pessoa na transição de carreira, né, mais de 30, e profissional ali que teme ficar obsoleto. Como que você acha que o ano ele vai ali atender a diferentes tipos de perfis?
Ah, Wesley, eu acho que esse é um dos pontos mais bonitos do programa. Porque não existe um perfil único de aluno, né? Existem pessoas com histórias muito diferentes, com níveis distintos de experiência e com objetivos diversos, mas todas compartilham algo que é: elas querem se preparar melhor para o mundo do trabalho que tá mudando muito rápido. Então, para um jovem que tá buscando a primeira oportunidade, O 1, ele pode ser uma porta de entrada estruturada, que ele ajuda a criar uma base de conhecimento, entender melhor as possibilidades de carreira e construir evidências do que foi aprendido.
Então, em uma vaga inicial, as empresas não esperam que a pessoa saiba tudo, obviamente, né? Apesar de eu achar ainda que tem muita espera em um perfil aí para um astronauta, basicamente. Mas elas valorizam alguém que demonstra curiosidade, consistência, vontade de aprender, capacidade de comunicação e algum repertório prático, né? Para quem tá fazendo uma transição de carreira aos 30, 40, 50, 60 anos, o programa também pode ser muito transformador, que essa pessoa ela não tá começando do zero, ela já traz uma bagagem importante, né, experiência com clientes, com processos, com metas, com pessoas, com projetos, com liderança ou operação.
Então o desafio é conectar essa experiência com novas competências. Um profissional de RH, por exemplo, que aprende a aplicar a pessoas, uma pessoa de finanças que aprende sobre automação e análise, alguém de atendimento que entende tecnologia e experiência do cliente. Todos esses perfis podem gerar muito valor. E para quem já tá em tecnologia e teme ficar obsoleto, né, ficar para trás, o One ele reforça uma ideia fundamental, que hoje mais do que dominar uma única ferramenta, a gente precisa desenvolver a capacidade de aprender, desaprender e reaprender, né?
Então a tecnologia muda, as ferramentas mudam o tempo todo, mas a curiosidade, adaptabilidade, o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas continuam sendo competências muito valiosas para o mercado. Então ele atende pessoas em momentos diferentes, mas com esse mesmo objetivo, né? Tornar-se mais preparado de novo, mais relevante e mais conectado às oportunidades que estão surgindo.
Perfeito. Bom, tem também a questão, né, que eu tinha mencionado lá atrás sobre a conexão com a empresa, né, que o programa oferece. E tem também a comunidade Alumni One. É assim que pronuncia?
Falei errado?
Alumni, alunos do programa. Como é que funciona essa ponte aí? Entre aluno que termina o curso e o mercado de trabalho.
Legal! Essa ponte, ela é fundamental porque a gente sabe que concluir uma formação não significa automaticamente você conseguir uma oportunidade de emprego. Empregabilidade, ela é uma construção. Então ela envolve conhecimento, prática, visibilidade, rede de contatos, capacidade de você comunicar o que você sabe e o acesso essas oportunidades em si. Então, durante e depois da jornada, os participantes, eles podem ter contato com iniciativas que os ajudam nessa preparação, seja com desenvolvimento de perfil profissional, orientação sobre posicionamento, desafios, eventos, os próprios hackathons, né, que eu comentei, conexão com os parceiros e as oportunidades de interação com as empresas do ecossistema.
Então o Alumni One é essa comunidade, né, formada por pessoas que já passaram pelo programa. A gente tem gente desde o piloto do programa em 2019 até as pessoas recém-formadas. E ela é muito mais do que uma comunidade de ex-alunos, ela é uma rede de apoio e de troca. Então é onde as pessoas compartilham vagas, experiências de entrevista, dicas de certificações, O pessoal faz até aulas de inglês ali juntos entre eles, assim, as pessoas que sabem mais.
Então criam os grupos, as mini comunidades, compartilham projetos, eventos, aprendizados e as conquistas. Então é onde alguém que tá começando pode enxergar referências reais de pessoas que viveram uma trajetória parecida ali com ela, né? E isso é especialmente importante porque muita gente entre em tecnologia sem ter uma rede profissional consolidada, né? E rede não é apenas você conhecer alguém para pedir uma indicação. Rede é você ter com quem aprender, você receber feedback, você encontrar inspiração, né?
E descobrir essas possibilidades. E eu sempre faço questão de colocar, Wesley, de colocar isso de uma maneira responsável, né? O One, ele não promete emprego. Longe, longe disso. Assim, queria muito poder ter uma vaga por cabeça ali, né? Mas a contratação, ela é uma decisão de cada empresa e depende de muitos fatores. Mas o que a gente faz é preparar, conectar e ampliar a visibilidade dos participantes. Então a gente quer que eles estejam mais prontos para reconhecer oportunidades, para eles poderem participar de processos seletivos e mostrar o valor que eles mesmos podem gerar.
Perfeito. Eu acho que a possibilidade de ter oportunidade de ter divulgação, né, do aluno ali que tem interesse já, que tá demonstrando interesse em aprender, para fazer essa ponte, acho que isso por si só já é um grande, uma grande ajuda. Porque é como eu falei, eu acho que a gente tá no momento de muita demanda de coisas para aprender, e eu acho que hoje, pela minha percepção limitada, do LinkedIn, eu acho que muitas pessoas estudam bastante, não presta atenção na forma de se divulgar corretamente.
Então, por exemplo, a pessoa fez um curso e não, principalmente no local, né, com renome, e não faz ali um post estratégico no LinkedIn para demonstrar para o mercado que tá investindo em conhecimento, não atualiza o LinkedIn também. Além disso, tem outras formas também de você demonstrar que você sabe fazer aquilo. Então eu vou pedir licença aqui agora para fazer aqui um merchan, porque tem aqui no meu site wesleyrodrigo.com.br a oportunidade de você aprender aí a fazer o uso estratégico do seu canal no YouTube, caso você não tenha, ou caso você tenha também, é para você inclusive demonstrar o que você sabe.
Então se você for aprender aí de forma profissional aí os treinamentos, o aprendizado, né, que vai ter no Work on One, você pode pegar esse aprendizado e criar um projeto aí totalmente original e transferir aí no seu canal no YouTube, né. Você pode, por exemplo, demonstrar ali uma rotina de como que você, com o conhecimento que você teve ali, criou aquilo. E isso com certeza vai ser um diferencial ali para chamar atenção para aquilo que você não só aprendeu, mas como que você soube aplicar tudo isso, e também sobre como que você se porta diante da câmera.
Então, se você quer aprender a fazer tudo isso, wesleyrodrigo.com.br/cursos. Tem um curso lá, YouTube Marketing, um guia estratégico para você aprender como usar o YouTube a seu favor, tá? Voltando aqui, eu não podia deixar essa oportunidade passar porque casava muito com o que eu tava falando. Tem também aí requisitos, né, para participar desse treinamento. Quais são esses requisitos para participar do Hora é Rouano?
O programa, ele é direcionado para pessoas que não teve oportunidades de acesso à educação de qualidade, pessoas que querem construir uma carreira de futuro. Precisa ter a partir de 18 anos de idade e ter um computador e a internet durante o curso, então ter acesso a um computador e internet e ter vontade de aprender. Eu falo, o nosso slogan é: tem vontade de aprender e pressa para trabalhar, né? Então o que que a gente recomenda?
Ter pelo menos disponibilidade para você estudar aí mais ou menos umas 4 horinhas por dia, né? Falar, Amanda, muito tempo. Eu falo, eu tenho que encarar o programa como se fosse um semestre de faculdade, porque o programa ele foi desenhado justamente para ampliar o acesso. Então a pessoa ela não precisa chegar sabendo tudo, o que ela precisa é ter vontade de aprender, essa disponibilidade, comprometimento com a jornada, acesso à internet, disposição para manter essa rotina de estudos, né?
Então a gente oferece uma oportunidade muito relevante, mas ela exige presença, existe participação, né? A pessoa precisa se comprometer com as atividades, com os desafios e com a própria evolução. Mas ele é um programa muito autodidata, né? Eu falo, então você vai receber ali a sua agenda, você vai saber as datas que precisa entregar as coisas. Se você vai estudar de madrugada, se você vai estudar de manhã, se você vai passar o final de semana se dedicando, cada pessoa vai fazer a sua jornada no programa, né?
Então eu convido até quem tá aí assistindo a acessar o— você vai deixar o link na descrição, né? Já tá, já tá, já tá bacana. Então conferir todos os critérios no nosso site, né? Tá com bastante atenção para vocês se inscrever dentro do prazo. Muitas vezes a principal barreira é a própria pessoa se excluir mesmo antes mesmo de tentar. Então a minha mensagem é: não se elimine antes de entender se essa oportunidade é para você.
Exato, exato. E com certeza é, porque é como eu falei, Tem muitos elementos que demonstram que não vai ser uma coisa qualquer, uma coisa bem pensada e planejada justamente para ajudar as pessoas a permanecerem no mercado de forma mais profissional. E eu acho que também é importante a gente se lembrar de que nós estamos aqui antes da IA. Então, embora a gente esteja nesse boom, né, de a IA vai pegar meu lugar e não vai pegar, dependendo pode pegar, Mas eu acho que é importante a gente exercer a nossa, justamente o nosso desafio de aprendizado e de se colocar, né, para novas jornadas, porque é assim que a gente consegue se destacar e se abrir para novas oportunidades.
Porque sempre tem oportunidade, mas para que você consiga ter acesso a oportunidades, você precisa se movimentar, né, você precisa se colocar em determinados locais e as oportunidades vão aparecer. Eu tenho aqui algumas perguntinhas rápidas para a gente poder fazer. E aí eu quero começar com um mito, né, sobre— eu quero na verdade perguntar se você tem algum mito que você pode destruir hoje sobre aprender tecnologia.
Olha, um mito, eu acho que as pessoas pensam que para você trabalhar com tecnologia você precisa nascer gênio. Né, amar matemática desde criança ou saber tudo antes de começar. Então não, gente, tecnologia se aprende com curiosidade, com prática, muita prática e muita consistência. E ela precisa de pessoas diferentes, com repertórios diferentes e pessoas capazes de olhar para problemas reais de formas diferentes. Então mito nascer gênio, amar matemática e saber tudo antes de começar.
Perfeito. Para reforçar o que você disse, eu acho que é importante também entender como que você aprende, que cada um tem uma forma diferente de aprender. E eu acho que quanto mais você tiver essa informação para consigo, melhor você consegue começar a procurar pessoas que justamente ensinam a forma que você consegue aprender. E aí você consegue ter um desempenho melhor. Outra pergunta: Uma habilidade além de técnica que os alunos do One desenvolvem e que os destaca na entrevista?
É capacidade de aprender e de comunicar o próprio raciocínio, né? Não é só você dizer eu sei usar uma ferramenta, é você conseguir explicar qual problema você identificou, como que você pensou naquela solução, o que que você testou, o que que você aprendeu. Onde que você errou, como que você colaboraria com uma equipe. Então essa clareza somada a uma postura genuína de aprendizado é algo que destaca muito uma pessoa em uma entrevista. E é isso que a gente tenta trazer aqui no programa.
Isso é importante inclusive porque demonstra justamente que a IA não vai pegar o lugar da pessoa, porque aí ela meio que responde o que é pedido, né? Então se a pessoa consegue formular, se ela consegue entender o problema E mesmo que ela não saiba resolver, mas se ela consegue passar isso para IA, a chance dela ter resultado é maior. Então é um bom ponto. Bom, onde as pessoas podem se inscrever e até quando as inscrições estão abertas?
A primeira eu respondo, que já o link já tá na descrição, né, que é o link para pessoa acessar o Oracle One. E aí a questão das inscrições estarem abertas até quando?
Vamos lá, elas, as inscrições estão abertas até o dia 21 de setembro, né? Então Minha recomendação é não deixar para o último dia, entrar no link, ler os critérios, escolher a trilha que faz sentido para você e fazer a sua inscrição.
Perfeito, perfeito. Bom, e aí é isso. Eu queria aqui agradecer a Amanda, foi um bate-papo interessantíssimo, né? Eu já esperava que fosse uma conversa interessante sobre um projeto de uma empresa que eu também já admiro bastante, já acompanho, né? Para quem não sabe, eu sou velho, apesar que eu tenho essa cara aqui de adolescente, mas eu sou velho de idade e eu sou da época. Obrigado. Eu já tô na parte de infra muitos anos e a Oracle, ela tem, né, como eu falei, um rastreio, né, de excelência aí no mercado.
Então tenho certeza que você que vai se inscrever nesse projeto BYD. Inclusive peço que vocês escrevam aqui as suas impressões sobre o treinamento, né, encorajando inclusive pessoas que talvez possam ficar com receio, né, de, ah, será que eu tô velho, será que não? Porque nós infelizmente somos nossos maiores inimigos, né. Então se você puder escrever sua experiência aqui quando você começar a fazer, quando você estiver fazendo e quando você finalizar, tenho certeza que essa sua experiência vai encorajar mais mais pessoas a investir em educação.
E educação é, em tese, o que nos ajuda, né, a nos tornarmos melhor e a tornarmos também o nosso convívio melhor. Queria agradecer aqui a Amanda pela participação, também a equipe da— só esperar o carro passar aqui. Passou muito carro velho aqui, tá, Amanda? Então passa um barulho horroroso aqui, mas já passou. Queria te agradecer, também queria agradecer a equipe da Pine, né, que me ajudou nesse processo aí de trazer uma pessoa com seu gabarito aqui para esse humilde canal.
E quem tiver interessado em se inscrever, fique à vontade, também deixar o like, também deixar mensagem. E Amanda, considerações finais aí? Muito obrigado pela participação, tá?
Ah, Wesley, eu quero agradecer muito o convite e a oportunidade de conversar com você e com uma audiência tão conectada com carreira, com tecnologia e futuro do trabalho.
Obrigado.
Eu quero deixar uma mensagem final aqui para quem tá assistindo e talvez esteja pensando: isso parece interessante, mas eu não sei se eu sou capaz. Como você disse, a gente mesmo às vezes é o nosso pior inimigo, né? Mas assim, você não precisa ter a sua carreira toda resolvida hoje, você não precisa saber exatamente qual será seu cargo daqui a 5 anos, mas você pode se permitir dar o próximo passo. Então, a inteligência artificial, a gente falou bastante aqui hoje, tá transformando o mercado.
Isso pode gerar insegurança, mas ela também tá criando novas possibilidades para pessoas que antes se sentiam distantes da tecnologia, né? Então, o que vai fazer diferença não é tentar competir com uma máquina em velocidade, é você desenvolver aquilo que nos torna profissionais completos. Gente, falamos muito aqui curiosidade, pensamento crítico, ética, criatividade, colaboração e capacidade de você resolver problemas reais. Então a gente falou aqui do programa One, que é um convite para você começar ou continuar essa jornada.
É uma formação gratuita online com comunidade, com certificação e uma visão muito concreta de empregabilidade. Então se você tá aí, sente que tá na hora de investir em você e abrir novas possibilidades profissionais, só fazer sua inscrição. Talvez essa seja uma virada importante aí na sua trajetória. Esse é o meu recado aí para nossa audiência.
É uma filósofa. Bom, então o link vai estar na descrição para quem tiver interesse, tá? E também para você que ficou aqui até o final, eu tinha mencionado lá atrás sobre LinkedIn. Eu vou deixar também na descrição aqui um episódio que eu fiz com uma especialista em LinkedIn falando principalmente sobre como que você usa o LinkedIn, apesar das IAs, dos profissionais que contratam, né, para você não ter o seu perfil ignorado, tá.
Então o episódio tá muito bom, ela inclusive mostra ali na tela como que você ajusta seu LinkedIn ali, vale muito a pena assistir, tá. Amanda, muito obrigado de novo então pela sua participação, a gente se vê aí no próximo episódio, assim espero. Grande abraço, excelente noite, bom descanso e valeu!
Oracle
Oracle Next Education (ONE)