Como Criar Jogos Sem Saber Programar (Mesmo com um PC Fraco) - (Tiago Bezerra)
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Quer entrar no mundo de desenvolvimento de jogos, mas acha que precisa dominar linhas complexas de código ou ter um computador de última geração?
No dia 20 de Agosto, receberemos o professor Tiago Bezerra para desmistificar a criação de games.
Bate-papo imperdível para quem quer transformar uma ideia em jogo usando ferramentas acessíveis como o Construct 3, entendendo se dá para faturar com isso e como dar os primeiros passos na carreira!
O que você vai descobrir neste episódio:
✅ O que é o Construct 3 e como ele funciona na prática.
✅ Requisitos de hardware: Descubra se é preciso uma máquina parruda ou se roda em computadores mais simples.
✅ Construct 3 vs. Unity vs. Unreal: Qual é a melhor porta de entrada para iniciantes?
✅ Mercado de trabalho: É possível ganhar dinheiro desenvolvendo com essa ferramenta?
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#CarreiraTech #DesenvolvimentoDeJogos #Construct3 #IndieDev #Programação #Tecnologia #Carreira
- O primeiro contato de Tiago Bezerra com o Construct e sua aplicaçãoConstruct 2·desenvolvimento de jogos 2D·programação visual
- A experiência de Tiago Bezerra na criação de jogos com o Construct 3Aedes Destroyer·Bernardo e o Reino do Gelo e do Fogo·jogos plataforma·Bernardo
- O funcionamento do Construct 3 e suas vantagens para iniciantesgame engine·desenvolvimento web·HTML5·JavaScript·requisitos de hardware
- A trajetória profissional de Tiago Bezerra na área de TI e educaçãodesenvolvimento web·Senac·educação tecnológica
- Limitações e oportunidades do Construct 3 no mercado de trabalhoferramentas no-code·monetização de jogos·jogos educacionais·portfólio·Duck Souls·Steam·itch.io
- O futuro do Construct 3 e o desafio de explorar recursos 3Datualizações·recursos 3D·treinamento
Sejam muito bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio aqui do nosso Carreira Tech. Hoje eu recebo aqui uma pessoa que eu tive o privilégio de conhecer, de trocar uma ideia, de me considerar amigo, né? E a gente tá fazendo aqui esse episódio primeiro para ajudar as pessoas que querem entender que há a possibilidade de desenvolver jogos sem saber programar, principalmente no momento de hoje que a gente tá, né, com as IAs em alta, algumas falácias aí de alguns gurus da internet de que você vai fazer tudo com IA, enfim.
Mas a ideia é a gente poder falar um pouquinho sobre a facilidade de você criar jogos sem programar e jogos bem feitos, tá. Então, para isso aqui eu recebo o nosso convidado, que é docente no Senac Penha e professor em diversos treinamentos, incluindo aí treinamento na Academia de Forense Digital, né, no FD+, que é uma assinatura para quem não conhece. Tem diversos treinamentos, inclusive eu também sou professor lá. Esse professor aqui, ele tem diversos treinamentos também, e treinamentos de excelência, tá?
Eu cheguei a editar alguns dos treinamentos e eu inclusive anotei algumas dicas porque para mim foram muito úteis. No vídeo de hoje então a gente vai ver aqui aqui o que é o Construct 3, se dá para ganhar dinheiro com jogos criados no Construct, qual ferramenta que você pode começar, né, entre Construct 3, Unity ou Unreal. E receba com uma salva de likes então, Thiago Bezerra. Thiago, seja muito bem-vindo aí ao Carreira Tech. Fico muito feliz aqui de finalmente a gente tá aqui para bater esse papo, né.
E cara, se eu tiver faltado com alguma informação, pode ficar à vontade aí para poder falar sobre Legal, Wesley.
Boa noite aí para todos, né, para todas. Obrigado pelo convite. A gente tem que conversar, esse bate-papo já faz um tempo, né, faz alguns meses. Sempre surge alguma coisa aí, não dá certo. Aí finalmente hoje deu certo, né?
É, finalmente. Bom, conte um pouquinho sobre— oi, como é que é?
É um grande prazer estar aqui contigo.
Obrigado. É porque deu uma falhadinha aqui. É tudo meu, pô. Ó, fala um pouquinho sobre a sua trajetória profissional, sua formação, e de onde que veio esse interesse, né, de usar o Construct 3. Por que que você usou essa ferramenta em específico?
Legal, bacana. Então, é bom, eu trabalho com TI, né, na área de TI, já faz uns 25 anos mais ou menos, né, sem querer entregar minha idade, tá. Trabalhei como desenvolvedor web, né, numa época, numa época que era uma galera era conhecida como web designer ou webmaster, né. E aí depois, com o passar do tempo, vieram os novos termos, né, como desenvolvedor front-end, desenvolvedor back-end, né, até chegar o full stack, né, hoje em dia muito falado.
Então trabalhei como freelancer, né, nesse período com desenvolvimento web. E por volta de 2009, 2008, que eu comecei a entrar na área de educação. Entrei no Senac em 2010 e aí adorei, né, de paixão. Descobri o que eu gosto de fazer na minha vida, né, que é ensinar e ajudar as pessoas a entrar na área de tecnologia, principalmente aquela galera que tem um pouquinho mais de dificuldade, porque é uma área difícil mesmo, uma área que especialmente em relação à programação tem grandes barreiras, né?
E como eu sempre fui uma pessoa que, como aluno, também tive muita dificuldade de aprendizado, ainda tenho ainda hoje em dia, né? Eu tento ensinar para as pessoas como eu gostaria que me fosse ensinado, né? De uma maneira que é fácil de compreender, né? Uso muitas analogias, né? Quem teve aula comigo sabe bem disso. Às vezes faço umas analogias malucas para ver se ajuda a cair a ficha, né? A fazer sentido. E tem sido o meu principal desafio nesses últimos anos, né, especialmente no Senac.
Fiz 16 anos recentemente e nos últimos 3, 4 anos trabalhando também com a produção de conteúdo para AFD, para o meu canal no YouTube, né, alguns cursos que eu tenho gravado. Então tô na área de educação tecnológica nesses últimos tempos, né. Em relação ao Construct, eu tive o primeiro contato com ele, acho que por volta de 2013, 2014, então faz um tempinho já. Eu lembro, mas eu lembro com muita clareza que foi num treinamento que eu participei como aluno, né, com outros colegas do Senac.
E um dos colegas, que era o Francisco, um docente do Senac, ele apresentou para gente um trabalho de pós-graduação que ele fez, né. E esse trabalho ele utilizou o Construct para criar um jogo 2D, jogo estilo plataforma, com uma temática relacionada à banda Beatles, né, que ele curtia para caramba na época. Imagino que ainda goste, né. E me chamou muita atenção porque o trabalho, o jogo em si era incrível visualmente, funcionava muito bem, um jogo de navegador, né, rodando na web, né.
E eu perguntei para ele porque até então o meu conhecimento que eu tinha em relação ao desenvolvimento de jogos era baseado em ferramentas populares como a Unity, né, E que mesmo não tendo tanto contato com elas, eu sabia naquela época que era complicado, né? Dependia de programação pesada, né? Entendimento de linguagens. As próprias ferramentas são pesadas, né, comparadas com Construct. E para mim era completamente inimaginável fazer um jogo com aquela qualidade rapidamente, né?
E ele demonstrou para gente, falou: não, Thiago, eu fiz usando Construct, essa ferramenta aqui. Eu não manjo tanto de programação e consegui desenvolver um trabalho para minha pós-graduação, foi muito bem avaliado e funcionou muito bem mesmo. Era um protótipo, era um jogo mesmo, né? E aí me chamou atenção, né, de tentar entender essa ferramenta e talvez trazê-la para minha atuação também no SENAC da Unidade Penha, né? E foi aí que eu curti muito o programa, né?
Desde então tenho utilizado ele, né? Não muita frequência, né, porque muitas vezes eu acabo entrando em outras aulas, outros cursos que não utilizam a ferramenta, né. Mas quando é possível, adoro dar aula de Construct, que é uma ferramenta muito bacana, até mesmo para ensino de programação também. Legal, uma exigência assim de conhecimento de sintaxe, precisa de lógica, isso ajuda bastante. Mas a sintaxe de uma linguagem de programação, que muitas vezes é uma enorme barreira para as pessoas que estão entrando nesse mundo, o Construct não tem, né?
Interessante. Como é que foi o seu processo de aprendizado e qual foi a sua maior dificuldade?
Legal. Naquela época a gente não tinha hoje como tem as IAs, né, como auxílio de pesquisa, né, de orientação, uma orientação de certa maneira, né, uma busca mais aprimorada que a gente tem hoje com as IAs. Naquela época não tinha, né, tô falando de 10 anos, 12 anos mais ou menos, né. Então a pesquisa pelo conteúdo que eu precisava para compreender o Construct começou primeiro com a documentação mesmo, né. Eu entrei no site da plataforma, né, que é o site da sebrae.com, né, que é a empresa mantenedora do Construct.
Inclusive naquela época já era muito bom, tinha um fórum bem ativo, tinha vários tutoriais, né. Eu Sou uma pessoa que para aprender, seja lá o que for, eu preciso seguir um passo a passo, um tutorial me ajuda bastante, então eu tenho que fazer. Na verdade, eu tenho que ler primeiro para depois ler fazendo. Procurei alguns vídeos na internet também, o YouTube ajudou bastante naquela época. E a dificuldade principal foi, por conta da minha atuação docente, foi conseguir tempo para me dedicar bastante a compreender a ferramenta.
Mas como eu gostei tanto dela, Eu estudava no meu tempo livre, né, por conta própria, né, em casa, né, fora do horário de trabalho, e para depois sim trazer para minha atuação profissional em alguns cursos.
Eu tava falando aí de fórum, eu tava vendo hoje um vídeo sobre YouTube, né, que eu tenho alguns canais que eu sigo também para poder ficar atento ao que tá acontecendo. E aí eu esqueci que existe ainda comunidades no Reddit, tem comunidades no Discord, apesar que eu não uso tanto Discord assim, né? Eu tô um senhor de idade ranzinza, então eu tenho muito saco. Mas também mencionou a questão de, dessa forma de aprender. Eu tenho também essa mesma dificuldade, dificuldade assim, nessa, meio que essa forma de funcionar, né?
Quando eu fui começar a preparar alguns, eu tenho uma playlist de, de, de eficiência no meu canal, e eu também preparei alguns tutoriais para FD. E a minha forma de conseguir fazer algo que eu não sei, é meio que o que você falou, né, de passo a passo. Eu tenho que fazer para daí eu conseguir assimilar aquilo e daí eu conseguir ensinar. É tipo, se eu só estiver vendo a aula, eu não consigo assim, saca? Eu não, eu não sinto confiança porque eu preciso ver o negócio acontecendo para daí falar, agora, agora eu entendi, saca? Então acho que é uma forma de funcionamento, né?
É isso, especialmente para essa área, né? Acho que de como um todo, né, que envolve desenvolvimento, envolve o pensar lógico, né, a decomposição de problemas, né. Então pegar um problema e quebrar ele em pedacinhos, né, para ir aos poucos resolvendo até resolver o problema como um todo, né. Eu acho que isso vem muito da prática. Você tem que, como eu costumo brincar em sala de aula, você tem que escovar código muitas vezes, ou fuçar numa interface, né, ter a curiosidade de descobrir as ferramentas, clicar, ver o que acontece, né, sem medo de explodir o computador, nada do tipo, né.
Então errar faz parte do processo de aprendizado, e para isso tem que praticar, tem que fazer.
Mas por exemplo, qual que é?
Só teoria não vai bastar.
Exato. Mas por exemplo, no seu processo de aprendizado, vamos supor que você aprendeu, você tá aprendendo Construct, aí você finalizou um jogo tendo feito apenas uma vez o processo, né, de conseguir aprender a usar ferramenta até criar um jogo. Você se sente tranquilo para conseguir ensinar, ou ainda assim, quando você começa a se colocar para ensinar, você ainda dá umas, tipo assim, umas treinadas antes, sabe, da aula? Enfim, como é que é o seu processo de você falar assim, agora eu realmente aprendi para poder ensinar?
Especificamente no meu caso, né, como eu tenho essa dificuldade, né, de aprendizado, de memorização também, né, eu só me sinto preparado para falar a respeito do assunto, ministrar uma aula, depois de ter feito pelo menos umas 4 ou 5 vezes.
É parecido então, é parecido.
Para preparar uma aula de 4 horas, né, vão levar 12 horas.
Você tem problema com procrastinação? Melhor, você dá aula muitos anos, né?
Sim, tenho. Acho que como qualquer pessoa, né? Mas tem.
Mas ainda hoje, tipo assim, vamos supor, você vai criar um curso novo, você ainda tem a questão de uma dificuldade de às vezes não se achar bom o suficiente, se for uma coisa que você tem que aprender, né? Tipo, ou então que você vai ficar postergando.
Nesse sentido, mais ou menos, né? Eu tenho a questão da procrastinação como qualquer pessoa, né? Mas eu tenho, acho que mais forte ainda, o senso de responsabilidade, né? De entrar num curso daqui 2 ou 3 semanas e é um curso que eu nunca dei, ou dei poucas vezes, ou dei uma vez e o curso foi reformulado, né? Eu vou dar um jeito sim, né, de arrumar tempo, de me forçar a me preparar adequadamente para ele, né. Talvez nos 45 do segundo tempo, né, entendi, mas ele vai sair, né.
Hoje em dia, até por conta da experiência, né, do tempo de trabalho, eu mesmo procrastinando, na hora que eu entro de cabeça para me preparar para aquele assunto, eu conheço alguns atalhos, né. Então acabo ganhando tempo, né. Mas foi muito, muito perrengue também para chegar nisso.
E você consegue lidar com prazo? Vamos, é porque você trabalha dando aula no Senac, se eu não me engano, é também dá aula na FD. E não sei se você dá aula além disso, né? Você tem, você tem logicamente os seus treinamentos, mas vamos supor, eu chego para você falar assim, ó, eu preciso de um curso, por exemplo, de PFCense para você entregar mês que vem. Aí hoje é dia 20, então você teria 10 dias para aprender. Você consegue lidar com pressão para aprender? Como é que você funciona com isso assim?
Consigo, porque normalmente se eu dei o sim, né, para esse compromisso, é por conta de algum tema, algum assunto que me motiva, que eu gosto. Então isso já vai me fazer de certa maneira correr atrás, realmente aprender, independente das dificuldades que enfrente, né. Então a motivação é que vai me envolver para isso.
Entendi, entendi. É, eu dependo muito, eu tenho que ter um tempo maior dependendo do assunto. Se eu não conheço nada assim, eu tenho que ter um tempo maior. E ainda assim eu vou ficar com muito medo de ensinar errado, saca? Porque é uma coisa que eu tenho que aprender, né? E se não tiver da minha familiaridade, aí que eu vou ficar com mais medo ainda. Mas nos últimos tempos, pelo menos, eu comecei a perceber que dá para fazer.
Tipo assim, o mais difícil é ter feito o primeiro, né? Então, no meu caso, hoje eu consigo lidar com a procrastinação. Tipo assim, eu vou empurrando um pouquinho, depende do que aquilo representa para mim, mas eu consigo lidar e eu tô conseguindo vencer, digamos assim, a procrastinação, o medo de não conseguir entregar uma coisa boa, sabe? Nesse ano, principalmente, eu comecei a me esforçar mais para conseguir passar essas travas, né?
E aí hoje eu tô conseguindo ter resultados bons. Quando você pensa nesses anos todos assim na sua carreira, como é que você se enxerga nesse processo de como que foi o seu primeiro momento de dar aula para hoje em dia de pegar um novo desafio assim?
Nossa, no começo de carreira foi bastante difícil, assustador até, né? Quando eu entrei no Senac, eu já tinha alguma experiência com docência, né? Comecei a dar aula em 2008, 2009, né? Ainda na época da faculdade, né? Então tava estudando e dando aula numa escola menor na cidade em que eu morava na época, né? Então era, e era mais jovem também, obviamente, né? Então era mais desafiador, era mais assustador. Né? Então eu perdia algumas horas de sono, talvez no final de semana, para conseguir ter mais tempo de aprender, de estudar, né, e colocar em prática.
Uma época que não tinha tantas facilidades como a gente tem hoje para acessar informação, né? E aí, comparando com hoje, né, então quase 20 anos depois, 18 anos depois mais ou menos, ainda dá um friozinho na barriga toda vez que entrar em sala de aula, mesmo que seja um curso que eu já ministrei há muito tempo. Por ser uma turma nova, pessoas novas, novas necessidades, novos anseios, expectativas, aliado a toda uma bagagem que cada um traz quando vai para uma sala de aula, que não é só o aluno ali, é uma pessoa.
E hoje em dia a gente também tem que ter esse olhar, esse olhar humano, não é só o aluno ali frente ao professor ali friamente. Então dá um frio na barriga, né, de certa maneira, né. Em relação ao conteúdo em si, a parte técnica de aprendizado, como eu disse, também dá um frio na barriga, assusta um pouquinho, mas menos, né, porque mesmo que seja um tema novo, completamente novo acho que não, porque na área de tecnologia as coisas vão conversando, né, elas se interligam.
Então eu costumo dar o exemplo do JavaScript, né, que é uma linguagem de programação extremamente popular, né, para web, para uma série de coisas. Né? E o JavaScript, ele tem no seu ecossistema os chamados frameworks, né, ou as bibliotecas, né? E são toneladas, né? Então você tem lá React, você tem Angular, tem Vue, daqui a pouco surge o Biribinha JS, surge qualquer outra coisa JS, daqui a pouco morre outras e surgem outras, né?
Assusta um pouquinho esse ecossistema que muda a todo momento, mas no final das contas a base é a mesma, é a linguagem de programação JavaScript. Eu já tenho algum conhecimento. Então talvez eu me enrole para aprender essa tecnologia nova baseada no JavaScript, mas eu sei a base, então conheço alguns, consigo me virar, né? Sempre vai dar.
Você tava falando aí, eu esqueci que você deu aula presencial, você dá aula presencial inclusive. E como a sua primeira aula foi presencial ou foi online? Foi presencial, né?
Presencial, foi presencial, foi no curso de, até lembro até hoje o nome do curso lá no Senac, que foi o Básico de Produção de Sites, era um curso livre. HTML, CSS, tinha o Fireworks da Adobe, Dreamweaver também.
Eu usava Dreamweaver, boa saudade.
Ainda existe esse programa, né? Gosto para caramba, não uso mais, mas gosto muito porque eu comecei com ele, né? Então comecei com essas ferramentas, né? Mas a base era a mesma, né? Tô falando de HTML, CSS, são linguagens que estão aí até hoje.
Mas aí, por exemplo, no caso, tem diferença de dar aula presencial para dar aula igual no caso da AFD? No caso da AFD, os treinamentos que você fez, você fez especificamente para eles na época, né? Tipo assim, você tem um curso de Excel, por exemplo, Excel Descomplicado, que é um curso gigantesco, você fez especificamente para eles, eu acho. Se sim, como é que foi? Como é que é a experiência para você de dar aula presencial com dar aula gravado?
Imagino que você ficasse ficando sozinho, né, no quarto, enfim. Qual que é a diferença para você de dificuldade, de experiência?
Enfim, tem dois lados, né? A dificuldade maior é pensar em como a pessoa do outro lado lá que estará vendo a gravação vai compreender a mensagem que eu tento passar, né? Eu não tenho ali em tempo real a pessoa reagindo, perguntando. Então o desafio grande é pensar em possíveis dúvidas, Então, poxa, eu tô fazendo essa planilha aqui com essa fórmula, mas e se a pessoa perguntasse isso? E se ela perguntasse aquilo? E se de repente ele escrever errado aqui, o que que vai acontecer?
Como ela reage ao que acontecer, né? Então pensar nessas diferentes possibilidades de interpretação do que poderia acontecer com a pessoa que tá vendo a gravação, né, para mim é bastante desafiador. E por isso que leva muito tempo para pensar produzir o curso, testar para casa, né? Eu deixo com outro computador aqui do lado, né, para dando uma olhada, para não esquecer nada, né? Então dá muito tempo, dá muito trabalho, né? Por outro lado, o ponto positivo, né, é que eu tô gravando um material que acho que vai servir para um monte de gente por muito tempo, né?
Mesmo que tecnologia, dependendo do assunto, fique meio datado, né? Mas se a base for bem solidificada, acho que vai valer por muito tempo. Isso é bem legal, é bem positivo, né? Então é, talvez o desafio seja chegar no equilíbrio, né, nesses dois pontos.
Entendi. Como é que você pensa a estrutura do curso?
Legal. Primeiro eu penso nos tópicos, né, que eu quero abordar dentro daquela temática principal, né? Então pegando como exemplo o caso do Excel, né, que tópico bem extenso, né? E ainda assim é um curso básico, é um curso talvez intermediário, né? Mas ainda assim tem muitos tópicos importantes a serem detalhados, né? E aí basicamente o que eu tento levar em consideração são nos exemplos, né, na maneira que eu vou explicar os assuntos, e atividades que posteriormente o aluno consiga também replicar através, seja de exercício, seja de desafios, né?
Quem foi meu aluno, né, se tiver aí na live ou assistindo aí a gravação deve lembrar bastante, né, que eu sempre passava o assunto, né, ministrava o exemplo, a explicação, né, guiada, hands-on, mas junto comigo, aluno, né. Mas depois passava alguns desafios, né, para a pessoa tentar pensar por conta própria, tentar descobrir algum recurso novo, mesmo que eu não tenha sido, não tenha abordado em aula ou na gravação. Então normalmente vai por essa linha.
Boa, boa. No seu jogo de Construct, É, eu lembro vagamente ali, melhor, na verdade não lembro, né? Eu lembro que eu vi ele um pouquinho assim, não lembro se eu cheguei a editar, mas eu acho que não. Eu lembro um pouquinho da tela ali, enfim. E aí eu fiquei me perguntando se você chegou, quando você criou o treinamento, se você chegou a jogar com seu filho, né? Porque o jogo que tava lá, eu não vi o treinamento todo, né? Então a tela que eu vi parecia ser um jogo é tipo assim divertido para criança, saca?
Então no seu treinamento, por exemplo, não, desenvolvimento dele, você chegou a jogar com seu filho? Você chegou a ver ele se divertir com alguma coisa que você desenvolveu?
Sim, sim, foram dois treinamentos, né, dois jogos diferentes. O primeiro foi um jogo do estilo point and click, né, que foi o Aedes Destroyer, um jogo para o objetivo era matar o mosquito da dengue. É um jogo super simples, né? Acho que 3 telas na realidade: tela de início, a tela do jogo e a tela de finalização, né? E isso foi bem antes do jogo que eu fiz com o Bernardo em mente, né, que é o meu filho, né? Esse jogo do mosquito eu mostrei para ele, né?
Ele com 3 anos, 4 anos eu acho, né? Então já faz um tempinho, mas ele se divertiu para caramba porque dava para jogar no celular, né? Então ele ia com o dedo lá, né?
Puxando um mosquito para matar ele, né, para dar bastante risada, né.
E aí depois, com ele um pouquinho mais velho, né, já com 4 anos, 4 anos e meio, foi aí que veio a ideia de fazer um jogo plataforma, né, que foi o segundo jogo, o segundo curso que eu gravei, foi o Bernardo e o Reino do Gelo e do Fogo. E aí eu usei o Bernardo como personagem, né, peguei um bonequinho, né, um personagem que lembrasse vagamente ele, né. E aí um jogo principalmente para computador, usando teclado, né, usando as setas direcionais.
Coloquei ele para jogar também, né, até tirei foto, gravei vídeo, né, porque ele não entendia todos os detalhes, mas ele percebia que era ele. Eu falei para ele, Bernardo, jogando, né. E aí ele aos pouquinhos ia lá apertando o botão do espaço, setinhas, pulando, né, se divertindo, perguntando.
Pedindo para jogar de novo, né?
Foi uma motivação, na realidade, né? Eu precisava criar um jogo a mais, né, para fazer esse outro treinamento, né? Eu já tinha modelos de jogo plataforma que eu usava em aula, mas sempre um jogo genérico, né, com personagem genérico, às vezes não tinha nem nome, era mais focado na mecânica do jogo, no estilo plataforma, que acho que de 10 pessoas, 9 já jogaram algum jogo do estilo plataforma. Plataforma, né?
Como é que é o plataforma?
Plataforma estilo Mario, Sonic, assim, sim, sim, vai movimentando lateralmente, vai pulando, né, em cima de plataforma, caindo, né? Então, jogo, uma mecânica muito, muito comum, né? Mesmo para uma galera um pouquinho mais idade como a gente, né? Talvez nossos pais tenham jogado, né? E acho que traz uma lembrança bacana também e você conseguir desenvolver um jogo, né, nesse estilo, acho que também é uma satisfação bacana. Entendi.
Usar o Bernardo foi isso, né, deixar aí registrado para posteridade que tem lá um jogo chamado Bernardo, né, a partir dele.
Bacana, bacana. Eu não sabia desse detalhe não, cara. Essa experiência de ter feito o jogo então com o nome do seu filho e a entese para ele, ele foi o primeiro testador ali, inclusive até uma profissão. Eu tô brincando, os cara Pode começar, né? Pode começar. Como é que foi? Mudou alguma coisa na sua relação com seu filho após essa experiência do jogo? Alguma coisa mudou em você especificamente? Como é que foi a experiência de ter feito esse jogo com o nome do seu filho, com ele participando?
Eu acho que mudou sim, para melhor, né? Eu sou um pai há apenas 5 anos, vai fazer 6 anos, né, Bernardo, agora em setembro, né? E é um desafio constante, né, diariamente, né, criar um filho, né, dar conta de uma criança, né, além da família, né, esposa e tudo mais. E é um desafio gigantesco a cada dia se tornar um pai melhor, né? E aí eu, como tenho um perfil muito introvertido, né, sempre fui, continuo sendo, né, mesmo dando aula, né?
Muita gente até pergunta, mas como assim? Isso é tímido? Pois é, é a vida, né? Mas na família, com amigos, né, eu sempre tive esse perfil muito calado. E com uma criança em casa, com filho demandando atenção, não dá para ser assim a todo momento. As barreiras próprias, né? E acho que criar o jogo com a motivação a partir dele, né, ajudou a cair um pouquinho essas barreiras, sabe? Criar uma proximidade um pouquinho maior com ele, né?
Achar alguma coisa em comum com meu filho, né? Por mais às vezes básico que possa ser, né? Acho que a gente criou essa conexão um pouquinho maior, né? Tanto é que hoje, de uns tempos para cá, eu reativei, né? Eu tinha aqui em casa uma TV Box, né? Aquelas que tem 200 milhões de jogos, né, antigos, né? Tava parada numa gaveta cheia de poeira, perdi a fonte, perdi os controles, e fui lá, comprei uma fonte, comprei os controles parecidos com do Super Nintendo, né, aquele controle colorido, né.
Ele não consegue entender ainda direitinho as letras, então as cores ajudam, né. E a gente voltou a jogar, né.
Legal.
Então ele pede, né, várias vezes pede: papai, vamos jogar, vamos jogar. Ele chama de Mano Machinga, que é o Metal Slug. Falar, né, que é uma machine gun, acho que é isso. Ele fala dessa maneira, eu já sei que ele quer jogar Metal Slug. É bem legal, entendeu? Acho que é bom, cara, mudou nesse sentido.
Ele tem 5 anos agora, né?
Isso, vai fazer 6 agora em setembro.
Boa, boa, legal, cara, legal. Vamos falar um pouquinho sobre o Consultor de 3 agora, para principalmente para quem tiver interesse em aprender sobre isso. É uma explicação simples, como que funciona, melhor, o que que é o Construct 3 e como é que ele funciona.
Bacana. Então, Construct 3, ele é o que a gente chama de game engine, né, é um software de desenvolvimento de jogos, né. Na verdade, quando ele surgiu, isso acho que em 2007, se eu não me engano, e um pouquinho depois, em 2011, que foi quando saiu a versão 2, né, o Construct 2, que foi o, acho que o ponto de virada até para empresa que desenvolve ele, né. Ele nasceu como um software mesmo, né, então era um programa que você baixava, você instalava para criar jogos, né.
A temática sempre foi essa, foi facilitar o desenvolvimento de jogos não sem programação, tá, até fazendo um ajuste nesse termo, né, que na verdade você programa assim no Construct Só que você não precisa codificar, você não precisa editor de código escrever instruções usando uma sintaxe, né? Você programa só que visualmente, usando blocos, usando o sistema de eventos dele, que é basicamente a programação. Então, em vez de escrever como no JavaScript algo do tipo if jogador hit inimigo, né, você vai escrever uma instrução, né, numa linguagem de programação Você vai escrever um comando.
O Construct não, você vai realmente escolher lá a opção jogador, você vai escolher o evento tocar no objeto e você vai escolher a ação, sei lá, contar pontos, né? Você vai escolher essas opções, você não vai escrever elas. Então isso é uma programação também, né? E por baixo dos panos, né, o Construct vai transformando aquelas opções que você escolhe em código. Então ele faz realmente o código para o desenvolvedor, né? Então isso quebra uma barreira muito grande para muitas pessoas, né?
Você começar a fazer um jogo sem precisar necessariamente escrever código, né? Entender de sintaxe. Essa sempre foi a temática do Construct. E aí nos últimos anos, em 2017, se eu não me engano, que saiu a versão 3, né? Então já tem até um tempinho que a versão 3 aí tá rodando, né? Tá sendo utilizado. A Seiva, né, a mantenedora do programa, ela migrou o Construct para uma ferramenta de desenvolvimento de jogos, só que na web. Ele roda no navegador, portanto você não precisa baixar um instalador.
Você pode abrir em qualquer computador que tem um navegador moderno, o Google Chrome, Firefox, entrar lá no site do Construct, né, fazer uma conta lá básica, né, gratuitamente, para ter acesso a um pouco mais de concurso, mesmo no plano gratuito, e você pode desenvolver jogos sem precisar codificar, direto no navegador.
Mas daí ele fica na sua máquina, fica tipo na cloud?
Você escolhe, você pode salvar, seja Google Drive, OneDrive ou qualquer outra. Ele tem ferramentas que permite essa conexão com uma conta que você tem aí em alguma nuvem, ou você pode gerar o arquivo, baixar na sua máquina, e quando for precisar continuar o desenvolvimento com ele, você abre novamente através do site do Construct.
Entendi, legal, não sabia não. Você começou com Construct 1 ou 2 quando você começou a trabalhar com isso?
Comecei com 2.
E o 2 então era instalador, era tipo um Visual Studio assim, né? Tipo uma ferramenta feita para desenvolver, né?
Assim, inclusive por conta disso tava em ambiente Windows. Quando foi para web Como ele roda no navegador, ele roda na nuvem na prática, né? Pode ser em qualquer navegador, seja no Mac, no Linux, até em dispositivo móvel. Você pode abrir o Construct no Android, por exemplo, e desenvolver jogo por ali também. Lógico que com uma tela reduzida fica um pouquinho mais complicado.
Mas aí, por exemplo, esse eu consigo, o Construct 3, ele precisa de internet especificamente? Tipo assim, só para logar?
Exato. Se você logou com a sua conta, a interface do Construct carregou, ela é baixada para máquina, ela fica aí.
Entendi, entendi.
Se você desligar a internet, deixar a janela aberta ali, você continua usando o programa normalmente.
Então o recurso de hardware que você tem vai influenciar no desempenho então da ferramenta?
Sim, ele tem uma demanda de hardware, né? É como qualquer ferramenta de desenvolvimento visual, né, de design, né, mas nem de longe é parecido com que uma Unity ou uma Unreal precisam, né. Então se você tiver uma máquina, mesmo que não esteja um PC gamer, um PC para computação gráfica, né, vou dar um exemplo, né, eu tenho um notebook que tem 10 anos de idade, né, tem memória apenas, né, Quanto processador? Acho que é o Core 2 Duo, alguma coisa.
Então tem 10 anos, roda o Construct tranquilamente, né? Aqui na máquina da minha esposa, né, que tá ligada aqui inclusive, a máquina que tá com atualmente tá com 4 GB porque tá com probleminha de memória. Mesmo assim abre, pega, né? Uma Unity, por exemplo, né, ela vai exigir talvez uns 8 GB no mínimo de memória.
Entendi, entendi.
Uma Unreal, né, Eu entrei esses dias até para dar uma olhadinha, eles recomendam 32 GB de memória RAM.
Mas é um dia que você cria jogo mais realista, né?
Exato, o foco é maior no 3D, né? Então são ferramentas que vão depender de um PC um pouco mais potente. O Construct você pode no mínimo tentar num PC mais modesto, desde que você tenha um navegador moderno, né, o navegador atualizado. Grandes chances dele rodar.
Entendi. Tem algumas perguntas aqui no chat. Eu confirmei o que é o nome da pessoa porque eu não tenho certeza se é o Edson que participou aqui da live passada. Se for, grande abraço para o Edson aí, cara, que tem— é ele mesmo, eu reconheci pela roupa social ali. Ele tem uma carreira interessantíssima, né, inclusive aluno AFD, inclusive. E ele fez 6 perguntas aqui. A primeira foi: hoje, até onde é realmente, até onde é realmente possível criar um jogo sem escrever nenhuma linha de código?
Edson, né?
Isso.
Legal, Edson. Boa noite, obrigado aí pela pergunta. Você consegue, pelo menos no Construct, criar sim um jogo completo sem escrever uma única linha de código, ok? Ele tem ferramentas, ele tem um sistema de eventos, né, que é a programação em si, ok, só que visual. Você escolhe as opções que deseja. O Construq hoje em dia ele funciona também traduzido em português Brasil, então isso também é uma barreira, né, que não existe mais para quem tem dificuldade com idioma.
Então você vai ver realmente lá dentro do programa opções como, por exemplo, ao tocar em um objeto pular duas vezes, né? Ao acabar o tempo, ir para a tela de game over. Estará escrito bem assim mesmo, sabe, em português, né, de uma forma sucinta, fácil de compreender. E mesmo na versão gratuita, né, que tem uma limitação para o sistema de eventos, né, são 50 eventos, e para um jogo grande realmente é pouco, né, são poucos recursos, mas para um protótipo de jogo, até na versão gratuita você consegue fazer de forma completa sem precisar escrever uma linha de código.
Se você conhecer uma linguagem de programação, no caso JavaScript, que é a linguagem que o Construct utiliza, né, na verdade tudo que você desenvolve no Construct é para web, né, então ele utiliza muito HTML5 e na parte de funcionalidade o JavaScript. Se você conhecer um pouquinho dessas linguagens, melhor ainda. Talvez você consiga escrever algumas linhas que vão potencializar um evento, uma ação já pronta do programa. Então você tem mais poderes adicionais, digamos assim.
Mas se você não conhece nada de linguagem de programação, ainda assim dá para desenvolver um bom jogo no Construct, especialmente no modo 2D, né, que é o forte do programa, tá, sem escrever nada de código.
Boa, boa. O Edson também perguntou aqui, né, qual ferramenta você recomendaria para alguém que nunca programou e quer criar o primeiro jogo?
ConstruKit.
Boa. O 3 mesmo?
Sim, sim. O 2 nem tá, na verdade até dá para baixar o 2, tá, ainda tá lá no site da fabricante, mas só vale a pena se for para experiência, para teste, né. O ideal hoje é utilizar a versão 3. Legal, é a versão que já há uns bons anos tem sido a versão oficial, é a que tem recebido atualizações. Uma das atualizações foi bem recente, há cerca de 2 meses o Construct passou a suportar objetos 3D. Então ainda não é o forte da ferramenta, do programa, mas ele tá caminhando para isso.
Então você vai conseguir desenvolver jogos inclusive 3D dentro da ferramenta, né? Isso foi uma virada muito importante, foi que era uma das principais críticas ao Construct. Poxa, mas só dá para fazer jogo 2D, só faz jogo plataforma, né? E não, hoje ele já começa a ter essas atualizações que vão ampliando a capacidade do programa, né? Então não pensaria duas vezes em usar o Construct como uma porta de entrada mesmo para área de desenvolvimento de jogos e até de aprendizado de programação.
Entendi. O Edson perguntou ali, né, qual que é a principal limitação das ferramentas no-code para desenvolvimento de jogos atualmente?
Legal, aí que entra talvez o perfil de quem utiliza esse tipo de ferramenta, ficar só nas opções que a ferramenta fornece, né, nas opções visuais, e parar por ali, né. Então, mesmo que não seja obrigatório você conhecer uma linguagem de programação, Se você estudar um pouquinho de programação, compreender melhor a lógica, você consegue, digamos que, burlar as limitações da ferramenta. Porque até onde ela conseguir atender visualmente, legal.
Se ela não conseguir atender a partir de um certo ponto, talvez o seu olhar de programador, a sua experiência com alguma linguagem, te ajude a criar mecanismos para estender as funcionalidades da ferramenta, né? É mais ou menos como a comparação que uma galera faz hoje em dia com relação às IAs, né, para área de desenvolvimento em especial, né. Será que a IA ajuda, né? Será que a IA vai substituir o desenvolvedor, né? E eu entendo que o uso da IA como um auxílio talvez para você conseguir chegar a resultados que só com as ferramentas no modo padrão você não conseguiria, isso é um uso positivo.
Você usar IA para potencializar o seu desempenho dentro daquela ferramenta, né? Bom, nas aulas de programação, que é um programador, um bom programador ou estudante de programação, né, que usa IA, ele tende a ficar um programador melhor, um desenvolvedor melhor. Agora, se é um programador ruim, um desenvolvedor ruim, entre aspas, preguiçoso, né, ou acomodado, com a IA ele tende a ficar pior da realidade.
É verdade, verdade. Aí você tem que saber fazer a pergunta certa, né?
Eu acho que para o Construct isso vale também, né? Você não se dá por satisfeito com o fato dele ser no-code, né, que ele abstrai muita coisa, né? Não, usa o Construct como uma porta de entrada para criar um jogo rapidamente, colocar uma ideia em prática, né, resolver um problema rapidamente, né, curtir o assunto, né, quer ir a fundo Então estuda sim uma linguagem de programação, estuda as outras engines que são importantíssimas, né, a Unity, a Unreal.
Construct não concorre com elas, né, na verdade essas são padrão de mercado na realidade. Então se eu quero trabalhar como desenvolvedor de jogos, né, no emprego CLT, né, numa agência, num estúdio, não é o Construct que vai te levar a isso, né, são as outras engines. Mas o Construct vai te ajudar a entrar na área, né, a você talvez criar o seu próprio jogo, usá-lo como portfólio para demonstrar suas habilidades de desenvolvimento, né.
E aí sim, né, depois que está na área, você começar a olhar com carinho para as outras ferramentas, se aprofundar nos seus estudos. Hoje em dia, criar um jogo— hoje em dia não, né, já um jogo nunca é só o jogo, sabe, tem muita coisa relacionada, tem design, tem animação, né, tem o sound design, né, a parte de trilha sonora, que é uma área específica também muito bacana. Tem toda a construção do enredo, né, o game design. Tudo isso aí são áreas de conhecimento que também são importantes, que vão além da ferramenta de criação do jogo, né. A criação do jogo é só uma das etapas, né.
Boa.
Tem muita coisa antes disso acontecer, né. Então eu vejo dessa maneira.
Perfeito. Ó, tem uma aluna sua de Construct aqui Que é a Kelly Sabione. Ela fez aí parte da turma do técnico informática para internet no SENAC, né? E se formou aí em outubro de 2025.
Bacana, grande abraço! Obrigado aí por estar junto mais uma vez.
Perfeito, perfeito. Ó, eu vi aqui seu canal aqui, então para quem tiver assistindo depois, para quem tiver interesse em conhecer mais do Construct, o professor tem duas playlists, né, sobre o Construct. Tem muito material lá inclusive, né, e eu vou deixar na descrição assim que acabar a live, eu vou colocar na descrição bonitinho, e aí você pode conferir lá bonitinho, enfim. E tem treinamento lá que parece estar com promoção, então tá no site dele também, vai estar no link na descrição.
Quem tiver interesse, vale muito a pena. Eu, pelo que eu vi, né, na época que eu tava mexendo com o treinamento dele na FD. Eu achei interessante a parte visual. Futuramente eu vou ver se eu faço também. Hoje não dá porque eu tô ferrado de tempo, mas eu achei interessante. Eu achei bem bonito, né, o bonequinho lá que eu tinha visto com a paisagem, bem bonitinho. Então, para quem tiver interesse aí, vai estar na descrição depois aí para vocês darem uma conferida, tá?
Thiago, pensando que requisito de entrada, apesar que você meio que falou, né, Então, melhor. Então ele já sabe que o Construct, ele, ele em tese roda no computador, notebook da Xuxa, né? Celular também roda. Faz sentido a pessoa usar o Construct no celular? Precisa de uma tela maior, menor?
Ele roda, Wesley, ok? Como ele executa no navegador, todo celular tem um navegador, né? Seja o nativo do sistema, né, o Google Chrome, né? Então ele roda, tá? Você vai conseguir logar, você vai conseguir abrir a tela de edição, né? Mas a experiência de desenvolvimento fica bem prejudicada por conta do tamanho da tela, né? Então a interface do Construct, né, até se eu for pensar no ponto positivo, ponto negativo, a interface eu ainda acho um pouquinho confusa.
Acho que isso é uma característica, eu acho, né, comparando com os programas, né? Mas assim, quando comparado com uma interface de uma Unity, Unreal, ela é fantástica, sabe, porque ela é muito menos confusa. Acho que as game engines são confusas, tá, no geral, né. Acho que vale um estudo até de experiência do usuário, né. Acho que não chegaram ainda bacana, né. Então imagina no celular, né, numa tela pequena, mesmo com as adaptações que a interface, o site faz, né.
O site é responsivo, então ele vai se ajustando, mas você vai sofrer um pouquinho mais, né, para achar uma ferramenta, para fazer fazer um teste. Então o ideal é numa tela, seja de computador, de notebook pelo menos, né, o computador, para ter algum conforto no desenvolvimento.
Boa, boa. Você falou de jogos de jogo plataforma. O Construct 3 ainda assim ele é limitado a esse tipo de jogo de entrega assim? Ele é só o jogo de plataforma que dá para desenvolver ou dá para desenvolver outros tipos de jogos ali nele?
Dá para desenvolver outros tipos, né? O O plataforma, né, acaba sendo talvez a porta de entrada. A maioria das pessoas que começam a estudar o Construct vão desenvolver jogos plataforma porque é aquele que a maioria já jogou, né, já tem a lembrança do Mario, Sonic, né, e outros mais. Mas não, você pode desenvolver em teoria qualquer estilo de jogo, jogo de luta, jogo de estratégia, até jogo 3D hoje em dia, né, por conta dessas novas funcionalidades que que o programa trouxe, né?
O jogo em perspectiva, né, que é mais ou menos um 2D e meio RPG. Você pode fazer, legal, legal. Então, e o bacana é que tem dentro do sistema dele, né, existem vários comportamentos prontos. Quando eu falo jogo plataforma, na verdade já tem um componente lá dentro, um comportamento pronto, que se eu clico em cima, por exemplo, de um personagem, né, que é um desenho na tela, Eu dou um clique com o botão direito nele, ou clico só uma vez, e do lado esquerdo vai aparecer lá comportamentos.
Eu vou lá em comportamentos, escolho a opção plataforma, clico no OK. Quando eu der um F5 para jogar, para executar o jogo, o personagem já consegue pular. Eu aperto a setinha para cima, ele já pula. Você vai levar segundos para ter um jogo plataforma aí razoavelmente funcional, sabe? Então, plataforma, comportamentos, tem vários outros na realidade.
Entendi. Você falou de RPG aí, dá para fazer então um jogo com uma campanha? Você consegue definir o tempo de campanha sem limitação da ferramenta? Tipo assim, vamos supor, você vai colocar ali 30 horas de campanha, se bem que é a versão gratuita, né? Tem algum limite nesse sentido?
O Construct recentemente ele lançou uma plataforma, isso foi novidade para mim inclusive, né, foi interessante, são há poucos meses, até me fugiu o nome, acho que é Game Center, algo nesse sentido, Construct Game Center, acho que é isso, é uma plataforma online da Ciro, né, da mantenedora do Construct, que segundo ela, né, mesmo para o plano gratuito você ainda consegue criar jogos com uma conectividade online. Então você pode ter ranking, você pode ter arquivamento, né, de componentes do jogo, você pode ter atualizações, tudo isso na nuvem da Seabrae, né.
Eu não cheguei a testar esse tipo de recurso talvez, eu não sei te dizer, não, de boa, tranquilo, é limitado, tá. Mas a promessa da fabricante é que mesmo no plano gratuito você consegue experimentar bastante desses recursos online, que podem ser úteis, né, para um jogo desse estilo.
Entendendo. Então eu não sei se as perguntas aqui estão velhas, tá? Porque assim, para quem não sabe, a gente tinha definido de fazer, só que o Thiago ele é um cara com agenda bem lotada, viu, gente? Vocês não sabem, foi difícil trazer aqui. E aí eu, como você falou dessa parte web, enfim, que eu não tinha me ligado, Então não sei se as perguntas foram bem colocadas, então você pode ficar à vontade para me dizer. Quer ver? Ó, essa aqui já tá, essa aqui, ó, eu decidi, essa aqui já tá velha.
Bom, você acha que a pessoa que começa então com Construct, né, Construct 3 principalmente, que exige ali uma, tem na verdade menos barreira para pessoa começar, ela consegue desenvolver alguma base para levar isso para as outras ferramentas de desenvolvimento de jogos? Ou a curva de aprendizado das outras vai exigir algo completamente diferente, que não dá para, não dá para usar nada aprendido no Construct?
Não, vai usar bastante sim. Pense no Construct como uma porta de entrada mesmo, né, uma barreira muito menor do que qualquer outra ferramenta, ok? Não que ele não tenha suas próprias barreiras, né, é É uma ferramenta, você vai ter que se dedicar, você vai ter que estudar, experimentar. O bom é que é divertido, né? Você vai, poxa, funcionou, né? Nossa, é só isso, sabe? Você vai ter esses momentos de descoberta, né? E muito do que você aprender na ferramenta você vai aproveitar em outras, né?
Porque esse conceito de desenvolvimento de jogos, ele é comum para qualquer game engine. Você vai ter que criar objetos, você vai ter que trabalhar com comportamentos, com ações, né, com a lógica. Então, se você já vem com essa base, esse conhecimento através do Construct, vai migrar para uma Unity, uma Unreal, muito do que você aprendeu você vai aproveitar lá dentro. A diferença, vai ter que se adaptar às características daquela ferramenta, né?
Então, talvez o que você fazia no Construct de uma maneira, lá na Unity vai ser de uma outra forma, mas o recurso é o mesmo, sabe? Você vai programar o mesmo recurso de uma forma diferente, né? Então aproveita-se bastante, não tenha dúvida.
Interessante. O Edson também fez uma outra pergunta ali que é já um pouco mais complexa, né? Que é assim: você acredita que no futuro será possível escrever um jogo inteiro em linguagem natural e aí desenvolver praticamente tudo?
Nossa, pergunta difícil essa, hein?
Não é essa de brincadeira não.
Eu acredito que tecnicamente sim, tá? Acho que aí vai, vou falar para ela desenvolva o jogo assim, assim, assado, e ela realmente vai desenvolver. Dá para fazer isso, né? Hoje em dia você pode dar um comando lá, uma série de comandos, né, prompts para várias IAs, né? E elas vão desenvolver o jogo para você baseado no que você pediu, né?
É verdade, tem o Flappy Bird, né, que eles desenvolveram. Ele tem uma IA que eles fizeram o Flappy Bird, eu acho.
O cloud, né, que a galera tem falado muito, usado bastante, talvez consiga fazer isso até com uma qualidade maior, né? Então hoje já é possível fazer isso, né? Mas o olhar crítico, né, do desenvolvedor olhar humano ainda vai ser importante, seja para adaptar o jogo a atender uma demanda muito específica que só a interpretação de uma pessoa vai conseguir perceber, entender e adaptar, né? Ou seja, esse olhar que não é tão frio, sabe, da IA, né, da tecnologia, acho que o olhar humano ainda vai ser essencial, vai continuar sendo essencial, né?
Mas aí, se for um jogo tipo AAA assim, eu acho que para fazer com a IA vai dar mais trabalho e vai exigir uma equipe de profissionais do que fazer como é feito hoje em dia. Você não acha?
Sim, concordo. E tecnicamente vai dar para, já dá para desenvolver, né? Mas vai desenvolver aquele jogo, talvez aquele jogo frio, ou que é parecido com tanto jogos, sabe? Eu acho que até o olhar do desenvolvedor ou de uma equipe de desenvolvedores, né, para perceber que talvez aquela nuvem lá no cantinho direito ela deveria ter um contraste melhor, talvez um efeito sombreado mais adequado. Eu acho que isso nenhuma IA vai conseguir fazer.
Pode falar.
Imagina, é muito da percepção, é muito do olhar, do sentimento. Pessoa, né? Não é só a técnica, né? Assim, sim.
E eu acho também que é a partir do conhecimento, porque, por exemplo, vamos supor, se você vai, mesmo que você tem uma IA super top aí que vai conseguir, você tem um conjunto de IAs, né, que você vai conseguir ele fazer um jogo modo campanha. Eu acho que a pessoa ela tem que ter um conhecimento ali de roteiro né, de história ali para conseguir fazer uma história que encaixe. Ela tem que ter um conhecimento ali de conseguir observar as vacilações que a IA não vai ter para, tipo assim, para continuar, para continuar, né?
Igual vídeo, por exemplo, você pega os vídeos que começaram as pessoas a fazerem personagem e aí você via que ele mudava de uma cena para outra, né, algum detalhe, outro. Então acho que para chegar nesse nível a pessoa tem que estudar muito para conseguir fazer algo que se ela for vender isso, né, isso não passe tipo assim só um joguinho e que a pessoa vai desanimar em 3 minutos. Porque é, porque por exemplo até em treinamento hoje, onde você tem uma plataforma chamada, acho que é Moodle, eu não devo estar falando errado, que é já a preocupação.
Inclusive você pega Netflix, você pega plataformas, né, de entretenimento é que hoje as pessoas estão tendo dificuldade de focar e consumir aquele conteúdo até o final. Então geralmente a pessoa tá, por exemplo, quem tiver assistindo a gente aqui, dependendo, tá com celular aqui vendo o Instagram e ouvindo a gente. Então é, então tipo assim, o jogo, por exemplo, tá vindo GTA 6 aí, eu nem sei se eu, eu não, eu nunca zerei, nunca zerei campanha de GTA porque Vai me desanimando.
Eu prefiro só jogar modo online. Mas eu sinto que alguns jogos começaram a vir sem campanha, talvez por isso também. E aí alguns filmes começam a ficar— teve, teve, né, no passado aí alguns filmes da Netflix que ela começou a meio que mastigar muito o filme para pessoa que tá olhando o Instagram. De repente ela olhar e não ter, tipo assim, perdeu informação informações, aquela informação tem que ser muito mastigada para de novo ela ver e entender, senão ela sai da Netflix.
Então, dependendo de como que a gente seguir como sociedade até esse tipo de tecnologia tiver existir, né, a pessoa que for fazer esse tipo de jogo, sei lá, ela vai ter que ter, ou ela vai fazer para ela, mas ainda assim eu acho que como você, se você não tiver estudo suficiente, né, você mesmo vai perceber que não vai te envolver, ou mesmo que ela tenha estudo suficiente para ela ganhar um dinheiro, ela tem que ter mais estudo ainda para esse olhar do mercado e se adaptar para o mercado, acho, né?
E ela vai precisar de mais pessoas. Eu acho que uma pessoa reunindo todo esse conhecimento sobre design, animação, desenvolvimento, marketing, né, para divulgar, porque não é só criar um logo, né? Encontrado por alguém, né? Difícil encontrar alguém que reúna todas essas qualificações.
Pois é, pois é.
Então acho que continua tendo espaço para pessoa mesmo, sabe?
Sim, é complicado, o futuro é complicado. Ainda falando de mercado, você acha que no mercado de trabalho, né, tipo, a pessoa ela aprendeu a usar o Unity, o Construct 3, por exemplo, e ela quer começar ali a monetizar o conhecimento dela. Você acha que tem espaço para quem sabe desenvolver jogos em Construct 3? Como é que você, como é que a sua percepção sobre isso?
Monetizar o jogo é assim como qualquer produto, né, sempre é muito complicado, né. Então desenvolve um site, ok, você vendeu o site para alguém, né, mas Não quer dizer que se alguém vai ganhar dinheiro com aquele site, né, porque não basta o site estar no ar, né. Acho que aplicativo funciona da mesma maneira, né. No campo do jogo também vejo dessa maneira, né, porque uma vez o jogo já pronto, publicado, né, e os jogos que você faz no Construct você publica na web, né, eles rodam no navegador, né, uma forma de monetização pode ser a colocação do jogo na Steam, né.
Isso, né, que é uma plataforma super popular, né. Tem muitos jogos inclusive com ótimas avaliações, muito, muito vendidos, né, que foram feitos com Construct inclusive lá na Steam. Então é um canal talvez mais próximo assim para tentar monetizar o jogo. Você pode desenvolver jogos para clientes mesmo, jogos educacionais, jogos para divulgar um produto, uma marca. Jogos para rede social, né? Então esses produtos, né, esses tipos de jogos criados através do Construct, você pode vender diretamente para um cliente, para uma empresa, né?
Eles não são jogos que vão concorrer com os jogos de console, jogos super populares, né? O nicho é esse, sabe? Então pequenas empresas, clientes diretos, jogos com publicidade dentro, né? Isso também é uma possibilidade de de um jogo criado com Construct. Então, um caminho de monetização passa por esses tipos de produtos digitais, né, esse tipo de público que o desenvolvedor pode buscar com auxílio do Construct.
Boa! A pessoa que constrói um jogo no Construct, ela se classificaria como um, tipo assim, o jogo dela, né, se classificaria como um jogo independente, como protótipo, como ensino? Como é que você acha que ela poderia se classificar?
Todas essas classificações se enquadram. Então você pode usar o Construct para prototipagem de jogos, prototipagem rápida, né, que você consegue criar lá um mecanismo de jogo mesmo sem ter um personagem de verdade, sem ter um trabalho de design já elaborado. Você pode fazer com quadradinhos, caixinhas, né, digamos assim, né, um protótipo sujo, né, muito rapidamente. Então serve para prototipagem. Você pode desenvolver jogos de forma independente, né, o chamado jogos indie, né.
E aí tem plataformas, né, tem sites específicos para isso, para você lançar o seu jogo, divulgar o seu jogo. Jogos que eu desenvolvi nos cursos eu coloquei nessa plataforma, inclusive uma delas é o itch.io, né, se alguém depois quiser pesquisar, uma plataforma muito popular de jogos indies, né, jogos independentes. Então ele permite, né, a criação nesse, em todos esses segmentos, na minha Só um detalhe, esse itch.io, eu tentei aqui acessar, aqui não foi não, ficou get.itch.io.
Ah, por isso, você não especifica. Ah, tem um monte aqui de, parece que é joguinho, que é o Fresh Games.
Antigos de jogos em Flash, né?
Ah, entendi, entendi.
Vou colocar aqui no jogo, tá? Mas tem muitos que são feitos.
Então a pessoa— pera aí, então esse lugar aqui é para pessoa poder divulgar o jogo dela?
Pode, exatamente. Possibilitam isso.
Tem um aqui, ó, Games for Scholarships. Aí tá ali 324 itens, $10. A pessoa então ela pode colocar o preço aqui e paga para plataforma? Como é que funciona isso aqui, você sabe?
Eles têm uns royalties, né? Então você divulga o jogo lá dentro, uma parte da renda vai para eles. Não sei te dizer quanto exatamente, tá? Mas eles cuidam também da divulgação, né? Então fica dentro da plataforma, sujeito à busca. Mas você pode também desenvolver o jogo e colocar, como ele é web, né, ele roda no navegador, você pode colocar ele dentro do seu próprio site, dentro da sua rede social, né, e divulgar por conta própria.
Então, o fato de ser um jogo web, né, não tem aquela barreira de um console fechado, sabe, que o jogo só fica lá dentro do videogame, né. Ele tá na web, então com uma divulgação adequada, né, que facilite, né, as pessoas descobrirem o jogo, né. Isso pode ser sim uma fonte de renda desse produto.
Não tá interessante saber isso não, é o Browse Game, Game Gems, upload games. Bem interessante. Eu coloquei aí no chat para galera que tiver interesse em ver, e também vou colocar na descrição depois. Para quem deseja seguir carreira nisso, né, gostou, enfim, além desse, desse itch.io, quais serão os próximos passos assim para poder fazer?
Legal, curtiu o Construct, né, ou alguma game engine, né, que você se deu bem, né, achou bacana e quer seguir na área, eu recomendo bastante sim um estudo de programação para aprimoração, aprimoramento da lógica, conhecimento conhecimento de uma ou duas linguagens, a sintaxe, né? Porque Construct é uma porta de entrada, né? E vai até um certo ponto, né? Em termos de mercado de trabalho, se eu quero trabalhar como CLT para uma agência, um estúdio, eles vão me exigir conhecimento em outra engine, seja Unity, seja Unreal.
Então, em algum momento, você, né, que curtiu a plataforma, você vai ter que se aprofundar no estudo de programação, né? É de preferência a linguagem que é utilizada na engine que você está de olho, né? Então a Unity tem uma linguagem, Unreal tem outra, né? Talvez o estudo também na área de 3D, que boa parte dos jogos famosos são jogos no estilo 3D, né? E aí isso envolve conhecimentos de computação gráfica, né, de modelagem, de design também, né?
Por outro lado, se você curtiu bastante o desenvolvimento de jogos, mas se sentiu mais atraído, né, por um segmento específico dentro da área, você pode estudar mais a parte de sound design, a parte de storytelling, né, para pensar em enredos, né. Então o desenvolvedor não precisa dar conta de tudo também, não precisa ser especialista em tudo, né. Natural que ele aos poucos vai detectando aquelas áreas que ele se sente mais atraído, né?
Boa. Estudar algumas dessas outras áreas ao mesmo tempo que ele também já conhece uma ferramenta de desenvolvimento de jogos, ele consegue colocar em prática rapidamente, né, um jogo bacana, é um jogo com bom enredo, né, com bom sound design, né, com uma boa história. Então é aí que o ConstruX pode ajudar, sabe? Talvez você não precisa se dedicar agora ao estudo de programação de lógica, de sintaxe. Você pode dar conta de outras coisas, mas já conseguir colocar em prática rapidamente com a ferramenta.
Entendi. E aí, não sei se faz sentido que eu vou falar aqui, mas por exemplo, igual você desenvolveu o seu jogo, né? Vamos pegar o seu exemplo, acho que fica melhor a pergunta. Vamos supor que você fez o Bernardo 2, o jogo, né? E aí, se você colocasse ele no seu canal para ganhar dinheiro, como que você faria? Tipo assim, vamos só pegar o exemplo para organizar a ideia. Você tem aqui o itch.io, né? Nesse itch.io, pelo que eu entendi, ele é uma plataforma onde você, entre aspas, paga para poder jogar os jogos que tem lá, certo? É isso mesmo, né?
Na verdade, você pode jogar qualquer jogo que tiver lá à disposição, né? No caso, os que são pagos, né, para você conseguir talvez acesso funcionalidades adicionais do jogo, aí que você vai ter que pagar, né? Se ele tá aparecendo lá dentro do site, pelo menos uma prévia do jogo você consegue jogar. E aí então, pode, pode, mas só respondendo a questão do segundo jogo do Bernardo, né? Uma maneira de ganhar dinheiro com isso, né, poderia ser justamente dar acesso a novas fases mediante a assinatura do jogo.
Entendi.
Poderia talvez conseguir parceiros para divulgar a marca lá dentro do jogo. Então, já que é um jogo para criança, talvez algum parceiro que atue nessa área de infantil. Eu não sou um cara do marketing, tá? Então não sou muito bom para pensar, mas assim, a gente pode usar o jogo como uma porta de entrada para produtos, para parcerias, né, comercializações dentro do jogo, né, o chamado in-app, né, que a gente vê em muitos aplicativos, né. Você pode fazer isso também dentro dos jogos, né. Então tem caminhos.
Entendi. Eu tô olhando aqui, acho que minha câmera tinha travado, tô olhando aqui, tô de olho aqui na qualidade aqui, porque eu vi que tá pegando. É porque eu pensei, por exemplo, teve um cara que eu entrevistei aqui que ele fez o Cyberpunk em 2D no Java. E aí eu entrevistei ele e tal, e aí o joguinho ficou bem interessante. E eu acho que ele tava fazendo isso porque ele tava estudando programação na faculdade. Aí eu pensei, no caso, né, a pessoa foi lá, estudou com você e quer ganhar dinheiro, ou quer começar a mostrar que ela sabe fazer alguma coisa.
Então eu pensei, então ela podia criar um canal no YouTube, ela poderia colocar lá, né, o jogo jogo para as pessoas poderem brincar. Mas aí eu não sei, como eu não conheço muito esse universo, então eu não sei como que ela poderia fazer para expandir isso e ganhar dinheiro, saca? Ou talvez ela poderia fazer disso um portfólio também, né? E daí comecei a estudar mais para tentar, sei lá, uma oportunidade de uma startup, não sei.
Eu vejo dessa maneira, entendeu? Você pode vender o jogo para um com o cliente. Então tem um cliente, vai lançar um produto, como divulgar esse produto? Pode ser um jogo, né? Enquanto muitos divulgam através de um hotsite, né, promocional, por que não um jogo, né? Eu vou ter uma ação numa escola, né? Vou ter, por exemplo, em novembro haverá a Semana da Inclusão e Diversidade, né? Uma maneira de promover, né, o assunto, né, informar sobre o assunto.
É verdade, de uma cartilha, né? Então o jogo ele pode ser produto mesmo, até para divulgação, sensibilização, né? Não precisa ser necessariamente uma forma tradicional da comercialização dos jogos já conhecidos, pode ser uma necessidade específica de uma empresa, de uma escola, de um profissional. Então tem um designer, né, quer divulgar seu portfólio de trabalhos, por que não divulgar dentro de um jogo, né, ou de uma interface interativa, né?
Porque o ConstruCT cria, a gente fala de jogo, né, mas pode ser uma interface interativa, uma interface que o usuário vai navegar, vai descobrir coisas, né, clicando, movimentando, né, através da web. Então tudo isso é um produto, né?
Eu fiquei pensando aqui que, por exemplo, que você poderia vender às vezes é a experiência de pai e filho ou mãe e filho. Então no seu caso, por exemplo, você criou o Bernardo e aí logicamente o boneco não foi igual seu filho, mas eu acho que, acho que não sei, né, se dá para fazer isso, mas talvez, talvez eu venderia, se eu soubesse criar jogos, eu talvez eu venderia essa experiência de eu vou criar um jogo do seu filho e aí você, vocês dois, sei lá, vamos passar uma missão junto, não sei se dá para fazer, né, dois bonecos juntos, enfim.
Mas eu venderia essa experiência. Acho que talvez, dependendo de como a pessoa conseguisse enxergar que é ela, acho que podia ter um mercado. Começaria vendendo, sei lá, R$10. Lógico, né, depende da quantidade de horas assim que você demora para programar. Ou você poderia fazer venda de DLC também, tipo, ah, cria 3 fases ali para pessoa pegar, gostar, começar a divulgar. Aí venderia, sei lá, R$50. Aí depois começaria: gostou? Então que tal uma fase, né, que exige mais coisa?
Aí vai lá e começa a cobrar mais caro, saca? Acho que talvez tem mercado para isso, né?
E se você não é a pessoa criativa para pensar nessas estratégias, buscar uma parceria para pensar em caminho. Normalmente não é um profissional de marketing, não é um design, né? Ele nem precisa ser, entendeu? Então pode focar no desenvolvimento do jogo, né? E talvez uma parceria, né, um profissional para dar conta dessa necessidade de divulgar o meu jogo, né? Encontrar interessado.
Sim, sim. O Edson perguntou aqui se aqui no Brasil existe demanda para esse mercado.
Sim, Edson, é nisso que eu tava comentando, né? Como o jogo criado pelo Construct pode ser um produto para dar conta dessas situações, né? Seja divulgação de produto, sensibilização de uma ação qualquer. Isso que o Wesley falou, uma ideia bem bacana inclusive, né? Não tinha pensado, mas pode. O que não há demanda em relação ao Construct, Edson, é em produtoras de jogos. Então você tem uma produtora qualquer em São Paulo, ela usa o Construct para criar jogos?
Muito provavelmente não, tá? É bem provável que ela use outras ferramentas, as outras engines, né? Muito embora tem uma produtora que eu não lembro o nome agora, mas eu lembro o nome do jogo, né, que foi criado pelo Construct. É um jogo chamado Duck Souls, acho que é algo assim, tipo Dark Souls. Acho que o nome lembra, né? Mas é um patinho amarelo, tá? Tem lá na Steam também. Do jogo. É um jogo muito bacana, é criado por uma produtora aqui do Brasil, né, um programa, um desenvolvedor brasileiro inclusive. É um jogo bem bacana, né, e popular na Steam.
Ela tá na Play Store. Oi, tá na Play Store?
Ele foi portado para outras plataformas também.
Dá para fazer isso? Deu Construct, dá para fazer?
Vamos, tá no Construct. Você cria para web, né? Ele exporta para web, ele exporta para Android também, para iOS. Aliás, para Android exporta, só que precisa de uma conta de desenvolvedor, não é um processo gratuito.
Entendi.
Se for para plataformas, para consoles, ele não faz diretamente.
Então dá para ganhar dinheiro mesmo, cara.
Dá, você consegue colocar em dispositivos móveis, na Play Store, sim.
Pô, porque eu tô vendo aqui, é só aquela lógica, né, como o Dark Souls. Aí tem que ver a questão de direito autoral, não sei o quê, porque eu não sei se a questão do nome pode ter problema, entendeu? Mas interessante até, velho.
Olha, é um patinho amarelo, né?
É, tá ali, eu tô vendo aqui. Muito da hora, olha, muito bem feito, cara. Eu vou colocar, vou colocar o link também na descrição para quem tiver interesse. Muito bem.
Uma equipe brasileira.
Ah, foi mais de uma pessoa.
Deve ter o nome do estúdio aí, eu não lembro realmente, tá?
Eu tô vendo um cara fazendo react aqui. Ah, bacana, muito da hora.
Olha, mas a maioria das produtoras não usam Construct, tá legal? Mas o Construct, ele pode ajudar você a criar o seu portfólio de jogos. E a produtora à procura de talentos, puxa, olha lá o Edson que criou um jogo assim, assim, assado no Construct, mas ele entende como de criar jogos. Talvez vale a pena passar esse cara para aprender uma Unity, uma Unreal, né?
Caraca, que da hora, que da hora! Caraca, vou parar de ver isso, não vou perder a concentração. Pô, qual a questão da criação de jogos? É o que que essa experiência de criar o jogo, né, principalmente com a questão que você criou dois jogos, né? Mas o que que essas experiências aí te ensinou, se te ensinou alguma coisa, enfim? Compartilha para gente aí.
Para mim, né, e aí eu sempre tento colocar na perspectiva de quem tá aprendendo, né, quem vai usar a ferramenta para aprender, né. Para mim, o Construct foi um frescor, né, foi uma luz no fim do túnel em relação a entrar na área de desenvolvimento de programação sem precisar programar, sem mexer código, né. Então brilhou meus olhos quando eu vi. Eu acho que brilhou os olhos de muita gente também que teve contato com a ferramenta, né, e espero que brilhe os olhos de mais gente ainda que Lembrando aí que o jogo tá aqui com preço em promoção aqui no site do Thiago, tá?
Vou deixar o link na descrição daqui a pouco. Vale muito a pena. São quantas? São 17 horas de vídeo do treinamento, né? E, cara, é como eu falei, o cara ensina tudo. Ó, deixa eu ver aqui. Tem muitas, tem muitos depoimentos aqui. Tem mais um de Construx também. Então logo logo vai ter o link para você, para você que tiver interesse, tá? E ó, 50 alunos já, rapaz, ó, pontuação 4,8. Isso aí, rapaz, quem sabe fala ao vivo.
A galera tem gostado, ainda bem.
Isso é bom, isso é bom. Eu só faria o que eu te falei, né? Em off, é o cara dando puxada de orelha no ao vivo, pede depoimento, pô. Inclusive Inclusive, se você tiver aí, logicamente sem querer te incomodar, mas como você estudou com o professor Thiago, se você pudesse, você faria um depoimento para o professor colocar no site dele? Eu acho que seria muito bom. Mas o cara puxando a orelha na frente de todo mundo. É porque é importante, cara, é importante, é importante.
Você pretende criar mais jogos? Você pretende O Construct 3 tem a previsão de vir em uma versão 4? Você pretende usar isso, trazer isso como treinamento?
Eu não vi nenhuma notícia sobre uma mudança assim da versão, do número da versão, né? A versão 3 ela se consolidou, ela tem atualizações frequentes, não ainda é versão 3, mas muito atualizada. Essa 3D, questão de 2 meses, acho que em junho e agora em agosto saíram essas atualizações de recursos 3D que eu tô bastante curioso para dar uma olhada. Eu não sou um profissional 3D, então se eu fosse usar 3D numa ferramenta como Unreal Unity, eu não saberia a menor ideia do que fazer lá dentro.
Talvez no Construct, por conta dessa facilidade de uso, eu consiga me virar, sabe, consiga aprender e criar um protótipozinho usando recursos 3D, né. Então tô muito curioso para dar uma olhada, né, nessas novas ferramentas. Eu vi que ele tá com alguns comportamentos novos também, então preciso de um tempinho para experimentar, fuçar, né, voltar aos olhos, e quem sabe surgir uma ideia nova aí de um terceiro jogo, quem sabe um terceiro curso também.
Eu vou te fazer um desafio aqui. Quando, como você falou que o Consult 3 já tem essa versão, né, de 3D, Eu te desafio a fazer um vídeo react testando essa nova ferramenta, trazendo sua impressão. E se a galera gostar, aí você faz um treinamento específico para galera. Eu acho que seria bom, uma sugestão de vídeo, inclusive uma sugestão.
Quando eu vou conseguir fazer? Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não sei quando não.
Vamos definir de candidato. Bom, vamos fazer o seguinte, ó, vamos fazer o seguinte: ao invés de fazer uma coisa fechada, fazer uma série de vídeos. Por quê? Porque assim você movimenta seu canal, que é importante, e assim você atrai tráfego para justamente esse treinamento, cara. Então vamos supor, lógico, né, a gente conversou aqui sobre as questões da gente lidar para preparar algo, né, que a gente às vezes não conhece, como treinamento, por exemplo.
Mas eu acho que você poderia fazer Logicamente é uma sugestão, tá, com desafio. E assim, cria uma série de, sei lá, 10 vídeos, não sei, né, 10 ou 5 vídeos. E aí você faria primeiro a preparação das pessoas que não conhecem o Construct. Então isso consegue fazer, então você vai ensinar, ó, eu vou aqui, né, me preparar para testar o Construct 3 com essa funcionalidade aqui, mas antes eu vou explicar para quem não conhece. Aí você vai dizer como que o ConstruKit era dentro de quando você criou o treinamento, para que as pessoas saibam a diferença do porquê que você tá trazendo essa novidade.
Aí você faz o primeiro vídeo, mostra o que que tem, o que que você já fez, enfim, o que que você usou. Primeiro vídeo feito. Segundo vídeo você vai trazer o que que tem de novidade, você só vai mostrar. Então, ó, compara com isso aqui, isso aqui é novidade. Terceiro vídeo Você pode começar a trazer para você testar. E aí você tem um tempo de 2 vídeos para poder testar antes, aprender um pouquinho como funciona. E aí você vai testar na prática e criar uma coisa simples só para mostrar.
Não é para ensinar 100%, trazer uma coisa simples para que as pessoas vejam a diferença de fato. Aí você traz inclusive a sua experiência, que é uma coisa importante. E aí no 4º vídeo eu acho que você poderia fechar trazendo um desafio da jornada do treinamento Construct 3D. Aí você cria um nome assim, e aí você faz isso, cria um treinamento também simples, mas um pouquinho mais elaborado, é com uma turma fechada. E aí, fechando isso, você escala para um treinamento pago, que aí você vai ensinar uma coisa mais complexa.
Então, se você conseguir fazer isso como um vídeo quinzenal, acho que você conseguiria um vídeo quinzenal.
Acho que sim, acho que sim. Com um pouquinho de planejamento, né, para deixar tudo parado, acredito que sim.
Então, ô Kelly, vamos pressionar o professor, cara, né? Ó, você só vai entregar se você puder, né? Você documenta se o professor fizer aceitar e entregar a jornada do Construct 3 topzera das galáxias.
Nada de pressão.
Vamos fazer. E para fechar, para fechar, se você quiser, eu vou te acompanhar nisso, na parte do planejamento melhor, né, elaborado, como é que você vai fazer para essa playlist te ajudar a vender o seu treinamento. Então, por exemplo, se você aceitar, a gente vai definir com mais calma no off, né, a gente vai gravar tudo isso para Para depois, quando sair, né, a gente lançar um pouquinho desse, vamos colocar aqui um reality aqui, né, um reality da preparação, dos bastidores, e a gente lança isso junto. O que que você acha?
Acho bem bacana, mas bacana. Te agradeço novamente, várias dicas que você deu, recomendações, né. É importante, não vejo como puxão de orelha não, acho que vejo como algo bem positivo, né. Então sim, sim, topo, topo.
Então perfeito. Então vou anotar aqui que eu vou esquecer. Pera aí, ó, deixa eu pegar aqui. Calma aí. Então vamos lá. Então desafio é Construct 3D topzera. Aí a gente vai ter então um vídeo quinzenal inicialmente, tá? A gente vai, a gente vai, a gente vai marcar é uma calma para a gente poder planejar melhor, para, porque você trabalha, você é pai, então lógico que você tem seu tempo, né? Então não quero também te atrapalhar, mas se você aceitar e se você realmente se propor, eu acho que vai ser uma coisa muito boa para o seu canal, porque vai trazer uma coisa nova, uma jornada, e vai trazer o seu lado humano.
Eu acho que é importante isso. No seu canal eu não vi seu rosto. É importante seu rosto aparecer, entendeu? Então é assim, então se você quiser, a gente vai fazer isso junto. Vou ficar com você até o final para a gente poder fazer inclusive a parte do, de como que você pode, né, melhorar ali a parte do YouTube para funcionar, enfim. E a gente conversa no off bonitinho, começa as gravações e a gente vai soltando as informações aí para galera que tá assistindo a gente nas nossas redes sociais quando tiver Bem detalhado esse projeto e com a data, né, certinha.
Deixei fechado então. Vamos lá, então a Kelly ali vai acompanhar e ajudar a divulgar. Kelly, muito obrigado, tá? É importantíssimo a gente ter apoio das pessoas que conhecem o trabalho da gente, porque a gente às vezes tem dificuldade de entender E eu tô me colocando aqui, né, o cara mó egocêntrico, mas às vezes a gente tem dificuldade de entender se o que a gente faz tem um valor real na sociedade. E para mim, até te falei isso no off, né, para mim, quando eu vi os treinamentos de Excel principalmente, eu vi que primeiro a gente parece ter uma estrutura de entendimento parecido, e por isso eu fiquei pensando, caraca, o treinamento do cara tem toda uma jornada, né?
Ele pega ali, dá uma base, depois ele vai trazendo coisa aqui, vai trazendo exemplo. É bem pensado, não é uma coisa feita de qualquer forma, né? E aí eu acho que, por exemplo, você tem aqui pessoas assistindo você até agora que não saíram, e isso é um sinal importante, entendeu? Então acho que a gente tem que conseguir se unir para que a gente consiga explorar o nosso melhor. Então Quanto mais eu consigo te ajudar, eu também tô me ajudando.
E quanto mais você consegue me ajudar, você também tá se ajudando. Porque no fim, é tudo aquilo que a gente tem em nós de melhor, às vezes ele só vê, ele só é externalizado quando a gente faz pelo outro, entende? Então, se você realmente quiser fazer esse projeto, eu tenho certeza que vai ser uma coisa muito boa para você, porque que as pessoas que ainda não conhecem o trabalho vão ver de uma outra perspectiva, entende? Então tá fechado, eu vou, eu vou anotar aqui.
A gente faz uma hoje, é quinta, né? A gente conversa durante WhatsApp certinho, marca uma call para a gente definir certinho, alinhar, e a gente começa esse projeto maravilhoso aí, beleza? E aí, a Kelly, muito obrigado pela força, tá, Kelly? É Importantíssimo isso, de verdade, tá?
Mais uma vez, brigadíssimo.
Tamo junto, tamo junto. É importante, cara, é importante. Isso é importante. O Edson, ele pergunta ali, é se para publicar na Steam, no Google Play ou na Apple Store, em algum momento o conhecimento de programação acaba sendo necessário.
Sim, ele vai ajudar. Entendeu? É que assim, depende do tipo de jogo, né? Então vou fazer um jogo simples, plataforma, com algumas poucas fases, todas as ferramentas visuais que o programa possui muito provavelmente vão dar conta, né? Especialmente na versão gratuita, né, que são só 50 eventos, são poucas ações. Como é que eu consigo estender, né, esse limite, né? Talvez com programação eu consiga fazer algumas coisas que eu não vou precisar queimar alguns eventos, sabe?
Então conhecimento de programação ele vai ser benéfico, ele não é essencial para começar, ok? Como é em algumas ferramentas, né, que você primeiro tem que aprender uma linguagem ou toda uma plataforma, todas as características das ferramentas, para só depois começar a desenvolver. No Construct você queima algumas etapas, mas o conhecimento de programação ele vai ser benéfico sempre, não tem a menor dúvida sobre isso.
Boa, boa, isso aí. Sobre o Construct, né, qual o perfil da pessoa que você recomenda para ela começar nesse, nessa jornada?
Qualquer pessoa curiosa em aprender a desenvolver jogos ou aprender programação sem precisar mexer com código. Qualquer pessoa, mesmo que não seja da área de TI, mas está curiosa, né, em ver como que desenvolve ver coisas acontecendo na tela, reagindo a seus cliques no teclado, seu uso do mouse, já é uma candidata a brincar com a ferramenta, literalmente brincar, sabe, experimentar.
Perfeito, perfeito. E aí, você tem algum material para recomendar para quem tem interesse em aprender Construct 3?
Legal, o site do Construct é a principal fonte de referência. Lá tem uma, tem um fórum muito ativo, uma galera lá que publica tutoriais, publica dicas. Dentro do site também tem o link do blog, né, o site, blog, tá tudo lá dentro. Lá você tem acesso às informações sobre as novidades, então as últimas atualizações do Construc normalmente sai lá primeiro. Lá você tem acesso também ao link do YouTube do Construct, onde tem também tutoriais, né?
Às vezes um, até o desenvolvedor, a pessoa que criou o Construct, muitas vezes coloca vídeos, materiais lá explicando algumas ferramentas, funcionalidades. Então, ponto de partida oficial é o site mesmo do Construct, que é muito bom, embora esteja em inglês, né? Ele não tem tradução, então pode ser uma barreira do idioma, mas aí coloca para traduzir no Google Tradutor, né? Ele faz a tradução da página toda, dá para entender muita coisa.
Boa, boa.
Tem um livro também que não é do Construct 3, né, mas é do 2, só que se você aprender por ele você também consegue usar no 3 muitas coisas. Eu não lembro o título, mas eu lembro a editora, da Casa do Código. Se colocar lá no Google Construct 2 Casa do Código, é o livro que aparecer, é muito bom. É um livro bem pequenininho, bem direto ao ponto, né, é um jogo plataforma inclusive que é ensinado ali como uma maneira, né, de explicar o programa. É super didático, vale muito a pena também.
Perfeito. E aí, para finalizar, onde as pessoas podem te encontrar para saber mais sobre o seu trabalho, treinamento, tirar dúvidas?
Maravilha. Ponto de partida é o meu site, o thiagohub.com. Lá tem os links das redes sociais, o Instagram, LinkedIn, o itch.io, que é onde eu coloquei os dois jogos, né, cara? O GitHub, né, que eu utilizo para projetos de código, né, também tá lá no site. Então, lugar mais fácil para me encontrar inicialmente através do site Thiago Hub, Thiago sem H, né.
Perfeito. Lembrando que os links vão estar na descrição, eu tava anotando aqui já. Assim que terminar aqui eu já vou colocar na descrição para vocês terem acesso ali de boa. E para quem também quiser me seguir, é só acessar meu site wesleyrodrigo.com.br. Também tem as minhas redes sociais também que estão na descrição, também estão no próprio site, né? E lembrando que quem tiver interesse também, né, em conhecer meus treinamentos, é só acessar o weserodrigo.com.br/cursos, tá?
Lá a gente tem alguns cursos interessantíssimos, como por exemplo o curso de PFCense, um dos treinamentos aí com maior carga horária que você vai ver na internet, tá? Tem também a minha mentoria, né, para você que tem interesse aí em começar seu canal no YouTube ou melhorar o seu canal no YouTube, né, ou transformar ele como uma máquina de vendas aí para o seu negócio. Tem também o curso aí de— pera aí que tá passando ali— tem também de edição de vídeos com Vegas Pro, uma ferramenta excelente para quem quer fazer uma edição profissional, tá.
Usei por muitos anos, hoje eu tô usando o DaVinci Resolve, que em breve vai ter turma aberta aí. Então quem tiver interesse também É só me chamar no WhatsApp, tá bom? Bom, professor, brigadíssimo aí pela participação. Se você quiser deixar uma mensagem final para os seus alunos, ou para quem vai se tornar aluno, ou para quem nem te conhecia e tá te conhecendo aí, ou agora ou depois que a live terminar, né, e for assistir depois, fica à vontade aí, tá bom?
Bacana, Wesley. Queria novamente agradecer aí pelo convite, né, pela oportunidade de estar nesse espaço aqui, né, com audiência, pelos bate-papos que temos aí frequentemente, né, com várias dicas. Então te agradeço para caramba demais, tá? Às vezes demoro, mas vai. Eu acho que uma mensagem final é que o importante é você começar, né? Para galera que tá pensando aí na área, né, comece, tá? Não precisa começar pela ferramenta mais complexa, mais cara, mais pesada, né, começa, né.
E o Construct é uma ótima forma de começar, né, sem todas as barras. E existem outras ferramentas, ele não é melhor nem pior do que outras ferramentas, ele é diferente, né. Então entenda como uma porta de entrada mesmo, uma oportunidade de você aprender programação sem precisar programar, ao mesmo tempo que se diverte criando um jogo, né. Talvez um jogo para você que te ajude a trazer lembranças de jogos antigos que você que você fez ou que você jogou com pessoas conhecidas, a sua família, e quem sabe virar uma profissão, né, virar uma oportunidade de trabalho também.
Perfeito. Bom, para quem acompanhou até aqui, muito obrigado, né. Para quem acompanhou tanto compartilhando, tanto enchendo de coraçãozinho ali que eu vi, quase explodiu aqui, tô brincando. Para quem também votou, enfim, obrigado pela participação de vocês. Professor, muito obrigado. Obrigado. Vamos fazer esse projeto acontecer aí, tá? E vai ser muito bom, eu tenho certeza que vai ser bom. E é isso, cara. Em breve a gente volta com novidades aí para galera que ficou aqui assistindo, e também quem vai acompanhar essa nova série aí do canal do Thiago, tá?
Lembrando também que as informações vão estar na descrição. Então quem tiver interesse aí é só olhar na descrição, tá? Obrigadíssimo aí pela companhia de vocês. Professor, muito obrigado aí pela participação. A gente se vê em breve aí. Grande abraço, galera, e valeu!
Obrigado, pessoal, grande abraço, boa noite!
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