VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA.
👉🏼Me sigam no insta:
@lupinheiropsi
https://www.instagram.com/ lupinheiropsi?
igsh=NWdxc3A3ZGpjcXZr&utm_source=
ar
👉🏼Se inscrevam no meu canal no YOUTUBE:
https://youtube.com/@lupinheiropsi Si=CVCW_abAW9a5BPrY
👉🏼Adquira meu e-book e mude sua forma de ver e viver no mundo:
https://app.sepiamind.com.br/l/10-passos-para-atingir-o-melhor-de-mim-adquira-inteligencia-emocional
Enjoy 🤌🏼
- Experiências de vida e superaçãoCasamento infeliz · Família restritiva · Evolução pessoal · Inteligência emocional
- Sofrimento silenciosoValidação da dor individual · Repetição de problemas humanos · Compartilhamento da dor
- Vínculo e Relacionamento SaudávelCasamento aos 14 anos · Mudança e adaptação · Comunicação em relacionamentos
- Empoderamento FemininoMila · Vila Velha · Espírito Santo
- Sensação de insuficiênciaProvar valor · Desgaste emocional · Percepção de defeitos
Você não está sozinha. E é muito importante que você entenda isso. Mas como assim? Eu não estou sozinha? Onde? Como? Você não está sozinha na sua dor. No sentido de...
Existem outras pessoas passando por coisas parecidas às suas, às vezes até piores. Mas eu não falo isso no intuito de você não ter a sua dor validada. Até porque cada um sabe dos seus problemas, cada um sabe onde o seu calo aperta, cada um sabe a quentura do seu fogo. E quem sabe a quentura do fogo é a própria panela.
Mas no sentido de você ouvir e falar, caramba, tal pessoa também tem passado por isso. E eu, que estou sempre dentro de consultório, atendendo pessoas com problemas seríssimos, percebo, caramba, como que os problemas se repetem, como que os ciclos são iguais. Ser humano, né? Ser humano é muito similar. E as vidas...
propõem muitas coisas parecidas umas para as outras. Então, às vezes, você está aí tão envolvido na sua dor, tão envolvido no seu drama emocional, que você acaba se fechando na sua própria dor e achando que é a única.
Mas você não é a única. Existem pessoas passando pelo mesmo problema que você. Ah, Lúdane, se eu, mas a dor é a minha, eu tô sentindo a minha dor. Ok, minha querida, eu não tô falando isso. Eu tô dizendo que talvez valha a pena você se permitir conhecer outras pessoas.
E dividir, compartilhar a sua dor. Porque às vezes saber que tem outras pessoas tão lascadas quanto a gente, dá uma sensação de, putz, se elas estão conseguindo, eu também vou conseguir, sabe? Então é nesse sentido que eu digo que você não está sozinha. Que existem outras pessoas passando pela mesma dor e sofrimento que você.
E aí eu estive esse fim de semana palestrando num grupo de mulheres, mulheres de fora. É um projeto que uma blogueira chamada Mila, ela colocou e está fazendo, está sendo muito legal, com várias mulheres de fora do estado que vieram para cá morar aqui. Eu moro no Espírito Santo, para você que não sabe. Eu moro em Vila Vênia, no Espírito Santo.
E aí vieram outras mulheres pra cá. E o Espírito Santo, os capixabas, tem uma fama de não serem muito acolhedores, serem muito fechados. E eu sou carioca. Então eu sei bem o que é isso. Também sinto essa diferença. Senti essa diferença quando vim morar aqui. Hoje já tô totalmente ambientada. Já até peguei um pouquinho do jeitinho do capixaba. De ser mais reservado em algumas situações.
mas ela captou essas mulheres com essa mesma dor e resolveu montar um grupo. E nesse grupo a gente se vê, a gente conversa e está tendo encontros. E eu fui convidada pela Mila, a gente chama ela de prefeita, a prefeita do grupo, para poder falar.
nesses encontros. E aí, eu falei nesses encontros um pouco da minha vivência. E foi impactante ver ao final da minha fala, no final do evento, elas vindo a mim falar você falou comigo quando disse tal coisa. Aí outra, você falou comigo quando disse tal coisa. E elas me relatando situações muito parecidas com as quais eu vivi.
E eu achei super engraçado, porque lá, quando eu estava lá atrás, vivendo isso, eu não tinha noção que existiam outras mulheres passando pela mesma situação que eu. E talvez você esteja aí, passando pela mesma situação. Talvez depressiva. Num casamento infeliz. Vivendo com um homem que você já não reconhece mais. Mas, vivendo uma vida se sentindo numa caixa, socadinha dentro de uma caixa, querendo expandir, mas não consegue.
E isso foi uma das coisas que eu falei lá e que, sabe, tocou no coração delas. Então eu vou repetir aqui. Talvez você esteja vivendo numa caixinha. Muito pequenininha. Querendo expandir, mas não recebe permissão pra sair da caixinha. Talvez essa caixinha seja sua família.
que não te olha com o olhar que você gostaria, e te colocam ali, quer que você permaneça ali, você já tá sufocada.
Talvez você esteja na caixinha do seu casamento, porque você casou muito jovem, você já cresceu e já não se enxerga mais ali. Ou talvez você casou com um homem que te valorizava, hoje não valoriza mais, e você acha que tem que ficar nessa caixinha. Já tem tentado de tudo pra sair, pra melhorar, pra mudar e não consegue. E aí tá ali, essa caixinha tá te sufocando. E eu vou te falar uma coisa.
Essa caixinha não precisa ser a sua caixinha para a eternidade. Você pode sair dessa caixinha e ir para uma caixinha maior. Ou simplesmente não estar mais em caixinha nenhuma. Porque quem dita as suas regras é você. Mas até para que você perceba isso, você precisa sair dessa caixinha. Fico aqui para te ajudar nessa fação de sair de caixas. Você precisa tomar fôlego.
Calcular a sua rota, recalcular a sua rota. Saber o seu valor, quais são as suas potencialidades, quais são as suas ferramentas. E sair dessa caixa. Pra viver uma vida nova. Eu vivo uma vida nova, nove anos e meio. Eu saí da minha caixa. Eu saí daquilo que me aprisionava, sabe? E eu já não tava mais feliz, eu estava adoecendo. E há nove anos eu estou livre.
com asas, voando, vivendo e feliz. E você também tem essa oportunidade. Então, qual é o primeiro passo? O que eu tenho que fazer, pelo amor de Deus? Você está falando, você está caindo aqui na minha caixinha, eu estou conseguindo perceber que eu estou numa caixinha e também não quero. Primeira coisa, você já percebeu que você não está feliz.
Você já percebeu que está num lugar errado, que não está mais. Ah, mas isso era certo e agora não é mais. Gente, mudanças acontecem. A gente evolui, a gente muda, sabe? De lugar, de... Enfim, a gente evolui. Você precisa entender e não se culpar. Porque mudanças aconteceram, mudanças internas aconteceram. Aquela moça de 10 anos atrás não é a mesma de hoje.
Você não é a mesma de um ano atrás, você não é a mesma de semana passada. Eu não sou a mesma de ontem, eu não sou a mesma do encontro. Aquele encontro com as meninas, de alguma forma, me mudou. E me fez evoluir. Então você não precisa ficar no mesmo lugar, achando que aquele é o lugar certo. Você precisa evoluir, você precisa mudar, e sem culpa, tá? Sem culpa, porque...
As coisas acontecem. A gente precisa mudar. O seu cabelo não é mais o mesmo. O seu corpo não é mais o mesmo. A sua fisiologia não é mais a mesma. Por que você tem que ser a mesma e ficar no mesmo lugar sempre se você não estiver feliz? Entende? Então a primeira coisa é entender que você já não está bem. A segunda coisa é começar a revisitar.
Quais são as suas oportunidades? O que você pode fazer para mudar? Talvez conversar com esse marido, talvez entrar numa terapia de casal para que ele consiga te acompanhar e você acompanhá-lo para que vocês entendam que vocês não são mais os mesmos e que precisa de uma manutenção. Qualquer coisa a gente precisa de manutenção. Máquina de lavar precisa de manutenção. Telefone precisa de manutenção.
relógio precisa de manutenção. Por que o casamento não precisa de manutenção? Por onde você tirou isso? Por que vocês não querem dar atenção para isso? Vocês não precisam ser os mesmos. Vocês não precisam continuar com os mesmos acordos, as mesmas coisas, os mesmos pensamentos. Vocês podem mudar e se adaptar às novas pessoas que vocês se tornaram.
Você não precisa ficar no mesmo emprego, você não precisa ser a mesma pessoa, você não precisa usar as mesmas roupas para poder sustentar aquela visão que as pessoas têm de você, que você acha que tem que ser a mesma de sempre, de quando elas te conheceram. Não, as coisas mudam. A gente evolui.
Então você precisa também ver quais são as suas possibilidades. Mas entenda que você não está sozinha nesse pensamento. Que existem outras pessoas passando pelo mesmo processo que você. Eu já passei por esse processo. E eu entendo que as coisas mudam, que as pessoas mudam. E que a gente precisa mudar, evoluir de pensamento. Precisa fazer uma manutenção interna. Uma manutenção dessa relação com a mãe.
vida, pra que você consiga crescer e ser feliz. Tá fazendo sentido pra você isso que eu tô falando?
você não vai continuar mais a mesma. De fato, não deve. Porque se continuar a mesma, tem algum problema muito sério aí. E aí, quando eu estava com 36 anos, eu percebi que eu não conseguia mais sustentar esse casamento que eu firmei aos 14 anos de idade. Gente, de 14 anos de idade, o que uma pessoa com 14 anos de idade sabe da vida?
As coisas mudaram, foram mudando no meu corpo, na minha mente, eu fui evoluindo. E a pessoa com quem eu estava não foi acompanhando o meu raciocínio, não foi acompanhando a minha evolução. E não quis compartilhar das minhas mudanças. E tá tudo bem. E o mais importante é que mesmo que se ele acompanhasse, eu não queria mais. Eu cheguei num momento em que eu não queria mais aquela pessoa, aquela vida, aquele jeito, aquela estrutura, eu não queria.
E eu rompi com o combinado que a Lu de 14 anos fez. Porque a Lu de 36 queria mais. Tinha sede demais. A Lu de 14 anos tinha sede dessa vida que eu tenho hoje. E eu tô super feliz com a vida que eu tenho mesmo estando solteira. E eu tô satisfeita com o que eu tenho conseguido. Tá tudo bem. E eu consegui entender que... ...
E não era obrigado a permanecer com o mesmo pensamento, o mesmo sentimento de quando eu tinha 14 anos. E você também não precisa. Você só precisa se readaptar. Sair dessa caixa, conversar com a pessoa que você está. Falar, olha, eu já não sou mais a mesma. Será que a gente podia conversar?
Fazer novos combinados, novas ideias, novas estruturas. Vamos nos readaptar? Se essa pessoa quiser continuar com você, ela vai se readaptar. Porque ela vai perceber que ela também não é mais a mesma. E está tudo bem, as pessoas mudam, evoluem. E aí vocês vão fazer novos combinados, novas ideias, novos caminhos.
Mas se ela não quiser, aí você escolhe. Se você quer continuar com essa pessoa, porque, cara, vou falar uma coisa com vocês, gente. A pior coisa do mundo é você conviver com alguém que você tem que ficar se explicando. Explicando sua opinião. Explicando que esse caminho é o melhor pra você. Explicando que o que você quer é diferente agora. É muito ruim, gente, você ficar nessa ideia de que o que você quer é melhor. O que...
provando que você é boa, provando que você está certa, é extremamente desgastante. E o pior de tudo é tentando ser suficiente para essa pessoa que só vê defeitos, que só vê mudanças, que só vê coisas ruins, quando de fato você é uma pessoa maravilhosa, mas é para você. Já não é mais para ela, está tudo bem. E isso estava acontecendo comigo há 36 anos, já não estava mais suficiente.
Nem eu pra ele, nem ele pra mim. Só que ele tava certo de que ele tava certo. E eu também tava certo. E aí ele queria me mudar pra eu voltar a ser quem eu era, mas eu já não era mais. Gente, talvez você esteja passando por isso e, cara, você não tá sozinha.
Eu também já estive lá e é muito legal quando você vê que existem outras pessoas passando pelo mesmo processo que você tá. Isso te dá força, porque eu também consegui. Eu já consegui, eu passei de nível, sabe? Talvez você esteja precisando passar de nível também. Progredir.
Você, talvez, percebendo que outras pessoas já passaram, te fortaleça. Você consiga sair disso. E é isso. Você não precisa mais estar dentro dessa caixa. Outras pessoas conseguirem, você também consegue.
Eu espero muito, muito, muito que você consiga perceber isso. Que esse pequeno áudio tenha te ajudado de alguma forma. Que você consiga evoluir. Se você quiser, coloca aqui embaixo se fez sentido para você ou não. Se essa conversa fez sentido para você ou não. De alguma forma, contribuiu com você.
contribua pra mim também, escrevendo aqui embaixo, né? Olhando também, tem um link aqui embaixo desse podcast, tem o link do meu Spotify, quer dizer, do meu Instagram do Lupinheiro Piscinho, tem o link do meu YouTube, do meu canal do YouTube, se inscreva lá no meu canal, comenta aqui embaixo alguma coisa que vai fazer muito sentido pra mim, vai fazer sentido aqui pro Spotify, que ele vai entregar pra outros lugares, vai indicar pra outras pessoas, talvez pra outras mulheres que estejam precisando ouvir isso.
E tem o link do meu livro, que foi um livro que eu escrevi. Quando eu estava passando exatamente por esse processo, foram os 10 passos para adquirir inteligência emocional e chegar no melhor de mim. E fez muito sentido para mim na época, me ajudou a sair da depressão. Talvez possa te ajudar também. E aí você perceber que outras pessoas também passaram e conseguiram alcançar níveis extraordinários.
Tá bom? Quero te ouvir aqui. Quero saber quem é você. Saber se eu contribuir pra sua vida. Um beijo. Fica com Deus. Até a próxima. Tchau.
SepiaMind
E-book 10 passos para atingir o melhor de mim