786 - A inteligência artificial vai substituir o ser humano!! A verdade que ninguém está enxergando!
786 - A inteligência artificial vai substituir o ser humano!!
A verdade que ninguém está enxergando!
- O passado e o futuro da inteligência artificialSubstituição do ser humano por IA · Transformação do mercado de trabalho · Competências exclusivamente humanas · IA como ferramenta de auxílio · Riscos e perigos da IA
- A Humanidade como EssênciaSentimentos e emoções · Amor e saudade · Coragem e medo · Viver e experienciar
- Futuro Humano e TecnologiaRevolução Industrial e IA · Crescimento exponencial da IA · Adaptação a novas tecnologias · Exemplo do avô e computadores
- Ciclos lunares: minguante para novaLua Nova e plantio de sementes · Lua Minguante e liberação · Pensamento no momento presente
Olá, seres de luz! Oi, alma gostosa! Tudo bem com você, energia boa? Espero que sim, porque, ó, terçou, hein? Terçou gostoso! Estamos praticamente na metade do mês de julho, gente. Julho está voando! Vocês estão com essa sensação? Nossa, eu não sei se é porque normalmente eu tiro quase o mês todo de férias, né? E esse ano eu tô trabalhando, eu vou tirar só a partir do dia 20 de férias, que vai ser férias junto com trabalho também, vai misturar os dois.
Mas a sensação que eu tenho é que julho tá voando, voando, voando. Estamos numa lua nova bem importante, uma lua nova gostosa. Então convite para a partir de hoje é O que eu quero construir pro próximo ciclo? Lembra que na Lua Minguante eu convidei vocês a: o que eu vou levar, o que eu não vou, o que deu certo, o que não deu, o que eu preciso melhorar, o que eu acho que eu posso agregar, o que eu posso soltar. E agora a gente começa a plantar uma nova sementinha.
Então é legal essa semana vocês estarem com uma energia bem legal, uma energia boa. Vocês focarem naquilo que vocês querem. Ai, para de perder tempo com aquilo que tá só alugando aí um... Sabe, uma cobertura na sua cabeça sem necessidade. Porque tudo aquilo que a gente tá pensando, a gente tá— às vezes a gente lembra de umas bosta, né? Nossa, eu tava pensando nisso outro dia porque me veio a imagem de uma situação que já aconteceu há tanto tempo atrás que eu fiz assim: nossa, que interessante, né, eu pensar nisso.
Ok, fiz um Ho'oponopono para liberar isso, se tiver alguma emoção me prendendo ainda, ou se tiver alguma conexão ainda de alguma pessoa com essa situação, que seja limpo. Mas a gente perde o nosso tempo pensando em cada coisa. Só que assim, eu tô, estou tão no momento presente, né? Gostaria de estar mais, espero estar mais. Mas eu percebi, muita gente nem percebe, às vezes fica consumindo aí, sabe? Tipo aquela discussão que a pessoa teve em 1900 bolinhas, a pessoa aí devia ter falado isso, aquilo, aquilo, e a pessoa fica lá com essa energia.
Aí depois fica com sentimentos aí de raiva, com emoções baixas e não sabe por quê. Poxa, você tava discutindo algo que você, 1900 bolinha, você queria ter falado pra pessoa e não falou. Quem nunca, né? Mas quando a gente tá consciente daquilo que a gente tá pensando, ou seja, tá mais no momento presente e menos no piloto automático, a gente consegue falar: ei, pensamento, peraí, se tiver alguma energia aí bloqueando, eu vou trabalhar ela, mas tô fora.
Tô fora, porque isso vai me levar a ficar com uma emoção negativa, uma frequência mais baixa, né? Então, olha só, esse tema vocês pediram para mim, eu achei bem interessante porque é uma coisa que eu venho me questionando de uns tempos para cá. Será mesmo que a inteligência artificial vai substituir o ser humano? Gente, deixa eu tomar um pouco de água porque minha garganta tá estranha. Comecei a gravar aqui para vocês, começou, sabe, ficar a voz— bom, enfim.
Imagine a gente acordando daqui 10 anos, aí você entra no carro que já tá dirigindo sozinho. Gente, eu fui para Los Angeles, já tem vários carros que dirigem sozinhos, vocês sabem, né? Contei para vocês. E aí você vai no médico, o médico tá lá usando inteligência artificial para ajudar a interpretar seus exames. O advogado também, consultando lá milhões de decisões judiciais em poucos instantes. Ah, tá aqui, ó, é isso. O professor também com assistente de inteligência artificial, empresas inteiras funcionando com equipes menores, mas usando inteligência artificial.
E aí parece que a gente tá muito distante disso, né? Mas não, boa parte disso já começou. E a pergunta é: isso vai substituir o ser humano? Mas eu acho que essa pergunta é um pouco errada, vamos dizer assim. A pergunta seria: o que continuará sendo exclusivamente humano quando a gente perceber que as máquinas estão fazendo quase tudo? Então eu quero uma viagem aqui junto com você, não só sobre tecnologias, mas sobre consciência.
Porque eu acredito que a gente tá vivendo uma das maiores transformações da história da humanidade desde a Revolução Industrial. Talvez a maior, muito maior. E a gente pode entender isso de uma forma que a gente pode ter uma vantagem, né? Porque querer ignorar essa transformação não vai adiantar, gente. Tá começando, já está começando. Milhares de anos a evolução humana foi lenta, né? A gente levou séculos para mudar a forma como a gente trabalhava.
Depois veio máquinas a vapor, veio eletricidade, veio computador, veio internet, veio smartphone, e a gente chega à inteligência exponencial. Só que existe uma diferença gigantesca, porque todas as revoluções anteriores precisavam de o quê? De uma infraestrutura física. A IA aprende, ela melhora, ela evolui. Quanto mais as pessoas usam, melhor ela vai ficando. Isso é um crescimento exponencial, porque o nosso cérebro não foi preparado para entender esse crescimento absurdo.
A gente pensa em forma linear, por isso que tem tanta gente que acha que isso vai demorar, mas não, gente, de repente tudo muda. Então hoje as inteligências artificiais já estão escrevendo livros, criando músicas, produzindo filmes, programando softwares, respondendo clientes, traduzindo idiomas, criando campanhas de marketing, analisando exames médicos. Desenvolvendo moléculas de medicações, novos medicamentos, auxiliando diagnóstico, gerando imagens, projetos, enfim, tudo em segundos.
Isso não significa— agora vem a bordoada gostosa— que eles fazem melhor que os seres humanos, mas eles conseguem realizar muitas tarefas que antes eram consideradas exclusivamente humanas. Isso muda o mercado, porque tem pesquisas novas, eu fui buscar isso, principalmente da Organização Internacional do Trabalho, que a inteligência artificial ela tende a transformar o trabalho muito mais que, mais do que simplesmente eliminá-lo, ela vai transformar, ela vai automatizar tarefas específicas enquanto aumenta a importância de competências humanas, porque tem o julgamento, relacionamento, tomada de decisão.
Então há sinais claros de aumento de produtividade em diversas profissões com a inteligência artificial, embora os impactos não sejam iguais em todos os setores. Então a pergunta seria: qual profissão vai acabar? Será que a minha forma de trabalhar vai precisar mudar? E praticamente eu acho que é sim para as duas respostas, porque nos próximos 5 anos, até 2031, eu fui buscar, fiz uma pesquisa rápida, a gente vai ter uma explosão de agentes de inteligência artificial.
Não serão apenas só ferramentas, tá? São sistemas que vão ser capazes de executar sequências inteiras de trabalho. Então você pode, imagina você dizer assim: organize minha viagem. Vai pesquisar voos, comparar preço, reservar hotel, montar roteiro, verificar clima, preparar toda a documentação. Ou analise minha empresa. Ele vai estudar vendas, marketing, fluxo de caixa, concorrência, sugerir mudanças. Na medicina também, apoiar em diagnósticos mais precisos.
Na educação também, né? Então tem avanços que vão beneficiar milhões de pessoas, desde que— agora vem a parte mais importante— tem que estar nas mãos certas, porque tem que ser usado com responsabilidade. Entre 2031 e 2036, escutem o que eu tô dizendo agora, essa selvagem aqui: provavelmente veremos robôs muito mais presentes em tarefas físicas. Tá? 2031 a 2036. Não sou eu que tô dizendo, eu fui buscar pesquisas sobre isso. Em agricultura, hospitais, armazéns, construção, assistência a idoso.
Isso vai ser tudo integrado praticamente a todas as profissões. Então quem souber trabalhar em parceria vai produzir mais, quem resistir vai ter dificuldade. E não é porque é menos inteligente, mas é porque Aconteceu assim como aconteceu com os computadores. Eu lembro que o meu vô tinha um escritório de contabilidade na época da máquina de datilografar. Eu não sou da época que eu fiz esse curso de datilografia, não fiz, tá? Eu sou de 81, na minha época já tava vindo os computadores, então eu não cheguei.
Mas da época da minha mãe, ela usou muito, ela fazia, ela fez esse curso. E aí eu lembro que o meu avô, quando eu ia no escritório dele, tinha várias máquinas Mas tinham 2 computadores já, que na época era bem caro. E aí, com o tempo, ele manteve só os 2 computadores e continuou com as máquinas. E a gente avisava muito ele, olha, tem que colocar computador em tudo, nananã, nananã. E ele gostava muito dessa coisa mais manual, e ele foi ficando para trás.
O escritório dele era um dos maiores da região que ele trabalhava lá. E de repente ele começou a ficar pra trás, pra trás, pra trás. E por quê? Porque ele não se atualizou, ele não quis, ele não acreditou que isso é pra frente. Então eu tive na minha família uma experiência que— por isso que quando as pessoas falam muito mal de IA, eu falo: calma. Eu acho que no fundo, no fundo, nada vai substituir o nosso trabalho, o trabalho humano, a conversa, os olhos nos olhos, não vai.
Mas a gente pode usar com cautela, responsabilidade, com sabedoria, pra que isso ajude a gente, né? Então é mais ou menos, vamos, eu pedi mais ou menos para a gente, eu fiz uma pesquisa de 20 anos, como que vai ser. Então ninguém sabe exatamente como vai ser em 2046, mas vai ser bem diferente, bem diferente mesmo. Eu acho que o lado bom da inteligência artificial é É que vai auxiliar bastante em todas as profissões, pode ajudar muito, mas não vai deletar o dedo humano.
A gente não vai, não vai ter que ter, ai, vai trocar as pessoas pelas máquinas. Não, eu não acho isso. Eu acho que vai ser trabalhado em conjunto. Tem perigos? É óbvio que tem, porque ela pode facilitar criação de notícias falsas, forças que vão ser extremamente convincentes, golpes digitais, reforçar aí preconceitos, concentrar poder em poucas empresas, ampliar desigualdade, tá? Porque a população que tem maior acesso a melhores ferramentas vão ter, né, a dependência.
Quanto mais a gente delega as nossas decisões para as máquinas, menos a gente tá exercendo nossas habilidades. Memória, escrita, raciocínio, porque a gente para de querer pesquisar, de querer ler, e a gente busca, vai querer buscar tudo muito rápido. Então tem um risco sim. Aí quem que será substituído nessa nova era, né? Eu tava pensando isso. Bom, eu não acredito que vai substituir, como eu disse, vocês, mas eu acredito que os humanos que aprenderem a trabalhar com inteligência artificial vão ter uma vantagem aí, porque não dá para ignorar essa transformação.
Foi a mesma coisa que eu contei do meu avô aqui. O que aconteceu com ele. Então eu acho que ser usado em conjunto, o que nunca a inteligência artificial vai poder copiar, porque assim, ela pode escrever um poema, mas ela não sente saudade. Ela pode falar de amor, mas ela não ama. Ela pode explicar o que é coragem, mas ela não sabe o que é medo. Ela pode calcular, mas ela não sabe escolher. Ela pode processar, mas ela não vive.
Quem vive é o ser humano. Então Não adianta. Esse é o maior diferencial do ser humano. Ela vai continuar sendo uma máquina, né? Então eu acho que durante décadas a gente foi treinado para acumular informação e hoje essa informação tá cabendo no nosso bolso, né? Porque em segundos a inteligência artificial responde alguma coisa pra gente no celular, no computador, qualquer lugar que a gente usa. E aí as pessoas também perguntaram muito sobre espiritualidade.
Como é que fica essa questão? Gente, a tecnologia pode evoluir, mas não garante evolução humana. As máquinas podem ser inteligentes e ok, ajudar bastante, produzir mais, perder, né, menos tempo. Mas a gente tem que cuidar do nosso corpo, da nossa mente, das nossas relações, das nossas emoções, que isso sim as máquinas não podem ajudar. Não tem jeito. Que nem aquele monge budista que eles criaram, que é uma IA. E aí tava todo mundo aplaudindo.
Para! Ele não passou pelo processo de ter que ficar meditando tanto tempo, de olhar pras emoções desafiantes dele, de trabalhar a meditação nos dias que ele não tá tão bem. Ele não passou— Para, para, para, para! Não, isso já, pra mim— Ele vai entoar mantras o dia inteiro e vai meditar o dia inteiro, porque pra ele ele é uma máquina. Entendeu? Então não, isso eu já achei too much information, não dá. Então a máquina vai poder fazer o trabalho dela e você vai poder usar isso de uma forma inteligente, sem medo.
Não temos que ter medo, é uma revolução tecnológica. Eu acho que aqui fica um convite para vocês pensarem, mas ainda somos seres humanos, temos a maior vantagem da história do mundo, porque não significa que, ai meu Deus, agora eu vou poder trabalhar mais. Não, significa que talvez a inteligência artificial te ajude a você ter mais tempo de trabalho para você, tempo de cuidar dessa saúde mental, emocional, energética. Do meu ponto de vista, se a gente usar isso com sabedoria, a gente vai ter tempo para gente, mais tempo para gente.
Agora, essas pessoas quiserem ficar competindo com as máquinas e enlouquecendo Para, aí não dá, né? Não tem como, porque— Bom, enfim, tem um livro que chama Em Busca de Sentido, que é de Viktor Frankl. No final ele até fala que não será a tecnologia que dará sentido à sua vida, será você. E é isso, é isso, tá? Se a gente olhar para a história da humanidade, sempre foi história de adaptação, de construção, né? Mas a gente tem que saber, a gente tem que aprender e administrar a nossa atenção.
Eu quero terminar hoje o podcast deixando uma pergunta para você. Não precisa responder agora não, hoje não é a bordoada gostosa do último podcast. Eu quero que você imagine a sua vida daqui 10 e depois numa outra folha daqui 20 anos. Como você acredita que vai ser sua vida daqui 10 anos e daqui 20 anos? E existindo uma inteligência artificial que consiga até fazer um pouco do seu trabalho, mas eu queria que você— como que você ia lidar com isso?
Você, quem continuará sendo você tendo algo para te ajudar muito no seu trabalho, sabe? Acho que é uma pergunta legal para a gente se fazer, porque lembra, a máquina vai conseguir fabricar, fazer, responder, mas ela não vive as cicatrizes que já te ensinaram, os fracassos que já te moldaram, os abraços que mudaram a sua história, as perdas que fizeram você amadurecer. Então nenhum algoritmo sente o coração acelerar quando reencontra alguém que ama.
A máquina não vai contemplar o pôr do sol. Nenhuma inteligência artificial vai olhar pro filho dormindo e, ai, aquele amor gostoso, né? Então quem que você vai escolher ser? Eu acho que a minha preocupação talvez seja das pessoas, algumas pessoas que não souberem lidar com isso. Entrar muito nessa energia do poder e do ego para querer usar isso só para ganhar dinheiro, ou até para fazer alguma coisa mais negativa com outras pessoas, e se tornarem cada vez mais duras, duras e frias como as máquinas, né, como essa inteligência artificial.
Mas a pessoa no fundo sempre vai ser um ser humano, né. Até porque a máquina não sente dor. Então, na minha opinião, eu acho que a gente pode usar isso em conjunto, esse tirar esse medo da tecnologia, mas sendo usado com responsabilidade vai ajudar a gente. Mas para a gente se lembrar todos os dias que a gente tem que cuidar da nossa mente, do nosso coração, das pessoas que a gente ama, porque esse vai ser e vai continuar sendo o maior diferencial do ser humano, né?
A gente, só a gente vai poder trocar energia, só a gente faz ground. A máquina não consegue fazer ground, ela não vai sentir essa energia, ela não tem essa troca, ela é uma máquina, né? E os olhos nos olhos e tudo isso. Então, bom, espero que estejamos todos prontos para isso. A gente não tem muito uma previsão correta, né? Eu tentei buscar alguns estudos aqui de Mas a gente não consegue ter certeza de como vai estar daqui 10 a 20 anos, mas a gente tem certeza que sim, vai ganhar muito mercado e a gente vai se beneficiar desde que a gente use com consciência tudo isso e estejamos preparados pra não enlouquecer, mas sim, ó, você é uma máquina e acabou.
Porque vamos lá, o smartphone tá enlouquecendo muita gente, né? Tem gente que ficou viciado nisso, fica o dia inteiro nisso. Um monte de gente com doença psicossomática porque tá o tempo inteiro conectado. Então que isso não se torne mais uma arma na mão das pessoas, mas uma ferramenta que vai ajudar ela a ter mais tempo pra ela meditar, pra ela contemplar o sol, pra ela ficar com os filhos, com a família, com as pessoas que ela ama, pra ela viajar, enfim.
E isso é o que eu espero pro nosso futuro aí com essa inteligência artificial chegando com tudo, que não tem como a gente fugir, gente, da evolução. Né? Me fala o que que você achou desse conteúdo. Deixa para mim aqui ou lá no Instagram, @taisgalacioficial. Já curte, já compartilha, que é um conteúdo legal, é um conteúdo diferente. Adorei quem mandou mensagem para mim pedindo sobre isso. Eu acho que a gente pode usar as informações de ciência, filosofia e toda informação que essa inteligência artificial pode trazer para gente, até de lei de atração, mas só você vai conseguir realizar, só você vai sentir, só você vai passar pelos desafios mesmo e conseguir evoluir, né?
Então, ó, beijo na alma, no fundo da alma e no céu da boca, onde só eu chego. Você sabe, nosso encontro hoje gostoso, hein? Quero todo mundo com a vibração elevada. A gente se vê na quinta. Aproveite essa lua nova. Até a próxima!