785 - É amor ou obsessão? Você sabe amar?
Você ama de verdade ou está vivendo uma obsessão emocional?
Neste episódio, vamos falar sobre as diferenças entre amor saudável, dependência emocional e apego ansioso. Entenda por que tantas pessoas confundem controle, ciúmes excessivos e necessidade constante de atenção com demonstrações de amor.
Descubra como traumas da infância, medo do abandono e padrões emocionais inconscientes influenciam seus relacionamentos e aprenda a identificar os sinais de uma relação baseada na liberdade, no respeito e no amor verdadeiro.
Você vai conhecer conceitos da psicologia e da neurociência sobre obsessão, sistema de recompensa do cérebro, dopamina, teoria do apego e dependência afetiva, além de reflexões profundas para transformar a forma como você ama.
Se este episódio fizer sentido para você, compartilhe com alguém que também precisa ouvir essa mensagem.
Neste episódio você vai descobrir:
- O que diferencia amor de obsessão.
- Os sinais da dependência emocional.
- Como identificar um apego ansioso.
- Por que o ciúme excessivo não é prova de amor.
- Como traumas da infância afetam os relacionamentos.
- O papel da autoestima no amor saudável.
- Como construir relações mais leves, maduras e conscientes.
Speaker A
- Dependência Emocional vs AmorAmor saudável · Dependência emocional · Apego ansioso · Ciúmes excessivo
- Padrões de comportamento e repetição neurológicaSistema de recompensa cerebral · Dopamina · Comportamentos aditivos · Abstinência e ansiedade
- O Medo na InfânciaTraumas relacionais · Medo de abandono · Padrões inconscientes · Teoria do apego
- Luto e transição de ciclosLua minguante · Desacelerar e revisar · Medo da perda
Olá, seres de luz! Você mesmo, alma gostosa! Tudo bem com vocês? Bom, quinta-feira de lua minguante, entramos agora, hein? Faz 2 dias na lua minguante, então vocês podem sentir que a energia às vezes tá um pouquinho mais por um cabelitos. É normal, a natureza tá convidando a gente a desacelerar para a gente fazer uma revisão, revisar o que a gente quer levar para o próximo ciclo, que a gente quer deixar, que sementinhas novas queremos plantar, e o que que— e limpar, limpar tudo aquilo que não tá servindo, que não tá dando certo.
Se a gente ouvisse a natureza, né, a gente é tão parte, a gente faz tão parte da natureza, a gente despertasse, né, apertasse esse botão, a gente, eu acho que não ia ter tanta gente com doenças psicossomáticas, é sério. Porque a natureza meio que esfrega na nossa cara: calma, agora é momento de calma, de desacelerar, de pensar, de reorganizar o que deu certo, que não deu, que eu posso melhorar, o que que eu posso liberar. A gente quer só juntar, juntar, juntar, cada vez ter mais.
E aí o que a gente pode liberar, a gente tem medo de abrir mão e de soltar, porque a gente tem o medo da perda. Então a gente vai acumulando, e aí por isso vem as doenças, é por isso que acontece, o mundo tá nessa loucura, né? Tava fazendo essa reflexão depois de uma meditação e fiquei pensando isso: a gente somos acumuladores, acumuladores de emoções, acumuladores de pessoas, acumuladores de coisas, porque a gente tem muito medo de desapegar, a gente tem medo da perda, e principalmente a gente acha que pode precisar disso lá na frente.
Ai, meu Deus, eu tenho uma mania selvagem, eu tenho uma mania selvagem de desapegar de pessoas. Quando eu desapego de alguém, gente, eu não tenho raiva nada, mas simplesmente desapego. Eu nisso eu sou bem resolvida, mas eu tenho que desapegar, aprender a desapegar cada vez que passa. Eu tenho feito isso de situações e coisas que às vezes voltam, né? Lua Escorpião é complicado. Mas a gente tá aprendendo, estou aprendendo, seres de luz.
Ó, quero falar de um assunto que é bem confundido hoje na nossa sociedade. Foi pedido de várias seguidoras, principalmente mulheres, tá, que pediu aqui para mim. Eu falei, poxa, realmente é muito interessante, porque a gente cresce ouvindo tipo assim, não, quem ama tem ciúmes. Como assim a pessoa gosta de você não tem ciúmes? Quem ama não pode desistir. Quem ama faz de tudo pela outra pessoa. Quem ama insiste. A pessoa insiste porque ela ama ou não consegue viver sem esse amor, porque é verdadeiro.
A pessoa que ama a ponto de não conseguir viver sem a outra— será, gente? Será que a gente sabe o que é amor ou a gente compreende o que é uma obsessão? Então Hoje eu vou falar para vocês justamente dessa diferença. Eu vou pedir para vocês compartilharem com as pessoas porque é um tema delicado, porém salva vidas. Então respira fundo, senta que vai começar as bordoadas gostosas, tá? Então o que que é o amor? Eu acho que o amor verdadeiro, no meu ponto de vista bem humilde, é— ele não nasce da falta.
É quando você é inteiro e você atrai uma outra pessoa. Então nasce de abundância, não quer possuir, não quer controlar, tem respeito, deseja que o outro cresça e floresça, mesmo quando isso não atende os nossos desejos, né? Eu sempre falo que a pessoa que sabe amar é aquela que, mesmo que a outra pessoa decidiu ir embora, ela compreende isso porque ela gosta tanto da pessoa que ela quer ver essa pessoa feliz. E eu sei que é difícil porque a gente cresce, né, a gente tem uma forma distorcida um pouquinho do que é amor, né.
E as pessoas hoje atraem pessoas e querem encontrar alguém para preencher um vazio. E isso eu tô dizendo 80, 90% das pessoas hoje. A gente desenvolve uma capacidade de amar muito distorcida. Eu acho que o outro tem que me dar a felicidade. O outro tem que me gerar felicidade, o outro me pertence. Olha como isso tudo muda, gente, porque você passa a colocar um peso emocional, energético na outra pessoa. Absurdo, né? Então vamos entender um pouquinho primeiro o que que é obsessão.
Obsessão é uma coisa que nasce do medo, medo de perder, medo de ser abandonado, medo de não ser suficiente, medo de ficar sozinho. Na obsessão, a pessoa não ama quem você é, ela ama a sensação que você produz dentro dela. Então é uma espécie de regulador emocional, sabe? Ela acredita que só consegue estar bem se tiver com você. Isso não é amor, isso é dependência emocional. Vou contar uma história que eu lembrei de uma pessoa que eu atendi, eu atendi em Kundalini presencial.
Ela falava assim: não, é porque ele me ama demais. Demais, né? Ela tava com uma pessoa há muitos anos, era namorado, tava noivo, mas não tinha casado ainda. E aí quando eu perguntava o que que é se amar demais? Não, ele me pergunta sempre onde eu tô, ele fica desesperado quando não respondo mensagem porque ele fala que pode ter acontecido alguma coisa, ele já apareceu de surpresa no meu trabalho com flores, ele disse que não consegue viver sem mim.
Toda vez que eu mando mensagem, ele responde na hora. Ele fala que ele prefere morrer do que me perder. Ele acredita que nunca teve um amor como esse, uma mulher como eu. E eu sempre falei, meu Deus, que delícia ter alguém assim, com essa intensidade. Porque hoje em dia ninguém quer amar, né. Só que aos poucos ela foi percebendo uma realidade diferente. Porque no fundo ele não tava apaixonado por ela, né. Ele tava desesperado.
Então eram mensagens, ligações, daqui a pouco começou crise de ciúmes, invasão de privacidade. Aí você entende que desde o começo tinha pistas e tinha sinais, só que ela confundiu isso. Para ela era amor. Ninguém nunca me amou assim. E a neurociência mostra isso, né, que a obsessão ela ativa circuitos cerebrais parecido com aqueles envolvidos em comportamentos aditivos, tipo quando a pessoa recebe uma atenção desejada, ela fala, meu Deus!
Se ativa aquele sistema de recompensa no cérebro, especialmente relacionado, igual da dopamina. E aí, quando a pessoa tem esse distanciamento, perde esse contato, vem abstinência, ansiedade, angústia, impulsividade, pensamentos repetitivos. É muito parecido com o funcionamento de alguns comportamentos compulsivos, sabe? Quando a pessoa fala, não posso comer, eu tô de dieta, e ela fica só pensando nisso, ela não para de pensar nisso até que ela vai lá e come.
Então é por isso que muita gente fica olhando nas redes sociais centenas de vezes, cria perfil falso, passa horas olhando fotos antigas, interpreta qualquer mensagem que o outro colocou como se fosse um sinal para ela. Gente, isso, putz, na boa, sem julgar, mas já julgando, para! Para de achar que é tudo sobre você, alecrim dourado. Essas pessoas não estão vivendo amor, isso é uma compulsão emocional. É uma raiz de obsessão, tá?
E nenhuma obsessão nasce de relacionamento, começa muito antes, na infância, na forma como a gente aprende a amar. Algumas pessoas crescem acreditando que amor precisa ser conquistado e outras aprendem que só recebem carinho quando agradam. Então algumas viveram abandono do pai ou da mãe ou de alguns relacionamentos anteriores. De rejeição, de traição, pais que estiveram indisponíveis, não abandonaram, mas trabalhavam muito, de repente de violência, de humilhação.
Então o cérebro cria uma conclusão: se eu perder alguém novamente, eu não sobrevivo. E aí, quando o relacionamento começa, esse medo desperta dentro da pessoa. A pessoa não está brigando com o parceiro, ela está brigando com a ferida aberta que tem dentro dela. Entenda isso, não é você, problema nunca foi você, é a ferida dentro da pessoa. Então a obsessão começa com crenças bem profundas. Senta que tem bordoada, porque se você se conectar com alguma dessas coisas que eu vou falar aqui, você pode ter algum sinal de obsessão aí.
Se você acredita que sem essa pessoa você não vai ter valor, ou alguém já falou isso para você, ou nunca mais eu vou encontrar alguém assim, Ou alguém já falou isso para você? Ou preciso controlar tudo? Ou se essa pessoa sair da minha vida, minha vida acaba? Ou ai, meu Deus, eu preciso provar o tempo inteiro que eu amo essa pessoa? Ah, tá saindo muito mais com os amigos do que comigo, vai me abandonar. São crenças de comportamentos obsessivos, porque o amor saudável ele vem de confiança, de espaço, de respeito, de diálogo.
Gente, a pessoa tem que ter individualidade dela. Você não tem que estar grudado com a pessoa 24 horas, né? A pessoa que ama, ela continua sendo ela, realizando os sonhos dela, crescendo, continua tendo amigos. E quando que os ciúmes também passa a ser, deixa de ser normal, né? Porque todo ser humano deve e pode sentir um pouquinho de ciúmes, né? Não tô dizendo que quem sente ciúmes tem obsessão, não foi isso. Mas o problema é o comportamento.
Então assim, eu respeito a liberdade da pessoa? Eu quero controlar tudo? Eu investigo o celular dela? Eu monitoro a localização dessa pessoa? Toda mensagem que ela recebe, eu interpreto isso como uma ameaça? Ou tudo que ela fala também? Eu fico imaginando traição o tempo inteiro? Entende? Porque aí não é amor, é apego. E existe tratamento pra isso, gente. Porque obsessão, ela não define quem você é. Mas se for compreendida, ela pode ser tratada.
Então fazer uma terapia, fazer trabalhos energéticos, porque você identifica as experiências da infância e os traumas que são relacionais a isso, e esses padrões inconscientes que te mantêm nesse gatilho de obsessão, né? E aí a obsessão também traz quadros de ansiedade importantíssimos, depressão e outros transtornos, gente. Então aí precisa até de um acompanhamento psiquiátrico, e tá tudo bem, tá? Tá tudo bem, ninguém é maluco porque vai no psiquiatra.
Vamos parar com isso. Para, a gente já tá em 2026 indo pra 2028, já até pulei 2027 de tão maluca que eu tô também. Então tem que pedir ajuda. E se você identificou isso em algum amigo ou em algum parceiro, tem que conversar de uma forma bacana também, sem apontar o dedo e falar, você é obsessivo! Não, converse com jeito. A pessoa, gente, ela, a pessoa se sente culpada quando ela cai na realidade, sabe? E ela precisa entender, e nós precisamos entender, que amar não precisa prender, né?
A gente tem que confiar, a gente tem que contribuir para o outro ser feliz, mas não achar que Você precisa fazer o outro feliz. Você pode contribuir, mas a felicidade está dentro dessa pessoa. Então, se alguém fala que ama você, mas quer controlar sua roupa, seus amigos, seu trabalho, suas mensagens, o seu tempo, seus sonhos, não, essa pessoa não tá tentando proteger você, tá? Porque no fundo, no fundo, sempre vai ter uma desculpinha.
Gente, as pessoas são muito espertas. É sempre porque, olha, não, eu tô preocupado com você, tô preocupada com você. Não, olha, porque eu tô com medo que as pessoas vão falar dessa roupa que você tá usando. Não é porque tá curta, porque eu tô com ciúmes. A pessoa nunca vai falar que é por isso, né? Mas a pessoa tá tentando proteger o medo dela. E amar não precisa vigiar, não precisa prender, não precisa sufocar. Como eu disse, as pessoas têm que parar de sobreviver e uma querer conviver e viver com a outra, né?
E uma dessas pessoas que me mandaram mensagem falando sobre isso Me contou um pouquinho da história, um pouquinho parecida com a que eu contei para vocês dessa pessoa que passou em mentoria comigo, e que no começo ela gostava disso. Ela falou, pior que no começo eu gostava, porque eu nunca tive alguém tão presente, alguém tão preocupado comigo. Só que depois eu comecei a ficar com medo, né? E tem uma teoria, tem uma teoria que chama teoria do apego, que mostra que a forma como a gente foi acolhido na infância influencia a maneira como a gente vai se vincular afetivamente na vida adulta.
Então pessoas que têm esse apego ansioso vão interpretar a distância do outro como abandono. Então ele sair para falar com um amigo é um abandono, ele sair porque ele quer ir na academia mas ele não te chamou é um abandono, ele fazer qualquer outra coisa que você não esteja junto é um abandono. Então o cérebro não diferencia muito bem entre essa coisa de perder alguém porque na infância Você acreditou que você foi abandonado, né?
Então essas separações geram o medo desse abandono, sabe? Então eu quero terminar aqui deixando uma pergunta selvagem para vocês: e se amanhã todas as pessoas que você ama fossem embora, você saberia quem você é? Eu acho que essa pergunta é uma pergunta foda. Por quê? Porque o amor saudável não elimina a individualidade, ele fortalece, ele continua sendo sendo inteiro. Quando alguém se torna a sua única fonte de paz, de inspiração, de felicidade, de autoestima, de alegria, o relacionamento deixa de ser um encontro entre dois adultos e passa a ser uma tentativa de sobrevivência emocional.
E nenhuma relação aguenta esse peso por muito tempo, né? Quando uma, quando mais de uma pessoa esquece dela mesma querendo amar muito mais a outra do que a ela mesma, né, eu acho que é um indício já de que não vai dar certo essa relação. Porque a gente só consegue amar o outro verdadeiramente, sentir essa confiança sem invadir, sem vigiar, sem implorar, quando a gente se ama ao ponto de saber que mesmo gostando dessa pessoa, se ela for embora, você vai ficar bem com você mesmo.
Talvez Não do jeito que você gostaria, porque você gosta daquela pessoa, ninguém tá invalidando isso, mas sem você querer controlar esse resultado. Se a pessoa tá aqui do meu lado e quer permanecer comigo, ótimo. Agora imagina você querer alguém do seu lado, essa pessoa não gostando de você, mas tem gente que prefere isso, né? Então, como eu amo? Eu amo com medo de perder, com medo de abandono, ou eu amo Me amando em primeiro lugar.
Essa também é uma pergunta boa, porque eu acho que você tem um— eu gosto de fazer uma pergunta em mentoria que eu vou fazer aqui para vocês. Então vou pedir para vocês fecharem os olhos. Pelo amor de Deus, quem tá dirigindo faz depois, tá? Não é uma boa ideia fechar os olhos agora. Vou pedir para vocês fecharem os olhos e pensar na pessoa que você mais amou na vida. Agora me fala o que que essa pessoa fazia você se sentir. Ela fazia você se sentir livre ou ela fazia você sentir que você precisava tomar cuidado com tudo que você fazia?
Porque existe uma frase que a gente ouve desde criança, né? Se ele faz isso é porque ele te ama. Se ele faz isso é porque te ama. Isso é uma das maiores mentiras que os nossos familiares contam para gente. Peguei vocês com essa pergunta, né? Peguei vocês com essa pergunta. É, pois é, porque às vezes a gente confunde esse excesso, essa obsessão com amor. Quando a pessoa entra nesse estado de obsessão, que ela tá buscando essa recompensa, né, essa liberação de dopamina, ela fica o tempo inteiro, gente, o tempo inteiro com um julgamento crítico dentro dela, tentando controlar os impulsos, porque ela não vai conseguir.
E ele vai interpretando essa outra pessoa como uma necessidade de sobrevivência. Por isso que eu falo que nem é mais amor, não tem amor. Quando você tem uma obsessão por alguém, não é mais amor, né? Aquela pessoa que fica olhando se o outro tá online o tempo inteiro na esperança que ele vai mandar uma mensagem. A pessoa que olhou uma visualização lá no Instagram e falou, meu Deus, ele tá vendo meus stories, ou ela tá vendo meus stories, e cria uma esperança.
Não, meu Deus, uma curtida achando que é uma promessa. Para, gente, para! Obsessão não é excesso de amor, não é excesso de medo. Medo. Imagina que tem dois pássaros, um tá dentro de uma gaiola e o outro tá voando do lado de fora. Qual deles você diria que ama mais? O que prendeu ou que tá ali do lado mesmo solto? Entende? É isso. É isso. Porque você não precisa tirar a liberdade de ninguém pra que a pessoa queira ficar do seu lado.
É isso! É isso, a pessoa simplesmente, ela escolhe estar do seu lado e você simplesmente escolhe estar do lado da pessoa. Só que o podcast de hoje é, além dessas duas perguntas que eu fiz pra vocês, que foram bem porretas, né? Responde pra mim elas lá no Instagram, quero ouvir. Quero ouvir o que vocês estão pensando. Quem não me segue ainda, @taisgalacioficial, tenha vergonha na cara, né? Quem me ouve aqui não me segue lá ainda, porque eu acho que não foi só uma pessoa, foram várias pessoas que pediram esse tema muito parecido, sem saber que era obsessão.
Mas eu acho que vai abrir muito, porque às vezes a gente põe muito assim, ah, o outro, o outro fez isso, o outro me ama assim. Mas a gente, aposto que várias coisas que eu falei aqui você se pegou falando, caramba, eu fiz isso, eu já fiz, ou eu faço. Né? E para dizer para vocês que tem cura, tá? Porque é só você começar a curar a forma como você ama, compreender a forma como você ama, como você aprendeu a amar. Não se culpe, tem como a gente mudar isso.
Tem que fazer trabalho para trabalhar, trabalhos para psicoterapia, terapia, trabalhar a parte mental emocional, e tem principalmente que trabalhar a parte energética, não tem como. Tá bom? Muita gente que fez ativação da Kundalini mudou bastante, que a pessoa volta com brilho nos olhos falando, cara, eu sou a pessoa mais, sou a pessoa mais pica da minha vida, eu sou a mulher da minha vida, eu sou o homem da minha vida. E aí a pessoa, gente, é sério, a outra pessoa só vai estar do lado dela realmente porque ela quer muito, porque ela gosta dessa pessoa e ela quer se sentir livre, essa pessoa também.
É isso. Quando as duas pessoas escolhem permanecer, isso é um relacionamento saudável, Sem nenhum querer prender o outro. Sentir um pouquinho de ciúmes é normal. Mas isso não pode querer o tempo inteiro estar controlando a relação, né? Quem controla não ama demais, só tem medo. Medo de perder. Vamos finalizar esse podcast com essa frase aí. Nada de possessão, nada de obsessão. Mais amor nesse mundão de Deus, a gente precisa voltar.
Humanidade, vamos voltar pra todo mundo aprender a amar. Vamos voltar? Então tá bom, é isso, amores. Que que vocês acharam do conteúdo? Deixa para mim aqui lá no Instagram também, que que vocês gostaram. Me dê mais sugestões de conteúdo. A gente volta semana que vem, gostoso. Semana que vem, gostoso. Terça e quinta tem podcast. Semana que vem já é uma lua diferente, já estamos numa iluminação boa. Relaxem, aproveitem esse fim de semana.
A gente vai ter dia 12/07 agora, domingo, ativação de Kundalini presencial, mas não tem mais vaga. 7 7 foi fortíssimo online, fortíssimo. Até quem já faz falou: que foi isso? Pois é, portais são sempre portais. Próximo portal é 8/08. Se você não quer ficar de fora, porque muita gente ficou de fora, 7/07, um monte de gente mandando mensagem, já não tinha mais vaga. 12/07 já não tem mais vaga também, mas 8/08 ainda tem, tá bom? Vai ser outra energia, outra frequência.
Depois eu falo para vocês. Um beijo na alma e lembra, hein, que eu roubaria os anéis de Saturno por você. Vocês, mas isso não é obsessão, isso é amor gostoso selvagem. Até a próxima!
Ativação de Kundalini