782 - E se hoje fosse o último ano da sua vida !
E se hoje fosse o último ano da sua vida !
Speaker A
- O último ano da sua vidaViver uma vida fiel a si mesmo · Evitar julgamento e desaprovação · Medo de ser julgado em relacionamentos · Teoria da Autodeterminação · Autonomia · Estoicismo · Memento Mori
- Os 3 maiores arrependimentosNão ter sido quem realmente era · Ter esperado demais · Ter vivido com medo
- Legado e InfluênciaImpacto · Amor oferecido · Vidas tocadas · Coragem demonstrada · Consciência desenvolvida
- Estudo de Harvard sobre felicidadeRelacionamentos significativos · Metas vs. Pessoas
- Experiências espirituais e visõesPortal 7/7 · Lua Cheia · Conexão com mentores e guias · Sentir Deus na vida
- Arrependimento de trabalhar demaisTrabalho como fuga · Síndrome do 'quando' · Escravidão psicológica
- O que as pessoas não se arrependemAmar profundamente · Viver experiências significativas · Tempo com quem amam · Seguir um chamado autêntico
- Aceleração do tempo e registro de vidaExperiências novas na infância · Rotina na vida adulta · Acumular dias parecidos
- Mercúrio Retrógrado e comunicaçãoSombra de Mercúrio Retrógrado · Falhas na comunicação · Atrasos de voos · Mudanças repentinas
- Significado através da contribuiçãoConsumo vs. Contribuição · Conversa verdadeira
Olá, ser de luz! Oi, alma gostosa, energia boa! Tudo bem com vocês? Espero que sim. Se ninguém falou para vocês isso hoje, eu vou dizer: você é importante, você é especial, você é único, exclusivo e tem um dom e veio com uma missão que nenhuma outra pessoa tem. Sabia disso? Tá aí escondidinho dentro de você. Se você cavucar e olhar lá dentro, você vai descobrir. O problema é que a gente tá buscando fora. Gente, pelo amor de Deus!
Por isso que tem aquela história dos deuses que eles contam, né? Que vamos esconder o maior segredo num lugar que eles nunca vão descobrir. Aonde? Embaixo da terra? No fundo do oceano? Em algum lugar na árvore mais alta? Não, dentro deles mesmos, que eles não vão buscar. É verdade, é real, é real essa história, é real. Tudo bem com vocês nessa quinta gostosa? Essa quinta ainda de lua crescente, sim, lua crescente gostosa. Só que estamos por um cabelinho de Mercúrio retrógrado.
É, meus amores, no dia 29 a gente entra no Mercúrio retrógrado que vai até dia 23/07, ou seja, Lembra que a gente tem a sombra de Mercúrio retrógrado, a gente já está 15 dias antes e 15 depois na sombra, que a Gil até comenta com a gente que é um pouquinho até mais desafiante essa sombra de Mercúrio retrógrado. Então muita calma nessa hora, naquilo que você fala, aquilo que você ouve, falhas na comunicação, pode rolar atrasos de voos, mudanças repentinas.
Sim, isso. Faz parte do Mercúrio retrógrado que a gente tá por um cabelinho. Dia 29 começa, tá? Eu vou falar de um tema hoje. Ai, gente, o tema tá muito gostoso, muito! Eu adoro falar desse tema. Apesar de muita gente temer a morte, eu gosto bastante. Porque assim, imagina que você tá agora com mais ou menos 90 anos sentado numa cadeira, olhando pela janela. Tudo bem que o corpíteo já não tá respondendo mais da mesma forma. Muitas pessoas que você ama talvez já partiram.
O tempo que parecia infinito quando você tinha 20, 30 ou 40 anos, agora, ai, tá passando num único suspiro. E aí a pergunta que todo mundo faz é: "E se eu pudesse voltar no tempo? Será que eu faria diferente?" E não é uma pergunta hipotética. Durante anos, profissionais que trabalham com pacientes em fase terminal Ouviram respostas semelhantes. Até tem uma enfermeira australiana que chama Brownie. Brownie, parece brownie de chocolate, né?
Brownie. Ela registrou centenas de conversas com pessoas próximas da morte e percebeu um padrão bem interessante. Sabe qual era o arrependimento mais comum? Muita gente pode ter falado: "Ai, devia ter ganhado mais dinheiro, devia ter comprado uma casa maior, devia ter viajado mais, né?" Não, gente, o maior arrependimento que ela ouvia foi: eu gostaria de ter tido a coragem de ter vivido uma vida fiel a mim e não o que os outros esperavam de mim.
Agora para tudo e senta, porque a primeira bordoada gostosa nesse Mercúrio retrógrado, para você me entender, me entenda não nas entrelinhas, me entenda perfeitamente o que eu estou querendo dizer: quantas decisões na sua vida foram realmente Eduard, quantas foram tomadas para evitar julgamento, rejeição ou desaprovação? Nossa, preciso contar uma coisa para vocês que veio muito na minha mente aqui agora enquanto eu tô falando com vocês.
Eu falo que a espiritualidade vai falando comigo. Eu tô atendendo muitas pessoas que estão com desafio no casamento e acabam não querendo finalizar esse relacionamento. Ou casamento, enfim, união, porque tem medo de tipo, o que que vão pensar? Ser uma pessoa divorciada, de ser uma pessoa solteira, de ser uma pessoa que tem filhos e é solteira, uma pessoa, enfim, milhares e milhares e milhares de julgamentos que, meu Deus, né, julgamento, sofrimento.
E eu percebo que as pessoas estão aguentando e ficando em relacionamentos onde elas não cabem mais, não são felizes, a alma não bande por medo do que a sociedade— porque tem muita gente agora se convertendo a algumas religiões aí específicas onde fala que, pelo amor de Deus, se você não for, né, aquele casamento— não é nem margarina, é Nutella— se não for aquele casamento Nutella gostoso, maravilhoso, apesar que hoje em dia o Nutella é outra coisa, né, você vê, mas é, se não for aquele casamento maravilhoso Tipo assim, papai, mamãe, filhinhos, né?
Ainda tem a ordem, tem que ser papai e mamãe, tem que ser menina e menina e filhinhos. Se não for assim, ou que olha, porque, gente, e aí as pessoas estão infelizes, mas elas estão mostrando para o mundo: eu tô super feliz, viu? Tô super feliz. Mas não tá porra nenhuma. Pois é. E existe uma área da psicologia que chama Teoria da Autodeterminação, que os pesquisadores descobriram que seres Os seres humanos prosperam quando vivem alinhados com 3 necessidades fundamentais: conexão, competência e autonomia.
E eu acho que dessas 3, a palavra mais forte é autonomia, ou seja, eu escolho aquilo que vai trazer valor real para minha vida. Quando a gente passa a nossa vida seguindo expectativas externas, algo dentro de nós começa a morrer, e morre rápido, gente. E sabe o que que eu amo do o estoicismo, porque eles falavam disso há 2000 anos antes da psicologia moderna. Os estoicos já falavam sobre isso. Sêneca escreveu assim, ó: "Não temos pouco tempo, nós desperdiçamos muito dele." Eu concordo com ele, porque o problema não é a quantidade, mas é a qualidade da atenção que a gente dá à nossa vida.
A maioria das pessoas tá vivendo como se tivesse um estoque infinito de manhãs, tardes e noites e horas e 3 da tarde de uma terça-feira. Eu tenho milhares de 3 da tarde de terça-feira. Não tem. Deixa eu te contar uma coisa, não tem. Você tem um número limitado de café da manhã, um número limitado de abraços, um número limitado de pôr do sol, você tem um número limitado de oportunidades pra dizer "eu te amo", você tem um número limitado de chances de ser quem você é.
Eu sei que isso pode doer um pouquinho, porque faz a gente ter que mexer, tirar o popozão da cadeira e se mexer, sabe? Sabe quando você não tá com vontade de treinar e fala: "Tá, mas eu tenho que ir". Muita gente fala: não, não vou, e dane-se. Não, você vai mexer sim, porque você tem que lembrar que você vai morrer. Eu sei que parece sombrio, mas é exatamente o contrário. A gente não vai meditar sobre a morte para trazer medo, mas para gerar presença.
Porque se eu lembro que o meu tempo é finito e não infinito, eu paro de desperdiçar em redes sociais falando do vizinho. Pelo amor de Deus, que quando alguém vem falar para mim de fofoca de novela ou de alguma fofoca de alguém eu falo: meu Deus! Não, não, não, não, não... Me conta do livro que você leu, me fala alguma informação importante, não me fala de ninguém. A gente para de se comparar, a gente para de ter discussões inúteis porque se alguém vir discutir com você, você fala: nossa, vou perder esse meu tempo?
Que o meu tempo é finito com isso, com essa discussão? Eu também paro de agradar todo mundo porque eu quero que se dane, daqui a pouco eu não tô mais desse mundo mesmo, vou ser eu e fazer o que eu quero, andar pelada na rua— uhul! Ué? Para! Preocupações imaginárias começam a perder o poder. Tudo isso perde a força, gente. O segundo grande arrependimento. Tem outro arrependimento comum das pessoas no fim da vida que é: "Eu gostaria de não ter trabalhado tanto." Ah, mas aí não é que seja ruim trabalhar.
O problema é quando o trabalho se torna uma fuga, porque muitas pessoas trabalham excessivamente Porque elas não sabem lidar com o silêncio. Elas não querem parar pra olhar pras suas emoções, pra sua vulnerabilidade. Então eu me ocupo a cada minuto. Depois de anos eu descubro: "Meu Deus, meus filhos cresceram, meus pais envelheceram, meus amigos seguiram caminhos diferentes e o tempo não volta." Né? E tem uma armadilha aqui, gente.
Agora eu vou pegar muitos de vocês. Aquela do "quando". A síndrome do quando, sabe? "Ah, quando eu ganhar mais dinheiro, quando eu encontrar alguém, quando eu tiver aquele corpo, quando eu mudar de cidade, quando eu tiver mais tempo, eu vou ser feliz." O quando nunca vai chegar, gatinha e gatão. O quando nunca vai chegar. Porque a mente sempre vai criar um próximo objetivo. E os estoicos chamam isso de escravidão psicológica. Então você entrega a sua paz para um futuro imaginário, que pode nem chegar, amor.
Você pode atravessar a rua ali e Acabou, né? Você tem que viver a sua vida nesse exato momento. É a sua prioridade, é o agora. O que que você tá fazendo exatamente agora, além de me ouvir? Óbvio, óbvio, né? As conexão gostosa. Será que você estaria preocupado mesmo com esse monte de coisa de abobrinha que vem na sua cabeça que nem aconteceu Mas você fica aí pensando, porque tic tac, tempo tá passando. Você estaria adiando aquela conversa?
Você continuaria com essa pessoa aí do seu lado que já acabou, mas você tá só porque você precisa estar naquele círculo de família? Doriana, não, né? Você continuaria aceitando o que você aceita no seu trabalho, com a sua família, com seus amigos, na sua casa? Agora vamos falar o que as pessoas nunca se arrependem. Porque existe um padrão também. As pessoas quase nunca se arrependem de ter amado profundamente. Mesmo que tenha sofrido.
Dane-se, mas amei. E é muito bom amar. As pessoas não se arrependem de ter viajado, de ter vivido experiências significativas, de ter passado tempo com quem amam e de ter seguido um chamado autêntico. Mesmo quando elas erraram, mesmo quando elas fracassaram. Olha que legal, né? E eu acho que a meditação ela traz muito isso para nossa vida, né? A gente ter essa conexão de presença e saber que você tá presente aqui agora, mas a gente não tem todo tempo do mundo, né não?
Eu acho que a gente, pensando nisso, é, a gente também traz aquela coisa de que os anos estão passando muito rápido, né? Os pesquisadores sugerem que o cérebro registra mais intensamente experiências novas. Então quando a gente é criança, tudo é novidade, por isso que os anos parecem gigantes. É verdade. E quando adulto, a gente repete muitas vezes rotinas, mesmos trajetos, mesmos as mesmas conversas, mesmos ambientes, então o cérebro cria menos marcos de memória.
Então tem aquela sensação de "meu Deus, a gente já tá em dezembro de novo!" E na verdade não é o tempo que acelerou, é você que registrou menos vida. Essa frase costuma impactar. Talvez você não esteja ficando sem tempo, você tá acumulando dias parecidos. Ai, gente, esse podcast tá com uma bolacha atrás de outra bolacha, Sorry, mas eu preciso falar isso no mês de junho, mês 6, porque você tem 6 meses até o final do ano aí. Então se você não começou aquilo que você prometeu que ia começar, agora você vai.
Agora eu te empurrei do penhasco, empurrei o boi, sabe? Só tinha essa vaquinha que dava leite, empurrei sua vaquinha, acabou. Agora você vai ter que fazer alguma outra coisa. Ai, gente. O que que vocês acham? Me conta. Agora uma pergunta bem gostosa para ficar aí na sua mente a hora que acabar esse podcast: se você hoje fosse o último dia da sua vida e você olhasse para trás e você vê tudo aquilo que você viveu, todos os relacionamentos, as escolhas, os sonhos, o que que você gostaria de agradecer para você mesmo?
O que que você não quer lamentar? "Porque a verdade é essa: o maior arrependimento das pessoas no fim da vida não é ter fracassado, não é ter perdido dinheiro e não é ter cometido erros. É perceber que passou anos esperando autorização para ser quem realmente era." E aí, o que você acha? Você se arrepende? Eu acho que eu descobri isso logo, mas eu acho que a espiritualidade me empurrou para isso cedo, porque como eu tive o pânico, eu tive que entrar nesse processo de autoconhecimento muito cedo.
Então eu sou grato a isso, né? Eu sou muito grata. Quando a gente vai, tem um, para a gente entender um pouquinho sobre felicidade, já que a gente tá falando desse assunto, em 1938, há muitos e muitos anos atrás, começou um estudo longo sobre felicidade em Harvard. Acho que é o estudo mais longo que tem, que o que que seria uma vida considerada boa quando a gente olha para trás? Dinheiro, fama, sucesso, status? E a resposta é outra, gente, o maior O que as pessoas buscam, que traz felicidade, satisfação no fim da vida, foi relacionamentos significativos.
Quando as pessoas chegavam nos últimos anos de vida, raramente elas falavam de metas, elas falavam dos filhos, dos amigos, dos amores, das pessoas. A gente está investindo tempo no que realmente importará daqui 30 anos? Porque a matemática da vida é brutal. Vamos fazer uma conta simples, vai. Eu tenho 45, vamos supor que você tem 45, me respeita, finge que tem também. Vamos supor que a gente vai viver até os 45. Então, opa, tenho aí mais uns anos de vida.
Então você tem aproximadamente, vamos fazer uma conta rápida aqui, deixa eu entrar na calculadora que eu não sou boa de matemática. A gente tem mais ou menos 2.080 semanas interessantes. Parece muito, mas vamos lá. 2080 finais de semana, 2080 domingos, 2080 oportunidades de sentar com alguém que você ama. De repente não parece muito, né? Eu não quero gerar ansiedade em vocês, não, mas eu quero que você use o recurso mais raro e valioso que você possui, que é o tempo.
Pois é, a gente nunca teve tanta tecnologia, né? Tanto conforto, tantas opções, e mesmo assim a maior epidemia de pessoas vazio, com vazio. Por quê? Porque o cérebro humano foi projetado para encontrar significado através do consumo, mas sim através de contribuição. Ó, que legal! Você pode consumir vídeos por 8 horas e terminar o dia vazio, mas uma conversa verdadeira de 20 minutos marca sua memória para sempre. O cérebro registra isso, esse significado.
Então não é a quantidade, né? Então vamos lá, os 3 maiores arrependimentos das pessoas: não ter sido quem realmente eram, acho que esse é o pior, ter esperado demais. Ah, eu esperei meus filhos crescerem, esperei ter dinheiro, esperei me aposentar, esperei ter mais tempo. E ter vivido com medo, que acho que muita gente tem medo de errar, de decepcionar, de fracassar, do julgamento, principalmente do julgamento. E quando a gente percebe isso que eu tô trazendo para vocês, que é essa, ai, eu sou mortal, né, a neurociência fica fascinante aqui porque eles mostram que quando a gente lembra disso, a gente revê nossas prioridades, valoriza relacionamentos, busca mais significado.
Por isso que pessoas que tiveram à beira da morte, elas voltam completamente diferente dessa experiência, sabe, elas voltam muito diferentes, muito, muito, muito, muito, muito. Os estoicos, eu amo estoicismo, né? Vocês já perceberam, eu amo muito, porque eles falavam exatamente isso há 2000 anos atrás. Gente, pratiquem o memento mori, que significa lembre-se que você vai morrer. Não é o exercício para te trazer medo, mas é um exercício sobre vida, né?
Então daqui 100 anos não, ninguém vai lembrar seu nome, ninguém saberá quanto dinheiro você tinha, ninguém lembrará o carro que você dirigia, ninguém saberá quantos seguidores você tinha. O que resta? Seu impacto, amor que você ofereceu, as vidas que você tocou, a coragem que você demonstrou, a consciência que desenvolveu. Em breve você terá esquecido de tudo e em breve todos esquecerão você. Eu sei que parece duro, mas é libertador, porque Todo mundo vai esquecer mesmo.
Então por que você tá vivendo para impressionar os outros? Eu quero que você— ó, é sério, se o podcast de hoje não te motivou a olhar no espelho, sorrir para você e falar: meu, esse dia é meu, esse momento é meu, a vida é minha, vou fazer do jeito que eu quero e dane-se o que pensam. Vou falar, hein, vou falar. Vem fazer uma ativação que você tá com essa autoestima, autoconfiança aí, tem que trabalhar algum bloqueio energético Vou mesmo.
Chega de esperar, chega de adiar, chega de termer, chega de querer agradar os outros. A pergunta é: quanto tempo ainda tem? Eu não sei, não dá para a gente saber. Eu chutei aqui que a gente vai até os 85, 90, mas a gente não sabe quanto tempo a gente tem. A gente pode morrer amanhã, né? E tá tudo bem. Mas estou vivendo a vida que eu gostaria de viver, porque eu mesmo gravando esse podcast aqui para vocês já pensei um monte de coisa que eu quero ainda melhorar, porque Que esse meu aniversário, eu, cara, eu tô me transformando, gente.
Vocês não têm noção que a La Thaís que vocês conheceram no podcast lá de 2020, 2021, não sou mais. Já faz tempo. Mas essa que vocês conheceram ano passado, 2025, e essa que vocês estão conhecendo 2026, a partir de agora é uma Thaís completamente diferente. Eu mudei esse ciclo e parece que virou uma chave dentro de mim, que eu tô assim, tipo, cara, Eu quero viver para mim, eu quero viver com propósito, eu quero viver cada vez mais na minha missão, eu quero ser uma contribuição e eu quero receber contribuição, eu quero mais abraços gostosos e quentinhos, sorrisos, eu quero mais conexão nos olhos, eu quero menos redes sociais, eu quero que se dane se o outro tá andando com aquela roupa ou com essa, se ele gosta disso ou quero aquilo, que se dane.
Eu quero que ele esteja feliz e eu quero profetizar cada vez que passa mais que as outras pessoas sejam felizes. Eu quero desejar que cada vez mais as pessoas que cruzam a minha vida, que eu conheço, sejam felizes. Eu quero não só desejar para mim. Durante muito tempo eu desejei muito isso para mim, sabe? Eu quero mais prosperidade, quero ser mais feliz, eu quero. Agora eu quero desejar para as outras pessoas também. Quero. Eu acho que eu vim— esse foi um amadurecimento, né?
Eu acho que é isso. Quanto tempo ainda tenho? Não sei, mas eu vou fazer valer esse tempo. Espero que você também. Amei nossa conexão de hoje, nossa selvageria gostosa. Não, ó, não esquece, dia 7 do 7 tá chegando, portal mais espiritual que existe. Não deixa de fazer, acredita. Você confia no que eu falo para você, né?. Então tá, pois não diga que eu não avisei. Vagas limitadas, quem quiser presencial para me conhecer, dar abraço gostoso lá, conhecer a clínica, dia 12/07.
As vagas são mais limitadas no presencial, tá, porque a gente só faz duas turmas. No online, venham preparados porque vai ser tiro, porrada e bomba. Lua cheia com 7/07, vocês não têm noção, vai ser extremamente espiritual, extremamente mesmo. E eu acho que vai trazer muita conexão com seus mentores, os guias, você vai sentir muito Deus na sua vida, sabe? Porque o 7 é espiritual demais e a lua cheia coloca luz nisso, potencializa.
Então, ai, vai ser lindo. Eu acho que vai ter muito choro assim, choro de conexão, de agradecimento. Vai ser bom. Beijo no céu da boca, no fundo da alma, só onde eu chego. Até a próxima!