780 - A MATRIX ESPIRITUAL EXISTE: COMO ESCAPAR ANTES QUE SEJA TARDE
Será que você está conduzindo a própria vida ou apenas seguindo um programa invisível? Neste episódio, Thais Galassi recebe Fábio para uma conversa profunda sobre despertar da consciência, espiritualidade, intuição, frequência energética e questionamentos que podem transformar completamente sua forma de enxergar o mundo. Eles abordam temas como programação mental, livre-arbítrio, religião, mediunidade, expansão da consciência, percepção intuitiva e o verdadeiro processo de despertar espiritual.
Se você sente que existe algo além da rotina, este episódio pode ser o impulso que faltava para iniciar uma nova jornada de autoconhecimento.
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Thais Galassi
Fábio
- Experiências espirituais e visõesProgramação mental e livre arbítrio · Intuição e percepção intuitiva · Frequência energética e expansão da consciência · O processo de despertar espiritual · Religião vs. espiritualidade · Mediunidade e percepção de sinais · O papel do corpo físico no despertar · A importância do questionamento
- Autonomia PessoalVocê é suficiente e não depende de ninguém · A importância de seguir a própria intuição · O livre arbítrio e a responsabilidade pelas próprias escolhas · A busca por respostas internas em vez de externas · A construção da própria felicidade
- Mapa do Grande DespertarA 'coceirinha' como início do despertar · O despertar como continuação de experiências passadas · A dor como consequência de feridas não tratadas · Fases do despertar: negação, raiva, barganha, aceitação · A necessidade de não esperar por crises para despertar · O despertar como um processo contínuo, não um evento único
- O Papel do Profissional de Saúde MentalO terapeuta como facilitador e catalisador do despertar · A armadilha da dependência do terapeuta · A importância de não misturar terapias energéticas sem critério · A maturidade do indivíduo para receber e aplicar o conhecimento · A transmissão de informação em vez de formação de terapeutas · A vaidade e o ego como motivadores negativos para líderes espirituais
- Opressão religiosa e controleDogmas como afirmações indiscutíveis · A Bíblia e sua interpretação literal vs. simbólica · A figura do intermediário religioso e a dependência criada · O medo do pecado e o castigo como ferramentas de controle · A infância consciencial vs. a maturidade adulta · A crítica à ideia de que espiritualidade exclui prosperidade e beleza
- RelacionamentosA importância de se cercar de pessoas com a mesma frequência · O afastamento natural de pessoas com frequências dissonantes · A construção de relacionamentos saudáveis baseados na independência · O fim de relacionamentos como um recomeço · A crítica à ideia de 'felizes para sempre' em relacionamentos · A dificuldade em encontrar pessoas com propósitos alinhados
- Mediunidade e ClarividênciaA percepção dos sentidos e a interpretação do cérebro · A percepção de cores, sons e cheiros como sinais · O zumbido como possível sinal da pineal expandida · A influência de locais com alta frequência energética (aeroportos, shoppings) · A telepatia e a empatia como formas de mediunidade · A capacidade de perceber a energia das pessoas e ambientes
- Influência da mídia na políticaProgramas de debate que geram mais raiva do que entendimento · A importância do respeito e da escuta no diálogo · A crítica à busca por engajamento através da discórdia
Olá, seres de luz! Oi, alma bonita! Tudo bem com vocês? Ai, gente, eu tô tão feliz que ele tá aqui, vocês não têm noção, porque ele mora longe, esse danadinho, e desde o dia que a gente se conheceu é uma conexão, é uma conexão. Somos do mesmo signo, somos parecidos, que a gente é bem selvagem, bem selvagem. Quando dá para ser, para dar patada, não é patadinha não, né? E a gente fala uma coisa em conjunto, a gente fala não Somos o seu guru.
A gente ajuda as pessoas no processo e a gente ama esse processo de cura, mas a gente mostra que você é o seu, a pessoa que vai curar. A gente só vai ajudar no processo. Então a gente gosta de tirar essa coisa de eu não sou seu mestre, seu guru, seu profeta.
Exatamente.
Então tá com o Fábio, gente. Ele já teve comigo, quem já me ouve há muito tempo lembra que ele foi com Lael há muito tempo atrás. A gente falou várias coisas bem selvagens, bem legais. Todo mundo que faz ativação aqui comigo sempre me pergunta: como que eu posso evoluir mais? Além do que você já ensina, tipo, como que eu posso me aprofundar na espiritualidade ou me aprofundar em como despertar a minha intuição? Ele é especialista nisso. Fábio, gratidão por você estar aqui.
Que prazer. Prazer é meu. Prazer é meu. Um prazer voltar aqui depois desse tempo mesmo. Tô tentando lembrar quando que foi. Acho que foi em 2023, talvez. O que foi super legal o papo que a gente teve, mas as vezes que a gente se encontrou e falou depois sempre teve essa conexão, então é um prazer estar aqui conversando com você de novo.
Ai, muito bom, gente. O Fábio assim é aquela pessoa que você derrete do lado, assim, é muito bom. Energia boa, alma gostosa, alma gostosa é o Fábio. Fábio, o que você pode falar para as pessoas, tipo assim, para quem está começando? Pô, eu não quero, eu quero, acho que o mundo não é só acordar, trabalhar, treinar, transar, comer. Eu acho que o mundo tem algo além. O que eu vim fazer? Missão, propósito, como que eu posso despertar minha intuição?
Você tem um curso? O que você indicaria para essas pessoas? Você tem muita experiência.
Legal. Essa coceirinha de que será que tem alguma coisa diferente do que eu conheço é a base do despertar mesmo, que ela leva ao questionamento, ao questionamento mais profundo, porque ela já está questionando: será que tem alguma coisa além de tudo isso?
Isso já é um despertar, né?
Já é um indício de que o processo começou.
Legal.
Eu costumo falar que nenhum processo do despertar começa nessa experiência de encarnação. Em outras experiências você começou esse processo, agora você está continuando.
Ah, que legal.
Para chegar a um ponto de ter essa coceirinha é uma continuação. E a sua consciência verdadeira, aquela íntima, aquela lá dentro que está assim: "Então tá na hora, né, da gente voltar. Chega de tudo isso aqui, já viveu, legal. Agora vamos começar a despertar a consciência de verdade, vir fazer o que a gente veio fazer." E essa é uma busca realmente individual, intransferível, mas não quer dizer que a gente tem que fazer sozinho.
Ai, que legal!
A gente não precisa fazer sozinho.
Também é muito bom.
Mas é nosso, né? Quando a gente deita o travesseirinho na cama, mas quando a gente levanta do travesseirinho na cama, a gente não está sozinho, a gente está vivendo em sociedade. Então a gente pode se ajudar e inevitavelmente nós vamos nos cercar dos iguais, quem está vibrando na mesma frequência. Isso é muito bom, mas esse mesmo processo também atrai ou repele situações, pessoas, trabalhos, tudo com ressonância. Então, a primeira coisa que a pessoa que está com essa coceirinha, então, deve fazer é seguir essa intuição da coceirinha.
Então, o que você quer saber mais? Porque a gente quer resposta, mas não sabe para que pergunta.
É, a gente não tem as perguntas certas, né?
Não tem as perguntas. Então a gente tem que ir atrás das perguntas primeiro. O primeiro livro que eu escrevi chama "Resposta para Tudo".
Ah, que legal!
Que é uma provocação, obviamente. Eu sempre digo: não tem resposta para nada, você vai terminar o livro com mais perguntas do que antes de você ter começado.
Então pensa bem antes de comprar. Não, é o melhor, o melhor de tudo é isso, eu também acho que são as perguntas, né? A vida é uma eterna pergunta. Questionamento, né?
Tem que ser, ou deveria.
Ou deveria, eu acho.
Exatamente. Quando a gente questiona, a gente tem a chance, é um ganha-ganha.
Você tem possibilidades.
Exato. Se eu não questiono, eu não tenho possibilidade, eu estou sendo levado com a maré. A partir do momento que eu questiono, eu tenho a possibilidade de, eu costumo falar que é um ganha-ganha por causa disso. Se eu questiono e nesse questionamento eu acabo estudando, experienciando e acabo eu tô percebendo que o caminho que eu tô é aquele realmente mais interessante, então eu reforço, eu ganho a certeza, ganho a confirmação que eu tô no caminho que eu quero estar.
Então ganhei. Se eu acabo descobrindo que o caminho que eu tô é menos interessante que um outro que eu descobri, eu tenho a excelente oportunidade de mudar de caminho, de mudar de opinião, de mudar a situação que eu tô, ainda em vida, com saúde, com a mente clara.
Nossa, isso que você falou é muito interessante, porque eu acho que hoje as pessoas espera uma crise, uma perda de emprego ou uma morte de alguém para poder despertar, né?
Não deveria ser assim, não precisa ser assim.
Mas eu acho que a maioria é, não é?
A maioria precisa de um pedala na cabeça. Um pedala. Eu também precisei.
Eu também.
Agora, não precisa ser assim.
Eu tive pânico e eu fui super jovem quando eu tive.
Então, por que precisa ser assim, né?
Não, mas o que eu trago é justamente isso: gente, não espera. Não espera.
Se puder, não espera. É uma das coisas que a gente aprende, porque o despertar não acontece uma vez na vida, não é assim, ah, ó.
Não, é pra sempre, não é? É um processo.
É um processo que tem fases, e a gente, cada degrauzinho que a gente vai subir, e agora, a gente vai esperar alguma coisa disruptiva acontecer pra gente mudar de degrau, ou a gente vai conseguir antecipar isso e já se preparar pra essa mudança de degrau?
E outra coisa, quem entra nesse processo de despertar acha que agora a vida Fica... A gente conta pra eles?
Eu conto ou você conta?
Ou deixa eles descobrirem sozinhos? Não, Fábio, conta um pouquinho o seu processo. O que você acha que vai acontecendo nesse comecinho de processo de despertar?
Eu comparo o processo de despertar, nesse mesmo livro Resposta Pra Tudo, eu ponho um gráfico da psicologia sobre o luto, sobre a morte. Pra mim é um processo muito similar, muito.
Porque você está trocando de pele, né?
Um eu seu morre.
Você está meio que perdendo um véu, eu sinto muito isso, sabe? Quando os véus vão caindo.
E outra nasce. Esse processo. Então tem o processo da negação, da raiva, da barganha, quando a pessoa começa a querer trocar, sabe aquele negócio assim: "Então, Deus, se eu fizer isso aqui, você me dá aquilo?" E se eu for boazinha, será que...? É o processo da barganha do despertar. É normal. Até chegar à aceitação. Aceitação não é aceitar. Aceitação é entender o processo, não é aceitar, eu aceito.
É entender o processo que você está, seja ele doloroso ou não.
Sim, e a dor também é um resultado do seu processo. Vou tentar explicar isso. Ninguém precisa de dor para despertar, ninguém precisa de dor para aprender, mas dependendo do estado em que nós estamos, a dor pode ser uma consequência daquele processo. Vamos dar um exemplo. Nós crescemos, Não sei o pessoal que tá assistindo aí, com aquele metiolate vermelho.
Somos de 81.
Aquele metiolate vermelho, lembra?
Sim, eu sou dessa época.
O que que acontecia quando você coloca?
Não, me contaram, me contaram.
Eu vi no YouTube então que quando a gente colocava aquele metiolate aqui assim, ardia, que era o demônio, a gente ia soprar, soprava, não é isso? Por que que ardia? Ardia porque tinha uma ferida ali. Então eu falo, o processo do despertar é esse metiolate aí. Se eu passar o metiolate nesse braço que nada, não vai acontecer nada. Agora, como tem uma ferida aqui e aquele arder era o quê? O que mamãe falava quando ardia?
Que tava tipo quando passa o álcool, né? Tá esterilizando, tá curando também.
Então aquele processo é doloroso porque eu tenho aquela ferida. Aquela dor é consequência daquela ferida, mas eu não preciso ter aquela ferida, eu não preciso passar por essa dor.
E se você está sentindo, você pode olhar pra ela.
E aí você vai olhar e vai falar: "Opa, como é que eu cuido disso?" Como nasce a casquinha, né? Então parte do processo, quando a gente não olha pra essa ferida, é o metiolate do despertar que vai te chamar a atenção praquilo e você vai ter que olhar porque é uma ferida, porque tá doendo.
É, não vai ter jeito.
E é um processo que você causa em você, não é ninguém que tá fazendo isso, não é de fora. Então entender isso é importante.
Mas eu acho que hoje as pessoas não buscam mais esse processo porque acho que elas estão muito no vitimismo, sempre a culpa dos outros. Ou você acha que tem essa influência do inconsciente? O que você acha que mais pega hoje das pessoas não buscarem esse despertar? Ou não quererem?
Tem um programa, né? Isso. Nós somos programados. A questão do despertar é questionar esse programa. Se eu não questiono o programa, eu executo o programa.
Então eu acordo, trabalho, faço o que tem que fazer porque Eu acredito que é isso, a vida.
Isso. E tudo além disso. Ou seja, nós somos programados para ser seguidores, por exemplo. Então, para ter líderes. Essa programação é programação mental e física. Está no nosso DNA e está na programação mental também. Como a gente é criado, todas as nossas doutrinas, todo o nosso folclore, cultura e tudo mais.
Sempre teve em toda a história os líderes.
Em toda a história. Em toda a história. São poucos mandando-nos muitos, né? Então nós somos programados para ser seguidores. Se a gente não questiona, a gente vai continuar sendo seguidor, vai continuar deixando a vida levar, né? Então se você não tá conduzindo a sua vida, alguém está. Sim. Que maré é essa? Ah, eu tô indo com fluxo. Que fluxo é esse? Quem direciona esse fluxo?
Eu acho que então as perguntas para si mesmo, como você falou do seu livro até, eu acho que as perguntas São processos de despertar fortíssimo, né?
Total. Não tem despertar sem questionamento.
Porque você se pergunta: será que tá fazendo sentido a minha vida? Acho que é a primeira palavra, né? Primeira pergunta: tá fazendo sentido a minha vida? Tá do jeito que eu gostaria? É isso que eu quero? Tô atraindo aquilo que eu queria?
E a resposta pode ser sim.
Pode ser sim, tá tudo bem.
E a pessoa tá feliz: eu quero continuar assim. Não sabe a quantidade de pessoas que eu já escutei falando assim: não, não mexe nisso não.
"tá bom". Tá bom. Mas aí é muito programão, né?
Mas aí o que eu falo para pessoa: ótimo, desde que você tenha consciência do que está acontecendo.
Então você sabe, mas você escolheu estar ali.
Isso.
Você escolheu ser o soldadinho.
Isso, para mim tá tudo bem.
O meu problema é quando a pessoa não saber, tá? Eu acho que a maioria não sabe.
Absoluta, absoluta, 99,9 e põe muito 9 aí depois, não faz a mínima ideia do que está acontecendo.
Se você pudesse mensurar da sua experiência os buscadores que estão buscando evoluir, que estão nesse processo de despertar versus a humanidade, qual porcentagem você diria que tá no piloto automático, que tá aqui na—
A maioria absoluta. Quando eu falei do 99 e muito 9 aí, eu realmente—
Eu jurava que você ia falar pelo menos tipo: a gente tem 90% no piloto automático, aí os soldadinhos, e a gente tem 10% que tá aí.
Não, se a gente tivesse 10%, sem brincadeira, se a gente tivesse 10% da população mundial, se a minha matemática não tá muito ruim, que eu não sei.
Mas na terceira dimensão?
Com certeza essa programação já, não sei se tinha caído, mas estaria bem diferente. 800 milhões de pessoas vibrando no despertar, 800 milhões.
É bastante gente.
É muita gente, entendeu?
Mas é que no nosso mundo a gente vê tanta gente que a gente acha que...
É porque tá no nosso nicho.
É, e aí a gente acha que tem, eu acho que tem bastante gente.
A gente tá no nicho, é a mesma coisa o profissional de fisiculturismo achar que as pessoas estão fazendo exercício físico. Todo mundo tá fazendo exercício. Sim, porque você tá cercado de pessoas que fazem exercício.
Poxa, mas é uma pena, né, ouvir isso, porque... E tem uma coisa que quando uma pessoa tá nesse processo, tá com uma frequência mais elevada, ela ajuda as pessoas que estão com a frequência... Mas é pesado pra essa pessoa também, né? Ela tá segurando uma barra aí de um bairro, de uma cidade, de um estado, não é? Não acontece isso? Essas pessoas que têm essa... Frequência mais elevada. Não que elas são melhores, em nenhum momento a gente disse isso.
Não, não é nada disso, não.
É só porque a pessoa está mais desperta, então ela, consequentemente, você estando mais desperto, trabalhando, se trabalhando, olhando pra você, nem estamos falando de fora, você começa a despertar, você começa a elevar sua frequência, você ajuda, né, as pessoas que estão perto.
Sim, e o contrário também.
E aí se também tem muita gente...
O contrário também, é uma questão de ressonância ou dissonância frequencial. A gente estuda frequência de onda na física, a lógica é a mesma. Ou seja, é igual aquela questão do diapasão, né? Põe um diapasão numa frequência, o outro, se ele tá sintonizado na mesma frequência, ele vai começar a vibrar junto. É a mesma coisa, só que isso também tem uma outra questão do despertar, o que eu falei lá no começo. A gente começa a se cercar de pessoas iguais e as pessoas diferentes começam a se afastar, porque é dissonância, né? E esse processo tem atrito.
Tem. Eu sempre acho que não tem briga, pelo menos comigo foi, as pessoas foram se afastando E não teve briga, sabia? Que bom! Não, mas as pessoas que fazem ativação também falam: olha, eu saí do emprego, tal pessoa se afastou da minha vida, foi tranquilo.
A maioria... Foi com atrito? Não, a maioria, no meu caso, foi sem atrito, mas tem uma minoria bem barulhenta.
Olha que interessante!
E o atrito, as pessoas vão, talvez elas se relacionem em casa, o que eu escuto muito, as pessoas vão para o curso E falam assim: o meu marido não faz ideia do que eu tô aqui, ou minha esposa não faz a mínima ideia do que eu tô aqui.
Acaba tendo essa coisa de... entendi. Tipo, essa pessoa não aceita, não queria, jamais, tá.
E o que esse despertar faz em casa? O que esse despertar faz no trabalho? O que esse despertar faz na rede de amigos? Ih, lá vem o louquinho do ET, entendeu? Como é que faz? E ninguém me convida mais pra churrasco.
Lá vem a doida dos cristais, dos chakras. É isso, é isso. Eu sou a doida da Kundalini.
Eu sou o doidinho do ET. Me chamava pra churrasco, pra jogar futebol, era uma beleza. Agora não tem mais futebol, churrasco já sumiu. E isso que eu não converso sobre essas coisas, eu não converso, no meu dia a dia você não me pergunta disso.
Posso te falar? Eu até prefiro que o universo— Ah, eu prefiro que o universo afaste. Gente, eu sou muito sincera. Eu prefiro que a pessoa afaste mesmo quem não vai somar e "Traga pra minha vida pessoas que vão somar, que estão na mesma frequência." E é natural que isso aconteça. É, então. É natural. Eu não sou muito apegada, né, porque eu sou Gêmeos com Aquário, então já não sou muito... E eu confio muito no fluxo. Eu acho que isso é uma coisa legal, né?
As pessoas, quem tá muito nesse programinha, tem essa coisa de controle, de não confiar. Eu acho que o processo de despertar é mesmo você não estando numa situação das melhores, pô, você tá às vezes passando um desafio, mas você confia. Você fala: "Eu sei que eu tenho que passar por isso." É porque você tá comandando. É, e você sai mais rápido, né?
Muito mais rápido.
Porque eu percebo isso, às vezes, gente, vocês acham que eu não tenho desafio, que o Fábio não tem? A gente temos desafios, é normal, não é porque você tá trabalhando isso que você, mas eu sempre dou risada, eu falo, tem uma fase aqui para eu passar, tem algo aqui que eu tenho que criar.
E aí vai mais rápido, porque você, como você tá no comando e você colocou aquilo para você mesmo, quando você repara o que tá acontecendo, você fala, ah, então já sei, você resolve rápido.
Mas a gente colocou com a nossa frequência de pouco tempo ou já tava? É algo que já vem até de karmas e tudo?
Das duas formas fomos nós. Das duas formas. Se é um contrato que eu coloquei na minha encarnação ou se é algo que eu atraí por causa da minha faixa frequencial, eu estou no comando das duas. Então, quando eu tenho consciência, eu vou passar por aquilo mais rápido, não tenho dúvida nenhuma.
E mais fácil, né? Eu acho também.
E mais fácil, porque eu já compreendi como é o processo. Não quer dizer que a gente não possa espernear de vez em quando, xingar Deus e o mundo, acontece.
É igual isso, falam para mim que: "Ah, Thaís, você fala de Kundalini, mas você também fala palavrão." Falo mesmo, isso não tem nada a ver. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, né?
Não tem nada a ver, não tem. As pessoas acham: "Ai, tem uma vida diferente." Não tem vida diferente, é igual, mesma coisa.
Eu tava até comentando aqui com o Fábio, que eu falei: "Fábio, quer um café?" Ele: "Quero." Eu falei: "Ai, que bom que o Fábio é dos meus." A gente trabalha tudo esse problema, a gente toma nosso cafezinho preto com algodão doce.
Como é que vai tirar o café? Não pode.
E aí tem gente que fala: "Nossa, mas você come carne, Thaís?" Eu como, qual o problema? Então, né? Então, mas eu acho que é muito do que a gente acredita, né? O que a gente acredita é o que vai acontecer.
Aí tem o misticismo, né? A questão da espiritualidade aberta. Tem tudo. Todas as religiões, doutrinas, elas possuem os dogmas. Os dogmas são aquelas afirmações indiscutíveis. E aí que todas me perderam, porque se é indiscutível, me perdeu. Eu quero discutir tudo. "Ah, não pode falar de política, aborto e futebol." São os três assuntos, pode começar pelos três.
Adoro. Esse é dos meus. Esse é dos meus. "Ah, não quero discutir." Pois agora eu quero.
Isso, vamos falar sobre isso.
Agora eu vou, e eu vou falar, gente, sabe o que é interessante? O Fábio é inteligentíssimo, pensa numa pessoa fora da caixa, tá? Inteligentíssimo, então eu nem quero discutir nada com ele, e olha que eu gosto também de um babado. Então, e eu falei pra ele que eu tô ficando mais selvagem, porque assim, vamos abrir já que a gente tá com uma galera aqui que é muito, que vai entender. Eu acho que quando a gente tá nesse processo de despertar também, a pessoa começa a perceber que ela não precisa de uma religião.
Isso e mais do que isso, não precisa de nada nem de ninguém.
Ótimo! Vocês entendem? Porque eu acho assim, você pode ter um pouco de conhecimento do que eu passo, um pouco de conhecimento do que ele passa, um pouquinho de conhecimento de outra pessoa, você pode, isso ajuda no processo. Eu adoro ouvir o Fábio, adoro ouvir o que ele fala, as coisas dele, pra mim me agrega. Só que assim, eu não preciso do Fábio e o Fábio não precisa de mim.
Isso, mas essa é a relação saudável.
Mas é gostoso porque se ele quiser fazer ativação vai ser gostoso, se eu quiser vai ser bom e tá tudo bem, mas Não que a gente é uma coisa, porque as pessoas acabam ficando muito dependentes. Eu preciso ir na igreja todo fim de semana, eu preciso. Não, você não precisa, você quer ir. É o DNA do seguidor. Você quer ir. Eu acho que quanto mais a gente entra no processo de despertar, menos a gente quer se conectar a alguma religião. E não significa que a gente está afastado do criador.
Não, muito pelo contrário.
O que que é o criador? Mas aí é que tá, as pessoas ficam: ah, mas não existe nada. Eu acho, tem uma força maior, mas eu acho que você Você é o Deus?
Então é isso, o questionamento é esse, eu fiz essa provocação, o que é o criador? O que é essa força maior? Já parou pra pensar?
Você acredita que tem essa força maior ou que é você essa força maior?
Eu tenho certeza que tem uma força maior porque eu sou um fractal dessa força maior.
Regênio do tudo, isso, concordo com você, eu ia falar isso. Tem uma força maior regênio e somos fractais disso, exato.
Mas também faço parte disso e observo você, observo quem está vendo a gente, observo tudo que está aqui. Tudo isso faz parte disso. Exato. Então, se eu faço parte disso, mas assim, isso é uma construção, né?
É. E não é que é ruim ter religião, a gente nem está dizendo isso, a gente só está falando que quando você começa nesse processo, você vê que você quer menos ouvir essas coisas de pode, não pode, que eu odeio isso. Não fala para mim que eu não posso fazer nada. Eu sei que eu posso fazer o que eu quiser porque eu sei que eu vou colher depois, porque é o livre arbítrio, eu sei que se eu fizer, é a frequência que eu estou, eu vou colher, eu vou colher, não tem jeito.
O que você está acessando? É isso. A gente, essa questão, as pessoas ficam meio nervosas quando a gente fala isso, mas a questão punitiva religiosa, pode ou não pode, é uma questão infantil, infantilizada. Para criança você fala: "Pô, isso pode, isso não pode, não põe o dedo ali." "Por quê?" "Porque eu não quero." Mas tem gente que fala que se não tivesse isso não teria meio que uma ordem.
O que você acha?
Eu tenho certeza absoluta que no caso das crianças conscienciais tem razão.
Adoro que ele é selvagem. Tem razão. É porque o adulto mesmo tem nas ordens, faz tudo que faz, mata, rouba, tem tudo aí, isso.
A criança eu consigo impedir, o adulto eu não consigo impedir. Quando eu falo pra criança não faz isso, eu tenho uma autoridade.
Não, mas eles colocam o medo do pecado, eles colocam aquele medo que tipo vai—
Então, mas os pais não falam vou te colocar de castigo?
É, você vai ser castigado pelo—
Então, não é?
Por aquilo lá, né? Pelo cão lá.
Então, se você não me obedeceu, eu vou te colocar de castigo.
É muito parecido, né? É a mesma coisa. É o pai.
"Eu vou te bater, vou te colocar de castigo." Bater, eu vi no YouTube como era antigamente, não sei como é que é. "Eu vou te bater, eu vou te colocar de castigo." Também não é da minha época, pelo amor de Deus.
Nunca tomei palmatória.
Também, imagina. Minha mãe super tranquila.
Eu tomei umas chineladas na minha mãe.
Então, para quem conhece, eu soltei essa aí porque para quem conhece... Ah, tá vendo?
Tá na mesma gangue que a minha.
Então, e aqui quando eu falo infantilizado, eu não estou criticando. A infância é uma fase belíssima nossa. A infância consciencial também é uma fase. Só que a gente está tentando aqui, da mesma forma que a gente se transforma de criança para adolescente para adulto, na fisicalidade, no físico, no corpo físico, a gente está tentando fazer a mesma coisa consciencialmente, buscando adolescentes conscienciais, que vai ter birra, que vai se revoltar, igual adolescente da fisicalidade, e depois criarmos Adultos conscienciais.
A gente não tem que voltar: "Ah, a gente tinha que voltar a ser criança, com a inocência da criança." Não. A gente tem que admitir e assumir a nossa responsabilidade de adulto consciencial. Criança não tem responsabilidade. Adulto tem responsabilidade. Então a gente precisa ser adulto consciencial. Não acreditar mais no pode, não pode, senão eu vou bater em você, senão você vai para o inferno, ou senão você vai ficar de castigo. É você é o promotor, você é o advogado, você é o juiz, você é o júri.
Exato, mas eu acho que as pessoas não pensam, elas agem, né?
Porque não questiona.
Isso, agora se eu penso, respiro, eu sei que atitude que eu vou tomar e eu sei que vai ter uma consequência, é igual a pedrinha do lago, né? Total. Mas eu acho que faz muito sentido.
Você sabe hoje, se você enfiar o dedo na tomada você toma um choque.
É.
Você vai escolher, você quer enfiar o dedo na tomada, vai lá e enfia o dedo na tomada. Pra criança que você fala: "Ah, não bota a mão, hein, moleque, senão eu vou te bater." "Ai, que inferno de moleque, já perdeu o passeio, agora vai ficar sem a sobremesa." Começa a ameaçar, começa... Essa é a relação infantilizada que a gente tem, infelizmente, tá? Com as doutrinas, com as religiões. Mas por que isso? Porque a nossa consciência coletiva tem um grau frequencial infantilizado.
Não, e é muito forte, né? É muito forte, porque a gente está pegando o mundo inteiro. Muito, muito inteiro. Tem a religião. E aí não tem jeito, né? É aquela história do macaquinho da ilha.
Sim, o que aprende.
Então não adianta. Na outra ilha, o macaquinho começou a fazer a mesma coisa e eles não tinham acesso.
Mas é assim, o problema é assim, para eu chegar a essa conclusão, eu estou dando uma conclusão de algo que é uma caminhada. Muitas pessoas estão escutando, falam assim: ah, mas espera aí, né? Então, porque eu tô chegando numa conclusão e não quero nem que você chegue na mesma conclusão que eu, mas dá um primeiro passo, dá uma questionadinha, pode chegar em outra conclusão, não tem problema, mas questiona, questiona, começa a questionar.
Porque o que não me prendeu na minha religião, e olha que eu passei 12 anos de espiritismo, nasci na família católica, então ele entende muito, por isso que ele tá falando sobre isso, estudei em colégio evangélico, estudei em história dele, ele tem muita experiência experiência na religião para poder falar. Estudei Bíblia. Ah, vai ler a Bíblia, primeira coisa que a pessoa mais assim. Eu tive aula de educação religiosa duas vezes por semana, dos meus 5 aos 18.
Eu também, eu estudei em colégio de padre.
Entendeu? Então assim, a Bíblia eu já li de trás para frente.
É, eu nunca li inteira, mas é engraçado, né? Eu era pequenininha, eu entrava na igreja, eu já falei isso, eu falava assim para minha avó: por que que os santinhos estão tudo com a cara fechada, triste? Por que nenhum tá sorrindo, vó? "Cala a boca, menina!" Aí eu: "Mas tá todo mundo triste, a gente não vem aqui pra..." E eu era pitiquinha.
E Jesus não ressuscitou no terceiro dia, mas eu tenho ele na cruz em todos os lugares que eu vou.
Sofrendo muito. Então, outra coisa também que me incomodava, eu via... Sangrando. Aí eu falava: "Vó, por que ele tá daquele jeito?" "Porque ele foi crucificado." Aí eu pensava: "Mas só tem a foto dele assim?" Ele não ressuscitou depois? Olha a pequenininha. Só tem foto dele assim?
Não é?
Tava falando com ele aqui uma coisa muito legal, ele tem o curso gratuito para iniciar, né?
Tem, que é baseado no primeiro livro Resposta para Tudo.
Então é só entrar no Educação Consciencial no YouTube, ele tem mais de 2 mil vídeos. Tá bom para vocês? E onde que eles entram no site para ter acesso ao seu curso?
Pode ser educaçãoconsciencial.com.br, vai lá no curso Despertar Galáctico, a série Despertar Galáctico, tem 5 cursos. O primeiro DG1, Despertar Galáctico 1, é esse baseado no primeiro livro, no Resposta para Tudo. Então, cada módulo é basicamente um capítulo do livro. "Ah, não quero ler, não quero comprar o livro." Não tem problema, vai lá, faz o curso, tá online, gravação, faz no seu ritmo, vai assistindo às aulas, são questionamentos e bases científicas.
Então a gente questiona alguma coisa, por exemplo: "Ah, mas isso aqui está escrito..." "Ah, mas está escrito na Bíblia." Está escrito na Bíblia que Deus criou o mundo em 7 dias. Tá bom, vamos pensar um pouquinho. 7 dias, Deus criou o mundo, então não tinha o mundo, né? Não existia. 7 dias, o que é um dia? Um dia é o tempo que a Terra dá uma volta em torno de si mesma. Como é que eu tenho uma medida de um mundo que não existia?
É, hein? Não, e outra coisa, quando falam assim: "Ah, começou com Adão e Eva." Tá, então como que se diz todas essas origens que a gente tem?
Não, pior, Adão e Eva teve Caim e Abel, certo? Ah, é. Então, como que o próximo nasceu? Essa é a minha pergunta. E também tem uma outra coisa, Caim matou Abel, né?
Sim, e aí como que filhos de tudo parente não tinha nenhum problema, nada?
Como é que aconteceu o negócio aí? Mas aí Caim matou Abel e o Caim foi embora, ele saiu andando e quando ele saiu andando ele encontrou uma aldeia, mas essa aldeia saiu da onde? Mas só questionamento, e não tô falando: "Ah, a Bíblia tá errada." Não, é só uma pergunta.
Então, eu penso isso, eu também penso, eu falo: "Tá, então se tinha só Adão e Eva, como é que tinha aldeia?" Tinha só Adão e Eva, como é que a gente tem japonês, chinês, coreano, negros, pardos?
Sim, vai à base de questionamento. E isso não invalida, porque a gente vai para o 880, né? Então quer dizer que está tudo errado? Não, não tem nada errado. O que está errado é a nossa interpretação.
É, eu acho que é a interpretação. O jeito que foi traduzido, talvez, e muita coisa que foi colocada para gerar esse medo na gente.
Também. Então um dos capítulos do curso, um dos capítulos do livro, É exatamente linguagem religiosa. Então vamos entender, não é que está errado, a gente precisa entender então o que é a Bíblia. A Bíblia foi escrita por Deus. Peraí, já temos um problema. Então Deus é uma pessoa?
Deus é uma energia?
É um ser? Ah, mas inspirou as pessoas. Ótimo, então foram as pessoas que escreveram, certo?
Então foi canalizado.
Isso, foi inspirado, foi canalizado, maravilhoso. Quem escreveu?
Isso.
Quando escreveu? Em que época? Em que língua? Qual é o estado sócio econômico-cultural dessa pessoa, porque a bagagem dela está no que ela escreve. Então a gente precisa entender um pouco disso. E aí tem historiadores, pessoas inteligentíssimas que passaram a vida estudando isso, a vida estudando tradução de textos religiosos.
Não, e eu vi muitos falando que tem muito erro, né? Muito gapzinho.
Porque todo mundo que coloca... Quem já traduziu um texto sabe.
Você vai ter pegado um jeito, porque a minha vivência, eu vou entender desse jeito. "Entender de outro." Exatamente.
Então a gente questiona e conversa sobre isso. Isso não invalida a Bíblia, o livro mais vendido do mundo, fantástico, mas muda um pouco a nossa interpretação da gente tentar achar que as coisas são literais. E a gente começa a reparar que as interpretações daquilo que está escrito começam, mesmo dessa tradução que a gente tem, eu preciso do intermediário porque o que as religiões vendem é que eu não sou capaz, eu preciso de alguém que que intermedie isso e a informação que eu recebo é, além de toda essa tradução e toda essa questão dos livros que entraram, que não entraram, enfim, eu ainda tenho interpretação desse intermediário que vai me passar toda semana o que ele entende daquele livro e eu vou ter isso como verdade absoluta na minha vida.
Além desse curso, qual é o seu mais visto e comprado, o que as pessoas mais consomem além, acho que de Intuição você explica bastante como ativar a intuição, né?
O Despertando, tem o Despertando 1 e 2.
Esse é muito legal, gente, de como despertar sua intuição, porque é legal que você fala que todos nós somos médiuns, mas médiuns cada um no seu grau, mas você pode abrir isso cada vez mais.
Pode desenvolver e não tem a ver com ver espíritos, nada disso.
E é verdade, sabia? Porque eu lembro quando você e o Lael foram lá, e vocês falaram nome. E eu fiz assim: nossa, que legal! Porque eu consigo ver muito passado na ativação, eu consigo perceber história, o passado da pessoa, que eu acho que é o meu dom, cada um tem o seu. E eu falei: muito legal! E o Lael falou assim: você também vai começar a ver. E às vezes sai nome para mim nas ativações, eu lembro tanto de vocês, eu falo: danadinhos!
Então isso é você confiar naquilo que está recebendo, né? Porque acho que a todo instante A gente está recebendo um sinal, né? Tudo está sempre com uma sincronicidade absurda que a gente não presta atenção.
É isso, é a atenção, exatamente. Então no Despertando 1, ele tem uma parte online e uma parte presencial, né? O online tem a teoria pra gente entender e o presencial são só exercícios, é um dia só de exercícios.
Ai, que legal!
E a pergunta é essa: como você percebe? Porque a gente fala assim: "Ah, o amarelo é riqueza, o preto é luto, o branco é paz, tá?" Mas quem te contou isso? O que é o amarelo para você? Não estou falando de cromoterapia, não estou falando de faixa frequencial do espectro eletromagnético, não é isso. Estou falando de percepção.
Porque aí o que para você representa vai ser o sinal que você vai captar ali.
O que é para você.
Por exemplo, se eu sentir, vai, estou perto aqui de alguém, chegou uma pessoa, sentou aqui do nosso lado, falei: "Ai, Fábio, está meio preto aqui." Tá, preto para mim é legal, Fábio, pode falar. Então a energia da pessoa é boa. Aí eu posso falar: "Não, preto para mim não é legal." Então eu tô captando uma frequência diferente da dele.
É isso aí. É a mesma informação, só que pra você vem preto e pra mim vem frio.
Pronto. Mas olha que interessante. Gente, isso é muito legal, muito legal. Eu nunca vi ninguém ensinando.
Mas é isso, a gente põe no Despertando exatamente isso. O que é isso pra você?
Porque além de você ensinar a pessoa a sentir essa frequência, né, a cor, formato, mensagem, Você ainda, como ela vai interpretar isso?
Maravilhoso. Trabalha os 5 sentidos, não só, porque também tem isso, a gente fica muito focado na visão e esquece de ter os outros 4. Sim, que é o ouvir. O ouvir, o paladar também.
Paladar?
Paladar também, olfato.
Paladar, como que você percebe?
Sente gosto, exatamente, doce, amargo, azedo. A gente não usa essas referências? Uma pessoa azeda, uma pessoa doce. Não fala? Então a gente pode sentir isso.
Nossa, isso eu nunca percebi.
É, por quê? Porque o cérebro está interpretando.
Você desbloqueou algo aqui dentro de mim, você sabe, né? Ele desbloqueou algo aqui dentro de mim.
Porque o cérebro está interpretando.
Agora cheiro muito. Total, né? Nossa, eu sou uma coisa, quando eu às vezes conheço alguém, eu falo com essa pessoa, aí meu marido fala: "Você é doida." Eu falo: "Eu conheço essa pessoa." Não é? É muito interessante. Tanto é que quando o Thales nasceu, a minha filha não tive muito isso, porque eu já sabia, ela é uma coisa, uma conexão zona mesmo. Mas ele, eu cheirei ele e falei: a gente teve outras vidas muitas, muitas e muitas." Foi muito interessante.
Quer dizer que ali tem um cheiro realmente que está exalando da pessoa?
Não.
É a interpretação que você tem da frequência que você já tinha.
Sabe aquele cheiro de pais, de casa, de conhecido, de... Legal. É muito legal.
É isso. E talvez o paladar seja o mais difícil das pessoas perceberem, porque elas não estão abertas para essa possibilidade.
Eu nem pensei nisso.
Mas existe. Agora, todas as outras, por exemplo, quem nunca sentiu frio, calor, arrepio, que é o tato, né? Ou então não escutou alguma coisa? "Nossa, parece que me chamaram." Ou então: "Escutei alguém, escutei uma frase, escutei alguma coisa." E quando a pessoa fala que tá tipo um... Apitando, né?
Tipo um zumbido, alguma coisa. É uma frequência diferente? "Não sei porque é uma frequência diferente que eu tô captando aqui." Pode ser.
Aí o que é um zumbido pra você? Claro, tirando as questões físicas, eu sempre falo pras pessoas, né? Vai no médico, vai fazer o exame. Pressão alta, tudo mais. Não, não, não, não.
A pessoa percebe, né?
Passou dessa fase, é percepção mesmo? A primeira explicação e a mais simples: pineal. A pineal, como ela começa a expandir rapidamente, é normal sentir um apitinho, alguma coisa, ou seja, A sua antena tá...
Nossa, então eu tô lascada, porque esse último mês eu tô ouvindo muito isso. Então, a antena tá... Ó, fora aqui.
Parabólica.
Ele fica rindo, a sua é maior que a minha aí.
Mas troca de frequência muito abrupta também pode dar apito.
Não, é lugar cheio, às vezes que eu entro assim, eu falo assim...
É muita informação.
Acho que a frequência é diferente.
Muita informação também faz isso.
É isso.
E a questão, já que a gente tá pisando nesses territórios aí, pode falar qualquer coisa.
Que lugar cheio, a gente tava falando disso antes de abrir esse podcast aqui, que tá muito aberto. Pra mim, aeroporto é terrível, ele falou pra mim também, shopping, show. Nossa, parei de ir. Você também falou que parou de ir. Mas é realmente, gente, você começa, não sei, para manter a frequência.
E contatos de fora também apitam. É, quando eu falo de fora é ET mesmo, tá?
É, então acho que eles estão tentando falar alguma coisa. Será que eles estavam falando: Fábio tá chegando, Fábio tá chegando?
Anunciando, eu venho antes.
Fábio tá chegando, Fábio tá chegando. E foi engraçado porque eu falei assim: nossa, o Fábio vai vir essa semana para cá. Ele me mandou mensagem depois de 2 horas, eu ainda falei para você. Falei: Fábio, eu pensei nisso, cara. É muito legal, né?
É divertido, né?
É Muito, é muito legal. É tipo assim, ou ele pensou em mim pra mandar mensagem, vou mandar mensagem pra Thaís e eu captei, porque aí ele veio. Ou eu falei: "O Fábio vai vir essa semana" e ele captou.
É, e eu sempre, assim, eu quando pego uma mensagem assim: "Ah, preciso mandar uma mensagem pra Thaís." Eu nunca mando na hora, eu espero um pouquinho. Não sei por que que eu tenho isso. Não sei por que que eu tenho isso. Então você falou assim: "Ah, eu pensei, 2 horas depois eu mandei." Porque pode ser que a gente tenha pensado na mesma hora e eu só mandei 2 horas depois, entendeu? Porque de vez em quando eu faço isso mesmo. Na maioria das vezes eu faço isso. Daqui a pouco eu mando.
Ah, ele conectando. É por isso que eu ouvi no shopping: "Eee, fala o Fábio." Pior que agora toda vez que eu ouvir zumbido eu vou te mandar mensagem: "Fábio, você está querendo falar comigo?" Vai começar a diferenciar os zumbis: "Ah, esse zumbido é da multidão, esse zumbido é do Fábio." Eu vou ter que saber agora qual que é o zumbido certo.
Isso é difícil. O nosso corpo físico precisa acompanhar o nosso despertar consciencial, isso é importante também, sabe?
Qual que é o mais fácil, Fábio? Qual que as pessoas, a maioria das pessoas, é mais comum de mediunidade? É o auditivo, é o visual ou sentir?
O mais comum é o sentir, é empatia. Ou as pessoas podem ter isso como uma telepatia, mas telepatia é a conversa entre duas mentes, né?
Mas sentir, tipo assim, chegou alguém e você, ai, arrepiado.
A informação vem na sua cabeça. Todo mundo já tem, todo mundo tem isso. Tem, é verdade, que a gente chama de intuição.
É que às vezes a gente fala assim, cara, eu fui com o focinho dessa pessoa, não tem jeito, a pessoa não fez nada, ela só chegou, mas tem alguma coisa que falou para mim que não, ou que sim, ou que sim.
Exato, no lugar que eu entro, a mesma coisa. Todo mundo tem isso, isso é percepção, isso é troca frequencial.
A gente, o que a gente faz? Acho que é ela trazer para trás da minha cabeça, não tô muito bem, acho 'Eu não tô muito bem.' 'Não, tenta perceber a frequência aí.' 'Não, ele saiu do lugar, melhorou.' 'Nossa, então fui para casa para tomar um remédio, cheguei lá, já tava bem.' Sabe uma coisa que eu pergunto? Não sei se você acha legal, mas eu sempre que eu entro em algum lugar, se eu não me sinto muito bem, eu sempre falo: 'A quem pertence isso?
Eu devolvo agora.' É uma boa tática.
'Não é meu. A quem pertence isso? Ó, tô devolvendo porque eu não tô aqui para trabalhar.' E eu já começo É uma boa, é uma boa assim, porque você acha que dá uma cortada nessa interferência? Dá, porque tipo, tô entrando na frequência de alguém, a quem pertence isso? Não, não, não, não, não.
E tem uma coisa interessante, se eu tô entrando é por ressonância.
Então, como que, mesmo assim, como que a gente então consegue ressoar com isso, Fábio?
Consegue. Aí depende, eu tô falando assim, as pessoas que não trabalham com isso, com trabalham com isso, né? Tem uma diferença.
Ah, quem trabalha é um pouco Pior, né? Porque o campo é mais aberto.
É pior porque o seu campo sempre tá procurando, né?
Ah, eu vou avisar meu campo que quando eu sair, ó, tô fechando.
Você tá procurando?
Você sabe que às vezes eu tô no shopping, eu falo: não tô trabalhando, não tô trabalhando agora, eu não estou trabalhando, eu não estou trabalhando.
Eu falo isso porque pro corpo, pra mente entender, né?
Você não parece que eu passo do lado de alguém, vem uma informaçãozinha, eu falo: não quero saber.
É, mas de vez em quando acontece.
Não quero saber.
Quando pega aquele ônibus do avião lá que não tem o finger, você tem que pegar o ônibus para ir pro avião, que vai todo mundo Vai todo mundo junto?
Para mim é uma... Ai, Fábio. Aí começa a vir: "Fulano não sei o quê, fulano que tal..." Eu amo falar com alguém que me entende, porque é exatamente isso. Avião, esses ônibus assim, shopping, nossa...
É, metrô, eu andei com um amigo no metrô, lá fora, onde eu moro, eu ando pouco de metrô, ando algumas vezes só. Então eu peguei um metrô ali na Barra Funda, tinha que ir na Zona Leste de São Paulo, E era umas 5 horas da tarde. Nossa!
Lotado! Você teve essa ousadia?
Não, eu nem... Sabe quando você nem...
É que você tá acostumado com o trem lotado, né?
Nem passou pela minha cabeça. Eu sou alto, pelo menos respirar eu consegui. Mas eu vou falar uma coisa, demorou uns 40 minutos para eu chegar no destino, mas não teve um minuto que não tinha alguém encostando em mim, obviamente, né? Foi um... Eu saí tonto, com dor de cabeça, enjoado, com tudo que você possa imaginar. Mesmo, a gente está conversando até isso antes, mesmo você fazendo todas as proteções possíveis e imagináveis, a pessoa está encostando em você fisicamente.
Porque eu falei isso para ele, por que que às vezes mesmo eu me fechando toda, não tem jeito, a pessoa está encostando em você.
Não tem como.
Por isso que é muito importante o parceiro que você escolhe para a vida toda, né? Mas, puxa vida. Porque hoje tem muita gente que mantém casamentos aí e relacionamentos, até namorado, tudo, e a pessoa sempre fala: nossa, minha vida tá horrível depois que eu continuei com essa pessoa. Tá, então por que você tá? Claramente você já tá tendo um não, mas né.
Tem vários motivos do porquê tá. O primeiro que as pessoas é assim: olha só, eles passaram 50 anos juntos e separaram, não deu certo, né?
Não deu. Gente, pelo amor de Deus. Eu penso igual você, deu certo por 50 anos?
Exatamente. Se foi uma semana, deu certo uma semana, Exato.
Eu nunca falo, eu tenho esse mesmo pensamento.
É porque não é que deu errado.
A gente é uma gêmea, ele masculino e eu feminino, gente, é sério.
Nada é eterno, só a consciência é eterna, mas eu digo nenhuma situação é eterna. Tudo tem começo, meio e fim e a gente precisa celebrar os três.
Sim.
Tudo faz parte, porque o fim é um recomeço. Algo termina pra outra coisa começar. E não tô falando que outra pessoa vai chegar na sua vida. Se não chegar ninguém, tá tudo tudo ótimo. Primeiro é o seguinte: você não pode dar o que você não tem. Se você não é feliz com você mesmo, você não vai conseguir ser feliz com ninguém em nenhuma situação. Você não vai achar no outro a sua felicidade, não tá no outro ou numa situação. Ah, é porque todo rico é feliz ou todo pobre é triste.
Aprendeu desde criança por causa dos desenhinhos, e quando casou, final, foram felizes para sempre.
Programação.
Então o que a gente faz? Ó, tá vendo, gente? É mais um programa.
Então aí você questiona: "Poxa, mas eu passei 50 anos com a pessoa, não deu certo?" Ou senão: "Cadê esse feliz pra sempre que eu ouvia quando era criança?
Eu nunca fui até hoje, tipo, cadê o meu parceiro pra ser feliz?" Não, você é a pessoa que vai se fazer feliz. Você é a pessoa mais importante da sua vida.
Vamos pensar um pouquinho só, vamos trazer um... Pra sempre?
É que... Ai, pra sempre é muito.
Imagina você pra sempre com a pessoa que você ama pra caramba. Pra sempre.
Fala isso pra um geminiano, a gente sai correndo agora.
Pra sempre. Não, sempre.
Você sabe que eu falo uma coisa para o meu marido? Outro dia ele brigou comigo, eu falo assim: amor, te amo hoje. Aí ele: hoje? Eu falo, é porque eu não sei nem se eu vou estar viva amanhã.
Você pode falar hoje e ontem.
Isso, muito bem. Mas assim, eu não posso falar que eu vou te amar para sempre, eu não sei, vai ser uma mentira.
Para sempre é muito tempo. E tem aquela música do Legião Urbana: para sempre, sempre acaba, né?
É, o para sempre sempre acaba.
E é verdade, isso é bom. Mas a gente precisa entender, eu não escuto muito, mas o Renato Russo, um letrista, não tem nem o que falar.
Eu acho que ele era muito bom mesmo, ele recebia coisas que é magnífico, né?
Aliás, essa época tem bastante gente, né? O Cazuza aí, e gente que tá aí até hoje. Sabe quem eu amo? Rita Lee. Rita Lee, excelente.
E Raul Seixas.
Também. Então, por isso, essa época tem muita gente, né?
Raul, gente, ninguém acredita que eu gosto, e eu falo, eu amo, eu queria bater um café com ele, falar: vem sentar aqui, "Olha aqui, pode acender o seu beise aí, eu nem ligo, mas eu quero tomar um café contigo." Porque eu ia falar: "Meu, você é genial, as suas letras." Tem um pessoal muito bom. As letras dele são geniais. E ele vivia numa liberdade, né?
É, ele construiu o mundo que ele questionou e construiu o mundo que ele quis. Ele não tinha casamento, seria maravilhoso. Eu não preciso, é isso que dentro da minha filosofia de vida, eu não preciso concordar com você, A gente não precisa ter a mesma opinião. Desde que você viva da forma que você acredita, que você é feliz, exatamente, e você tenha controle da sua vida, esteja na frente da sua vida, claro das suas escolhas, consciente das suas escolhas, a gente vai ser amigo aí pra sempre. Aí posso falar pra sempre.
Não, então, e você viu que criaram um programa no Instagram, no YouTube, acho que tá mostrando no Instagram, que duas pessoas debatem. Batem, né? Então tipo, ah, uma pessoa acho que é machista contra a pessoa feminista.
Aquele dos 20 contra 1?
Eu acho, eu achei, eu vou dar minha humilde opinião aqui. Eu também não, só peguei os takes que me mandaram. Então a ideia é, mas as duas pessoas discutem, todo mundo sai cada vez com mais raiva um do outro porque ninguém conseguiu provar que o ponto de vista tá certo. Então eu acho que podia ser de uma forma diferente. "Você me ouve e você não precisa concordar comigo, mas você só respeita?" "Sim." "Você me ouve, você me respeita?" "OK." "Não, mas fica um engajamento." É um convencimento. É, e um quer mostrar pro outro que, ó, meu ponto de vista tá certo.
Ah, não, aí não funciona.
Então eu acho que, poxa, é só pra gente aplaudir as pessoas brigando umas com as outras.
Não, aí não é legal.
Isso aí, acho que você tá, sei lá, mostrando do que é isso aí. Vocês têm que mostrar o seu ponto de vista.
É um desserviço mesmo. A ideia é boa do debate, eu gosto.
Eu gosto, não, você gosta de debate, eu sei, mas o debate desde que você ouça o outro, deixa o outro falar e fala: tá bom, se para você faz feliz, ok, e eu te entendo e eu te honro, tá bom?
Mas o ouvir é uma virtude essencial.
Mas as pessoas lá, enquanto um tá falando, porque tem um tempinho que a pessoa não pode falar, o outro, mas o outro acaba interrompendo, fala e acaba tendo, eu não sei, alguns que me mandaram, eu não vi todos, eu não posso falar de todos também, que seria um julgamento, mas alguns que eu vi eu achei que foi muito assim, uma coisa muito de aplaudir as pessoas lá discutindo e ninguém chegar em nenhuma conclusão e saírem cada vez mais feridos e levantando a sua bandeira.
E aí não é legal, é legal talvez você ir que nem quando alguém chega para mim e fala assim: "Quem na minha igreja?" Como eu já fui algumas vezes, "Olha, na igreja me chamaram, eu fui, eu assisti, falei pra pessoa: legal. Ah, você vai de novo? Não, mas eu achei legal, eu fui, eu entendi o seu ponto de vista, é interessante, é legal, te faz bem, continua vindo, mas pra mim não fez mais sentido, eu não quero vir mais." Cara, continua, eu juro, eu não falo pra ninguém não ir.
Não, de jeito nenhum, pelo contrário, também a mesma coisa, claro.
Mas esse debate é tipo: não, não vai mais nessa, vem na minha que a minha é mais legal, faz o que eu faço que é mais legal.
E nada é 880, a gente pode aprender com tudo.
Sim.
Com tudo dá pra gente aprender.
Até porque no dia que eu fui nesse culto, que eles chamam culto, né, a pessoa falou uma coisa lá que eu falei: "Ó, que legal, isso foi pra mim." Falei: "Isso foi pra mim." Então eu consegui receber uma mensagem ali da minha intuição. E por quê? Porque eu estava aberta, eu estava sem julgamento.
Exatamente. E funciona exatamente dessa forma. Então o problema Não é a religião, a doutrina. A gente tem que entender que essas instituições são controladas por pessoas. É só isso.
O problema você acha que é as pessoas quererem levar as outras ou achar que o delas só são as melhores?
Tem diversos problemas aí e tem diversos não problemas também, tá? As religiões, as doutrinas, a maioria absoluta das pessoas que estão envolvidas são pessoas de bem que querem o bem, que querem procurar um bem maior e estão procurando um despertar da consciência dentro daquilo. Essa é a maioria absoluta.
Então, que bom!
Ótimo! Só que tem uma minoria que é controladora.
Que é manter o sistema, né?
Também tem isso, mas também muitos nem fazem parte dessa questão de manter o sistema ou a programação, mas pegam pelo advogado do diabo, pela vaidade, é meu pecado preferido, né? Pela vaidade. Estão numa posição de liderança, querem se manter na liderança, querem se manter relevantes, querem ser o guru das pessoas. Quando você precisa de alguma coisa, você me procura. Isso alimenta aquela vaidade. Então, essa relação de dependência é incentivada pelas pessoas.
Porque tira o seu poder, né? Você não acha mais que você—
Eu não sou mais relevante. A pessoa não precisa de mim, eu não sou relevante. É. Então, aqui também é.
Mas, nossa, eu acho tão legal quando alguém fala fez ativação comigo, vou dar um exemplo aqui, fez comigo aí sei lá 4, 5 ativações e a pessoa sumiu e depois de um ano apareceu e: "Nossa, eu tô super bem, eu vim aqui só pra..." Cara, eu acho tão legal porque significa que, cara, de certa forma, o pouquinho que você ajudou ali, a pessoa conseguiu, então você fez seu trabalho.
É isso. O trabalho é exatamente esse, exatamente esse.
Agora, quando você quer criar essa dependência é o ego.
É a vaidade, o ego, exatamente isso. Então esse é que é o preocupante das pessoas que tocam as religiões. Então aquela ideia que é fundamentalmente maravilhosa acaba sendo deturpada na sua execução.
E quem devia ter mais consciência disso acaba sendo os que têm mais ego, né?
Quem tem a possibilidade de ter mais consciência disso, com certeza. É, mas sabe que é uma coisa muito parecida? A gente fala assim: poxa, vamos mudar a política do país, então vou me candidatar à política, um cargo político. Aí você fala assim, a pessoa se candidata e quando você vê, passa 2, 3, 4 anos, ela tá no mesmo, nada mudou. Agora ela faz parte daquela turminha.
E por que que você acha isso? Porque se não fizer parte do esquema, tá fora.
Tem um pouco disso, não só na política, mas em todos usados os meios que são fortes dentro das religiões também, então você imagina.
Ou você é a média das pessoas por isso e acaba sendo influenciado.
Ou você entra no esquema ou você vai comprar uma briga. Então aí você começa a ver que fisicamente nenhuma briga vale a pena com o sistema.
É, sim, sim.
Na fisicalidade nenhuma briga vale a pena. Então pra você comprar essa briga precisa ser por algo que vale muito a pena. Então a briga coletiva Olha, presta atenção no que eu vou falar agora, que é tenso. A briga coletiva talvez não valha tanto a pena.
É porque uma pessoa acaba sendo, não é que é fraca, mas é muito grande, entendeu?
Ela vai ser engolida. Agora, individual é que vale a pena. Brigar pelo nosso despertar vale a pena.
Isso, você, por isso que eu falo para as as pessoas. Não queira mudar sua mãe, seu pai, seu cachorro, não queira. É você. Quando você já está contribuindo com o todo, né?
Isso. E também eu não posso dar o que eu não tenho. Então se eu não tiver o despertar, eu não posso dar o despertar. É, exatamente. Então vai ficar difícil essa... Aí o que eu vou querer? Eu vou cair na armadilha do convencimento. Porque eu aprendi algo novo, eu quero te convencer que eu estou certo.
Sim. Não, você pode é falar pra pessoa: Olha, eu fiz uma coisa legal, só isso, foi bom para mim. Se a pessoa outra quiser fazer, ela vai fazer.
Não, mas sabe qual é a melhor forma? A pessoa que tá perto vai observar.
Exato. Não, essa é a melhor, eu acho que essa é a melhor. Nossa, como que faz isso?
O que que você fez?
É, só que se a pessoa fala: poxa, fiz um negócio bacana, né, com os amigos, comentar, ninguém falou nada, tá bom. Agora você querer provar, a gente vai lá, é legal.
Não, você não tá legal. Então essa grande armadilha.
Isso é armadilha, também acho. Exatamente. Mas esse é o principal, é o melhor mesmo. Nossa, como você tá diferente!
É isso. O que você fez? A pessoa tá vindo até mim perguntar. Pintei a raiz.
Pintei a raiz, fiz a unha.
E vou te falar que as pessoas elas dão pouca importância para essas coisas, mas como é fundamental para o despertar da consciência.
Ah, outra coisa que falam: prosperidade e beleza, a pessoa que é espiritualizada não tem que ter. Fábio, pelo amor de Deus!
Não dá. Vamos lá, não dá.
Mas é exatamente isso, não tem nada a ver. A gente vê terapeutas magníficos que não tem prosperidade. A gente tava falando disso, eu e o Fábio, a gente tem isso muito bem trabalhado.
Ainda bem, porque não tem nada a ver, não tem nada a ver, nada, zero.
Pelo contrário, é, ele tem os trabalhos dele, que ele tem as vagas solidárias assim como eu tenho. A gente sabe da nossa missão, do nosso propósito, mas assim A gente está numa dimensão onde há a necessidade do dinheiro.
E não tem problema nenhum nisso.
E não tem problema nenhum, eu também acho.
Não, é só entender o que é saber, né?
Porque assim, você não trabalha e você recebe? Isso. E o que você está fazendo também é um trabalho, o que eu estou fazendo é um trabalho e a gente também recebe. Então, porque eu vejo que muito terapeuta acaba atendendo às vezes muita gente gratuitamente, só que energeticamente tem um preço, né?
Grande armadilha. É o arquétipo do mártir, né? Que é uma grande armadilha.
É. E também que a pessoa não pode ser bonita. Que eu já ouvi também.
Foi tão absurdo.
Eu ouvi isso. "Ai, porque você se maquia toda, que você..." Tá, mas gente, o que tem a ver? Eu acho que quanto melhor eu estiver, eu vou querer me maquiar. Porque já viu uma pessoa com depressão? Ela tá lá sem maquiagem, sem querer saber de roupa, sem querer saber de nada. Então se você tá tão bem, você quer ficar bem, né?
E quando você se vê bonita, do jeito que você quer, como é que tá sua energia? É só pensar isso. Como você tá freqüenciando quando você se veste bem, se maquia, tem o cabelo e não sei o quê? Você se olha no espelho, o que acontece naquele momento? Sua frequência vai pra onde? Entendeu? E quando você se olha no espelho e fala assim: "Nossa, tá tudo zoado, tá tudo feito." Pra onde que vai sua frequência?
Também é uma crença que tem das pessoas de tipo assim: "Ah, eu prefiro acreditar naquele terapeuta que é bem velhinho, que é feinho, que é simplesinho." Não é?
É uma besteira isso. É uma besteira isso.
E eu acho que tem terapeutas maravilhosos que eu conheço e não tem prosperidade. Eu juro, eu fico: "Meu Deus, não, você é muito bom. Se você soubesse o seu poder, se você despertasse..." o quanto você é, você ia dar mais valor, porque é o quanto que você se dá, qual o seu valor, né?
Eu acho que quando a pessoa cobra é isso, você não acha, Fábio? Também.
Qual é o seu valor?
Exato. E sabe que começar a mudar isso não custa nada de material, nada. Você começar a se arrumar, você começar a—
Não, é verdade.
Sabe, cuidar de si, cuidar melhor.
Ninguém tá falando que você tá usando marca, A gente tá falando de você só estar bem, tipo sair de casa, poxa, arrumei meu cabelo, passei uma touca.
Isso, pra você mesmo.
Exato, eu não acho que a gente deve pros outros, não, porque aí também é uma cilada. É pra mim, que eu tô me sentindo bem, que eu quero.
E naturalmente as pessoas vão comentar, porque não tem como. Quando você tá bem, você tá se sentindo bem, nossa, mas...
E não é maquiagem não, aí é quando você tá bem.
É, você tá bem, você tá... A maquiagem ajuda, claro, porque deixa mais bonito, realça, mas o que mais importa...
Mas quantas pessoas de maquiagem você viu que não tava bonita? Ah, só foi bonita... Porque a alma tá pesada.
Exatamente, a energia não tá boa. E quantas pessoas, vou um pouco além, e quantas pessoas nem são realmente bonitas pra você, mas a energia é tão boa que você fala: "Meu Deus do céu, essa pessoa é linda, a casa é essa pessoa." Exatamente, é isso. Porque o O externo tem o seu papel, mas ele precisa estar em conjunto com o interno, porque também tem pessoas que são maravilhosas e estão sentindo um vazio por dentro, e você olha e fala assim: "Plasticamente essa pessoa é bonita, mas não sei, não vai." Muito é que a mulher é linda, mas você fala: "Ai, falta um brilho." O que está faltando ali?
Falta "recheale", falta o recheio da pessoa. Então a pessoa pode começar a fazer isso hoje.
Você no seu, lá no seu canal do YouTube, você tem Spotify também?
Não.
Ah, poxa!
A gente começou a pôr as lives no Spotify, mas não sei porque que parou, não lembro.
Coloca, porque vale a pena.
Vou falar com o povo lá.
Eu acho que vale a pena, é muito legal, a pessoa vai gostar de ouvir. Legal. Porque eu queria saber se lá você tem no YouTube ou ou você tem disponível algum curso, alguma coisa para as pessoas equilibrarem os centros energéticos, os chakras, você fala um pouquinho disso, de chakras em algum curso seu?
A gente fala chakra especificamente com essa nomenclatura desde o primeiro, no Resposta para Tudo.
Você fala assim, centros energéticos?
A gente dá uma pincelada para as pessoas lembrarem que existe, tem uma importância, dá o básico Mas a questão de todo o campo energético, a gente fala como um todo, é claro que os chakras são esses portais por onde entra e sai as energias, de uma forma mais simples até, meio liviana. A gente conversa o tempo todo sobre isso em algum grau de profundidade.
E falam também das camadas das almas.
É importante a gente entender, dos corpos, a gente pode dividir isso em Tem autores que falam em 3 até mais de 40 cores.
Nossa, eu fico meio confusa, porque tem lugar que eu leio que fala que são 7, tem lugar que fala que são 8.
Você pode fatiar o tanto que você quiser, né? Você pega um bolo e fatia ele o tanto que você quiser, de acordo com a didática, né?
Quando você olha alguém, você consegue enxergar? Eu consigo enxergar uma.
Depende da situação.
Normalmente nas atuações eu vejo uma, assim, eu não consigo ver todas, mas eu vejo a que eu preciso ver, engraçado isso.
Legal, legal.
Que é a que está sendo trabalhada.
Ótimo. É isso. E na verdade não tem divisão, é uma coisa só. A gente divide didaticamente, né?
Sim, é que é muito perto, né? Por isso que eu queria saber se você conseguia ter essa percepção, porque eu não consigo, Fábio.
Mas é basicamente do jeito que você falou, a gente percebe o que precisa ser percebido. Até porque se a gente percebesse tudo, enlouquecia.
Tipo, a mental dela tá muito...
É, chega perto da pessoa, se for para resolver um problema, alguma coisa assim, você vai perceber onde que tá o problema. Mas é realmente o que você precisa perceber, né?
E você não atende mais as pessoas, né?
Não atendo mais. Eu atendi nos talvez 2 ou 3 primeiros anos, 2 anos com certeza, o terceiro eu não lembro. Acho que os 2 primeiros anos quando eu comecei com esse trabalho eu atendi.
Aí agora é curso?
Eu parei, agora eu vou para informação.
Sim, curso, eventos.
Transmitir informação.
O evento que ele fez aqui em São Paulo eu participei, foi muito legal. Você vai fazer quando esse próximo Despertar, né?
O Encontro Despertar a gente faz de vez em quando, né? Eu não sei quando eu vou fazer o próximo, de verdade.
Ah, porque é bem legal.
De vez em quando eu faço, porque é uma teimosia que eu tenho, né, de fazer evento com mais gente junto, porque...
Cadê a energia?
Começa a reparar uma coisa, nem todo mundo, que eu vou puxar seu saco então, nem todo mundo tem a mesma energia, proatividade, cooperação, colaboração e mentalidade de: "Poxa, que legal, estamos falando da mesma coisa, por que não juntar forças e falar pra mais gente?" Eu sou super a favor, é porque eu acho que ninguém apaga o brilho de ninguém, a gente só soma. É isso. Agora, te falar, é muito difícil achar gente assim.
É verdade, é difícil mesmo. Eu tava falando pra ele que eu não tenho muita gente pra conversar assim, falei, eu acabo Ele tá ferrado, né? Porque agora que ele veio aqui na sala, eu falei pra ele. Ele já vai saber que eu vou mandar mensagem. "Ah, Thaís vai me mandar mensagem." Ele já vai receber, né?
Vai vir um apitinho antes.
Vai vir um apitinho.
É tão difícil. A gente já fez tanto evento. Eu posso falar aí que eu já... Olha, com certeza mais de 40 pessoas diferentes já passaram pelos eventos dentro e fora do Brasil que organizei. Dos 40, talvez eu não tenha 4 ou 5.
O contato?
O contato eu tenho de todos, mas eu não tenho 4 ou 5 que eu fale assim: essa pessoa realmente acredita no que ela está fazendo, ela realmente acredita que ela está ajudando as pessoas e ela realmente acredita que juntos a gente pode ser mais forte.
É, eu acho isso.
Não tem 5 dos 40?
Eu sou nesses 5, né?
Então você, que eu já puxei seu saco aqui.
Por favor. Entendeu? Ai dele, né?
E outros 4 que não vou falar o nome, porque senão posso ser, né? Ah, mas quem, né? Sabe aquela coisa?
Não, eu perguntaria isso, eu acho muito chato. Mas realmente é muito difícil mesmo. E você é maravilhoso também, porque eu ia fazer o evento que acabou não acontecendo e eu falei com ele. Não adianta, eu também sou assim, eu sou de poucas, mas "Se eu sei que eu posso contar aí", ele falou, "eu venho".
E eu falei: "Ah, que legal, meu Deus!" Claro, mas o que você fizer, quando você fizer, só me avisa com um pouquinho de antecedência, eu venho. Porque eu realmente, eu tô falando sério isso, a gente precisa achar essas pessoas que pensam dessa forma e juntar. Eu tô tentando fazer isso de uma forma, eu tô tentando falar com pessoas, por exemplo, que eu nunca falei antes, que eu nunca tive contato.
Tá, legal.
Eu falo assim: "Deixa eu ver com quem eu não falei ainda".
E aí, tá dando certo?
Algumas vezes sim, outras não, porque às vezes tem uma resistência ainda das pessoas. Pode ter uma resistência, porque assim, ainda bem que o nosso canal, nosso trabalho atingiu uma certa relevância, né? Nossa, que beleza! Não, mas tem uma certa relevância.
Não, eu acho que vocês foram no Paranormal e o de vocês acho que foi o mais visto deles, né?
Eu vou ficar muito feliz se foi mesmo, mas eu acho que foi.
A gente volta em cima. Assisti depois a entrevista deles no Paranormal, maravilhosa, mas assim, se você viu, a hora que vocês conhecerem o trabalho do Fábio, que vocês já devem conhecer, vocês vão ver o que eu tô falando.
Eu fico feliz, então quando eu mando mensagem para alguém, mesmo que a pessoa não conheça o trabalho, então ela vai ver quantas pessoas tem no canal, é normal, né? Eu também faço isso, quem tá me mandando a mensagem, eu vou lá ver, trabalha já com isso, não trabalha? É normal. Então a pessoa vai me escutar porque tem relativamente bastante gente no canal, então eu já sou, beleza, eu vou conseguir falar com essa pessoa por causa de uma certa relevância, o que já me abre portas que no começo não ia poder ter, né?
E mesmo depois que abre porta, é interessante isso, eu falo assim, como que essa pessoa vai conversar comigo? Qual que vai ser o... Porque eu sempre mando uma mensagem, poxa, que legal, alguma coisa que eu gostei, porque se eu tô chamando a pessoa é porque eu vi alguma coisa que eu gostei. E eu sempre mando assim, gostei disso, gostei daquilo, vi isso, assisti "Olha, eu assisti isso." Qual que vai ser a resposta da pessoa? Será que ela vai pôr...
Você já deve ter passado por isso. Será que ela vai falar assim: "Olha, combina com o meu assessor, depois a gente..." Ou a pessoa vai realmente falar: "Poxa, não conhecia seu canal, mas eu assisti também e tem tudo a ver ou não tem nada a ver." Mas eu me dei o trabalho de...
Não, quando a gente chamou vocês pela primeira vez, a Tati que viu vocês primeiro, a minha irmã. E aí ela falou assim: "Meu Deus, a hora que você vê..." Quando eu assisti, deu match assim, que eu falei assim: "Nossa!" Porque a Tati tem esse tempo a mais de ficar no YouTube e tudo. E aí ela descobriu, ela me mostrou. Eu falei: "Gente, eu quero eles no meu podcast." E eu não sou muito de convidar muita gente. Não sou mesmo, vocês sabem.
E aí eles se prontificaram: "Não, a gente vai e tal." Achei tão legal. E dali nasceu essa parceria, né? Porque foi muito legal assim.
Sim, então isso é, infelizmente, é difícil.
Mas é porque a gente é muito trabalhado, nosso ego. Eu sei que eu sou boa, ele sabe que ele é bom, mas a gente não precisa ficar provando, não é? Eu não quero mais provar nada pra ninguém.
Eu já apertei aquele botãozinho famoso do F já faz tempo, de verdade.
Eu sei o que eu tô fazendo pra humanidade, eu sei o que eu tô entregando, eu sei qual é a minha missão, meu propósito, eu amo o que eu faço. Eu amo mesmo, eu acho que eu nasci para isso. É muito louco isso, né? Porque eu sou uma Thaís antes da ativação e eu sou outra Thaís depois da ativação. É muito louco.
Isso é importante.
Depois que eu fiz, é engraçado que parece que quando você pega essa ferramenta, porque foi assim, eu tive acesso à ferramenta, eu falei: meu Deus, é para mim. Sabe quando encaixa, você põe o sapato, você fala: meu número. Sabe quando faltava uma peça no meu quebra-cabeça. E eu, depois da Kundalini, eu fiz— e eu ainda sinto que tem alguma coisa a mais chegando. Eu tô sentindo que talvez tem alguma coisinha, mas a Kundalini é ainda aquela coisa que às vezes até eu fico assim com os resultados, até eu que acredito tanto, mas de tão transformador, que eu acho que deve acontecer com você também.
Fala, cara, no nosso dia a dia a gente não fica pensando, pelo menos Eu não fico assim: "Nossa, como eu estou transformando vidas." Não, eu também não penso isso, mas eu digo, porque eu recebo muita mensagem de que alguém... Mas no momento quando a gente tem um feedback, dá esse susto.
Dá esse... "Ai, então eu recebo." Fala: "Nossa, mas realmente fez isso mesmo?" Não, eu recebo muita. Que nem a moça que falou: "Olha, Thaís, eu tava com um tumor na cabeça, depois de 3 ativações o médico falou: 'Você vai repetir.' Repetiu 5 vezes o exame e não tinha mais." Aí ela falou... Foi a Thais na ativação da Kundalini. Eu falei: não, não fui eu.
Exatamente.
A Kundalini te ajudou, que é sua. Kundalini é sua. Isso, energia é sua. Eu só facilitei a ativação.
Exatamente. É bom a gente ter isso bem na cabeça assim, porque outra armadilha...
Mas até eu fiquei: nossa!
Então, mas a gente se surpreende, né?
Deus, um tumor! Nossa, que benção! Eu pensei: que benção!
É, a gente se surpreende.
Eu falei: olha como o nosso poder é forte, porque ela ativou o poder dela É isso. E ela acreditou.
Exatamente. E ela fez o trabalho, né? E é legal a gente participar disso como um facilitador, um condutor, né?
Isso, adorei essa palavra que você falou. A gente é facilitador, condutor. Isso é muito legal. Isso é leve.
Eu falo, eu sou catalisador do despertar. Catalisador é acelera um processo. O processo é teu. Eu não vou acelerar uma coisa que não existe. Como é que eu vou pegar uma coisa e acelerar?
Você sabe que eu vou parar de dar curso.
É?
Vou, porque o que acontece, eu comecei a receber muitos vídeos, até você me corrige, eu vou querer sua opinião aqui pra galera. Eu comecei a receber muitos vídeos de pessoas que se formaram comigo e estão misturando. Por exemplo, ativação da Kundalini é um processo muito forte energético, você tem que ficar 10 dias sem fazer qualquer outro processo energético. E aí teve gente que acho que, não sei se por ganância, se por querer que a pessoa evolua logo, mistura no mesmo dia ayahuasca com a Kundalini, cacau com a Kundalini, rapé com a Kundalini.
E eu deixo muito claro, a pessoa assina termo e tudo, só que tá representando o método AKE. Eu tô vendo isso, e isso é sério, Fábio. A pessoa pode passar mal. Eu aviso que não misture nada, gente, só com— porque você não acredita só na ativação? Então o cérebro não faz ativação se você não pedir. E aí eu comecei a ver isso, eu recebi um sinal: cara, acho que não é mais para você fazer.
Eu te entendo muito.
E aí eu vou parar.
Muito mesmo.
Eu decidi, e eu tô me sentindo bem com isso.
Mas sabe que é natural, né?
Mas eu fui tão assim feliz de entregar todo o método, de mostrar para pessoa o que eu faço nas outras, eu entrego tudo, eu não tenho aquela coisa de esconder. Vou esconder esse cadinho aqui "Não, eu entrego tudo mesmo." E aí você vê isso, você fala: "Poxa..." Te dá uma decepcionada, né?
É, porque a gente tem essa expectativa de que todo mundo que está interessado ou aparece interessado no curso tenha maturidade para receber aquela informação.
É isso, faça falta de maturidade. Só que aí é o que eu falo, é um risco. A pessoa vai passar mal, é o seu nome, porque você que é o facilitador. Facilitadora ali.
Lembra que a gente conversou agora pouco que comprar briga coletiva não vale a pena?
Então por isso que eu decidi, então eu saio do jogo. Eu falei, eu tenho duas possibilidades.
Faz aí o que vocês querem.
Aí eu vou sair, vou parar, tô me sentindo bem com isso, mas vou continuar as ativações, eu vou continuar porque eu amo o que eu faço. Mas foi uma coisa que eu falei, poxa, ninguém pode despertar de uma vez Ninguém pode evoluir tudo. Para com isso de querer resolver tudo em um dia. Você nasceu em um dia? A planta nasce em um dia?
Tá milênios aí fazendo cagada, quer resolver tudo num fim de semana?
Entendeu?
Aí eu tô aí resolvendo mais um monte de coisa que, sabe, e vai demorando.
Acabou de acordar, surge um pedacinho de papel para limpar.
Calma, gente, calma. Eu entendo essa Porque o começo do despertar dá muito isso, né? "Meu Deus, quanto tempo eu perdi, agora eu tô muito atrasado." Não, você não tá atrasado, não perdeu tempo, tá tudo certo, vamos lá, vamos com calma. A direção é mais importante que a velocidade.
Eu também acho, porque você com velocidade, mas não tá indo na direção certa, você vai perder tempo.
Exatamente.
E gastar energético, tudo, mais.
Então pra que eu quero fazer 15 coisas energéticas no mesmo dia. E 10 dias, a gente não consegue esperar 10 dias, não é possível um negócio desse.
É 10 dias, exato.
É tão pouco.
E eu aviso muito, nos 3 dias eu falo tanto que as pessoas falam: "A gente já sabe." Eu falo: "Não, mas eu vou reforçar." E outra coisa que eu falo: vocês são facilitadores, para de achar que a pessoa está mexendo porque é você que está ali, é o processo da pessoa. Porque também a pessoa se acha: "Oh, estou manipulando aqui, sou um manipulador." E aí eu falo: para com isso, isso é ego. Eu não estou aqui para ver a pessoa se movimentar.
Eu nem estou ligando se a pessoa vai movimentar ou não. Eu estou tão olhando no campo dela, o que está bloqueando, porque eu posso ajudar a energia a fluir. Isso sim, eu estou olhando isso, eu não estou olhando... Para! Que pequeno isso.
Exatamente. Mas é aí que é a mentira.
Mas é o que chama atenção, né? As pessoas querem. Exatamente.
Por que? É engraçado, porque por que que a pessoa vai fazer o teu curso? Por que que ela quer fazer o teu curso? O porquê é tão importante. E aí cada um vai responder: por quê? Por quê? Eu quero ir para... tudo isso é ótimo, tá? Eu quero ir para ter reconhecimento, eu quero ir para ganhar dinheiro, eu quero para resolver um problema meu, da minha família, não sei, eu quero só atender de graça nas comunidades, não sei lá o quê.
Não sei qual que é o porquê. Essa motivação é extremamente importante. E já vou falar, se a motivação for alguma coisa que está relacionado com externo, qualquer coisa externa, não vai, vai ter um problema aí, vai ter um problema.
E infelizmente aí eu posso falar, a maioria vai para um motivo externo e aí acaba resultando nisso, você vai se desgastar comprando uma briga coletiva, aí você vai falar: "Não quero comprar essa briga coletiva." Não, e engraçado que quando eu parei, o pessoal falou assim, algumas pessoas da minha equipe: "Poxa, mas era uma coisa que a gente gostava tanto, você tem mó alegria de ensinar e tal." Eu falei: "Pois é, mas eu senti no meu coração que acabou, teve um começo, um meio, teve um fim e tá tudo certo." Ótimo. "Ah, mas poxa..." Pois é.
Pois é, é isso aí.
Foi. Foi. A espiritualidade não foi— eu recebi alguns de falar: "Tá na sua mão, agora você decide." Já pensei diversas vezes em desenvolver técnicas e tudo mais.
Toda vez que eu penso nisso, é exatamente isso que você tá falando. Eu falo assim: "Olha, vai ter alguma coisa aí." Vão misturar. Então assim, eu passo informação. Agora a gente inventou aí curso de apometria, erelim, não sei o quê, que não é apometria, é coisa minha.
Muito legal, adoro falar.
Apometria é ótimo, mas não é apometria. Apometria é aquele negócio lá do Godinho Lacerda, não sei o quê, que é ótimo, que é excelente. O Lael falava medicina da alma, uma técnica, e é uma técnica fantástica. A gente ensina técnicas terapêuticas para você se autoatender e atender as outras pessoas, mas não é um curso formador de terapeutas, não é. A gente passa informação, porque daí eu me livro um pouco essa responsabilidade de ter que fechar numa caixinha e a pessoa tem que cumprir alguma coisa e aquele porquê tem um porquê, igual você falou dos 10 dias, tem um porquê.
Então eu passo a informação e ensino como a pessoa vai desenvolver o que ela quer em cima daquilo. Eu não tenho, não vou formar terapeutas apômetras, não tem.
Ah, entendi, acho que é melhor, né?
Eu vou passar informação, informação tá aí, ó. "Funciona assim, legal, olha, pra você desdobrar você precisa disso, proteção acontece isso, sei lá, quando você vai acessar o campo da pessoa, essas coisas que você vai observar." Legal, o que a pessoa vai fazer com essa informação é problema dela.
Sim, eu acho que você tá certo, acho que você já tava...
Porque eu não quero ter esse... porque eu comecei atendendo e...
É que você já passou pelo processo antes, né?
Eu fiz o contraste com você, né? É, eu falei assim, eu deixei de atender e fui só para a parte de passar informação.
Eu ainda não consigo deixar de atender porque eu gosto muito, me dá muito prazer participar do processo.
Eu gosto. E é o seu, é isso. E para mim não era o meu.
Quando eu estou no palco eu gosto de falar tudo, mas aí não sei, eu gosto tanto da vivência ali.
Mas isso é legal, focar no focar no que é seu. E foi isso que eu fiz. Eu falei assim, o que me incomodou, que é uma coisa que todo terapeuta tem, você pode falar disso, eu tenho certeza absoluta, que é a dependência que as pessoas criam da gente. Então tinha gente que no final do meu atendimento falava assim: "Então posso marcar a próxima para semana que vem?" Eu falava: "Não!" "Por favor, espera!" "Não!" "Quando que eu volto?" Tomara que nunca, tomara que nunca mais você precise voltar para essa sessão aqui que a gente está fazendo.
E isso me incomodava muito, eu via que toda vez que eu abria atendimento, eu começava a ver as mesmas pessoas marcando primeiro, assim, já fechando, marcando primeiro, não sei o quê. Ok, atendia, tá tudo certo, mas eu falei: alguma coisa aqui não tá, isso aqui não tá fechando comigo.
Mas você teve essa coragem? Coragem de perceber, né? Que nem eu tive essa coragem de perceber e escolher o nosso caminho novamente. A gente está consciente, escolheu o que a gente quer.
E vou lá, e não tô falando que não tem pessoas que não estão dependentes dos cursos. Tem gente que faz mais de uma vez, duas, três o curso e não sei o quê, e quer estar ali. Mas eu até entendo, porque tá no atendimento, tá no curso e tudo mais, você tá dentro de uma egrégora, participando de uma faixa frequencial que você ainda sozinho não consegue acessar ou atingir, né? Então quando você vai lá você consegue sentir aquilo. Ok, eu entendo, mas vamos aprender a acessar isso sozinho?
Que eu acho que você traz muito isso nos seus cursos, né? As pessoas criam uma egrégora legal, né?
De luz. É demais.
Participem, ele dá, você dá live ainda, você tá fazendo, né?
Tu faço?
Ele faz várias lives, ouve as lives dele, é muito legal e dá pra sentir a energia, é bem legal. Eu já participei de lives com você e eu já vi lives sua. É muito legal, vale muito a pena. A gente já está no tempo. Você tem alguma mensagem que você gostaria de deixar para as pessoas, se tiver no seu coração, se você quiser também? Eu te peguei de surpresa agora.
Não tem problema, é que a minha mensagem normalmente é muito parecida, porque é a mensagem que eu acho mais importante para as pessoas. Independente de tudo que a gente falou aqui, eu não sei o que tocou você ou não. Se você está aqui até o final é porque interessou. Então que bom que interessou. Mas você não depende de nada nem de ninguém. Você é suficiente. Uma vez eu li isso num livro, isso me pegou de uma forma. "Você é suficiente", uma frase tão impactante, é algo tão profundo.
Porque se eu sou suficiente, eu não dependo de nada nem de ninguém. E isso pode deixar algumas pessoas até fica até com um pouco de medo, né? Mas é depender, não é você se isolar. As relações mais saudáveis são aquelas de independência, onde eu não tenho dependência. Eu estou nessa situação com essa pessoa, nesse trabalho, por escolha. Não é porque eu sou obrigado ou dependo daquilo, né? Então você não depende de nada nem de ninguém para despertar.
Ou seja, você não depende da ativação da Kundalini "Olha, você não depende dos cursos de educação consciencial, você não depende da igreja, você não depende dos seus pais, do seu marido, da sua esposa, do seu filho." Depende de você, né? De nada nem de ninguém, só de você mesmo. Exato. E isso é libertador, só que isso também pode trazer um medo pra dentro da pessoa, falar: "Ih, depende de mim." Mas aí, se é que depende de mim, eu vou estudar. Então, poxa, vamos entender isso.
É, vou estudar.
Vamos entender isso.
Eu acho que cria uma grande oportunidade. Oportunidade da pessoa buscar o conhecimento.
É isso. Então você é suficiente.
Eu adorei, eu tenho a mesma.
É isso.
Eu adoro essa, linda essa frase, né?
E não precisa de nada. Ah, eu preciso fazer curso? Não. Ah, eu preciso ler o seu livro? Não. Precisa ver os seus vídeos? Não. Então por que você está aí falando? Porque o meu processo, o meu trabalho acelera o seu processo, mas seu processo precisa existir.
Isso.
A gente pode acelerar o processo.
Mas o processo existe. Ai, adorei, obrigada, viu, Fábio? Sempre bom ter você aqui. Gente, então, ó, é Educação Consencial no Instagram, Educação Consencial no YouTube, e ele prometeu que vai voltar a me movimentar o Spotify aqui, tá bom? Você prefere que chama Fábio ou Liel?
Normalmente Liel, o Fábio, o Fábio, ele tá...
Eu gosto de chamar de Fábio porque eu conheci ele como Fábio. Mas é Lian, que é o...
É, Fábio é o CPF, Lian é a consciência.
Lian consciência. Então, por isso que eu quis falar, porque às vezes vocês vão buscar e vai falar: "Mas tá escrito Lian aqui." É o Fábio. Quer dizer, é o Lian, que é o Fábio, que é o Lian. Vocês entenderam?
Estamos o mesmo nessa existência.
Gratidão, seres de luz. Até a próxima.