776 - Porque as mulheres estão perdendo o tesão!😈🥲
Por que tantas mulheres estão perdendo a vontade detransar mesmo amando seus parceiros?
Neste episódio, você vai entender como estresse crônico,sobrecarga emocional, redes sociais, ansiedade, pornografia, rotina edesconexão emocional estão afetando diretamente a libido feminina.
Com base em neurociência, comportamento humano epsicologia, esse episódio explica por que o desejo sexual feminino não funcionada forma que a maioria das pessoas imagina.
Se você sente cansaço constante, falta de tesão,desconexão durante o sexo ou a sensação de que seu corpo “desligou”, esseepisódio pode mudar a forma como você entende a si mesma.
Temas:
libido feminina, desejo sexual, neurociência do prazer, ansiedade, sistemanervoso, pornografia, masturbação, relacionamentos longos, saúde emocionalfeminina, tesão feminino, conexão emocional, dopamina, sobrecarga mental esexualidade feminina.
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Speaker A
- Trabalho emocional femininoEstresse crônico e carga alostática · Diferenças entre desejo masculino e feminino · Emily Nagoski · Sistema nervoso e freio do desejo · Ansiedade e conexão com o corpo
- Comunicação em RelacionamentosFalta de admiração pelo parceiro · Sobrecarga e sensação de invisibilidade · Conversa aberta sobre desejo e prazer · Parceria e cuidado mútuo
- Dopamina e VícioGratificação imediata e cérebro moderno · Redução da resposta dopaminérgica a experiências reais · Comparação e padrões irreais
- Disfunção erétil e causas de baixa libidoPerimenopausa e menopausa · Antidepressivos e anticoncepcionais · Distúrbios do sono e inflamação crônica · Cortisol elevado e deficiência de vitaminas
- Construindo o Prazer SexualSistema nervoso em modo de proteção · Desejo responsivo vs. espontâneo · Conexão entre tesão sexual e criatividade
Voz A:Olá, uma gostosa! Oi, ser de luz! Tudo bem com vocês? Espero que sim nessa quinta-feira gostosa de lua cheia, diria Lua Selvagem. E hoje, hoje é feriadinho, feriadinho de Corpus Christi. E aí, tá descansando? Tá relaxando? Como é que tá sendo seu feriadinho? Foi trabalhar? Não esquece que a gente tem sábado, 6/6, Super Portal. É online, não tem desculpa mesmo que você tenha ido viajar. E no domingo, domingo presencial, aproveitando essa frequência do 6/6. Maravilhoso! A gente vai falar de um tema hoje que se tiver algum adolescente ou criança, pede, põe uma pausa, põe uma pausa que o assunto vai ser um pouco picante hoje, mais caliente. Por que que a mulherada— foi um tema que vocês pediram lá no Instagram, só tô, como eu digo para vocês, pedido de vocês é uma ordem, estou aqui replicando, fui estudar e falar um pouquinho sobre isso. Por que que as mulherada aí tá perdendo a vontade de transar, né? Tem uma coisa acontecendo silenciosamente aí com a mulherada no mundo inteiro. Mulheres inteligentes, sensíveis, fortes, independentes, que amam seus parceiros, mas... "Ai, perdi a vontade de transar, perdi o desejo, perdi o tesão." Perderam a conexão com o próprio corpo. E, gente, mais assustador é que muitas delas acreditam que o problema é hormonal, quando na verdade é emocional, é neurológico, é psicológico, é energético. Porque o desejo feminino, ele não funciona de uma forma como a maioria das pessoas aprenderam, né? E eu quero falar um pouquinho sobre isso, da sexualidade feminina, de uma forma um pouquinho profunda. Sem culpa, sem tabu, vamos falar de libido, neurociência, ansiedade, sistema nervoso, relacionamentos, pornografia, vamos falar de tudo isso? Então tá. Os filósofos estoicos falavam muito sobre como o ser humano perde a conexão com a natureza quando vive em constante estado de perturbação, que eu diria que nos dias de hoje de sobrevivência, de ansiedade. Sêneca dizia que uma mente agitada não consegue acessar a paz. E talvez hoje a gente possa dizer algo ainda mais profundo: uma mente inconstante, em alerta constante, não consegue acessar prazer. Isso é ciência, porque a neurociência mostra que o desejo sexual feminino está profundamente ligado ao nosso sistema nervoso. Então, quando uma mulher vive cansada, ansiosa por um cabelinho, sobrecarregada, pressionada, não adianta o cérebro entra em modo de proteção, então não vai priorizar o prazer, prioriza sobrevivência. Existe uma pesquisadora extremamente importante que chama Emily Nagoski, ela é autora do livro Come As You Are, que revolucionou os estudos sobre desejo feminino, e ela explica que o desejo feminino funciona muito mais por contexto emocional e segurança neurológica do que por estímulo visual ou impulso automático. Ou seja, somos diferentes dos homens. O homem é mais visual. O corpo feminino não responde apenas ao toque, mas ele responde ao ambiente emocional. Isso muda muito, porque as mulheres cresceram acreditando que libido é espontânea, né, que desejo vai aparecer. Mas para a maioria das mulheres o desejo é responsivo, então ele surge durante conexão, segurança emocional, o relaxamento do sistema nervoso, e não antes. E talvez por isso que eu acho que muitas mulheres acham que perderam a libido, quando na verdade elas perderam a capacidade de relaxar. Acredita? Então deixa eu te perguntar: qual foi a última vez que você sentiu vontade real mesmo? Real, quero transar. E não aquele: ah, tá bom, vamos. Ah, vamos logo. Ah, tá bom. Nem aquele sexo Aquele sim em que o corpo tava ali, mas a cabeça tava pensando em outra coisa, ou aquele sim que você deu só para— tá bom, eu tô falando de desejo, de você olhar para pessoa e começar, antes de tocar, antes de a roupa cair, antes da mensagem, aquele frio na barriga, aquela vontade de falar eu quero. Tá, então imagina comigo, são 11 da noite, você acabou de resolver a última coisa do seu dia, tá se preparando para dormir, as crianças já foram dormir, louça já tá lavada, tudo bem, tá vindo "Vai, deitou." Aí vem aquela expectativa, aproximação, o toque, aquela sensação que talvez o outro esteja esperando sexo. Mas em vez disso, o que você pensa? "Eu tô por um cabelinho, meu querido. Meu querido, o que você pensa dessa vida?" E não é só cansaço físico, é emocional, é mental. Num dia que você passou o dia inteiro segurando tudo, cansaço, tudo, gerenciando emoções dos outros, sendo gentil, sendo forte, sendo presente, sendo madura. "Puta que pariu, sendo funcional o tempo inteiro." Aí chega a noite, esperam que você consiga acessar um lado leve, sensual, disponível, desejante, como se a sua mente não tivesse esgotado. E lá no fundo vem aquele pensamento que quase ninguém fala em voz alta: "Ai, eu não tenho mais nada para entregar." Isso não significa falta de amor, não significa falta de atração, e muitas vezes nem é só hormônio. Pode ser sim, mas não é muitas vezes. É só o seu sistema nervoso falando: "Cara, cheguei no limite!" Porque quando as mulheres vivem no estado de alerta tempo demais, o corpo para de acessar prazer com facilidade. E a parte mais cruel disso é que às vezes você ainda sorri, fala que tá cansada e depois fica carregando culpa, né, por ter falado não, tá, ou por ter falado sim, enfim. Mas o que mais me fascina nesse assunto é que ao mesmo tempo me irrita também um pouquinho é que a gente nunca teve tanto acesso à informação como a gente tem agora, né? Então tem terapeuta, artigo científico, podcast, retiro de cura feminino, sexualidade, nunca teve tanto sex shop, nunca teve tantos aparelhinhos aí para estimular, né? E ainda assim muitas mulheres acham que o problema está com ela. "Será que eu não tô me cuidando direito? Será que eu preciso emagrecer? Será que eu fiquei fria? Será que eu não amo mais meu parceiro?" É a que eu mais ouço. "Será que eu não amo mais meu parceiro? Será que é o hormônio que tá desregulando? Será que tem alguma coisa errada comigo porque eu não sinto vontade de transar?" E aí começa aquela busca pra eu voltar ao normal, né? E aí tem mulher que marca uma consulta, tenta descobrir se é hormonal, outras começam a tentar consumir pornografia, vai, deixa eu ver se eu consigo reativar o tesão, compram brinquedinhos, tentam se masturbar mais, buscam estímulos, tá. Pode ser que funcione por um tempo, o corpo dá uma reagida, mas logo percebe que aquela sensação de tesão mesmo não é realmente espontânea, é uma tentativa, tá forçando alguma coisa. Então assim, sério, para por um segundo. O problema não é você, o problema é o sistema que foi construído ao redor de você, que fez, que fez com o seu sistema nervoso. E aqui entra uma coisa que muda Tudo quando você entende de verdade. Tem um conceito da neurociência que chama carga alostática, que é o cúmulo de estresse crônico no corpo ao longo do tempo. Então, quando você vive em estado de constante pressão, de preocupação e hiperativação— mulheres entre 25 e 45 são hoje um dos grupos mais estressados do planeta, segundo pesquisas recentes. Então, de 25 aos 45 anos. E sabe o que que o cérebro começa a redirecionar essa energia para sobrevivência? Sabe o que que ele corta primeiro? Prazer, desejo, libido, vontade de transar. Teve um estudo novo de 2024 do Jornal de Medicina do Sexo que acompanhou mais de 4 mil mulheres em 12 países e encontrou uma coisa muito forte: o principal fator ligado à queda de desejo sexual feminino não era hormônio, relacionamento ou saúde física. Sabe o que era? Nível de estresse que aquela mulher carregava junto com a sensação de não ter o controle da própria vida. Ouviu? Não era hormonal. Ouviu que não era o relacionamento, parceiro, nem a saúde física? Então talvez a vida que você está sendo obrigada a sustentar todos os dias tá está perdendo o tesão, literalmente. O desejo sexual feminino não é igual ao masculino, como eu já disse, gente. Isso é sistema nervoso, não é minha opinião, não, não é minha opinião. A pesquisadora Emily Nagoski, como eu já disse dela, ela que é uma das maiores referências falando sobre sexualidade feminina, ela explica que esse tema de acelerador e freio. O acelerador é o que ativa o tesão, é o toque, conexão, fantasia, o clima, segurança, vontade de sentir de verdade. E o freio desliga tudo. E aqui é o ponto mais importante: o freio feminino costuma ser mais sensível que masculino. O homem, quando tá cansado, estressado, em modo sobrevivência, ele quer transar para relaxar. A mulher não, ela realmente quer descansar, ela realmente precisa de um descanso. Então, para ele tanto faz se tem um leão querendo correr atrás dele, uma lista infinita de tarefa, ele ainda assim quer transar. A mulher não. Esse sistema nervoso ativa o nosso freio. Então se a gente tá em conflitos mal resolvidos, estresse, medo, julgamento, cansaço, acontecendo um monte de coisa, isso freia e simplesmente a gente A libido some, a libido some. Então quando você pensa: "Ai, não tenho vontade de fazer sexo faz tempo", talvez não é que você tá com algum problema, é que seu corpo tá sobrecarregado. O seu freio não saiu do modo ligado, você tá com freio aí. E tem uma coisa que ninguém também conecta, quando a gente fala do vício em dopamina. E não é viciado no sentido exagerado da palavra, mas é algo fisiológico, tipo, medido pela ciência. Toda vez que você abre o Instagram, recebe uma notificação, ganha um like, ou fica rolando o feed infinitamente antes de dormir, o seu cérebro também recebe doses de dopamina. E se isso acontece o dia inteiro, recebendo estímulo, ele recalibra o que você entende como prazer Também saiu um estudo em 2023 de Stanford mostrando que pessoas com consumo elevado de redes sociais apresentam redução na resposta dopaminérgica a experiências reais. E isso inclui a proximidade de toque físico, proximidade emocional, intimidade. Então o seu cérebro tá acostumado com esse estímulo instantâneo e perdeu um pouquinho a sensibilidade para o que é real. Isso também acontece, que é o sexo de verdade, com presença, conexão, né? Porque ele não vai entregar recompensa em 3 segundos, a não ser que tenha alguns alecrims dourados que— enfim, 3 segundos, alright, but— né? O cérebro moderno foi treinado para essa gratificação imediata. Então você pega o celular, abriu lá, rolou, liberou dopamina, puta, rapidão, que legal, eu tô sentindo meu prazerzinho de hoje. E não é que você não deseje mais a outra pessoa, é que o seu cérebro encontrou um caminho mais rápido aqui, ó, ó, tô olhando aqui que me deu mais prazer que você. Ai, meu Deus, já pensou falar isso pro parceiro? Então eu vou te contar de uma pessoa que passou em mentoria comigo. Ela tinha mais ou menos, acho que uns 38 anos, trabalhava o tempo inteiro. Ela gostava de trabalhar, mas ela já tava no final assim, nos últimos 2 anos, ela não tava mais amando o que ela tava fazendo. Mas ela tinha que, pra complementar a renda da família, porque eles tinham um padrão de vida legal. Ela tinha amigos, compromisso, rotina, tinha planos pro fim de semana, a vida dela tava organizada, ela até parecia feliz, mas ela falava: "Cara, eu não tô com depressão porque eu sei, eu tenho feito os exames, eu tô bem, tô feliz, eu não tenho momentos só de tristeza." Mas ela falou que depois que tudo acaba, que ela acabou de fazer o que ela tinha que fazer durante o dia, de tudo que acontecia, as distrações, o barulho, vinha uma sensação estranha. Ela tava vivendo como se ela tivesse meio desconectada dela mesma, que ela falou o desejo sexual dela tinha desaparecido. Fazia 2 anos que tipo era só para cumprir mesmo tabela. E ela falou: ai, cara, não tava a fim. Eu tentei entender, será que eu perdi atração pelo meu parceiro, né? Foi a primeira coisa que ela pensou. Depois ela falou: pô, será que é os hormônios, né? Tô perto dos 40. Depois ela começou: "Vou fingir que eu tô com vontade, vou fingir tesão, porque aí tipo, acho que vai rolar." E não deu certo. Até que uma hora ela parou de tocar nesse assunto e falou: "Ai, quer saber? Vou deletar. A hora que eu tiver que transar com ele, que eu não puder evitar, eu vou transar e tá tudo bem, vou levar a vida." E eu acho que muitas mulheres fazem isso, né? Acaba de: "Ai, vou deixar a vida levar, anestesia e vou seguir." Só que ela tava criando um mecanismo de proteção, né, porque tinha uma exaustão ali, ela já não tava mais feliz no trabalho, já fazia 2 anos, ela não tava se sentindo segura para sentir, e ela tava anestesiando algo que existia, um desafio, um problema que existia, e principalmente no caso dela, esse prazer sexual. Aí a pergunta que fica, gente, porque "Eu não sei, você já foi no ginecologista para falar que você já perdeu a vontade de transar?" Porque às vezes até pessoas mais novas estão falando isso para mim. E às vezes as pessoas até culpam o parceiro. "Ah, mas eu não encontro um parceiro que realmente se entregue e tal." "Será que eu não encontro realmente um parceiro no qual eu me sinta segura, eu consiga relaxar?" Porque tem uma grande diferença também, né? E o nível de stress, relacionamento, enfim, a gente fez um trabalho todo, ela fez fez toda a mentoria comigo, a gente fez ativações. Inclusive, na segunda ativação que a gente fez, como ativa muito sexual quando faz ativação, né, eu falei para ela: olha, se der vontade, eu queria que você se tocasse, voltasse, né, ter prazer com você mesmo, para depois você começar a fazer isso com seu parceiro. E ela, na segunda ativação que ela fez, ela já começou a se tocar e falou que tava começando a sentir de novo o prazer de se tocar, que ela não tava fazendo isso. Aí, enfim, no final da mentoria ela já tava completamente diferente. A gente viu que tinha várias outras coisas que não estavam legais no relacionamento e ela tava cansada. Então acabava que não tinha tanta admiração pelo parceiro, não amor, mas admiração. E aí eles se acertaram também porque ela resolveu conversar e foi muito legal, gente. Mas eu acho que existe um buraco nisso, porque muita gente fica com essa dificuldade de falar para o parceiro: olha, não é que eu não te amo, "Eu não estou sentindo tesão, não estou sentindo prazer." E o parceiro, é difícil também porque muitos não vão entender e vão achar que não ama mais, mas na verdade eu estou explicando justamente que pode ser o seu sistema sobrecarregado. Por isso que esse podcast, quando essa pessoa me mandou, eu falei: "Poxa, é muito legal falar isso." Porque isso está acontecendo com a galera mais nova, gente. Mais nova. E essa vontade de fazer sexo ela não vai aparecer do nada, ela vai aparecendo durante essa conexão que você volta a estar com você mesmo no momento presente, seu corpo volta a se sentir seguro, a sua mente está desacelerando, existe um relaxamento, existe presença e ausência de julgamento. Muitas mulheres também, por causa de comparação em redes sociais, acabaram deixando de lado porque: "Ai, não, eu não tenho esse corpo perfeito", "Ai, eu não sou tão jovem assim", ou "Ai, eu não sou 'Eu não sou assim, eu não sou', né? E também tem uma diferença, porque a libido do homem é diferente da libido da mulher, né? Então também não dá para a gente ficar comparando isso. E eu acho que durante muito tempo teve essa questão de comparação. E aí muitas mulheres também que caem na pornografia acabam vendo aquelas performances, aquilo tudo, que na vida real não acontece. Na vida real É fazer aquela postura e travar a coluna, travar a lombar, querido. Não dá, queridos, queridos, entendeu? Então aquilo tudo é uma encenação, tá sendo gravado. Então é outra coisa, eu acho que as mulheres também que estão num relacionamento onde não sentem corpo delas, não sentem segura, né? Isso também por causa dessa comparação, como eu disse. No caso dessa minha cliente, foi a falta de admiração. Isso mata a libido, gente, isso mata. Outra coisa também, o parceiro não ser tão parceiro, sabe? Tipo, não tem tanta presença, você sente meio invisível, tem que resolver tudo muito sozinho. Essa sobrecarga mata a libido. Então, por isso que eu falo, tem que conversar sim com o parceiro, porque um precisa cuidar do outro emocionalmente. Porque senão isso mata, né? E o desejo, gente, tá muito ligado a essa sensação de vitalidade, né? Quando a mulher perde a conexão com ela mesma, ela também perde essa conexão com essa vontade, com a libido, com a tesão. E isso, gente, é muito interessante, porque o chacra sexual nosso, que é o nosso segundo centro energético, ele tá conectado com a criatividade. Então a mulher que perde o tesão, ela também, cara, tá me faltando criatividade. Ela também começa a perceber e sentir coisas que não dão tanto tesão na vida dela, fora esse tesão sexual, sabe? E mas vamos falar das questões hormonais, que eu já fiz um podcast sobre isso. Existe a perimenopausa, menopausa, alteração hormonal, antidepressivos. Antidepressivo baixa muito libido e hoje tá todo mundo tomando como se fosse água. Anticoncepcional, Anticoncepcional também pode baixar libido, distúrbio do sono também, inflamação crônica, cortisol elevado, deficiência de vitaminas, tudo isso impacta o desejo sexual. Então é fazer uma análise de tudo, de tudo, e sim se abrir com o parceiro, sim conversar com ele, sim vamos dividir essa responsabilidade. A minha libido diminuiu, a minha vontade de transar sumiu, o meu prazer tá ficando cada vez mais distante, eu não sei o que está acontecendo, eu queria que gostaria você que você me ajudasse nesse processo. Eu amo você, você pode melhorar nisso, nisso, nisso. Ou seja, parceria, troca, né? Troca, é isso. Eu acho que se você tá tempo demais vivendo nesse modo sobrevivência, lógico que você não vai encontrar tesão sexual, e muito menos tesão na vida, que é o pior. Tesão na vida, perdeu o tesão da vida. Tá? Se você não perdeu o tesão sexual, mas perdeu o tesão na vida, esse podcast também é para você, porque no modo sobrevivência também a gente perde isso. Saroca tá aqui, ó, para confirmar isso. Adoro que ela deu oi para vocês aqui, que ela tava muito quietinha. Então, meus amores, sintam-se acolhidos. Acontece com muito mais mulheres do que vocês imaginam. Homens também, mas menos, né? Então esse podcast foi para você entender que o stress estresse crônico, sobrecarga emocional, pornografia, ansiedade, redes sociais, tudo isso, essa rotina aí desconectada, ligada em modo sobrevivência, vai afetar diretamente a libido feminina. E isso tem como se resolver, sim. Isso vai mudar a forma como você vai, você vai voltar a viver, que isso é o melhor, voltar a ter tesão, ter tesão pela vida, e consequentemente você vai querer voltar a transar. Vamos gozar mais, né, meus amores? Vamos gozar mais, que gostoso! Um beijo, meus amores, no fundo da alma. Encontro vocês, hein? Tem um encontro gostoso, Portal 666 sábado, ou presencial 666 domingo. Até a próxima!