775 - Porque só atraio Alecrim dourado!
Tem mulheres que não estão sofrendo por falta de amor.
Estão sofrendo por excesso de abandono de si mesmas.
Neste episódio profundo e transformador, você vai entender por que o amornão cura padrões emocionais… apenas revela aquilo que ainda dói dentro de você.
Vamos falar sobre:
✨ dependência emocional
✨ medo de abandono
✨ ansiedade nos relacionamentos
✨ apego emocional
✨ sistema nervoso e amor
✨ por que algumas pessoas confundem intensidade comconexão
✨ como feridas emocionais sabotam relações saudáveis
✨ o impacto do trauma emocional no corpo e na mente
✨ vínculos que drenam energia emocional
✨ o vazio de se perder dentro da relação
Com base em estudos recentes da neurociência, psicologia do desenvolvimentoe comportamento humano, este episódio revela por que tantas mulheresemocionalmente fortes acabam vivendo relações que as afastam da própriaessência.
Se você sente ansiedade afetiva, apego excessivo, medo de rejeição oudificuldade de se escolher emocionalmente… esse episódio pode mudar a formacomo você enxerga o amor.
Respira fundo… e dá play. 🎧
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Thais Galassi
- Trauma InfantilVínculos de infância e amor adulto · Amor como ausência · Amor como rejeição · Mapas emocionais · Sistema nervoso protegendo feridas antigas
- Autossabotagem e PsicologiaDependência emocional · Medo de abandono · Ansiedade nos relacionamentos · Apego emocional · Neurociência e vícios comportamentais · Trauma emocional e corpo · Teoria do apego de John Bowlby
- Relação com o CorpoCérebro se apega ao que machuca · Dopamina e cortisol em relações instáveis · Confundir ansiedade com conexão · Sobrevivência emocional viciante · Neurocepção
- O amor como ação e a importância do auto-cuidadoNão se abandonar · Maturidade emocional · Amor é leveza e liberdade · Confiar no fluxo do universo · Ser o amor da sua vida
- Relacionamento amoroso e segurança emocionalAmor seguro no corpo · Adrenalina da sobrevivência emocional · Aceitar menos do que merece · Diminuir necessidades · Abandonar a si mesma
- Tranquilidade Total e ConfiançaAmor é paz e tranquilidade · Necessidade de controle · Dificuldade de confiar · Amor e abuso não coexistem · Desacostumar o corpo da paz
- Rituais e práticas ocultasRitual online e presencial · Portal 6/6 · Numerologia e relações · Autocuidado
Voz A:Oi, alma gostosa, tudo bem? Energia boa? Espero que sim, porque acabou de começar o nosso momentinho gostoso de conexão, evolução, transformação nessa lunação cheia. Como estão as emoções por aí, hein? Tudo, tudo too much, né? Que a lua cheia traz luz aí. Ai, gente, foi tão maravilhoso o nosso ritual, foi incrível, foi mágico. Primeira vez que eu faço ele online, eu posso dizer quantos choros, quantas curas, quantas transformações domingo. E assim, eu tenho certeza que a vida daquelas pessoas vão mudar completamente. Foi bem intenso. E a gente tem no sábado agora, 6/6, Portal. Gente, não fique de fora, eu vou postar para vocês Acredito que amanhã já sai o ritual do— quem não for fazer ativação pode fazer o ritual, e quem for fazer ativação pode fazer ritual também, tanto faz. Mas é bem legal, é sempre bom aproveitar essa frequência de portais, né, que a gente fica com esse véuzinho aí mais fininho entre universo e aqui a nossa terceira dimensão, para a gente potencializar aquilo que na numerologia faz sentido. E no caso do 6, é as nossas relações, a relação que você tem com você mesmo, com as outras pessoas, relacionamentos amorosos. O 6 traz o autocuidado. Você tá se abandonando? Tá cuidando de você? Isso tá refletindo em todos os relacionamentos perto de você. Então, às vezes a gente fala que a gente atrai alecrims dourados, mas será que a gente Não, tem tanta coisa lá para curar que a gente, só o universo mandando aí um "olha, você tá atraindo isso porque você tem que curar alguma coisa", só que a gente nunca quer ouvir que a culpa é nossa, que não é culpa, na verdade é responsabilidade. Se eu atraio isso, logo eu tenho uma ferida que eu preciso curar. E a gente vai falar disso hoje, porque o seu corpo revela muito sobre os seus relacionamentos. Tem uma coisa que tá acontecendo muito dentro de relacionamentos e quase ninguém percebe a dimensão disso, que é o cérebro humano, ele consegue se apegar emocionalmente até mesmo naquilo que machuca. E aqui não é uma coisa poética linda não, tá? Pesquisadores da Universidade de Stanford, eles observaram que relações emocionalmente instáveis ativam ciclos intensos de dopamina e cortisol, muito parecido com os mecanismos, mecanismos encontrados em vícios comportamentais. Então algumas pessoas pessoas não estão apenas apaixonadas, estão neurologicamente condicionadas a essa imprevisibilidade emocional. Então talvez isso explique porque tem tanta gente confundindo ansiedade com conexão profunda. Ai, esse alecrim dourado, meu Deus, que maravilhoso! Olha que conexão! E na verdade não é nada disso. O seu corpo acostumou com tensão, com ausência, com migalhas emocionais seguidos de pequenas recompensas afetivas. E aí, quando você encontra alguém que te traz tranquilidade: "Não, não, é estranho. Não, não é, não é conexão. Aqui não rolou conexão, né?" Que a gente tem essa coragem de ser safados e sem-vergonhas de dizer isso. Gente, isso acaba sendo até meio perturbador, tá? Quando a gente começa a entender isso a fundo, porque significa que existem pessoas entrando em relacionamentos saudáveis "ai, que tédio", né? Enquanto entram em relações destrutivas e "ai, meu Deus, isso aqui é conexão, isso aqui é intensidade, uhul". Pois é, eu acho que a gente nunca aprendeu como o amor seguro se sente no corpo, né? Muita gente aprendeu só a sobreviver. E sobrevivência emocional é viciante, né? Porque deixa sempre você com aquela adrenalina: "Meu Deus, o que será que vai acontecer? Será que ele gosta de mim ainda? Será que ele tá falando com outra pessoa?" Então você fica naquela intuição, quando vem alguém te dar paz, você fala: tá muito estranho isso aqui, é muito estranho. Atendi uma pessoa, uma mulher super forte, gente, mulher porreta, viu? Venceu na vida, veio de uma família super assim simples, e ela conseguiu realizar o sonho dela de ser empresária. Tava super bem, tava feliz, tava tudo dando certo nessa parte, trabalhava, resolvia as coisas. E sabe aquele tipo de mulher que você olha, você fala: cara, essa mulher sabe o que ela quer, decidida, mas gente, emocionalmente vivia em estado de alerta. Ela trocava de parceiro quando ela sentia que esfriava, quando ficava distante, porque ela gostava da ansiedade, né? E ela gostava de estar naquele momento paixão, porque aí ela ficava pensando muito, criava cenários, tentava interpretar os sinais. Ela perdia o centro emocional dela. E aí o que que acontecia? Ela começava a abandonar a si mesma para não ser abandonada pelo outro. Sempre aceitou menos do que merecia, diminuía necessidades, finge que tá tudo bem e até se adapta emocionalmente. Então quem olhava de fora falava: nossa, seus relacionamentos são bons, né? Então você é um ótimo empresário no seu celular, cara, porque ela escondia de todo mundo quão doloroso era as coisas que aconteciam. Mas no fundo, no fundo, ela até falou para mim: olha, eu acho que eu gosto disso porque Quando chega alguém tranquilo, quando chega alguém calmo, eu não me apego. E tem uma teoria, né, a teoria do apego criada por John Bowlby. Ele mostra que os nossos vínculos de infância influenciam profundamente a forma como a gente ama na vida adulta. Então, quando você era criança, se você cresceu em ambientes emocionalmente instáveis, você aprende que o amor tem que ter insegurança, porque você aprendeu isso na infância. Por exemplo, se seu pai foi muito ausente, sua mãe também, você aprende que amor é ausência. Se tem uma pessoa muito presente, você fala: isso não tá certo não, isso não é amar pra mim, tá grudando muito." Aí, se você teve rejeição de pai e mãe, você vai entender que amar é rejeição. Então, quando alguém te rejeita: "Ah, ele gosta de mim, você tá fazendo charminho, gosta de mim." "Não, é isso aí, ele tem outra pessoa, eu sou step ali, mas é porque tem medo do mulherão que eu sou, né?" A gente vai arrumando várias desculpas. E o nosso cérebro muito danadinho inteligente, por causa da neuroplasticidade, cria esse padrão. Então o amor deixa de ser segurança e vira sobrevivência emocional. E foi o que aconteceu com ela. E ela passou, a gente trabalhou nas ativações porque ela tinha muitos traumas, muitos, que, com o pai e a mãe, e gerou muita coisa de medo. E ela sempre foi uma infância um pouco conturbada, não só por causa da, de toda a questão financeira, que foi muito humilde, mas tudo que aconteceu, estresse, brigas e agressões e coisas que ela viu durante a infância, e ela acreditou Tudo aquilo era amar, era amar e ser amado, né? Bom, e esse modo sobrevivência emocional infelizmente é viciante, porque é uma hiperativação do sistema nervoso e aí muita gente vive assim por anos sem perceber. Tô falando isso porque talvez isso não aconteça com você, ou você ainda não percebeu isso, ou acontece com alguém perto de você. E eu penso muito nisso quando eu observo mulheres fortes por fora, mais exaustas por dentro, sabe? Como o caso dessa pessoa que eu já atendi lá atrás. E imagina, hoje ela tá casada, bem feliz, teve 2 filhos, isso já tem uns 2 anos. E é impressionante como ela usava a máscara do trabalho para ela sentir super poderosa, mas em relacionamentos sempre muito desafiantes. Mas essa máscara de poder era assim: "Não, sou super ninguém", nem achava. Mas ela aceitava migalhas, né? E aí tem gente que fala assim: "Não, mas Thaís, eu não sou assim que nem ela." Então tá, então você deixa de falar alguma coisa para ficar evitando conflito? Você deixa de se expressar realmente o que você pensa, seu ponto de vista, sua necessidade? Você tolera comportamentos que te machucam? Você começa a se adaptar emocionalmente o tempo todo? Tipo: "Ai, não vou falar isso porque ele tá de mau humor. Ai, não vou falar aquilo porque ele tá de bom humor." Você percebe que você sempre tá ansioso ou ansiosa sem motivo aparente? E será que realmente você percebe que há amor nesse relacionamento, ou você tá com medo de ser abandonado, abandonada? Essa é uma das dores mais silenciosas que existem, né, que é esse medo da perda. Eu acho que a maioria dessas mulheres, depois que fazem ativação, a gente chega numa conclusão juntas que eu acho muito legal: a gente não tava sofrendo por ausência de amor. Ai, a gente tá— não, o sofrimento era pela ausência dela mesma. Olha que interessante. Então a pergunta é: por que ele não me ama da mesma forma que eu amo ele? Por que que ele não me aceita da mesma forma que eu aceito ele? Mas espera aí, em que momento você é o amor da sua vida? Em que momento você é a pessoa mais importante da sua vida? Em que momento você se você não se abandona. Porque quando você deixa o outro controlar a sua vida, você não é a pessoa mais importante da sua vida, né? E como que é a percepção do amor para você? Que que você acha que é amar? Amar é respeitar? Amar está presente? Amar é dar carinho? Amar é dar presente? Amar é se doar? Que que é amar para você? Cada um tem uma forma de receber e dar amor, né? E o que que é o amor para você? É de vez em quando tudo bem, um grito, um sofrimento, um medo de abandono, ou não? Para mim, Thais, amar é paz, essa sensação de tranquilidade. E tem gente que gosta, né? Não é que gosta, a pessoa começa a perceber que realmente ela tem um padrão. Porque eu já ouvi gente indo lá fazer ativação e falou: olha, você falou aquele dia de relacionamento e eu percebi que eu tô assim, eu preciso melhorar, tá? Então você conseguiu pelo "Vamos finalizar esse relacionamento?" "Ah não, isso não, porque não, ainda não", né? E tem um conceito da neurociência chamado neurocepção. Ele mostra, tipo assim, que o corpo detecta seguranças e ameaças antes mesmo da mente racional interpretar a situação. Isso explica porque muitas mulheres entram em alerta com pequenas mudanças de comportamento. Às vezes o silêncio da pessoa gerou uma ansiedade extrema, né, sendo que tá tudo bem, teoricamente tá tudo bem, mas você não. Você percebeu lá uma incoerência, você falou: não, tem alguma coisa que vai acontecer, ou ele tá pensando em alguém, ou ele tava fazendo alguma coisa. Porque você vive tentando prever um abandono, porque na infância isso aconteceu. Então você sabe que a qualquer momento isso vai acontecer, e é o que acontece. Você atrai relacionamentos onde um dia a pessoa fala tchau. Mas por quê? Porque você aprendeu que isso é amar. Então você fica analisando o tom de voz, o tempo que a pessoa te responde. Ai, mandei a mensagem, a pessoa ainda não respondeu. Gente, olha, essa pessoa não me responde. A mudança de comportamento, a expressão facial, a energia da conversa. E aí, gente, isso é viver em ansiedade constante, né, liberando cortisol o tempo inteiro. Por isso que tem muitas mulheres que tem aí em essa relação afetiva marcada por insegurança emocional que ativa esses níveis crônicos de cortisol e inflamação. Então é uma pessoa que acaba tendo muitos desafios com a saúde também, né? E aí, gente, o pior de tudo que eu percebo também é quando a mulher fala assim: "Não, mas eu sou perfeita e eu sou assim, cara, uma puta profissional, sou super boazinha, como que eu atraio esses lixos?" Será que você acha que você é muito boa assim mesmo? Porque assim, você pode se achar muito bom no seu trabalho, mas será que você é a pessoa que fala: "Cara, eu tô comigo? Eu me amo ao ponto de olhar para um cara que faz isso e falar tchau? Tchau!" Não, isso não é amar. Eu ter medo inteiro, a todo instante, com medo que você vai me abandonar, isso não é amor. Porque eu tô comigo. Sabe? E foram mulheres também que desde cedo, e homens, né, que tiveram talvez que resolver tudo, engolir emoções, dar conta, cuidar dos outros, se adaptar, amadurecer rápido. E tudo isso gera isso: aí eu sou muito forte, mas se eu também não for perfeito, ou achar que vão me abandonar, aí fica também nesse stress, né, nesse estresse. E é complicado, não é saudável, não é saudável. Então a criança cria mapas emocionais sobre amor, abandono, rejeição e pertencimento. Ela vai criando isso e aí eles vão operando, continua operando isso na sua vida adulta. Então por isso que tem muita gente que se apega demais, sente medo excessivo de perder, precisa de validação o tempo inteiro, entra em desespero emocional diante de um pequeno afastamento. Mas isso é um sistema nervoso tentando proteger por causa das feridas antigas, né? Nem tem a ver com esse relacionamento atual, tem a ver com relacionamento antigo. O corpo tá revelando traumas. Por isso que eu falo: presta atenção, o seu relacionamento diz muito sobre você. Presta atenção se você sente necessidade de controle, de apego, ou ansiedade, ou dificuldade de confiar. Eu tinha muita dificuldade de confiar, muita, muita dificuldade de confiar. De confiar em relacionamentos amorosos, não, mas de confiar em pessoas, eu tinha muito essa dificuldade. E aí eu fui trabalhar isso. A gente tem, todo mundo tem, todo mundo tem algo para trabalhar. E eu acho que essa necessidade, dificuldade de confiar, vem também do controle. E hoje eu acho que todo mundo tá querendo, aí vou tentar controlar, tentar controlar o quê? A gente não controla nada, a gente só controla como vai ser nossa reação diante de coisas que vão acontecer, porque não tem como a gente controlar as outras pessoas, isso ainda não existe. Mas tem gente que ainda assim gostaria, o sonho, queria poder controlar, né? Aí tem uma frase de Bell Hooks que eu acho muito muito forte, mas ela dizia que o amor e o abuso não coexistem. E parece óbvio, né? Mas para muita gente não é. Quando tem os dois significa que tem amor. Então, se você perde sono constantemente, tem medo o tempo inteiro, sempre tá tendo que provar o seu valor, sempre tá querendo tá no controle, não confia, tem algo que você tem que curar aí dentro. O seu sistema nervoso pode até tá acostumado com esse caos, mas você desacostumou o seu corpo até essa paz. Então você precisa olhar mais fundo. Não é o seu relacionamento, não é essa pessoa que tá com você agora. Ele só está revelando algo que tem dentro de você que você precisa olhar. Para de apontar e falar que é pro amiguinho. Você só atraiu esse amiguinho porque você tava aí com essa frequência. Então você entrou num lugar Tinham várias opções, mas essa pessoa foi justamente que chegou em você e vem se repetindo algum tempo. Será que você não tá percebendo a sincronicidade do universo mostrando que você tem que curar alguma coisa? Ou você vai esperar finalizar esse para arrumar outro alequim dourado para falar: olha, igual, hein, mas sei quantos relacionamentos que eu atraio o mesmo tipo de pessoa. Gente, até a hora que vem uma doença Até a hora que vem um trauma, até a hora que vem alguma coisa forte para a gente parar e olhar. Porque o mundo, a todo instante, a gente recebe sincronicidades do universo, a todo instante. As pessoas são para você parar de sobreviver, para você entrar no modo deixa eu perceber o que que tá acontecendo, deixa eu perceber. E aí sim você olhar para aquilo que você precisa curar. E eu não tô falando só de relacionamentos amorosos, tô falando de tudo. Aí só tem chato no meu trabalho, só tem isso, aquilo, tá? Ah, então por que que você tá atraindo esse tipo de pessoa, né? E a pergunta mais importante não é quem ficou, mas quanto de mim sobrou depois dessa relação? Para você voltar a se conectar com você mesma, para você parar de se abandonar, porque maturidade emocional é isso, é não se abandonar. Se o outro decidiu ir, problema dele. Eu tenho eu, eu estou comigo, eu permaneço, eu fico. Chega de perder sono, de ansiedade, de sensação de insegurança. Chega! O amor é leve, amor é saudável, amor é liberdade. Outra coisa também que as pessoas acham, que depois que tá com alguém perde a liberdade, não perde nada. Amor é liberdade, porque se a pessoa quer estar com você Pode fazer o que for, tá tudo bem. Confie, confie no fluxo do universo. Se você não confia, porque tem algo dentro de você que você precisa trabalhar. Amores, não se esqueçam, quis fazer esse conteúdo nessa lua cheia selvagem, sim, para você olhar para dentro, sim, porque eu não sou boba mesmo, ó. Então a gente tem um encontro sábado, hein? Sábado a gente tem online 6 do 6 e domingo a gente tem presencial. Que legal, presencial 7 ante do 6, para a gente pegar o portal do 6, do 6. Vai ser muito bom, muito bom, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito. Essa energia dessa lua cheia, essa lunação tá muito forte, tá muito porreta, amores. Eu decreto, profetizo que você descubra e seja o amor da sua vida, esse amor tão lindo, tão leve, que você atraia uma pessoa com a mesma frequência que a sua. Para você sentir paz, leveza, e curar, se você já passou por isso, sofrimentos. A gente vê nessa evolução, a gente veio de uma forma e veio para evoluir, a gente veio para se transformar, né? Então aproveita cada coisa e pessoa que o universo põe na sua vida. Ele tá te mostrando, revelando algo que você precisa olhar, combinado? Beijo na alma, no céu da boca. Até a próxima!