808 - Doenças que nosso corpo cria quando a nossa energia está em desequilíbrio!!🥵🌑
Será que alguns sintomas do nosso corpo podem estar revelando desequilíbrios que começaram muito antes de aparecerem fisicamente?
Neste episódio, Thais Galassi traz uma reflexão profunda sobre a relação entre corpo, emoções, energia e consciência — e como pessoas, ambientes, traumas ancestrais, histórias familiares e até objetos carregados de energia podem interferir no nosso campo energético.
Você vai entender como os chakras podem ser observados como um mapa energético do corpo e o que regiões ligadas ao chakra raiz, plexo solar, chakra cardíaco e chakra laríngeo podem simbolizar quando existe medo, dificuldade de colocar limites, ressentimentos, bloqueios emocionais ou verdades reprimidas.
Também falamos sobre trauma transgeracional, estresse, inflamação, energia dos ambientes e pesquisas que mostram que o nosso organismo pode responder até mesmo ao estado de estresse de outras pessoas.
Além disso, Thais compartilha experiências marcantes envolvendo doenças, processos de transformação e Ativação da Kundalini, trazendo uma pergunta essencial:
O que está desequilibrando sua energia há tanto tempo que o seu corpo começou a pedir atenção?
Neste episódio:
• Doenças e desequilíbrio energético
• O corpo como mensageiro
• Chakras e bloqueios de energia
• Chakra raiz e traumas ancestrais
• Plexo solar, poder pessoal e limites
• Chakra cardíaco, mágoas e ressentimentos
• Chakra laríngeo e emoções reprimidas
• Energia de pessoas e ambientes
• Objetos que podem carregar registros energéticos
• Trauma transgeracional e ancestralidade
• Estresse, cortisol e inflamação
• Kundalini e expansão da consciência
• Limpeza energética e proteção do seu campo
• Como identificar o que está drenando sua energia
Este conteúdo não substitui diagnóstico, acompanhamento ou tratamento médico. A proposta é ampliar o olhar para as dimensões emocional, energética e espiritual que também fazem parte da experiência humana.
🎧 Escute até o final e faça o exercício de percepção energética proposto no episódio.
Thais Galassi
- A relação entre desequilíbrio energético e o surgimento de doenças no corpocorpo como mensageiro·chakras e bloqueios de energia·trauma transgeracional e ancestralidade
- A experiência de quase morte de Anita Morgiane e a cura de um linfomaexpansão de consciência·medo e autocrítica·redução rápida de tumores
- O caso de uma mulher que superou o linfoma com tratamento convencional e ativação de Kundalinimedo de abandono·sentimento de não merecimento·Louise Hay e o corpo fala
- A importância de identificar e curar bloqueios energéticos que se manifestam no corpoansiedade e gastrite·pânico e controle·necessidade de atenção do corpo
- A necessidade de olhar para as emoções e traumas para liberar a energia bloqueadaengolir emoções·ressentimento e mágoa·consciência para transformar
Olá, seres de luz! Oi, alma selvagem! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim. Tô mandando muita energia boa aí para vocês. Capta, pega, pega, porque aqui tem de monte. Tanta ativação de Kundalini, gente, tem muita energia aqui, muita. Inclusive, quem ainda teve a ousadia de nunca ter feito uma ativação na Kundalini comigo? Não, porque aí é muita ousadia, não é nem selvageria. Porque poxa, gente, processo energético mais poderoso, mais porreta, mais incrível que existe no mundo e dá para fazer online.
Então não tem nem desculpa. Moro longe? Não tem desculpa, dá para fazer online. Ah, mas funciona? Paga para ver, paga para ver, pergunta para alguém que já fez. Gente, lógico que funciona. Inclusive a nossa musa linda Anitta fez agora, antes de receber a coroação dela lá. Para receber de Rainha de Bateria, a gente fez algumas horas antes online. Então assim, funciona. Você acha que se não funcionasse ela ia estar perdendo o tempo dela há mais de 3 anos fazendo ativação todo mês comigo?
Que a Musa faz todo mês, tá? É isso, é só sobre isso. Bom, a gente vai ter agora dia 10/10, tá? Semana que vem, gente. Essa semana a gente já entra, né? A gente tá, é um cabelinho mesmo de setembro, porque amanhã é o último dia de setembro. Então vamos fazer, gente, vamos agradecer hoje, amanhã. Eu sei que a gente tá na lua cheia, mas seria muito legal vocês agradecerem por tudo que aconteceu esse mês. Ah, mas Thaís, não saiu do jeito que eu queria.
Não interessa, agradeça. Já entra com essa energia no dia 1º de, sabe, energia de gratidão. Aconteceu o que tinha que acontecer e eu já estou cocriando aqui no dia 1º que muita coisa boa vai acontecer, muita coisa boa vai acontecer. Eu tenho certeza que mês de outubro vai ser maravilhoso. São pequenos rituais e bobeirinha que vocês não dão nada, né? Ah, mas será que isso vai funcionar na minha vida? Gente, dá muita diferença, é sério.
Lembra que onde a gente coloca a nossa atenção, a gente tá colocando nosso foco e nossa energia? Então mais disso a gente atrai. Então por que não ser grato, né? Então eu sou muito grata esse mês que passou, de verdade. Vai acabar só amanhã, né? Mas sou muito grata mesmo. Eu tenho certeza que outubro vai ser o melhor ano, o melhor mês Melhor mês do ano, vai ser o ano em um mês. Ó só, já tô cocriando isso porque eu falei vai ser o melhor ano, né?
Já saiu da minha intuição aqui, ó, já saiu direto. E eu desejo que o seu também, tá? Depois vocês me contem. Mas eu espero vocês para a gente potencializar isso, porque eu vou fazer minha ativação, eu vou fazer no dia 10. Antes da ativação de vocês, eu vou fazer a minha, porque 10 do 10, gente, não vai repetir. 1, 1 e 1 não repete nos próximos anos. Acho que só repete daqui 9, 10 anos, não repete tão cedo. Então é um triplo portal, um de início, de realização de sonhos, de cocriação, de o que que você quer dessa dimensão.
Muito legal, muito forte. Dia 11/10 vai ser presencial, tá? Então quem tá aqui por São Paulo, tiver por aqui, venha conhecer a clínica que é linda. Aproveita e já faz uma ativação da Kundalini. Agora, gente, eu sei que vocês gostaram muito do último conteúdo. Recebi várias mensagens aí de vocês contando as histórias. Amei, inclusive, tá? Amei. Sabe o que eu preciso fazer depois? A cada podcast meu, eu contar mais histórias, né?
E vocês me mandam várias lindas. Podem continuar me mandando, que eu vou pedir para alguém separar todas essas histórias, eu ir guardando, sabe? Para eu ir contando nos podcasts. Porque é muito legal, é muito legal, vale a pena. Eu acho que porque às vezes a gente acha que só a gente tem problema, só a gente tá passando por um desafio. E aí quando a gente vê essas histórias, e principalmente as histórias que tem um final feliz, a gente fala, poxa, que legal, tá vendo?
Essa pessoa passou por tudo isso e a gente aqui reclamando às vezes porque, ai, tá chovendo, ai, queria tanto tivesse sol hoje, alecrim dourado, por favor. Muita gente que tá aí brigando para sobreviver, né, que tá no hospital, eu só queria mais uns dias de vida com as pessoas que eu amo. A gente tá aqui, ai, porque tá chovendo, vou molhar meu cabelinho. Ai, gente, eu não vou nem continuar, que senão eu saio do meu centro aqui, ó, ó, uff, senão vou desalinhar meus chakras.
Então vamos lá. Em fevereiro de 2006, uma mulher chamada Anita Morgiane, ela estava em coma em um hospital em Hong Kong e ela enfrentava um linfoma. Avançado, já tinha anos, gente. O corpo dela tava extremamente assim debilitado, os órgãos já estavam começando a falhar. E segundo o relato dela mesmo, os médicos disseram assim para família: ó, pode despedir, ama, fala tudo que tem que falar, quem tiver que pedir perdão peça, porque ela vai ter poucas horas de vida.
E foi justamente naquele limite entre vida e morte que aconteceu uma coisa que ia mudar a vida dela. E a maneira como ela enxergava o próprio corpo. A Anitta conta que ela viveu uma experiência de quase morte. Ela relatou ter sentido uma expansão de consciência que ela não consegue explicar, como se ela tivesse fora das limitações do corpo físico, sabe? E ela começou naquele estado compreender algo sobre a forma como ela tava vivendo.
Medo, autocrítica, sensação constante de não ser suficiente, uma vida inteira tentando corresponder a tudo e todos. Segundo ela, naquele momento ela percebeu que ela havia vivido contra ela mesma. Ela declarou uma guerra contra ela mesma. Ela até escreveu posteriormente essa experiência no livro Designing to Be Me. O mais importante é o que aconteceu depois, porque quando ela saiu do coma, nos dias seguintes, o seu organismo começou a reagir e ela relatou uma redução extrema rápida de tumores.
A sua história chegou até a ser apresentada pela CNN anos depois, porque eu agora preciso fazer uma observação aqui que é importante: a interpretação de que o medo ou o estado energético de Anita teria causado o câncer ou de uma mudança de consciência tenha curado a doença pertence à experiência e interpretação espiritual dela. Então isso não tem algo científico como causa e efeito, mas eu super acredito. Calma que eu vou contar.
Mas eu resolvi trazer essa história justamente porque existe uma pergunta muito maior escondida: até que ponto a maneira como a gente vive interfere no nosso corpo, né? Porque talvez uma doença ela nunca deva ser reduzida a uma única causa, mas também talvez o corpo não deva ser reduzido apenas à matéria. E é sobre isso que eu quero falar com vocês, porque dentro de muitas tradições espirituais, antes da gente existir, né, o corpo físico, existe o campo energético, a alma, um campo que está constantemente com essa interação: pensamentos, emoções, pessoas, ambientes, histórias, experiências.
E quando essa energia perde fluxo, quando ela permanece bloqueada, reprimida ou sobrecarregada durante muito tempo, algumas tradições entendem que esse desequilíbrio começa a se refletir no corpo físico. E eu não tô dizendo que você criou uma doença porque você pensou errado. Calma, ouve o podcast todo. Vamos baixar barreiras, menos julgamento. Muito menos que alguém que tipo, deve abandonar o médico, exame, medicamento ou tratamento.
Mas eu tô convidando você um olhar ampliado, porque talvez seja possível cuidar do seu corpo físico e ao mesmo tempo perguntar: onde que é a energia que habita esse corpo? E aí eu quero compartilhar o depoimento de uma mulher que chegou para mim depois de receber um diagnóstico de linfoma. Ela já vinha passando por vários médicos diagnosticado, tava confirmado já. A equipe que acompanhava ela já tinha falado de iniciar quimioterapia, as primeiras sessões já estavam programadas.
Ela tava super assustada, e é super natural. Ao mesmo tempo que ela se preparava para começar todo esse tratamento convencional, ela disse que passou uma mensagem no Instagram, eu fazendo uma ativação de Kundalini, e ela falou, eu vou marcar o quanto antes, eu preciso fazer com ela. E ela fez individual comigo. E durante esse período foi interessante porque ela não me contou que ela tava passando por esse processo, tá? Porque tem uma anamnese quando as pessoas vão fazer ativação de Kundalini, tem algumas contraindicações que eu já falei para vocês, né?
E ela não falou nada, ela falou que ela tava tudo bem com ela e tal. E a gente fez ativação, fizemos 3 meses seguidos, ela fez, né? Só que na segunda ativação ela resolveu contar, porque ela disse que ela começou a se sentir melhor. Então ela falou, preciso te contar uma coisa, mas por favor continua fazendo ativação de Kundalini. Nesses casos assim, se a pessoa tá se sentindo bem, não tem problema. E ela tava se sentindo bem.
Ela começou a perceber já uma mudança muito profunda no corpo dela, nas emoções. E principalmente, ela é uma pessoa que ela teve muito medo a vida toda, muito medo. O pai abandonou ela. A família dela, quando ela nasceu, o pai abandonou a mãe e a mãe sentiu muito medo nos primeiros meses de vida dela, porque a mãe se viu sozinha, sem condição financeira, teve que morar na casa da avó. A avó era muito agressiva com ela, jogava na cara dela que ela arrumou um homem que abandonou ela e tal.
Então ela sentiu muito medo e ela passou isso muito, a mãe dela passou por isso e ela sentiu muito isso na gravidez e quando ela nasceu. E ela tinha essa coisa de que ela não era tão importante, de que ela não merecia ter. Se o pai deixou é porque ela não merecia ter esse amor. Mas tudo inconsciente, tá? A gente foi descobrindo. E o mais importante, durante as ativações ela não abandonou o tratamento. Eu fiz questão de falar para ela, a gente só vai continuar fazendo ativação se você continuar fazendo o que você tem que fazer e Eu quero que seu médico ateste que você pode fazer.
E aí tudo bem, foi tudo bonitinho. E aí tudo bem. E aí passou, ela fez 3 seguidas comigo, ela deu um tempo, depois ela voltou e fez mais 2. E aí aconteceu algo inesperado: os resultados não mostravam mais a presença da doença como parecia nos exames. O linfoma não tava mais identificado. O médico ficou impressionado e falou assim: não, para. Eu preciso saber qual que é o nome dessa sua terapeuta, dessa bruxa, dessa coisa que ainda zoou assim.
E aí ela falou, olha, eu senti que era isso que ia me curar, eu senti, porque eu tava ouvindo. Inclusive ela disse que uma noite antes dela pegar o resultado com o médico Ela ouviu uma meditação da Louise Hay. E a Louise Hay, vocês sabem, né? Ela é maravilhosa, os livros dela são incríveis, comprem. Ela tem várias meditações e ela fala muito disso, né? Que o corpo fala, que as doenças, aonde dói, tudo é muito legal. E ela disse que ela ouviu isso e na hora ela sentiu muito um medo, um medo, um medo que ela não sabia lidar.
E ela dormiu. E quando ela acordou e ela pegou no celular, a primeira coisa que ela viu foi eu fazendo ativação de Kundalini. E ela teve essa coisa de instinto. Eu preciso disso, isso vai me ajudar. Enfim, a gente acabou fazendo uma mini mentoria porque a gente descobriu várias coisas nessa ativação, tararã. E o mais engraçado, no final, né, depois que ela já tinha passado por tudo, médico liberou, tava tudo ok. Até hoje ela continua fazendo exames, tem que continuar avaliando, mas o relato dela Ela fala, não é que foi só ativação da Kundalini que me curou, porque eu acabei usando, eu fiz tratamento com medicações, eu continuei indo no médico, mas eu tinha tanta certeza que eu ia descobrir o que que tava me trazendo essa doença, porque na hora que eu ouvi a meditação da Louise Hay veio uma coisa assim para mim, você criou isso, você não tá se sentindo merecedora.
Quando a gente fez ativação, a gente descobriu que ela não se sentia merecedora da vida porque o pai abandonou. Então, na cabeça dela, ela era um estorvo na vida da mãe, que sentia muito medo, que ela ouvia tudo aquilo que ela ouvia da avó desde pequena, da avó jogando na cara e reclamando. A mãe sempre com muito medo de tudo, não tinha coragem de sair daquela situação da casa da avó. E ela cresceu como o estorvo. A mãe sofria por causa dela e a avó potencializava aquilo por causa dela.
Ou seja, eu não mereço viver. Aí ela atrai uma doença super séria. Interessante, né? E aí ela conta chorando que ela tá muito feliz e que ela tem certeza que foi da ativação da Kundalini, que ela tem certeza que isso ajudou ela demais. A gente não pode afirmar isso, eu falo que todo processo energético você não pode falar que tem a cura, mas que ela descobriu que no fundo o que ela fala é que ela criou aquela doença. E aí eu fiquei pensando, quantas outras doenças a gente não cria, né?
Porque eu lembro que quando eu era nova, que eu tive pânico, antes do pânico vir eu tinha uma gastrite, uma gastrite que às vezes batia, que eu tinha que ir para o hospital, que eu ficava muito mal. E aí eu já era o meu corpo falando, cara, olha essa ansiedade, olha essa cobrança, olha essa necessidade de controle, essa necessidade de provar o seu valor, olha você não digerindo as coisas, você não falando o que tem que falar, você engolindo.
E aí eu fui percebendo isso, não percebi que aconteceu, veio o pânico. Vai vindo as coisas para você olhar para isso, você não percebe, vai vir outra coisa, vai vir outra coisa. Uma hora você vai ter que olhar para o corpo, uma hora você vai ter que olhar para tua vida. E quando veio o pânico, bateu, aí puxou meu tapete, fundo do poço, não teve jeito, não teve como. Não era um pânicozinho, era um pânico Queria, não conseguia mais sair de casa, gente.
Não dava, passava mal. Eu passava mal no elevador, eu morava no 4º andar. Para ir do térreo até o quarto, eu suava. Se entrasse alguém no elevador, eu queria morrer. Se eu tivesse sozinha, ainda era menos mal, mas se tivesse alguém junto— só quem tem pânico sabe o que é. É horrível, é horrível. Não desejo nem para os meus inimigos, sabe? Não desejo. Então olha que interessante, hoje que parte do corpo sua precisa de atenção? Você normalmente tem o quê?
Mais dor de cabeça, ou você morde, ranja os dentes, ou é estômago, intestino, ou você tem uma dor no joelho, ou no ombro, no pescoço, o que que você tem, uma rinite, o que que você sente com frequência que o seu corpo tá tentando conversar com você, te avisar Né? Não significa que você tá criando isso conscientemente, não. Você não quer se punir. O seu corpo quer que você olhe para sua alma, que tem algo que tá ali bloqueado, reprimido, sobrecarregado.
Por isso que eu falo que ativação de Kundalini é muito forte, né? Porque ela vai, ela ativa o seu poder, então ela vai rasgando os bloqueios. Então as pessoas falam, Thaís, eu era muito ansioso. Hoje eu consigo dormir sem medicação. Thaís, nossa, eu não conseguia prestar atenção, eu procrastinava. Depois das ativações eu tô me sentindo muito mais centrada, eu consigo sentar, ler um texto, fazer o que eu tenho que fazer. É muito louco, né, gente?
A gente tá trabalhando a parte energética, a gente tá trabalhando a alma, a gente tá trabalhando a alma que tá habitando esse corpo físico, né? E a única forma da gente olhar para isso é quando o corpo físico chama a nossa atenção, senão a gente vai continuar anos e não vai olhar para isso. Né? Agora me fala, me conta aqui que parte do seu corpo você sente mais. Será que você não consegue delegar? Será que você acha que precisa resolver o problema de todo mundo?
Será que você tá engolindo muita coisa e não tá se posicionando? Será que você tá aceitando muita responsabilidade? Será que está se cobrando muito, querendo controlar as situações? O que que tá acontecendo? O que que você não está vendo, né? Tem alguma área na sua vida hoje que você percebe que a sua energia está bloqueada, reprimida? Que tem algo aí que você precisa trabalhar? Tem muita gente que fala assim: nossa, eu superei, eu consigo falar sobre aquele assunto, aquele trauma.
Mas aí Quando vem qualquer lembrança sobre aquela situação, a pessoa gela. Não, tem algo aí que tá registrado no seu campo, né? Não tem como. Que nem as pessoas que têm ressentimento, mágoa, não conseguem perdoar. Você acha que isso tudo vai, vai se reverberar no corpo físico, né? Não adianta, gente. A nossa alma vai sempre tentar falar com a gente, só que quando você está no piloto automático, não tá no momento presente, você não vai conseguir ouvir.
A gente não consegue. E aí ela precisa chamar sua atenção de alguma forma, e a minha chamou a forma, chamou a minha atenção de uma forma bem selvagem, né? Como eu disse para vocês, ela puxou o meu tapete e eu falei, uou! E eu vi a quantidade de coisa. Até hoje eu trabalho, gente, isso. Eu tenho uma coisa de querer que as coisas saiam mais ou menos do jeito que eu queria. Que isso é de todo ser humano, mas eu acho que eu tenho um pouquinho mais.
Eu tenho um desapego muito grande também com pessoas. Eu também sou muito desapegada, que eu também não sei se é, sabe? Apego mesmo só pelos meus filhos, mas eu não sou muito apegada a coisas e pessoas. Não sei se isso é bom ou ruim, tem gente que às vezes não entende esse meu jeito. E eu tenho um monte de coisa para trabalhar, um monte. Se vocês tiverem tempo, a gente vai aqui até amanhã. Mas o mais importante, eu acho, é que hoje vocês fazerem essa pergunta: o que que tá bloqueando a minha vida hoje?
É uma relação, limite, uma verdade, uma dor, uma memória, um ambiente, uma história. O que que está acontecendo? Que doença que seu corpo tá criando para mostrar para você que tem algo que você precisa curar? Lembra, não é culpa. Você não tem culpa de nada. Você não é culpado de nada. Você só precisa olhar para isso. Algo está chamando a sua atenção que merece cura. Essa energia merece voltar. Essa energia merece ser liberada, né?
A gente precisa ter consciência para reconhecer e aí a coragem para transformar. Pode fazer terapia, fazer algum processo energético. Conselho: faça algum processo energético, sim. Pode ser reiki, pode ser tetarrine, pode ser qualquer outra coisa, ativação da Kundalini, o que você achar que você tá pronto para fazer. Mas o mais importante é sim, faça esse trabalho para você perceber, né, onde o seu corpo te chama. A gente devia ter essa matéria quando é criança, não devia ter essa matéria?
Ó, agora vão todos deitar bonitinho. Deitaram? Então tá, agora se vocês pudessem falar, tem algum lugar do corpo que vocês sentem que dói, que vocês percebem que— pra gente crescer já tendo esses momentos do nosso dia ou da semana que a gente vai parar e falar, nossa, olha, minha cervical essa semana pegou bastante. Muita responsabilidade, eu meio contrariado aí com a opinião dos outros, ou muita dor de cabeça, tô pensando muito, muita ansiedade.
Que que é? Uma rinite? Uma sinusite? Quem que tá invadindo o meu espaço aí, né? Ah, eu tive, sei lá, infecção de urina. Minhas emoções, não tô olhando para isso. Água, né? Bom, a gente tem vários sinais. Um livro legal é da Louise Hay, que ela fala dos livros dela, e também da Christina Cairo, que eu amo, que ela fala também. A Louise Hay, acho que é Você Pode Curar Sua Vida no livro dela, e a da Christina Cairo é Linguagem do Corpo, se eu não me engano.
Que eu sou, gente, eu sou, não tenho memória para nome de livro e nome de filme e de ator, não sei o que acontece. Eu vou te contar a história do livro. Mas eu vou falar o nome, nome, nome, mas agora veio, veio, nome veio, nome veio, era para vir, tá vendo? Então eu vou deixar essa pergunta com vocês e não tô saindo correndo, quero que vocês respondam para mim aqui ou lá no Instagram aonde dói o corpo. E quem já fez ativação, você percebeu se melhorou essa parte?
O que que mudou já? Ok, e eu espero vocês selvagens no dia 10/10 juntos, se ainda tiver vaga, porque 10/10 vai ser maravilhoso. Nesse portal online ou dia 11/10. Beijo no céu da boca e no fundo da alma. Até a próxima!