807 - Sabe quando o santo não bate?!🤭😳
Você já conheceu alguém e sentiu umaconexão imediata, como se já conhecesse aquela pessoa há muito tempo?
Ou aconteceu o contrário: sem motivo aparente, alguma coisa dentro de vocêpediu distância?
Neste episódio, Thais Galassi mergulha em uma pergunta que une espiritualidade,neurociência, inteligência emocional e consciência:
Por que sentimos simpatia ou antipatia por algumas pessoas antesmesmo de conhecê-las de verdade?
A partir de reflexões presentes em O Livro dos Espíritos, estudossobre primeiras impressões, memória emocional, trauma e processamentoinconsciente do cérebro, você vai entender por que o corpo pode reagir a alguémantes que a mente consiga explicar o que está acontecendo.
Mas existe um ponto fundamental: nem toda sensação é necessariamente intuição.
Às vezes, aquilo que parece um aviso espiritual pode ser uma memóriaemocional. Uma ferida antiga. Um mecanismo de proteção. Uma associaçãoinconsciente criada pelo sistema nervoso.
E é justamente aí que começa o verdadeiro trabalho de consciência.
Neste episódio, você vai entender a diferença entre:
intuição e medo,
conexão espiritual e carência,
antipatia e incompatibilidade,
memória emocional e percepção do presente,
frequência energética e julgamento,
atração imediata e padrões inconscientes.
Também falamos sobre o conceito de sintonia entre pessoas, sincroniainterpessoal, relações que despertam feridas e o verdadeiro significado deelevar sua frequência.
Porque elevar sua frequência não significa estar bem o tempo inteiro.
Significa conseguir observar aquilo que alguém desperta em você sem permitirque sua reação automática assuma o controle.
Talvez algumas pessoas não apareçam para permanecer.
Talvez apareçam para revelar.
Revelar um limite.
Uma ferida.
Um padrão.
Uma necessidade.
Ou uma parte de você que ainda precisa ser integrada.
A pergunta deixa de ser:
“Por que eu não gosto dessa pessoa?”
E passa a ser:
“O que essa pessoa está despertando dentro de mim?”
Esse episódio é um convite para aprofundar sua percepção, fortalecer suainteligência emocional e aprender a ouvir seu corpo sem transformar todasensação em verdade absoluta.
Porque a intuição pode falar rápido.
Mas a sabedoria sabe esperar.
🎧 Escute até o final e observe quais relaçõesda sua vida estão tentando mostrar alguma coisa sobre você.
Thais Galassi
- A percepção intuitiva de simpatia ou antipatia por pessoas desconhecidassentir conexão imediata·sentir necessidade de distância·radar ligado desde a infância
- A diferença entre intuição, memória emocional e julgamentocorpo percebe rápido·corpo aprende·memória emocional e condicionamento
- Elevar a frequência e a importância da consciência no presentenão é ser feliz o tempo inteiro·aumentar a presença·perceber o medo antes da fuga
- A ciência por trás das primeiras impressões e decisões rápidasdecisões rápidas podem ser boas·instinto pode enganar·estudos sobre primeiras impressões
- A visão espiritual sobre a sintonia e antipatia entre as pessoassintonia e frequência·afinidade de alma·O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
- A sincronia interpessoal e o comportamento cooperativopessoas agem sincronizadas·sincronia aumenta cooperação·sensação de pertencimento
Olá, seres de luz! Você mesmo, alma gostosa! Tudo bem com vocês? Espero que sim. Toma um gole aqui, ó, da minha energia boa, da minha alma gostosa, da minha selvageria para vocês, já começando esse podcast. Fica só Lua crescente indo pra cheia em sábado. O que você plantou lá na lua nova, que você regou nessa lua crescente, que a gente vai colher na lua cheia? Espero que pensamentos gostosos, selvagens. Porque, gente, vocês falaram bastante do podcast que eu falei dos pais, né?
Nossa, acho que foi o podcast que eu mais recebi mensagem no Instagram. Foi esse podcast falando sobre tudo bem se afastar dos pais, tudo bem. Eu recebi assim milhares de mensagens contando histórias, inclusive da relação de várias pessoas com os pais. E eu prometo que vou fazer outro podcast sobre isso, porque realmente eu vi que muitas pessoas passam por desafios, né? É normal. Né? A gente já escolheu nosso pai e mãe antes de vir para essa dimensão por algum motivo.
Escolhemos passar por alguns desafios, mas tudo tem um aprendizado. Mas eu vou gravar, tá bom? Bom, então quinta gostosa, gente! A gente tá por um cabelinho, hein? Como voou esse mês de setembro! Semana que vem, quinta que vem, tá? Hoje é quinta, mas quinta que vem é dia 1º de outubro. Olha só, e a gente vai começar o mês de janeiro lá com lua cheia. Que delícia, né? Olha, é ruim quando a gente fala isso, que o tempo tá passando muito rápido, porque significa que a gente tá fazendo muita coisa e não tá apreciando a jornada.
Então eu não gosto de estar falando isso para vocês, mas esse ano a sensação que eu tenho é que passou mais rápido que o ano passado. E olha que eu acho que o ano passado eu fiz muito mais coisas. Eu tenho essa sensação. Mas enfim, vamos para o conteúdo. Me pediram para falar sobre algo que, cara, isso para mim desde sempre, acho que desde pequenininha, foi um radar meu que já era muito ligado. Sabe quando o santo não bate? Sabe quando você entra em algum lugar ou você conhece alguém e antes da pessoa falar qualquer coisa Tem algo que fala assim dentro de você: não, não, não, não, não.
Ou aconteceu exatamente ao contrário. Você olhou pra alguém que você nunca viu e falou: gente, eu senti uma coisa assim, parece que eu te conheço, eu não consigo explicar. A conversa flui, o corpo relaxa, a gente baixa as barreiras, né? Barreiras dos julgamentos. E a gente não sabia da onde vinha aquela sensação, né? Aí, não tiver essa sensação que eu conheço essa pessoa, ou também que, nossa, não sei, não bateu. Por que que isso acontece?
Por que que o santo às vezes bate de prima? Em outras situações, algo dentro de nós fala, pelo amor de Deus, mantenha quilômetros de distância dessa pessoa, e a pessoa não te fez nada, não tem nenhum motivo. Mas aí nós temos um bestseller, um livro que se chama Blink, que significa piscar, de Malcolm Gladwell. Ele conta a história que eu acho bem legal, porque o Museu Getty, que é dos Estados Unidos, ele estava prestes a adquirir uma antiga estátua grega conhecida como Kouros.
E essa peça, ela tinha passado meses de análise, investigações, documentos, exames, especialistas envolvidos. Tudo parecia indicar que era escultura autêntica para entrar nesse museu dos Estados Unidos, ok? Mas quando algum dos grandes conhecedores de arte simplesmente olhou para aquela estátua, ele teve uma reação imediata. Alguma coisa dizia para ele: tem algo errado aí. E ele não sabia exatamente o que era. Bom, o nosso amigo aqui, o Michael, ele resume o livro, uma das ideias do livro, né?
Ele diz o seguinte: decisões tomadas muito rapidamente pode ser tão boas quanto as decisões tomadas com mais calma, com cautela. E no livro Blink também faz um alerta importante: o nosso instinto pode acertar, mas ele também pode nos enganar. Por isso que eu resolvi gravar esse conteúdo para vocês, porque na espiritualidade existem palavras para a gente tentar explicar essas experiências. A gente vai falar de sintonia, a gente vai falar de frequência, de magnetismo, de afinidade de alma, né?
Frequência parecida. O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, ele fala que ele dedica até algumas perguntas para isso, né, para por que que a gente tem simpatia por algumas pessoas, mas antipatia por outras. E aparece até uma ideia de que duas pessoas que se estimaram, que tinham uma boa relação em outra existência, não necessariamente vão se reconhecer conscientemente nessa. Mas podem sentir uma coisa boa uma pela outra. Logo vem o que eu considero ainda mais interessante: essa obra afirma que a simpatia não precisa nascer obrigatoriamente de um encontro anterior.
Dois espíritos podem simplesmente se harmonizar e tá tudo bem. Isso muda muita coisa, né? Porque, porque significa que nem toda conexão vai virar histórias sobre vidas passadas e tá tudo bem, né? E nem toda antipatia, vou usar esse nome para vocês entenderem, significa que existe uma dívida espiritual, senão a gente vai acreditar que é só isso e acabou. E na própria obra de Allan Kardec, ele fala que duas pessoas não se empatizarem uma com a outra não significa que uma delas seja necessariamente ruim, má.
Antipatia pode surgir simplesmente de uma diferença profunda na maneira de pensar e sentir. Aí eu vou dar o meu pitaco aqui porque eu me acho Me achando best friend de Allan Kardec. Mas eu acho que sim, a nossa frequência, quando a frequência da pessoa é totalmente diferente, a gente sente esse, sabe quando o gato dá aquele arrepio? E eu quero deixar uma coisa clara aqui: sentir que a sua energia não combina com a energia de alguém não te dá um certificado de superioridade espiritual.
Ninguém tá dizendo que se eu entro num lugar e o meu santo não bate com a pessoa, eu sinto, simplesmente não significa que a mim ela é crin dourado, a minha energia é melhor que a da pessoa. Não, só há uma incompatibilidade, entendeu? Às vezes existe até uma projeção, um limite que seu corpo percebeu ali antes que a mente conseguiu colocar aquilo em palavras. E para quem acredita em reencarnação, espiritualidade, Alguns encontros podem ganhar um significado de aprendizado, um reencontro, um movimento de alma.
Mas olha só como a ciência deixa tudo ainda mais interessante. Em 2006, Janine Willis e Alexander Todorovoi, são pesquisadores ligados de Princeton, eles realizaram 5 experimentos sobre primeiras impressões. Gente, eu queria tanto tá participando desses experimentos, eu acho tão legal. Legal! Lembra quando na escola, às vezes a gente tinha essas aulas de experimento? Eu amava, me sentia super cientista. E aí eu lembro que na minha época, tá, gente?
Me respeitem, eu sou de 81. Então na minha época tinha, existia um brinquedo que era de fazer experimentos de química. Vinham os potinhos, você pingava. Gente, aquilo pra mim era o máximo! Era uma das... Eu amava brincar de aquilo! Amava colocar uma corzinha com a outra que misturava e saía outra cor. E eu achava que eu tava super ali salvando o mundo. A louca desde criança, mas ok. Então, eu gostaria muito de participar desses experimentos, eu acho super legal.
Eles decidiram fazer isso: os participantes observavam o rosto das pessoas, eles iam observar rostos de pessoas desconhecidas e eles faziam um julgamento sobre características como: você pode confiar nessa pessoa ou não? Você acha que essa pessoa é simpática ou não? Você acha que essa pessoa tem cara de competente ou não? Você acha que essa pessoa tem cara de agressiva ou não? Essa pessoa é atrativa ou não. Em algumas condições experimentais ali, o rosto aparecia na tela por milissegundos assim.
Então tipo, era muito rápido, um décimo de segundo. E esse décimo de segundo já era suficiente para a pessoa formar uma impressão muito parecida com aquela que ela observava as pessoas no dia a dia. E conforme o tempo foi aumentando, frequentemente aumentava Tipo assim, a concordância daquele primeiro julgamento. Olha que interessante! Isso só não— isso não prova só que a nossa primeira impressão esteja certa, mas que tem uma diferença aqui, ó.
O que o estudo mostra é que o nosso cérebro começa a construir uma leitura de alguém muito antes da gente conseguir pensar conscientemente sobre essa pessoa, entendeu? Milésimos de segundo, um décimo de segundo. Então, enquanto você ainda tá dizendo prazer em conhecer, o seu sistema já tá nem fodendo, nem fodendo. Você já olhou a expressão facial, o olhar, a postura, o movimento, o contexto, inúmeras associações que você acumulou durante a sua vida, todas as suas crenças, os seus julgamentos.
E outro experimento mostrou algo ainda mais legal, porque em 98 também teve dois pesquisadores que foram à Harvard, colocaram 10 voluntários num aparelho de ressonância magnética funcional, e eles mostravam rostos demonstrando medo, felicidade durante 33 milissegundos, e imediatamente eles colocavam um rosto neutro por 167 milissegundos. Ou seja, tem uma diferença. A segunda imagem, ela mascarava um pouco a primeira, né? 8 dos 10 participantes disseram não ter visto as expressões emocionais.
Olha que interessante, a atividade da amígdala cerebral, ela foi diferente dos estímulos de medo e felicidade. Ou seja, o participante dizia inconscientemente, eu não vi, enquanto o cérebro já havia processado alguma informação daquela imagem. E isso nos ensina algo precioso, porque nem tudo que o seu organismo percebe chega primeiro como pensamento. Às vezes chega um desconforto, uma tensão, uma vontade de se afastar, uma sensação de alívio, uma coisa boa, né?
Só que agora vem um ponto que eu considero bem importante, né? Isso não significa que toda sensação seja uma verdade absoluta, porque o corpo percebe rápido, mas o corpo também aprende. Aquilo que você chama de intuição pode estar misturado aí com uma memória emocional, condicionamento, um medo, uma expectativa, uma experiência anterior, né? O corpo, ele guarda marcas. Até tem um livro sobre isso que é um best-seller, né, que é bem legal, que fala sobre traumas.
Tá aí um livro, se vocês quiserem, que é bem bacana. E ele fala justamente disso, que E essas experiências traumáticas fazem com que a gente, sabe, a nossa capacidade de confiar na pessoa vai ter ali uma pitada gostosa de, a pessoa parecida que me traiu tinha esse mesmo gesto, ou tinha essa mesma cor de cabelo, ou tinha... Você pode ter essas crenças que isso pode atrapalhar um pouquinho, de pessoas que te machucaram no passado.
E aí o seu organismo dá uma reagir antes de entender o motivo. Por isso tem uma coisa que eu acho que você tem que guardar aí sobre esse conteúdo. Isso que eu tô sentindo é uma percepção do presente ou uma memória antiga tentando me proteger, né? Porque consciência não significa obedecer todo impulso que vai aparecer aí dentro de você. Você tem que dar uma observada nisso. E é aqui que eu quero falar de uma palavra que é frequência.
Quando eu falo de frequência dentro desse contexto espiritual. Não tô dizendo que existe um aparelhinho científico que vai colocar lá duas pessoas, tá uma do lado da outra, a gente vai medir em hertz. Não. Os estudos que eu citei demonstram que— não demonstram que reencarnação e que nenhum campo espiritual mensurável entre pessoas. Eles estudam a percepção, o processamento emocional, comportamento social, é isso. Mas eu acho que existe um fenômeno que é bem legal, que é científico, que se chama sincronia interpessoal, que também em 2009 foram 3 experimentos para entender o que acontecia quando as pessoas agiam sincronizadas.
Então um deles, o participante caminhava pelo campus em grupos de 3, alguns caminhavam no mesmo passo e outros caminhavam normalmente. Depois participavam de uma atividade econômica onde eles tinham que cooperar entre eles e afetava todo o resultado do grupo. Aqueles que haviam caminhado sincronizados tinham mais cooperação. E aí, nos experimentos seguintes, pessoas cantavam e movimentavam os copos no mesmo ritmo, em ritmos diferentes.
E novamente, a sincronia aumentou o comportamento cooperativo, a sensação de pertencimento no grupo. Então É uma pesquisa sobre sincronia neural, fisiológica e comportamental, né? Que existem formas de sincronização. Você percebe que quando você tá num papo bem gostoso com alguém e aí a pessoa de repente cruza a perna, você também cruza, né? Chama de rapóris, mas você não percebe quando você tá tentando fazer isso, porque tem gente que usa essas técnicas para cliente e tal.
Eu acho que quando você tá nessa coisa tão mesmo entretida com essa outra pessoa e tá rolando, tá fluindo, começa a fluir, os movimentos começam a ficar parecidos. É muito interessante. E aquilo que a gente chama espiritualmente de sintonia, acho que tem várias camadas. Existe a camada do corpo, da nossa história, da mente. E sim, existe a frequência, a alma, sentir, né, aquilo legal, bom. A expandir minha vida. E algumas não, senti algo que não é legal.
O problema é quando a gente começa a usar espiritualidade também para fugir de responsabilidade. Gente, por favor, eu preciso falar disso, tá? Tem muita gente aí falando: eu sou um ser de luz, mas tá usando isso para dizer: minha energia não bateu com essa pessoa, então essa pessoa é uma pessoa ruim. Para com isso! Vamos respeitar. Respeite o seu desconforto, mas não fique condenando a pessoa. Não significa que ela tem Ela é uma pessoa má, ela só tem uma frequência diferente da sua.
Isso também é uma coisa muito ruim porque é um julgamento. Por que que a gente acha sempre que a nossa é melhor que a do outro, né? E se essa pessoa às vezes tem uma frequência tão elevada que nem bateu com a sua? Porque isso pode acontecer, né? Então, por favor, menos julgamento. Vamos baixar as barreiras, como diz no Barra de Axios. E quando eu tô falando de elevar a frequência, não tô falando também de ser feliz o tempo inteiro, porque tem gente que acha que é isso, Thaís.
Não dá, é cansativo ficar toda hora buscando ser feliz, tá? Não é, não é isso. Não é para sorrir enquanto você tá com vontade de chorar, não é isso. Elevar a frequência, no meu ponto de vista, é aumentar sua presença. Você vai perceber que você tá com raiva, você vai evitar que isso vire, talvez você vai agir com crueldade com alguém, responder com com esse ódio para alguém, mas você percebeu que você estava. E aí você vai decidir como você vai usar essa energia, ok?
Perceber o medo antes de uma fuga automática. Estou com medo dessa situação, logo o que que eu faço? Deixa eu entender de onde vem, deixa eu olhar para isso e não tomar uma atitude na qual vai me prejudicar, né, mais para frente. Então eu acho que isso sim Quando você está no momento presente, isso significa elevar a frequência, né? Porque é nesses lugares de prática de consciência, que é a meditação, a respiração, ativação de Kundalini, onde ganha um significado profundo.
A gente olhar para isso e perceber as coisas e não ficar repetindo os comportamentos na base de reação, né? Então, para mim, liberdade não é fazer tudo que você sente, mas é conseguir sentir sem precisar obedecer imediatamente. O ser humano, nós estamos na terceira dimensão, então seria muita ilusão nossa querer que podia não existir tristeza, podia não existir fome, podia não existir violência. A gente estamos na dimensão terceira, terceira existe isso, então a gente tem que lidar com isso.
E talvez que aquela pessoa que tá incomodando você foi sim, você sentiu algo e tá tudo certo respeitar isso, mas talvez essa pessoa tá mostrando um limite para você. Talvez essa pessoa toca numa ferida sua que você precisa aceitar, que você precisa olhar o que você tá rejeitando, né? Você não precisa transformar tudo é karma, tudo é karma ou dharma. Não precisa ser assim a vida também, gente, senão a gente entra numa loucura, né?
Tem gente— eu falei para vocês que eu parei um pouco de ler livro, tava lendo muito, e aí eu falei, não, não dá, eu preciso, preciso dar um tempo. Porque senão você fica muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito acumulando, e a gente não, a gente não leva nada dessa dimensão, né? Eu parei para prestar atenção nisso. Conhecimento nunca é demais, vou continuar falando isso, que é uma coisa que ninguém vai tirar de você nunca.
Mas até que ponto esse acúmulo também não gera um estresse, uma ansiedade, né? Então eu tô preferindo mais estar no momento presente. Estar mais calma, pensar nas coisas que eu tô sentindo, tentar perceber, experimentar, pensar e sentir antes de reagir. Eu tenho feito muito isso. Quem tem adolescentes em casa, a gente treina bastante esse respira antes de responder, né? Eu nem posso reclamar dos meus gostosinhos porque eles são uma bênção, eles são muito amorosos e tem um desafio ou outro da adolescência, mas não muito tranquilos.
Então Tô falando aqui porque eu sei o que vocês passam. Vocês até inclusive me pediram conteúdo sobre isso. Boa, vou gravar um conteúdo falando um pouquinho sobre essa parte, como que eu faço. Espero ajudar vocês, né? E um pouquinho que eu estudo sobre isso para ajudar as mamães, os papais, porque é uma fase desafiante. Então a gente não controla o que a outra pessoa tá pensando, que a outra pessoa tá sentindo, que a outra pessoa tá projetando sobre você.
Você não controla o nível de consciência do outro. Mas você pode aprender a não entregar o seu centro de bem-estar, o seu centro, a sua alma, sua paz, para cada pessoa que cruza seu caminho, né? Então aconteceu qualquer coisa, você sentiu ali que não se afasta, tá tudo bem. É isso, como eu disse dos pais, a gente pode amar de longe, tá tudo bem, né? Eu acho que assumir o controle da nossa frequência seja exatamente isso, a gente não querer controlar o mundo, mas ser mais consciente do que o mundo tá despertando dentro da gente.
Porque quanto maior a consciência, menos automático vai ser sua reação. A gente aprendeu, acho que não sei se foi na escola ou com os pais, alguém faz uma pergunta, a gente ser o primeiro a responder, né? Vai, vai logo, vai logo, tem que estar tudo na ponta da língua, vai, 1, 2, 3, tum! Quem é o primeiro a responder é o que se dá bem. Não, gente, qual é o problema? Vocês já viram esses gurus indianos falando, dando palestras? Tem alguns que eu amo, eles falam super calmo.
Às vezes até eu coloco um pouco no Zoom, confesso, porque calma até demais. Mas aí esse é o jeito, você tá pensando, você tá sentindo as suas palavras. O que que eu tenho que falar? O que que vem aqui da alma? O que que, o que que para mim faz sentido? O que que é importante? Deixa eu observar, deixa eu respirar, deixa eu escutar, deixa eu— aí sim eu vou falar. E eu acho que quando a gente faz esse exercício, toca muito mais as pessoas.
Do que quando você fala por falar. E muita gente fala por falar porque a mente tá cheia, né, o acúmulo de ansiedade. Então a pessoa quer colocar para fora achando que vai ter ali algum alívio, e não vai, não vai, tá? Real é que você vai falar demais. E a gente tem uma boca e dois ouvidos justamente para isso. Ouça mais do que vai falar, do que falar. Fale menos, ouça mais, né? Porque a intuição fala muito mais rápido. O que que vocês acharam do conteúdo?
Eu quero agora que vocês deixem para mim nos comentários aqui ou lá no Instagram. Pode ser no Instagram, que lá eu respondo vocês. Vocês já conheceram alguém e sentiram uma puta conexão imediata? Caraca, essas pessoas de outras vidas, meu, que delícia! Foi muito legal, tipo, nunca mais vi a pessoa, mas foi muito bom. Ou sou amiga dessa pessoa até hoje, ou casei com essa pessoa, ou tive um relacionamento com essa pessoa, não interessa.
E uma outra pessoa também, sem motivo nenhum dentro de você, alguma coisa pediu distância, não, não vai rolar. E depois você até descobriu que realmente era muito diferente de você, ou enfim, você pagou para ver e percebeu que realmente não tinha nada a ver com você. Queria que vocês me contassem, tá bom, meus amados selvagens? Deixa eu falar uma coisa para vocês, pelo amor de Deus, a gente tá chegando no portal mais selvagem, mais gostoso, dia 10/10.
Então, 10/10 vai ser um sábado, a gente vai ter ativação da Kundalini online numa lua minguante para nova, ou seja, nova, inícios, 111, 10 dá 1, 10 dá 1 e 2026 dá 1, triplo 1. Olha, isso não vai acontecer tão cedo, porque o ano que vem já muda, isso só vai acontecer daqui 9 anos, né? Daqui 9, 10 anos, exatamente. Então assim, Gente, bora, bora, que é o portal mais poderoso de cocriação, vai ser o 10/10. E quem quiser o presencial vai ser 11/10, pega a mesma frequência.
Primeiro porque é um dia depois, né? Segundo porque também tem 11. Então é 1111, então fortíssimo, porque o número 11 a gente não reduz ele a um número só porque ele é número mestre. Então aí, gente, vai ser babado, 10/10 para quem quer cocriar um casamento, um relacionamento legal, din-din, prosperidade. A cura de algo, você quer engravidar, não interessa qual é o seu sonho, vai ser muito bom, vai ser forte. Espero vocês, tá bom?
Respondam lá para mim, meus educados selvagens que eu amo. Beijo no céu da boca onde só eu chego. Pegou o golinho da minha paz lá do começo? Então tá bom, então devolve com essa resposta aí que eu quero saber de todo mundo, que eu já contei o que aconteceu comigo. Beijo na alma, até a próxima, tchau!