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806 - Por que é tão difícil esquecer as coisas ruins que já aconteceram??

22 de setembro de 202619min
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Por que algumas situações acabam, mas continuamacontecendo dentro da nossa cabeça?

Uma conversa de meses atrás. Uma pessoa que foi embora.Uma rejeição. Um erro. Uma decisão que você gostaria de mudar. Você tentaseguir, mas a mente continua voltando para o mesmo lugar.

Neste episódio, Thais Galassi fala sobre os pensamentosrepetitivos e a ruminação mental — quando deixamos de apenas lembrar de umaexperiência e começamos a revivê-la emocionalmente inúmeras vezes.

Você vai entender por que pensar mais sobre uma dor nemsempre significa elaborá-la melhor e como o cérebro pode continuar buscandorespostas para situações que já terminaram.

Com base em estudos da psicologia e da neurociência,você também vai descobrir por que esperar se sentir melhor para começar a agirpode manter você presa nesse ciclo e como pequenas mudanças de comportamentopodem ajudar a interromper pensamentos repetitivos.

Neste episódio, você vai entender:

• Por que sua mente continua voltando ao passado
• O que é ruminação mental
• A diferença entre sentir uma tristeza e ficar presa nela
• Por que rejeições e perdas permanecem tanto tempo na nossa mente
• Como pensamentos repetitivos podem fortalecer padrões emocionais
• Por que algumas histórias continuam influenciando novos relacionamentos
• Como interromper um loop mental
• O poder das pequenas ações para mudar o estado emocional
• Como parar de procurar respostas que talvez nunca cheguem
• Como começar a se libertar emocionalmente do passado

Talvez você não esteja presa ao passado.

Talvez esteja presa à tentativa de encontrar umaexplicação capaz de mudar aquilo que já aconteceu.

E talvez a sua liberdade não esteja na próxima resposta.

Talvez esteja no próximo passo.

Se esse episódio falou com você, compartilhe com alguémque precisa ouvir essa mensagem.

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Thais Galassi

Participantes neste episódio1
T

Thais Galassi

Host
Assuntos6
  • A importância da gratidão pelas pequenas coisas da vidamensagem de paciente no hospital·valorizar ações cotidianas·dificuldade em ser grato
  • Ruminação mental e o ciclo de pensamentos dolorososdiferença entre lembrar e ficar preso·ruminação como quarto sem porta·pensar na dor não a processa melhor
  • Interrompendo o ciclo de pensamentos repetitivos com açãocomportamento influencia estado emocional·agir mesmo sem vontade·pequenas ações para mudar o estado
  • A mente humana e a dificuldade de viver o presenteestudo de Harvard sobre a mente·mente viajando no passado·infelicidade ao não estar presente
  • Aceitar o fim de histórias sem todas as respostasdificuldade da vida adulta·não saber o porquê de abandonos·liberdade não está na próxima resposta
  • Como o cérebro tenta proteger-se de experiências negativasrejeição, perda e humilhação·cérebro buscando padrões·investigação que nunca termina
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
TGThais Galassi

Olá, selvagens! Você mesmo, alma bonita! Tudo bem? Energia boa, gente? Que energia gostosa dessa lunação, essa lua nova deliciosa, que amanhã a gente já tá entrando na crescente, né? Mas eu decidi que eu vou plantar a sementinha da alegria. Decidi, tá decidido. Eu recebi uma mensagem muito forte, gente, essa semana, de uma pessoa que tava no hospital e falou assim para mim: olha, eu vou falar uma coisa para você, eu ouço o seu podcast há anos.

De repente me deu um piripaque, vim parar no hospital, tive que fazer uma cirurgia, fiquei entre a vida e a morte. Estou aqui falando do hospital, mas queria dizer uma coisa para você. Agora eu entendo o que você dizia para a gente agradecer a gente poder comer com as nossas próprias mãos, com a nossa boca, a gente conseguir, a gente no banheiro, a gente conseguir, sabe, essas pequenas coisas que a gente dá zero valor? Ela falou, porque hoje, ela falou, eu não consigo colocar o garfo para eu me alimentar sozinha.

Alguém tem que dar comida na minha boca. Eu tô nessa situação. Eu tô pedindo para alguém escrever para você essa mensagem porque eu mesma não consigo escrever. Eu preciso de alguém para limpar o meu bumbum, ela falou. Mas estou aqui para te mandar essa mensagem. Estou grata, tô feliz porque eu tô viva e eu vou dar muito mais valor à vida. Que aconteceu com a pessoa aqui? Comecei a chorar Eu e Zaroca chorando e pensando: por que a gente não agradece?

Porque já virou comum que a gente tem, né? A gente acha que a gente vai ter isso sempre. Por que que é tão difícil a gente ser grato? E são— e é gratidão pelas pequenas coisas que torna nossa vida feliz, alegre. Então, ah, tá aí, você começou o podcast hoje super feliz, aconteceu alguma coisa muito grandiosa? Sim, eu tô viva, eu consigo andar com as minhas pernas, eu consigo comer com as minhas mãos, eu consigo falar para as outras pessoas que eu amo, eu consigo fazer o que eu amo, o meu trabalho.

Olha quanta gratidão, cara! Isso é muito forte, mexeu comigo essa mensagem, mexeu comigo. Então queria mandar um beijo para você, Cristina, você que tá aí no hospital. Eu ouvi sua mensagem, eu vi sua mensagem, eu queria dizer para você que você Tá curada, você é amada e você é abençoada. Obrigada pela mensagem, você não tem noção o quanto você mexeu comigo. E eu já tenho isso, né, mas a gente esquece, é normal, a gente esquece, a gente perde isso.

Foi forte, gente. Hoje a gente vai falar de um tema gostoso: por que que a gente não consegue parar de pensar em coisas tristes que aconteceram na nossa vida? Tá aí uma das coisas que ajudam, é despertar a gratidão, né? Mas teve dois pesquisadores selvagens, tipo a gente, a Luna, com o Cídio Cientista de Harvard, que decidiram fazer uma pergunta bem simples: aonde está a nossa mente enquanto a nossa vida está acontecendo? Que vontade de dar uma lambida no cérebro desses dois!

Porque Matthew e Daniel criaram um sistema que enviava perguntas aleatórias para o celular de mais de 2.000 pessoas ao longo do dia. As mensagens podiam chegar enquanto a pessoa tava tomando café, fazendo um cocôzinho, trabalhando, caminhando, conversando, fazendo qualquer coisa. E as perguntas eram assim: o que você está fazendo agora e como você está se sentindo? E eu já dei um spoiler gostoso para vocês. Sem saber desse estudo aqui, a gostosa aqui que vos fala, eu mandei uma mensagem.

Eu já falei para vocês no podcast, olha só, gente, a cada uma hora coloca no celular para despertar o que eu tava pensando, que eu tava sentindo, né? E eles fizeram isso. Haha, que delícia! Você está pensando no que você está tá fazendo, a sua mente está em outro lugar. Agora ninguém vai sentar, vai todo mundo deitar, né? Porque essa foi uma bordoada que me pegou, até pegou até eu assim, surprise. Quando os pesquisadores analisaram os dados, eles encontraram uma coisa impressionante: quase 47% dos momentos registrados, as pessoas estavam pensando em alguma coisa diferente do que tava acontecendo diante delas.

Ou seja, quase metade da nossa vida. E o mais interessante não era apenas perceber que a mente tá viajando, era perceber que de modo geral as pessoas estavam relatando menos felicidade quando a mente estava longe do momento presente. Agora eu quero que você pense, você mesmo, não adianta olhar para o lado não, é você. Quantas vezes o seu corpo esteve em algum lugar enquanto sua cabeça tá em outro? E eu não tô falando que você tá beijando um pensando no contatinho do outro, não, para de ser sem-vergonha.

Tô falando de você que tá no banho, mas tá fazendo uma conversa aí, ó, refazendo uma conversa de 3 meses atrás. Com aquela fela da mãe que você não respondeu ela. Ou você tá dirigindo e pensando como você teria respondido o seu marido aquele dia que ele falou daquela forma com você. Ou você tá do lado de alguém, deitado do lado de alguém que você ama, mas mentalmente você tá lá pensando naquele fela que te machucou. Era gostoso, mas te machucou.

Ou você tá vivendo o presente, mas está emocionalmente tentando resolver alguma coisa que aconteceu anos atrás. E aqui tem uma diferença gigantesca e muito importante. Uma coisa é lembrar, A outra coisa é ficar preso. E uma coisa é refletir sobre o que aconteceu e aprender alguma coisa, mas a outra é a gente ficar repetindo essa história mentalmente. E aí essa lembrança acaba virando meio que uma espécie de um quarto sem porta, né, que na psicologia se chama ruminação, que é quando você volta repetidamente para os mesmos pensamentos dolorosos tentando entender, explicar e revisar, encontrar uma resposta, mas você não chega em solução nenhuma.

Mas talvez você pense: mas se aquilo ainda volta na minha cabeça, é porque eu preciso entender. Nem sempre, selvagens. Às vezes esse pensamento tá voltando justamente porque a sua mente aprendeu a voltar para aquele lugar. Lembra? É uma sala sem porta. E existe uma revisão científica em 2008 que os pesquisadores fizeram depois de analisar pesquisas sobre ruminação, e eles encontraram que tem um padrão Quando a gente intensifica sintomas depressivos, aumenta pensamentos negativos, vai prejudicando como a gente pode resolver os problemas e vai interferir nas relações e no apoio social.

Então, quando a gente pensa mais sobre a dor, não significa que a gente processe melhor a dor. Então, eu quero repetir isso porque é importante: pensar mais sobre a dor não significa que você vai processar melhor a dor. Tem gente que passa 5 anos tentando entender por que que uma relação acabou. Quando no fundo ela está revivendo toda a relação todos os dias na sua própria mente, não está vivendo o presente, né? Existe gente que tá tentando descobrir por que que o pai nunca deu amor, por que que foi abandonado, né?

Por que que aquela amiga traiu sua confiança? Por que aquela pessoa foi embora sem explicação? Por que que você foi demitido? Por que que você não falou aquilo? Por que que falou aquilo, né? Existe uma hora em que a pergunta por quê, ela deixa de abrir consciência e começa a construir uma prisão. Uma das coisas mais difíceis da vida adulta, meus caros, é aceitar que algumas histórias terminam sem todas as respostas, e está tudo bem.

Queremos respostas para tudo, né? Você pode nunca saber exatamente por que que alguém te abandonou, e tá tudo bem. Você pede, pode nunca receber o pedido de desculpas que você merecia, e tá tudo bem. Você nunca vai escutar da sua mãe falando aquilo que você esperou ela falar a infância inteira, e tá tudo bem. Você não vai conseguir voltar no passado e tomar uma decisão que hoje parece óbvia. Enquanto você acreditar que você precisa de uma resposta para seguir, você tá pegando a chave da sua paz e entregando para algo ou alguém que nunca vai voltar.

Então anota aí: Talvez você não esteja preso no passado, você está preso à tentativa de mudar um passado através de um pensamento. E por que que a fela da mãe da nossa mente faz isso? Essa sem-vergonha, safada, cachorra. Zara, não olha pra mim que eu não tô falando com você agora. De alguma maneira, ela está tentando nos proteger, porque existe uma experiência emocional forte, especialmente rejeição, perda, humilhação, abandono.

O cérebro, ele tá tentando tratar aquilo como uma informação importante, então ele fica procurando padrões. Mas ele tenta entender o que aconteceu, ele tenta descobrir o que ele não percebeu, porque ele quer prever como impedir, ele quer prever como impedir que aquilo aconteça novamente. Olha que interessante, né? E aí acaba virando uma investigação que nunca termina. Em 2003, alguns pesquisadores colocaram adolescentes num experimento envolvendo rejeição social.

Quando eles observavam a atividade cerebral por ressonância magnética funcional, os jovens com maior tendência à ruminação apresentaram padrões diferentes de atividade e conectividade em áreas relacionadas a processos de atenção, pensamento, regulação diante de rejeição. Então isso não significa que existe um cérebro condenado para sofrer, não existe isso, mas ajuda a compreender uma coisa: certas experiências conseguem capturar a nossa atenção de uma maneira muito profunda.

É quase como se uma parte de você continuasse dizendo: não se esqueça disso, isso vai acontecer de novo. Só que aquilo passou, evento terminou, conversa acabou, relação terminou, pessoal foi embora. Mas emocionalmente você continua recebendo atualizações aí na sua mente de uma história antiga, porque a sua mente acha que pode acontecer de novo e fica reproduzindo essa cena. Então eu quero trazer aqui um olhar energético. Independente da sua crença, existe uma experiência que é impossível de ignorar.

Aquilo onde você coloca sua atenção tá ocupando espaço, onde você põe sua energia. Então se todos os dias você tá alimentando essa mágoa, essa culpa, esse medo, aquela experiência, Isso tá sendo influenciado no seu presente e vai se tornar o seu futuro. Então você começa um relacionamento novo com as mesmas emoções do antigo, você recebe uma oportunidade nova carregando medo do fracasso do antigo, você encontra uma pessoa diferente e sem perceber exige que ela pague emocionalmente pela dívida de alguém que já foi embora.

E aos poucos o passado deixa de ser lembrança, ele vira um filtro e você não olha mais a vida como ela é, você tá olhando a vida através do que aconteceu. E talvez seja por isso que muitas pessoas digam: eu já não sei mais racionalmente o que que acabou, por que que eu ainda sinto tanto, né? E essa vozinha, ela pode nos ajudar a planejar, refletir e aprender e tomar decisões, mas também, se esse ruído mental destrutivo entra em ciclos de preocupação, vai se tornando autocrítica, vai repetindo, e aí essa vozinha interna vira sua melhor, sua maior inimiga, né?

Eu fui rejeitado, eu não sou suficiente, eu sempre escolho errado, ninguém fica, ninguém presta, eu estraguei tudo, dinheiro é muito difícil, deveria ter percebido, olha o que aconteceu. E aí você, o que acontece? A rejeição vira eu não sou escolhido, o erro vira eu sou um fracasso, a perda vira eu nunca mais vou ser feliz, a traição vira eu não posso confiar em ninguém. Mas você não é aquilo que aconteceu com você, gente. Aquilo aconteceu, é diferente.

A gente precisa aprender a interromper o ciclo, mas não é fingir que não aconteceu e nem que doeu. Não, jamais diria isso para vocês. Tristeza, luto, raiva, tudo precisa ser reconhecido, sentido, ter espaço, né? Mas a espiritualidade não é colocar uma frase bonita em cima de uma ferida e fingir que tá tudo bem também, né? Mas existe uma diferença aqui. A emoção se movimenta, a ruminação vai girando, vai e volta, né? Teve um ensaio clínico publicado em 2006 com 300 adultos com depressão e foram distribuídos tratamentos que incluíam ativação comportamental, terapia cognitiva e medicação antidepressiva.

E os participantes com depressão mais grave a ativação comportamental apresentou resultados muito parecidos com o da medicação. E naquele estudo teve um desempenho melhor que a terapia cognitiva na fase aguda do tratamento. Então isso não quer dizer que caminhar 5 minutos vai substituir terapia, não é isso. Significa que depressão se resolve levantando da cama? Também não é isso. Significa que alguém que tá sofrendo precisa simplesmente ter força de vontade?

Não é isso. O que essa linha de tratamento tá mostrando é o seguinte: o comportamento também influencia o estado emocional. Então, às vezes a gente espera sentir vontade para agir, mas em determinadas situações a gente precisa agir um pouco, mesmo sem vontade, para criar as condições dentro de nós para começar a mudar. Vocês estão entendendo onde eu quero chegar? Porque quando sua cabeça estiver presa numa história aí, experimente não discutir com ela.

Levanta, faz alguma coisa, abre a janela, dá um tapinha na cara assim, ó, pá! Caminha 5 minutos, troca de ambiente, arruma uma parte da sua casa, faz um chameguinho na sua azara aí. Volta para o seu corpo, volta para o ambiente, para. É isso. Vai falar com alguém, né? Mas se não existe nenhuma ação possível no passado, né, a gente não tem como resolver nada, então por que que essa ação precisa acontecer no presente? A pergunta seria: quem eu escolho ser depois do que aconteceu?

Porque já aconteceu, percebe a diferença? Em vez de: por que fizeram isso comigo? Quem eu escolho ser depois disso que aconteceu? Essa bagaça aconteceu, é isso. Você acha que só você, alecrim dourado, acontece coisas ruins, gente? Um monte de gente é demitido todos os dias, um monte de gente é traído todos os dias, um monte de gente passa por desafios financeiros todos os dias, passa por desafios com a saúde. Todos os dias acontece alguma coisa, qualquer pessoa.

Já aconteceu comigo também, já contei para vocês que eu já tive no fundo do poço. Só que eu falei, eu não vou ficar aqui. Eu nunca fiz essa pergunta, por que que tá acontecendo isso comigo, Deus? Eu nunca fiz isso. Eu só falava, Deus, eu vou sair disso, eu preciso sair disso. Qual é a melhor forma de eu sair disso? E mesmo sem vontade, eu levantava. Isso faz muito sentido. Você precisa dar espaço para algo novo, senão as coisas não acontecem.

E também você não precisa apagar a memória para seguir. Mas para de sentir, né? Chega de se culpar tanto, de revisitar todos os lugares, todos os dias, esse lugar que te feriu, né? Você tá ocupado demais tentando interpretar o que já aconteceu na sua vida. Meu Deus, com quanta vida para você viver! E é tão rápida a nossa passagem aqui. Ah, recebeu uma mensagem aí? Meu Deus, vem toda hora isso na minha cabeça, Thaís. Tá bom. Pensa, tô entrando nesse ciclo de novo?

Olha ao redor, faz uma pequena ação no seu momento presente, escolhe estar aqui, vai fazer alguma coisa, vai lavar a mão, vai tomar um café. Tem uma história hoje ocupando um espaço dentro de você, e a pergunta seria: você vai dar permissão para isso ficar ruminando na sua cabeça, ou finalmente você vai fechar isso? Né? Tem situações que acabam, mas não saem da sua cabeça. Forte, né, gente? Forte, muito forte. Então eu convido vocês a fazerem isso, porque é sério.

As pessoas que passam em mentoria comigo, elas colocam um alarme a cada 1 ou 2 horas. E aí você faz esse teste: o que que eu tava pensando ou sentindo? E vocês vão perceber o quanto a nossa mente é louca, maluca, safada e viaja. E daqui a pouco você fala: meu Deus, eu tava aqui tretando aqui uma coisa que aconteceu anos atrás, que já passou, que nem faz sentido, e eu não tô focando no que eu quero na minha vida. Porque eu quero que aconteça tanta coisa, mas não acontece.

Por quê? Porque o universo— você tá escolhendo focar nisso, então você vai atrair mais disso. Consequentemente, você fica com essa emoção mais baixa. Por isso que é muito difícil fazer cocriação. Porque a gente não consegue perceber o sistema funcionando dentro da gente porque tá inconsciente. Mas o que eu tô te ensinando aqui é ouro. Faça o que eu tô falando para você. Quem conseguir ainda anotar no caderninho, melhor ainda. Pode anotar no celular mesmo, mas é legal para você ter a consciência assim: olha, no primeiro mês eu pensava muito isso, no segundo eu tava pensando isso.

Ah, eu tô há 3 meses pensando a mesma coisa. Para, pelo amor de Deus! Então começou a pensar, você já tem que fazer alguma coisa, lembra? Pode ser, cancela, cancela, cancela, aí começa a fazer alguma outra coisa diferente. Mas alguma coisa você tem que fazer para sair desse ciclo. Faça algum trabalho energético. Óbvio que eu vou falar da ativação da Kundalini, porque é fortíssima, mas ajuda demais nisso. Inclusive, eu atendi agora nessa última ativação do portal uma pessoa que veio falar assim para mim, olha, eu vou escrever meu depoimento, eu quero que você poste.

Aí eu falei, por quê? Ela falou, porque eu tava 3 meses atrás na cama em depressão e eu já tinha tentado tirar a vida 2 vezes. E eu tô aqui depois de 3 meses. É o terceiro mês seguido que eu faço ativação da Kundalini e eu tô me sentindo muito bem. Minha mãe esses dias veio, me abraçou e falou, filha, eu tô muito feliz porque você voltou a querer viver. E ela falou, e a ativação foi que me salvou. Porque ela falou, tô fazendo terapia, tudo, mas me deu uma força desde a primeira que eu fiz.

É como se eu me libertasse de tudo que fizeram comigo no passado. E ela falou, eu não vou entrar aqui porque foram muitas coisas bem pesadas, mas ela falou, para mim não faz sentido, agora eu quero viver, mereço ser feliz. E ela falando isso com lágrimas nos olhos, eu falei, nossa, que lindo, né? Tão lindo ver uma pessoa falar isso, eu quero viver, quero viver. E uma pessoa que há 3 meses atrás tava tentando tirar a vida, trancada num quarto já 2 meses sem sair.

Ai, que forte! Não me canso desses depoimentos magníficos, maravilhosos. Amados, eu desejo, decreto, profetizo que seu dia seja divino, abençoado, maravilhoso, que bênçãos cheguem na sua vida com total facilidade. Estamos conectados. Compartilha esse conteúdo, compartilhe com os amigos, tá? Muita gente tá precisando ouvir Thaís Galácia aí para dar um up na vida, um up energético. E lembrando que a próxima ativação é 10/10, super portal 111.

Então é de início, recomeço, novo relacionamento, novo trabalho, missão, propósito, aposto, gente, é de cocriação, muito bom para manifestar algum desejo. É esse 10/10 online. E no dia seguinte, dia 11/10, a gente vai ter o presencial. Lembrando que é triplo 1, né, porque 2026 é 1. Então assim, é babado. E o curso, tá, de novos facilitadores de ativação da Kundalini, Método Aki, registrado e patenteado com selo do MEC, você recebe A certificação com uma extensão universitária, quem emite é uma faculdade esse certificado, então é super reconhecido, pode atender no mundo inteiro.

E a gente só tem mais duas vagas que eu acabei liberando essa semana porque não tinha mais, já tinha esgotado. Então quem quiser é só mandar um WhatsApp lá para o pessoal e vai ser bem-vindo, vai aprender a fazer ativação da Kundalini para ajudar aí a sua família, as pessoas que você gosta, e até trabalhar com isso se quiser, ok? Um beijo na alma. Quem ainda não foi lá na Clínica me dá um oi selvagem, hein? Tô esperando vocês lá. Beijo na alma, até a próxima!

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