Episódios de Thais Galassi

793 - Inveja ou admiração!

06 de agosto de 202624min
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Você já contou uma conquista para alguém e, logo depois,sentiu sua energia mudar? Talvez tenha percebido um silêncio estranho, umelogio pela metade ou um comentário que fez você começar a duvidar de si mesma.

Mas será que a inveja realmente tem o poder de bloquearseus caminhos? Ou é o medo do julgamento que faz você se esconder, recusaroportunidades e diminuir a própria luz?

Neste episódio, você vai entender como a inveja age nocérebro, por que a comparação social pode ser sentida como uma verdadeira doremocional e como a percepção de estar sendo julgada pode colocar seu corpo emestado de alerta.

Vamos conversar sobre a diferença entre inveja benigna einveja maliciosa, os sinais de relacionamentos competitivos e o perigo detransformar cada crítica ou desconforto em um ataque energético.

Você também conhecerá a história de Marina, uma mulherque começou a se sabotar depois de acreditar que a inveja de uma amiga estavafechando seus caminhos. A mudança aconteceu quando ela percebeu que nãoprecisava diminuir sua luz para manter relações que só funcionavam quando elapermanecia pequena.

Ao longo deste episódio, você aprenderá a Técnicado Espelho Consciente, um exercício prático para recuperar suaenergia, separar fatos de interpretações, regular suas emoções e estabelecerlimites sem alimentar raiva, medo ou desejo de vingança.

Você não controla o que outras pessoas sentem diante dasua luz. Mas pode escolher não entregar a elas o poder de dirigir sua vida.

Dê o play e descubra como transformar comparação emconsciência, inveja em direção e medo do julgamento em força emocional.

Depois de ouvir, compartilhe este episódio com alguém que precisa parar dese diminuir por causa do olhar dos outros.

Participantes neste episódio1
M

Marina

HostEstrategista de Expansão e Marketing do Grupo Carbo
Assuntos4
  • Validação Emocional· SociedadeInveja·Dor física·Comparação social·Córtex cingulado anterior
  • Medo do Julgamento Alheio· SociedadeAutossabotagem·Medo do julgamento·Crença de permanecer pequeno
  • Comparação social versus admiraçãoInveja benigna·Inveja maliciosa·Admiração
  • Protocolo do Espelho VazioTécnica do Espelho Consciente·Responsabilidade energética·Proteção energética
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Olá, seres de luz! Oi, alma gostosa! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim, que está começando a hora do nosso momento de conexão, de evolução, de transformação. Ai, amo, amo! E aí, fez aquilo que eu falei no último podcast? Começou com o pé direito já o mês de agosto? Porque eu comecei o meu, já acordei hoje, já falei: universo, me surpreenda, quantas mágicas pode acontecer hoje. Eu estou pronta, universo. Enfim, todos os dias você tem que sim falar aquilo que você quer que aconteça na sua vida, tem que profetizar, tem que falar.

E a gente já tá nesse dia 6/08, quinta-feira gostosa. Sábado tá por um cabelinho o nosso portal, hein, por um cabelinho. Portal 8/08, o portal mais poderoso que existe para prosperidade, abundância, ativar o seu chakra básico, merecimento, aterramento. Você que tem algum problema com depressão, ansiedade, medo, vai trabalhar muito medo. O Portal 8, ele é um portal de autoridade, de poder, de prosperidade, de como que você lida com esse poder também, né, o equilíbrio entre o físico e o material.

Então vai ser muito legal, as vagas são super limitadas, porque é o portal com mais gente, é esse 8/08. E ainda tem algumas vagas, por isso que eu tô falando. E depois a gente vai ter o presencial, presencial ativação da Kundalini dia 16, vai pegar o eclipse do dia 12. Ai meu Deus, tem que fazer esse portal 8/08, gente, porque você vai misturar essa prosperidade e abundância, trabalhar todos os bloqueios na ativação, e depois vem dia 12, presentes do universo.

Porque eclipse solar é sempre presentes do universo, mágicas do universo. Eu tô pronta, espero vocês, hein? Vamos falar de algo hoje, foi um tema muito pedido para mim lá no Instagram, então pedido de vocês é uma ordem. Se eu falasse uma coisa para vocês que é uma das emoções mais antigas da humanidade, uma emoção que quase ninguém admite sentir, mas ó, todo mundo já experimentou isso algum momento da vida e tá tudo bem, que é inveja.

Tá? E talvez você pense assim: nossa, mas eu não tenho inveja. Será que você não tem? Porque inveja nem sempre vai aparecer como ódio. Ela pode aparecer como uma crítica, como uma comparação, com desconforto ao ver alguém crescendo, uma necessidade de diminuir o outro, até mesmo com aquele pensamento: por que que essa pessoa conseguiu e eu não? Então hoje a gente vai falar um pouquinho sobre essa energia. Em 2008 teve um experimento publicado na revista Science que chamou muito a atenção dos neurocientistas ao revelar algo contraintuitivo: o cérebro humano reage à inveja de forma semelhante à dor física.

Isso mesmo que vocês ouviram. Durante o estudo, os participantes, eles perceberam que outras pessoas estavam recebendo recompensas financeiras. Então, quando alguém melhor tinha sucesso, áreas específicas do cérebro, especialmente o córtex no singular do anterior, eram ativadas com intensidade. Então essa é a mesma região que é acionada quando a gente sente dor, quando a gente tem um conflito emocional, quando a gente é rejeitado.

Então o simples ato de se comparar com alguém que está melhor, entre aspas, pode ser processado pelo cérebro como uma experiência dolorosa real. Mas vamos lá, o mais surpreendente veio depois, porque esses pesquisadores perceberam que Não era apenas a inveja que ativava o cérebro, não. Mas sabe o quê? A forma como a pessoa interpreta essa comparação muda completamente a resposta emocional. Então, em alguns casos, a mesma situação gerava motivação, em outros, ressentimento e autossabotagem.

Isso levanta a nossa zoreba para uma coisa. Vamos lá, uma pergunta profunda: se o nosso cérebro não distingue Claramente, a dor física dessa dor social, quantas das suas reações diante de inveja dos outros são realmente sobre o que está acontecendo? E quantas são sobre o significado que você atribuiu? Porque aí as coisas começam a fazer sentido. Existe um tipo de inveja que quase nunca chega como ataque direto, né? Vem um elogio, vem um sorrisinho, fazendo uma pergunta aparentemente inocente, tipo: nossa, você tá crescendo rápido, hein?

Mas aí o seu corpo escuta alguma coisa que as palavras não disseram. Minutos depois, você se sente cansada por um cabelinho, duvidando dessa decisão que antes parecia certeza. Sem perceber, você diminui seu brilho. Ou seja, seu brilho sumiu. Exatamente. Curioso, porque às vezes o que mais enfraquece você não é o olhar do outro, mas é esse movimento que acontece dentro de você depois que você acredita que está sendo invejado. E todo mundo já passou por isso, né?

Todo mundo já deve ter passado por isso. Você conta uma novidade e percebe, tipo, um silêncio desconfortável. Publica alguma coisa e, tipo, aquelas pessoas que estão sempre do seu lado desaparecem. Você chega feliz num encontro e volta pra casa revisando tudo aquilo que você falou, sabe? Então a mente começa: será que eu contei demais? Será que essa pessoa realmente torce por mim? Será que é melhor eu esconder os próximos passos?

É nesse momento que a inveja vai ganhando cada vez mais poder. Não porque exista uma prova de que esse pensamento atravessou o ar e bloqueou magicamente o seu destino, apesar de ter uma intenção energética muito forte por trás disso, mas porque a percepção de ameaça— aqui a gente está falando de neurociência— muda o seu estado emocional, o seu comportamento. Então você tende a ficar mais reativo, desconfiado, tenso. Você começa a interpretar esses olhares como ataques, sabe?

Evitando oportunidades por medo de exposição. Então, muitas vezes, a gente— pessoas que já passaram por experiências assim acabam falando não porque falar é não. Passei por isso antes, perdi algumas amizades. Passei por isso antes, eu acho que eu não tô pronto ainda. Acaba rolando uma autossabotagem, né? E, na verdade, essa energia pesada, que é carregada mesmo de uma intenção ruim, acaba virando uma experiência emocional mesmo, porque o corpo percebe as microexpressões, a voz, a competição, a falta de acolhimento.

Mas, gente, a nossa intuição tem que ser ouvida, porque se o universo tá mostrando que essas pessoas, ao te verem bem, não ficam bem com a sua felicidade, com sua evolução, será que são pessoas que realmente merecem estar do seu lado? Né? Eu acho que a gente tem grandes oportunidades de olhar para isso e falar, poxa, que pena, porque se essa pessoa tivesse me contando isso, eu ia ficar feliz por ela, ia torcer por ela. Então, será que essa pessoa realmente merece ter a minha energia compartilhada?

Sabe? Porque toda pessoa que você tem, que você troca, que você conversa, que você compartilha algo, tem uma troca energética. Então, será que ela merece? A intuição tem que ser ouvida. Né? E a neurociência mostra que a inveja não é apenas uma ideia abstrata. Tem vários estudos que eles mostram situações de comparação social desperta inveja e ativa o córtex cingulado. Então a comparação realmente pode ser vivida pelo cérebro como uma forma de dor emocional.

Isso explica muito porque As pessoas que invejam nem sempre estão olhando só pra gente. Elas estão olhando pra própria sensação de insuficiência porque uma pessoa conseguiu e a outra não. Mas agora eu vou além, porque muitas vezes as pessoas têm inveja de algo que ela nem queria. Ela acha que aquilo ia ser bom pra ela, ela acha. Talvez nem ia. Mas na cabeça dela você está nas Maldivas e ela não. Mas ela nem gosta de praia, ela nem gosta de calor, entendeu?

Mas isso acontece muito. Então, o que que você pode despertar nessa pessoa que tem essa inveja? A coragem que ela não teve, a sua liberdade de escolhas que ela talvez adiou, o seu reconhecimento que toca aí num ponto dela nunca ter sido reconhecida, a sua prosperidade que ilumina, né, uma falta que essa pessoa talvez não tenha. Mas a gente não tem que romantizar esses comportamentos ruins, Porque nem toda crítica é inveja, e nem toda inveja é admiração escondida, e nem toda pessoa que se sente inferior vai tratar você mal, tá?

Porque as pessoas transformam comparação em inspiração e outras em hostilidade. Então muita gente vai falar: poxa, essa pessoa conseguiu, que aí eu já nem acho que é inveja, eu acho que é admiração. Essa pessoa conseguiu e eu também gostaria de chegar nesse lugar, então eu vou usar já que ela conseguiu, também consigo. Ou seja, uma inspiração, não uma inveja, né? A inveja é: se eu não posso ter, aquela pessoa também não deveria ter.

Isso é inveja. Isso é uma inveja benigna, tá? Porque a inveja maliciosa, com impulso de puxar o tapete do outro, de, sabe? Então tem uma diferença em admirar e invejar. Então, e tem uma pergunta desconfortável que precisa ser feita. Senta que vem a primeira bolacha bordoada gostosa. Será que em algum momento você também chamou de energia ruim essa dor de ver outra pessoa vivendo algo que deseja? Será que você admirou ou invejou, né?

Será que tem uma parte sua que já criticou alguém por apenas a pessoa ter a coragem de fazer algo ou ocupar um lugar que você não teve essa coragem. E não precisa se condenar, porque a inveja é uma emoção humana. Estamos na terceira dimensão e faz parte disso. O problema não é sentir, mas é só você não transformar isso em um vício e uma autossabotagem pra você mesma, em amargura, em perseguição, em baixar sua frequência, em querer puxar o tapete do outro.

Tá? Teve uma pessoa que eu atendi e ela trabalhava anos com terapias integrativas, né? Era uma pessoa competente, ela era cuidadosa, estudiosa, atendia poucas pessoas, não gostava de aparecer em redes sociais, já era uma senhora, diz que não gostava muito de exposição. Mas depois de algumas ativações, a gente descobriu que no fundo essa pessoa morria de medo do julgamento das pessoas. Quando decidiu começar a gravar alguns vídeos e os resultados começaram a aparecer, Mais pessoas chegaram, chegaram convites, e pela primeira vez ela começou a sentir que o trabalho dela tava sendo reconhecido.

Só que aí uma antiga amiga dela começou a agir de uma forma diferente, fazer comentários como: aí você mudou, hein, depois que você ficou conhecida? Aí agora tudo para você é conteúdo? Aí agora tudo você vira motivo para você gravar? Às vezes a pessoa até elogiava essa amiga, mas sempre colocava uma dúvida nela. Até que um dia essa pessoa falou: tá dando tão certo mesmo, ou você só tá mostrando isso na internet? Olha que engraçado, porque essa pessoa tinha uma admiração e uma amizade de anos, e de repente ela começou a perceber que ela saía completamente drenada quando ela encontrava essa pessoa.

Então, no início, ela colocou toda a responsabilidade, né, nessa amiga. Nossa, meu, Essa minha amiga começou a fechar os meus caminhos, porque eu comecei a perceber que depois que eu afastei ela da minha vida, piorou. Eu tenho certeza que meus caminhos começaram a se fechar por causa disso. Ela acabou recusando duas entrevistas, começou a parar de publicar do jeito que ela publicava, desmarcou uma parceria aí que ela tinha. E essa amiga, né, ela até podia estar sendo invejosa, competitiva ou desconfortável com essa mudança.

Mas quem começou a interromper as oportunidades foi a minha própria cliente, porque ela tava querendo se proteger. Então olha que interessante, houve uma autossabotagem dela acreditar nessa amiga de muitos anos e falar: ei, peraí, tô perdendo uma amizade, ela tá falando tudo isso, será que as outras pessoas também não estão pensando a mesma coisa que ela tá pensando? E ela, por estar mais perto, é a única que tem coragem de falar para mim.

E aí é Ela tinha essa crença antiga, porque eu falei, não, vamos voltar lá na nossa primeira ativação. Lembra que você parou, você nunca tinha publicado, nunca tinha feito nada porque você tinha medo do julgamento? Justamente ela tá ativando isso em você para ver se você curou isso. Exatamente isso, para ver que você mesmo interrompe as suas oportunidades porque você tá tentando se proteger. Porque não é porque ela tá falando isso, ela sente isso, as outras pessoas também vão sentir isso.

Ou seja, olha o medo do julgamento que tem dentro de você. Ela só tá te mostrando algo que tá dentro de você, que você ainda precisa curar e trabalhar isso. Olha, gente, identificamos uma crença super antiga, que para ser amado você precisa permanecer pequeno, senão você perde os amigos, senão você vai ter julgamentos. E toda vez que ela crescia, ela acreditava que ela poderia perder pessoas. A amiga tava tocando numa ferida que já existia.

Então é o que eu falo, o universo só vai apresentar coisas para gente que estão ressoando com a nossa energia, consciente ou inconscientemente. Essa minha cliente não precisa odiar essa amiga também, ela não fingiu que tava tudo bem, mas ela reduziu essa intimidade, parou de compartilhar projetos. Trabalhamos isso nas ativações e ela percebeu que realmente essa amiga veio— depois elas até pararam de se falar, porque nem teve briga, nada, realmente foi um afastamento E ela começou a aumentar a produção, entrega nas redes sociais, começou a receber muito carinho, recebia algumas críticas, mas era completamente diferente do que daquela vez que ela recebeu.

E ela percebeu que ela tinha esse medo mesmo. As oportunidades começaram a voltar, ela começou a recuperar a presença dela, a coragem. E aí é que eu falo, gente, a espiritualidade e a psicologia podem se encontrar de uma forma madura. Você precisa proteger a sua energia, mas isso não significa que você tem que viver com medo dos olhos e dos pensamentos dos outros, dos comentários dos outros. Porque eu sempre falo que o que o outro deseja para você é um espelho, tá voltando para ele.

Tanto é que eu, antes de dormir, eu sempre falo que toda inveja, olho gordo, mau-olhado, qualquer intenção negativa que a pessoa desejou para mim que eu seja um espelho. Eu nem gostaria de retornar para pessoa, eu nem gosto de falar isso, sabia? Eu até falo que Deus purifique essa energia, na maioria das vezes eu falo isso, mas às vezes eu falo que tudo que não é meu que retorne. E se a pessoa me mandou muito amor, muita gratidão, que retorne em dobro para essa pessoa.

Tudo que é emanado para o meu campo, que retorna em dobro para as pessoas. E por eu estar exposta, gente, podcast, Instagram, atendo muita gente, gente, são centenas de pessoas por mês. Eu não tenho esse medo, eu não tenho. Tem gente que fala: você não fica cansada? Você não tem medo da sua energia? Eu falo: medo do quê? Medo do quê? Eu tô ajudando outro, eu tô num processo lindo. Se tem alguém que possa olhar e falar: nossa, eu gostaria de estar no lugar dela, então a pessoa viu que se eu conseguir, ela também pode conseguir.

Olha que legal! Então, que bom que seja de admiração. E se não for de admiração, eu não tô preocupada com isso. Eu não fico pensando nisso. Eu não tampo o meu umbigo. Eu não sei se vocês já viram eu fazendo ativação. Eu não tampo o meu umbigo, eu não faço. Realmente, eu crio um campo de proteção e tá tudo bem. Mas eu queria, com esse conteúdo, ficar assim: que crença será que você tem aí dentro de você que quando aparece esse tipo de pessoa faz com que você recue, ou você repense, ou você tenha vergonha do seu crescimento?

Porque isso acontece mais, muito mais do que vocês imaginam, muito mais, né? E eu acho que a saída começa quando você percebe que você não controla o que alguém sente diante da sua luz, diante do seu sucesso, diante da sua alegria. Não tem como. Você só controla o que você faz com informação que você recebeu. Ou seja, a gente não pode estar reagindo a tudo e todos, porque senão você, a pessoa tá no controle, mas você pode se posicionar sim.

Você não precisa convencer a pessoa de que você é capaz, não precisa disso. Você só pode, você pode até responder de uma forma melhor: olha, para você ver, se eu conseguir, você também consegue. Acabou. Tentar levantar autoestima dessa pessoa também tá tudo certo. E se você perceber que não é isso, ela realmente só tá perto de você para te provocar, o universo já tá até com uma placa muito clara, né? Que essa pessoa nem tem que estar na sua vida.

Eu vou ensinar uma prática para vocês que chama técnica do espelho consciente. É poucos minutos e pode ser usado depois de um encontro desconfortável, tá? Antes de uma exposição importante, quando a mente começa a imaginar que alguém pode estar torcendo contra você. Primeiro, para de procurar a pessoa dentro da tua cabeça. Você vai se sentar com os pés apoiados no chão, respirar por mais ou menos uns 5 minutos, umas respirações conscientes, respirações mais longas, para você sair do impulso, estar totalmente presente.

Depois você vai colocar a mão no peito e vai perguntar: o que eu estou sentindo exatamente? Não responda apenas: ah, uma energia ruim. Não, eu tô sentindo medo, raiva, vergonha, insegurança, vontade de provar alguma coisa. É legal nomear essa emoção porque reduz a confusão na hora de você realmente Na hora que você precisa terminar esse processo, o trabalho, né? Aí, ok, de fato, tal pessoa fez um comentário desqualificando o meu projeto.

Qual que é a interpretação disso? Essa pessoa vai destruir o meu sucesso. O fato pode pedir limite, essa interpretação pode ser questionada. Visualize você, um espelho, e essa pessoa, um espelho no meio. Não um espelho que vai devolver o ataque, mas um espelho que devolve a responsabilidade. Então, o que pertence ao outro permanece com o outro, o que pertence a mim permanece a mim. E aí você imagina toda essa sua atenção, essa sua preocupação, esse seu medo que você teve do julgamento dos outros, de tudo, toda essa energia voltando para você, os seus valores, tudo aquilo que é Porque eu acho que esse exercício é legal, que muita gente, antes de uma apresentação, antes de alguma coisa, fica com esse medo.

Ah, Thaís, mas é muita gente, é uma equipe, tá? Então imagina você, o espelho, essa equipe, e tudo que a pessoa tá emanando tá nesse espelho. Ele tá no meio de vocês, não tá voltando para você, né? Você não vai mudar essa pessoa fazendo esse exercício, mas você muda essa intenção que dentro de você carrega, esse medo, julgamento e as crenças que podem ser ativadas em você. É como se você: não, isso não teve o poder de chegar até o meu campo energético.

Eu reconheço que isso pode acontecer, mas não chega no meu campo, porque cada um tem o seu caminho, tem as suas possibilidades e as suas escolhas. Respeitamos todas as escolhas de cada um, só que essa pessoa não vai ter o poder mais de controlar, de tirar o seu poder, que isso é uma coisa muito importante, né? A inveja não vai falar sobre o outro, fala mais sobre as próprias feridas. Né, sobre aquilo que a gente acredita que não merece, sobre o medo de a gente não ser suficiente.

Mas a boa notícia é que a gente pode mudar. Quando você também faz algum trabalho energético, emocional, você trabalha sua autoestima a propósito, você percebe que o sucesso das outras pessoas deixam de ameaçar você. Quando eu vejo alguém que tá muito melhor que eu, eu admiro essa pessoa, falo, que bom, nossa, ela mostra que a gente pode, essa pessoa mostra que a gente consegue chegar lá, que bom. Tenham pessoas como inspiração, porque existe uma verdade que a história, filosofia, psicologia parecem concordar: o universo, ele não distribui felicidade em quantidade limitada.

O sucesso de alguém não vai reduzir as suas possibilidades, a luz de alguém não apaga a sua, entende? Há um espaço para todo mundo. Eu falo que a prosperidade é infinita, tem lugar para todo mundo brilhar. Só que para de continuar olhando o brilho do outro. Quando realmente você vai olhar pro seu brilho e querer aumentar o seu próprio brilho? É isso. É isso, é sobre isso. E outra, a inveja faz você gastar energia demais. Então, percebeu isso?

Como eu posso transformar isso e ver algo que tá— que eu preciso curar dentro de mim? O que eu posso aprender com isso? E se alguém tá sentindo isso de você, faz exercício do espelho. Imagina que você tem uma bola de luz em volta de você e nada adentra no seu campo. Não fica pensando nisso, não fica pensando nisso, de verdade, não gaste seu tempo pensando nisso. Mas percebeu isso? Afaste pessoas mesmo do seu caminho. Sim, não tenha medo de sair da vida das pessoas.

Já falei isso para vocês. Bom, depois que você faz ativação da Kundalini, você fica tão desapegado, gente, mas tão desapegado que eu vou falar para vocês, é Tem gente que fala assim para mim, da minha família: nossa, Thaís, será que é porque você é Gêmeos com Aquário que você é assim? Falei: não, porque eu acho que eu sempre fui um pouquinho assim, mas não tanto do jeito que eu tô agora. Foi depois das ativações. Tipo, se eu percebo que realmente não faz sentido essa pessoa tá na minha vida, simplesmente essa pessoa não está mais na minha vida e acabou.

Ah, mas você fica pensando, né? Mas é chato. Chato o quê? Não, eu nasci sozinha, vou morrer sozinha, nada é fixo ou permanente na minha vida. Eu não tenho nenhum contrato com essa pessoa que eu sou obrigada a ser amiga dessa pessoa. Pessoa, eu simplesmente me afasto, porque eu prefiro ficar onde a minha energia pode expandir, aonde eu posso compartilhar luz e receber luz. É sobre isso, dar e receber. O ser humano não tá pronto para essa conversa ainda, mas eu vou fazer um conteúdo sobre dar e receber que é muito legal também.

Deixa sua sugestão de conteúdo para mim lá no Instagram, entra lá, @taisgalacioficial. Quem não me segue ainda lá, pelo amor de Deus, vou puxar os dois pés essa noite, que não, né, Quantos anos juntos? Não é possível. Eu espero vocês no dia 8/08. Lembrando que as vagas são limitadíssimas. É o portal, ó, para quem quer prosperidade e abundância, tem medo de falar em público, tem depressão, ansiedade, medos, muitos medos, medos de mudança, tudo é o portal.

Vai por mim, é o portal, sério. Depois não diga que eu não avisei, porque 9 já é uma frequência completamente diferente, tá? E é online, gente, um sabadão online. Depois presencial dia 16. Estamos com menos vagas para o presencial e mais para o online, mas mesmo assim poucas, tá? A gente já tá com 60% de vagas preenchidas. Eu nem sei se a hora que você ouvir esse podcast ainda vai ter vaga, mas vale a pena tentar lá. O pessoal da equipe tá lá para responder vocês, ok? Um beijo na alma e no céu da boca. Até a próxima!

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