772 - A geração exausta! Porque estamos todos por 1 cabelinho !🫣🥹
Você dormiu bem, fez exercício, tirou um fim de semana — e ainda assim acorda cansada. Isso não é frescura. É esgotamento mental crônico.
Neste episódio, exploramos por que o burnout feminino moderno não tem a ver com preguiça, mas com sobrecarga cognitiva acumulada, trabalho emocional invisível e um sistema nervoso que nunca aprendeu a desligar.
Com base em estudos da Harvard Medical School, Stanford, Universidade de Tel Aviv e do Journal of Experimental Psychology, você vai entender:
→ Por que o cérebro continua "trabalhando" mesmo enquanto você dorme
→ O que é carga cognitiva acumulada e como ela rouba sua energia
→ Como a ansiedade disfarçada de produtividade impede o descanso real
→ O papel das redes sociais no seu esgotamento emocional
→ O que é a "pausa não produtiva intencional" e como ela recalibra o sistema nervoso
Se você vive no modo sobrevivência e sente que o descanso não descansa — esse episódio é pra você.
#burnout #saúdemental #esgotamento #ansiedade #produtividade #mulheres #bemestar #neurociência
Thais Galassi
- Depleção de recursos cognitivosProcessamento de 74 gigabytes de informação por dia · Córtex pré-frontal não evoluiu com a tecnologia · Sistema operando além da capacidade · Fadiga mental crônica
- Cansaço e sobrecarga femininaBurnout feminino moderno · Sobrecarga cognitiva acumulada · Trabalho emocional invisível · Sistema nervoso sobrecarregado · Redes sociais e esgotamento emocional · Ansiedade disfarçada de produtividade · Pausa não produtiva intencional
- Trabalho emocional femininoGerenciamento do estado emocional dos outros · Níveis elevados de cortisol em mulheres
- Distrações digitais e presençaAlteração de circuitos ligados à atenção e vigilância · Perda de eficiência nos mecanismos de recuperação mental · Estado neurológico ativado à noite
- Importância do descansoDescanso como capacidade neurobiológica de sentir segurança · Parar sem culpa · Meditar no chuveiro
- Estimulação Cognitiva - Aspectos EmocionaisProcessamento ativo de preocupações durante o sono · Cérebro trabalhando em silêncio
- Redes Sociais e Saúde Mental de AdolescentesRedução de ansiedade e depressão com uso limitado · Sensação de estar atrasado e inadequação social
- Livros sobre cansaço e tecnologiaA sociedade do cansaço · Nação dopamina · Roubando a atenção · A geração ansiosa
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Olá, seres de luz! Você mesmo, alma gostosa! Tudo bem com vocês? E aí, quintou por aí? Estamos por um cabelitos do fim de semana, saindo dessa lunação. Até amanhã a gente está nessa lua nova, para no sábado a gente entrar na lua crescente. Agora começa a gente ter mais energia para tudo, né?
Mas falando em energia, gente, vocês sabiam que pesquisadores da Universidade de Tel Aviv descobriram que o cérebro humano, mesmo durante o sono, continua processando ativamente preocupações emocionais não resolvidas? Pois é, pois é, isso significa que tem gente que dorme aí 7, 8 horas e acorda mais cansado do que quando deitou, né?
E pior, ainda tem gente que nem consegue dormir direito. Tem as duas situações, né? Mas por que a mente passou a noite toda trabalhando em silêncio? Porque ela está tentando processar tudo aquilo que não deixou espaço para sentir. A gente está numa geração de pessoas cansadas. Como diria a minha zaroca aqui, que está no meu pezinho aqui. Todo mundo por um cabelinho. Eu atendi uma empresária da moda.
que fez ativação comigo, algumas ativações individuais. E olhando de fora, se olhava, super bonita, se vestia super bem, não precisa nem dizer, né? Elegante, cheia de vida, marca crescendo, viagens, eventos, as pessoas admirando, né? A sua trajetória, o seu processo. Em um dos momentos da conversa, ela tirou o salto, olhou pra baixo e disse Tenho medo de deitar.
Aí eu falei, oi? Como assim? Ela falou assim, não, não é insônia. Ela explicou que quando o barulho do dia finalizava, que ela acabava tudo que ela tinha para fazer, a mente dela começava a cobrar tudo ao mesmo tempo. Quando ela parava de ter as reuniões, parar de ter que produzir as coisas que ela tinha que produzir, ter a conversa com o fornecedor, falar com os funcionários.
Quando o barulho acabava externo, dentro era pior. Vinha a pressão, pessoas, erros, a necessidade de sustentar essa imagem forte o tempo todo. E ela foi falando isso comigo, ela tinha tirado o primeiro sapato, depois ela foi e tirou o casaco. Depois ela foi e começou a tirar os anéis, tirou o relógio, tirou os brincos.
Ela falou, sabe, meu corpo dorme, mas parece que meu cérebro está lá a madrugada toda tentando sobreviver. E, sinceramente, o olhar dela parecia mesmo de alguém que estava vivendo uma vida cansada.
da própria sobrevivência. Não era vivendo, era sobrevivendo. E existe uma coisa muito curiosa com o nosso cérebro, com o cérebro humano, mas moderno. A gente está descansando mais o corpo, mas a gente está sobrecarregando muito o sistema nervoso. Isso já começou a aparecer em forma muito consistente em literatura científica. Pesquisadores de Harvard, tá?
Harvard. Pois é. Eles vêm observado que estados prolongados de hiperestimulação digital estão alterando diretamente circuitos ligados à atenção, vigilância, recuperação mental. O cérebro está passando por tanto tempo alternando os estímulos, as notificações, afirmações, antecipações emocionais, WhatsApp, e-mail, que a gente está começando a perder eficiência nos mecanismos naturais de recuperação.
Então isso significa que a gente chega à noite, mesmo que a gente seja parado, neurologicamente a gente está muito ativado. E eu percebi isso esses dias comigo, que eu estava me sentindo numa paz. Sabe aquela semana que você está, nossa, eu estou me sentindo tão bem, eu estou me sentindo tão calma, eu estou me sentindo tão...
Só que à noite, minha respiração começou a ficar ofegante, e eu falei, eita, e eu tenho uma consciência muito boa corporal, gente. Eu sei quando eu estou ansiosa, eu sei quando eu estou calma, eu sei tudo. Só que aparentemente, estava muito parecido com essa pessoa que eu comentei com vocês hoje. Sabe quando, tipo, está tudo bem enquanto você está trabalhando no dia a dia, só que na hora que o corpo tudo para, você fala que tem alguma coisa errada? Pois é.
Eu que coloco o timer para eu ficar nas redes sociais. Eu que tento meditar todos os dias. Não é sempre que eu consigo. Mas eu tento meditar todos os dias. Eu tento colocar esse horário. Eu que pratico exercício físico, cuido da minha alimentação. Ou seja, então imagina quem não faz nada disso. Pior ainda, né?
Tá sem o cabelinho. Não tá por um cabelinho, tá sem o cabelinho. Então, gente, o cérebro humano não tá entrando em descanso profundo porque o corpo deitou. Olha que interessante. Porque ele entra numa recuperação quando ele percebe ausência de ameaça. E o nosso sistema nervoso contemporâneo raramente tá experimentando um silêncio real, um momento de pausa.
onde ele fala, não está acontecendo nada, está tudo bem, o cérebro não, ele continua consumindo informações, antecipando problemas, comparando realidades, monitorando estímulos sociais, aquela sensação de, será que eu estou perdendo alguma coisa? E teve um outro estudo que foi publicado, que mostra que altos níveis de alerta cognitivo aumenta...
a atividade da amígdala cerebral, que está ligado à detecção de ameaça. Então, você está naquele tempo todo de lutou fuga, como se tivesse um leão correndo atrás de você, mas não tem mais, é a sua própria mente querendo te engolir, falando, você já olhou essa notificação? Você respondeu àquela pessoa? E aquele e-mail? Você tem aquele prazo? Ai, será que tem alguém na minha frente? Ai, mas eu quero fazer uma viagem. Mas será que... Ai, mas alguém está melhor que eu. Olha a quantidade de informação e emoção.
Então, talvez por isso que tanta gente fala assim, nossa, eu dormi, mas parece que eu não descansei, Thaís. Porque o descanso verdadeiro não é ausência de atividade física, mas é a capacidade neurobiológica de você sentir segurança suficiente para sair do estado de vigilância. E talvez esse seja um dos maiores colapsos silenciosos da nossa geração. Ouçam o que eu estou dizendo para vocês, hein?
O corpo até aprende a parar, mas o cérebro não está aprendendo a desligar. Ele desaprendeu a desligar. Que isso é muito ruim. Eu estou falando para as crianças, que hoje todo mundo fala, meu filho tem TDAH. Por que será?
né? E eu queria conversar com vocês hoje sobre isso, porque aquele dia, a noite, que eu percebi que a semana foi super tranquila, que eu tava super de boa, tinha conseguido fazer minhas meditações, sabe? Fiz meus exercícios físicos. Eu falei, não, tem alguma coisa errada? E aí, a minha noite foi tranquila, eu capotei, porque eu sempre capoto, mas no dia seguinte eu acordei um pouco cansada. Eu falei, não, peraí.
Então isso tem uma explicação e tem saída, que é o melhor. E a saída não é o que a internet fica vendendo para a gente, tá? Não é mais uma técnica de produtividade, de como dormir melhor. Não é acordar cinco da manhã, pular no pé sol, tomar um banho de água gelada, fazer não sei, não é isso.
É começar, gente, a entender o que está te cansando de verdade. Então, primeiro, me deixa eu te fazer uma pergunta, vai. Primeira bordoada gostosa do podcast. Quando foi a última vez que você ficou parado sem fazer nada, sem culpa? Porque eu me peguei nesse dia pensando, eu podia estar produzindo.
Por que eu podia estar produzindo mais? Eu estou produzindo o suficiente, tá bom? Por que queremos mais? E aí eu comecei. Cid, cientista com a Luna. Por que eu quero mais? Por que eu quero mais? Ah, porque eu aprendi desde cedo que tinha que estar super produtivo. Porque eu vi a minha mãe assim, eu vi a minha avó assim, eu vi a minha bisavó assim. A minha bisavó ficava o tempo inteiro fazendo as coisinhas em casa.
Então, tipo, eu vi as mulheres da minha família sempre muito produtivas. Eu comecei a meditar e relaxar. Calma, tá tudo bem, você está em outro momento, você não precisa estar o tempo todo fazendo alguma coisa para se sentir produtiva ou para se conectar com elas. Você faz parte dessa ancestralidade, mas tá tudo bem, comecei a respirar, fazer um roponopono.
Então a minha pergunta é qual foi a última vez que você ficou parado sem fazer nada, sem mexer no celular, sem porra nenhuma?
No presente. Aposto que faz muito tempo, ou nunca fez, ou muito difícil fiz. Tá tentando lembrar algum dia, né? Porque a gente vive nessa cultura que é isso. Não, é tempo, é dinheiro. Tempo é pra produzir. Não pode ter pausa. E quando você para, parece que todo mundo te atravessa e tá correndo, né? Parece que a gente tá numa corrida. Pra onde vocês estão indo? Não sei, mas todo mundo tá correndo. Também tô correndo.
E aí? Aí vem vazio, vem saudade, vem pânico, vem ansiedade, vem doenças, vem dores musculares, vem insônia, vem estresse, vem burnout, vem ufa, quando você vê, né?
E o corpo não é burro, o sistema nervoso não é burro. Eles sabem quando eles estão sendo ignorados, porque a gente, a conta chega, tá? A conta vai vir com uma irritabilidade, com um cansaço, uma sensação de que os dias estão passando rápido demais.
Existe um conceito que eu acho que precisa entrar no vocabulário de todo mundo, que é o que os pesquisadores chamam de carga cognitiva acumulada, que é um estudo que teve no Jornal de Psicologia dos Estados Unidos, que mostrou o seguinte, que o cérebro moderno processa cerca de 74 gigabytes de informação por dia. 74. Para você ter uma ideia, em 86 esse número era de 40.
Em menos de 40 anos, a quantidade de informação que o nosso cérebro precisa processar dobrou e o nosso córtex pré-frontal, que é essa região responsável por tomar decisão, filtrar informações relevantes, regular nossas emoções, é exatamente o mesmo, ou seja, ele não evoluiu com a tecnologia. Então o que essa porcaria toda significa? Que o cérebro está operando num nível sempre de demanda, tipo, caraca, eu não fui biologicamente projetado para isso.
E quando um sistema opera além da sua capacidade por tempo demais, isso entra num colapso, certo? Por isso que está todo mundo com burnout, que é esse esgotamento, essa fadiga mental crônica. Chame do nome que você quiser, mas o resultado é, você para de conseguir sentir prazer nas coisas, perde a capacidade de concentração, fica emocionalmente.
Ruim, mal e o cansaço vira um estado permanente. Então entra uma coisa aqui que eu preciso que você ouça com atenção, porque isso muda tudo na hora que você entender o que está acontecendo. O cansaço que a maioria das pessoas estão sentindo hoje não é físico, é emocional. É o cansaço de segurar, de gerenciar, de antecipar, de ser o centro organizador da vida de todo mundo. E tem um estudo fascinante que foi publicado em 2021.
no jornal da Universidade da Califórnia, que ele fala que eles investigaram, eles chamaram de trabalho emocional invisível, acompanharam casais heterossexuais por seis meses e mediram não só as tarefas físicas, que eram divididas, mas o trabalho mental que estava por trás.
Então quem lembrava das consultas médicas, quem que pensava no que faltava no estoque de casa, quem sempre estava antecipando as necessidades emocionais dos filhos, quem monitorava o humor do parceiro, ajustava o próprio comportamento, enfim, o resultado foi assim.
Mais de 80% dos casos, esse trabalho invisível recaía quase que inteiramente sobre a mulher. E mais do que isso, esse grupo apresentava níveis de cortisol, hormônio do estresse, consistentemente elevados, muito mais que nos homens, independente de quantas horas de sono cada um tinha tido.
Então pensa comigo, você pode até ter dormido bem, ter ido para a academia, comeu bem, mas você passou o dia inteiro antecipando a falta, gerenciando o estado emocional dos outros, sendo o porto seguro de todo mundo, o seu sistema nervoso ficou em estado de alerta o dia todo. E ele não vai descansar tão cedo.
E aí vem uma camada que complica tudo isso, aquela ansiedade disfarçada de produtividade, né? Porque tem aquele comportamento que eu vejo que é a incapacidade de descansar sem culpa, que era aquilo que eu acabei de falar. Porque a gente fala, não, se eu tô produzindo aqui, eu mando a ansiedade lá pra casa do caceta. Porque eu não olho pra ela, que é o que muita gente faz. Coloca uma tarefa atrás da outra, pra não sentir o corpo. A gente virou especialista em enganar a gente mesmo.
Olha que porra. A gente engana a gente mesmo querendo colocar uma tarefa atrás da outra, porque se a gente parar, a conta chega. A conta vai chegar. Por que você acha que quando a gente para um minuto, está esperando o médico, está na fila de alguma... A gente não consegue ficar com a gente mesmo observando. A gente pega a porra do celular para olhar se tem alguma notificação, alguma mensagem. Vai entrar no Instagram, ou no TikTok, ou vai ainda mais falar com o chat.
Outro dia eu vi uma pessoa na minha frente falando com o chat na fila do supermercado. Eu achei ótimo, porque ele tava super fazendo uma terapia. Gente, eu odeio prestar atenção no que os outros estão fazendo, mas é porque ele tava com o celular escancarado. Muito na minha frente é aquele celular que abre, que fica enorme. Então dava pra ver tudo. E ele tava fazendo uma terapia ali. E eu falei, bom, menos mal, porque você tá fazendo uma terapia aqui enquanto tá na fila do supermercado.
Então, assim, o que a gente faz no momento que a gente tem uma pausinha? A gente acaba querendo ocupar, criar mais tarefa. E isso vai ter num preço, a conta vai bater. Né, Saroca? Resolveu aparecer pra dar oi aí. Tá vendo?
Então, gente, esse estado emocional na psicologia, né? Teve um estudo que foi feito também nos Estados Unidos, que rastreou redes sociais de mais de 140 estudantes universitários por quatro semanas. E metade deles continuou usando, e outra metade foi orientada a limitar o uso de 30 minutos por dia, que nem eu limitei o meu.
No final de quatro semanas, o grupo que usou o limitado apresentou redução significativa não só de ansiedade e depressão, mas especificamente em solidão e inadequação social. Reduziu essa sensação de solidão. Então a sensação de que você está atrasado, que está todo mundo vivendo melhor, de que você está ficando para trás, é por causa das porras das redes sociais. E eu percebi, agora eu vou chegar no que eu queria dizer, porque quando eu percebi aquele dia, poxa, mas eu estou me sentindo tão calma, eu estou tão tranquila.
Eu percebi que eu estava ficando um pouco mais nas redes sociais, porque eu estava junto com a minha equipe, a gente estava olhando, observando outros canais, a gente estava olhando os nossos conteúdos, enfim. Então, eu fiquei um pouquinho mais nas redes sociais mesmo, eu estava trabalhando, mas me interessa.
Aí eu falei, entendi. Quando eu vi esse estudo, eu falei, fez muito sentido. Porque eu, mesmo parecendo que eu tava calma, eu não estava por dentro, eu estava em alerta. E eu acho que, é sério, gente, coloca. Eu coloquei uma hora no meu, mas eu coloquei uma hora porque eu trabalho, eu preciso, eu posto, eu tenho que estar olhando o que estão fazendo. Então, assim.
Mas eu queria colocar menos. Eu vou conseguir colocar menos. Eu vou fazer um... Vou diminuindo. E vale muito a pena, é sério. Vale muito, muito a pena. Até fazer, eu fiz isso com os meus filhos. Meus filhos estão bem mais calmos, tranquilos. E olha que eu tenho dois aborrecentes em casa. E só quem tem adolescente...
sabe do que eu tô falando, porque não é fácil. E é legal, porque quando eu encontro mães que falavam isso pra mim, quando os meus eram apetitiquinhos, eles falavam assim, é, você vai ver a fase pior. Eu falava, vai, vai te catar, fase pior é agora, que a gente não consegue fazer nada, eles estão sempre grudados, a gente tem que estar de olho sempre, você não enfia o dedo na tomada, faz isso, faz aquilo.
realmente eu tenho que concordar com essas mamães, que a fase, bom, tô nessa fase ainda, não finalizou, né? Ainda tem várias outras fases, mas essa fase da adolescência, realmente a gente tem que ter muita paciência, mas eles estão super mais tranquilos, tá completamente diferente, gente. Preciso dizer pra vocês que nem parece que tem dois jovens adolescentes aqui em casa.
E outra coisa, a gente se entope de café, a gente se entope de comidas ruins também, quando a gente tá nesse sistema, porque você quer aliviar de alguma forma. Então o corpo fala, come aquele docinho, né? Ai, deixa eu me dar algum prazer aqui. Então a gente acaba fazendo isso. Mas a gente tá, estamos especialistas em fuder com a nossa própria vida. A real é essa. Eu parei pra prestar atenção nessa semana que aconteceu isso comigo. Então assim...
Aí eu respirei e falei, tá bom, então agora, mesmo que eu precise trabalhar, eu vou dar um jeito de diminuir aqui, mesmo que eu tenha que dividir minhas tarefas, que aí eu falei, vamos usar isso de forma consciente, então eu vou dividir minhas tarefas. Segundo.
Eu vou... Dane-se, não tenho tempo não. Vou arrumar um tempo. Aí, meditei no chuveiro. Ontem. Meu dia ia ser super cheio. Vou meditar no chuveiro. Pronto, meditei no chuveiro. Não interessa, 5, 10 minutos, mas meditei. É isso, né?
E assim, não ache que isso é uma fraqueza, gente. O mundo todo está passando por isso, o mundo ensinou para a gente isso, a gente está pagando uma conta que essa geração está vivendo, né?
E a gente precisa aprender a novamente se conectar com a nossa alma. A olhar mais pra natureza, tá mais com a natureza. A querer menos e sentir mais. A parar de ignorar o que o seu corpo tá dizendo pra você. A ignorar a sua intuição.
não significa que você está fazendo algo errado, está no inconsciente coletivo também. Agora, se a gente for para essa parte energética, está no inconsciente coletivo, porque se tantas caralhas de pessoas estão fazendo, a gente acaba sendo influenciado, vocês sabem disso. Então, não adianta também a gente querer tampar o sol com a peneira, dizendo, mas se você fazer na sua parte, você também está ajudando a humanidade, isso é incrível também, isso é genial.
Então, mas eu acho assim, a primeira coisa que você precisa fazer é que você precisa fazer.
como que eu estou dormindo, como eu estou acordando, estou fazendo pausas inteligentes, como eu estou me sentindo quando eu paro.
Essa geração está exausta. Queria saber de você, como vocês estão. Como vocês estão. Porque assim, eu quero... Esse podcast é, você tem a coragem de entender que descanso não é perca de tempo? Que sono não é luxo? Que pausa não é preguiça? Que silêncio não é inutilidade? Pronto, joguei a bomba e sai correndo. Vou dar alguns livros para vocês que podem ajudar.
A sociedade do cansaço, nação dopamina, roubando a atenção, a geração ansiosa. Eles mostram de formas diferentes, tá? Como esse excesso de estímulo, tecnologia e pressão social tem mudado muito o nosso cérebro humano. Cada um vai ter um formatinho desses que eu indiquei. Então entra no chat, pede um resuminho de cada um, vê qual vale a pena você comprar.
Esse episódio de hoje, eu quero só trazer uma reflexão pra você. E até contei pra vocês da minha vida pessoal, que eu também tô passando por isso. Então, assim, a gente tem, a gente foi projetado pra viver a vida de uma forma plena. Só que a gente tá criando...
Uma necessidade de suportar até... Vamos ver quem é o mais forte, quem suporta mais, né? E aí vem esse excesso de tudo. Então, a pergunta não é como eu posso produzir mais, mas como eu posso sentir a vida de verdade. Não adianta nada o bolso cheio de dinheiro.
Vou ser em Paris, mas infeliz. Aí a pessoa vai falar, mas eu pior infeliz aqui no Brasil. Não, não, não. Eu acho que quando a gente não tem paz, uma vida leve, você pode ter o dinheiro que for e estar no lugar que for. Vida não tem graça. Eu sei, porque eu atendo muita gente.
Meu desejo é parar de achar que existe um jeito certo de ser mãe. A gente entende que cada gestação é única e que cada fase pede cuidados diferentes. Por isso, Nestlé Materna desenvolveu uma linha completa de suplementos para acompanhar você em toda a jornada da maternidade. Desde o apoio à fertilidade para mulheres que estão planejando a gestação até linhas exclusivas com vitaminas e minerais para cuidados na gestação e no perpério. Nestlé Materna, com você, do seu jeito.
Muita gente que tem muita condição. E eu posso dizer para vocês, não tem preço. Ok? Vamos desacelerar. O mundo que está viciando a gente em velocidade, vamos ser o primeiro a desacelerar. Quem está comigo nessa? Bora? Não é pisar no freio, mas simplesmente tira um pouquinho o pé do acelerador aí.
Bom, amores, deixa eu falar pra vocês. Vocês vão ficar sem vaga. A gente tá com 10% de vaga só pro dia 31. Dia 31 do 5, domingo. Ritual de ativação da Kundalini. Primeira vez que eu faço esse ritual online. Duas horas comigo. Vocês aguentam? Da 5 às 7. Vai ser uma lua cheia. Vai ser muito forte, gente.
Hum, ativação da Kundalini em lua cheia, mas o ritual que antes eu vou dar, processos, fortíssimo. Poucas vagas, hein? Depois não diga que eu não avisei. E seis do seis portal, e sete do seis presencial, tá? Também, gente, já estamos com mais de 50%, tanto no online, quanto no presencial. Então, quem quiser, gente, esgota muito rápido. Porque, assim, quem já fez...
Continua fazendo, porque é muito bom. E quem nunca fez, está vindo muita gente nova. Então, está enchendo muito mais rápido. Fazer o que, se realmente é bom? Eu queria que vocês encontrassem alguém que já fez, para conectar e perguntar. Nem acreditar no que eu estou falando, sabe? Mas conecta com alguém que já fez e pergunta.
meus amores, beijo na alma gostoso e eu desejo que esse fim de semana seja magnífico que vocês possam desacelerar depois me conta aqui se vocês estão meio parecidos comigo ou se vocês estão mais tranquilos ou estão um pouquinho pior tá na selvageria total beijo, até a próxima
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